quinta-feira, 3 de julho de 2014

A Fumaça de Satanás na Igreja: Monge Beneditino escreve prefácio de livro espírita

Primeiramente agradeço ao amigo José Zacarias de Souza, que enviou a noticia.
Sabe o que é pior de tudo isto, não é um padre e monge, que se diz "católico" escrever prefácio de um livro espírita, porque do jeito que essa apostasia, a fumaça de satanás que se espalha, nada mais daqui para frente me surpreende.
O grotesco deste fato, é que este apóstata, Lobo em pele de cordeiro, vai continuar sem nenhuma punição por parte de seus eclesiásticos superiores, já que o próprio Vaticano resolveu se vender as modas e novidades do mundo para agradar aos homens, como o traidor Judas fêz. Estão cedendo as pressões dos inimigos declarados e ocultos de DEUS. Estão fazendo pactos com o demônio.
Então, certamente, este monge apóstata, escreverá outros prefácios e sabe-se lá para quem mais...
Contaminando os católicos menos esclarecidos, que vão achar, que espiritismo e catolicismo, possam ambos levar a DEUS, quando sabemos que o espiritismo é condenado por DEUS na Sagrada Escritura.
Agora, observem a imagem do monge beneditino Marcelo de Barros, este que escreveu o tal prefácio espirita.
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Ele aparenta ser um sacerdote do Altíssimo? Ao menos um monge católico??
Se eu me encontrasse com ele em qualquer lugar, a primeira impressão que eu teria é que fosse algum participante do candomblé, talvez um Babalorixá, pai de santo, aquelas coisas...
Disse o Papa João Paulo II, em uma carta que exprime seu pensamento, sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” ... “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.
Depois de 18 anos de evangelização na internet, eu conclui que somente a Sagrada Escritura basta para responder a questão de muitos que se dizem católicos, mas com certeza não sabem a grandeza de ser verdadeiramente “CATÓLICO"” nos tempos atuais  e frequentam centros espíritas, de umbanda e candomblé.
"Não recorrais aos médiuns, nem consulteis os espíritos para não vos tornardes impuros. Eu sou o Senhor vosso Deus" (Lv 19,31).
"Se alguém recorrer aos médiuns e adivinhos, prostituindo-se com eles, eu voltarei minha face contra ele e o eliminarei do meio do povo" (Lv 20,6).
"Não se ache o meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações" (Dt 18,10-12).

E se dizendo padre e monge "católico" escrevem prefácio de livro espírita...
"Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!"(Isaías 5, 20)
"Há caminhos que parecem retos ao homem e, contudo, o seu termo é a morte". (Provérbios 16, 25)

Vamos a noticia...
Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído, justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999 em Recife, Pernambuco.

O livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as outras religiões. Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados.
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Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do Espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé necessária como o Imprimatur do Vaticano. (fonte: Nosso Lar)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Quais os cuidados para que um filho não se torne homossexual?



Richard Cohen é um famoso psicólogo norte-americano que afirma que se pode corrigir a tendência homossexual. Ele nega que se possa provar cientificamente que algumas pessoas nasçam homossexuais. “A biologia diz o contrário”, ele afirma. Acompanhe as indicações e esclarecimentos de Cohen na entrevista a seguir.

--O senhor tem dito que corrigir a homossexualidade não é curar uma doença. O que isso quer dizer?

Há diferentes razões pelas quais alguém sente atração pelo mesmo sexo. Portanto, se ajudarmos essas pessoas a identificar esses motivos e logo resolver cada um desses aspectos, elas não terão que sofrer com sentimentos homossexuais depois desse processo. Nós tentamos ajudar a resolver as causas para que essas pessoas cheguem a ser livres.

--Com que argumentos o senhor sustenta que a condição natural do ser humano é a heterossexualidade?

Simplesmente pela biologia, que demonstra que o homem e a mulher se complementam perfeitamente no aspecto físico. Qualquer homossexual provém de um casal heterossexual. Sabemos quais causas provocam a homossexualidade, portanto, podemos preveni-las.

--Em um programa de TV afirmaram que uma criança de 2 ou 3 anos é consciente de quando sua orientação sexual é diferente de seu sexo. Qual é a sua opinião sobre isso?

Tenho visto, como terapeuta e na literatura científica, que se uma criança atua ou desenvolve um comportamento não conforme ao seu sexo, é porque um menino é muito feminino ou uma menina é muito masculina. Temos comprovado que existem três gerações anteriores a essa criança em que não existem ou são muito escassos os vínculos entre pai-filho. Nesse sentido, ocorre igual na relação com as mulheres, pois é na quarta geração que uma menina atua de maneira masculina. Em definitivo, não nasceram gays, lésbicas ou transexuais.

São João afirma que quando os discípulos perguntaram a Jesus quem era culpado pela ausência de visão do cego, se o próprio cego ou seus pais, Jesus respondeu que nenhum dos dois, porque a obra e a misericórdia de Deus iam se manifestar através de sua enfermidade.

Portanto, essas crianças que atuam em desacordo com sua sexualidade podem ser a oportunidade para restaurar os vínculos de todas as suas famílias. Porque quando um menino pequeno gosta de brincar com Barbies, o pai deve se unir ao mundo do menino e lhe perguntar o que ele gosta nas Barbies. O menino lhe dirá que gosta dos cabelos ruivos, do vestido rosa... e o pai o apoiará nesses comentários, de modo a se unir ao mundo emocional do menino, que se sentirá acolhido e amado por seu pai tal como ele é. Nesse momento, o pai então levará o menino ao mundo da masculinidade e juntos eles irão brincar com esportes e brincadeiras masculinas.

Os pais que participam do mundo feminino de seus filhos, e as mães que participam do mundo masculino de suas filhas, com o tempo, comprovam que todas essas crianças regressam naturalmente à orientação sexual conforme ao seu sexo. Desta forma, estão restaurando uma maldição entre gerações de ao menos três gerações, nas quais quase não havia vínculo entre pai e filho e entre mãe e filha (nesse sentido, George Rekers publicou diferentes estudos). Portanto, não é verdade que um filho nasça gay ou uma filha nasça lésbica.

--O senhor declarou que foi homossexual. Vivia um mal-estar ao manter esse tipo de relações?

Eu vivi uma vida homossexual durante muitos anos. Tive vários namorados e com um deles vivi três anos. Depois de ser educado como judeu, este último era católico e amava Jesus. Através dele, acabei conhecendo e amando Jesus e compreendi que o Senhor age de maneiras misteriosas. Em determinado momento, lemos na Bíblia que Deus não aprova o comportamento homossexual. Eu fiquei muito chateado com isso, porque não queria parar. Mais tarde, nós decidimos não ter relações sexuais. Eu me converti ao catolicismo e pedi a Deus que tirasse meus sentimentos homossexuais. Fui durante nove anos celibatário, depois conheci a minha mulher e nos casamos, mas aquilo foi um inferno, porque eu não tinha resolvido a minha atração por pessoas do mesmo sexo, simplesmente havia reprimido.
-Como abandonou definitivamente a sua prática homossexual?

Busquei livros, cursos, seminários, terapeutas, padres... tudo que me ajudasse, mas ninguém entendia o problema em sua complexidade. Isso foi há 31 anos. Foi muito doloroso e demorado entender por que eu tinha atração pelo mesmo sexo. Entendi também que durante aqueles anos eu rezava errado, pois pedia ao Senhor: “tira de mim os sentimentos homossexuais!” Ele poderia fazer isso, mas não fez. A oração que eu deveria ter rezado era outra: “Senhor, ensina-me o significado de meus sentimentos homossexuais, porque eu os tenho”.

Ocorreu que o Espírito Santo me revelou uma por uma as razões pelas quais eu tinha atração por pessoas do mesmo sexo. Assim, comecei na terapia a tocar nesses pontos e recebi a aprovação e o afeto de homens heterossexuais. De forma natural, meus impulsos homossexuais desapareceram. Pedi que Deus me inspirasse o que queria de mim e discerni que me solicitava que retornasse à universidade, cursasse Psicologia, e passasse a ajudar outros que tivessem uma atração não desejada pelo mesmo sexo e apoiasse as suas famílias. Isso faz 27 anos. Assim, nos últimos anos, como terapeuta, ajudei milhares de pessoas que tinham uma atração não desejada pelo seu mesmo gênero a se converterem em heterossexuais.

--O senhor sofre perseguição de grupos homossexuais?

O movimento homossexual é como um edifício fixado em dois pilares. Em um dizem: “nós nascemos homossexuais”; e no outro dizem: “portanto, não podemos mudar”. E então apareço eu, ex-homossexual, casado, com três filhos, que atuo como terapeuta há 25 anos – nos quais ajudei muita gente – e afirmo que, cientificamente, não se pode demonstrar que uma pessoa nasça homossexual. Portanto, a mudança é possível, e assim eu destruo o edifício deles. E eles me odeiam.

--Explique brevemente em que consiste a sua terapia.

Há três passos para resolver a atração não desejada pelo mesmo sexo. O primeiro é revelar, identificar e compreender as raízes profundas dessa tendência. O segundo, resolver, sanar, abraçar cada uma dessas causas. A terceira é que homens homossexuais têm que ser curados por heterossexuais. Isto é, sentir-se queridos, que os aceitem como são; e igualmente no caso das mulheres homossexuais, que devem perceber que as apreciam incondicionalmente. Quando se realiza esse percurso, os sentimentos homossexuais vão diminuindo e os heterossexuais vão aparecendo.

A atração pelo mesmo sexo é o resultado de questões familiares, do entorno e do temperamento. Ninguém decide ter atração pelo mesmo sexo: são resultado de feridas e da necessidade de ser amado. As pessoas têm de ter esperança, para passar da atração pelo mesmo sexo a se converterem em heterossexuais, porque a mudança é possível. Esta é a liberdade de decisão: continuar por esse caminho ou explorar o caminho da possibilidade de mudança. Depende de cada um.

O poder do Sangue de Cristo



O mês de julho é dedicado pela Igreja ao preciosíssimo Sangue de Cristo, derramado pelo perdão dos nossos pecados.

Fomos resgatados pelo Sangue do Cordeiro de Deus. “Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.  Portanto, muito mais agora, que estamos justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Rm 5,8-9).

“Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo.” (1Pe1,19)

O Catecismo da Igreja ensina que mesmo que o mais santo dos homens tivesse morrido na cruz, seria o seu sacrifício insuficiente para resgatar a humanidade das garras do demônio; era preciso um sacrifício humano, mas de valor infinito. Só Deus poderia oferecer este sacrifício; então, o Verbo divino, dignou-se assumir a nossa natureza humana, para oferecer a Deus um sacrifício de valor infinito. A majestade de Deus é infinita; e foi ofendida pelos pecados dos homens. Logo, só um sacrifício de valor infinito poderia restabelecer a paz entre a humanidade e Deus.

Sangue de Cristo representa a Sua Vida humana e divina, de valor infinito, oferecida à Justiça divina para o perdão dos pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares. Quem for batizado e crer, como disse Jesus, será salvo (Mc 16,16) pelo Sangue de Cristo.

É este Sangue de Cristo que nos purifica de todo pecado:

“Se, porém, andamos na luz como ele mesmo está na luz, temos comunhão recíproca uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo 1,7).

Hoje esse Sangue redentor de Cristo está à nossa disposição de muitas maneiras. O Sangue de Cristo perdoa os nossos pecados na Confissão e cura as nossas enfermidades espirituais e psicológicas.

Este Sangue está presente na Eucaristia: Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus. Na Comunhão podemos ser lavados e inebriados pelo Sangue redentor do Cordeiro sem mancha que veio tirar o pecado de nossa alma. Mas é preciso parar para adorá-lo no Seu Corpo dado a nós. Infelizmente muitos ainda comungam mal, com pressa, sem Ação de Graças, sem permitir que o Sangue Real e divino lave a alma pecadora e doente.
Oração ao Preciosíssimo Sangue de Cristo

Senhor Jesus Cristo, em nome, e com o poder de vosso Sangue Precioso, selamos cada pessoa, fato ou acontecimento através dos quais o inimigo nos queira prejudicar.

Com o poder do Sangue de Jesus, selamos toda potência destruidora no ar, na terra, na água, no fogo, abaixo da terra, nos abismos do inferno e no mundo no qual hoje nos moveremos.

Com o poder do Sangue de Jesus, rompemos toda interferência e ação do Maligno. Pedimos-vos, Senhor, que envieis aos nossos lares e locais de trabalho a Santíssima Virgem Maria, acompanhada de São Miguel, São Gabriel, São Rafael e toda sua corte de santos anjos.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nossa casa, todos os que a habitam (nomear a cada um), as pessoas que o senhor a nós enviará, assim como todos os alimentos e os bens que generosamente nos concede para nosso sustento.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos terra, portas, janelas, objetos, paredes e pisos, o ar que respiramos e na fé colocamos um círculo de seu Sangue ao redor de toda nossa família.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos os lugares onde vamos estar neste dia e as pessoas, empresas e instituições com quem vamos tratar.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nosso trabalho material e espiritual, os negócios de nossa família, os veículos, as estradas, os ares, as ruas e qualquer meio de transporte que haveremos de utilizar.

Com o vosso Preciosíssimo Sangue, lacramos os atos, as mentes e os corações de nossa Pátria afim de que vossa paz e vosso Coração ao fim nela possam reinar.

Nós vos agradecemos Senhor, por vosso Preciosíssimo Sangue, pelo qual nós fomos salvos e preservados de todo mal.”

Amém.

(Cléofas)

Santa Sé reconhece Associação Internacional de Exorcistas

Cidade do Vaticano (RV) – A Congregação para o Clero reconheceu juridicamente, em 13 de junho de 2014, a Associação Internacional de Exorcistas (AIE). A partir de agora, a organização de exorcistas tem um estatuto próprio reconhecido, como informou o L’Osservatore Romano.

Com base no cânon 322 § 1 do Codex iuris canonici, a Congregação para o Clero aprovou os estatutos, conferindo à AIE personalidade jurídica privada como “associação privada internacional de fiéis”, segundo o cânon 116 § 2, com todos os direitos e as obrigações estabelecidas pelo Código.

A idéia de reunir os exorcistas numa associação – recorda o L’Osservatore - surgiu com o sacerdote paulino italiano Gabriele Amorth, nos anos 80. De fato, naquele período, estavam em plena expansão práticas de ocultismo, o que levava um crescente número de fiéis a buscar a ajuda de sacerdotes exorcistas. Desta forma, amadureceu a idéia de reunir os exorcistas para uma troca de experiências e reflexões, de modo a oferecer uma ajuda sempre mais concreta e eficaz a quem a eles se dirigisse. Nasce assim, em 4 de setembro de 1991, a Associação Italiana de Exorcistas.

Em 1993, Padre Amorth e outros exorcistas italianos participam de um simpósio organizado pelo exorcista francês René Chenessau e pelo teólogo René Laurentin. A experiência positiva foi repetida, sucessivamente em Ariccia, em 1994, onde se decidiu dar continuidade aos encontros internacionais, a cada dois anos. Foi eleito então o presidente e escrito um esboço de estatuto de uma associação internacional.

“A aprovação da AIE por parte da Santa Sé – declarou ao L’Osservatore Romano o Padre Francesco Bamonte, exorcista da Diocese de Roma – é motivo de alegria não somente para nós associados, mas para toda a Igreja”, na qual “Deus chama alguns sacerdotes para este precioso ministério do exorcismo e da libertação, com a missão de acompanhar com humildade, fé e caridade” estas pessoas necessitadas de uma específica atenção espiritual e pastoral, para apoiá-las encorajá-las no caminho da libertação e para reavivar nelas a esperança”.

Atualmente, a Associação conta com cerca 250 exorcistas de 30 países. (JE)



terça-feira, 1 de julho de 2014

Demônio e Espírito Santo podem estar na mesma pessoa?



Por Stefano Stimamiglio

Padre Gabriel Amorth, ouvimos falar que o demônio, como o resto dos anjos, sendo um ser espiritual, não tem formas definidas. Mas quando está numa pessoa, ele encontra maneiras e formas de se manifestar. O demônio pode se localizar em uma parte específica do corpo humano?

Não. Os demônios não têm uma localização específica, quando se encontram numa pessoa estão em toda ela. Quando a pessoa possessa entra em um momento de manifestação, o demônio, de alguma forma, “assume o comando”. Geralmente a pessoa fala em várias línguas, faz movimentos incontroláveis, blasfema e perde o controle de si mesma.

Neste caso, a possessão diabólica excluiria a presença do Espírito Santo?

Em se tratando dos espíritos não podemos raciocinar de maneira humana. O “espaço” representado por um corpo humano não é “preenchível”, como por exemplo, a água enche o espaço da piscina. Trata-se, no caso do demônio e do Espírito Santo, de dois espíritos rivais que podem conviver na mesma pessoa. Por outro lado, nota-se que diversos santos foram possuídos por espíritos maus, mesmo se, evidentemente, eram plenos do Espírito Santo. Como se explica isso sem admitir que é verdade o que eu disse?

Mas o Espírito Santo não pode expulsar o demônio?

Sim, mas o faz com a ajuda imprescindível das nossas orações, que representam o espaço da liberdade nas nossas escolhas. No Evangelho de Mt 9, 29 diz-se que certo tipo de demônio “não é possível expulsar senão pela oração e pelo jejum”. O demônio se camufla, esconde, porque sabe que no momento em que se revela com sinais marcantes, começa o seu fim. Começarão as orações, os exorcismos, as orações de libertação, intensificar-se-ão as missas. E ele não pode resistir à força da oração e do jejum. 

Quem deve rezar e jejuar?

Todos, a partir da pessoa que sofre com o espírito mau. Muito eficazes são também as orações dos familiares mais próximos, que com suas colaborações podem dar uma contribuição fundamental para criar um clima positivo na casa. A estas pessoas adiciono o exorcista, o pároco e outros que ajudam no trabalho de libertação dos oprimidos. 
Fonte: http://www.aleteia.org/

Que tipo de “ferro” nós somos?


Meu filho, não desprezes a educação do Senhor, não desanimes quando Ele te corrige; pois o Senhor educa a quem ama… é para a vossa educação que sofreis”. (Hb 12,6-7)

Existia na cidade um ferreiro que depois de uma juventude cheia de erros, de farras, até de roubos, encontrou Deus e mudou de vida, não quis mais fazer coisas erradas. Durante muitos anos trabalhou com capricho, praticou a caridade, ajudou muita gente, mas apesar de tudo isso parecia que nada dava certo na sua vida. Estava com muitas dívidas e outros problemas na sua família.

Uma bela tarde, um amigo que o visitou – e que tinha dó dele com os seus problemas, disse para ele: “É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem de Deus, sua vida começou a piorar. Eu não quero enfraquecer sua , mas apesar de toda a sua crença em Deus, nada tem melhorado para você; será que não é melhor esquecer esse Deus?”

O ferreiro não respondeu. Ele já havia pensado nisso, sem entender o que acontecia em sua vida. Até que encontrou a resposta. E disse para o amigo sem fé em Deus: “Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas, ferraduras, foices, enxadas, etc.. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da mudança de temperatura”.

Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente. O ferreiro fez uma longa pausa, e continuou: “Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria”. Mais uma pausa e o ferreiro concluiu: “Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceitado as marteladas que a vida me deu, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: “Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, e pelo tempo que quiser – mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas”.

(Blog do Prof. Felipe Aquino)

Assista o vídeo: A lição de um pai e um filho: o “Time Hoyt”


Rick Hoyt, que tem paralisia cerebral, pediu ao seu pai Dick que o ajudasse a participar de uma maratona. Nos 30 anos seguintes, pai e filho participaram de numerosos Ironmans e diferentes competições esportivas; e encerraram sua grande aventura na maratona que os viu nascer: a de Boston.
 
Tudo começou em um dia de abril de 1984, e terminou em um dia de abril de 2014. Já se passaram 30 anos desde que Dick Hoyt se inscreveu para a Maratona de Boston, na qual conseguiu terminar a corrida arrastando o carro no qual estava seu filho Rick.
 
Alguns meses antes disso, Rick, que sofre de paralisia cerebral desde o nascimento, após um dia de passeio no qual ele corria na cadeira de rodas, empurrado pelo pai, disse que havia se sentido vivo depois de muitos anos. Motivado também por uma atividade beneficente para arrecadar dinheiro para um amigo de Rick, que havia sofrido um acidente, seu pai aceitou este desafio e decidiu participar de uma maratona. E conseguiu terminá-la!
 
Depois vieram os triathlons curtos e provas Ironman. Os Hoyt se tornaram uma fonte de inspiração mundial.
 
Em 2014, após 30 anos participando, pai e filho decidiram colocar um ponto final em sua relação de amor a esta lendária maratona.
 
A prova decidiu dedicar-lhes uma estátua, simbolizando o agradecimento da cidade ao seu esforço e sua ajuda para motivar milhares de pessoas no mundo inteiro.
 
Agora, com 74 e 52 anos, respectivamente, pai e filho decidiram que já era hora de “para o ritmo”, mas quiseram fechar este ciclo com broche de ouro, prestando uma homenagem à Maratona de Boston, que, em 2013, viveu uma experiência trágica, no brutal atentado ocorrido na linha de chegada.
 
Na hora do atentado, os Hoyt estavam no quilômetro 23 e tentavam chegar até o final, mas a polícia os impediu. De fato, Rick ficou sem sua cadeira de rodas e teve de ficar no colo do seu pai durante horas.
 
No entanto, Boston sempre foi a prova favorita de Rick, e seu pai e ele acreditam que ter corrido pela última vez em 2014 era uma dívida que tinham com este evento que lhes proporcionou tantas vivências maravilhosas nestes 30 anos.
 
(Artigo original publicado pelo Fórum Libertas)

Ele despertou após 15 anos em coma



Entre os riscos da legalização da chamada “morte digna”, cabe destacar aqueles corridos por pessoas que, tendo entrado em coma durante um longo período, podem ser desconectadas dos aparelhos que as mantêm com vida – em muitos casos por decisão dos próprios familiares, aconselhados pelos médicos.
 
Um exemplo disso é o caso de Mathew Taylor, um homem britânico que despertou ao ouvir a voz da sua namorada, após um ano em coma.
 
Recentemente, foi divulgado um caso ainda mais espetacular: Miguel Parrondo, que entrou em coma após sofrer um acidente de carro em 1987, despertou em 2002, graças à constância, amor e fé dos seus familiares.
 
Seu pai, médico dermatologista no mesmo hospital, se negou completamente a “desligar” seu filho, seis meses após o acidente.
 
De fato, quando Miguel chegou ao Hospital Juan Canalejo de A Coruña, nenhum médico tinha esperanças de que ele pudesse sair adiante. Nem sequer seu próprio pai, que, quando viu o estado em que seu filho chegou, pediu ao sacerdote do hospital que lhe desse a unção dos enfermos.
 
Estes fatos ocorreram em 1987, quando Miguel, aos 32 anos, voltava de uma noite de festa em companhia de duas amigas. Ele perdeu o controle da direção em uma curva e acabou colidindo com um muro, em seu Renault 5 GT Turbo. De repente, sua vida se tornou escuridão durante os 15 anos em que passou na UTI.
 
“Só Deus pode tirar a vida”
 
Durante esses 15 anos na UTI, sua mãe, seu pai e sua filha Almudena, com dedicação exclusiva, não saíram do seu lado. O principal motor dessa verdadeira maratona foi sua fé. Eles passaram mais de uma década da sua vida vendo Miguel através de um vidro.
 
Foram meses e anos de lágrimas, de esgotamento e de momentos muito duros, como quando os médicos lhes sugeriram que avaliassem a possibilidade de “desligar” Miguel.
 
“Queriam me desconectar, então meu pai reuniu seus colegas do hospital e lhes disse: ‘Só Deus pode tirar a vida’. Se não fosse por isso, eu não estaria aqui, porque não davam nada por mim. Meu pai teve fé”, contou Miguel.
 
Ele despertou em uma manhã de 2002. Sem saber como, abriu os olhos e a primeira coisa que viu, atrás da janela de vidro da UTI, foi sua mãe e sua filha. “Eu não sabia nada. Abri os olhos e vi minha mãe junto a uma menina. Olhei para a minha filha e perguntei: ‘Almudena?’ Porque eu me lembrava de que tinha uma filha com esse nome. E ela me respondeu: ‘Sim!’. Então eu disse: ‘Eu sou seu pai!’. Minha mãe chorava como uma criança e meu pai não conseguia acreditar.”
 
De fato, não há explicação médica alguma para o seu caso. Miguel havia acordado de um sonho de 15 anos e começava uma vida nova. Entrou em coma aos 32 anos e saiu aos 47.
 
“Foi como se eu tivesse dormido e acordado no dia seguinte. Quando vi minha filha, me assustei. Ela já estava formada e eu já era avô. Hoje ela tem 38 anos.”
 
A volta à vida
 
Após despertar, sua própria família lhe contou os detalhes de como foram todos aqueles anos. “Imagine como eu cheguei ao hospital, para que meu pai, médico, pedisse a um padre que me desse a extrema unção”, recordou.
 
“Depois, quando despertei, ele não acreditava, e me levou à Universidade de Santiago para que me vissem. Disseram-nos que o meu caso era único. Ou seja, sou um bicho estranho. E a minha mãe (que já faleceu) passava todos os dias na UTI vendo-me através do vidro; comia lá, dormia lá, não se separava de mim”, agradeceu.
 
Retornar à vida não foi fácil, foi um choque para Miguel. Ele teve sequelas físicas, dezenas de cirurgias e um mundo totalmente novo, que havia mudado a uma velocidade difícil de assimilar.
 
“Eu pareço um mapa rodoviário. Tiraram meu baço, uso uma prótese no ombro, lesões cranioencefálicas severas que provocaram uma hemiparesia (doença que diminui a força motora e paralisa parcialmente uma parte do corpo), devido às cicatrizes do cérebro. Estive mais morto que vivo.”

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cantor pop Elton John diz: Se Jesus vivesse hoje aprovaria casamento gay

n/d
O cantor pop inglês Elton John, 67, deu uma entrevista polêmica a um programa da rede “Sky News”. Homossexual assumido, ele fez comentários sobre fé e a causa gay que enfureceram vários grupos cristãos.
Ao falar sobre Jesus, disse não ter dúvidas que o Messias apoiaria o casamento gay caso estivesse vivendo nos dias de hoje. “Ele acreditava no amor, na compaixão, no perdão e na tentativa de unir as pessoas. As igrejas deveriam se preocupar com isso”, asseverou. “A hierarquia da Igreja, os tradicionalistas talvez se escandalizem, mas os tempos mudaram. Se Jesus vivesse hoje, eu não poderia imaginar (…) que esse grande homem não aceitaria que isso pudesse acontecer”.
Ao falar sobre o papa  Francisco, o chamou de “maravilhoso”. “Sua humanidade, seu modo de valorizar uma fé baseada na humildade me anima muito, acrescentou. “Ele conduz as coisas ao essencial, ao dizer que tudo é simplesmente uma questão de amor, de unir as pessoas, sem exceção. A Igreja (anglicana) da Inglaterra também deveria defender isso”, afirmou.
Ao mesmo tempo, disse acreditar que leis como a do celibato para o clero da Igreja Católica são “antiquadas e estúpidas”.
Suas palavras não repercutiram bem no meio cristão. Nas redes sociais, muitos criticaram o cantor por misturar suas convicções pessoais com a postura clara da Igreja Católica, contrária ao casamento gay. Outros grupos cristãos também mostraram indignação pois, devido a sua fama, esse tipo de declaração tem grande espaço na mídia.
Não é a primeira vez que o astro mistura o nome de Cristo com a causa gay. Em 2010, criou uma enorme polêmica ao afirmar: “Jesus foi um homem gay compassivo e superinteligente que entendeu os problemas humanos. Na cruz, ele perdoou aqueles que o crucificaram. Jesus queria que amássemos e perdoássemos. Não sei o que deixa as pessoas tão cruéis”. Com informações Daily Mail e Christian Today e Gospel Prime

O Sínodo da Família 2014 e o Movimento Gay - notícias estarrecedoras


n/d
A semana nem acabou e Bergoglio & Cia. continuam a ser notícia. Negativamente.

Primeira
Saiu o documento preparatório para o "Sínodo Anti-Família", previsto para outubro. Já leram? A mídia deu destaque principalmente ao que diz respeito aos "direitos dos gays", sim porque a adoção de crianças por gays é mais um direito destes que daqueles, que são vítimas inocentes dos pervertidos; todos: os que pedem a adoção e os que a concedem ou permitem!
Para o "Instrumentum Laboris", um calhamaço de 75 páginas, a Igreja tem que encontrar equilíbrio entre os ensinamentos sobre a família tradicional e a "atitude", sem juízos de valor em relação aos que vivem em uniões de pessoas do mesmo sexo. A Igreja Católica Romana [sic] tem de ser menos crítica com os homossexuais e, embora ainda se oponha ao casamento gay, deve receber os filhos de casais homossexuais na fé com igual dignidade [comparado a que?], assinala um documento do Vaticano divulgado nesta quinta-feira, que ainda diz que a Igreja com 1,2 bilhão de membros deve se tornar "menos exclusiva e mais humilde" [serioulsy? Diga isso à miríade de Santos, patrimônio sólido que contra-argumenta facilmente essa idiotice!]. O documento ressalta, ainda, a grande diferença entre os "ensinamentos oficiais da Igreja" sobre questões de moralidade sexual e a sua aceitação e compreensão por parte dos fiéis no mundo todo. E viva a democracia na igreja de Francisco Bergoglio!
O estudo foi baseado nas respostas a um questionário de 39 perguntas enviado por Francisco a dioceses em todo o mundo, em preparação ao Sínodo da Vergonha. Pela primeira vez, e não será a última, o Vaticano pediu aos bispos que compartilhem a pesquisa amplamente com os párocos e busquem os pontos de vista dos seus paroquianos, porque é muito importante saber a "opinião" do povo, que governa a igreja deles. A quando as eleições para Papa? A turma germano-autríaca já pedia isso alguns anos atrás; e a gente achando que era brincadeira!
Segundo alguns, a posição tradicional da Igreja [não seria de Deus?] sobre a homossexualidade levou a alguns casos de exclusão de filhos de homossexuais das atividades da Igreja. E, embora o novo documento não apresente nenhuma mudança imediata na condenação de atos homossexuais e na oposição da Igreja ao casamento gay e à adoção de crianças por gays, ele usa uma linguagem notavelmente menos crítica e mais compassiva do que declarações [leia-se: leis] anteriores do Vaticano.
Neste documento, ecoam as famosas e desastradas declarações de Francisco ao voltar do Brasil em julho do ano passado: "Se uma pessoa homossexual é de boa vontade e está à procura de Deus, eu não sou ninguém para julgá-la"Contudo, bem sabemos que Francisco não tem tantos escrúpulos com outros tipos de pecadores, como os mafiosos. Não sei se se pode traçar um paralelo entre qual pecado é mais grave, porque ambos são muito muito graves, mas a sodomia é um crime contra a natureza e contra Deus mais forte do que o assassinato ou as drogas. Erro eu? Será? Mas, moralmente falando, o que é pior? E, mais, porque dois pesos e duas medidas? Ou Francisco pode julgar a ninguém ou pode julgar todos. Escolher quem vai julgar e quem não vai... não pode!
O documento observa ainda que alguns católicos que responderam ao questionário sentiram "um certo mal-estar diante do desafio de aceitar essas pessoas com espírito misericordioso e, ao mesmo tempo, manter a doutrina moral da Igreja ...". Poderiam quantificar esse "alguns"? E quem foi interpelado? Quem respondeu ao questionário? Foram chamados apenas católicos ou chamaram a camarilha toda que anda rodeando a Igreja como ratos à procura de comida? E, principalmente, qual é o quantitativo de gays - não me refiro aos homossexuais,vejam bem! - que foram questionados?
Mas, vamos ao que importa!
Segunda
Na esteira da "garantia dos direitos dos gays", concedendo-lhe as adoções de crianças começamos a ver hoje o que eles pretendem: Em Palermo, na Sicília, se realiza HOJE a primeira "Parada Gay para Crianças", ou seja, aqueles pedófilos/pederastas/pervertidos que conseguiram adotar crianças com o slogan de que uma "família" como a deles era melhor que nenhuma família, ou que é melhor "com gays do que com fome ou na rua ou nas drogas", resolveram levar para a parada da vergonha moral os seus "filhos" simplesmente porque é um "direito" dos pais fazer o que quiser com eles.
n/d
Bom, qual é a surpresa? Alguém achou mesmo que, ao adotarem as crianças, os gays pretendiam levá-las à Missa dominical? Isso é bastante previsível. E daí para pior! Pois é sabido que o movimento gay é o precursor do movimento pró-pedofilia! Logo, veremos a "Parada das Crianças que amam os Adultos". Alguém duvida?
Mas o que me chama a atenção nesta notícia - além do óbvio! - é que está profundamente ligada à outra, ao "Instrumentum Laboris". Ou acham que não?
Esse documento todo cheio de preocupação com o bem estar emocional dos coitadinhos dos gays que veem seus "filhos" sendo privados dos Sacramentos é um instrumento maligno que permitirá o "matrimônio gay" nos altares cristãos! Aceitar os "filhos" dos gays, embora não se aceite a "união" é o primeiro passo para aceitar essas uniões espúrias, vergonhosas, satânicas! Assim como aceitar como normalidade a homossexualidade é um primeiro passo para aceitar a pedofilia e, depois, toda sorte de perversão moral. Não sejamos ingênuos! Esse Sínodo tem três meses de sobra para amolecer ainda mais a "opinião" da Igreja sobre a sodomia. Ou lançar a primeira pá de cal sobre a sã Doutrina da Igreja.
Escrevam o que estou dizendo. E nem precisa ser profeta para visualizar isso com clareza e... preocupação. A quem entregamos nossas crianças, meu Deus?!?!?! Pobres de nós, que fomos tão omissos!!!
E, por fim, apenas para complementar a primeira notícias, vamos à

Terceira
Mas o documento para o "Sínodo para a Destruição da Igreja a começar pela Família"não foi somente sobre os gays, mas tem um capítulo (o terceiro) todo dedicado a acolher e acompanhar as pessoas que vivem em "situações familiares difíceis ou irregulares", ou seja, principalmente os divorciados e os divorciados que "se casam" de novo. Mas também inclui os que vivem maritalmente ou os "juntados com fé, casado é"... A igreja de Francisco tem uma preocupação particular com o "sofrimento profundo por parte de 'muitos' que se sentem marginalizados e frustrados por não poder fazer a comunhão devido a uma situação familiar particular". Em bom português, essa situação familiar particular é pecado mortal e quem está em pecado mortal NÃO PODE comungar. Se for assim, então todos - TODOS - sem exceção deveriam ser admitidos à Comunhão: os assassinos, os ladrões, os mentirosos, os sodomitas, os blasfemadores, todo gênero de pecador teria "direito" à Comunhão, porque é evidente que todos se sentem "marginalizados" ao serem excluídos da Comunhão! Que justiça é essa que privilegia os que gritam mais alto? Ou todos ou ninguém!
O documento também mostra "a percepção de que a regulação da natalidade mediante a utilização de anticoncepcionais não é pecado" SIC! E são altas autoridades eclesiásticas que lavraram esse documento, detonando em 75 páginas todo a Magistério e a Tradição da Igreja, sem falar nas Escrituras?
Há mais, mas eu não tenho estômago para isso.
Giulia d'Amore
fonte: http://farfalline.blogspot.com.br    e     www.sinaisdoreino.com.br

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Agora...os Eclesiásticos contra a profanação na Casa de Deus são criminosos

Arcebispo de La Plata contra a profanação na Catedral. Agora ELE é o criminoso!
n/d
O coletivo gayzista, apoiado sobre as falácias do politicamente correto, tem uma patológica tendência de inversão de valores e posição. É uma sociedade corrompida, substituindo os valores por pseudo-valores, transformando o vício em virtude.
Recentemente na cidade argentina de La Plata, uma cantora peruana gravou um vídeo junto com um travesti dentro da catedral, onde "as duas" simulavam uma confissão, entoavam o pai nosso e mostravam imagens da Eucaristia em meio a líricas impublicáveis. A ideia do vídeo era promover - preparem-se - um boliche gay. Nada mais normal do que profanar um templo religioso para promover ideias e valores que são contrários à religião em questão. Nada mais natural...
n/d
Durante o ato de desagravo presidido pelo arcebispo Hector Aguer, o arcebispo afirmou que a homossexualidade é uma abominação agora amparada pela lei (do país). Palavras duras, sem dúvida, mas não menos verdadeiras. Entretanto foi o que bastou para a gaystapo acionar seu mais fiel cão de caça - a mídia.
Uma associação nacional de gays, lésbicas e afins afirmou que pedirá ao Vaticano uma "sanção exemplar" ao arcebispo. "Não vamos permitir que de um espaço institucional da Igreja Católica continue denegrindo as lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros e ainda por cima nestes termos que retrocedem às piores épocas de negação dos direitos dos nossos coletivos", afirmou o presidente da FALGBT (Federación Argentina de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans), Esteban Paulón.
A situação absurda é a de total impunidade da comunidade gay. O movimento gayzista vem conseguindo colocar o homossexual como um cidadão de uma casta superior aos demais mortais, sobretudo aos religiosos. Eles podem profanar espaços e símbolos religiosos na certeza da tolerância. Quem não se lembra da marcha do orgulho gay em São Paulo onde imagens de santos foram colocadas em situações homoerotizantes? E o que foi feito? Quem foi punido por um crime inclusive previsto na legislação? Ninguém...
Esteban Paulón tem certeza da colaboração do Vaticano em punir o arcebispo de La Plata. Nunca antes na história da Igreja o Vaticano foi cogitado como aliado da comunidade gay. Nem nas mentes mais progressistas circulou o pensamento de um líder gay recorrer ao Vaticano para punir um arcebispo. Dias sombrio vivemos, sob os efeitos nefastos do "Quem sou eu para julgar!?".
Dom Aguer já circulou na imprensa como um nome a ser removido por integrar o microcosmo dos bispos conservadores argentinos. Ele está na mira do Papa e é possível que a comunidade GLBT tenha isso em atenção. Se a pressão na mídia for grande, ele cairá. (Fonte: Blogonicvs)