terça-feira, 18 de março de 2014

Médica ateia pesquisa nos arquivos da Igreja 1.400 milagres. Veja o que ela descobriu!

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Médica confere 1.400 milagres e diz: “​sim, ​ eles existem”! ​​ “os milagres acontecem e com maior frequência do que acreditamos”. (Dra. Jacalyn Duffin, médica hematologista, ateia, ​historiadora, tendo presidido a Associação Americana de História da Medicina e a Sociedade Canadense de História da Medicina. Além de ser catedrática dessa disciplina na Queen’s University de Kingston/Canadá)
 A hematologista canadense Jacalyn Duffin estava observando no microscópio “uma célula letal de leucemia”. Olhando para a data do exame, concluiu: “fiquei persuadida de que o paciente cujo sangue estava examinando tinha que ter morrido”, Entretanto, o paciente estava bem vivo.
A hematologista não sabia: ela havia sido solicitada para participar na investigação de um milagre.
Ela escreveu sua incrível história pessoal ​ em ​um ​artigo para a BBC.
A amostra de medula fora tirada de uma jovem de 30 anos ainda viva. Estudava-se a veracidade do milagre no contexto do processo de canonização da primeira santa canadense, Maria Margarida d’Youville (1701-1771), fundadora das irmãs da Caridade, elevada à honra dos altares 14 anos depois.
Existia a possibilidade de a cura ser atribuída à quimioterapia. Porém, “os especialistas em Roma aceitaram reconsiderar a decisão se uma testemunha ‘cega’ (sem saber do quê nem de quem se tratava) reexaminasse as amostras”, narrou a Dra. Jacalyn.
Ela lavrou um laudo sem saber para o quê. “Nunca tinha ouvido falar do processo de canonização e não podia saber que a decisão requeria tanta deliberação científica”, disse ela.
Pois a hematologista é ateia e não se interessava pela religião, nem pela do marido que é judeu.
Até que um dia ela foi convidada a testemunhar diante de um tribunal eclesiástico. Posteriormente, como seu laudo foi decisivo, convidaram-na para assistir à cerimonia na Praça de São Pedro.
“De início eu duvidei em ir, eu não queria ofender as religiosas, porque eu sou ateia e meu marido é judeu.
“Mas acabamos indo, vendo que elas estavam felizes de nos incluir na cerimônia
“Tampouco podíamos renunciar ao privilegio de testemunhar o reconhecimento do primeiro santo de nosso país”.
Ela ganhou também um exemplar da Positio, documento decisivo de cada processo de canonização. E ali viu que estavam incluídos seus trabalhos e observações.
Jacalyn teve uma surpresa: “subitamente compreendi entusiasmada que meu trabalho médico estava nos arquivos vaticanos, e a historiadora que há em mim começou a querer saber de outros milagres incluídos em canonizações do passado”.
E foi assim que acabou estudando 1.400 milagres apresentados para a canonização de centenas de santos nos últimos quatro séculos.
Ela publicou um primeiro livro com suas conclusões: “Medical Miracles” [Milagres médicos].
Depois escreveu um segundo livro sobre dois santos mártires do século IV cuja devoção cresce notavelmente nos EUA e no Canadá:
“Medical Saints. Cosmas and Damian in a Postmodern World” [Santos médicos: São Cosme e São Damião no mundo pós-moderno], publicado em 2013 pela Universidade de Oxford.
A Dra. Jacalyn ainda é ateia, mas escreveu: “os ateus honestos devem admitir que acontecem fatos cientificamente inexplicáveis” e “a hostilidade de certos jornalistas periodistas procede de seu próprio sistema de crenças: como para eles Deus não existe, logo não pode existir nada sobrenatural.
Um de seus livros: Ss Cosme e Damião, santos que foram médicos (abaixo)
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“Mas, se os doentes atribuem sua cura a Deus pela mediação dos santos, por que é que deve prevalecer outro sistema de crenças (o incrédulo) sobre o dos doentes? “
Essa pretensão revela o abismo, socialmente admitido, entre acreditar na ciência e maravilhar-se diante do inexplicável”.
E acrescentou: ​​ “os milagres acontecem e com maior frequência do que acreditamos”.
O testemunho da Dra. Jacalyn, independente de suas convicções pessoais, é um tributo ao rigor da Igreja na hora de examinar as curas sobrenaturais.
Dos 1.400 milagres analisados, ela concluiu que “as doenças que acabam sendo curadas por milagres foram diferentes segundo a época, mas, em todas as ocasiões, tratava-se das que mais desafiavam a ciência médica”.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/religion/0/24660240

“Eu era adepto do satanismo”.

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Aos 16 anos, influenciado por alguns colegas, comecei a frequentar grupos de metal, punk, rock etc. Naquela época, eu mudava meu look a cada mês! Depois comecei a usar um crucifixo de cabeça para baixo. Além disso, pesquisava tudo sobre o satanismo na internet. E de tanto ver filmes de terror com meus amigos, me lancei ao espiritismo também. Nós buscávamos gerar medo por todos os meios possíveis.
 
Foi assim que, em um espaço de 6 meses, passei de “bom menino” a adepto do satanismo. A morte da minha bisavó, a quem eu amava muito e por cuja cura eu havia rezado, reforçou esta atitude em mim. Deus havia me defraudado? Bem, eu queria mostrar-lhe que, se não prestasse atenção em mim, eu iria para o outro lado.
 
Aos 18 anos, logo depois da formatura, decidi sair de casa. Aceitei um emprego em um centro para pessoas com deficiência motora e mental e esta experiência começou a abrir meus olhos. Ao lado dessas pessoas frágeis, aprendi a me doar e a amar os outros.
 
Às tardes, eu estudava engenharia de telecomunicações. Graças a esta formação, consegui um emprego muito bem pago. Mas esta vida fácil demais me levou novamente ao caos. Cada dia eu levava uma garota diferente para a minha casa. Mas, depois de dois anos, este estilo de vida me pareceu completamente vão.
 
Decidi partir pelas estradas da França, oferecendo meus serviços em troca de cama e comida. Certa tarde, em Touraine, fiquei sem hospedagem. Aconselharam-me procurar na casa paroquial. Lá, uma família encarregada da acolhida me perguntou se eu poderia permanecer com eles por um tempo, para fazer alguns trabalhos.
 
Sua filha mais velha chegou de um encontro cristão e resplandecia de felicidade. Sua alegria despertou em mim perguntas existenciais. Alguns dias depois, percebendo minha busca interior, um dos seus amigos, que era padre, convidou-me para uma peregrinação a um lugar próximo dali.
 
Durante a peregrinação, senti a necessidade de me confessar. Era a primeira vez na vida que eu recebia este sacramento. Pude colocar toda a minha vida nas mãos de Deus e receber o seu perdão. Uma verdadeira libertação!
 
Voltei à estrada decidido a manter o rumo. Comecei a ir à Missa e a orar. Meu caminho me levou a Rocamadour, onde permaneci por seis meses.
 
Lá, o sacerdote me disse que eu poderia desafiar Deus com estas palavras: “Senhor, estou completamente perdido, não sei o que fazer com a minha vida. Se queres, dá-me uma resposta!”.
 
Abri a Bíblia e meus olhos repousaram em uma passagem do Salmo 71: “Tu és minha rocha, minha fortaleza”. Receber esta Palavra em Rocamadour, uma cidade construída sobre uma rocha, deixou algo claro para mim: Deus podia me falar por meio da Bíblia.
 
Depois disso, tive muitas e longas conversas com o padre do santuário.
 
Alguns meses depois, enquanto eu estava de passagem pela Bélgica, meu irmão mais velho se suicidou. Durante esta provação, minha fé, tão fresca, foi o que me sustentou. Também me permitiu reconfortar meus familiares.
 
Hoje, posso dizer que encontrei a verdadeira felicidade. A cada dia descubro uma nova faceta do amor de Deus e do próximo. Atualmente, trabalho em Bourgogne, em Paray-le-Monial, onde Jesus apareceu para revelar aos homens seu coração transbordante de amor.
 
Minha fé se torna cada vez mais sólida. E tenho muitos projetos em mente!
 
(Artigo publicado originalmente em L’1visibile)
Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio

Patriarca ortodoxo na Síria denuncia que os cristãos são mortos como animais

Arcebispo Antonio Chedraui. Foto: iglesiaortodoxa.org
LIMA, 18 Mar. 14 / 11:12 am (ACI).- O Arcebispo metropolitano da igrejaapostólica ortodoxa de Antioquia, Antonio Chedraui Tannous, denunciou que os cristãos na Síria são assassinados como se fossem animais, e diante disso a comunidade internacional “tapou os ouvidos e não quer escutar”.

Em declarações a José Gálvez Krüger, diretor da Enciclopédia Católica que faz parte do grupo ACI, Antonio Chedraui denunciou que “sem dúvida a igreja ortodoxa de Antioquia vive um martírio interminável: sequestro de doisarcebispos e alguns sacerdotes, matança de sacerdotes e de fiéis inocentes que não têm nada a ver com o que está acontecendo. Perseguições, destruição de Igrejas, assassinatos, etc… E o bárbaro é que matam os cristãos como se mata o animal, e tudo isso, em nome de Deus”.

“Pergunto-me: o que isso tem a ver com a luta pela democracia ou pela liberdade na Síria? Os criminosos, em sua maioria, são estrangeiros que vêm da Arábia Saudita, Chechênia, Turquia e outros países”.

O Arcebispo advertiu também que “o motivo do levantamento de alguns grupos na Síria não é contra o governo ou a favor da democracia”.

De acordo ao prelado ortodoxo, existe um “plano norte-americano e da União Europeia de evacuar todo o Oriente Médio dos cristãos. Em 1973, queriam começar com o Líbano e se armou uma guerra civil dois anos depois, e quando não tiveram a sorte de cumprir este objetivo, o ex-presidente dos Estados Unidos George Bush invadiu o Iraque”.

“E assim, de quatro milhões de cristãos iraquianos, ficaram no país de 400 a 500 mil no máximo. E estes só não saíram por razões financeiras: se tivessem tido dinheiro, teriam saído anos atrás”.

O Arcebispo Chedraui assinalou que se os rebeldes lutassem pela democracia “seriam Sírios e não mercenários estrangeiros”.

O Ocidente, com os Estados Unidos à cabeça junto à França, criticou, “tapou-se os ouvidos e não quer escutar. Falam do direito de ‘autodeterminação dos povos’, mas não aceitam que se façam eleições ou que se faça plesbicito como é o caso da Ucrânia. Na Síria, não deixam a população escolher o regime constitucional conveniente”.

“Eu acho que se o Ocidente e outros países como a Arábia Saudita e Turquia não tivessem intervindo mandando dinheiro e armas, não teríamos o que temos hoje no Oriente Médio; e isso que às Nações Unidas, recebendo ordens dos Estados Unidos, pouco lhes interessa os direitos humanos e muito menos os dos cristãos do Oriente Médio”.

Antonio Chedraui assinalou que “há sessenta anos a política dos Estados Unidos foi injusta com os países do Meio Oriente e, particularmente, com os cristãos desta região. Por isso o Senhor Obama- da mesma forma que o seu antecessor o Sr. Bush- tem uma grande responsabilidade com sociedade humana”.

“Todo mundo acreditava que o Sr. Obama ia mudar a política agressiva e torta do Sr. Bush, mas, infelizmente, o presidente Obama se saiu pior que o anterior, está indo exterminar os cristãos do Meio Oriente pelo maldito petróleo: se não fosse pelo ouro negro, não teríamos nenhuma das desgraças que temos agora”.

O prelado precisou que “não posso dizer que o Islã, em si mesmo, seja uma religião de ódio. Do contrário, o profeta Mohamed não teria pedido ao seu povo que respeitasse os seguidores da Bíblia”.

“Mas do Islã saíram uns fanáticos”, criticou, que “não têm nada a ver com o amor, a religião, ou a fé. A religião é fonte de amor e, pelo contrário, o fanatismo é fonte de ódio”.

“A convivência com os fanáticos me parece impossível; porém, entre os muçulmanos moderados e cristãos, é possível e agradável”, assegurou.

Ao ser consultado se o Patriarca da Igreja ortodoxa de Antioquia, Sua Beatitude João X, se reunirá com o Papa Francisco na viagem que este realizará à Terra Santa, o Arcebispo Chedraui indicou que embora “muitas razões políticas e eclesiais” impeçam a sua assistência, tratar-se-á de “uma decisão dele, vamos ver o que decidirá no Santo Sínodo Antioquenho”.

O prelado ortodoxo recordou também que “o Santo Sínodo de Antioquia se expressou a favor da aproximação e a união de todos, e graças a Deus no Líbano e nas Américas têm as melhores relações com a nossa Igreja irmã, a Igreja Católica Romana e sempre rezamos pela nossa verdadeira união”.

“Eu pessoalmente, tenho uma admiração especial por Sua Santidade e sempre recordado o Papa João XXIII que, apesar de tudo, rompeu o muro de ódio que separou a Igreja Católica Romana da Igreja Ortodoxa; e obviamente, não posso esquecer de Sua toda Santidade e sempre recordado, o Patriarca Atenágoras, Patriarca de Constantinopla, que lutou muito (junto) com o Papa João XXIII e seu sucessor o Papa Paulo VI, e jamais esquecerei o encontro histórico em Jerusalém”.

Em sua opinião, disse o Arcebispo, “já deve terminar o período dos gestos e protocolos. As duas Igrejas têm que tirar tudo o que impede a verdadeira aproximação entre elas começando a buscar a união, já que há uns tremendos perigos que ameaçam a todos e a cada um de nós”.

“Está o exemplo na Síria: o fanatismo não distingue entre sacerdotes ortodoxos e romanos já que mataram a ambos”.

“Todos juntos temos que nos mover com amor para enterrar o ódio porque o cristianismo, é uma mensagem de amor e paz”, remarcou.

Arcebispo admite casos de pedofilia na Bahia e prega fim do sincretismo

Em entrevista ao CORREIO, o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil Dom Murilo Krieger admite pedofilia na Bahia, defende o acolhimento dos gays na Igreja, mas condena a naturalização da homossexualidade.

Rafael Rodrigues
Dom Murilo diz que acolher os gays não significa que a Igreja aceita a homossexualidade como natural. Arcebispo admite pedofilia na Bahia
Pelo diálogo e pela tolerância, mas também pelo fim do sincretismo. O arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, está na capital baiana há três anos, tempo em que maturou sua avaliação de que o sincretismo, traço cultural baiano símbolo da resistência histórica da repressão contra religiões de matrizes africanas, deve ficar no passado. “Eu não aceito, acho o sincretismo prejudicial para os dois lados”, disse. 

Em entrevista na sua casa, em luxuoso condomínio na Federação, o arcebispo admitiu a existência de casos de pedofilia na igreja baiana, comentou o beijo gay na novela Amor à Vida e deixou clara que a posição do papa Francisco sobre a necessidade de a Igreja acolher os homossexuais não flexibiliza dogma que condena os gays. O líder religioso revelou que a Igreja Católica tem como meta seguir o que fizeram os evangélicos, e comprar tempo na TV para atingir a população que não vai aos cultos.

A Campanha da Fraternidade este ano fala do tráfico humano. Por que este tema?É um problema mundial, uma das grandes fontes de recursos ilícitos, depois das drogas e das armas, e o Brasil infelizmente não está fora disso. Ouvimos continuamente sobre pessoas aprisionadas trabalhando como escravos, jovens aliciadas para o exterior com grandes promessas e acabam se submetendo à prostituição. A campanha quer acordar o Brasil de que existe um problema grave. Nós temos que conclamar a sociedade, porque se não houver uma consciência geral, o problema continuará.

Os católicos são 64% da população no Brasil, mas teve queda de 12% em 10 anos, enquanto os evangélicos chegaram a 22%, mas há 30 anos eram apenas 5%. Como voltar a crescer ?
É um dado histórico: uma terça parte de quem é batizado como católico não pratica a fé. Tem uma terça parte que é praticante, e outra terça parte que são os católicos ocasionais. O terço que foi batizado, mas nunca participou de nada fica presa fácil de qualquer proposta. O grande desafio é como atingir a parcela que não está sendo atingida. Levamos muito tempo para descobrir a importância dos meios de comunicação. Hoje, no mundo globalizado, você não atinge mais no contato direto todo mundo. É ilusão que tivemos durante muito tempo. Nossas igrejas cheias, o padre com uma palavra de autoridade julgava que tinha todo mundo nas mãos. E  nossos irmãos de outras igrejas foram percebendo a força da comunicação. Uma grande alavanca para essas igrejas foram programas de TV, depois foram comprando emissoras porque é uma evangelização 24 horas. Então a Igreja procurou correr atrás do prejuízo. Temos que ficar atentos para não ficar cuidando das ovelhas gordinhas, que participam, que vivem, mas olhar a ovelha que, como Jesus disse, se extraviou, saiu do rebanho.

A igreja tem esse objetivo  de disputar tempo em TV?

E internet. Essa é essencial. Porque é o mundo de hoje. As pessoas tendem a se fechar cada vez mais em prédios e condomínios. Não é mais possível o contato individual, ir lá, bater, oferecer alguma coisa, é muito difícil.  Com uma rádio, uma TV, a internet, você entra em lugares onde não entraria.

O senhor chegou em Salvador há três anos. Há alguma peculiaridade na missão da igreja aqui?Vejo dois grandes desafios. A cidade não cresceu, ela implodiu de repente. Em todos os problemas sociais não será fácil achar uma solução. Há falta de terrenos para construir uma igreja. Nas áreas pobres, você não consegue uma área legalizada. Não tem espaço para encontrar e acolher o povo. Outro grande desafio, eu diria que é a situação de pobreza e miséria. Salvador precisa descobrir que sua vocação é de serviço, turismo, culinária. O caminho é fazer com que o soteropolitano usufrua de tudo isso. 

É difícil falar de valores, quando a mensagem que o jovens recebem mais facilmente vem das sexualizadas letras de pagode?
Tenho alertado para isso. A doutrina de Cristo é muito clara  para o corpo humano. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, o corpo é um sacrário de Deus, um santuário. Infelizmente, a gente vê aqui o corpo  como objeto de prazer, há uma idolatria do corpo, uma sensualidade incentivada. Mas quando o cristianismo começou, há 2 mil anos, não era diferente, o paganismo dominava. E os cristãos pregaram, anunciavam. É aquilo que Paulo  escreve a Timóteo, que ele pregue a palavra, insista, oportuna ou inoportunamente. Temos que nos apresentar, quem aceitar, graças a Deus. Os que não aceitam um dia verão que perderam a oportunidade de se elevar como pessoas.

A canonização de Irmã Dulce ajudaria a aproximar o  baiano da Igreja Católica?
O maior tributo da canonização vai ser ter o foco sobre uma pessoa que dedicou a vida pelo outro, pelos mais necessitados. Isso faz falta. Se você olhar, todos esses grupos que dependem de voluntários, que trabalham com crianças abandonadas, com adolescentes envolvidos com drogas, com idosos que não têm para onde ir,  verá que cada vez diminuem mais os voluntários. Há pessoas que contribuem economicamente, mas nem sempre voluntariamente. Irmã Dulce era uma pessoa que não tinha grandes estudos, não era uma intelectual, de fazer palestras, nem tinha poder econômico. No entanto, o impacto da obra dela é gigante. 

O papa Francisco pediu que temas polêmicos, como o aborto e casamento gay não fossem o foco das discussões católicas. Qual o objetivo?
Há pessoas que pegam um tema e fazem dele o objetivo de todas suas colocações. O papa quer dizer o seguinte: a Igreja tem 2 mil anos, tem um corpo doutrinário bem articulado, fundamentado na palavra de Deus. Todo mundo conhece a posição da Igreja sobre o aborto, não precisa ficar falando. Não é que não queira que se fale disso, mas também de outros valores que estão esquecidos. Por exemplo, vou falar todo dia que não se deve matar? Todo mundo já sabe que não se deve matar. Então, ele quer  é mostrar a doutrina da Igreja de forma global, não pegar só um tema. Senão, parece que se resume a só isso. 

O papa também disse que se deve sempre receber com amor os gays dentro da igreja. Como lidar com o dogma que condena usando a palavra do amor?
Existe na Igreja a doutrina e existem pessoas. Jesus esteve com ladrões, com Zaqueu, que depois se confessou ladrão, e Jesus ordenou que ele devolvesse quatro vezes o que roubou; e esteve com prostitutas, mas nunca passou a mão na cabeça e disse para elas ‘continue assim, está tudo bem’. Ao contrário. Quando encontrou a adúltera que tinha sido condenada ao apedrejamento, Jesus disse a famosa frase ‘quem não tiver pecado que atire a primeira pedra’. Todo mundo foi embora. Ele disse: ‘Nem eu te condeno, vai e não tornes a pecar’. Não disse ‘continue sua vida e está tudo bem’. Deu a ela possibilidade de fazer uma experiência da misericórdia de Jesus e começar uma nova vida. Se alguém que tem uma vida errada se apresentar diante de mim – errada digo do ponto de vista evangélico, dos mandamentos – eu não vou dizer para ela que está tudo bem. Vou acolher e dizer: ‘Meu filho, esse não é o caminho de Deus’. A Igreja não vai mudar de doutrina. Não haverá uma pastoral para homossexuais onde ‘está tudo bem’, seria falso, estaria traindo o evangelho. Digo a verdade para ajudar a libertá-los.

O combate à homofobia ganhou espaço, inclusive com representatividade em novelas, teve o beijo gay. Como a igreja católica se posiciona neste contexto contemporâneo?
Estamos em um mundo pluralista, em que há de tudo. Educar no passado era mais fácil porque a família formava 70% da cabeça do filho, e 30% era escola, amigos, algum meio de comunicação. Hoje, se a família conseguir formar 30% da cabeça, é um milagre. Então penso que temos que seguir   a orientação de Paulo, “examinai tudo e guardai se for bom”. Não significa aceitar tudo. O pai tem uma missão mais difícil, porque essa não é a única coisa que vai contra os princípios católicos.

Com tem sido o diálogo com as religiões de matriz africana?
Uma coisa é o diálogo, que é sempre bom, porque é escutar o outro, suas razões e motivações, por que ele acredita nisso, por que ele segue tal ritual. Esse diálogo acontece geralmente de forma informal. Eu não aceito, acho prejudicial para os dois lados, o sincretismo. No português claro, é colocar várias doutrinas dentro do liquidificador e aquela massa disforme e inodora que sair vai ser usada por todos. Candomblé e as outras religiões de matrizes africanas têm sua doutrina, seus ensinamentos, seus ritos que nós pedimos ao católico que respeite, como queremos ser respeitados em nossas doutrinas, nossos valores. Nesse respeito mútuo, todo mundo enriquece. O que temos que combater é a violência por questão religiosa, de raça e outras coisas. Mas respeito não significa que é tudo uma coisa só, porque aí, quando um grupo perde sua identidade, perde aquilo que tem de mais importante.

Como explicar ao católico essa dualidade, a necessidade de ter suas compreensões com base nos dogmas católicos, mas saber respeitar o diferente? 
A intolerância religiosa é muito negativa. Só pode dialogar com outro aquele que conhece bem a sua fé. Quando uma pessoa não conhece bem a sua fé, tende a se fechar nos seus dogmatismos e combate o outro. Só conseguem dialogar pessoas maduras, adultas, que estão conscientes de seus valores.  Olhando a sociedade, especialmente aqui na Bahia, eu não sei se tem outro grupo religioso que seja tão tolerante quanto os católicos. Às vezes há casos isolados. O mal é quando se quer fazer uma mistura, que volto a dizer, é prejudicial. 

Qual seu julgamento no caso da freira que recebeu a benção do candomblé no adro da Igreja do Bonfim, no dia do cortejo, e virou capa do CORREIO?
Não sei quem é essa freira, mas eu acho que aí... a própria igreja tem a sua benção, da santíssima trindade. No candomblé tem sua benção, de seus deuses. Eu não sei o que levou aquela religiosa buscar lá (a benção), eu não aconselharia a fazer. É aquilo que eu falo, a mistura é prejudicial.
Havia uma expectativa na nomeação do senhor como cardeal, por Salvador ser uma sede cardinalícias (em que os arcebispos tradicionalmente tornam-se cardeais), mas não veio a acontecer. Foi uma surpresa?
O papa está mudando muitos parâmetros na Igreja. Era tradição que algumas sedes fossem cardinalícias, mas não existe nenhum documento,  é só uma tradição. E ele mudou, usou outro critério: pegou bispo do interior do Haiti, outro de um país africano, ele demonstrou que quer uma representabilidade mais universal. No fundo, o cardeal é um assessor mais direto dele. Se pede e se espera muito mais de quem é cardeal, e graças a Deus ele escolheu pessoas que tem condições de ajudar o papa melhor do que eu. 

O papa falou da “vergonha” com a pedofilia dentro da igreja. O senhor já recebeu alguma denúncia aqui no Estado?

Há casos isolados. Não houve aquilo como aconteceu em países da Europa, em que havia quase uma cultura (da pedofilia). Aqui existe porque as pessoas que nós acolhemos no seminário são pessoas que vêm da sociedade, e trazendo todas as coisas boas, mas trazendo à vezes limitações. Então há a necessidade, e o papa tem insistido com nós, bispos, de cuidarmos muito do discernimento, para saber se tal pessoa tem condições. Mas tem pessoas que conseguem camuflar, tem outras que têm tendências que são escondidas, que se manifestam mais tarde. O que isso  mostra é que temos que valorizar mais as família. Porque grande parte de pessoas assim trazem traumas que depois se revelam em comportamento. São pessoas que trazem graves deficiências de formação, da vida familiar. Temos que trabalhar pela santidade, pela qualidade de nossas famílias. Quanto melhor a família, melhores serão os padres, políticos, industriais, professores.

Os casos daqui foram investigados? Como se procedeu?
Hoje as pessoas têm menos medo de ir procurar a Justiça, e tem caso de padres que foram presos. No julgamento, o juiz é até mais severo, porque há o agravante: quem é padre está exercendo um ministério que desperta confiança, então é um abuso maior da confiança. E a Igreja pode ate ajudar no sentido de colocar um advogado, porque se alguém não colocar o próprio Estado se sente na obrigação de colocar, mas não no sentido de pedir para o juiz não condenar. Depois, existe também um denuncismo. O mundo das fofocas é muito forte, se espalha rápido. Há uma necessidade de ter muito cuidado e não acreditar na primeira notícia, porque infelizmente o coração humano é vingativo e às vezes as pessoas não se preocupam em roubar do outro o que cada um tem de mais precioso, que é o bom nome. Quando há denúncia, temos que ir atrás, averiguar. Se for comprovado, temos que ser os primeiros a denunciar em termos de Igreja e essa pessoa perde o estado clerical. 

Sabe quantos casos houve na Bahia?
Não. Muitas vezes corre em segredo de Justiça não pelo padre, mas pela criança. Eu, aqui em Salvador, não tive, sei que houve no passado aqui, mas não saberia dizer números.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

sábado, 15 de março de 2014

Coca-Cola sofre revés na justiça por resíduos encontrados em garrafa de refrigerante

Coca-Cola sofre revés na justiça por resíduos encontrados em garrafa de refrigerante
Uma mulher vai receber R$ 14.480 da Coca-Cola como indenização por ter encontrado fungos dentro de uma garrafa do refrigerante. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que afirmou que, mesmo sem ter havido abertura da embalagem ou ingestão do líquido, houve risco a saúde e a integridade física ou psíquica da consumidora.
A mulher em questão chegou a beber o produto, e inicialmente chegou a pensar que era uma lagartixa dentro da garrafa. Inicialmente a mulher procurou diretamente a Coca Cola, que lhe ofereceu a troca do produto com problema. Porém, como isso não aconteceu, ela entrou na justiça pra cobrar os direitos dela.
Segundo o TJ, todos os casos de compra de produto de gênero alimentício, dentro dos quais haja qualquer corpo estranho (o que expões o consumidor ao risco de contaminação), mesmo que não exista o consumo do produto dão direito à compensação judicial por dano moral, por conta do risco ao direito básico de se alimentar suficientemente bem.
A primeira pena proferida contra a Coca-Cola foi no valor de R$ 2,49, que foi aumentado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo para 20 salários mínimos. Com isso, a indenização chegou a R$ 14.480, e o montante foi mantido pelo STJ.
De acordo com a fabricante, os fungos na garrafa da cliente eram apenas bolores, que são causados por armazenamento inadequado, impactos e pelo contato direto com o sol.

Lucratividade reduzida

Recentemente, a Coca-Cola anunciou oficialmente que houve queda de 8,3% no lucro trimestral. O prejuízo, segundo a companhia, foi potencializado pela cisão das operações de engarrafamento da empresa no Brasil e nas Filipinas. No quarto trimestre de 2013, o lucro líquido da Coca-Cola caiu para US$ 1,71 bilhão, contra US$ 1,86 bilhão no mesmo período do ano anterior.
Fonte: http://www.noticiasbr.com.br/

Mais uma do PT: As creches de plástico

Para cumprir promessa de entregar seis mil creches até o fim do mandato, governo compra prédios de PVC, uma solução emergencial que pode representar risco às criançasJosie Jeronimo (josie@istoe.com.br)
A história da educação pública brasileira está repleta de vexames patrocinados por gestores que buscavam saídas fáceis e rápidas para problemas sérios e crônicos. As famosas escolas de lata de São Paulo são um exemplo típico. Com o argumento da economia, há 16 anos o ex-prefeito paulistano Celso Pitta encheu a cidade de colégios feitos de latão. O que seria uma solução se transformou em escândalo investigado pelo Ministério Público e Tribunal de Contas. Marta Suplicy recebeu de Pitta a Prefeitura e não conseguiu acabar com todas as escolas de lata, tema que foi assombrar sua campanha nas eleições de 2008, como evidência de que as crianças pobres seguiam sem acesso decente à educação.
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PERIGO
Segundo o Instituto dos Arquitetos do Brasil, construção leve e sem base
pode não resistir a fortes chuvas e enxurradas. Apesar de o PVC não ser um
propagador de chamas, em caso de incêndio sua fumaça é altamente tóxica
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Mesmo com toda a turbulência passada, o PT parece não ter aprendido a lição. O governo volta a recorrer a um método heterodoxo, não testado o suficiente, para cumprir às pressas uma velha promessa eleitoral negligenciada. Nas eleições de 2010, Dilma Rousseff havia se comprometido a entregar seis mil creches aos seus eleitores até o fim do mandato. Como as creches não ficariam prontas até as eleições de 2014, o governo decidiu inventar, substituindo as tradicionais construções de alvenaria por modelos “padronizados”. Em alguns locais, as creches serão feitas com uma mistura de PVC e concreto, mas a maioria das unidades de ensino contratadas desde novembro de 2013 – três mil creches – será feita de placas de plástico incrementadas com uma camada de fibra de vidro.
A chamada técnica “sanduíche” será espalhada por todo o País, sem levar em consideração as diferenças climáticas, de relevo e outras intempéries que atingem um país de dimensões continentais. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) apoiou-se apenas em uma norma de qualidade usada em construções de pré-moldados do programa Minha Casa, Minha Vida para autorizar a construção das creches de plástico. Nenhum ensaio de “destruição” foi feito para verificar a durabilidade das unidades de ensino, a resistência ao fogo e as suscetibilidades a condições climáticas comuns no País, como chuvas fortes e enxurradas.
Os problemas que as creches de plásticos poderão apresentar só serão definitivamente conhecidos quando as unidades de ensino estiverem totalmente prontas e em uso. Mas o projeto já desperta preocupações. O TCU e o Instituto dos Arquitetos do Brasil apontam deficiências. A falta de fundações estruturais nas creches pré-fabricadas pode expor as crianças a risco, dependendo da área em que a escola for instalada. Há risco de que o prédio leve e sem base não resista a fortes chuvas, por exemplo. Até mesmo a queda de uma árvore pode ser perigosa. Técnicos alertam que, apesar de o PVC não ser um propagador de chamas, em caso de incêndio sua fumaça é altamente tóxica. “É um equívoco lastimável para um País que quer entrar na roda do desenvolvimento. Criaram um padrão fora das normas para encaixar o programa. Passaram para as prefeituras um problema”, resumiu o presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sérgio Magalhães. Uma das escolas em construção no município de Palmeiras, no Paraná, sofreu incêndio ao ser atingida por um raio. A creche não contava sequer com rede elétrica e teve grande parte de sua estrutura consumida pelo fogo.
Apesar de frágeis, as creches de plástico têm custo muito semelhante às de alvenaria. Uma unidade padrão construída pelo método convencional custa R$ 1 milhão e a do método misto usando PVC, R$ 900 mil. De acordo com o TCU, o governo não apresentou nenhuma justificativa econômica para a aquisição das creches pré-moldadas. O único critério para mudar o projeto das escolas de alvenaria para as de plástico foi o menor tempo de construção. O Instituto dos Arquitetos do Brasil afirma que foi feita uma escolha política da rapidez em detrimento da qualidade, do conforto e da segurança das crianças. “É um retrocesso. Esse tipo de construção de PVC só vale para casos emergenciais”, afirma Magalhães.
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Até o fim de 2013, apenas 1.103 creches da gestão Dilma haviam sido concluídas e outras 4,7 mil estão na fila da burocracia, com obras paralisadas. Mas com a adoção do chamado “método inovador”, a história das três mil novas creches contratadas com recursos do FNDE, no âmbito do programa Proinfância, será bem diferente. As empresas prometem entregar em 60 dias uma creche pré-moldada.
Além da polêmica em relação à padronização de um material de qualidade inferior para todo o País, o TCU questionou a concorrência que dividiu entre apenas duas empresas paranaenses R$ 455 milhões em recursos para erguer as creches em todos os Estados. Empreiteiras que apresentaram método convencional de construção reclamaram que a concorrência foi dirigida, favorecendo a MVC Soluções em Plásticos, empresa que atestou ter experiência em pré-moldados por já ter feito escolas de plástico em Moçambique, Angola e em municípios devastados pelas chuvas na enchente de 2010, em Alagoas. A outra empreiteira que ganhou fatia milionária foi a Casa Alta, de Bauru, que só cresceu no ramo da construção civil ao migrar para o Paraná.
Fotos: Roberto Castro/GDF
Fonte: http://www.istoe.com.br/

quarta-feira, 12 de março de 2014

Influente e famoso pastor protestante sueco converte-se ao catolicismo e deixa sua igreja depois de 30 anos de pastoreio

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Um influente pastor protestante na Suécia anunciou no domingo que se vai converter ao Catolicismo, juntamente com a sua mulher. 
Ulf Ekman fundou e liderou, durante mais de 30 anos, uma igreja de grandes dimensões na Suécia. Ao longo desse tempo enviou missionários para dezenas de países, fundou a maior escola bíblica e construiu a maior igreja da Escandinávia, fundou um programa de media com estações de televisão nos cinco continentes e publicou livros em mais de 60 línguas. 
A sua Igreja, Palavra da Vida, tem mais de 3000 membros permanentes, uma escola com mais de mil alunos e pelo menos 12 pastores ao serviço. 
Ekman, que era conhecido também como “pastor de pastores”, pela influência que tinha sobre ministros protestantes, chocou grande parte dos seus seguidores durante uma homilia no passado domingo, ao anunciar que depois de longa reflexão tinha decidido entrar para a Igreja Católica. 
Num comunicado publicado no site do seu ministério, Ekman escreve que nos seus contatos com a Igreja Católica: “Encontramos um grande amor por Jesus e uma teologia sã, fundada na Bíblia em dogma clássico. Experienciamos a riqueza da vida sacramental. Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida de sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e a passa de uma geração para a seguinte. Encontramos uma força moral e ética consistente que que se atreve a enfrentar a opinião pública, e uma simpatia para com os pobres e fracos.” 
Ekman conclui dizendo que um dos passos decisivos foi ter entrado em contato com representante de movimentos carismáticos católicos, grupos que no seu estilo de celebração estão próximos dos protestantes, mas que se encontram em comunhão com Roma. 
O casal deixa claro que a decisão diz respeito unicamente a eles e que “nem faria sentido” terem tentado fazer uma integração de toda a “Palavra de Vida” na Igreja Católica.
A entrada de Ekman para a Igreja Católica é um fato muito significativo num país muito descristianizado. Embora a maioria dos suecos pertença, nominalmente, à Igreja da Suécia, que é de tradição luterana, sondagens revelam que apenas 18% da população acredita em Deus de uma forma compatível com o Cristianismo. Apenas 2% da população é católica.
Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=141573

Vacina HPV: Proteção ou perdição?

A partir do dia 10 de março inicia a campanha nacional de combate ao HPV. Pretende-se vacinar 80% das adolescentes com idade de 11 a 13 anos, nas escolas e nos postos de saúde do nosso país.
O cartaz que divulga esta campanha traz a frase: “Cada menina é de um jeito, mas todas precisam de proteção”. Esta frase escolhida pelas autoridades do Ministério da Saúde é verdadeira. É verdade que as meninas precisam de proteção. Mais do que nunca elas precisam da proteção de seus pais, pois estão sendo alvos de uma vacina duvidosa.
Muitos pais permitirão que suas filhas participem desta campanha, alegando que desta forma imunizarão suas filhas do câncer do colo uterino. Então por medo, se aceita uma vacina da qual não tem conhecimento da abrangência de seus efeitos colaterais sobre o organismo.
“A Dra. Daiane Harper que ajudou a desenvolver a vacina Gardasil e Cervarix , revelou que essas drogas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que prevenir a doença. A Dra Daiane alertou que meninas e seus pais têm de receber avisos mais completos antes de receberem a vacina e que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer cervical”.1
A principal forma de transmissão do HPV é por contato sexual. A vacinação em larga escala, das meninas em nosso país, equivale a uma postura de nivelamento coletivo em um limiar humano inferior. Como se fosse comum uma menina de 11 a 13 anos ter uma vida sexual ativa e pertencerem ao grupo de risco, ou então, que se tornarão adultas incapazes de realizar escolhas acertadas na dimensão da sexualidade.
Algumas autoridades no campo da saúde duvidam da capacidade de adolescentes e jovens de terem o auto domínio sexual. Muitas dessas autoridades subestimam a força interior e a inclinação para relacionamentos sadios entre os adolescentes. Isto é uma pena, pois acabam tomando decisões que colocam em risco as filhas da própria nação.
Cleonice M. Kamer
Consagrada da Comunidade Bom Pastor – SC

Pesquisadora da Gardasil admite que a vacina poderá ser mais perigosa do que a doença

Thaddeus M. Baklinski

28 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma pesquisadora que trabalha para a empresa farmacêutica Merck e que ajudou a desenvolver as vacinas Gardasil e Cervarix do papilomavírus humano (HPV) revelou que as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir.
A Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das duas vacinas, fez essas observações durante um discurso na 4ª Conferência Pública Internacional sobre Vacinação em Reston, Virginia de 2-4 de outubro.
A Dra. Harper em várias ocasiões advertiu que as vacinas estavam sendo excessivamente comercializadas e que não se fizeram adequadamente pesquisas sobre seus potenciais efeitos colaterais.
A Dra. Harper disse para a TV CBS News em 19 de agosto de 2009 que “meninas e seus pais têm de receber avisos mais completos antes de receberem a vacina” e que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer cervical.
Um relatório de Steven W. Mosher e Joan Robinson do Instituto de Pesquisa Populacional (IPP), que estavam presentes durante a apresentação da Dra. Harper na Conferência sobre Vacinação, declara que embora a palestra dela tivesse tido a intenção de promover a vacina, o que ela disse deixou muitos profissionais de saúde pensando se a droga deveria realmente ser dada, considerando sua “fraca promessa de eficácia como vacina ligada a um elevado risco de efeitos colaterais que ameaçam a vida”.
A Gardasil, explicou a Dra. Harper, é promovida pela Merck, que é a fabricante farmacêutica, como um meio “seguro e eficiente” de prevenção contra o câncer cervical. A teoria por trás da vacina é que, como o HPV pode causar câncer cervical, a concessão de maior imunidade de algumas variantes do HPV poderia reduzir a incidência dessa forma de câncer. Na busca dessa meta, dezenas de milhões de meninas americanas foram vacinadas até agora.
No entanto, “A palestra me deixou com a percepção de que o risco de efeitos colaterais adversos é muito maior do que o risco de câncer cervical, de forma que não pude deixar de questionar o motivo por que precisamos realmente da vacina”, disse Joan Robinson, redatora assistente do Instituto de Pesquisa Populacional.
Robinson acrescentou que ela “não desejava dar a impressão de que a Dra. Harper apresentou, ainda que inadvertidamente, uma perspectiva sistematicamente negativa de sua própria vacina. Ela elogiou certos ‘benefícios reais’, o principal sendo que a ‘vacina reduzirá o número de testes de acompanhamento depois dos exames de papanicolau’, e assim reduzirá as ‘tensões de relacionamentos’, ‘estresse e ansiedade’ de anormais ou falsos resultados positivos de HPV.
A Dra. Harper também explicou, porém, que 70% das infecções de HPV se solucionam sem tratamento em um ano. Depois de dois anos, esse índice sobe para 90%. Dos restantes 10% das infecções do HPV, só metade coincide com o desenvolvimento do câncer cervical.
“Aliás”, continuou Robinson, a Dra. Harper “surpreendeu sua audiência declarando que a incidência de câncer cervical nos EUA é tão baixa que ‘se recebermos a vacina e continuarmos os testes de papanicolau, não abaixaremos o índice de câncer cervical nos EUA’”.
Nesse ponto a Dra. Harper disse que “com o uso da Gardasil, só haverá redução no câncer cervical quando pelo menos 70% da população estiverem vacinados, e nesse caso, a redução será bem mínima. A quantidade mais elevada de mínima redução aparecerá em 60 anos”.
Nos EUA, o índice de câncer cervical é 8 por 100.000 mulheres, e uma das formais mais tratáveis de câncer. O atual índice de mortalidade de câncer cervical está entre 1,6 a 3,7 mortes por 100.000 casos da doença e está continuamente declinando devido aos tradicionais testes de papanicolau e tratamento.
O relatório do IPP aponta que os registros mais recentes do Sistema de Registro de Casos Adversos de Vacinas (SRCAV) indicam que 15.037 meninas oficialmente relataram efeitos colaterais adversos da Gardasil nos EUA, e que o Centro de Controle de Doenças (cuja sigla em inglês é CDC) reconhece que houve 44 mortes registradas ligadas à vacina.
O que é de preocupação ainda maior é a probabilidade de que os números de mortes e efeitos adversos estão abaixo da realidade.
Os comentários da Dra. Harper numa notícia da TV ABC News coincidem com a afirmação do Centro Nacional de Informações de Vacinas de que “embora aproximadamente 70 por cento de todos os registros de reações da Gardasil tivessem sido apresentados pela Merck, um elevado 89 por cento dos registros que Merck apresentou eram tão incompletos que não havia informações suficientes para as autoridades de saúde fazerem um adequado acompanhamento e análise”.
O relatório do IPP comenta que “em média, menos que 10 por cento — talvez ainda menos que 1 por cento — dos casos adversos graves da vacina nunca são registrados, de acordo com a Revista Americana de Saúde Pública”.
Steven Mosher do IPP concluiu a notícia sobre as revelações da Dra. Harper oferecendo algumas considerações sobre a promoção intensa da Gardasil não apenas pelo fabricante da vacina, mas também por órgãos governamentais.
“Penso que eles vêem a Gardasil como aquilo que poderíamos chamar de uma droga ‘para abrir caminho’. Para eles, o sucesso dessa campanha de vacinação pública tem menos a ver com a eliminação do câncer cervical e mais com a abertura da porta para outras campanhas de vacinação para outras doenças sexualmente transmissíveis, e talvez até uma vacina contra a própria gravidez.
“Pois se eles puderem vencer as objeções dos pais e organizações religiosas à vacinação de meninas — que não são sexualmente ativas — contra uma forma de DST, então será muito mais fácil embarcar em campanhas semelhantes no futuro.
“Afinal, os defensores da liberação sexual estão determinados a não permitir que meras doenças — ou até mesmo a morte — sirvam de obstáculos para seus prazeres. Eles acreditam que tem de haver soluções tecnológicas para as doenças que se originaram de sua implacável promoção da promiscuidade. Apesar de tudo, a alternativa é horrível demais para se contemplar: Eles poderiam ter de aprender a controlar seus apetites. E eles poderiam ter de ensinar abstinência”.
Veja os artigos relacionados de LSN:
Jovem inglesa sofre ataques e danos cerebrais depois de receber injeção da vacina HPV http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/10/jovem-inglesa-sofre-ataques-e-danos.html
Gardasil Vaccination Results in Three Outbreaks of Genital Warts in Fiji School Children
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08111803.html
Controversial HPV Vaccine Causing One Death Per Month: FDA Report
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08070316.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102903.html

terça-feira, 11 de março de 2014

Grave sacrilégio em igreja venezuelana: delinquentes destruíram sacrário e jogaram excremento sobre as hóstias consagradas

Sacrário profanado. Foto: Twitter / @padrenestor1945
La Victoria, 11 Mar. 14 / 11:03 am (ACI).- A Igreja La Candelaria, localizada na cidade de Victoria, distrito de Aragua (Venezuela), foi vilipendiada na madrugada do domingo por supostos ladrões, que destruíram o sacrário e jogaram as hóstias no chão. Ademais, os deliquentes jogaram excremento humano sobre elas e furtaram aparelhos de som do templo.

O Superior da Casa Lar dos Irmãos Franciscanos Da Cruz Branca, Ir. Jesús Estévez Betancourt indicou que esta não é a primeira vez que o templo é roubado. Nesta ocasião, o furto e o sacrilégio ocorreram por volta da 01:00 a.m. (hora local).

"Pegaram o sacrário e o quebraram jogando-o no chão, depois jogaram também as hóstias consagradas pelo chão da igreja e fizeram suas necessidades ali”, descreveu o Superior.

Em declarações recolhidas pela imprensa local, o religioso disse que o Pe. José Miguel Vargas, Pároco da Igreja, foi quem percebeu que as luzes estavam acesas e as portas estavam arrombadas.

O Ir. Estévez assinalou que a profanação das Hóstias Consagradas “foi o mais grave", indicando que as autoridades foram avisadas imediatamente.

Através de sua página na rede social Facebook, a Paróquia São José pediu orações em desagravo a este fato onde “destroçaram completamente Nosso Amado em seu Sacrário e como se fosse pouco pulverizaram excremento humano no Pão Consagrado”.

“Todos façamos ato de desagravo e roguemos a Deus que tal ato não fique impune e igualmente peçamos pelo pároco; Pe. José Miguel Vargas para que Nosso Pai o fortaleça nestes dolorosos momentos”, assinalou a nota.

Atualmente, devido á violência que vive a Venezuela os ataques a lugares religiosos e membros do clero vêm aumentando.

O Papa Francisco não apoia as uniões homossexuais, esclarece o Vaticano

Pe. Thomas Rosica (Foto Grupo ACI)
VATICANO, 11 Mar. 14 / 11:27 am (ACI).- O Padre Thomas Rosica da Sala de Imprensa da Santa Sé explicou que o Papa Francisco não apoia as uniões homossexuais como informaram certos meios que distorceram suas declarações em alusão às uniões civis na entrevista que concedeu aos jornais La Nación (Argentina) e Corriere della Sera (Itália).

O sacerdote assinalou que “alguns jornalistas interpretaram as palavras do Papa para refletir uma abertura de parte da Igreja às uniões civis. Outros interpretaram suas palavras como se estivesse falando do assunto das uniões do mesmo sexo”.

No diálogo reproduzido por estes jornais, o entrevistador fez ao Papa esta pergunta: “Muitos países regularam a união civil. É um caminho que a Igreja pode compreender, mas até que ponto?”.

A resposta do Papa foi: “O matrimônio é entre um homem e uma mulher. Os Estados laicos querem justificar as uniões civis para regular diversas situações de convivência, impulsionados pela exigência de regular aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo assegurar a assistência de saúde. É preciso ver os diversos casos e avaliá-los na sua variedade”.

Conforme explicou o Pe. Rosica, “em sua resposta ao entrevistador, (o Papa Francisco) enfatizou a característica natural do matrimônio entre um homem e uma mulher, e por outro lado, também falou sobre a obrigação do Estado para cumprir suas responsabilidades para com os cidadãos”.

A pergunta original não menciona o caso das uniões homossexuais. O Pe. Rosica precisou que a “’união civil’ na Itália se refere às pessoas que estão casadas pela lei, fora de um contexto religioso”. Na Itália e em vários países do mundo, o matrimônio religioso constitui um casamento diferente ao que se tramita no registro civil.

Quanto às perguntas sobre se estas palavras se referiam às uniões homossexuais, o sacerdote disse que “o Papa optou por não entrar em debates sobre o delicado assunto das uniões gay civis”.

Com esta resposta, adicionou, o Santo Padre “falou em termos muito gerais e não se referiu especificamente ao ‘matrimônio’ de pessoas do mesmo sexo como uma união civil”.

“O Papa Francisco simplesmente se referiu ao tema e não opinou contra as posições das conferências episcopais em vários países onde se deve enfrentar o assunto das uniões civis e do matrimônio de pessoas do mesmo sexo”.

Para concluir, disse o Pe. Rosica, “não devemos tratar de ler mais nas palavras do Papa que o que disse em termos muito gerais”.