segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Que realmente pensava Einstein sobre Deus?



A questão é interessante, pois, sendo o físico e matemático Alberto Einstein considerado como um dos gênios dos últimos tempos, a sua posição perante o problema de Deus não deixa de ter significado. Verdade é que, para aderir a Deus, não basta ao homem possuir uma inteligência; muitas vezes o julgamento desta se desvia da verdade por causa de dificuldades de ordem moral ou por causa das consequências práticas que a afirmação da verdade acarretaria consigo. Como quer que seja, será sempre útil o conhecimento das afirmações de homens inteligentes.
Proporemos abaixo, portanto, um esboço biográfico de Einstein, ao qual se seguirá breve análise do pensamento filosófico-religioso desse cientista.
1. Esboço biográfico
Alberto Einstein nasceu de pais israelitas na cidade de Ulm (Alemanha) aos 14 de março de 1879. Passou a juventude em Munique, onde seu pai trabalhava em eletrotécnica. Em 1896 matriculou-se na Escola Politécnica de Zurich (Suíça), doutorando-se em 1905.
Os inícios dos estudos de Einstein em Zurich não foram alvissareiros, pois o jovem candidato se viu reprovado no exame de admissão à Escola Técnica Superior da cidade. O pequeno revés se devia ao fato de que, embora muito preparado em Física e Matemática, Einstein não dominava bem as línguas modernas nem tampouco a Botânica e a Zoologia.
A partir de 1901 o sábio já publicava artigos sobre eletrodinâmica em revistas alemãs, o que lhe granjeou fama crescente. Em 1905 editou pequeno opúsculo sobre a «eletrodinâmica dos corpos em movimento», opúsculo que continha em gérmen a teoria da relatividade.
Em 1909 tornou-se catedrático de Física na Universidade de Zurich, ficando em exercício até 1913. Tendo-se aumentado o prestigio de Einstein, o Imperador Guilherme II da Alemanha nessa data convidou-o para a cátedra de Física na Academia de Ciências da Prússia; no ano seguinte (1914) o mestre sucedeu a Jakob Van’t Hoff na direção do Instituto de Física de Berlim. Foi-se tornando membro eleito das grandes Academias de Ciências do mundo inteiro, enquanto as Universidades lhe iam conferindo o título de doutor «honoris causa». Em 1921, Einstein foi condecorado com o prêmio Nobel de Física. Exonerado de obrigações acadêmicas, o sábio dedicava seu tempo ao estudo, a conferências e debates em diversas nações sobre a teoria da relatividade. Apregoava ao mesmo tempo a filantropia, o pacifismo, mostrando-se adversário de todo imperialismo e grande fautor do movimento sionista ou dos interesses do povo de Israel.
Em 1933 Einstein, que já vivia na Inglaterra ou nos Estados Unidos da América, rompeu com o regime nacional-socialista, pedindo sua demissão às Academias de Ciências da Prússia e da Baviera; não perdeu a ocasião de censurar então as sociedades de cientistas alemães por condescenderem com um governo que arbitrariamente denegava a muitos estudiosos os meios de viverem e trabalharem na Alemanha: «Eu não poderia pertencer, dizia ele, a uma comunidade que adota tal atitude, embora esta seja extorquida por pressão».
Na mesma época (1933) Einstein aceitou o cargo de Reitor da Universidade de Jerusalém; passou, porém, a residir nos Estados Unidos, na qualidade de professor da Universidade de Princeton. Após uma carreira de estudos cada vez mais brilhante, foi nesta cidade que o cientista entregou a alma ao Criador aos 18 de abril de 1955.
Interessa-nos agora reconstituir o perfil filosófico-religioso do grande varão. Para tanto, beneficiar-nos-emos dos estudos recentemente publicados por Karlheinz Schauder, nos «Frankfurter Hefte», e G. Jasper, no «Deutsches Pfarrerblatt»; estes dois autores, trazendo à tona novos fatos e ditos concernentes a Einstein, possibilitaram-nos um conhecimento mais fiel da mentalidade do cientista alemão.
2. Einstein e o problema de Deus
2.1. Não seria inútil notar aqui, em primeiro lugar, o traço marcante da personalidade de Einstein, a saber: a sua independência de caráter. Esta se manifestava principalmente pelo desejo de se emancipar das convenções e dos hábitos, por vezes avassaladores, da vida social. Diz-se que o sábio não se intimidava por andar de sandálias, sem meias, com a cabeleira em desordem, prestes a mostrar a língua a um fotógrafo indiscreto; chegou a declarar: «Nunca pertenci de todo o coração a algum país ou Estado, nem a um circulo de amigos, nem mesmo à minha própria família». — Casou-se com antiga colega sua na Escola Politécnica de Zurich, tornando-se pai de dois filhos, que ele muito amava; divorciou-se, porém, e em consequência separou-se também dos filhos, contraindo novas núpcias com sua prima Elza. Este foi o episódio mais doloroso da vida de Einstein.
2.2. A tal independência de caráter associou-se outro fator importante para a configuração do pensamento do estudioso israelita. Filho de pai que zombava da Religião, Alberto recebeu sua primeira formação numa época em que mestres e livros costumavam apregoar oposição frontal entre um evolucionismo exagerado, de tendências monistas, e a tradicional fé em Deus; ainda ressoava nos ouvidos de muitos a sátira de Haeckel, que afirmara ter conseguido transformar o Deus dos cristãos em um «vertebrado gasoso». — Influenciado pela mentalidade da época, o jovem Einstein desde cedo abandonou a sinagoga; não se tornou ateu, mas passou a professar uma religião «cósmica», de caráter panteísta e vago; como ele mesmo dizia, acreditava na «existência de uma força pensante superior que se manifesta pelo insondável universo».
Significativo é o episódio seguinte: em 1919 ou 1920, tendo o Cardeal de Boston assinalado Einstein entre os ateus da época, um rabino de Nova Iorque telegrafou ao cientista nos seguintes termos: «Crê V. S. em Deus? Resposta paga, 50 palavras». Ao que Einstein respondeu: «Creio no Deus de Spinoza, que se manifesta na harmonia das seres… Não em um Deus que se importe com as sortes e as ações dos homens».
De passagem diga-se que Baruque de Spinoza foi um filósofo judeu do séc. XVII (+1677), o qual professou o panteísmo ou a identificação de Deus com o mundo.
A ideologia de Einstein, como a de Spinoza, negava a liberdade de arbítrio do homem, como se este fosse habitualmente impelido a agir por uma necessidade interior. — Negando que a Divindade se importe com o destino e os atos do homem, Einstein estava naturalmente bem longe do conceito de Deus revelado pelas Escrituras de Israel, ais quais descrevem a Providência Divina a zelar carinhosamente pela sorte das criaturas.
2.3. Contudo o pensamento de Einstein não se fixou definitivamente em tão pálidas noções religiosas. Em 1950, numa entrevista à imprensa, declarava:
«A opinião comum de que sou ateu, repousa sobre grave erro. Quem a pretende deduzir de minhas teorias científicas, não as entendeu… Creio num Deus pessoal, e posso dizer com sinceridade que nunca em minha vida cedi a uma ideologia ateia».
Na mesma entrevista, Einstein fazia observar outrossim que os homens de ciência concordam em afirmar ‘que não há oposição entre Ciência e Religião; reconheceu contudo haver cientistas que ainda em nossos dias abraçam os pontos de vista de seus predecessores em 1880. E, para firmar bem sua oposição radical ao ateísmo, Einstein em 1950 não hesitava em asseverar que já aos 18 anos «considerava as teorias evolucionistas de Darwin, Haeckel e Huxley como teorias irremediàvelmente antiquadas».
Entre parênteses seja licito notar: não é o evolucionismo como tal que se opõe à crença em Deus, mas é o evolucionismo mecanicista ou casualista, que abstrai da ação de um Deus Criador e Providente.
O evolucionismo pode-se conciliar com a fé cristã; cf. «P.R.» 4/1957, qu. 1.
2.4. A verificação desse roteiro espiritual suscita espontaneamente a questão: poder-se-iam indicar os fatores que levaram Einstein a trocar o panteísmo pela profissão de fé num Deus pessoal, distinto do mundo ?
Schauder, nos estudos citados, assinala dois elementos que terão feito amadurecer de tal modo o pensamento do mestre:
a) a percepção adquirida nos últimos anos por Einstein e pelos cientistas em geral, percepção de que no interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que os estudiosos costumavam pressupor. Com efeito, no átomo apenas se depreendem leis prováveis, formuladas na base de estatísticas. Ora essa indeterminação ou essas lacunas no plano da matéria abrem lugar à intervenção de uma causa extrínseca, diferente da matéria, causa que equilibra e harmoniza as reações dessemelhantes ou contraditórias da matéria. Assim Einstein terá considerado as lacunas da ordem dentro da matéria como o ponto de encontro do finito com o ínfinito, da criatura com o Criador, sendo Este essencialmente distinto daquela.
b) A bomba atômica também concorreu poderosamente para abalar o pensamento de Einstein. Tendo colaborado para a fabricação dessa arma, o grande cientista impressionou-se profundamente com as consequências da mesma. Avivou-se nele o senso da responsabilidade moral. Schauder julga mesmo que nos dizeres do velho Einstein se encontram esparsos os indícios de consciência do pecado e de atitude de oração. A idéia de Deus, em consequência, deixou de ser pálida e vaga na mente de Einstein, como fôra outrora, para tornar-se muito viva. Ele reconheceu que, junto ao mistério do mundo (que, aliás, Einstein sempre respeitou), existe o mistério de Deus, mistério que requer fé da parte do homem.
São, sem dúvida, palavras do sábio consignadas em carta à sua irmã: «O fundamento de todos os valores humanos é a moralidade».
Em outra missiva, dirigida a Max Bom, detentor do prêmio Nobel, escrevia Einstein:
«O que cada indivíduo pode fazer é dar o exemplo da retidão de vida e conceber a coragem de sustentar seriamente as suas convicções éticas em meio a uma sociedade de cínicos. Há muito tempo que, com sucesso desigual, procuro comportar-me desse modo».
Ora não resta dúvida de que o fundamento de toda a moralidade, tão vivamente apregoada por Einstein, é Deus, e Deus distinto do homem, Providente e Solícito para com a sua criatura.
2.5. Quanto a Jesus Cristo em particular, perguntaram certa vez ao sábio se acreditava na existência d’Ele. Ao que respondeu:
«Sem dúvida. Ninguém se pode iludir a respeito desses fatos: Jesus viveu, e suas palavras são admiráveis. Ainda que um ou outro pensador da antiguidade se tenha manifestado de maneira semelhante à de Jesus, nenhum deles se exprimiu de modo tão divino».
«Ninguém pode ler os Evangelhos sem tomar consciência da realidade de Jesus. A sua personalidade vibra em cada uma das suas palavras. Fábula nenhuma se apresentaria tão penetrada de vida. Muito diferente é a impressão que colhemos das narrativas de heróis legendários de tempos remotos, como, por exemplo, Teseu; todos esses carecem do fidedigno dinamismo de Jesus».
«Sou judeu. Contudo a figura brilhante do Nazareno exerceu extraordinária influência sobre mim».
Fato notável: quarenta anos antes de se exprimir de tal modo, Einstein costumava colocar Jesus no mesmo plano que Kant e Goethe!
2.6. A respeito da Igreja Católica, apraz ainda consignar a seguinte observação de Einstein:
«A Igreja Católica foi a única a levantar a voz contra o assalto dirigido por Hitler contra a liberdade. Até aquela época a Igreja jamais detivera a minha atenção. Hoje, porém, exprimo minha grande admiração e meu profundo apego a essa Igreja que, a sós, teve a inabalável coragem de lutar em prol da liberdade espiritual e moral».
Assim Einstein, do seu modo, professava o caráter único (diríamos: sobrenatural) da Santa Igreja Católica.
Em conclusão: é de crer que o Senhor em seu justo juízo não terá desprezado tudo quanto de belo e nobre Ele mesmo colocou na alma de quem tão certeiramente soube elevar-se da matéria visível à Realidade invisível.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Medicina afirma de forma categórica:” A concepção marca o início da vida de um ser humano”



João Araújo

No século XIX descobriu-se que, a partir da concepção, tínhamos um novo ser humano e que, por isso, o aborto consistia em matar deliberadamente um ser humano inocente. Interessa, pois, saber se desde então foi feita alguma descoberta científica que anulasse ou questionasse as descobertas desse século.

Os livros a seguir citados são usados em cerca de 80% das Faculdades de Medicina dos Estados Unidos da América e em muitos outros países do mundo.
“Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um oócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano… Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto.” (K. L Moore. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (2nd Ed., 1977), Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)
“Da união de duas dessas células [espermatozóide e oócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula.”(Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)
“A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são tudo preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo”. (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)
“O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo.” (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institute of Technology (MIT) Press)
“Sempre que um espermatozóide e um oócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:” (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Pathology of lhe Fetus and lhe Infant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)
“O zigoto (…) representa o início de uma nova vida.” (Greenhill and Freidman’s, Biological Principies and Modern Practice of Obstetrics)
Como já se disse o valor científico destas afirmações é inquestionável, pois constam dos livros adotados pela maioria das Faculdades de Medicina dos EUA.
Em 1971 o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA pediu a mais de duzentos cientistas, entre os mais prestigiados especialistas americanos, que elaborassem um relatório sobre o desenvolvimento embrionário. Esse documento diz o seguinte:
“Desde a concepção a criança (1) é um organismo complexo, dinâmico e em rápido crescimento. Na seqüência de um processo natural e contínuo o zigoto irá, em aproximadamente nove meses, desenvolver-se até aos trilhões de células do bebê recém-nascido. O fim natural do espermatozóide e do óvulo é a morte, a menos que a fertilização ocorra. No momento da fertilização um novo e único ser é criado, o qual, embora recebendo metade dos seus cromossomos de cada um dos progenitores, é completamente diferente deles”. (Amicus Curiae, 1971 Motion and Brief Amicus Curiae of Certain Physicians, Professors and Fellows of the American College of Obstetrics and Gyneco1ogy, Supreme Court of the United States, October Term, 1971, No. 70-18, Roe v.
Wade, and No. 70-40, Doe v. Bolton.)

Em 1981 o Senado dos EUA estudou a chamada Human Life Bill. Para o efeito ouviu durante oito dias os maiores especialistas do mundo na questão (americanos e não só). Ao todo foram feitos cinqüenta e sete depoimentos. No final, o relatório oficial dizia o seguinte:
“Médicos, biólogos e outros cientistas concordam em que a concepção marca o início da vida de um ser humano – um ser que está vivo e que é membro da nossa espécie. Há uma esmagadora concordância sobre este ponto num sem-número de publicações de ciência médica e biológica.” (Report. Subcommittee on Separation of Powers to Senate Judiciary Committee 5-158. 97th Congress. 1st Session 1981. p. 7.).
Conclusão
1. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo. A expressão “ser vivo”, aparece nesta frase com o mesmo valor e significado com que aparece na frase “A Rainha da Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo”.
2. Este ser vivo está individualizado.
3. Este ser vivo pertence a uma espécie definida: a espécie à qual pertencem todos os seres humanos. Portanto:
4. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo, individualizado e humano. Estas palavras têm todas exatamente o mesmo valor e significado com que aparecem na afirmação “A Rainha da Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo, individualizado e humano”.
Está completamente fora de dúvidas que o aborto mata um ser humano. Aos defensores do aborto resta explicar como se pode defender a morte arbitrária de seres humanos inocentes.
(1) No original: “From conception the child (…)”. Muitas pessoas pretendem que o aborto não mata um bebê: o que mata é um feto. É curioso notar que duzentos especialistas americanos elaboraram um texto onde começam por se referir à “criança” e não ao feto ou ao zigoto. Também no livro de Baruch Brody, Abortion and the Sanatity of Human Life, MIT Press, 1975, ele afirma que enquanto não conseguir distinguir feto de criança rejeitará a palavra feticídio usando indistintamente a palavra homicídio.
Fonte: site Aldeia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Um milhão de cartões-postais dizem sim ao matrimônio e não às uniões homossexuais no Reino Unido


Cartão-postal para enviar aos legisladores
LONDRES, 28 Jan. 13 / 08:31 am (ACI/EWTN Noticias).- Mais de um milhão de cartões-postais em defesa do autêntico matrimônio conformado por um homem e uma mulher, estão sendo distribuídos em todas as paróquias do Reino Unido para que os católicos os enviem aos legisladores e expressem sua oposição à legalização das uniões homossexuais.
A iniciativa parte dos Bispos da Inglaterra e Gales ante o próximo debate do projeto de lei no Parlamento no mês de fevereiro, que poderia abrir as portas ao mal chamado "matrimônio" gay.
Os prelados distribuíram os cartões-postais entre 5 mil sacerdotes que servem no país, quem têm a tarefa de entregá-los aos fiéis. Cada presbítero recebeu uma cópia da carta escrita pelo Vice-Presidente da Conferência Episcopal e Arcebispo do Southwark, Dom Peter Smith.
Na missiva, Dom Smith assinala que "é de particular importância que neste momento todos os deputados sejam conscientes dos sentimentos que gera este tema entre seus próprios eleitores, além disso, recebemos muitas cartas de leigos que pedem que façamos algo para frear esta nova medida".
No cartão-postal está a frase: "Fala pelo Matrimônio", uma mensagem que aparece em cima da imagem de umas mãos com aliança. Também há uma exortação em que se recorda que "o matrimônio entre um homem e uma mulher é a base fundamental da família e oferece as melhores condições para educar às próximas gerações".
Além dos cartões, os Bispos colocarão pôsteres com mensagens a favor do matrimônio na parte exterior dos templos.
Esta iniciativa está sendo feita depois que, em meados de janeiro, mais de mil sacerdotes assinassem uma carta aberta dirigida aos políticos e publicada no jornal The Daily Telegraph na qual advertem que o projeto de lei é um perigo para a liberdade religiosa.
Essa carta exorta aos parlamentares a "não terem medo de rechaçar esta legislação".

domingo, 27 de janeiro de 2013

O silencio da dor é um grito de louvor.

Esse artigo neste dia de hoje diz muito, com o que aconteceu em Santa Maria-rs.
A perda e o luto é um mistério doloroso e ausência é crucial, mas a fé que gera a esperança em nossos corações que um dia vamos nos encontrar na Eterna Família do Pai.
Nota de Marcos Antonio Inácio.
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O silêncio da dor da morte, nos leva a ter um olhar naquilo que não passa,
n’Aquele que é a nossa vida, nos leva a ouvir a única voz que nos dá a vida ...

E ao ouvir esta voz, nós podemos olhar para o Senhor e já avistar o lugar onde
todos nós nos encontraremos e nos alegraremos. Este é o lugar que o Senhor
nos preparou, e é Ele mesmo que em seu infinito e sublime amor nos faz
contemplar o céu naqueles que partiram para este tão esperado lugar.

Essa é a maior alegria de sermos filhos de Deus, pois em nossos corações
cantamos o hino de triunfo a Cristo ressuscitado, onde o único sentido da morte
é a alegria de estar com Deus e poder contemplá-lo face a face.















Lado a lado - Canção do espetáculo Encontro 

Lado a lado como dois amigos irmãos
caminhávamos na mesma direção
Em teu sorriso pude ver a alegria de viver
Em teus olhar o brilho do infinito eu já encontrava
Não podia imaginar que um dia iria te perder
de tão perto te ver partir
No mistério dessa dor tua morte me levou
a sentir o céu mais perto de mim
Em meio a tanta dor não
cesse o louvor em meus lábios em meu coração
Perfume que sobe ao Senhor oferta de amor
que exala a eternidade
enfim, o céu sinto em mim
Não podia imaginar que um dia iria te perder
de tão perto te ver partir
No mistério dessa dor tua
morte me levou
a sentir o céu mais perto de mim
Em meio a tanta dor não cesse o louvor
em meus lábios em meu coração
Perfume que sobe ao Senhor
oferta de amor
que exala a eternidade
enfim, o céu sinto em mim.


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por Adney Pinheiro 

Fonte: http://www.comshalom.org

Bento XVI: A falta de fé gera crises no matrimônio


Vaticano, 26 Jan. 13 / 02:46 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em seu discurso de sábado pela manhã aos membros do Tribunal da Rota Romana, o mais alto tribunal eclesiástico da Santa Sé, o Papa Bento XVI assinalou que “a carência de fé pode ferir os bens do matrimônio: procriação, fidelidade conjugal e indissolubilidade”.

O Santo Padre sublinhou que a atual crise de fé ocasiona uma crise na união conjugal, acrescentando que o rechaço da proposta de Deus leva a um profundo desequilíbrio em todas as relações humanas.

O “acentuado subjetivismo e relativismo ético e religioso” da cultura contemporânea impõe à família “desafios urgentes”, disse o Papa.

Bento XVI lamentou que exista uma “difundida mentalidade” de que a pessoa “seja ela mesma permanecendo ‘autônoma’ e entrando em contato com o outro só mediante relacões que possam ser interrompidas em qualquer momento”.

O Papa sublinhou que “só abrindo-se à verdade de Deus é possível compreender, e realizar no concreto da vida também conjugal e familiar, a verdade do homem como filho dele, regenerado pelo Batismo”.

Ao refletir sobre a indissolubilidade do pacto matrimonial entre um homem e uma mulher, indicou que este “não requer, por fins sacramentais, a fé pessoal dos noivos”, mas o que se pede, “como condição mínima necessária é a intenção de fazer aquilo que faz a Igreja”.

Entretanto, apontou, “embora seja importante não confundir o problema da intenção com aquele da fé pessoal dos contraentes, não é possível separá-los totalmente”.

Ao recordar os três bens do matrimônio, mencionados por Santo Agostinho, procriação, fidelidade conjugal e indissolubilidade, o Papa advertiu que não se deve prescindir “da consideração de que possam apresentar-se casos nos que justamente pela ausência de fé, o bem dos cônjuges resulte comprometido e portanto excluído do consenso mesmo”.

O Santo Padre advertiu que “com estas considerações, não pretendo certamente sugerir algum fácil automatismo entre carência de fé e nulidade da união matrimonial, mas evidenciar como tal carência poderá, embora não necessariamente, ferir também os bens do matrimônio, a partir do momento em que a referência à ordem natural querida por Deus é inerente ao pacto conjugal”.

O Papa assinalou que sobre a problemática da validez do matrimônio, “sobretudo no contexto atual, será necessário promover ulteriores reflexões”.

Bento XVI também recordou aqueles Santos que viveram o matrimônio de acordo à perspectiva cristã”, obtendo assim “superar também as situações mais adversas, conseguindo às vezes a santificação do cônjuge e dos filhos com um amor sempre reforçado por uma sólida confiança em Deus”.

Polêmica na Folha de São Paulo: Dom Tomás Balduíno, o bispo vermelho, ataca senadora Kátia Abreu. E recebe uma resposta acachapante.


Artigo de 23 de janeiro de Dom Tomás Balduíno.

Tomás Balduino: Apreensão no campo.

Dom Balduíno foi um dos homenageados por peritos em direitos humanos do governo federal, como Dilma Roussef, Eleonora Menicucci e Maria do Rosário, na 18ª edição do Prêmio Direitos Humanos de 2012.
Dom Balduíno foi um dos homenageados por peritos em direitos humanos do governo federal, como Dilma Roussef, Eleonora Menicucci e Maria do Rosário, na 18ª edição do Prêmio Direitos Humanos em dezembro de 2012. Entre os agraciados também estavam Dom Pedro Casaldáliga e o deputado petista Padre Luiz Couto; Leonardo Boff recebeu o prêmio representando uma ONG.
Eis o quadro: o pequeno agricultor Juarez Vieira foi despejado de sua terra, em 2002, no município tocantinense de Campos Lindos, por 15 policiais em manutenção de posse acionada por Kátia Abreu. Juarez desfilou, sob a mira dos militares, com sua mulher e seus dez filhos, em direção à periferia de alguma cidade.
O caso acima não é isolado. O governador Siqueira Campos decretou de “utilidade pública”, em 1996, uma área de 105 mil hectares em Campos Lindos. Logo em 1999, uns fazendeiros foram aí contemplados com áreas de 1,2 mil hectares, por R$ 8 o hectare. A lista dos felizardos fora preparada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins, presidida por Kátia Abreu (PSD-TO), então deputada federal pelo ex-PFL.
O irmão dela Luiz Alfredo Abreu conseguiu uma área do mesmo tamanho. Emiliano Botelho, presidente da Companhia de Promoção Agrícola, ficou com 1,7 mil hectares. Juarez não foi o único injustiçado. Do outro lado da cerca, ficaram várias famílias expulsas das terras por elas ocupadas e trabalhadas havia 40 anos. Uma descarada grilagem!
Campos Lindos, antes realmente lindos, viraram uma triste monocultura de soja, com total destruição do cerrado para o enriquecimento de uma pequena minoria. No Mapa da Pobreza e Desigualdade divulgado em 2007, o município apareceu como o mais pobre do país. Segundo o IBGE, 84% da população viviam na pobreza, dos quais 62,4% em estado de indigência.
Outro irmão da senadora Kátia Abreu, André Luiz Abreu, teve sua empresa envolvida na exploração de trabalho escravo. A Superintendência Regional de Trabalho e Emprego do Tocantins libertou, em áreas de eucaliptais e carvoarias de propriedade dele, 56 pessoas vivendo em condições degradantes, no trabalho exaustivo e na servidão por dívida.
Com os povos indígenas do Brasil, Kátia Abreu, senadora pelo Estado do Tocantins e presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), tem tido uma raivosa e nefasta atuação.
Com efeito, ela vem agindo junto ao governo federal para garantir que as condicionantes impostas pelo Supremo no julgamento da demarcação da área indígena Raposa Serra do Sol sejam estendidas, de qualquer forma, aos demais procedimentos demarcatórios.
Com a bancada ruralista, ela pressionou a Advocacia-Geral da União (AGU), especialmente o ministro Luís Inácio Adams. Prova disso foi a audiência na AGU, em novembro de 2011, na qual entregou, ao lado do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), documento propondo a criação de norma sobre a demarcação de terras indígenas em todo o país.
O ministro Luís Adams se deixou levar e assinou a desastrosa portaria nº 303, de 16/7/12. Kátia Abreu, ao tomar conhecimento desse ato, desabafou exultante: “Com a nova portaria, o ministro Luís Adams mostrou sensibilidade e elevou o campo brasileiro a um novo patamar de segurança jurídica”.
Até mesmo com relação à terra de posse imemorial do povo xavante de Marãiwatsèdè, ao norte do Mato Grosso, que ganhou em todas as instâncias do Judiciário o reconhecimento de que são terras indígenas, Kátia Abreu assinou nota, como presidente da CNA, xingando os índios de “invasores”.
Concluindo, as lideranças camponesas e indígenas estão muito apreensivas com o estranho poder econômico, político, classista, concentracionista e cruel detido por essa mulher que, segundo dizem, está para ser ministra de Dilma Rousseff. E se perguntam: “Não é isso o Poder do Mal?” No Evangelho, Jesus ensinou aos discípulos a enfrentar o Poder do Mal, recomendando-lhes: “Esta espécie de Poder só se enfrenta pela oração e pelo jejum” (Cf. Mt 17,21).
PAULO BALDUINO DE SOUSA DÉCIO, o dom Tomás Balduino, 90, mestre em teologia, é bispo emérito da cidade de Goiás e conselheiro permanente da Comissão Pastoral da Terra
* * *

Não darás falso testemunho

Não é verdade que despejei um pequeno agricultor. Tratava-se de grileiro, cuja crônica de maldades qualquer morador da região atestará
Li, com surpresa, nesta Folha, um texto rancoroso e eivado de fúria acusatória e caluniosa (“Apreensão no campo”, em 23/1), assinado pelo bispo emérito de Goiás Velho, dom Tomás Balduino, atribuindo-me pecados que não cometi.
Como católica praticante, jamais imaginei um dia polemizar com um representante da mais alta hierarquia da fé que professo. Mas a fé que professo não parece ser a mesma que a dele. As palavras que me dirigiu não foram de um cristão.
Minha fé não é a do ódio revolucionário, que incita o conflito e trata como pecadores os que dele divergem ideologicamente. É a fé que o papa Bento 16, em seu livro “Jesus de Nazaré, da Entrada em Jerusalém à Ressurreição”, proclama como sendo a da paz.
“A violência”, diz o papa, “não instaura o Reino de Deus, o Reino da Humanidade. É, ao contrário, instrumento preferido do Anticristo. Mesmo com motivação religiosa idealista, ela não serve à humanidade, mas à inumanidade”.
Não há mistura mais letal que a da política com a religião. O fundamentalismo é, em si, antirreligioso. Os católicos da Irlanda, em nome de sua fé -que seguramente não é a de Cristo-, usaram o terrorismo e o sangue de inocentes como arma política, em nome de Alguém que resumiu sua doutrina numa frase: “Amai-vos uns aos outros”.
Minha mais remota lembrança de dom Tomás é diametralmente oposta ao espírito de seu artigo. Remonta a um tempo anterior à criação do meu Tocantins, então integrado a Goiás.
Ele, ainda padre, ensinava, num Sermão das Sete Palavras, na Sexta-Feira da Paixão, que Jesus, ao pedir ao Pai que perdoasse seus algozes, “pois não sabiam o que faziam”, mostrava a importância de interceder não só pelos amigos, mas sobretudo pelos inimigos.
Ao que parece, algo mudou na transição de padre Tomás para o bispo dom Balduino. Invoco, pois, o espírito cristão do padre para responder ao bispo, com absoluta serenidade, as imputações que me faz -a mim e a meus irmãos Luiz Alfredo e André Luiz. Mesmo perdoando-o desde já, cumpro o dever de desmenti-lo.
Não é verdade, dom Balduino, que tenha perseguido, despejado e feito perseguir “por 15 policiais armados” um pequeno agricultor em Campos Lindos, Tocantins. Tratava-se do grileiro Juarez Vieira, cuja crônica de violências e maldades qualquer morador da região atestará. Obtive na Justiça reintegração de posse de terra de minha propriedade legítima.
Não é verdade também que a tenha recebido de “mão beijada”. Adquiri-a em moeda corrente e a preço justo, como os demais fazendeiros. Era área inóspita e desabitada; hoje, é a internacionalmente conhecida região do Mapito, referência de produtividade em soja, milho e algodão, com infraestrutura bancada pelos produtores pioneiros.
Outra injúria atinge meus dois irmãos. O bispo acusa Luiz Alfredo de grilagem e André Luiz, de promover trabalho escravo. Mas Alfredo adquiriu com recursos próprios as terras que possui, devidamente documentadas. E André jamais foi proprietário da fazenda citada pelo bispo.
Apenas alugou dois tratores, sem os tratoristas, para o proprietário, nada tendo a ver com as denúncias, que não o envolveram. É, inclusive, funcionário do Ministério Público do Trabalho, onde jamais foi questionado.
Esclareço também que não sou responsável pela decisão da Advocacia-Geral da União de estender as condicionantes da demarcação de Raposa Serra do Sol às demais terras indígenas. Foi o Supremo Tribunal Federal que assim o determinou.
Sem seu grau de santidade e sabedoria, não lhe devolvo as insolências. E se for o caso de terminar com uma citação, tomo, com respeito, a palavra do Senhor, no Antigo Testamento: “Não darás falso testemunho contra o seu próximo” (Êxodo, 20, 16).
KÁTIA ABREU, 50, é senadora (PSD-TO) e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
Fonte: http://fratresinunum.com

Foto da semana.


march
Washington, EUA, 25 de janeiro de 2013: a neve não impediu 500 mil pessoas de se manifestarem contra o aborto na tradicional “March for Life”, mas um penitente chamou a atenção por seu sacrifício solitário pelo fim do aborto. Já são 55 milhões de crianças norte-americanas dizimadas pela maldição do aborto desde sua liberação no país, em 1973. Foto: Washington Post.
Fonte: http://fratresinunum.com

Marcha pela vida: 500.000 pessoas desfilam na neve em Washington.


Por Mauro Faverzani - Corrispondenza Romana | Tradução: Fratres in Unum.com -  Sexta-feira, 25 de janeiro, um dia após o juramento de Obama, que no início de seu segundo mandato como presidente, de acordo com todos os comentaristas, dirigiu ao país o discurso mais radical e mais revolucionário de hdos Estados Unidos, as mesmas ruas que ele percorreu para ir do Capitólio até a Casa Branca estavam cheias de centenas de milhares de pró-vidas. Nunca antes a participação foi tão grande [no ano passado foram 400 mil pessoas], porque relembrou os 40 anos desde a aprovação da infame lei Roe x Wade, que legalizou o aborto nos Estados Unidos, e também comemorou o 40º aniversário da Marcha, que teve início no mesmo ano e nunca parou desde então.

Mas essa foi também a maior marcha, porque os americanos a favor da vida queriam fazer ouvir suas vozes por um presidente que não apenas tem louvado o aborto repetidas vezes, tornando-o ainda mais acessível, mas também tem evitado a objeção de consciência, forçando as instituições católicas a praticá-lo. Um presidente que recentemente disse que sua organização favorita era a Planned Parenthood, uma associação pró-aborto riquíssima, que promove a contracepção e o aborto no mundo inteiro. Ela é a mesma organização que na Europa, através da União Europeia, realiza uma campanha acirrada, de modo que não haja mais países, como a Irlanda, a Polônia e Malta, que impeçam o aborto livre.
Trata-se de uma gente jovem, forte e cheia de entusiasmo, que invadiu Washington, uma gente vinda de todos os estados dos EUA, às vezes, viajando dois dias inteiros. São pessoas que tiram quase uma semana de férias ao ano para proclamar seu “sim” à vida e seu claro “não” ao aborto. Membros do Parlamento (republicanos, mas também democratas), representantes de todas as denominações (católicos, ortodoxos, evangélicos, judeus, muçulmanos…), famílias jovens com muitas crianças, idosos que todos os anos, por quatro décadas, se encontram no Mall para irem juntos em direção ao Supremo Tribunal, a  Suprema Corte Federal, da qual se espera uma reversão da lei, que em 40 anos já eliminou 55 milhões de vidas só nos Estados Unidos, quase um sexto da população do país.
Insensível aos cinco graus negativos e à neve que em certo momento começou a cair em abundância, a numerosa multidão aguarda o sinal de partida, ouvindo os testemunhos de vários oradores. Uma ovação saudou Rick Santorum e sua família, mas igual comoção causou a história de uma das muitas mães presentes, que fizeram aborto no passado. “Lamento o meu aborto”, lia-se em seus cartazes, que seguravam com dor, mas sem vergonha. E junto deles, muitos outros cartazes, faixas, bandeiras, estandartes, muitos jovens gritavam palavras de ordem contra a lei, em defesa da vida, mas também contra Obama. Muitas associações estavam presentes: os Cavaleiros de Colombo, patrocinadores da Marcha, a Vida Humana Internacional, a American Life League, a Choose Life America, os Americanos Unidos pela Vida, os Sacerdotes pela Vida. Dentre as delegações estrangeiras estavam presentes, no palco de honra, a Marcha pela Vida italiana, representada por seu porta-voz Virginia Coda Nunziante. Também muitas paróquias, muitas escolas com seus alunos, muitos jornais e estações de televisão. E como todos os anos, a associação Tradição, Família e Propriedade americana fechava o longo cortejo com uma banda musical que acompanhava a imagem milagrosa de Nossa Senhora de Fátima.
Quinhentas mil pessoas marcharam em direção ao Supremo Tribunal, 500 mil desafiaram a cultura da morte que reina nos Estados Unidos, mas também no resto do mundo. “Somos a geração que vai abolir a lei do aborto – disse um menino com convicção, ao final de seu breve discurso -. Este é o nosso dever. E com a ajuda de Deus todas as coisas são possíveis”.

sábado, 26 de janeiro de 2013

507 anos dos Guardas Suíços. O que você sabe sobre eles?





Fazem 507 anos que, desfilando com passo militar marcado por tambores, 110 soldados vindos da Confederação Helvética ultrapassaram os muros do Vaticano. E lá permanecem até hoje.
Era um corpo de defesa que, com o passar do tempo, tornou-se a Guarda Suíça, que, desde então, escreve sua história com fidelidade, abnegação e heroísmo.
Foi o Papa Júlio II quem pediu aos Helvécios que enviassem um grupo de soldados que o defendessem de seus inimigos. O Papa foi atendido e, então, nasceu o atual corpo de defesa Pontifício.
Eles chegaram, mais exatamente, no dia 22 de janeiro de 1506, e por isso comemorou-se recentemente os mais de 500 anos da vinda deles para Roma.
Houve missa celebrada pelo Mestre de Cerimônias de Bento XVI e um desfile militar tal como foi feito pelos primeiros Guardas que se instalaram no Vaticano.
Aquela “era uma época em que os suíços eram mercenários muito conhecidos pelos serviços que sempre desenvolviam com fidelidade e valentia. Algo que ainda hoje tentamos fazer em nosso trabalho, estando sempre no máximo de nossas possibilidades”, diz o Guarda Suíço Urs Breitnemosser.
Sem dívidas, um trabalho que foi desenvolvido sempre com fidelidade para com todos os Papas.
Seu característico e vistoso uniforme expressa a alegria de ser sodado, a vontade de combater e de estar a serviço do Sucessor de Pedro. E a cor vermelha que trazem simboliza a disposição de derramar seu sangue para defender o Santo Padre, seja ele quem for. (JS)

Fonte: Gaudium Press

A beleza e a riqueza dos sexos Masculino e Feminino.


A Riqueza dos dois Sexos

Negando a diversidade fértil, negamos a identidade do ser humano como conjunto de alma e corpo e contestamos a própria raiz da natureza humana.
Reuters/Christian Hartmann
‘Papai e mamãe’: multidão protesta em Paris contra o matrimônio homoafetivo
Nas grandes manifestações organizadas em Paris em protesto contra o projeto de legalização do casamento entre homossexuais e a possibilidade de esses adotarem filhos, e portanto também gerá-los por meio da procriação assistida, representantes das três religiões monoteístas – católicos, judeus e muçulmanos – marcharam lado a lado.
A defesa da família “natural” aproximou suas posições, embora permaneçam – pelo menos para o Islã – as grandes diferenças na questão do papel da mulher. Mas, principalmente, criou-se uma forte aliança entre Gilles Bernheim, grão-rabino da França, e o papa Bento XVI: Bernheim redigiu um documento muito convincente contra o casamento gay, que o papa mencionou no discurso de Natal à cúria, revelando considerá-lo “cuidadosamente documentado e profundamente tocante”, e citando amplos trechos.
O ponto no qual ambos convergem é o reconhecimento da riqueza da criação de uma humanidade dividida em dois sexos, uma diversidade que se torna imediatamente fertilidade e garante a continuidade do grupo humano e o vínculo entre as gerações.
De fato, é a fecundidade que fundamenta a distinção masculino/feminino, o que significa que ela se baseia no esquema da geração.
Negando esse caráter de diversidade fértil, negamos a identidade do ser humano como conjunto indivisível alma e corpo, e contestamos a própria raiz da natureza humana, propondo outra natureza composta apenas de espírito e vontade. Aceitando essa última possibilidade, o homem nega que deva algo à natureza, a sua própria natureza, e propõe uma identidade construída apenas sobre sua vontade e seu desejo.
Compreende-se de imediato que essa posição constitui o atentado mais radical à própria existência de um criador, que doou ao ser humano uma identidade pré-constituída, dotando-o de um corpo que pode pertencer a dois gêneros diferentes, macho e fêmea. Se a dualidade homem-mulher for substituída por uma identidade neutra, a do gênero, que depende apenas do desejo individual, a família como lugar da procriação deixará de existir. De fato, a família à qual os gays querem ter acesso não é mais uma família, porque não é o lugar da procriação dos filhos. Como escreveu o rabino Bernheim, a prole perde o lugar e a dignidade que lhe cabe, torna-se um objeto ao qual a pessoa tem direito, um objeto que ela pode adquirir por meio da engenharia procriativa.
As conclusões sobre as consequências dessa mudança são convergentes: se o sexo deixa de constituir um dado originado pela natureza, pela realidade corporal, mas constitui apenas um papel social, ao qual o homem pode ter acesso por uma decisão autônoma, o que está realmente em jogo, como escreveram Bento XVI e o rabino Bernheim, é “a visão do próprio ser, daquilo que realmente significa ser homens”.
A gravidade da situação foi portanto percebida pelos líderes religiosos com a mesma dramaticidade, e isso explica sua aliança natural na defesa da família, batalha na qual, como afirmou Bento XVI, o que está em jogo “é o próprio homem”, motivo pelo qual “quem defende Deus, defende o homem”.
A posição do Vaticano a respeito dessa matéria é, portanto, clara e coerente com as posições defendidas nos anos passados diante das graves questões bioéticas que o desenvolvimento tecnológico e científico impuseram à cultura contemporânea. O respeito pelo ser humano e por sua natureza original, criada por Deus, e a concepção do homem como conjunto indivisível de alma e corpo, ao qual a encarnação conferiu um estatuto espiritual: são esses os fundamentos de todo pronunciamento bioético da Igreja.
Consequentemente, o comportamento sexual e as questões levantadas no início e no fim da vida nunca são vistas exclusivamente como médicas, ou exclusivamente como materiais – referimo-nos a quem considera o embrião um conjunto de células, ou um doente terminal inconsciente um resíduo de que as pessoas devem se desfazer -, mas como problemas que dizem respeito à identidade em seu conjunto, psíquica e espiritual, do ser humano, criado à imagem de Deus.
O conflito entre essa posição da Igreja – caracterizada por uma grande coerência – e as exigências de um progresso tecnológico-científico que pretende ser autônomo e livre de todo vínculo ético eclodiu pela primeira vez em 1968, com a encíclica Humanae Vitae. Nela, Paulo VI negava a legitimidade moral das práticas anticoncepcionais que intervêm para deformar o sentido e o fim da relação sexual. E propunha realizar, se necessário, uma regulamentação dos nascimentos por meio de métodos naturais. Mas nem a descoberta, pelo casal Billings, de um método natural dotado de probabilidades de eficácia extremamente elevadas, com a vantagem de ser gratuito e não prejudicar a saúde da mulher, impediu que a Igreja fosse acusada de obscurantismo e insensibilidade em relação aos problemas dos casais.
A Humanae Vitae, assim como a encíclica que a antecedera sobre o tema, Casti Connubili (1931), recorre à ideia de natureza, direitos naturais e condição natural como requisitos criados por Deus a serem compreendidos e salvaguardados. A própria ideia de um início natural da vida, e de um fim igualmente natural, a ser defendida, está na base das posições da Igreja referentes aos problemas bioéticos relacionados ao estatuto do embrião e à eutanásia.
A quem argumenta com o fato de que já não existe mais nada de natural, porque tudo que diz respeito ao ser humano foi manipulado, a Igreja sempre responde procurando distinguir, em todas as circunstâncias, a escolha que mais se aproxima da condição natural, sobretudo a que mais garanta a dignidade do ser humano.
Pois, como já foi dito a propósito do casamento homossexual, o conflito de fundo versa sobre a identidade da natureza humana, problema levantado no final do século 19, com a difusão do evolucionismo: o ser humano será simplesmente o animal mais evoluído, ao qual portanto é possível aplicar o mesmo tratamento aplicado aos animais, ou ele é qualitativamente outro ser, e exige um respeito diferente e uma defesa mais severa? É essa a questão de fundo, a respeito da qual – como é compreensível – as religiões têm muito a dizer e que determina as escolhas bioéticas.
Não por acaso a eugenética se afirmou e se difundiu em seguida, e em consequência de certo tipo de evolucionismo, fortemente antirreligioso, e as questões éticas relativas ao ser humano – do aborto à seleção dos embriões sãos, e à morte assistida – são a consequência direta da posição que o indivíduo defende a esse respeito.
De todo modo, percebemos hoje, cada vez mais claramente, que as posições que podem ser definidas como ditadas por uma visão religiosa do mundo são compartilhadas, embora às vezes apenas em parte, por intelectuais laicos, como os filósofos Jürgen Habermas e Sylviane Agacinski, ou na Itália pela psicanalista Sivia Vegetti Finzi, motivo pelo qual não podem ser menosprezadas como remanescentes de uma mentalidade conservadora, imobilista e clerical.
Bento XVI destacou recentemente que, além da ecologia da natureza, é necessária uma ecologia do ser humano, a fim de defendê-lo das manipulações e degradações, frequentemente irreversíveis, às quais tende a ser submetido. Isso significaria, novamente, colocar o ponto de vista da Igreja ao lado do dos ecologistas, e não considerá-lo um sintoma de subdesenvolvimento cultural.
Foi exatamente esse ponto de vista diferente, o fato de vermos na Igreja uma visão original e crítica do que é politicamente correto dominante, que me levou – enquanto historiadora, ativista do movimento estudantil de 1968 e feminista – a defender as posições católicas, descoberta que vejo repetir-se nos meus alunos menos alinhados com a mentalidade corrente.
Ao mesmo tempo, tenho a consciência de que sempre existiu – conforme o comprova a história da Igreja – um feminismo cristão, que tende a valorizar a diferença feminina em lugar de palmilhar o caminho da assimilação ao modelo dominante, o masculino. Evidentemente, na Igreja há a necessidade de uma maior abertura para o feminino, de um reconhecimento do imenso papel desempenhado pelas mulheres nas formas mais diversas, mas essa é uma batalha que deverá ser travada em uma instituição que compartilha da minha ideia de mulher, que não acredita que a liberdade das mulheres possa fundamentar-se na legalização do aborto e na liberalização de todo tipo de contraceptivo, isto é, na negação da maternidade.
É por isso que, embora consciente da falta de reconhecimento do papel da mulher em seu interior, acredito que hoje a Igreja seja a única instituição que defende a identidade feminina de um achatamento que tende a apagar sua especificidade. A única que se contrapõe a novas formas de escravização do corpo feminino, como a venda de óvulos – produzidos com graves danos para a mulher – e a prática do aluguel do útero, evidentemente implícita no reconhecimento da procriação aos casais homossexuais.
TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA
(*) LUCETTA SCARAFFIA, HISTORIADORA E EDITORIALISTA DO L’OSSERVATORE ROMANO, LECIONA NA UNIVERSIDADE LA SAPIENZA DI ROMA. É MEMBRO DO COMITÊ NACIONAL ITALIANO DE BIOÉTICA. AUTORA, COM MARGHERITA PELAJA, DE CHIESA E SESSUALITÀ NELLA STORIA (LATERZA)
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-riqueza-dos-dois-sexos,986352,0.htm 
via http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/32911

Neymar faz tatuagem com versículo bíblico


Neymar faz tatuagem com versículo bíblicoNeymar faz tatuagem com versículo bíblico
A nova tatuagem do jogador Neymar tem ligações religiosas, segundo o tatuador do atleta, Adão Rosa, além de desenhos também há a citação de um versículo bíblico.
“A nova tattoo do Neymar é uma cruz, com uma coroa em cima e um dizer da Bíblia tirado de Coríntios- capítulo 1; versículos 24:27, escrito dentro de uma flâmula”, contou o tatuador ao site Ego.
Esta é a 5ª tatuagem de Neymar, todas elas foram feitas por Adão. A diferença é que desta vez o tatuador precisou trabalhar na residência do jogador do Santos. “Eu fui até a casa dele fazer. Ele até tinha marcado aqui no estúdio, mas desistiu porque da última vez teve muito assédio e isso atrapalha muito o trabalho dos seguranças do shopping.”
Neymar vem de uma família evangélica e sempre mostra que ainda tem ligações com a religião que aprendeu desde criança. Além de citar Deus em algumas declarações ele também promove a música gospel dizendo os artistas do segmento que ele mais admira. O cantor Fernandinho é um deles.

Filhos de divorciados são menos propensos à prática religiosa revela dossiê.



EUA: novo dossiê revela impacto sobre a fé nas famílias divididas
Por John Flynn, LC
As consequências sociais negativas do divórcio são bem conhecidas, mas uma nova pesquisa mostra que ele também leva à diminuição da prática religiosa.
Na semana passada, o Instituto de Valores Americanos publicou o dossiê “O modelo da família modela a fé? Os impactos das mudanças da família desafiam as Igrejas”, apresentando os resultados de uma pesquisa feita com estudantes.
A cada ano, cerca de um milhão de crianças vivem a experiência do divórcio dos pais, diz o relatório. Um quarto dos jovens adultos vem de famílias divorciadas.
Os autores do estudo dizem que os filhos de divorciados se tornam menos religiosos quando chegam à idade adulta do que aqueles que crescem em famílias unidas. Enquanto dois terços das pessoas que cresceram em famílias intactas afirmam ser muito religiosas, apenas metade dos que têm pais divorciados diz a mesma coisa.
Em termos de prática religiosa, mais de um terço dos adultos jovens de famílias unidas é praticante, contra um quarto das pessoas que vêm de lares desfeitos.
De acordo com o relatório do Instituto de Valores Americanos, a influência mais significativa para os jovens em termos de fé e prática religiosa vem dos pais. “Os pais desempenham um papel vital na influência religiosa sobre os filhos após o divórcio, especialmente em uma cultura em que os compromissos associativos e outras formas de participação cívica não são mais uma referência normativa, como ocorria no passado”, diz o dossiê.
Falta de apoio
Uma das razões para os filhos de pais divorciados serem menos praticantes, de acordo com o estudo, é o fato de que, na hora da separação dos pais, dois terços dos entrevistados afirmarem que ninguém da comunidade religiosa lhes ofereceu qualquer apoio.
Outra razão é o fato de o divórcio provocar um declínio na frequência das crianças à igreja. O número de adultos crescidos em famílias divididas que são frequentadores regulares da igreja é a metade do número dos filhos de famílias unidas que praticam a religião.
Quem passou pelo divórcio dos pais também afirma ter encontrado menos referências espirituais e religiosas na família. Apenas um terço dos pais divorciados encorajou os filhos a praticarem a fé, contra dois terços das famílias unidas.
O divórcio tem impacto direto sobre a fé como tal, dizem os entrevistados, alguns dos quais interpretam o divórcio dos pais como um dano aos seus valores espirituais essenciais. Estes são mais propensos a se definir como “espirituais” em vez de “religiosos”.
Outro estudo conclui que os filhos de famílias desestruturadas são menos interessados em buscar um sentido, a verdade ou uma relação com Deus, além de menos inclinados a pensar que as instituições religiosas podem ajudá-los.
Os pesquisadores avaliaram o impacto do chamado “bom divórcio”, aquele que acontece de modo amigável ou sem conflitos. O resultado indica que os jovens criados em famílias felizes e unidas têm o dobro de propensão à prática religiosa dos que os que experimentaram um “bom divórcio” dos pais. O dossiê enfatiza: “Embora o chamado ‘bom divórcio’ seja melhor que um divórcio conflitivo, ele continua não sendo um bem”.
Os filhos de pais que se divorciaram amigavelmente, aliás, podem até sofrer mais do que aqueles cujas famílias enfrentaram altos níveis de conflito, já que podem interpretar que, se pessoas amáveis ​​não conseguiram realizar um casamento feliz, talvez a própria instituição do casamento seja a culpada, e não o comportamento dos pais.
As igrejas devem envolver-se mais com os pais divorciados e com seus filhos, pede o relatório. Um pastor protestante oferece sugestões a este respeito. Pastores e líderes juvenis deveriam trabalhar mais para determinar modelos de fé, diz o pastor, já que o divórcio complica o papel que os pais normalmente desempenham. Também é importante ouvir quem sofreu um divórcio e promover um ambiente em que eles possam questionar e tentar descobrir como lidar com o que aconteceu.
A igreja pode representar um importante santuário e um espaço acolhedor para os jovens divididos entre “a casa da mãe” e “a casa do pai”. “Para um filho de divorciados, a igreja pode ser um lugar estável para a recepção e um santuário para a adoração, para os sacramentos, a música, o estudo, a socialização e a diversão”, acrescenta o pastor.
“Não é apenas o divórcio que deve ser discutido”, prossegue um dos autores do dossiê. “Nós sabemos pouco também sobre as consequências para a fé dos filhos de casais que coabitam, dos nascidos por inseminação artificial, dos que são criados por casais do mesmo sexo”.
O dossiê destaca o quanto é importante para a sociedade a instituição da família fundamentada na união estável entre um homem e uma mulher.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Hungria transfere escolas públicas a instituições religiosas.



O governo húngaro está transferindo as escolas públicas para instituições religiosas, noticiou a revista francesa L’Express. (Veja reportagem em Francês)

Essa política deixa furiosos os líderes socialistas dentro e fora da Hungria, inclusive nos países europeus onde a educação pública apresenta resultados calamitosos. As iradas queixas vão contra o fato de que com política do governo húngaro está sendo restaurada a moral tradicional. 

Nas escolas, voltam os cantos religiosos e a oração em comum no início das aulas. Os pais dos alunos escolhem o catecismo que será ensinado a seus filhos.

As igrejas conservam suas subvenções, independente do número de alunos. Na pequena cidade de Alsoörs, apresentada como um caso típico por “L’Express”, só duas famílias de um total de 96 votaram contra a transferência da escola à igreja, patenteando o apoio popular à medida. 

O singular é que um pároco católico, após consultar o bispo, recusou a escola, talvez por espírito ecumênico ou dialogante com o mundo laicizado. 

Oitenta escolas já foram cedidas pelas prefeituras que, além do mais, ficaram satisfeitas porque não terão de arcar com despesas que eram insustentáveis na crise.

Sindicatos e partidos de esquerda estão também revoltados com os cursos de catecismo nas escolas, ainda em mãos do Estado.

Rozsa Hoffmann, ministro da Educação, deplora a falta de valores morais: “Nós queremos reabilitá-los, seja a proteção da vida humana, o respeito pelo trabalho e pelas leis, a honestidade e o amor à pátria. A escola não é um local só para adquirir conhecimentos, ela também deve transmitir valores” – justificou.

A lei de educação se insere no contexto da nova Constituição da Hungria.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/32859

Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho. São Paulo rogai por nós.