domingo, 20 de janeiro de 2013

Lista dos lideres de seitas mais ricos do Brasil, Edir Macedo lidera


revista Forbes realizou uma pesquisa e listou os cinco pastores mais ricos do Brasil se baseando em dados do Ministério Público Federal, da União e da Polícia Federal.
A publicação diz que a fé é algo “altamente lucrativo” que tornou alguns dos líderes multimilionários. A lista com os pastores mais ricos não surpreende se falarmos também dos televangelistas mais conhecidos do país, homens que investem em meios de comunicação comprando emissoras de TV ou até mesmo alugando diversos horários em outras emissoras.
Pela lista da Forbes o pastor mais rico do Brasil é o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. O patrimônio dele estaria estimado em US$ 950 milhões (em dólares) e há uma observação na revista americana dizendo que o governo brasileiro acredita que este montante seja ainda maior.
Em segundo lugar está o apóstolo Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, que depois de se desligar da IURD conseguiu acumular US$220 milhões em patrimônios.
O pastor Silas Malafaia aparece em terceiro lugar com US$ 150 milhões, a revista cita que o presidente da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo é o mais sincero entre os pastores e que sempre está envolvido com polêmicas relacionadas a comunidade gay.
O missionário R. R. Soares aparece em quarto lugar, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus ele é o televangelista mais conhecido do país e seu patrimônio chega em US$ 125 milhões.
Em último lugar aparece o casal Estevam e Sonia Hernandes, fundadores da Igreja Renascer. A Forbes afirma que o patrimônio deles é de US$ 65 milhões citando também os problemas judiciais que eles tiveram nos Estados Unidos em 2007 quanto tentaram entrar no país com 56.000 dólares não declarados.
A publicação americana entrou em contato com todos os líderes listados para confirmar os valores e não teve retorno por parte da assessoria dos brasileiros.

Myrian Rios faz lei em prol dos “bons costumes” e recebe críticas

 
Myrian Rios faz lei em prol dos “bons costumes” e recebe críticasMyrian Rios
“A sociedade de uma maneira geral vem cada dia mais se desvencilhando dos valores morais, sociais, éticos e espirituais. Valores esses que são de extrema importância para que nossa sociedade caminhe para o crescimento”. Esse é o argumento usado pela deputada do PSD carioca e ex-atriz Myrian Rios para a aprovação do “Programa de resgate de valores morais, sociais, éticos e espirituais”.
Atualmente, a parlamentar se intitula missionária da renovação carismática católica. Dois anos atrás, ela conseguiu que fossem destinados R$ 5 milhões à Jornada Mundial da Juventude. O evento católico que ocorre no Rio de Janeiro este ano e deve ter a participação do papa.
O projeto de lei Nº 573, de 9 de junho de 2011, de autoria de Myrian Rios, foi sancionado somente nesta quinta (17) pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
O texto é um tanto vago e diz que “O Programa deverá envolver diretamente a comunidade escolar, a família, lideranças comunitárias, empresas públicas e privadas, meios de comunicação, autoridades locais e estaduais e as organizações não governamentais e comunidades religiosas, por meio de atividades culturais, esportivas, literárias, mídia, entre outras, que visem a reflexão sobre a necessidade da revisão sobre os valores morais, sociais, éticos e espirituais”
Ela ressalta que o programa contribuirá para “uma convivência saudável entre pessoas, estabelecendo relações de confiança e respeito mútuo, alicerçada em valores éticos, morais, sociais, afetivos e espirituais, como instrumento capaz de prevenir e combater diversas formas de violência”.  Porém, não especifica valores nem de onde sairão os fundos para sua execução, o que pode torná-la apenas mais uma lei que nunca saiu do papel.
Nas redes sociais a repercussão não foi boa. No Twitter e no Facebook, vários eleitores do Rio de Janeiro começaram uma espécie de campanha contra a deputada. O motivo é ela ter feito na década de 1970 ensaios nus para revistas masculinas.
Portanto, ela foi chamada de “hipócrita” e “retrógrada”. Alguns lembraram a polêmica das declarações da deputada em 2012, consideradas homofóbicas.  A maioria fez críticas sobre os problemas que o Estado enfrenta e que os deputados não procuram fazer leis para resolver.  As informações são do Terra.

Cão vai todos os dias à igreja em que sua dona foi velada esperando que ela volte.


Esta história ocorre na Itália.
O pastor alemão Ciccio, de 12 anos, é grande conhecido de todos na  Igreja de Santa Maria Assunta, na vila de San Donaci. Ele vai todos os dias à missa, mesmo que sua dona já tenha falecido há dois meses.
Maria Lochi, a dona, era conhecida por todos na comunidade por seu amor a cães e gatos. E ela levava Ciccio todos os dias à missa quando viva. O funeral dela foi na mesma igreja.
“Ele está aqui todas as vezes que eu celebro a missa e é muito comportado – não faz um barulho. Não ouvi nenhum latido dele em todo esse tempo. Deixo ele ficar aqui e nenhum dos fiéis nunca reclamou”, diz o padre Donato Panna ao Daily Mail.
Fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/32816 

Religiosa de 105 anos e 86 deles na clausura: Sou feliz


Irmã Teresita. Foto: Jornal ABC
MADRI, 18 Jan. 13 / 09:04 am (ACI/EWTN Noticias).- Irmã Teresita, uma religiosa cisterciense espanhola de 105 anos, que vive no Mosteiro de Buenafuente, na comunidade autônoma de Castilla-La Mancha, assegurou que no claustro "não se pode ficar entediada, por que se não você termina mal" e que "como poderia estar aqui 86 anos sem ser feliz?".
Em uma entrevista Telefônica com o jornal espanhol Correo, a religiosa, batizada como Valeriana Barajuen González de Zarate, em 16 de setembro de 1903, assegurou que "a vocação é uma coisa muito grande e a perseverança não é menos", embora tenha lamentado que muitas vezes "a vida de conforto prevalece sobre o 'chamado’".
Irmã Teresita ingressou no mosteiro aos 19 anos, depois de discutir com sua mãe, para agradar o seu pai, recorda.
"Fomos ver a padroeira de Álava, a Virgem Branca, e lhe pedi a vocação de Santa Teresa", recordou, deixando para trás "três namorados".
Entretanto, para a religiosa, "ainda que eu tivesse me casado com um príncipe não seria mais feliz que agora".
"Eu queria a clausura e não uma comunidade de vida ativa", assegurou ao jornal espanhol.
A religiosa, que chegou a ser abadessa do mosteiro, lembrou que até a guerra civil espanhola, na década de 1930, "a vida era muito diferente. Estávamos as monjas de coro, que trabalhávamos pela comunidade e as leigas. E meu pai dizia que as monjas não trabalhavam!".
"Sempre foi tudo muito austero", assinalou, recordando que "mudávamos o hábito uma vez ao mês e o ferro de passar roupa era um pequeno luxo, não como agora".
A religiosa saiu do convento em duas ocasiões. A primeira durante a guerra civil, para acompanhar suas irmãs ao médico, e em agosto de 2011, para saudar pessoalmente ao Papa Bento XVI, durante sua visita a Espanha com ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
Durante a viagem a Madri, a religiosa manteve os olhos fechados quase todo o tempo, para que nada a distraíra.
Apesar de sua avançada idade, Irmã Teresita se mantém informada sobre as notícias do jornal, com o que ficou sabendo da crise econômica e outras coisas e "a coisa da política".
"Tenho que inteirar-me, não me vem mau, pois me dá mais motivo para rezar", assegura.
Irmã Teresita envia sempre "anjos em lugar de orações" às pessoas com as que se encontra ou conversa, porque "os anjos se entendem com tudo".
A religiosa acorda todos os dias às 5:00 da manhã e vai dormir às 10:00 da noite, dedicada à regra beneditina de "ora et labora", reza e trabalha.

Mais de mil sacerdotes ingleses assinam uma carta contra o "matrimônio" gay


LONDRES, 18 Jan. 13 / 10:28 am (ACI/EWTN Noticias).- Mais de mil sacerdotes ingleses assinaram uma carta dirigida ao jornal britânico The Daily Telegraph, exortando aos legisladores locais a "que não tenham medo de rejeitar" uma proposta que permitiria no país o mal chamado "matrimônio" gay.
Em dezembro de 2012, o governo conservador comunicou a proposta para introduzir uma norma que permitiria que as pessoas do mesmo sexo contraíssem "matrimônio" antes de 2015. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que os grupos religiosos não estão obrigados a celebrar "matrimônios" gay.
Os 1 067 assinantes representam uma quarta parte dos sacerdotes da Inglaterra e Gales. Incluem-se oito bispos, assim como a ordinária do grupo de conversos anglicanos e quatro monges beneditinos.
Na carta publicada em 12 de janeiro, os sacerdotes explicam que a medida "restringiria severamente" aos católicos a "ensinar a verdade sobre o matrimônio em suas escolas, instituições de beneficência ou nos lugares de culto".
Os presbíteros dizem na carta que "não tem sentido argumentar que os católicos e pessoas de outras crenças possam ensinar sobre o matrimônio nas escolas e em outros lugares, se em outras instâncias se defende a postura contrária do mesmo". O matrimônio é o "fundamento e o pilar de nossa sociedade", porque daí surge o "lar, as crianças e a vida familiar".
"Se a lei para o ‘matrimônio’ homossexual for aprovada, haverão muitas consequências legais" advertiram os sacerdotes, da mesma maneira os advogados advertiram que se a norma for aprovada, as escolas católicas poderiam perder os recursos, os professores correm o risco de ser disciplinados ou despedidos por negar-se a promover o "matrimônio" do mesmo sexo, além disso os capelães dos hospitais, das prisões e das bases militares poderiam enfrentar-se a represálias legais.
Os sacerdotes assinalam que a "complementariedade natural" dos sexos masculino e feminino conduz o matrimônio a uma "associação permanente" entre um homem e uma mulher.
O Bispo da diocese de Portsmouth, Monsenhor Philip A. Egan assinou a carta e disse ao The Telegraph que a carta utiliza "linguagem clara" e precisou que de aprovar-se esta norma "o ensino em nossas escolas católicas ou o testemunho da fé cristã sobre o que significa o matrimônio, não vamos poder fazer porque poderíamos ser presos por intolerantes ou homofóbicos".
O Padre Timothy Finigan, um dos assinantes da carta, disse que "o argumento do ensino de algo como verdadeiro está no centro do debate da liberdade daIgreja para educar".
O sacerdote também felicitou aos "presbíteros jovens e dinâmicos que organizaram este ato altamente significativo e de testemunho. Este tema, e a assinatura de nossos queridos Bispos, uniu à Igreja Católica em nosso país".
Segundo o jornal britânico as mais de 1.000 assinaturas foram recolhidas em poucas semanas, e não foi uma iniciativa dos Bispos, mas sim um esforço feito desde "baixo".
A carta começa lembrando que os católicos foram perseguidos durante séculos na Grã-Bretanha, e recém nos últimos tempos foram capazes de "participar plenamente na vida" do país.
Da época de Isabel I até 1850 a Igreja da Inglaterra ficou sem bispos e até 1829 os católicos foram proibidos de exercer algumas profissões.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

2012 foi um dos 10 anos mais quentes da história, diz Nasa

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Por Deborah Zabarenko
WASHINGTON, 16 Jan (Reuters) - O ano de 2012 esteve entre os dez mais quentes já registrados no mundo, disseram duas agências científicas do governo norte-americano na terça-feira, menos de uma semana após o ano passado ter sido declarado o mais quente da história do território contíguo dos EUA.
A Nasa (agência espacial dos EUA) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) divulgaram conjuntamente dois relatórios sobre as temperaturas globais em 2012. A Nasa apontou o ano passado como o nono mais quente desde o início dos registros, em 1880, enquanto a Noaa avaliou-o com o décimo mais quente.
A diferença nos dois rankings pode se dever ao fato de a Nasa ter feito extrapolações das temperaturas em áreas onde não há estações meteorológicas, especialmente perto dos polos, segundo James Hansen, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da Nasa, em Nova York.
A temperatura da superfície global em 2012, incluindo terra e água, foi 0,56ºC superior à média registrada entre 1951 e 1980. Isso foi suficiente para causar um aumento nas máximas extremas do ano passado, segundo Hansen.
2012 foi também o 36º ano consecutivo com temperaturas superiores à média do século 20 no planeta, segundo cientistas das duas agências.
E, embora a média móvel da temperatura global num período de cinco anos se mantenha estável há uma década, isso não significa que o aquecimento global tenha sido contido, segundo Hansen, tradicional defensor de medidas para a redução das emissões de gases do efeito estufa.
Segundo ele, a atual estabilidade pode estar associada à fraca ocorrência do fenômeno El Niño, que normalmente causaria um intenso aquecimento em vários lugares, e ao registro de fortes fenômenos La Niña, que causa um resfriamento.
Ele também especulou que o aumento na poluição atmosférica em países como China e Índia pode contribuir para refletir a luz solar, mantendo as temperaturas menos elevadas.
Apesar dos indícios de que as emissões humanas de dióxido de carbono seriam a principal causa do aquecimento global, alguns céticos insistem que o fenômeno é natural, e há quem questione inclusive se as temperaturas estão subindo.
A Noaa disse em seu relatório que muitas regiões do mundo ficaram mais quentes do que a média em 2012, o que inclui a maior parte das Américas, da Europa, da África e da Ásia.
Exceções a essa tendência incluem Alasca, oeste do Canadá, Ásia Central, partes do Pacífico oriental e equatorial, Atlântico sul e partes do oceano Antártico.
Fonte: http://br.reuters.com

Sentença da Corte Suprema do Alabama contribuiria para acabar com o aborto legalizado nos EUA


Corte Suprema de Alabama. Foto: J. Stephen Conn via Flickr
A HAIA, 17 Jan. 13 / 03:08 pm (ACI).- A recente decisão da Corte Suprema do estado de Alabama (Estados Unidos), de reconhecer a criança no ventre como uma pessoa que merece amparo legal, poderia ter um impacto significativo para acabar com o aborto no país, asseguraram ativistas pró-vida.

Em um comunicado, o analista legal da organização Personhood USA, Gualberto Garcia Jones, assinalou que “a Corte Suprema de Alabama deu um duro golpe à fraude constitucional de Roe vs. Wade, ao reconhecer que a criança no ventre é uma pessoa”.

No dia 11 de janeiro, a corte de Alabama sentenciou que crianças no ventre estão protegidas pela lei de perigos químicos do estado.

O caso envolveu duas mulheres que puseram em risco seus bebês através do uso de drogas ilegais durante a gravidez. Uma das mulheres admitiu que fumou metanfetaminas três dias antes de que seu filho nascesse prematuramente.

O menino morreu 19 minutos depois do parto de “intoxicação aguda por metanfetaminas”.

Segundo a legislação de Alabama, é um crime pôr em perigo uma criança, ao expô-la a substâncias reguladas. O advogado da mulher argumentou que a lei de perigos químicos não se aplica à vida no ventre.

A corte discrepou com a colocação do advogado, indicando que “a única área importante na qual os não nascidos são privados de amparo legal é o aborto, e essa negação se deve unicamente os ditames de Roe vs Wade”, com referência ao caso depois do qual a Corte Suprema dos Estados Unidos legalizou o aborto, em 1973.

A corte do Alabama assinalou que 40 estados e o Washington D.C. “permitem recuperação de danos pela morte injusta de uma criança no ventre, quando as feridas pós-viabilidade a essa criança causam sua morte antes do nascimento”.

A sentença citou um caso no estado da Carolina do Sul, no qual uma corte chegou a uma sentença similar, determinando que “seria absurdo reconhecer o feto viável como uma pessoa para propósitos das leis de homicídio e estados de morte injusta, mas não para os propósitos de proscrever o mau trato infantil”.

A corte do Alabama também expressou seu acordo com a corte de apelação, que assinalou que “não só as cortes deste Estado interpretaram o termo ‘criança’ para incluir o feto viável mas também em outros contextos a definição do dicionário do termo ‘criança’ explicitamente inclui uma pessoa não-nascida ou até mesmo um feto”.

A Corte Suprema enfatizou que sustentar o amparo legal para a criança no ventre era consistente “com o amplo reconhecimento legal de que as crianças no ventre são pessoas com direitos que devem ser protegidas pela lei”.

A instância judicial também indicou que sua decisão é conforme à Declaração de Direitos da constituição do estado, que proclama que “todos os homens são igualmente livres e independentes; que são dotados por seu Criador com certos direitos inalienáveis; que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade”.

O fiscal geral de Alabama, Luther Strange, aplaudiu a decisão da corte.

“A Corte ratificou nosso argumento que a política pública de nosso estado é proteger a vida, tanto nascida como no ventre”, disse em comunicado. “É uma tremenda vitória que a Corte Suprema do Alabama tenha afirmado o valor de toda vida incluindo a daqueles no ventre, cujas vidas são as mais vulneráveis de todos”.

Apesar de que a sentença de 11 de janeiro não se aplica diretamente nas regulações abortivas, os ativistas pro-vida foram animados pela decisão, assegurando que esta poderia contribuir ao crescimento do reconhecimento das crianças no ventre como pessoas humanas com direitos legais.

“Em lesões pessoais, criminais e testamentos assim como na lei de bens, a tendência foi reconhecer o bebê no ventre como um ser humano com amparos legais, não simplesmente como um ser humano ‘em potência’”, disse Mathew Staver, presidente do Liberty Counsel.

Para Staver, “os casos de abortos da Corte Suprema dos Estados Unidos são uma aberração à lei, e se mantém ilhados; mas essa ilha um dia desaparecerá”.

Mãe sempre protegeu seu "sorridente" bebê dos pedidos abortistas dos médicos


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LONDRES, 17 Jan. 13 / 03:30 pm (ACI).- A jovem inglesa Katyia Rowe rechaçou em várias oportunidades o pedido de aborto por parte dos médicos para seu bebê, Lucian Haydes, que ia nascer com danos cerebrais que o impediriam de falar e caminhar que havia sido diagnosticado uma curta vida. Quando em um ultra-som 3D ela o viu sorrindo, disse: "eu sabia que não poderia terminar com sua vida".

"Se ele podia sorrir, brincar e sentir então apesar de seus danos cerebrais, ele merecia desfrutar do tempo de vida que tenha, não importa quão curta ela seja, só porque sua vida será curta e diferente, não significa que não mereça vivê-la", relatou a jovem mãe de 26 anos ao Daily Mail em 14 de janeiro.

O menino faleceu nove horas depois de ter nascido. Durante o tempo que viveu recebeu todo o amor e cuidados de sua mãe, seus tios e avós. A jovem recorda: "foi sem dúvida o momento mais feliz de minha vida. Lucian poderia morrer em qualquer momento em meu ventre mas nasceu para nos conhecer".

Quando Katyia e Shane Johnson, também de 26 anos de idade, receberam a notícia da gravidez estavam assustados mas emocionados. Inclusive planejaram suas bodas para quando Lucian crescesse e pudesse caminhar e assim os acompanhasse ao altar.

Os planos se desvaneceram depois de um exame médico realizado às 20 semanas de gravidez. Nessa oportunidade os doutores advertem ao casal que o bebê apresentava danos cerebrais e solicitaram que Katya se submetesse a um aborto às 24 semanas. Katyia rechaçou logo o pedido e pediu outros exames para conhecer em detalhe a gravidade do problema.

Peritos do hospital pediátrico Birmingham confirmaram que o pequeno nunca falaria nem poderia caminhar e precisaria cuidados especiais sempre. Katyia não se intimidou e seguiu adiante com a gravidez, fazendo-os ultra-sons nos quais podia ver o menino sorrir, fazer bolhas, chutar e mover seus braços.

"Enquanto esteja dentro de mim sua qualidade de vida será maravilhosa e não diferente da de outros meninos, é uma alegria para mim vê-lo".

"Investiguei sobre todos os problemas que teria que estar preparada para atendê-lo, nunca tive um momento de dúvida, só tive que olhar o ultrassom e ver como ele desfruta no ventre para saber que eu fazia o correto ao dar-lhe uma chance".

Katyia conta que "sem saber quanto tempo viveria (Lucian), Shane e eu estávamos decididos a desfrutá-lo mais que pudéssemos".

"Enquanto crescia podia ver seus pequenos pés e mãos. Ele ainda não nascia mas já era nosso filho e cada momento era um sinal que estávamos fazendo o correto. Falava com ele e colocava música porque queria que experimentasse tudo o que podia".

Sobre o desejo de ser mãe ela diz: "não me importava absolutamente, era irônico porque nunca me considerei uma pessoa maternal, mas agora não queria outra coisa mais que cuidar do meu filho e dar a melhor qualidade de vida possível. Era mais que feliz ao dedicar minha vida totalmente ao seu cuidado".

As últimas nove semanas da gravidez, Katyia se submeteu a dolorosos procedimentos para drenar o líquido amniótico que rodeava ao bebê. "Era uma agonia –recordou– e sabia que algumas pessoas me questionariam se valia a pena ter que passar por esses procedimentos por um menino com defciência e que não viveria muito".

Lucian nasceu com parto induzido quando a placenta rompeu no dia 23 de outubro de 2012, no hospital Royal Shrewsbury. Imediatamente após o seu nascimento foi levado à unidade de cuidados pediátricos especiais.

Uma enfermeira disse a Katyia que seu menino "tinha pouco tempo de vida", por isso a jovem mãe saiu de seu quarto para onde estava o pequeno para poder sustentá-lo em seus braços. "Ele tinha me dado a maior honra de ser sua mamãe durante os últimos nove meses, mas dependia dele se estava já preparado para ir-se", assinalou.

"Eu estava em shock mas já tínhamos decidido que depois do nascimento deixaríamos que Lucian indicasse o caminho, não queria dar a ele tratamento desnecessário se isto não o ajudava".

Consciente de que não poderia levar seu bebê para casa como qualquer outra mãe e sem saber com claridade "o que o futuro proporcionaria", a jovem recorda como foi esse primeiro momento quando viu o Lucian na unidade de cuidados especiais.

"Meu filho parecia perfeito, o amor e a alegria que senti no momento que punham o Lucian em meus braços valia a pena. Pensei que não queria ser mãe, mas Lucian me ensinou que é o trabalho mais maravilhoso no mundo e estarei sempre agradecida por isso".

Katyia conta ainda que não se arrepende de ter rechaçado o aborto que lhe pediram várias vezes os médicos, já que assim "eu decidi deixar que (Lucian) desfrute de sua vida dentro de mim e fora de mim. Como uma mãe faria algo por seu filho e eu fui mãe assim que fiquei grávida: meu trabalho tinha começado".

Para conhecer mais sobre a comovedora história de Lucian visite o site (em inglês): http://lucian.johnson.muchloved.com/  

Liberdade e Autonomia da Igreja: “É real o risco de que o relativismo moral – que se impõe como uma nova norma social- possa minar os fundamentos da liberdade individual de consciência e de religião.”



Fonte: Rádio Vaticano
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos publicou ontem as decisões em quatro casos relativos à liberdade de consciência e de religião que afetam empregados no Reino Unido.
Trata-se em dois casos da possibilidade de usar uma pequena cruz no pescoço no local de trabalho, e nos outros dois casos do direito a fazer objeção de consciência diante da celebração de uma união civil entre pessoas do mesmo sexo e aconselhamento matrimonial para casais homossexuais .
Num só caso a Corte decidiu em favor do requerente. A este propósito, Dom Dominique Mamberti, Secretário para as Relações da Santa Sé com os Estados, concedeu uma entrevista à Rádio Vaticano…
***
Esses casos mostram que as questões relativas à liberdade de consciência e de religião são complexos, particularmente numa sociedade europeia, caracterizada pelo aumento da diversidade religiosa e relativa agudização do secularismo. É real o risco de que o relativismo moral que se impõe como uma nova norma social possa minar os fundamentos da liberdade individual de consciência e de religião.
A Igreja pretende defender a liberdade individual de consciência e de religião em todas as circunstâncias, mesmo diante da “ditadura do relativismo”. Por isso, é necessário ilustrar a racionalidade da consciência humana em geral, e da ação moral dos cristãos em particular.
Quando se trata de questões moralmente controversas, como o aborto ou a homossexualidade, deve ser respeitada a liberdade de consciência. Em vez de ser um obstáculo para o estabelecimento de uma sociedade tolerante no seu pluralismo, o respeito pela liberdade de consciência e de religião, é uma sua condição.
Falando na semana passada, ao Corpo Diplomático acreditado junto da Santa Sé, Bento XVI sublinha que: para salvaguardar eficazmente o exercício da liberdade religiosa, é essencial respeitar o direito à objecção de consciência. Essa “fronteira” da liberdade toca princípios de grande importância, de caráter ético e religioso, enraizados na própria dignidade da pessoa humana. São como as “paredes estruturais” de qualquer sociedade que se queira realmente definir como livre e democrática. Consequentemente, proibir a objeção de consciência individual e institucional, em nome da liberdade e do pluralismo, abriria pelo contrário – paradoxalmente – as portas à intolerância portas e a um nivelamento forçado.
A erosão da liberdade de consciência testemunha também uma forma de pessimismo em relação à capacidade da consciência humana de reconhecer o que é bom e verdadeiro, para o benefício apenas da lei positiva, que tende a monopolizar a determinação da moralidade.
É também papel da Igreja lembrar que cada homem, qualquer que seja o seu credo, é dotado pela sua consciência da faculdade natural de distinguir o bem do mal e de agir, depois, consequentemente. É nisto que reside a fonte da sua verdadeira liberdade.
D. – Recentemente, a missão da Santa Sé junto do Conselho da Europa publicou uma nota sobre a liberdade e a autonomia institucional da Igreja. Quer ilustrar-nos o seu contexto o seu contexto?
Atualmente, a questão da liberdade da Igreja nas suas relações com as autoridades civis está em exame no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em dois casos que envolvem a Igreja Ortodoxa da Romênia e a Igreja Católica.
Trata-se dos casos Sidicatul ‘Pastorul cel Bun’ contra a Roménia e Fernandez Martinez contra a Espanha. Nesta ocasião, a Representação permanente da Santa Sé junto do Conselho da Europa redigiu uma nota sintética na qual expôs o magistério sobre a liberdade e autonomia institucional da Igreja Católica …
D. – Qual é o problema nestas duas causas?
Nestas duas causas, o Tribunal europeu deve estabelecer se a autoridade civil respeitou a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, tendo recusado de reconhecer um sindicato profissional de sacerdotes (para o caso da Roménia), e recusado de contratar um professor de religião que publicamente professava posições contrárias à doutrina da Igreja (na questão espanhola). Em ambos os casos, os direitos à liberdade de associação e à liberdade de expressão foram invocados para forçar comunidades religiosas a agir contra o próprio estatuto canônico e contra o magistério.
Além disso, estes casos põem em causa a liberdade da Igreja para operar de acordo com as suas regras, para não se submeter a outras normas civis que não sejam aquelas necessárias para o respeito do bem comum e da justa ordem pública.
A Igreja sempre teve de defender-se para tutelar a sua autonomia diante do poder civil e das ideologias. Hoje, nos Países ocidentais, torna-se importante saber como a cultura dominante, fortemente caracterizada pelo individualismo materialista e pelo relativismo, pode compreender e respeitar a natureza específica da Igreja, que é uma comunidade fundada na fé e razão. 

D. – Como a Igreja vive esta situação?
A igreja está consciente da dificuldade, em determinar, numa sociedade pluralista as relações entre as autoridades civis e as diversas comunidades religiosas, relativamente às exigências da coesão social e do bem comum. Nesse contexto, a Santa Sé chama atenção sobre a necessidade de conservar a liberdade religiosa na sua dimensão coletiva e social. Essa dimensão corresponde à natureza essencialmente social, tanto da pessoa, quanto do fenômeno religioso, de um modo geral.
A Igreja não pede que as comunidades religiosas sejam zonas de não-direito, pelo contrário quer que sejam reconhecidas como espaço de liberdade em virtude do direito à liberdade religiosa, no respeito da justa ordem pública. Esta doutrina não é reservada à Igreja católica, os critérios que dali derivam são fundados na justiça e são, portanto, de aplicação geral. Além disso o princípio jurídico de autonomia institucional das comunidades religiosas é largamente reconhecido por aqueles Estados que respeitam a liberdade religiosa, assim como pelo direito internacional. A mesma Corte europeia dos direitos do homem enunciou-o em diversos casos importantes. Outras instituições afirmaram também esse princípio. É o caso da OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa) ou ainda do Comité dos direitos do homem da Nações Unidas respectivamente no documento final de 19 de Janeiro de 1989 da Conferencia de Viena e na Observação geral, N° 22 sobre o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião, de 30 de Julho de 1993. É útil recordar e defender esse princípio de autonomia da Igreja e do poder civil.
D. – Como é que se apresenta essa Nota?
A liberdade da Igreja será mais respeitada quanto melhor for compreendida pelas autoridades civis, sem preconceitos. Será, portanto, necessário explicar como é que é concebida a liberdade da Igreja. A representação permanente da Santa Sé, junto do Conselho da Europa redigiu, a propósito, uma nota sintética que explica a posição da Igreja à volta de quatro princípios: a distinção entre Igreja e comunidade política; a liberdade no que concerne ao Estado; a liberdade no sentido da Igreja e o respeito pela justa ordem pública. Depois de ter ilustrado estes princípios, a Nota cita, para além disso, extractos importantes da Declaração sobre a liberdade religiosa “Dignitatis Humanae” e da Constituição pastoral “Gaudium et Spes” do Concilio Vaticano II.

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Na nota da Representação permanente da Santa Sé junto do Conselho da Europa sublinha-se, antes de mais que “a Igreja reconhece a distinção entre a Igreja e a comunidade política, tendo, cada uma delas, objetivos diferentes; a Igreja não deve ser confundida, de modo nenhum, com a comunidade politica e não está ligada a nenhum sistema político. A comunidade política deve velar pelo bem comum e garantir que, no mundo, as pessoas possam viver uma vida tranquila e pacifica”.
A distinção entre Igreja e comunidade política – explica a nota – baseia-se na palavra de Cristo: “Dar portanto a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21). “Nos seus respectivos campos, a comunidade política e a Igreja são independentes uma da outra e autónomas”. Todavia, “ não se podem ignorar mutuamente” porque “de muitos modos, servem os mesmos homens”. Portanto, desempenharão esse serviço de modo ainda mais eficaz para o bem de todos quando “ procurarem ulteriormente uma sã cooperação entre eles”, em conformidade com as palavras do Concílio Vaticano II (cfr Gaudium et Spes, N° 76).

Em segundo lugar, prossegue a nota, “a Igreja não reivindica privilégios, mas sim o pleno respeito e a tutela da liberdade de exercer a sua missão numa sociedade pluralista. Essa missão e essa liberdade, a igreja recebeu-as de Cristo e não do Estado. O poder civil deve sempre respeitar e proteger a liberdade e a independência da Igreja. 

Para além disso “a Igreja está consciente do facto de que algumas religiões e ideologias podem oprimir a liberdade dos seus fieis”. A esse propósito, “a Igreja reconhece o valor fundamental da liberdade humana” e “reconhece em cada homem, uma criatura dotada de inteligência e de livre vontade. A Igreja vê-se a si mesma como espaço de liberdade e prescreve normas para garantir o respeito dessa liberdade. Portanto, todos os actos religiosos para ser válidos exigem a liberdade de quem os actua”. Cada pessoa – prossegue a nota – tem o direito de contestar o Magistério ou as prescrições e as normas da Igreja. Em caso de desacordo, toda e qualquer pessoa pode exercer o recurso previsto pelo direito canónico e também interromper as relações com a Igreja. As relações dentro da Igreja, todavia, são essencialmente espirituais, não é de competência do Estado entrar nessa esfera e resolver tais controvérsias”.

Finalmente, para a Igreja, as comunidades religiosas não são áreas de “não-direito”, “em que as leis do Estado já não são aplicadas. A Igreja reconhece a legitima competência da autoridade e das jurisdições civis para assegurar a manutenção da ordem pública”.
Fonte via: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/32797

Após 52 anos de trabalho, ‘Summa Theologica’ é traduzida para o japonês.




Um projeto teológico de grande valia para a Igreja foi concluído recentemente, após 52 anos de trabalho: a tradução da Summa Theologica para o idioma japonês.
A agência UCA News, que destacou o acontecimento, entrevistou nesta semana o professor Ryosuke Inagaki, emérito da Universidade Kyushu, que traduziu 20 dos 45 volumes da obra magna de São Tomás de Aquino e acompanhou o processo até sua conclusão.
Os escritos de São Tomás são como uma peça de Bach”, explicou o acadêmico, comentando a intensa tradução, “com um ritmo que torna fácil de abordar. Uma vez que pude adentrar-me em sua tradução”.
A obra, escrita pelo santo durante nove anos e nunca concluída, trata das principais perguntas da humanidade, como a criação, o propósito do homem, os sacramentos e os caminhos para demonstrar a existência de Deus. “Seria um erro pensar que se supõem que contenha a resposta para todas as perguntas”, comentou o professor. “Em seu lugar, é um mapa de percurso de vida”.
A chegada do texto completo da Summa Theologica foi um presente do economista Tokuzo Fukuda, que morreu uma década antes da Segunda Guerra Mundial. Havendo sido batizado e sendo estudante, o professor Inagaki, hoje de 84 anos, conheceu a obra de São Tomás durante a visita de um oficial americano e uns sacerdotes após o enfrentamento e durante sua viagem aos Estados Unidos, no qual estudou a teoria da lei natural do santo dominicano.
Quando o professor Inagasaki se uniu ao projeto de tradução, este já havia completado 10 volumes, e reuniu durante todo o processo uma equipe de 15 pessoas, cuja a maioria faleceu sem ver a obra completa, entre eles está o fundador da editora responsável pela publicação.
Como testemunho do grande afeto que tem pela obra de São Tomás, Inagaki conserva com carinho uma tradução “de bolso” da Summa, realizada nos Estados Unidos em 1952, dirigida ao público geral e intitulada “Meu caminho de vida”. O professor assinalou sentir-se identificado com essa interpretação. “Este título traz as características que definem a Summa Theologica”, afirmou. “São Tomás quis escrever um mapa para as pessoas que real e verdadeiramente buscam a felicidade”, concluiu. (EPC/GPE)
Com informações da UCA News.Conteúdo publicado em gaudiumpress.org,

Defesa da vida - Elba Ramalho revela perseguição sofrida pelo PT


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mulher ganha causa por discriminação religiosa na Inglaterra



Mulher ganha causa por discriminação religiosa na InglaterraMulher ganha causa por discriminação religiosa na Inglaterra
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos julgou nesta terça-feira (15) o caso de Nadia Eweida que em 2006 foi impedida de trabalhar usando uma corrente com pingente de cruz. Ela entrou na justiça com uma ação que foi levada até a última instância onde ela conseguiu ganhar a causa podendo ter o direito de usar o símbolo religioso.
Eweida é funcionária da companhia British Airways e trabalhava no balcão de check-in do aeroporto de Heathrow quando foi obrigada a voltar para casar depois de se recusar a retirar ou cobrir o crucifixo.
Depois que este caso ganhou repercussão mundial a companhia aérea mudou suas regras internas dando aos trabalhadores o direito de expressarem suas crenças religiosas, mas a ação tanto contra a empresa como ao governo britânico já estava em andamento.
No mesmo dia o Tribunal Europeu de Direitos Humanos julgou os casos similares que aconteceu com outras três pessoas: a enfermeira Shirley Chaplin, 57 anos, que foi impedida de usar um colar com cruz no trabalho, o conselheiro matrimonial Gary McFarlane, 51 anos, que não aceitou fazer terapia com casais gays e foi demitido, e a secretária Lillian Ladele que se recusou a realizar cerimônias de união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Ao julgar todos estes casos os juízes definiram que as empresas privadas terão que reconsiderar a forma como tratam os direitos de seus funcionários quando o assunto for fé a expressão dessas crenças.
A decisão foi tomada em cima dos artigos 9 e 14 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos que protegem os direitos de “liberdade de pensamento, consciência e religião”. Outro argumento usado pelos juízes para dar causa ganha aos trabalhadores foi a discriminação religiosa.

Com informações da BBC News.

Megan Fox revela que ora em línguas desde os 8 anos



Megan Fox revela que ora em línguas desde os 8 anosMegan Fox revela que ora em línguas desde os 8 anos
Megan Fox, 26, é uma das atrizes de Hollywood mais desejadas do momento, uma verdadeira sex symbol. Desde que despontou para fama mundial no filme “Transformers”, em 2007, sua vida mudou. Ela ficou conhecida no mundo todo e tudo que faz vira noticia. Mas ela prefere viver uma vida tranquila, casou em 2010 com o ator Brian Austin Green e  em setembro passado teve seu primeiro filho, Noah.
O que pouca gente sabe é que ela vem de uma família evangélica pentecostal, do Estado do Tennessee. Em uma longa entrevista à revista Esquire de fevereiro, ela revela que sua fé em Jesus e vida familiar são suas prioridades no momento.
Revelou que cresceu indo à igreja e vive uma luta constante com a fama, temendo que isso prejudique outros aspectos de sua vida. Para ela é difícil ser vista por milhões de pessoas como um “objeto sexual”. Por isso diz que tem escolhido interpretar personagens diferentes da “mocinha sensual” que a deixou famosa.
Durante a entrevista explicou que foi batizada no Espirito Santo aos 8 anos de idade e desde então fala em línguas. “Parece que uma grande corrente de energia elétrica vem sobre sua cabeça(…) Em seguida, todo o meu corpo é preenchido com essa corrente elétrica, e começo  a falar, mas sem pensar ou entender o que digo… As palavras saem fora da boca, e não posso  controlar… é uma língua que só Deus entende. È a língua falada no céu”, explica. Ela enfatiza que até hoje tem dificuldades para “se segurar” quando vai aos cultos, com medo do que as pessoas poderão pensar.
A atriz diz que não se sente confortável com o estilo de vida das celebridades e não gosta de fazer fotos provocantes. Ela rejeita ter de mostrar o seu corpo, embora reconheça que deve seu sucesso à beleza. ”Eu me sinto impotente diante dessa imagem… como as pessoas me veem… parece que não tenho mais nada para mostrar [além do corpo]“.
Ela já teve problemas com drogas leves, mas hoje não usa nada nem bebe álcool. “Você tem que entender… Fui criada para acreditar que você está seguro nas mãos de Deus. Mas eu não me sinto segura quando olho pra mim mesma.”
Revela ainda que pensa seguidamente sobre o fim do mundo. “Eu li o livro do Apocalipse um milhão de vezes… Não faz sentido, obviamente. Precisa ser interpretado. O que é o dragão? O que é a prostituta? O que são estas coisas? O que é essa imagem? O que João estava vendo? Quem é o Anticristo ?… Quando as guerras acontecem na Terra Santa, como recentemente… Se isso é um sinal do fim dos tempos, onde estão os outros?”, questiona.

Tribunal Europeu ratifica discriminação trabalhista contra cristãos


MADRI, 16 Jan. 13 / 11:28 am (ACI/EWTN Noticias).- A organização Profissionais pela Ética (PPE) denunciou que o Tribunal Europeu de Direitos humanos ratificou, em uma sentença emitida ontem, 15, a discriminação trabalhista contra os cristãos em seus trabalhos por razão de sua fé, violentando seus direitos à liberdade religiosa e à objeção de consciência.

Conforme informou a PPE, o Tribunal Europeu de Direitos humanos de Estrasburgo resolveu nesta terça-feira 15 de janeiro que o Reino Unido não vulnerou o Convênio Europeu de Direitos humanos em três dos quatro casos que lhes foram apresentados, com relação ao direito dos cristãos a não serem discriminados em seus trabalhos por causa de sua consciência e religião.

Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu para a Lei e a Justiça, uma das entidades jurídicas que participou do processo legal, assinalou que nos quatro casos apresentados ante o Tribunal se evidenciava que os empregados, de diversas confissões cristãs, foram sancionados e inclusive despedidos por seus superiores devido a seu compromisso com sua fé e sua consciência.

Nos casos de Nadia Eweida e Shirley Chaplin, sua "falta" foi levar uma pequena cruz em um colar ao redor do pescoço, enquanto que Lillian Ladelle se negou a registrar a união civil de um casal homossexual.

Por outra parte, Gary McFarlane foi despedido logo depois de expressar a seus superiores que tinha dúvidas morais sobre sua capacidade para aconselhar casais homossexuais.

O Tribunal de Estrasburgo só encontrou uma vulneração da Convenção Européia no caso de Nadia Eweida, pois aos seus colegas de trabalho, de outras confissões, sim permitiam o uso de objetos religiosos. Nos outros três casos, para o Tribunal não foi vulnerado o direito à liberdade de consciência e de religião.

Para Gregor Puppinck, o mais inaceitável desta sentença é que se considera proporcional a demissão destes empregados com a aplicação de "políticas de igualdade e diversidade".

Como se pode considerar proporcional despedir um trabalhador quando teria sido fácil para o empregador colocá-los em outros postos ou fazendo outras tarefas?, questionou-se Puppinck.

Para o letrado, a negativa dos empregadores para atender as petições dos trabalhadores afetados é uma sanção de caráter ideológico, dando a entender que não há lugar em suas empresas para "cristãos intolerantes".

O diretor do Centro Europeu para a Lei e a Justiça também destacou que o tribunal europeu tenha ignorado a diferença entre consciência e religião, pois "não é o mesmo obrigar alguém a abster-se de usar um símbolo religioso que obrigar a alguém a atuar contra sua consciência, por exemplo, forçando-o a que celebre uma união homossexual ou qualquer outra prática que possa ser realmente considerado como imoral, como o aborto".

"De fato, não há muita diferença entre despedir um funcionário público por sua negativa a celebrar uma união do mesmo sexo e despedir de um médico por negar-se a realizar um aborto", indicou.

Leonor Tamayo, responsável da Área internacional de Profissionais pela Ética, expressou sua preocupação porque em uma sociedade pluralista e democrática como a européia, os trabalhadores possam ser sancionados e inclusive despedidos por motivos ideológicos, vulnerando assim o Convênio Europeu de Direitos humanos.

"É um retrocesso inaceitável para a liberdade de consciência, que é um princípio fundamental na história ocidental há séculos. Esta sentença, que provavelmente será recorrida, põe em perigo os direitos fundamentais de todos os europeus", advertiu.

Para Tamayo, "é imprescindível um esforço coletivo de todos para afirmar nossa liberdade frente às imposições ideológicas como as dos lobbies homossexuais".

Maioria dos homossexuais franceses NÃO QUEREM nem o matrimônio nem a adoção de crianças, afirma líder gay francesa.




Nathalie de Williencourt é uma lésbica francesa e uma das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França. À diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que a maioria de homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimônio nem a adoção de crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François Hollande de legalizar ambas práticas. 

Em uma entrevista concedida no dia 11 de janeiro ao site de notícias italiano Tempi.it, Nathalie assinalou que “o casal homossexual é diferente do heterossexual por um mero detalhe: não podemos dar origem à vida”.

Williencourt afirmou com claridade: “sou francesa, sou homossexual, a maioria dos homossexuais não querem nem o matrimônio, nem a adoção de crianças, sobre tudo não desejamos ser tratados do mesmo modo que os heterossexuais porque somos diferentes, não queremos igualdade, mas justiça”.

A líder gay assinalou ainda que os próprios homossexuais “acreditam que as crianças têm direito a ter um pai e uma mãe, possivelmente biológicos, que possivelmente se amem. Uma criança que nasce do fruto do amor de seu pai e de sua mãe tem o direito de sabê-lo. Se os casais homossexuais adotarem crianças que já estão privadas de seus pais biológicos, então (as crianças) estariam sem um pai e sem uma mãe pela segunda vez”.

“Os casais heterossexuais estão esperando anos para poder adotar uma criança, e corre-se o risco que muitos países não permitam mais adoções a cidadãos franceses se esta lei for passada, já que países como a China e outros da Ásia contam com procedimentos que excluem casais do mesmo sexo”.

“Isto significaria fazer que a adoção por casais conformados por um homem e uma mulher seja ainda mais difíceis”, acrescentou Williencourt.

A porta-voz do Homovox considerou logo que a família, constituída sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher, é a base para a paz.

“A paz se constrói na família e para ter paz na família é necessário dar às crianças a imagem mais natural e mais segurança infunde para crescer e chegar a ser grande. Quer dizer, a composição clássica de homem e mulher”.


Williencourt denunciou logo que “na França nos censuram (Homovox.com). Escuta-se sempre o lobby dos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) que sempre falam nos meios, mas a maior parte dos homossexuais estão irritados pelo fato de que esta organização faz lobby em nosso nome. Nós não votamos por eles para que nos representem”.

Nathalie explicou que os membros do lobby gay já têm uma ferida em relação à sua própria homossexualidade “porque não a aceitam, reivindicam ser como os heterossexuais. Em vez disso nosso movimento reivindica que os homossexuais sejam tratados de modo distinto que os heterossexuais porque somos diferentes”.

“Não podemos pedir igualdade para situações que são diferentes. Não é a igualdade o que é importante, mas a justiça. É uma desigualdade justa e uma igualdade injusta”, precisou.

Sobre sua oposição e a de toda sua associação ao projeto de lei impulsionado pelo presidente Hollande, Nathalie Williencourt disse que “eu e meus amigos gays não podemos ser acusados de homofobia, por não permitir a lei”.

O que solicitam, explicou, é “um diálogo entre Hollande e o povo, porque ele tinha prometido que não ia aprovar uma lei à força se os franceses não estavam de acordo. Esperemos que se abra o diálogo com os Estados Gerais sobre o matrimônio e um referendum para consultar todos os cidadãos deste tema”.

Homovox é a associação que reúne a maioria de homossexuais na França. A associação foi uma das organizações gays que marcharam pelas ruas de Paris no dia 13 de janeiro junto a mais de um milhão de pessoas em defesa do autêntico matrimônio.