domingo, 15 de abril de 2012

Grupo cristão é proibido de anunciar “cura para gays”.


 
A campanha da Stonewall que foi parodiada por entidades cristãs
O grupo pró-gay inglês Stonewall lançou recentemente uma campanha com anúncios nos tradicionais ônibus vermelhos da capital Londres. Eles diziam “Some people are gay, get over it”[Algumas pessoas são gays. Aceite isso]. Cerca de 1.000 ônibus londrinos exibem esses anúncios, que servem para promover o casamento entre pessoas do mesmo sexo, legalizado na Inglaterra.
A organização cristã Core Issues Trust decidiu patrocinar uma campanha com as mesmas cores (vermelho e preto) e uns dizeres parecidos “Não sou gay! Sou pós-gay, ex-gay e me orgulho. Aceite isso!”.

Mas o presidente da Câmara de Londres, Boris Johnson, mandou cancelar a campanha depois que organizações de defesa dos direitos dos homossexuais classificaram o anúncio como homofóbico. “É visivelmente ofensivo sugerir que ser gay é uma doença da qual as pessoas se recuperam e não estou disposto a ver isso circulando nos ônibus da nossa cidade”, afirmou.
A autoridade de transporte londrina, Transport for London também se manifestou, alegando que os anúncios não refletiam uma Londres ‘tolerante e inclusiva’. “Esses anúncios não serão veiculados em qualquer dos ônibus da cidade’, disse o porta-voz da autoridade.
A Core Issues Trust protesta, dizendo que a decisão constitui censura e suspeita de perseguição religiosa. O co-diretor Mike Davidson afirmou não ter conhecimento que a censura era legalizada na capital. “Fizemos todos os caminhos legais e fomos aconselhados pelas empresas de ônibus a seguir seus procedimentos. Eles aceitaram, mas agora vetaram”.
O material, que seria bancado pela entidade evangélica Anglican Mainstream seria exposto em cinco rotas centrais de ônibus, focando os destinos mais conhecidos por serem turísticos e centrais, como a Catedral Saint Paul, Oxford Street, Trafalgar Square e Piccadilly Circus, além de alguns parques.
A pastora Lynda Rose, porta-voz da filial britânica da Anglican Mainstream defendeu que a postura de seu grupo é defender as Escrituras e acredita que os homossexuais “não são plenamente as pessoas que Deus espera que sejam”.
Chris Bryant, um ex-pastor e ex-ministro da Europa que se assumiu gay, disse que o anúncio é cruel, especialmente para adolescentes que lutam para lidar com sua sexualidade, e promovem a falsa idéia que alguém poderia se tornar “ex-gay”. Acrescentou ainda que “A maioria dos cristãos sadios acreditam que a homossexualidade não é um estilo de vida ou uma escolha, mas é um fato que pode ser descoberto ou não ao longo da vida. A pretensão de afirmar que a homossexualidade é algo do qual você pode ser curado é uma incompreensão fundamental da natureza da criação”.
Ben Summerskill, presidente-executivo da Stonewall, disse que os anúncios eram claramente homofóbico e acrescentou: “A única razão pela qual alguns homossexuais podem querer parar de ser gay é por causa do preconceito das pessoas que estão publicando esse tipo de anúncio”.
Andy Wasley, porta-voz da Stonewall, por sua vez, explicou que se sentiram ofendidos e fez uma crítica irônica à postura de entidades cristãs: “esse tipo de terapia vodu para curar gays é altamente irresponsável e pode causar danos a muitas pessoas”.
Traduzido e adaptado de Guardian


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Movimento muçulmano distribuirá 25 milhões de cópias do Alcorão.



À primeira vista, parece um projeto inofensivo. Um grupo muçulmano da Alemanha estabeleceu como objetivo a distribuição gratuita de vinte e cinco milhões de exemplares do Alcorão. Segundo os líderes do movimento, o livro sagrado do Islã chegará a “cada lar da Alemanha, Áustria e Suíça”, conforme anuncia seu site.

O grupo, que se chama “A Verdadeira Religião”, segue os ensinamentos do líder salafista Ibrahim Abou Nagie, e já teria distribuído nas últimas semanas mais de 300.000 exemplares em “stands de informação” espalhados pelos centros urbanos da Alemanha.

Mas o radicalismo do grupo tem muito a ver com a política, como mostra um recente vídeo publicado no YouTube onde eles ameaçam jornalistas que escreveram críticas sobre sua “ofensiva religiosa”. “Nós agora temos informações detalhadas sobre os macacos e porcos que publicaram notícias falsas sobre nosso grupo. Nós temos um monte de informações, por exemplo, nós sabemos onde vocês moram, sabemos para que time de futebol vocês torcem e temos os números de seus celulares”, gritam eles em frente à câmera.

Ibrahim Nagie disse em sua defesa, que a distribuição do Alcorão é para “livrar os alemães do inferno”. Em 2011, ele foi indiciado pela polícia alemã por incitação pública à prática de infrações penais e por perturbar a paz religiosa.

O Escritório Federal para a Proteção da Constituição da Alemanha, agência de inteligência do país, estima que existam entre 3.000 e 5.000 muçulmanos salafistas na Alemanha. O Escritório adverte que a ideologia salafista é quase idêntica à da rede terrorista Al Qaeda. Mais preocupante, o grupo tem um número crescente de seguidores na Alemanha. A iniciativa, segundo as autoridades de distribuição dos livros sagrados foi financiada por milionários do petróleo do Bahrain e por muçulmanos alemães.

Krings Gunter, um membro do partido da chanceler Angela Merkel da União Democrática Cristã, disse que “dentro do possível, este tipo de ação agressiva deve ser interrompida. Embora a distribuição de escritos religiosos seja, livre … as ações agressivas dos salafistas radicais têm perturbado a paz religiosa em nosso país. ”

Cem Özdemir vice-presidente do Partido Verde alemão também condenou a ação dos salafistas. “Eu tenho um problema com todos os grupos religiosos que colocam a sua visão de mundo acima da Constituição e dos direitos humanos. Isso se aplica também aos salafistas que invocam a violência e cuja ideologia alimenta o terrorismo islâmico”, disse ele.

O governo explica que a iniciativa é vista por alguns como uma tentativa de recrutar jovens europeus para serem jihadistas, os guerreiros sagrados muçulmanos, que praticam atentados suicidas.

Recentemente, o alemão U. Arid foi condenado à prisão perpétua por filmar a morte de dois soldados americanos no aeroporto de Frankfurt em 2011. Ele teria ligações com o ramo do salafismo.

Traduzido e adaptado de Spiegel e BBC

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br


Bispo sanciona a sacerdote chileno acusado de ver pornografia em um colégio

SANTIAGO, 14 Abr. 12 / 11:02 am (ACI)

O Bispo de Chillan, Chile, Dom Carlos Pellegrin, sancionou com a proibição do exercício de seu ministério sacerdotal o Padre Juan Alberto Arroyo Sanhueza, acusado de ver pornografia no colégio onde servia como capelão.

A decisão, assinala um comunicado da diocese de Chillan, foi tomada logo que alunas do colégio denunciaram ter visto o sacerdote olhando pornografia em seu computador no escritório que mantinha no Colégio da Puríssima Conceição, entidade que expressou sua vontade de colaborar na investigação dos fatos.

O comunicado explica que o Bispo se reuniu com o sacerdote para conhecer sua versão dos fatos, depois do qual decidiu afastá-lo do cargo de capelão e o proibiu de "seguir realizando exercícios públicos de seu ministério durante o tempo pelo qual se estenda a investigação".

A investigação determinará ademais se "o fato denunciado se configura ou não como um delito da legislação canônica".

O Bispo também expressou seu "apoio solidário a todos quem sido afetados por esta situação, especialmente, as alunas, os professores, pais e procuradores, que integram a comunidade do Colégio da Puríssima Conceição".

"Do mesmo modo, acompanha em seu coração de pastor o padre Juan Alberto, no momento que está vivendo, e convida os fiéis da Diocese a unir-se em especial oração para que se abram os caminhos na busca da verdade", conclui o texto.

sábado, 14 de abril de 2012

Igreja no México celebra a aprovação de reforma constitucional que amplia a liberdade religiosa.


A aprovação da esperada reforma dos artigos 24 e 40 da Constituição dos Estados Unidos Mexicanos foi celebrada em um comunicado oficial da Arquidiocese Primaz do México dirigida aos senadores e deputados que apoiaram a iniciativa. No documento, a Arquidiocese felicitou os legisladores pela aprovação de um mais amplo reconhecimento de “um direito fundamental como é a liberdade religiosa”, que “beneficia no primeiro termo aos cidadãos, sejam crentes ou não, e só em segundo termo as instituições que os agrupam”.

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O Senado Mexicano aprovou a
reforma constitucional com
72 votos a favor e 35 contra
Com estas palavras, a Igreja reitera que não deseja obter privilégios através das reformas legais, mas garantir o cumprimento de sua missão evangelizadora. “O único que a Igreja Católica pede é um espaço de liberdade para cumprir sua missão de anunciar o Evangelho de Jesus Cristo”, aclarou o comunicado, “que ajude a que nossa pátria avance pelo caminho da fraternidade, a paz, a concórdia e a reconciliação”.
A notícia da aprovação da reforma pela maioria qualificada no Senado se produz tão somente uma semana depois da visita do Santo Padre Bento XVI a terras mexicanas. Durante sua viagem, Sua Santidade renovou o chamado da Igreja universal a respeito da liberdade religiosa, como uma das expressões mais importantes da dignidade humana, ainda que não tenha feito referência direta a discussão que se levava a cabo no legislativo mexicano. O Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado da Santa Sé, fez referência a reforma, e expressou que era “de desejar que no México este direito fundamental se enraíze cada vez mais, conscientes de que este direito vai muito mais além da mera liberdade de culto.
O texto aprovado pelos legisladores e que reforma o artigo 24 da Constituição, que se refere a liberdade religiosa, inclui agora as liberdades de consciência e de convicções éticas, assim como uma ampliação da proteção das manifestações públicas de fé. No texto anterior se incluía expressamente o direito a prática privada dos atos de culto, condicionando a autorização dos atos públicos a regulamentações posteriores.
Com informações da ስአመ

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sacerdotes sofrem cada vez mais com depressão, alcoolismo e estresse .

A Igreja Católica tem pedido socorro à ciência e encaminhado muitos de seus servos para a terapia. A responsabilidade de ajudar o rebanho às vezes cobra um alto preço. Muitos trabalhadores religiosos vão além dos seus limites, na vontade de ajudar o próximo acabam sofrendo quando as pessoas enxergam, nessas figuras sacerdotais, a cura para seus males
Recentemente, o congresso ”Padre no Divã: Conforto e Desconforto no Trabalho Pastoral”, realizado no Instituto de Psicologia da Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma, na Itália, debateu essa questão a fundo.

“Levar a sério o sofrimento psíquico de quem trabalha na pastoral deve fazer parte de uma responsabilidade comum, que também envolve leigos”, afirma o padre italiano Giuseppe Crea.
Já existem no Brasil centros especializados nesse tipo de tratamento aos religiosos. Um deles é o Instituto Acolher, de São Paulo. Um de seus professores é o psicoterapeuta Ênio Brito Pinto, autor de “Os Padres em Psicoterapia – Esclarecendo Singularidades” (Ideias & Letras). Após cerca de 30 anos de experiência em consultório, tendo atendido mais de 100 padres, o autor descreve no livro 12 temas relativos ao tratamento dos homens de batina.

“O padre suporta o sofrimento até um limite de muita dor e só então mostra que necessita de ajuda. Ele é educado para não reconhecer limites, o que é uma das falhas da sua educação”, afirma Ênio.
O processo mais comum é semelhante à terapia de crianças e adolescentes, na qual os pais fazem parte do trabalho. No caso, o superior hierárquico também se manifesta, fornecendo e recendo informações do psicoterapeuta.

Em 2000, após presenciar um suicídio na porta de sua igreja, o padre Antônio Tourinho Neto, 48 anos, se afastou de suas funções e passou um mês na unidade de Sergipe da Fazenda da Esperança. Essa comunidade terapêutica alternativa presta assistência espiritual, mas também tem o auxílio de profissionais como psicanalistas e psicólogos. “O choque me pôs em angústia profunda, passei a questionar o porquê de Deus permitir aquilo e fiquei decepcionado com o sacerdócio”, diz Neto.

Após ser tratado com entrevistas com um psicanalista e terapia em grupo, entre outras atividades, ele diz ter se recuperado.

Cerca de 3% dos pacientes das dezenas de unidades dA Fazenda da Esperança são religiosos. Um de seus missionários, o padre tailandês Dekson Teope, 34, ficou um ano em tratamento por conta de seu alcoolismo. “Cheguei a ponto de celebrar bêbado”, lembra ele.

Hoje, livre do vício, o padre Teope, celebra missas normalmente em uma comunidade brasileira da Fazenda. “Por trabalhar muito, os sacerdotes têm suas relações interpessoais prejudicadas, ao mesmo tempo que lidam mal consigo mesmos. Muitos sucumbem ao alcoolismo ou vivem crises de mau humor”, afirma o psicoterapeuta Pinto.

Um dos outros temas recorrentes é a sexualidade, que não raro eclodem na mídia quando escândalos de pedofilia são denunciados. “Afetos reprimidos ou supostamente sublimados não são afetos integrados”, escreveu Pinto em seu livro. “Por causa disso, tendem a provocar sofrimento e crises de saúde física ou emocional, ou uma vida de aparências, com práticas sexuais escusas, culposas, dissociadas.”

Mesmo vistos como representantes de Deus na Terra para os católicos, os sacerdotes são humanos e, portanto, falíveis e imperfeitos.

Com informações Isto É

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Campanha de oração “pró-aborto” gera revolta de cristãos.


Orar pelas mães que fazem abortos? Essa parece uma idéia absurda pra muitos. Porém, a ONG Planned Parenthood [Paternidade Planejada] da Califórnia, que historicamente luta pelos direitos das mães fazerem uma escolha se querem ou não ter os filhos, fez o lançamento de uma campanha chamada “40 Dias de Oração: apoiando as mulheres em toda parte”.

A campanha publicou um livreto com 40 orações diferentes, em favor daqueles que cometem o aborto: as mães, os acompanhantes, os abortistas e todos os envolvidos. Obviamente, deixaram de lado as crianças não nascidas.

O movimento é apoiado pela organização “Clero pelo direito de Escolha”, que se define como “líderes religiosos que valorizam toda a vida humana”, mas não traz nenhum tipo de declaração de fé ou lista de seus membros.

O Liberty Counsel, organização que defende o direito a vida, lançou um protesto na Internet contra o que julga ser um abuso. Afinal, para eles a tentativa de associar os assassinatos a um findo religioso é uma tática antiga, usada na Alemanha nazista para justificar a aniquilação de judeus e outros não-arianos.

A Planned Parenthood sempre sofreu oposição das entidades cristãs no Estados Unidos e esse repentino “aspecto espiritual” é uma tentativa de confundir a população. “Havia líderes religiosos que apoiaram a Alemanha de Adolf Hitler e os nazistas. Foi algo errado, e estão repetindo o erro agora”, disse Mathew Staver, fundador e presidente do Liberty Counsel.

“A campanha que pede oração para seu suposto planejamento familiar é ofensiva”, disse ele, “Por mais que eles não gostem da comparação, o que a Planned Parenthood faz hoje não é diferente do esforço pela eliminação dos” indesejáveis”, como defendia o mais famoso eugenista, Adolf Hitler.”

O Liberty Counsel termina seu protesto dizendo que esse movimento de oração da Planned Parenthood é uma tentativa de ridicularizar as campanhas anuais de oração contra o aborto, chamada de “40 dias de vida”, que unifica quase meio milhão de cristãos todos os anos nos Estados Unidos.

Como resultado direto dessas campanhas, acredita-se que 22 clínicas de aborto foram fechadas e 69 médicos pararam de realizar o aborto nos últimos anos.

A organização cristã “Visão da América” também convoca anualmente um movimento de oração e jejum chamado “40 dias para salvar a América”, onde incentiva padres, pastores, rabinos e outros sacerdotes para clamar pela intervenção de Deus.

Traduzido e adaptado de Planned Parethood e LC

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Aborto matou mais pessoas que as guerras do século XX, diz Bispo




O Bispo de Oberá (Argentina), Dom Santiago Bitar, assegurou que o aborto legalizado em distintos países provoca mais de 50 milhões de vítimas ao ano, o que "supera as mortes de todas as guerras do século XX, inclusive as duas guerras mundiais".

Em uma carta aos fiéis da sua diocese, Dom Bitar também esclareceu que na sua homilia de Sexta-Feira Santa, nunca disse que "os que estão a favor do aborto são genocidas e tem que ser postos para fora da pátria", frase que atribuiu aos meios jornalísticos do país que tergiversaram suas palavras.

O Prelado explicou que essa frase foi usada "unindo erroneamente palavras da introdução a uma oração e as da entrevista".

O Bispo de Oberá recordou que na sua homilia de Sexta-Feira Santa criticou a "contradição que um Estado democrático não defenda os ‘direitos humanos’ dos menores e indefesos, autorize, e inclusive possa chegar a obrigar a médicos a destruir vidas inocentes"

"Não estamos ante as portas de um "silencioso", mas sangrento genocídio?" questionou nessa ocasião.

Dom Bitar também criticou "o silêncio de muitos profissionais da saúde, que conhecem bem que o embrião é uma vida humana distinta e não um pedaço da mulher, ou um órgão a mais do qual se pode prescindir".

"Chama a atenção o silêncio de organismos de Direitos Humanos e grupos ecologistas. Dá a impressão que os "direitos" são somente para alguns e não para todos".

O Prelado também repreendeu aqueles que "só defendem animais e plantas, mas se calam a respeito das crianças não nascidas.

Para o Bispo, também "chama a atenção o silêncio de muitas autoridades políticas, de muitos meios de comunicação, de instituições sociais e inclusive de representantes de outras crenças religiosas".

"Como argentinos ao longo da história, pagamos caro pelo silêncio. Nesta encruzilhada, se nós não falarmos quem falará? Quem será a voz das criaturas que não têm voz?", concluiu.

BUENOS AIRES, 12 Abr. 12 / 05:41 pm (ACI)

Mineiro resgatado no Peru: Foi tudo um milagre


Um dos nove mineiros que foi resgatado esta manhã, depois de estar vários dias preso em um socavão no Estado de Ica no sul do Peru, afirmou que "foi tudo um milagre".

Em declaração ao jornal local “Primeira Edição", Félix Cucho Aguilar de 42 anos de idade, afirmou que o resgate do socavão “Cabeça de Negro” localizado a 250 metros de profundidade, no distrito de Rosário do Yauca (Ica), foi um milagre.

"Tudo aconteceu para nossa salvação. Foi como voltar a nascer e quero agradecer às autoridades e empresas que nos deram seu apoio", manifestou o mineiro que esteve preso desde Quinta-Feira Santa.

Consultado sobre se deixaria a atividade mineira depois do incidente, Aguilar manifestou que não. "Sim, seguirei na mineração", comentou.

O presidente Ollanta Humala e seus familiares receberam aos mineiros que começaram a sair às 7:00 a.m. (hora local) na boca do túnel da mina.

"Este momento é como voltar a nascer", disse Edwin Bellido, um dos resgatados, que se reencontrou, entre lágrimas, com suas duas filhas e sua esposa.

"O melhor remédio destes compatriotas é encontrar-se com sua família. Tarefa cumprida", disse aos jornalistas o presidente.

Antes de sair, os mineiros passaram por um primeiro controle no interior do túnel para avaliar suas funções vitais.

"Passamos momentos críticos lá dentro. Tivemos que dormir sobre plásticos, sem colchões", relatou Bellido. "Fazíamos piadas e exercícios físicos para passar o tempo e não nos angustiar. Comíamos com nossos cascos com os alimentos líquidos que chegavam pela mangueira que nos contatou com o exterior", acrescentou.

Nas barracas hospital os mineiros receberam oxigênio, líquidos reidratantes, bebidas quentes e alguns deles se recostaram em macas.

A mina “Cabeça de Negro” é uma jazida artesanal e informal de cobre e que é explorada em condições precárias depois que a exploração legal da mina foi abandonada faz mais de duas décadas por seus proprietários.

Mãe de bebê que "acordou" em um necrotério da Argentina: é um milagre que só Deus pode explicar



BUENOS AIRES, 12 Abr. 12 / 02:14 pm (ACI/EWTN Noticias)

Amalia Bouguet é a mãe da bebê argentina que "acordou" depois de permanecer 12 horas em um necrotério por ter sido declarada morta. Para ela, o fato que a sua pequena esteja viva "é um milagre sobrenatural, que só Deus pode explicar".

Segundo informa a agência AICA, a bebê prematura que nasceu com 26 semanas (6 meses aproximadamente) de gestação havia sido declarada morta e "voltou à vida" depois de resistir 12 horas exposta às temperaturas gélidas do necrotério sem comida e nenhum agasalho.

Este episódio confuso aconteceu no hospital "Perrando" da cidade de Resistencia na província de Chaco, Argentina. Os profissionais vinculados ao caso já foram afastados do seu cargo.

"Minha filha (Luz Milagros) esteve 12 horas no necrotério e até o momento em vez de certidão de nascimento só tem uma ata de falecimento", contou a mulher.

Bouguet disse ainda que sua filha "nasceu às 10:24h e às 11:05h estava em um caixão. Passou 12 horas com um frio intenso no necrotério. Eu mesma vi seu corpinho com gelo".

Depois foi ao necrotério para se despedir e tirar uma foto da sua filha, que segundo a pediatra que a atendeu "não tinha sinais vitais" no momento de nascer.

"Uma senhora se aproximou do meu marido que estava esperando para ir ao necrotério e lhe disse: ‘ela está chorando’. Meu marido pensou que se referia a mim, mas não: era a minha filha a que estava chorando", relatou Amalia que tem outros quatro filhos.

"Tenho fé. Tudo isto foi um milagre de Deus", sustentou a mulher, que vive com sua família em Fontana, uma localidade de Chaco.

O subsecretário de saúde de Chaco, Rafael Sabatinelli, disse que a negligência dos médicos que enviaram a pequena Luz Milagros ao necrotério, constitui um fato "lamentável", e que iniciará um processo judicial.

"Cada integrante do pessoal que esteve envolvido no fato tem responsabilidades. Portanto terão que render explicações conseqüentemente a isto. Esperamos os resultados dos relatórios correspondentes para que se esclareça o fato", assegurou Sabatinelli em declarações divulgadas ontem na Página Web do Jornal Norte, da Argentina.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

“Nossas famílias estão muito bem sem religião”, afirma campanha


 “Nossas famílias estão muito bem sem religião”, afirma campanha

Algum tempo atrás, uma campanha publicitária da Coalizão de Dallas-Fort Worth pela Razão (DFWCOR) criou polêmica ao colocar anúncios em ônibus dizendo “Milhões de americanos são bons sem Deus.” O plano de fundo dos anúncios era a imagem de uma bandeira americana, composta pelos rostos dos ateus e agnósticos.

Agora, a DFWCOR lançou uma nova campanha na região entre as cidades de Dallas e Fort Worth, a mais populosa do estado do Texas. Os outdoors mostram diferentes tipos de famílias e a frase “Nossas famílias estão muito bem sem Deus”. As imagens também serão mostradas em um cinema local antes de o filme iniciar.

O coordenador da Coalizão, Zachary Moore, afirma que a campanha tem como objetivo combater a ideia comumente aceita que “família” é sinônimo de “religião”.

Organizações cristãs historicamente sempre ensinaram que as famílias precisam de religião, algo que a DFWCOR contesta. Moore defende que as famílias deveriam “criar os filhos para analisar criticamente a religião… Os pais [da DFWCOR] querem inspirar seus filhos a amar o conhecimento, em vez da fé.”

Moore também acredita que “Nunca foi tão fácil ser um pai ateu no Texas”, observando que o número de pessoas sem religião nos Estados Unidos cresce a cada ano.

O DFWCOR também promove o ateísmo em escola de ensino médio e universidades, com o objetivo de fortalecer e unir os estudantes ateus de todo o país.

De acordo com um estudo publicado no ano passado, o número de ateus em todo o mundo deve continuar crescendo e o motivo para a descrença seria as razões mercadológicas que tem tomado conta das religiões.

Traduzido e adaptado de United Cor

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Os que apóiam o aborto são genocidas, alerta Bispo

BUENOS AIRES, 11 Abr. 12 / 03:28 pm (ACI)

O Bispo de Oberá (Argentina), Dom Santiago Bitar, qualificou de genocidas aos que promovem a prática do aborto no país, e acrescentou que uma criança no ventre de sua mãe não pode defender-se sozinha.

"As crianças por nascer não podem defender-se por si só, por isso, os que estamos com vida e a favor dela, devemos defendê-los. Outra coisa é perder a vida de um adulto. Não se pode atentar contra a vida dos indefesos como são estas crianças por nascer", assinalou.

Na sua homilia de Sexta-Feira Santa, o Prelado também pediu "tirar da Pátria" os que estão a favor do aborto na Argentina.

Dom Bitar também recordou o ensinamento da Igreja com relação ao aborto em caso de estupro, e criticou a recente sentença da Corte Suprema da Argentina que legitimou este tipo de prática no país.

O Bispo argentino destacou o dano que o aborto produz na mulher, pois "junto à lembrança do estupro se acrescenta o fato de saber, que no próprio seio materno se assassinou a um bebê, que não é culpado de nada".

Bancada pró-vida pede ‘impeachment’ do ministro Marco Aurélio Mello, relator da ADPF 54

BRASILIA, 11 Abr. 12 / 07:02 pm (ACI)
 
A agência Senado noticiou na tarde desta quinta-feira, 11, que a bancada pró-vida no congresso abriu hoje um processo de ‘crime de responsabilidade’ contra o ministro Marco Aurélio Mello, membro do Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta antecipação de voto na votação da ADPF 54, um recurso que legalizaria o aborto dos fetos com anencefalia. O pedido foi levado por representantes das bancadas católica e evangélica ao presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP). A votação terminou com 5 votos a favor e 1 contra o aborto dos anencéfalos e continua amanhã no Supremo Tribunal em Brasília.
Segundo a agência Senado, “os deputados alegam que o ministro teria emitido juízo de valor em entrevistas ao SBT e à revista Veja, em 2008, sobre o aborto de fetos anencéfalos e, com isso, supostamente ter antecipado seu voto no julgamento feito pela corte nesta quarta”.
Marco Aurélio, indica a agência Senado, é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 54, que foi votada hoje pelo Supremo e definirá amanhã se as mulheres grávidas de fetos anencéfalos poderão abortar legalmente no Brasil. Seu voto no processo foi favorável e seu discurso repleto de argumentos falaciosos sobre a anencefalia e os supostos direitos e o bem-estar das mulheres.
No seu longo pronunciamento contra a vida dos anencéfalos o ministro afirmou: “Parece-me lógico que o feto sem potencialidade de vida não pode ser tutelado pelo tipo penal que protege a vida. Estamos a tratar do mesmo legislador que para proteger a honra e a saúde mental da mulher estabeleceu como impunível o aborto provocado em gestação oriunda de estupro, quando o feto é plenamente viável”.
Entre outros argumentos falaciosos sobre a vida dos anencéfalos, que não necessariamente são bebês sem cérebro, mas seres humanos com mal formações congênitas neste órgão, o ministro Mello chegou a afirmar que "o anencéfalo jamais se tornará uma pessoa”.
“Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Cabe à mulher, e não ao Estado, sopesar valores e sentimentos de ordem privada, para deliberar pela interrupção, ou não, da gravidez”, disse o ministro.
Falando precisamente sobre o papel do Estado em relação ao direito à vida, o coordenador do Movimento Legislação e Vida, o Prof. Hermes Rodrigues Nery, afirmou que este tema deveria ser visto pelos representantes do povo brasileiro, majoritariamente contrário ao aborto, no Congresso Nacional, e não pelos ministros do STF.

Falando ao site de notícias G1, o Prof. Rodrigues Nery afirmou que "O Supremo está legislando e isso fere a democracia".
Outro argumento tendencioso do ministro Mello é que “a interrupção da gravidez (aborto) de fetos anencéfalos não pode ser analisada sob o foco de orientações religiosas”.
“Concepções religiosas não podem guiar as decisões estatais, devendo ficar circunscritas à esfera privada. A crença religiosa ou a ausência dela serve precipuamente para ditar a vida privada do indivíduo que a possui. Paixões religiosas de toda a ordem hão de ser colocadas à parte das decisões do estado”, afirmou o relator da ADPF54.

O mesmo argumento foi rebatido ontem pelo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, quando o prelado asseverou que o direito à vida não é um tema religioso, mas “valor universal”, e também um “valor do Estado”, negado aos seres humanos por sistemas totalitários como o Nazismo.
O ministro também afirmou que especialistas consideram o feto sem cérebro “um natimorto neurológico”. Para Mello, não é possível falar em deficiência, pois não há expectativa de vida extra-uterina, ou seja, fora do útero da mãe.
Talvez a maior prova contra os argumentos anti-vida do ministro Marco Aurélio tenha sido a presença em Brasília da pequena Vitória de Cristo, um bebê de 2 anos e meio que recebeu um diagnóstico de anencefalia e hoje surpreende a ciência.
“No pré-natal não há condições de saber qual será a reação da criança. O médico não toca a criança. Os exames por si só não indicam nada”, afirmou Joana Schimitz, a mãe da pequena que se manifestou contra o aborto.

“Quero mostrar que crianças como a Vitória não são um monstro”, disse Joana ao portal de notícias último Segundo, do IG. “O problema é que sempre mostram a parte ruim. Eu estou aqui mostrando que existe um outro lado”, afirmou Joana.


Ao votar hoje a favor o ministro Mello teria ferido uma lei da Magistratura Nacional por já ter declarado à mídia sua posição.

“Os parlamentares pedem que o Senado instale uma comissão para julgar o ministro. Segundo eles, ao emitir opinião sobre o teor do julgamento, Marco Aurélio teria contrariado o artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, que proíbe aos juízes “manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem”, afirma a agência Senado. 
“O relator do processo de hoje já se declarou antes da hora. Isso é quebra de decoro”, afirmou o deputado federal Eros Biondini (PTB-MG), membro da bancada católica e pró-vida no Congresso.

A agência senado recorda que “conforme o artigo 52 da Constituição Federal, é competência privativa do Senado Federal processar e julgar os ministros do Supremo Tribunal Federal. Cabe ao presidente da Casa (no caso o Senador José Sarney) a faculdade de acatar ou rejeitar a denúncia”.
“De acordo com o Regimento Interno do Senado, se for acatada a abertura do processo, uma comissão, constituída por um quarto da composição do Senado, obedecida a proporcionalidade das representações partidárias ou dos blocos parlamentares, ficará responsável pelo processo”, conclui a nota da agência Senado.
Até o momento, seis ministros, incluindo o relator Marco Aurélio, apresentaram os seus votos, cinco dos quais foram favoráveis à legalização do aborto dos anencefalos. Estes foram emitidos pelos seguintes ministros: Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Apenas o ministro Ricardo Lewandowski votou contra a descriminalização da prática no Brasil.

Miss Universo aceitará a transexuais como candidatos a partir do próximo ano


O transexual Jenna Talackova (direita)

NOVA IORQUE, 11 Abr. 12 / 03:40 pm (ACI/EWTN Noticias)
Os diretores do Miss Universo, o popular concurso de beleza feminino mundial, decidiram trocar suas regras para aceitar formalmente a candidatos transexuais a partir da edição 2013 do concurso, depois da pressão dos meios de comunicação que obrigou a admitir na edição canadense do concurso a um jovem que trocou de sexo.

Jenna Talackova, novo nome de Walter Page Talackova, é um transexual de 23 anos que faz quatro anos se submeteu a uma operação de mudança de sexo. Faz uns dias conseguiu que os organizadores do Miss Universo do Canadá anulassem a regra que exigia que as aspirantes ao trono só podiam ser mulheres "de nascimento por natureza".

Talackova disse ver-se "a mim mesma como uma mulher com ‘história’", explicou que seu tratamento hormonal o iniciou aos 14 anos para depois realizar a operação de mudança de sexo aos 19.

Faz cinco dias, os responsáveis pelo concurso anunciaram que Talackova, morador de Vancouver (Canadá), poderá competir no concurso Miss Universo do Canadá deste ano a pesar de que o tinham desqualificado previamente.

A desqualificação mobilizou a diversos promotores do lobby gay que, junto a ela, pressionaram aos organizadores para que a aceitassem novamente, e o que conseguiram.

Um blogueiro americano afirmou que "Walter .Talackova pode ter trocado seu nome legalmente a Jenna e pôde haver-se operado, mas nunca será uma mulher. O gênero não é uma opção"