sábado, 5 de abril de 2014

Como evitar distrações na oração?

© Chris Waits
Quem se propõe a orar é constantemente tentado a adiar, recortar, tornar rotina e – o pior de tudo – suprimir sua oração.

O diabo costuma sussurrar ao ouvido de quem quer orar: “Não, agora você tem muitas coisas para fazer, deixe isso para depois” (um depois que nunca chega). Ou se, por exemplo, a pessoa se propôs a orar meia hora, sente-se tentada a abandonar a oração depois de dez minutos, achando que já orou suficientemente, mais do que muitas outras pessoas.

Também surgem as distrações, a recordação do que se deixou pendente, ou se sente sono, a pessoa pode ser chamada, interrompida, o telefone pode tocar... Muitas coisas podem interromper a oração.

Cuidado: são tentações. Mas o que fazer nestes casos? Santo Inácio de Loyola aconselhava fazer o contrário do que a tentação sugere.

Por exemplo, se você decidiu orar meia hora, mas, depois de 15 minutos, já se vê tentado a terminar, proponha-se a orar não somente a meia hora, e sim 15 minuto a mais.

Ao agir assim, você conseguirá superar a tentação de recortar a oração e o tentador provavelmente não voltará a lhe apresentar este tipo de proposta.

Nunca se esqueça de que, em seu propósito de fazer oração, não basta enfrentar as circunstâncias do mundo e suas próprias emoções, mas também o demônio, que está muito interessado em fazer você deixar de orar, já que a oração traz muitos bons frutos.

São Pedro nos recorda: “Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar” (1 Pedro 5, 8).

Diante da tentação, procure afiançar seu “sim” ao Senhor e dizer “não” àtentação.

Leve em consideração que, com a oração, acontece como com os alimentos: quando deixa de comer, a pessoa vai perdendo a fome, até morrer de inanição. Quando deixa a oração de lado, a pessoa vai perdendo a vontade de orar, até morrer espiritualmente.

Por isso, é importante superar esta tentação. Peça a Deus ajuda para orar e para lutar contra tudo o que atrapalha ou dificulta a sua oração.

Peça-lhe que o ajude a encontrar tempo; que lhe dê um coração bem disposto; que o livre do desânimo; enfim, que o ajude a defender seus momentos de encontro íntimo com Ele.

E confie em que Ele o ajudará!

“Bendito seja o Senhor, que ouviu a voz de minha súplica; 
nele confiou meu coração e fui socorrido.
O Senhor é a minha força e o meu escudo! 
Por isso meu coração exulta e o louvo com meu cântico.”
(Salmo 27, 6-7)

Brasileiros dizem “não” a projeto de lei que introduz a ideologia de gênero na educação

REDAÇÃO CENTRAL, 05 Abr. 14 / 07:02 pm (ACI).- Em entrevista a ACIDigital, Prof. Hermes Rodrigues Nery, especialista em Bioética e membro da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, fala da oposição dos brasileiros ao PNE (Plano Nacional de Educação), que busca que a divulgação ideologia de gênero seja uma das diretrizes  fundamentais da educação em todo o país.
O perito explica também os riscos para as famílias e estudantes brasileiros contidos no projeto, que será vota na terça-feira, 8, poderia trazer. Segundo o Prof. Nery, “o Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece as diretrizes e metas da educação brasileira para os próximos dez anos, norteando o conteúdo e as metodologias de ensino em todo o País, com instrumentos legais para exigir dos professores, diretores e também donos de escolas particulares a cumprirem o que está determinado no referido PNE”.
Com a aprovação do PNE, o Ministério da Educação (MEC) passaria a produzir materiais didáticos, livros, cartilhas, DVDs, etc. (inclusive já fazem atualmente), promover atividades, workshops, capacitações, para que todos aceitassem o anarquismo da ideologia de gênero, sob o amparo da lei. “Com isso, os professores serão obrigados a concordar com uma ideologia eivada de equívocos, e de efeitos sociais danosos, e terão de repetir a cartilha igualitária do MEC se quiserem sobreviver. E as escolas particulares que questionarem o conteúdo ideológico imposto, sofrerão sanções. A forma de fechar o cerco e acuar todos na redoma será criar e consolidar o Sistema Único de Educação, para garantir a uniformização do pensamento na rede de ensino”, acrescentou.
“Ao incluir a ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação, o governo do PT (a exemplo do que já expôs no PNDH3), visa utilizar todos os meios e recursos para disseminar a agenda do feminismo radical, assumida pela ONU, para intensificar o processo de desmonte civilizacional, de modo especial os princípios e valores da cultura ocidental, de tradição judaico-cristã. É, portanto, uma agenda anticristã inclusa no PNE, com a ideologia de gênero, que, sendo aprovado, será executada por toda a rede de ensino do País”, explicou o acadêmico e líder pró-vida.  
“O governo do PT sabe que para fazer a revolução cultural que pretende, precisa instrumentalizar toda a rede de ensino para seus fins de perversão, fazendo dos professores escravos de uma ideologia, obrigados a ensinar e doutrinar as crianças, desde a mais tenra idade, de que a identidade sexual não pode estar condicionada a um determinismo biológico, pois que seria uma construção sócio-cultural, e não pode haver diferenças também nesta dimensão relacional, pois – para elas – as diferenças acentuam lógicas de dominação e poder”, explicita.
“O próprio relator do PNE na Câmara, deputado Angelo Vanhoni, afirmou em entrevista à TV Canção Nova, que a escola é o espaço privilegiado para a transformação dos valores. Espaço este que o governo quer tomar de vez para promover a sua revolução cultural, anti-cristã e inteiramente desumana”, disse Prof. Hermes, que também assinalou que o perigo da ideologia de gênero para os estudantes e famílias brasileiras é o fato de que esta “nega  a natureza humana e fere profundamente a humanidade do homem e da mulher, que deixam de ser complementares, pois, para os ideólogos de gênero, a identidade sexual não é um dado natural, mas uma construção sócio-cultural, que pode ser manipulada” .
“Como vemos –concluiu o Prof. Rodrigues Nery- incluir a ideologia de gênero no PNE é permitir que o governo do PT avance em seu programa socialista, utilizando o próprio parlamento para seus fins revolucionários. Agora, não mais pelas armas, mas de modo sutil e sofisticado, por dentro das estruturas, corroendo-as por dentro”.
As formas de participação contra o PNE são as seguintes:
b) ligação gratuita pelo telefone 0800 619 619. Tecla “9” pedindo a rejeição à ideologia de gênero em nosso sistema educacional.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

As “Fraternas” e um chamado para a nova evangelização

Fraternas em Los Angeles. Foto: Paula Doyle / The Tidings Online
LOS ANGELES, 04 Abr. 14 / 02:09 pm (ACI/EWTN Noticias).- Fraternidade Mariana da Reconciliação é uma jovem iniciativa da Igreja que se estendeu em vários países do mundo, logo depois de surgir na capital peruana. Na seguinte nota conheça o testemunho de algumas de seus membros que servem em diferentes serviços apostólicos na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

A Fraternidade Mariana da Reconciliação nasce no Peru em 1991 e desde então se expandiu para várias dioceses do mundo na Austrália, Inglaterra, Itália, Estados Unidos (Califórnia, Colorado, Connecticut e Texas), assim como em outros países da América do Sul e América Central. As “Fraternas”, como são conhecidas as mulheres que participam desta comunidade, vivem em obediência, celibato e desapego aos bens temporais para estar plenamente disponíveis para o apostolado.

Em declarações ao jornal Católico Angelus The Tidings Online, quatro fraternas que moram em Los Angeles, Califórnia (Estados Unidos), contaram como assumem este compromisso.

Luciane Urban, que é uma Fraterna brasileira e se desempenha como coordenadora executiva de Dom José Gómez, Arcebispo de Los Angeles, comentou que sempre diz às pessoas que “eu dei a minha vida a Deus e não sei onde vou morar, do que vou viver, o que vou fazer, ou quanto tempo vou estar em um lugar, e sempre me perguntam: Como pode viver com tanta insegurança?’", ela lhes responde "Que maior segurança podemos ter que estar nas mãos de Deus?”.

Explicou que “a nível humano, parece muito inseguro, mas é totalmente o contrário. Acho que essa é uma das coisas que nos dá muita alegria e que nos ajuda a sermos capazes de viver e conhecer as pessoas e fazer amigos”,

Disse também que as fraternas são capazes de ir a outros lugares e mudar de ministérios, assim como fazer algo que nunca fizeram antes, “se Deus está pedindo-nos que façamos, ele vai dar a graça. O que parece tão inseguro aos olhos do mundo, é a segurança total de Deus".

A peruana Rossana Goñi (47), superiora da comunidade em Los Angeles, uniu-se à comunidade aos 26 anos e destacou que na comunidade, “a ênfase está em ser uma pessoa comum, ativa e evangelizadora, para sair e estar no meio do mundo fazendo algo".

Como alenta o Papa Francisco, comentou, “queremos sair e dizer às pessoas que Deus está vivo e te ama e quer que seja feliz", destacou que são mulheres consagradas que fazem votos de castidade, mas que isto não significa que abandonam a maternidade porque “sou uma mãe espiritual de muitos, inclusive de pessoas mais velhas do que eu. Ser uma mãe espiritual é muito gratificante, nascemos para isso, somos mulheres e não perdemos (esse desejo) a maternidade. Vivemos a maternidade em sua totalidade", concluiu.

Posso obrigar os meus filhos à prática religiosa quando se “rebelam” na adolescência?

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Muitos pais se preocupam quando seus filhos adolescentes ou jovens assumem uma postura negativa diante de Deus, levando em consideração que todos receberam os valores religiosos no lar e, justamente quando conquistaram um pouco de autonomia, liberdade e razão, decidiram rejeitar tudo o que possa representar Deus.
 
Quando esta situação se apresenta nas famílias, alguns pais podem reagir de maneira coercitiva, obrigando seus filhos a ir à Missa ou participar das diversas atividades religiosas. Outros pais optarão por deixar que os filhos se afastem e que voltem a se encontrar com Deus por conta própria.
 
Conscientes de que esta não é uma tarefa fácil, o importante é agir de maneira adequada, para impedir que esse afastamento vá crescendo, pois muitas vezes as reações dos pais vai criando mais distanciamento ainda nos filhos.
 
Antes de explicar o que fazer quando se dá esta problemática, devemos analisar alguns fatores determinantes:
 
A fé tem etapas
 
A fé também tem um ciclo natural na vida do ser humano. O Pe. Calixto o descreve assim: “Nossa vivência religiosa passa por quatro etapas: aquela fé da Primeira Comunhão; uma segunda, que vivemos durante a adolescência, repleta de incertezas, altos e baixos; a terceira, na qual a fé parece evaporar e morrer na vida adulta; e talvez uma quarta: a fé recobrada, quando ajudamos os filhos em sua religiosidade”.
 
A rebeldia como característica própria da adolescência
 
Nesta etapa da vida, os seres humanos passam por uma fase de inconformismo e querem mudar seu statu quo. Muitas vezes, nem sequer sabem contra o que estão se rebelando, mas essa busca de identidade é seu foco, é o que os leva a desestabilizar tudo o que os cerca, inclusive seus pais. Há casos em que não se rebelam diante de Deus, mas sim dos seus pais, que se tornam para eles uma ameaça constante.
 
Entendendo este contexto, percebemos que a raiz do problema é a busca de identidade, e não necessariamente a rejeição de Deus.
 
Más influências
 
Uma pessoa próxima do nosso filho pode estar questionando a fé. Não nos esqueçamos de que, durante a adolescência, os amigos são as pessoas mais influentes na vida dos nossos filhos. E uma má amizade pode causar muito dano. Ao ver seu filho contestando a religião, é recomendável começar indagando sobre seus amigos, convidando-os à casa e tentando ter contato com suas famílias.
 
Ao confirmar que é este o problema, o melhor não é proibir tal amizade, e sim usar outras táticas mais sutis, que possam ir distanciando seu filho da pessoa inconveniente.
 
Controle extremo
 
Seus filhos já não são crianças e isso precisa ficar claro. Eles cresceram, podem raciocinar, fazer escolhas e têm poder de decisão, ainda que sejam imaturos. Quando exercemos um controle exagerado sobre eles, eles podem ficar contra nós. Nessa idade, já se supõe que os educamos nos valores e confiamos na educação que lhes demos. Portanto, não é aconselhável obrigá-los a nada nem impor a religião, porque certamente acabarão rejeitando-a.
 
O que fazer, então?
 
- Acompanhá-los, nunca deixá-los sozinhos. É preciso acompanhá-los neste processo.
 
- Nada de censuras e repreensões. Mesmo sabendo que eles estão errados, não é bom fazer comentários que os façam sentir-se mal. O tema de Deus não pode se tornar um pesadelo; o diálogo ameno e positivo dará melhores resultados.
 
- Exemplo e coerência. Nada educa mais que o exemplo. Precisamos ser coerentes com a Palavra de Deus e fazer que nossos atos estejam de acordo com o que professamos. Se nossos filhos nos veem tratando bem as pessoas, sendo honestos, respeitosos, responsáveis, pacientes, caridosos, amorosos, eles captarão a mensagem e acabarão aceitando os benefícios de ter Deus na vida.
 
- Falar-lhes positivamente de Deus, como um amigo, não como um castigador. Precisamos transmitir-lhes os ensinamentos de Deus de forma positiva, pois o Senhor ama todos nós e perdoa nossas falhas. Apresentemos Jesus como seu amigo, seu companheiro, seu protetor.
 
- Rezar pelos nossos filhos. Esta é a melhor coisa que podemos fazer, colocando-os nas mãos de Maria, para que voltem a se aproximar do Senhor.
Fonte: Aleteia

Caindo no conto do gênero...

O Brasil tem protagonizado nas últimas semanas a tentativa de implantação da ideologia do gênero por meio da Votação do Plano Nacional de Educação.
Nessa última quarta-feira houve a terceira tentativa de votação na câmara dos deputados, embora mais uma vez adiada, à causa, dessa vez, de bate-boca e provocação de deputados contra os manifestantes pró-vida e pró-família presentes na sala.
“Muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero”, disse à ZENIT o Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva, sacerdote da Diocese de Osasco - SP, pároco da Igreja São Domingos (Osasco), doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Romana da Santa Cruz e professor de Teologia Moral.
Acompanhe a entrevista abaixo:
***
ZENIT: Temos visto nas últimas semanas um crescente debate sobre a questão de “gênero” no contexto do Plano Nacional de Educação. Como o sr. avalia estas discussões?
Pe. José Eduardo: Tenho acompanhado de perto os diferentes discursos e percebo que, embora a questão esteja cada dia mais clara, muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero, talvez até como um recurso para não enfrentarem um tema tão absurdo. Trata-se de um deslocamento para sabotar o discurso.
ZENIT: Em que consiste, então, a “ideologia de gênero”?
Pe. José Eduardo: Sintetizando em poucas palavras, a ideologia de gênero consiste no esvaziamento jurídico do conceito de homem e de mulher. A teoria é bastante complicada, e uma excelente explicação desta se encontra no documento “Agenda de gênero”. Contudo, a ideia é clara: eles afirmam que o sexo biológico é apenas um dado corporal de cuja ditadura nos devemos libertar pela composição arbitrária de um gênero.
ZENIT: Quais as consequências disso?
Pe. José Eduardo: As consequências são as piores possíveis! Conferindo status jurídico à chamada “identidade de gênero” não há mais sentido falar em “homem” e “mulher”; falar-se-ia apenas de “gênero”, ou seja, a identidade que cada um criaria para si.
Portanto, não haveria sentido em falar de casamento entre um “homem” e uma “mulher”, já que são variáveis totalmente indefinidas.
Mas, do mesmo modo, não haveria mais sentido falar em “homossexual”, pois a homossexualidade consiste, por exemplo, num “homem” relacionar-se sexualmente com outro “homem”. Todavia, para a ideologia de gênero o “homem 1” não é “homem”, nem tampouco o “homem 2” o seria.
ZENIT: Então aqueles que defendem a “ideologia de gênero” em nome dos direitos homossexuais estão equivocados?
Pe. José Eduardo: Exatamente! Eles não percebem que, uma vez aderindo à ideologia de gênero, não haverá sequer motivo em combater à discriminação. Nas leis contra a discriminação, eles querem discriminar alguns que consideram mais discriminados. Contudo, pela ideologia de gênero, não há mais sentido em diferenciar condições e papeis, tudo se vulnerabiliza! Literalmente, eles caíram no conto do gênero.
Para defender a identidade homossexual, estão usando uma ideologia que destrói qualquer identidade sexual e, por isso, também a família, ou qualquer tipo de família, como eles mesmos gostam de dizer.
Em poucas palavras, a ideologia de gênero está para além da heterossexualidade, da homossexualidade, da bissexualidade, da transexualidade, da intersexualidade, da pansexualidade ou de qualquer outra forma de sexualidade que existir. É a pura afirmação de que a pessoa humana é sexualmente indefinida e indefinível.
ZENIT: Então a situação é muito pior do que imaginamos...
Pe. José Eduardo: Sim. As pessoas estão pensando em “gênero” ainda nos termos de uma “identidade sexual”. Há outra lógica em jogo, e é por isso que ninguém se entende.
Para eles, a ideia de “identidade sexual” é apenas um dado físico, corporal. Não implica em nenhuma identidade. Conformar-se com ela seria “sexismo”, segundo a própria nomenclatura deles. A verdadeira identidade é o “gênero”, construído arbitrariamente.
Todavia, este “gênero” não se torna uma categoria coletiva. É totalmente individual e, portanto, indefinível em termos coletivos. Por exemplo, alguém poderia se declarar gay. Para os ideólogos de gênero isso já é uma imposição social, pois a definição de gay seria sempre relativa a uma condição masculina ou feminina mormente estabelecida. Portanto, uma definição relativa a outra, para eles, ditatorial.
Não existiria, tampouco, a transexualidade. Esta se define como a migração de um sexo para outro. Mas, dirão os ideólogos de gênero, quem disse que a pessoa saiu de um sexo, se aquela expressão corporal não exprime a sua identidade construída? Portanto, para eles, não há sequer transexualidade.
Gênero, ao contrário, é autorreferencial, totalmente arbitrário.
Alguém dirá que não há lógica isso. Realmente, a lógica aqui é “ser ilógico”. É o absurdo que ofusca nossa capacidade de entender.
ZENIT: O que dizer, então, de quem defende a ideologia de gênero no âmbito dos direitos feministas?
Pe. José Eduardo: Os ideólogos de gênero, às escondidas, devem rir às pencas das feministas. Como defender as mulheres, se elas não são mulheres?...
ZENIT: Qual seria o objetivo, portanto, da “agenda de gênero”?
Pe. José Eduardo: Como se demonstra no estudo que mencionei, o grande objetivo por trás de todo este absurdo – que, de tão absurdo, é absurdamente difícil de ser explicado – é a pulverização da família com a finalidade do estabelecimento de um caos no qual a pessoa se torne um indivíduo solto, facilmente manipulável. A ideologia de gênero é uma teoria que supõe uma visão totalitarista do mundo.
ZENIT: Como a população está reagindo diante disso?
Pe. José Eduardo: Graças a Deus, milhares de pessoas têm se manifestado, requerendo dos legisladores a extinção completa desta terminologia no Plano Nacional de Educação. Pessoalmente, tenho explicado a muitas pessoas a gravidade da situação nestes termos: 1) querem nos impor uma ideologia absurda pela via legislativa; 2) querem fazê-lo às custas do desconhecimento da população, o que é inadmissível num Estado democrático de direito; 3) e querem utilizar a escola como um laboratório, expondo nossas crianças à desconstrução de sua própria personalidade. E ainda querem que fiquemos calados com isso! Não!, o povo não se calará!
ZENIT: Falando em “Estado democrático de direito” e vendo a manifestação de tantos cristãos, evangélicos e católicos, inclusive de bispos, alguns alegam a laicidade do Estado como desculpa para desprezar os seus argumentos. O que dizer sobre isso?
Pe. José Eduardo: Esta objeção é tão repetitiva que se torna cansativo respondê-la. Numa discussão democrática, não importa se o interlocutor é religioso ou não. O Estado é laico, não laicista, anti-religioso. Seria muito divertido, se não fosse puro preconceito – e às vezes, verdadeiro discurso de ódio anti-religioso –, a insistência com a qual alguns mencionam a Bíblia, os dogmas, os preceitos... como se nós estivéssemos o tempo todo alegando argumentos teológicos. Como se pode ver acima, nossos argumentos aqui são simplesmente filosóficos, racionais. Aliás, são tão racionais a ponto de mostrar o quanto a proposta deles é totalmente irracional, posto que contradizem as sua próprias bandeiras ideológicas.
No final das contas, a única coisa que lhes resta é a rotulação – na audiência de ontem, chamaram aos gritos um deputado de “machista”, em outra ocasião de “patricarcalista” –, mas a rotulação é a arma dos covardes, daqueles que não têm honestidade e liberdade intelectuais. Como digo sempre, nestas discussões, precisamos nos comportar como filósofos, e não como maus advogados, que estão dispostos a negar até as evidências.
Fonte:  ZENIT

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Vergonha esse vídeo: TV Aparecida, por que não os cala?

Mais um escândalo numa TV Católica, o episódio passaria desapercebido se um portal “católico” LGBT (sic) não tivesse bradado sua vitória aos quatro ventos.
O Padre Pedro Cunha lê um Email que pedia esclarecimento sobre o caso dos homossexuais e a comunhão. Ele se recusa a responder em primeiro momento, pois “bufará” como uma mulher no parto, mandará para o inferno “o que fica muito desagradável, segundo ele”…  Rodolfo, um dos integrantes do programa,  diz que de fato a doutrina e moral católica são explicito quanto aos atos homossexuais, porem:
“..se você quer ensinar para as pessoas o que a Igreja pensa sobre a prática da vivência da homossexualidade, você como padre, pode responder, se ninguém perguntar você nem deveria falar porque senão é desnecessário”(…) E ofender a consciência das pessoas é um pecado mais grave do qualquer outro.
A obrigação dos pastores de ensinar? Não, essa não existe. Eles tem apenas a obrigação de não incomodar ninguém.Segundo o nobre apresentador e teólogo.
O padre volta com um pudor polido e diz:
«(…)Como é que o senhor numa missa, chega, e e simplesmente diz “quem é homossexual não devia comungar”. O senhor não sabe quem é e quem está ali na missa. O Senhor não sabe a condição de ninguém que está ali. Então, o senhor não tem o direito e mais, que ninguém nos ouça, é crime, neste caso, é crime…O padre mete os pés pelas mãos e agente é obrigado a dizer uma coisa dessas para um irmão no sacerdócio. Isso não me alegra, isso me entristece e me entristece muito.
A frase “separada” está correta, se entendermos isso por apenas os que tem tendência. Porem, ela tem a gravidade de pregação imoral, pois não foi feita sequer uma leve ressalva do que foi dito pelo outro apresentador.
Deve-se sim ensinar aos que vivem em pecado a não comungarem. Claro que não se trata de um homossexual que vive a castidade, mas daqueles que vivem relações fora do casamento.  Alguém perguntará: E a acolhida e misericórdia?
Sobre isso, Cristo, a misericórdia encarnada, nos dá um exemplo quando muitos de seus seguidores começaram a se afastar pela dureza de suas palavras e sua pregação eucarística:
« Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos?» (São João VI, 67)
Fonte: http://fidespress.com/

Procon recolhe ovos de Páscoa que incentivam bullying

A Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), através do Procon Estadual, recolheu nesta quarta-feira o ovo de páscoa "Bis Xtra + Chocolate", da Láctea, das prateleiras de supermercados e de lojas de departamentos do Rio de Janeiro. Segundo o órgão, a a campanha publicitária do produto e a mensagem transmitida em sua embalagem incentivam a discriminação entre crianças e adolescentes.

Ovos Bis. Foto: Divulgação
A embalagem do produto pede que o consumidor "personalize a embalagem com adesivos e sacaneie seu amigo". Entre as frases, existem expressões como "morto de fome, "nerd" e "nervosinho". O Procon entende que inadmissível que um produto direcionada a crianças e adolescentes incite qualquer tipo de violência (verbal, neste caso) em um tempo onde o bullying é uma das maiores discussões.
O Procon instarou processo administrativo contra a fabricante dos ovos, a Mondelez Brasil, para que suspenda a comercialização e apreenda os produtos à venda. A decisão vale até que a embalagem seja alterada. A Operação Pernalonga do órgão surgiu após denúncias de jornais e protestos nas redes sociais.


"A Páscoa possui uma mensagem de paz e confraternização e esta campanha manda sacanear os outros? Quem elaborou essa campanha é sem noção", disse a secretária de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, Cidinha Campos.
Fonte: http://www.sidneyrezende.com/

Assista o trailer do filme BOTA FÉ.

online a partir do dia 13 de Abril



                               Assim nasceu um filme, sem fins lucrativos, intitulado é “BOTA fè”

Famoso pastor pentecostal e sua esposa se tornam católicos

Public Domain
pastor protestante sueco Ulf Ekman e sua esposa Birgitta anunciaram que, na próxima Páscoa, eles se converterão à Igreja Católica. O anúncio, que causou grande surpresa e comoção em muitos, foi feito há alguns dias, durante um sermão na congregação pentecostal que fundaram há 30 anos.

A fama de Ekman também se espalhou devido aos seus livros, traduzidos a 60 idiomas, a um programa de televisão, uma escola bíblica fundada por ele, sua comunidade “Palavra de Vida” (com mais de 3 mil membros, 12pastores e uma escola com mil alunos).

O “processo” de Ekman leva cerca de 10 anos, durante os quais ele pesquisou com atenção o Catecismo da Igreja Católica e sua doutrina social, e teve contato com líderes da Renovação Carismática Católica, que o marcaram pelo seu testemunho. “Percebemos que nossos preconceitos protestantes não tinham base alguma, em muitos casos”, afirmou.

Uma das reflexões que mais o atraíram à Igreja Católica foi a da unidade do Corpo de Cristo.

“Acreditar na unidade [dos cristãos] tem consequências práticas, disse. Seus argumentos neste campo foram expostos na revista “Varlden Idag”, em uma entrevista: “Não entendo que se diga que não precisamos de um magistério. Se temos 5 versículos da Bíblia e 18 comentários sobre estas escrituras, quem decidirá? Meu intelecto é melhor que o seu, eu li mais, posso convencer melhor que você... ou existe um magistério que orienta sobre como julgar o assunto.

Do Papa, ele disse que é a máxima expressão de um magistério, e que ele acredita “na necessidade de uma autoridade definitiva”.

Para continuar tratando do tema da unidade, o pastor citou João 11, 52: “Sim, Jesus não ia morrer somente pelo povo, mas também para reunir os filhos dispersos de Deus”.

“Jesus morreu por isso – comentou. Acho que está muito forte no coração de Deus o desejo de que nos unamos.” Esta unidade não pode ser meramente relacional, pois “a Igreja é o Corpo de Cristo, uma entidade estruturada. É concreta, não uma nuvem de gás. O Corpo é visível. O modelo é Jesus, que teve um corpo visível durante 30 anos.”

Um antecedente de cunho místico

Ekman era um jovem estudante na década de 70 quando, sentado em um restaurante, sentiu as lágrimas escorrerem e não conseguiu evitar o choro. “Tive uma experiência instantânea de como Jesus sofre porque sua Igrejaestá dividida. Foi como um relâmpago. Senti: ‘Isso não é do agrado de Deus’. Jesus chorava por isso. Eu o senti naquele restaurante, na hora do almoço. Depois isso desapareceu da minha memória. Mas voltou a surgir nos últimos 10 anos”, recordou.

Mas o tema da unidade não é o único. Ao anunciar sua entrada á IgrejaCatólica, ele recordou algumas das suas razões.

“Vimos [na Igreja Católica] um grande amor por Jesus e uma teologia sã, fundada na Bíblia e no dogma clássico. Vivenciamos a riqueza da vida sacramental. Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida no sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e que a transmite à geração seguinte. Encontramos uma força ética e moral e uma coerência que pode enfrentar a opinião geral, e uma tendência bondosa com relação aos pobres e fracos. Finalmente, mas não menos importante, tivemos contato com representantes de milhões de católicos carismáticos e vimos sua fé viva.”

Em seu processo, Ekman destaca também o papel de dois religiosos: Dom Anders Arborius, único bispo católico da Suécia, e o padre carmelita Wilfrid Stinissen, reconhecido escritor.

A partir de agora, ele será um “simples católico”. Isso entre aspas, pois certamente a Igreja o convidará a usar seus dons para a missão. “Nós nos sentimos um pouco como Abraão e Sara: dois idosos entrando em um país desconhecido”, acrescentou.

Mas eles têm a certeza do auxílio de Deus.

(Artigo originalmente publicado por AICA)

Conselhos para ser um escritor católico

Muitas pessoas me escrevem perguntando o que precisam fazer para iniciar uma editora ou ser um escritor católico. Isso me faz lembrar de um jovem que queria conhecer o “passo a passo” a ser seguido e me questionou: “Qual é a primeira coisa que devo fazer?”. Então, eu respondi: “A primeira coisa é ir ao Sacrário. Antes de começar, visite Jesus”.

É do Sacrário que extraímos a força necessária para iniciar qualquer projeto; no Sacrário está a nossa esperança. Para comunicar Deus, é preciso tê-lo no coração. Sua graça e sua paz serão tão grandes, que você não conseguirá guardá-las apenas para você mesmo.

Este anseio que você experimenta não é seu. Foi Ele quem, em seu infinito amor, fixou seus olhos em você. E é maravilhoso o que você quer fazer com sua vida: escrever é um dom que pode ser colocado ao serviço das pessoas.

A seguir, algumas sugestões simples:

1. Comece a visitar Jesus no sacrário diariamente. Se puder, participe da Missa todos os dias também. Uma boa confissão sacramental é de grande ajuda. A comunhão diária, conservar o estado de graça e visitar Jesus são ações que servem como combustível para começar.

Tenha um caderninho sempre à mão. Todos os meus livros, sex exceção, eu comecei a escrever em minhas visitas ao Sacrário ou durante uma Missa. As ideias fluem nesses momentos e são tantas, que preciso dizer a Jesus: “Calma, vá devagar”.

2. Leia livros de espiritualidade que possam alimentar seu espírito e lhe mostrar o caminho a seguir. Algumas sugestões:

- História de uma alma (Santa Teresinha)
- Imitação de Cristo (Tomás de Kempis)
- O peregrino russo
Deus existe e eu o encontrei (Frossard)
- Buscando Deus (Larigaudie)
- Orações para rezar na rua (Michel Quoist)
- Livros sobre a vida dos santos

Estes livros não falam de teologia profunda ou de coisas complicadas. Contam histórias, vivências cotidianas. E se apoiam na Bíblia. Eu procurei seguir seus exemplos e só narro histórias, vivências cotidianas, coisas que aconteceram comigo ou que me contaram. E uso muitas citações bíblicas.

3. Passe mais tempo a sós com Deus. Você e Ele. E escute-o.

4. Depois de iniciar este caminho, pegue um papel e comece a contar suas histórias e a forma como Deus se fez presente em sua vida. Você não precisa fazer mais nada. Eu não dou palestras, só escrevo. O resto, o importante, é Deus quem faz. É Ele quem toca os corações, quem transforma as pessoas e as faz renascer.

Alguns conselhos práticos:

1. Escreva histórias simples. E use sempre citações bíblicas.

2. Não diga nada negativo, pois para isso já existem os jornais. Faça algo diferente, dê esperança, mostre que é possível, que acontecem coisas boas no mundo.

3. Que o livro não ultrapasse 150 páginas. Quanto mais curto, melhor.

4. Um livro não é escrito em um dia. Cada dia é diferente, novo. Por isso, comece sempre com algo novo, diferente, que leve a Deus.

5. Use frases curtas. Cada frase corresponde a uma respiração. Uma vez terminado um capítulo, leia-o em voz alta, e então você perceberá onde é necessário colocar uma vírgula ou um ponto.

6. Peça a algum amigo ou amiga (que conheça de ortografia) que revise seu texto. Use também corretores ortográficos.

Agora é a sua vez. Que bom que você quer ser um escritor de Jesus! Que o bom Deus o guie sempre.

(Por Claudio de Castro, diretor do Grupo Editorial Vida)
Fonte: http://www.aleteia.org/

Ele morreu aos 15 anos, de leucemia fulminante, oferecendo a vida pela Igreja e pelo papa

















"Estar sempre junto com Jesus: este é o meu plano de vida". Com estas poucas palavras, Carlo Acutis (1991-2006), o adolescente italiano que morreu de leucemia aos 15 anos de idade e que hoje é Servo de Deus, define a “marca registrada” de sua curta vida, focada decididamente na amizade com Jesus.

Carlo Acutis é um jovem como os outros dos nossos tempos: moderno, antenado, especialista em computação. Cheio de vida, ele era também cheio de fé e tinha uma inteligência acima da média. Sua história tem despertado admiração profunda: rapidamente, ele se tornou popular e muito amado. Graças à internet, a história de Carlo está indo bem além das fronteiras, embora vastas, das suas amizades diretas.

O que o fez viver com alegria até o fim foi o relacionamento com Cristo Eucaristia, do qual ele se nutriu todos os dias, e a adoração eucarística, à qual ele dedicava longo tempo. Devoto, mas nunca fanático, ele recebeu a primeira comunhão aos 7 anos de idade, com autorização especial.

É o que recorda a superiora do convento de clausura de Perego, em Brianza, onde ele fez a primeira comunhão: "Tranquilo durante o tempo da missa, ele começou a dar sinais de ‘impaciência’ quando se aproximava o momento de receber a Sagrada Comunhão. Com Jesus já no coração, depois de um tempo com a testa recolhida entre as mãos, ele começou a se mexer, um tanto agitado, como se não conseguisse ficar parado. Parecia que alguma coisa tinha acontecido com ele, só conhecida por ele; algo grandioso, que ele não conseguia conter" (Tempi, 20 de maio de 2013).

Hoje, graças à exposição virtual sobre os milagres eucarísticos, criada por iniciativa dele (visite em www.miracolieucaristici.org), a sua herança espiritual está presente no mundo todo: das Filipinas a Cabo Verde, do Brasil à China.

No início de outubro de 2006, Carlo manifestou os sintomas do que, inicialmente, foi confundido com caxumba, mas diagnosticado, logo depois, como leucemia fulminante de tipo m3. A morte veio rápido, no dia 12 de outubro. “Carlo entendeu o que estava acontecendo e ofereceu seus sofrimentos pela Igreja e pelo papa”, conta Francesca Consolini, postuladora da causa de beatificação. “No hospital, ele se preocupava com os pais, agradecia aos enfermeiros e médicos. Ele viveu também a morte com plenitude, como tinha vivido a vida. ‘Viver bem o hoje, olhando para o essencial’: eu acho que esta é a mensagem mais forte que ele nos deixou" (Credere, 30 de junho de 2013).

Um amigo fala da sua aproximação à fé depois da morte de Carlo. "No enterro, havia vários imigrantes, alguns muçulmanos e hinduístas. Eu acho que Carlo os tinha conhecido nos seus passeios de bicicleta pelo bairro, quando ele parava para conversar com os porteiros, quase todos estrangeiros. Perto da nossa casa havia um sem-teto. Carlo sempre levava comida para ele. Uma vez, ele deu um saco de dormir para um idoso que dormia numa caixa de papelão. Ele doava as suas mesadas para os frades capuchinhos".

“Ele era muito austero”, conta a mãe. “Uma vez, ele não gostou nem um pouco quando eu comprei um par de sapatos que ele achou supérfluos. Ele treinava a força de vontade. E dizia que ‘o problema é motivar a vontade. A única coisa que nós temos que pedir a Deus na oração é a vontade de ser santos’”.

“Eu estou feliz de morrer”, escreveu Carlo, “porque vivi a minha vida sem perder nenhum minuto em coisas que não agradam a Deus”.
Fonte: http://www.aleteia.org/

Fé cristã e política: entre o falatório e a realidade

(Publicado no Mídia Sem Máscara.)

  


Uma coisa é o Evangelho não ser nem de direita, nem de esquerda. Outra é compactuar com quem mente dizendo não haver como analisar questões políticas à luz dos princípios da fé cristã.

  
Não é muito difícil para um falastrão qualquer apresentar uma tese verdadeira em si mesma justamente para abrir o caminho para a aceitação de uma série de bobagens. Até crianças do ensino fundamental deveriam saber disso num ambiente cultural como o nosso, no qual tornou-se um vício usar a linguagem da forma mais irresponsável e malandra possível para fins políticos ou por pura egolatria.

Um exemplo sempre presente em conversas entre cristãos, quando o assunto é política é a frase: “o Evangelho não é de direita, nem de esquerda.” Eis uma obviedade, pelo simples fato do que o Evangelho, a Revelação, a Palavra de Deus, “permanece para sempre”. Já a clivagem esquerda/direita é só um meio de mapear linhas de pensamento e ação repleto de limitações, fruto de um período histórico determinado, além de ser facilmente manipulável.



Muito bem. Uma coisa é o Evangelho não ser nem de direita nem de esquerda. Outra é a safadeza em tentar fugir da questão central: todo assunto sério a respeito da condição humana sempre é, em última análise, filosófico e teológico. E aqui articulam-se temas seríssimos: nada menos que a própria Revelação e a possibilidade de entendê-la, a possibilidade de se obter, ou não, conhecimento objetivo da realidade social, e as implicações da doutrina cristã sobre a ação dos cristãos na esfera pública. Só para início de conversa.

Uma coisa é o Evangelho não ser nem de direita, nem de esquerda. Outra é compactuar com quem mente dizendo não haver como analisar questões políticas à luz dos princípios da fé cristã.

Uma coisa é o Evangelho não ser nem de direita, nem de esquerda. Outra é se omitir na crítica a cristãos defensores de agendas políticas anticristãs como as da esquerda, e até a algumas da direita, evocando um bom-mocismo eclesial que disfarça muito mal a covardia, a hesitação em confessar despreparo para tratar do tema ou outros interesses.


É verdade que "o Evangelho não é de direita nem de esquerda". Mas não há como ouvir com séria desconfiança esta sentença. É fácil demais usá-la para negar o mandamento "seja o seu sim, sim, e seu não, não, o que passar disso vem do maligno” (Mt. 5:36) em assuntos públicos. Também é muito fácil afirmar que “o Evangelho não é nem de direita nem de esquerda” com o intuito de fugir de um posicionamento realmente fundamentado no Evangelho em certas questões. Como quase não se ensina por aí a buscar tais posicionamentos, muita gente pensa que é impossível realizar tal tarefa, que na verdade é um dever de todo cristão. Outros sequer se preocupam com o assunto. A crise de discipulado que assola nossas igrejas é algo muito grave.


Também é possível afirmar que “o Evangelho não é nem de direita nem de esquerda” justamente para negar a relevância da fé cristã no debate político, ainda mais numa época em que a política quer invadir todas as áreas da vida, e, por conta desse processo, uma perseguição cultural aos cristãos nos países ocidentais torna-se cada vez mais notória. Mas diga a certos cristãos brasileiros que o evangelho diz respeito a todas as áreas da vida humana que logo a preguiça e a raiva em ter de admitir que ainda tem muito a aprender começa a apresentar seus sintomas, que vão do farisaísmo irracionalista às filisteidades reducionistas vaidosas.


Em certos ambientes brada-se que “o Evangelho não é nem de direita, nem de esquerda”, justamente para negar as origens, teses, meios e fins descaradamente anticristãos do que se define atualmente por esquerda. Que do lado da atual direita também haja gente cristã defendendo teses anticristãs é dado elementar. Mas negar a total incompatibilidade entre a cosmovisão revolucionária das elites políticas esquerdistas (e aqui se inclui toda a horda politicamente correta da ONU, ONG´s do mega-esquema globalista, potentados da mídia de massa, obamistas e o alto comissariado da União Européia) é atestado de insanidade, ainda mais na atual conjuntura.


É fácil dizer que “o Evangelho não é nem de direita nem de esquerda”. Difícil é fazê-lo com um mínimo de maturidade intelectual, ou seja: levando em conta tudo o que a boa lógica, o bom senso, as Sagradas Escrituras e uma teologia livre de coliformes ideológicos deixam claro.


O fato é que falar sobre o Evangelho não é a mesma coisa que falar com base numa visão profundamente comprometida com o Evangelho. E isso pode ficar claro quando se observa cuidadosamente quem fala, quando fala, para quem fala, por que fala, e os frutos destas declarações.


Enfim, pode-se dizer uma verdade sobre o Evangelho sem ter jamais tentado compreender a fundo o que ele realmente é, sua veracidade intrínseca, sua abrangência, a real natureza do poder e da disputa política, quem são de fato a direita e a esquerda, e com uma visão muito tosca do que realmente está em jogo no atual debate cultural e político.


 

Edson Camargo é o editor-executivo do Mídia Sem Máscara. Também é editor na Rádio Vox.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Era a "bruxa" mais famosa da Colômbia e após exorcismo converteu-se e hoje propaga a devoção do Santo Rosário

BOGOTÁ, 01 Abr. 14 / 01:01 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante duas décadas, entre os anos 70 e 80, foi a bruxa mais famosa da Colômbia. Políticos, artistas e narcotraficantes solicitavam seus serviços, até que um dia se encontrou com uma religiosa, recebeu um exorcismo e abraçou a fé católica que agora proclama.

Faz uns dias o jornal El Tiempo publicou uma entrevista na qual a ex-bruxa -cuja identidade mantém em reserva- relatou os perigos da bruxaria, narrou com detalhes seu exorcismo e sua surpreendente conversão.

“As pessoas pensam que não há nada de mal em que lhe adivinhem a sorte”, adverte e assegura que assim permitem que o mal entre nelas.

Agora é mãe de família, lidera um grupo de oração, viaja pelo país advertindo sobre a bruxaria e promove a causa pró-vida ajudando muitas jovens a desistirem do aborto. As suas armas principais são a oração do Santo Terço e a Missa diária.

A mulher está convencida que “quando entregamos tudo a Cristo e lhe pedimos que faça o que queira conosco, o Senhor é maravilhoso e misericordioso. Eu continuo pecando, mas Deus vai tirando um por um, até eliminá-lo”.

Ela começou as práticas de bruxaria quando era muito jovem, quando costumava visitar uma pessoa para que lhe adivinhe a sorte. Começou com a leitura de cartas e o cigarro até converter-se em “especialista”.

Quando uma pessoa pratica a bruxaria mesmo que seja por curiosidade “abrimos nosso corpo e nosso coração para que entrem espíritos do mal. E esclareço: como existe Deus, existem a bruxaria e o poder do maligno”, assegura.

Agora recomenda que “aqueles que estejam metidos nestas coisas, procurem um sacerdote que os oriente e lhes faça uma oração de libertação, ou façam uma confissão de todo coração para que os perdoem desse atentado contra a fé de Deus. Se o caso for muito grave, talvez seja necessário o exorcismo. Mas deve ser com um sacerdote autorizado, não com qualquer um”.

Em sua nova vida, a mulher está convencida de que “para caminhar para Deus é preciso ensinar os outros a escolherem o caminho. As minhas palestras partem de uma vivência e o único que busco é que as pessoas não caiam no mesmo erro que eu caí e que não mudem o único Deus que existe por um monte de deuses”.

“Quando falo isso, estou querendo dizer que não temos a confiança plena no Senhor, nem a esperança nele. Não sabemos pedir-lhe e não o temos como Pai. E acreditamos que uma planta, uma bebida ou uma ferradura têm mais poder que Ele”.

Para a mulher, a bruxaria é algo de todas as épocas. “Veja a televisão e suas mensagens, que promovem àquelas pessoas a quem se pode acudir quando o marido vai embora ou quando o namorado não gosta mais. Ou então não são comuns os cartazes que dizem: ‘venha e falo para você sobre o seu futuro’? Claro! Na rua entregam papéis que dizem: ‘amarramos seu ser querido e se não acontecer, devolvemos o dinheiro’. A bruxaria é um negócio do maligno onde a pessoa algumas vezes acredita que está conversando e em outras sim sabe que com isso se faz o mal”.

“Sou inimiga do I-Ching, da nova era, do feng shui, porque tudo isto desagrada a Deus e eu quero levar Deus em meu coração. Preciso pedir fortaleza para não voltar a cair. Quando as pessoas dizem ‘não me entra nenhum mal’, eu dou risada porque para que não te entre nada tem que estar confessado, comungado e rezar o terço. Essas são as armas”, concluiu.

Elton John vai se casar com parceiro após legalização do casamento gay na Grã-Bretanha

Elton John e o companheiro (agora noivo) David Furnish, com quem tem dois filhos adotivos
Elton John e o companheiro (agora noivo) David Furnish, com quem tem dois filhos adotivos (AP Photo/Evan Agostini)

O cantor britânico Elton John irá se casar com seu companheiro de longa data David Furnish, agora que a legalização do casamento gay está sendo posta em prática na Grã-Bretanha, disse o artista em uma entrevista nesta segunda-feira.
O cantor de 67 anos disse ao apresentador da NBC Matt Lauer que ele e Furnish, um dos primeiros casais a registrar sua união depois que a Grã-Bretanha legalizou a Lei de Parceria Civil em dezembro de 2005, irão realizar uma pequena cerimônia em maio.
"Faremos isso bem discretamente", disse Elton John. "Mas vamos fazer e será uma ocasião alegre e vamos ter nossos filhos."
John e Furnish têm dois filhos adotivos, Zachary, de 3 anos, e Elijah, de 1 ano. O cantor se disse "muito orgulhoso da Grã-Bretanha" e dos progressos alcançados para legalizar o casamento.
Elton John é um dos músicos e celebridade gay mais proeminentes, e tem usado seu status no mundo musical para fazer declarações a favor da igualdade para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.
Neste ano, o cantor escreveu um manifesto de 500 palavras criticando a proibição russa contra propaganda homossexual.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, aclamou os primeiros casamentos gays na semana passada, quando a lei entrou em vigor, afirmando que ninguém pode ter seu direito de casar negado por conta de sua orientação sexual.
A decisão causou rachas no Partido Conservador, de Cameron, onde muitos opõem-se ao casamento de pessoas do mesmo sexo, na medida em que isso contraria suas crenças religiosas.
A Lei de Parceria Civil, de 2005, permitiu que casais do mesmo sexo tenham os mesmos direitos legais do casamento, mas não a distinção de casamento.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/

Pastor protestante se converte à Igreja Católica depois de 20 anos como ‘crente’.

Pastor se converte à Igreja Católica após 20 anos em igrejas evangélicas

Hoje faz exatamente 20 anos do meu batismo na Igreja Assembleia de Deus. Foi em 27 de Março de 1994, domingo, na igreja sede da Assembleia de Deus no Brás (Ministério em Madureira, hoje mais conhecida como AD Brás).
Foi um momento marcante em minha vida, eu estava vivendo uma linda experiência de conversão e aquele ato batismal era o cumprimento de uma decisão tomada poucos meses antes, quando aceitei a Jesus como meu Salvador. Sempre fui apaixonado pelo Evangelho desde criança, quando ganhei minha primeira Bíblia aos sete anos, poderia até ver isso como uma vocação sacerdotal.
Passados estes vinte anos eu vivo novamente a experiência da conversão, mas desta vez minha fé me trouxe de volta à Igreja Católica Apostólica Romana. 
No período em que estiva na Assembleia de Deus participei de grupos de mocidade, fui professor de Escola Bíblica Dominical e um cursei Teologia(Básico) pela EETAD, curso que deixei pela metade para viver o meu sonho de trabalhar em uma emissora de rádio.
Por um período de sete anos eu apresentei um programa chamado “Jovens Para Cristo” que era patrocinado pelos membros da igreja. Neste período eu trabalhei como funcionário desta emissora até o seu fechamento pela Anatel em 2002. Após o fechamento da emissora de rádio, passei por um período de depressão e me afastei da igreja.
Meses depois eu, por conta própria, decidi procurar uma igreja diferente para frequentar, um misto de vergonha e orgulho me impediu de retornar à minha antiga congregação. Deste tempo, até aqui, fui membro de três igrejas diferentes, passei por altos e baixos na minha fé. Apesar de sucessivas decepções, aconteceu a maior dádiva da minha vida, conheci a moça que hoje é minha esposa e mãe de meu filho. Deus me abençoou com uma família maravilhosa.
Nestes últimos anos desenvolvi diversas atividades ministeriais, especialmente voltadas para a evangelização de jovens, também ministrei cursos para formação de lideres e obreiros. Até que cheguei ao pastorado, fui pastor auxiliar pelo período de um ano e pastor titular por outro período de um ano em uma congregação que inaugurei junto ao ministério do qual fazia parte.
Pouco depois do nascimento de nosso filho, por motivos alheios à minha vontade, renunciei à direção da igreja que pastoreava e meses depois entendi que deveria abrir mão do ministério pastoral. Era dia 12 de Outubro de 2012 eu preguei o meu último sermão na igreja sede da igrea que congregava e sabia que não retornaria mais a um púlpito na condição de pastor.
Tudo que eu sempre almejei e alcancei, deixei pra trás, somente restou em meu coração a ardente paixão pelo Evangelho e minha vida consagrada a Cristo. Ao longo desta experiência muita dor, angústia e lágrimas derramadas.
Talvez, nesse ponto, você esteja se perguntando o motivo de atitudes tão drásticas, tão radicais. Tais motivos, claro existem, mas decidi não falar sobre tais assuntos no momento. 
Reencontro com o catolicismo
Fui criado católico, fui batizado, fiz a primeira comunhão, mas aos 18 anos, nenhum destes fundamentos fazia o menor sentido pra mim.. Na adolescência fiz parte de movimentos ligados à “Teologia da libertação” e com o passar do tempo fui me afastando da igreja. Aos 18 anos aceitei ao convite de um amigo e fui com sua família a um culto da Assembleia de Deus, fiquei maravilhado com aquela atmosfera. Nunca havia sentido uma sensação tão boa,eu me senti tocado por Deus e aceitei seguir aquele caminho.
De modo algum eu quero invalidar este processo de conversão. Foi uma experiência real, verdadeira e produziu frutos em minha vida.
Porém, não é segredo para ninguém que a expansão do Protestantismo no Brasil, especialmente o ramo pentecostal, se deu por conta de uma visão anti católica que, baseada em texto bíblicos, proclamava a verdadeira salvação por meio apenas de igrejas pertencentes a este seguimento. Igreja Católica era sinônimo de idolatria e o Papa, o próprio Anti-cristo.
Passei a ver o catolicismo como uma religião idólatra e anti bíblica. Por anos tive esta visão e convicção.
No auge da rede social Orkut, entrei em uma comunidade de debates entre católicos e evangélicos. A comunidade “Debate Católicos e Evangélicos” carinhosamente chamada de “DC&E” congregava um número interessante de pessoas tanto católicos quanto evangélicos, ali tínhamos debates teológicos de grandeza magistral, mas também exemplos extremistas de fundamentalismo religioso, de ambas as partes.
Logo em minha primeira participação na comunidade entrei em um tópico que debatia algo sobre as Escrituras, fui logo confrontando e declarando de que adiantava debater sobre a Bíblia e não acreditar, nem fazer o que ela mandava.
Naquele dia eu levei a maior surra de interpretação bíblica, apanhei até cansar de um católico chamado Paulo, mais conhecido como Confrade. Eu não tinha argumentos, mesmo sendo um leitor ativo da Bíblia, me considerando apto a debater as Escrituras, eu fui calado pela sabedoria e conhecimento daquele rapaz. Derrotado, pedi perdão pelo equívoco…
Passei e estudar com mais afinco o catolicismo, seus costumes, o Magistério, a Tradição, os dogmas, especialmente os ligados à Maria, mãe do Mestre.
O efeito disso foi a anulação do sentimento anti catolicismo adquirido e o início de uma fase de fraternidade e aprendizado. Porém, nunca concebi à ideia de me tornar católico novamente. Deste período de debates surgiram amizades, encontros, como o da foto abaixo.
Pastor Adenilton Turquete se converte à Igreja Católica após 20 anos em igrejas evangélicas
Esta imagem é um registro histórico de um dos orkontros realizados pelos membros da comunidade. Este foi o primeiro em São Paulo, havendo outros no Rio de Janeiro e algumas outras cidades do Brasil.
A comunidade foi fundamental para renovar a minha mente. Passei a enxergar a Igreja Católica com a Igreja de Cristo, todo protestante deve entender que sem ela, o Evangelho não nos alcançaria.
No entanto foram necessários alguns anos para que eu entendesse que deveria regressar à Igreja mãe.
Foram necessárias várias decepções, muitas frustrações, para poder abrir o meu coração e conceber que meu lugar é na Igreja Católica.
Após renunciar ao pastorado e à direção de uma igreja, eu me desigrejei. Não queria mais saber de templos e religião institucionalizada.
Decidi romper com a religião. Eu tinha a minha fé, acreditava em Deus e viveria para fazer o bem e por minha família. Não queria mais vínculo com denominação alguma, minha religião era Cristo, e pronto.
Iniciei o projeto deste blog, compartilhando textos com amigos do Facebook. Comecei a escrever sobre a fé cristã, postar reportagens e notícias sobre os cristianismo, inclusive algumas polêmicas e escândalos.
Até que um belo dia escrevi o texto Castel Gandolfo: Onde o Papa passa as férias. Isso foi no dia 11 de Janeiro de 2013, no início da noite.
Foi uma noite mal dormida, pois sonhei com o Papa Bento XVI e a ideia de ser novamente um católico. Cheguei a comentar com minha esposa: “… e se eu voltasse para Igreja Católica?”
A ideia se transformou em desejo, e o desejo, decisão. Eu comecei a compartilhar isso com meu amigo Marcio Araújo, mais um remanescente da “DC&E”, e desde então ele tem me ajudado. Márcio é dono da página Beleza da Igreja Católica e tem sido um grande incentivador da minha jornada. Pouco tempo depois criei a página Francisco, o Papa da humildade, fiquei maravilhado com a mensagem cristocêntrica do Papa, só faltava conferir se a Igreja correspondia a tamanho entusiasmo.
Comecei a participar da Missa, mas mantive a discrição. No início ia para observar, mas, com o passar do tempo, eu já estava envolvido de corpo e alma. Um determinado dia marquei uma reunião com o padre Douglas, pároco da nossa região. O recebi em minha casa para um café da manhã e conversamos bastante.
Foi muito especial, contei a ele minha história e tenho recebido o seu apoio e instrução, iniciei o curso de Crisma a pouco dias em uma classe de Catequese voltada para os adultos. Estou vivendo intensamente este processo de conversão, aprendendo a viver esta fé milenar em sua plenitude.
Adenilton Turquete
Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio