domingo, 27 de maio de 2012

Bento XVI: O Espírito Santo nos guia às alturas de Deus


VATICANO, 27 Mai. 12 / 03:38 pm (ACI/EWTN Noticias)
 
Ao presidir a Missa pela Solenidade do Pentecostes, na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI afirmou que "o Espírito Santo nos guia até as alturas de Deus, para que possamos viver já nesta terra o germe da vida divina que está em nós".

Durante sua homilia, o Santo Padre assinalou que diante da divisão entre “impulsos que provêm da carne e aqueles que provêm do Espírito; e nós não podemos seguir a todos. Não podemos, de fato, sermos contemporaneamente egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e provar a alegria do serviço desinteressado". 

"Não podemos, de fato, sermos contemporaneamente egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e provar a alegria do serviço desinteressado", precisou.

Bento XVI recordou que São Paulo se refere às obras da carne em referência aos pecados de egoísmo e de violência "como inimizade, discórdia, inveja e ciúme; são pensamentos e ações que não fazem viver de modo verdadeiramente humano e cristão, no amor. É uma direção que leva a perda da própria vida”.

“Em vez, o Espírito Santo nos guia para as alturas de Deus, para que possamos viver já nesta terra a semente da vida divina que está em nós", ressaltou.

O Papa criticou que com o progresso científico e das técnicas "encontramos o poder de dominar as forças da natureza, de manipular os elementos, de fabricar seres vivos, chegando quase ao próprio ser humano". 

"Mas não nos notamos que estamos revivendo a mesma experiência de Babel. É verdade, multiplicamos as possibilidades de comunicação, do acesso a informações, de transmissão de noticias, mas podemos dizer que cresceu a capacidade de compreensão ou talvez, paradoxalmente, nos compreendemos sempre menos?”, questionou.

Diante desta realidade, o Santo Padre remarcou que "o Espírito Santo, Espírito da unidade e da verdade, pode continuar a ressoar em nossos corações e nas mentes dos homens e impulsioná-los a se encontrarem e acolherem-se reciprocamente". 

"O Espírito, justamente pelo falo que age assim, nos introduz em toda verdade, que é Jesus, nos guia para aprofundá-la, compreendê-la: nós não crescemos no conhecimento fechando-nos em nosso eu, mas somente tornando capazes de escutar e compartilhar, somente no “nós” da Igreja, com a atitude de profunda humildade interior".

Bento XVI assinalou que, desta maneira, "torna mais claro porque Babel é Babel e Pentecostes é Pentecostes. Onde os homens querem fazer-se Deus, somente colocam-se uns contra os outros. Onde, em vez, colocam-se na verdade do Senhor, abrem-se para a ação do Espírito que os sustenta e os une". 

Principais ataques à ética cristã



Monsenhor Juan Claudio
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Todos nós recebemos o dom da fé e este dom é responsável por potencializar virtudes cardeais, como a caridade e a esperança. E o mesmo Deus que nos agraciou com este dom é Aquele que diz: “Se são meus amigos, seguirão meus mandamentos”.

Há mais de quarenta anos existem planos para criar novos dispositivos éticos e legais para proteger a vida do ser humano. Já no ano 2000, na sede das Nações Unidas, aconteceu um encontro de líderes de várias religiões do mundo. E ao fim deste encontro, chegaram à conclusão de que é preciso superar os limites impostos pelas religiões dogmáticas.

A Igreja Católica é uma dessas religiões, que possuem dogmas que não podem ser mudados, como, por exemplo, os Dez Mandamentos. O representante da Igreja Católica neste encontro se levantou ao fim e retirou-se sem assinar o documento que foi redigido.

Atualmente, muitos programas para controle de natalidade são implementados por muitos países, pois querem decidir quantos filhos cada casal poderá ter, assim como quais mulheres podem ser mães.

Existe uma pressão para que os Dez Mandamentos da leis de Deus sejam esquecidos. Porém, se isso acontecer, estaremos rompendo nossa amizade com Cristo, já que não estaremos mais sob Suas leis.

Não podemos colocar mandamentos ecológicos sobre os Mandamentos da Lei de Deus. As pessoas, infelizmente, se preocupam muito mais com a preservação do meio ambiente do que com a vida do irmão. Nós esquecemos que, se seguimos as leis de Deus, automaticamente estaremos cuidando não só do meio ambiente, mas de tudo que envolve a nossa vida.

Precisamos ser críticos com relação ao que ouvimos, principalmente no que se refere aos meios de comunicação. Porque, muitas vezes, estamos abrindo as portas de nossas casas para tendências políticas que têm como objetivo borrar os Mandamentos da Lei de Deus.

Por trás dessas tendências de fazer com que os Dez Mandamentos sejam esquecidos, existe também o intuito de fazer com que, pouco a pouco, o conteúdo de todo o Cristianismo também seja esquecido.

"Precisamos ser críticos em relação ao que ouvimos", exorta Monsenhor Juan
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Você consegue compreender o que significa uma espiritualidade sem doutrina e as crenças? Tudo isso não passa de uma fé vazia, sem sentido, porque a espiritualidade do cristão deve caminhar junto com a doutrina e as crenças, pois são elas que servem de alimento para ele.

Quando o Papa se pronuncia sobre determinado tema é porque o assunto já passou a fronteira de muitos países e está afetando todo o mundo. Este é o papel fundamental do Sumo Pontífice: orientar o seu rebanho pelos caminhos certos.

O Papa Bento XVI, em um dos seus discursos, disse que existe uma tendência de acabar com as festas e símbolos religiosos de todos os lugares. Assim como acontece na Argentina, onde existe um projeto de lei em votação para que as escolas públicas sejam obrigadas a tirar todas as imagens religiosas dos seus prédios.

E o que o Santo Padre nos pede é que as famílias, que são as primeiras educadoras de seus filhos, se unam para defender o espírito cristão. Não devemos esperar que a solução venha dos políticos. Existem três pontos fundamentais que devem estar fora de qualquer envolvimento político: o valor da vida humana, desde a concepção, até a morte natural; o matrimônio como a união de um homem e de uma mulher e o direito dos pais de educar os filhos.
 
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza 

Monsenhor Juan Claudio 
Colaborador do Conselho Pontifício para a Vida

Esse livro é de grande formação para todos católicos, para atualizar e comprometer com a Igreja Católica.




Poder Global e Religião Universal

Preço Unitário (Un): R$32,00

Autor: Juan Claudio Sanahuja

Descrição: A crise da Igreja é grave. Tenho a impressão de que não se esconde de ninguém que o cataclismo social – que afeta o respeito à vida humana e à família – tem essa triste situação como causa. Michel Schooyans afirma, sem nenhuma dúvida, que a Nova Ordem Mundial, “do ponto de vista cristão, é o maior perigo que ameaça a Igreja desde a crise ariana do século IV”, quando, nas palavras atribuídas a São Jerônimo, “o mundo dormiu cristão e, com um gemido, acordou ariano”.

(...) Soma-se à atitude vacilante de muitos católicos a ditadura do oliticamente correto, muito mais sutil que as anteriores e que reivindica a cumplicidade da religião, uma religião que por sua vez não pode intervir nem na forma de conduta nem no modo de pensar. A nova ditadura corrompe e envenena as
consciências individuais e falsifica quase todas as esferas da existência umana.

A sociedade e o estado excluíram Deus, e “onde Deus é excluído, a lei da organização criminal toma seu lugar, não importa se de forma descarada ou sutil. Isto começa a tornarse evidente ali onde a eliminação organizada de pessoas inocentes – ainda não nascidas – se reveste de uma aparência de direito, por ter a seu favor a proteção do interesse da maioria”.


Ficha Técnica:

Editora: Ecclesiae
Idioma: Português (Brasil)
ISBN: 978-85-63160-24-9
Dimensões: 14 x 21cm


Onde comprar: http://www.ecclesiae.com.br/

Você é uma pessoa de “Caráter”?


 


E o que significa quando dizemos de alguém: eis um caráter?

A palavra caráter designa a vontade humana firmemente orientada para o bem; e um jovem é um caráter, se tiver princípios nobres a orientar a sua conduta, não se afastando deles, mesmo se esta constância lhe impõe sacrifícios. Aquele que, pelo contrário, muda de princípios conforme as circunstâncias, a sociedade ou os amigos, que abandona uma maneira de proceder, reconhecida até então como boa, sob pretexto de que por ela não deve sofrer o menor desgosto, - esse tal é versátil e pouco seguro, não passa de um caráter frouxo, ou, caso mais grave, é um jovem sem caráter. Isto basta já para te mostrar em que consiste a educação do caráter. Primeiramente é preciso que possuas princípios nobres; depois, por um exercício contínuo, é preciso habituar-se a agir em todas as circunstâncias segundo esses princípios. A vida moral de um homem sem princípios é assim como uma cana agitada pelo vento. Este homem procede hoje de uma maneira e amanhã de outra. A primeira necessidade é, pois, formar a força de que temos necessidade para seguir sem tropeçar o caminho que reconhecemos bom.
Repito: o teu primeiro cuidado deve ser formar em ti princípios justos. Ora, qual é o princípio justo quanto a estudos, por exemplo? "É preciso estudar com aplicação constante, porque Deus quer que eu cultive as faculdades que Ele me deu". - Qual é o princípio justo quanto aos colegas? "Devo fazer-lhes o que gostaria que me fizessem". E assim por diante... É indispensável que tenhas princípios justos em todas as coisas. A tua segunda preocupação é muito mais difícil: é seguir esses justos princípios, isto é, submeteres-te às exigências do caráter.
Um belo caráter não se recebe de presente; consegue-se por meio de labor árduo e contínuo, trabalhando para ele durante longos anos, dezenas de anos, muitas vezes. A influência do meio, as boas ou más tendências transmitidas por herança, podem produzir certa impressão no nosso caráter, mas, em última análise, o nosso caráter é obra nossa pessoal, o resultado do nosso trabalho de auto-educação. É dupla a educação que recebemos: a primeira é-nos dada pelos nossos pais e pela escola; a segunda - e é a mais importante - vem-nos dos nossos próprios esforços.
Sabes o que é a auto-educação? É a influência da nossa vontade sobre nós próprios, incitando-nos a seguir o bom caminho em qualquer circunstância, sem hesitar e com alegria.
Sabes o que é caráter? É proceder em conformidade com os nossos princípios fundamentais; - é o esforço exercido pela nossa alma na realização da nobre concepção que fizemos da vida.
Já agora podes compreender que i mais difícil nesta auto-educação não é a construção do princípio vital, mas sim o esforço que deve ser realizado, dia a dia, para proceder de harmonia com ele. "Este é o meu princípio e dele não me desviarei; ser-lhe-ei fiel, custe o que custar". Mas isto exige muitos sacrifícios e eis a razão porque há, no mundo, tão poucos homens de caráter.
"Permanecer fiel aos seus princípios", "nunca se afastar da verdade", - quem não se orgulharia destes belos pensamentos...?
Ah! se não fosse tão difícil converter estes pensamentos em ações!
Se estes admiráveis intentos não esmorecessem no nosso espírito tão facilmente sob a perniciosa influência da sociedade, dos amigos, da moda... do nosso próprio eu que não gosta de ser incomodado a cada passo!...

Ouve o que, a tal respeito, diz o poeta:
Atentai no que fazeis;
não queirais ser cata-vento.
Bom caminho começado,
não deixeis um só momento.
(Reinick)
Eis o que a auto-educação te ensinará.

*Extaído do livro: TOHT, Tihámer. O jovem de caráter. [S.L]: Coimbra, 1963.

**Nasceu em Szolnok (Hungria) em 1889. Estudou na Universidade de Pázmány, em Budapeste, e foi ordenado sacerdote em 1912.Foi capelão do exército austro-húngaro na Primeira Guerra Mundial, quando teve a ocasião de conhecer a profunda miséria moral em que estava a juventude do seu tempo. Desde aquele momento, fez o prpósito de atrair a juventude para Cristo.Em 1916, começou um programa de rádio famoso que se tornou famoso no país. Em 1924, foi nomeado professor de Pedagogia na Universidade de Pázmány e, em 1931, foi escolhido para ser diretor do seminário de Budapeste. Foi sagrado bispo em 1938, mas faleceu pouco depois, em 1939. Em 1943, iniciou-se o processo para a sua beatificação.

Inaugurado novo canal CATÓLICO que objetiva transmitir valores aos jovens.



No último sábado, 19/05, foi inaugurado no youtube o canal “Buscando o Sentido”. O foco do canal são adolescentes e jovens e o seu objetivo é transmitir valores, gerar questionamentos sobre temas atuais e propor soluções concretas para mudar o mundo.  Os vídeos sempre terão legendas em espanhol em inglês, para que possam chegar a mais jovens no mundo. O canal é uma iniciativa do Movimento de Vida Cristã (www.vidacrista.org.br).
O primeiro vídeo do canal é sobre as redes sociais, que pode ser conferido emwww.youtube.com/watch?v=pCy1ZjKJO0s.
O vídeo aborda as vantagens e os seus riscos, na utilização dessas redes, como por exemplo, fazer novas amizades, e a possibilidade de estar conectado com muita gente. Ao final, o vídeo propõe como usar melhor as redes sociais.
Segundo os idealizadores do canal, Gilberto Cunha e Michell Lima, o canal quer atingir o público jovem, por meio de uma linguagem mais informal, para transmitir valores humanos e gerar uma atitude mais analítica perante os acontecimentos atuais. “Nosso objetivo é que os jovens possam ser críticos e busquem mudar o mundo”, disse.
Sobre o nome dado ao canal, “Buscando o Sentido”, Michel Lima explica no vídeo de apresentação, emwww.youtube.com/watch?v=CrxCsfY7BLE.
Ainda de acordo com Michell Lima, o canal é será uma ferramenta para tornar os jovens atores ativos na sociedade. “A gente quer encontrar o sentido de tantas coisas que acontecem no dia a dia, só que a gente muitas vezes não se pergunta, se é bom, se é ruim, se vale a pena ou não. Já chega de fazer as coisas só por fazer, de engolir tudo o que as pessoas falam, de gostar de tudo o que a maioria das pessoas gostam”, defende.
Uma das intenções dos idealizadores, é incentivar que os jovens tenham a iniciativa de promover mudanças. “a gente tem que fazer alguma coisa para melhorar. Não adianta nada perceber as coisas, criticar e não fazer nada para melhorar”, finaliza.

Igreja na Bolívia e Nicarágua reafirmam família natural formada pela união de um Homem com uma mulher.



O bispo auxiliar de Manágua, dom Silvio Báez, reiterou nesta terça-feira (22) a posição da Igreja a respeito de um projeto que pretende incluir no novo Código da Família a possibilidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Em encontro com diretores de meios de comunicação e jornalistas, o bispo auxiliar da capital da Nicarágua afirmou claramente que o colégio episcopal não tem uma posição oficial, mas estabeleceu a visão de que Deus criou o ser humano como homem e mulher, à sua imagem e semelhança, e confiou a ambos a reprodução para garantir a continuidade da humanidade e a educação dos filhos.
Dom Silvio Báez precisou que, para a Igreja, a família é vista como um patrimônio da humanidade não por norma, e sim como uma boa nova. “Nem tudo o que é legalizado é bom em si mesmo, assim como nem tudo o que é bom moralmente precisa estar refletido na lei”, disse o prelado, em alusão à lei em debate na Assembleia Nacional. Báez acrescentou que, quando se aprova uma lei que tem a ver com a família, acredita-se que tudo poderia ser feito e que tudo poderia ser considerado como bom para o ser humano.
O bispo assegurou que a Igreja está atenta à discussão de um código que toca em valores essenciais para a convivência humana em família. Afirmou que os bispos não se pronunciaram oficialmente para não dar maior importância aos grupos que se manifestaram nas ruas a favor da diversidade sexual e do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Estes grupos chegaram a chantagear deputados ameaçando divulgar as suas preferências sexuais caso não aprovassem as suas exigências.
De acordo com Báez, os pastores têm profundo respeito pelas pessoas de orientação sexual diferente daquela em que a família se baseia. “Respeitamos essas pessoas, as amamos e elas também têm lugar na Igreja, mas não podemos aceitar o fato como tal, nem propô-lo como uma via aceitável”.
O bispo defendeu esta posição como uma postura de fé, do evangelho e da tradição da Igreja, que viveu e interpretou a palavra de Deus. Perguntado sobre a posição do procurador de Direitos Humanos, Omar Cabezas, defensor do casamento entre homossexuais, dom Báez disse que os bispos respeitam as opiniões alheias “e não estão em confronto com ninguém”. “Achamos anormal que um Procurador de Direitos Humanos se posicione a favor de um determinado grupo, quando deveria respeitar o direito humano de todas as pessoas. Mas é a posição dele e não entramos em confronto. Acreditamos que, num sistema democrático, todos têm o direito de expressar a sua opinião”.
O bispo auxiliar de Manágua considera o problema complexo, com várias causas, e que cada caso deve ser considerado particularmente, com acompanhamento pastoral e atenção à pessoa. “Não há uma causa única nem uma receita dogmática”.
Ao considerar que muitas pessoas sofrem com esta situação, Báez disse que a Igreja procura levar as pessoas a alcançarem o que Jesus chama de “alegria plena e completa”. Mas destacou que, “qualquer que seja a orientação sexual de um ser humano, todos somos chamado a ser donos do nosso próprio corpo e a orientar o nosso corpo, a nossa sexualidade e os nossos sentimentos de acordo com os nossos valores, com o bem dos outros e com a dignidade da pessoa”.
A Igreja Católica sustenta que a sociedade tem o direito de considerar os aspectos éticos e morais da vida de um indivíduo e que há outros elementos na vida humana além da legalidade, como é o caso da ética e da moralidade.
Por sua vez, o bispo de Matagalpa, dom Rolando Álvarez, disse que a Igreja católica local não substituirá os partidos políticos do país. Os bispos da Conferência Episcopal da Nicarágua iniciaram nesta quarta-feira (23), na cidade de Ocotal, um encontro ordinário para analisar diversos temas, entre eles as próximas eleições municipais de novembro, já convocadas oficialmente pelo Conselho Supremo Eleitoral.
Dom Álvarez disse, a respeito das eleições municipais, que os bispos da Nicarágua continuarão iluminando as consciências do povo com opinião crítica diante das situações do país. “Em nenhum momento nós somos uma opção política, nem pretendemos ser. Acreditamos que todo tipo de namoro com o poder, seja econômico, político ou de qualquer tipo, nos empobreceria como pastores. A nossa força está em Deus e na fé da nossa gente. Não precisamos de mais forças do que estas duas”.
O prelado enfatizou que a Igreja manterá uma palavra profética, de fé e esperança. Disse que durante a reunião em Ocotal os bispos refletiriam sobre as eleições municipais com o fim de adotar uma postura que ainda não está oficializada. “Divulgaremos a posição oficial colegiada de toda a Conferência Episcopal sobre as eleições. A Igreja vai se pronunciar pastoralmente quando for o momento”.
Dom Silvio Báez afirmou que a Igreja não tem propostas ideológicas ou políticas concretas, nem propõe qualquer sistema político em particular. Tampouco deseja usurpar o papel do estado ou dos partidos políticos. “A Igreja age em outros níveis, como a educação da consciência, dos valores”, especificou, agregando que a missão da Igreja vem do evangelho de liberdade e vida de Jesus Cristo, destinado a iluminar a inteligência com a verdade e a estimular a vontade das pessoas para praticarem a justiça e o bem conforme as exigências do presente. “A Igreja não tem soluções técnicas nem é uma terceira via diante das questões políticas”, concluiu.
***
BOLÍVIA: IGREJA REJEITA PROJETO DE LEI SOBRE O CASAMENTO HOMOSSEXUAL
La Paz, 23 de maio de 2012

A Conferência Episcopal Boliviana emitiu nesta quarta-feira (23) um comunicado expressando a sua posição perante o projeto de lei “União de convivência entre casais do mesmo sexo”, apresentado recentemente à Assembleia Legislativa Plurinacional.
Publicamos a seguir o texto do comunicado.
Às vésperas do VII Encontro Mundial da Família, que abordará o tema “Família, trabalho e festa”, patrimônio de todos e instituição que humaniza a nossa existência, nós, bispos da Bolívia, reunidos em nossa 93ª Assembleia Plenária, refletimos sobre a importância capital da família em nossa sociedade e sobre as ameaças que se lançam sobre ela.
A respeito do projeto de lei “União de convivência entre casais do mesmo sexo”, apresentado recentemente à Assembleia Legislativa Plurinacional, expressamos a nossa rejeição, por considerá-lo como uma grave ameaça à família, tal como entendida pela sabedoria dos povos originários, pela tradição cultural da nossa sociedade e pelo pensamento cristão.
Ao se observar a natureza e o comportamento humano, pode-se deduzir que o matrimônio é uma relação única entre um homem e uma mulher. O que define esta relação é o fato de se tratar de uma instituição social baseada na complementaridade sexual. Esta torna possível a realização dos dois fins equivalentes do matrimônio: o amor mútuo entre os esposos e a procriação dos filhos.
Para nós, cristãos, maioria da população boliviana, este princípio é reafirmado por Deus com o testemunho da Sagrada Escritura: “E Deus fez o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, varão e mulher os criou. E os abençoou com estas palavras: sede fecundos e multiplicai-vos” (Gn 1,27-28). É esta união de homem e de mulher que foi elevada por Cristo à categoria de sacramento (Mc 10,9), como sinal do seu  amor pela Igreja (cfr. Ef 5,22-33).
A partir destas considerações, ratificamos que nenhuma outra relação humana pode se arrogar a riqueza da complementaridade do matrimônio, nem pode fundar uma família.
Dado que o matrimônio é uma estrutura social fundamental e insubstituível, baseada na natureza humana,nem a Igreja nem o Estado podem mudá-la no que lhe é fundamental. Neste sentido, o Estado tem a obrigação de preservar este bem por causa da sua insubstituível importância social, como, de fato, é afirmado em nossa Constituição Política de Estado, que reconhece o matrimônio unicamente como a união entre uma mulher e um homem (art. 63).
A união homossexual e o matrimônio não são formas igualmente relevantes para o bem comum, dada a incapacidade da união homossexual em si mesma de gerar a vida, de assegurar o  desenvolvimento pleno dos filhos e de garantir a continuidade da sociedade. A  convivência ou a permanência de crianças no seio de tais uniões põe em perigo o seu normal desenvolvimento psicossocial e atenta contra os seus direitos.
O fato de que à convivência homossexual não seja reconhecida a categoria de matrimônio não implica a marginalização nem a exclusão dessas pessoas. Os direitos civis dos homossexuais devem ser regulados pelo direito comum, como os de qualquer cidadão. Todo ser humano, por ser filho de Deus, merece ser reconhecido e respeitado em sua dignidade e em seus direitos fundamentais.
Exortamos toda a população boliviana a defender os princípios e os valores do matrimônio e da família como instituições que, através da convivência harmônica e da procriação e educação dos filhos, favorecem a verdadeira felicidade humana e contribuem para a estabilidade e para a continuidade da sociedade.
Que a Família de Nazaré seja o modelo das nossas famílias, na sua comunhão de amor, na sua beleza simples e austera e no seu caráter sagrado e inviolável.
Secretaria Geral da Conferência Episcopal Boliviana

 Por que a mídia implica tanto com a Igreja Católica?

POR QUE A IMPLICÂNCIA?
Juliano Ribeiro Almeida
Os documentos confidenciais da Santa Sé e as cartas pessoais do Papa Bento XVI que foram violadas recentemente e publicadas num livro na Itália estão dando o que falar…
E o mais impressionante de tudo é que a maioria dos noticiários apresentou o fato de tal maneira que o leitor ou telespectador é levado a pensar que o erro, nesta história, é da Igreja católica. Aliás, até que se prove o contrário, o senso comum na mídia em geral diz que a Igreja católica é sempre e necessariamente culpada, seja qual for a polêmica.
Os títulos das matérias mostram claramente essa indisposição:
“Jornalista lança livro que revela tramas e intrigas no Vaticano” (Terra),
“Vazamento de cartas confidenciais do papa gera escândalo na Itália” (Época),
“Rede de intrigas” (Isto É),
“Manobras e confabulações dentro do Vaticano” (Veja).
Não se polemiza sobre o crime da violação de correspondência, não se questiona a veracidade das informações ou a idoneidade da fonte. Em vez disso, apenas se aproveita mais uma oportunidade para bater nesta instituição que dizem ser arcaica, ultrapassada, um grande incômodo.
Qual a origem dessa verdadeira implicância da maioria dos editoriais em relação ao catolicismo? Penso que não seja propriamente uma implicância (não há motivos para uma “teoria da conspiração”) e creio que o mal estar não nasce nas salas de edição. O problema é bem maior e anterior.
É bem verdade que a instituição católica adotou, desde o fim da Idade média até meados do século XX, uma postura insistentemente antimodernista e antiliberal. Só no concílio Vaticano II, inaugurado há 50 anos, a Igreja mudou o foco principal da crítica, do filosófico para o social.
Mas a cultura ocidental não superou o ressentimento, não percebeu – ou finge não perceber – que houve grandes avanços na forma de a Igreja católica dialogar com o mundo moderno. Muitos continuam querendo ver a Igreja como se ela fosse apenas a zeladora de uma cultura medieval e anunciadora de um grande “não” a tudo o que é considerado bom na cultura pop. Por isso, reagem hoje às manifestações do catolicismo como se ele fosse um inimigo a ser superado ou desprezado.
Portanto, a implicância não é estética, mas comportamental. Não gostam da Igreja, mas não por considerá-la um monte de quinquilharias de museu. Não gostam da Igreja porque ela insiste em apresentar as mesmas respostas, certamente por considerá-las eternas (e hoje tudo é tão fugaz e momentâneo!).
Não gostam da Igreja por ela ser coerente demais com seus princípios (o que confundem com ser rígida e inflexível). A Igreja católica não “revê os seus conceitos” como sugeria o famoso comercial (no sentido de traí-los em nome da moda vigente). Ela faz questão de mostrar uma doutrina moral irredutível, como um lutador que apanha, apanha, mas se recusa a pedir arrego. E a Igreja incomoda por ser um caso absolutamente inexplicável pelas teorias do marketing, contrariando todos os desejos e previsões laicista
Juliano Ribeiro Almeida é padre católico da diocese de Cachoeiro de Itapemirim-ES
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/30117

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Médico abortista na Argentina: Não há mulher que não conviva com culpa por ter abortado


Buenos Aires, 21 Mai. 12 / 10:40 pm (ACI/EWTN Noticias)

O cirurgião abortista argentino Germán Pablo Cardoso, que confessou sem nenhum remorso praticar abortos desde o ano 2000, pelo preço médio de 3,500 pesos (ao redor de 786 dólares), admitiu que não há mulher que não tenha remorso pela decisão de abortar.
Em uma entrevista à MDZ Radio, Cardoso, de 54 anos e chamado pelo apelido de "Doutor Aborto", reconheceu que para as mulheres, abortar "é um peso, uma dor na alma, e não tem mulher que não conviva com culpa".
O cirurgião foi detido pelas autoridades argentinas em junho de 2011, acusado de realizar abortos ilegalmente, mas foi deixado em liberdade pela juíza que dirigiu o caso.
De acordo com os investigadores do caso, Cardoso entrava em contato com mulheres desesperadas através de páginas da internet, onde ele mesmo se colocou o apelido de "Doutor do aborto".
Durante a inspeção ao seu consultório nessa ocasião, a Polícia Metropolitana de Buenos Aires reportou que suas instalações são precárias e o encontro de fetos no local.
Cardoso admitiu, durante o diálogo com a rádio, que continua fazendo abortos e que se uniu à causa de grupos feministas para pedir a liberação do aborto na Argentina.
Sem nenhum constrangimento, o "Doutor Aborto", disse que ele pratica a "técnica cirúrgica" da dilatação e aspiração, para acabar com a vida das crianças no ventre.
Cardoso justificou a sua prática abortiva dizendo que, segundo ele, são feitos 500 000 abortos ao ano na Argentina e que "nem a metade das práticas que se realizam são feitas por médicos".
O "Doutor Aborto" revelou que sua família o apóia na sua prática anti-vida. "Se estivéssemos na Europa ou nos Estados Unidos, não estaríamos falando de algo ético, nem de culpas, seria uma questão de fazer as leis que fazem falta".
Cardoso não manifestou nenhum remorso por realizar abortos, e indicou que ele ajuda às mulheres que o procuram como último recurso.

Cientistas seculares continuam sem respostas sobre a origem da vida e criação do universo.




Ele está esperando uma explicação APENAS natural para a criação do universo.
Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes
Mats
À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% “naturais” para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

A New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou “Porque é que o universo existe?” e “Porque é que existe algo em vez de nada?” (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como “se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente.”(Ibid, 29)
Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos
(Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De fato, a mais básica de todas as leis científicas – a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) – torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.
Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A “ciência” secular desconhece:
O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto.
(Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)
A repórter Amanda Gefter diz:
É uma sorte nós estarmos aqui.
(Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)
Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).
. . . .
As “explicações” naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Atualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial – com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) – de alguma forma construiu-se a ela mesma na “sopa primordial” de Darwin.
Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta “sopa” ou evidências que demonstrem como taisnucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.
De facto, Michael Marshall reportou: “Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?“ (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e “A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma.” (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011.Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)
“Deve ter” é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal “deve” existir uma explicação totalmente naturalista.
Mais à frente no artigo, Marshall lamenta:
Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas.
(Ibid, 35.)
À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.
Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que “deveter existido algo parecido com uma célula desde o início”. Problema resolvido!
No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:
Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. “Essa experiência será feita”.
(Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)
Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).
A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.

“Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo. O corajoso pode não viver para sempre, mas o cauteloso nunca vive plenamente.”



Luciana Hilário
Uma vez ouvi uma definição de coragem que gostei muito. Foi no filme “O Diário da Princesa”, da Disney. No aniversário de 16 anos da filha, o pai, já falecido, havia deixado uma carta que dizia assim:“Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo. O corajoso pode não viver para sempre, mas o cauteloso nunca vive plenamente.” Essa frase mexeu muito comigo, pois sou uma pessoa um “mocadinho” medrosa.
O medo é um sentimento necessário para a sobrevivência do ser humano. Numa situação de perigo de morte, por exemplo, é o medo de perder a vida que nos faz correr de um animal descontrolado, nadar em meio a fortes ondas, enfim, se esconder ou enfrentar o perigo. Isso é bom, muito bom! Mas, e quando fugimos da possibilidade de acontecer algo ruim, mesmo que não seja um perigo iminente? Isso acontece quando temos medo de um perigo, medo de sentir as dores de uma perda. Ao contrário do medo que nos move, esse medo nos paralisa, nos faz ficar estagnados, escondidos. Nesses casos, para nos mover,temos que enfrentar os medos, e não necessariamente os perigos. Nesse texto, quero refletir sobre como lidamos com nossos medos e como isso influencia a educação que damos a nossos filhos.
Para ajudar nessa reflexão, convido vocês a ver o filme“Procurando Nemo”.

Reprodução: Marlyn e Nemo
Esse filme, também da Disney, começa apresentando Marlyn e sua esposa, dois peixes palhaço que estão “adquirindo” sua nova moradia. Tudo é só felicidade: “casa” nova em um lugar privilegiado e muitos filhotinhos a espera em seus ovinhos. Em meio a essa alegria, um desastre acontece: o ninho de amor é atacado por um peixe feroz e Marlyn perde de uma só vez o amor de sua vida e seus filhotes. Só o que encontra é o vazio. Mas, em meio a esse desespero, uma ponta de esperança brilha para ele: um ovo se salvou, um filho amado que ele dá o nome de Nemo! Após uma passagem de tempo, a vida de pai e filho é só harmonia, pois os dois não se desgrudam. O cuidado de Marlyn para com Nemo é tanto, que ele protelou ao máximo a ida do filho à escola, com o intuito de protegê-lo. No entanto, todo esse zelo não adiantou. Em um descuido, Nemo é capturado por mergulhadores, e Marlyn, desesperado por mais essa perda, segue a procura de seu filho único, numa busca que irá trazer muito mais do que seu filho de volta: trará também muito amadurecimento e coragem.
Por muitas vezes, os pais protegem tanto seus filhos que acabam por sufocá-los, por não deixar que eles mesmos vivam suas experiências. Ao mesmo tempo, o dever dos pais é zelar pela segurança, proteção e cuidado de sua prole, principalmente ensinando-os o que é certo e errado, bom e ruim, enfim, ensinando os limites da vida.
Essa linha que separa a proteção saudável da super-proteção é tênue e precisa ser constantemente vigiada. Por isso é necessário estar atento às limitações de entendimento e de atividades para cada idade de seus filhos. Por mais preocupada que uma mãe possa ficar com um tombo de uma criança, por exemplo, mesmo com toda atenção prestada, isso pode acontecer, e esse  “raladinho” pode servir de aprendizado.
É possível observar no filme que o sofrimento que Marlyn passou com a perda de sua esposa e de seus outros filhos criou nele um medo enorme de perder o próprio Nemo. No fundo, ele tem um grande medo de sofrer. Quem de nós não têm medo de sofrer? Medo de perder a felicidade vivida? No entanto, temos que aprender a lidar com esses medos para que eles não nos paralisem. Precisamos aprender a ser corajosos, a perceber o que é mais importante do que o medo que sentimos.

Reprodução: Dori e Marlyn na barriga da baleia
Um dos trechos que mais me chamou atenção do filme foi a sequência em que Marlyn e Dori, uma pexinha amiga, estão presos dentro de uma baleia e Marlyn começa a ficar desanimado com os problemas e adversidades no caminho, à procura de seu filho. Dori, sempre otimista, tenta animá-lo, dizendo que vai ficar tudo bem. Marlyn então diz que prometeu que nunca deixaria nada acontecer com seu filho Nemo, e Dori responde: “Coisa engraçada de se prometer. Se você deixar nada acontecer com ele, nada vai acontecer com ele.” E é verdade!
Quando os pais, no intuito de proteger seus filhos, controlam para que nada aconteça, eles não terão a chance a aprender com as adversidades da vida, tão comuns e tão ricas para nosso amadurecimento. Talvez essas crianças acreditem que o mundo é “perfeito”, que não existem problemas, e, na vida adulta, não saberão lidar com as diferenças, com as contrariedades que encontramos no dia-a-dia.
Na continuação desta sequência, ao perceber que a baleia parou e a água está baixando, Dori diz que a baleia está pedindo para eles se soltarem e irem para o fundo da garganta. Marlyn fica desconfiado e diz que a baleia quer na verdade engoli-los. Quando Dori se solta confiante no que a baleia está dizendo, Marlyn fica desesperado e a agarra. Dori então explica para Marlyn o que a baleia quer, e no diálogo que segue, temos uma das grandes demonstrações de medo do ser humano:
Dori – Ela disse para a gente se soltar logo! Vai dar tudo certo!
Marlyn – Como sabe disso? Como sabe que não vai aparecer nenhum problema?
Dori – Não sei não!
E então, Marlyn vence seu medo e se solta junto com Dori para o fundo da garganta da baleia, para o desconhecido, que tantas vezes nos assusta, nos amedronta!
“Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo.” É interessante perceber que muitas vezes, nos momentos de decisões de nossas vidas fazemos essa pergunta a nós mesmos ou aos que estão junto conosco: será que vai dar certo? Não vai ter nenhum problema pelo caminho? A resposta será sempre a mesma: não sabemos! Mas isso não significa que não vai ficar tudo bem, que não “vai dar tudo certo”! Temos que acreditar nisso, ser otimistas, sem deixar de ser realistas. O ser humano tem o desejo de ter o “controle” de tudo, para que tudo saia conforme esperamos, desejamos. Mas esse controle não existe, é uma sensação falsa. No filme, Marlyn percebeu que a busca pelo seu filho amado é mais importante do que o medo que ele tem do desconhecido, das suas perdas.
Outra lição que tirei deste mesmo trecho é a de confiar naqueles que estão junto conosco na caminhada da vida, nas nossas buscas. Marlyn insiste várias vezes com a peixinha Dori de que ela não sabe falar “baleiês”, de que ela não entende o que a baleia está dizendo. Muitas vezes, nossa família, nosso cônjuge ou até amigos estão do nosso lado nos apontando para caminhos que nós não queremos enxergar, e preferimos dizer que eles não sabem o que estão falando, não entendem “baleiês”. Não confiamos porque o caminho que eles nos apontam é desconhecido, nos amedronta, pode nos trazer um sofrimento ou um resultado não “controlado” por nós. Para quem acredita em Deus, esse acreditar na “voz da baleia” e se jogar no fundo da garganta deve ser um aprendizado constante. Ele nos pede para que acreditemos nos caminhos desconhecidos, no qual não temos controle, pois com Ele ao nosso lado, “Vai dar tudo certo!”.
Compartilho com vocês esses meus pequenos aprendizados. Ainda são para mim aprendizados, pois ainda não estão enraizados no meu viver, não viraram uma prática fácil. Tenho momentos de coragem e momentos de medo. Momentos em que o medo da perda da felicidade fala mais alto. Ainda tenho que pensar muitas vezes o que é mais importante do que o medo. Sei que assim conseguirei viver mais plenamente, mesmo que tenha que ser menos ou com mais sofrimento.

Escolas católicas da Papua Nova Guiné não obedecerão ordem do governo de distribuir preservativos a alunos.




A Conferencia Episcopal da Papua Nova Guiné anunciou oficialmente que as escolas católicas desobedecerão a ordem do Ministério da Educação de distribuir preservativos a seus estudantes e reagirão em consciência para não oferecer uma educação sexual contrária aos ensinamentos da Igreja.
Para Dom Panfilo, o Ministério de Educação não pode obrigar a Igreja a seguir sua política.

“Mesmo que o documento emitido pelo Ministério da Educação tenha muitos pontos positivos, não pode obrigar-nos a seguir uma política – o uso de contraceptivos – que contraste com nossa filosofia da educação”, declarou Dom Francesco Panfilo, Arcebispo e vice presidente da Comissão Episcopal para a Educação Católica.
O Bispos alertaram que as campanhas a favor da anticoncepção promovem a libertinagem sexual antes e fora do matrimonio, desencadeando ainda condutas de risco que podem resultar no contagio de HIV e outras enfermidades, o que faz com que ditas políticas sejam contraproducentes.
Os educadores também se uniram ao repudio expresso pelos Bispos, como manifestou James Ume, diretor da Escola Secundária de La Salle, que afirmou que a medida é um convite para a irresponsabilidade: “Se uma escola oferece uma esferográfica e um livro a um estudante, a mensagem básica é simples: estude!  Mas se lhe damos um preservativo, a mensagem para os estudantes será uma só: vá e sinta-se livre para fazeres o que queira”.

A Igreja destacou que os programas de prevenção e a informação sobre os riscos de contagio de HIV devem ser responsabilidade de cada instituição educativa em um trabalho conjunto com os pais de família e repudiou a imposição destas diretrizes governamentais.

Fides

PT cria núcleo para melhorar relação com religiosos EM FUNÇÃO das próximas eleições.




O PT APOIA O ABORTO!
O PT APOIA O ABORTO!

Raphael Di Cunto – jornal Valor.

“Não adianta trabalhar só nos sindicatos e nas ruas. Tem que fazer a discussão nos locais onde as pessoas têm envolvimento diário, e as igrejas e templo são ideais para isso”, discursou o coordenador do setorial inter-religioso estadual, Marcos Cordeiro, que diz articular há 20 anos a criação do núcleo.“Os centros religiosos são já células prontas, minicomitês, que a gente tem que politizar”, afirmou.

Sentada em círculo, a plateia, de 13 líderes religiosos filiados do PT concordou. “O Serra conseguiu apoio de setores católicos conservadores, como a Opus Dei e a TFP [Tradição, Família e Propriedade]. Precisamos identificar quem são as lideranças que defendem a justiça social e buscar o apoio delas”, defendeu um pré-candidato a vereador e líder espírita da região sul da cidade.

O ex-governador José Serra, pré-candidato do PSDB à prefeitura, foi bastante criticado por, segundo os petistas, tentar reeditar na eleição municipal a “tática reacionária” de instigar o voto religioso contra o PT – em 2010, setores evangélicos conservadores pregaram o voto contra a presidente Dilma Rousseff (PT) com a alegação de que ela iria liberar o aborto e fechar igrejas.

Serra tenta fazer o mesmo nesta eleição com Haddad, avaliaram os petistas na reunião. O candidato é criticado principalmente por evangélicos por causa de um projeto de combate à homofobia feito na época em que foi ministro da Educação. O “kit gay” foi atacado pela bancada evangélica, que obstruiu votações no Congresso e ameaçou convocar ministros para falar de irregularidades. Acuado, o governo desistiu da proposta.

“Nosso medo era que chegasse às crianças, aos jovens, mas isso não ocorreu. O Haddad já explicou que o material ainda não tinha passado por seu gabinete, que ainda haveriam mudanças”, defendeu o pastor Luciano, líder de uma igreja evangélica que não quis se identificar. “Teve erro, mas foi sanado, não tem porque falar disso na campanha”, disse.

Líder do PT na Câmara Municipal, o vereador Chico Macena afirmou ontem que tem acompanhado as críticas religiosas, mas que não preocupam
. “É algo que pode crescer, mas que por enquanto está muito localizado em setores ligados à Record [e a Igreja Universal do Reino de Deus, proprietária da emissora], e a militância do PSDB”, analisou.

Macena disse que o partido realmente irá procurar líderes religiosos, mas sem querer discutir crenças. “Em todas as campanhas montamos um comitê religioso, mas para debater com eles os problemas e soluções da cidade”, afirmou

Na reunião do núcleo inter-religiosos, as lideranças decidiram realizar um ato com pastores evangélicos no dia 9 de junho para apoiar o candidato. “O intuito do kit era muito bom, de não ter preconceito nem segregação. A função do setorial será explicar isso para as igrejas evangélicas”, explicou Marcos Cordeiro.

Escolhido coordenador do setorial no município, o evangélico Jucelino Brandão, da Igreja Missão Rede, pediu agilidade dos integrantes do núcleo na elaboração propostas para o programa de governo do PT.

Para Cordeiro, o PT deve retomar as origens nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. “Temos que politizar os centros religiosos. O [Leonel] Brizola fez isso no seu primeiro mandato no governo do Rio de Janeiro [1983 a 1986] com os CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública], que hoje o país inteiro copia. O PT, infelizmente, erra ao não reconhecer a inspiração dos CEUs”, discursou, em referência ao Centro Educacional Unificado, vitrine da gestão petista na Prefeitura de São Paulo.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/30098

Gay estuprador de crianças e bebês pega só 18 anos de cadeia

Julio Severo
Um homossexual na Holanda que confessou ter abusado de 83 crianças e bebês foi sentenciado a 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
Robert Mikelsons foi sentenciado na segunda-feira (21 de maio) por um tribunal de Amsterdã por ter abusado sexualmente das crianças, algumas das quais tinham apenas alguns meses de vida, informou a Rádio Holanda Mundial.
Mikelsons, que tem 29 anos, se mudou para a Holanda em 2004 e “casou” com seu parceiro homossexual, um cidadão holandês. Em 2008, ele recebeu sua própria cidadania holandesa como resultado.
Ele trabalhou pelo menos em duas creches holandesas de 2007 a 2010, e ofereceu seus serviços particulares pela internet, afirmando que ele era uma babá “com treinamento e experiência”.
Robert Mikelsons na creche com crianças
Mikelsons abusou sexualmente das crianças enquanto trabalhava numa creche de Amsterdã. Depois de ser preso em 2010, ele confessou que abusou sexualmente de 83 crianças e bebês na creche e que tirou fotos e fez filmagens dos abusos, para uso em pornografia infantil. Esse material seria distribuído internacionalmente por meio de redes pedófilas na internet.
Apesar da gravidade do crime, com os consequentes danos psicológicos, físicos e emocionais para as crianças abusadas, o tribunal sentenciou Mikelsons a apenas 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
O “cônjuge” de Mikelsons, Richard van Olffen, foi sentenciado a apenas seis anos de prisão por cumplicidade nos abusos. O tribunal deu como decisão que Olffen sabia do que Olffen estava fazendo e desempenhou um papel “facilitador”. Pouco antes de ser presa, a dupla gay estava para adotar um menino.
A imprensa brasileira noticiou o crime da dupla gay omitindo o sobrenome deles, a fim de preservar sua privacidade. A imprensa brasileira também omitiu o fato de que eles eram homossexuais e “casados”.
As penas, que não são pesadas, refletem o desleixo moral e social da Holanda, que suaviza cada vez mais os castigos, em prol de iniciativas reabilitadoras. Enquanto isso, um só criminoso consegue infligir enorme estrago, abusando de dezenas de crianças pequenas, sem nenhuma punição à altura.
A Holanda foi um dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, mas seu pioneirismo só ficou mesmo evidente quando se tornou o primeiro país do mundo a ter um partido político oficialmente engajado na luta para legalizar a pedofilia. Seu fundador, o homossexual Ad van den Berg, foi condenado em 1987 por abusar sexualmente de um menino de 11 anos, mas ele afirmou que o relacionamento foi “consensual”.
Em outubro de 2011, Van den Berg, então com 67 anos, foi condenado a apenas três anos de prisão por ter em seu computador milhares de filmes e 130.000 fotografias de pornografia infantil, entre as quais estavam 13.000 em que o próprio Van den Berg aparecia com destaque.
O partido pedófilo, chamado oficialmente de Partido do Amor Fraternal, Liberdade e Diversidade, foi fundado em 2006 por Van den Berg.
Com penas de prisão leves e uma sociedade com mentalidade reabilitadora para casos sem solução humana, fica fácil os cidadãos holandeses se sentirem incentivados a fundar partidos criminosos e cometer crimes sexuais hediondos.
O que facilita a entrada de homossexuais em creches é a estipulação feminista de que se as mulheres devem ocupar 50% de todos os cargos tradicionalmente masculinos, inclusive soldados, então os homens devem ocupar 50% de todos os cargos tradicionalmente femininos, inclusive creches — oportunidade aproveitada por homens que “amam crianças”.
Recordo que anos atrás, numa grande igreja evangélica de Brasília, havia uma placa na seção onde ficavam as crianças pequenas: “Proibida a entrada de homens”. Só as mulheres podiam ficar ali cuidando das crianças.
Com o feminismo, as cuidadores de crianças estão no exército fazendo o trabalho de homens, e os homens predadores estão com as crianças.
Com informações de LifeSiteNews e UPI.