segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Parabéns, fiéis da Canção Nova! Edinho Silva e Chalita perdem seus respectivos programas na emissora; O movimento “#CançãoNovaSemPT” venceu! Ou: Lobo em pele de cordeiro

Vocês se lembram que noticiei aqui que o deputado estadual Edinho Silva, presidente do PT no estado de São Paulo, havia ganhado um programa na TV da comunidade católica “Canção Nova”? No programa de estréia, ele levou como convidados o ministro Gilberto Carvalho e o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP), que costuma se apresentar como uma espécie de eminência dessa corrente do catolicismo. O próprio presidente da Canção Nova estava na bancada!
Os fiéis não gostaram. Recebi centenas de protestos aqui, e teve início um forte movimento nas redes sociais. E fizeram muito bem! Edinho Silva foi quem comandou a reação aos católicos que se organizaram, de acordo com os princípios de sua Igreja, para que os eleitores não votassem em candidatos e partidos que defendem o aborto.
Como deixei claro aqui, os fiéis da Canção Nova têm o meu respeito e não são responsáveis por eventuais desvios de conduta da direção. Até hoje me pergunto por que um de seus padres, José Augusto, que fez uma homilia contra o aborto, foi severamente repreendido, enquanto o petista Edinho Silva ganhou um programa. Isso significa que alguns pastores tinham perdido o rumo. Mas não o rebanho católico.
Como costuma ocorrer às vezes na Igreja, o rebanho corrige, então, o rumo do pastor porque tem mais faro para perceber a proximidade do lobo. E muitos lobos estavam e estão rondando a Canção Nova em pele de cordeiro. A pressão contra o comando foi grande. Leiam agora o que informa o Painel da Folha. Volto depois:
*
A rede Canção Nova, emissora de TV e rádio ligada ao movimento católico Renovação Carismática, resolveu tirar do ar os programas comandados pelos deputados federais Gabriel Chalita (PMDB-SP) e Eros Biondini (PTB-MG), pelos estaduais Edinho Silva (PT-SP), Paulo Barbosa (PSDB-SP) e Myriam Rios (PDT-RJ), e pela primeira-dama paulista, Lu Alckmin.

Embora a decisão tenha sido tomada no atacado, o elemento precipitador foram as reações negativas de fiéis e lideranças da igreja à recente incorporação de Edinho, presidente do diretório estadual petista, ao quadro de apresentadores da Canção Nova.
Conexões - “Justiça e Paz”, o programa de Edinho, estreou em 3 de novembro tendo como convidado Gilberto Carvalho. Principal mentor político do deputado petista, o secretário-geral da Presidência foi também articulador da aproximação entre a campanha de Dilma Rousseff e a Canção Nova no segundo turno da eleição presidencial. Até então, a candidata vinha sendo duramente combatida por religiosos da Renovação Carismática.
Doutrina - O programa de Edinho deu origem, nas redes sociais, ao movimento #CançãoNovaSemPT. Um panfleto traz em vermelho o nome do partido e as expressões “aborto”, “casamento gay” e “Teologia da Libertação”.
2012… - Entre os nomes retirados da grade de programação, há dois pré-candidatos a prefeito: Chalita em São Paulo e Paulo Barbosa (licenciado da Assembleia por ocupar a Secretaria de Desenvolvimento do governo Alckmin) em Santos. À frente do PT-SP, Edinho terá atuação eleitoral em todo o Estado.
… vem aí - A cada eleição, cresce o interesse de políticos de todos os partidos pelo estoque de votos sob o raio de influência da Canção Nova. Aumenta também o desconforto de setores da igreja.
Tenho dito - Procurado pelo Painel, o Conselho Deliberativo da Fundação João Paulo 2º, mantenedora da Canção Nova, confirmou a decisão de suspender os programas, tomada na sexta-feira passada. Em nota, agradeceu “a dedicação e o empenho” dos seis apresentadores e manifestou “respeito às suas atuações públicas”.
Voltei
É isto: por uma Canção Nova sem lobo se fingindo de cordeiro! As comunidades católicas não são plataformas para políticos que querem se eleger desrespeitando os fundamentos da doutrina. Quem anda de braços dados com defensores e defensoras do aborto não pode merecer o voto católico. É simples e óbvio assim.

Ninguém é obrigado a ser católico! Quem quiser defender o aborto — ou defender quem o defenda — deve renunciar à Igreja e procurar o seu rumo.
Reitero meu parabéns aos fiéis da Canção Nova! Os católicos dessa comunidade e de outras tantas não devem ter receio de corrigir as lideranças. O comando da Canção Nova cometeu dois erros graves: quando censurou o padre José Auguto e quando acolheu Edinho Silva, conduzido pelas mãos de Gabriel Chalita. É preciso olhar com atenção a teologia desse deputado. Ela pode ser tão eclética quanto o seu gosto partidário.
A política pode conviver com certas heterodoxias; a Igreja não!!!
Por Reinaldo Azevedo

Bispos da Espanha felicitam Mariano Rajoy após seu triunfo nas eleições




MADRI, 21 Nov. 11 / 08:59 am (ACI/EWTN Noticias)

O Presidente e o Secretário Geral da Conferência Episcopal Espanhola, Cardeal Antonio María Rouco Varela e Dom Juan Antonio Martínez Camino, respectivamente, felicitaram hoje em nome dos bispos o ganhador das eleições de ontem e novo presidente do governo da Espanha, Mariano Rajoy Brey.

O Partido Popular (PP) –da direita espanhola– liderado por Mariano Rajoy, ganhou ontem domingo, 20 de novembro, as eleições com 43 por cento contra 30 por cento dos votos que obteve o PSOE, com seu candidato Alfredo Pérez Rubalcaba.

Além disso, o PP obteve 186 bancos do Parlamento frente aos 110 do Partido Socialista Espanhol (PSOE), o que supõe o pior resultado histórico desse partido que guiou o rumo da Espanha durante os últimos oito anos sob a presidência de José Luis Rodríguez Zapatero.

Como é habitual, depois das eleições gerais na Espanha, os Bispos enviaram uma carta de felicitação ao vencedor dos comicios, neste caso Rajoy, a quem asseguraram "nossa oração para que o Senhor lhe conceda sua luz e sua força no desempenho das altas responsabilidades que o encomenda o povo espanhol, ao serviço da paz, da justiça, da liberdade e do bem comum de todos os cidadãos".

Além disso, os representantes da CEE, manifestaram ao novo presidente espanhol a disposição do Episcopado para "colaborar sinceramente com as autoridades legítimas da Estado em vistas do melhor serviço do bem comum".

Em seu discurso de abertura da assembléia plenária da CEE que se iniciou hoje, o Cardeal Rouco Varela, desejou ao PP, "quem foi escolhido para governar em tempos tão difíceis: acerto, serenidade e espírito de serviço em sua nobre e decisiva tarefa".
Mariano Rajoy nasceu em Pontevedra em 1955. É licenciado em direito pela Universidade de Santiago de Compostela. Esta é a terceira vez que tentava chegar à presidência.

Durante o governo de José María Aznar, foi ministro das Administrações Públicas, Presidência e Interior. Entre 2000 e 2003 foi Vice-presidente do Governo. Desde 2004 é Presidente do PP.

Convocam boicote contra Benetton por ofensa ao Papa





Dom Ubaldo Santana
CARACAS, 21 Nov. 11 / 12:58 pm (ACI/EWTN Noticias)

O Presidente da Conferência Episcopal Venezuelana e Arcebispo de Maracaibo, Dom Ubaldo Santana, chamou os fiéis a não comprarem os produtos da marca italiana Benetton, como protesto pela ofensiva montagem que apresentou o Papa Bento XVI beijando um imã muçulmano.

Este chamado foi feito neste último 17 de novembro no perfil do bispo no Twitter. "Indignação ante o desrespeito publicitário da Benetton não fazendo mais propaganda, mas boicotando seus produtos", escreveu Dom Santana.

Por sua parte, o Arcebispo de Lima (Peru), Cardeal Juan Luis Cipriani, criticou a Benetton por chamar à tolerância quando não é capaz de respeitar a imagem de pessoas que representam setores da sociedade.

"Não pode brincar com a imagem de pessoas que significam um respeito. Um presidente personifica uma nação, o Santo Padre personifica Cristo na Terra. Estes senhores se equivocaram", acrescentou

"Pedem-nos tolerância de não odiar e maltratam de uma maneira grosseira os sentimentos e ideais de milhões de pessoas", expressou no sábado 19 de novembro em seu programa radial Diálogo de Fé o arcebispo peruano.

No último 16 de novembro o Vaticano protestou pelo "uso absolutamente inaceitável da imagem do Santo Padre".

No dia seguinte a Secretaria de Estado anunciou que "deu ordem a seus advogados para empreender, na Itália e em outros países, as ações oportunas para impedir a circulação, também através dos meios de comunicação de massas, da montagem fotográfica realizada no âmbito da campanha publicitária da Benetton".

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Papa destaca exemplo de novo beato sacerdote decapitado por nazistas



Beato Carl Lampert
E-mailVaticano, 14 Nov. 11 / 01:45 pm (ACI/EWTN Noticias)

Em sua saudação em alemão aos peregrinos que participaram do ângelus dominical ontem na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI destacou o exemplo do sacerdote Carl Lampert, decapitado pelos nazistas em 1944, e que este domingo foi beatificado na Áustria.

O Santo Padre assinalou que "no tempo escuro do nacionalsocialismo, (o Pe. Lampert) viu com claridade o significado da palavra de São Paulo: ‘nós não pertencemos à noite nem às trevas’".

"Em ocasião de um interrogatório que o teria libertado, testemunhou com convicção: ‘eu amo a minha Igreja. Permaneço fiel a minha Igreja e também ao sacerdócio. Eu estou do lado de Cristo e amo a sua Igreja’".

Finalmente o Papa confiou todos os presentes "à intercessão do novo Beato para que possamos participar com ele na alegria do Senhor".

O Pe. Carl Lampert, recorda a nota da Rádio Vaticano, era um sacerdote diocesano que se desempenhava como pró-vigário da Administração Apostólica de Innsbruck Feldkirch na Áustria.

A partir de 1939, com a perseguição da Administração regional nazista contra a Igreja, o sacerdote foi preso três vezes e encarcerado até que foi enviado ao campo de concentração de Dachau.

Por "suposta atividade contra o Estado" era espiado. Suas chamadas telefônicas e correspondência era pontualmente interceptadas. No dia 4 de fevereiro de 1943 foi detido junto com outras 40 pessoas sob acusação de "favorecimento hostil", "difusão de informações militares" e "escuta de transmissões inimigas".

Os dois processos aos que foi submetido concluíram com a condenação à morte por espionagem. O sacerdote austríaco Carl Lampert foi decapitado com outros dois sacerdotes, Herbert Simoleit e Friedrich Lorenz, no dia 13 de novembro de 1944.

O Pe. Carl Lampert morreu pronunciando os nomes de Jesus e Maria.

ABORTISTAS: NAZISMO, STALINISMO, PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO CONTRA MULHERES POBRES OU NEGRAS


O aborto não é uma questão discutível, por se tratar de uma vida humana que deve ser preservada e do direito de nascer de cada ser humano gerado, o primeiro de todos os direitos.


A polêmica é criada pelo feminismo e por alguns partidos políticos esquerdistas que tentam apelidar a Igreja Católica de conservadora, retrógrada, fundamentalista, entre outros adjetivos. Esses grupos, que querem a matança de crianças inocentes e indefesas que estão por nascer, que querem tornar as mães assassinas dos seus próprios filhos, se dizem “progressistas”, “comunistas”, “socialistas”, "defensores dos direitos reprodutivos das mulheres".

Os abortistas são nazistas e comunistas sanguinários, que propõem uma matança, violenta e cruel, contra crianças nascentes, em busca de uma raça pura ou uma hegemonia identificadas com o ideário de Hitler e Stalin.

Os argumentos contra a Igreja Católica não estão convencendo mais ninguém. A Igreja Católica defende a vida humana, desde o dia da fecundação, no primeiro instante da vida, quando já temos todas as características definidas para o resto de nossas vidas, só crescemos no útero, depois nos tornamos crianças, jovens, adultos, envelhecemos e, por fim, morremos. A Igreja defende toda essa vida e os direitos dela decorrentes: saúde, segurança, educação, justiça e outros.

Outra justificativa que os abortistas cultuadores da morte usam, para matar crianças indefesas e inocentes, é a falta de condições financeiras das mulheres negras ou pobres, para criar seus filhos.

Quantas estórias são conhecidas de mães de famílias pobres, ou negras, ou brancas, ou amarelas, ou de outras cores, que criaram vários filhos e os transformaram em pessoas de bem. Pode-se dizer, sem medo de errar, que a maioria dos filhos e filhas de mães muito pobres, ou de famílias muito pobres com muitos filhos, se tornaram pessoas de bem, moralmente falando, e pessoas com muitos bens. Algumas dessas pessoas que, no entender dos abortistas deveriam ter sido abortadas, tiveram grande influência na vida da humanidade.

Sem contar a possibilidade da adoção, a Igreja Católica, outras religiões cristãs e entidades particulares do bem, que defendem a vida, socorrem as gestantes, durante a gravidez e depois do nascimento da criança. Os governos federal, estaduais e municipais têm vários programas de auxílio aos mais necessitados, com distribuição de leite, remédios, alimentos e, inclusive, dinheiro. Não há como justificar o assassinato de crianças que estão por nascer por questões financeiras.

Os abortistas são cultuadores da morte, nazistas, preconceituosos, discriminadores, e querem impedir o nascimento os filhos das mulheres negras ou pobres. Em vez de pedirem mais atenção médica, mais hospitais, mais equipamentos médicos, para garantir a gestação e o parto, para evitar que corram o risco de morrer, os abortistas querem matar os filhos delas.

Outro argumento usado é a morte materna de mulheres pobres e negras. As mortes maternas, conforme já comprovado em nosso blog, não acontece pelo fato de a mulher ser podre ou negra. Acontece pela discriminação que sofrem por não terem assistência médica durante a gestação e na hora do parto. No ano passado, morreram 22 mulheres no momento do parto em Belo Horizonte. 21morreram por falhas de atendimento de saúde durante a gestação e na hora do parto. Não morreram por serem negras ou pobres. Morreram por falta de assistência médica (Aqui). Se estivessem interessados em preservar a vida das mulheres, as feministas e os partidos políticos de esquerda cobrariam dos governos um melhor atendimento médico para todas as mulheres, em especial para as pobres e negras.

O nazismo, o preconceito e a discriminação são os verdadeiros motivos que levam as feministas, os abortistas e partidos políticos a defenderem a matança dos filhos de mulheres negras ou pobres.

O nazismo queria criar uma raça pura. O comunismo quer todos pensando a mesma coisa. Os abortistas querem criar uma raça pura, sem filhos de mulheres negras ou pobres. Abortando os filhos das mulheres pobres e negras e fazendo laqueaduras para impedir que tenham mais filhos, os abortistas pensam que criarão a nova raça pura.

Lamentável que, em pleno Século XXI, depois de sofrer tanto com nazismo, stalinismo, preconceito e discriminação, ainda existam pessoas, partidos políticos e organizações privadas pregando o assassinato cruel e silencioso de milhares de crianças inocentes e indefesas.

O direito à vida não pode sofrer restrições de cor, raça, quantidade de dinheiro, profissão ou outro qualquer tipo de classificação.

Nós, a Igreja Católica e os cristãos queremos o direito à vida para todas as pessoas que forem geradas, desde o dia da fecundação até o fim, com a morte natural na velhice.

Jesus Cristo disse: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”. (Jo 10:10)
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos

R.C.C e Arquidiocese de Manaus repudiam evento 'M.I.S.S.A' por desrespeito à fé católica


MANAUS, 14 Nov. 11 / 04:26 pm (ACI)

Junto com a Arquidiocese de Manaus, membros da Renovação Carismática Católica (RCC) de Manaus iniciaram na internet uma campanha contra a realização de uma festa da companhia M1 Eventos chamada M.I.S.S.A (Movimento dos Interessados em Sacudir Sua Alma), evento que evoca desrespeitosamente símbolos da liturgia e tradição católicas.

A arquidiocese também entraria na justiça para impedir a realização do evento em Manaus que já teve edições em outras cidades brasileiras.

Segundo a informação divulgada pelo G1- Amazonas, “a balada, prevista para ocorrer dia 7 de dezembro, pretende reunir pelo menos cinco mil jovens em um resort da capital na véspera do feriado estadual de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Amazonas”.

Em declarações ao G1 o secretário do Grupo de Oração Jovem Nossa Senhora de Pentecostes, Roberto Júnior, afirmou que "os jovens católicos estão encarando o nome da balada como uma afronta e "falta de respeito" à religião".

"A missa é o ápice da nossa fé e está no centro da nossa vida comunitária cristã", disse, acrescentando que "a festa é uma espécie de profanação do sagrado".

"Na balada, eles fazem o uso das vestimentas de padres e freiras para recepcionar os participantes da festa. Além disso, há um fotógrafo fantasiado de Papa e a mesa utilizada pelo DJ é decorada para dar a entender tratar-se de um altar. Uma ofensa!", ressaltou.

Como forma de repúdio à festa, os jovens da RCC criaram a campanha "Eu Sou Contra, Contra o Evento M.I.S.S.A - M1 Eventos", no facebook.

Os jovens também criaram uma petição pública on-line, que deve ser encaminhada ao Ministério Público do Amazonas, com intuito de impedir a realização da festa.

"O nosso objetivo é coletar pelo menos dez mil assinaturas", afirmou Roberto Júnior.

Em nota citada pela matéria do G1, a Arquidiocese de Manaus afirmou que o evento M.I.S.S.A. ofende os direitos de personalidade da instituição Igreja Católica além do direito de imagem e honra da mesma.

"Cumpre-se ressaltar que tal festa viola o artigo 208 do código penal, visto que o mesmo considera como crime de vilipendio público de ato ou objeto de culto, todo ato atentativo contra os objetos de devoção religiosa, bem como, as imagens relíquias, como também, os que se destinam a manifestação do culto", afirma um trecho da missiva da arquidiocese.

A diocese também vai tomar medidas na justiça para que a sua identidade, direito de imagem e a proteção dos objetos de culto sejam respeitados. O objetivo é "garantir que seus fiéis não sejam ofendidos por um evento que fere o princípio da liberdade religiosa e reforça preconceito", ressalta a nota de imprensa divulgada pelo portal G1 de notícias.

Para visitar a página no facebook contra o desrespeitoso evento da M1 em Manaus, visite:
http://www.facebook.com/event.php?eid=235654813166184

Para assinar o abaixo assinado contra a realização do evento, acesse: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N16382

domingo, 13 de novembro de 2011

Comissão do Conselho Nacional de Educação vai pedir ao Supremo Tribunal Federal que invalide tratado do governo com Vaticano.



Comissão do Conselho Nacional de Educação vai pedir ao Supremo Tribunal Federal que invalide tratado do governo com Vaticano
Priscilla Borges, iG


Uma comissão de representantes do Conselho Nacional de Educação (CNE) vai se reunir, no próximo dia 22, com oministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Brito para discutir um tema espinhoso e polêmico: o Ensino religioso
.A oferta de aulas sobre o tema nas escolas públicas do País é obrigatória de acordo com as leis brasileiras. Na teoria, o conteúdo não pode professar dogmas de nenhuma religião e deve ser dado por professores das redes.
Na prática, as escolas não seguem as regras definidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Não há orientações claras sobre como o tema deve ser tratado, tampouco professores preparados para ensiná-lo.Quando a escola oferece ensino religioso, termina por fazer catequese de alguma religião – de modo geral as cristãs. Por conta dessas indefinições, os conselheiros criaram uma comissão que vai elaborar orientações nacionais sobre o assunto.
Depois de algumas reuniões com estudiosos – nenhum representante de religiões foi convidado a participar das discussões para que não ficassem tendenciosas –, os conselheiros decidiram ir além. Vão expor ao ministro Ayres Brito suas preocupações com um acordo estabelecido em 2009 entre o governo brasileiro e o Vaticano, no qual o Brasil concorda que o ensino religioso deve ser dado por representantes da Igreja Católica ou de outras religiões.
O ministro será responsável por analisar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Procuradoria Geral da União contra esse acordo no ano passado. A ação defende que o STF suspenda a “eficácia de qualquer interpretação que autorize a prática do ensino religioso das escolas públicas que não se paute pelo modelo não-confessional” e não permita que representantes de qualquer religião sejam responsáveis por esse conteúdo nas escolas.
César Callegari, presidente da comissão que discute o tema no CNE, concorda com a PGR. “Estamos preocupados com os problemas que o acordo pode trazer. Devemos fazer de tudo para que a laicidade do Estado seja protegida”, afirma o conselheiro. Para ele, o acordo deve ser revisto. “Não se pode aceitar proselitismo no ensino religioso e esse conteúdo só pode ser dado por professores capacitados”, defende.
Segundo o conselheiro, o primeiro documento do CNE com orientações gerais sobre o tema está quase pronto. O texto, porém, só deve ser apresentado à sociedade, em audiência pública a ser marcada no início do ano que vem. Ele acredita que a sociedade ainda não resolveu um conflito que deveria ser a preocupação anterior a essa discussão sobre quem deve se responsabilizar pela educação religiosa das crianças: se a Igreja, as famílias ou as escolas.
“Mas não está na ordem do dia a possibilidade de uma revisão do texto da Constituição Federal, que determina a oferta de ensino religioso nas escolas. O que precisamos é garantir o cumprimento do que está na lei de maneira adequada”, analisa Callegari. Para ele, outro aspecto muito importante a ser definido é a garantia de outras atividades aos alunos que não desejarem assistir a essas aulas – eles não são obrigados a frequentar essas aulas.
Minorias atendidas
No Rio de Janeiro, onde lei municipal aprovada recentemente definiu a oferta de disciplina sobre o tema a partir de 2012, quem não quiser assistir às aulas de ensino religioso – que deverá contemplar as doutrinas católica, evangélica/protestante, afrobrasileiras, espírita, orientais, judaica e islâmica – será matriculado na disciplina Educação para Valores. Inicialmente, a medida valerá apenas para as escolas de turno integral.
Para Antonio Costa Neto, pesquisador do tema na rede pública do Distrito Federal, o mais importante é garantir que as minorias sejam atendidas nessas normas. Antonio diz que a diversidade religiosa afrobrasileira não é contemplada nas aulas, nem na formação dos professores, o que prejudica as ações para combate ao preconceito racial. Durante o mestrado, ele fez um levantamento nas escolas do DF e identificou que, assim como no resto do País, a abordagem do assunto ainda é confessional.
“Atuar com a disciplina ensino religioso no âmbito das relações étnico-raciais para combater o racismo é uma oportunidade muito boa de êxito. No entanto, as religiões afrobrasileiras não têm sido contempladas e os professores não recebem formação adequada”, lamenta. Por conta disso, Antonio abriu uma representação junto à Secretaria de Educação do DF para questionar como o tema está sendo tratado nas escolas da capital federal.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios também manifestou interesse no tema e pediu explicações ao governo local. Nenhum dos dois obteve respostas concretas ainda. O MPDFT pediu explicações à Secretaria de Educação no mês passado e aguarda a manifestação do órgão. Na opinião da promotora de Defesa da Educação do DF, Márcia da Rocha, esse é um tema importante, mas cujo debate ainda não foi amadurecido pela população. Ela acredita que a sociedade ainda não sabe se gostaria e que tipo de educação religiosa deve haver no País.
FONTE: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Paris: cinco mil católicos marcham contra a cristianofobia.



O evento organizado em Paris pela Civitas e apoiado por diversos movimentos e associações católicas, no sábado, 29 de outubro de 2011, foi um grande sucesso. Ele contou com a participação de cerca de 5.000 pessoas – em sua maioria jovens –, que percorreram as ruas da capital francesa sob chuva, por trás de um cartaz com os dizeres: “A França é e deve continuar sendo católica”. Diversos sacerdotes também participaram da marcha.
O evento serviu para denunciar os ataques de ódio e desprezo sofridos pelo cristianismo e a figura de Cristo na comunidade chamada “cultural”, a cristianofobia em geral.
Foi uma longa e digna caminhada, com slogans, cantos e orações. As cifras dos manifestantes superaram as estimativas, que haviam sido calculavam em centenas ao invés de milhares de participantes.
A prefeitura desviou o curso da marcha até um lugar estreito, muito distante de onde ocorreu a blasfêmia.
Evento improvisado posterior à marcha
Culminada a marcha e depois de vigorosos discursos, entre eles o de Alain Escada, secretário geral daCivitas, e do Padre de Cacqueray, a manifestação se dispersou.
Mais tarde, vários desses participantes seguiram junto com alguns grupos ao Place du Châtelet, com vontade de protestar contra o teatro onde a obra se desenvolvia, diante da presença de Frédéric Mitterrand, “o ministro de Cultura.”
A república é laica, a França é católica!
A república é laica, a França é católica!
O primeiro grupo de jovens católicos chegou ali pacificamente, porém, teve que dar marcha à ré porque a Compagnies Républicaines de Sécurité da Polícia Nacional da França os recebeu atirando gás lacrimogêneo contra a multidão, sem perdoar nem mesmo os sacerdotes presentes.
Com grande tensão, frente a frente, os católicos se ajoelharam e começaram a rezar o rosário varonilmente. Os sacerdotes se encontravam na primeira linha à frente dos fiéis.
Outros grupos dos manifestantes chegaram depois (cerca de 400 pessoas no total), e de novo se fez a mesma coisa que a noite anterior: orações, cantos e lemas, durante duas horas antes da dispersão geral às 23h.
Como dado curioso informamos que durante a marcha um grupo de muçulmanos do Centro Zahra (chiítas) simpatizou com os católicos e se uniu a eles, a mesma coisa ocorrida em evento improvisado na Place du Châtelet, um pequeno  grupo de islamistas de “Forsan Alizza”.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Nike, Microsoft e Google apoiam derrubada de Lei de Defesa do Casamento


Christine Dhanagom

BOSTON, EUA, 7 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma ação judicial que poderá anular a Lei de Defesa do Casamento (LDC) recebeu o apoio de grandes empresas americanas, que entraram com um depoimento se opondo a essa lei federal num tribunal federal nesta semana.
Um depoimento amicus curiae apresentado na quinta-feira passada no caso do Estado de Massachusetts versus Ministério da Saúde dos EUA (Department of Health and Human Services) argumenta que a LDC, que protege o casamento entre um homem e uma mulher na lei federal, impõe cargas paralisantes sobre os empregadores.
A Nike é apenas uma das dezenas de empresas americanas que estão se opondo à Lei de Defesa do Casamento.
Setenta empregadores estão representados na ação amicus curiae, inclusive Microsoft, Starbucks, Google, NIKE, Levi Strauss and Co., CBS, Aetna, Blue Cross Blue Shield of Mass., Time Warner Cable, Xerox, Zipcar e Stonyfield Farm. As cidades de Nova Iorque, Boston e Cambridge também estão representadas.
O documento acusa que a LDC causa “custos desnecessários e complexidade administrativa” para os empregadores localizados em estados em que o “casamento” de mesmo sexo é reconhecido pela lei.
Já que o “casamento” de mesmo sexo é reconhecido como legal em alguns estados, mas não é reconhecido pelo governo federal, os empregadores são obrigados a enfrentar uma complexa situação tributária para duplas homossexuais “casadas”, diz a ação.
A ação também se queixa de que a lei prejudica a disposição de ânimo no ambiente de trabalho e a capacidade de uma empresa recrutar empregados gays, fazendo com que a empresa se torne “a face” da “discriminação” governamental.
“Os empregadores são obrigados a tratar um empregado casado diferente do outro, quando os dois são casados, e cada casamento é igualmente legítimo diante da lei”, diz a ação. “O peso do regulamento da LDC é intensamente sentido por empresas que conduzem operações ou fazem negócios em jurisdições que autorizam ou reconhecem o casamento de mesmo sexo”.
A ação judicial de Massachusetts é um dos muitos desafios à lei federal pendentes em tribunais em todo o país. Contudo, a iniciativa de Massachusetts vem recebendo atenção nacional pelo fato de que é a primeira a alcançar o nível federal de recurso, e em seguida haveria um recurso ao Supremo Tribunal, conforme reportagem do jornalSan Francisco Chronicle.
A lei pró-família está sob ataque por parte do governo federal também, pois o governo de Obama tem se recusado a defender a lei, argumentando a favor de sua derrubada.
Membros do Partido Democrático na Câmara dos Deputados e no Senado também tentaram derrubar a lei no Poder Legislativo, e alguns democratas também entraram com depoimentos amicus curiae no caso de Massachusetts.

“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade


Peter Baklinski

África, 8 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O presidente de Gana está liderando a investida enquanto vários países africanos estão assumindo posturas contra a ameaça da Inglaterra para que eles legalizem os atos homossexuais ou sejam excluídos de receber assistência financeira.
John Evans Atta Mills, presidente de Gana
“Eu, como presidente desta nação, nunca iniciarei nem apoiarei tentativa alguma de legalizar a homossexualidade em Gana”, disse o presidente John Evans Atta Mills numa declaração oficial para o governo da Inglaterra sob o primeiro-ministro David Cameron na quarta-feira passada.
Na Reunião de Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações em Perth, Austrália no final de outubro, na qual o primeiro-ministro Cameron esteve presente, a questão da homossexualidade nos países em desenvolvimento foi levantada num relatório interno que recomendava que todos os países da Comunidade eliminassem as leis que proibiam a atividade homossexual, conforme disse uma reportagem da BBC.
Cameron, falando no programa de televisão The Andrew Marr Show em Perth durante sua estada na Austrália, disse: “A assistência britânica deveria ter mais obrigações específicas”.
“A Inglaterra é agora uma das nações que mais dão assistência no mundo. Queremos ver os países que recebem nossa assistência respeitando direitos humanos específicos, e isso inclui o modo como as pessoas tratam os indivíduos gays e lésbicos”, continuou Cameron.
“Estamos dizendo que esta é uma das coisas que determinarão nossa política de assistência”, disse ele, acrescentando que “esses países [africanos] estão todos num percurso [para superar a discriminação] e cabe a nós ajudá-los ao longo desse percurso”.
Entretanto, o presidente Mills respondeu rapidamente que a Inglaterra não tem o direito de decretar ou anular os valores culturais e morais de Gana.
“Ninguém pode negar ao primeiro-ministro Cameron seu direito de fazer políticas, adotar iniciativas ou fazer declarações que reflitam as normas e ideais de sua sociedade. Mas, ele não tem o direito de dirigir outras nações soberanas quanto ao que devem fazer, principalmente em áreas em que as normas e ideais de suas sociedades são diferentes das normas e ideais que existem na sociedade do primeiro-ministro Cameron”.
“Embora agradeçamos toda a assistência financeira e toda a ajuda que nos foi dada por nossos parceiros de desenvolvimento, não aceitaremos nenhuma assistência que venha acompanhada de ‘imposição de condições’ se essa ajuda não beneficiar nossos interesses, ou se a implementação — ou a utilização — dessa ajuda com condições impostas particularmente piorasse nossa difícil situação como nação, ou destruísse a própria sociedade onde queremos usar o dinheiro para trazer melhorias”.
Malaui
Antes das declarações de Mills, Patricia Kaliati, porta-voz do governo de Malaui, disse que era “deplorável” que a Inglaterra estivesse considerando “condições pró-homossexualismo” para dar assistência, acrescentando que os atos homossexuais são ilegais em Malaui. Ela comentou que tais leis são um legado do governo britânico, conforme disse reportagem do jornal Nyasa Times.
Uganda
Igualmente em 31 de outubro, John Nagenda, conselheiro presidencial de Uganda, fez uma declaração forte para a BBC, dizendo que os ugandenses estavam “cansados desses sermões” e não deveriam ser tratados “como crianças”, acrescentando que a “mentalidade de truculência” de Cameron é “muito errada”.
“Uganda, se você recorda, é um Estado soberano e estamos cansados de pessoas que nos passam esses sermões”.
“Se eles querem levar seu dinheiro, que assim seja”, concluiu ele.
Tanzânia
Depois das declarações de Mill, a Tanzânia se adicionou à crescente lista de países africanos que estão dizendo que não farão concessões com seus valores culturais e morais, ainda que isso signifique perder o apoio financeiro da Inglaterra.
“A Tanzânia jamais aceitará a proposta de Cameron porque temos nossos próprios valores morais. A homossexualidade não é parte da nossa cultura e jamais a legalizaremos”, disse Bernard Membe, ministro das relações exteriores, de acordo com o jornal Guardian da Tanzânia.
“A Tanzânia está pronta para terminar suas relações diplomáticas com a Inglaterra se o governo inglês impuser condições na assistência que dá para pressionar em favor da aceitação de leis que reconhecem a homossexualidade”.
“Somos guiados por nossa tradição. Temos famílias compostas por uma mãe, um pai e filhos. O que Cameron está fazendo pode levar ao colapso da Comunidade Britânica de Nações”.
Zanzibar
Zanzibar, o arquipélago semiautônomo da Tanzânia, também se manifestou publicamente contra a assistência britânica acompanhada de condições impostas.
“Temos uma forte cultura zanzibar e islâmica que detesta as atividades gays e lésbicas, e para qualquer um que nos disser que a assistência de desenvolvimento está ligada à aceitação da homossexualidade, vamos dizer ‘não”, disse Ali Mohamed Shein, presidente do Zanzibar, para jornalistas na última sexta-feira.
“Não podemos fazer concessões desonrosas com relação à nossa cultura profundamente enraizada nem permitir algo que é completamente contra nossa religião. Que eles cortem sua assistência [para nós]”.
Os atos homossexuais são ilegais, em maior ou menor grau, em 40 dos 53 países africanos, de acordo com um levantamento feito pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Símbolos da JMJ continuam peregrinação pelo estado de Minas Gerais


Depois da acolhida dos jovens em Belo Horizonte a Cruz e o ícone das JMJ foi a vez dos jovens de Montes Claros acolherem os símbolos da Jornada Mundial da Juventude em preparação para a próxima edição do evento no Rio em 2013.

Na parte esquerda da igreja matriz da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José , a primeira catedral de Montes Claros (MG), estão disponíveis ao público, desde segunda-feira (07), os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ): a Cruz e Ícone de Nossa Senhora, que vieram de Bocaiuva (MG) após passar pela Arquidiocese de Diamantina (MG).

Segundo relata o porta A12 da Mãe Aparecida, o que se viu nesta última terça-feira foram estudantes, religiosos e leigos se aglomerando em frente aos Símbolos para tocá-los, registrar uma imagem histórica e, claro, fazer um momento de oração.

Sentadas ou mesmo em pé, mais de mil pessoas, a maioria jovens de diversas paróquias da Arquidiocese de Montes Claros, concentravam-se animadas na primeira igreja do município norte-mineiro.

Lideranças do Centro Marista de Juventude (CMJ) e do Setor Juventude Arquidiocesano percorreram os corredores da igreja e balançam as bandeiras com as cores da JMJ: azul, verde, vermelho, amarelo. Lembraram também dos cinco continentes (África, Europa, Ásia, América e Oceania) e da necessidade constante de união e ajuda mútua entre eles.

Logo após o momento de oração com as juventudes, essas mais de mil pessoas tomaram com cuidado os símbolos da JMJ, acompanhadas pelo coordenador arquidiocesano do Setor Juventude e vigário da Paróquia São Sebastião de Montes Claros, padre Gledson Eduardo de Miranda Assis.

A Cruz já tem 28 anos, recordou o sacerdote diocesano na saída para a Via Sacra, na nota de imprensa divulgada pelo Portal A12.

Fonte:ACI

Declaração Final do 2º Congresso Internacional pela vida. Leia e divulgue!




A Human Life International e o comitê organizador do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, realizado na cidade de São Paulo entre os dias 03 e 06 de novembro de 2011, agradece a Deus pela conclusão das jornadas de trabalho deste evento, com a participação de 8 bispos e um grupo de mais de 140 sacerdotes, seminaristas e religiosos de várias partes do Brasil e cerca de 350 leigos.
• Reconhecemos que devemos intensificar nosso trabalho como Igreja, no campo da defesa da vida e da promoção da família segundo o projeto divino e o magistério da Igreja, que insiste nos princípios inegociáveisenunciados pelo Santo Padre Bento XVI, a quem expressamos gratidão e fidelidade.
• Saudamos o trabalho de muitos grupos pró-vida, que desenvolvem ações louváveis de esclarecimento e instauração da cultura da vida.
• Reconhecemos que o nosso povo brasileiro é sensível à defesa da vida, porém constatamos a necessidade de uma melhor formação e mais informações sobre as circunstâncias atuais das práticas perversas de muitos organismos transnacionais que influenciam nossos governos para implantar políticas contrárias à cultura da vida e da família.
• Propomos, para fomentar a unidade e a efetividade das nossas ações, criar uma rede informativa que contribua para uma maior difusão de estratégias e iniciativas a favor da vida e da formação católica do nosso povo.
• Também propomos incluir dentro da formação inicial e permanente do clero os temas relativos à defesa da vida e da família.
• Urgimos que todos os participantes deste encontro exijam dos seus representantes parlamentares que trabalhem efetivamente para a aprovação do Estatuto do Nascituro reconhecendo-o como pessoa desde a fecundação, garantindo-lhe assim todos os seus direitos.
• Repudiamos as ingerências do Supremo Tribunal Federal em decisões que ferem a Carta Magna em matéria de vida e família, extrapolando as suas competências, invadindo a área de atribuições do legislativo.
• Como uma iniciativa imediata, animamos a que todos colaboremos com as ações necessárias para que a Constituição Paulista inclua em seu texto o reconhecimento do nascituro como pessoa desde o momento da fecundação, servindo de exemplo para o resto do Brasil e do mundo.
• Exortamos os grupos pró-vida a continuar trabalhando com ânimo e com fé no Senhor da Vida, sob o patrocínio da Virgem de Guadalupe, imperatriz das Américas, para que seja instaurada a cultura da vida e cesse a cultura de morte.
São Paulo, 06 de novembro de 2011
Human Life International Comissão organizadora

Vaticano investe um milhão de euros em apoio a pesquisas em células tronco ADULTAS



Vatican Insider

“Put your money where your mouth is”, recita um ditado norte-americano. Poderia ser traduzido mais ou menos como “faça o que as suas palavras dizem”. E parece que o Vaticano, em uma questão de fronteira e controversa como a pesquisa com células-tronco adultas, decidiu seguir precisamente essa linha.

O Vaticano organizou,colaborção com a empresa farmacêutica NeoStem, um congresso internacional de três dias sobre os aspectos médicos, filosóficos e culturais da “medicina regenerativa”, baseada em células-tronco derivadas dos tecidos de pessoas adultas.

Mediante a fundação Stoq International, com sede nos EUA, o Conselho Pontifício para a Cultura decidiu financiar com um milhão de euros as atividades da NeoStem e da fundação Stem for Life, organização sem fins lucrativos criada pela empresa para sensibilizar a opinião pública sobre as células-tronco adultas.

Por enquanto, explicou o Pe. Tomasz Trafny, diretor do escritório Ciência e Fé do dicastério vaticano e da Stoq, o dinheiro, pelo menos por enquanto, não vai apoiar a verdadeira atividade de pesquisa com células-tronco, mas sim atividades de caráter cultural, como o congresso que inicia nesta semana em Roma.
“Mas no futuro – acrescentou – não excluímos apoiar nenhuma atividade de pesquisa particular”, sempre tendo em mente que o Vaticano não tem laboratórios e que “a nossa tarefa é formar os sacerdotes e os católicos” sobre temas tão delicados e complexos.
O envolvimento econômico do Vaticano nasce, explicou o Pe. Trafny, do pedido explícito de alguns dos doadores da fundação, que queriam que o seu dinheiro fosse destinado a esse objetivo.

O que o Vaticano está fazendo não é um investimento, e a fundação Stoq Internacional não comprou ações da NeoStem (ela está listada na bolsa de Nova York). Ao contrário, o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, remeteu o financiamento vaticano à “gloriosa tradição” do “mecenatismo”.

O Vaticano, de fato, acredita muito nas potencialidades – não só médicas – das células-tronco adultas. É a oportunidade – para uma Igreja muitas vezes acusada de obscurantismo e de ser “inimiga” da ciência – para se colocar na primeira fila de um setor de vanguarda, mostrando com os fatos como o progresso científico não está em conflito com o respeito daqueles que, para a fé católica, são as insuperáveis “estacas” éticas da atividade humana.
Para fazer isso, o Conselho Pontifício para a Cultura também pôr de lado as dúvidas de quem se perguntava se era o caso de colocar o Vaticano ao lado de uma empresa com fins lucrativos como a NeoStem e se não seria melhor escolher como parceira, por exemplo , uma universidade. “Uma pesquisa deste tipo – explicou o cardeal Ravasi – precisa de fundos ingentes que não podem vir apenas de entidades de caráter social e cultural”.
Ou melhor, ele sugeriu, a partir desse acordo, também pode surgir um incentivo para aItália – país em que, como se sabe, o setor privado investe muito pouco em pesquisa.
Para o Vaticano, não foi fácil encontrar o parceiro certo para um projeto de longo prazo, que fosse além do financiamento ocasional de um evento. Sobretudo porque, ressaltou oPe. Trafny, “o nosso objetivo não é correr atrás da ciência, mas sim analisar o que a ciência poderá fazer amanhã”.
O fato de a Igreja ter entrado em campo tão resolutamente em favor das células-tronco adultas levantou muitas reações no mundo científico. O debate sobre o potencial das células-tronco embrionárias em comparação às adultas está aceso, e há quem olhe com desconfiança para o compromisso vaticano.
Por exemplo, no seu blog, Paul Knoepfler, da Universidade da Califórnia em Davis, se pergunta por que o Vaticano optou por se focar na NeoStem – uma empresa cujo desempenho na bolsa nos últimos tempos foi tudo menos róseo, em parcial tendência contrário em comparação com outras empresas do setor.
“A minha principal preocupação – escreveu – sobre essa conferência e sobre o envolvimento do Vaticano na pesquisa com células-tronco é que isso será usado como plataforma para atacar as células-tronco embrionárias e para ‘lançar’ a pesquisa com as adultas”.
Mas, provavelmente, um dos objetivos do Vaticano é justamente esse, embora o  Conselho Pontifício para a Cultura, explicou o Pe. Trafny, não queira participar de uma guerra cultural, mas sim evitar que ela exploda.