sábado, 7 de janeiro de 2012

Cuba: 400 anos de Nossa Senhora da Caridade do Cobre



Havana (RV) – Começa hoje e vai até 2013 o Ano Jubilar dedicado à Nossa Senhora da Caridade do Cobre, encontrada há quatro séculos por dois pescadores no extremo-oeste da ilha de Cuba próximo a localidade de El Cobre. Lá, está o santuário no qual se venera a pequena imagem que já passou por todo território como Mãe e Padroeira da ilha.

Neste domingo, todos os bispos cubanos vão concelebrar a abertura do Ano Jubilar, para o qual foi criado um documento especial. Nele consta que “Nossa Senhora da Caridade é uma expressão da alma cubana como se vê na história de quatro séculos escrita na alma da nação. Nossa Senhora fala conosco e Cuba precisa da alegria e da fé. A Virgem da Caridade veio ao encontro de seus filhos para que aqueles que se afastaram retornem a Deus. Aqueles que ficaram firmes na fé possam fazer crescer seu compromisso e, todos nós, possamos experimentar o amor de Deus por seus filhos”.

O santuário de Nossa Senhora da Caridade do Cobre será visitado por Bento XVI, em 27 de março, antes da ida do Papa a Havana.

O Secretário-Geral da Conferência dos Bispos Católicos de Cuba, Dom Juan de Dios Hernandéz, disse que “com o ano jubilar mariano em Cuba, todos os meses acontecerão grandes momentos de encontros com Deus através de Nossa Senhora e nesse contexto a visita do Papa é uma bênção para Cuba”.

Espanha: PSOE insiste com projeto que legalizaria eutanásia



O grupo pró-vida e pró-família Profissionais pela Ética (PPE), criticou o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), por insistir com seu plano de legalizar aeutanásia na Espanha através de um projeto de lei apresentado perante o Congresso dos Deputados e que já foi publicado no Boletim Oficial das Cortes Gerais. 

Conforme indicou esta quinta-feira o PPE, é a segunda vez que o PSOE apresenta um texto para promover a eutanásia. 

"A Proposição de Lei se apresenta de novo como ‘uma ampliação de direitos e existe uma fina linha divisória entre a sedação terminal como tratamento e seu uso intencional como eutanásia. Embora seja certo que o texto exclui expressamente que a eutanásia seja um direito dos pacientes’", assinalou María Alonso, do Grupo Vida Digna ligado ao PPE. 

Entretanto, indicou o PPE, "há vários aspectos do texto que desvelam a deriva eutanásica", como o fato de que o médico deva aceitar qualquer solicitude do paciente, "incluindo petições de eutanásia ou suicídio assistido", suprimindo o requisito de que toda vontade expressa em um testamento vital ou documento de instruções prévias "se ajustasse à boa prática médica e ao ordenamento jurídico" "Com a supressão deste limite à vontade do paciente se introduz a eutanásia encoberta na legislação espanhola", afirmou Alonso. 

Do mesmo modo, ele criticou que se estabeleça "a sedação como um direito do paciente" e possa ser exigida "embora seja um tratamento contra-indicado ou que não seja conforme à boa prática médica. Além disso, o texto exime o pessoal médico de qualquer responsabilidade sempre e quando tiver obedecido os desejos do paciente ou dos seus familiares". 

Além disso, acrescentou PPE, o texto permite que o profissional da área da saúde possa "retirar suportes vitais ou induzir sedações sem a necessidade de consultar outros profissionais nem mesmo a família". 

Alonso disse que embora o PSOE não tenha maioria parlamentar para aprovar este texto, na região de Andaluzia existe uma lei virtualmente igual a esta que em seu momento contou com o respaldo do Partido Popular para converter-se em norma.

77 anos mais tarde, vítima de estupro volta a ver filha entregue em adoção


John Jalsevac

SAN CLEMENTE, Califórnia, EUA, 5 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família) — Quando Minka Disbrow, de 16 anos, deu a luz sua filha Betty Anne em 1929, ela se apaixonou. Não importava para Minka que sua filha havia sido concebida por um estuprador, um homem que, junto com outros, havia atacado violentamente Minka e sua amiga quando elas fizeram uma caminhada durante um piquenique.
Mas as circunstâncias eram tais que não havia esperança de que Minka pudesse ficar com sua filha e lhe dar um vida boa. Durante um mês ela manteve e cuidou de Betty Anne no lar luterano para meninas grávidas, para onde seus pais a haviam enviado, e então a entregou para adoção.
“Eu amei esse bebê tanto. Eu queria o que era melhor”, Minka recentemente disse para a Associated Press.
Minka, que agora tem 100 anos, continuou a manter contato com a agência de adoção, da qual ela recebia atualizações ocasionais sobre sua filha durante anos. Mas quando a agência de adoção mudou de direção, as atualizações cessaram.
Com o passar dos anos, Minka se casou, teve dois filhos, trabalhou em vários empregos e se mudou para várias cidades, finalmente se estabelecendo em San Clemente — mas em todas as mudanças ela nunca se esqueceu de sua filha, especialmente no aniversário do nascimento dela: 22 de maio.
Foi num desses aniversários, 22 de maio de 2006, que Minka espontaneamente fez uma oração, dizendo: “Senhor, se tão somente me permitires ver Betty Jane, eu não a incomodarei, prometo. Tudo o que quero é vê-la antes de morrer”.
Poucos meses depois o telefone de Minka tocou. Para o choque dela, ela se viu conversando com um homem estranho que, depois de lhe fazer várias perguntas sobre a identidade dela, a informou que ele estava com Betty Anne, e que ela queria conversar com sua mãe.
Esse homem era o astronauta Mark Lee, um dos seis filhos de Betty Anne.
“Meus joelhos tremeram”, Minka disse para o jornal Orange County Register sobre o momento em que ela conversou com sua filha pela primeira vez desde a partida chorosa tantas décadas atrás.
Acontece que na mesma época em que Minka havia feito sua oração em maio, sua filha, que estava com mais de 70 anos na época, havia começado o processo de procurar sua mãe biológica. Um dos filhos de Betty Anne, Brian, conduziu a pesquisa, obtendo os registros de adoção de sua mãe por meio de uma ordem judicial, e então localizando Minka (que ele achou que muito provavelmente estaria morta, considerando a idade dela) mediante uma simples consulta na internet.
Agora mãe e filha estão próximas, e regularmente se conversam e se visitam.
“Foi como se nunca tivéssemos nos separado”, Minka disse para a Associated Press. “Como se estivéssemos na família a vida inteira”.
O reencontro que era uma improbabilidade começou a receber atenção depois que Minka começou a contar o testemunho para membros de sua igreja e para a sua comunidade. O jornal Orange County Register publicou uma matéria sobre as duas em dezembro, seguida por uma notícia da Associated Press, dando-lhe atenção nacional.

Caríssimos irmãos, irmãs, diocesanos e defensores da vida.

A seguir texto publicado em nosso blog, de interesse de todos.

Dom Luiz Bergonzini

Medida Provisória n. 557: cria sistema de cadastro e prevenção de mortes das gestantes

A Medida Provisória n. 557, de 26.12.2011, assinada pela presidente instituiu o Sistema de Cadastro para Prevenção da Mortalidade Materna, com a finalidade de garantir a melhoria do acesso, da cobertura e da qualidade da atenção à saúde materna, notadamente nas gestações de risco, no art. 7, e criou um benefício financeiro para o transporte, no art. 10.

Em nosso blog, na aba Aborto, provamos que as mortes maternas são decorrentes do precário atendimento médico às gestantes e que os números de abortos apresentados pelos abortistas são inverídicos.

A precariedade do atendimento médico atinge as mulheres residentes em regiões mais pobres, periferia ou distantes dos centros de medicina. Mesmo em capitais dos estados, o atendimento médico das gestantes é inadequado, provocando mortes desnecessárias. Em Belo Horizonte, 95,5% das mortes maternas acontecidas em 2010 poderiam ter sido evitadas. As mortes acontecem até pela falta de verificação da pressão arterial durante a gestação (AQUI) Há casos de mulheres que não são atendidas nenhuma vez antes da hora do parto e há mulheres que não conseguem ser atendidas nem na hora do parto. Em Brasília, Capital do Brasil, uma gestante ficou com o feto morto no útero durante oito dias e outra recebeu o feto num vidro (AQUI)

Números inverídicos de abortos são utilizados pelos abortistas. Os abortistas utilizam os números dos abortos espontâneos para dizer que as mulheres querem praticar aborto. Os abortos espontâneos atingem até 40% das gestações. (AQUI)
Os abortistas são nazistas, stalinistas, preconceituosos e discriminadores (AQUI), pois querem higienizar a raça humana do Brasil, matando as crianças das mulheres pobres ou negras.

A Medida Provisória também criou um benefício financeiro de R$50,00 mensais, para proporcionar o financiamento do transporte da gestante de sua casa até os locais de atendimento.

A falta de alimentação da mãe acarreta problemas sérios na criança, que pode ficar com órgãos comprometidos. A Medida Provisória poderia também ter criado uma bolsa alimentação para as gestantes pobres, com acompanhamento nutricional, para que a criança tenha a possibilidade de ter todos os seus órgãos bem formados.
Como dissemos em outro post, o aborto não é uma questão discutível, por se tratar de uma vida humana que deve ser preservada e do direito de nascer de cada ser humano gerado, o primeiro de todos os direitos.
Esperamos que, de agora em diante, números verdadeiros sejam registrados e que o objetivo de, sem nenhuma discriminação, garantir às mulheres brasileiras o direito à maternidade e ao atendimento médico qualificado seja atingido, para não mais acontecerem mortes evitáveis.

A seguir a Medida Provisória n. 557, de 26.12.2011.

Presidência da RepúblicaCasa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos


Institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, autoriza a União a conceder benefício financeiro, altera a Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, e a Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1o Fica instituído o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, no âmbito da Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher, coordenada e executada pelo Sistema Único de Saúde - SUS, com a finalidade de garantir a melhoria do acesso, da cobertura e da qualidade da atenção à saúde materna, notadamente nas gestações de risco.
Art. 2o O Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna é constituído pelo cadastramento universal das gestantes e puérperas, de forma a permitir a identificação de gestantes e puérperas de risco, a avaliação e o acompanhamento da atenção à saúde por elas recebida durante o pré-natal, parto e puerpério.
Parágrafo único. O Sistema será coordenado pela União, por intermédio do Ministério da Saúde, e gerido em cooperação com Estados, Distrito Federal e Municípios.
Art. 3o Compete ao Ministério da Saúde:
I - estabelecer as normas de implementação do Sistema;
II - coordenar e orientar a implantação do Sistema em todo o território nacional;
III - instituir e gerenciar sistema informatizado, de acesso compartilhado entre os gestores federal, estaduais, distrital e municipais de saúde e Conselhos de Saúde;
IV - estabelecer metas e indicadores de monitoramento e avaliação dos componentes de cadastro, vigilância e acompanhamento do Sistema; e
V - estabelecer políticas, programas e ações com o objetivo de aprimorar a atenção à saúde das gestantes e puérperas de risco.
Art. 4o A gestão do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna será realizada pelas seguintes instâncias:
I - Comitê Gestor Nacional; e
II - Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco.
Parágrafo único. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir Comitês Gestores para atuação junto ao Sistema.
Art. 5o Compete ao Comitê Gestor Nacional propor, ao Ministério da Saúde, a formulação de políticas, programas e ações no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna.
§ 1o O Comitê Gestor Nacional será coordenado pelo Ministério da Saúde e terá a sua composição e funcionamento definidos por ato do Ministro de Estado da Saúde.
§ 2o Fica assegurada a participação, no Comitê Gestor Nacional, de representantes das seguintes entidades:
I - Conselho Nacional de Saúde - CNS;
II - Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS;
III - Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - CONASEMS;
IV - Conselho Federal de Medicina - CFM; e
V - Conselho Federal de Enfermagem - COFEN.
§ 3o A participação no Comitê Gestor Nacional será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.
Art. 6o Os estabelecimentos de saúde, públicos e privados, conveniados ou não ao SUS, que realizem acompanhamento pré-natal, assistência ao parto e puerpério deverão instituir Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento de Gestantes e Puérperas de Risco.
Parágrafo único. As Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco deverão ser presididas pelo responsável técnico do estabelecimento de saúde.
Art. 7o Compete às Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco:
I - informar a sua constituição ao Comitê Gestor Nacional e às Secretarias Estaduais, Distrital e Municipais de Saúde da unidade da federação em que estiverem situadas, e manter cadastro atualizado da sua composição;
II - cadastrar em sistema informatizado os dados de todas as gestantes e puérperas atendidas nos serviços do estabelecimento de saúde;
III - incluir em sistema informatizado a relação de gestantes e puérperas de risco atendidas nos serviços de saúde, seu diagnóstico e o projeto terapêutico definido e executado, além de outras informações determinadas pelo Comitê Gestor Nacional;
IV - informar, em sistema informatizado, a ocorrência de óbitos de mulheres gestantes ou puérperas, com informações sobre a investigação das causas do óbito e das medidas a serem tomadas para evitar novas ocorrências;
V - fornecer, quando solicitada pelas autoridades sanitárias, a documentação necessária para investigação das causas de óbito de mulheres gestantes e puérperas;
VI - propor aos gestores federal, estaduais, distrital e municipais do SUS a adoção de medidas necessárias para garantir o acesso e qualificar a atenção à saúde das gestantes e puérperas, e para prevenir o óbito materno;
VII - implementar as políticas, programas e ações estabelecidas no âmbito do Sistema; e
VIII - adotar e informar, aos gestores do SUS aos quais estejam vinculadas, as medidas complementares realizadas, de acordo com as suas especificidades locais, para o cumprimento das finalidades previstas no Sistema.
Art. 8o Para a execução das políticas, programas e ações instituídas no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, poderá a União, por intermédio do Ministério da Saúde:
I - firmar convênios, acordos de cooperação, ajustes e outros instrumentos congêneres com órgãos e entidades da Administração Pública federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, consórcios públicos, e com entidades privadas sem fins lucrativos, na forma da legislação vigente; e
II - celebrar atos de cooperação técnica com Estados e Distrito Federal para disciplinar a atuação colaborativa de Institutos Médicos Legais e serviços de verificação de óbitos na investigação de casos de gravidez ou puerpério durante o procedimento de necropsia.
Art. 9o As políticas, programas e ações no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna serão custeados por:
I - dotações orçamentárias da União consignadas anualmente nos orçamentos dos órgãos e entidades envolvidos em sua implementação, observados os limites de movimentação, empenho e pagamento fixados anualmente; e
II - outras fontes de recursos destinadas por Estados, Distrito Federal e Municípios, e por outras entidades públicas e privadas.
Art. 10. Fica a União autorizada a conceder benefício financeiro no valor de até R$ 50,00 (cinquenta reais) para gestantes cadastradas no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, com o objetivo de auxiliar o seu deslocamento e seu acesso às ações e aos serviços de saúde relativos ao acompanhamento do pré-natal e assistência ao parto prestados pelo SUS, nos termos de regulamento.
§ 1o O benefício financeiro poderá ser pago de forma parcelada.
§ 2o Compete ao Ministério da Saúde promover os atos necessários à execução orçamentária e financeira dos recursos para o custeio do benefício de que trata este artigo e manter cadastro atualizado das beneficiárias.
Art. 11. Será de acesso público a relação das beneficiárias e dos respectivos benefícios de que trata o art. 10.
Parágrafo único. A relação a que se refere o caput terá divulgação em meios eletrônicos de acesso público e em outros meios previstos em regulamento.
Art. 12. A concessão do benefício financeiro dependerá de requerimento e do cumprimento, pela beneficiária, de condicionalidades relativas ao acompanhamento do pré-natal, na forma do regulamento.
Art. 13. Fica atribuída à Caixa Econômica Federal a função de atuar como agente responsável pela execução do repasse dos benefícios financeiros de que trata o art. 10, mediante remuneração e condições a serem pactuadas com o Poder Executivo.
Art. 14. O servidor público, o empregado de entidade conveniada ou contratada pelo Poder Público ou aquele que atue em estabelecimento privado de saúde não conveniado, responsável pela organização e manutenção do cadastramento de gestantes no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, será responsabilizado quando, dolosamente:
I - inserir ou fizer inserir no Sistema dados ou informações falsas, ou diversas das que deveriam ser inscritas; ou
II - contribuir para que pessoa diversa da beneficiária final receba o benefício.
Parágrafo único. A responsabilidade de que trata o caput consiste no ressarcimento integral do dano e aplicação de multa nunca inferior ao dobro e superior ao quádruplo da quantia paga indevidamente.
Art. 15. Será obrigada a efetuar o ressarcimento da importância recebida a beneficiária que dolosamente tenha prestado informações falsas ou utilizado qualquer outro meio ilícito, a fim de indevidamente ingressar ou se manter como beneficiária do benefício financeiro de que trata o art. 10.
§ 1o O valor apurado para o ressarcimento previsto no caput será atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
§ 2o Apurado o valor a ser ressarcido, mediante processo administrativo, e não tendo sido pago pela beneficiária, ao débito serão aplicados os procedimentos de cobrança dos créditos da União, na forma da legislação vigente.
Art. 16. A Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, passa a vigorar com a seguinte redação:
DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DA GESTAÇÃO E DO TRABALHO DE PARTO, PARTO E PUERPÉRIO
Art. 19-J. Os serviços de saúde públicos e privados ficam obrigados a garantir às gestantes e aos nascituros o direito ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério seguros e humanizados.
§ 1o Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados, ainda, a permitir a presença, junto à parturiente, de um acompanhante durante todo o período de internação por ocasião do trabalho de parto, parto e pós-parto.
§ 2o O acompanhante de que trata o § 1o será indicado pela parturiente.
§ 3o As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que trata o § 1o constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão competente do Poder Executivo.
.................................................................................................................................. ” (NR)
Art. 17. A Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 7o ...................................................................................................................
..................................................................................................................................
XXVIII - fiscalizar a constituição das Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna pelos estabelecimentos de saúde, públicos e privados, conveniados ou não ao Sistema Único de Saúde - SUS.
.................................................................................................................................. ” (NR)
Art. 18. As Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco deverão ser instituídas no prazo de noventa dias contados a partir da data de publicação

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Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O autor de "Compreender e curar a homossexualidade", explica:


Embora leva sete anos para o mercado do livro do americano Richard Cohen psicoterapeuta Compreender e cura da homossexualidade (Livros grátis) tem sido controverso recentemente. Alguns grupos homossexuais lançou uma campanha de protesto na semana passada, quando descobriram na biblioteca virtual do Tribunal Inglês, que decidiu retirá-lo da venda. Após estes fatos, correspondenteEl Pais nos Estados Unidos fez uma entrevista com Cohen.
"A ciência diz que as pessoas não nascem gays." Das muitas investigações da Associação Americana de Psicologia, nenhum ter concluído isso. O autor acredita no direito à autodeterminação. "Se alguém quer viver uma vida gay, eu respeito isso. E se alguém quer explorar as possibilidades de mudar de homossexual para heterossexual, respeito isso ", disse ele.
Sua experiência lhe diz que aqueles homens e mulheres que experimentam essas tendências são pessoas profundamente sensíveis. "Eles vivem um relacionamento com seus pais, seus pares e seu ambiente, diferente de seus irmãos e outras pessoas ao redor", conclui Cohen. "Esta sensibilidade pode lançar as bases para sentimentos homossexuais."
Seu trabalho como psicoterapeuta é direcionado para aqueles que querem mudar. "Eu mesmo vivi como gay, eu tinha um caso gay por três anos." Não mudou, porque eles vêm para considerá-la imoral. "O que acontece é que desde a infância, eu sempre tive um sonho: ser casado com uma mulher e ter uma família. Havia uma pressão dos meus pais, sociedade ou religião. Era eu que tinha sonhos de se casar com uma mulher e ter filhos ", disse ele.
Cohen não foi fácil deixar de ser gay. "Foi-me dito muitas mentiras. Para encontrar a mulher certa que eu tornou-se heterossexual. Eu me casei. Mas desejos homossexuais recalcados. Eu não tinha resolvido. Eu fiz a minha terapia depois do meu casamento. Foi um processo complexo, difícil.Muitos terapeutas me disse que eu nasci gay, que não havia nada a fazer. Eles devem aceitá-lo e viver uma vida gay. "
Depois de se casar tive um relacionamento com um homem, que não procuram o sexo, mas um mentor masculino. "Sob o meu desejo para os homens foi uma ferida. Ele não se lembrava que meu tio havia abusado sexualmente de mim. É algo que eu reprimida durante 25 anos até que eu fiz a minha terapia. " Em seguida, suas tendências homossexuais desapareceram.
Finalmente, Cohen destaca que se a homossexualidade não é hereditária nem é uma "opção". "Você não acorda um dia e decidir ser gay. Há uma combinação de fatores que fazem alguém se comportar como gay ", diz ele.

Adolescente cristão é preso no Egito por ridicularizar Maomé no Facebook Acusado de "Profanação", Gamal Massoud pode ser condenado à morte


Adolescente cristão é preso no Egito por ridicularizar Maomé no Facebook
O estudante de 17 anos, Gamal Massoud, que é um cristão copta, postou desenhos de Maomé na sua página do Facebook. Muitos de seus colegas de escola viram isso como zombaria da imagem do venerado profeta islâmico. Ele acabou detido sob a acusação de profanar um símbolo sagrado.
O adolescente argumenta que ele não postou as imagens, mas que alguém usou sua conta do Facebook sem o seu conhecimento. Mesmo assim, Massoud permanecerá sob custódia da polícia por quatro dias, e pode ter de responder no tribunal as acusações de “desprezo pelo Islã”, que poderá, em caso extremo, condená-lo à morte.
A prisão do estudante causou tumultos em Assuit, sul do Egito, onde muçulmanos atacaram a casa da família Massoud e também a residência de outros cristãos. Membros do exército foram designados para ir até a cidade prevenir vandalismo e acaram tendo de usar bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes muçulmanos.
Este é apenas mais um capítulo em quase de um ano de perseguição  religiosa constante  no Egito. Desde o início a revolta que derrubou  o presidente Mubarack, em fevereiro, o país tem testemunhado um êxodo em massa dos cristãos. Calcula-se que 93 mil cristãos já saíram do país.
Segundo observadores internacionais, os muçulmanos radicais tem feito ataques para ganhar influência política e ter o apoio da maioria dos egípcios.
O confronto mais violento entres os fieis das duas religiões foi em 9 de outubro de 2011, no que ficou conhecido como “o Massacre de Maspero”.  Cristãos coptas fizeram uma marcha pacífica no Cairo, em protesto contra a queima de uma igreja copta no sul do país, quando oficiais militares passaram com tanques no meio da multidão, matando 27 pessoas. Mesmo com manifestações de repúdio em todo o país, apenas três soldados foram acusados ​​de “homicídio involuntário”.
A organização de direitos humanos  Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais  afirmou em nota que “o tribunal militar ignorou os 14 cristãos baleados, incluindo Mina Daniel. Apenas três soldados foram acusados ​​de homicídio culposo. Isso não demostra que houve o mínimo de garantias de seriedade e de justiça nesse julgamento. É uma continuação da tendência dos militares de negar qualquer responsabilidade pelo crime”.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de MSN e Christian Post

Edir Macedo provoca revolta na Record ao falar de morte de jornalista Líder da IURD divulga vídeo dizendo que a jovem faleceu por deixar a igreja


  • Rafael Andrade/Folhapress
    Texto de Edir Macedo sobre morte de jornalista da Record causa revolta
Causou revolta na Record a maneira como Edir Macedo, dono do canal, se referiu em seu blog à morte da jornalista Dayanne Albuquerque, ocorrida em um acidente, no último dia 28, na rodovia Régis Bittencourt.

Funcionários da emissora estão revoltados, porque a abordagem, segundo eles, dá a entender que ela morreu porque deixou de ser obreira da Universal.

No post, que leva como título "Zombei de Deus", o Bispo reproduziu uma carta escrita por Dayanne, em que enumera as coisas que fez em 2011. "Ri, bebi, cresci, evoluí, me iludi, curti, aprendi, saí, me diverti, mas não morri..." E, logo abaixo, Edir Macedo publicou um vídeo sobre a garota ter deixado a Igreja Universal para curtir a vida.
Fonte. Uol

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Superstições de Ano Novo


Quanto mais cresce o neo-paganismo de nossos dias, mas cresce também o esoterismo, o ocultismo, as superstições, etc.  Foi assim no tempo do paganismo pré-cristão em Roma, Grécia, Egito, Babilônia, Éfeso, etc., e hoje se repete em novas metrópoles modernas.

Quando o homem não encontra o Deus verdadeiro, e não se entrega a Ele, então, fabrica o seu deus, à sua pequena imagem e semelhança; semelhante á pedra, ao cristal, à magia, etc.
Este deus é um deus “que lhe obedece” mediante algumas práticas rituais um tanto secretas, misteriosas e mágicas. Ele busca neste deus com pés de barro, o conhecimento do futuro ou as revelações do presente, de modo a ser feliz durante o Ano que surge.
Sobretudo na festa de Ano Novo os espíritos esotéricos se exaltam em busca das melhores condições para serem agraciados por seus deuses e pelos poderes ocultos do além. Para uns é a exigência de começar o Ano com o pé direito; para outro é estar de roupa branca, mesmo as mais íntimas, ainda que alma não esteja tão clara; para outro é pular as ondinhas do mar… e a pobre miséria humana multiplica as fantasias e suas falsidades.
O homem tem sede de Deus! Ou ele adora e serve ao Deus verdadeiro, “Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis”, como diz o Credo, ou passa a adorar e a servir a deuses falsos, mesmo que conscien­temente não se dê conta disso. E assim as seitas se multiplicam a cada dia.
Outros ainda, mais desorientados, correm atrás de horóscopos, de zodíacos, de mapas astrais, de cartomantes, de necromantes, de búzios, de umbanda, de macumba e de todos os tipos de ocultismos, ten­tando encontrar uma forma de satisfazer as suas necessidades.
Nas grandes e pequenas livrarias, proliferam todos esses tipos de livros, muito bem explorados por alguns escritores e editoras. Lamentavelmente, muitos cristãos (e até católicos!), por ignorância religiosa na sua maioria, acabam também seguindo esses caminhos tortuosos e perigosos para a própria vida espiritual.
A doutrina cristã sempre condenou todas essas práticas re­ligiosas. Já no Antigo Testamento, Deus proibiu todos os cultos idolátricos, supersticiosos e ocultos. O livro do Deuteronômio relata a Lei de Deus dada ao povo: “Que em teu meio não se encontre alguém que se dê à adivinhação, à astrologia, ao agou­ro, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo ou à evocação dos mortos, porque o Senhor teu Deus abomina aqueles que se dão a essas práticas” (Dt 18,10-12).
É interes­sante que, logo em seguida, disse Deus ao povo: “Serás inteira­mente do Senhor; teu Deus” (Dt 18,13).
No livro do Levítico tam­bém encontramos: “Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Lv 19,31) e: “Não praticareis a adivinha­ção nem a magia” (Lv 19,26b).
A busca dessas práticas ocultistas revela grande falta de fé e confiança em Deus, já que a pessoa está buscando poder ou conhecimento do futuro, fora de Deus e contra a Sua vontade.
Ao cristão é permitido buscar unicamente em Deus, pela oração, todo consolo, auxílio e força de que necessita – e em nenhum outro meio ou lugar. São Paulo disse: “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças” (Fl 4,6). E São Paulo advertiu severamente as comunidades cristãs de que fugissem da idolatria (cf. I Cor 10,14) e mais:
“As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios”
Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou queremos provocara ira do Senhor?” (1 Cor 10,20-22)
Muitos católicos, por ignorância, quando não conseguem por suas orações as graças e favores que pedem a Deus, especialmente nos momentos difíceis da vida, perigosamente vão atrás dessas práticas supersticiosas proibidas pela fé católica, arriscando-­se, como disse São Paulo, a prestar culto ao demônio sem o saberem, magoando a Deus (cf. 1 Cor 10,20-22).
Quando Deus não atende um pedido nosso, Ele sabe a razão; e, se temos fé e confiança nEle, não vamos atrás de coi­sas proibidas. Toda busca de poder, de realização, de conheci­mento do futuro, etc., fora de Deus, sem que Ele nos tenha dado, é grave ofensa ao Senhor por revelar desconfiança nEle.
O Ano que começa é um grande presente de Deus para cada um de nós; e deve ser colocado inteiramente em Suas mãos para que Ele cuide de cada dia e de nós. Nada alegra tanto a Deus do que vivermos na fé.
Prof. Felipe Aquino

Igreja Católica doou em 2011 6,8 milhões de euros para situações de emergência em todo o mundo.



Ansa
A Igreja Católica doou neste ano 3 milhões de euros (cerca de R$ 7 milhões) para situações de emergência em todo o mundo, segundo o balanço do Pontifício Conselho Cor Unum, o dicastério de caridade da Cúria Romana.
Segundo o jornal vaticano L’Osservatore Romano, também foram doados US$ 2 milhões (cerca de R$ 3,7 milhões) para a Fundação Populorum Progressio a serviço das comunidades rurais da América Latina e do Caribe.
Também foi doado US$ 1.860.000 (cerca de R$ 3,4 milhões) para os projetos da Fundação João Paulo II para o Sahel — região da África entre o deserto do Saara e as savanas ao sul — para o apoio aos países africanos ameaçados pela desertificação.
Entre as situações de emergência atendidas estiveram o terremoto e o tsunami seguido de desastre nuclear em Fukushima, as inundações no sudeste asiático, a reconstrução do Haiti, atingido por um terremoto há dois anos.
Segundo o secretário do conselho, Giampietro Dal Toso, “a crise [econômica] pesa sobre as famílias e é significativo como a Caritas, em diversos níveis, ou como o Banco Alimentar na Itália estejam cada vez mais empenhados em assegurar itens de primeira necessidade a famílias pobres, idosos e pais com filhos”.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Bento XVI: "Educar os jovens significa olhar o futuro com esperança"







Cidade do Vaticano (RV) – "Jesus é o caminho da paz." Bento XVI presidiu na manhã deste domingo, 1º de janeiro, à celebração eucarística na Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus, 45º Dia Mundial da Paz, na Basílica Vaticana.

Na presença de cardeais, membros da Cúria, representantes diplomáticos e milhares de fiéis, o Papa dividiu sua homilia em duas partes. Na primeira, comentou o Evangelho deste primeiro dia do ano, em que a liturgia faz ressoar a antiga bênção sacerdotal: "O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça! O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê paz!".

Maria, explicou o Pontífice, foi a primeira a ser cumulada por essa bênção. O mistério da sua maternidade divina, que celebramos hoje, contem a medida superabundante daquele dom de graça que cada maternidade humana traz consigo.

"Maria é mãe e modelo da Igreja, que acolhe na fé a divina Palavra e se oferece a Deus como 'terra fértil' na qual ele pode continuar a realizar seu mistério de salvação. A Igreja também participa do mistério da maternidade divina, espalhando no mundo a semente do Evangelho, principalmente através dos sacramentos e da pregação."

A segunda parte da homilia do Santo Padre foi dedicada à paz, soma e a síntese de todas as bênçãos divinas.

"Também a Igreja, no primeiro dia do ano, invoca de modo especial este bem supremo, e o faz, como a Virgem Maria, mostrando a todos Jesus, porque, como afirma o Apóstolo Paulo, 'Ele é a nossa paz', é o caminho para alcançar esta meta à qual todos nós aspiramos."

A seguir, o Papa falou do tema escolhido para a Mensagem deste ano: "Educar os jovens para a justiça e a paz" – tarefa que compete a cada geração e sobre a qual a família humana mostra estar sempre mais consciente depois da tragédia das duas grandes guerras mundiais.

Bento XVI distingue os termos 'educar' e 'instruir': "Educar os jovens à consciência da verdade, aos valores fundamentais da existência, às virtudes intelectuais, teológicas e morais, significa olhar o futuro com esperança".

Devido à tecnologia, o mundo hoje se tornou "menor", onde há maior contato entre diferentes tradições e culturas. Por isso, é indispensável que hoje os jovens aprendam os valores e o método da convivência pacífica, do respeito, do diálogo e da compreensão. Essa educação começa na família e se desenvolve na sociedade, onde cada pessoa deve ter a capacidade de enfrentar os conflitos sem prepotência, mas com a força interior de testemunhar o bem.

Nessa tarefa educativa, a comunidade religiosa tem uma responsabilidade particular. Cabe a ela anunciar e mostrar que Jesus é um caminho possível, aberto a todos. "Ele é o caminho da paz."
(BF)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Homem que matou 20 mil pessoas em guerra civil e ofereceu sacríficios humanos ao diabo se converte.



O ex-General Joshua Milton Blahyi, um dos principais líderes da guerra civil da Libéria, se converteu e agora, aguarda julgamento por seus crimes de guerra, que incluem o assassinato de aproximadamente 20 mil pessoas, de acordo com o site “Noticias Cristianas”.
Durante os 14 anos da guerra, o “General-Pelado”, apelido que recebeu por ir nu aos combates, devido sua crença de que a nudez o impediria de ser alvejado por uma bala, foi temido em todo o país, mas hoje se diz uma nova pessoa. “Acredito firmemente que a Bíblia diz que Deus já me perdoou”, relata o agora pastor evangélico.
Joshua será julgado em um tribunal na cidade de Haya, por seus crimes de guerra, e afirma estar preparado para enfrentar a pena de morte, caso seja condenado: “Se for condenado, posso ser eletrocutado ou enforcado, mas acredito que o perdão e a reconciliação sejam os melhores caminhos a seguir”.
Aos onze anos de idade, Joshua foi iniciado nos ritos de bruxaria, oferecendo um sacrifício humano a Satanás, o que ele repetiu a cada mês, durante anos, até completar 25 anos de idade. Até sua conversão, afirma ter se reunido frequentemente com o próprio Satanás. Quando se converteu, afirma ter ouvido de Deus que ao sacrificar crianças, estava fazendo o trabalho do diabo. Os rituais inicluiam beber o sangue das vítimas e comer seu coração. “A tradição fez-me acreditar que ao me tornar guerreiro tinha que fazer sacrifícios antes de ir para a batalha. Mas Deus me apareceu quando eu estava nu, no meio da batalha, e disse que eu estava a fazer o trabalho de Satanás”, relata Joshua, que se converteu e se arrependeu de seus crimes após esse encontro, que muitos comparam com a conversão de Saulo de Tarso.
Atualmente, ele preside uma instituição chamada Ministério Evangelístico Trem do Fim dos Tempos, que fundou após ter se desligado do exército. Seu ministério atua em Gana, país vizinho à Libéria. “Somente o cristianismo pode ajudar esta nação, porque o cristianismo é a única crença verdadeira. A única fé que lhe diz para amar os seus inimigos, aceitar e perdoar aqueles que te machucam. Quem vocês estão vendo aqui foi um rebelde conhecido. Só quem pode desarmar é o amor. Só Deus pode mudar sua vida”, afirmou o pastor Joshua em entrevista aos cineastas Eric Strauss e Daniele Anastasion, que produziram um documentário sobre sua história de vida e conversão, intitulado “The Redemption of General Butt Naked” (A Redenção do General Pelado, em tradução livre).
“Era uma pequena história sobre um líder famoso que matou milhares e agora andava pelas ruas pregando a verdade e a reconciliação. Eu me perguntava se uma pessoa assim realmente existia. Seria possível essa transformação extrema?”, pergunta Eric, que se interessou pela história de Joshua após ler um livro sobre ele, em entrevista ao Los Angeles Times.
O documentário produzido pela dupla de cineastas mostra a busca de Joshua pelo perdão de parentes de vítimas e ex-soldados, com quem se envolveu diretamente. À época da guerra civil, Joshua chegou a ser conselheiro espiritual do falecido presidente da Libéria, Samuel K. Doe. Agora casado, Joshua tem três filhos com a também pastora Josie: Michaela, Joshua Jr e Janice, atua desde 1999 com seu ministério em Gana, em áreas isoladas de diversos países da África, como Togo, Benin, Nigéria, Chade, Guiné e a própria Libéria, sua terra natal.
A exibição do documentário ocorrerá no dia 22 de Janeiro de 2012, no Documentary Channel. A Comissão para Verdade e Reconciliação estabelecida no seu país natal irá definir quem deve ser julgado por crimes de guerra. Joshua foi indiciado e se colocou à disposição para um julgamento em um tribunal internacional em Haia. Ele espera que sua confissão ajude a curar as feridas de seu país.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Novo Código Penal ameaça favorecer a causa abortista.


Edson Carlos de Oliveira













Segundo informa o Painel da Folha de São Paulo (26/12/2011), o anteprojeto de reforma do Código Penal pretende uma “abertura na legislação sobre o aborto, para ampliar o leque de situações em que a interrupção da gravidez é permitida”.
“Não teremos nenhum tabu. Vamos enfrentar todos os temas”, afirma o ministro do STJ, Gilson Dipp, presidente da comissão de juristas criada pelo senado para redigir o anteprojeto.
Atualmente, o artigo 128 do Código Penal considera como crime toda forma de aborto consentido, mas suspende a pena quando a gravidez é resultante de estupro, ou quando configura risco de vida para a mãe.
Já essa suspensão do cumprimento da pena é algo moralmente inaceitável. Acrescente-se que a mídia se aproveita disso para alimentar na sociedade a ideia de que é “aceitável” a prática de um crime contra o nascituro nessas condições. E os ativistas pró-aborto interpretam tendenciosamente essa concessão jurídica não como uma “não punição”, mas como um “direito” à prática daquilo que eles chamam de “aborto legal”.
Descriminalizar o aborto em alguns casos ou aumentar as hipóteses em que a pena do aborto não é aplicada favorecerá ainda mais o assassinato de inocentes.