domingo, 7 de outubro de 2012

Você sabe o que é o “Sínodo” e por que foi convocado pelo Papa Bento XVI?




Antonio Gaspari
Na cidade de Loreto, o Papa Bento XVI confiou à intercessão de Maria, o Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização (7 a 28 de outubro de 2012) e o Ano Fé (11 de outubro de 2012 – 24 de Novembro de 2013).
Os trabalhos do Sínodo dos Bispos, XIII Assembléia Geral Ordinária sobre o tema da “Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã” começarão segunda-feira, 8 de outubro.
Mas, o que é um Sínodo? Por que foi convocado? Quem participa? O que é discutido? Qual é a importância dos documentos produzidos pelo Sínodo?
Para encontrar respostas a estas e a outras perguntas ZENIT realizou uma breve pesquisa.
Como indicado pelo site oficial da Santa Sé, o Sínodo dos Bispos é uma instituição permanente decidida pelo Papa Paulo VI em 15 de setembro de 1965, em resposta ao desejo dos Padres do Concílio Vaticano II de manter vivo o espírito de colegialidade episcopal formada pela experiência conciliar.
A assembléia dos Bispos se refere à antiga tradição sinodal da Igreja, mas é uma novidade do Concílio Vaticano II.
Sínodo é uma palavra grega “syn-hodos”, que significa “reunião”, “assembléia”. O Sínodo é, de fato, um lugar de encontro para os bispos, ao redor do Papa que o convoca como um instrumento para “consulta e colaboração”.
É, portanto, um lugar para a troca de informações e experiências, para a busca comum de soluções pastorais válidas universalmente.
Para resumir, o Sínodo dos Bispos pode ser definido como uma assembléia do episcopado católico, que tem a tarefa de ajudar seguindo os conselhos do Papa, no governo da Igreja universal.
Diante da possibilidade levantada por alguns prelados, de estruturas sinodais que poderiam ter um poder legislativo e executivo, o Papa Paulo VI, em seu discurso à Cúria Romana (21 de Setembro de 1963), na abertura da segunda sessão do Concílio (29 de setembro 1963) e no seu encerramento (04 de dezembro de 1963) retornou ao conceito de colaboração do episcopado com o Sucessor de Pedro na responsabilidade de governar a Igreja universal.
Em 15 de setembro de 1965, no início da Assembléia Geral da 128° Congregação geral do Concílio Vaticano II, mons. Pericle Felici, Secretário-Geral do Concílio, anunciou a promulgação do Motu Proprio Apostolica sollicitudo , com o qual o Sínodo foi oficialmente instituído.
Um novo regulamento do Sínodo foi aprovado em 2006 pelo Papa Bento XVI.
Inúmeras vezes foi enfatizado pelas autoridades competentes que o Sínodo foi concebido e continua a ser, um importante órgão consultivo, com a tarefa de discutir o assunto em questão e formular “propostas” que são levadas à atenção do Papa.
O Papa juntamente com os seus colaboradores e os diversos Dicastérios da Cúria, obtém idéias, avalia, aprofunda o conteúdo das propostas, e em seguida, escreve e publica uma “Exortação Apostólica pós-sinodal”, ou seja, um documento que recolhe, reelabora, apresenta quais propostas foram acolhidas e em que direção deve continuar.
Sobre a escolha dos participantes do Sínodo, se procede por representatividade. Participam do Sínodo bispos eleitos e pessoas indicadas pelas diversas Conferências Episcopais, ou seja, pelos prelados de uma nação ou continente.
O Papa, por sua vez, nomeia cardeais, bispos, religiosos, reitores, líderes de movimentos e associações que participarão do Sínodo como padres sinodais e especialistas.
Para o Sínodo,o Papa Bento XVI nomeou 13 cardeais, 23 bispos e arcebispos, 44 especialistas e 49 auditores.
A transparência e a leitura do que será discutido são garantidas. Uma ou duas vezes por dia será publicado na versão impressa e on-line o “Boletim do Sínodo dos Bispos” (Synodus Episcoporum Bollettino), onde será possível ler os resumos de todos os discursos.
A primeira fase de preparação para o Sínodo, como de costume, analisa a elaboração do Lineamenta, um texto base cuja intenção é refletir sobre o tema proposto.
Com o Lineamenta e o relativo questionário são reunidas as respostas da Igreja, das Conferências Episcopais, dos Dicastérios da Cúria Romana e da União dos Superiores Gerais, e os comentários de bispos, sacerdotes, pessoas consagradas, teólogos e fiéis leigos.
Os diversos pareceres são recolhidos e resumidos em um Instrumentum Laboris. Depois de ser submetido à aprovação do Santo Padre, o documento é traduzido nas principais línguas e enviado a todos os bispos.
Apesar de ser público o Instrumentum laboris não é uma versão do que será a conclusão, mas sim um documento indicativo que será objeto de discussão durante o Sínodo.

Afinal, Porque a Igreja não aceita o casamento CIVIL homossexual?



NFrança, anuncia-se uma feroz batalha entre a Igreja Católica de um lado e o governo e as associações homossexuais de outro, acerca do casamento gay. É hora de decifrar as intervenções quase cotidianas dos bispos. Onde a história, a antropologia e o símbolo têm a sua importância.
Henri Tincq, publicada no sítio Slate.fr. Tradução é de Moisés Sbardelotto.

O projeto de lei para o casamento homossexual na França ainda não é oficialmente conhecido – a revista La Viepublicou o projeto preliminar que deverá ser apresentado ao Conselho de Ministros no dia 31 de outubro –, mas a Igreja Católica, à qual estão unidas as Igrejas protestantes, os consistórios judeus e o Conselho Geral do culto muçulmana, já faz sentir todo o seu peso na batalha.

Não passa um dia sem que um bispo adverta o legislador contra uma ruptura da prática tradicional de casamento, peça com força uma consulta nacional, ou até mesmo um referendo, alerte a opinião pública, como recentemente fez o cardealPhilippe Barbarin, arcebispo de Lyon, contra eventuais desvios: se surgem referências antropológicas fundamentais como o casamento entre um homem e uma mulher, outros “pedidos incríveis” serão apresentados, como a supressão da proibição do incesto ou da poligamia!

Tratar com desdém ou desprezo, como se faz em algumas partes, esses fortes posicionamentos dos bispos significa fechar os olhos. São posicionamentos que lembram a batalha sobre a escola dos anos 80 ou a dos PaCS [Pacto Civil de Solidariedade] dos anos 1990.
Não se pode ignorar a leitura que os “adversários” propõe a um projeto que corre o risco demodificar substancialmente as regras e o perfil da sociedade francesa.

Resumiremos a seguir os seus argumentos. 

Mas, antes, é preciso pôr fim à retórica que culpa a Igreja de fazer apenas disputas de bar e que isola bispos nas sacristias. Que se ocupem exclusivamente do matrimônio religioso! Por que se envolvem no campo do casamento civil? É uma velha pendenga. “Cuide dos assuntos de vocês!”, já dizia aos bispos em 1973 no jornal Le Figaro o almirante Joybert, quando os bispos haviam criticado as armas nucleares franceses: “O assunto de vocês é ensinar a fé e difundir a caridade. Limitem-se a isso”.

Hoje, muitas vezes, são as mesmas pessoas que contestam o direito dos bispos de se expressar sobre o casamento homossexual e que aplaudem quando tomam posição em favor dos membros da comunidade Rom, dos imigrantes sem permissão de permanência ou os sem-teto.


A Igreja não tem complexos com relação ao mundo político, nem medo de se confrontar com ele. Ontem, ela estava imersa na batalha da escola; hoje, interpela os homens políticos, os médicos e os biólogos sobre os problemas da bioética, prega pela dignidade dos mais fracos e dos mais pobres. O bispo tem a ver com os debates da sociedade civil e da elite intelectual.

Guardião da fé, testemunha do evangelho, ele quer lembrar o que isso exige. 
Ele tem uma visão do ser humano, da sociedade e do viver juntos, sente-se responsável pela evolução das ideias, dos costumes, da decisão política. Mesmo tendo mudado nas formas, o “sagrado” não desapareceu com a secularização da nação. Ele faz parte das relações sociais, do patrimônio simbólico, da memória histórica.

Relações sociais, história, patrimônio simbólico: estamos no centro do debate sobre o casamento e sobre a homoparentalidade. Do ponto de vista dos religiosos citados, são três os problemas que estão na base desse debate:
  1. Até que ponto deve chegar o reconhecimento da homossexualidade?
  2. O casamento é um contrato amigável ou uma instituição estruturante?
  3. O princípio da igualdade autoriza todas as formas de vida comum?
Aqui estão as respostas que indicam a substância do veto católico.

1. A reivindicação em favor do casamento gay defende a vontade das pessoas homossexuais de serem reconhecidas plenamente na sociedade. A homossexualidade deve ser admitida como uma forma de sexualidade entre outras. Mas, para a Igreja, que condena a homossexualidade, mas diz respeitar as pessoas homossexuais, o problema é saber como e até que ponto essa “normalidade” homossexual pode ser exercida socialmente. A partir de que tipo de sexualidade a sociedade se organiza?

Todas as sociedades se organizaram em torno do casamento entre um homem e uma mulher, porque são os únicos que podem significar a alteridade sexual de que necessitam as relações sociais. Em outras palavras, todas as sociedades se fundaram sobre a diferença, estruturante, dos sexos. Pode-se arriscar, pergunta a Igreja, a renúncia a essa herança, a um sistema que levou séculos para ser elaborado e aperfeiçoado em favor de uma aliança entre um homem e uma mulher?

2. Sem dúvida, essa aliança está em perigo. O casal “sentimental” (como diz Tony Anatrella, psicanalista católico e bom conhecedor desses temas) – concubinato, famílias monoparentais, famílias de duas pessoas do mesmo sexo PaCS – se impõe com o tempo. E se impõe às custas do casal baseado em uma aliança entre um homem e uma mulher.

O casamento parece ser hoje um reconhecimento social de sentimentos, ao invés da expressão do compromisso irrevogável entre um homem e uma mulher. Nessas condições, qualquer um poderia se casar com qualquer um e pela duração que quiser. Alguém pode se designar como pai ou mãe de uma criança, dissociando a parentalidade da fertilidade do ato sexual.

A Igreja se preocupa com essa “desestruturação” do casamento, uma desestruturação que, segundo ela, a legalização do casamento homossexual vai ajudar a agravar.
Para ela, a natureza do casamento não se reduz a um reconhecimento social dos sentimentos. Não é um contrato amigável. É uma instituição (sacralizada?) em que um homem e uma mulher inscrevem o seu projeto conjugal, a sua intenção de procriar e de assegurar uma filiação, uma continuidade familiar e uma relação entre as gerações. Duas pessoas do mesmo sexo não correspondem a essas características objetivas do casamento. A filiação e a intergeracionalidade se detêm diante da sua “monossexualidade”.

3. Pode-se dizer que o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a homoparentalidade contribuem para a igualdade de direitos e para a luta contra toda discriminação. Mais uma vez, o argumento parece indiscutível. Mas, para a Igreja, o fato de sermos todos iguais perante a lei não significa que todas as situações de vida e de casal sejam iguais e se equivalham.

O princípio da igualdade – o casamento para todos – não pode abrir a porta para todas as demandas. Se for autorizado o casamento homossexual, pergunta um bispo como o cardeal Barbarin, como se proibirão, amanhã, modelos como as “uniões de mais pessoas”, o “poliamor”, a poligamia?

Da mesma forma, pode-se, em nome da igualdade, autorizar o casamento homossexual e proibir que os casais homossexuais tenham acesso à reprodução medicamente assistida?

Nem todas as uniões “afetivas” são da mesma natureza.
 E, de acordo com a Igreja, nem todas podem, ou devem, se inscrever no casamento: a história, a antropologia impõem que o casamento continue sendo um direito unicamente reservado aos casais compostos por um homem e uma mulher, pois corresponde desse modo à aliança dos sexos e porque não se pode instrumentalizar o casamento para “normalizar” a homossexualidade.

Para terminar, não há nada de discriminatório, segundo os católicos, em defender que o casamento, assim como a concepção e a adoção de crianças, só possa ser definido a partir de um homem e de uma mulher.

A Igreja acrescentará que a criança não é um direito. O seu direito e o seu interesse superior exigem que ela seja concebida, acolhida e educada por um homem e uma mulher, um pai e uma mãe, que vivem a sua sexualidade nessa coerência.
 Ela afirma que quer que se inicie um amplo debate nacional, contraditório, sobre esses três pontos. É um sonho imaginar que ela será ouvida?

sábado, 6 de outubro de 2012

“A fobia da liberdade” e a censura.


“A fobia da liberdade” e a censura.


SOBERBO!
***
Por Reinaldo Azevedo
Os seguidores de Maomé e os “racialistas” recriam a censura no Brasil, com participação da Justiça Ou: O fato de um filme ser um lixo não dá a ninguém o direito de matar ou de impor aos outros a sua vontade.
Tenho 51 anos. Integrei a jovem geração que lutou por liberdade de pensamento e expressão. E que a conquistou, junto com os mais velhos, que se dedicaram à luta institucional.
Aqui, abro parênteses para uma pequena digressão. Depois retorno ao leito do rio. Dia desses, Lula sugeriu que o regime democrático é uma conquista do PT. Uma ova! Tivesse o sistema político seguido a sua orientação, o Regime Militar teria elegido (e não “eleito” nesse caso…) Paulo Maluf, hoje um aliado dos petistas (era premonição?), presidente da República.
Tivesse o sistema político seguido a sua orientação, a Constituição de 1988 teria ficado sob a sombra da ilegitimidade, já que os petistas se negaram a participar da sessão de homologação da Carta. E muitos foram os outros boicotes do partido à ordem legal.
A Lei de Anistia, fundamental para a transição para a democracia, nada deveu ao petismo — o partido só seria fundado em 1980.
Tampouco tem qualquer vínculo com o movimento sindical do ABC. Ao contrário até: a pauta do lulismo, até ali, tinha pouquíssimo apelo de natureza institucional. O desejo de liberdade que a muitos movia, só vim saber depois, só poderia ser garantido por uma sociedade democrática, de mercado e laica.
O que me levou, aliás, aos 15 anos, a me ligar a um grupo de esquerda foi justamente não me conformar com a possibilidade de que um estado onipresente dissesse o que eu poderia ou não fazer. O vocabulário era outro. Falávamos então “o sistema”. Éramos contra “o sistema”. É claro que, se era liberdade o que eu queria, a esquerda não era o caminho, como descobri depois. Mas, já escrevi, não me arrependo dos meus impulsos de então nem do meu equívoco. É evidente que a ditadura tinha de acabar.
Trinta e seis anos depois, pego-me aqui a noticiar que a Justiça determinou que o Google, a pedido da União Nacional Islâmica (UNI), retire do Youtube, no Brasil, qualquer trailer do filme “Inocência Islâmica”. Não vi esse troço nem tentarei. O que li a respeito já me basta. É um lixo! Suponho que a UNI, para pedir a censura, o tenha visto. E agora pretende impor ao conjunto dos brasileiros — como, parece, boa parte dos islâmicos querem impor ao mundo — os seus valores e a sua leitura da realidade. A síntese é a seguinte: a UNI já viu o filme por nós todos e decidiu que não temos o direito de formular o nosso próprio juízo — inclusive constatar que é um lixo.
O Departamento Nacional de Censura, durante a ditadura militar, fazia rigorosamente isto: via antes os filmes. Se julgasse que eles poderiam trazer qualquer ameaça à ordem interna ou à índole pacífica do nosso povo, proibia. Nos tempos mais severos, os autores poderiam ser perseguidos.
O valor da democracia é outro. As maiores conquistas da humanidade se deram num ambiente de liberdade, de livre exame dos fatos e da história. Por mais odioso ou errado — no sentido de que possa estar em desacordo com os fatos — que seja um pensamento, é na liberdade de apontar o erro que reside a nossa grande qualidade. Se há mesmo, no tal filme, discriminação de uma religião e incitamento ao preconceito, práticas vetadas pela nossa Constituição, é preciso que se proceda a um exame objetivo do caso em questão.
A Constituição aboliu — e isso nos custou bastante — a censura prévia. A UNI não pode ter a pretensão, não numa democracia, de decidir ela própria, com o concurso de juízes brasileiros, o que podemos ou não ver. E isso vale, obviamente, para qualquer religião.
Duas das novelas que estão no ar, na Globo, ridicularizam impiedosamente personagens católicos — avançando para a caricatura grotesca. Carminha, a Megera de “Avenida Brasil”, diz-se uma católica fervorosa. Tem uma ONG, que administra em parceria com um padre idiota e comilão, só para roubar dinheiro de Tufão, o Cornão. Em público, exibe seus dotes de carola, persignando-se, fazendo tábula rasa de valores que são caros a milhões de pessoas. É evidente que essa história acaba tendo uma moral: o católico fervoroso é sempre um santarrão do pau oco, alguém que, no escurinho, pratica o contrário da fé que prodigaliza.
Em Gabriela, um padre afrescalhado, que gosta de virar os olhinhos quando fala, é só um contínuo idiota dos coronéis: nega-se a casar Gabriela porque já vivia com o noivo, mas celebra o casamento de um assassino confesso. As beatas que vivem ao redor do altar são exemplos notáveis de hipocrisia, vigarice moral e parvoíce. Sim, como católico, confesso, ofendem-me as duas reduções grosseiras da religião. Não é a crítica em si, não — eu sou apaixonado, por exemplo, por “O Vermelho e O Negro”, de Stendhal —, mas a simplificação rasteira. Mas vou fazer o quê? Os católicos farão o quê?
Podem protestar, fazer abaixo-assinados, mandar cartinhas à emissora, essas coisas muito próprias das democracias. E só! Não se concebe que, vendo ofendidos seus valores ou sua igreja, saiam por aí a botar fogo no mundo, a matar pessoas, a impor aos não católicos a sua visão de mundo.
Lembram-se da campanha antiaborto em 2010
Não precisamos ir muito longe, não. Recuemos modestos dois anos. Este país — e a maior parte de sua imprensa — assistiu calado a uma clara agressão à liberdade religiosa e à liberdade de expressão quando foram apreendidos panfletos impressos por católicos pregando a seus fiéis que não votassem em candidatos favoráveis ao aborto. O PT recorreu à Justiça, e o TSE determinou que a Polícia Federal os recolhesse. Pessoas foram detidas por portar o papel. O texto não citava o PT. O texto não citava Dilma. O texto tratava apenas de valores. Fazia uma recomendação pacífica — VOTO!!! — a seus fiéis. Nada mais do que isso.
A imprensa assistiu calada àquele absurdo e, em muitos aspectos, até estimulou a decisão, na medida em que passou a considerar a expressão de uma opinião de uma parcela da Igreja uma interferência indevida no processo eleitoral. Como se a manifestação de religiosos trouxesse, em si mesma, o mal. A questão alcançou 2012. E de maneira dramática. Antes mesmo que o PSDB ensaiasse os seus primeiros passos eleitorais, o “jornalismo independente” arrancou do partido uma espécie de promessa de que jamais se tocaria nesse assunto — ou no kit gay. Esses setores do jornalismo só se esqueceram de combinar com Celso Russomanno e com a Igreja Universal. Mas não vou tomar o atalho. Volto ao meu leito.
Uma carta de uma página — pacífica, respeitosa, decente — foi tratada como manifestação do obscurantismo, das trevas, da religiosidade tacanha.
Agora, a censura imposta pelos islâmicos — mundo afora, na pancadaria; entre nós, com o auxílio da Justiça — é recebida sob um silêncio reverencial, com medo. São os setores que adoram odiar os cristãos, que não ameaçam ninguém, mas que reconhecem aos muçulmanos uma espécie de “direito natural” de impor mundo afora os seus valores e as suas crenças. A ironia perversa é que, no dia em que a Justiça brasileira volta a aplicar a censura prévia, a presidente brasileira, na ONU (ver posts abaixo), acusou a existência de “islamofobia” no Ocidente, como se os crentes dessa religião estivessem impedidos de exercer livremente as suas convicções.
Imaginem, reitero, se católicos tivessem tentando impor quaisquer limites ao catolicismo vigarista da Carminha ou à moral torta e saltitante do padre de “Gabriela”. Ainda que tivessem se manifestado apenas por intermédio de um texto, ouviríamos a gritaria: “Censura!”.  Uma ação judicial, então, não teria chance de prosperar — e é bom que assim seja. Os católicos têm de aprender a defender os seus valores sem esperar que o estado ou os meios de comunicação façam isso por eles. Até porque o que está realmente em curso no Ocidente e, desde sempre, em vários países islâmicos é outra fobia: a “Cristofobia”, que é título de um dos capítulos de “O País dos Petralhas II – O inimigo agora é o mesmo”.
Já escrevi posts aqui tratando de suas situações curiosas. O New York Times publicou um anúncio conclamando as pessoas a abandonar o catolicismo, apontando as suas mazelas. Uma leitora teve uma ideia: fez peça idêntica, mas convidando fiéis a abandonar o islamismo. O anúncio foi recusado. Mark Thompson, então chefão da BBC, admitiu no começo deste ano que a rede jamais zombaria de Maomé como zombava de Cristo e explicou as razões: os muçulmanos consideram isso uma ofensa. Já os cristãos não se importavam muito. Entendo. No mês passado, Thompson mudou de continente e foi ser CEO do New York Times. Pelo visto, o jornal continuará a publicar anúncios incitando católicos a abandonar a sua religião e continuará a não publicar os que conclamam os islâmicos a fazer o mesmo.Pelo visto, quem tem o argumento da força a utiliza como força do argumento.
Não, não vi o filme e não vou ver. Aliás, o mundo o teria ignorado não tivesse sido ele transformado numa causa pelo radicalismo islâmico, que agora faz a sua pauta chegar ao Brasil.
Uma entrevistado presidente do Egito
No domingo, o New York Times, aquele de que Thompson é agora o chefão, publicou uma entrevista com o presidente do Egito, Mohamed Mursi, um dos líderes da Irmandade Muçulmana. Mais do que apoiado, ele tem incentivado manifestações de protesto contra o tal filme. Para provar a sua notável compreensão sobre o mundo moderno, afirmou esta maravilha:
“Se você quer avaliar as ações do povo egípcio segundo o padrão cultural alemão, chinês ou americano, então não há o que fazer. Quando os egípcios decidem alguma coisa, provavelmente isso não é apropriado para os Estados Unidos. Quando os americanos decidem alguma coisa, isso, evidentemente, não é apropriado para o Egito”.
Certo! Os povos têm, segundo ele, sua identidade, suas necessidades, sua visão de mundo. Isso não pode servir de pretexto, claro!, para que tiranias sanguinolentas se imponham ao arrepio de qualquer ordem internacional, mas é fato que um povo não pode dizer ao outro o que fazer. Ora, no Ocidente — nos Estados Unidos e nos demais países compreendidos sob essa designação —, a liberdade de expressão, de pensamento e de crítica é um valor, um fundamento. Que se note: não é a crítica aos muçulmanos ou a ironia com Maomé que têm ser protegidos, mas a possibilidade de expressar um ponto de vista. Se os egípcios podem e devem viver sob seus valores, por que seria diferente nas democracias ocidentais? O New York Times não lhe fez essa pergunta. Vai ver era para não ofender o entrevistado.
O mal está entre nós
O mal da censura está entre nós. Por incrível que possa parecer, por mais estúpido que isso se nos afigure, Monteiro Lobato, um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos — e era mesmo, acreditem! —, estará sob julgamento no STF. Terminou sem acordo ontem uma reunião entre o Ministério da Educação e representantes de um tal Instituto Advocacia Racial e Ambiental (Iara), que quer impedir a distribuição do livro “Caçadas de Pedrinho” em escolas públicas. O Iara submeteu a obra a um tribunal racial e exige que se acrescente a ela um adendo apontando os trechos considerados racistas.
Em 2010, depois de denúncia da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, o Conselho Nacional de Educação (CNE) determinou o banimento do livro das escolas. O MEC pediu reconsideração, e o veto foi anulado. A Iara impetrou um mandado de segurança em nome do, calculem!,  técnico em gestão educacional Antônio Gomes Neto. No dia 11, o ministro Luiz Fux convocou uma audiência entre as partes, mas não houve acordo. A matéria agora deve ser analisada pelo plenário.
Adami já deixou claro que só aceita um resultado. Promete recorrer a “cortes internacionais” — como se a elas o STF fosse subordinado — caso não consiga o seu intento. Animado com a sua compulsão para censor, já pôs outro livro de Lobato na mira: “Negrinha”, que reúne 22 contos do autor. O Iara protocolou na manhã desta terça uma ação administrativa na Controladoria Geral da União (CGU) questionando a distribuição da obra em escolas públicas.
Vamos ver
Meu primeiro livro, “Contra o Consenso”, traz um pequeno ensaio sobre Monteiro Lobato. Noto ali o óbvio (embora o tema do meu texto seja outro): Lobato não é, com efeito, uma referência para o debate racial, nos termos em que as pessoas civilizadas entendem hoje a questão. Era um homem com todas as deformações do seu tempo — como todos nós. Por isso existem os professores. Por isso existem as escolas. Aliás, quem dera Lobato fosse hoje um autor trabalhado em sala de aula! Não é, com ou sem distribuição de livros pelo MEC. Seu vocabulário, mesmo na obra infantil, se tornou dramaticamente distante da indigência de nossas escolas. Que Lobato o quê! Hoje o que se leva à sala de aula, não raro, são as referências do que Paulo Freire (Deus meu!) chamava “educando”: RAP e funk! Trinta e dois por cento dos nossos universitários não são plenamente alfabetizados. Quatro por cento são analfabetos. O Jeca Tatu de Lobato era só um coitado! Os nossos Jecas estão no poder.
Imaginem se a Itália ousaria acrescentar à Divina Comédia, de Dante, uma advertência, chamando a atenção para o caráter anti-islâmico e antissemita da obra — porque há passagens que permitem essa leitura. Ou se a Inglaterra faria o mesmo com peças de Shakespeare, proibindo Otelo (o escuro incontido) ou “O Mercador de Veneza” (por antissemitismo). Ou se os EUA acrescentariam um “cuidado” por causa das inclinações fascistas de Ezra Pound! Ou se Portugal deveria censurar Alexandre Herculano em razão de “Eurico, o Presbítero”, para não mexer com susceptibilidades da Espanha (que apanha na obra) e dos muçulmanos.
O que é a educação numa sociedade livre senão a aquisição do pensamento científico e a formação do espírito crítico e de convicções no confronto livre de ideias? A ser como querem esses do tal Iara, toda obra deveria estar sempre em constante reescritura para adaptá-la aos valores contemporâneos. Não posso imaginar delírio totalitário maior do que esse — porque isso significaria, de fato, o fim da história.
Encerrando
Volto aos meus 15 anos, ao meu inconformismo com o “sistema”, o tal que ousava dizer o que eu podia ou não fazer, o que eu podia ou não ler, o que eu podia ou não pensar. Ao alcance do braço, em razão da disposição da estante em que estão estes livros, pego aqui “Trotski – Escritos Sobre Sindicato”. É uma publicação de outubro de 1978. Foi impresso antes ainda do fim do AI-5, que foi extinto no dia 13 daquele mês. Duas prateleiras abaixo, “Gramsci e o Bloco Histórico”, da Editora Paz e Terra. Ano de publicação: 1977 — na vigência ainda da ditadura, com todos os seus instrumentos.
Em 2012, os “novos iluminados”, agora divididos  em corporações do ofício do pensamento, resolvem impor a censura prévia ao país e tirar livros de circulação. Tudo em nome da democracia! É a fobia da liberdade!

Ex funcionários de clinicas abortistas convertem-se em pró vida!



ACI
Em uma recente conferencia em Illinois (Estados Unidos), antigos funcionários da indústria do aborto recordaram como era seu trabalho, com o qual pensavam estar ajudando às mulheres, e logo como se converteram à causa pró-vida.
“Queríamos entender melhor a mente das pessoas que trabalham na indústria do aborto”, disse a organizadora da conferência, Ann Scheidler, vice-presidente da Liga de Ação Pró-vida.
Em diálogo com o grupo ACI, Scheidler disse que o propósito da conferência“Convertido: De provedor de abortos a ativista pró-vida” foi escutar o que antigos trabalhadores abortistas tinham a dizer sobre por que entraram na indústria do aborto e o que os levou a abandoná-la.
Enquanto que os médicos abortistas e trabalhadores das clínicas são às vezes vistos pelos pró-vida como pessoas sem coração, em realidade alguns são “pessoas extremamente compassivas”, que são mal aconselhadas e acreditam que “estão ajudando às mulheres”, explicou.
“É muito bom para nós entender de onde vêm estas pessoas”, disse Scheidler.
A conferência, realizada em 22 de setembro, aconteceu no Hotel Crowne Plaza Ou’Hare, e apresentou a oito antigos funcionários abortistas, que contaram suas histórias de conversão.
Scheidler disse que cada um deles tinha uma história diferente, mas compartilhavam a experiência comum de dar-se conta de que o aborto “não era o que pensavam”.
A decisão de deixar a indústria do aborto pode ser “difícil”, indicou. Frequentemente eles se dão conta de que “todos os que conhecem são pró-aborto”, assim, deixar o trabalho significa encontrar uma comunidade inteiramente nova.
“Isso é pedir muito”, disse. “É algo difícil de fazer”.
Enquanto que a carência de recursos fazia com que fosse especialmente difícil abandonar este trabalho no passado, um novo ministério começado pela ex-diretora do Planned Parenthood, Abby Johnson, está ajudando àqueles que desejam abandonar a indústria abortista.
Um dos participantes, o Dr. John Bruchalski, atualmente líder pró-vida no norte do estado da Virginia, realizava abortos em seus primeiros dois anos de residência.
Apesar de ter crescido em uma família católica, perdeu a fé entre as décadas de 1970 e 1980. Ao querer ser um “grande” doutor, pensou que precisava fazer abortos, acreditando que assim estava ajudando às mulheres a serem “mais felizes” e “mais saudáveis”.
Bruchalski disse ao grupo ACI que foi uma combinação de fatores o que mudou sua forma de pensar. Parte disso foi a experiência de realizar abortos.
“Quando você faz o procedimento, começa a matar a outro ser humano de perto”, disse, descrevendo a experiência de ver “a vida deles dessangrando”, desde alguns centímetros de distância.
“A realidade vai através da sua mão e dentro do seu coração”, disse.
Realizar abortos, assinalou, “endurece cada vez mais o coração” porque continuamente você precisa justificar a si mesmo seus atos, explicou.
Além disso, disse que cada vez há mais informação que mostra que os abortos e a anticoncepção não são saudáveis para as mulheres e que tem “muitos efeitos colaterais significativos”, tanto físicos como psicológicos.
Algo que também ajudou para sua conversão foi a relação com um neonatólogo que trabalhava com ele que o desafiou a repensar suas ideias.
Finalmente, disse que experimentou uma renovação espiritual depois de participar de duas peregrinações.
“Todas essas peças se juntaram em 1989″, disse, explicando que teve que “ajustar meu coração e toda minha perspectiva”.
Agora ele trata de compartilhar seu testemunho com outros, ajudando-lhes a ver a realidade do aborto. Em 1994, encontrou o Centro de Família Tepeyac, um centro pró-vida na Virginia.
“Se é tão bom, por que tão poucos médicos realizam abortos?”, pergunta Bruchalski a seus estudantes de medicina quando dá palestras.
Bruchalski disse que ele conhece outros antigos médicos abortistas que se converteram e cada um tem uma história diferente. Ele acredita que Deus fala com cada pessoa a sua própria maneira.
“Ele me falou em minha linguagem, que intrinsecamente entendi”, disse.

Nossa Senhora do Rosário - Um exército com o Rosário nas mãos!


Pode parecer uma das armas mais inadequadas porém, para o católico que crê na intervenção do sobrenatural, o Rosário já se demonstrou historicamente como uma arma de eficácia extraordinária.
É o que nos recorda o Santo Padre o Papa Leão XIII na encíclica Supremi apostolatus officio (01/09/1883). Seja contra a heresia, seja contra as armadas inimigas, Nossa Senhora do Rosário demonstrou-se grande Auxiliadora dos Cristãos e a Mãe que conduz seus filhos à Vitória.

Programa Amor & Sexo traz polêmico pastor presbiteriano para opinar sobre homossexualismo


Líderes de outras três religiões também mostraram suas opiniões a respeito do homossexualismo

Julio Severo
Durante o programa Amor & Sexo da última quinta-feira (4 de outubro) quatro líderes representantes de religiões diferentes participaram dos quadros onde um artista decidiria algumas atitudes que teria se fosse homossexual enquanto os religiosos teriam a oportunidade de dar nota e falar sobre como enxergam cada um desses fatos.
Alexandre Borges no Amor e Sexo
No segundo quadro do programa da TV Globo, o ator Alexandre Borges interpretou papel de um homossexual que, junto com seu parceiro, adotou um menino. O script da Globo colocou o personagem na posição, diante do público, de responder ao menino adotado se a relação homossexual era aprovada por Deus. O personagem gay, interpretado por Alexandre, explicou para o menino que “dois homens estavam desempenhando o papel de pai e mãe que essa era a realidade dele, independente de religião”.
Nesse ponto, ficou claro que a meta do programa era mostrar que, independente das religiões e do tipo de relação sexual dos adotantes, o importante era transmitir que duplas gays adotam com amor.
A resposta dos religiosos presentes incluiu comentário do pai-de-santo Ivanir dos Santos, que aprovou a resposta que o personagem gay deu para o menino. A aprovação de Santos não foi anormal, considerando que as religiões afro-brasileiras e seus guias espirituais aceitam muito bem as práticas homossexuais.
O padre Juarez de Castro também aprovou, explicando sua visão: “O último código canônico diz que a maior lei será sempre o amor”. A aprovação do padre é de espantar, considerando as posturas públicas claras do Vaticano contra o homossexualismo e adoção de crianças por duplas gays.
A resposta do Rev. Marcos Amaral, de acordo com a Globo, foi igualmente de espantar. Ele deu nota máxima às palavras do personagem gay para o menino, e disse: “Apesar dos nossos dogmas, a igreja não pode se fechar. Uma coisa é a nossa visão confessional e outra coisa é a nossa visão existencial. Não podemos demonizar pessoas”.
Esta não é a primeira vez que o Rev. Marcos, da IPB de Jacarepaguá, se envolve em polêmica. Conforme denúncias que o Blog Julio Severo vem fazendo desde 2008, o pastor presbiteriano tem se aliado ao pai-de-santo Ivanir dos Santos em iniciativas governamentais de combate à intolerância religiosa. Embora o título das iniciativas seja genérico, como se aplicando a todas as religiões, o alvo verdadeiro é proteger e promover as religiões afro-brasileiras e suas práticas em todos os cantos da sociedade.
Amaral, que hoje é um queridinho da Globo e outras mídias de destaque, mais uma vez mostrou publicamente que está à altura de uma babilônica união religiosa ao fazer a mesma coisa que seu colega pai-de-santo fez: dar nota máxima ao quadro de um menino vivendo numa atmosfera de abuso psicológico e até físico de uma dupla gay.

Protagonista de Harry Potter encarnará demônio em novo filme


O ator Daniel Radcliffe ficou mundialmente famoso pela sua atuação na série de filmes inspirados na saga de “Harry Potter”. As aventuras do bruxinho fizeram sucesso nos livros e nas telas influenciando toda uma geração e atraindo críticas de setores religiosos por terem popularizado o ocultismo e a bruxaria.
Agora, o site da revista Entertainment Weekly publicou uma imagem polêmica. O jovem britânico aparece na primeira imagem de divulgação de seu novo filme, a aventura sobrenatural “Horns” [Chifres].
O longa é uma adaptação do romance escrito por Joe Hill, filho de Stephen King, que no Brasil recebeu o título de “O Pacto”.
Trata-se da história de Ignatius “Ig” Perrish, que conhece uma menina na igreja e começa a namorar com ela. Depois de um ano de relacionamento, ela é estuprada e morta de maneira misteriosa. Todos acusam Ig, que passa a se dedicar a provar sua inocência.
Até que um dia ele acorda com um par de chifres crescendo em sua testa. Eles lhe dão um estranho poder: fazer com que as pessoas confessem seus segredos e pecados.
Ninguém parece se importar com sua aparência e ele decide usar sua nova habilidade para descobrir o verdadeiro assassino da namorada e armar uma cilada para matá-lo.
Ao longo do livro, Ig percebe que todos são hipnotizados por ele, e passam a revelar seus segredos mais obscuros. A cada pessoa, uma nova revelação. Mas, lentamente, Ig começa a perceber que um demônio está tomando conta dele, além dos chifres, sua pele se torna vermelha, mas nada disso o impede de cumprir seu plano de vingança.
“É um papel muito, muito diferente de qualquer coisa que já fiz antes… Interpretar alguém que, em meio a um momento de grande tumulto em sua vida, sofre esta transformação horrível em um diabo é algo muito, muito desafiador”, declarou o ator à revista.
Dirigido por Alexandre Aja, o roteiro é assinado por Keith Bunin e o elenco confirmado tem Juno Temple, Joe Anderson e Max Minghella. A previsão de estreia é meados de 2013.
Traduzido de Inside Movies

Em seminário comandado por Jean Wyllys ativista gay chama cristãos de desgraçados


“Estou disposto a pegar em armas se preciso for”, diz ativista gay“Estou disposto a pegar em armas se preciso for”, diz ativista gay
Em um novo vídeo divulgado pelo deputado Marco Feliciano(PSC-SP), um ativista gay promete pegar em armas se for preciso para defender sua ideologia. Feliciano já havia publicado um texto em seu blog intitulado “Ativismo gay só serve para promover violência. Acorda Brasil!”. Na ocasião o parlamentar havia prometido divulgar o vídeo mostrando um ativista gay em um seminário promovido pelo deputado federal, Jean Wyllys (PSOL-RJ), fazendo ameaças aos evangélicos.
No vídeo divulgado nesta madrugada, um ativista do Movimento LGBT, Marcio Retamero que intitula-se pastor, chama de “desgraçados” e de “fundamentalistas religiosos” os políticos que defendem a família e a fé cristã.
Marco Feliciano já havia divulgado outro vídeo em que Marcio Retamero, dá a entender que as palavras contidas na Bíblia Sagrada são mentirosas. Neste mesmo vídeo, Jean Wyllys concede 1 minuto para que Marco Feliciano fale, mas o parlamentar evangélico é impedido de falar por ativistas que assistiam ao seminário. Wyllys ainda tenta pedir ordem, mas sem sucesso.
“O termo homofobia (criado por eles) significa ÓDIO E VIOLÊNCIA contra homossexuais. Quando digo qualquer coisa que não seja o que eles querem ouvir, esmagam minha imagem na internet e me expõe como louco, desequilibrado, fanático, intolerante, fundamentalista e homofóbico, ou seja, alguém que esta odiando e incitando violência contra gays, mas na verdade é bem o contrário”, disse o pastor com exclusividade ao Gospel Prime.
Feliciano tem alertado sobre os planos do Movimento LGBT e em outro texto publicado no seu blog afirma que o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Federal de Psicologia (CFP) podem estar planejando lançar um novo “kit gay”. Feliciano também acusa o CFP de estar fazendo apologia ao homossexualismo e promovendo ações para implantar um novo material sobre sexualidade nas escolas.
Assista aos vídeos:

Empresário protesta contra crise na Europa amarrando-se à Cúpula de São Pedro


Roma, 06 Out. 12 / 12:36 pm (ACI).- Ante a grande afluência de turistas no Vaticano, Marcello Di Finizio, um empresário e ativista italiano de 47 anos de idade, ocupou a Cúpula de São Pedro do Vaticano em protesta contra o governo da Itália e a crise da união européia.

Di Finizio chegou ao monumento fazendo-se passar por turista, e posteriormente amarrou-se na cúpula e pendurou um pôster de protesta contra o sistema econômico europeu.

O ativista passou a noite ao ar livre, apesar de que as temperaturas em Roma começam a cair pela chegada da estação fria, e continuou seu protesto durante a Audiência das quartas-feiras celebrada na Praça de São Pedro peloPapa Bento XVI.

Em um pôster de grandes dimensiões e que fixou perfeitamente com cabos, dizia: “Basta de Monti, basta da Europa, basta de multinacionais”.

A Delegacia do Vaticano interveio para convencê-lo de desistir mas as negociações não tiveram êxito.

Não é a primeira vez que Di Finizio, empresário de profissão, escala pelas paredes do Vaticano. No último 30 de julho, protestou durante quatro horas também na cúpula, para denunciar a diretiva européia Bolkestein, que regula os serviços no mercado interno da União Européia.

Conforme informou o jornal Republica, no dia 26 de março, Di Finizio, atou-se ao Ursus, símbolo da cidade de Trieste, a 80 metros de altura, e só desceu quatro dias depois, com a condição de ter um encontro com o Ministro dos assuntos europeus italiano, Enzo Moavero Milanesi.
O encontro não teve êxito, e o ativista decidiu então fazer sua protesta a 135 metros de altura no Vaticano.

“Não sou um louco suicida, só estou desesperado. Descerei sozinho se o governo se comprometer a convocar o quanto antes uma mesa com os representantes dos balneários. Esta história tem que acabar, e a Itália deve começar de novo”, explicou o empresário em declarações telefônicas ao canal Sky Tg24. 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Profeta americano diz que Obama trás mensagem satânica


Profeta americano diz que Obama trás mensagem satânicaProfeta americano diz que Obama trás mensagem satânica
O profeta William Tapley, que se auto intitula a “terceira águia do Apocalipse”, em seu canal do Youtube está gerando polêmica novamente. Primeiramente por que continua dizendo que é “co-profeta do Fim dos Tempos”, pois suas revelações “completam as profecias de Daniel, Ezequiel, Ester, João e até mesmo de Cristo no Sermão do Monte (Mateus 24-25)”.
Em seu vídeo mais recente ele revela que a “bandeira de Obama” usada na campanha pela reeleição trás uma mensagem satânica.
Ao longo de pouco mais de um minuto, William afirma:
“Eu vou pular a minha introdução normal neste vídeo, porque este é apenas um breve comentário sobre a nova bandeira criada para a campanha de Obama.
Aqui em cima, à esquerda temos o logotipo oficial da campanha de Obama, que é um grande “O”. Isso, claro, mostra que ele é, mas abaixo disso há várias listras que lembram o símbolo do movimento homossexual. Em outras palavras, é a bandeira do arco-íris.
Abaixo do logotipo de Obama existem duas listras e depois três listras, que se parecem muito com rastros de sangue.
Algumas pessoas não gostam desse tipo de perversão da bandeira americana, porque é muito satânica. Antes de tudo, é preciso mostrar que o grande “O” parece com o ‘olho que tudo vê’ do movimento Illuminati, o mesmo que está nas notas de um dólar. E, claro, como aqueles que visitam meu canal regularmente já sabem, as duas listras sobre três representam o anticristo, porque dois sobre [dividido por] três resulta no número 666 (0,666).
Embora eu duvide que os designers desta bandeira realmente sabiam o que estavam fazendo, é uma bandeira satânica com imagens satânicas, mas talvez eles considerassem perfeita para a nova campanha de Obama”.
Assista (inglês):

Assista esse vídeo: casal de segunda união não pode comungar ESCOLA DA FE

É missão de todo católico dizer a verdade mesmo que perca as amizades .
E tem muitos católicos conformados com mentiras ditas como verdade, nem o Papa, Padre ou Bispo tem autoridade para liberar casal de segunda união receber a Eucaristia , e tem muitos casais de segunda união sendo orientados a receber a Eucaristia em outras paroquias que não seja a sua.
Isso é cego guiando cego e não podemos aceitar. Faça sua parte! Ajude os casais de segunda união, orientando-os a comungarem espiritualmente. Evangelizar é missão dos seguidores autênticos de Jesus Cristo.
Marcos A. Inácio

Bispos dos EUA promovem peregrinação pedindo pela vida e a liberdade religiosa


WASHINGTON DC, 05 Out. 12 / 05:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- Pelo início do Ano da Fé, neste 11 de outubro, os Bispos dos Estados Unidos (USCCB) estão promovendo uma grande peregrinação nacional “pela vida e a liberdade” para o próximo 14 de outubro no Santuário da Imaculada Conceição em Washington D.C..

O presidente do Comitê Ad Hoc para a Liberdade Religiosa da Conferência Episcopal, Dom William Edward Lori, presidirá a Missa no primeiro dia da novena dedicada à vida e à liberdade que concluirá no dia 22 de outubro.

“Nossa primeira e mais importante liberdade” é o título do documento da USCCB para acompanhar estas celebrações. Nele se destaca que os prelados norte-americanos “solicitam a todos os católicos que intensifiquem suasorações e o jejum por um novo nascimento da liberdade em nosso amado país. Por isso convidamos a unirem-se a nós em oração urgente pela liberdade religiosa”.

O tema da liberdade religiosa e de consciencia nos Estados Unidos cobrou especial importância logo que o governo de Barack Obama, que busca a reeleição, emitisse um mandato obrigando todas as instituições incluindo as católicas a comprar seguros de saúde para seus empregados que incluem os anticoncepcionais, a esterilização e fármacos abortivos.

Os Bispos expressaram seu rechaço massivo a esta medida em distintas oportunidades e chamaram os católicos a disputar esta ordem que atenta contra a liberdade religiosa e de consciencia.

Atualmente há mais de 40 processos contra a administração Obama pelo mandato abortista, algo inédito na história de uma presidência dos Estados Unidos.

O atual mandatário ainda lidera as pesquisas, porém depois do debate desta quarta-feira, 3 de outubro, a vantagem de Obama sobre o republicano Mitt Romney é de apenas 2 pontos percentuais, indica a agência Reuters.

Bispos da Colômbia: O aborto não é um direito e nada o justifica


BOGOTÁ, 04 Out. 12 / 07:11 pm (ACI).- Em uma mensagem divulgada hoje, 4 de outubro, a Conferência Episcopal da Colômbia (CEC) sublinhou que oaborto não é um direito e nenhuma circunstância pode justificá-lo. A declaração foi emitida no contexto do debate impulsionado pelo lobby anti-vidapara ampliar as circunstâncias em que a prática na nação onde 80 por cento da população se opõe a ela, não seja punida.

No texto assinado pelo Arcebispo de Bogotá e Presidente da CEC, Dom Rubén Salazar Gómez, destaca-se que: "nós Bispos da Colômbia queremos reafirmar que a vida humana, desde sua concepção até seu término natural, é um bem que deve ser promovido e tutelado pela sociedade e pelo Estado".

A mensagem, que foi apresentada por Dom José Daniel Falla, Secretário da CEC, leva por título "Pela vida e pela mulher" e recorda que "nenhuma circunstância, por mais grave que pareça, pode justificar ou converter em legal ou moralmente aceitável o fato de causar intencionalmente a morte a um ser humano inocente".

Os Bispos destacam que "o aborto não é um direito e menos ainda de caráter fundamental: não existe nenhum tratado internacional em matéria de direitos humanos que reconheça tal qualidade. Por isso, não é possível exigir a nenhum Estado a legalização do aborto".

A mensagem afirma ademais que "uma sociedade que promulga leis que suprimem ou condicionam o exercício do direito à vida –como aquelas que favorecem o aborto, a pena de morte ou a eutanásia– atenta contra a igualdade e a dignidade de seus próprios membros, minando assim o fundamento de toda possível convivência fraterna e pacífica".

Os Bispos advertem deste modo que "a chamada ‘interrupção voluntária da gravidez’ é um eufemismo que oculta a eliminação deliberada de uma vida humana".

Os prelados colombianos fazem uma crítica aos promotores do aborto, que "costumam afirmar que sua causa busca defender a liberdade da mulher e seus direitos fundamentais. Na verdade, o aborto em nada contribui a garantir os direitos da mulher ou reafirmar sua liberdade".

Pelo contrário, explicam os bispos colombianos, "na maioria dos casos, a mulher se vê induzida a abortar por causa de circunstâncias lamentáveis como a falta de uma adequada formação sexual e afetiva, o maltrato, o abandono e diversas formas de pressão social e familiar".

Depois de animar o povo colombiano a instaurar uma cultura de vida, os Bispos afirmam que "é preciso estabelecer também meios eficazes para brindar ajuda às mães que, em seu discernimento, pensam que a única solução para os seus problemas é o aborto e oferecer-lhes alternativas no manejo de suas circunstâncias, e facilitar às mulheres que abortaram voluntariamente ou que se viram empurradas a isso à reconciliação com Deus, consigo mesmas e com seus filhos".

"Estas são responsabilidades que as autoridades públicas e todos os cidadãos devem assumir como uma verdadeira prioridade", recordam.

Ano da Fé: Saiba como obter a indulgência plenária


VATICANO, 05 Out. 12 / 03:17 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIdecidiu conceder aos fiéis a indulgência plenária durante o Ano da Fé que que poderá ser obtida a partir do seu início no dia 11 de outubro de 2012, até o seu encerramento no dia 24 de novembro de 2013.

Assim o estipula o decreto divulgado hoje pelo Vaticano, assinado pelo Cardeal portugês Manuel Monteiro de Castro e pelo Bispo Krzysztof Nykiel, respectivamente Penitenciário Mor e Regente da Penitenciaria Apostólica.

O texto assinala que durante todo o ano do Ano da Fé, obterão a indulgência plenária "da pena temporária pelos próprios pecados repartida pela misericórdia de Deus, aplicável em sufrágio das almas dos fiéis defuntos, todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, devidamente confessados, que tenham comungado sacramentalmente e que rezem segundo as orações do pontífice".

Segundo o Decreto "Urbis et Orbis", publicado pela Penitenciaria Apostólica, as condições para lucrar tal indulgência plenária são as seguintes:

a)    participar pelo menos em três momentos de pregação durante as Missões, ou em três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre Artigos doCatecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou lugar idôneo;
b) visitar em forma de peregrinação uma Basílica Papal, uma catacumba cristã, uma Catedral, ou um lugar santo designado pelo ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo entre as Basílicas Menores e os Santuários dedicados àVirgem Maria, aos Santos Apóstolos e aos Santos Patronos), participando aí em alguma sagrada celebração ou pelo menos recolhendo-se por algum tempo em meditação, concluindo com a recitação do Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima, as invocações à Virgem Santa Maria e, segundo os casos, aos Santos Apóstolos e Patronos;
c) nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo, nas solenidades do Senhor, da Virgem Maria, nas festas dos Santos Apóstolos e Patronos, na Cátedra de S. Pedro) participar num lugar sagrado numa solene eucaristia ou na liturgia das horas, juntando-lhe a Profissão de Fé em quaquer forma legítima;
d) renovar as promessas batismais em qualquer forma legítima num dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, por ocasião de uma a piedosa visita ao batistério ou outro lugar onde se recebeu o baptismo.

O decreto da Penitenciária Apostólica assinala também que os bisposdiocesanos ou eparquiales e os que estão equiparados a eles por direito, nos dias oportunos ou com ocasião das celebrações principais, poderão repartir a Bênção Papal com a Indulgência plenária aos fiéis.

O documento conclui recordando que os fiéis que "por enfermidade ou justa causa" não possam sair de casa ou do lugar onde se encontrem, também poderão obter a indulgência plenária.

Para isso deverão estar "unidos com o espírito e o pensamento aos fiéis pressente, particularmente quando as palavras do Supremo Pontífice ou dos bispos diocesanos sejam transmitidas pelo rádio ou televisão, (e) rezem, ali onde se encontrem, o Pai Nosso, a Profissão de fé em qualquer forma legítima e outras orações conforme à finalidade do Ano da Fé oferecendo seus sofrimentos ou os problemas de sua vida".

Assista o vídeo: Não acorde o câncer que dorme em você!

05.10.2012 - Entrevista, legendada em português, com o Dr.David Servan-Schreiber, autor do livro Anticâncer que vendeu mais de um milhão de exemplares em 26 países. Este livro foi o meu manual para entender o que estava acontecendo comigo em junho de 2008 quando descobri no meu corpo tumores no rim, próstata e fígado.
O corpo humano é uma obra-prima e não foi concebido para utilizar-se de comidas em fast-foods, refrigerantes, agrotóxicos, poluição e nem absorver o estresse da vida contemporânea. O nosso "software" não possui instruções para processar todo esse resíduo antinatural. Todo este lixo que absorvermos é cada vez maior e alimenta as células cancerígenas, destruindo lentamente o nosso "hardware".
Mas é preciso saber muito mais lendo o seu livro Anticâncer, que reuni as mais recentes pesquisas mundiais sobre quase tudo que pode nos beneficiar e que não são divulgadas. Tenho a absoluta certeza, que este livro o fará repensar seu conceito atual de como é levar uma vida saudável. Além disto, se você seguir o que ele recomenda é garantido que não acordará o câncer que existe adormecido em você. Atenção! Não deixe de acessar, via internet, as centenas de pesquisas referenciadas no livro, que são absolutamente claras e fantasticamente reveladoras. Qualquer comentário esclarecedor favor postar..
Assista o prefácio do livro do Dr.David Servan-Schreiber