quinta-feira, 21 de junho de 2012

Aids: O que Uganda ensina ao Brasil e ao mundo!




Falei quase nada sobre Aids até agora, o que é uma falha, visto que a doença virou uma marca registrada desse continente.
Então é bastante apropriado que eu toque no assunto aqui, em Uganda. Aids é uma obsessão nesse país, quase uma mania nacional. Por onde você anda, vê centros clínicos, ONGs, igrejas, escolas, com aconselhamento de prevenção ou tratamento para HIV/Aids etc. etc. E placas, cartazes, faixas, tudo que se refere à doença.
De vez em quando é bom ver uma história de sucesso nesse continente, só para variar, e o combate à Aids em Uganda é um sucesso inquestionável. Há 15 anos, cerca de 30% da população tinham o vírus; hoje, são 6,5%.
Enquanto outros países perdiam tempo fingindo que nada acontecia, e até negando que HIV cause Aids (como na África do Sul, onde a taxa é de mais de 20%), os ugandenses agiam para conter a doença. Falar sobre o assunto, assumir o problema e discutir candidamente foi o primeiro passo. Mas teve mais.
Uganda trata a Aids de uma maneira como nós nunca faríamos no Brasil. Uma maneira inusitada, para dizer o mínimo. E assumidamente moralista.
Um exemplo do que acontece por aqui: imagine que você é um oficial do governo e precise traçar uma estratégia para reduzir a incidência de Aids junto a caminhoneiros. Em vários países, esse é um grupo delicado: estão sempre longe de casa, cruzam fronteiras, são cercados por prostitutas o tempo todo. São potencialmente um fator de disseminação da doença. E muitos chegam em casa e podem contaminar suas esposas.
A meu ver, a lógica mandaria que se propagandeasse o uso de camisinhas entre caminhoneiros. Mas veja como é o cartaz do governo de Uganda que vi na sede de uma ONG: (em cima)
Diz o pôster: “um motorista responsável se importa com sua família; ele é fiel a sua mulher”. O foco não é tentar fazê-lo se proteger quando dormir com prostitutas. Mas tentar convencê-lo, antes de tudo, a não ter a relação sexual. Parece ingênuo, mas o governo acha que funciona. E talvez funcione mesmo.
No Brasil, a ênfase das campanhas contra Aids é no sexo seguro: use camisinha, em outras palavras. Em Uganda, a promoção dos preservativos é apenas a perna mais fraca de um tripé que conta também com a promoção de abstinência e a fidelidade.
O slogan do governo é ABC: A é a inicial de abstinência, B é de “be faithful”, ou seja fiel, e C é para condom, ou camisinha.
Uganda é um país com forte influência das igrejas católica e evangélicas. O presidente, Yoweri Museveni, é, a exemplo de George Bush, um “born again christian”, ou seja, um cristão renascido, que descobriu sua fé no meio da vida. A primeira-dama, Janeth, é ainda mais religiosa.
Não surpreende, então, que o governo coloque tanta ênfase nas letras A e B. Abstinência é direcionada aos jovens, principalmente de menos de 25 anos, idade média em que eles se casam, incentivando-os a se manter virgens até o altar.
O B é dedicado aos casais, pedindo que sejam fiéis. Só em último caso, se a pessoa não conseguir se abster ou for um pulador de cerca contumaz, vem o C: pelo menos use camisinha.
Percebeu a diferença? O enfoque tradicional em vários países, inclusive no Brasil, é centrar fogo na camisinha. Em Uganda, camisinha é um último caso, quase o recurso dos pecadores.
Hoje conversei com representantes de duas ONGs, esperando ouvir algumas críticas à política do ABC. Nada. Aprovam 100%. Há um consenso nacional em torno do tema. Sobra para organizações estrangeiras descerem o pau, dizendo que é irreal esperar que um jovem de 20 anos se mantenha virgem.
Mas os números estão aí, desafiando o que diz a lógica e a convicção de muitos (como eu). São um tapa na cara dos céticos.
Fonte:
http://penaafrica.folha.blog.uol.com.br/arch2008-05-01_2008-05-31.html
http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/30479

Canadá aprova “suicídio assistido”. Igreja reafirma: A vida não nos pertence para isso!



A Conferência Episcopal do Canadá (CECC) recebeu com desolação a decisão recém-tomada por uma juíza da Corte Suprema da Colúmbia Britânica sobre o suicídio assistido”, afirma em nota divulgada nesta segunda-feira (18) o presidente dos bispos canadenses, dom Richard W. Smith, arcebispo de Edmonton.
A magistrada declarou inconstitucional a lei nacional que proíbe o suicídio assistido, porque ela discriminaria os doentes fisicamente incapacitados. A resolução, porém, só poderá entrar em vigor após um ano, tempo que a juíza Lynn Smith determinou para que o Parlamento canadense modifique a legislação.
A nota do arcebispo Smith afirma que “a posição da Igreja católica é clara sobre esta questão: a vida humana é um dom de Deus. Por esta razão, como ensina o Catecismo da Igreja Católica em seu número 2.280, nós somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela”.
“Ser os administradores da vida exige de cada um de nós e da sociedade inteira uma resposta aos sofrimentos físicos, emocionais e morais das pessoas de todas as idades, especialmente as mais enfermas ou incapacitadas”.
Smith reforça a declaração feita pelos bispos do Canadá em 2005: “Temos que enfrentar uma opção fundamental. A nossa resposta a ela revelará a verdadeira natureza do coração da nossa sociedade. Nossa solicitude para com a pessoa doente, anciã, deficiente e vulnerável é demonstrada através do incentivo ao suicídio e à eutanásia? Ou através do favorecimento a uma cultura da vida e do amor, em que cada pessoa, em todos os momentos e em toda circunstância ao longo da sua vida natural, é percebida como um dom?”.
A nota informa que a CECC divulgará um comentário mais detalhado assim que terminar de examinar a sentença de 395 páginas.
A lei da Corte Suprema da Colúmbia Britânica concede um ano ao parlamento para estudar a questão. “Isto também nos dará o tempo necessário para veicular as nossas observações no momento oportuno”, encerra a nota episcopal.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Página Inicial » Notícias Brasil20 / junho / 2012 - 18:18 Ahmadinejad cita Jesus Cristo e fala de nova ordem mundial no Rio+20


Ahmadinejad cita Jesus Cristo e fala de nova ordem mundial no Rio+20
O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad fez um pronunciamento bastante curioso na plenária da reunião de Cúpula da Rio+20 nesta quarta-feira (20) no Rio de Janeiro ao citar Jesus Cristo.
“A figura do ser humano perfeito deve emergir junto de Jesus Cristo”, disse ele que fez críticas contra os países desenvolvidos e contra a própria ONU.
Ele acredita que esse “pequeno grupo de países” ricos impõe padrões de consumo e comportamento forçando os mais pobres a seguir seus passos. “Isso tem a ver com uma ordem injusta imposta por nações que pretendem manter a hegemonia sobre o mundo”, disse.
Ahmadinejad profetiza também uma nova ordem internacional já que a ordem atual está em colapso. “Após o colapso da antiga ordem, a repetição de erros é imperdoável. Uma nova ordem deve ser estabelecida por líderes de boa-fé e esse dia está chegando.”
Nessa reunião que diversos representantes de lideranças mundiais discutem sobre Desenvolvimento Sustentável, Ahmadineaj falou sobre a importância de trabalhar em conjunto com outros países para melhorar a situação atual.
“Todas as nações e todos governos eleitos democraticamente devem participar, construtivamente, com compromissos, no gerenciamento do mundo baseado em compaixão,” disse.
Detalhe do anúncio da Confederação Israelita do Brasil que circula hoje nos jornais brasileiros
Com informações Veja.com

Diretor do Population Research Institute para América Latina: Abortistas admitem derrota na Rio + 20

RIO DE JANEIRO, 20 Jun. 12 / 07:27 pm (ACI)


Segundo o artigo publicado neste 20 de junho por Carlos Pólo, Diretor do Population Research Institute (PRI) para a América Latina (uma entidade especializada em temas de defesa da vida e população), os abortistas e lobbystas dos “direitos sexuais e reprodutivos” saem derrotados da Rio +20. 

“Nenhuma menção aos chamados “direitos reprodutivos” nem “serviços de saúde reprodutiva” (ambos eufemismos para o aborto), foram incluídos no documento final da Cúpula de Rio+ 20. Eles foram simplesmente rechaçados pela comunidade internacional”, afirma o diretor do PRI para o continente latino-americano.

“Os grupos feministas radicais e pró-aborto já começaram a protestar publicamente mostrando clara aceitação da sua derrota. Isto constitui também uma mensagem nítida de rechaço à política externa da Administração Obama, o governo mais abortista da história dos EUA, pois nem toda sua diplomacia nem os milhões com os quais financia a ONU conseguiram obter seus propósitos neste evento”, assevera também o perito.
 
Carlos Pólo explica que nos últimos 6 meses, o Fundo das Nações Unidas para Atividades em População (UNFPA) juntamente com os governos da Noruega, Islândia, os falso católicos autodenominados “Catholics for Choice” e a IPPF (International Planned Parenthood Foundation) que é a maior fornecedora de abortos no mundo, trabalharam febrilmente para aproveitar a Cúpula Rio +20. Seu propósito era que tanto o aborto legal como o controle populacional fizesse parte dos esforços governamentais para obter um desenvolvimento sustentável. 

“Catholics for Choice” tinha distribuído numerosas e muito custosas publicações para desqualificar ao Vaticano como observador permanente nas Nações Unidas. (...). Entretanto, chama poderosamente a atenção que esta instituição tenha disponibilidade de tantos recursos econômicos para dedicar-se à política internacional e precisamente para atacar a Santa Sé. Em um dos documentos mais recentes este grupo afirma que a Santa Sé tem “a tendência a insistir em posições afastadas do consenso internacional”, denunciou Polo. 

Efetivamente, as muitas ONGs feministas pró-aborto não perderam a chance de marcar presença na cúpula. “A chamada Coalizão Internacional pela Saúde das Mulheres realizou um evento paralelo à Rio+20 no último 14 de Junho cuja única tese foi que “a legalização completa do aborto era uma forma de alcançar o desenvolvimento sustentável””, destacou ainda o perito peruano.

Segundo informou o portal de notícias G1 do grupo Globo, Alexandra Garita, representante da Internacional Women Health Coalison (Coalisão Internacional pela Saúde das Mulheres), afirmou nesta quinta-feira, 14 de junho, que “os países devem garantir às mulheres a possibilidade de abortar com segurança e evitar o nascimento de crianças que não terão acesso a saúde, educação e padrões mínimos de qualidade de vida”.

“As mulheres já abortam hoje e muitas morrem. É importante que elas possam fazer isso com segurança”, afirmou. Garita também defendeu acesso gratuito a métodos contraceptivos e a informações sobre como evitar a gravidez”, destacou também o G1 em sua edição de 14 de junho.

Ainda segundo a matéria do G1, o coordenador da Federação Internacional de Estudantes de Medicina, Mike Kamus, também defendeu o aborto como forma de garantir desenvolvimento sustentável em uma sessão da Reunião da ONU no Rio de Janeiro.
 
“Do meu ponto de vista pessoal, é preciso garantir o aborto com segurança. Milhares de mulheres morrem tentando abortar. As que levam uma gravidez indesejada até o fim, muitas vezes, não têm condição de dar uma vida de qualidade aos filhos”, afirmou. Segundo ele, é preciso “dar aos jovens o direito de decidir”, destaca a nota do portal de notícias G1.

O poderoso lobby pelos chamados “direitos reprodutivos” e “serviços de saúde reprodutiva” debutou internacionalmente nas Conferências do Cairo (1994) e Beijing (1995). Desde essa data, afirma Carlos Polo, não há um só evento da ONU sobre assuntos sociais, de consumo de tabaco ou de direitos dos deficientes, onde este lobby liderado pelo IPPF não tente incluir alguma menção a estes supostos “direitos” que favorecem o aborto legal. 

Durante anos estes grupos se esforçaram por dar a acreditar que esse discurso não tem nada a ver com o negócio do aborto, mas os fatos demonstram que o contrabando foi descoberto.
Para vários peritos que seguem de perto estes eventos da ONU, a melhor noticia é que hoje já são vários os países que estão cientes deste erro. 

Segundo o diretor da escritório do PRI para América Latina, a decisão de retirar toda menção de “direitos reprodutivos” e “serviços de saúde reprodutiva” do documento da reunião que se realiza no Brasil se deve a que mais países denunciaram que estes conceitos incluem o aborto e cada vez menos países vêm seguindo os EUA que afirmam (falsamente) que estes mal chamados direitos não se referem ao aborto. 

Os países que intervieram para remover estes conceitos do documento final da Rio+20  foram: o Vaticano, Rússia, Honduras, República Dominicana, Nicarágua, Chile, Síria, Egito, Malta, Polônia e Costa Rica. Em contraparte, os países que estiveram a favor de incluí-los foram: EUA, Bolívia, Peru, Uruguai, México, Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Suíça e Islândia.

Chama a atenção que os delegados dos países latino-americanos tenham defendido uma posição claramente contrária ao que diz a Constituição e os acordos legais vigentes em seus países, como o Pacto de San José, explica o membro do PRI, profundo entendedor da situação da defesa da vida e da família no continente americano.

O Brasil foi duramente criticado pelas feministas presentes no Rio por permitir a omissão dos “direitos reprodutivos” no texto da Cúpula. “Este documento não é nem "o futuro que queremos", nem o que as gerações futuras merecem. Em um esforço para chegar a um consenso a qualquer custo, o Brasil se esqueceu o Rio”, lamenta Zonibel Woods, escrevendo pro site feminista “RH Reality Check”, que promove o direito ao aborto sob o já mencionado eufemismo de Saúde Reprodutiva.

Apesar da Vigília Ecumênica na qual pediu-se pelos “direitos reprodutivos e sexuais”, a Cúpula dos Povos também foi uma decepção para os críticos da posição da Santa Sé. Nenhum membro da comitiva liderada pela Cardeal Odilo Scherer, nem autoridade eclesiástica alguma tomou parte no evento da noite do 17 de junho.

Em entrevista exclusiva à ACI Digital Carlos Polo afirmou: “O rechaço à inclusão dos “direito reprodutivos” no documento da Rio + 20 é uma imensa derrota que os próprios grupos abortistas reconheceram publicamente. É também o início de uma nova etapa na qual a família deve assumir um papel protagonista”.  

(Notícia atualizada em 20 de junho de 2012 às 21:15h, GMT-3)

A traição contra o sucessor de Pedro. Entrevista com Peter Seewald.




A agência de notícias católica alemã Kath.net publicou uma longa entrevista de análise sobre o casoVatilieaks com Peter Seewald (foto), autor do livro-entrevista com o Papa Bento XVI Luz do Mundo

Publicamos aqui a versão italiana dessa entrevista, publicada no sítio Korazym, 13-06-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto

Quem e o que estão por trás das “revelações” em torno ao Vatileaks?

A traição não é algo bom, embora seja muito humana. O fato de ela não se deter nem mesmo perante a Igreja já foi demonstrado pelo exemplo dos apóstolos. Só os resultados das investigações poderão lançar luz sobre o pano de fundo do episódio vaticano, que tem todas as características de uma parábola. Todo o resto é especulação.

Com base nas informações de que eu disponho, uma coisa é certa: ou seja, que o Vatileaks implica uma ação preparada em detalhe, conduzida de forma sistemática e coberta com profissionalismo. E tudo isso não para chamar a atenção para algumas irregularidades, mas sim com o objetivo de danificar fortemente o governo de Bento XVI.

Por que o secretário pessoal Gänswein foi envolvido?

O fato de que a pessoa mais próxima do papa deve ser desacreditada não é um ponto contra ele, mas sim a seu favor. É impossível servir de escudo e não ser atingido por algumas flechas no confronto. Além disso, alguém que, como Georg Gänswein, desmascara também o traidor se torna com mais razão um alvo a ser atingido.

Como funciona o aparato midiático?

Vatileaks não é culpa dos meios de comunicação, mas alguns deles, com especulações, distorções ou propaganda absurdas, inflaram o caso desmedidamente. Os boatos de alguns alardeadores substituem uma pesquisa dispendiosa, seguir a maioria toma o lugar da reflexão pessoal. E, especialmente, quando a Igreja acaba na mira, o jornalismo baixo não tem outro objetivo a não ser fomentar a indignação.

Por que coisas já conhecidas há muito tempo são utilizadas para preparar uma nova mistura?

Primeiro, porque as “revelações” dizem muito pouco.

Segundo, porque os oportunistas do escândalo exploram a questão para conduzir uma guerra ideológica. Como em um videogame de trama muito simples, nas nuvens, veem-se resmungos e cochichos sobre “segredos do Estado da Igreja”, de “poderes obscuros” com os seus “manejos duvidosos”, que agora geram dúvidas sobre “a liderança da sua Igreja mesmo entre os cristãos devotos”.
A edição mais recente da revista Stern ensina até como não contribuir com “a história das revelações” com nenhuma nova investigação. Por que deveria? A receita foi testada: copiar, acrescentar um pouco de tempero e servir novamente –voilà, está pronto. O editor-chefe chega até a demonstrar que o papa está cansado do seu ministério. De fato, defende ele, Bento XVI já teria falado do “paraíso”.

A importância das “revelações” é superestimada?

Definitivamente sim. Muitos observadores esperavam algo completamente diferente e agora descobrem que os documentos até agora publicados servem para aliviar, e não para dar mais peso ao caso vaticano.

A correspondente da SZ Andrea Bachstein observou, com agradável serenidade: “Os fatos, na maior parte, já eram conhecidos”. O que alguns tenderiam a interpretar como uma “interferência explosiva”, de fato, poderia ser considerado como “bastante normal”. O próprio “informante”, Gianluigi Nuzzi, admitiu que o que os documentos publicados no seu livro Sua Santità têm de especial é simplesmente que “temos aqui documentos inéditos de um papa que ainda está no cargo”.

O caso Vatileaks também não serviria para mostrar ao papa situações que não funcionam?

Essa consideração implica que Bento XVI está isolado e mal informados. Mas já como cardeal, Joseph Ratzinger demonstrou estar não só à altura dos tempos do ponto de vista intelectual, mas também sempre bem informado. A verdade é que as intrigas e as maquinações o repugnam. É o próprio papa que diz que o maior perigo para a Igreja vem da própria Igreja.

O papa não é mais capaz de agir?

Pelo menos é isso que se quer mostrar. São postas em discussão a soberania do papa e a sua liderança da Igreja. O objetivo é o de influenciar a gestão do governo e de conseguir agir através da chantagem, atingindo até os colaboradores do papa. Precisamente por isso é que se chega a desacreditar pessoas mal vistas, como o secretário do papa.

Bento XVI é um papa fraco?


“Quando sou fraco, então é que sou forte”, disse São Paulo. Desse ponto de vista, esse papa é, de fato, um papa fraco. Mas entende isso apenas quem aprendeu a pensar com a inteligência da fé, segundo o ensinamento de Cristo. O poder não é capaz de modificar o mundo para melhor. E não é só a mera administração que pode manter ou mesmo salvar a Igreja. Na sua inabalável confiança na força do Espírito, portanto, o papa também pode escrever certo por linhas tortas e, como Jesus, seguir em frente com colaboradores que, em certo sentido, começaram a viagem pela metade.

Então, Bento XVI é um papa forte?

Fisicamente, Bento XVI não é um gigante, mas é bastante forte para esmagar os pés de alguém. O resultado é conhecido. Desde sempre ele considera como suspeitos os pastores que deixam tudo correr pelo amor ao quieto viver. Esse papa, como nenhum outro, enfrentou situações de irregularidade em seus próprios quadros e agiu em consequência. A renovação interior que ele impôs implica sobretudo um processo mental, mas não para perante o aparato. Alguns ficaram tão impressionados com o mero uso da palavra “desmundanização”, o convite a se afastar do poder e da institucionalização, a fim de ser novamente libertados para aquilo que é próprio da fé, que preferem anular a palavra, interpretando-a ao invés de utilizá-la.

O papa sofre com essa história?

Sofre sobretudo com aquelas pessoas muito próximas a ele que agora estão ardendo no inferno da sua própria consciência. Quem levanta poeira como ele, quem se sente incômodo e continua sendo destemido, quem mantém a tradição e pode citar boas razões para fazê-lo, também sabe que isso provoca poderosas forças contrárias e que deve suportar alguns sofrimentos.

Os problemas não podem simplesmente ser removidos?

Pode parecer paradoxal, mas o mal também contém alguma coisa de bom. Ele nos leva a fazer perguntas fundamentais: o que é a mentira, o que é a verdade? O que é certo e o que é errado? E por fim: quem é a favor e quem é contra aquela figura-chave, investida para que, como diz o Evangelho, os poderes do inferno não prevaleçam sobre a Igreja de Cristo? As tentações do mundo são grandes, e só pode ser forte quem tem uma fé forte. Mas é possível se opor a elas, se se estiver apoiado por uma sólida convicção. A prioridade desse pontificado é de transmitir os instrumentos para fazer isso, através de um ensino convincente e do exemplo pessoal.

O Vatileaks representa um ponto de virada?

É importante que a questão seja esclarecida com atenção, que os resultados das investigações sejam transparentes, que se reconquiste a confiança através da abertura e de uma ação coerente. Da traição contra o Santo Padre, pode brotar um novo início e uma onda de solidariedade. Não em todos, mas sim em muitos. Ao mesmo tempo, é preciso lembrar que o modelo do servo infiel e desobediente, que agora, através da pessoa do mordomo, aparece como em um drama escolar sobre o palco, não existe só no Vaticano.

O que é realmente importante nessa história não é tanto a revelação de algum “mistério”, como a traição contra um dos mistérios por excelência, isto é, o carisma do sucessor de Pedro. É assim que oVatileaks é visto em toda parte, ou ao menos em toda parte em que as advertências e as indicações de Pedro são candidamente lançadas ao vento, onde se dorme como as virgens da parábola de Jesus, quando, ao contrário, se deveria ficar acordado.

O que o Vatileaks implica para o futuro?

O fim da época moderna é caracterizada por um clima de confusão e de incerteza. A questão é: quais são as verdadeiras causas da crise? Pode funcionar uma sociedade em que o homem basta a si mesmo, em que ele é o seu único critério de comparação? O que eu quero? Em que eu acredito? O que eu defendo?

Em um confronto que se torna cada vez mais agressivo, chocam-se, de um lado, uma cultura neopagã, de outro, uma cultura baseada na tradição judaico-cristã. Talvez, deveríamos até dizer um mundo religioso e um mundo não religioso. Especialmente a Igreja Católica, por causa da sua fidelidade à tradição, deve se preparar para um tempo de duros confrontos. Se os bispos não reagirem finalmente a esse imenso desafio, o declínio da religião cristã, que contribui para formar a base das sociedades civis ocidentais, continuará se acelerando dramaticamente.

A Igreja ainda pode ser salva?

Não se trata de desaparecer, mas sim do fato de que o mundo que conhecemos até agora, o nosso modo de pensar, de acreditar e de viver é julgado por falta de atenção, por uma má gestão da natureza, do dinheiro, das pessoas, de si mesmo, enfim, pelo fato de ter se afastado das evidências originais da criação. Porém, da decadência do velho, já surge o novo. Os ramos murchos se quebram e torna-se visível o verde novo. A tarefa daquele que, provavelmente, será o último papa entre a nova e a velha era é o revigoramento da fé a partir das forças das suas origens. E talvez em breve também se poderá dizer que, depois de séculos de falsos inícios, a fé da Igreja Católica está novamente tão perto de Cristo como não esteve nem nas origens.



Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/30452

O Cristianismo é o último bastião contra o «totalitarismo» do projeto secularista europeu.



O cristianismo é o último bastião contra o “totalitarismo” do projeto secularista europeu, segundo a diretora do Observatório da Intolerância e da Discriminação contra os cristãos na Europa, Gudrun Kugler.

Um grupo de reflexão austríaco e organização não governamental adverte que a liberdade de expressão religiosa está “em risco” na Europa, devido à intolerância secularista de esquerda.
Enquanto os extremistas islâmicos continuam os ataques contra comunidades cristãs no Egito, Iraque, Paquistão e em todo o Oriente Médio e Ásia, as restrições às expressões públicas das crenças religiosas dos cristãos estão aumentando na Europa ocidental, o berço da cristandade.

“Não se pode comparar as injustiças daqui com a situação, por exemplo, da Coreia do Norte, Índia ou Paquistão”, advertiu Gudrun Kugler, advogada e diretora do Observatório da Intolerância e da Discriminação contra os cristãos na Europa. “Os cristãos que vivem lá, apesar da feroz perseguição,são nossos grandes modelos”.

Disse que o cristianismo é odiado na Europa porque é “o último obstáculo para uma nova visão do secularismo que é tão politicamente correto que raia o totalitarismo”.

“Os cristãos são cada vez mais marginalizados e estão aparecendo com mais frequência nos tribunais sobre assuntos relacionados à fé. Penso que assim estamos nos dirigindo a uma perseguição sem derramamento de sangue”.

As preocupações da Dra. Kugler foram repetidas pelo Dr. Massimo Introvigne, da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa, um italiano especialista em sociologia da religião, o qual disse esta semana que atualmente os cristãos europeus não são “demasiado sensíveis”.

A discriminação contra is cristãos na Europa, disse, “é mais sutil” que nos países onde são perseguidos de forma total, mas é real.

“Ironicamente, uma das análises mais importante desta situação está incluída num discurso que nunca foi feito, embora seu texto tenha sido posteriormente dado a conhecer”, disse Massimo Introvigne. “Bento XVI preparou um discurso para uma visita à Universidade La Sapienza, em Roma, em 17 de janeiro de 2008, onde previa debater a marginalização dos cristãos no discurso público ocidental”.

No entanto, esse discurso papal foi arquivado depois dos protestos realizados por um reduzido número de estudantes e professores contra a suposta “homofobia” do Papa.

Evidentemente, o incidente confirmou, mais do que aquilo que o Papa pudesse ter dito, que o problema da intolerância contra os cristãos existe realmente no Ocidente”.

O Observatório monitora e documenta sistematicamente incidentes de intolerância e discriminação contra os cristãos e o cristianismo em toda a Europa. Elaborou um informe da crônica dos incidentes de discriminação anticristã em instituições europeias entre os anos 2005 e 2010.

Kugler disse a MercatorNet que “privadamente, você pode orar e pensar como quer, mas no âmbito público há cada vez mais restrições. Judeus e muçulmanos experimentam intolerância e discriminação. Mas também as sofrem os cristãos, inclusive se constituem aqui uma maioria nominal”.

“Temos recebido muitas informações em que se denuncia a eliminação dos símbolos cristãos, representações distorcidas, estereotipadas e negativas dos cristãos nos meios de comunicação, e os problemas sociais que os cristãos enfrentam, como ser ridicularizados ou desfavorecidos nos lugares de trabalho”.

Em geral, o informe do Observatório revela que a principal falha geológica na Europa é o enfrentamento entre as novas leis “igualitárias” postas em curso pelas instâncias dos lobbies políticos homossexualistas e feministas radicais, e a população ainda nominalmente cristã da Europa. Esta ruptura tem sido favorecida por um meio de comunicação institucionalmente anticristão, disse Kugler.

“Tenho a impressão de que os jornalistas e os políticos são frequentemente mais anticristãos que seus concidadãos. Mas eles formam o estado de ânimo do país. Observamos que descrevem os cristãos, cada vez mais, como ‘homofóbicos’, machistas, intolerantes e sem experiência do mundo”.

Quando perguntada sobre o que podem fazer os cristãos, Gudrun Kugler disse: “Falar”.

“Muitos cristãos europeus não se dão conta de que defender as próprias crenças é uma forma de falar a favor dos fracos, dos prejudicados e dos indefesos”.

É um “ato de caridade cristã insistir nos direitos democráticos próprios de cada um”, acrescentou. “Temos de buscar a inspiração em nossos irmãos e irmãs, que com valentia enfrentam formas violentas de perseguição, em vez de silenciar”.

Tradução: OBLATVS

segunda-feira, 18 de junho de 2012

"A reconciliação cura e liberta", afirma Cardeal no Congresso Eucarístico de Dublin


Dublin (Segunda-feira, 18-06-2012, Gaudium Press) No Congresso eucarístico internacional de Dublin, na quinta feira, 14, o tema do dia foi a "Reconciliação da nossa comunhão".
Em todo o dia milhares de pessoas dirigiram-se à sala da adoração. Ali, ininterruptamente, foi possível ser atendido por um sacerdote. Até altas horas da madrugada, enquanto o Congresso continuava no Youth Centre, um total de catorze mil pessoas procuraram as várias centenas de sacerdotes que presentes afim de serem ouvidas em confissão.
O Cardeal presidente do Pontifício Conselho "Justiça e Paz", Dom Peter Kodwo Appiah Turkson, celebrou a liturgia da reconciliação pela manhã.Na homilia, a reflexão do Cardeal foi um convite aos fiéis para manterem o coração aberto.
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Cardeal Dom Peter Kodwo Appiah Turkson

A catequese de Dom Turkson foi um testemunho, uma narração de histórias extraordinárias de perdão.
Uma dessas histórias impressionou a todos. Trata-se daquela que dizia respeito a uma mulher sobrevivente do violento genocídio acontecido em Ruanda, em 1994.
Uma boa parte da família dessa mulher foi assassinada na ocasião. Para ela isso trouxe muita dor e sofrimento. O trauma sofrido parecia indefinidamente incurável.
Porém, aconteceu que, através de um grupo católico que desempenhava o seu trabalho nos cárceres ruandeses, ela acabou por encontrar-se com o mesmo homem que havia assassinado seu pai.
Foi um momento difícil, sem dúvida, mas foi também um momento de graças, um momento de ação divina nos corações. E nesse momento de atuação da graça, ela perdoou o assassino de seu próprio pai.
A mulher e o perdoado choraram e ele disse: "Agora a justiça pode continuar o seu percurso, e até condenar-me à morte, porque finalmente estou livre".
Nesse momento da homilia, o purpurado dirigiu-se de maneira direta aos fiéis convidando-os a interrogar-se profundamente: "Poderia esta ser também a minha história?".
Foi também a ocasião para o Cardeal tirar do fato uma lição. Com efeito, tanto faz tratar-se do culpado, ou tratar-se da vítima; qualquer um que se encontre aprisionado pelo pecado ou pela incapacidade de perdoar, não está livre, mostrou ele.
Por isso, o cardeal Turkson convidou todos a seguirem o exemplo de São Paulo, que "sabia alegrar-se até nas situações mais difíceis, por causa da sua convicção firme acerca da presença do Senhor". (JS)
Com Informações do L'Osservatório Romano.

Sacerdote peruano desenvolve site com técnicas para dirigir uma homilia


Roma (Segunda-feira, 18-06-2012, Gaudium PressO sacerdote peruano e oficial da Pontifícia Comissão para a América Latina, Padre José Ignacio Tola Claux, desenvolveu um site com técnicas e conselhos práticos para dirigir uma homilia ou oratória sagrada. O "Arte de predicar" ("Arte de pregar", em espanhol) já está funcionando e seu endereço é: artedepredicar.com.
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São João Crisóstomo é um dos pregadores cuja biografia foi contemplada no site
O sacerdote conta que a ideia de criar está página web veio de sua própria necessidade de aprender, "ao me dar conta, de maneira clara, que a homilética é uma arte que requer preparação e disciplina", disse.
Padre José Ignácio lamenta também que a oratória sacerdotal tenha perdido importância na etapa formativa. "Hoje em dia, apesar do desenvolvimento existente no mundo das comunicações, os sacerdotes não se formam para 'saber comunicar" e é algo que muitas vezes se aprende no decorrer dos acontecimentos, com resultados escassos", disse.
A página é voltada especialmente para sacerdotes e seminaristas, mas também pode ser aproveitada por todos os interessados em aprender a dirigir uma mensagem pública "com convicção, eficácia e formas e linguagens adequadas aos ouvintes, já que muitas das recomendações que se aplicam podem ser empregada em qualquer outro campo da comunicação", afirma Padre José Ignácio.
O site conta com diversas seções, entre as quais uma dedicada a pregadores como Frei Antonio de Montesinos e São João Crisóstosmo, outra à carta redigida pelo Papa Bento XVI. Há espaço também para sermões, homilias, artigos, um link de áudio e video e um Anedotário.(BD/JS)
Com informações da EWTN notícias

Número de sacerdotes aumenta em uma década


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Somente em 2011, 460 sacerdotes solicitaram sua
reintegração ao ministério religioso.

Bari (Segunda-feira, 18-06-2012, Gaudium Press)
 Entre os anos 2000 e 2010 o número de sacerdotes diocesanos e religiosos aumentou, passando de 405 mil para 413 mil, declarou neste final de semana o diretor do Setor Estatístico do Vaticano, Monsenhor Vittorio Formenti. O sacerdote fez esta declaração enquanto participava do encontro italiano Serra Internacional - associação de leigos que apoia as vocações sacerdotais - em Bari, na Itália.
Monsenhor Formenti informou ainda que, além destes sacerdotes e religiosos, existem em toda a Igreja mais de 35 mil diáconos permanentes, situados em sua maioria, nos Estados Unidos, no Canadá e na América Latina.
Fornecendo mais número alentadores para a Igreja Católica, o diretor do Setor Estatístico do Vaticano declarou que somente em 2011, 460 sacerdotes solicitaram sua reintegração ao ministério religioso.
Ao fim de seu pronunciamento, Mons. Formenti deixou claro que os números mostram um crescimento lento, porém constante.
Com informações da Rádio Vaticano.

EUA: Eu construí o primeiro edifício a sobreviver ao apocalipse subterrânea


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Entre um e dois milhões de custo dos apartamentos do "Condomínio Survival", em Kansas, EUA.

Em Kansas, Estados Unidos, é o primeiro edifício subterrâneo condomínio, criado com o propósito de salvar o seu povo para quando o apocalipse.
"Condo Survival" é o nome do complexo de apartamentos de luxo em terras que está a tomar forma em que era um tanque de mísseis antigos.
Até agora, este condomínio particular tem quatro futuros moradores e segurados, cuja identidade é desconhecida, embora tenha sido revelado que pagou cerca de 700 mil dólares para suas casas, mas que querem comprar uma casa agora deve pagar um mínimo de $ 1 milhão Departamento para 1 ou 2 quartos com capacidade de 3 a 5 pessoas, enquanto que para um apartamento com três quartos e dois banheiros (6 a 10 pessoas), você deve pagar de R $ 2 milhões.
Todos os apartamentos têm TV de tela LED com conexão via satélite, Internet, cozinha totalmente equipada, iluminação de emergência, jacuzzi, acesso automatizado, câmeras de segurança, interfones, central de monitoramento do clima, detectores de fumaça, as janelas que simulam externas, fechaduras biométricas, elevadores e escadas.
Os criadores do projeto dizem que além de ter todas as comodidades e condições de vida de cinco anos sem pavimentação, o condomínio é capaz de resistir a ataques terroristas, ataques nucleares e pandemias, e até mesmo um completo desastre ecológico.
Se você está pensando em comprar um desses bunker de casas, a ser decidido em breve. De acordo com seus proprietários, poucos departamentos que estão disponíveis ao público, mais uma vez que já estão em processo de compra ou pré-acordos.
Fontes: The Third

Polícia Civil encontra documentos do Mensalão do DEM escondidos em igreja evangélica


Polícia Civil encontra documentos do Mensalão do DEM escondidos em igreja evangélica
Seguindo com a Operação Hufini, a Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu com um mandato de busca e apreensão na Igreja Tabernáculo do Evangelho de Jesus, no Recando das Almas, onde documentos e computadores estavam escondidos.
A operação dá continuidade ao processo que investiga o caso que ficou chamado de “Mensalão do DEM” que resultou na prisão do ex-deputado distrital Júnior Brunelli que é pastor evangélico e que ficou conhecido como o autor da oração da propina.
A polícia chegou à igreja após receber denúncias anônimas, nesse material encontrado pode conter provas da lavagem de dinheiro praticada pelo ex-deputado que recentemente foi condenado a devolver R$400 mil aos cofres públicos.
O Mensalão do DEM é o esquema de distribuição de propina realizado pelo governo do então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, denunciado por Durval Barbosa que também estava envolvido no esquema, mas resolveu entregar seus comparsas para se valer da delação premiada.
Os acusados desse processo envolvem assessores, deputados e empresários do DF que foram indiciados por diversos crimes como formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva e ativa, fraude em licitação, crime eleitoral e crime tributário.
Com informações Terra

A MOEDA ÚNICA MUNDIAL É UMA UTOPIA ?



Não, ela está há um passo de ser implantada, 
assim como todos os demais objetivos da Nova Ordem Mundial.
“Este é o símbolo da nossa unidade e do nosso desejo de resolver os problemas 
em conjunto. (…) Aqui está ela. Podem vê-la e tocá-la”, disse o presidente da Rússia Dmitri 
Medvedev ao apresentar aos jornalistas a amostra da nova moeda global, durante uma 
conferência de imprensa em L’Aquila (Itália), após a cimeira das nações que integram o 
Grupo dos Oito (G8).
A agência russa RIA Novosti  apresentou-a como o “exemplo” de “uma possível 
moeda global”. Por seu turno, a agência financeira norte-americana Bloomberg, referiu que 
a amostra ostenta a frase “unidade na diversidade”, foi cunhada na Bélgica e apresentada 
aos líderes do G8 pelo presidente russo durante a cimeira.
Medvedev esclareceu que a nova moeda será usada como meio de pagamento 
pelos cidadãos de todos os países do mundo e descreveu-a como a “futura moeda única mundial”. “Penso que é um bom sinal de que percebemos a nossa interdependência”, 
precisou.
As principais economias emergentes do mundo, sob a liderança da China e da 
Rússia, têm apelado repetidamente nos últimos meses para a necessidade de ser criada 
uma nova reserva monetária mundial que substitua o dólar e ponha fim à dominância 
financeira mundial dos Estados Unidos, desde 1944, data da assinatura do acordo  de 
Bretton Woods.
A iniciativa de Medvedev pode ser entendida como um inteligente golpe de relações 
públicas destinado a dizer às principais potências mundiais que, apesar da sua resistência e 
cepticismo, os países emergentes, produtores de quase metade do PIB mundial, estão 
decididos a impor aos países ricos novas regras de governança das finanças globais.
MRA Alliance/Agências
Fonte: http://www.futureworldcurrency.com/

Cartunista recria Jesus como astro punk ateu; religiosos protestam


17.06.2012 - O cartunista Sean Gordon Murphy, 31, lançará em julho nos Estados Unidos, com tradução prevista para o português, a minissérie Punk Rock Jesus, que tem sido criticada por líderes religiosos e fiéis por causa do seu enredo: o filho de Deus é um jovem revoltado que se declara ateu e cria uma banda de rock punk. Murphy foi até ameaçado de morte pela internet.
Punk Rock Jesus
A estória ocorre no futuro, mas com ingredientes de hoje e do passado. Uma rede de TV encomenda a clonagem de Jesus a partir do Santo Sudário, o manto que, dizem os crentes, o envolveu em seu martírio.
A TV “ressuscita” o Messias para que ele protagonize um reality show. Mas Jesus fica chateado com os produtores do programa porque excluíram a participação de sua mãe — com ela, a audiência caia. Jesus fica furioso, revela em transmissão nacional que na verdade é ateu e abandona o estúdio para se dedicar a sua banda de rock punk The Flack Jackets.
O Messias é acompanhado por Gwen, uma garota que tinha sido escolhida pela TV para lhe gerar um filho, e por um ex-membro do IRA (católico fanático) que assume a missão de seu guarda-costas. É esse personagem que conta a estória nos quadrinhos.
Murphy é um talentoso quadrinista. Já desenhou aventuras de personagens como "Batman" e "Vampiro Americano". É autor de minisséries como “Hellblazer: Cidade dos Demônios".
Editado pela Vertigo, Punk Rock Jesus terá cinco edições em preto-e-branco, mas poderá ter versões coloridas. O enredo e o texto são de Murphy.
Ele comparou a reação de religiosos a esse seu trabalho aos artistas que são acusados em países mulçumanos de desrespeitar Maomé.
"Sou taxado de controverso porque a maioria dos cartunistas evita falar de religião, mas não podemos deixar que o conservadorismo nos impeça de tocar nesses assuntos”, disse ele a Douglas Gavras, que é colaborador da Folha de S.Paulo. “Desenho para quebrar tabus."
Fonte: http://www.paulopes.com.br/

Sinal dos Tempos: Padre abençoa fiéis pelo Facebook em Nova Petrópolis, no RS



18.06.2012 - O município de Nova Petrópolis, na Serra do Rio Grande do Sul, abriga desde 2010 um padre que chama a atenção da comunidade pela forma inovadora de abençoar os fiéis. A graça de Ari Antônio da Silva, de 62 anos, é compartilhada, curtida e comentada por quase 5 mil pessoas no seu perfil no Facebook que, por algum motivo, não podem frequentar a Paróquia São Lourenço Mártir, onde o sacerdote profere diariamente seus sermões.
Padre Ari abençoa pelo Facebook, recomenda livros como penitência e distribui balas para as crianças (Foto: Juan Barbosa/Agência RBS)Padre Ari abençoa pelo Facebook, recomenda livros como penitência e ainda distribui balas para as crianças
(Foto: Juan Barbosa/Agência RBS
A idade avançada não dificulta a bênção cibernética, garante Ari. A sua popularidade com os fiéis aumenta cada vez mais e o padre não descarta criar outro perfil para atender a crescente demanda. "Acho muito interessante. Nunca vi nada demais nisso, mas ultimamente se tornou uma novidade por aqui. A Igreja Católica está se adaptando a esses novos estilos. Acho que é muito importante, embora também seja muito criticado por essa atitude. Mas não posso deixar de atender as pessoas. Todos me falam para criar outro perfil e sempre me pedem: 'a bênção padre'. E eu sempre respondo: 'Que Deus abençoe a ti e a toda sua família", detalha ao G1 Ari, o padre moderno.
Com a igreja sempre lotada e sem falsa modéstia, ele comemora o sucesso da suas missas. "Eu sou muito conhecido aqui na região. Vivo aqui há mais de 35 anos. Mesmo que eu abençoe alguns fiéis pela internet, acho que isso não distancia as pessoas da minha paróquia. Na verdade, os fiéis aumentam cada vez mais, minha paróquia está sempre lotada".
E o espírito inovador do padre Ari não para no Facebook. As tradicionais penitências com orações não são recomendadas por ele. "Eu sempre digo para os penitentes lerem livros sobre religião e espiritualidade. Quanto mais as pessoas leem, mais próximas elas ficam da sabedoria. Deixo o Pai Nosso e a Ave Maria para a minha missa", brinca. Além de comandar a igreja em Nova Petrópolis, Ari também escreve num jornal, é doutor em filosofia pela Universidade de Salamanca, a mais antiga da Espanha, e autor de diversos livros sobre religiosidade.
Mas a popularidade do padre é mais alta entre as crianças. Ele distribui balas de menta ao final de cada missa. "As crianças ficam encantadas e acabam trazendo os pais juntos. E o Facebook me ajuda muito porque elas também adoram a internet, não é? A minha mensagem sempre se espalha rapidamente. Por isso que eu digo que minha paróquia está sempre lotada, faça chuva, faça sol", completa o padre Ari.
A modernização da Igreja Católica foi pauta da 18ª Semana Teológica que ocorreu nesta semana em Caxias do Sul, na Serra.
Fonte: G1

Exercício da homossexualidade é contrário à natureza do homem, afirma Arcebispo peruano

LIMA, 03 Mai. 12 / 04:47 pm (ACI/EWTN Noticias)
Dom Javier Del Río
O Arcebispo de Arequipa, no sul do Peru, Dom Javier Del Río, afirmou que embora a Igreja não condene a homossexualidade, os atos homossexuais são contrários à própria natureza do ser humano.

Em entrevista ao jornal peruano La Republica, Dom Del Río explicou que essa é a razão pela qual a Igreja não está de acordo que se promova a atividade homossexual.

"É uma orientação que não vai com sua própria natureza humana. Recordemos que a sexualidade não é somente um tema de genitalidade, a sexualidade abrange todo o ser humano, o ser humano todo ele é varão e todo ela é mulher".

Dom Del Río assinalou que muitas vezes o que se promove, e o que a Igreja critica, é "que as pessoas que têm natureza humana de homem tenham uma atração sexual por pessoas do mesmo sexo, promove-se isto em lugar de ajudá-los a responder à sua verdadeira natureza humana".

O Prelado explicou que todos os seres humanos têm dignidade pelo fato de serem pessoas. "Por isso merecem todo nosso respeito e o respeito de toda a população, independentemente de que pessoas fisicamente eles são, ou que tenham alguma deficiência física ou mental".

"O mesmo podemos dizer de uma pessoa com diferente orientação sexual, credo, raça, situação social, etc.".

O Arcebispo de Arequipa sublinhou em sua entrevista que a Associação de Psicólogos Católicos da Itália assinalou que "quando a mudança de orientação sexual não tem uma raiz orgânica é factível retornar".

Dom Del Río também responsabilizou pela promoção do estilo de vida gay a "muitas ONGs, organismos internacionais com muito poder político e econômico, além de muitos departamentos de Nações Unidas (ONU) que promovem a homossexualidade, o aborto, e cujos líderes não são homossexuais, mas o promovem".

Diante disto, de acordo ao Prelado, a Igreja por uma parte exorta as pessoas a que procurem que "sua opção sexual corresponda à totalidade de sua natureza".

"Não obstante, se houver pessoas que não querem ou preferem manter-se com esta orientação, nós os convidamos a não exercer a homossexualidade e manter-se no celibato porque o primeiro vai contra sua própria natureza”, recordando que as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, “sempre foram chamadas relações contranatura".

Dom Del Río remarcou que "a Igreja respeita os homossexuais, e ama uma pessoa com orientação homossexual assim como ama uma pessoa com orientação heterossexual".

"Dentro de grupos da Igreja há muitas pessoas que tiveram uma atividade homossexual e que logo recuperaram a sexualidade, tal e como foi brindada pela natureza. Estão dentro dos grupos paroquiais e novos movimentos".

O Arcebispo peruano indicou que em todo mundo a Igreja tem cursos e consultores para que pessoas com estas tendências recuperem “a orientação sexual dada pela natureza e não a oferecida pelas circunstâncias sociais".