terça-feira, 2 de julho de 2013

Cardeal Ruini: "Matrimônio gay" é ilusão que pretende negar a realidade Católicos devem ser sempre mais conscientes do significado cultural e social de sua fé, afirma

Cardeal Camillo Ruini
ROMA, 02 Jul. 13 / 03:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Cardeal Camillo Ruini, Vigário Emérito do Papa para a diocese de Roma e Ex-presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), explicou de maneira inequívoca que o recente aval da Corte Suprema dos Estados Unidos ao "matrimônio" homossexual é uma ilusão que pretende negar a realidade e é uma plasmação da "ideologia do gênero" que ataca a natureza do homem que foi criado homem e mulher.
Assim o indicou o Cardeal italiano de 82 anos de idade em uma entrevista concedida em 28 de junho ao jornal italiano IL Foglio e publicada em espanhol hoje na coluna de opinião do vaticanista Sandro Magister sob o título "O cardeal que se opõe ao tribunal supremo".
Magister faz uma introdução à entrevista e assinala que "para Camillo Ruini a sentença norte-americana contra o matrimônio só entre homem e mulher é uma ilusão que pretende negar a realidade. O futuro pertence a quem sabe defender o ser humano autêntico. As uniões civis entre homossexuais: um compromisso ‘inútil e prejudicial’".
O vaticanista recorda que Camillo Ruini, de 82 anos de idade foi secretário e presidente da CEI por mais de 20 anos e, além disso, foi Vigário dos PapasJoão Paulo II e Bento XVI para a diocese de Roma, em total 17 anos.
Na entrevista titulada "Casar-se como manda a natureza", o Cardeal se refere à polêmica decisão da Corte Suprema dos Estados Unidos a favor do "matrimônio" gay e afirma primeiro que "um aspecto muito relevante de nosso ser é o fato de que estamos estruturados segundo a diferença sexual, de homem e de mulher. Como sabemos bem, esta diferença não se limita aos órgãos sexuais, mas implica toda nossa realidade".
"Trata-se de uma diferença primitiva e evidente, que precede nossas decisões pessoais, nossa cultura e a educação que recebemos, embora todas estas coisas incidam muito, a sua vez, sobre nossos comportamentos. Por isso, a humanidade, desde suas origens, concebeu o matrimônio como um vínculo possível só entre um homem e uma mulher".
O Cardeal assinala deste modo que "nos últimos decênios se abriu caminho para uma posição diferente, segundo a qual a sexualidade deveria reconduzir-se a nossas eleições livres. Como dizia Simone de Beauvoir, ‘ou se nasce mulher, ou chega-se a sê-lo’. portanto, o matrimônio deveria estar aberto também a pessoas do mesmo sexo. É a teoria do ‘gênero’, agora já difundida a nível internacional, na cultura, nas leis e nas instituições".
"Trata-se, entretanto, de uma ilusão, embora seja compartilhada por muitos: nossa liberdade está, de fato, radicada na realidade de nosso ser e quando vai contra ela se converte em destrutiva, sobretudo de nós mesmos. Pensemos, concretamente, no que pode ser uma família na qual não haja já um pai, uma mãe ou em filhos que tenham um pai e uma mãe: as estruturas de base de nossa existência estariam transtornadas, com os efeitos destrutivos que podemos imaginar, mas não prever até o profundo".
Ao ser perguntado sobre se a aceitação do matrimônio de pessoas do mesmo sexo, permitiria chegar à "igualdade", o Cardeal Ruini é categórico: "esta é, certamente, a ilusão: apagar a natureza com nossa decisão pessoal ou coletiva. Por isso, é vã a esperança de encontrar um compromisso que satisfaça a todos introduzindo, por exemplo, junto ao matrimônio que continuaria estando reservado a pessoas de sexo distinto, as uniões civis reconhecidas legalmente, às quais poderiam acessar também os homossexuais".
"Por uma parte, estas uniões não satisfariam essa instância de absoluta liberdade e igualdade que está na base da reivindicação do matrimônio homossexual; por outra, seria uma cópia do matrimônio, inútil e prejudicial", prossegue.
O Cardeal explica que seria "inútil porque todos os direitos que se diz que querem tutelar poderiam estar perfeitamente tutelados –e em grande parte já o são– reconhecendo-os como direitos das pessoas e não dos casais" e "prejudicial porque um matrimônio deste tipo, com menores compromissos e obrigações, poria mais em crise o matrimônio autêntico, sem o qual uma sociedade não pode sustentar-se".
Sobre o modo de proceder da Igreja Católica neste tema, o Cardeal Ruini explicou que "a Igreja não pode não lutar pelo homem, como escreveu João Paulo II em sua primeira encíclica– ‘Neste caminho que conduz de Cristo ao homem a Igreja não pode ser detida por ninguém’– e como repetiu Bento XVI também no discurso à cúria romana para a felicitação do Natal de 2012: a Igreja deve defender os valores fundamentais constitutivos da existência humana com a máxima claridade".
"Não me parece que hoje a Igreja se mova com dificuldade. Se olhamos o caso da França, os bispos e os católicos, junto a muitos outros cidadãos, foram derrotados, ao menos por agora, a nível legislativo, mas demonstraram uma vitalidade e uma força cultural e social maior que seus adversários", assegurou.
O Cardeal disse também que "os católicos devem ser sempre mais conscientes do significado cultural e social de sua fé. Quando esta consciência se atenua, a fé se torna insípida e incide pouco não só no âmbito público, mas também na capacidade de atrair às pessoas e de guia-las para Cristo".

Impacto da JMJ no comércio do Rio será de 273,9 milhões de reais, segundo confederação carioca.


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou uma pesquisa sobre o impacto econômico da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 no comércio de varejo do Rio de Janeiro. A Jornada poderá injetar R$273,9 milhões no comércio carioca.
Os que devem faturar mais durante a Jornada são os hiper e supermercados, alcançando o valor de R$100,7 milhões (40,2%). Devem ter 36,1% de investimentoeconômico dos peregrinos, segmentos como: livrarias e papelarias; farmácias e perfumarias; venda de artigos de uso pessoal e doméstico; e lojas de móveis e eletrodomésticos. Ficando em segundo lugar de injeção de dinheiro.
Em terceiro lugar ganha o ramo de combustíveis e lubrificantes, com R$28,4 milhões. Vestuário e calçados chegará a R$26,4 milhões de faturamento.

A expectativa de faturamento do comércio varejista para o mês de julho era de um aumento de 4,5%, maior do que no ano passado. Por causa da Jornada Mundial da Juventude, é esperado um acréscimo de 2,6% no mês do evento, totalizando um aumento de 7% de injeção de dinheiro no setor, somente em julho.
Ainda não há dados de faturamento do setor de serviço porque os cálculos são feitos com base no estudo da pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa do Instituto no setor de serviço será publicada no dia 21 agosto.
“O Rio é uma cidade de prestação de serviço, se juntar os dois milhões de peregrinos, esse setor vai se beneficiar também. Sem dúvida nenhuma o impacto será muito positivo”, afirma Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

De acordo com o economista, após a Jornada, a pesquisa será feita para quatro tipos de serviços utilizados durante a JMJ: alojamento, alimentação, lazer e transporte.
A população da cidade vai crescer 12%, indicando que o resultado geral será positivo. Caso não houvesse feriado, o impacto seria ainda maior.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A consciência é o espaço onde escutamos a Deus, diz o Papa

Papa Francisco
VATICANO, 01 Jul. 13 / 09:41 am (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, frente aos milhares de fiéis congregados na Praça de São Pedro, o Papa Francisco sublinhou a importância de aprender a escutar a nossa consciência, pois é o espaço "da escuta de Deus".
O Santo Padre indicou que "devemos aprender a escutar mais a nossa consciência. Mas atenção! Isto não significa seguir o próprio "eu", fazer aquilo que me interessa, que me convém, que me agrada… Não é isto!".
"A consciência é o espaço interior da escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus; é o lugar interior da minha relação com Ele, que fala ao meu coração e me ajuda a discernir, a compreender o caminho que devo percorrer e, uma vez tomada a decisão, a seguir adiante, a permanecer fiel".
O Papa assinalou que "o Evangelho deste domingo mostra uma passagem muito importante na vida de Cristo: o momento no qual – como escreve São Lucas – ‘Jesus toma a firme decisão de colocar-se em caminho rumo a Jerusalém’. Jerusalém é a meta final, onde Jesus, em sua última Páscoa, deve morrer e ressuscitar, e assim cumprir a sua missão de salvação".
"Desde aquele momento, depois da ‘firme decisão’, Jesus fixa a meta, e também às pessoas que encontra e que pedem para segui-Lo, diz claramente quais são as condições: não ter uma moradia permanente; desapegar-se dos afetos humanos; não ceder à nostalgia do passado".
Entretanto, apontou o Santo Padre, "Jesus diz também aos seus discípulos, encarregados de precedê-lo no caminho rumo a Jerusalém para anunciarem a sua passagem, para não imporem nada: se não encontrarem disponibilidade de acolhê-Lo, que prossigam, sigam adiante. Jesus não impõe nunca, Jesus é humilde, Jesus convida. Se você quer, vem. A humildade de Jesus é assim: Ele convida sempre, não impõe".
Tudo isto nos faz pensar, disse o Papa, particularmente "na importância que, também para Jesus, teve a consciência: o escutar no seu coração a voz do Pai e segui-la".
"Jesus, na sua existência terrena, não era, por assim dizer, "telecomandado": era o Verbo encarnado, o Filho de Deus feito homem, e em certo ponto tomou a firme decisão de sair para Jerusalém pela última vez; uma decisão tomada na sua consciência, mas não sozinho: junto do Pai, em plena união com Ele!".
Jesus, indicou o Santo Padre, "decidiu em obediência ao Pai, em escuta profunda, íntima da sua vontade. E por isto a decisão era firme, porque tomada junto com o Pai. E no Pai Jesus encontrava a força e a luz para o seu caminho".
"E Jesus era livre, naquela decisão era livre. Jesus quer nós cristãos livres como Ele, com aquela liberdade que vem deste diálogo com o Pai, deste diálogo com Deus".
Francisco remarcou que "Jesus não quer cristãos egoístas, que seguem o próprio "eu", não falam com Deus; nem cristãos fracos, cristãos que não têm vontade, cristãos "telecomandados", incapazes de criatividade, que buscam sempre conectar-se com a vontade do outro e não são livres. Jesus nos quer livres!".
"E esta liberdade acontece onde? Acontece no diálogo com Deus na própria consciência. Se um cristão não sabe falar com Deus, não sabe sentir Deus na própria consciência, não é livre, não é livre".
Francisco assinalou que recentemente "tivemos um exemplo maravilhoso de como é esta relação com Deus na própria consciência, um recente exemplo maravilhoso. O Papa Bento XVI nos deu este grande exemplo".
"Quando? o Senhor o fez entender, na oração, qual era o passo que devia seguir. Seguiu, com grande senso de discernimento e coragem, a sua consciência, isso é, a vontade de Deus que falava ao seu coração. E este exemplo do nosso Padre faz tanto bem a todos nós, como um exemplo a seguir".
O Papa também recordou que "a Virgem, com grande simplicidade, escutava e meditava no íntimo de si mesma a Palavra de Deus e aquilo que aconteceu com Jesus. Seguiu o seu Filho com íntima convicção, com firme esperança".
"Que Maria nos ajude a transformar-nos cada vez mais em homens e mulheres de consciência, livres na consciência, porque é na consciência que se dá o diálogo com Deus; homens e mulheres capazes de escutar a voz de Deus e de segui-la com decisão, capazes de escutar a voz de Deus e de segui-la com decisão", concluiu.

Produtores de Bollywood se desculpam por filme que ofende os cristãos e retiram a cena

ROMA, 01 Jul. 13 / 09:56 am (ACI/EWTN Noticias).- Os produtores do filme Policegiri se desculparam com a comunidade cristã da Índia e anunciaram que retirarão do filme a cena em que uma atriz posa seminua com um terçopendurado no pescoço, e com a cruz caindo sobre seu ventre.
Os produtores TP Aggarwal e seu filho Rahul Aggarwal, desculparam-se e expressaram seu pesar por terem ferido os sentimentos dos cristãos no país. Além disso, asseguraram guardar um grande respeito por qualquer tipo de religião, e manifestaram seu desejo de não voltar a repetir um episódio destas características.
A protagonista da cena, a atriz e modelo Kavitta Verma, também apresentou suas desculpas oficiais à comunidade cristã na Índia.
Através de uma carta, disse que não pretendia ofender ninguém e se comprometeu a retirar da web todas as imagens que a retratam com o Terço, assinalando que compreende e respeita as preocupações expressas pela comunidade cristã.
"Cometi um erro e me comprometo a utilizar com máximo respeito os objetos religiosos no futuro", disse Verma conforme informou a agência Fides em 20 de junho.
As desculpas chegam depois de que a organização Catholic Secular Fórum (CSF) - que acolhe católicos e cristãos de diferentes confissões-, denunciasse os fatos e escrevesse aos produtores do filme e ao Conselho de censura para protestar contra as imagens que feriam seriamente sua sensibilidade.
A organização também pediu aos órgãos de controle e ao governo, que intervenham mediante a eliminação das cenas que resultam ofensivas contra a religião cristã.
Depois desta retificação, o diretor do CSF, Joseph Dias, assinalou que "os cristãos perdoam por sua fé, mas isso não significa que possam aceitar atos blasfemos ou blasfêmias contra a própria fé", e convidou os diretores e produtores de Bollywood a respeitar os símbolos de toda religião.

Primeira encíclica do Papa "Lumen Fidei" será apresentada no dia 5 de julho

VATICANO, 01 Jul. 13 / 12:46 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Escritório de Imprensa da Santa Sé anunciou hoje que a primeira encíclica do Papa Francisco, intitulada "Lumen Fidei" (Luz da Fé), será apresentada na próxima sexta-feira 5 de julho no Vaticano.
Este importante documento que o Santo Padre publica há quatro meses de sua eleição, será apresentado na Sala João Paulo II da Santa Sé.
O texto será apresentado pelo Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos; Dom Gerhard Ludwig Muller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé; e pelo Arcebispo Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.
No último dia 13 de junho o Santo Padre confirmou, em audiência com os membros do 13º Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, que terminaria a Encíclica sobre a fé que Bento XVI tinha começado a escrever.
Francisco lhes disse que recebeu de seu predecessor o rascunho da encíclica sobre a fé, "um documento forte, um grande trabalho".
A encíclica levará a assinatura do Papa Francisco.
Dias antes desse anúncio, o Bispo de Molfetta-Ruvo-Giovinazzo-Terlizzi (Itália), Dom Luigi Martella, assinalou que o Papa Francisco estava preparando a encíclica e outra mais sobre os pobres que poderia titular-se "Beati pauperes".
A primeira encíclica de Bento XVI "Deus caritas est" foi publicada em 25 de dezembro de 2005, oito meses depois de sua eleição; enquanto que a primeira encíclica de João Paulo II, "Redemptor Hominis", foi publicada em 4 de março de 1979, cinco meses depois de ser eleito.

EUA: Cristãos partem para evangelizar ” Profissionais do sexo” indo onde eles estão.


Dois ministérios cristãos se uniram na Califórnia para evangelizar homens e mulheres que trabalham em clubes de strip e convenções pornôs. As cidades de Pasadena e San Diego contam com o apoio dos grupos XXXChurch e Rock Church, respectivamente, que já começaram a ver os resultados desses trabalhos.
O Rock Church iniciou os trabalhos como uma sucursal do ministério JC’s Girls, que é coordenado por Sheri Brown. Os voluntários são treinados para entrar em todos os clubes de strip de San Diego e nas convenções pornográficas de Los Angeles para falar diretamente com as mulheres que trabalham nessa indústria.
Brown relata que muitas delas estão desesperadas em busca de amor e satisfação. “Apenas fazemos o que o Espírito Santo nos chama a fazer e permitimos que Ele faça o resto”, disse ela que lembrou que há trabalhos que só dão frutos positivos depois de quatro anos de evangelização.
“Mas todo o ministério não é para nós, é para Ele. Sabemos que Deus está sempre trabalhando nos bastidores e eu realmente acredito que Ele só nos permite ver uma pequena fração do que ele está realmente fazendo”.
A evangelização do JC’s Girls é feita com Bíblias cor-de-rosa e cópias da “Carta de Amor do Pai”. É com esse material que seis equipes do ministério saem fazendo evangelismo, mas apenas mulheres podem trabalhar neste ministério.
Os requisitos para ser uma voluntária do JC’s Girls são muitos, os principais deles é amar a Jesus e não ser uma ex-strip. “A tentação para as mulheres de voltar para os clubes pode ser muito forte, então nós realmente tentamos nosso melhor para usar discernimento e sabedoria, e nós oramos cuidadosamente sobre cada decisão”, disse Brown.
Já a XXXChurch atua na evangelização de homens e mulheres, seus voluntários só saem para o campo missionário depois de orar e buscar a Palavra de Deus. Na liderança desse ministério está Craig Gross que resume seu ministério dizendo que vai onde a maioria dos religiosos têm medo de ir.
“Nosso lema é: ‘você não pode culpar a escuridão por ser escura, você tem que culpar a luz por não iluminar a escuridão’. Nós desenvolvemos relacionamentos, mostramos amor, e aparecemos no mundo deles e não esperamos que venham para o nosso mundo. Não pedimos por nada. Servimos e mostramos a eles que cuidamos.”
Craig afirma que os voluntários são ministrados e aconselhados antes de saírem para o campo e fala sobre o trabalho da XXXChurch que começou a se expandir para diversos países do mundo. Eles evangelizam em bordéis, clubes de strip-tease, prostituição de rua e outros locais.
Fonte: The Christian Post.

Vídeo: vice-presidente queniano rejeita fortemente Obama sobre "casamento" gay: "Cremos em Deus '


    Maili KUMI, Quênia, 01 de julho de 2013 ( LifeSiteNews.com ) - Um segundo presidente Africano tem rejeitado do presidente Barack Obama a promoção da homossexualidade nas relações exteriores durante o seu $ 100.000.000 turnê do continente.
    Obama disse que respeita "a opinião das pessoas pessoais e sua fé religiosa, etc", mas "quando se trata de como o Estado trata as pessoas, como a lei trata as pessoas", ele acredita que a igualdade da homossexualidade e da família tradicional é "um princípio que eu acho que se aplica universalmente. "
    Vice-presidente do Quênia, William Ruto reagiu durante a missa dominical que o Quênia está comprometido com a família como ensinado pelas Escrituras.
    "Aqueles que acreditam em outras coisas, que é o seu negócio", disse Ruto a Igreja Católica de São Gabriel em Maili Kumi. "Nós acreditamos em Deus."
    "Esta nação, a nação do Quênia", disse ele, é "soberano e temente a Deus."
    A repreensão veio como Obama anunciou Quênia e outros cinco países africanos receberiam 7.000.000.000 dólares para fornecer eletricidade. Parte do Quênia inclui US $ 70 milhões para Harith Partners Gerais para fornecer energia eólica.
    "America fez uma tremenda contribuição para o Quênia bem-estar e estamos muito gratos e como governo, estamos prontos para receber qualquer ajuda de América que vai melhorar a vida de nosso povo", declarou Ruto. "Mas, para essas outras coisas que ouvimos, é da nossa conta, uma vez que vai contra os nossos costumes e tradições."
    Presidente Obama provocou um choque com o presidente do Senegal , Macky Sall, com comentários pró-homossexuais que ele fez no primeiro dia de sua viagem. Presidente Sall respondeu que seu país "não é homofóbico", é "muito tolerante", e não pratica a pena de morte.

    No dia anterior, o Supremo Tribunal Federal havia derrubado DOMA e pavimentou o caminho para "casamento" homossexual para retomar na Califórnia por derrubar uma eleição estadual. O presidente Obama saudou as decisões como uma "vitória da democracia americana", e telefonou pessoalmente os autores nos casos de Air Force One quando ele e sua família estavam  em rota para a África.
    Sua filha, Sasha, carregava uma sacola estampada com o símbolo do arco-íris homossexual para declarar seu apoio silencioso.
    A homossexualidade continua a ser proibido na África, com 90 por cento dos quenianos e 96 por cento dos cidadãos senegaleses dizendo que a ação é imoralA decisão do presidente para colocar a promoção e normalização da homossexualidade como a pedra angular da sua política externa tem atraído duras críticas em todo o mundo, com os críticos chamando-o de uma forma de imperialismo cultural.
    Isso pode contribuir para diminuir a popularidade do presidente na África. Presidente Obama visitou o Senegal, África do Sul e Tanzânia. Uma pesquisa Gallup divulgado na véspera de sua viagem mostra a liderança dos EUA tem um menor índice de aprovação nessas nações do que quando Obama entrou no escritório .

    Canção Nova, censura velha.

    This is somewhat embarrassing, isn’t it?

    O blog do Tiba, membro da comunidade Canção Nova, publicou, no último dia 28, uma matéria tecendo duras críticas ao antigo queridinho da comunidade, Gabriel Chalita — reciclado há poucos dias pela Rede Vida. O original deveria estar aqui, mas, sabe-se lá o porquê, foi retirado do ar! Com a ditatorial inserção do conteúdo no index da Canção Nova, temos que recorrer ao cache do Google (imagem abaixo).
    Como não se lembrar da censura, com a vergonhosa cumplicidade do Santo Ofício de Cachoeira Paulista, e posterior reprimenda do Sumo Patife soberano administrador Eto ao Padre José Augusto?
    Hoje, o link para o post no blog do Tiba traz apenas a mensagem padrão, mas não menos irônica, doWordPress para páginas não encontradas: This is somewhat embarrassing, isn’t it? Isso é um tanto desagradável, não?
    Tiba

    sábado, 29 de junho de 2013

    Obama e a política da "igualdade"

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    Peter Souza

    Como todo mundo certamente sabe, "igualdade" é a chave ideológica das políticas internas do presidenteObama. Que todas as pessoas sejam iguais, diz o presidente, é a "mais evidente das verdades". Não importa se isso é verdade ou não, pois, se você expressar qualquer reserva sobre a igualdade nos dias de hoje, certamente correrá riscos pessoais.

    Seja como for, o significado de igualdade está irremediavelmente obscuro pela ausência de especificidades. Seu esclarecimento exige a resposta a uma pergunta anterior: iguais em relação a quê? Peso? Altura? Inteligência? Isso não parece ser o que o presidente tem em mente.

    Pelo contrário, quando Obama fala de igualdade, ele parece estar falando sobre favores a determinados indivíduos e grupos que gostam dele e de sua administração; feministas e gays vêm imediatamente à mente como principais membros deste grupo privilegiado.

    Assim, temos as políticas de administração, como mulheres em combate e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em que o inconveniente fato das diferenças significativas é deixado de lado, enquanto as pessoas que levantam objeções racionais com base no interesse público são etiquetadas como inimigas da igualdade e, muito provavelmente, irracionais.

    Nos exemplos citados, os tipos de igualdade envolvidos atendem pelo nome de "igualdade de gênero". Aqui, é claro, devem ser feitas algumas distinções. Normalmente, isso não ocorre.

    Mulheres, homossexuais e homens heterossexuais são realmente iguais em relação a algumas coisas. Mas em tudo? No começo de qualquer lista séria de verdades evidentes está a verdade da complementaridade sexual, e suas reivindicações também devem ser atendidas.

    Classificar os requisitos concorrentes de igualdade e complementaridade é uma tarefa política que exige o exercício de virtudes como justiça, solidariedade e, especialmente, prudência. Infelizmente, isso é algo que a féideológica unidimensional na igualdade não se dará ao trabalho de fazer.

    Nos tempos modernos, eventos públicos dolorosos têm mostrado repetidamente que a ideologia política pode ser algo muito perigoso. Ideólogos, sejam eles fundamentalistas islâmicos ou velhos marxistas, comumente nutrem visões de uma espécie de paraíso na terra e, se forem suficientemente fanáticos, farão coisas profundamente perturbadoras, a fim de tornar a sua visão real. Barack Obama não é nenhum fanático, mas é um ideólogo da igualdade com um viés fortemente secular e preocupante.

    Mandato HHS, dos contraceptivos, é um caso que merece ser mencionado. É a proposta de regulamento que emana do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, em implementação do Obamacare, que originalmente teria exigido (e de fato pode fazê-lo até o momento) que um grande número de planos de saúde de instituições vinculadas à Igreja proporcionem aos seus clientes a cobertura para a compra de anticoncepcionais, abortivos e realização de cirurgias de esterilização.

    Perdoem uma digressão, mas observem estas palavras: contraceptivos, medicamentos abortivos e esterilização. O truque frequentemente utilizado pelos defensores do mandato é mencionar apenas "contracepção", silenciando os abortivos e as esterilizações.

    Em todo caso, a secretário do HHS, Kathleen Sebelius, disse a uma plateia de Harvard no início deste mês que, a partir de 1º de agosto, "todos os funcionários que não trabalham diretamente para uma igreja ou uma diocese serão incluídos". Isso continua sendo visto.

    Mas, como estão as coisas, e deixando de lado aspectos técnicos, os empregadores religiosos estão se tornando peças de uma grande máquina de fornecimento de cobertura universal para a contracepção (e outras coisas), em nome da igualdade.

    Se isso acontecer, certamente em breve incluirão o aborto em qualquer fase da gravidez dentro do pacote. Afinal, a ideologia da igualdade exige isso.

    Suprema Corte dos EUA não poderá modificar a antropologia do homem

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    O reconhecimento da igualdade entre o casamento gay e o casamento formado pela união entre um homem e uma mulher, decidido esta semana pela Suprema Corte dos Estados Unidos, é uma notícia que afeta o fundamento da família no mundo inteiro, dada a importância e a difusão mundial da decisão americana.
     
    família (paternidade e maternidade) não pode ter como membros duas pessoas do mesmo sexo. A família é uma comunidade de amor aberta à procriação. As pessoas do mesmo sexo poderão se amar, mas nunca poderão procriar – daí que a paternidade e a maternidade nunca existirão neste contexto, do ponto de vista natural.
     
    O problema, ou melhor, a miragem que está sendo criada no mundo é que, com base em leis positivas aprovadas pelos diversos parlamentos e por meio de sentenças, acabamos acreditando que modificaremos a antropologia humana, alterando a genética humana, a substância do amor e a própria procriação.
     
    O século 21 mudou as leis da família, de maneira que qualquer união entre pessoas do mesmo sexo pode ser considerada "família", e qualquer família, e qualquer mulher pode destruir, apoiada na lei, o filho que carrega no corpo, abrindo horizontes às adolescentes, que podem agir sem autorização dos seus pais, comprando a pílula do dia seguinte.
     
    Isso é considerado "triunfo da civilização", "progresso espetacular" no "reconhecimento dos direitos civis", e até as instituições de saúde pública disponibilizam cirurgias gratuitas de mudança de sexo às pessoas que desejam fazê-lo.
     
    No caso da Espanha, como de muitos outros países, não foi a "Espanha Católica" que aprovou  as leis, mas um governo que tinha a obsessão de eliminar a religião da sociedade, com a imposição de um materialismo prático que facilitasse a existência de uma sociedade sem Deus, que ficaria cada vez mais isolado para aqueles cidadãos, reduto de outras épocas já superadas pela história.
     
    Isso é como a aplicação nietzschiana da "morte de Deus": se Deus morreu, já resolvemos um enorme obstáculo para que o homem chegue à felicidade e à liberdade.
     
    Mas o governo de Zapatero, como muitos outros, tão sectário nos temas religiosos (como é possível que tenha organizado uma "Aliança das Civilizações", ao mesmo tempo em que negava e lutava contra a civilização mais importante, a religiosa?), atolou-se no mau governo e no desastre das medidas econômicas adotadas, até o ponto de ser aconselhado a sair, se não quisesse ver a Espanha no nível em que hoje se encontra a Grécia.
     
    Nem Zapatero – um triste presidente do governo espanhol – nem a Suprema Corte dos Estados Unidosconseguirão, por meio de leis ou outros dispositivos, mudar a constituição da família formada por um homem e por uma mulher.
     
    A antropologia não depende de leis positivas, nem de mutações químicas, mas da lei natural, ou seja, da vontade de quem criou o homem e a mulher: Deus. Talvez construamos outra Torre de Babel, mas, assim como a primeira, o homem nunca chegará a desafiar Deus e acabará destruindo a si mesmo.
     
    As leis não podem ser aplicadas somente sobre a base de uma situação de fato, como no caso da homossexualidade, que sempre existiu no mundo, mas devem servir o ser humano naquilo que o ser humano (homem e mulher) é em seu próprio ser, em sua própria missão e desenvolvimento no mundo.
    Fonte: http://www.aleteia.org

    A estratégia de legalizar o casamento gay pela via judicial

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    CC ALL

    Desde o início do século 21, provavelmente não houve tema mais debatido que o casamento gay. Multidões a favor e contra invadiram as ruas da França, Espanha, Estados Unidos, ainda que, na verdade, o fenômeno continua sendo minoritário. Observemos que, de 192 países na ONU, somente 15 (além do México e alguns estados dos EUA) regulamentaram o tema.

    Uma característica juridicamente interessante é que, de uma maneira ou de outra, sua regulamentação acaba nos tribunais de justiça do nível mais alto, produzindo-se uma peculiar judicialização da sua existência. Os EUA não foram exceção.

    Por um lado, dentre os Estados que admitiram o casamento gay, quase todos o fizeram por meio de decisões judiciais, não por lei votada em parlamentos. Ao contrário, os mais de 40 Estados que o proibiram fizeram-no por meio de leis.

    O fenômeno não havia entrado na via federal até que a Suprema Corte dos EUA se pronunciou simultaneamente sobre duas questões. A primeira, sobre a constitucionalidade da Lei Clinton (DOMA), que, no âmbito federal, entendia como único casamento "o de um homem com uma mulher", privando de diversos efeitos as uniões entre pessoas do mesmo sexo. A segunda é a ação movida por quatro californianos sobre a proibição, por referendo, do casamento gay.

    O problema chave na sentença contra a DOMA (cuja protagonista é uma viúva de 83 anos) foi a colisão entre o poder federal e o poder estatal. Para a Suprema Corte, a Lei Clinton é inconstitucional na medida em que regula, a partir do poder federal, o que corresponde aos Estados.

    O efeito imediato será que as DOMA incorporadas aos Estados que, por esta via, proibiram o casamento gay, começarão a ser objeto de ações que chegarão à Suprema Corte por um efeito dominó.

    Na segunda sentença, a relacionada ao referendo californiano, a questão é mais complexa: decidir se os partidários da famosa Proposição 8 (o referendo que elevava a definição de casamento como união heterossexual ao nível constitucional) poderiam continuar litigando no âmbito federal contra as decisões que, previamente, haviam declarado tal Proposição como inconstitucional.

    A reposta da Suprema Corte foi negativa, devido a que as próprias autoridades do Estado da Califórnia haviam desistido de seguir adiante – junto aos partidários particulares – na defesa da Proposição.

    A polêmica também se tornou um ingrediente do problema decidido no interior da Suprema Corte. As decisões foram tomadas pela estreita margem de 5 a 4, sendo peça-chave o magistrado Kennedy, o "homem pêndulo", uma espécie de "Hamlet" judicial que muda de posição constantemente, em função de suas próprias dúvidas.

    Na primeira sentença, ele votou com os liberais e, na segunda, com alguns conservadores aliados a dois liberais. Assim, na verdade, a primeira sentença – a mais importante das duas – foi decidida por uma única pessoa. A Lei Clinton foi aprovada pelos representantes políticos de milhões de cidadãos.

    As decisões da Suprema Corte confirmam a citada judicialização do casamento gay. A decisão de cinco magistrados prevaleceu sobre as decisões parlamentares. Mais uma vez, demonstra-se que um organismo tão pequeno (a Suprema Corte) nunca teve tanto poder na vida norte-americana.

    Nove togas pretas em seu templo de mármore de Vermont (a sede da Suprema Corte) continuam sendo pessoas finitas com um poder quase infinito.

    A polêmica que acompanhará estas sentenças são um reflexo das dúvidas do mundo inteiro sobre a mudança de natureza do casamento, por meio de um número limitado de pessoas frente aos usos e o direito sustentados por toda uma civilização.

    Pais fiquem atentos! Disney adere à cultura gay?

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    AFP PHOTO / TIMOTHY A. CLARY


    A eterna produtora familiar e entretenimento Disney muda de gênero e, pela primeira vez, incluirá um casal de lésbicas em uma das suas séries. O fato ocorrerá em um capítulo televisivo da "Boa sorte, Charlie!", que começará a rodar em breve e em cuja história aparece um menino com duas mães em uma festa para bebês.

    O capítulo irá ao ar, segundo a produtora, em seu canal Disney Channel. Argumentam que esta temática polêmica será abordada depois de terem consultado especialistas em educação e responsáveis de organizações gays.

    Apesar de tentarem apresentar a questão com cautela, porque nenhum homossexual havia aparecido antes em seus produtos audiovisuais, a companhia decidiu adotar uma posição contrária à concepção tradicional de casamento e família – o que era um dos seus sinais distintivos desde que foi criada pelo gênio da animação, Walt Disney.

    O primeiro indício de mudança no gigante dos produtos audiovisuais (familiares?) foi dado há pouco mais de um ano pela PIxar, propriedade da Disney, quando seus responsáveis pediram respeito e compreensão diante de outras opções sexuais. Até aí, tudo bem.

    Mas o que vemos agora no horizonte é que os filmes da Disney já não serão como antes e exigirão um maior compromisso dos pais de acompanhar seus filhos na tarefa educativa, cada vez mais complicada no atual contexto relativista, mas, ao mesmo tempo, mais apaixonante, porque despertará em todos uma maior inteligência para transmitir e dar razões da própria fé.

    São muitos os que aplaudem publicamente o gesto de "abertura" da Disney ao mundo gay. Inclusive alertam contra possíveis pressões da Igreja para interromper o experimento audiovisual. Sublinham, assim, seu amor paradoxal pela liberdade, ou melhor, um tipo de liberdade progressista, que não deve ser contestada.

    Apoiando esta abordagem, encontra-se o lobby gay, ao qual a Disney recorreu para ser assessorada, e que leva a produtora a afirmar: "Como toda a programação do Disney Channel, esta abordagem foi desenvolvida para ser relevante às crianças e famílias do mundo inteiro, e para refletir temas de diversidade e inclusão".

    A companhia de Mickey Mouse ainda não revelou quem serão as atrizes que interpretarão as integrantes do seu primeiro casal gay no seriado. Mas algumas celebridades já começaram a expressar seu apoio à ideia.

    É o caso de Miley Cyrus, que durante muitos anos foi uma das estrelas do canal, como Hannah Montana, afirmando: "Dou os parabéns à Disney por dar este passo, à luz desta geração. Eles controlam muito do que as crianças pensam! A vida não é feita somente de sets brilhantes e crianças que se tornam celebridades. Isso é inspirador!".

    Até agora, assistir a um filme da Disney significava relaxar e desfrutar em família diante da tela. Desde os primeiros momentos de recriação de contos, como "Branca de Neve e os sete anões", "O livro da selva" e "Cinderela", até chegar aos projetos mais recentes, como "O rei leão", "Ratatouille", "Toy story", "Os incríveis" e "Procurando Nemo", entre outros, sempre ressaltaram valores como a amizade, o sacrifício, a generosidade e muitos outros, que favoreciam a educação de pequenos e grandes.

    A partir de agora, já não será assim. Os pais deverão monitorar mais o que seus filhos veem, porque a marcaDisney poderá não garantir muitos dos valores com os quais antes se identificava.

    Disney já não é mais sinônimo de family friendly.
    Fonte: http://www.aleteia.org

    Ex-líder gay se converte a Jesus e deixa homossexualismo



    29.06.2013- Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”. Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.
    Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.
    Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.
    Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.
    “A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.
    “Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.
    Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.
    Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.
    “Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.
    Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.
    “Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”
    A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.
    “Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.
    Veja informação, em inglês, Aqui (http://www.wnd.com/2009/10/112247/)
    Michael Glatze, ex-ativista gay para a juventude: (narrativa em carta)
    “O homossexualismo conquistou-me facilmente, porque eu já estava fraco.
    Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai, quando eu tinha 13. Ainda jovem, já me encontrava confuso sobre quem eu era e como me sentia em relação aos outros.
    Minha confusão sobre “desejo” e o fato de notar em mim uma “atração” por garotos, fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14 anos. Aos 20, declarei-me gay para todos ao meu redor.
    Aos 22, tornei-me editor da primeira revista direcionada ao público jovem gay masculino. No conteúdo fotográfico desta revista o que havia era pornografia, mas percebi que eu poderia utilizá-la como uma plataforma para coisas maiores e melhores.
    Como esperado, a Young Gay America (revista) apareceu. Ela procurava preencher a lacuna criada pela outra revista para a qual eu havia trabalhado – isto é, algo não tão pornográfico, direcionado ao público jovem gay americano. A Young Gay America decolou.
    O público gay respondeu entusiasticamente à revista. Ela recebeu prêmios, reconhecimento, respeito e muitas honras, incluindo o prêmio Modelo do Ano, da grande organização gay Fórum da Igualdade – que foi concedido ao primeiro ministro canadense Jean Chritien um ano mais tarde – além de um grande número de citações na mídia, desde a PBS até o Seattle Time, da MSNBC, à capa da Time magazine.
    Produzi, com a ajuda das afiliadas à PBS e do Fórum da Igualdade, o primeiro grande documentário a abordar o suicídio de jovens gays, “Jim in Bold”, que rodou por todo o mundo e recebeu prêmios como melhor filme em diversos festivais.
    A Young Gay America criou uma exibição fotográfica com diversas fotos e depoimentos de jovens gays de diversos locais do continente norte americano, que viajou pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.
    A Young Gay America lançou a YGA Magazine em 2004, para fingir proporcionar uma “contrapartida virtuosa” às demais revistas direcionadas à juventude gay. Eu digo “fingir” porque a verdade é que a YGA era tão prejudicial quanto qualquer outra, apenas não tão massivamente pornográfica, por isso mais “respeitável”.
    Eu levei quase 16 anos para descobrir que o homossexualismo por si mesmo não é exatamente “virtuoso”. Foi difícil clarear meus sentimentos sobre este assunto, dado que a minha vida estava tão atrelada a ele.
    O homossexualismo, dirigido às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Ele destrói as mentes impressionáveis e confunde o desenvolvimento de sua sexualidade. Eu não havia percebido isso até meus 30 anos de idade
    A YGA Magazine teve sua primeira edição esgotada em diversas cidades americanas. Houve um suporte extremo, de todos os lados, para a YGA: escolas, grupos de pais, livrarias, associações governamentais, todos pareciam querê-la. Ela acertou em cheio no espírito atual de “aceitação e promoção” do homossexualismo e eu fui considerado um líder. Fui convidado a palestrar no prestigioso Fórum JFK Jr. da Escola Kennedy de Governo, em Harvard, em 2005.
    Foi então, depois de ver minhas palavras gravadas em um vídeo durante aquela “performance”, que eu comecei, seriamente, a questionar o que eu estava fazendo com minha vida e minha influência.
    Como eu não conhecesse ninguém para quem pudesse apresentar meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um crescente relacionamento com Ele, graças a uma crise debilitante de cólicas intestinais causada por comportamentos que acabaram prejudicando meu estômago
    Logo eu comecei a entender coisas que jamais imaginaria que pudessem ser reais, tais como o fato de estar liderando um movimento de pecado e corrupção – que não deve soar como se minha descoberta tenha sido baseada em dogma, porque decididamente, não foi. Eu cheguei às conclusões sozinho.
    Tornou-se claro para mim, conforme eu REALMENTE PENSAVA SOBRE ISSO – e realmente rezava – que o homossexualismo nos impede de encontrar nosso próprio eu interior. Não podemos enxergar a verdade quando estamos cegados pelo homossexualismo.
    Nós acreditamos, sob a influência do homossexualismo, que a luxúria não é somente aceitável, mas uma virtude. Porém, não existe um “desejo” homossexual desvinculado da luxúria.
    Em negação a este fato, eu havia lutado para apagar essa verdade a todo o custo e participado em diversos meios para tirar das mãos humanas a responsabilidade de lutar contra as tentações da luxúria e outros comportamentos desregrados. Eu estava certo – graças à cultura e aos líderes mundiais – de que estava fazendo a coisa certa.
    Guiado pela busca da verdade, porque nada estava bem, olhei para o interior. Jesus Cristo repetidamente nos adverte para não confiarmos em ninguém a não ser nEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus reside no coração e na mente de cada homem.
    O que eu descobri – o que eu aprendi – sobre a homossexualidade foi surpreendente: o modo como eu “descobri” meus desejos homossexuais no tempo da escola, foi notando que eu olhava para outros rapazes. O modo como me curei - quando ficou claro que eu deveria fazê-lo ou me arriscaria a machucar mais pessoas – foi prestando atenção a mim mesmo.
    Toda vez que eu era tentado à luxúria, eu percebia, reconhecia e lidava com isso. Chamava pelo nome certo e depois apenas deixava que desaparecesse sozinha. Uma diferença enorme e vital existe entre uma admiração superficial – de você mesmo e dos outros – e uma admiração integral. Quando amamos a nós mesmos integralmente, não necessitamos de mais nada que venha do mundo “exterior” do desejo lascivo, do reconhecimento dos outros ou da satisfação física.
    O homossexualismo evita um maior aprofundamento por causa da superficialidade e das atrações inspiradas pela luxúria – pelo menos enquanto ele permanecer “aceito” pela lei. Como resultado, inúmeras pessoas perdem-se de seu eu mais verdadeiro, seu Cristo interior dado por Deus.
    O homossexualismo, para mim, começou na idade dos 13 anos e terminou – uma vez que eu me fechei às influências exteriores e me foquei intensamente na verdade interior – aos 30 anos, quando descobri as profundezas do meu eu dado por Deus.
    Deus é tido como um inimigo por muitos no movimento homossexual porque Ele os relembra daquilo que verdadeiramente deveriam ser. As pessoas nesta situação preferem permanecer “tranquilamente ignorantes”, silenciando a verdade àqueles que se atrevem a proclamá-la, através da oposição, condenação e nomeando-os como “racistas”, “insensíveis”, “maus” e “preconceituosos”.
    Curar-se das feridas causadas pelo homossexualismo não é fácil – obviamente há pouco suporte. O apoio que resta é ridicularizado, silenciado pela retórica ou tornado ilegal pela manipulação das leis. Eu tive que ir discernindo entre minha própria vergonha e as vozes de desaprovação de todos aqueles que eu conhecia, para conseguir curar-me. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas considerem que a conversão esteja totalmente fora de cogitação e muito menos se ela funciona ou não.
    Na minha experiência, livrar-me da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bonita e maravilhosa que eu jamais havia experimentado em toda a minha vida.
    A luxúria nos toma de nosso próprios corpos, fazendo com que nossa psique fique atrelada à forma física de outra pessoa. É por isso que o sexo homossexual – e todas as outras práticas sexuais baseadas na luxúria – nunca é satisfatório: é um processo neurótico ao invés de natural, normal. Normal é normal – e tem sido chamado desta forma por uma razão.
    Anormal significa “aquilo que nos machuca, fere o normal”. O homossexualismo nos tira de nosso estado normal, de estarmos perfeitamente unidos em todas as coisas e nos divide, fazendo com que sempre desejemos um objeto físico externo o qual não podemos nunca possuir. As pessoas homossexuais – assim como todas as pessoas – anseiam pelo mítico amor verdadeiro, que realmente existe. O problema do homossexualismo é que o verdadeiro amor somente aparece quando não temos nada impedindo-o de brilhar a partir do nosso interior. Não podemos ser totalmente nós mesmos quando nossas mentes estão presas em um ciclo e mentalidade de grupo que sancionam, protegem e celebram a luxúria.
    Deus veio até mim quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e chateado. Ele me disse – através da oração – que não havia nada que eu devesse temer e que eu estava em casa: o que eu precisava era apenas fazer uma faxina na minha mente.
    Eu creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Eu acredito que seja por isso que o cristianismo assusta tanto as pessoas. Ele as lembra de suas próprias consciências, que todos nós possuímos.
    A consciência nos diz o que é certo e errado e é um guia através do qual podemos crescer e nos tornarmos seres humanos mais fortes e mais livres. Libertar-se do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que deve ser feita é livrar-se das mentalidades que dividem e conquistam a humanidade.
    A verdade sobre o sexo pode ser encontrada se todos aceitarmos que nossa cultura apóia comportamentos que ferem a vida. A culpa não pode ser uma razão para evitarem-se as questões difíceis.
    O homossexualismo tirou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira e outra, perpetuadas através da mídia nacional, tendo como alvo as crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que livros infantis gays estão sendo distribuídos nas escolas e exigidos como leitura obrigatória.
    A Polônia, um pais tão acostumado com a destruição de seu povo por influências externas, está tentando bravamente impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com propaganda homossexual. Em resposta, a UE tem chamado o primeiro ministro polonês de “repulsivo”.
    Eu fui repulsivo por muito tempo; e ainda estou lidando com toda a minha culpa. Como um líder do movimento pelos “direitos homossexuais”, por diversas vezes eu me dirigi ao público. Se eu pudesse voltar atrás em muito do que disse, eu o faria. Agora eu sei que a homossexualidade é luxúria e pornografia unidas uma a outra. Jamais deixarei alguém tentar convencer-me do contrário, não importa quão habilidosas sejam suas palavras ou quão tristes suas histórias. Eu vi. Eu conheço a verdade.
    Deus nos deu a verdade por uma razão. Ela existe para que possamos ser nós mesmos. Ela existe para que possamos compartilhar este perfeito eu com o mundo, para fazer o mundo perfeito. Não se tratam de esquemas sofisticados ou de ideais estranhos – trata-se da Verdade.
    Curar-se dos pecados do mundo não acontecerá em um instante, mas acontecerá sim – se não impedirmos pelo orgulho. No final, Deus vence, caso você não saiba."
    Fontes: How a 'gay rights' leader became straight. WorldNetDail
                 http://arquidiocesedecampogrande.org.br/arq/noticias/artigos/1369-carta-de-um-ex-ativista-gay.html 
    Homossexualismo – Pecado intolerável aos próprios demônios
    Palavras de Deus Nosso Senhor dirigidas a Santa Catarina de Sena, Sua confidente:
    “Filha querida, ao participar da Eucaristia, exijo de vós e dos sacerdotes toda a pureza que é possível nesta vida… sobretudo dos ministros. Mas eles fazem exatamente o contrário. Estão inteiramente imundos. E o pior que é que não se trata apenas daquela fraqueza natural que a razão pode dominar quando à-vontade o quer. Esses infelizes, não somente não refreiam tal tendência, mas fazem algo de muito pior e caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem… Esse pecado, aliás, não desagrada somente a Mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas da concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido”.
    Fonte: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/06/homossexualismo-pecado-intoleravel-aos.html