segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Lindo Crucifixo italiano milagrosamente sobrevive fogo igreja.

Santa Cruz em Igreja Católica San Jose, Califórnia, foi destruída Cabelo Fogo no sábado.
 Como este ornamentado belo crucifixo italiano, a dez metros, conseguiu escapar sem danos?
san jose fogo crucifixo

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Deus abençoe vocês Bombeiros para tratar este símbolo com da Nossa fé tanto Respeito e cuidado.  
Dada uma Extensão do Fogo crucifixo milagroso é ou sobreviveu.  Parece claro tudo ou interior dá Paróquia foi consumido.
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. Mais detalhes Alguns não Abaixo vídeo  ou UM belo crucifixo, eu Estou contente que poderia ser salvo, e aparentemente Praticamente sem gravação:



Fonte: http://veneremurcernui.wordpress.com/

Satanismo e esoterismo geraram “emergência pastoral” de exorcismos

Imagem de referência. Foto: Sébastien Gradeei (DC-SEA BY-NC 2.0)
ROMA, 21 de novembro 14 / 11:12 ( CNA / EWTN Notícias ) .- Ha poucos dias, você reuniram em Roma Membros internacionais da Associação dos Exorcistas (IEA), a cuja plenária ou Papa Francis dirigiu Uma Mensagem. Entre OS OS questões trataram Associação sacerdotes da, da Esteve ou "Emergência pastoral" aumento ocorrida devido Ao todo ou em casos mundiais requerem hum exorcismo . Uma das Razões para uma crise E um crescente Influência do satanismo, ocultismo fazer e fazê-esoterismo.
Em declarações grupo AO ACI em Roma, ou Desta Associação titular de voz, ou psiquiatra Valter Cascioli, explicou que "em comparação a alguns anos ou aumentou exorcistas. Enquanto isso eu digo sempre also necessidade há Uma PIs destes carência é em Uma pastoral "convertendo emergência.  
Ou médico italiano que colabora com esta Associação, indicou mundo logotipo atualmente nem todos "ou Ocorrencias demoníaca número Atividade em Extraordinária está aumentando."
Esta Atividade, Disse, podar a-ser por infestação (Quando ou demonio lugar possui um) possessão (em Cujo caso DEVE ir hum hum sacerdote e NAO para Bruxo) OU obsessões diabólico.
Cascioli AINDA referiu que ou aumento also "ao Desenvolvimento de Interesse hum e Práticas como ele relacionado ou com mundo esotérico, EO ocultismo ou satanismo" DEVE.
O logotipo perito psiquiatra explica que "ha Alguns países do mundo não aonde Sequer ha nem um exorcista. Como demoníaca e como Atividades das consequências que estão difundindo Falamos EM estao todos, Não É UM fenômeno cultural ".
"O que está acontecendo NAO é condicionado cabelos étnicos Laços, NEM UMA é tampouco limitada à área geográfica específica", concluí.
No passado dia 13 de junho a Congregação para o Clero ou legalmente reconheceu a Associação Internacional dos Exorcistas (IEA), que Hoje em Conta com 250 sacerdotes ou países Trinta em todo o mundo.
A Associação reunião ideia em fazer-lhe o padre Gabriele Amorth exorcistas foi famoso exorcista dá diocese de Roma (Italia), Quem de 80s advertiu que grande número de Testemunhos sobre perigos e ameaças do diabo, DEVE de Práticas oculto só entre vós.

Vídeo desbanca mito da superpopulação e o uso do aborto como mentirosa resposta a isso. Veja!

normanthomas

O Instituto de Pesquisa Populacional (PRI), Uma na cometido investigação Entidade de verdadeiros Fatos sobre a População mundial da Situação e que há anos não VEM denunciado como mentiras fazer aborto lobby e dá anticoncepção divulgou recentemente ou vídeo "Superpopulação: A Criação de hum mito" , Onde esclarece que mundo é NÃO ou superpopuloso, AO contrario Alguns índices Indicam mundo em Uma breve População TERA é considerável e preocupante, e que todos os humanos ou poderia mundo contingente que vivem juntos em hum fazer TAMANHO do Território Texas. "Assim como Contas Fazer" recontagens ou vídeo.
Carlos Pólo, Diretor do PRI para a América Latina, assinalou vídeos AO ACI group're originalmente lançados em Inglês, fazer site usando www.overpopulationisamyth.co m, "já Chega ao Quase 3 Milhões opiniões não canal youtube PRI". Graças para definir com hum esforço plataforma de vídeos ós Argentinos alerta 'tambem nenhum idioma Inglês "é encontram. 
Pólo anunciou que "série será transmitida semanalmente" e explicou que "o uso ou formato de desenhos animados para dar POUCO Agilidade e hum hum humor Muito emitir Sério".
"TAMBEM raça hum site para explicar-lhe dadas cientistas por trás cada DAS UMA afirmações de NOSSOS vídeos para os visitantes Os Mais que estudo e pesquisa INTERESSADOS cabelo PRI".
Carlos Pólo explicou que ou estão à procura de uma série COM E "um POSSA cada livrar-neo-malthusianas ocorre propaganda, Fazer hum cálculo POUCO matemática e puxe SUAS CONCLUSÕES Próprias".
"Depois de Quase cinco décadas de maciça Difusão de pseudo-Ciência e Uma desinformação ou mito dá superpopulação cai para Pedaços".
Pólo sublinhou que "Hoje em Dia, Diante de UMA Europa Envelhecida População e com Aposentadoria paralisados ​​sistemas, Quando Alguns milagrosas outrora tigres asiáticos são ameaçados Veem por falta de Jovens em Idade Produtiva e when China com Seu consumo de energia de 1 3 bilhões de habitantes impõe condições Às MAIORES potências económicas neo-malthusiana NAS pensamento Teses e como entrar das Jurassic Park não há teorias de Desenvolvimento Econômico ".

Para ver vídeos Campanha Outros Desta visita in: http://www.youtube.com/channel/UCR_dChuNlvmLp7vwW4K8RgA
ACI

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Burke: “Agimos como se estivéssemos criando a Igreja do nada”. Relatório preliminar do Sínodo: “Um dos documentos mais tristes de todos os tempos”.

Por Gloria.tv | Tradução: Teresa Maria Freixinho – Fratres in Unum.com: No dia 4 de novembro o Cardeal Raymond Leo Burke apresentou em Viena a edição alemã do livro “Remaining in the Truth of Christ” [Permanecendo na Verdade de Cristo], que reúne artigos de cinco cardeais. O encontro foi organizado pela “Una Voce Áustria”.

Uma gravação em vídeo da apresentação: Burke: “um dos documentos mais tristes de todos os tempos”

Em sua apresentação, o Cardeal Burke explicou que o livro é uma resposta à proposta do Cardeal Walter Kasper, que “defendeu uma mudança no ensinamento e na prática constantes da Igreja” com relação ao matrimônio. Segundo Burke, Kasper pediu diálogo, e os cinco cardeais responderam apresentando estudos verossímeis.
No Sínodo sobre a Família. o Cardeal Burke viu “o esquecimento quase completo do Magistério”: “Foi como se pela primeira vez a Igreja estivesse tratando da questão do matrimônio e ensinando a respeito dele, ao passo que, tanto em sua doutrina quanto em sua disciplina, a Igreja tem pelo matrimônio o apreço mais rico que se possa encontrar.” O cardeal mencionou a “Familiaris consortio” de João Paulo II, a “Humanae vitae” do Papa Paulo VI e a “Casti cannubii”, do Papa Pio XI.
Burke lembrou ao público que a Igreja tem 2000 anos de tradição: “Hoje em dia agimos como se estivéssemos criando a Igreja do nada.” 
Para Burke, o relatório preliminar do Sínodo foi “um dos documentos mais tristes que eu jamais poderia imaginar partir da Igreja”: “Muitos de nós estávamos horrorizados com essa ideia que foi apresentada no relatório, ou seja, de que de alguma maneira pode haver elementos bons em atos de pecado mortal. Isso é impossível.”
Além disso, o Cardeal Burke criticou uma ruptura entre a doutrina e a disciplina: “Uma das ideias mais insidiosas na apresentação do Cardeal Kasper e nas discussões do Sínodo é que: ‘Sim, nós defendemos a doutrina da Igreja com relação à indissolubilidade do matrimônio.’ Até mesmo dizendo: ‘Quem iria questionar a doutrina da indissolubilidade do matrimônio? Estamos falando sobre uma questão de disciplina.’ Em outras palavras: O matrimônio é indissolúvel, acreditamos nisso. Porém, em certos casos, quando uma pessoa está casada diante de Deus, mas o casamento falhou de uma maneira ou de outra (sem qualquer comentário sobre de quem é a culpa), mas essa pessoa, de maneira consciente e intencional,  tentou um outro matrimônio e está vivendo com alguém que não é o seu marido ou mulher, em alguns desses casos não defendemos a indissolubilidade do matrimônio. Admitimos pessoas ao sacramento da confissão e à santa comunhão.”
Essa ideia – enfatizou o Cardeal Burke – “deve ser uma negação da indissolubilidade do matrimônio”: “Quando alguém vai à confissão, por exemplo, e confessa um pecado, essa pessoa tem o firme propósito de emendar-se, caso contrário ela não poderá se confessar vailidamente. Como é que uma pessoa que está vivendo em uma união adúltera faz esse tipo de confissão – quando ele ou ela tem a intenção de permanecer nessa situação? Esses são fatos simples.”
O Cardeal expressou-se com muita clareza: “A disciplina da Igreja nunca pode ser contrária à sua doutrina.” 
“Qualquer tipo de discussão que tente dizer que Igreja pode defender o seu ensinamento sobre o matrimônio e a indissolubilidade do matrimônio e ao mesmo tempo negue essa verdade em sua prática – que simplesmente não é católica –, não vai dar bom resultado. Isso é inaceitável.”
O Cardeal Burke mencionou então “um dos grandes refrãos” no Sínodo: “A cultura mudou tão radicalmente que simplesmente não podemos ensinar da maneira como fazíamos no passado.” Mas, segundo o Cardeal Burke, isso é “a falta de esperança e fé em Jesus Cristo”.
Como padre e bispo, Burke, de acordo com suas próprias palavras, encontrou-se com muitos casais que estão vivendo a verdade sobre o matrimônio, indo contra a cultura, em uma sociedade secularizada: “Porém, essa verdade está completamente esquecida. Sim, a cultura está muito corrompida. Ninguém nega isso. Mas não corremos atrás dela. Nós trazemos para a cultura aquilo que pode salvá-la.”

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Idosa mãe de três sacerdotes, um deles no Iraque, torna-se religiosa católica aos 82 anos.

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O Pe. Luis Montes, missionário argentino do Instituto do Verbo Encarnado (IVE) no Iraque, compartilhou recentemente que a sua mãe, que ficou viúva há oito anos, converteu-se aos 82 anos de idade em religiosa que atende crianças no Lar Nossa Senhora da Divina Providência, de Rama Caída.
Em diálogo com o programa Sem Medo, do site Mediamza.com, o Pe. Luis Montes recordou que “somos sete irmãos, um já faleceu, três somos sacerdotes. Meu pai faleceu há oito anos e faz pouco tempo minha mãe, sendo viúva, entrou no convento das irmãs, assim, agora é religiosa”.
Outro de seus irmãos, assinalou, é leigo consagrado.
O sacerdote recordou como foi que chegou a ser pároco em Bagdá, no Iraque, um país que sofre com a violência, onde os cristãos, entre outras minorias religiosas, sofrem a perseguição do grupo extremista Estado Islâmico.
“Eu estava no Oriente Médio desde 96, já são quase 20 anos. A última missão que tive no Oriente Médio, depois da Terra Santa e Jordânia, foi o Egito. Estive lá por sete anos, fui o superior provincial da região para o meu Instituto”.
O Pe. Montes recordou que “terminado o meu mandato, perguntaram-me concretamente se queria ir para o Iraque. Eles sabiam o carinho que eu tinha pelo Iraque, o amor que sempre tive a essa fundação, que pude concretizar como provincial. Então me perguntaram e eu adorei”.
“Se eu tivesse que escolher entre todos os lugares do mundo, escolheria o Iraque”, assegurou.
O sacerdote argentino recordou que chegou ao Iraque “em 2010, isso foi em dezembro”, pouco tempo depois “do grande atentado que houve contra a Igreja Nossa Senhora da Salvação, no qual morreram cerca de 50 cristãos que estavam participando da Missa”.
Esse evento, assinalou, “marcou muito a comunidade de Bagdá, porque desde esse dia aumentou o êxodo de cristãos fugindo do país”.
O Pe. Montes assinalou que “missionar no Iraque é uma coisa maravilhosa, porque no coração do homem sempre se dá uma luta entre o bem e o mal. Deus quer levar-nos para si, quer dar-nos a vida eterna, e o diabo, inimigo de Deus, quer afastar-nos de Deus”.
“É realmente uma batalha, é algo que ocorre sempre nos nossos corações, portanto nós temos que estar pensando o tempo todo em fazer melhor as coisas”.
“E em um país como o Iraque, onde está o terrorismo, um terrorismo tão satânico, isso fica mais patente. Aí se vê ao que chega o homem que se separa de Deus”.
Por outra parte, assinalou, está “a força que Deus dá aos seus filhos, e temos assim casos de heroísmo, gente que dá a sua vida por Cristo, que dá a sua vida pelos seus irmãos. E isso faz que seja realmente ao mesmo tempo um espetáculo muito triste e algo muito edificante. Nós estamos aprendendo com os cristãos no Oriente Médio, com os cristãos iraquianos”.
O sacerdote assegurou que “Deus triunfa em seus santos, e faz que seus filhos deem um testemunho que é irrefutável”.
“No futuro, o Estado Islâmico vai desaparecer, assim como Nero desapareceu, assim como desapareceram os imperadores que perseguiram a Igreja. Eles morrem e a coisa acaba. Os santos viverão para sempre”.
“Assim como nós falamos agora dos santos perseguidos nos primeiros séculos, assim vai se falar dos santos iraquianos no futuro”, assegurou. 
Fonte: ACI

Proeminente jornalista deixa a BBC de Londres, depois de 25 anos para ingressar na vida religiosa contemplativa.

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Martina Purdy era até pouco tempo atrás uma das mais importantes correspondentes de política da maior rede de notícias do Reino Unido, a BBC; porém, depois de 25 anos de carreira como jornalista decidiu entrar no convento das Irmãs da Adoração, uma congregação de religiosas contemplativas.
Purdy, natural da Irlanda do Norte, agradeceu em sua conta do Twitter os 25 anos que exerceu como jornalista -15 deles na BBC-. “Foi uma profissão imensamente gratificante e estou muito agradecida por todo o apoio que tive nestes anos dos meus colegas, família, contatos e amigos”, expressou.
“Sei que muita gente não entenderá esta decisão. Não foi uma decisão tomada superficialmente, e sim com grande amor e alegria. Peço que rezem por mim, pois embarco neste caminho com humildade, fé e confiança”, manifestou a jornalista.
Purdy, que foi fotografada há pouco tempo junto com umas religiosas indo para a missa na Catedral de São Pedro, em Belfast, compartilhou que se trata de “uma decisão muito pessoal” e por isso pede aos meios de comunicação que respeitem a sua privacidade e da congregação religiosa que a acolhe, e indicou que não fará outro comentário público.
Por sua parte, o diretor da BBC na Irlanda do Norte, Peter Johnston, disse que estavam muito tristes por perder a Purdy de sua equipe de jornalistas políticos. Entretanto, desejou-lhe o “melhor na nova direção que escolheu para sua vida”.
Do mesmo modo, a chefe de informações, Kathleen Carragher, destacou o talento profissional da ex-jornalista, “vamos sentir saudades da sua inteligência e sabedoria”, e também desejou que corra tudo bem na sua decisão de seguir a vocação religiosa.
Martina Purdy nasceu em Belfast, mas foi criada no Canadá. Uniu-se à BBC da Irlanda do Norte em 1999 depois de trabalhar em um jornal.

Depois do Sínodo, tudo começa: Quando a segunda sessão do Sínodo ocorrer, o fruto estará maduro

26.10.2014 -
n/d
O relatório final do Sínodo (Relatio Synodi) publicado em 18 de outubro de 2014 não conclui nada; muito pelo contrário, ele apresenta certos temas de reflexão dos quais as dioceses vão se ocupar agora, antes que o Sínodo de outubro de 2015 os reexamine.
Sobre a questão da comunhão dos divorciados recasados, o cardeal Walter Kasper não perde a esperança. No Il Messaggero, citado pelo blog do La Croix em 20 de outubro, ele confia:
    “A questão ainda está sobre a mesa. Ela ressurgirá nos documentos do próximo sínodo. A discussão está agora a nível de cada país. Veremos”.
Na véspera, em 19 de outubro, o cotidiano francês relatava essa confidência: “No início da semana, esperava-se poder ir mais longe“, comenta um cardeal próximo do papa Francisco, acrescentando logo em seguida, com um sorriso no rosto: “Mas paciência, paciência… estamos no caminho“. Em sua homilia de 19 de outubro pela beatificação de Paulo VI, Francisco descreveu essa “marcha que, nas Igrejas de toda a terra, nos prepara ao próximo Sínodo“. Ele convida a se deixar surpreender por Deus. Ele “não tem medo da novidade!“, sublinhou.
Em 20 de outubro, pelas ondas da Rádio Vaticano, Romilda Ferrauto sublinha que o relatório final “reconhece a presença de elementos válidos fora do casamento cristão, sob a condição de que essas formas sejam fundamentadas sobre uma relação estável e autêntica entre um homem e uma mulher e orientados rumo ao matrimônio cristão”. É o que já dizia o relatório intermediário de 13 de outubro: “Uma nova sensibilidade da pastoral de hoje consiste em compreender a realidade positiva dos casamentos civis e, levando em conta certas diferenças, dos concubinatos. (…) Também nessas uniões, pode-se ver valores familiares autênticos, ou ao menos o desejo deles. É preciso que o acompanhamento pastoral comece sempre por esses aspectos positivos“.
Sébastien Maillard, o correspondente em Roma do La Croix, num artigo intitulado Da arte de dirigir um Sínodo dividido, assinala o papel preponderante do papa “que se descreveu como “un po furbo” (um pouco astuto)”: “Enquanto que o relatório final freava nitidamente o documento preliminar e que três artigos sobre os temas sensíveis em debate eram rejeitados, ele superou a dificuldade em dois tempos, três movimentos – manobra que valeria ser estudada em ciências políticas. (…) Sínodo, tal como o orquestrou esse papa jesuíta para articular o exercício do discernimento. Desde o início, ele imaginou não uma, mas duas assembleias sinodais. Com, de uma a outra, em 2015, uma consulta real dos fiéis, que passará pelo encontro internacional das famílias na Filadélfia, em setembro próximo. A Igreja católica é assim colocada em estado de Sínodo permanente (sic), tradução institucional de um modo de sempre se colocar a caminho“. E se questionar continuamente é o que chamam também de a revolução permanente.
De volta de Roma, onde ele seguia o Sínodo, o jornalista Jean-Marie Guénois declara no Le Figaro de 21 de outubro:
    “Esse sínodo lançou a discussão. Os bispos dão agora a palavra ao mundo, para que o debate prossiga nas igrejas. Mas será preciso vigiar às manipulações. Vocês vão ver jorrar por toda parte petições, por exemplo. Semelhante àquela que o cardeal Marx – um dos membros do G8 – que se permitiu chegar ao sínodo afirmando, com documento em apoio, que “todos os bispos alemães” esperavam a reforma sobre os divorciados recasados. Então devemos esperar uma forte propaganda que vai fazer pressão sobre a opinião. Quando a segunda sessão do sínodo ocorrer, o fruto estará maduro. Mas os argumentos dos teólogos fundamentados sobre a tradição da Igreja, e não sobre a opinião, não terão mudado… Nesse meio tempo certas comissões de trabalho especializadas terão preparado soluções práticas e jurídicas para serem propostas. (…)
    Alguns evocam um risco de cisma. Já há cismas de fato na Igreja católica, com muitos padres ou fiéis que não compartilham a fé católica sobre a eucaristia ou sobre a Virgem Maria, por exemplo, mas que se dizem católicos, enquanto que eles são autênticos cristãos… protestantes!
Poderia então haver um cisma de fato silencioso, invisível se as decisões forem longe demais. O que é certo, por outro lado, é que esse sínodo abre uma crise na Igreja no sentido antigo dessa palavra, que é de fazer uma escolha, de decidir. Novamente, esse papa, que não é um teólogo, mas um pastor, vê a Igreja como um “povo a caminho” que descobre coletivamente, progressivamente o caminho, as vias novas a serem tomadas. E as pessoas ainda não entenderam, especialmente na França e em certos meios, como tento explicar em meu último livro (Até onde irá Francisco? – J.-C. Lattès ed.) a extensão e a profundidade da mudança de papado entre Bento XVI e Francisco. Provavelmente o choque desse sínodo abra os olhos de alguns. Essa mudança de papa não é somente a de um papa, é também um novo capítulo”.
A mais cândida confissão vem do presidente da Conferência episcopal canadense, Dom Paul-André Durocher, que escreve em seu blogue sem rodeios:
    “De certo modo, o que fizemos com a vida familiar é o que o concílio Vaticano II fez pela liturgia e o ecumenismo: dar o sinal verde a um estilo de ministério que já está emergindo na Igreja, assegurar os fundamentos teológicos e convidar toda a Igreja a fazer o mesmo. Certamente, aqueles que não gostaram do que o Vaticano II fez pela liturgia e o ecumenismo não devem gostar do que esse Sínodo tem feito pela vida familiar…”
Sem comentários; é melhor ler ou reler o Reno se lança no Tibre, o Concílio desconhecido de Ralph M. Wiltgen s.v.d. (DMM) e Vaticano II, uma história jamais contada de Roberto de Mattei (Muller).
Fonte: http://catolicosribeiraopreto.com

Halloween: não brinquemos com fogo!

abobora
A ingenuidade é muitas vezes a causa de muitos males do nosso tempo. Muitas pessoas, de boa fé, são influenciadas por modismos e encontram-se brincando com fogo. Não percebem os riscos que poderiam se esconder atrás de situações aparentemente inócuas.
Um exemplo óbvio desta ingenuidade é a participação de muitos pais, crianças e jovens na festa de Halloween.
Há alguns anos atrás, este evento só poderia ser conhecido através de alguns filmes ou quadrinhos norte-americanos. Mas hoje o mundo mudou. O advento da Internet e a proliferação dos meios de comunicação contribuem facilmente para a disseminação de modas.
E assim, o Dia das Bruxas atravessou as fronteiras e se espalhou em muitos outros países.
Para dar-se conta do fenômeno basta olhar para as vitrines de restaurantes e lojas de brinquedos. Foram invadidas por objetos, figurinos e bonecos relacionados a este evento.
O símbolo do Halloween é uma abóbora esculpida com os olhos, nariz e boca, iluminada por uma vela colocada dentro. Na noite entre o 31 de outubro e 1 de novembro, as crianças americanas têm o costume de vestir-se como fantasmas, vampiros ou monstrinhos. Batem nas portas das casas com um saquinho na mão, pedindo doces e balas.
Alguém pode dizer: “O que há de errado? Por que não podemos fazer o mesmo? Afinal de contas, o Halloween é uma espécie de carnaval! Uma maneira de se divertir e brincar um pouco’!”. E é essa ingenuidade, a falta de profundidade, que leva muitos pais a não entenderem os possíveis riscos que se escondem por trás de certas modas.
Tentemos refletir sobre a realidade dos fatos. Vamos perceber, também, que Halloween não é apenas uma espécie de carnaval, mas algo mais. É uma moda que, muitas vezes, tem raíz na superficialidade com que se vive a fé cristã em certas famílias.
Muitos pais batizam seus filhos, os levam ao Catecismo e os fazem fazer a sua primeira comunhão. Mas depois se esquecem de leva-los à Missa, porque dizem que têm muitos compromissos no domingo. Depois das suntuosas festas de primeira comunhão as igrejas se esvaziam.
O batismo e a Primeira Comunhão parecem ter se tornado rituais com base na aparência, onde as pessoas se vestem bem e fazem grandes refeições no restaurante com parentes e amigos. Mas poucos pais, depois, se comprometem seriamente em acompanhar os filhos em um caminho de fé.
A participação ingênua no Halloween é um dos frutos dessa falta de compromisso. Em vez de vestir as crianças de monstros, os pais deveriam ensiná-las a orar. Deveriam contar-lhes as fascinantes histórias da vida dos Santos, tendo em vista o primeiro de novembro.
Em quantas famílias se reza hoje? Em um tempo as crianças recitavam uma oraçãozinha antes de ir dormir. Quantas o fazem ainda hoje? Talvez os pais estejam ocupados demais em disfarçar seus filhos de vampiros e não têm tempo para educá-los ao conhecimento das nossas tradições autênticas.
Em torno do Halloween se desencadeou também um fenômeno comercial que toca os jovens e os adolescentes: a dos “rave” e das festa na discoteca cheias de mau gosto. Representam uma verdadeira e real exaltação do macabro, em que as pessoas vestem trajes horríveis e irreverentes, muitas vezes ofensivos para a religião.
Em certas festas com temas esotéricos, além de dança, há o risco de se deparar com “mágos” e ocultistas que se aproveitam da ocasião para introduzir os jovens nas práticas mágicas e supersticiosas.
Halloween se transformou em uma ocasião a mais para chegar tarde e frequentar ambientes questionáveis. A moda acaba por distrair a atenção dos jovens em um período do ano que, por tradição, sempre foi reservado à memória de todos os santos e à comemoração dos mortos.
A memória dos santos e dos mortos foi substituída pela vulgaridade de certos costumes. Os momentos de meditação e oração foram trocados pelos volume ensurdecedor da discoteca.
É por isso que o Dia das Bruxas não pode ser considerado simplesmente um segundo Carnaval. Por trás das abóboras, fantasias e festas, aparentemente inofensivas, poderia esconder-se algumas armadilhas.
É preciso estimular um maior senso crítico nos jovens, ajudando-os a não beber passivamente as mensagens enganosas que estão associados a esta festa. Começa como uma brincadeira, aceitando o convite de um “mago” na discoteca para ler o futuro nas cartas, e depois corre-se o risco de se tornarem escravos do ocultismo.
Não esqueçamos as nossas tradições! Não precisa ter medo de lembrar aos rapazes o significado da época do ano em que nos encontramos. Será uma oportunidade preciosa para redescobrir a riqueza espiritual das nossas raízes cristãs.
Os jovens precisam de uma cultura nova, alternativa e contra-corrente, que substitua o som de certos fenômenos de massa com a intimidade e os silêncios de uma fé viva, vivida na beleza da sua jornada diária.

Fonte: Zenit

Resistir à tendência herética. O relatório do Cardeal Erdö elimina com um só golpe o pecado e a lei natural.

Por Roberto de Mattei – Il Foglio, 15-10-2014 | Tradução: Fratres in Unum.com – Eliminado o sentido do pecado; abolidos os conceitos de bem e de mal; suprimida a lei natural; arquivada qualquer referência a valores positivos como virgindade e castidade. Com o relatório apresentado em 13 de outubro de 2014 no Sínodo sobre a família pelo Cardeal Péter Erdö, a revolução sexual irrompe oficialmente na Igreja, com consequências devastadoras para as almas e a sociedade.

Relatio post disceptationem elaborada pelo Cardeal Erdö é o relatório resumitivo da primeira semana de trabalhos do Sínodo e aquele que orienta as suas conclusões. A primeira parte do documento pretende impor, com uma linguagem derivada do pior ‘Sessenta e oito’ [NdT: Revolução anarquista da Sorbonne, de maio de 1968], a “mudança antropológico-cultural” da sociedade como um “desafio” para a Igreja. Diante de um quadro que da poligamia e do “casamento por etapas” africanos chega à “prática da convivência” da sociedade ocidental, o relatório encontra a existência de “um difuso desejo de família”. Nenhum elemento de avaliação moral está presente. À ameaça do individualismo e do egoísmo individualista o texto contrapõe o aspecto positivo da“relacionalidade”, considerada um bem em si, sobretudo quando tende a transformar-se em relação estável (nos. 9-10).
A Igreja renuncia a emitir juízos de valor para limitar-se a “dizer uma palavra de esperança e de sentido” (no. 11). Afirma-se em seguida um novo surpreendente princípio moral, a “lei da gradualidade”, que permite colher os elementos positivos em todas as situações até agora definidas como pecadoras pela Igreja. O mal e o pecado propriamente não existem. Existem apenas “formas imperfeitas de bem” (no. 18), segundo uma doutrina dos “graus de comunhão” atribuída ao Concílio Vaticano II. “Tornando-se portanto necessário um discernimento espiritual em relação às coabitações, aos matrimônios civis e aos divorciados recasados​​, compete à Igreja reconhecer que a semente do Verbo se espalhou além das fronteiras visíveis e sacramentais” (no. 20).
O problema dos divorciados recasados ​​é um pretexto para fazer passar um princípio que mina dois mil anos de moral e de fé católica. Após a Gaudium et Spes“a Igreja se volta com respeito para aqueles que participam em sua vida de modo incompleto e imperfeito, prezando mais os valores positivos que guardam, do que as limitações e as faltas” (ibidem). Isso significa que cai todo o tipo de condenação moral, porque qualquer pecado passa a constituir uma forma imperfeita de bem, um modo incompleto de participar na vida da Igreja. “Nesse sentido, uma nova dimensão da pastoral familiar hodierna consiste em entender a realidade dos casamentos civis e, feitas as devidas diferenças, também das coabitações” (no. 22).
E isso sobretudo “quando a união alcança uma notória estabilidade através de um vínculo público, e caracteriza-se por profunda afeição, de responsabilidade em relação à prole, da capacidade de resistir nas provas” (ibid). Com isso fica de cabeça para baixo a doutrina da Igreja segundo a qual a estabilização no pecado através do casamento civil constitui um pecado mais grave do que a união sexual ocasional e passageira, porque esta última permite com mais facilidade o retorno ao caminho certo. “Uma sensibilidade nova na pastoral hodierna consiste em entender a realidade positiva dos casamentos civis e, feitas as devidas diferenças, também das coabitações” (no. 36).
A nova pastoral impõe, portanto, o silêncio sobre o mal, renunciando à conversão do pecador e aceitando o status quo como irreversível. São estas que o relatório chama de “opções pastorais corajosas”(ponto 40). A coragem, ao que parece, não está em opor-se ao mal, mas em adaptar-se a ele. As passagens dedicadas ao acolhimento às pessoas homossexuais são as que pareceriam mais escandalosas, mas constituem a consequência lógica dos princípios acima expostos. Até o homem da rua compreende que se ao divorciado recasado é possível aproximar-se dos sacramentos, tudo é permitido, a começar pelo pseudo casamento homossexual.
Nunca, realmente nunca, sublinha Marco Politi no “Il Fatto” de 14 de outubro, ele tinha lido, em um documento oficial produzido pela hierarquia eclesiástica, uma frase do gênero: “As pessoas homossexuais têm dons e qualidades para oferecer à comunidade cristã.” Seguida de uma pergunta dirigida aos bispos do mundo inteiro: “estamos em condições de acolher essas pessoas, garantindo-lhes um espaço de fraternidade em nossas comunidades?” (no. 50). Embora não equiparando as uniões entre pessoas do mesmo sexo ao casamento entre homem e mulher, a Igreja se propõe “elaborar maneiras realistas de crescimento afetivo e de maturidade humana e evangélica integrando a dimensão sexual” (no. 51). “Sem negar os problemas morais conexos às uniões homossexuais, nota-se que há casos em que o suporte mútuo com vistas ao sacrifício constitui um apoio precioso para a vida dos parceiros” (no. 52).
Nenhuma objeção de princípio vem expressa em relação à adoção de crianças por duplas homossexuais: aqui limita-se a dizer que “a Igreja tem uma atenção especial para com as crianças que vivem com casais do mesmo sexo, insistindo que em primeiro lugar são colocados sempre as exigências e os direitos dos pequenos” (ibid). Na conferência de imprensa de apresentação, Mons. Bruno Forte chegou a auspiciar “uma codificação dos direitos que podem ser assegurados às pessoas que vivem em uniões homossexuais”.
As palavras fulminantes de São Paulo segundo as quais “nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os salteadores hão de herdar o reino de Deus” (I Carta aos Coríntios, 6, 9) ficam esvaziadas de sentido para os malabaristas da nova moralidade pansexual. Para eles é necessário entender a realidade positiva daquele que foi chamado de pecado que clama ao Céu por vingança (Catecismo de São Pio X). A “moral da proibição” deve ser substituída pela do diálogo e da misericórdia, e o slogan de 68, “é proibido proibir”, é atualizado pela fórmula pastoral segundo a qual “nada se pode condenar”.
Não caem apenas dois mandamentos, o sexto e o nono, que proíbem pensamentos e atos impuros fora do casamento, mas desaparece a ideia de uma ordem natural e divina objetiva sintetizada no Decálogo. Não existem atos intrinsecamente ilícitos, verdades e valores morais pelos quais se deve estar disposto a dar até a vida, como os define a encíclica Veritatis Splendor (no. 51 e no. 94). No banco dos réus não estão apenas a Veritatis Splendor e os recentes pronunciamentos da Congregação para a Doutrina da Fé em matéria de moralidade sexual, mas o próprio Concílio de Trento que formulou dogmaticamente a natureza dos sete sacramentos, a começar pela Eucaristia e pelo Matrimônio.
Tudo começa em outubro de 2013, quando o Papa Francisco, após ter anunciado a convocação dos dois sínodos sobre a família, o ordinário e o extraordinário, promove um “Questionário” dirigido aos bispos de todo o mundo. O uso enganoso de pesquisas e questionários é bem conhecido. A opinião pública julga que uma escolha é justa quando feita pela maioria das pessoas. E as sondagens atribuem a essa maioria, opiniões já predeterminadas pelos manipuladores do consenso. O questionário desejado pelo Papa Francisco abordou os temas mais prementes, da contracepção à comunhão aos divorciados, das uniões de fato aos casamentos entre homossexuais, mais com o objetivo de orientação que de informação.
A primeira resposta, publicada em 3 de fevereiro pela Conferência Episcopal alemã (“Il Regno Documenti”, 5 [2014], pp. 162-172), foi claramente anunciada para condicionar a preparação do Sínodo e sobretudo para oferecer ao cardeal Kasper a base sociológica de que precisava para a preleção ao Consistório que o Papa Francisco lhe havia confiado. O que de fato emergiu foi a recusa explícita dos católicos alemães “às pretensões da Igreja sobre as relações sexuais pré-maritais, a homossexualidade, os divorciados recasados ​​e o controle da natalidade” (p. 163). “As respostas recebidas das dioceses – dizia-se ainda – deixam entrever quão grande é a distância entre os batizados e a doutrina oficial, sobretudo no que diz respeito à convivência pré-matrimonial, ao controle de natalidade e à homossexualidade” (p. 172).
Esta distância não vinha apresentada como uma separação dos católicos em relação ao Magistério da Igreja, mas como uma incapacidade da Igreja em compreender e secundar o curso dos tempos. O cardeal Kasper, em sua exposição ao Consistório de 20 de fevereiro, definirá tal distância de um “abismo” que a Igreja deveria ter preenchido adaptando-se à prática da imoralidade. 
De acordo com um dos seguidores do cardeal Kasper, o sacerdote genovês João Cereti, conhecido por um estudo tendencioso sobre o divórcio na Igreja primitiva, o questionário foi promovido pelo Papa Francisco, a fim de evitar que o debate ocorresse “em ambientes confinados” (“Il Regno-Attualità” 6 [3014], p. 158). Mas se é verdade que o Papa desejava que a discussão se desenvolvesse de forma transparente, não se compreende a decisão de realizar o Consistório extraordinário de fevereiro e, em seguida, o Sínodo de outubro a portas fechadas. O único texto de que se teve conhecimento, graças ao “Foglio”, foi a exposição do Cardeal Kasper. Em seguida baixou o silêncio sobre os trabalhos.
Em seu Diário do Concílio, em 10 de novembro de 1962, o Padre Chenu anota estas palavras do padre Giuseppe Dossetti, um dos principais estrategistas da frente progressista: “A batalha eficaz se joga no regulamento. É sempre por esta via que eu ganhei”. Nas assembleias, o processo decisório não pertence à maioria, mas à minoria que controla o regulamento. Não existe democracia na sociedade política nem na religiosa. A democracia na Igreja, observou o filósofo Marcel De Corte, é cesarismo eclesiástico, o pior de todos os regimes. No processo sinodal em curso a existência deste cesarismo eclesiástico é demonstrada pela pesada atmosfera de censura que o acompanhou até hoje.
Os vaticanistas mais cuidadosos, como Sandro Magister e Marco Tosatti, sublinharam que, ao contrário dos Sínodos precedentes, neste foi proibido aos padres sinodais de intervir. Magister, recordando a distinção feita por Bento XVI entre o Vaticano II “real” e o “virtual” que se lhe sobrepôs, falou de uma “divisão entre sínodo real e sínodo virtual, este último construído pela mídia com a sistemática ênfase às coisas caras ao espírito do tempo”. Hoje, no entanto, são os próprios textos do Sínodo que se impõem com a sua força explosiva, sem a possibilidade de deturpações pelos meios de comunicação, que se têm mostrado até mesmo espantados com o poder explosivo do Relatório do cardeal Erdö.
Naturalmente este documento não tem qualquer valor magisterial. É também lícito duvidar que ele reflita o verdadeiro pensamento dos Padres sinodais. Contudo, a Relatio prenuncia a Relatio Synodi, o documento final da assembleia dos bispos.
O verdadeiro problema que agora se porá é o da resistência, anunciado no livro Permanere nella Verità di Cristo [Permanecer na Verdade de Cristo], dos cardeais Brandmüller, Burke, Caffarra, De Paolis e Müller (Cantagalli 2014). O cardeal Burke, em sua entrevista com Alessandro Gnocchi no “Foglio” de 14 de outubro, afirmou que eventuais mudanças na doutrina ou na prática da Igreja pelo Papa seriam inaceitáveis, “porque o Papa é o Vigário de Cristo na terra e, por conseguinte, o primeiro servo da verdade da fé. Conhecendo o ensinamento de Cristo, não vejo como se possa desviar daquele ensinamento com uma declaração doutrinária ou com uma prática pastoral que ignore a verdade”.
Os bispos e os cardeais, até mais do que os simples fiéis, encontram-se diante de um terrível drama da consciência, muito mais grave do que aquele que tiveram de enfrentar no século XVI os mártires ingleses. Com efeito, tratava-se então de desobedecer à suprema autoridade civil, o rei Henrique VIII, que por um divórcio abriu o cisma com a Igreja Romana, enquanto hoje a resistência é feita à suprema autoridade religiosa, caso ​​esta se desvie do ensinamento perene da Igreja.
E quem é chamado a resistir não são católicos desobedientes ou dissidentes, mas precisamente aqueles que mais profundamente veneram a instituição do Papado. Outrora, quem resistisse era entregue ao braço secular, que o destinava à decapitação ou ao esquartejamento. O braço secular contemporâneo aplica o linchamento moral, através da pressão psicológica exercida pela mídia sobre a opinião pública.
O resultado é muitas vezes o colapso físico e mental das vítimas, a crise de identidade, a perda da vocação e da fé, a menos que se seja capaz de exercitar, com o auxílio da graça, a virtude heroica da fortaleza. Resistir significa, em última análise, reafirmar a total coerência da própria vida com a Verdade imutável de Jesus Cristo, invertendo o argumento dos que hoje pretendem dissolver a eternidade do Verum na precariedade do quotidiano.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Cardeal Burke: relatório intercalar do Sínodo "carece de uma base sólida nas Sagradas Escrituras e no Magistério"


14 out 2014
O Prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica diz que uma declaração do Papa Francisco "está muito atrasada"
CWR Staff


US Cardeal Raymond L. Burke, Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, caminha com Alice e Jeff Heinzen de Menomonie, Wis., Que saem da sessão da manhã do Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a família no Vaticano 09 de outubro . (CNS foto / Paul Haring)


Apresentação de ontem do relatório intercalar ( Relatio post disceptationem ) do Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a família foi recebida com um notável nível de interesse entre os católicos e os meios de comunicação não-católicas. O site da Rádio Vaticano, em sua introdução ao documento, afirma em parte:

No relatório intercalar, os Padres Sinodais falar de como é a tarefa da Igreja para reconhecer essas sementes do Verbo que se espalhou para além de seus limites visíveis e sacramentais. Eles apelam para a "lei da gradualidade", como um reflexo da maneira que Deus estendeu à humanidade e levou seu povo passo a passo.

Reação ao relatório variou de declarações positivas de "uma mudança de tom em relação aos gays e Divórcio" ( New York Times ) às avaliações mais pessimistas. Mary Jo Anderson, relatando para World Report Católica de Roma, comentou : "O Sínodo Extraordinário sobre a Família está no seu ponto médio e certos graus de separação são claras: há um divórcio com o divórcio, novo casamento, e de comunhão."

Cardeal Raymond Burke, Prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica e colaborador com outros quatro cardeais (e quatro estudiosos adicionais) para o novo livro, restante na Verdade de Cristo: O casamento ea Comunhão na Igreja Católica(Ignatius Press), manifestou preocupação com vários aspectos do Sínodo, incluindo o impulso para mudanças no manuseio de comunhão para os católicos divorciados e recasados ​​e da maneira que as informações sobre o Sínodo está sendo, em suas palavras , "manipulada". Cardeal Burke respondeu ontem à tarde para perguntas de Carl E. Olson, editor do Catholic World Report , sobre suas preocupações, a sua visão do relatório intercalar, e por que ele acha que uma declaração do Papa Francisco é "muito atrasada".



CWR: De que forma é a informação sobre o que está acontecendo no Sínodo sendo ou manipulado ou apenas parcialmente relatado e tornados públicos?

Cardeal Burke: As intervenções dos padres sinodais individuais não são disponibilizados para o público, como tem sido o caso no passado. Todas as informações sobre o Sínodo é controlado pela Secretaria Geral do Sínodo, que claramente favoreceu desde o início as posições expressas no Relatio post disceptationem de ontem de manhã. Enquanto as intervenções individuais dos Padres Sinodais não são publicados, de ontem Relatio , que é apenas um documento de discussão, foi publicado imediatamente e, segundo me disseram, mesmo transmitido ao vivo. Você não precisa ser um cientista para ver a abordagem no local de trabalho, o que certamente não é da Igreja. CWR: Como é que consta do documento intercalar do Sínodo, divulgado ontem, que está sendo criticado por muitos por seu apelo a uma a chamada "lei da gradualidade"? Cardeal Burke: Enquanto o documento em questão ( Relatio post disceptationem ) se propõe a relatar apenas a discussão que teve lugar entre os Padres sinodais, é, de fato, os avanços posições que muitos Padres sinodais não aceitam e, eu diria, como pastores fiéis do rebanho não pode aceitar. Claramente, a resposta para o documento na discussão que se seguiu imediatamente sua apresentação manifestou que um grande número de padres sinodais achei desagradável. Este documento não tem uma base sólida em a Sagrada Escritura eo Magistério. Numa questão sobre a qual a Igreja tem uma doutrina muito rica e clara, que dá a impressão de inventar uma forma totalmente nova, o que um padre sinodal chamado de "revolucionário", o ensino sobre o matrimônio ea família. Ele invoca repetidamente e em confusos princípios forma que não são definidos, por exemplo, a lei da gradualidade. CWR: Como é que é importante, que você acha, que o papa Francis fazer uma declaração em breve, a fim de atender a crescente senso-entre muitos na mídia e nos bancos-que a Igreja está à beira de mudar seu ensino em vários pontos essenciais em matéria de casamento, "recasamento" recepção da Comunhão, e até mesmo o lugar de "sindicatos" entre homossexuais? Cardeal Burke: Na minha acórdão, essa afirmação é muito atrasada. O debate sobre essas questões foi indo para a frente agora por quase nove meses, especialmente nos meios de comunicação seculares, mas também através dos discursos e entrevistas do Cardeal Walter Kasper e outros que apoiam a sua posição. Os fiéis e seus bons pastores estão olhando para o Vigário de Cristo para a confirmação da fé e prática a respeito do casamento católico que é a primeira célula da vida da Igreja.



domingo, 12 de outubro de 2014

O que a Igreja diz sobre a ‘amniocentese’? ( forma de diagnóstico pré-natal para determinar possíveis doenças ou malformações no feto).


amnio
QUEM Responde E o pe. Maurizio Faggioni, professor de Teologia Moral:
A amniocentese E UMA das Técnicas de Diagnóstico Pré-natal Mais utilizadas: . servir Pará VERIFICAR o Andamento da Gravidez ea Saúde do feto Algumas Técnicas de pré-natal de São Não-invasivas (Exemplo POR, o teste triplo ea ecografia); Otras São invasivas (Como a amniocentese ea biópsia de vilo corial). Uma amniocentese E geralmente realizada between um 15ª ea 18ª Semana de Gravidez e do consiste los introduzir UMA Agulha no útero, soluçar Orientação ecográfica, e retirar UMA Amostra fazer Líquido Que desenvolva de o feto (o Líquido amniótico). No Líquido amniótico retirado, existe UMA Grande Quantidade de Células de descamação fazer feto, Que São analisadas Pará detectar eventuais patologias.   
O Exame e Mais comumente indicado Nos Casos los Que a idade da Mãe E superiores a 35 Anos, o Porque, com o aumento da idade da gestante, AUMENTA o Risco de o Bebê ter síndrome de Down. Otras patologias Que PODEM Ser diagnosticadas ATRAVES Desta Técnica São fibrose cística uma, a distrofia muscular de Duchenne de, a síndrome do X Frágil. O Exame PODE provocar aborto espontâneo los cerca de 1% dos Casos, dependendo da perícia de Quem o executa.
Em Princípio, Como Procedimento de Diagnóstico, uma amniocentese E licita  o Porque E hum Exame destinado a trazer INFORMAÇÕES Sobre a Saúde do feto. A Instrução Donum Vitae, de 1987, ea encíclica Evangelium Vitae (Texto integral), de 1995, a Contém hum ensinamento Muito linear SOBRE o Conjunto de Técnicas de Diagnóstico Pré-natal: " when Localidade: Não envolvem Riscos desproporcionados parágrafo a Criança e Pará Um Mãe e São ordenadas a tornar Possível UMA Terapia precoce OU AINDA UMA favorecer a aceitação serena e Consciente fazer nascituro, essas Técnicas São moralmente lícitas "(Evangelium Vitae, 63).
A leitora Pede esclarecimentos o Porque, EM Vez de promover a Saúde dofeto, uma amniocentese, Assim Como Otras Técnicas de Diagnóstico Pré-natal, assumindo ESTA CADA Vez Mais o carater de Identificação Sistemática de bebes imperfeitos um Fim de Elimina-los.
O Diagnóstico Deveria Ser UMA Extensão e hum Reforço do Olhar atento e carinhoso da Mãe e fazer Olho benevolente fazer Médico, mas ESTA se tornando, EM Vez Disso, um Olho Que invadir O Corpo da Mulher e espia implacavelmente o nascituro. É Verdade Que a Descoberta de UMA patologia na Criança de: Não obriga ninguem a Realizar hum aborto, mas, de a Acordo com hum récente Estudo frances, bebes com síndrome de baixo OU trissomia 21 abortados São EM 96% DOS Casos; com a síndrome de Klinefelter, EM 73% dos Casos (children com cariótipo XXY); e com a síndrome de Turner, EM 100% dos Casos (Meninas com cariótipo X0).
O Fato E Que a amniocentese, tal Como To Us Link Recursos oferecidos pelamedicina, ESTA Sendo USADA num Contexto Marcado cultural POR UMA insidiosa eugenia: Contexto Nesse, como vidas "SEM Qualidade Padrão" São tratadas Como se fossem de Segunda categoria e, POR ISSO, Chega -SE a considerar "mais Razoável" suprimi-las.
Um Segundo Problema, de Natureza Científica, E uma grande discrepância Entre As Nossas capacidades de Diagnóstico e como Possibilidades de Intervenção. No Caso da síndrome de Baixo, POR Exemplo, Nao existem atualmente terapias Específicas. Alguns moralistas argumentam Que Localidade: Não FAZ SENTIDO diagnosticar patologias Pará como cais Quais d'Orsay Localidade: Não HÁ TRATAMENTO. Na Prática, muitas Mulheres se angustiam sas Casos o Porque, com freqüência, São bombardeadas com INFORMAÇÕES SOBRE OS alarmistas Possíveis Danos parágrafo OS SEUS Filhos. Desta Perspectiva, uma amniocentese PODE Ser justificada MESMO SE voltada apenas um tranquilizar a gestante gravemente ansiosa, OU, EM Caso de Diagnóstico de Patologia, se SERVIR Como Ajuda Para a gestante aceitar um SITUAÇÃO, com Apoio, se Possível, fazer adequado Acompanhamento e Aconselhamento .
Fonte: Novena.it via http://blog.comshalom.org/carmadelio

Video do MEC nas escolas do Ensino Fundamental propõe masturbação e relação homossexual.




Masturbação, relação sexual e relação gay é a temática de um vídeo orientado pelo Portal do Professor, do MEC, para alunos do Ensino Fundamental Final (11 a 14 anos). Intitulado de “Medo de Que?” a animação que de infantil só tem as cores incita as crianças a iniciarem sua vivência sexual.

A tentativa das aulas deste bloco indicadas pelo portal é fomentar a desconstrução do que chamam a heteronormatividade, ou seja, a constituição tradicional da família formada a partir da união entre um homem e uma mulher.

Fonte: http://www.rainhamaria.com.br/