sexta-feira, 1 de março de 2013

Android é consagrado ao demônio? Desenhista explica o conceito da imagem


O rapper evangélico Juninho Lutero e o missionário Gene Ramos gravaram um vídeo denunciando a marca Android, do Google, de ter consagrado os celulares ao demônio com o objetivo de escravizar as pessoas.
A denúncia vem pela descoberta da imagem revelada quando o usuário dos aparelhos clicam várias vezes na versão do Android descrita nas Configurações. A imagem que surge para quem tem a versão 2.3 desse sistema operacional é o símbolo do Android rodeado de zumbis.
“Isso nos mostra que existe uma consagração demoníaca por trás do sistema operacional Android, para escravizar as pessoas e evitar que as pessoas tenham comunhão com a família e com Deus”, diz o rapper.
Juninho Lutero afirma que o aparelho está relacionado com o número da besta e a vinda do Anticristo. Uma oração é feita para repreender a consagração libertando os usuários dos aparelhos com o sistema do Google.
A imagem contestada tem o nome de “Zombie Art” e é assinada por Jack Larson, um desenhista americano que gosta de retratar o mundo zumbi. Ele explicou o conceito da imagem dizendo que ela representa a fusão do moderno com o antigo e que nada tem relação com consagrações demoníacas.
O site Tecnomundo explicou também que cada versão do Android apresenta uma imagem diferente feita por artistas.
Veja as demais imagens que aparecem na configuração do Android:
Android 3.x (Honeycomb ou “Favo de mel”)
Honeycomb
Android 4.0 (Ice Cream Sandwich ou “Sanduíche de sorvete”)
Ice Cream
Android 4.1 e 4.2 (Jelly Bean ou “Bala de goma”)
Jelly Bean
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Conheça as Normas litúrgicas para o tempo de Sé Vacante.



Normas litúrgicas para o tempo de Sé Vacante
Nota de Dom Airton José dos Santos, arcebispo de Campinas
Publicamos a seguir a nota enviada por Dom Airton José dos Santos, arcebispo metropolitano de Campinas, aos fieis da sua diocese, sobre a Sede Vacante que começou hoje às 16 horas, horário de Brasília. Em anexo à nota se encontram alguns aspectos litúrgicos e normativos para esse período.
***
Caríssimos irmãos e irmãs,
Vivemos um momento histórico para a Igreja e para o mundo. O Santo Padre, o Papa Bento XVI, em uma demonstração de extrema humildade e desapego, renunciou como Bispo de Roma e a Sé do Apóstolo São Pedro está Vacante.
Este momento nos veio exatamente no período da Quaresma, tempo forte de penitência, de retomada do caminho para Deus através do jejum, da esmola e da oração; tempo de conversão. De modo particular este tempo, com os últimos acontecimentos e a pessoa do Santo Padre, nos coloca diante dos grandes desafios que o mundo tem a enfrentar. Nós batizados e, especialmente os que assumimos a responsabilidade do ministério apostólico como ministros ordenados, somos chamados a renovar nossa profissão de fé e nosso compromisso com a missão de levar a Boa Nova do Reino a todos.
Contudo, não é tempo de dúvidas, angústias ou sofrimento, mas de plena confiança e entrega aos desígnios de Deus. Somos imensamente gratos pela bênção que foi o pontificado do Papa Bento XVI. Estamos em comunhão com toda a Igreja na oração pelo Colégio dos Cardeais que, em Conclave, se reunirão nos próximos dias para a eleição do novo Sumo Pontífice, segundo a inspiração do Espírito Santo.
Peço a todos que, nas preces das Santas Missas, outras celebrações e reuniões das nossas Paróquias, Capelas, Comunidades e Organismos, confiantes no Espírito Santo, que conduz a Igreja de Cristo, rezem especialmente pelos Cardeais, pelo Conclave e por aquele que, com a graça de Deus, será eleito o sucessor do Apóstolo São Pedro.
Recordamos que, no período da Sé Vacante, na celebração da Santa Missa, durante a Oração Eucarística, omite-se o trecho que menciona o Santo Padre.
Campinas, 28 de fevereiro de 2013 (20h00 em Roma, 16h00 em Brasília)
Dom Airton José dos Santos
Arcebispo Metropolitano de Campinas
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Informação: Normas litúrgicas para o tempo de Sé Vacante
A partir das 16 horas, horário de Brasília, do dia 28 de fevereiro de 2012, a Santa Sé está vacante. Ou seja, não temos um Papa. Isto significa que o nome do Papa Bento XVI não deverá mais ser pronunciado na Oração Eucarística.
Conforme comunicado recente do Vaticano, Bento XVI receberá o título de Papa Emérito ou de Romano Pontífice Emérito. O nome dos bispos eméritos não é pronunciado nas Orações Eucarísticas e a razão é simples: não se trata apenas de um gesto de piedade, de uma oração deprecatória, mas de um ato que atesta nossa comunhão com o pastor da Igreja local e, neste caso específico, da Igreja universal.
Oração Eucarística

Apresentamos abaixo o texto de algumas Orações Eucarísticas, colocando em destaque a parte que deve ser omitida:
OE I: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o Papa (N.), por nosso Bispo (N.)….OE II: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa (N.), com o nosso Bispo (N.), e todos os ministros do vosso povo.OE III: Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o Papa (N.), o nosso bispo (N.), com os bispos…..OE IV: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o Papa (N.), o nosso bispo (N.), os bispos do mundo…..OE V: Dai ao santo Padre, o Papa (N.), ser bem firme na Fé, na Caridade, e a (N.), que é Bispo desta Igreja muita luz pra guiar o seu rebanho.O mesmo com as demais…

Quanto ao formulário de Missa para a eleição do Papa que consta no Missal Romano (cf. edição brasileira Paulus, pg. 885), é necessário recordar que estamos no tempo da Quaresma. Por isto, os formulários de Missas para as diversas necessidades só podem ser usados nos dias de semana (cf. Instrução Geral do Missal Romano, n. 374).
Orações para a eleição do Papa

Antífona de entrada (1 Sm 2, 35)
Farei surgir um sacerdote fiel,
que agirá segundo o meu coração e minha vontade.
Eu lhe darei uma casa que permaneça para sempre
e ele caminhará na minha presença todos os dias
Oração do dia
Ó Deus, pastor eternos,
Que governais o vosso rebanho com solicitude constante,
No vosso amor de Pai
Concedei à Igreja um pastor que vos agrade pela virtude
E que vele solícito sobre nós.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
Na unidade do Espírito Santo.
Sobre as oferendas
Ó Deus, sede compassivo para conosco,
e dai-nos, pelas oferendas que vos apresentamos,
a alegria de ver à frente de vossa Igreja
um pastor do vosso agrado.
Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão (Jo 15, 16)
Fui eu que vos escolhi e enviei
para produzirdes fruto,
e o vosso fruto permaneça, diz o Senhor.
Depois da comunhão
Refeitos, ó Deus,
pelo sacramento do corpo e do sangue de vosso Filho,
dai-nos a alegria de possuir um pastor
que dirija o vosso povo no caminho da virtude
e faça penetrar em seu coração a verdade do evangelho.
Por Cristo, nosso Senhor.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

History Channel lançará seriado ‘A Bíblia’, em março nos EUA. Ator partilha experiência.



Se Jim Caviezel reclama que interpretar Jesus em “A Paixão de Cristo” marcou demais e até atrapalhou a sua carreira, o ator português Diogo Morgado comemora a “experiência mais espiritual” que já viveu. Ele viverá Jesus na série The Bible.
“Interpretar a figura de Jesus foi o maior desafio da minha carreira. Nada poderá ser mais julgado do que as escolhas que fazemos para um papel como este”, explicou ele ao jornal português Diário de Notícias.
Aos 32 anos, ele enfrentou o desafio de ser escolhido entre dezenas de candidatos para interpretar a figura mais importante para os cristãos. Morgado foi protagonista de novelas portuguesas como Podia Acabar o Mundo (2008) e Laços de Sangue (2011).
Morando atualmente nos EUA, ele foi escolhido para participar da série produzida por Mark Burnett, após ter pequenas participações em reality shows como Survivor ou CelebrityApprentice.
Antes do começo das filmagens no Marrocos, o ator quis ir a Israel para entender melhor algumas situações do script. E foi em Jerusalém que ele finalmente entendeu a dimensão do papel. “Se interpretar a figura mais venerada, polêmica, idolatrada, estudada, alguém por quem milhões se movem, no fundo, a figura mais importante do mundo cristão como o conhecemos, não for o trabalho mais difícil para qualquer ator, então não sei o que possa ser”, explica.
No processo de pesquisa sobre Jesus Cristo, Morgado disse ter estudado a fundo  as Escrituras. “Comecei por pensar que teria de ler e ver tudo o que pudesse e assim fiz até que viajei a Jerusalém e percebi que nada do que lesse ou visse poderia ajudar-me. Percebi que teria de fazer tudo pelo que sentisse, e que seria a contemplação de uma energia mágica, completa e especial que me iria pôr no caminho certo”, contou ao DN.
Durante dois meses e meio foram feitas as cenas da série contando a vida de Cristo segundo os Evangelhos. “O maior desafio neste projeto foi encontrar um equilíbrio entre interpretar uma figura que todos conhecem, mas de uma perspectiva diferente e talvez mais humana. Tentei encontrar um Jesus com quem me identificasse, alguém que procura, que sente e que, por vezes, falha na procura do caminho”, explicou.
Ao lembrar das cenas gravadas, o ator ressalta que  a crucificação foi a mais difícil. Foram quase dois dias inteiros para rodar. Ele diz que foram momentos em que a dor tomou conta do seu corpo realmente. “Acima de tudo, pensar que alguém passou por tudo aquilo na realidade por amor a todos”, explica.
O seriado A Bíblia, do History Channel vai ao ar em março nos EUA. Cercada de expectativas, deve ser vendida e dublada para o mundo inteiro como a maioria das produções do canal.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Resultado da enquete: Qual é o seu candidato favorito ao Sólio Pontíficio?


Com o fim do pontificado do Papa Bento XVI, encerramos a nossa enquete. Eis o resultado:

resultado
Como interpretá-lo? Os Cardeais Burke e Ranjith são os favoritos de nossos leitores assíduos. Para estes, outros Cardeais aceitáveis seriam Cañizares, Scola e Piacenza. A ascensão do Cardeal Odilo Scherer, segundo colocado, deu-se após a publicação em primeira-mão da matéria sobre o protesto na PUC-SP; a partir de então, ele que estava nas últimas colocações subiu vertiginosamente — o que mostra a pluralidade de posições dos que leem Fratres in Unum.
A pesquisa, obviamente, não tem qualquer valor científico e pretendia apenas conhecer a preferência dos leitores. Resta-nos, agora, rezar.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer a paciência de todos nestes dias conturbados. Há uma fila imensa de e-mails a responder, artigos sugeridos para publicação a analisar, os comentários têm demorado mais do que o habitual na moderação… Nosso pedido de desculpas e nosso agradecimento pela companhia fiel nestes dias históricos para a Santa Igreja.
Fonte: http://fratresinunum.com

A Sede de Pedro está vacante e a Igreja reza pelo novo Papa


VATICANO, 01 Mar. 13 / 10:08 am (ACI/EWTN Noticias).- Com a retirada da Guarda a Suíça e o fechamento das portas da residência pontifícia de Castel Gandolfo nesta quinta-feira 28 de fevereiro às 8:00 p.m. (hora de Roma) marcou-se o início do período conhecido como Sede vacante (ou Sé Vacante), e os católicos do mundo elevam suas orações pelos cardeais que no conclave escolherão o novo Papa e sucessor de Bento XVI.

O agora Papa Emérito, Sua Santidade Bento XVI, despediu-se dos cidadãos de Castel Gandolfo antes de ingressar na residência pontifícia aonde chegou logo de um vôo em helicóptero de aproximadamente 20 minutos de duração.

O Romano Pontífice Emérito residirá nestas vilas pontifícias durante dois meses e logo se transladará ao mosteiro Mater Ecclesiae, localizado-se nos jardins vaticanos, onde viverá uma vida de oração após quase 8 anos de pontificado.

Na quarta-feira 27 de fevereiro, em sua última audiência geral, Bento XVI dirigiu uma especial mensagem ante 200 mil pessoas que encheram a Praça de São Pedro. Em seu discurso ele disse que não abandona a cruz nem a Igreja, deu graças a todos, e assinalou que seguirá acompanhando os católicos através de sua oração.

Agora, com a Sede vacante, corresponde aos 115 cardeais eleitores escolher o sucessor de São Pedro no conclave que deve ser convocado pelo decano doColégio Cardinalício, o Cardeal Angelo Sodano.

Neste período as questões de governo da Igreja são exercidas pelo camerlengo da Igreja Romana, o Cardeal Tarcisio Bertone, que foi Secretário de estado de Bento XVI. Seu cargo é um dos poucos (como o Penitenciário Mor, assumido pelo Cardeal português Manuel Monteiro de Castro) que não cessa durante a Sede vacante, como ocorre com todos os outros cargos da cúria do Vaticano.

Logo depois das congregações gerais, que são reuniões dos cardeais eles ingressarão no conclave para eleger o novo Papa.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Assista esse vídeo e pare de reclamar da sua vida.

Por BETYANE VALENTIM (acadêmica em fisioterapia): vídeo produzido para trabalho acadêmico da disciplina de órtese e prótese do curso de Fisioterapia. Mostra a força e a superação de pessoas que não sabem o que é a palavra limites... verdadeiros vencedores...

“A carne é fraca”, diz advogado de padre pego beijando garotas


“A carne é fraca”, diz advogado de padre pego beijando garotas“A carne é fraca”, diz advogado de padre pego beijando garotas
Nesta terça-feira (26) o padre Emílson Soares Corrêa, 52 anos, de Niterói (RJ) foi indiciado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável por ter relações sexuais com duas meninas. O caso tem sido bastante comentado na região depois que uma das vítimas, hoje com 19 anos, foi até a casa paroquial e filmou a relação sexual com o padre sem que ele percebesse.
De acordo com a denúncia os abusos sexuais acontecem há muitos anos, a garota do vídeo diz que foi molestada pela primeira vez aos 13 anos e sua irmã mais nova diz que foi tocada pelo padre quando tinha 7 anos, hoje ela tem 10. Na delegacia o pai da vítimas diz que nunca desconfiou de nada, por considerar o pároco como um membro da família.
Emílson foi até a delegacia prestar depoimento e acusa a família de pedir dinheiro pela não divulgação do vídeo. Já o advogado do religioso, Roberto Vitagliano, afirma que “a carne é fraca e que o padre é um ser humano”.
“Padre Emílson não é um criminoso. Ele nunca fez nada com a menina que hoje tem 10 anos. Quanto às outras garotas, acredito que ele foi seduzido. São atraentes, bonitas e insinuantes”, diz o advogado.
O caso está sendo investigado pela titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói, Marta Dominguez, que já conversou com os pais das meninas e agora tenta encontrar outras vítimas do padre.
Em seu depoimento o padre afirma que só teve relações sexuais com a mais velha e que esperou que ela tivesse 18 anos. Emílson afirma que está “envolvido emocionalmente” por ela.
Irmão caçula ainda é virgem
As vítimas passaram por exames de corpo de delito e ficou constatado que a criança de 10 anos ainda é virgem, mas a delegada afirma que pode acontecer estupro mesmo sem sexo. “O relato da menina, em que ela afirma que o padre tocou em suas partes íntimas, já basta para a concretização do crime”, diz Marta Dominguez.
Sobre a irmã mais velha não há provas de que ela tenha sido ameaçada ou violentada pelo padre. “Não há nenhuma prova que o padre tenha ameaçado ou violentado ela. Sem contar que ela afirma, em depoimento, ter filmado o padre fazendo sexo com ela quando já tinha mais de 18 anos”.
A Arquidiocese de Niterói suspendeu temporariamente o sacerdote e até que as investigações sejam concluídas ele não estará responsável por nenhuma paróquia. Com informações O Dia.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

"Amar a Igreja significa ter a coragem de fazer opções difíceis" - Bento XVI a 150 mil fiéis na Praça de S. Pedro. Vozes lusófonas



“Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer opções difíceis, árduas, tendo sempre em vista o bem da Igreja e não nós mesmos” – recordou Bento XVI, na serena e ao mesmo tempo vibrante alocução que constituiu a última palavra pública do seu pontificado.
Na véspera de deixar o ministério petrino (amanhã, quinta-feira, 28 de fevereiro, às 20 horas), o Papa quis, antes de mais, “dar graças de todo o coração a Deus, que guia e faz crescer a Igreja, que semeia a sua Palavra, alimentando assim a fé no seu Povo”.

Bento XVI alargou o seu olhar a toda a Igreja e a todo o mundo, assegurando levar a todos no coração, na oração, confiando tudo e todos ao Senhor. E declarou viver este momento com “grande confiança”, na certeza de que “a Palavra de verdade do Evangelho é a força da Igreja, é a sua vida”. “É esta a minha confiança, a minha alegria”.

Foi neste contexto que Bento XVI evocou o dia 19 de abril de 2005, quando assumiu o ministério de Pedro. Ouçamos as palavras com que, mais adiante nesta audiência, o Papa resumiu em português o essencial desta sua alocução:

Queridos irmãos e irmãs,

No dia dezanove de Abril de dois mil e cinco, quando abracei o ministério petrino, disse ao Senhor: «É um peso grande que colocais aos meus ombros! Mas, se mo pedis, confiado na vossa palavra, lançarei as redes, seguro de que me guiareis». E, nestes quase oito anos, sempre senti que, na barca, está o Senhor; e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas do Senhor. Entretanto não é só a Deus que quero agradecer neste momento. Um Papa não está sozinho na condução da barca de Pedro, embora lhe caiba a primeira responsabilidade; e o Senhor colocou ao meu lado muitas pessoas que me ajudaram e sustentaram. Porém, sentindo que as minhas forças tinham diminuído, pedi a Deus com insistência que me iluminasse com a sua luz para tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja. Dei este passo com plena consciência da sua gravidade e inovação, mas com uma profunda serenidade de espírito. 
Na alocução mais desenvolvida, em italiano, Bento XVI convidou todos a renovarem a sua firme confiança no Senhor, a confiarem-se “como crianças nos braços de Deus (disse), na certeza de que esses braços sempre nos sustentam, permitindo-nos caminhar dia após dia, apesar da fadiga”.

“Agradeçamos ao Senhor por cada um dos nossos dias, com a oração e com uma vida cristã coerente. Deus ama-nos, mas espera também que nós o amemos!”

Mas não foi só a Deus que Bento XVI quis agradecer neste momento especial da sua vida e antes da conclusão do seu pontificado. Na verdade – recordou – “um Papa nunca está sozinho na condução da barca de Pedro, embora lhe toque a primeira responsabilidade”.

“Nunca me senti sozinho na (responsabilidade) de levar a alegria e o peso do ministério petrino. O Senhor pôs ao meu lado muitas pessoas que, com generosidade e amor a Deus e à Igreja, me ajudaram com a sua proximidade”.

E aqui o Papa mencionou expressamente: os cardeais, cuja “sageza, conselhos e amizade foram preciosos”, prosseguindo com os colaboradores mais diretos, desde o Secretário de Estado mas incluindo todos os que estão ao serviço da Santa Sé, muitos deles “na sombra, no silêncio e na dedicação quotidiana, com espírito de fé e de humildade”, “um apoio seguro e fiável”. Uma palavra de gratidão também ao Corpo Diplomático, representantes das Nações, e a “todos os que trabalham para uma boa comunicação”, um “importante serviço”. Menção de especial e afetuosa gratidão à “sua” diocese de Roma, a todos os irmãos no episcopado e no presbiterado, todos e todas as consagradas, e todo o Povo de Deus…

“nas visitas pastorais, nos encontros, nas audiências, nas viagens, sempre adverti grande atenção e profundo afeto; mas também eu quis bem a todos e a cada um, sem distinções, com aquela caridade pastoral que é o coração de cada Pastor, sobretudo do Bispo de Roma, do Sucessor do Apóstolo Pedro. Cada dia levei na oração cada um de vós , com coração de pai”. 

Bento XVI agradeceu também de todo o coração as numerosas pessoas de todo o mundo que nas últimas semanas lhe enviaram – disse – “comoventes sinais de atenção, amizade e oração”.

“Sim, o Papa nunca está só, experimento-o agora uma vez mais, de um modo tão grande que toca o coração. O Papa pertence a todos e tantíssimas pessoas sentem-se muito perto dele”.

Não foram só os “grandes do mundo” (chefes de Estado, chefes religiosos, representantes do mundo da cultura…) a escrever – esclareceu Bento XVI. Chegaram-lhe “também muitas cartas de pessoas simples”, que exprimem o que o coração lhes dita mostrando “todo o seu afeto, que nasce do estar conjuntamente com Cristo Jesus, na Igreja”…

“Escrevem como irmãos e irmãs ou como filhos e filhas, com o sentido de um elo familiar muito afetuoso. Aqui se pode tocar com a mão o que é a Igreja – não uma organização, não uma associação com fins religiosos ou humanitários, mas um corpo vivo, uma comunhão de irmãos e irmãs no Corpo de Jesus Cristo, que nos une a todos. Experimentar a Igreja neste modo e poder assim com que poder tocar com as mãos a força da sua verdade e do seu amor, é motivo de alegria, num tento em que tantos falam do seu declínio”.

“Nestes últimos meses senti que as minhas forças tinham diminuído (confessou Bento XVI),, e pedi a Deus com insistência, na oração, que me iluminasse com a sua luz para me fazer tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja”.

“Dei este passo na plena consciência da sua gravidade e também novidade, mas com uma profunda serenidade de espírito. Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer escolhas difíceis, dolorosas, tendo sempre presente o bem da Igreja, e não nós próprios”. 

Na parte final da sua alocução, Bento XVI voltou uma vez mais com o espírito ao início do seu pontificado, há oito anos atrás, ao dia 19 de abril de 2005, para sublinhar que com a sua renúncia não regressa a uma vida “privada”. “A gravidade da decisão (de assumir o ministério petrino) – observou ainda o Papa – estava precisamente também no facto de que a partir daquele momento ficava empenhado sempre e para sempre com o Senhor”.

“Sempre – quem assume o ministério petrino já não tem qualquer privacidade. Pertence sempre a totalmente a todos, a toda a Igreja. A sua vida vem, por assim dizer, totalmente retirada a dimensão privada. Pude experimentar, e experimento-o agora, que uma pessoa recebe a vida precisamente quando a dá”. 

“O sempre – insistiu Bento XVI – é também um para sempre – não é um regresso ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério, não revoga isto”.

“Não regresso à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, recepções, conferências, etc. Não abandono a cruz, mas permaneço de modo novo junto do Senhor Crucificado”. 

Embora “já sem o poder de ofício para o governo da Igreja”, Bento XVI declarou permanecer “no serviço da oração”, ficando “por assim dizer, no recinto de São Pedro”. E invocou o grande exemplo de São Bento, neste ponto. São Bento “mostrou a via para uma vida, que, ativa ou passiva, pertence totalmente à obra de Deus”.

E Bento XVI concluiu convidando todos a viver o caminho da Igreja numa atitude fé:

“Caros amigos! Deus guia a sua Igreja, sustenta-a sempre também e sobretudo nos momentos difíceis. Nunca percamos de vista esta visão de fé, que é a única verdadeira visão do caminho da Igreja e do mundo. No nosso coração, no coração de cada um de vós, haja sempre a jubilosa certeza de que o Senhor está ao nosso lado, não nos abandona, está perto de nós envolvendo-nos com o seu amor. Obrigado!"

Fonte: Radio Vaticano

Depois da última audiência cardeais e bispos destacam "testamento espiritual" de Bento XVI


ROMA, 27 Fev. 13 / 02:46 pm (ACI/Europa Press).- Cardeais e bisposespanhóis, presentes na Praça de São Pedro para assistir à última audiência geral de Bento XVI antes de renunciar ao seu Pontificado nesta quinta-feira às 20.00 horas, manifestaram o "testamento espiritual" que deixa o Pontífice.
"As palavras do Papa na audiência de hoje foram uma maravilha. Demonstram a densidade do seu amor à Igreja, e uma profunda humildade", declarou o cardeal espanhol Julián Herranz, antigo presidente do Comitê de Textos Legislativos e ao que Bento XVI pôs à frente da comissão cardenalícia que investigou a filtração de documentos do Vaticano conhecida como 'caso Vatileaks'. O cardeal foi um dos quase setenta cardeais presentes na praça.
O secretário da Conferência Episcopal Espanhola, Dom Juan Antonio Martinez Camino, por sua parte, quis destacar o aspecto magisterial do Papa. "Suas palavras de hoje –declarou a Europa Press– foram emocionantes e, de novo, deixa-nos sua grande catequese. Deixou-nos hoje um ensinamento magisterial sobre a Igreja. Como sempre explicou, deixou claro que a Igreja não é dele, mas sim do Senhor, e que é Ele quem guia a sua Igreja". Enquanto, o Arcebispo de Madri, Cardeal Antonio María Rouco Varela, negou-se a fazer qualquer declaração.
Também esteve presente o Arcebispo de Barcelona, Cardeal Luis Martinez Sistach. "Do Pontificado de Bento XVI fico com tudo –manifestou a Europa Press–. Mas especialmente levamos no coração a consagração da basílica da Sagrada Família em Barcelona. E me consta que ele também o leva em seu coração, e continuará levando".
"Agora trabalharemos, aplicando nosso entendimento para encontrar um novo Papa. Mas contamos, e necessitamos, da ajuda do Espírito Santo e dasorações de toda a Igreja", acrescentou.
Por sua parte, o Arcebispo do Santiago de Compostela, Dom Julián Barrio, também presente nesta manhã em São Pedro, assinalou, com emoção em sua voz: "toda despedida entranha certa tristeza. Mas temos a alegria de ter encontrado aqui milhares de pessoas, para ter ocasião de agradecer ao Papa pelo que fez nestes oito anos a serviço da Igreja e da sociedade".
Por outro lado, o Cardeal Jaime Ortega y Alamino, Arcebispo de Havana (Cuba) ao final da cerimônia, manifestou: "o que podemos dizer do que ouvimos? Que é um testamento espiritual muito belo e dirigido a cada cristão".

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Jovens lançam site de oração pelo conclave: “Adote” um cardeal eleitor nas suas orações.


 


Agora, confiamos à Igreja o cuidado de seu Sumo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e suplicamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista com sua materna bondade os Cardeais a escolherem o novo Sumo Pontífice.” Papa Bento XVI
Inspirados pelas palavras do Santo Padre Bento XVI, cinco jovens brasileiros lançaram nesse domingo, 24 de fevereiro, o site www.1conclave.com .
A iniciativa chamada Unidos ao Conclave, direcionada aos jovens do mundo todo, convida a presentear os cardeais eleitores com ramalhetes espirituais.
O ramalhete espiritual consiste em oferecer missas, orações, vias sacras, adorações, jejuns e outros sacrifícios na intenção de uma pessoa amada. Segundo Priscila Alvim, 30 anos, essa ação relembra o exemplo do jovem Juan Diego que ofertou rosas ao Bispo D. Juan Zumárraga a pedido da Virgem de Guadalupe, Padroeira das Américas.
Assim, a iniciativa reforça a importância da oração, especialmente durante o período quaresmal, tempo propício à oração e à penitência a fim de intercedermos pelos nossos cardeais e pelo bem da Igreja.
Como funciona?
Ao acessar o site, o jovem poderá registrar e atualizar o ramalhete espiritual na intenção de um cardeal eleitor, escolhido aleatoriamente. Ao final, todas as orações oferecidas serão entregues aos cardeais antes da eleição do novo Sumo Pontífice.
Desta forma, a meta é levar muitas pessoas à prática da oração e demonstrar publicamente o carinho dos jovens pelos cardeais, como informa Vinicius Andrade, 26 anos. Além disso, destacar a jovialidade da Igreja no ano em que se celebra a 27ª JMJ no Rio de Janeiro.
O site www.1conclave.com ,lançado hoje, está disponível em português, espanhol e inglês.

Já ouviu falar de ‘Zeitgeist’? pois é… MENTIRA!


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer é hostilizado na PUC-SP em “ato de dignificação” da Cruz. Veja!


Fonte: Fratres in unum
O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, celebrou ontem, na PUC-SP Perdizes, uma Missa pela festa da Cátedra de São Pedro e um “ato de dignificação” da Cruz que se encontra no pátio do campus, vilipendiada mais de uma vez [ver aqui e aqui] por estudantes.
Um leitor, cuja gentileza agradecemos, relata o ocorrido:
Eu fui, ontem, ao ato na PUC-SP.
A capela, que não é lá muito grande, estava completamente lotada. Não consegui entrar e fiquei do lado de fora. Percebia-se que havia um público que não era, em sua maioria, alunos da PUC. Certamente, havia vários, mas, também, funcionários e professores. Porém, minha impressão é que uma parcela razoável do público era composta por seminaristas de SP, pessoas ligadas a comunidades tipo Shalom, etc.
A minha filha havia me alertado que os alunos estavam preparando uma “surpresa” para o Cardeal. De fato, um amigo que havia chegado mais cedo me ligou e falou que havia meia-dúzia de gatos pingados com esparadrapos na boca na entrada e mais nada. Quando cheguei, já havia uns 20 deles. Porém, isso me pareceu ser uma estratégia deles para aprontar com o Cardeal.
Quando a Missa terminou, o Cardeal, um ou dois bispos-auxiliares, uns 15 padres e o povo foi em procissão cantando “Vitória da Cruz” até o pátio da Cruz no interior da PUC. Chegando lá, havia uns 80 alunos com esparadrapos na boca, portando cartazes “Fora Anna Cintra” e com papeletes ao ar que diziam alguma coisa que não identifiquei. Infelizmente, quando adentrei ao páteo o Cardeal já estava ao pé da cruz e eu não sei se passou pela barreira de alunos “pacificamente” ou foi preciso pedir “permissão”.
Penso que a ideia dos organizadores era que o protesto fosse silencioso. Mas, alguns deles (mais meninas) não se aguentaram e, de vez em quando, ouvia-se um grito de “por uma universidade laica” ou “fora a Igreja”, etc. Percebia-se que os organizadores tentavam calar essas vozes, pois a estratégia era que os gritos de ordem fossem soltos no final, para parecer uma manifestação “democrática”.
No começo havia mais gente da Missa do que alunos protestando. Porém, à medida que a galera dos cursos noturnos foi “se achegando” o público se equilibrou. No final, após a benção final, o cardeal puxou uma música sacra, mas aí os guevarinhas soltaram o verbo e começaram a gritar coisas do tipo “fora Anna Cintra” e “adeus, adeus Bento XVI, Anna Cintra agora é sua vez” com força suficiente para calar o Cardeal, que se retirou.
Confesso, por fim, que em certos momentos temi pela segurança de D. Odilo e dos padres que o seguiam. Os alunos que protestavam, por mais que tentassem fazer um ato com “roupagem” democrática, estavam em postura acintosamente agressiva, tentando impedir com seus cartazes que as pessoas pudessem ver o Cardeal ou se aproximassem dele, pois chegaram 3 horas antes e se posicionaram com essa intenção. Estavam muitíssimo próximos dele (provavelmente o tocavam) e eram uns 200 ao final. E, quando urravam palavras de ordem, pareciam uma turba difícil de controlar e sem muita noção de auto-controle. Talvez torcessem por uma reação violenta dos católicos ou imaginassem um público bem menor (lembro de ter ouvido, de uma garota com “esparadrapos na boca” ao meu lado durante a Missa, que ela estava surpresa que haviam mais pessoas ‘comuns’ na Missa do que gente da turma deles).
Emocionei-me quando, já bem no final, quando a turba já estava perdendo a compostura com gritos e apupos, o Cardeal pediu a proteção dos mártires que morreram em defesa da fé de Cristo e pela liberdade religiosa. E fez isso encarando os guevarinhas…
Oremos por D. Odilo e podemos ter orgulho de ter um Cardeal corajoso como ele! Foi, realmente, algo digno de constar nos anais da história da Igreja brasileira ver um Cardeal pregar o Evangelho, o amor a Cristo, de cabeça erguida e, ao sair, caminhar com a dignidade dos homens justos diante de uma turba agressiva e anti-democrática. Segundo me disseram, foi o primeiro ato religioso realizado no interior da PUC-SP em mais de 40 anos.

Perita alemã: Aprovação dos bispos à pílula do dia seguinte gera situação "insalvável"


Sophia Kuby, Diretora do European Dignity Watch
REDAÇÃO CENTRAL, 25 Fev. 13 / 03:00 pm (ACI).- Com a autorização dosBispos da Alemanha para administrar a pílula do dia seguinte em casos de estupro, gerou-se uma situação insalvável que não permite traçar uma linha divisória clara e que põe à Igreja nesse país europeu de volta nos anos 90’s quando assumiu posturas controversas respeito ao aborto, explica uma perita pró-vida alemã.
Os bispos da Alemanha acordaram permitir que a "pílula do dia seguinte" possa administrar-se nos hospitais católicos em casos de estupro, "partindo da base de que seus princípios sejam não abortivos, mas sim anticoncepcionais".
"Continuará proibido utilizar métodos médicos ou farmacêuticos que causem a morte do embrião", acrescenta a declaração publicada no site da Conferência Episcopal da Alemanha em 22 de fevereiro.
Em declarações ao grupo ACI em 23 de fevereiro, a alemã Sophia Kuby, Diretora do European Dignity Watch com sede em Bruxelas (Bélgica), explicou que "a decisão da Conferência Episcopal Alemã de permitir a administração da pílula do dia seguinte em hospitais católicos em casos de abuso tem que ser lida de forma diferenciada".
"Do ponto de vista teológico, os Bispos alemães não mudaram sua opinião ao dizer que, em caso de abuso, pode-se dar uma pílula do dia seguinte, se e somente se, impede a gravidez. Isso deve ler-se à luz do que a doutrina católica ensina sobre o início da gravidez, quer dizer com a fertilização do óvulo".
Kuby recordou logo que "de acordo à lei alemã a gravidez começa com a nidação. Isto significa que uma pílula do dia seguinte que tenha um efeito abortivo continua estando proibida. E aqui está o problema: os Bispos alemães se referem a uma ‘evidência científica’ como base para sua recente avaliação moral e teológica da pílula do dia seguinte, porém, o principal estudo que parece servir-lhes de base descreve somente o efeito anticoncepcional da pílula em questão".
Entretanto, refere a perita alemã ao grupo ACI, "a maciça evidência de renomados peritos no mundo mostra que não existe pílula do dia seguinte que não tenha um efeito abortivo. Então, a ‘evidência científica’ a que os Bispos alemães se referem não está errada, mas incompleta. Esta evidência científica incompleta, entretanto, é equivalente a uma hipótese equivocada, porque o efeito que não foi coberto pelo estudo é o problema crucial".
"Uma pílula do dia seguinte sem um potencial efeito abortivo não existe no mercado global. Então, a declaração dos Bispos alemães é, de fato, muito problemática e dá sua aprovação moral a algo que simplesmente não existe. A consequência é uma situação insalvável".
Kuby questiona: "Quem pode dizer com clareza que a fertilização ocorreu ou não? Que hospital católico, daqui em diante, rechaçará administrar a pílula do dia seguinte a uma vítima de estupro se a fertilização pôde haver-se dado faz algumas horas? Estas horas fariam alguma diferença para a mulher traumatizada?"
Depois de recordar que em sua declaração, os bispos afirmam que "em qualquer caso, a decisão da mulher envolvida deve ser respeitada", Kuby alerta que "esta é exatamente a mesma linguagem que regula o conselho obrigatório antes de um aborto na Alemanha".
Para a diretora do European Dignity Watch "a situação é preocupantemente similar ao dilema da participação da Igreja Católica no conselho ante o aborto na Alemanha nos anos 90, que concluiu eventualmente no ano 2000 logo depois de várias enérgicas e extraordinárias exortações do Papa João Paulo IIe da Cúria romana".
Com a declaração publicada na sexta-feira, prossegue Sophia Kuby, "os bispos alemães criaram uma situação que fará impossível –médica e teologicamente– traçar uma linha clara. A Igreja Católica na Alemanha estava a ponto de sair da paralisação moral no assunto da defesa da vida, que foi consequência da ‘cooperatio ad malum’ (colaboração no mal como disse João Paulo II) no conselho sobre o aborto".
Kuby conclui assinalando que "com a decisão da pílula do dia seguinte, embora não haja problema teológico (com a declaração) quando é lida isoladamente do atual contexto cultural e científico, a Igreja na Alemanha está de volta nos 90’s".

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Android é consagrado ao demônio? Desenhista explica o conceito da imagem



Evangélico grava vídeo dizendo que os celulares da Samsung querem escravizar as pessoas.
por Leiliane Roberta Lopes

  • Android é consagrado ao demônio? Desenhista explica o conceito da imagemAndroid é consagrado ao demônio? Desenhista explica o conceito da imagem
    O rapper evangélico Juninho Lutero e o missionário Gene Ramos gravaram um vídeo denunciando a marca Android, do Google, de ter consagrado os celulares ao demônio com o objetivo de escravizar as pessoas.
    A denúncia vem pela descoberta da imagem revelada quando o usuário dos aparelhos clicam várias vezes na versão do Android descrita nas Configurações. A imagem que surge para quem tem a versão 2.3 desse sistema operacional é o símbolo do Android rodeado de zumbis.
    “Isso nos mostra que existe uma consagração demoníaca por trás do sistema operacional Android, para escravizar as pessoas e evitar que as pessoas tenham comunhão com a família e com Deus”, diz o rapper.
    Juninho Lutero afirma que o aparelho está relacionado com o número da besta e a vinda do Anticristo. Uma oração é feita para repreender a consagração libertando os usuários dos aparelhos com o sistema do Google.
    A imagem contestada tem o nome de “Zombie Art” e é assinada por Jack Larson, um desenhista americano que gosta de retratar o mundo zumbi. Ele explicou o conceito da imagem dizendo que ela representa a fusão do moderno com o antigo e que nada tem relação com consagrações demoníacas.
    O site Tecnomundo explicou também que cada versão do Android apresenta uma imagem diferente feita por artistas.
    Veja as demais imagens que aparecem na configuração do Android:
    Android 3.x (Honeycomb ou “Favo de mel”)
    Honeycomb
    Android 4.0 (Ice Cream Sandwich ou “Sanduíche de sorvete”)
    Ice Cream
    Android 4.1 e 4.2 (Jelly Bean ou “Bala de goma”)
    Jelly Bean

    Comissão Chama Terapia para Homossexuais de Violação de Direitos Humanos


    Dra. Rebecca Oas
    NOVA IORQUE, EUA, 15 de fevereiro (C-FAM) A terapia para ajudar pessoas a mudar a atração indesejada de mesmo sexo deveria ser proibida e rotulada de violação de direitos humanos, de acordo com uma comissão de ativistas no Church Center, um lugar de reuniões de grupos esquerdistas perto da ONU.
    Embora o evento tivesse sido anunciado como “o primeiro debate na ONU sobre as legalidades, ética e ciência por trás do movimento que promove [esforços para mudar a orientação sexual]”, foi realizado fora da propriedade da ONU, patrocinado por organizações não governamentais, e não apresentou nenhum representante dos países membros da ONU.
    A pesquisadora Rebecca Jordan-Young da Faculdade Barnard disse que estava “profundamente de acordo com a premissa dessa reunião, de que as iniciativas para mudar a orientação sexual são de fato violação de direitos humanos e um problema”, enquanto alertou a audiência para que não se apoiasse muito na ciência para apoiar essa posição. “Nós realmente não sabemos como a orientação sexual se desenvolve”, continuou Rebecca, acrescentando que “existe uma tendência muito forte entre pessoas que apoiam direitos humanos e direitos civis para indivíduos gays e lésbicos, de pensar na orientação sexual como algo movido por impulsos fundamentalmente biológicos… Quero sugerir que não queremos apoiar nossos esforços de direitos humanos nisso”.
    O psiquiatra Jack Drescher comentou que historicamente a campanha para promover direitos gays ganha apoio pegando carona no movimento de direitos civis. “Uma das convicções implícitas no movimento de direitos gays”, disse ele, é “a tão chamada teoria de que indivíduos nascem gays, de que a orientação sexual é como raça ou alguma qualidade inata, de que você nasce desse jeito”. Depois de apontar que as modernas pesquisas cientificas não apoiam essa teoria, Jack propôs que uma melhor comparação poderia ser feita com a religião. “Ninguém acha que a religião é inata, mas a liberdade de convicção, a liberdade de consciência é uma analogia melhor para nós”.
    A analogia da religião poderia ser um tiro pela culatra. Em outubro, o Inspetor Especial de Liberdade de Religião ou Convicção exortou os países membros da ONU a protegerem não somente o direito dos indivíduos de se converterem, mas também “o direito de tentarem converter os outros por meio de persuasão sem coerção”.
    O único membro da comissão diretamente ligado à ONU era Toiko Kleppe, assessora jurídica sênior de questões LGBT no Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos. Ela declarou que “o Inspetor Especial do direito à saúde disse que não só é tal terapia [reparativa] sem base científica, mas também é potencialmente prejudicial, e está certamente contribuindo para estigmatizar, tanto o auto-estigma quanto o estigma de outras pessoas e, como tal, é absolutamente uma violação de direitos humanos”, antes de indicar para seus comentários com o esclarecimento de que não seria uma violação de direitos humanos se o paciente estivesse em condições de dar consentimento informado para a terapia.
    Uma voz em apoio à terapia reparativa veio de uma carta anônima, que foi lida no evento. “Jonathan”, que temia uma repercussão violenta, escreveu que ele não queria que ninguém fosse pressionado ou forçado a fazer terapia, mas que sem ela, ele “não se sentiria tão feliz e tão realizado”. Ele terminou com esta súplica: “Peço-lhes, por favor, tornemos as iniciativas de mudança de orientação sexual melhores e mais responsáveis; mas por favor, não a eliminem, por favor, não a criminalizem, e por favor, não digam que é uma violação de direitos humanos, pois para mim, fez de mim a pessoa que sou hoje”.
    A comissão não ouviu a opinião dos profissionais de terapia psicológica que ajudam pacientes a resistirem à atração indesejada de mesmo sexo.
    Tradução: www.juliosevero.com
    Fonte: C-FAM