quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Obama se compromete a reestruturar órgãos governamentais dos EUA para promover a normalização da homossexualidade no mundo inteiro


Kathleen Gilbert

WASHINGTON, D.C., EUA, 6 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Na terça-feira, o presidente Obama prometeu fazer uma reforma na presença internacional dos Estados Unidos em favor da agenda gay, se comprometendo que as autoridades do governo americano serão treinadas especialmente para ajudar homossexuais, e combaterão a “intolerância” em países estrangeiros ajudando a normalizar a orientação e atividade sexual gay, entre outras mudanças.
“Debaixo do meu governo, os órgãos que têm atividades em outros países já começaram a adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”, declarou Obama
Num memorando sobre as “Iniciativas Internacionais para Avançar os Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros”, Obama disse que a campanha para “acabar com a discriminação” contra homossexuais é “parte fundamental do compromisso dos Estados Unidos para promover direitos humanos”.
“Debaixo do meu governo, os órgãos que têm atividades em outros países já começaram a adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”, declarou Obama. “Nosso compromisso profundo de avançar os direitos humanos de todas as pessoas é fortalecido quando nós como os Estados Unidos usamos nossas ferramentas para fazer valer vigorosamente o avanço dessa meta”.
A primeira ordem oficial convocou os funcionários das embaixadas para “fortalecerem as campanhas existentes para combater de forma eficaz as leis de governos estrangeiros que criminalizam a condição ou a conduta LGBT” e para expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT”.
Obama também disse que o Departamento de Estado, o Ministério da Justiça e o Ministério de Segurança Nacional “assegurarão um treinamento adequado” para funcionários do governo federal para fornecer acomodações especiais para indivíduos gays e lésbicos que buscam agilização na obtenção de uma nova residência.
Além disso, Obama comenta que o governo trabalhará para fortalecer a imagem de ativistas gays em organizações internacionais, por meio de iniciativas como fazendo pressões sobre representantes de governos de outros países e promovendo ativistas gays em vários fóruns. O documento requer que todos os órgãos do governo dos EUA no exterior preparem um relatório anual para registrar em detalhes o progresso na implementação das mudanças de direitos gays.
Esses órgãos incluem o Departamento de Estado, o Ministério da Fazenda, o Ministério da Justiça, da Agricultura, do Comércio, da Saúde e Segurança Nacional, a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (conhecida pela sigla USAID), a Millennium Challenge Corporation, o Banco de Exportação e Importação, o Representante Comercial dos Estados Unidos, e “quaisquer outros órgãos que o presidente designar”.
Um formulário da Casa Branca que acompanha o documento indica que o governo de Obama vem trabalhando para “proteger e promover os direitos dos indivíduos LBGT no mundo inteiro” desde que Obama ocupou a presidência.
Obama, cujo relacionamento com o movimento homossexual nos EUA tem muitas vezes estado em incerteza, fez o compromisso de apoiar a causa gay na Assembleia Geral da ONU em setembro. “Nenhum país deveria negar às pessoas seus direitos à liberdade de expressão e liberdade de religião, mas também nenhum país deveria negar às pessoas seus direitos por causa de quem elas amam, e essa é a razão por que temos de assumir a defesa de gays e lésbicas no mundo inteiro”, disse ele.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Jesus nasceu mesmo no dia 25 de Dezembro, afirma estudo.


O primeiro testemunho indireto de que a natividade de Cristo foi em 25 de dezembro partiu de Julio Africano no ano 221.
A primeira referência direta de sua celebração aparece no calendário litúrgico filocaliano do ano 354 (MGH, IX, I, 13-196): VIII kal. Ian. natus Christus in Betleem Iudeæ (“no dia 25 de dezembro nasceu Cristo em Belém da Judéia”). A partir do século IV, os testemunhos deste dia como data do nascimento de Cristo tornam-se comuns na tradição ocidental. Na oriental, prevalece a data de 6 de janeiro.
Coincidentemente, em 25 de dezembro, celebra-se em Roma o die natalis Solis invicti, o dia do nascimento do Sol invicto, a vitória da luz sobre a noite mais longa do ano. A liturgia de Natal e os Padres da época estabeleciam um paralelismo entre o nascimento de Jesus Cristo e expressões bíblicas como “sol de justiça” (Ml 4, 2) e “luz do mundo” (Jo 1, 4ss.)
NOVAS DESCOBERTAS CONFIRMAM A TRADIÇÃO CRISTÃ
Nos dias de hoje, graças aos documentos de Qumran*, podemos estabelecer o dia 25 de Dezembro como o dia preciso do nascimento de Jesus. Essa é, de fato, uma descoberta extraordinária feita por Shemarjahu Talmon, docente judeu, da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Procuremos compreender o mecanismo, que é complexo, mas fascinante. Se Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, a sua concepção virginal ocorreu, obviamente 9 meses antes. E, com efeito, os calendários cristãos colocam no dia 25 de Março a Anunciação do Anjo S. Gabriel a Maria.
Mas sabemos pelo próprio Evangelho de S. Lucas que, precisamente seis meses antes, tinha sido concebido por Isabel, João, o precursor, que será chamado o Baptista. A Igreja Católica não tem uma festa litúrgica para esta concepção, mas a Igreja do Oriente celebra-a solenemente entre os dias 23 e 25 de Setembro; ou seja, seis meses antes da Anunciação a Maria.
De fato, é precisamente da concepção do Baptista que devemos partir. O Evangelho de S. Lucas abre-se com a história do velho casal, Zacarias e Isabel, já resignado à esterilidade – considerada uma das piores desgraças em Israel. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia, em que estava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e a mulher iriam ter um filho. Deviam dar-lhe o nome de João e ele seria grande «diante do Senhor».
Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição «desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe». Com efeito, no antigo Israel, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias – a classe de Abias – era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço?
Ora bem, o enigma foi desvendado pelo professor Shemarjahu Talmon, docente na Universidade Hebraica de Jerusalém, utilizando investigações desenvolvidas também por outros especialistas e trabalhando, sobretudo, com textos encontrados na Biblioteca essena de Qumran.
O estudioso conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Portanto, torna-se verossímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias.

Mas esta verossimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do Professor Talmon, reconstruíram a “fileira” daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha diretamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme quanto antiga, tal como se confirma em muitos outros casos.
Eis, portanto, como aquilo que parecia mítico assume, improvisamente, uma nova feição apodítica – Uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não foi, portanto, fixado ao acaso.
tradução realizada por pensaBEM.net
Nota:
* Os manuscritos de Qumran foram descobertos em 1947, perto das margens do Mar Morto, na localidade de Qumran, onde a seita hebraica dos Essênios tinha, nos tempos de Jesus, a sua sede principal. Os manuscritos foram encontrados em ânforas, provavelmente escondidos pelos monges da seita, quando tiveram de fugir dos romanos provavelmente entre 66 e 70 d.C. Aqueles pergaminhos deram-nos os textos de quase todos os livros da Bíblia copiados de dois a um século antes de Jesus e perfeitamente coincidentes com os que são usados hoje pelos hebreus e pelos cristãos (cfr. Hipóteses sobre Jesus, Porto, Edições Salesianas, 1987, p. 101).
BIBLIOGRAFIA
RATZINGER, Josef  El espíritu de la liturgia. Una introducción (Cristiandad, Madrid, 2001).
TOLLEY, Thomas J. The origins of the liturgical year, 2nd ed., Liturgical Press, Collegeville, MN, 1991 (tradução italiana: Le origini dell’anno liturgico, Queriniana, Brescia, 1991).
Fonte: Corriere della Sera, 9 de Julho de 2003

Projeto pró-gay será votado em Brasília na Solenidade da Imaculada Conceição



Depois de já ter sido arquivado, o projeto de lei PLC 122, também conhecido como “Brasil sem homofobia”, que criminaliza manifestações contra o homossexualismo, foi trazido de volta ao debate pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que confirmou que o projeto deverá ser votado na Comissão de Direitos humanos do Senado nesta quinta-feira (8), dia da solenidade da Imaculada Conceição de Maria, fato que gerou indignação da parte de católicos de todo o Brasil. O projeto foi criticado também por alguns peritos em lei como juridicamente inútil. 

Nesta segunda-feira, 5, o site votocatólico.com.br denunciou a nova tentativa da senadora Suplicy de aprovar o PLC 122/2006 e alertou que “devido às dificuldades iniciais de aprovação”, este “sofreu uma revisão em um ponto controvertido: o do direito à liberdade de expressão e das manifestações contra o homossexualismo com base em crenças religiosas e o respeito aos lugares de culto”.

Em uma parte da versão “reformada” do texto lê-se: “julgamos importante introduzir um dispositivo no Substitutivo para excluir do alcance da Lei, os casos de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião”.

“Não podemos ignorar que muitas religiões consideram a prática homossexual uma conduta a ser evitada. Esse pensamento está presente em várias doutrinas que não podem ser ignoradas e desrespeitadas, pois se inserem no âmbito do direito à liberdade religiosa. Nesse aspecto, mesmo firmes no propósito de combater a discriminação, não podemos nos esquecer do princípio da liberdade religiosa, inscrito no inciso VI do art. 5º de nossa Carta Magna, segundo o qual é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”, afirma a versão reformulada do texto.

Porém o texto, mesmo reformulado, “segue apresentando problemas no campo trabalhista onde o suposto respeito à orientação sexual levaria a considerar como conduta homofóbica deixar de contratar ou despedir uma pessoa por ser homossexual com pena de reclusão de um a três anos para quem o faça”, denunciou votocatólico.

Por outro lado, em um artigo publicado na edição de março de 2011 do “Jornal do Advogado”, órgão da Ordem dos Advogados do Brasil, seção de São Paulo, a Dra. Helena Lobo da Costa mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico.

“Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta”, assevera a Dra. Lobo da Costa.


Outro ponto criticado do projeto é o fato de estar fundamentado na premissa que a “homofobia é, certamente, um mal que aflige de maneira perversa nosso país, reconhecido internacionalmente como um dos que registram os maiores números de assassinatos por orientação sexual”.

“Em 2010, o número de homossexuais assassinados superou 250 casos, segundo informou o Grupo Gay da Bahia (GGB) em seu relatório anual. Esse foi um recorde histórico, pois pela primeira vez o número de homicídios ultrapassou a casa das 200 notificações”, afirma outro trecho do Projeto de Suplicy.

O fato é refutado por analistas como o autor e jornalista brasileiro Olavo de Carvalho que em mais de uma edição do seu programa True Outspeak rechaça esta informação dizendo que o Brasil é até excessivamente tolerante às manifestações de homossexualismo como as paradas gay e a presença de personagens gays na mídia. O filósofo brasileiro também recalca que as cifras de assassinatos de homossexuais no contexto de um país onde se registra mais de 40 mil homicídios ao ano podem ser mal interpretadas.  “Não existe perseguição a homossexuais no Brasil!”, reitera Olavo.

A estratégia da senadora Marta Suplicy contará também com uma campanha nos meios liderada pela Rede Globo com o apoio da ONU. O autor e blogger pró-família Julio Severo lançou ontem (4) uma denúncia afirmando que “a campanha em massa será dirigida ao público durante 15 dias, dando tempo suficiente para Suplicy poder obter da população apoio para a sua ambicionada meta de aprovar a lei federal anti-'homofobia' (...)”. “A propaganda, que durará 30 segundos, terá como slogan: “Discriminar homossexuais é crime. Cidadania, a gente vê por aqui”, afirma Júlio Severo.
 
Finalmente, Severo adverte: “Se a população vacilar, o PLC 122 será aprovado, trazendo piores consequências do que as consequências que já estão ocorrendo no Estado de São Paulo, onde em 2001 o PSDB aprovou uma lei estadual anti-“homofobia””, graças à qual “obscenidades homossexuais em público estão protegidas pelo governo estadual”.


Para escrever para os senadores da Comissão de Direitos Humanos no Senado e pedir que se posicionem contra o projeto de Lei segue a lista de seus respectivos endereços eletrônicos:

ana.rita@senadora.gov.br
martasuplicy@senadora.gov.br
paulopaim@senador.gov.br
wellington.dias@senador.gov.br
cristovam@senador.gov.br
crivella@senador.gov.br
simon@senador.gov.br
eduardo.amorim@senador.gov.br
garibaldi@senador.gov.br
sergiopetecao@senador.gov.br
paulodavim@senador.gov.br
clovis.fecury@senador.gov.br
mozarildo@senador.gov.br
gim.argello@senador.gov.br
magnomalta@senador.gov.br
marinorbrito@senadora.gov.br
Fonte: ACIDIGITAL

Dom Bergonzini a ACI Digital: leis como o PLC 122 não deveriam nem ser cogitadas pelos parlamentares



Às vésperas da votação do Projeto de Lei PLC 122, também conhecido como “Brasil sem homofobia” que criminaliza atos ou manifestações contrárias ao homossexualismo, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos, afirma em entrevista exclusiva a ACI Digital hoje, 7, que não há necessidade de uma nova lei para proteger os homossexuais e que projetos deste tipo não deveriam ser nem cogitados pelos parlamentares.

Dom Bergonzini, que acaba de ter sua renúncia aceita pelo Papa Bento XVI em novembro deste ano já se posicionou contra o projeto em anteriores ocasiões. 

Em uma palestra oferecida no mosteiro de São Bento, em julho deste ano, o prelado dizia: “O projeto [PLC 122/2006] visa até prender quem falar contra o homossexualismo. Mas não tenho medo de ser preso. Não vou deixar de expor o Evangelho por causa de cadeia. […] Devemos enfrentar com coragem e colocar o caso nas mãos de Deus [...] Essa perseguição não vai derrotar a Igreja. Nunca. ‘As portas do inferno não prevalecerão contra Ela’”.

Depois da modificação feita pela relatora do projeto, a senadora do PT de São Paulo Marta Suplicy, cujo texto afirma em seu Art. 3º que não criminalizaria “a manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal", ACI Digital entrou em contato com Dom Luiz Bergonzini que concedeu a entrevista publicada na íntegra abaixo:

ACI: Excelência, A senadora Marta Suplicy trouxe de volta à Comissão de Direitos Humanos do Senado o Projeto de Lei PLC 122/2006 com um novo e reformulado texto substitutivo que afirma: “julgamos importante introduzir um dispositivo no Substitutivo para excluir do alcance da Lei, os casos de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião.” O que o senhor teria a dizer sobre esta nova versão do projeto?
 
Dom Bergonzini: Durante cada ano são mortos 105.000 cristãos, somente por professarem a fé em Jesus Cristo. Você já imaginou se fossem mortos 105.000 homossexuais por ano? Qual seria a reação dos governos e da sociedade? Não há diferença entre a pessoa humana, homem ou mulher, da pessoa humana homem homossexual ou mulher homossexual. O Código Penal estabelece todas as penas para crimes de agressão, homicídio e outras lesões ao corpo humano. Não há necessidade de nenhuma lei nova para proteger as pessoas, nesse aspecto. Se o projeto fala em "liberdade de consciência, crença e de religião", também há necessidade de fazer lei igual para os cristãos, que são agredidos e insultados, como aconteceu na Avenida Paulista, com a violação pública dos Santos católicos pelos homossexuais. 

ACI: Excelência, o projeto de lei se funda em dados fornecidos pelo Grupo Gay da Bahia que afirma que no Brasil há um problema marcado de homofobia levando a centenas de assassinatos de homossexuais anualmente. Em sua opinião, os homossexuais são alvo de perseguição no Brasil? 

Dom Bergonzini: Não poderia morrer nenhuma mulher, nenhum homem. Com exceção dos casos dos psicopatas, como o caso do "maníaco do parque", que matava mulheres em sequência e há casos semelhantes de matadores de homossexuais, a maioria dos casos de morte de homossexuais se dá em razão do relacionamento entre eles.  Por ciúme, inveja, ambição, desentendimentos, drogas e outras questões de relacionamento interpessoal, eles acabam sendo assassinados.  Se as causas dos homicídios de homossexuais forem pesquisadas em cada inquérito ou processo judicial existente, a conclusão será essa.   

ACI: Excelência, O que devemos fazer como católicos a respeito deste projeto de Lei?
 
Na condição de cidadãos, devemos esclarecer as pessoas que os legisladores não devem aprovar leis que prejudicam o bem comum. Uma lei que pretende obrigar todos a aceitarem uma ideologia nociva não deveria nem ser cogitada pelos parlamentares. É um modismo que os parlamentares da França se recusaram a impor ao povo francês. Na condição de católicos fiéis, devemos seguir o Evangelho: 

"Por isso é que lhes digo: vivam segundo o Espírito, e assim não farão mais o que os instintos egoístas desejam. Porque os instintos egoístas têm desejos que estão contra o Espírito, e o Espírito contra os instintos egoístas; os dois estão em conflito, de modo que vocês não fazem o que querem. Mas , se forem conduzidos pelo Espírito, vocês não estarão mais submetidos à Lei. Além disso, as obras dos instintos egoístas são bem conhecidas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, ciúme, ira, rivalidade, divisão, sectarismo, inveja, bebedeira, orgias e outras coisas semelhantes. Repito o que já disse: os que fazem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si. Contra essas coisas não existe lei. Os que pertencem a Cristo crucificaram os instintos egoístas junto com suas paixões e desejos. Se vivemos pelo Espírito, caminhemos também sob o impulso do Espírito. Não sejamos ambiciosos de glória, provocando-nos mutuamente e tendo inveja uns dos outros." (Galatas, 5 - 16,26). 

Fonte: ACIDIGITAL

Diretor e produtor de filme blasfemo sobre Cristo presos na Índia


As autoridades da Índia prenderam o diretor, produtor e publicitário de um filme blasfemo com pinturas satânicos sobre Cristo nas quais se mostra, entre outras coisas, um homem apunhalando o Senhor crucificado.

A agência vaticana fides reportou que depois de dias de protestos de organizações cristãs como o "Catholic Secular Forum" (CSF), Ejaz Ahmed (diretor), Washim Sheikh (produtor de Bollywood) e KA Jauhar (publicitário), foram presos por causa do filme "Who's there". As acusações são de “ferir os sentimentos religiosos”, “intenção maliciosa” e “insulto à crença religiosa”, além de violação das normas cinematográficas. 

Grupos e associações cristãs pedem penas severas para os réus, que poderão deixar o cárcere hoje, diante do pagamento de caução, estabelecida pelo Tribunal de Mumbai.

Conforme assinala Fides, o secretário geral do CSF considera que a sentença poderia dar-se com prontidão já que, conforme o confirmado pela Junta Central de Certificação de Cinema (CBFC), o pôster publicitário do filme viola o artigo 38 do regulamento cinematográfico. 

O pôster mostra a Cristo na cruz, apunhalado por um homem, com um cálice no que está escrito: "Desta vez o mal vai ganhar". A publicidade e o trailer dizem coisas como "Esperem a verdade inesperada" ou "Diremos quem é realmente Jesus Cristo", enquanto que outras imagens mostram a cruz de Jesus ao contrário, golpeado com adagas.

Em declarações à Fides, o porta-voz da Conferência Episcopal da Índia, P. Babu Joseph, assinalou que “Who’s there?” é “um filme que ofende a fé e os sentimentos dos cristãos e contribui para difundir o ódio contra os cristãos" em um país onde esta minoria costuma ser perseguida por extremistas hindus.

Por isso, indicou o sacerdote, “Pedimos que seja retirado dos cinemas. Existem na Índia forças que querem criar atritos sociais agindo no campo religioso. A fé cristã é quase sempre ilustrada de modo falso e equivocado, que a desacredita e fomenta ódio”. 
O P. Joseph disse também que “não está claro quem está por trás do filme em questão, mas vemos que elementos e forças extremistas hindus estão espalhados na sociedade e nos meios de comunicação. Os cristãos veem a religião um fator de paz. Condenamos todo ato blasfemo, contra qualquer religião”. 

Por outro lado, os jesuítas da localidade do Ranchi no estado de Jharkhans assinalam à Fides que "esta é a pior representação possível do cristianismo". 

" Não está claro quem está por trás do filme em questão, mas vemos que elementos e forças extremistas hindus estão espalhados na sociedade e nos meios de comunicação. Os cristãos veem a religião um fator de paz. Condenamos todo ato blasfemo, contra qualquer religião”.

Enquanto isso, a CSF iniciou uma petição que já conta com mais de 2.000 assinaturas dos bispos, párocos, sacerdotes, ativistas, líderes do ONGs que exigem o retiro da produção dos cinemas.

Em setembro deste ano, o Arcebispo de Bombay, Cardeal Oswald Gracias, denunciou a perseguição que sofrem os cristãos em seu país, que constituem apenas o 2% da população total, assim como a ausência de liberdade religiosa.

O Cardeal disse à Rádio Vaticano naquela oportunidade que os fundamentalistas hindus "instrumentalizam a religião: aproveitam-se para ganhar votos e chegar ao poder".
Os ataques por obra de grupos extremistas hindus que começaram com força no ano 2008, aumentaram este ano 2011 e cada dia poderia  ser registrado um novo caso.

Fonte: ACIDIGITAL

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Maria do Rosário lança comitê governamental que, em nome da diversidade religiosa e direitos humanos, protegerá religiões afro-brasileiras


Julio Severo

A ministra Maria do Rosário, da Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), lançou nesta quarta feira (30 de novembro), em Brasília, o Comitê de Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. Pelo que a ministra declarou durante a solenidade, o Comitê tem apenas o objetivo de “garantir que todas as atividades religiosas sejam respeitadas no Brasil”.
Contudo, em declaração oficial no site do governo, a ministra entrou em detalhes sobre a real intenção desse Comitê. Rosário “explicou que o Comitê atuará recebendo e encaminhando denuncias de violações ao direito à diversidade religiosa”, destacando que o governo, através de abrangentes medidas, vai “reforçar a importância do respeito à diversidade religiosa no território nacional. Entre as religiões que são alvo de preconceito, Rosário citou as de matriz africana, que constantemente são atacadas.”
Mesmo sem esse comitê, a proteção governamental às religiões afro-brasileiras já vinha ocorrendo de forma escancarada no Brasil, desde pelo menos o governo Lula.
Em 2008, meu blog denunciou:
Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
O caso caiu no esquecimento, tanto da mídia quanto do governo. No mesmo ano, outro caso assustador foi denunciado por meu blog:
“No Rio, um pastor pentecostal negro levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão”.
Numa notícia de 2010, o G1 da Globo, com seu habitual descaso e omissão contra os cristãos, disse:
Uma briga entre integrantes de duas religiões acabou em morte em Sapucaia do Sul (RS), na madrugada desta quinta-feira (11). Segundo a Brigada Militar, um grupo de evangélicos que realizava orações em uma área rural se encontrou com integrantes de uma religião de origem africana, que iriam realizar rituais na mesma região.
Houve uma discussão e dois evangélicos foram atingidos por facadas. Um deles teve ferimentos no pescoço e não resistiu. O outro foi ferido no abdômen e foi encaminhado ao hospital.
Até esta manhã, ninguém foi preso.
É evidente que se as vítimas se enquadrassem no perfil de praticantes de alguma religião afro-brasileira, os agressores nunca ficariam impunes. A própria Globo teria dado o nome dos evangélicos agressores e exigido enérgicas medidas governamentais. O próprio governo teria intervindo para garantir punição.
Entretanto, considerando que o crime foi contra evangélicos, a Globo omitiu o nome das vítimas e não demonstrou nenhum interesse de exigir punição para os culpados. De forma oposta, o jornal Zero Hora deu mais detalhes e nomes, noticiando que oito evangélicos foram surpreendidos pela chegada de um grupo de cinco indivíduos de uma religião afro-brasileira. Houve um desentendimento e o evangélico Nilton Rodrigues, de 34 anos, foi esfaqueado e morto. O pastor João Carlos de Oliveira escapou ferido e foi hospitalizado.
O Zero Hora revelou que, segundo o delegado Eduardo Moraes, amigos de Nilton contaram que antes de agredirem e matarem, os adeptos da religião afro-brasileira haviam lançado ofensas contra a religião da vítima.
Com o apoio do governo brasileiro, pai-de-santo Ivanir dos Santos esteve em reunião da ONU para denunciar evangélicos do Brasil
Mesmo assim, quem está recebendo toda a atenção do governo não são as vítimas das religiões afro-brasileiras, mas seus líderes. Em 2009, o pai-de-santo Ivanir dos Santos, com o patrocínio direto do governo Lula, participou de conferência da ONU para denunciar os evangélicos do Brasil. Esse pai-de-santo, que representa o candomblé, está liderando uma campanha governamental de “combate à intolerância religiosa”. Essa campanha está contando com o apoio do Rev. Marcos Amaral, um importante pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, que já foi denunciado no meu blog, embora sua denominação não tenha até o momento feito nenhuma manifestação pública positiva ou negativa sobre ele e suas atividades “ecumênicas”. Esse pastor, que tem horror às igrejas neopentecostais, está lutando lado a lado com pais-de-santo nas campanhas governamentais contra o preconceito e a discriminação às religiões afro-brasileiras.

Pr. Marcos Amaral: aliado do pai-de-santo Ivanir dos Santos em campanhas governamentais de proteção às religiões afro-brasileiras
Em 2008, meu blog também denunciou que a filha de um pastor presbiteriano americano esteve de visita ao Brasil exclusivamente para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras.
Maria do Rosário, a ministra de Dilma Rousseff que lançou oficialmente o Comitê de Diversidade Religiosa e Direitos Humanos para proteger as religiões afro-brasileiras, é a mesma militante petista que defende a criminalização dos pais que aplicam correção física nos filhos e a descriminalização do aborto. Ela também defende que as crianças devem receber doutrinação homossexual nas escolas.
Assim, na mentalidade radical dela, não se pode aplicar disciplina física nos filhos. Mas matar bebês em gestação, segundo ela, é um direito humano, assim como é também ensinar sexo anal para crianças das escolas. Ela tem lutado lado a lado com Marta Suplicy e os ativistas gays pela aprovação do PLC 122. E agora ela quer que as religiões afro-brasileiras sejam colocadas oficialmente na categoria de vítimas inocentes em necessidade de proteção governamental, mesmo quando pais-de-santo e adeptos dessas religiões matam cristãos e outros inocentes.
De acordo com as tradições cristãs, as religiões afro-brasileiras representam manifestações de bruxaria. A Bíblia, que é a regra máxima de fé e vida dos cristãos, faz observações fortes sobre as práticas de feitiçaria, onde o próprio Deus diz:
“Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O Deus Eterno detesta os que praticam essas coisas nojentas.” (Deuteronômio 18:10-12 BLH)
“Eu sei que você sabe fazer despachos e que as suas feitiçarias são poderosas; mas tudo isso não adiantará nada. De repente, no mesmo dia, você vai ficar viúva e vai perder os filhos.” (Isaías 47:9 BLH)
“Por isso, cairá a desgraça sobre você, e as suas feitiçarias não valerão nada. A sua destruição está chegando, e não haverá jeito de escapar dela. Será uma desgraça como você não imaginava e virá quando você menos estiver esperando.” (Isaías 47:11 BLH)
“Acabarei com as suas feitiçarias e os deixarei sem adivinhos.” (Miquéias 5:12 BLH)
“O resto da humanidade, isto é, todos os que não tinham sido mortos por essas pragas, não abandonou aquilo que eles haviam feito com as suas próprias mãos: Eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus crimes de morte, nem das suas feitiçarias, nem da sua imoralidade sexual, nem dos seus roubos.” (Apocalipse 9:20-21 BLH)
O que faria um pastor e filha de pastor se envolverem na defesa de uma prática que traz maldição e ruína para famílias e nações? O que tem motivado as lideranças evangélicas e católicas do Brasil a fazerem alianças com um governo socialista que está fortalecendo a bruxaria como “cultura” e trabalhando ativamente para enfraquecer todo e qualquer traço de Cristianismo e liberdade cristã na sociedade?
Pelas profecias da Bíblia, os seguidores de Jesus Cristo serão perseguidos, até mesmo pelo governo. É uma grande infelicidade, porém, que as sementes dessa perseguição estejam sendo semeadas com a cumplicidade e apostasia de muitos líderes e políticos cristãos que amam mais o dinheiro e o poder do que a Deus.

Casa noturna na Alemanha exibe atriz pornô nua amarrada em uma cruz durante festa


Casa noturna na Alemanha exibe atriz pornô nua amarrada em uma cruz durante festa
Uma festa no clube “Maxxin” em Berlim, na Alemanha, causou indignação popular por colocar uma atriz pornô nua amarrada em uma cruz.
A cena aconteceu em uma festa anunciada como aniversário do gerente do clube Stefan Sellwich, de 28 anos.


O jornal alemão Bild noticiou que após um discurso do aniversariante começou o “show”, onde uma mulher loira pintada de dourado foi amarrada a uma cruz ao som da música “Pai Nosso” do Grupo alemão E Nomine. A atriz pornô deixou a cruz após um espetáculo de 30 minutos, o que já bastou para criar uma enorme polêmica no país.
No dia seguinte, a página de Facebook do clube recebeu dezenas de comentários de pessoas indignadas com a cena, entre os comentários haviam pessoas chamando a atriz de prostituta e até pessoas desejando a morte do gerente da casa noturna.
Sellwich se manifestou sobre o caso ao jornal: “Claro que eu estava ciente da provocação, mas isso não era uma blasfêmia, eu nunca quis ferir sentimentos religiosos”.
Fonte: Gospel+

Propaganda abortista na Novela da Globo. Liberdade de pensar ou liberdade pra matar?



Por Rodolfo Loreto

Antônio Gramsci, célebre pensador da Escola de Frankfurt, pregava já na década de 1930 um novo conceito para a implantação do socialismo em uma nação ocidental. Ele propôs que era preciso estabelecer o domínio absoluto sobre a superestrutura (arranjo composto por toda produção política, cultural, científica, artística, etc.), de maneira que este controle automaticamente levasse ao domínio da infraestrutura (bases econômicas), acuando a classe dominante, fazendo assim a revolução sem que para isso seja necessário o conflito armado. A esta operação, Gramsci chamou deHegemonia Cultural.


Não obstante, Gramsci dava como uma das estratégias para alcançar esta hegemonia é a transformação da mídia e do show bis de meros de veiculação em reais produtores da propaganda socialista e sua agenda.

80 anos depois, vemos claramente que a Revolução Cultural proposta por Antônio Gramsci e outros pensadores da Escola de Frankfurt está em plena execução pelo mundo, no intuito de se estabelecer um novo estado totalitário global, onde as vontades de um pequeno grupo de burocratas, desconhecidos da maioria das pessoas, sem qualquer autoridade constituída pela população. Campanhas de reeducação social forçada, empregadas por agências de mídia e empresas de entretenimento em todo o mundo moldam de maneira perversa e obscura a mente das pessoas a aceitarem o errado como certo, o feio como o belo e o abominável como o excélsior.

No dia 13 de novembro de 2011, a Rede Globo de televisão, que possui cerca de 75% do mercado televisivo do Brasil, sendo esta a 5ª maior rede de televisão do mundo, veiculou em um capítulo da novela Fina Estampa, uma clara iniciativa de doutrinação das mentes menos esclarecidas sobre o problema do aborto. Na trama, um jovem cometeu o pecado contra a castidade com uma outra menina (nada foi dito também sobre isto como um erro), que a engravidou. Abaixo, segue a transcrição do diálogo que os personagens cometam sobre o ato de abortar.


Patrícia (gritando para Antenor, seu namorado): - Você não tem que resolver nada! O corpo é meu, a mãe sou eu – eu é que decido se quero tirar este filho ou não.
Antenor
 (Caio Castro, respondendo a Patrícia)- Eu não conto? Você decide pelos dois, estraga a minha vida?
Patrícia
 (gritando para Antenor): - Desaparece! Desaparece! Sai da minha frente!
René Velmont
 (Dalton Vigh): – Chega, Antenor! Antenor! É melhor você ir embora e no meio do caminho é bom você pensar se quer continuar estudando Medicina ou não.
Antenor:
 - eu não tenho nenhuma dúvida disso.
René Velmont:
  – mas eu tenho…porque você devia saber que a decisão de levar adiante esta gravidez ou não cabe à Patrícia…tá?


Esta clara apologia vai contra todos os princípios éticos e legais que se há hoje no Brasil e em diversos tratados internacionais, como o Pacto de San Jose da Costa Rica, no 1º parágrafo do artigo 4º do Capítulo I, onde vemos claramente que :

Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” (fonte:http://www.portaldafamilia.org/artigos/texto065.shtml).”

Quando vemos então reiteradamente os atores dizendo que a decisão de tirar ou não o bebê cabe a mãe, fica claro que trata-se de uma propaganda ilegal em favor do aborto.

Este é um caso claro onde a ficção não mais imita a vida real, mas tenta moldar-la de acordo com os interesses de um pequeno grupo de “iluminados” que acham que tem todas as soluções para o mundo. Aliado a este cenário de traça e subversão da verdade dos fatos, a falta de informação contrária que venha a esclarecer a verdade dos luz dos fatos e ante as leis. Todo nascituro (bebê ainda na barriga da mãe, seja em qual estágio de desenvolvimento esteja) tem seus direitos assegurados como todo ser humano já nascido, pois este também já é um ser humano e não deve ser privado da vida, como diz o texto do Pacto Internacional.

Não podemos mais permitir que crianças seja mortas ainda no ventre materno, sendo tratadas como “frutos malditos deum erro de percurso”. Nada na história humana matou mais que as ideologias por trás da “liberdade de pensamento crítico”. Portanto, quanto antes acordarmos do pesadelo da “liberdade de matar”, mais rápidos podermos desfrutar da liberdade de pensar e agir. Diga não ao aborto e as ideias subversivas que colocam na sua mente.
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Uruguai: a promoção do aborto responde a interesses internacionais


Dois membros da Pastoral da Família e a Vida da Conferência Episcopal Uruguaia (CEU), denunciaram diante da Comissão de Saúde Pública do Senado que os projetos a favor do abortona América Latina respondem a interesses internacionais.

"Agora é a vez do Uruguai. Infelizmente este tipo de projetos não são uma iniciativa local de alguns legisladores e sim uma das estratégias internacionalmente promovidas por instituições que pretendem enganar os povos e os legisladores, e fazer que aprovem uma coisa pensando que aprovam outra", afirmou Gabriela López, que acudiu junto com Víctor Guerrero.

López se referiu ao projeto para despenalizar o aborto apresentado pela senadora Mónica Xavier (Partido Socialista) e o deputado Álvaro Vega (MPP). O texto seria votado em 2012.

Segundo a imprensa local, López indicou que "muito poucas pessoas desconhecem a existência de interesses internacionais para impor o aborto aos países".

"Atrás destas pressões existem fundações internacionais como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras (...) que vêem o crescimento populacional do mundo como um problema de segurança", afirmou.

Gabriela López assinalou que projetos com o mesmo sentido foram apresentados na Argentina e no Brasil. Ele advertiu que seu verdadeiro objetivo "não é a promoção das mulheres".

"Aderir-nos a estes programas significa submeter- nos a interesses externos que são cada vez mais conhecidos por todos e que, em médio prazo, só servirão para debilitar a própria base popular", indicou. 


Fonte: ACI

Muçulmano assassina jovem cristã por recursar converter-se ao Islã e casar-se com ele



Um muçulmano no Paquistão assassinou uma adolescente cristã de 18 anos que ele havia seqüestrado para casar-se com ela porque a moça rechaçou abraçar a fé islâmica e converter-se em sua esposa à força.

Conforme informa a agência vaticana Fides, o Pe. Zafal Iqbal, pároco de Khushpur, onde vive afamília de Mariah, a moça de 18 anos, ela "resistiu, não queria converter-se ao Islã e não se casou com o homem, que por esta razão a matou. É uma mártir".

O sacerdote disse à Fides que informou destes fatos a Comissão "Justiça e Paz" e o Bispo de Faisalabad, Dom Joseph Coutts.

"O culpado foi preso e a polícia está investigando. Esperamos que se faça justiça, enquanto, a comunidade está triste e aborrecida", disse o sacerdote e acrescentou que "casos como este ocorrem diariamente em Punjab".

Por sua parte o vigário de Faisalabad, Pe. Khalid Rashid Asi, comentou que "é muito triste, os cristãos, freqüentemente as meninas, são vítimas indefesas".

Fides informa além que por volta da data outro caso de perseguição religiosa contra cristãos foi resolvido: o do ancião católico de 72 anos de Faisalabad, Rehmat Masih, liberado há uma semana, depois de 2 anos da prisão e de imenso sofrimento, depois de uma falsa acusação de blasfêmia.

A Lei de Blasfêmia agrupa várias normas contidas no Código Penal inspiradas diretamente na Xaria –lei religiosa muçulmana– para sancionar qualquer ofensa de palavra ou obra contra Alá, Maomé ou o Corão. 

A ofensa pode ser denunciada por um muçulmano sem necessidade de testemunhas ou provas adicionais e o castigo poderia supor o julgamento imediato e a posterior condena a prisão ou morte do acusado.A lei é usada com freqüência para perseguir a minoria cristã, que costuma ser explorada no trabalho e discriminada no acesso à educação e os postos de função pública.
Fonte: ACI