quarta-feira, 7 de março de 2012

Marisa Lobo fala sobre o processo do Conselho de Psicologia que ameaça seu registro


Marisa Lobo fala sobre o processo do Conselho de Psicologia que ameaça seu registro
Em entrevista exclusiva, a psicologa dá detalhes do processo do Conselho Regional de Psicologia contra seu registro profissional.
A decisão imposta pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, que estabelecia um prazo de 15 dias para que a psicóloga cristã, Marisa Lobo, retirasse de seus sites e redes sociais todo o conteúdo que vincule sua profissão a posicionamentos religiosos, teve o prazo expirado e de acordo com a psicóloga o Conselho não comunicou nenhum novo procedimento contra ela.
Marisa Lobo foi intimada porque diversos ativistas do movimento gay e também ateus fizeram denúncias contra a profissional colocando em risco o seu registro.
No dia 9 de fevereiro Marisa Lobo teria sido chamada ao Conselho Regional de Psicologia de Curitiba onde foi informada sobre as diversas denúncias que fizeram contra ela. Os denunciantes seriam ativistas gays, usuários de maconha e ateus que se sentiram incomodados com as declarações da psicóloga nas redes sociais.
As fiscais do CRP leram para Marisa o código de ética dizendo que ao expressar suas crenças religiosas ela estaria violando os termos do conselho.
O portal Gospel Prime entrou em contato através do correspondente especial Michael Caceres, com o Conselho Regional de Psicologia do Paraná, em Curitiba, para saber sobre os procedimentos que seriam tomados, já que a psicóloga não obedeceu ao parecer do Conselho.
Por telefone o Conselho informou que “não poderiam dar muitas informações para não expor a profissional, e que o caso [dela], foi por vontade própria levado à mídia, e o Conselho regional nunca fez qualquer declaração para expor a profissional”, além disso, disseram “não ter nenhuma restrição quanto a religião da profissional” e que “o próprio Conselho Federal havia publicado um artigo falando sobre o tema”.
Marisa Lobo concedeu entrevista ao repórter Michael e disse que aguarda o procedimento do CFP e que irá interpelar judicialmente o Conselho.
Leia a entrevista na integra:
Gospel Prime – O prazo dado pelo Conselho para que a senhora retirasse sua orientação de fé expirou. O CRP deu continuidade ao processo?
Marisa Lobo – Não me deu retorno ainda, mas segundo as fiscais que me orientaram, se eu não retirasse conforme orientação, em 15 dias, entraria em processo ético, depois em censura pública e então em processo de cassação.
Mas uma delas me deu uma orientação no mínimo preconceituosa, e feriu o código de ética porque induziu ao erro e a convicções religiosas, disse: você não precisa ser cassada pode deixar a psicologia e ser pastora. Ainda não entraram em contato ou por estarem com medo, por perceberem o tiro no pé que deram, ou simplesmente por acreditar que eu ainda desista, o que nunca vai acontecer, porque ser cassada por defender minha fé em Cristo pra mim é Obrigação e um prazer, é honra.
GP – Desde que o CFP lhe intimou à senhora tem recebido apoio nas redes sociais, na Câmara dos Deputados e até no Senado. Como a senhora se sente ao receber todo esse apoio?
Marisa – Abençoada por Deus e na certeza que era exatamente esse enfrentamento que Deus quer de mim, porque sei que pareço pequena e sou fraca, mas como diz meu amigo e pastor Marco Feliciano: é na fraqueza que Deus te fortaleceu, creia.
Deus me disse que enviaria anjos e me sustentaria, só acreditei. Primeiro enviou o deputado Marco Feliciano, pastor conceituado em todo Brasil, depois o senador Magno Malta – o mais querido senador, em minha opinião. O delegado e meu deputado e amigo no Paraná Francischini, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos, e o vice da frente, deputado Lucena, o deputado e advogado Eduardo Cunha e muitos outros parlamentares, partidos, Fenasp, padres e pastores de todo Brasil, cristãos nas redes sociais. Me sinto, não perseguida, mas protegida por Deus por estar a seu serviço.
GP – Nas reuniões que teve com os parlamentares evangélicos em Brasília o que ficou acertado?
Marisa – Cada deputado vai fazer sua parte e juntos mobilizar ações que favoreçam a todos como, audiência pública para discutir a perseguição religiosa que está se instalando no Brasil através das profissões exatamente pela via dos regulamentos e códigos de ética. A divulgação em massa para que nosso povo católico, evangélico e espírita, enfim os que acreditam em Jesus Cristo como Salvador, saibam desta perseguição travestida de direitos humanos, tolhendo na verdade nosso direito de professar nossa fé em público.
O que fere o artigo 5º da Constituição e exatamente o artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos que veio para garantir a liberdade religiosa e a possibilidade de mudança. Que ironia um direito que o conselho defende tanto e exatamente por negá-lo que o conselho me persegue. Ou seja, pensam que somos “idiotas úteis”, povo de pouca cultura e inteligência, sabemos exatamente o que a declaração nas entrelinhas queria, e Deus transformou maldição em benção e ela vai ter que me defender. Pois direitos humanos são multilateral, não unilateral como estão tentando nos fazer acreditar.
Não podemos admitir que a Comissão de Direitos Humanos seja usada como bandeira ideológica das minorias contra as maiorias, de forma unilateral , pois direitos humanos é para todos é multilateral, eu quero meu direito. E se o Código de Ética está acima dessa máxima algo está errado. Quero saber se minha constituição tem valor.
GP - Qual a posição do Senador Magno Malta em relação a possível tentativa de cassação que o CFP pretende?
Marisa – Indignação, quem conhece o senador sabe que ele não aceita injustiças independente de onde elas venham, luta por direitos humanos de direitos da família e não fica apenas na fala, parte para ação sem medo. Além da reunião que participei na Frente Parlamentar da Família, que tem mais de 400 deputados de todas as religiões, apresentou em tribuna um requerimento convocando o presidente do CFP para dar esclarecimentos juntamente comigo, na Comissão de Direitos Humanos. Que foi aprovada por unanimidade, ninguém aceita um pais que não crê em Deus essa é a verdade. Nosso Pais é laico, mas não ateu. Além de estar em parceria com a frente parlamentar evangélica em outras ações.
GP – Como e quando começou esta perseguição?
Marisa – Com questionamentos que fiz sobre o conteúdo do “kit gay”. Enviei uma carta ao deputado, Pastor Marco Feliciano e sabendo que outros profissionais questionavam usou a tribuna como protesto, falou meu nome e toda a comunidade gay, ateus, defensores de legalização de drogas, aborto começaram a me ofender e me perseguir em todas as minhas redes sociais e me chamar de homofóbica.
Começamos então perceber em discussões que não era sente o conteúdo do Kit gay, inadequado mas  posição do conselho  claramente militando de forma unilateral em causa de orientação sexual, política, contra o cristianismo sem se preocupar com o código de ética, induzindo até convicções de que internamento é segregação, que liberar dragas é a solução e começamos  nos preocupar com essas posturas que contraiam a defesa da família, e do próprio direitos humanos.
A Meu pedido o deputado Marco Feliciano usou a tribuna para questionar a postura do presidente do CFP, por declarações chamando comunidades terapêuticas de segregadoras, mostrando claramente falta de conhecimento e  preconceito religioso.
Em virtudes de tantos ataques fui orientada por amigos e pelo pastor Feliciano a responder com mensagens cristãs nas minhas redes sociais falando do amor de Jesus. Porém, tudo, absolutamente tudo que falava virava motivo para perseguição e tentavam os ativistas me caracterizar como Homofóbica.
Quando na verdade eles sim praticavam heterofobia, ativistas colocaram meu registro na internet pedindo em massa para que me denunciasse por preconceito e indução religiosa. O CRP Paraná acatou inclusive um dos pedidos veio do próprio CFP, segundo as fiscais do conselho e sem deixar que me defendesse me deram deu 15 dias de prazo para tirar das redes sociais tudo que me vincule a Deus,  eu Marisa Lobo, posso ser cristã,  a psicóloga não, e não aceitei. Porque retirar das minhas redes sociais que sou uma psicóloga Cristã e não poder falar de Deus é negar Jesus e jamais farei.
GP - Qual a sua posição em relação ao projeto da Bancada Evangélica que propõe tratamento a gays?
Marisa – Apoio totalmente, não como religiosa, mas como psicóloga. E creio ser este o momento de ouro, pois nos dá a oportunidade de discutir o assunto a nível nacional, praticando a verdadeira democracia e desfazer a idéia implantada falsamente na sociedade que a resolução 01/99 proíbe o profissional de oferecer tratamento. O           eu a resolução diz é: quando não solicitado, entretanto se a pessoa desejar por livre espontânea vontade deve sim o profissional atender respeitando a vontade do paciente. Foram acrescentadas falas de preconceito neste projeto a ponto de implantarem uma memória subjetiva no silêncio na calada da noite, foram adicionando conceitos opiniões e nós que nos omitimos fomos aceitando, a ponto de se tornar uma falsa verdade.
Não podemos aceitar, como profissionais sérios de  psicologia mais esta barbaria, se são tão éticos os que me criticam,agora é hora da verdade.Usem sua ética e parem de se alienar por este conselho por medo, pois este medo é infundado não procede está sendo sugestionado por um engano que pode ser explicado pela “sociologia e linguística da mentira” a justificativa para manipular esta resolução na mídia é legítima? Eu creio que são informações desencontradas, manipuladas .Me  pergunto quem está alienando por  quem?
GP - A senhora é a idealizadora deste projeto?
Marisa – Não, o idealizador é o presidente da frente parlamentar evangélica deputados João Campos. Foi um projeto elaborado a partir de apelos de vários profissionais de psicologia insatisfeito com essa falta de ética da própria autarquia (CFP) que nas entrelinhas por estar militando ativamente de forma contraria a ética que nos ensina o próprio conselho tem criado um desconforto na profissão  o relator e o deputado Roberto de Lucena Eu  participarei, com outros profissionais de saúde mental  da audiência pública que já foi aprovada pela  comissão de seguridade social e família da câmara e que está para ser marcada nos próximos dias.
Gospel Prime – Em sua opinião a mídia secular pode atrapalhar o andamento deste projeto?
Marisa Lobo – Algumas mídias, sim serão tendenciosas, vão querer vender, outras manipular os fatos, para sugestionar posições, ou seja, perverter a realidade a seu gosto pessoa. Mas prefiro acreditar na imprensa séria que é a maioria. Prefiro acreditar que existam pessoas sérias que querem travar um debate verdadeiramente democrático, independente de crenças vamos confiar na democracia que tanto pregam, e na liberdade religiosa que tanto lutaram,  eu não estou pedindo para induzir ao meu paciente  uma fé e ou religião, estou apenas exigindo meu direito de cidadã de professar minha fé, nem lugares públicos, na mídia em minha redes sociais , e respeito ao minha escolha meu desejo . Ou será que essa Luta é apenas para os movimentos contrários a minha orientação sexual (hetero) e a minha fé Cristã?
GP – Qual a posição de sua família quanto a estes debates?
Marisa  - Não exponho meus filhos, por receio de ofenderem são jovens, que trabalham fazem pós-graduação, sabe do acontecido, estão com receio, mas não com medo, pois sabem quem eu sirvo. Meu marido está me apoiando então é tudo que precisava.
GP- Se o CFP conseguisse, de alguma forma, cassar o seu registro profissional, o que a senhora faria?
Marisa – Daria Glória a Deus pois em tudo daí graças, além de recorrer a o ONU comissão internacional de direito humanos, porque não sou burra , sei bem que meus direitos podem ir além .Desistir eu, jamais, morro mais morro lutando (RS)
O que todos nós precisamos entender  é que acabou a hipocrisia, estamos no tempo do cumprimento das promessas de Deus  e de acreditar de fato em sua palavra , e nela está escrito sobre as perseguições que teríamos que enfrentar por causa do nome Dele.
Então é apenas comprimento e me sinto privilegiada por sofrer essa perseguição.
Se somos cristãos temos que acreditar no que pregamos ou estamos inventando uma fé, se Deus disse que ele é Deus, se eu acreditei e entreguei minha vida a Ele, e disse lá no culto “eis me aqui” não foi por bonito, para  puxar o saco do  pastor e ou irmãos, foi porque eu acreditei que Deus me chamou para realizar uma tarefa e farei. Se o preço pago for minha profissão de 16 anos, mais 9 anos de estudo, ainda assim será barato. Por preço alto pagou Jesus pela minha vida. Nunca pagarei essa dívida, mas pretendo amenizar. E cair nas graças não do mundo mas do meu  Deus. Isso não é fanatismo é amor. Agradecimento e ninguém vai me tirar o orgulho de dizer sou uma profissional, cristã sirvo a Deus e não me envergonho do seu nome essa é minha identidade minha orientação de fé de vida.
Marisa Lobo psicóloga e Cristã com Orgulho.

Liga de lésbicas pede, e TJ-RS retira crucifixos de prédios.


TJ determina retirada de símbolos religiosos de prédios públicos a pedido de Liga Lésbica

A Justiça do Rio Grande do Sul acatou o pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas e vai retirar crucifixos e símbolos religiosos de todas as salas do Judiciário do Estado.  Em fevereiro, a Liga Brasileira de Lésbicas pediu à presidência do TJ-RS a retirada das imagens religiosas.
O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça (TJ-RS) decidiu por unanimidade após votação na primeira sessão do ano do conselho. O Tribunal gaúcho considerou que a presença de objetos religiosos nos fóruns e na sede do Judiciário vai contra princípios constitucionais de um Estado laico.
O desembargador Cláudio Baldino Maciel foi o relator da matéria e afirmou que julgamentos feitos em uma sala de tribunal sob um “expressivo símbolo” de uma igreja e de sua doutrina não é “a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito”. Ainda segundo o relator, o espaço público do Judiciário deve ter apenas os símbolos oficiais do Estado. Esse seria o “único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”.
A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, todos os crucifixos deverão ser retirados. As entidades religiosas protestaram e creem que a decisão poderá gerar pedidos similares em outros Estados da União.
A discussão sobre o uso de símbolos cristãos em prédios públicos já é amplamente discutida em outras partes do Brasil e do mundo.
Em São Paulo, o Ministério Público Federal determinou em 2009 a retirada de crucifixos de edifícios federais. Porém, o pedido foi negado em primeira instância. A juíza responsável considerou, na época, “natural” a exibição do objeto em um país de “formação histórico-cultural cristã”.
Nos Estados Unidos vários Estados já decidiram por retirar símbolos religiosos de prédios públicos. Alguns anos atrás, a Comissão Europeia condenou a Itália por manter objetos religiosos em salas de aula.
Com informações Terra e Zero Hora

terça-feira, 6 de março de 2012

Poderosa erupção solar deve chegar a terra em 3 dias atingido polo magnético e satélites



                                                                        
As erupções solares interferem no campo magnético da Terra e as ondas
Uma forte erupção na superfície do Sol, somada com a temporada de tempestades, enviou ondas de plasma e partículas que alcançarão a Terra, conforme informou na noite desta última segunda-feira, 5, o Centro de Prognósticos Climatológicos Espaciais (SWPC).
O SWPC, operado pelo Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos, indicou que o clarão foi de classe X1.1, o que significa que se trata de uma das mais poderosas das erupções solares. O fenômeno aconteceu às 1h13 desta segunda-feira.
A expectativa é de que a onda de plasma e partículas solares alcance a Terra em dois ou três dias.
As erupções solares interferem no campo magnético da Terra e as ondas, que obrigaram a mudar a rota de alguns aviões comerciais que sobrevoavam os pólos, continuarão se intensificando, segundo os especialistas.
O Sol passa por ciclos regulares de atividade, que a cada 11 anos aproximadamente se intensificam e provocam tempestades que às vezes deformam e inclusive atravessam o campo magnético da Terra.
Os especialistas indicaram que a atual temporada de tempestades é a mais intensa registrada desde setembro de 2005 e que estas provocam efeitos especiais únicos como as auroras boreais, além de interferir nas comunicações.
Além disso, as redes de transmissão de eletricidade, as comunicações via rádio e os sistemas de satélites são afetados, mas a Nasa afirmou que os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) não correm perigo.
Em janeiro, os cientistas detectaram duas erupções no período de quatro dias seguidos por ondas com bilhões de toneladas de plasma viajando a cerca de 8 milhões de km/h.
A onda causada pelo segundo dos dois clarões alcançou a Terra cerca de 34 horas depois da erupção, em vez dos dois ou mais dias que habitualmente esse deslocamento demora.
Agência Estado via www.paraiba.com.br

Irã planeja ataque que poderá “varrer Israel do mapa em 9 minutos”.


Um assessor do aiatolá Khamenei diz que o já está tudo preparado
Nos últimos anos, Irã e Israel vivem um clima tenso, de ameaças mútuas e de um ataque iminente. O Pentágono já deu indício que espera para os próximos meses uma ofensiva israelense. Um colaborador próximo de Ali Khamenei, líder supremo iraniano, disse que já o aconselhou a atacar primeiro.
Alirezza Forghani, chefe-estrategista de Khamenei, divulgou parte de um relatório em que o aiatolá afirma: “está na hora de varrer Israel do mapa”. Temendo a crescente pressão internacional para seu desarmamento, foi desenhado pelo Irã um plano de ataque arrasador.
A manobra militar duraria apenas nove minutos, atacando em primeiro lugar os distritos com elevada taxa de população. Os mísseis Shahab 3 seriam responsáveis por matar 60% da população judaica na primeira investida.
Posteriormente, seriam disparados todos os mísseis Sejil a partir de Teerã, tendo como alvo as usinas nucleares em Dimona e Nahal Sorek. Mais tarde, os mísseis iranianos seriam lançados sobre a infra-estrutura básica do Estado judeu: aeroportos, usinas de força e instalações de tratamento de água. Por fim, mísseis Ghadar seriam usados para destruir os assentamentos humanos “até que o Estado judeu seja varrido do mapa”, disse Forghani.
O Irã é um dos principais produtores de mísseis do mundo, que já foram testados com sucesso em várias ocasiões. O plano de Forghani seria uma resposta ao anúncio do Pentágono de apoiar um programa de ataque israelense.
O Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CIEE), com sede em Washington, fez um relatório sobre a capacidade de Israel de impedir o desenvolvimento nuclear no Irã. A conclusão é clara: somente com o apoio dos EUA.
O relatório detalha que Israel teria como alvo de ataque as usinas nucleares, embora saiba que sua missão tem poucas garantias de sucesso. Trata-se de um ataque arriscado, mas se concentrará em três usinas nucleares iranianas: o Centro de Pesquisa de Isfahan, a usina de enriquecimento de urânio em Natanz, e reatores de água pesada em Arak, capazes de produzir plutônio.
O CIEE traça dois tipos de cenários possíveis. A primeira seria uma operação de combate com cerca de 90 aviões, que lançariam bombas poderosas para destruir as três usinas. A ideia básica é que a liberação de radiação poderia matar milhares de iranianos imediatamente.
A segunda opção de Tel Aviv seria usar pelo menos 42 mísseis balísticos “Jericó”. Os autores discutem também a possível reação iraniana e concordam que um contra-ataque com mísseis Shahab 3, carregados de produtos químicos, seria altamente destrutiva para Israel.
O relatório diz que um ataque israelense seria ineficaz para acabar de vez com o programa nuclear iraniano. O chefe da inteligência de Israel, Aviv Kochavi, advertiu que seu país “poderia ser atacado com 200.000 mísseis de países inimigos”.
Por outro lado, no mês passado, o jornal The Sunday Times publicou um artigo que afirmava que dois esquadrões da Força Aérea de Israel estavam realizando um treinamento para lançar uma sobre a usina de Natanz, onde Teerã enriquece urânio num bunker a cerca de 200 metros de profundidade.
O Serviço Secreto israelense (Mossad) está convencido que o Irã terá sua bomba atômica pronta em apenas dois anos e que um ataque convencional não seria suficiente para acabar com o projeto. Um dos agravantes é que o Irã tem alianças com outra potência nuclear, o Paquistão, e boas relações com a Federação da Rússia e a China. Esses aliados poderiam dispor de seu arsenal iniciando uma batalha mundial de consequências imprevisíveis.
Com informações Deia.com VIA noticias.gospelprime.com.b

Comercial de Red Bull que satiriza passagem bíblica pode ser retirado do ar.


O Conar já recebeu mais de 50 reclamações e nas redes sociais o vídeo divide opiniões e gera muita polêmica

Comercial de Red Bull que satiriza passagem bíblica pode ser retirado do ar
O comercial do energético RedBull recebeu tantas críticas nas redes sociais que o Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) irá julgar ainda esse mês para saber se a peça publicitária precisará ou não ser retirada do ar.
O filme com pouco mais de 30 segundos mostra, em desenho, Jesus e dois discípulos em um barco, cansado Jesus se levanta e sai andando pelo mar. Pedro então questiona como o Mestre conseguia andar sobre as águas e o segundo discípulo diz que “Ele só tomou um RedBull”.
Em seguida o próprio Jesus explica que não andava sobre as águas, apenas pisava nas pedras. A frase mais polêmica do vídeo é a resposta de Jesus: “Só tem que ficar esperto onde tem pedra”, o que foi entendido como um desrespeito à passagem Bíblica seguida por cristãos do mundo todo.
A Arquidiocese do Rio informou que está analisando o caso juridicamente e o Conar informou por sua vez que mais de 50 reclamações foram feitas a respeito desse comercial. A empresa alega que o vídeo não tem “nenhuma conotação negativa com a religião. E que, na verdade, é um comercial que faz uma brincadeira com o próprio produto”.
Mas no Youtube, inclusive na página da RedBull onde o anúncio foi publicado, há diversas opiniões a respeito. Muitos dos internautas acreditam que a empresa zombou da fé e ridicularizou a figura de Jesus. Se o Conar julgar positivamente para a empresa esse comercial continuará sendo transmitido até o mês de novembro tanto na TV aberta como na TV paga.
Assista:
Com informações Extra

EU FUI MAÇOM.


Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica durante 15 anos, revela segredos da Maçonaria em um livro recém-publicado por «Libroslibres», com o título «Yo fui mazón» («Eu fui maçom»).
Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e a influência na política desta organização secreta saem agora à luz, em particular as implicações do juramento que obriga a defender outros «irmãos» maçons.
O volume revela também a decisiva influência da Maçonaria na elaboração e aprovação de leis, como a do aborto na França, da qual ele, como médico, participou ativamente.
Caillet, nascido em Bordeaux (França) em 1933, especializado em Ginecologia e Urologia, praticou abortos e esterilizações antes e depois de obterem de amparo legal em seu país. Membro do Partido Socialista Francês, chegou a cargos de relevância na área da saúde pública.
– Quando você entrou oficialmente na Maçonaria?
– Maurice Caillet: No início de 1970 me convocaram para uma possível iniciação. Eu ignorava praticamente tudo acerca do que me esperava. Tinha 36 anos, era um homem livre e nunca me havia afiliado a sindicato nem partido político algum. Assim, pois, uma tarde, em uma discreta rua da cidade de Rennes, chamei à porta do templo, cuja frente estava adornada por uma esfinge de asas e um triângulo que rodeava um olho. Fui recebido por um homem que me disse: «Senhor, solicitou ser admitido entre nós. Sua decisão é definitiva? Você está disposto a submeter-se às provas? Se a resposta for positiva, siga-me». Fiz um gesto de acordo com a cabeça. Colocou-me então uma venda preta sobre os olhos, segurou-me pelo braço e me fez percorrer uma série de passarelas. Comecei a sentir certa inquietude, mas antes de poder formulá-la, ouvi como se fechava a porta detrás de nós…
– Em seu livro «Yo fui mazón», você explica que a maçonaria foi determinante na introdução do aborto livre na França em 1974.
– Maurice Caillet: A eleição de Valéry Giscard d’Estaing como presidente da República francesa em 1974 levou Jacques Chirac a ser eleito primeiro-ministro, tendo este como conselheiro pessoal Jean-Pierre Prouteau, Grão-Mestre do Grande Oriente da França, principal ramo maçom francês, de tendência laicista. No Ministério de Saúde colocou Simone Veil, jurista, antiga deportada de Auschwitz, que tinha como conselheiro o Dr. Pierre Simon, Grão-Mestre da Grande Loja da França, com o qual eu mantinha correspondência. Os políticos estavam bem rodeados pelos que chamávamos de nossos «Irmãos Três Pontos», e o projeto de lei sobre o aborto se elaborou com rapidez. Adotada pelo Conselho de Ministros no mês de novembro, a lei Veil foi votada em dezembro. Os deputados e senadores maçons de direitas e esquerdas votaram como um só homem!
– Você comenta que entre os maçons há obrigatoriedade de ajudar-se entre si. Ainda é assim?
– Maurice Caillet: Os «favores» são comuns na França. Certas lojas procuram ser virtuosas, mas o segredo que reina nestes círculos favorece a corrupção. Na Fraternal dos Altos Funcionários, por exemplo, negociam certas promoções, e na Fraternal de Construções e Obras Públicas distribuem os contratos, com conseqüências financeiras consideráveis.
– Você se beneficiou destes favores?
– Maurice Caillet: Sim. O Tribunal de Apelação presidido por um «irmão» se pronunciou sobre meu divórcio ordenando custos compartilhados, ao invés de dirigir todos a mim, e reduziu a pensão alimentícia à ajuda que devia prestar a meus filhos. Algum tempo depois, após ter um conflito com meus três sócios da clínica, outro «irmão maçom», Jean, diretor da Caixa do Seguro Social, ao ficar sabendo deste conflito, me propôs assumir a direção do Centro de Exames de Saúde de Rennes.
– O abandono da maçonaria afetou sua carreira profissional?
– Maurice Caillet: Desde então não encontrei trabalho em nenhuma administração pública ou semi-pública, apesar de meu rico currículo.
– Em algum momento você recebeu ameaças de morte?
– Maurice Caillet: Após ser despedido de meu cargo na administração e começar a lutar contra esta decisão arbitrária, recebi a visita de um «irmão» da Grande Loja da França, catedrático e secretário regional da Força Operária, que me disse com a maior frieza que se eu recorresse à magistratura trabalhista eu «colocaria em perigo minha vida» e ele não poderia fazer nada para proteger-me. Nunca imaginei que poderia estar ameaçado de morte por conhecidos e honoráveis maçons de nossa cidade.
– Você era membro do Partido Socialista e conhecia muitos de seus «irmãos» que se dedicavam à política. Poderia me dizer quantos maçons houve no governo de Mitterrand?
– Maurice Caillet. Doze.
– E no atual, de Sarkozy?
– Maurice Caillet: Dois.
– Para um ignorante como eu, poderia dizer quais são os princípios da maçonaria?
– Maurice Caillet: A maçonaria, em todas as suas obediências, propõe uma filosofia humanista, preocupada antes de tudo pelo homem e consagrada à busca da verdade, ainda afirmando que esta é inacessível. Rejeita todo dogma e sustenta o relativismo, que coloca todas as religiões em um mesmo nível, enquanto desde 1723, nas Constituições de Anderson, ela erige a si mesma a um nível superior, como «centro de união». Daí se deduz um relativismo moral: nenhuma norma moral tem em si mesma uma origem divina e, em conseqüência, definitiva, intangível. Sua moral evolui em função do consenso das sociedades.
– E como Deus se encaixa na maçonaria?
– Maurice Caillet: Para um maçom, o próprio conceito de Deus é especial, e isso se menciona, como nas obediências chamadas espiritualistas. No melhor dos casos, é o Grande Arquiteto do Universo, um Deus abstrato, mas somente uma espécie de «Criador-mestre relojoeiro», como o chama o pastor Désaguliers, um dos fundadores da maçonaria especulativa. A este Grande Arquiteto se reza, se me permite a expressão, para que não intervenha nos assuntos dos homens, e nem sequer é citado nas Constituições de Anderson.
– E o conceito de salvação?
– Maurice Caillet: Como tal, não existe na maçonaria, salvo no plano terreno: é o elitismo das sucessivas iniciações, ainda que estas possam considerar-se pertencentes ao âmbito do animismo, segundo René Guenon, grande iniciado, e Mircea Eliade, grande especialista em religiões. É também a busca de um bem que não se especifica em nenhuma parte, já que a moral evolui na sinceridade, a qual, como todos sabemos, não é sinônimo de verdade.
– Qual é a relação da maçonaria com as religiões?
– Maurice Caillet: É muito ambígua. Em princípio, os maçons proclamam com firmeza uma tolerância especial para com todas as crenças e ideologias, com um gosto muito marcado pelo sincretismo, ou seja, uma coordenação pouco coerente das diferentes doutrinas espirituais: é a eterna gnose, subversão da fé verdadeira. Por outra parte, a vida das lojas, que foi minha durante 15 anos, revela uma animosidade particular contra a autoridade papal e contra os dogmas da Igreja Católica.
– Como começou seu descobrimento de Cristo?
– Maurice Caillet: Eu era racionalista, maçom e ateu. Tampouco estava batizado, mas minha mulher Claude estava doente e decidimos ir a Lourdes. Enquanto ela estava nas piscinas, o frio me obrigava a refugiar-me na Cripta, onde assisti, com interesse, à primeira missa de minha vida. Quando o padre, ao ler o Evangelho, disse: “Pedi e vos será dado: buscai e achareis; chamai e se vos abrirá”, aconteceu um choque tremendo em mim porque esta frase eu ouvi no dia de minha iniciação no grau de Aprendiz e a costumava repetir quando, já Venerável, iniciava os profanos. No silêncio posterior – pois não havia homilia – ouvi claramente uma voz que me dizia: “Pedes a cura de Claude. Mas o que ofereces?”. Instantaneamente, e seguro de ter sido interpelado pelo próprio Deus, só tinha a mim mesmo para oferecer. No final da missa, fui à sacristia e pedi imediatamente o batismo ao padre. Este, estupefato quando lhe confessei minha pertença maçônica e minhas práticas ocultistas, me disse que fosse ver o arcebispo de Rennes. Esse foi o início de meu itinerário espiritual.

Perseguição ao padre Paulo Ricardo

ECLESIA UNA

06/03/2012 por Everth Queiroz Oliveira

http://www.cancaonova.com/portal/arquivos/fotos/2010/julho/24_eventos-012.jpg
Chega ao nosso conhecimento a circulação de uma carta aberta, assinada por alguns religiosos, membros do clero arquidiocesano de Cuiabá e integrantes de outras dioceses mato-grossenses, cujo conteúdo é simplesmente estarrecedor. Na referida carta, são feitas críticas totalmente infundadas à pessoa do padre Paulo Ricardo. Fala-se do sacerdote como “um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado”, “homem de verbo fácil, de muitos artifícios oratórios e também de muitas falácias e sofismas” e “dono de uma personalidade no mínimo controversa”.
No fim da carta, é pedido o afastamento do padre de suas atividades de magistério e até mesmo dos meios de comunicação social (!). A alegação é de que o sacerdote não teria “saúde mental para ser formador de futuros presbíteros”.
Por que a carta foi escrita? O que aconteceu, afinal?
Em Cuiabá, todos os anos, é realizado um evento católico de grandes proporções, chamado Vinde e Vede. Este ano foi a 26ª edição da festa que recebe, durante sua realização, a presença de vários pregadores religiosos. Entre os pregadores deste ano estava, justamente, o padre Paulo Ricardo. Na Internet, foi divulgado um trecho da pregação ministrada pelo reverendíssimo sacerdote, que foi transcrito pelos autores da supracitada carta aberta. Divulgamos, abaixo, o vídeo:

O que há de mais nas palavras de padre Paulo? Bom, qualquer examinador ortodoxo não veria nada absurdo em seu discurso, mas há quem fique incomodado com as verdades proferidas pelo sacerdote. Afinal, padre Paulo fala de “padres [que] foram tomados completamente pelo espírito do mundão”, de “padre que não honra a batina porque, aliás, nem usa a batina”, de “padre que deixou de ter fé”, de padres que fazem do pecado um apostolado, um modelo de vida. Todos estes exemplos não são coisas fantasiosas, criadas pela imaginação de padre Paulo. Estes exemplos são reais… E as palavras de Nossa Senhora ao pe. Stefano Gobbi servem para ilustrar a triste situação na qual caíram muitos consagrados do nosso tempo: “Quantas são as vidas sacerdotais e religiosas que se tornaram áridas pelo secularismo que as possui completamente”.
No Brasil, de modo especial, uma das correntes teológicas que têm feito perecer muitos religiosos é justamente a Teologia da Libertação, da qual não nos cansamos de falar, neste espaço. É uma forma de pensamento marxista, que, pondo em relevância a questão social, deixa de lado os mistérios da nossa fé, a transcendência da religião e tudo aquilo que há de sobrenatural na doutrina católica. Este ataque impiedoso ao Cristianismo já recebeu da Igreja uma condenação explícita, mas, mesmo assim, ainda há padres e bispos que insistem em adotar a TL para reger seu rebanho, travestindo de “desejo de comunhão, unidade, amor à Igreja e ao sacerdócio” uma forma de fazer teologia que só tem afastado as pessoas do Evangelho.
Esta carta aberta – “abjeta”, como li em outro lugar – é ridícula; consiste em um ataque escandaloso à figura de um homem que só tem feito bem a inúmeras almas em todo o país. Os católicos brasileiros manifestam o apoio ao riquíssimo trabalho desenvolvido nos últimos anos pelo padre Paulo Ricardo e estão unidos ao sacerdote em oração.