domingo, 27 de maio de 2012

Arqueólogo apresenta “novas provas” da travessia do Mar Vermelho


O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho. Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês.

Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.

Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.



Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.

Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.



E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.

Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.

Traduzido e adaptado de WND e Ark Discovery

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Cruz é lançada no espaço e ficará em órbita durante um ano




Segundo o livro Guiness dos Recordes, a maior caminhada de todos os tempos foi feita por Arthur Blessitt, da Flórida. Entre 1969 e outubro de 1999, ele andou mais de 53000 quilômetros ao redor do mundo. Passou por todos os continentes, visitando 278 países; 49 dos quais em guerra.

O principal diferencial é que ele percorreu este trajeto carregando uma cruz para lembrar do que Jesus fez pela humanidade. Seu feito lhe rendeu fama e foi tema de um documentário, mas ele diz que seu objetivo era apenas glorificar a Deus. “A cruz é o sinal do amor de Jesus, que morreu na cruz e derramou seu sangue por nossos pecados”, lembra Arthur.

A cruz carregada por ele agora foi ainda mais longe. Ela foi reformada e uma versão menor acoplada à espaçonave SpaceX Falcon 9, da empresa Space Exploration Technologies (SpaceX), a primeira a lançar foguete privado rumo à Estação Espacial Internacional.

Após uma tentativa abortada no sábado (19), a Falcon 9 foi lançada dia 22 e poucos minutos depois, a cápsula não tripulada “Dragon” já estava em órbita, carregando mais de meia tonelada de comida, água e mantimentos. Ela será recarregada com equipamentos para voltar à Terra e deixará a estação no dia 31 de maio.

Esse vôo é o primeiro com os dois novos cargueiros particulares que a Nasa vai usar para transportar cargas para o posto de 100 bilhões de dólares no espaço, após aposentar seus ônibus espaciais no ano passado.

A cruz foi embarcada como uma carga secundária no segundo estágio do Falcon, o módulo “Celestis”. Estima-se que ele ficará em órbita por um ano ou mais. Após ser carregada em torno da Terra a pé, agora a cruz passará pelos ares sobre todo o planeta.

Esta é a terceira tentativa de se colocar uma cruz em órbita, a primeira vez, em 2001 foi cancelada pela empresa no último momento. A segunda tentativa foi em agosto de 2008, quando uma pequena cruz, uma Bíblia e adesivos com o nome de Jesus partiram em um foguete e chegaram a alcançar 217 quilômetros de altura, em um módulo que voltou à terra pouco tempo depois.

Agora, após 12 anos de tentativas, o ministério de Blessit pagou cinco mil dólares para a SpaceX, cobrindo os custos de combustível para o peso extra e obteve a concretização de seu sonho.

O objetivo com isso, explica o site de Arthur Belessit, é dizer “Do Senhor é a terra e tudo que nela há” (Slamo 24:1) e também que “O sinal do Filho do Homem deve aparecer no céu” (Mateus 24:30).

Mais informações podem ser obtidas em www.blessitt.com.

Traduzido e adaptado de Christian News Wire

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Padres formam grupo de rock para evangelizar



 

“La Voz del Desierto” é um grupo de rock espanhol diferente. Ele conta com sete elementos, sendo quatro padres e três seminaristas, e sua carreira começou em de outubro de 2003, na diocese de Alcalá de Henares. Inicialmente, era apenas uma tentativa de encerrar os Encontros Diocesanos de Jovens com uma apresentação musical. Porém, o resultado foi tão bom que eles decidiram continuar após receberem um convite para a criação de um reportório próprio e se apresentarem no Encontro Diocesano do ano seguinte.

Julgando ser necessário acompanhar a modernidade e as novas tendências da sociedade, os religiosos decidiram usar o rock para evangelizar e tem feito sucesso desde então. Eles já se apresentaram em diversos lugares como Espanha, Portugal, Estados Unidos e mais recentemente Costa Rica e Guatemala. Em 2011 foram uma das principais atrações do Dia Mundial da Juventude, realizado em Madri.

Dani (voz), Julio (baixo), Rapo (guitarra), David (teclado), Jose (batería), Álex (guitarra) e Curry (vocal) lançaram em 2005 seu primeiro CD, chamado “Hágase en mí tu voluntad”. Em dezembro de 2007 saiu álbum intitulado “Hacia una Luz”. Eles estão em seu terceiro CD com composições originais, intitulado “La llamada” (O Chamado). Afirmam que “Deus não se esquece de ninguém e chama a todos. O álbum pretende ajudar os jovens na descoberta da vocação de cada um: seja no matrimônio e como leigos, ou no sacerdócio e na vida consagrada”.

De acordo com o grupo, um dos membros atuais da banda foi nomeado Delegado da Juventude pelo Vaticano e isso mostra que eles conseguem unir seu trabalho nos palcos com as atividades que desenvolvem nas suas igrejas.

Para muitos, “La Voz del Desierto” foi capaz de revolucionar um pouco o panorama da música cristã na Espanha, que a cada ano vê o número de católicos diminuir.

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Traduzido e adaptado de Acontecer Cristiano


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Reforma do Código Penal indica que homofobia deve virar crime





Nesta semana, duas notícias mudaram o entendimento que o Brasil pode ter do casamento de homossexuais. Primeiro, a Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou na quinta-feira (24) o projeto, que na prática, reforça o reconhecimento legal da união estável de pessoas do mesmo sexo.

Isso mudaria o artigo 1.723 do Código Civil, o qual exige que a relação seja entre um homem e uma mulher. Além disso, permite que essa união seja transformada em casamento civil. O material ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se aprovada, segue direto à Câmara dos Deputados.

“Convém ressaltar que o projeto dispõe somente sobre a união estável e o casamento civil, sem qualquer impacto sobre o casamento religioso”, ressaltou a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da matéria.

Mesmo assim, a bancada evangélica já avisou que vai fazer de tudo para impedir sua aprovação. Alguns deputados manifestaram-se publicamente, como o pastor Marco Feliciano, que resumiu “a Senadora Marta Suplicy mais uma vez a frente com esse assunto, fazendo de tudo pela militância LGBT”.

Além disso, a comissão de juristas do Senado responsável por propor o novo Código Penal pretende tornar crime a homofobia.

Se aprovado, quem praticar discriminação ou preconceito por questão de gênero, identidade, orientação sexual ou procedência regional poderá ser processado. Tal conduta será considerada imprescritível (o discriminado pode processar a qualquer momento), inafiançável e não passível de perdão ou indulto.

A pena seria a mesma aplicada hoje para crimes de racismo, de dois a cinco anos de prisão. Ela poderia ser aumentada em um terço caso a discriminação tenha sido cometida contra menores de idade.

Gilson Dipp, presidente da comissão e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), considerou a proposta aprovada um avanço. “Estamos ampliando qualquer figura discriminatória, dando cumprimento à Constituição e atualizando a lei já existente”, afirma.

As condutas que seriam consideradas discriminatórias são: impedir o acesso de alguém, devidamente habilitado, a uma repartição pública ou privada, assim como a promoção funcional. O crime também estaria configurado se a discriminação ocorrer em meios de comunicação e na internet.

A comissão já havia aprovado proposta para criar a figura da injúria qualificada, que prevê pena de até 3 anos de prisão e multa para quem faz referência ofensiva por motivo de raça, cor, etnia, sexo ou orientação sexual ou identidade de gênero, idade, deficiência, condição física ou social, religião ou origem. Essa figura não existe no Código atual.

A comissão tinha prazo até o fim do mês para entregar o anteprojeto ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Contudo, os trabalhos foram prorrogados até 25 de junho.

Com informações Estadão

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Bento XVI: O Espírito Santo nos guia às alturas de Deus


VATICANO, 27 Mai. 12 / 03:38 pm (ACI/EWTN Noticias)
 
Ao presidir a Missa pela Solenidade do Pentecostes, na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI afirmou que "o Espírito Santo nos guia até as alturas de Deus, para que possamos viver já nesta terra o germe da vida divina que está em nós".

Durante sua homilia, o Santo Padre assinalou que diante da divisão entre “impulsos que provêm da carne e aqueles que provêm do Espírito; e nós não podemos seguir a todos. Não podemos, de fato, sermos contemporaneamente egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e provar a alegria do serviço desinteressado". 

"Não podemos, de fato, sermos contemporaneamente egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e provar a alegria do serviço desinteressado", precisou.

Bento XVI recordou que São Paulo se refere às obras da carne em referência aos pecados de egoísmo e de violência "como inimizade, discórdia, inveja e ciúme; são pensamentos e ações que não fazem viver de modo verdadeiramente humano e cristão, no amor. É uma direção que leva a perda da própria vida”.

“Em vez, o Espírito Santo nos guia para as alturas de Deus, para que possamos viver já nesta terra a semente da vida divina que está em nós", ressaltou.

O Papa criticou que com o progresso científico e das técnicas "encontramos o poder de dominar as forças da natureza, de manipular os elementos, de fabricar seres vivos, chegando quase ao próprio ser humano". 

"Mas não nos notamos que estamos revivendo a mesma experiência de Babel. É verdade, multiplicamos as possibilidades de comunicação, do acesso a informações, de transmissão de noticias, mas podemos dizer que cresceu a capacidade de compreensão ou talvez, paradoxalmente, nos compreendemos sempre menos?”, questionou.

Diante desta realidade, o Santo Padre remarcou que "o Espírito Santo, Espírito da unidade e da verdade, pode continuar a ressoar em nossos corações e nas mentes dos homens e impulsioná-los a se encontrarem e acolherem-se reciprocamente". 

"O Espírito, justamente pelo falo que age assim, nos introduz em toda verdade, que é Jesus, nos guia para aprofundá-la, compreendê-la: nós não crescemos no conhecimento fechando-nos em nosso eu, mas somente tornando capazes de escutar e compartilhar, somente no “nós” da Igreja, com a atitude de profunda humildade interior".

Bento XVI assinalou que, desta maneira, "torna mais claro porque Babel é Babel e Pentecostes é Pentecostes. Onde os homens querem fazer-se Deus, somente colocam-se uns contra os outros. Onde, em vez, colocam-se na verdade do Senhor, abrem-se para a ação do Espírito que os sustenta e os une". 

Principais ataques à ética cristã



Monsenhor Juan Claudio
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Todos nós recebemos o dom da fé e este dom é responsável por potencializar virtudes cardeais, como a caridade e a esperança. E o mesmo Deus que nos agraciou com este dom é Aquele que diz: “Se são meus amigos, seguirão meus mandamentos”.

Há mais de quarenta anos existem planos para criar novos dispositivos éticos e legais para proteger a vida do ser humano. Já no ano 2000, na sede das Nações Unidas, aconteceu um encontro de líderes de várias religiões do mundo. E ao fim deste encontro, chegaram à conclusão de que é preciso superar os limites impostos pelas religiões dogmáticas.

A Igreja Católica é uma dessas religiões, que possuem dogmas que não podem ser mudados, como, por exemplo, os Dez Mandamentos. O representante da Igreja Católica neste encontro se levantou ao fim e retirou-se sem assinar o documento que foi redigido.

Atualmente, muitos programas para controle de natalidade são implementados por muitos países, pois querem decidir quantos filhos cada casal poderá ter, assim como quais mulheres podem ser mães.

Existe uma pressão para que os Dez Mandamentos da leis de Deus sejam esquecidos. Porém, se isso acontecer, estaremos rompendo nossa amizade com Cristo, já que não estaremos mais sob Suas leis.

Não podemos colocar mandamentos ecológicos sobre os Mandamentos da Lei de Deus. As pessoas, infelizmente, se preocupam muito mais com a preservação do meio ambiente do que com a vida do irmão. Nós esquecemos que, se seguimos as leis de Deus, automaticamente estaremos cuidando não só do meio ambiente, mas de tudo que envolve a nossa vida.

Precisamos ser críticos com relação ao que ouvimos, principalmente no que se refere aos meios de comunicação. Porque, muitas vezes, estamos abrindo as portas de nossas casas para tendências políticas que têm como objetivo borrar os Mandamentos da Lei de Deus.

Por trás dessas tendências de fazer com que os Dez Mandamentos sejam esquecidos, existe também o intuito de fazer com que, pouco a pouco, o conteúdo de todo o Cristianismo também seja esquecido.

"Precisamos ser críticos em relação ao que ouvimos", exorta Monsenhor Juan
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Você consegue compreender o que significa uma espiritualidade sem doutrina e as crenças? Tudo isso não passa de uma fé vazia, sem sentido, porque a espiritualidade do cristão deve caminhar junto com a doutrina e as crenças, pois são elas que servem de alimento para ele.

Quando o Papa se pronuncia sobre determinado tema é porque o assunto já passou a fronteira de muitos países e está afetando todo o mundo. Este é o papel fundamental do Sumo Pontífice: orientar o seu rebanho pelos caminhos certos.

O Papa Bento XVI, em um dos seus discursos, disse que existe uma tendência de acabar com as festas e símbolos religiosos de todos os lugares. Assim como acontece na Argentina, onde existe um projeto de lei em votação para que as escolas públicas sejam obrigadas a tirar todas as imagens religiosas dos seus prédios.

E o que o Santo Padre nos pede é que as famílias, que são as primeiras educadoras de seus filhos, se unam para defender o espírito cristão. Não devemos esperar que a solução venha dos políticos. Existem três pontos fundamentais que devem estar fora de qualquer envolvimento político: o valor da vida humana, desde a concepção, até a morte natural; o matrimônio como a união de um homem e de uma mulher e o direito dos pais de educar os filhos.
 
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza 

Monsenhor Juan Claudio 
Colaborador do Conselho Pontifício para a Vida

Esse livro é de grande formação para todos católicos, para atualizar e comprometer com a Igreja Católica.




Poder Global e Religião Universal

Preço Unitário (Un): R$32,00

Autor: Juan Claudio Sanahuja

Descrição: A crise da Igreja é grave. Tenho a impressão de que não se esconde de ninguém que o cataclismo social – que afeta o respeito à vida humana e à família – tem essa triste situação como causa. Michel Schooyans afirma, sem nenhuma dúvida, que a Nova Ordem Mundial, “do ponto de vista cristão, é o maior perigo que ameaça a Igreja desde a crise ariana do século IV”, quando, nas palavras atribuídas a São Jerônimo, “o mundo dormiu cristão e, com um gemido, acordou ariano”.

(...) Soma-se à atitude vacilante de muitos católicos a ditadura do oliticamente correto, muito mais sutil que as anteriores e que reivindica a cumplicidade da religião, uma religião que por sua vez não pode intervir nem na forma de conduta nem no modo de pensar. A nova ditadura corrompe e envenena as
consciências individuais e falsifica quase todas as esferas da existência umana.

A sociedade e o estado excluíram Deus, e “onde Deus é excluído, a lei da organização criminal toma seu lugar, não importa se de forma descarada ou sutil. Isto começa a tornarse evidente ali onde a eliminação organizada de pessoas inocentes – ainda não nascidas – se reveste de uma aparência de direito, por ter a seu favor a proteção do interesse da maioria”.


Ficha Técnica:

Editora: Ecclesiae
Idioma: Português (Brasil)
ISBN: 978-85-63160-24-9
Dimensões: 14 x 21cm


Onde comprar: http://www.ecclesiae.com.br/

Você é uma pessoa de “Caráter”?


 


E o que significa quando dizemos de alguém: eis um caráter?

A palavra caráter designa a vontade humana firmemente orientada para o bem; e um jovem é um caráter, se tiver princípios nobres a orientar a sua conduta, não se afastando deles, mesmo se esta constância lhe impõe sacrifícios. Aquele que, pelo contrário, muda de princípios conforme as circunstâncias, a sociedade ou os amigos, que abandona uma maneira de proceder, reconhecida até então como boa, sob pretexto de que por ela não deve sofrer o menor desgosto, - esse tal é versátil e pouco seguro, não passa de um caráter frouxo, ou, caso mais grave, é um jovem sem caráter. Isto basta já para te mostrar em que consiste a educação do caráter. Primeiramente é preciso que possuas princípios nobres; depois, por um exercício contínuo, é preciso habituar-se a agir em todas as circunstâncias segundo esses princípios. A vida moral de um homem sem princípios é assim como uma cana agitada pelo vento. Este homem procede hoje de uma maneira e amanhã de outra. A primeira necessidade é, pois, formar a força de que temos necessidade para seguir sem tropeçar o caminho que reconhecemos bom.
Repito: o teu primeiro cuidado deve ser formar em ti princípios justos. Ora, qual é o princípio justo quanto a estudos, por exemplo? "É preciso estudar com aplicação constante, porque Deus quer que eu cultive as faculdades que Ele me deu". - Qual é o princípio justo quanto aos colegas? "Devo fazer-lhes o que gostaria que me fizessem". E assim por diante... É indispensável que tenhas princípios justos em todas as coisas. A tua segunda preocupação é muito mais difícil: é seguir esses justos princípios, isto é, submeteres-te às exigências do caráter.
Um belo caráter não se recebe de presente; consegue-se por meio de labor árduo e contínuo, trabalhando para ele durante longos anos, dezenas de anos, muitas vezes. A influência do meio, as boas ou más tendências transmitidas por herança, podem produzir certa impressão no nosso caráter, mas, em última análise, o nosso caráter é obra nossa pessoal, o resultado do nosso trabalho de auto-educação. É dupla a educação que recebemos: a primeira é-nos dada pelos nossos pais e pela escola; a segunda - e é a mais importante - vem-nos dos nossos próprios esforços.
Sabes o que é a auto-educação? É a influência da nossa vontade sobre nós próprios, incitando-nos a seguir o bom caminho em qualquer circunstância, sem hesitar e com alegria.
Sabes o que é caráter? É proceder em conformidade com os nossos princípios fundamentais; - é o esforço exercido pela nossa alma na realização da nobre concepção que fizemos da vida.
Já agora podes compreender que i mais difícil nesta auto-educação não é a construção do princípio vital, mas sim o esforço que deve ser realizado, dia a dia, para proceder de harmonia com ele. "Este é o meu princípio e dele não me desviarei; ser-lhe-ei fiel, custe o que custar". Mas isto exige muitos sacrifícios e eis a razão porque há, no mundo, tão poucos homens de caráter.
"Permanecer fiel aos seus princípios", "nunca se afastar da verdade", - quem não se orgulharia destes belos pensamentos...?
Ah! se não fosse tão difícil converter estes pensamentos em ações!
Se estes admiráveis intentos não esmorecessem no nosso espírito tão facilmente sob a perniciosa influência da sociedade, dos amigos, da moda... do nosso próprio eu que não gosta de ser incomodado a cada passo!...

Ouve o que, a tal respeito, diz o poeta:
Atentai no que fazeis;
não queirais ser cata-vento.
Bom caminho começado,
não deixeis um só momento.
(Reinick)
Eis o que a auto-educação te ensinará.

*Extaído do livro: TOHT, Tihámer. O jovem de caráter. [S.L]: Coimbra, 1963.

**Nasceu em Szolnok (Hungria) em 1889. Estudou na Universidade de Pázmány, em Budapeste, e foi ordenado sacerdote em 1912.Foi capelão do exército austro-húngaro na Primeira Guerra Mundial, quando teve a ocasião de conhecer a profunda miséria moral em que estava a juventude do seu tempo. Desde aquele momento, fez o prpósito de atrair a juventude para Cristo.Em 1916, começou um programa de rádio famoso que se tornou famoso no país. Em 1924, foi nomeado professor de Pedagogia na Universidade de Pázmány e, em 1931, foi escolhido para ser diretor do seminário de Budapeste. Foi sagrado bispo em 1938, mas faleceu pouco depois, em 1939. Em 1943, iniciou-se o processo para a sua beatificação.

Inaugurado novo canal CATÓLICO que objetiva transmitir valores aos jovens.



No último sábado, 19/05, foi inaugurado no youtube o canal “Buscando o Sentido”. O foco do canal são adolescentes e jovens e o seu objetivo é transmitir valores, gerar questionamentos sobre temas atuais e propor soluções concretas para mudar o mundo.  Os vídeos sempre terão legendas em espanhol em inglês, para que possam chegar a mais jovens no mundo. O canal é uma iniciativa do Movimento de Vida Cristã (www.vidacrista.org.br).
O primeiro vídeo do canal é sobre as redes sociais, que pode ser conferido emwww.youtube.com/watch?v=pCy1ZjKJO0s.
O vídeo aborda as vantagens e os seus riscos, na utilização dessas redes, como por exemplo, fazer novas amizades, e a possibilidade de estar conectado com muita gente. Ao final, o vídeo propõe como usar melhor as redes sociais.
Segundo os idealizadores do canal, Gilberto Cunha e Michell Lima, o canal quer atingir o público jovem, por meio de uma linguagem mais informal, para transmitir valores humanos e gerar uma atitude mais analítica perante os acontecimentos atuais. “Nosso objetivo é que os jovens possam ser críticos e busquem mudar o mundo”, disse.
Sobre o nome dado ao canal, “Buscando o Sentido”, Michel Lima explica no vídeo de apresentação, emwww.youtube.com/watch?v=CrxCsfY7BLE.
Ainda de acordo com Michell Lima, o canal é será uma ferramenta para tornar os jovens atores ativos na sociedade. “A gente quer encontrar o sentido de tantas coisas que acontecem no dia a dia, só que a gente muitas vezes não se pergunta, se é bom, se é ruim, se vale a pena ou não. Já chega de fazer as coisas só por fazer, de engolir tudo o que as pessoas falam, de gostar de tudo o que a maioria das pessoas gostam”, defende.
Uma das intenções dos idealizadores, é incentivar que os jovens tenham a iniciativa de promover mudanças. “a gente tem que fazer alguma coisa para melhorar. Não adianta nada perceber as coisas, criticar e não fazer nada para melhorar”, finaliza.

Igreja na Bolívia e Nicarágua reafirmam família natural formada pela união de um Homem com uma mulher.



O bispo auxiliar de Manágua, dom Silvio Báez, reiterou nesta terça-feira (22) a posição da Igreja a respeito de um projeto que pretende incluir no novo Código da Família a possibilidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Em encontro com diretores de meios de comunicação e jornalistas, o bispo auxiliar da capital da Nicarágua afirmou claramente que o colégio episcopal não tem uma posição oficial, mas estabeleceu a visão de que Deus criou o ser humano como homem e mulher, à sua imagem e semelhança, e confiou a ambos a reprodução para garantir a continuidade da humanidade e a educação dos filhos.
Dom Silvio Báez precisou que, para a Igreja, a família é vista como um patrimônio da humanidade não por norma, e sim como uma boa nova. “Nem tudo o que é legalizado é bom em si mesmo, assim como nem tudo o que é bom moralmente precisa estar refletido na lei”, disse o prelado, em alusão à lei em debate na Assembleia Nacional. Báez acrescentou que, quando se aprova uma lei que tem a ver com a família, acredita-se que tudo poderia ser feito e que tudo poderia ser considerado como bom para o ser humano.
O bispo assegurou que a Igreja está atenta à discussão de um código que toca em valores essenciais para a convivência humana em família. Afirmou que os bispos não se pronunciaram oficialmente para não dar maior importância aos grupos que se manifestaram nas ruas a favor da diversidade sexual e do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Estes grupos chegaram a chantagear deputados ameaçando divulgar as suas preferências sexuais caso não aprovassem as suas exigências.
De acordo com Báez, os pastores têm profundo respeito pelas pessoas de orientação sexual diferente daquela em que a família se baseia. “Respeitamos essas pessoas, as amamos e elas também têm lugar na Igreja, mas não podemos aceitar o fato como tal, nem propô-lo como uma via aceitável”.
O bispo defendeu esta posição como uma postura de fé, do evangelho e da tradição da Igreja, que viveu e interpretou a palavra de Deus. Perguntado sobre a posição do procurador de Direitos Humanos, Omar Cabezas, defensor do casamento entre homossexuais, dom Báez disse que os bispos respeitam as opiniões alheias “e não estão em confronto com ninguém”. “Achamos anormal que um Procurador de Direitos Humanos se posicione a favor de um determinado grupo, quando deveria respeitar o direito humano de todas as pessoas. Mas é a posição dele e não entramos em confronto. Acreditamos que, num sistema democrático, todos têm o direito de expressar a sua opinião”.
O bispo auxiliar de Manágua considera o problema complexo, com várias causas, e que cada caso deve ser considerado particularmente, com acompanhamento pastoral e atenção à pessoa. “Não há uma causa única nem uma receita dogmática”.
Ao considerar que muitas pessoas sofrem com esta situação, Báez disse que a Igreja procura levar as pessoas a alcançarem o que Jesus chama de “alegria plena e completa”. Mas destacou que, “qualquer que seja a orientação sexual de um ser humano, todos somos chamado a ser donos do nosso próprio corpo e a orientar o nosso corpo, a nossa sexualidade e os nossos sentimentos de acordo com os nossos valores, com o bem dos outros e com a dignidade da pessoa”.
A Igreja Católica sustenta que a sociedade tem o direito de considerar os aspectos éticos e morais da vida de um indivíduo e que há outros elementos na vida humana além da legalidade, como é o caso da ética e da moralidade.
Por sua vez, o bispo de Matagalpa, dom Rolando Álvarez, disse que a Igreja católica local não substituirá os partidos políticos do país. Os bispos da Conferência Episcopal da Nicarágua iniciaram nesta quarta-feira (23), na cidade de Ocotal, um encontro ordinário para analisar diversos temas, entre eles as próximas eleições municipais de novembro, já convocadas oficialmente pelo Conselho Supremo Eleitoral.
Dom Álvarez disse, a respeito das eleições municipais, que os bispos da Nicarágua continuarão iluminando as consciências do povo com opinião crítica diante das situações do país. “Em nenhum momento nós somos uma opção política, nem pretendemos ser. Acreditamos que todo tipo de namoro com o poder, seja econômico, político ou de qualquer tipo, nos empobreceria como pastores. A nossa força está em Deus e na fé da nossa gente. Não precisamos de mais forças do que estas duas”.
O prelado enfatizou que a Igreja manterá uma palavra profética, de fé e esperança. Disse que durante a reunião em Ocotal os bispos refletiriam sobre as eleições municipais com o fim de adotar uma postura que ainda não está oficializada. “Divulgaremos a posição oficial colegiada de toda a Conferência Episcopal sobre as eleições. A Igreja vai se pronunciar pastoralmente quando for o momento”.
Dom Silvio Báez afirmou que a Igreja não tem propostas ideológicas ou políticas concretas, nem propõe qualquer sistema político em particular. Tampouco deseja usurpar o papel do estado ou dos partidos políticos. “A Igreja age em outros níveis, como a educação da consciência, dos valores”, especificou, agregando que a missão da Igreja vem do evangelho de liberdade e vida de Jesus Cristo, destinado a iluminar a inteligência com a verdade e a estimular a vontade das pessoas para praticarem a justiça e o bem conforme as exigências do presente. “A Igreja não tem soluções técnicas nem é uma terceira via diante das questões políticas”, concluiu.
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BOLÍVIA: IGREJA REJEITA PROJETO DE LEI SOBRE O CASAMENTO HOMOSSEXUAL
La Paz, 23 de maio de 2012

A Conferência Episcopal Boliviana emitiu nesta quarta-feira (23) um comunicado expressando a sua posição perante o projeto de lei “União de convivência entre casais do mesmo sexo”, apresentado recentemente à Assembleia Legislativa Plurinacional.
Publicamos a seguir o texto do comunicado.
Às vésperas do VII Encontro Mundial da Família, que abordará o tema “Família, trabalho e festa”, patrimônio de todos e instituição que humaniza a nossa existência, nós, bispos da Bolívia, reunidos em nossa 93ª Assembleia Plenária, refletimos sobre a importância capital da família em nossa sociedade e sobre as ameaças que se lançam sobre ela.
A respeito do projeto de lei “União de convivência entre casais do mesmo sexo”, apresentado recentemente à Assembleia Legislativa Plurinacional, expressamos a nossa rejeição, por considerá-lo como uma grave ameaça à família, tal como entendida pela sabedoria dos povos originários, pela tradição cultural da nossa sociedade e pelo pensamento cristão.
Ao se observar a natureza e o comportamento humano, pode-se deduzir que o matrimônio é uma relação única entre um homem e uma mulher. O que define esta relação é o fato de se tratar de uma instituição social baseada na complementaridade sexual. Esta torna possível a realização dos dois fins equivalentes do matrimônio: o amor mútuo entre os esposos e a procriação dos filhos.
Para nós, cristãos, maioria da população boliviana, este princípio é reafirmado por Deus com o testemunho da Sagrada Escritura: “E Deus fez o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, varão e mulher os criou. E os abençoou com estas palavras: sede fecundos e multiplicai-vos” (Gn 1,27-28). É esta união de homem e de mulher que foi elevada por Cristo à categoria de sacramento (Mc 10,9), como sinal do seu  amor pela Igreja (cfr. Ef 5,22-33).
A partir destas considerações, ratificamos que nenhuma outra relação humana pode se arrogar a riqueza da complementaridade do matrimônio, nem pode fundar uma família.
Dado que o matrimônio é uma estrutura social fundamental e insubstituível, baseada na natureza humana,nem a Igreja nem o Estado podem mudá-la no que lhe é fundamental. Neste sentido, o Estado tem a obrigação de preservar este bem por causa da sua insubstituível importância social, como, de fato, é afirmado em nossa Constituição Política de Estado, que reconhece o matrimônio unicamente como a união entre uma mulher e um homem (art. 63).
A união homossexual e o matrimônio não são formas igualmente relevantes para o bem comum, dada a incapacidade da união homossexual em si mesma de gerar a vida, de assegurar o  desenvolvimento pleno dos filhos e de garantir a continuidade da sociedade. A  convivência ou a permanência de crianças no seio de tais uniões põe em perigo o seu normal desenvolvimento psicossocial e atenta contra os seus direitos.
O fato de que à convivência homossexual não seja reconhecida a categoria de matrimônio não implica a marginalização nem a exclusão dessas pessoasOs direitos civis dos homossexuais devem ser regulados pelo direito comum, como os de qualquer cidadão. Todo ser humano, por ser filho de Deus, merece ser reconhecido e respeitado em sua dignidade e em seus direitos fundamentais.
Exortamos toda a população boliviana a defender os princípios e os valores do matrimônio e da família como instituições que, através da convivência harmônica e da procriação e educação dos filhos, favorecem a verdadeira felicidade humana e contribuem para a estabilidade e para a continuidade da sociedade.
Que a Família de Nazaré seja o modelo das nossas famílias, na sua comunhão de amor, na sua beleza simples e austera e no seu caráter sagrado e inviolável.
Secretaria Geral da Conferência Episcopal Boliviana

 Por que a mídia implica tanto com a Igreja Católica?

POR QUE A IMPLICÂNCIA?
Juliano Ribeiro Almeida
Os documentos confidenciais da Santa Sé e as cartas pessoais do Papa Bento XVI que foram violadas recentemente e publicadas num livro na Itália estão dando o que falar…
E o mais impressionante de tudo é que a maioria dos noticiários apresentou o fato de tal maneira que o leitor ou telespectador é levado a pensar que o erro, nesta história, é da Igreja católica. Aliás, até que se prove o contrário, o senso comum na mídia em geral diz que a Igreja católica é sempre e necessariamente culpada, seja qual for a polêmica.
Os títulos das matérias mostram claramente essa indisposição:
“Jornalista lança livro que revela tramas e intrigas no Vaticano” (Terra),
“Vazamento de cartas confidenciais do papa gera escândalo na Itália” (Época),
“Rede de intrigas” (Isto É),
“Manobras e confabulações dentro do Vaticano” (Veja).
Não se polemiza sobre o crime da violação de correspondência, não se questiona a veracidade das informações ou a idoneidade da fonte. Em vez disso, apenas se aproveita mais uma oportunidade para bater nesta instituição que dizem ser arcaica, ultrapassada, um grande incômodo.
Qual a origem dessa verdadeira implicância da maioria dos editoriais em relação ao catolicismo? Penso que não seja propriamente uma implicância (não há motivos para uma “teoria da conspiração”) e creio que o mal estar não nasce nas salas de edição. O problema é bem maior e anterior.
É bem verdade que a instituição católica adotou, desde o fim da Idade média até meados do século XX, uma postura insistentemente antimodernista e antiliberal. Só no concílio Vaticano II, inaugurado há 50 anos, a Igreja mudou o foco principal da crítica, do filosófico para o social.
Mas a cultura ocidental não superou o ressentimento, não percebeu – ou finge não perceber – que houve grandes avanços na forma de a Igreja católica dialogar com o mundo moderno. Muitos continuam querendo ver a Igreja como se ela fosse apenas a zeladora de uma cultura medieval e anunciadora de um grande “não” a tudo o que é considerado bom na cultura pop. Por isso, reagem hoje às manifestações do catolicismo como se ele fosse um inimigo a ser superado ou desprezado.
Portanto, a implicância não é estética, mas comportamental. Não gostam da Igreja, mas não por considerá-la um monte de quinquilharias de museu. Não gostam da Igreja porque ela insiste em apresentar as mesmas respostas, certamente por considerá-las eternas (e hoje tudo é tão fugaz e momentâneo!).
Não gostam da Igreja por ela ser coerente demais com seus princípios (o que confundem com ser rígida e inflexível). A Igreja católica não “revê os seus conceitos” como sugeria o famoso comercial (no sentido de traí-los em nome da moda vigente). Ela faz questão de mostrar uma doutrina moral irredutível, como um lutador que apanha, apanha, mas se recusa a pedir arrego. E a Igreja incomoda por ser um caso absolutamente inexplicável pelas teorias do marketing, contrariando todos os desejos e previsões laicista
Juliano Ribeiro Almeida é padre católico da diocese de Cachoeiro de Itapemirim-ES
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/30117

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Médico abortista na Argentina: Não há mulher que não conviva com culpa por ter abortado


Buenos Aires, 21 Mai. 12 / 10:40 pm (ACI/EWTN Noticias)

O cirurgião abortista argentino Germán Pablo Cardoso, que confessou sem nenhum remorso praticar abortos desde o ano 2000, pelo preço médio de 3,500 pesos (ao redor de 786 dólares), admitiu que não há mulher que não tenha remorso pela decisão de abortar.
Em uma entrevista à MDZ Radio, Cardoso, de 54 anos e chamado pelo apelido de "Doutor Aborto", reconheceu que para as mulheres, abortar "é um peso, uma dor na alma, e não tem mulher que não conviva com culpa".
O cirurgião foi detido pelas autoridades argentinas em junho de 2011, acusado de realizar abortos ilegalmente, mas foi deixado em liberdade pela juíza que dirigiu o caso.
De acordo com os investigadores do caso, Cardoso entrava em contato com mulheres desesperadas através de páginas da internet, onde ele mesmo se colocou o apelido de "Doutor do aborto".
Durante a inspeção ao seu consultório nessa ocasião, a Polícia Metropolitana de Buenos Aires reportou que suas instalações são precárias e o encontro de fetos no local.
Cardoso admitiu, durante o diálogo com a rádio, que continua fazendo abortos e que se uniu à causa de grupos feministas para pedir a liberação do aborto na Argentina.
Sem nenhum constrangimento, o "Doutor Aborto", disse que ele pratica a "técnica cirúrgica" da dilatação e aspiração, para acabar com a vida das crianças no ventre.
Cardoso justificou a sua prática abortiva dizendo que, segundo ele, são feitos 500 000 abortos ao ano na Argentina e que "nem a metade das práticas que se realizam são feitas por médicos".
O "Doutor Aborto" revelou que sua família o apóia na sua prática anti-vida. "Se estivéssemos na Europa ou nos Estados Unidos, não estaríamos falando de algo ético, nem de culpas, seria uma questão de fazer as leis que fazem falta".
Cardoso não manifestou nenhum remorso por realizar abortos, e indicou que ele ajuda às mulheres que o procuram como último recurso.

Cientistas seculares continuam sem respostas sobre a origem da vida e criação do universo.




Ele está esperando uma explicação APENAS natural para a criação do universo.
Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes
Mats
À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% “naturais” para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou “Porque é que o universo existe?” e “Porque é que existe algo em vez de nada?” (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como “se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente.”(Ibid, 29)
Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos
(Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De fato, a mais básica de todas as leis científicas – a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) – torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.
Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A “ciência” secular desconhece:
O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto.
(Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)
A repórter Amanda Gefter diz:
É uma sorte nós estarmos aqui.
(Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)
Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).
. . . .
As “explicações” naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Atualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial – com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) – de alguma forma construiu-se a ela mesma na “sopa primordial” de Darwin.
Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta “sopa” ou evidências que demonstrem como taisnucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.
De facto, Michael Marshall reportou: “Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?“ (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e “A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma.” (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011.Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)
“Deve ter” é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal “deve” existir uma explicação totalmente naturalista.
Mais à frente no artigo, Marshall lamenta:
Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas.
(Ibid, 35.)
À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.
Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que “deveter existido algo parecido com uma célula desde o início”. Problema resolvido!
No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:
Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. “Essa experiência será feita”.
(Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)
Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).
A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.

“Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo. O corajoso pode não viver para sempre, mas o cauteloso nunca vive plenamente.”



Luciana Hilário
Uma vez ouvi uma definição de coragem que gostei muito. Foi no filme “O Diário da Princesa”, da Disney. No aniversário de 16 anos da filha, o pai, já falecido, havia deixado uma carta que dizia assim:“Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo. O corajoso pode não viver para sempre, mas o cauteloso nunca vive plenamente.” Essa frase mexeu muito comigo, pois sou uma pessoa um “mocadinho” medrosa.
O medo é um sentimento necessário para a sobrevivência do ser humano. Numa situação de perigo de morte, por exemplo, é o medo de perder a vida que nos faz correr de um animal descontrolado, nadar em meio a fortes ondas, enfim, se esconder ou enfrentar o perigo. Isso é bom, muito bom! Mas, e quando fugimos da possibilidade de acontecer algo ruim, mesmo que não seja um perigo iminente? Isso acontece quando temos medo de um perigo, medo de sentir as dores de uma perda. Ao contrário do medo que nos move, esse medo nos paralisa, nos faz ficar estagnados, escondidos. Nesses casos, para nos mover,temos que enfrentar os medos, e não necessariamente os perigos. Nesse texto, quero refletir sobre como lidamos com nossos medos e como isso influencia a educação que damos a nossos filhos.
Para ajudar nessa reflexão, convido vocês a ver o filme“Procurando Nemo”.

Reprodução: Marlyn e Nemo
Esse filme, também da Disney, começa apresentando Marlyn e sua esposa, dois peixes palhaço que estão “adquirindo” sua nova moradia. Tudo é só felicidade: “casa” nova em um lugar privilegiado e muitos filhotinhos a espera em seus ovinhos. Em meio a essa alegria, um desastre acontece: o ninho de amor é atacado por um peixe feroz e Marlyn perde de uma só vez o amor de sua vida e seus filhotes. Só o que encontra é o vazio. Mas, em meio a esse desespero, uma ponta de esperança brilha para ele: um ovo se salvou, um filho amado que ele dá o nome de Nemo! Após uma passagem de tempo, a vida de pai e filho é só harmonia, pois os dois não se desgrudam. O cuidado de Marlyn para com Nemo é tanto, que ele protelou ao máximo a ida do filho à escola, com o intuito de protegê-lo. No entanto, todo esse zelo não adiantou. Em um descuido, Nemo é capturado por mergulhadores, e Marlyn, desesperado por mais essa perda, segue a procura de seu filho único, numa busca que irá trazer muito mais do que seu filho de volta: trará também muito amadurecimento e coragem.
Por muitas vezes, os pais protegem tanto seus filhos que acabam por sufocá-los, por não deixar que eles mesmos vivam suas experiências. Ao mesmo tempo, o dever dos pais é zelar pela segurança, proteção e cuidado de sua prole, principalmente ensinando-os o que é certo e errado, bom e ruim, enfim, ensinando os limites da vida.
Essa linha que separa a proteção saudável da super-proteção é tênue e precisa ser constantemente vigiada. Por isso é necessário estar atento às limitações de entendimento e de atividades para cada idade de seus filhos. Por mais preocupada que uma mãe possa ficar com um tombo de uma criança, por exemplo, mesmo com toda atenção prestada, isso pode acontecer, e esse  “raladinho” pode servir de aprendizado.
É possível observar no filme que o sofrimento que Marlyn passou com a perda de sua esposa e de seus outros filhos criou nele um medo enorme de perder o próprio Nemo. No fundo, ele tem um grande medo de sofrer. Quem de nós não têm medo de sofrer? Medo de perder a felicidade vivida? No entanto, temos que aprender a lidar com esses medos para que eles não nos paralisem. Precisamos aprender a ser corajosos, a perceber o que é mais importante do que o medo que sentimos.

Reprodução: Dori e Marlyn na barriga da baleia
Um dos trechos que mais me chamou atenção do filme foi a sequência em que Marlyn e Dori, uma pexinha amiga, estão presos dentro de uma baleia e Marlyn começa a ficar desanimado com os problemas e adversidades no caminho, à procura de seu filho. Dori, sempre otimista, tenta animá-lo, dizendo que vai ficar tudo bem. Marlyn então diz que prometeu que nunca deixaria nada acontecer com seu filho Nemo, e Dori responde: “Coisa engraçada de se prometer. Se você deixar nada acontecer com ele, nada vai acontecer com ele.” E é verdade!
Quando os pais, no intuito de proteger seus filhos, controlam para que nada aconteça, eles não terão a chance a aprender com as adversidades da vida, tão comuns e tão ricas para nosso amadurecimento. Talvez essas crianças acreditem que o mundo é “perfeito”, que não existem problemas, e, na vida adulta, não saberão lidar com as diferenças, com as contrariedades que encontramos no dia-a-dia.
Na continuação desta sequência, ao perceber que a baleia parou e a água está baixando, Dori diz que a baleia está pedindo para eles se soltarem e irem para o fundo da garganta. Marlyn fica desconfiado e diz que a baleia quer na verdade engoli-los. Quando Dori se solta confiante no que a baleia está dizendo, Marlyn fica desesperado e a agarra. Dori então explica para Marlyn o que a baleia quer, e no diálogo que segue, temos uma das grandes demonstrações de medo do ser humano:
Dori – Ela disse para a gente se soltar logo! Vai dar tudo certo!
Marlyn – Como sabe disso? Como sabe que não vai aparecer nenhum problema?
Dori – Não sei não!
E então, Marlyn vence seu medo e se solta junto com Dori para o fundo da garganta da baleia, para o desconhecido, que tantas vezes nos assusta, nos amedronta!
“Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo.” É interessante perceber que muitas vezes, nos momentos de decisões de nossas vidas fazemos essa pergunta a nós mesmos ou aos que estão junto conosco: será que vai dar certo? Não vai ter nenhum problema pelo caminho? A resposta será sempre a mesma: não sabemos! Mas isso não significa que não vai ficar tudo bem, que não “vai dar tudo certo”! Temos que acreditar nisso, ser otimistas, sem deixar de ser realistas. O ser humano tem o desejo de ter o “controle” de tudo, para que tudo saia conforme esperamos, desejamos. Mas esse controle não existe, é uma sensação falsa. No filme, Marlyn percebeu que a busca pelo seu filho amado é mais importante do que o medo que ele tem do desconhecido, das suas perdas.
Outra lição que tirei deste mesmo trecho é a de confiar naqueles que estão junto conosco na caminhada da vida, nas nossas buscas. Marlyn insiste várias vezes com a peixinha Dori de que ela não sabe falar “baleiês”, de que ela não entende o que a baleia está dizendo. Muitas vezes, nossa família, nosso cônjuge ou até amigos estão do nosso lado nos apontando para caminhos que nós não queremos enxergar, e preferimos dizer que eles não sabem o que estão falando, não entendem “baleiês”. Não confiamos porque o caminho que eles nos apontam é desconhecido, nos amedronta, pode nos trazer um sofrimento ou um resultado não “controlado” por nós. Para quem acredita em Deus, esse acreditar na “voz da baleia” e se jogar no fundo da garganta deve ser um aprendizado constante. Ele nos pede para que acreditemos nos caminhos desconhecidos, no qual não temos controle, pois com Ele ao nosso lado, “Vai dar tudo certo!”.
Compartilho com vocês esses meus pequenos aprendizados. Ainda são para mim aprendizados, pois ainda não estão enraizados no meu viver, não viraram uma prática fácil. Tenho momentos de coragem e momentos de medo. Momentos em que o medo da perda da felicidade fala mais alto. Ainda tenho que pensar muitas vezes o que é mais importante do que o medo. Sei que assim conseguirei viver mais plenamente, mesmo que tenha que ser menos ou com mais sofrimento.

Escolas católicas da Papua Nova Guiné não obedecerão ordem do governo de distribuir preservativos a alunos.




A Conferencia Episcopal da Papua Nova Guiné anunciou oficialmente que as escolas católicas desobedecerão a ordem do Ministério da Educação de distribuir preservativos a seus estudantes e reagirão em consciência para não oferecer uma educação sexual contrária aos ensinamentos da Igreja.
Para Dom Panfilo, o Ministério de Educação não pode obrigar a Igreja a seguir sua política.

“Mesmo que o documento emitido pelo Ministério da Educação tenha muitos pontos positivos, não pode obrigar-nos a seguir uma política – o uso de contraceptivos – que contraste com nossa filosofia da educação”, declarou Dom Francesco Panfilo, Arcebispo e vice presidente da Comissão Episcopal para a Educação Católica.
O Bispos alertaram que as campanhas a favor da anticoncepção promovem a libertinagem sexual antes e fora do matrimonio, desencadeando ainda condutas de risco que podem resultar no contagio de HIV e outras enfermidades, o que faz com que ditas políticas sejam contraproducentes.
Os educadores também se uniram ao repudio expresso pelos Bispos, como manifestou James Ume, diretor da Escola Secundária de La Salle, que afirmou que a medida é um convite para a irresponsabilidade: “Se uma escola oferece uma esferográfica e um livro a um estudante, a mensagem básica é simples: estude!  Mas se lhe damos um preservativo, a mensagem para os estudantes será uma só: vá e sinta-se livre para fazeres o que queira”.

A Igreja destacou que os programas de prevenção e a informação sobre os riscos de contagio de HIV devem ser responsabilidade de cada instituição educativa em um trabalho conjunto com os pais de família e repudiou a imposição destas diretrizes governamentais.

Fides