terça-feira, 11 de outubro de 2011

Bispo rechaça ensinar às crianças que existe um "terceiro sexo"




Dom Rogelio Livieres, Bispo de Ciudad del Este (Paraguai), expressou seu rechaço ao chamado Marco Reitor Pedagógico, que o Ministério de Educação pretende impor nas escolas do país e no qual pretende-se ensinar às crianças que além do sexo masculino e feminino existe um "terceiro sexo".

Conforme explicou Dom Livieres "este Marco Reitor pretende ensinar a partir do pré-escolar ou primeiro grau que não há somente varões e mulheres, mas pessoas que têm o sexo diferente e que é tão legítimo como todos os demais".

"Nós temos que manter que Deus criou o homem, e os criou varão e mulher. Há dois sexos: masculino e feminino. E não há um terceiro sexo", sentenciou o prelado.

O bispo sustentou que "nós queremos dar uma educação sexual correta às crianças e adolescentes. Contamos com material abundante, escrito ao longo de vinte anos por famílias e por movimentos, pela mesma Igreja que fizeram frente em diversos lugares".

Dom Livieres invocou o Presidente da República, Fernando Lugo, para que "tome as verdadeiras bandeiras, que são bandeiras da natureza humana, da dignidade humana e da formação da gerações futuras".

Fonte: ACI

Cardeal Piacenza explica “crise” do sacerdócio católico




O Prefeito da Congregação para o Clero no Vaticano, o Cardeal Mauro Piacenza, explicou em entrevista exclusiva concedida ao grupo ACI a “crise” do sacerdócio católico que os meios seculares pretendem apresentar, assim como o que cada presbítero deve viver para ser fiel à sua vocação.

Pelo seu cargo, o Cardeal Piacenza é o principal encarregado na Santa Sé, depois do Papa, de promover iniciativas para a santidade e a formação do clero: sacerdotes diocesanos e diáconos. Também se encarrega da formação religiosa de todos os fiéis, especialmente da catequese. E tem ademais um trabalho menos conhecido de conservar e administrar os bens temporais da Igreja.

O Cardeal Piacenza nasceu no dia 15 de setembro de 1944 em Gênova na Itália. Foi ordenado sacerdote no dia 21 de dezembro de 1969. Tem um doutorado em direito canônico. Foi designado Presidente da Comissão Pontifícia para os Bens Culturais da Igreja em 13 de outubro de 2003 e recebeu a ordenação episcopal no dia 15 de novembro desse mesmo ano.

Foi nomeado secretário da Congregação para o Clero e elevado à dignidade de Arcebispo no dia 7 de maio de 2007. Em seguida foi nomeado Prefeito da mesma Congregação no dia 7 de outubro de 2010 tendo sido criado Cardeal em 20 de novembro desse mesmo ano.

A seguir publicamos na íntegra a entrevista exclusiva concedida ao grupo ACI na cidade de Los Angeles (Estados Unidos) onde o Cardeal Piacenza realizou diversas atividades, e entre elas, um encontro com os sacerdotes diocesanos desta diocese, a maior do país norte-americano.

Grupo ACI: Uma conjunção de fatos e de sobreexposição na imprensa secular criou uma “crise”, por assim dizê-lo, da imagem do sacerdote católico. Como resgatar esta imagem para o bem da Igreja?

Cardeal Piacenza: Na teologia católica, imagem e realidade jamais se separam. A imagem é curada ao curar a interioridade. Devemos curar sobre tudo “por dentro”. Não devemos preocupar-nos muito por “aparentar por fora”, mas por “ser realmente”. É fácil individualizar as regras que movem ao exterior e os conseguintes interesses entrecruzados; nós não devemos jamais esconder-nos, mas, onde seja necessário, devemos reconhecer com humildade e verdade os erros, com a capacidade de reparar, seja humanamente, seja espiritualmente, confiando mais no Senhor que nas nossas pobres forças humanas.

Assim vem o resgate! Se o sacerdote for aquilo que deve ser: homem de Deus, homem do sagrado, homem de oração e, por isso, totalmente ao serviço dos demais homens, da fé deles, do seu bem autêntico e integral, seja espiritual ou material, e do bem da comunidade como tal.

Grupo ACI: Como fazer que tantos católicos desiludidos que vêem o chamado “escândalo sexual” da Igreja entendam que isto não define em absoluto o sacerdócio ministerial nem a Igreja?

Cardeal Piacenza: É humanamente compreensível, como o Santo Padre referiu na entrevista durante o vôo da sua última viagem apostólica à Alemanha, que alguns possam pensar que não podem reconhecer-se em uma Igreja na qual acontecem certos atos infames. Entretanto, o próprio Bento XVI, naquela ocasião, convidava com claridade a ir ao fundo da natureza da Igreja, que é o Corpo vivente de Cristo ressuscitado, que prolonga no tempo sua existência e ação salvífica.

O horrível pecado de alguns não deslegitima o bom proceder de muitos, nem muda a natureza da Igreja. Certamente debilita enormemente sua credibilidade e, por isso, estamos chamados a obrar incessantemente pela conversão de cada um e por aquela radicalidade evangélica e fidelidade, que sempre devem caracterizar um autêntico Ministro de Cristo. Recordemos que para ser verdadeiramente acreditáveis é necessário crer verdadeiramente.

Grupo ACI: Alguns acreditam que esta “crise” seja ainda um argumento mais para as “reformas exigidas” sobre o modo de viver o sacerdócio. Fala-se, por exemplo, de sacerdotes casados como uma solução tanto para a solidão dos sacerdotes como para a falta de vocações sacerdotais. O que significa verdadeiramente a “reforma do clero” no pensamento e magistério do Santo Padre Bento XVI?

Cardeal Piacenza: Se aqueles que argumentam isto fossem seguidos, criariam um crack inaudito. Os remédios sugeridos agravariam terrivelmente os males e seguiriam a lógica inversa do Evangelho. Fala-se de solidão? Mas por quê? Acaso Cristo é um fantasma? A Igreja é um cadáver ou está viva? Os Santos sacerdotes dos séculos passados foram homens anormais? A santidade é uma utopia, um assunto para poucos predestinados, ou uma vocação universal, como nos recordou o Concílio Vaticano II?

Não se deve baixar e sim elevar o tom: esse é o caminho. Se a subida for árdua devemos tomar vitaminas, devemos reforçar-nos e, fortemente motivados, sobe-se com muita alegria no coração.

Vocação significa “chamada” e Deus segue chamando, mas é necessário poder escutar e, para escutar, é necessário não ter as orelhas tampadas, é necessário fazer silêncio, é necessário poder ver exemplos e sinais, é necessário olhar a Igreja como o Corpo, no qual ocorre sempre o acontecimento do Encontro com Cristo.

Para ser fiéis é necessário estar apaixonados. Obediência, castidade no celibato, dedicação total no serviço pastoral sem limite de calendário ou de horário, se estamos realmente apaixonados, não são percebidos como constrições, mas como exigências do amor que constitutivamente não poderia não doar-se. Não são tantos “nãos” mas um grande “sim” como aquele da Santa Virgem na Anunciação.

A reforma do clero? É o que eu invoco desde que era seminarista e logo um jovem sacerdote (falo dos anos 1968 -1969) e me enche de alegria escutar como o Santo Padre invoca continuamente tal reforma como uma das mais urgentes e necessárias na Igreja. Mas recordemos que a reforma da qual se fala não é “mundana” e sim católica!

Acredito que, em uma extrema síntese, pode-se dizer que o Papa considera muito importante um clero seguro e humildemente orgulhoso da própria identidade, completamente identificado com o dom de graça recebido e pelo qual, conseguintemente, seja clara a distinção entre “Reino de Deus” e mundo. Um clero não secularizado, que não sucumbe às modas passageiras nem aos costumes do mundo.

Um clero que reconheça, viva e proponha a primazia de Deus e, de tal primazia, saiba fazer descender todas as conseqüências. Mais simplesmente a reforma consiste em ser o que devemos ser e procurar cada dia chegar a ser o que somos. Trata-se então de não confiar tanto nas estruturas, nas programações humanas, mas sim e sobre tudo na força do Espírito.

Grupo ACI: Fala-se com freqüência também do “sacerdócio feminino”. De fato existe nos Estados Unidos um movimento que pretende e exige o sacerdócio e a ordenação de bispas mulheres, e que afirmam ter recebido tal mandato dos sucessores dos Apóstolos.

Cardeal Piacenza: A Tradição Apostólica, neste sentido, é de uma claridade absolutamente inequívoca. A grande e ininterrupta Tradição eclesiástica sempre reconheceu que a Igreja não recebeu de Cristo o poder de conferir a ordenação às mulheres.

Qualquer outra reivindicação tem o sabor da auto-justificação e é, histórica e dogmaticamente, infundada. Em qualquer sentido, a Igreja não pode “inovar” simplesmente porque não tem o poder para fazê-lo neste caso. A Igreja não tem um poder superior ao de Cristo!

Onde vemos comunidades não católicas guiadas por mulheres, não devemos nos maravilhar porque onde não é reconhecido o sacerdócio ordenado, a guia obviamente é confiada a um fiel leigo e, em tal caso, que diferença existe se esse fiel for homem ou mulher? A preferência de um sobre outro seria só um dado sociológico e portanto mutável, em evolução. Se fossem apenas homens então seria discriminador. A questão não é entre homens e mulheres mas entre fiéis ordenados e fiéis leigos, e a Igreja é hierárquica porque Jesus Cristo a fundou assim.

O Sacerdócio ordenado, próprio da Igreja Católica e das Igrejas Ortodoxas, está reservado aos homens e isto não é discriminação à mulher mas simplesmente conseqüência da insuperável historicidade do evento da Encarnação e da teologia paulina do corpo místico, no qual cada um tem seu próprio papel e se santifica e produz fruto em coerência com o próprio lugar.

Se logo depois tudo isto for interpretado em chave de poder, então estamos completamente fora do caminho, porque na Igreja só a BeataVirgem Maria é “onipotência suplicante”, como nenhum outro o é, pelo qual uma mulher é bastante mais poderosa que São Pedro. Mas Pedro e a Virgem têm papéis diferentes e ambos essenciais. Eu escutei muito isto também em não poucos ambientes da Comunhão anglicana.

Grupo ACI: Do ponto de vista das cifras e da qualidade, como aparece a Igreja Católica hoje, em comparação com seu passado recente, e como se vê no futuro?

Cardeal Piacenza: Em geral, a Igreja Católica está crescendo no mundo, sobre tudo graças à enorme contribuição dos continentes asiático e africano. Essas jovens Igrejas aportam sua fundamental contribuição em ordem à frescura da fé.

Nas últimas décadas –se me concede a expressão– estivemos jogando rugby com a fé, colidindo, e às vezes machucando-nos muito, e ao final ninguém chegou a lugar nenhum. Houve e há problemas na Igreja, mas é necessário olhar para frente com grande esperança! Nem tanto em nome de um ingênuo ou superficial otimismo, mas em nome da magnífica esperança que é Cristo, concretizada na fé cada um, na santidade de cada um e na perene autêntica reforma da Igreja.

Se o grande evento do Concílio Ecumênico Vaticano II foi um vento do Espírito que entrou pelas janelas da Igreja abertas ao mundo, é necessário reconhecer que, com o Espírito, entrou também não pouco vento mundano, gerou-se uma corrente e as folhas voaram pelos ares. Está tudo, nada se perdeu, entretanto é necessário, com paciência, voltar a pôr ordem.

Ordena-se sobre tudo afirmando com força o primado de Cristo Ressuscitado, presente na Eucaristia. Há uma grande batalha pacífica a ser feita e é a da Adoração eucarística perpétua, para que o mundo inteiro faça parte de uma rede de oração que, unida ao Santo Rosário, vivido como ruminação dos mistérios salvíficos de Cristo, junto a Maria, seja gerado e desenvolvido um movimento de reparação e penetração.

Sonho com um tempo próximo no qual não exista uma só diocese na qual não haja uma igreja ou pelo menos uma capela na qual dia e noite se adore o Amor sacramentado. O Amor deve ser amado! Em cada diocese, e melhor ainda se também em cada cidade e povoado, houvesse mãos elevadas ao céu para implorar uma chuva de misericórdia sobre todos, próximos e longínquos, então tudo mudaria.

Recordam o que acontecia quando Moisés tinha as mãos elevadas e o que acontecia quando as deixava cair? Jesus veio para trazer o fogo e seu desejo é que arda em todo lugar para exista a civilização do amor.

Este é o clima da reforma católica, o clima para a santificação do clero e para o crescimento de santas vocações sacerdotais e religiosas, este é o clima para o crescimento de famílias cristãs verdadeiras igrejas domésticas, eis o clima para a colaboração de fiéis leigos e clérigos.

Sim, porém é preciso acreditar em tudo isto verdadeiramente e nos Estados Unidos sempre houve e ainda há muitos recursos prometedores. Adiante! 

Fonte: ACI

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

SOMÁLIA: Cristão decapitado


3 out 2011 - Após uma extensa busca pelo paradeiro de Juma Naradin Kamil, os cristãos da região de Bakool, sudoeste da Somália, encontraram o corpo decapitado de Kamil. Ele, que fora sequestrado, trazia no corpo marcas de uma execução feita pelo grupo terrorista muçulmano Al-Shabab.
“É comum a Al-Shabab decapitar aqueles que abraçam a fé cristã, ou mesmo de meros simpatizantes dos ideais ocidentais,” disse um cristão local, a agência de notícias Compass Direct News. “Nosso irmão Kamil aceitou a fé cristã há três anos e estava determinado em sua fé em Deus. Sentiremos muito a falta dele.”
O sequestro aconteceu em 21 de agosto quando três homens da Al-Shabab forçaram Kamil a entrar em um carro. Muitos cristãos locais acreditam que os extremistas estavam acompanhando a rotina de Kamil para executarem a tarefa.

A Al-Shabab tem cerca de 7 mil membros. Eles procuram, através de ameaças e atos violentos, impor uma versão estrita da Sharia, lei islâmica, em todo território muçulmano. O principal objetivo de grupo é eliminar o cristianismo da Somália.
No início deste ano, dois extremistas muçulmanos assassinaram um membro de uma comunidade cristã subterrânea na Somália, e também mataram uma mãe de quatro filhos, Asha Salat, por sua fé cristã.
Fonte: Compass Direct New /
http://www.rainhadosapostolos.com

Aluna é proibida de usar rosário em escola americana.



Uma escola pública em Fremont (Nebraska, Estados Unidos) que proibiu uma menina de 12 anos de levar um rosário para a sala de aula provocou uma polêmica sobre a liberdade de culto.
A escola afirmou que a proibição só se aplica a alguns grupos que utilizam o rosário como símbolo de pertinência a uma gangue, mas a principal organização em defesa dos direitos civis no país, a União Americana de Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês) interveio no caso, informou nesta terça-feira a rede de televisão local KETV Omaha.
Segundo a ACLU, esta medida viola os direitos da menina, Elizabeth Carey, em expressar suas crenças religiosas, estabelecidos na primeira emenda da Constituição americana. Elizabeth recebeu uma notificação do distrito escolar de Fremont no qual era advertida que seu uso do rosário como um colar violava o código de vestimenta em sua escola, ao poder ser interpretado como um símbolo de pertinência a uma gangue. “Minha decisão é defender Jesus e farei o que possa para deter isto”, disse a garota.
“Somos conscientes das sérias preocupações sobre as gangues nos colégios, mas as escolas públicas de Fremont devem demonstrar que existe uma conexão concreta com estes grupos antes de limitar a liberdade de expressão dos estudantes e seus direitos religiosos”, disse Amy Miller, diretora da ACLU em Nebraska.
A Igreja também reagiu perante a proibição e o chefe da Arquidiocese Católica de Omaha, o reverendo Joseph Taphorn, opinou que os cristãos não deveriam ter de renunciar a um símbolo porque as gangues fazem um mal uso do mesmo. No entanto, o superintendente das escolas públicas de Fremont, Steve Sexton, alegou que manipularam a medida para fazer dela uma questão religiosa.
“Há aqueles que querem fazer deste tema algo religioso quando só tem como objetivo criar um ambiente seguro para nossos estudantes”, declarou. “Se a ACLU tem outro ponto de vista, escutaremos com prazer, mas o fato é que já há um ano que foram alertados que o uso do rosário como joia implicava uma afiliação a uma gangue”, acrescentou Sexton.
Fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio

sábado, 8 de outubro de 2011

Importantes documentos pró-vida ajudarão as nações a resistir às pressões da ONU para legalizar o aborto



NOVA IORQUE, EUA, 7 de outubro de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — É comum agora autoridades da ONU e professores de direito dos Estados Unidos dizerem aos governos estrangeiros que eles são obrigados pelas leis internacionais a liberalizar suas leis contrárias ao aborto. Exatamente no mês passado o Inspetor Especial de Saúde da ONU circulou um relatório fazendo essa declaração. O Secretário Geral deu seu apoio a esse relatório. Logo depois, o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU disse a mesma coisa.
Ativistas pró-vida há anos dizem que essa é uma afirmação falsa. Mesmo assim, alguns governos estão começando a ouvir e liberalizar suas leis. O Supremo Tribunal da Colômbia mudou suas leis de aborto com base nessas afirmações de um comitê da ONU. Dois juízes do Supremo Tribunal do México fizeram essas afirmações também.
Entram em cena os Artigos de San José, que foram lançados nesta semana na sala de coletiva à imprensa na sede da ONU em Nova Iorque. O professor Robert George disse à imprensa e observadores na ONU que os Artigos de San José foram escritos com o propósito de ajudar autoridades governamentais a lutar contra tais afirmações.
“Os Artigos de San José foram escritos por um grande grupo de especialistas em direito, medicina e políticas públicas. Os Artigos apoiarão e ajudarão pessoas ao redor do mundo que estão sofrendo pressões de funcionários da ONU e outros que dizem falsamente que os governos são obrigados pelas leis internacionais a revogar suas leis nacionais que protegem os seres humanos nas fases embriônicas e fetais de desenvolvimento contra a violência do aborto”, disse George.
O Embaixador Joseph Rees, ex-embaixador dos EUA no Timor Leste e uma vez representante dos EUA no Conselho Econômico e Social da ONU juntou-se a George na coletiva à imprensa. Rees disse: “Quando eu estava no Timor testemunhei ao vivo uma campanha prolongada feita por alguns funcionários públicos internacionais e representantes de ONGs estrangeiras para intimidar um pequeno país em desenvolvimento, pressionando-o a revogar suas leis pró-vida. O problema é que as pessoas do país, até mesmo autoridades governamentais, têm pouco com que refutar à extravagante afirmação de que o aborto é um direito humano internacionalmente reconhecido. Os Artigos de San José têm a intenção de ajudá-las a se defenderem dos ataques”.
Os Artigos demoraram um ano para serem feitos, inclusive uma sessão de negociação de dois dias em San José, na Costa Rica, em março. No total, 29 especialistas ajudaram a escrever e assinar o documento. Os signatários dos Artigos incluem o professor John Finnis, da Universidade de Oxford; o professor John Haldane, da Universidade de St. Andrews; Francisco Tatad, ex-líder do Senado das Filipinas; Javier Borrego, ex-juiz do Tribunal Europeu de Direitos Humanos; o professor Carter Snead, do comitê internacional de bioética UNESCO; e o lorde Nicholas Windsor, um confesso defensor pró-vida que é membro da Família Real Britânica.
Nos próximos dias, os Artigos serão lançados na Câmara dos Comuns da Inglaterra, no Parlamento Europeu e no Parlamento Italiano, também em Madri, Washington DC, Santiago, Manilha, Buenos Aires, Calgary e San José.
Os Artigos podem ser vistos num site, também lançado nesta semana:www.sanjosearticles.org
Fonte: noticiasprofamilia.blogspot.com
Fonte: 

Islâmicos pedem para tirar a Cruz da bandeira da Suíça





Luis Dufaur
Second@s Plus, associação de imigrantes islâmicos na Suíça anunciou uma campanha nacional visando remover a Cruz branca da bandeira nacional, informou o Hudson Institute, seção de New York, especializado em geoestrategia.
O grupo argumenta que é um “símbolo cristão que não mais corresponde à Suìça multicultural de hoje”. Ivica Petrusic, vicepresidente do grupo muçulmano, explicou que a Cruz ofende os imigrantes maometanos e que os suíços, portanto, deveriam escolher outro símbolo.
Para Petrusic, “é necessário separar a Igreja do Estado”. Ele ainda escarneceu dos suíços dizendo que não acreditam mais na Cruz.
O líder islâmico propôs uma bandeira verde, vermelha e amarela, mais parecida com as da Bolivia e de Ghana. Na verdade, é um meio termo rumo a uma futura bandeira com as cores rituais islâmicas: verde, vermelho, preto e branco.
Líderes islâmicos suíços. Pregadores católicos
são presos em terras de Islã
Símbolos corânicos figuram nas bandeiras de muitos países islâmicos e quem falasse em remové-los poderia ser judicialmente condenado à morte.
E naqueles onde há minorías cristãs, ninguém ousa falar em multiculturalismo. Pelo contrário, só se houve falar em perseguição religiosa.
O conservador Partido do Povo Suíço (SVP), o maior do país, recusou a proposta como “totalmente inaceitável”. Termos análogos foram empregados pelos portavozes do Partido Democrata Cristão (CVP) e Liberal.
A reação imediata dos grandes partidos foi um sinal que eles perceberam a periculosidade da proposta e as conotações explosivas que a envolvem.
Na Suíça há por volta de 400.000 muçulmanos, que possuem 200 mesquitas e 1.000 locais de culto. Eles promovem uma infinidade de processos jurídicos para impor os preceitos islâmicos nos costumes do país.
Muçulmanos na Holanda: ousadia
não pára de crescer
O chefe da comunidade islâmica da Basiléia foi processado por pregar a implantação da Lei Islâmica (sharia) no país e a flagelação pública de mulheres, tendo sido liberado em nome da “liberdade de expressão”. Nos países islâmicos, um pregador público do Evangelho pode ser condenado à morte.
Em 2009 os suíços aprovaram em plebiscito a proibição constitucional dos minaretes, e em 2010 exigiram pelo mesmo processo regras severas contra os imigrantes condenados por crimes graves.
Por causa dessas decisões livres e democráticas de bom senso, o país foi vituperado pelas esquerdas internacionais, inclusive as católicas “ecumênicas”. Hoje, a referida absurda exigência de abolir a Cruz, símbolo nacional, agrada às mesmas esquerdas laicistas e anticristãs.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

07 de outubro festa de Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.

A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.

A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.

Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: "Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério".

Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas - por isso Rosário - é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.


Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

Três coisas que aprendemos com a viagem do Papa Bento XVI à Alemanha. Imperdível!



John L. Allen Jr-National Catholic Reporter
O Papa Bento XVI terminou, recentemente, uma viagem de quatro dias a Alemanha, que, dependendo de que palavras você usar, gerou uma “aclamação generalizada” (segundo o comentarista italiano Sandro Magister) ou um bocejo nacional (a manchete do jornal diário Sueddeutsche Zeitung, de Munique, foi: “Ele veio, falou, desapontou”).
Essa foi a terceira viagem à terra natal do papa alemão, embora tenha sido a sua primeira visita de Estado e a 21ª viagem ao exterior do seu papado.
Em um nível, é tentador dizer que as coisas foram muito costumeiras. Como de costume, as expectativas de protesto em massa não tiveram êxito. Enquanto alguns milhares de manifestantes tomaram as ruas de Berlim (exibindo cartazes com a frase “Doe um preservativo para o papa”), a maioria dos oponentes de Bento XVI simplesmente não prestaram atenção a ele, enquanto o papa atraiu 320 mil pessoas ao longo dos quatro dias.
Também como de costume, intrépidos repórteres italianos criaram notícias quando o papa não as forneceu. Relatos muito exagerados de uma pistola de ar que foi disparada antes de uma missa papal em Erfurt correram ao longo do sábado, enquanto o domingo foi dedicado para espalhar, e depois desmentir, um boato de que o papa renunciaria aos 85 anos de idade.
Houve poucas surpresas preciosas, embora tenhamos nos lembrado de que Bento XVItem um senso de humor. Durante um discurso ao Parlamento federal, o papa fez referência a um intelectual alemão (Hans Kelsen,) que mudou de ideia com relação a alguma coisa aos seus 80 anos e acrescentou: “Eu acho reconfortante que o pensamento racional ainda seja possível, evidentemente, aos 84 anos de idade”.
Apesar do sabor familiar, em geral, da viagem, houve algumas pepitas ao longo do caminho sobre o papado de Bento XVI e a direção da Igreja sob a sua vigilância. Com isso, então, três coisas que aprendemos com a viagem do papa à Alemanha.
1) Uma sensação como crítico cultural
Pergunta: o que o Collège des Bernardins, em Paris, o Westminster Hall, emLondres, e agora o prédio do Reichstag de Berlim têm em comum? A resposta, em termos papais, é que eles foram os ambientes para os momentos indiscutivelmente mais triunfantes do papado de Bento XVI – ocasiões em que o pontífice cerebral deslumbrou públicos seculares com uma brilhante oratória sobre fé, razão e os fundamentos da sociedade democrática.
Independentemente da opinião pessoal sobre Bento XVI como líder religioso, ele é uma sensação como crítico cultural. Fiel à forma, o seu discurso do dia 22 de setembro ao Bundestag, o parlamento nacional, rapidamente se tornou o candidato mais recente para o “melhor discurso do seu pontificado”.
Dirigindo-se aos legisladores alemães, mas falando na verdade à cultura ocidental em geral, Bento XVI abordou o positivismo lógico – a visão de que só a ciência empírica conta como conhecimento real, e que todas as reivindicações morais são subjetivas. É uma convicção generalizada, disse o papa, mas inadequada como base para uma sociedade justa. Sem a crença em algum tipo de lei natural, argumentou, não há fundamento para os direitos humanos universais. Isso significa que “a humanidade está ameaçada”, porque a única coisa que resta como base para o direito e a política é o desejo selvagem pelo poder.
O passado nazista da Alemanha, disse Bento XVI, oferece uma lembrança angustiante do que acontece quando “o poder se divorcia do direito”.
O papel dos grupos religiosos em uma democracia, sugeriu o papa, não é “propor uma lei revelada ao Estado e à sociedade”, mas sim manter “natureza e razão” como fontes confiáveis para fazer escolhas morais sobre a ordem social – incluindo, frisou, o respeito ao pluralismo e à diversidade.
Nesse campo, Bento XVI pode ser surpreendente, e até mesmo lírico. Perante o Bundestag, a surpresa veio em seu louvor ao movimento ambientalista, que, segundo ele, representa “um grito por ar fresco”,uma percepção de que a natureza contém de fato uma bússola moral (ironicamente, diversos Verdes estavam entre 70 políticos que boicotaram o discurso). A veia poética de Bento XVI, entretanto, se revelou na comparação do positivismo a um “bunker de concreto sem janelas”, que impede a entrada da luz natural da verdade moral e espiritual.
Os meios de comunicação seculares, mesmo aqueles que eram críticos, elogiaram o discurso. A revista Der Spiegel chamou-o de “corajoso” e “brilhante”, enquanto o Bildcitou um proeminente parlamentar que o saudava como uma “obra-prima”. Até mesmo oDie Welt assumiu a contragosto que ele “não era alguém completamente sem astúcia” (em mais uma indicação de que Bento XVI conseguiu se superar, o esquerdista londrinoThe Guardian publicou um longo comentário sobre o discurso, incentivando os ambientalistas seculares a ver além dos seus estereótipos do papa como “um professor alemão puritano e repressor”).
Nesses âmbitos, Bento também ganhou pontos pelo estilo. Ele surge como alguém gracioso e pensativo, um contraste aos ideólogos petulantes que dominam a vida pública. Como George Weigel recentemente afirmou, ele parece ser o “principal adulto do mundo”.
Tudo isso sugere uma nota de encorajamento para os mobilizadores católicos de todas as partes. A controvérsia ronda em torno da Igreja nos dias de hoje, um ponto que Bento XVI reconheceu em outro lugar da Alemanha, dizendo que, às vezes, os escândalos da crise dos abusos sexuais obscureceram o “escândalo” da fé, ou seja, a morte de Cristo na Cruz, sua ressurreição e a vida eterna. No entanto, apesar disso, quando um líder católico tem algo incisivo a dizer e encontra uma forma de dizê-lo que seja oportuna e eficaz, ainda é possível fazer com que as pessoas pensem.
2) O futuro ecumênico: Colaboração, mas não comunhão
O retorno de Bento XVI à terra de Lurero sempre foi destinada a ser examinada pelo seu impacto sobre as relações ecumênicas, especialmente com as Igrejas protestantes da Reforma. Com relação a isso, para dizê-lo de forma polida, Bento XVI recebeu avaliações mistas.
O papa assinalou claramente o seu compromisso ecumênico, presidindo uma celebração com uma bispa luterana no mosteiro de Erfurt, onde Lutero foi ordenado monge agostiniano. O pontífice expressou admiração pela busca apaixonada de Lutero de compreender a misericórdia de Deus, e o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Alemã, chegou a dizer que Bento XVI pediu-lhe para encontrar uma forma para que a Igreja Católica participe nas celebrações do 500º aniversário da Reforma Protestante em 2017 – em todos os sentidos, um toque extremamente irônico de um pontífice romano.
No entanto, Bento XVI não ofereceu qualquer avanço, nem mesmo sinais de flexibilidade, com relação aos pontos contenciosos nas relações católico-luteranas, tais como a intercomunhão ou os casamentos mistos. Para aqueles que acreditam que tais reformas são um pré-requisito para o progresso, portanto, o desempenho deixou muito a desejar.
O erudito Klaus Krämer, por exemplo, escreveu que Bento XVI ainda define “a Igreja Católica como o ‘navio de cruzeiro’, enquanto a Igreja protestante é, na melhor das hipóteses, um ‘navio de carga’, que deve seguir o curso do Vaticano”. O Frankfurter Rundschau foi ainda mais acerbo, chamando a viagem de um “desastre ecumênico” e a abordagem de Bento XVI aos protestantes de “espetacularmente sem inspiração, paternalista e insensível”.
Em um discurso a líderes protestantes em Erfurt, Bento identificou duas prioridades para as relações ecumênicas no século XXI:
  • A “nova geografia do Cristianismo”, pela qual o papa pareceu se referir ao dramático crescimento do cristianismo pentecostal e evangélico em todo o mundo, especialmente no hemisfério Sul. Ele chamou-o de “um cristianismo de baixa densidade institucional, com pouca bagagem racional e ainda menos bagagem dogmática e também com pouca estabilidade” – o que implica que, independentemente das suas diferenças, católicos e luteranos ainda têm mais em comum um com o outro do que, digamos, uma igreja pentecostal brasileira.
  • O secularismo no Ocidente, em que “Deus está sendo cada vez mais expulso da nossa sociedade” e a história da revelação relatada na Escritura é “relegada a um passado que se afasta cada vez mais”. O secularismo põe todos os cristãos no mesmo barco, disse o papa, assim como eles já enfrentaram uma ameaça comum dos nazistas – e, assim como o testemunho dos mártires deram origem ao movimento ecumênico do século XX, disse ele, hoje uma fé comum vivida no mundo secular é “a força ecumênica mais forte que nos recongrega”.
O que pareceu claro da viagem a Alemanha é que Bento XVI considera a colaboração na resposta a esses desafios externos como o futuro de curto prazo do movimento ecumênico – e não, portanto, a unidade estrutural que poderia levar à intercomunhão. A agenda ecumênica em sua visão, em outras palavras, é mais “ad extra” do que “ad intra”.
3) Campo comum em torno da Reforma?
Embora Bento XVI provavelmente não precise disso, sua viagem ofereceu lembretes de que não são só os protestantes que estão reclamando. Inúmeros católicos alemães também estão descontentes. Por exemplo, o presidente do país, um católico divorciado e casado novamente no civil chamado Christian Wulff, disse especificamente ao papa na sexta-feira: “Muitos se perguntam quão misericordiosamente a Igreja trata as pessoas que sofreram rupturas em suas vidas”, e aconselhou a Igreja a se “manter próxima do povo e não se voltar para dentro de si mesma”.
Em Friburgo, dezenas de milhares de jovens católicos realizaram uma vigília durante a noite de sábado, aguardando a missa pontifícia final. Como parte do ato de aquecimento, os organizadores, em um momento, repassaram bastões infláveis verdes e vermelhos e pediram aos jovens para usá-los para responder a uma pesquisa informal, erguendo o bastão verde para dizer “sim” e o vermelho para “não”.
Em resposta à afirmação “Eu moldo a minha vida de acordo com padrões estabelecidos emRoma”, uma vasta onda vermelha se desenrolou entre a multidão. Para “A confissão não tem um grande papel na minha vida”, no entanto, assim como para “As mulheres têm muito pouca responsabilidade na Igreja”, a cor dominante foi verde. O vermelho voltou fortemente quando a questão foi: “A prática da homossexualidade é um pecado?”.
Contra esse pano de fundo, o discurso do dia 25 de setembro de Bento XVI na Freiburg Concert House, falando perante o que foi descrito como um conjunto transversal de católicos “envolvidos na Igreja e na sociedade”, era bastante único nos anais da retórica papal.
De um lado, o papa não mediu palavras sobre as realidades sociais: “Há algumas décadas, experimentamos um declínio na prática religiosa e vimos um número substancial de batizados se afastando da vida da Igreja”, disse ele. Ele, então, fez precisamente a questão que muitos reformadores se fazem: “A Igreja não deve adaptar seus escritórios e estruturas aos dias de hoje, a fim de chegar às pessoas de hoje em dúvida e em busca?”.
Como resposta, Bento XVI disse que mexer nas estruturas eclesiais não é a resposta.
A reforma real, explicou, é interior e espiritual, e não externa e estrutural. Ele citou a Madre Teresa, que uma fez foi perguntada sobre qual seria a primeira coisa a mudar na Igreja. Sua famosa resposta foi: “Você e eu”.
Essa é uma nota familiar, e poderia parecer sugerir um abismo intransponível entre dois modelos de reforma: estrutural e espiritual (o próprio Bento fez alusão à divisão, sugerindo que um agnóstico sincero é preferível a um fiel morno, que vê a Igreja meramente em termos institucionais).
Apesar desse aparente impasse, houve uma reviravolta na visão de renovação de Bento XVI, uma visão que aponta para uma possível interseção entre a reforma espiritual e estrutural: seu entusiasmo para a redução do poder e do privilégio da Igreja.
No discurso na Freiburg Concert House, Bento XVI pediu que a Igreja abrace “a pobreza mundana”, para que o seu “testemunho missionário brilhe com mais intensidade”. Ele chegou até a sugerir que, historicamente, a secularização tem sido um agente de reforma , porque libertou a Igreja de “fardos e privilégios materiais e políticos”.
Como Sandro Magister observou, “nunca antes [Bento] deu tanto destaque ao ideal de uma Igreja pobre em estruturas, em posses, em poder”.
A viagem à Alemanha, em outras palavras, pode ter descoberto uma surpreendente zona de campo comum entre o papa e as forças de reforma – a pressão por uma Igreja humilde, que fale ao mundo mais a partir da pobreza do que do poder.



Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/26740

Rock in Rio e o orgulho dos porcos”


A miséria do neo-paganismo e a cultura da morte triunfante no Rock in Rio é o tema do Parresía desta semana.


Na Venezuela um milhão de crianças rezam o Rosário pela paz




No marco do mês do Rosário na Venezuela se realiza pelo sétimo ano consecutivo este 18 de outubro a campanha "um milhão de criançasrezando o Rosário pela união e a paz", organizada pelo Conselho Nacional de Leigos da Venezuela (CNL).

"Oremos juntos por um mundo melhor" é o lema da campanha deste ano, que convida todas as crianças e jovens a rezar e refletir sobre como o mundo pode ser bom se cada um cumprir com seus deveres e fomenta os valores da união e a paz para enriquecer a convivência.

O objetivo da campanha é incentivar nas crianças e jovens a oração do Terço e assim acrescentar sua devoção e proximidade à Virgem Maria; além de promover a solidariedade mediante a oração pelos que a necessitam.

Atualmente esta iniciativa venezuelana foi acolhida por milhares de voluntários em países dos cinco continentes, que se unem a rezar o Rosário com as crianças e jovens no dia 18 de outubro de cada ano, formando uma grande liga de oração mundial.

Este ano os organizadores designaram duas datas adicionais para a oração Mariana: no sábado 15 a oração nas paróquias e no domingo 16 em família; além do tradicional 18 de outubro que nesta ocasião se convida aos colégios a unir-se a esta jornada de oração de união e paz pelas crianças.
CARACAS, 06 Out. 11 / 02:52 pm (ACI)

Polêmica por lésbicas que iniciaram tratamento de "mudança de sexo" para filho adotado



Aos 8 anos de idade uma criança não pode consumir álcool nem dirigir um automóvel, mas para um casal de lésbicas da Califórnia, Estados Unidos, ela pode optar por uma mudança de sexo.

A cadeia CNN desatou uma intensa polêmica nos Estados Unidos ao difundir o caso de Thomas Lobel, um menino de 11 anos a quem suas mães adotivas submetem a um tratamento hormonal de "mudança de sexo" desde que fez 8 anos e agora quer ser chamado de Tammy.

O casal assegura que Thomas tem um "transtorno de identidade sexual". O menino foi adotado aos dois anos de idade e aos quatro anos teve uma tentativa de automutilação.

As mulheres admitem que sempre quiseram que Thomas fosse uma menina mas sustentam que nunca o pressionaram para que se convertesse em mulher. Segundo o casal, uma das primeiras coisas que disse Thomas foi: "sou uma menina" e o fez na linguagem de sinais porque sofre uma dificuldade na fala.

Para a médica psiquiatra Maíta García Trovato, o caso de Thomas Lobel é o de "um menino seriamente perturbado que merece mais que um tratamento hormonal, assistência psiquiátrica. Para ele e para suas duas mães".

"Que capacidade de decisão pode ter um menino de 11 anos?", questionou García Trovato.

A perita explicou ao grupo ACI que "aos 8 anos, em uma família normal, os pais ensinam à criança a comer o que deve (não necessariamente o que quer), fixam horários e a educam para a normalidade. Certamente, não existe capacidade legal para dirigir um automóvel, tomar álcool, dispor de bens patrimoniais, etc. Entretanto, estão facilitando a este pobre menino que decida sobre o mais importante que o acompanhará toda a vida: sua identidade sexual".

"Este é um caso significativo do risco que pode correr uma criança ao ser dada em adoção para satisfazer os desejos de um casal homossexual. Somam-se aqui, a ausência de um progenitor de identificação e outro de complementaridade; a falta de compromisso real para confrontar a criação do filho de forma responsável procurando para ele as melhores oportunidades de uma vida plena e a falta de critério das pessoas a quem foi entregue e que optam pelo que lhes parece mais fácil sem questionar o papel que elas estão desempenhando na formação da incipiente personalidade do menino", acrescentou.

Além disso, precisou que o caso "expõe questionamentos éticos e morais para a equipe médica que aceitou intervir na mudança de sexo de um pré-púbere".

"São os adotados e não os adotantes que ostentam o direito de adoção. A adoção deve ir a favor do adotado e sendo especialmente cuidadosos com seu bem-estar, independentemente das aspirações dos adotantes".

Desde aí, prosseguiu a perita, "que, normalmente, as adoções vão precedidas de um estudo minucioso da capacidade física, psicológica e moral das pessoas aos quais vai se confiar o destino de um menor. Ele já tem bastante desventura por ser órfão como para introduzi-lo em situações desfuncionais e em experiências de qualquer índole".

Do mesmo modo, advertiu que as mães de Thomas argumentam que admitiram o tratamento "porque existem histórias de transexuais que se suicidaram ao redor dos 20 anos".

Entretanto, García Trovato recordou a história do canadense David Reimer (1966-2004) , que quando menino perdeu suas genitálias por uma má prática médica, sofreu uma re-assignação sexual e terminou suicidando-se, ao não poder recuperar seu sexo de nascimento.


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Importante estudo revela: é possível mudar a orientação sexual


WHEATON, Illinois, EUA, 29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Terapeutas que favorecem a normalização da homossexualidade dizem que é impossível mudar a orientação sexual, e que a tentativa de mudar é inerentemente prejudicial. Contudo, os resultados finais de um estudo de longo período publicado na Revista de Terapia Sexual e Conjugal (revisada por outros especialistas) se juntou às centenas de outros estudos ao concluir que tal terapia é tanto possível quanto potencialmente bem indicada para muitas pessoas.
Os psicólogos Stanton L. Jones, da Faculdade Wheaton, e Mark A. Yarhouse, da Universidade Regent, são os autores do estudo longitudinal, que rastreou pessoas que buscaram mudança de orientação sexual por meio do envolvimento com uma variedade de ministérios cristãos ligados ao Exodus International.
Os autores notam que o estudo vence uma crítica principal dos dados de terapia de atração do mesmo sexo (AMS) — que os resultados não são adequadamente documentados durante um período de tempo — ao avaliar seus 98 candidatos por um período de seis a sete anos depois que a terapia terminou.
Os resultados de Jones e Yarhouse mostram que a maioria dos candidatos teve êxito em sua meta de mudar a orientação sexual, e que a tentativa não foi prejudicial em média.
Dos 98 pacientes originais que participaram do estudo, 61 foram com êxito categorizados para resultado geral na última avaliação. Cinquenta e três por cento foram categorizados como resultados bem-sucedidos; especificamente, 23 por cento relataram sucesso na forma de uma mudança essencial para a orientação e funcionamento heterossexual, enquanto um número adicional de 30 por cento relatou que não mais se identificava como homossexual enquanto mantinha uma castidade comportamental estável. Na marca dos seis anos, 20 por cento relataram plenamente adotando uma auto-identificação gay.
Enquanto isso, os autores dizem que a medida do sofrimento psicológico não refletiu, em média, aumentos de sofrimento psicológico ligados à tentativa de mudar.
“Os resultados não provam que a mudança categórica na orientação sexual seja possível para toda e qualquer pessoa, mas em vez disso que mudanças significativas ao longo de uma sequência contínua que constituem reais mudanças parecem ser possíveis para alguns”, declara uma nota à imprensa que anunciou o estudo. A nota também frisa: “os resultados não provam que ninguém foi prejudicado pela tentativa de mudar, mas em vez disso que a tentativa não parece ser prejudicial em média ou inerentemente prejudicial”.
O Dr. Jones disse para LifeSiteNews.com que o estudo provavelmente foi inclinado para gerar otimismo para com a terapia, já que não teve condições de fazer uma contagem dos candidatos que caíram fora no inicio. Contudo, o estudo ainda sobressai em meio a outros pelo seu valor como uma avaliação de período prolongado da viabilidade da terapia da atração de mesmo sexo.
“O ‘padrão de prata’ [dos estudos da terapia de AMS] é um estudo longitudinal que segue pessoas regularmente durante muitos anos e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o início da mudança. Até onde sabemos, o nosso é o primeiro estudo desse tipo”, escreveu Jones num e-mail na quinta-feira.
“O ‘padrão de ouro’ seria uma estudo longitudinal e completamente experimental que também ao acaso designaria os participantes para diferentes grupos de tratamento com tratamentos com definições elevadas; cremos que tal estudo realmente seria impossível de realizar”.
Uma meta-análise equivalente a mais de 100 anos de pesquisas em terapias para a atração indesejada de mesmo sexo publicada em junho de 2009 concluiu que a homossexualidade não era imutável, e que os indivíduos que buscavam mudança não conseguiam se beneficiar da terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu 600 relatórios de clínicos, pesquisadores e ex-clientes publicados principalmente em revistas profissionais avaliadas por outros especialistas.
Embora a Associação Americana de Psicologia desestimule os profissionais de saúde mental de oferecer terapia de reorientação sexual, a posição oficial da organização sobre tal terapia declara que há “evidência insuficiente” para aprovar ou desacreditar a prática.
A homossexualidade foi retirada da lista de desordens mentais em 1973 do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM), o padrão universal para a classificação de doenças mentais, depois de anos de pressões de alto nível por parte de ativistas gays. A mudança provocou uma guinada nas normas em outras importantes associações profissionais, que agora uniformemente se opõem à terapia de AMS.
O Dr. Robert Spitzer, que estava encarregado da mudança no MDEDM, reverteu sua posição acerca da terapia para atração indesejada de mesmo sexo 30 anos mais tarde para apoiar tal terapia com base em sua própria pesquisa.

Jornal vaticano critica a BBC por "apagar Cristo da história"


Roma, 04 Out. 11 / 02:55 pm (ACI/EWTN Noticias)

O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR) criticou a decisão da cadeia televisiva britânica BBC de eliminar a referência histórica de "Antes e depois de Cristo", para começar a utilizar o término "era comum", com o objetivo de não "ofender" aos não-crentes, e qualificou a medida como "uma hipocrisia historicamente insensata".

A BBC propôs começar a utilizar marcadores históricos como "era comum" e "antes da era comum", o que foi fortemente criticado não só por alguns apresentadores da mesma BBC que hão dito que não vão aceitar a disposição, mas também por políticos como o prefeito de Londres, Boris Johnson, quem qualificou a postura como absurda.

No artigo publicado na edição de 5 de outubro do LOR, a jornalista Luceta Scaraffia comenta que vários porta-vozes não cristãos também expressaram que "não se sentiam de nenhuma forma ofendidos pela datação tradicional".

Scaraffia assinala que "é bem claro que o respeito pelas outras religiões é apenas um pretexto, porque quem quer cancelar qualquer rastro de cristianismo da cultura ocidental são apenas alguns laicistas ocidentais".

A jornalista recorda logo que não é a primeira vez que alguém quer mudar a datação tradicional. Já aconteceu com dois eventos historicamente anti-cristãos: a Revolução Francesa em 1789 e o golpe de estado do Lenin na Rússia em 1917. Em ambos os casos o calendário tinha esses anos como novos inícios da história.

Depois de qualificar estas tentativas como "péssimos antecedentes", o artigo assinala que com a mudança que propõe a BBC "não se pode negar que realizou um gesto hipócrita. A hipocrisia de quem parece não saber por que se começa desde certo momento a contar os anos".

"Negar a função historicamente revolucionária da vinda de Cristo sobre a terra, aceita também por quem não o reconhece como Filho de Deus, é um enorme disparate. E desde o ponto de vista histórico, sabem tanto os judeus como os muçulmanos", afirma.

O artigo de Scaraffia recorda logo que com a vinda de Cristo o homem aprende que todos os seres humanos têm a mesma dignidade e que sobre essa base se "fundam os direitos humanos, em base aos quais se julgam os povos e governantes. Princípio que até este momento nenhum havia sustentado, e sobre o qual se apóia a tradição cristã".

A partir de Cristo o mundo mudou, prossegue, e com o conhecimento de um Deus que transcende a natureza "nasceu a possibilidade para os povos europeus de descobrir o mundo e para os cientistas de iniciar o estudo experimental da natureza que levou a nascimento da ciência moderna".

"Por que então negar as dívidas culturais que a civilização tem com o cristianismo? –conclui–. Não há nada mais anti-histórico e insensato, como os judeus e os muçulmanos compreenderam claramente. Não é um assunto de fé, mas de razão. Desta vez também".

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

10 anos de pesquisa e cria-se escultura detalhada e fiel do corpo de Cristo segundo o Santo Sudário.



O escultor espanhol e catedrático da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro estudou durante dez anos o Santo Sudário de Turim.
Como resultado esculpiu um Crucificado que, segundo o artista, seria uma reprodução científica do estado físico de Nosso Senhor Jesus Cristo depois de sua morte.
O autor não visava provar a existência de Jesus de Nazaré, mas destacar os impressionantes acertos anatômicos constatados no estudo científico do Santo Sudário.
O professor Miñarro disse à BBC Brasil que, embora tenha privilegiado a “exatidão matemática”, “essa imagem só pode ser compreendida com olhos de quem tem fé”.
“A princípio, ela pode chocar pelo realismo, mas ela reproduz com fidelidade a cena do Calvário”, completou. Miñarro levou mais de dois anos para concluir sua obra.
O escultor não trabalhou só. Ele presidiu o trabalho de um grupo de cientistas que levaram adiante uma investigação multidisciplinar do Sudário de Turim.
O crucificado é o único “sindônico” no mundo, pois reflete até nos mais mínimos detalhes os múltiplos traumatismos do corpo estampado no Santo Sudário.
A imagem representa um corpo de 1,80 metros de altura, de acordo com os estudos no Sudário feitos pelas Universidades de Bolonha e Pavia. Os braços e a Cruz formam um ângulo de 65 graus.
A Coroa de Espinhos tinha forma de casco, cobrindo toda a cabeça, e foi feita com jujuba“ziziphus jujuba”, uma espécie de espinheiro cujas agulhas não se dobram.
A pele apresenta exatamente o aspecto de uma pessoa morta há uma hora. O ventre aparece inchado por causa da crucifixão.
O braço direito aparece desconjuntado pelo fato do crucificado se apoiar nele à procura de ar durante a asfixia sofrida na Cruz.
O polegar das mãos está virado para dentro, reação do nervo quando um objeto atravessa a munheca.
A escultura reflete também a presença de dois tipos de sangue: o vertido antes da morte e o derramado post mortem. Também aparece o plasma da ferida do costado, de que fala o Evangelho.
A elaboração destes pormenores foi supervisionada por hematologistas. A pele dos joelhos está aberta pelas quedas e pelas torturas.
Há grãos de terra incrustados na carne que foram trazidos de Jerusalém.
As feridas são típicas das produzidas pelos látegos romanos, que incluíam bolas de metal com pontas recurvadas para rasgar a carne.
Não há zonas vitais do corpo atingidas pelos látegos porque os verdugos poupavam essas partes para que o réu não morresse na tortura.
A maçã do rosto do lado direito está inchada e avermelhada pela ruptura do osso malar.
A língua e os dedos do pé apresentam um tom azulado, característicos da parada cardíaca.
Por fim, embaixo da frase em hebraico “Jesus Nazareno, rei dos judeus”, a tradução em grego e em latim está escrita da direita para a esquerda, erro habitual naquela época e naquela região.
A escultura esteve exposta na igreja de São Pedro de Alcântara, Córdoba, Espanha, e saiu em procissão pelas ruas da cidade durante a Semana Santa.
Com os mesmos critérios e técnicas, Miñarro está criando outras imagens que representam a Nosso Senhor em diferentes momentos de sua dolorosa Paixão.
Fonte: Blog Carmadélio

Rede Record promove campanha PRÓ- ABORTO

Rede Record (propriedade do bispo Edir Macedo) promove o ABORTO.