quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Pastor é condenado por ajudar menina a escapar de “mãe” lésbica imposta pelo tribunal
Matthew Cullinan Hoffman
15 de agosto de 2012 (LifeSiteNews.com) — Kenneth L. Miller, um pastor menonita que ajudou uma menininha e sua mãe a fugirem dos Estados Unidos para escapar de uma “mãe” lésbica imposta pelo tribunal, foi condenado sob a acusação de “ajudar num sequestro parental”.
Um júri de Vermont deu ontem o veredicto depois de apenas quatro horas de deliberação. Ele está livre enquanto está aguardando a sentença, que pode trazer até três anos de prisão. Joshua M. Autry, advogado do pastor, diz que ele está considerando recorrer.
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| Lisa Miller e sua filha Isabella |
A ex-lésbica Lisa Miller, que não tem parentesco com Kenneth Miller, fugiu dos EUA com a ajuda do pastor depois do fracasso dos esforços dela para impedir Jenkins de ter acesso a Isabella, filha de Lisa. Jenkins nunca adotou Isabella e não tem nenhum relacionamento biológico com a menina, que exibiu sinais de trauma emocional, de acordo com especialistas que a observaram, depois que o tribunal deu a Jenkins o direito de fazer visitas a força a menina.
Isabella foi concebida por inseminação artificial enquanto Jenkins e Lisa estavam numa união civil homossexual em Vermont. A união foi dissolvida em 2003. Depois do fim de seu relacionamento, Lisa voltou para a religião batista de sua infância e consequentemente renunciou a conduta homossexual. Ela tem criado Isabella com os mesmos valores.
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| Pr. Kenneth Miller com sua esposa e filhos |
“E quanto a todas as orações vindas do mundo inteiro hoje que não foram respondidas? Ou será que elas foram respondidas? Irmão, digo sim, mil vezes SIM. Elas foram respondidas”, escreve o pastor. “Em primeiro lugar, eu e minha família estamos sentindo um sustento muito incrível de todas essas orações do mundo inteiro. Não consigo entender racionalmente, mas estamos felizes no meio de uma condenação e agora de um processo de ação civil”.
“Logo depois que o veredicto foi lido, enquanto estávamos sentados ali tentando assimilar tudo aquilo, Sara Starr [a advogada de Janet Jenkins], que Deus a abençoe (e estou falando sério), foi até o lugar onde eu estava e me entregou outro documento legal que me acusa junto com cerca de 10 outras pessoas e organizações de várias acusações de extorsão com relação ao desaparecimento de Isabella. Isso deveria ter acabado comigo, mas em vez disso senti uma calma e paz que a mente não consegue compreender. Neste exato momento, estou pronto para ir para a cama para uma boa noite de sono. E tenho a intenção de ter um bom sono mesmo”.
Os apoiadores do Pr. Kenneth Miller estão informando o público sobre o julgamento e levantando dinheiro para defendê-lo através do site Millercase.org.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Mennonite convicted of aiding ‘kidnapping’ for helping girl escape court-imposed lesbian ‘mother’
Fonte: www.juliosevero.com
Resolução de Valores Tradicionais Sequestrada no Conselho de Direitos Humanos em Genebra
Stefano Gennarini, J.D.
GENEBRA, 17 de agosto (C-FAM) Os russos devem estar furiosos. No ano passado, o governo russo iniciou um processo no Conselho de Direitos Humanos em Genebra que deveria levar a uma resolução que elogiava e promovia valores tradicionais. Eles descobriram o que provavelmente já sabiam, que tais debates na ONU são repletos de perigo, especialmente para aqueles que querem apoiar valores tradicionais. Os grandes grupos hostis aos valores tradicionais são muitos e agressivos.
Os russos haviam esperado que sua resolução encontrasse uma ligação positiva entre valores tradicionais e direitos humanos de modo geral. Uma comissão de redação ofereceu um estudo preliminar em fevereiro passado que era aceitável para delegados pró-família. Mas a oposição rapidamente se formou. Os grupos homossexuais foram particularmente estridentes na oposição ao relatório preliminar. Os opositores acusaram que a redação preliminar cometia negligência ao não tratar do que eles consideram um conflito entre valores tradicionais e direitos humanos.
O estudo preliminar frisou valores tradicionais universais compartilhados por todas as pessoas, no espírito da Declaração Universal de Direitos Humanos. O estudo destacava as conexões entre valores tradicionais e direitos humanos, sustentando que a força normativa dos direitos humanos tem suas raízes na força moral dos valores tradicionais. O estudo continha referências explícitas ao direito à vida, ao papel da família na sociedade bem como das grandes religiões.
Contudo, os Estados Unidos e alguns países europeus desaprovaram, alegando que os direitos das mulheres, dos homossexuais e dos transexuais são frequentemente minados por valores tradicionais e pela religião, e que algo precisa ser dito no estudo acerca desse conflito. A Associação Internacional de Lésbicas e Gays (conhecida pela sigla em inglês ILGA) se uniu às críticas.
Depois dessa objeção, Chung Chinsung, especialista chinês na Comissão Consultiva do Conselho de Direitos Humanos (CDH), rescreveu o estudo, omitindo referências positivas ao direito à vida, à família e à religião. O novo estudo preliminar foi debatido na semana passada em Genebra, e países, especialistas e ONGs que haviam se queixado ficaram totalmente satisfeitos com as mudanças.
A nova redação remove a abordagem universal. Aliás, a nova redação nem mesmo reconhece a existência de valores tradicionais universais, repudiando a busca por universalidade como uma tentativa de desviar o assunto. Em vez disso, a redação aponta para o fato de que existem múltiplos valores tradicionais, e eles estão constantemente evoluindo. Alguns estão em harmonia com os direitos humanos. Mas outros não estão.
Essa nova abordagem coloca os direitos humanos diretamente acima e contra os valores tradicionais. No estudo preliminar, a Comissão Consultiva declara quais valores tradicionais estão em conflito com os direitos humanos, e quais não estão.
A nova redação argumenta que os valores tradicionais minam os direitos das mulheres e minorias. O estudo diz que certas tradições e religiões propagam “estereótipos sobre a feminilidade, orientação sexual e o papel e condição das mulheres na sociedade”. O estudo também enumera algumas “práticas melhores” para mostrar como, em algumas circunstâncias, os valores tradicionais podem reforçar os direitos humanos. Nenhum desses exemplos vem de países ocidentais. Aliás, a nova redação diz que “os valores tradicionais e culturais nos países ocidentais propagam práticas nocivas, tais como violência doméstica”.
O novo estudo estava marcado para aparecer durante a sessão de setembro da CDH. Mas claramente requer mais polimento, e a Comissão pediu ao CDH mais tempo.
Tradução: Julio Severo
Fonte: http://www.c-fam.org
Os russos haviam esperado que sua resolução encontrasse uma ligação positiva entre valores tradicionais e direitos humanos de modo geral. Uma comissão de redação ofereceu um estudo preliminar em fevereiro passado que era aceitável para delegados pró-família. Mas a oposição rapidamente se formou. Os grupos homossexuais foram particularmente estridentes na oposição ao relatório preliminar. Os opositores acusaram que a redação preliminar cometia negligência ao não tratar do que eles consideram um conflito entre valores tradicionais e direitos humanos.
O estudo preliminar frisou valores tradicionais universais compartilhados por todas as pessoas, no espírito da Declaração Universal de Direitos Humanos. O estudo destacava as conexões entre valores tradicionais e direitos humanos, sustentando que a força normativa dos direitos humanos tem suas raízes na força moral dos valores tradicionais. O estudo continha referências explícitas ao direito à vida, ao papel da família na sociedade bem como das grandes religiões.
Contudo, os Estados Unidos e alguns países europeus desaprovaram, alegando que os direitos das mulheres, dos homossexuais e dos transexuais são frequentemente minados por valores tradicionais e pela religião, e que algo precisa ser dito no estudo acerca desse conflito. A Associação Internacional de Lésbicas e Gays (conhecida pela sigla em inglês ILGA) se uniu às críticas.
Depois dessa objeção, Chung Chinsung, especialista chinês na Comissão Consultiva do Conselho de Direitos Humanos (CDH), rescreveu o estudo, omitindo referências positivas ao direito à vida, à família e à religião. O novo estudo preliminar foi debatido na semana passada em Genebra, e países, especialistas e ONGs que haviam se queixado ficaram totalmente satisfeitos com as mudanças.
A nova redação remove a abordagem universal. Aliás, a nova redação nem mesmo reconhece a existência de valores tradicionais universais, repudiando a busca por universalidade como uma tentativa de desviar o assunto. Em vez disso, a redação aponta para o fato de que existem múltiplos valores tradicionais, e eles estão constantemente evoluindo. Alguns estão em harmonia com os direitos humanos. Mas outros não estão.
Essa nova abordagem coloca os direitos humanos diretamente acima e contra os valores tradicionais. No estudo preliminar, a Comissão Consultiva declara quais valores tradicionais estão em conflito com os direitos humanos, e quais não estão.
A nova redação argumenta que os valores tradicionais minam os direitos das mulheres e minorias. O estudo diz que certas tradições e religiões propagam “estereótipos sobre a feminilidade, orientação sexual e o papel e condição das mulheres na sociedade”. O estudo também enumera algumas “práticas melhores” para mostrar como, em algumas circunstâncias, os valores tradicionais podem reforçar os direitos humanos. Nenhum desses exemplos vem de países ocidentais. Aliás, a nova redação diz que “os valores tradicionais e culturais nos países ocidentais propagam práticas nocivas, tais como violência doméstica”.
O novo estudo estava marcado para aparecer durante a sessão de setembro da CDH. Mas claramente requer mais polimento, e a Comissão pediu ao CDH mais tempo.
Tradução: Julio Severo
Fonte: http://www.c-fam.org
Brasileiros levam iemanjá na apresentação da prévia do Jogos Olímpicos de 2016
Com uma cerimônia que durou quase três horas, Londres se despediu da Olimpíada neste domingo (12) com muita música. Um dos pontos mais esperados foi a apresentação brasileira, que pretendia ser uma prévia do que está por vir nos Jogos de 2016.
A apresentação verde e amarela primou por mostrar os ritmos brasileiros – samba, maracatu e funk –, mas não deixou de incluir o que deveria ser uma representação da religiosidade do brasileiro. Uma representação da entidade da umbanda iemanjá, foi incluída e a cantora Marisa Monte apareceu vestida de Rainha do Mar.
A aparição da entidade religiosa foi considerada por muitos não representativa da verdadeira face religiosa brasileira. Apesar do sincretismo religioso, o último censo do IBGE apontou que 64,6% dos brasileiros ainda são católicos e 22,2 % evangélicos, com uma parcela bem menor de adeptos das religiões afro-brasileira, nela incluídos a umbanda e o candomblé.
O blogueiro Paulo Teixeira comentou o episódio, dizendo que “mais uma vez os cristãos do Brasil foram jogados de lado. Quem disse que a entidade espiritual iemanjá representa a cultura brasileira? De onde os organizadores tiraram isto?”, questionou.
Ele acrescentou ainda: “como cristão e brasileiro não sou obrigado a reconhecer os orixás como integrantes da cultura do Brasil”.
A apresentação brasileira ainda contou com o passista-gari Renato Sorriso, a modelo Alessandra Ambrósio, e Pelé. Na área musical fomos representados por Seu Jorge, BNegão, e Marisa Monte que entoaram clássicos de Gilberto Gil, Clara Nunes e Wilson Simonal.
Não faltaram as tradicionais mulatas e uma apresentação da cultura indígena, além da aparição de Pelé, muito reverenciado entre os ingleses.
Segundo o tablóide britânico Daily Mail, a organização do evento temeu que as roupas supostamente consideradas sumárias dos dançarinos que encenaram a participação brasileira e na festa do domingo pudessem ofender a audiência familiar do evento, que foi transmito em todo o mundo. Os dirigentes chegaram a pedir aos bailarinos que atenuassem suas vestimentas, que representaram o carnaval brasileiro.
O Brasil teve direito a uma apresentação de oito minutos na Cerimônia de Encerramento da Olimpíada de Londres porque organizará, na capital fluminense, a próxima edição do evento.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes esteve presente no estádio neste domingo para receber a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI).
50 anos depois, padres jovens retomam a batina que padres velhos jogaram fora para dar impressão de jovens
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| Há 50 anos a "libertação" da batina era tida gesto "jovem" |
Sua decisão, tomada em 29 de junho de 1962, não se apresentou como doutrinária ou moral, mas pastoral, visando adaptar os costumes eclesiásticos às mutações da sociedade, significou uma mudança histórica e foi acompanhada no mesmo ano pela maioria das dioceses francesas.
O “clergyman” foi acolhido até com euforia por sacerdotes novos e “beatas” de sacristia, relembrou o colunista da revista “La Vie ”, Jean Mercier em artigo sob o sugestivo título de “A veste de luz ”.
Mercier insiste na “embriaguez de modernidade” daquele momento pouco anterior ao Vaticano II para se compreender que a mudança foi recebida como “verdadeira liberação”.
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| Hoje, jovens eclesiásticos querem a batina. Foto: seminaristas em cerimônia de tomada de batina |
A batina adquiriu sua forma bem conhecida no século XIX. O entalhe foi abolido pela forma ampla de cor preta, escreve Mercier:
“Faz pensar na morte, na Cruz. O sacerdote que a veste [a batina] se compromete a imitar a Cristo casto e pobre. Ela sinaliza sua renúncia ao prazer e à sedução e, num sentido mais largo, sua renúncia ao mundo, quer dizer, ao sistema que marca as relações humanas pelo desejo de poder, dinheiro e aparência. A batina é uma forma de túmulo. Ela faz eco à antiga prática de se revestir de um ‘véu mortuário’ na cerimônia de entrada de religiosos e religiosas em religião, para simbolizar a morte à vontade própria e ao mundo”.
Em 1962 tudo isso ficou para trás: a lógica do abandono da batina foi a mesma da abertura ao mundo profano, laicizado, que repelia a submissão e a obediência.
Por isso foi uma ruptura enorme.
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| Para o simples fiel, padre sério anda de batina |
“É proibido proibir”, clamavam nas ruas operários, estudantes e sacerdotes rebeldes contra toda restrição, inclusive a sexual.
Porém, 50 anos depois, os papeis se inverteram. São os sacerdotes jovens que querem usar a batina cuja abolição os velhos defendem.
Mercier constata, espantado, que não se trata apenas de jovens sacerdotes tradicionalistas: “Hoje, o grande assunto entre os padres é saber se eles têm a coragem de assumir a batina”, dizia um deles ao jornalista.
No modo de ver dos simples fiéis, a batina está primeiramente associada à ideia de tradicionalismo.
Em segundo lugar, diante do padre jovem de batina, o fiel pensa tratar-se de alguém que celebra discretamente a missa tridentina em latim, sob a forma aprovada pela Santa Sé como “extraordinária”.
No fundo da cabeça da pessoa da rua – constata Mercier – a imagem do padre verdadeiro continua ligada à batina, malgrado as transformações introduzidas pelo Vaticano II.
Um sacerdote amigo do colunista lhe contou que foi a Lourdes recentemente com outro padre. Só que este último usava batina, e ele só um clergyman preto.
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| Capelão militar em Lourdes |
Entretanto, quando iam pelas ruas de Lourdes, eram parados sem cessar por peregrinos que pediam para benzer objetos.
“Em momento algum eles se dirigiram a mim, contou o padre de clergyman, embora fosse evidente que eu sou padre, mas sempre a meu amigo de batina. Eu acredito que era por causa da batina. Ela exerce efeito especial sobre as pessoas que estão longe da Igreja, um atrativo poderoso”.
Mercier diz que teria muitos outros testemunhos no mesmo sentido para narrar.
Para os padres de mais 60 anos – acrescenta – a batina é um retrocesso, é arrogância, endurecimento ideológico, uma renúncia a tudo pelo que eles combateram na vida.
Mas os jovens sacerdotes, os quais voltaram a usá-la em 2012, pensam que ela serve melhor para evangelizar. Em se tratando de “dar testemunho”, que melhor testemunho pode haver que andar de batina pelos logradouros públicos?
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| Cena em Roma: batina contradiz maus costumes |
A batina está ligada estreitamente ao celibato e os padres sentem muito isso.
Optar por não casar para seguir a Jesus Cristo e trabalhar pelo Reino de Deus: isso a batina prega como nenhum outro símbolo.
“A veste preta que cobre o corpo todo, escreve Mercier, é um escândalo para um mundo que exibe a carne, onde prevalece um conformismo social tirânico em matéria de sexualidade, onde se afirma ser anormal que alguém não seja sexualmente ativo. Ora, o sacerdote que pratica a castidade e escolhe o celibato encarna a resistência contra esse modo de pensar dominante. O fato de usar batina participa da radicalidade de Cristo e de seu Evangelho”.
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| Em Liège, Bélgica |
Mercier recomenda a seus amigos, sacerdotes e leigos engajados como ele no movimento progressista e que hoje se sentem cada vez mais frustrados, não polemizar com os jovens de batina.
Se isso acontecer eles vão radicalizar mais e a situação vai ficar pior para aqueles que um dia julgaram que conquistariam o mundo mostrando-se “jovens” e jogando as “velharias” da Igreja pela janela. Como a batina...
Fonte: Blog : luzesdeesperanca.blogspot.com.br
Acredite se Quiser: Inaugurada nos EUA a primeira igreja dedicada à Apple
16.08.2012 - O culto aos produtos da Apple, para alguns, beira a religião. E agora se transformou mesmo em seita. Foi inaugurada ontem a primeira igreja dedicada à Apple do mundo. A iChurch, em Cupertino, tem o objetivo de cultuar a perfeição. Seu messias é Steve Jobs, o fundador da empresa, morto em outubro do ano passado. A iChurch diz que quando os fieis morrerem eles vão para o iCloud.
A igreja, que tem um amplo vitral de Jobs atrás do púlpito, promete inovar. Em vez de Bíblia, os fiéis acompanharão o culto usando Ipads. A Bíblia, em si, é a Biografia de Jobs escrita pelo jornalista Albert Isaacson. Em vez de um sistema de som que transmite as músicas do coral, o áudio é baixado previamente para os iPhones dos participantes. Em breve a igreja vai lançar um aplicativo onde os fiéis poderão baixar a homilia das missas. A notícia foi publicada no Mercry News, site de Cupertino.
O fundador da igreja é o americano Joseph Wright, de 36 anos. “Existem sérias evidências de que Jobs seja a reencarnação de Jesus Cristo. Não é à toa que ele escolheu a maçã como símbolo da Apple. Logo a maçã, que foi o símbolo da nossa decadência, agora nos leva ao paraíso”, disse ele. Para Joseph, os Ipads remetem às tábuas dos 10 mandamentos de Moisés. “Perceba que o Ipad é a tabuleta da era moderna. Os sinais estão por toda a parte. Só não acredita quem não quer”, disse ele.
Fonte: Pavablog via http://www.rainhamaria.com.br
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Cardeal Burke sobre grupo de religiosas americanas: ‘Se não pode ser reformado, este grupo não tem o direito de continuar a existir’.
Cardeal Burke.
WASHINGTON, D.C., 10 de agosto de 2012 – Um alto prelado do Vaticano lançou nova artilharia no esforço do Vaticano em reformar a LCWR [n.t.: algo como Conferência das Lideranças das Religiosas], com o aviso de que a perniciosa organização pode vir a ser fechada se ela falhar em implementar as reformas exigidas pela Igreja.
“Se ela não pode ser reformada, então não tem o direito de continuar a existir”, afirmou o Cardeal Burke, prefeito da Assinatura Apostólica do Vaticano, ao jornalista Raymond Arroyo da rede de televisão católica EWTN, numa entrevista na última quinta-feira.
“Como é possível que estas religiosas consagradas que prometeram seguir a Cristo (…) se oponham ao que pede o Vigário de Cristo? É contraditório”, afirmou.
A Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) lançou a reforma da LCWR em abril com um duro e direto documento levantando sérias questões doutrinais com o grupo, incluindo seu fracasso em defender o ensinamento da Igreja a respeito da homossexualidade, da ordenação de mulheres e do direito à vida. A organização representa cerca de 80% das 57.000 religiosas americanas [Nota do Fratres: curiosamente, as ordens afiliadas à organização "alternativa" à LCWR, a CMSWR -- Conselho das Superioras Maiores das Religiosas --, que defende o uso do hábito, o ensinamento da Igreja sobre o casamento, aborto, ordenação de mulheres, etc, apesar de ter 15 vezes menos comunidades membros, recebe 4 vezes mais canditadas à vida religiosa].
O Cardeal William Levada, então prefeito da CDF, advertiu em junho que a LCWR poderia perder seu reconhecimento se falhasse em implementar as reformas.
“A questão é: você pode ser católico e ter uma mente questionadora? É isso que estamos perguntando”, afirmou em julho a irmã Pat Farrell, presidente da LCWR, numa entrevista a uma estação de rádio. “Este mandato (….) nos coloca numa posição de estarmos sob o controle de certos bispos, isso não é diálogo. Ao contrário, parece um fechamento ao diálogo”.
“O ensino e a interpretação da fé não podem permanecer estáticos e realmente precisam ser reformulados, repensados sob a ótica do mundo em que vivemos”, continuou.
Em sua entrevista para a EWTN, o Cardeal Burke disse ao jornalista Arroyo que o problema é simplesmente uma questão das irmãs permanecerem fiéis aos seus votos. “Religiosas consagradas (…) estão unidas ao Vigário de Cristo por um laço muito significativo, pois elas professaram (…) seguir Cristo de modo exemplar e, dessa forma, ser fonte de força e inspiração para o Povo de Deus”, ele explicou.
“A questão agora é a conversão à verdadeira natureza da vida religiosa e à grata e humilde aceitação do que o Santo Padre está pedindo através de seus representantes, bem como a reforma da organização”, completou.
O prelado também notou que poucas pessoas se dão conta de que, na verdade, a Santa Sé na verdade, fundou a LCWR em 1956. Assim, o Cardeal Burke perguntou, “Por que o Vaticano não deveria ter o direito de dizer ‘Olhe, esta organização não está cumprindo a missão para a qual nós a fundamos’?”.
Chico Xavier é semifinalista de concurso que vai eleger “o maior brasileiro de todos os tempos”
Antes de qualquer coisa, é sempre bom lembrar o óbvio: independente desta ou de qualquer votação, os bem-aventurados – ou seja, aqueles que estão no Céu, contemplando a face do Altíssimo -, estes são os maiores em todos os sentidos. Alcançaram a coroa da glória, conquistaram o prêmio imperecível, atingiram o fim ao qual todos os homens são chamados.
Façamos, à luz disto, um paralelo. Irmã Dulce, em vida, foi fiel ao Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, ornou sua alma com a virtude da fé, e foi elevada aos altares especialmente por seu exemplo de dedicação e amor aos pobres. Esta santa mulher viveu a caridade e foi beatificada pela Igreja Católica; ou seja, a Igreja reconheceu que a Irmã Dulce goza da visão beatífica, sendo, assim, uma intercessora fiel dos homens junto a Deus. Chico Xavier, por outro lado, era espírita, não aceitava sequer a divindade de Jesus, era constantemente procurado por sua fama de evocar os mortos – prática severamente proibida por Deus já no Antigo Testamento (cf. Lv 19, 31; 20, 27). Ou seja, trazia às pessoas um suposto “conforto”, desobedecendo, antes, à lei de Deus: “Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo (…) ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas” (Dt 18, 10-12). Colocando o “anjo bom da Bahia” ao lado de Chico Xavier, percebemos a enorme discrepância entre os dois. É praticamente um abismo – muito provavelmente o mesmo abismo que separava o pobre Lázaro do rico epulão.
Sim, mas e a “caridade” praticada pelo médium mineiro? Afinal – poderiam indagar alguns –, lembrando São Tiago, “a fé sem obras é morta” (Tg 2, 26)… Sim, é verdade. A fé sem obras é morta. Mas, do mesmo modo, de nada valem as obras, sem a fé. Como explicou muito acertadamente o frei Boaventura Kloppenburg,
“É sem dúvida certo: sem a caridade cristã, não há salvação; e quem não tiver a caridade, não é verdadeiro discípulo de Jesus Cristo. E a Igreja seguramente não rejeita o espiritismo por causa deste princípio. A Igreja Católica tem sido sempre e ainda hoje continua sendo a pregoeira máxima da caridade cristã. (…) O erro dos espíritas não consiste na pregação da caridade (nisso, pelo contrário, eles são dignos de aplauso e louvor); seu erro está em dizer que basta a caridade somente. Jesus Cristo nunca ensinou isso. Pois Jesus, o evangelista da caridade, foi também o evangelista da fé.”- Espiritismo – orientação para católicos, VII, art. 3
“Jesus, o evangelista da caridade, foi também o evangelista da fé.” Nem todos os católicos se importam com este fato relevante. Renunciam, então, à veneração de uma religiosa autenticamente católica, para prestar culto a um homem que sequer acreditava nos princípios mais basilares da fé cristã – como a fé na Trindade ou na infalibilidade das Escrituras. Foi graças a estes católicos – que preferem o sincretismo a obedecer a doutrina de sua Igreja – que Chico Xavier venceu esta competição. É graças a estes cristãos self-service – que escolhem seguir os preceitos evangélicos que lhe agradam – que um líder espírita é mais popular que um Frei Galvão ou que uma Beata Irmã Dulce dos pobres. É forçoso reconhecer, mas a história de que somos a nação “mais católica do mundo” não passa de uma grande farsa. Estamos mais para a nação mais incoerente, ou mais hipócrita.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Salve Maria Santíssima!
Maria tem um coração alargado como o coração de Deus, afirma o Papa
CASTEL GANDOLFO, 15 Ago. 12 / 12:25 pm (ACI).- Na manhã desta quarta-feira, 15 de agosto, Solenidade da Assunção de Maria, o Papa Bento XVIcelebrou, a Santa Missa na paróquia pontifícia de “São Tomás de Villanova”, na localidade de Castel Gandolfo onde o Pontífice passa suas férias. Em sua homilia, o Papa indicou que na Assunção podemos ver que a Virgem Maria, totalmente unida a Deus, tem um coração tão grande como o do próprio Deus.
“Em 1º de novembro de 1950, o Venerável Papa Pio XII proclamava como dogma que a Virgem Maria “terminado o curso da vida terrena, foi assunta à glória celeste em alma e corpo”. Esta verdade de fé era conhecida pela Tradição, afirmada pelos Padres da Igreja, e era, sobretudo, um aspecto relevante do culto rendido à Mãe de Cristo. O elemento cultual constitui, por assim dizer, a força motora que determinou a formulação deste dogma: o dogma parece um ato de louvor e de exaltação em relação à Virgem Santa. Este emerge também do próprio texto da Constituição apostólica, onde se afirma que o dogma é proclamado “em honra ao Filho, para a glorificação da Mãe e a alegria de toda a Igreja”, recordou Bento XVI aos presentes na celebração eucarístia que presidiu.
“É expresso assim na forma dogmática algo que já foi celebrado no culto da devoção do Povo de Deus como a mais alta e estável glorificação de Maria: o ato de proclamação da Assunta se apresentou quase como uma liturgia da fé. E no Evangelho que escutamos agora, Maria mesma pronuncia profeticamente algumas palavras que orientam nesta perspectiva. Diz: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz” (Lc 1,48). é uma profecia para toda a história da Igreja. Esta expressão do Magnificat, referida por São Lucas, indica que o louvor à Virgem Santa, Mãe de Deus, intimamente unida a Cristo, seu filho, diz respeito à Igreja de todos os tempos e de todos os lugares”, sublinhou.
Segundo o Santo Padre, “a anotação destas palavras da parte do Evangelista pressupõe que a glorificação de Maria estivesse já presente no período de São Lucas e ele a considerou um dever e um compromisso da comunidade cristã para todas as gerações. As palavras de Maria indicam que é um dever da Igreja recordar a grandeza de Nossa Senhora para a fé”.
“Esta solenidade é um convite, portanto, a louvar Deus, e a olhar para a grandeza de Nossa Senhora, para que conheçamos Deus na face dos seus”, completou.
“Mas, por que Maria é glorificada na assunção ao Céu? São Lucas, como ouvimos, vê a raiz da exaltação e do louvor à Maria na expressão de Isabel: “Feliz aquela que acreditou” (Lc 1, 45). E o Magnificat, este canto ao Deus vivo e operante na história é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó, fazendo do seu conteúdo sua oração: a Palavra de Deus estava no Magnificat transformada em Palavra de Deus, lâmpada do seu caminho, até torná-la disponível a acolher também em seu ventre o Verbo de Deus feito carne”.
Respondendo à pergunta sobre a relação da solenidade com a vida do homem na terra Bento XVI disse que “A primeira resposta é: na Assunção vemos que em Deus há espaço para o homem, Deus mesmo é a casa com muitas moradas da qual fala Jesus (Jo 14, 2). O próprio Deus é a casa do homem, em Deus há espaço de Deus. E Maria, unindo-se a Deus, não se distancia de nós, não vai para uma galáxia desconhecida, mas quem vai a Deus se aproxima, porque Deus está perto de todos nós, e Maria, unida a Deus, participa da presença de Deus, está muito perto de nós, cada um de nós”.
“Há uma bela palavra de São Gregório Magno sobre São Bento que podemos aplicar ainda também a Maria: São Gregório Magno diz que o coração de São Bento tornou-se grande que toda a criação podia entrar neste coração. Isso vale ainda mais para Maria: Maria, unidade totalmente a Deus, tem um coração tão grande que toda a criação pode entrar neste coração, e os testemunhos em todas as partes da terra o demonstram”, afirmou o Papa.
“Em Deus, há espaço para o homem, e Deus está perto, e Maria, unida a Deus, está muito perto, tem um coração alargado como o coração de Deus”, frisou.
“Mas tem também outro aspecto: não só em Deus há espaço para o homem; no homem há espaço para Deus. Também vemos isso em Maria, a Arca Santa que porta a presença de Deus. Em nós, há espaço para Deus e nesta presença de Deus em nós, tão importante para iluminar o mundo na sua tristeza, em seus problemas, esta presença se realiza na fé: na fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entre em nós, para que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser”, ressaltou.
“O que dizer, portanto? Coração grande, presença de Deus no mundo, espaço de Deus em nós e espaço de Deus para nós, esperança, ser esperados: esta é a sinfonia desta festa, a indicação que a meditação desta Solenidade nos dá. Maria é aurora e esplendor da Igreja triunfante; ela é a consolação e a esperança para o povo ainda em caminho, diz o Prefácio de hoje”.
“Vamos nos confiar à sua materna intercessão, para que o Senhor nos ajude a reforçar nossa fé na vida eterna; nos ajude a viver bem o tempo que Deus nos oferece com esperança. Uma esperança cristã, que não é somente nostalgia do Céu, mas vivo e operoso desejo de Deus aqui no mundo, desejo de Deus que nos torna peregrinos incansáveis, alimentando em nós a coragem e a força da fé que, ao mesmo tempo, é coragem e força no amor”.
Rede católica de ensino promove relativismo religioso em material didático
Foto tirada de uma das partes do material que promove o relativismo religioso entre crianças (foto: ACI Digital)
REDAÇÃO CENTRAL, 14 Ago. 12 / 07:19 pm (ACI).- Segundo informaram fontes de ACI Digital, escolas como o Colégio Liceu Santista, parceiro da Rede Salesiana de Educação (RSE), vem utilizando material didático que promove o relativismo religioso e conteúdo inadequado para crianças. A apostila intitulada Natureza e Sociedade preparada para alunos do 1º ano do Ensino Fundamental, é distribuída pela RSE a instituições de ensino da mesma filiação em nível nacional, e traz elementos sobre “a criação do mundo” próprios da mitologia africana.
O que mais surpreendeu alguns pais, no entanto, foi constatar que, em todas as apostilas didáticas utilizadas ao longo do 1º ano do EF, não existe uma única menção ao nome Jesus Cristo ou o uso da palavra cristianismo.
Fontes da nossa agência referem ainda que, ao matricularem seus filhos, receberam o Projeto Pedagógico cuja primeira diretriz norteadora consta ser o “fortalecimento da identidade católica” do colégio. Deste modo, para eles, o material didático evidencia incongruência entre a prática e a teoria.
Distante do Gênesis...
Na mencionada apostila, destinada a crianças de idades entre seis e sete anos, uma seção descreve como se deu a criação do mundo e da humanidade por deuses da Umbanda. “...Antes de criar o mundo, Oxalá deveria fazer certas oferendas a Exu, o Mensageiro, pois Exu é o orixá que comanda o movimento e a transformação”, afirma um trecho do material.
Em outro trecho do texto sobre a criação, o material ensina como o homem e a mulher tornaram-se mortais: “Oxalá estava cansado da arrogância, do descaso e da total falta de respeito dos humanos. Afinal, ele os criara na origem do mundo. Oxalá imaginou que seria melhor que os homens não vivessem mais para sempre, pois, assim, não pensariam que eram deuses. Então Oxalá criou a Morte. Quando o momento de cada um chegasse, caberia à Morte fazer cessar a vida. Era missão da morte fazer morrer todos os humanos. O homem não era mais imortal.”
Após a leitura do texto, um exercício pede aos alunos que desenhem as “entidades” de acordo com as descrições apresentadas.
Para os pais, o exercício em questão, além de promover o relativismo religioso, possui uma linguagem inadequada para crianças, pois descreve: “Oxum é a rainha dos rios e das nascentes. Representa o dengo e a sensualidade. É a deusa do amor e protege o parto, os bebês e as crianças. É uma mulher vaidosa, que usa muitos colares”.
Os pais discordam do uso do termo “sensualidade”, pois se as crianças perguntassem o que ele significa, o correto seria explicar-lhes a verdade, e isso, para a idade em que se encontram, seria inadequado.
Um dos pais ressalta a ACI Digital que, ao fundar os Salesianos, Dom Bosco buscou tornar possível uma obra que levasse as crianças e jovens do mundo inteiro a um maior conhecimento e amor a Jesus Cristo, através da educação cristã. Os pais lamentam que a RSE tenha se afastado tão francamente do ideal promovido pelo santo educador italiano, São João Bosco.
O que mais surpreendeu alguns pais, no entanto, foi constatar que, em todas as apostilas didáticas utilizadas ao longo do 1º ano do EF, não existe uma única menção ao nome Jesus Cristo ou o uso da palavra cristianismo.
Fontes da nossa agência referem ainda que, ao matricularem seus filhos, receberam o Projeto Pedagógico cuja primeira diretriz norteadora consta ser o “fortalecimento da identidade católica” do colégio. Deste modo, para eles, o material didático evidencia incongruência entre a prática e a teoria.
Distante do Gênesis...
Na mencionada apostila, destinada a crianças de idades entre seis e sete anos, uma seção descreve como se deu a criação do mundo e da humanidade por deuses da Umbanda. “...Antes de criar o mundo, Oxalá deveria fazer certas oferendas a Exu, o Mensageiro, pois Exu é o orixá que comanda o movimento e a transformação”, afirma um trecho do material.
Em outro trecho do texto sobre a criação, o material ensina como o homem e a mulher tornaram-se mortais: “Oxalá estava cansado da arrogância, do descaso e da total falta de respeito dos humanos. Afinal, ele os criara na origem do mundo. Oxalá imaginou que seria melhor que os homens não vivessem mais para sempre, pois, assim, não pensariam que eram deuses. Então Oxalá criou a Morte. Quando o momento de cada um chegasse, caberia à Morte fazer cessar a vida. Era missão da morte fazer morrer todos os humanos. O homem não era mais imortal.”
Após a leitura do texto, um exercício pede aos alunos que desenhem as “entidades” de acordo com as descrições apresentadas.
Para os pais, o exercício em questão, além de promover o relativismo religioso, possui uma linguagem inadequada para crianças, pois descreve: “Oxum é a rainha dos rios e das nascentes. Representa o dengo e a sensualidade. É a deusa do amor e protege o parto, os bebês e as crianças. É uma mulher vaidosa, que usa muitos colares”.
Os pais discordam do uso do termo “sensualidade”, pois se as crianças perguntassem o que ele significa, o correto seria explicar-lhes a verdade, e isso, para a idade em que se encontram, seria inadequado.
Um dos pais ressalta a ACI Digital que, ao fundar os Salesianos, Dom Bosco buscou tornar possível uma obra que levasse as crianças e jovens do mundo inteiro a um maior conhecimento e amor a Jesus Cristo, através da educação cristã. Os pais lamentam que a RSE tenha se afastado tão francamente do ideal promovido pelo santo educador italiano, São João Bosco.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Rede Globo está enfrentando pressão de entidades religiosas
Segundo a Folha de São Paulo, a série “Phantasmagoria”, novo quadro do Fantástico que estreou no último domingo já está causando polêmica. Apresentado pelo jornalista Tadeu Schmidt e pelo mágico Kronnus, a matéria aumentou em cerca de três pontos a média de audiência do programa, que gira na casa dos 20 pontos. Segundo o Ibope, cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo.
Porém, segundo profissionais envolvidos na produção, grupos ligados ao espiritismo e ao candomblé estão fazendo pressão religiosa. O quadro se propõe a “investigar” lugares considerados mal-assombrados e a caçar fantasmas. Os religiosos estão fazendo um forte lobby para que o Fantástico deixe claro que fantasmas não existem, porém não devem questionar a existência de espíritos.
É possível encontrar na internet sites e blogs espíritas que fazem questionamentos e críticas ao conteúdo que foi ao ar no domingo passado (5/8). A grande maioria dos críticos diz que “Phantasmagoria” afasta o Fantástico do jornalismo de qualidade. Por isso, a Globo teria ordenado que alguns episódios tenham seus textos revistos, para não gerar mais protestos.
A assessoria da Globo diz que desconhece esses protestos de entidades religiosas ao novo quadro e que o objetivo é apenas mostrar as emoções humanas diante do medo. Na mesma edição, o Fantástico apresentou um quadro sobre homofobia que foi classificado como defesa do estilo de vida gay por alguns pastores.
Atualmente, a Globo exibe a novela “Amor Eterno Amor”, que possui uma trama claramente espírita e tem enfrentado dificuldades com entidades religiosas por conta de uma personagem “evangélica” na novela Avenida Brasil, cuja caracterização é considerada ofensiva por algumas igrejas.
Deus pode ajudar um atleta a conquistar a vitória? veja exemplos olímpicos
Nos Jogos Olímpicos de Londres muitos atletas testemunharam sua fé ao se consagrarem os melhores em sua modalidade esportiva. As meninas do vôlei brasileiro, que foram campeãs olímpicas pediram orações em favor da vitória antes da partida final contra os EUA e depois oraram o Pai Nosso de joelhos na quadra, junto com toda a equipe.
Outros episódios de fé se sucederam nesses jogos Olímpicos, como a da ginasta norte-americana Gabrielle Douglas, a primeira atleta negra na modalidade de ginástica olímpica a ganhar o título individual olímpico, vencendo o favoritismo de Jordyn Wieber. Pelo Twitter, ela afirmou que “Deus era o segredo de seu sucesso”, citando Mateus 6:33.
Mas seria verdade que realmente Deus ajudaria os atletas a conquistarem campeonatos esportivos? “Se isso faz parte de seu propósito, e Ele tem uma razão para que isso aconteça, acredito que Ele possa dar uma ajudinha”, brinca Alex Dias Ribeiro, que atuou como capelão dos atletas cristãos na Olimpíada de Londres no Multi-Faith Centre, o local na Vila Olímpica preparado para receber pessoas de todas as religiões.
Ribeiro atuou na capela cristã, dividindo os horários entre cultos evangélicos e missas católicas no mesmo local. Convivendo junto com os atletas, ele aconselhou e ajudou os esportistas no momento específico em que todos tiveram que lidar com muita pressão por bons resultados. “É um momento de muita cobrança, pois ali é o local onde eles tem de desempenhar melhor suas habilidades. É um evento esporádico e que representa o ponto alto de sua carreira”, explica Ribeiro.
Com a bandeira americana e a Bíblia, Claye faz história
Segundo ele, as Olimpíadas são um momento único em que só os que competem sabem o que enfrentam em termos de desafios físicos, mentais, emocionais e espirituais.
Para Ribeiro, o atleta firme em suas convicções, que tem um bom testemunho e uma vida limpa diante de Deus pode se tornar um exemplo e até um ícone. “É a chance que ele tem de se tornar um referencial de comportamento positivo em um mundo cheio de heróis e vilões”, diz Ribeiro.
Ribeiro, que atuou no automobilismo chegando a ser campeão na Fórmula 3 inglesa, e na Formula Ford no Brasil, atuando também na F-1, ficou conhecido por levar a inscrição “Cristo Salva” pelas pistas do mundo.
Segundo o ex-piloto, que foi diretor executivo dos Atletas de Cristo por 22 anos e já há quatro Jogos Olímpicos trabalha como voluntário na área de capelania, servindo ao atleta, o intenso desgaste físico e emocional sofrido por eles pode ser vencido com a ajuda de Deus.
“Para enfrentar tudo isso, só estando bem com o Criador do Universo”, conclui.
Leigos católicos criam partido político na Itália e defendem a Doutrina Social da Igreja
Roma, 14 Ago. 12 / 09:42 am (ACI/EWTN Noticias).- Um partido político conformado por leigos católicos disputará as próximas eleições regionais da Sicilia (Itália), que serão realizadas no dia 28 de outubro deste ano, como uma alternativa para evitar que os espaços políticos continuem monopolizados por “movimentos contrários ao Evangelho”.
O novo grupo político se chama “Homens novos por uma sociedade de iguais e partícipes” (UeP) e sua lista de candidatos está constituída exclusivamente por “leigos católicos comprometidos com o Evangelho e a doutrina social da Igreja”.
O partido política foi equívocamente denominado por alguns meios de imprensa como “partido dos padres” apesar de que entre seus candidatos não se consta nenhum sacerdote.
Segundo o fundador, o Pe. Felice Lupo, pároco da Igreja de Santo Eugenio Papa, na localidade siciliana do Palermo, o UeP é um “um movimento católico completamente autônomo e independente de qualquer velha nomenclatura partidista e com listas provinciais mas sem nenhum velho político como líder”.
Em uma missiva remetida a outras paróquias da Sicilia, na que pedia apoio ao partido de leigos católicos, o Pe. Lupo explicou que a idéia surgiu da “necessidade de que a atual confusão e o vazio causado pela antipolitica não seja coberto, como está ocorrendo, por movimentos contrários ao Evangelho”.
Entre as propostas do grupo político católico se encontra ordenar as finanças locais em uma região que beira a crise, assim como trabalhar em políticas de governo que favoreçam a família.
O novo grupo político se chama “Homens novos por uma sociedade de iguais e partícipes” (UeP) e sua lista de candidatos está constituída exclusivamente por “leigos católicos comprometidos com o Evangelho e a doutrina social da Igreja”.
O partido política foi equívocamente denominado por alguns meios de imprensa como “partido dos padres” apesar de que entre seus candidatos não se consta nenhum sacerdote.
Segundo o fundador, o Pe. Felice Lupo, pároco da Igreja de Santo Eugenio Papa, na localidade siciliana do Palermo, o UeP é um “um movimento católico completamente autônomo e independente de qualquer velha nomenclatura partidista e com listas provinciais mas sem nenhum velho político como líder”.
Em uma missiva remetida a outras paróquias da Sicilia, na que pedia apoio ao partido de leigos católicos, o Pe. Lupo explicou que a idéia surgiu da “necessidade de que a atual confusão e o vazio causado pela antipolitica não seja coberto, como está ocorrendo, por movimentos contrários ao Evangelho”.
Entre as propostas do grupo político católico se encontra ordenar as finanças locais em uma região que beira a crise, assim como trabalhar em políticas de governo que favoreçam a família.
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