sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Segredos do Vaticano: jornal dos Bispos Italianos “Avvenire” revela que “houve uma conspiração para forçar a renúncia de Ratzinger”.

Por Antonio Socci | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com: Ontem, ficamos sabendo – nada menos a partir das páginas de “Avvenire”, o jornal da Conferência Episcopal Italiana (CEI) – algo que nem mesmo eu cheguei a escrever no meu livro “Não é Francisco”, sobre a (até agora) misteriosa “renúncia” de Bento XVI.

De fato, na página 2 do jornal da Conferência Episcopal se podia ler, na íntegra, que houve “ambientes que, pelas razões habituais de poder e opressão, traíram e conspiraram para eliminar o Papa Ratzinger, apesar de reconhecê-lo como um excelente ‘teólogo’, e o “forçaram à renúncia”.
Você leu bem. É uma notícia perturbadora. Afirma-se – sem nenhuma condicional – que existem “ambientes” que “traíram e conspiraram para eliminar o Papa Ratzinger” e até mesmo “levá-lo à renúncia.”
A este ponto se torna absolutamente obrigatório citar nomes e dizer abertamente quem são eles.
Pois isso não se trata de coisa de pouca monta. Cabe aqui ressaltar que, se tudo aconteceu exatamente assim, aquela “renúncia” é inválida porque – para ser válida, sob o direito canônico – deve ser totalmente livre de condicionamentos e restrições de qualquer tipo (e, portanto, o sucessivo conclave também teria sido inválido).
O aspecto surpreendente da controvérsia é que essas linhas estão contidas em um artigo juntamente com outro e são expressamente confirmadas pelo diretor de “Avvenire”, Marco Tarquinio, que, sobre os dois artigos, escreve que eles “oferecem pensamentos e colocam questionamentos sérios”.
Nas palavras de Tarquinio, não há o menor distanciamento da notícia – dada como algo certo – sobre a “conspiração” que levou à “renúncia” de Ratzinger.
Evidentemente que Tarquinio foi também levado pela onda de ataques a Vittorio Messori – o qual  foi o alvo direto dos dois artigos – e assim, na página 2, acabou publicando esta “bomba” com a qual querem que acreditemos, com grande descaso pelo ridículo, que os “inimigos” de Francisco são exatamente os mesmos “inimigos” de Bento XVI.
De fato, esse foi o título que “Avvenire” deu ao artigo: “Messori: Inimigos de Francisco e de Bento”.
Caso Messori
Ora, o excesso de zelo de vez em quando prega umas peças bem feias, pois até as crianças estão cansadas de saber que aqueles que boicotaram incessantemente Papa Ratzinger hoje são todos defensores ardorosos de Bergoglio.
E é o que demonstra as notícias e crônicas publicadas atualmente. Tudo isso é de uma evidência solar, não apenas no mundo católico, mas também no secular, onde, entre os partidários do Papa Bergoglio, estão na linha da frente Eugenio Scalfari e Marco Pannella. Além do mais, se é ridículo afirmar que os “inimigos” de Ratzinger são os mesmos opositores de Bergoglio, mais inaceitável ainda é insinuar que Vittorio Messori poderia ser contado entre os “inimigos” de Bento XVI. Isso é realmente uma piada.
A parceria intelectual que o liga a Ratzinger é de longa data e começa com o livro que marcou época “Rapporto sulla fede”, um livro-entrevista com o então cardeal bávaro que marcou um ponto de virada na Igreja pós-conciliar porque pôs um freio na onda de “autodemolição” progressista e modernista dos anos 70 e expôs os fundamentos da reconstrução da era Wojtyla, que é a redescoberta da fé de todos os tempos.
Esse livro, entre outras coisas, fez com que ambos, tanto o cardeal como o jornalista, se tornassem alvos dos furiosos ataques dos círculos progressistas habituais. Eis como lembrou Messori em um de seus artigos: “O ‘Rapporto sulla Fede’ saiu em 1985.  Faltavam apenas quatro anos para a queda do Muro de Berlim, mas, apesar disso, dentro da Igreja vastos setores estavam ainda vivendo uma fase de enamoramento por um comunismo que haviam descoberto com paixão, igualmente tardia. Tudo naquele livro provocou a indignação de quem se dizia ‘progressista’ (e que estava prestes a acabar na contra-mão da história). Tudo, mas antes de qualquer outra coisa, a nova definição do marxismo segundo Ratzinger: ‘Não esperança, mas a vergonha nosso tempo'”.
A associação intelectual entre Ratzinger e Messori é de uma sincera estima recíproca e, com o tempo, eu creio que se tornou também uma amizade profunda.
Se tem um intelectual que podemos indicar como um símbolo da época Ratzinger (ou seja, do renascimento e reconstrução da ortodoxia) é justamente Messori. Assim, o fato de que hoje, o jornal da Conferência Episcopal Italiana ter como alvo Messori (pela enésima vez), além do mais por meio de artigos publicados (com a covarde estratégia de jogar a pedra e esconder a mão) com esse título:”Messori: ‘inimigos’ de Francisco e Bento”, me deixa literalmente indignado.
De resto, tenho certeza que Messori não se sente e não é “inimigo” nem mesmo de Francisco, pelo qual – juntamente com alguma apreciação – se limita a expor algumas de suas perplexidades.
Nas últimas décadas, os papas (de Paulo VI a João Paulo II e Bento XVI) foram “bombardeados” sem que ninguém reclamasse. Hoje, ao invés, chegamos então a um ponto de intolerância tão forte que um grande intelectual católico como Messori é jogado na fogueira, por uma nova Inquisição ideológica, apenas por expressar suas pacatas e respeitosas “perplexidades”?
Outras revelações
Além de tudo, aquele artigo — credenciado pelo diretor de “Avvenire” – antes das linhas explosivas sobre a “conspiração”, diz outra coisa que causa surpresa ao ler no jornal da CEI: “uma pessoa simples como eu tem a nítida sensação de que há uma luta de poder em ação na igreja e em torno dela, e que o ataque contra o Papa é dirigida por freqüentadores de ‘certos salões’ (…). Temo que se trate dos mesmos ambientes que, pelas razões habituais de poder e opressão, traíram e conspiraram para eliminar o Papa Ratzinger (…) e o forçaram à renúncia.”
A este ponto, seria o caso de exigir de Tarquinio, que publicou e aprovou tal artigo, que ele nos explique finalmente que “conspiração” foi essa da qual foi vítima Papa Bento XVI, que ilustre a atual “luta de poder na Igreja” e que, finalmente, revele claramente o que são esses “salões” e seus “frequentadores”.
Esta última referência, além de vaga, é absurda. Por que os “bons salões” dos poderes mundanos – como demonstra a cada dia seus jornais e diários – são todos de fãs ardentes do Papa Bergoglio.
Provavelmente, o zelo excessivo de Tarquinio ao querer exibir para qualquer poderoso da Cúria sua oposição a Messori acabou por fazê-lo escorregar numa casca de banana.
O diabo, dizem, faz as panelas, mas não as tampas. E agora nos deparamos com um jornal da CEI que afirma claramente que Bento XVI renunciou na sequência de uma “traição” e de uma “conspiração” e que hoje, na Igreja, está em ação uma “luta de poder”. Peço que Tarquinio tente colocar uma tampa nessa panela.
Talvez ele poderia fazê-lo através da publicação de outra entrevista, como aquela de alguns dias atrás, na “Radio Radical”, onde ele teceu um diálogo amigável e promissor com os radicais (saudações!) e voltou a defender o líder radical Pannella e a repetir suas críticas injustas e incoerentes contra Messori.
Até mesmo os líderes da CEI deveriam se ocupar dessa denúncia  e dar explicações sobre a “conspiração” contra Bento XVI que o “empurrou para a renúncia”, segundo o que podemos ler em “Avvenire”.
E, no Vaticano, o padre Federico Lombardi, diretor da imprensa, o que  tem a nos dizer sobre a notícia explosiva de “Avvenire” sobre a “conspiração” que levou à “renúncia” do Papa Bento XVI?
Antonio Socci
Do “Libero” 08 de janeiro de 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Quais os fatores culturais que estimulam o surgimento de práticas ocultistas e satânicas em nossa sociedade?

Death-Metal

As maneiras são muito mais diversificadas do que você imagina!
O pe. Gary Thomas é o exorcista da diocese de San Jose, na Califórnia. Seu curso de preparação para o rito do exorcismo, realizado em Roma em 2005, foi a inspiração para o livro “The Rite: The Making of a Modern Exorcist” [O Rito: O Preparo de um Exorcista Moderno”], de Matt Baglio, lançado em 2010, além de servir de base para o filme “The Rite” [O Rito], de 2011, estrelado por Anthony Hopkins. O pe. Gary gosta de citar o papa emérito Bento XVI dizendo que, “quando a fé diminui, aumenta a superstição”.
Se quisermos identificar os fatores culturais que têm levado ao crescente interesse e à prática do satanismo e de outras atividades ocultas, teremos que começar observando o declínio da fé cristã no Ocidente.
O pe. Jeffrey Grob, exorcista da arquidiocese de Chicago, nos EUA, me descreveu o fenômeno durante uma recente conversa por telefone como “desencanto com a religião organizada”. Os ocidentais em geral são pessoas impacientes; “mesmo os católicos podem ​​ir atrás de curandeiros e de alternativas a Deus, no afã de soluções instantâneas”.
Mons. Patrick Brankin, exorcista da diocese de Tulsa, concorda que o declínio da fé cristã e o concomitante aumento do secularismo estão fomentando a atividade demoníaca: “Nos últimos anos, nós estamos vendo mais ação demoníaca”, afirma ele, que atribui essa tendência a uma sociedade cada vez mais laica, que se voltou para as tábuas Ouija, para a feitiçaria, para a astrologia, para a adivinhação e para outras práticas ocultistas que “abrem as portas para o demônio”.
Os três exorcistas acreditam que, em comparação com 25 a 30 anos atrás, tem havido um acentuado aumento do número de pessoas que estão se metendo com o ocultismo, seja através do satanismo, do paganismo, da idolatria ou de alguma outra modalidade.
Em “The Occult Roars Back: Its Modern Resurgence” [O Ressurgimento Moderno do Ocultismo], Richard Kyle, professor de História e Estudos Religiosos da Universidade Tabor, no Estado do Kansas, EUA, cita vários especialistas acadêmicos que escreveram sobre as causas do grande aumento do interesse pelo ocultismo. Jeffrey Russell, por exemplo, observou que, historicamente, “o interesse pelo oculto cresce significativamente nos períodos de rápido colapso social, quando os padrões estabelecidos deixam de dar respostas prontamente aceitáveis ​​e as pessoas se voltam para outras referências em busca de garantias”.
Mas, acrescenta Kyle, também há uma base de fatores para o aumento do interesse pelo oculto, conforme proposto por Catherine Albanese, que “ressalta que muita gente foi preparada pela cultura norte-americana para se voltar a si mesma e ao universo em busca de certezas religiosas. A tradição protestante tendeu a apoiar a importância do conhecimento ou da crença na religião. Depois, a ala liberal do protestantismo modificou esta abordagem, enfatizando a presença de Deus em todos os lugares e destacando o otimismo americano em relação à bondade inata da natureza humana. O caráter difusivo do liberalismo e a sua falta de limites nítidos ajudou as pessoas a se ajustarem à ideia de viver confortavelmente sem diretrizes religiosas rígidas”.
Albanese também observa que “a organização urbana e corporativa da sociedade” fragmentou todo o senso de vida comunitária. Em seu lugar, “a astrologia deu às pessoas um senso de identidade” e “as ajudou a estabelecer relações seguras com os outros. A autoajuda fez as pessoas adotarem certas medidas para conseguir a prosperidade, a saúde e a felicidade em meio às suas situações cotidianas. Videntes ofereceram cura física e orientação espiritual para lidar com os problemas do dia-a-dia”.
Ted Baehr, fundador e editor do Movieguide e autor de quase uma dúzia de livros, falou no II Congresso Mundial das Famílias sobre “Proteger as Crianças da Violência da Mídia”. Ele cita o estudioso Harold Bloom, da Universidade de Yale, que analisou “o surgimento da América pós-cristã em seu livro ‘A Religião Americana’, e que diz que o deus a quem adoramos somos nós mesmos. Ele afirma que a verdadeira religião da América do Norte é o gnosticismo, uma heresia elitista que combina filosofias místicas gregas e orientais e declara a necessidade do acesso a ‘conhecimentos especiais’ para se chegar ao mais alto dos céus”.
A palestra de Baehr incluiu definições coerentes das crenças que atualmente competem com o cristianismo para conseguir seguidores nos Estados Unidos e em grande parte do mundo: o humanismo secular, o panteísmo, o materialismo, o niilismo, o romantismo, o existencialismo, o nominalismo, o idealismo, a New Age e o ocultismo.
Richard Kyle fornece uma definição simples e moderna do ocultismo: “Primeiro, o ocultismo é misterioso, vai além do alcance do conhecimento comum. Segundo, é secreto e comunicado apenas para os iniciados. Terceiro, o oculto se refere ao mágico, à astrologia e a outras supostas ciências que alegam o conhecimento do secreto, do misterioso ou do sobrenatural”.
Até que ponto a crença no oculto é difundida? Uma pesquisa da Gallup, em 2005, revelou que três em cada quatro americanos acreditam em ocultismo.
Considerando-se que a nossa cultura proporciona um terreno fértil para o crescimento do satanismo e das práticas ocultas, contemplemos o que temos semeado neste solo receptivo. Ted Baehr traz à tona o fato óbvio de que muitas crianças não estão sendo criadas numa relação de intimidade com Deus, mas em meio a influências como “Assassinos por Natureza”, “Halloween” e “Pânico”. Será um exagero? Muito provavelmente não. Considere as séries de televisão dos últimos anos: “Vampire Diaries” [“Diários de um Vampiro”], “True Blood” [“Sangue Fresco”], “Buffy the Vampire Slayer” [“Buffy, a Caça-Vampiros”], “Charmed” [“As Feiticeiras”], “Sabrina the Teenage Witch” [“Sabrina, a Bruxa Adolescente”], apenas para citar algumas. Ou filmes de grande sucesso, como “O Exorcista”, “O Bebê de Rosemary” e “The Craft” [“Jovens Bruxas”], que empalidecem em comparação com os filmes da saga “Crepúsculo”, com faturamento bruto mundial de 3,3 bilhões de dólares, e com os filmes de Harry Potter, que arrecadaram 7,7 bilhões de dólares.
Também podemos recordar RPGs de fantasia ocultista, como “Dungeons & Dragons” [Caverna do Dragão], de 1974, e seus muitos “herdeiros”, todos ligados ao mundo da feitiçaria.
Estudos psicológicos indicam que 60% ​​dos adolescentes com dependência química apontam a música “death metal” como seu gênero musical favoritoAs letras glorificam o satanismo e o ocultismo, a anarquia, a violência, o abuso de mulheres e crianças, o assassinato, as drogas, o suicídio, o incesto, o estupro e a necrofilia. Richard Ramirez, famigerado assassino em série conhecido como Night Stalker, era obcecado com a banda de heavy metal ​(ou “death metal”) AC/DC. Satanistas adultos são conhecidos por “recrutar” novos membros em shows desse tipo de música e em convenções de jogadores de videogame.
O Dr. Baehr observa que a maioria das crianças expostas ao satanismo e ao ocultismo por meio da mídia de entretenimento não adere automaticamente a esses grupos. Mas a maioria se torna insensível aos males ali representados e uma minoria significativa acaba ficando assustada e paranoica. Ele acrescenta que “pode ​​haver consequências de longo prazo ao se assistir a material antissocial” e, “lamentavelmente, de 7% a 11% dos adultos e até 31% dos adolescentes dizem querer copiar aquilo que veem”. 
Existe ainda outra forma de a nossa cultura promover a opressão demoníaca. Como explica o pe. Thomas, as pessoas atacadas por demônios têm muitas vezes feridas na alma, por terem sofrido abusos físicos ou sexuais na infância, o que muda a sua percepção da vida e de si mesmas e a sua capacidade de se relacionar com os outros. “Os demônios”, diz ele, “estão sempre à procura de seres humanos com relações fragmentadas”.
Os demônios podem possuir ou oprimir uma pessoa através dos seus sentidos; eles precisam de uma abertura que torne a vítima vulnerável. As “aberturas” mais comuns, de acordo com o pe. Thomas, incluem o vício em pornografia na internet e o uso de cocaína, metanfetamina e outras drogas que causam alucinações.
A obra “O Reino do Oculto”, de Walter Martin e outros autores, traça o perfil de adolescentes do sexo masculino atraídos para o satanismo e para ocultismo por serem pessoas psicologicamente machucadas, rebeldes, hedonistas e niilistas, usuárias de drogas, solitárias e mal-sucedidas. Eles se sentem “impotentes, isolados e vítimas”, e o satanismo lhes dá uma sensação de controle, de status e de pertencimento a um grupo.
Já os adultos são mais frequentemente atraídos para os cultos satânicos pelo seu elitismo, secretismo, hedonismo, pornografia, prostituição e desejo de adquirir poderes mágicos.
O pe. Thomas salienta que não devemos temer os ataques demoníacos. O seu filho ou o seu neto que joga RPG e a sua filha ou a sua neta que “ama” algum personagem de “Crepúsculo” não vão necessariamente acordar de repente com os olhos esbugalhados e falando fluente aramaico. Mas o pe. Thomas recomenda quatro meios cotidianos para nos protegermos dos ataques demoníacos: uma vida vivida de acordo com a boa moral, uma vida de oração, uma vida de fé e uma vida sacramental.
Todos nós faríamos muito bem se aceitássemos essas recomendações. 
Fonte: www.aleteia.org

”Êxodo: deuses e reis’ atraí multidões aos cinemas no Brasil. No Egito, o mesmo filme é ‘proibido’.

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O filme “Êxodo: Deuses e Reis” estreou no Brasil no dia 25 de dezembro e no primeiro final de semana se tornou o campeão de bilheteria, atraindo uma multidão de espectadores para as salas de cinema.
A obra dirigida por Ridley Scott conta a história de Moisés, mostrando toda a história bíblica do profeta que tirou os judeus da opressão do Egito, fazendo-os atravessar o Mar Vermelho e a vagar pelo deserto em busca da terra prometida.
O longa tem Christian Bale no papel principal e outros nomes como Joel Edgerton, John Turturro, Sigourney Weaver, María Valverde, Ben Kingsley, Ben Mendelsohn e outros.
A história de Moisés atraiu 919.088 espectadores brasileiros até os cinemas entre a quinta-feira (25) e o domingo (28), segundo dados da Rentrak. Em segundo lugar entre os mais vistos está o desenho da Disney “Operação Big Hero” que atraiu 452.643 pessoas.
“Êxodo: Deuses e Reis” faz parte da série de filmes bíblicos que estão sendo produzidos em Hollywood. No começo do ano o filme “Noé” estreou atraindo mais de 1,3 milhões de pessoas aos cinemas encerrando a série de exibições em maio com 4.882.842 ingressos vendidos em todas as regiões do país.
***
O filme “Êxodo: Deuses e Reis” teve sua exibição proibida no Egito depois que o departamento de censura assistiu uma cópia do longa que estreou na última semana em diversos países do mundo.
Para o chefe da censura, Abdel Sattar Fathi, o longa que narra a vida de Moisés “tenta transferir informação distorcida de cenas religiosas e históricas”.
Em entrevista ao jornal Al Watan Fathi explicou que a obra cinematográfica tem alguns erros como mostrar que “os judeus estiveram envolvidos na construção das pirâmides de Guiza como povo eleito por Deus”. Ele também lamentou que o filme passe uma imagem errada sobre os egípcios mostrando-os como “demagogos” e torturadores de judeus.
Êxodo: Deuses e Reis tem a direção de Ridley Scott tento o ator Christian Bale como protagonista. Apesar das críticas positivas, o longa enfrenta essa condenação por parte dos muçulmanos que reclamam, além dos assuntos acima citados, da parte onde Deus aparece encarnado na foto de um bebê.
Quando uma obra vai contra o que o islã prega o Egito veta sua exibição, em março deste ano o filme “Noé” foi considerado contrário à lei islâmica e por conta disto a instituição religiosa Al-Azhar solicitou a proibição do longa no país.
Fonte: G Prime

Darth Vader, Lex Luthor e Coringa: “inimigos externos”


Dentre todas as leviandades que marcam a reação do Governo às descobertas do petrolão, a insinuação da Presidente Dilma Rousseff de que os problemas da Petrobras tenham a ver com ‘inimigos externos’ é a mais cínica e inaceitável — ainda mais para uma mandatária cuja própria biografia está misturada a tudo que aconteceu na Petrobras nos últimos 12 anos, tanto por ter sido ministra de Minas e Energia e Casa Civil quanto por ter presidido o conselho de administração da empresa.

Antes mesmo de produzir a fantasia sobre “inimigos externos” — talvez os alienígenas de Orson Welles em sua fictícia “Guerra dos Mundos” — a Presidente Dilma passou o mês de dezembro empenhada em outra mistificação: a ideia de que é preciso nomear um ‘ministério Frankenstein’ para governar o Brasil.

Convenhamos. Depois de todo o aparelhamento e pilhagem que os últimos governos patrocinaram na Petrobras, e depois daquele papo de que havia entendido o recado das urnas (de que o País queria mudança), a Presidente devia aos brasileiros um ministério minimamente qualificado, jamais um concurso de incompetência entre derrotados nas urnas e gente admitidamente ignorante.

Quando a política é apenas ‘a arte do possível’, quando não há ousadia nem coragem, quando falta criatividade para se construir um caminho alternativo ao mau caminho, a política perde sentido. Passa a ser uma farsa — ou um fim em si mesmo.

Todo mundo já sabia que o PT é avesso à autocrítica — e a despedida à la Richard Nixon de Gilberto Carvalho (“I am not a crook”) sepultou qualquer dúvida — mas agora sabemos que também a Presidente é incapaz de uma reflexão e de uma admissão de suas responsabilidades pessoais. Mesmo ela, dona de 51,64% dos votos válidos. Segundos mandatos servem justamente para isto: permitir mudanças de rota e reconhecimentos difíceis. Mas no Brasil, é mais fácil uma empreiteira ter um contrato limpo com a Petrobras do que um político admitir que errou.

A (boa?) notícia é que a Presidente Dilma não inventou esse “diversionismo da incompetência.”

Quando se trata de se eximir de responsabilidade e invocar ‘inimigos externos’, a Argentina tem currículo. A ‘senha’ de que é hora de achar um gringo-nada-a-ver-com-a-estória para botar a culpa já foi captada em Buenos Aires. Numa entrevista ao Página12 publicada neste domingo, o ministro da economia portenho, Axel Kicillof — uma cruza intelectual de Arno Augustín com Leonel Brizola — afirmou que Argentina e Brasil vêm sendo “vítimas de um ataque financeiro de fundos especulativos com fins políticos,” segundo relato da AFP.

“O ataque simultâneo contra Argentina e Brasil está gerando um descalabro financeiro na região”, disse Kicillof, interditando qualquer relação de causa e efeito entre sua própria política econômica e o tal ‘descalabro’. Disse ainda que se trata de “uma estratégia generalizada que está utilizando a questão financeira como campo de batalha contra determinados processos políticos”.

Então ficamos assim: você é acionista de uma padaria junto com um sócio. O sócio emprega os parentes no negócio, dá descontos inexplicáveis para os amigos, compra trigo superfaturado, a padaria quebra… e a culpa é do banco que veio cobrar a duplicata.

Depois de Lula, Kirchner e Rousseff, o “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano” terá que ser reeditado com outro título: o “Manual do Cínico Latino-Americano.”

Kicillof se referia especificamente ao fundo de investimentos Aurelius, de Nova York, que foi à Justiça dos Estados Unidos para receber pagamentos como credor da dívida argentina e agora exorta os credores da Petrobras a notificarem a empresa.

O Aurelius “acaba de iniciar uma campanha contra a Petrobras, alegando que a estatal brasileira fraudou informações financeiras”, explicou Kicillof, falando do que desconhece e se metendo onde não deve. “Este paralelo (entre a dívida da Argentina e a situação da Petrobras) não é gratuito nem casual."


É verdade que o Aurelius quer fazer valer seus direitos e ganhar dinheiro com isso — e exatamente o que o Governo deveria querer para a Petrobras. O único ‘processo político’ que está sendo perturbado aqui é o roubo avassalador do patrimônio público. O fim deste roubo (e suas repercussões judiciais) atinge interesses próximos à Presidente Dilma, e não tem nada a ver com inimigos externos.

Em vez de encarar o problema de frente e chamar as coisas pelo que são, a Presidente faz lembrar aquele verso de Cazuza em ‘Ideologia’: “aquel(a) garot(a) que ia mudar o mundo/agora assiste a tudo em cima do muro.”

Nos anos 70, Dilma Rousseff travou uma batalha de vida ou morte contra um inimigo real: uma ditadura que a torturou e assassinou brasileiros. Agora, sem assunto, sem ideias e sem boas desculpas, busca um novo inimigo a quem debitar a implosão da Petrobras. Pode tentar Darth Vader, Lex Luthor, o Coringa.. e ver se alguma coisa cola.  

Fonte: Veja Mercados - Geraldo Samor

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Revista Le Figaro Magazine: A guerra secreta no Vaticano. Francisco não conduz uma reforma, mas uma revolução

n/d
A revista Le Figaro Magazine desta semana sai com o título “Guerra secreta no Vaticano”. Um título sensacionalista, destinado a chamar a atenção, mas não somente. Dentro, um dossiê de 11 páginas bastante denso, constituído por um artigo de Jean-Marie Guénois que recapitula os fatos das últimas semanas, desde o Sínodo de outubro passado, examinando minuciosamente a governança de Francisco, as oposições na cúria, a preocupação compartilhada por leigos e religiosos, as reformas, as aberturas, o círculo de convívio…, uma entrevista do cardeal Burke, que se diz “muito preocupado” – (sabe-se a essa ocasião que, solicitado, o corajoso cardeal Kasper, comumente tão tagarela, não encontrou tempo em sua agenda muito lotada para responder oralmente às perguntas do Figaro, sem dúvida prejudicado por uma reputação excessiva de jornal conservador. Ele se contentou em responder por escrito que ele não estava “descontente. O que chamam de “efeito Francisco” se estende lentamente. (Ele está) consequentemente convencido de que ele culminará num acordo bastante amplo no fim do próximo sínodo”); e, enfim, de Jean Sévilla, uma “pesquisa na França”, junto de “intelectuais católicos”… da qual confesso que a opinião me deixou insensível por diversas razões, e da qual não falarei aqui.Imagino que a leitura do artigo de Jean-Marie Guénois vai indispor os cato-papistas zelosos (que já o atacaram duramente sobre seu livro “Até onde irá Francisco”) é de crer que essas pessoas, se não forem de uma má-fé absoluta, colocaram uma venda sobre os olhos; o artigo é muito bem documentado, e não percebi pessoalmente nenhuma inexatidão. A priori, não há sobretudo nenhuma hostilidade para com Francisco (condição sine qua non para que o artigo seja aceito!), ao contrário, nada além dos fatos que foram quase todos documentados nessas páginas.
Escaneei a edição impressa do artigo de Jean-Marie Guénois, que não reproduzo inteiramente hoje por razões de direitos autorais, já que por enquanto o artigo está reservado aos assinantes.
Aguardando que a versão completa seja disponibilizada on-line, eis aqui algumas passagens particularmente significativas e/ou inéditas:
DESACRALIZAÇÃO
Tudo o que o papado conservava de imperial, ele interrompeu. Não há mais genuflexão diante dele. Menos ainda cerimônia de beija-mão. Esse papa, que se sente antes como bispo de Roma – a palavra “papa” aflora pouco de seus lábios – não criticou sua batina, outro dia, a um prelado que ele recebia para uma reunião de trabalho? Roupa sóbria e clergyman bastam.
FIM DO ESTADO DE GRAÇA
Esse papa agrada externamente… Mas esse estado de graça se torna menos penetrante nos círculos dirigentes da Igreja. Algo parece mesmo ter mudado desde o sínodo sobre a família do outono de 2014. Como se a perturbação tivesse maculado uma benevolência que se manifestara a priori após a eleição pontifícia. E o acumulo dos indícios permite se perguntar: a Igreja católica não corre o risco de enfrentar uma tormenta no fim do ano de 2015, após a segunda sessão do sínodo sobre a família?
TODA À ESQUERDA
Ainda que (Francisco) seja de espiritualidade clássica, está bem claro agora que ele é diretamente inspirado e aconselhado pelas correntes católicas herdeiras da visão mais progressista do Vaticano II… Ora, a Igreja não pode “se reduzir”, como disse o papa, à sua direita e à sua esquerda, mas a verdade é que essa última “sensibilidade” hoje está nos comandos.
NOMEAÇÕES ARGENTINAS
Na Argentina, seu país natal, Francisco, em apenas um ano e meio de reinado, substituiu ou nomeou nada menos do que… 26 dos 74 bispos! Ou pouco mais de um terço. Uma fonte bem informada nesse país, muito preocupada em não ser identificada, considera que essas nomeações vão “todas na mesma direção”.
PREFEITOS DE DICASTÉRIOS SOB TUTELA
Em Roma, o prefeito encarregado da nomeação dos bispos, o cardeal canadense Marc Ouellet, nomeado por Bento XVI, teve sua função dividida com um número 2, amigo de Francisco. Mesmo método no setor litúrgico: no dia 24 de novembro, o papa colocou o tradicionalíssimo cardeal africano Robert Sarah na liderança da Congregação para o culto divino, porém não sem ter destituído, por outro lado, em 5 de novembro – com “efeito imediato” – aqueles que deveriam ser seus adjuntos: o inglês Anthony Ward e o espanhol Juan Miguel Ferrer Grenesche. Eles foram substituídos por um italiano, promotor de um retorno a uma liturgia moderna, e o padre Corrado Maggioni.
O MEDO REINA
“Seu modo de governar desconcerta”, confia um alto responsável da Santa Sé, famoso por sua moderação.
“O clima interno não é bom. O medo reina, pois ninguém hoje está seguro de seu futuro, enquanto que a Santa Sé era por excelência sinônimo de estabilidade”,explica um leigo que trabalha no Vaticano.
Informado dessa atmosfera negativa em sua própria casa, Francisco convocou todos os empregados do Vaticano, no próximo dia 22 de dezembro, para uma reunião inédita.
ESPERANDO O SÍNODO DE 2015
Como estrategista, Dom Forte, o secretário do sínodo, também não perde sua tranquilidade (como Kasper): “No concílio Vaticano II, explica ele, as verdadeiras evoluções ocorreram durante alguns debates entre as sessões”.
Assim, o prelado espera que os espíritos evoluam em favor das reformas daqui até o próximo mês de outubro, segunda sessão do sínodo. Contudo ele paga caro por seu comprometimento: candidato, em meados de novembro, à vice-presidência da Conferência episcopal italiana, ele foi amplamente derrotado. A eleição se seguiu ao sínodo. Esse fracasso foi percebido como uma mensagem enviada ao papa. Do mesmo modo, na África e, particularmente, nos Estados Unidos, os bispos elegeram, para a próxima assembleia, representantes de preferência contrários a qualquer evolução.
REVOLUÇÃO
Então o que Francisco quer?
Um espanhol que o conhece particularmente bem, visto que ele é superior dos Jesuítas, o padre Adolfo Nicolas, confirma que Francisco não conduz uma reforma, mas uma “revolução”.
Se ele for até o fim, “as consequências dessas evoluções seriam de uma gravidade inaudita”, preocupa-se o cardeal italiano Velasio De Paolis.
Fonte: Benoît et Moi / Tradução: Dominus Est   -   www.rainhamaria.com.br

Preparando o aparecimento do Anticristo: Comercial recém lançado tem causado espanto em Americanos


n/d
Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Primeiramente, novamente desejo aos amigos e visitantes do site, um Santo e Abençoado Natal, na Paz do Rei Jesus Salvador.
Quisera eu, afastar-me desta trincheira de combate mesmo no Natal, para descansar um pouco, mas...um soldado a Serviço do Rei Jesus e de Sua Santíssima Mãe e Rainha Maria, combate sem trégua as forças das trevas.
Essa notícia, para um cristão "inteligente", tem ligação direta com 2015. Com a aparição pública do Anticristo, ao qual, juntamente com seu aliado, o falso profeta, cumprirão a PROFECIA DO APOCALIPSE DA SAGRADA ESCRITURA.
"A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores". (II Tessalonicenses 2, 9)
"Vi, então, outra Fera subir da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão. Ela exercia todo o poder da primeira Fera, sob a vigilância desta, e fez com que a terra e os seus habitantes adorassem a primeira Fera (cuja ferida de morte havia sido curada)". (Apocalipse 13, 11-12)
"Vi (sair) da boca do Dragão, da boca da Fera e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs". (Apocalipse 16, 13)
"Eu vi a Fera e os reis da terra com os seus exércitos reunidos para fazer guerra ao Cavaleiro e ao seu exército". (Apocalipse 19, 19)
"Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso". (Apocalipse 19, 20)
A Fera representa o Governo da Nova Ordem Mundial, os governantes poderosos, que ocultos nos bastidores, ditam em "segredo", suas ordens as Nações do Mundo a ser cumpridas.
"Filhinhos, esta é a última hora. Vós ouvistes dizer que o Anticristo vem. Eis que já há muitos anticristos, por isto conhecemos que é a última hora". (I São João 2, 18)
Mas...chegou o tempo...e a Fera, não será mais composta de governantes ocultos poderosos, mas...de um único homem, o filho da perdição, que se levantará contra tudo que é Divino e Sagrado, querendo tomar o Lugar de Deus.
"Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição", (II Tessalonicenses 2, 3)
"...o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus". (II Tessalonicenses 2, 4)
E, conforme  profetizou Nossa Senhora, no ano de 1846,  na França, em La Salette, a duas crianças: Maximino e Melânia. Posteriormente essa aparição teve aprovação da Igreja.
É bem famoso aquela parte destas revelações chamada de "O Segredo de La Salette".
No contexto de La Salette há uma mensagem que deixou perplexos os católicos, na qual Nossa Senhora disse:
"Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo".
Portanto, o falso profeta descrito no Apocalipse, estará em Roma, no Vaticano.
Não sou eu, Dilson Kutscher, um mero operário da messe do Rei Jesus, que vos digo.
É a Santa Mãe de Deus que profetizou, com aprovação da Igreja.
Notícia...
Comercial ILLUMINATI recém lançado tem causado espanto em Americanos.

Comercial ILLUMINATI recém lançado tem causado espanto em Americanos.
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Um comercial recém lançado nos EUA tem gerado espanto em muitas pessoas. Pois neste comercial é prenunciado uma suposta falsa guerra e mudanças drásticas no estilo de vida da sociedade atual. Algo que gera ainda mais polêmica e espanto nas pessoas é a organização que produziu o comercial a The Illuminati Organization, que se defini como um coletivo de elite de líderes políticos, empresários, celebridades do entretenim…ento, e outros membros influentes do planeta.





Confira a tradução do comercial que se encontra em Inglês.
“Não tenha medo, da falsa guerra que o seu planeta participará. Pobreza atingidas pela guerra, fique tranquilo, você esta seguro, a ajuda virá de caminhos distantes do planeta terra. Estamos lutando pela sua prosperidade, e o objetivo central da nossa proposta é o desempenho universal. O caminho para a humanidade se estendeu para todas as eras e para todo o cosmo, para garantir a sobrevivência e prosperidade da espécie humana estamos trabalhando por você. A guerra é mentirosa, que afirma que não a terra suficiente para você, eles vão dizer que não a riqueza suficiente, a comida será insuficiente para todas as pessoas, em todos os lugares. Mas para que você viva em abundância, acima de nós esta algo muito mais maravilhoso para se revelar na terra. Não tenha medo dos barulhos que surgirão em vários locais. Prepare a sua vida para a chegada da luz, que cresce constantemente e será muito brilhante. Mas da para ver a distancia dela se aproximando da terra. Não fique triste, o amanhecer vem para livrar seus campos da batalha das trevas que se aproxima. A idade Illuminati começara, não tenha medo. Junte-se a nós. Estamos sempre olhando para fora e para dentro de você. Para saber mais sobre nossa organização, para saber qual é a sua parte e desempenho do universo visite o nosso site Illuminati..”
Fonte: Apocalink  / Comercial:
The Illuminati’s official TV commercial. Discover more about us at http://illuminatiofficial.org
– See more at: http://apocalink.org/2014/12/comercial-illuminati-recem-lancado-tem-causado-espanto-em-americanos-assista/#sthash.dreacD3e.dpuf
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres."
O diabo é o criador das três maiores mentiras do mundo. Ele é o pai da mentira (Jo 8,44). Ele é o mestre na arte do engano (Gn 3,13; Ap 20,10). A missão do diabo é matar, roubar e destruir (Jo 10,10; 1 Pd 5,7.8).
O diabo é o autor de todo engodo, fábulas, superstições, crendices e heresias. Ele é o mentor das grandes ideologias e pensamentos filosóficos contrários às doutrinas cristãs.
Escreve São Pedro Apóstolo: “Com efeito, não foi seguindo fábulas sutis, mas por termos sido testemunhas oculares da sua majestade, que vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Pd 1,16).
Também nos ensina São Paulo Apóstolo: "Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo". (Cl 2,8).

Fim dos Tempos: Ativista seminua tenta roubar Menino Jesus do presépio do Vaticano

25.12.2014 -  Uma ativista do grupo feminista Femen tentou levar a imagem do Menino Jesus do presépio instalado na Praça de São Pedro no Vaticano nesta quinta-feira (25), mas foi detida por guardas da Gendarmaria Vaticana.

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A mulher, com o peito descoberto e a frase "God is woman" (Deus é mulher) escrita no corpo, entrou na praça enquanto o papa lia sua mensagem de Natal na varanda da basílica. Gritando frases contra a Igreja Católica, ela subiu no monumental presépio colocado na Praça de São Pedro e pegou a figura de terracota, mas foi detida quando tentava escapar.
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Não é a primeira vez que ativistas do Femen realizam uma ação no Vaticano. Em 14 de novembro, várias delas protestaram com o peito descoberto contra a visita que o papa Francisco fez ao parlamento Europeu em Estrasburgo, na França, em 25 de novembro.
Fonte: G1 noticias

Sacerdotes a serviço do demônio fazem da Casa de Deus um grande carnaval, com samba, axé e servindo a deuses estranhos


A rebelião final contra Deus: Humoristas brasileiros em especial de Natal fazem sarcasmo e piada com Deus Altíssimo, e da Sagrada Escritura

26.12.2014 - Enquanto bilhões de pessoas comemoram o Natal em todo o mundo, o canal Porta dos Fundos resolveu destilar seu ódio contra cristãos fazendo um vídeo “Especial de Natal” zombando de Deus e de Abraão.

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O vídeo publicado no dia 24 de dezembro começa com Inri Cristo dizendo que a data fictícia no nascimento de Jesus serve para enganar os incautos. “Para mim o cristianismo é um negócio”, disse o homem que se diz ser a encarnação de Jesus.
Quando os pseudohumoristas entram em cena mostram  Fábio Porchat como “Deus” tentando provar sua existência. Entre palavrões e as palavras do falso cristo o vídeo mostra outras personagens do Velho Testamento como Noé, Abraão e Moisés, zombando de diversas passagens da Bíblia.
Para o jornal O Globo, Fábio Porchat, ateu, confessou que gosta de falar sobre religiões. “Acho que toda fábula é um bom mote para o humor. Histórias de conhecimento público, que estão no inconsciente de todos, são ótimas para subverter e brincar”.
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O ator sabe que o assunto gera polêmicas e com isso muito acessos ao seu canal. “Sempre que se toca em assuntos com os quais alguém tenha envolvimento pessoal, ele gera controvérsia. É assim com religião, futebol ou animais silvestres! E religião é o exemplo perfeito disso”.
No ano passado o especial de Natal do canal “humorístico” gerou revolta em católicos por contestar o nascimento virginal de Jesus. Em outros vídeos os atores também revoltaram cristãos católicos e evangélicos, sempre por zombarem de símbolos da fé. Fonte: Gospel Prime

domingo, 21 de dezembro de 2014

MISSA DENTRO DE TERREIRO DE CANDOMBLÉ....ACREDITE SE QUISER!!

Por Padre Isaac, da Paróquia de São Cosme e Damião de Anchieta - RJ (no video diz padre Izac, mas o certo é padre Isaac)

"É a ruína que está chegando. Procurar-se-á salvação, sem que se possa encontrá-la. Sobrevirão desastres sobre desastres, má nova sobre má nova. Pedir-se-ão oráculos ao profeta, faltará a lei para o sacerdote, e o conselho para os anciãos". (Ezequiel 7, 25)
"A vós, ó sacerdotes, dou esta ordem: Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome - diz o Senhor dos exércitos, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldições as vossas bênçãos; aliás, já o fiz, porque não tomastes a peito (as minhas ordens)." (Malaquias 2, 1-2)
(o video é de um canal de candomblé)




"Tende cuidado para que o vosso coração não seja seduzido e vos desvieis do Senhor para servir deuses estranhos, rendendo-lhes culto e prostrando-vos diante deles". (Deuteronômio 11, 16)
Disse Nossa Senhora a mística Teresa Musco, que recebeu os estigmas invisíveis que se tornaram visíveis.
Em julho de 1973 lhe disse"Minha filha, sabemos que muitos sacerdotes, meus amados filhos e mui queridos por mim, obscurecem a glória e a honra do meu Filho. Ó pobres meus, filhos insensatos.. Por que sois tão cegos? Como vos deixaste tomar pelo diabo? Uma grande parte deles está surdo e não escuta mais a Jesus e a mim, porém estou disposta a aceita-los em meus braços, se houver o pedido de perdão por tantas ofensas".
Diz na Sagrada Escritura:
"Jesus disse-lhes: Vós procurais parecer justos aos olhos dos homens, mas Deus vos conhece os corações; pois o que é elevado aos olhos dos homens é abominável aos olhos de Deus". (São Lucas 16, 15)
"Far-te-ei perecer, porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio, já que esqueceste a lei de teu Deus." (Oséias 4, 5)
“... e sabereis que Sou Javé, cujos mandamentos não seguistes, cujas leis não praticastes, mas caminhastes conforme os costumes dos povos que vos rodeiam.” (Ezequiel 11, 12)
"Pois bem, pastores, escutai a palavra do Senhor: por minha vida - oráculo do Senhor Javé -, já que por falta de pastor foram minhas ovelhas entregues à pilhagem, e serviram de pasto às feras, pois os meus pastores não têm o mínimo cuidado com elas, e que, em vez de pastoreá-las, só têm procurado se fartar eles próprios, por isso, escutai, pastores, o que diz o Senhor:
Eis o que diz o Senhor Javé: vou castigar esses pastores, vou reclamar deles as minhas ovelhas, vou tirar deles a guarda do rebanho, de modo que não mais possam fartar a si mesmos; arrancarei minhas ovelhas da sua goela, de modo que não mais poderá devorá-las.
Pois eis o que diz o Senhor Javé: vou tomar eu próprio o cuidado com minhas ovelhas, velarei sobre elas.
Como o pastor se inquieta por causa de seu rebanho, quando se acha no meio de suas ovelhas tresmalhadas, assim me inquietarei por causa do meu; eu o reconduzirei de todos os lugares por onde tinha sido disperso num dia de nuvens e de trevas.
Eu as recolherei dentre os povos e as reunirei de diversos países, para reconduzi-las ao seu próprio solo e fazê-las pastar nos montes de Israel, nos vales e nos lugares habitados da região.
Eu as apascentarei em boas pastagens, elas serão levadas a gordos campos sobre as montanhas de Israel; elas repousarão sobre as verdes relvas, terão sobre os montes de Israel abundantes pastagens.
Sou eu que apascentarei minhas ovelhas, sou eu que as farei repousar - oráculo do Senhor Javé.
A ovelha perdida eu a procurarei; a desgarrada, eu a reconduzirei; a ferida, eu a curarei; a doente, eu a restabelecerei, e velarei sobre a que estiver gorda e vigorosa. Apascentá-las-ei todas com justiça." (Ezequiel 34, 6-16)
www.rainhamaria.com.br

Jogador alemão abandona futebol profissional aos 24 anos para ser sacerdote.

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Um atacante alemão resolveu mudar completamente de vida. Aos 24 anos, Sebastian Piotrowski, que estava jogando no Elversberg, da 3ª divisão do país, vai largar o futebol para virar padre.
“Eu queria isso há muito tempo. Por algum tempo eu tentei manter as duas carreiras em paralelo, o estudo de teologia com o futebol, mas isso ficou muito difícil. Tive essa escolha de não perder mais tempo com a bola nos pés e me envolver com o plano de Deus. Acho que é nisso que tenho que focar meu trabalho”, disse Piotrowski, ao Bild.
Segundo reportagem do tabloide alemão, o ex-jogador tem uma rotina bem diferente agora. Ele acorda às 7h40 da manhã, quando faz sua oração, e depois passa o restante do dia estudando a Bíblia e  teologia. Todos os dias também participa de uma missa.
Moritz Zimmer, defensor da ex-equipe de Piotrowski, e que muitas vezes compartilhou o mesmo quarto de hotel com o agora padre nas viagens da equipe, não se mostrou surpreso com a decisão do antigo companheiro.
“Ele era bem mais diferente do que muitos jogadores de futebol. Muito calmo, realmente é um bom rapaz”, disse.
fonte: http://www.msn.com/pt-br/esportes/futebol/jogador-alem%C3%A3o-abandona-carreira-aos-24-anos-para-virar-padre/ar-BB9CfOK

O mistério da iniquidade e a apostasia dos cristãos

Mais uma vez o cristão deve ser confrontar com a pergunta de Cristo: "quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?"

Os afrescos de Lucas Signorelli sobre o fim do mundo, expostos na capela de São Brizio, na Catedral de Orvieto, traduzem um aspecto dramático da história humana: a atuação do Anticristo. Para a Tradição da Igreja, encontrada de maneira explícita no Didaquê - o primeiro catecismo dos cristãos - este ser seria o sedutor do mundo, ou seja, aquele que "aparecerá como o filho de Deus e fará milagres e prodígios; e a terra será abandonada em suas mãos; e realizará iniquidades como nunca houve".
De uns tempos pra cá, a fé acerca do Juízo Final e da existência do demônio tem se tornado obsoleta. Muitíssimas pregações dão enfoque apenas à afabilidade de Deus e à sua misericórdia. Com efeito, uma vez que se exclui a justiça divina e a sedução diabólica da catequese cristã, abre-se caminho à banalização do mal, pois se o cristianismo já não prega sobre o inferno, mas apenas sobre a ternura de Deus, isso significa que já não é mais necessária uma mudança de vida para se enquadrar nos desígnios de Deus. Afinal de contas, se Deus é amor e tudo perdoa, concluem alguns, qual o sentido de se preocupar com o pecado?
Esse triste relativismo é uma tendência muito em voga nos tempos atuais, sobretudo no que diz respeito aos valores inegociáveis da fé católica e às perseguições que a Igreja sofre. Ao invés de se indispor com o mundo, a pessoa prefere não tomar partido de nenhuma situação, para que possa agradar a todos, mesmo que isso signifique negar a verdade. O Catecismo da Igreja Católica denuncia que essa é uma atitude genuinamente diabólica: “a impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudo-messianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne”, (Cf. CIC 675).
O perfil do Anticristo, segundo o teólogo Cardeal Giacomo Biffi, apresenta "altíssimas demonstrações de moderação, de desinteresse e de ativa beneficência". Além disso, é um pacificista nato, com grandes preocupações ecológicas e humanitárias. De Cristo, nega peremptoriamente a moral, pois, de acordo com sua concepção, ela seria causa de divisões. Em linhas gerais, ele traz uma promessa de libertação e triunfo político, ou seja, um messianismo secularizado, qual propõe algumas correntes teológicas por aí. Esse falso misticismo foi condenado pelo Magistério da Igreja diversas vezes como, por exemplo, na encíclica Divini Redemptoris do Papa Pio XI sobre o comunismo ateu.
É curioso - e terrível ao mesmo tempo - perceber que numa época em que já não se fala mais de Anticristo, Diabo e Juízo Final, mas simplesmente de "amor" e platitudes, o número de violências, guerras e outros males é absurdamente enorme como nunca antes. C.S. Lewis, autor das Crônicas de Nárnia, escreve no seu livro Cartas de um Diabo ao seu aprendiz que a melhor maneira de o demônio conquistar o mundo é fazendo com que a humanidade não creia nele. Ora, acaso não está cada vez mais comum encontrar cristãos que pregam o amor, mas são incapazes de protestar contra o aborto? Pessoas que fazem campanhas e propõem prisões a agressores de animais, mas sequer se importam com o mendigo na porta da casa? Ou então aqueles católicos que dizem amar Jesus, mas são negligentes com o pecado, sem perceber que com isso eles são também responsáveis pelas chagas de Cristo na cruz? Ora, denunciou o então Cardeal Joseph Ratzinger na Via-Sacra de 2005, "não se pode continuar a banalizar o mal, quando vemos a imagem do Senhor que sofre". E no entanto, o mal é o que mais se pratica hoje, e por pessoas que se dizem cristãs!
Sim, o Anticristo está solto no mundo e tem feito muitos discípulos. São servos do maligno aqueles que relativizam a verdade e propõem a apostasia como alternativa à perseguição à Igreja. Enquanto os mártires do passado morreram para que a fé católica fosse preservada e professada hoje, muitos seguidores do Anticristo têm servido a cabeça da Igreja numa bandeja para o príncipe deste mundo. Falam de amor, preocupam-se com a natureza e pregam a paz, mas não se incomodam nem um pouco quando a fé em Jesus Cristo é ultrajada pelas hostes infernais. É o "mistério da iniquidade" predito pelo Senhor quando perguntou aos apóstolos: "quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Cf. Lc 18, 8).
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere