quinta-feira, 29 de março de 2012

O Papa fez uma "revolução" de esperança em Cuba, afirmam católicos na ilha


HAVANA, 29 Mar. 12 / 09:31 am (ACI/EWTN Noticias)
 

A homilia do Papa Bento XVI na Missa com a qual concluiu ontem sua visita pastoral a Cuba, gerou "uma revolução" de esperança entre os católicos, conforme afirmam alguns fiéis que participaram dela.

Na Missa celebrada na Praça da Revolução de Havana, o Pontífice propôs as chaves da verdade e da genuína liberdade, cuja fonte é Cristo, para obter as mudanças que Cuba e o mundo necessitam.

Ramon Tallaj, um latino que vive nos Estados Unidos e que participou daEucaristia, disse à ACI Prensa que a mensagem do Papa "é clara, já que o Santo Padre veio a falar às pessoas sobre a esperança".

A fé é "o que importa", assegurou Ramon, e acrescentou que a visita de Bento XVI terá um efeito de longo alento para Cuba: "agora está confirmado. Esta verdadeiramente é a Praça da Revolução da esperança".

Para a dominicana Nadia Martínez de Pimentel, a Missa com o Papa foi "uma experiência maravilhosa" que tocou "os corações do povo de Cuba" onde a fé se vive frente aos numerosos desafios existentes. 

Diana uma mexicana de 20 anos de idade que chegou a Havana seguindo ao Papa que há poucos dias esteve em seu país, concretamente no estado de Guanajuato disse ao grupo ACI que "queria escutar sua mensagem de fé" já que é "surpreendente" ter a oportunidade de escutar "o representante de Deus na terra".

"Pude conhecer outro país através desta experiência e acredito que os eventos com o Papa farão que me aproxime de Cristo", concluiu a jovem.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Santo Sudário: novas provas de autenticidade, ciência não tem explicação.





Cid Alencastro

O Santo Sudário de Nosso Senhor Jesus Cristo é certamente a relíquia mais preciosa e venerada de toda a Cristandade.

Tendo passado por todo tipo de vicissitudes e desastres ao longo da História, inclusive um princípio de incêndio, ele se encontra atualmente na catedral de Turim, Itália, onde é exposto à visitação dos fiéis em certos períodos.

Trata-se do lençol de linho que envolveu o corpo sagrado do Salvador, descido ao sepulcro onde permaneceu por três dias, após os quais ressuscitou. Quis a Providência Divina que, milagrosamente, a figura de Nosso Senhor ficasse impressa nesse tecido, de forma indelével e humanamente inexplicável. Foi o modo que Deus Padre encontrou para legar aos homens a fotografia impressa de seu Divino Filho.

Sempre presente na vida da Igreja

O Santo Sudário alimentou a fé e a piedade dos primeiros cristãos em Jerusalém, sustentou os mártires e os perseguidos nas catacumbas, inspirou a expansão dos católicos por toda a vastidão do Império Romano, extasiou os homens da Idade Média e, em particular, acendeu o zelo dos cruzados. Nas épocas posteriores, de decadência religiosa, foi ainda o Santo Sudário uma luz de fixação da fidelidade dos fiéis e de esperança de perdão para toda a humanidade.

Chegamos assim aos tempos presentes, em que o considerável desenvolvimento das ciências foi interpretado por muitos ateus, hereges, como sendo o dobre de finados da veneração ao Santo Sudário, o qual não teria mais nenhuma missão a cumprir. As ciências o estudariam, provariam que ele é fruto de simples confecção humana, talvez até uma falsificação feita na Idade Média.

Verificou-se precisamente o contrário. Atraídos pela originalidade daquele misterioso tecido, os mais categorizados cientistas de diversos países, representando os mais diferentes ramos da ciência, debruçaram-se sobre o Sudário para estudá-lo e interpretá-lo, mediante os mais sofisticados aparelhos que a ciência conseguiu inventar, e aplicando os conhecimentos mais recentes. O resultado foi surpreendente para os detratores do Sudário: ficou provado que a figura nele impressa não tem qualquer explicação natural.

Mais ainda, os estudos mostraram que a origem do Sudário se situava na Palestina no primeiro século, e que a figura nele representada coincidia com a descrição dos Evangelhos, sendo totalmente inexplicável pela ciência o modo pelo qual fora ela impressa no linho.

A farsa do Carbono 14

Houve uma exceção, em 1987, quando o Cardeal Anastácio Ballestrero, então Arcebispo de Turim, convocou alguns especialistas em datação pelo método do Carbono 14, os quais concluíram, contra tudo quanto até então a ciência havia provado, que se tratava de uma falsificação produzida na época medieval.

Após um pequeno surto midiático de propagação da “falsificação”, diversos cientistas têm estudado o Sudário — objeto de contínua fascinação para a ciência — e mostrado que o método do Carbono 14 havia sido aplicado erradamente, que os tais especialistas do Cardeal Ballestrero nada provaram.

Procuraram ainda os cientistas obter os “dados brutos” dos laboratórios que realizaram o teste do Carbono 14, a fim de ter em mãos as comprovações necessárias, mas nada conseguiram, apesar de reiteradas solicitações. O que só por si lança pesada dúvida sobre a correção científica do episódio.

Dir-se-ia que o milagre do Sudário foi engendrado por Nosso Senhor sobretudo para o nosso tempo, o único capaz de provar cientificamente a sua autenticidade pelo impressionante acervo de conhecimentos de que dispõe.

Nova e importante confirmação


Uma nova confirmação nos chega, e de grandes dimensões. Na Itália, o altamente conceituado órgão científico do governo italiano Agência Nacional para as Novas Tecnologias, a Energia e o Desenvolvimento Sustentável (ENEA) publicou, no final de 2011, um relatório referente a cinco anos de experiências (2005-2010) realizadas com o fim de procurar “conhecer a maneira pela qual ficou estampada sobre a tela do linho do Santo Sudário de Turim a tão particular imagem”.(1)

No seu relatório, os cientistas do ENEA (Di Lazzaro, Murra, Santoni, Nichelatti e Baldacchini) “desmentem, com muito fair play, quase de passagem, mas de modo muito categórico, a hipótese de que o Santo Sudário possa ser obra de um falsificador medieval”.

Diz o relatório: ”A dupla imagem (frontal e dorsal) de um homem flagelado e crucificado que aparece a duras penas no tecido de linho do Santo Sudário de Turim, apresenta numerosas características físicas e químicas de tal modo peculiares que atualmente tornam impossível obter em laboratório uma coloração idêntica. Esta incapacidade de repetir (e, portanto, de falsificar) a imagem do Santo Sudário impede formular uma hipótese confiável a respeito do mecanismo de formação da impressão”.

De fato, mesmo hoje em dia, “a ciência não está em condições de explicar de que modo foi formada a imagem corpórea no Sudário. Até agora, todas as tentativas de reproduzir uma imagem em linho com as mesmas características, fracassaram”.

Poupamos ao leitor os numerosos e complexos dados científicos apresentados pelos cientistas do ENEA. Os interessados poderão encontrá-los no link abaixo.(2)



Notas:

1. Marco Tosati, “La Sindone non è un falso”, Vatican Insider, 15/12/2011.

2. A íntegra do relatório do ENEA pode ser consultada em: http://opac.bologna.enea.it:8991/RT/2011/2011_14_ENEA.pdf.Cid Alencastro

FONTE: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Procuradores: decisão do STJ sobre estupro afronta Constituição


Para a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre estupro de vulneráveis é uma afronta ao princípio da proteção absoluta de crianças e adolescentes, garantido pela Constituição Federal. Em sessão na terça-feira, a Terceira Seção da Corte considerou que atos sexuais com menores de 14 anos podem não ser caracterizados como estupro, de acordo com o caso.

Na opinião do presidente da associação, o procurador regional da República Alexandre Caminho de Assis, a decisão é um salvo-conduto à exploração sexual. "O tribunal pressupõe que uma menina de 12 anos estaria consciente da liberdade de seu corpo e, por isso, se prostitui. Isso é um absurdo", disse à Agência Brasil nesta quarta-feira.

O STJ entendeu que não se pode considerar crime o ato que não viola o bem jurídico tutelado, no caso, a liberdade sexual. No processo analisado pela seção do STJ, o réu é acusado de ter estuprado três menores, todas de 12 anos. Tanto o juiz que analisou o processo como o tribunal local o inocentaram com o argumento de que as crianças "já se dedicavam à prática de atividades sexuais desde longa data".

A decisão do STJ reafirma o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão. Em 1996, o ministro Marco Aurélio Mello, disse, em um processo, que a presunção de violência em estupro de menores de 14 anos é relativa.

Segundo a Lei 12.015/2009, que substitui o artigo 224 do Código Penal, a relação sexual com pessoa menor de 14 anos é expressamente proibida e considerada como uma das hipóteses de estupro de vulnerável. Assis disse que o caso deve ser encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Existe uma perspectiva de que o colega (da procuradoria) com assento no tribunal (STJ) recorra ao STF."

De acordo com o procurador, no momento em que as instituições públicas e privadas preparam-se para combater a exploração sexual infantil durante grandes eventos, é lamentável que prevaleça o entendimento do STJ. "Vamos deflagrar conjuntamente uma campanha envolvendo instituições públicas e organizações sociais para combater a exploração sexual de menores, preparando País para os grandes eventos. Essa decisão (do STJ) trafega na contramão da necessidade de proteção da cidadania."


FONTE: http://noticias.terra.com.br

terça-feira, 27 de março de 2012

Justiça libera cenas de nudez na TV em qualquer horário


O Ministério da Justiça lançou cartilha sobre a classificação indicativa de programas e filmes na qual cenas de nudez sem apelo sexual são consideradas de classificação livre.

Segundo o ministério, "o guia torna mais claro que o apelo erótico pode ser mais determinante na classificação das obras do que a nudez sem apelo".Dessa forma, elas podem ir ao ar em qualquer horário, valendo para a televisão e o cinema.
A cartilha anterior, de 2009, já considerava livre a exibição de imagens de nudez com contexto artístico, científico ou cultural, como em documentários indígenas, por exemplo.
Agora, o guia especifica que, além desses casos, cenas de nudez sem apelo sexual também deixam de ser consideradas inadequadas para crianças.
O diretor-adjunto do Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação do ministério, Davi Pires, afirmou ao G1 que a mudança não teve por objetivo abrandar a classificação, mas sim deixar os critérios mais claros para os pais e veículos.
"A nudez não erótica não é problemática. Quando ela é erotizada, a criança pode querer imitar ou simular o que vê na cena, de forma precoce. Nossa preocupação é a erotização de crianças", destaca Pires.
nova cartilha faz parte da campanha "Não se Engane" do Ministério da Justiça. A campanha tem o objetivo de orientar os pais a sobre a influência que as obras audiovisuais podem ter na formação das crianças e auxiliar os produtores a adequarem suas obras aos horários em que determinados filmes e programas podem ser exibidos.
No texto, um novo critério foi criado: "o grau de intensidade de relações sexuais presentes na obra". O item "Carícias sexuais" não é recomendado para menores de 12 anos e o "relações sexuais intensas" não é recomendado para menores de 16.
O Ministério destaca que o objetivo da classificação indicativa é preservar as crianças e não censurar as obras, mesmo porque em 90% dos casos, a classificação coincide com aquela que é feita pelos próprios veículos.
Violência
Também houve alterações no quesito violência. O Ministério considera conteúdo de classificação livre somente as brigas e cenas de lutas, e eventuais mortes, em desenhos animados ou as cenas de produções televisivas que retratem mortes naturais, devido aproblemas de saúde, por exemplo.
Já a presença de qualquer tipo de arma na cena fica restrita para os maiores de 10 anos, bem como as cenas que incitem o medo e situações de pavor ou tensão.
Cenas com sangue, de agressões físicas, de perigo, de homicídio e de práticas de bullying estão liberadas para os maiores de 12 anos. Para os maiores de 14 anos, o Ministério liberou as cenas de assassinato explícitas, de assédio sexual e de violência motivada por preconceito contra minorias.
Cenas mais fortes, como tortura, mutilação, suicídio e agressão no ambiente doméstico ficam restritas aos maiores de 16 anos. Enquanto as cenas fortes de apologia à violência, de glamorização dos atos violentos e da repetição de imagens com requintes de crueldadesão permitidas somente aos maiores de 18 anos.

Imprensa cubana tenta destacar “coincidências” entre o cristianismo e revolução lendo Frei Betto

SANTIAGO DE CUBA, 27 Mar. 12 / 08:31 am (ACI/EWTN Noticias)

Enquanto a onda de rumores internos em Cuba segue comentando que Fidel Castro pediria ser readmitido à Igreja católica e que o presidente venezuelano Hugo Chávez pediria uma bênção especial do Papa Bento XVI durante sua visita a Cuba onde se encontra recebendo seu tratamento oncológico; a imprensa oficial cubana destacou antes da chegada do Pontífice, as supostas coincidências entre a fé católica e a revolução.
O jornal "Trabajadores", que se descreve como "órgão oficial" da Central de Trabalhadores de Cuba, publicou nesta segunda-feira uma nota titulada "Fidel e a Religião: uma conversa transcendente", na que assinala que "o dogma dos reacionários sobre a impossibilidade de entendimento entre cristãos e comunistas vão por água abaixo" quando se revisam passagens do livro "Fidel e a Religião", que o teólogo da libertação brasileiro Alberto Libanio, mais conhecido como "Frei Betto", publicou em 1986.
O artigo recolhe o argumento apresentado por Fidel no livro, segundo o qual o comunismo não promove o ódio aos seres humanos e sim às injustiças e aos sistemas. Também recorda as palavras que Castro escreveu em uma dedicatória a Frei Betto: "Ainda não conseguiu, mas se alguém pode fazer de mim um crente este é Frei Betto".

"Trabajadores" publica ademais, junto ao extenso artigo sobre "Fidel e a Religião", uma entrevista de duas perguntas com a poetisa Fina García Marruz, de 89 anos, que declara que em sua vida pessoal “não tive que conciliar nada, como militante revolucionária e crente, pois se trata de uma Revolução justa e uma religião que quer o melhor… ambas, embora diferentes, aspiram a um bem comum".

Tanto fontes da Igreja como do governo negaram enfaticamente que Fidel Castro tenha alguma intenção especial para o seu encontro com o Papa Bento, "além de um mero encontro de cortesia"; por outro lado, já no domingo o Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, havia assinalado que "até o momento", não havia nenhum plano de um encontro do Papa Bento com Hugo Chávez.

A onda de rumores, entretanto, cresce com o acesso de alguns cubanos às redes sociais, que seguem insistindo que ambas histórias são verazes.

Enquanto a onda de rumores internos em Cuba segue comentando que Fidel Castro pediria ser readmitido à Igreja católica e que o presidente venezuelano Hugo Chávez pediria uma bênção especial do Papa Bento XVI durante sua visita a Cuba onde se encontra recebendo seu tratamento oncológico; a imprensa oficial cubana destacou antes da chegada do Pontífice, as supostas coincidências entre a fé católica e a revolução.
O jornal "Trabajadores", que se descreve como "órgão oficial" da Central de Trabalhadores de Cuba, publicou nesta segunda-feira uma nota titulada "Fidel e a Religião: uma conversa transcendente", na que assinala que "o dogma dos reacionários sobre a impossibilidade de entendimento entre cristãos e comunistas vão por água abaixo" quando se revisam passagens do livro "Fidel e a Religião", que o teólogo da libertação brasileiro Alberto Libanio, mais conhecido como "Frei Betto", publicou em 1986.
O artigo recolhe o argumento apresentado por Fidel no livro, segundo o qual o comunismo não promove o ódio aos seres humanos e sim às injustiças e aos sistemas. Também recorda as palavras que Castro escreveu em uma dedicatória a Frei Betto: "Ainda não conseguiu, mas se alguém pode fazer de mim um crente este é Frei Betto".



"Trabajadores" publica ademais, junto ao extenso artigo sobre "Fidel e a Religião", uma entrevista de duas perguntas com a poetisa Fina García Marruz, de 89 anos, que declara que em sua vida pessoal “não tive que conciliar nada, como militante revolucionária e crente, pois se trata de uma Revolução justa e uma religião que quer o melhor… ambas, embora diferentes, aspiram a um bem comum".
Tanto fontes da Igreja como do governo negaram enfaticamente que Fidel Castro tenha alguma intenção especial para o seu encontro com o Papa Bento, "além de um mero encontro de cortesia"; por outro lado, já no domingo o Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, havia assinalado que "até o momento", não havia nenhum plano de um encontro do Papa Bento com Hugo Chávez.
A onda de rumores, entretanto, cresce com o acesso de alguns cubanos às redes sociais, que seguem insistindo que ambas histórias são verazes.

Axe volta a usar temas bíblicos em propaganda de desodorante.

Mas uma vez a marca AXE faz um comercial usando um tema bíblico para tentar estimular a compra de seus desodorantes. Desta vez a Arca de Noé ganha uma versão moderna, com um personagem que constrói uma arca com tudo o que possa atrair as mulheres.

O vídeo foi produzido no México e tem como objetivo mostrar o AXE 2012, o desodorante para os homens não ficarem sozinhos quando o mundo acabar. O local das filmagens tem ligação com a profecia Maia que data um acontecimento, interpretado como o Fim do Mundo, para 21 de dezembro de 2012.

O comercial começa mostrando a destruição das cidades, pessoas e pássaros tentando fugir e enquanto isso o personagem principal constrói sua arca. Dentro dela o Noé mulherengo construiu academia, pista de dança, dormitório e outros ambientes para atrair as mulheres.

Quando termina sua obra ele sobe no topo e passa o AXE 2012 e as mulheres começam a seguir em direção à arca formando uma grande fila. No final ainda há a frase “Feliz Fim de Mundo”.

A marca gerou polêmica ao mostrar anjos caindo do céu, no caso mulheres, sendo atraídas pelo cheiro do desodorante da AXE. Muitas pessoas criticaram alegando que o comercial tinha mensagens satanistas, uma vez que satanás é o anjo caído.


Assista ao novo comercial:


Fonte:  http://noticias.gospelprime.com.br 

Suicídio é mais provável entre evangélicos que entre católicos.


Suicídio é mais provável entre evangélicos que entre católicos
Um novo estudo mostra como a religião pode influenciar as taxas de suicídio. Embora os dados tenham mostrado que os evangélicos sejam mais propensos a cometer suicídio que os católicos, a motivação ainda é pouco compreendida. Um novo estudo realizado pelos professores Sascha Becker (Universidade de Warwick, Reino Unido) e Ludger Woessmann (Universidade de Munique, Alemanha) demonstra a relação de causalidade entre o protestantismo e o suicídio.
Becker e Woessmann buscaram descobrir se a maior taxa de suicídio entre os evangélicos foi devido a uma auto-seleção. Poderia haver alguns fatores que influenciam se uma pessoa escolhe ser evangélico ou católico que ao mesmo tempo influenciam a probabilidade de eles cometerem suicídio.
Os números mostram que os evangélicos têm taxas de suicídio maiores do que os católicos “mas, se isso é devido a uma perspectiva religiosa é uma outra história”, explicou Becker em entrevista recente. “As pessoas podem dizer que se tornaram evangélicas para não cometer suicídio, é claro, mas podem ter feito esta escolha por diversos outros motivos que estejam de alguma forma correlacionada com um comportamento suicida”.
Em outras palavras, Becker e Woessman queriam entender se a relação entre a conversão e as altas taxas de suicídio era causal, e agora eles podem afirmar isso.
Para saber se a religião tem uma influência independente, os pesquisadores analisaram dados da antiga Prússia em 1800, para evitar quaisquer efeitos de auto-seleção.
A república da Prússia foi dividida em regiões católicas e evangélicas na época, e as autoridades governamentais mantinham bons registros sobre as causas da morte, explicou Becker. Como a grande maioria dos prussianos aderiu à religião predominante em sua região, comparar as taxas de suicídio nessas diferentes regiões evitaria os efeitos de auto-seleção.
Alguém de outro país, por exemplo, pode optar entre uma ampla gama de religiões e denominações. As pessoas escolhem livremente mudar de religião sempre que desejar. Assim, os pesquisadores não podem saber se alguém hoje que escolhe ser evangélico tem características que se relacionam com as altas taxas de suicídio, ou se a visão evangélica de mundo influencia nas altas taxas de suicídio. Em 1800, porém, a religião dominante era mantida pela grande maioria dos prussianos ao longo de toda a vida.
Becker e Woessman observaram que as taxas de suicídio nas regiões predominantemente evangélica são três vezes maior que nas regiões católicas. O estudo conclui que a religião de fato influencia nas taxas de suicídio. Agora, os estudiosos oferecem três hipóteses para explicar isso.
As altas taxas de suicídio entre os evangélicos em comparação com os católicos foram notadas pela primeira vez por Émile Durkheim, um dos pais da sociologia, em seu texto clássico “O Suicídio”, de 1897. Durkheim acreditava que as diferenças estavam relacionadas  com o fato de que os evangélicos são mais individualistas, ou colocam uma ênfase maior na autonomia individual. Os católicos, por sua vez, são mais comunitários, ou colocam uma ênfase maior sobre as comunidades eclesiais.
“A forma como chegamos a trabalhar sobre esta questão, é que lemos sobre a tese de Durkheim, que ressaltou como os evangélicos frequentemente têm uma religião mais  individualista que os católicos, que por sua vez dependem mais da congregação como um grupo de apoio nos momentos de dificuldade. O fato é que os evangélicos são mais individualistas que os católicos”.
Além dessa hipótese, Becker e Woessman também sugerem que as diferentes taxas de suicídio podem ser devido às diferentes formas como católicos e evangélicos veem a doutrina da graça.
Os católicos enfatizam mais as recompensas de suas boas obras ou a punição por causa de seus pecados. Os evangélicos, por outro lado, enfatizam que a graça de Deus não pode ser conquistada pelas boas ações. Como resultado, os ensinamentos católicos sobre o suicídio são mais rigorosos e se tornam mais internalizados pelos fiéis.
Uma terceira hipótese tem a ver com a confissão católica, ou o ato de confessar regularmente seus pecados a um padre. Os evangélicos não reconhecem este sacramento. Já que o suicídio é o único pecado que nunca poderia ser confessado para se pedir o perdão de um sacerdote, os  católicos acreditam que a absolvição é um elemento importante para fugir do inferno, podem ser menos inclinados a cometer suicídio.
Testar essas três hipóteses é o tema de pesquisas futuras, mas Becker assinala que é “extremamente difícil” encontrar maneiras de medir cada uma dessas variáveis, a não ser pela comparação de estatísticas.
A pesquisa de Becker e Woessman, que leva o título de “Batendo na Porta do Céu? Protestantismo e Suicídio” deverá ser publicado brevemente por uma revista acadêmica.

Traduzido e adaptado de Christian Post


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Conar tira comercial do Red Bull do ar por desrespeitar Jesus


Conar tira comercial do Red Bull do ar por desrespeitar Jesus - Reprodução

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) suspendeu nesta terça-feira (27) a veiculação do anúncio do energético da marca Red Bull, no qual o personagem central é Jesus. Isso, após mais de 200 reclamações. De acordo com o blog Radar Online, da Veja, o conselho justificou que o comercial “fere a respeitabilidade religiosa”.
Na campanha, Red Bull – Nazaré mostra Jesus andando sobre as águas depois de descer de um barquinho em que está Pedro e um terceiro personagem. O apóstolo pergunta como Jesus conseguiu fazer aquilo, enquanto o terceiro afirma que ele tomou Red Bull. No final, Jesus diz outra versão para o fato.
“Só tem que ficar esperto onde tem pedra”, diz.

Veja o vídeo:

Reinaldo Azevedo denuncia Cristofobia da esquerda e setores da Imprensa.


segunda-feira, 26 de março de 2012

Católico e Maçom, é possível?


Do livro "Entrai pela porta Estreita" do Prof. Felipe Aquino


Hoje a Maçonaria atrai muitos católicos, infelizmente, embora a Igreja proiba que nos tornemos maçons.


Com todo o respeito que devemos a cada pessoa, em face à sua opção, devemos contudo, lembrar aos que querem ser autenticamente católicos, que a filiação à Maçonaria é considerada pela Igreja Católica "pecado grave", já que as concepções de Deus e religião, assim como o processo de iniciação secreta imposto aos novos membros, não se coadunam com as noções do Cristianismo relativos a Deus e aos sacramentos, principalmente.


A Igreja tem uma posição oficial sobre o assunto, que foi feita pelo pronunciamento da Santa Sé em 26/11/1983, por ocasião da promulgação do atual Código de Direito Canônico pelo Papa João Paulo II.


Esta é a Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, que vem assinada pelo seu Prefeito, Cardeal Joseph Ratzinger e pelo Fr. Jérome Hamer, Secretário:


Tem-se perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico, ela não vem expressamente mencionada como no código anterior.


Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional, seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.


Permanece, portanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e, por isto, permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas, estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar´se da Sagrada Comunhão.


Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciar-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, pp. 240s).


O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, definida em reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação".


Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983.


É importante notar que a Declaração da Santa Sé afirma que "estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão". Isto é muito sério para os católicos. E é a palavra oficial da Igreja sobre a questão!


O número 386 da Revista "Pergunte e Responderemos", de autoria de D. Estevão Bittencourt, nas páginas 323 a 327, traz um elucidativo artigo sobre o assunto.


Neste artigo D. Estevão, de reconhecida seriedade e competência, teólogo renomado; afirma:


"A Maçonaria professa a concepção de Deus dita "deista", ou seja, a que a razão natural pode atingir; ´ admite "a religião na qual todos os homens estão de acordo, deixando a cada qual as suas opiniões particulares". Esta noção de Deus e de Religião é vaga e não condiz com o pensamente cristão, que reconhece Jesus Cristo e as grandes verdades por Ele reveladas".


"Além disto, tanto a Maçonaria Regular como a Irregular têm seu processo de iniciação secreta. Propõem o aperfeiçoamento ético do homem através da revelação de doutrinas reservadas a poucos e recebidas dos "grandes iniciados" do passado - entre os quais alguns maçons colocam o próprio Jesus Cristo. Celebram também ritos de índole "secreta ou esotérica", que vão sendo manifestados e aplicados aos membros novatos à medida que progridem nos graus de iniciação. "Ora um tal processo de formação contrasta com o que o Cristianismo professa: este não conhece verdades nem ritos reservados a poucos; nada tem de oculto ou esotérico".


Outra razão muito séria que D. Estevão levanta, para mostrar ao católico que não se faça maçom, é esta:


"Ademais, quem se filia a uma sociedade secreta, não pode prever o que lhe acontecerá, o que se lhe pedirá ou imporá; não sabe se lhe será fácil guardar sua liberdade de opções pessoais. Embora tencione manter fidelidade a seus princípios íntimos, pode-se ver em encruzilhadas constrangedoras".


Por outro lado, é preciso lembrar aos católicos que a fé e a doutrina da Igreja é insuperável e completa: herdada dos profetas e dos Apóstolos; revelada por Deus; confirmada pela Tradição dos Santos Padres, Doutores e Santos; confessada pelo sangue dos mártires e guardada pelo Sagrado Magistério. Não é preciso buscar "coisas novas" para alimentar o espírito, uma vez que o próprio Senhor nos oferece a sua Palavra e o seu próprio Corpo na Eucaristia.


O Santo Padre nos outorgou o Catecismo da Igreja Católica, de riqueza inefável, capaz de nos preparar para cumprir aquilo que São Pedro nos pede:


"Estai sempre prontos a responder para a vossa defesa a todo aquele que vos perguntar a razão da vossa esperança" (IPe 3,15).


Antes de buscarmos "coisas novas", e perigosas para a nossa vida espiritual, ou que põem em risco a nossa própria salvação eterna, vamos antes aprender o que devemos, no seio sagrado e puro da nossa Santa Mãe Igreja.


Além do mais é preciso lembrar que a principal virtude do católico é a obediência à Santa Igreja, chamada pelo Papa João XXIII, de Mater et Magistra (Mãe e Mestra).


Quem desejar compreender melhor as razões pelas quais a Igreja, como Mãe cautelosa, proibe os seus filhos de se associarem às lojas maçonicas, poderá ler o livro do Bispo de Novo Hamburgo, D. Boaventura kloppenburg, Igreja 
Maçonaria, Ed. Vozes, 2a. Edição, 1995, ou ainda o livro do Bispo Auxiliar de Brasília, D.João Evangelista Martins Terra, sobre o mesmo assunto.


Infelizmente, em desobediência à Igreja, alguns no passado, até mesmo do clero, se associaram à Maçonaria, no intuito, às vezes, de serem úteis à sociedade, mas isto nunca foi permitido pela Igreja.

Russell Crowe será o protagonista no filme sobre Noé






ArquivoRussell Crowe, o astro de Gladiador, fará o papel principal no filme Noah
“A arca” de Darren Aronofsky começará a ser produzido em julho. "Noah", a adaptação do relato bíblico de Noé ao cinema contará com Russell Crowe no papel principal.


O anúncio oficial sobre o projeto que está nas mãos das produtoras Paramount e da New Regency será feito próxima semana, conforme adianta em exclusiva o site Hollywood Deadline, falando da nova superprodução do mesmo diretor dos filmes “O Cisne Negro” e “O Lutador”.


Finalmente, Russell Crowe está confirmado como o protagonista deste relato bíblico, embora o ganhador do Oscar pelo filme “Gladiador” não tenha sido a primeira eleição de Darren Aronofsky. O diretor pôs seus olhos no atual Batman, Christian Bale, que se interessou pelo projeto, mas não puderam conciliar as agendas. Isto porque que Bale já tinha se comprometido com Terrence Malick (A árvore da vida) para dois filmes: “Lawless” e ”Knight Of Cups”, filmes que vão ser gravados de forma sucessiva e que o manterão ocupado por vários meses.


Ante a impossibilidade de contar com Bale, Aronofsky levou vários meses até encontrar outro ator que lhe convencesse e finalmente optou por Crowe, que atualmente grava junto com Hugh Jackman a adaptação do mítico musical da Broadway “Os miseráveis”.


Nesta gravação Crowe se reencontrará com algumas caras conhecidas como o produtor Arnon Milchan, com quem trabalhou em, “L.A. Confidential”, e com o roteirista de “Gladiador”, John Logan, que reescreveu o livreto de Noah, obra de Aronofsky e de seu habitual roteirista, Ari Handel.


Este é um projeto no qual Aronofsky retorna aos sets depois da sua primeira nomeação ao Oscar pelo "Cisne Negro" e no qual pôs todo o seu esforço. De fato, espera-se que o produtor nova-iorquino centre agora todas suas energias no filme sobre a Arca de Noé.


"Desde que era criança me comove e inspira a história de Noé e a viagem da sua família. A imaginação de incontáveis gerações voou com esta épica história de fé. E eu espero poder abrir uma janela para a paixão e a perseverança de Noé na tela grande", afirmou entusiasmado Aronofsky quando apresentou o projeto.
Fonte: ACI DIGITAL

Homossexual convertido: “Quando experimentas a castidade, encontras uma paz que o egoísmo não pode dar.”


26/03/2012 por Everth Queiroz Oliveira

Fonte: Religión en Libertad | Tradução: Ecclesia Una – Sofreu, e muito, por causa de sua homossexualidade. Mas, agora, compartilha com a revista Misión[“Missão”], sem tabus, as feridas da infância que originaram seu sofrimento, e fala com alegria da transformação que tem experimentado em sua vida desde que teve um encontro profundo com Deus.
Rubén García é hoje um homossexual que tem integrado sua sexualidade a uma vida plena na castidade.
Como aponta Misión, “por trás de uma pessoa com inclinações homossexuais se oculta uma história de profunda dor. Uma biografia de feridas afetivas que, pouco a pouco, o levou a refugiar-se em pessoas do mesmo sexo.”
Rubén assegura que a homossexualidade não é genética e que tampouco se escolhe por vontade própria, mas que “é uma desordem que surge por carências afetivas na infância ou na juventude, e por outros fatores comportamentais”.
“Por isso, sanar o coração ferido destas pessoas não é simples. Muito menos em uma sociedade como a nossa, onde reina a incompreensão tanto por parte daqueles que enaltecem a homossexualidade como um direito, como também por aqueles que os veem como depravados sem solução. A realidade não é uma coisa nem outra. A realidade é que são pessoas que necessitam ser amadas com autenticidade, sem reservas”, raciocina a revista familiar de maior difusão na Espanha.
Rubén García conta abertamente as batalhas que teve que enfrentar até que encontrar-se com a fonte do amor: Deus. Ele tem a esperança de que as pessoas aprendam a acolher aos gays e às lésbicas “incondicionalmente”, e consigam dar-lhes o amor e o carinho que necessitam para curar suas feridas e integrar sua sexualidade a uma vida de castidade.
- Desde quando começou a sentir inclinações homossexuais?
- Desde criança, a raiz da carência de afeto do meu padrasto, que me tratava com muita dureza, e tendi a proteger-me no mundo feminino. Desde então, inconscientemente, comecei a buscar o afeto que não tive do meu pai em outros homens. Comecei a ter relações sexuais com homens e, finalmente, trabalhei em um prostíbulo.
- Era feliz com esta forma de vida?
- Teria respondido então que sim, porque no meio homossexual está proibido que digas o contrário. Mas o certo é que, sozinho, sentia um vazio enorme, além de um rancor contra Deus, a Quem eu culpava.
- Como deu o passo da homossexualidade à transexualidade e à prostituição?
- É um processo gradual. Começas jogando com teu corpo, buscando o prazer a tudo custo, te colocas numa dinâmica de permanente insatisfação, confiando em que por aí encontrarás uma relação verdadeira. Mas isso é impossível, posto que acabas utilizando os outros egoisticamente, sem amá-los como pessoas.
- Como mudou de vida?
- Tudo começou quando assisti a um retiro espiritual, em que uma mulher disse que Deus amava a todos, independentemente do que tivéssemos feito. Eu senti que essas palavras eram só pra mim. Que Deus me ama? A mim? Apesar do que eu lhe fiz? Até então tinham me falado de um Deus castigador, um Deus que era uma ameaça para mim. Essa mulher nos apresentou um Deus compassivo, que quer conquistar os pecadores. Pouco depois me confessei e experimentei a paz como nunca. E hoje, depois de anos junto a Deus, frequentando a Penitência e a Eucaristia, posso afirmar que vivo com uma felicidade que não se compara com o estilo de vida que levava antes.
- Muita gente opina que é contraditório ser católico e homossexual…
- A Igreja Católica abre os braços a todas as pessoas, sem exceção. Todos somos pecadores, todos necessitamos da medicina que só Deus pode dar: confissão, oração, leitura da Bíblia, Missa. Nada disso é contraditório com nenhuma pessoa. O contraditório é querer ser feliz sem respeitar a lei que Deus colocou no coração humano.
- Como vive agora sua sexualidade?
Agora sei que meu corpo é templo do Espírito Santo, a menos que O expulse pelo pecado. Posso olhar, falar e abraçar a homens e mulheres, sem limitar-me a abraçar seu corpo. Vejo irmãos aos quais devo servir, não cliente de que devo servir-me.
- É possível ter uma vida plena na castidade?
- Quando uma pessoa experimenta a castidade, encontra uma felicidade que o egoísmo não pode dar. A dependência dos instintos físicos não te faz livre; te converte em um consumidor compulsivo de prazer físico passageiro. É um tópico falso dizer que a promiscuidade sexual te faz livre e a castidade te faz um deprimido. É justamente o contrário.
Rubén García pertence ao grupo Courage Latino [“Coragem Latina”], onde muitos homossexuais e lésbicas compartilham suas experiências de uma vida sacramental e na castidade plena.

Vaticano aprova novo rito de bênção para os nascituros


 
POR JOÃO JALSEVAC


WASHINGTON, 26 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) - O Vaticano aprovou a publicação do "Rito para a Bênção de uma criança no ventre materno", que será impressa em Inglês e Espanhol em um livreto combinado e deve estar disponível para paróquias de Dia das Mães este ano.


Os bispos norte-americanos que colaboraram com o desenvolvimento da bênção saudou o anúncio da recognitivo, ou aprovação, pela Congregação para o Culto Divino ea Disciplina dos Sacramentos, em Roma.




"Estou impressionado com a beleza dessa bênção para a vida humana no ventre materno", disse o cardeal Daniel DiNardo de Galveston-Houston, presidente da Comissão do Pró-Vida Atividades da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB).


DiNardo disse que poderia "pensar em melhor dia para anunciar esta notícia" de hoje, que os católicos celebram como a Festa da Anunciação, ou o dia em que o Anjo Gabriel apareceu a Maria e perguntou se ela se tornaria a mãe de Jesus.


"Queríamos fazer este anúncio o mais rápido possível para que as paróquias possam começar a olhar como esta bênção pode ser tecidas no tecido da vida paroquial", disse o arcebispo Gregory Aymond de Nova Orleans, presidente do Comitê USCCB sobre o Culto Divino. "Eventualmente, a nova bênção será incluído no Livro das Bênçãos quando esse texto é revisado."


Em um comunicado de imprensa da USCCB pronunciou a bênção e foi preparado para apoiar os pais que aguardam o nascimento de seu filho, para incentivar as orações da paróquia e do reconhecimento do dom precioso da criança no útero, e fomentar o respeito pela vida humana dentro da sociedade. Ele pode ser oferecido dentro do contexto da massa, bem como fora da massa.


A bênção se originou quando o então bispo Joseph Kurtz de Knoxville, Tennessee (agora arcebispo de Louisville, Kentucky) solicitou ao Comité USCCB em Atividades Pró-Vida para ver se existia uma bênção para uma criança no útero. Quando nada foi encontrado, a comissão preparou um texto e enviou-o à comissão a USCCB do Culto Divino, em março de 2008. Foi aprovado por todo o corpo de bispos em novembro de 2008, e, em seguida, enviado a Roma para a edição e aprovação final.


Ao chegar a Cuba, Bento XVI pede maior espaço público para a Igreja


 
SANTIAGO DE CUBA, 26 Mar. 12 / 07:19 pm (ACI)
O Papa Bento XVI chegou esta tarde a Cuba e em suas primeiras palavras recordou que a visita do Beato João Paulo II inaugurou uma “nova etapa nas relações entre a Igreja e o Estado cubano” embora “permaneçam ainda muitos aspectos em que se pode e deve avançar,” como “contribuição imprescindível que a religião é chamada a prestar no âmbito público da sociedade”.


No aeroporto Antonio Maceo do Santiago de Cuba, o Papa recebeu a saudação do Presidente Raúl Castro e as honras das forças armadas por sua condição de chefe de estado.


Em seu breve discurso, BentoXVI afirmou: “Encontrando-me agora no vosso meio, não posso deixar de lembrar a histórica visita a Cuba do meu predecessor, o Beato João Paulo II, que deixou uma marca indelével na alma dos cubanos. O seu exemplo e os seus ensinamentos constituem uma guia luminosa para muitos, crentes ou não, que os orienta tanto na vida pessoal como na atuação pública ao serviço do bem comum da Nação”.


“De fato, a sua passagem pela Ilha foi uma espécie de brisa suave de fresca aragem que deu novo vigor à Igreja em Cuba, despertando em muitas pessoas uma renovada consciência da importância da fé e encorajando a abrir os corações a Cristo, ao mesmo tempo que reacendeu a esperança e revigorou o desejo de trabalhar corajosamente por um futuro melhor”, ressaltou.


O Papa considerou que “um dos frutos importantes daquela visita foi a inauguração de uma nova etapa nas relações entre a Igreja e o Estado cubano caracterizada por um espírito de maior colaboração e confiança, embora permaneçam ainda muitos aspectos em que se pode e deve avançar, especialmente no que diz respeito à contribuição imprescindível que a religião é chamada a prestar no âmbito público da sociedade”.


O Papa saudou “com todo o carinho do meu coração, os fiéis da Igreja Católica em Cuba, os amados habitantes desta linda Ilha e todos os cubanos onde quer que se encontrem. Tenho-vos sempre muito presente no coração e na minha oração, e ainda mais nos últimos dias quando o momento tão desejado de vos visitar se ia aproximando e que, graças à bondade divina”.


Do mesmo modo, recordou que o motivo de sua visita era unir-se à alegria pela celebração do aniversário quatrocentos do achado da bendita imagem da Virgem da Caridade do Cobre”, cuja devoção “sustentou a fé e encorajou a defesa e promoção de tudo o que dignifica a condição humana e dos seus direitos fundamentais”. 


“Também eu desejo ir a El Cobre prostrar-me aos pés da Mãe de Deus para Lhe agradecer a solicitude com que cuida de todos os seus filhos cubanos e confiar à sua intercessão os destinos desta amada Nação para que os guie pelas sendas da justiça, da paz, da liberdade e da reconciliação”, indicou.


“Venho a Cuba como peregrino da caridade, para confirmar os meus irmãos na fé e encorajá-los na esperança, que nasce da presença do amor de Deus nas nossas vidas. Levo no coração as justas aspirações e os legítimos desejos de todos os cubanos – onde quer que se encontrem –, os seus sofrimentos e alegrias, as suas preocupações e os anseios mais nobres, especialmente dos jovens e dos idosos, dos adolescentes e das crianças, dos doentes e dos trabalhadores, dos encarcerados e dos seus familiares, bem como dos pobres e necessitados”, indicou.


O Pontífice recordou que “muitas partes do mundo atravessam, hoje, um momento de particular dificuldade econômica, cuja origem tantos concordam em situá-la numa profunda crise de tipo espiritual e moral, que deixou o homem sem valores e desprotegido contra a ganância e o egoísmo de certos poderes que não têm em conta o bem autêntico das pessoas e das famílias”.


“Não é possível continuar por mais tempo na mesma direção cultural e moral, que causou esta situação dolorosa que muitos sentem. Em vez disso, o verdadeiro progresso necessita duma ética que coloque no centro a pessoa humana e tenha em conta as suas exigências mais autênticas, de modo especial a sua dimensão espiritual e religiosa.”, explicou.


O Santo Padre acrescentou que “no coração e na mente de muitas pessoas, a certeza de que a regeneração das sociedades e do mundo exige homens retos e de firmes convicções morais e altos valores de fundo que não sejam manipuláveis por interesses limitados mas correspondam à natureza imutável e transcendente do ser humano”. 


O Papa disse :“estou convencido de que Cuba, neste momento tão importante da sua história, estende já o seu olhar para o amanhã, esforçando-se por renovar e ampliar os seus horizontes; para isso contribuirá aquele imenso patrimônio de valores espirituais e morais que plasmaram a sua identidade mais genuína e que estão esculpidos na obra e na vida de muitos e insignes pais da Pátria, como o Beato José Olallo y Valdés, o Servo de Deus Félix Varela e o insigne José Martí”.


“Peço ao Senhor que abençoe copiosamente esta terra e seus filhos, particularmente os que se sentem desfavorecidos, os marginalizados e quantos sofrem no corpo ou no espírito, e conceda a todos, por intercessão de Nossa Senhora da Caridade do Cobre, um futuro cheio de esperança, solidariedade e concórdia. Muito obrigado”, concluiu.

Europa se prepara para abolir o dinheiro.


Em muitos países europeus, os cartões de débito e crédito e as transferências online já substituíram o dinheiro em espécie. Na Suécia, o debate é sobre quando será extinta a necessidade de se carregar dinheiro.
Um dos benefícios apontados é reduzir a delinquência, em especial os assaltos. “Se pudermos reduzir a quantidade de dinheiro que circula nos bancos e na sociedade, também reduziremos os roubos”, afirmou Marie Look, do sindicato dos bancários. “Quando abandonarmos totalmente o dinheiro, não haverá mais roubos, porque não fará sentido assaltar um banco que não tenha nada para ser levado”.
Desde 2010 há uma campanha pelo fim do dinheiro no país que conta, inclusive, com o apoio de famosos, como o ex-membro do grupo Abba, Bjorn Ulvaeus. Ele disse:  “Não há razão prática clara, até onde eu possa ver, para continuar usando notas e moedas. O que existe são óbvias vantagens de se desfazer delas. A Suécia poderia ser o primeiro país do mundo a adotar essa medida”.
A Suécia, curiosamente, foi o primeiro país europeu a introduzir as notas guardadas em bancos, em 1661. Agora pode liderar a Europa para se livrar-se delas. Sendo um país que convive com a alta tecnologia, em breve o dinheiro digital deve ser uma realidade.
Na maioria das cidades suecas, os ônibus já não aceitam dinheiro. Os passes são pré-pagos ou adquiridos com uma mensagem de texto de telefone celular. Um número crescente de empresas só aceitam cartões, e algumas agências bancárias só fazem transações eletrônicas.
O declínio no uso do dinheiro é perceptível até mesmo nos templos religiosos, como na Igreja de Karlshamn, sul da Suécia. O pastor Johan Tyrberg recentemente instalou um leitor de cartões para tornar mais fácil a vida dos fiéis que desejam fazer oferendas.
“As pessoas vinham até mim muitas vezes e diziam que não tinham dinheiro, mas ainda assim  gostariam de doar”, diz Tyrberg.
Cédulas e moedas representam apenas 3% da economia da Suécia, em comparação com uma média de 9% nos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, de acordo com o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.
A prevalência de transações eletrônicas – e o rastro digital que geram – pode ser um problema para muitos por violar a “privacidade” das transações em dinheiro vivo.
Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, Banhof, diz que uma economia totalmente digital sempre deixará um “rastro” dessas transações. Ele apoia a ideia de acabar com o dinheiro, mas ressalta: “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele.
Um passo importante foi dado pela empresa sueca iZettel, que  desenvolveu um sistema onde qualquer telefone celular do tipo smartphone funcione como uma “carteira virtual”. Os maiores bancos da Suécia devem lançar ainda este ano seu próprio sistema, que permite aos clientes transferir dinheiro em tempo real usando seus telefones.
A maioria dos especialistas acredita que o dinheiro da forma como conhecemos dentro em  breve poderá ser um artigo raro na Europa, um produto em verdadeiro “perigo de extinção”.
Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por um sistema eletrônico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”.
Com informações CBS News




Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br