quinta-feira, 3 de julho de 2014

A vacina anti-HPV e a legalização da pedofilia

A recente distribuição e aplicação das vacinas anti-HPV nas escolas deu o que falar. Ouvi de muitas mães, ditas cristãs inclusive, que não devíamos ver "chifre em cabeça de cavalo", que não devíamos "demonizar" todas as coisas, pois, afinal de contas, hoje em dia "é assim mesmo", as meninas acabam perdendo a virgindade mais cedo. Sim, na opinião de tais mães, não devemos nortear nossas vidas por aquilo que deveria ser, mas por aquilo que é. Em outras palavras, se a menina se comporta como uma perfeita vagabunda aos 11 anos de idade, bem, trate-a como a perfeita vagabunda que é, não lute para livrá-la dessa vida e para preservá-la de uma iniciação sexual precoce. Não. Precisamos ser "práticos", seja lá que diabos isso queira dizer.


No entanto, apesar da satisfação destas e de muitas outras prudentes mamães Brasil afora, que agora não terão suas promissoras filhas contaminadas pelo HPV, o número de casos com efeitos colaterais severos não foi pequeno. E isso que só levamos em conta aquilo que veio a público, pois não temos como mensurar os casos de pessoas que não buscaram auxílio ou simplesmente não entraram para as estatísticas.

(Aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo, a cidade de Pelotas cancelou as vacinações depois queseis meninas convulsionaram poucas horas após o recebimento da dose. Todo o lote foi recolhido, mas muitas meninas já haviam recebido a injeção. Basta uma busca rápida no youtube para ter acesso a diversos casos ocorridos por todo o mundo e que relatam coisas semelhantes ou até piores. Em um deles, uma garota ficou paraplégica após o recebimento da vacina.)

Mas como o que é ruim sempre pode piorar, preparem-se: para 2015, a faixa etária prioritária recuará ainda mais. Sim! Em 2015, meninas a partir dos 9 anos de idade receberão suas doses da vacina anti-HPV! Clique aqui e veja o texto na página de origem.


Corre à boca pequena nos hospitais do país que o projeto prevê um recuo até a idade dos 7 anos, mas não encontrei documentos que explicitem essa intenção. Além disso, meninos passarão a receber as suas doses, se é que já não as recebem. Clique aqui e veja.


E então, que outra justificativa podemos encontrar para tais medidas senão a preparação para a legalização da pedofilia (isso na melhor das hipóteses)? Ou não está suficientemente explícito o fato de o governo esperar que nossas crianças façam sexo aos 9 anos de idade? E você, vai deixar que tratem os seus filhos assim?

Fonte: http://encontrandoalegria.blogspot.com.br/

Malévola, ou, a falsificação do bem

malevola
Malévola é aquela que quer praticar o mal e acaba por praticar o bem, não é bonitinho? Assim, o bem depende do mal. 
A velha gnose de sempre. Nesse sentido, o filme é aterradoramente anticristão.

Como percebo o cinema? Como um conjunto de técnicas e ações que buscam contar uma história na linguagem própria do cinema. A base de tudo está no texto. A arte de representação se insere como parente do teatro, mas é dele diferente, porque as cenas podem ser repetidas quantas vezes necessárias, até a perfeição, permitindo inclusive que atores medíocres se consagrem. A fotografia é uma de suas alavancas principais, assim como a música. As técnicas cinematográficas têm variado no tempo, mas a arte de contar histórias, não. Existem bons filmes desde o início do cinema, e também filmes ruins atualmente, tempo de técnica superlativa. Vejo filmes como se lendo um livro eu estivesse.
Qualquer gênero pode gerar obras primas. Os clássicos do Far Westnão deixam de dar grande testemunho. Gênero quase em desuso, as obras primas da primeira metade do século XX são sempre encantadoras, mesmo para aqueles que já as viram. E empregavam técnica primitiva.
Bons filmes não necessariamente demandam técnica superlativa, no sentido do uso do aparato tecnológico de imagens e de sons. Certo, cinema é também diversão e entretenimento, mas não é só isso, ao menos para um público mais qualificado. Por isso Copolla e Kubrick foram grandes diretores e não dispuseram de toda essa tecnologia que há hoje. Não obstante, eles nos legaram talvez as maiores obras primas do cinema.
Uma boa história cinematográfica deve falar da condição humana. É como na literatura. Por mais fantástica que seja, que lá se encontrem os conteúdos perenes da alma humana. Uma das coisas mais essenciais no cinema é a honestidade do diretor para com o autor do texto, mesmo que originalmente tenha sido escrito na forma de romance. Não posso deixar de citar o filme de Kubrick, De Olhos Bem Fechados, que se baseou num livro ambientado no início do século XX, de Arthur Schnitzler, e foi recriado na Nova York atual sem qualquer perda de finalidade do autor original e sem violar sua narrativa. Um diretor genial não violentaria a obra que lhe serviu de roteiro.
Mesmo filmes medianos são fieis ao texto, como o de Frank Darabont, À Espera de um Milagre. Este foi de fidelidade canina à base do roteiro, escrito por Stephen King. Nem uma palavra a mais. E nem a menos. Kubrick fez o mesmo com outro roteiro do Stephen King, O Iluminado, um dos seus filmes mais celebres e geniais.
Digo tudo isso pois fui assistir ao filme Malévola, dirigido por Robert Stromberg e estrelado por Angelina Joli. Nele vi o contrário do que espero do cinema. Esse diretor é também autor da fábula ambientalista Avatar, outra porcaria produzida pela perfeição tecnológica. O filme Malévola virou uma página de propaganda do feminismo mais rasteiro e rancoroso. O belíssimo conto de fadas do francês Charles Perrault, A Bela Adormecida, teve sua mensagem violentada ao sabor dos preconceitos descarados dos militantes e das militantes feministas.
As figuras masculinas da história foram reduzidas a caricaturas grotescas. Os homens ou são maus ou são fracos ou ambas as coisas. O poder masculino é supostamente falso, o poder feminino é verdadeiro, segundo essa versão falsificada do conto de fadas. Mas a má intenção do autor do filme está muito bem expressa no desfecho: o beijo salvador do conto original não pode acontecer para essa gente porque é a exaltação da união natural entre o homem e a mulher, levando ao matrimônio e à família. É claro que o príncipe que aparece é um perfeito bocó e seu beijo, inútil. É como se não pudesse haver amor verdadeiro entre um homem e uma mulher, como é expresso nas falas repetidas vezes: “o amor verdadeiro não existe”.
Amor verdadeiro só entre duas fêmeas. Eu quase achei que Malévola ia beijar a bela que dormia nos lábios. Não tiveram coragem para isso ou os produtores impediram, pois afinal as vítimas pagantes de bilheteria são, em sua maioria, infanto-juvenis. Ficaria um pouco demais, não é mesmo? Mas esse é certamente o enredo que as feministas mais radicais defenderiam.
A maldade do diretor não se esgota nessa falsificação do original e da própria essência humana retratada no conto de fadas de Perrault. Vemos, com toda força, a exaltação da tese gnóstica de que o bem precisa do mal para existir. Jung certamente adoraria o enredo do filme, assim como Goethe. Malévola é aquela que quer praticar o mal e acaba por praticar o bem, não é bonitinho? Assim, o bem depende do mal. A velha gnose de sempre. Nesse sentido, o filme é aterradoramente anticristão.
A figura do corvo que acompanha Malévola é o próprio emblema de Satã, sua ave totêmica. Malévola o faz transformar-se em homem, que passa a ser seu escravo e pau para toda obra.  O sonho dourado das feministas.
Malévola é a bruxa má resgatada de sua maldade e posta a “amar”. A suma de todo ódio e rancor é transformada em seu oposto. Essa é a crença essencial da modernidade e que tem se substituído ao cristianismo. Está em toda parte. O filme apenas dá uma roupagem feminista, mas o essencial da sua mensagem é a exaltação “benéfica” do maléfico.
O grande público se encanta e se engana com o emprego da belíssima técnica de filmagem empregada, à perfeição. Mas a embalagem linda esconde apenas veneno. Uma vez na sala de cinema, apagadas as luzes, os jovens expectadores são submetidos à mais sórdida mentira, vigarice, enganação e falsificação de que é capaz um ser humano. Um estupro intelectual sob belas imagens.
Fonte: http://www.midiasemmascara.org/

A Fumaça de Satanás na Igreja: Monge Beneditino escreve prefácio de livro espírita

Primeiramente agradeço ao amigo José Zacarias de Souza, que enviou a noticia.
Sabe o que é pior de tudo isto, não é um padre e monge, que se diz "católico" escrever prefácio de um livro espírita, porque do jeito que essa apostasia, a fumaça de satanás que se espalha, nada mais daqui para frente me surpreende.
O grotesco deste fato, é que este apóstata, Lobo em pele de cordeiro, vai continuar sem nenhuma punição por parte de seus eclesiásticos superiores, já que o próprio Vaticano resolveu se vender as modas e novidades do mundo para agradar aos homens, como o traidor Judas fêz. Estão cedendo as pressões dos inimigos declarados e ocultos de DEUS. Estão fazendo pactos com o demônio.
Então, certamente, este monge apóstata, escreverá outros prefácios e sabe-se lá para quem mais...
Contaminando os católicos menos esclarecidos, que vão achar, que espiritismo e catolicismo, possam ambos levar a DEUS, quando sabemos que o espiritismo é condenado por DEUS na Sagrada Escritura.
Agora, observem a imagem do monge beneditino Marcelo de Barros, este que escreveu o tal prefácio espirita.
n/d
Ele aparenta ser um sacerdote do Altíssimo? Ao menos um monge católico??
Se eu me encontrasse com ele em qualquer lugar, a primeira impressão que eu teria é que fosse algum participante do candomblé, talvez um Babalorixá, pai de santo, aquelas coisas...
Disse o Papa João Paulo II, em uma carta que exprime seu pensamento, sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” ... “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.
Depois de 18 anos de evangelização na internet, eu conclui que somente a Sagrada Escritura basta para responder a questão de muitos que se dizem católicos, mas com certeza não sabem a grandeza de ser verdadeiramente “CATÓLICO"” nos tempos atuais  e frequentam centros espíritas, de umbanda e candomblé.
"Não recorrais aos médiuns, nem consulteis os espíritos para não vos tornardes impuros. Eu sou o Senhor vosso Deus" (Lv 19,31).
"Se alguém recorrer aos médiuns e adivinhos, prostituindo-se com eles, eu voltarei minha face contra ele e o eliminarei do meio do povo" (Lv 20,6).
"Não se ache o meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações" (Dt 18,10-12).

E se dizendo padre e monge "católico" escrevem prefácio de livro espírita...
"Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!"(Isaías 5, 20)
"Há caminhos que parecem retos ao homem e, contudo, o seu termo é a morte". (Provérbios 16, 25)

Vamos a noticia...
Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído, justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999 em Recife, Pernambuco.

O livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as outras religiões. Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados.
n/d
Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do Espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé necessária como o Imprimatur do Vaticano. (fonte: Nosso Lar)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Quais os cuidados para que um filho não se torne homossexual?



Richard Cohen é um famoso psicólogo norte-americano que afirma que se pode corrigir a tendência homossexual. Ele nega que se possa provar cientificamente que algumas pessoas nasçam homossexuais. “A biologia diz o contrário”, ele afirma. Acompanhe as indicações e esclarecimentos de Cohen na entrevista a seguir.

--O senhor tem dito que corrigir a homossexualidade não é curar uma doença. O que isso quer dizer?

Há diferentes razões pelas quais alguém sente atração pelo mesmo sexo. Portanto, se ajudarmos essas pessoas a identificar esses motivos e logo resolver cada um desses aspectos, elas não terão que sofrer com sentimentos homossexuais depois desse processo. Nós tentamos ajudar a resolver as causas para que essas pessoas cheguem a ser livres.

--Com que argumentos o senhor sustenta que a condição natural do ser humano é a heterossexualidade?

Simplesmente pela biologia, que demonstra que o homem e a mulher se complementam perfeitamente no aspecto físico. Qualquer homossexual provém de um casal heterossexual. Sabemos quais causas provocam a homossexualidade, portanto, podemos preveni-las.

--Em um programa de TV afirmaram que uma criança de 2 ou 3 anos é consciente de quando sua orientação sexual é diferente de seu sexo. Qual é a sua opinião sobre isso?

Tenho visto, como terapeuta e na literatura científica, que se uma criança atua ou desenvolve um comportamento não conforme ao seu sexo, é porque um menino é muito feminino ou uma menina é muito masculina. Temos comprovado que existem três gerações anteriores a essa criança em que não existem ou são muito escassos os vínculos entre pai-filho. Nesse sentido, ocorre igual na relação com as mulheres, pois é na quarta geração que uma menina atua de maneira masculina. Em definitivo, não nasceram gays, lésbicas ou transexuais.

São João afirma que quando os discípulos perguntaram a Jesus quem era culpado pela ausência de visão do cego, se o próprio cego ou seus pais, Jesus respondeu que nenhum dos dois, porque a obra e a misericórdia de Deus iam se manifestar através de sua enfermidade.

Portanto, essas crianças que atuam em desacordo com sua sexualidade podem ser a oportunidade para restaurar os vínculos de todas as suas famílias. Porque quando um menino pequeno gosta de brincar com Barbies, o pai deve se unir ao mundo do menino e lhe perguntar o que ele gosta nas Barbies. O menino lhe dirá que gosta dos cabelos ruivos, do vestido rosa... e o pai o apoiará nesses comentários, de modo a se unir ao mundo emocional do menino, que se sentirá acolhido e amado por seu pai tal como ele é. Nesse momento, o pai então levará o menino ao mundo da masculinidade e juntos eles irão brincar com esportes e brincadeiras masculinas.

Os pais que participam do mundo feminino de seus filhos, e as mães que participam do mundo masculino de suas filhas, com o tempo, comprovam que todas essas crianças regressam naturalmente à orientação sexual conforme ao seu sexo. Desta forma, estão restaurando uma maldição entre gerações de ao menos três gerações, nas quais quase não havia vínculo entre pai e filho e entre mãe e filha (nesse sentido, George Rekers publicou diferentes estudos). Portanto, não é verdade que um filho nasça gay ou uma filha nasça lésbica.

--O senhor declarou que foi homossexual. Vivia um mal-estar ao manter esse tipo de relações?

Eu vivi uma vida homossexual durante muitos anos. Tive vários namorados e com um deles vivi três anos. Depois de ser educado como judeu, este último era católico e amava Jesus. Através dele, acabei conhecendo e amando Jesus e compreendi que o Senhor age de maneiras misteriosas. Em determinado momento, lemos na Bíblia que Deus não aprova o comportamento homossexual. Eu fiquei muito chateado com isso, porque não queria parar. Mais tarde, nós decidimos não ter relações sexuais. Eu me converti ao catolicismo e pedi a Deus que tirasse meus sentimentos homossexuais. Fui durante nove anos celibatário, depois conheci a minha mulher e nos casamos, mas aquilo foi um inferno, porque eu não tinha resolvido a minha atração por pessoas do mesmo sexo, simplesmente havia reprimido.
-Como abandonou definitivamente a sua prática homossexual?

Busquei livros, cursos, seminários, terapeutas, padres... tudo que me ajudasse, mas ninguém entendia o problema em sua complexidade. Isso foi há 31 anos. Foi muito doloroso e demorado entender por que eu tinha atração pelo mesmo sexo. Entendi também que durante aqueles anos eu rezava errado, pois pedia ao Senhor: “tira de mim os sentimentos homossexuais!” Ele poderia fazer isso, mas não fez. A oração que eu deveria ter rezado era outra: “Senhor, ensina-me o significado de meus sentimentos homossexuais, porque eu os tenho”.

Ocorreu que o Espírito Santo me revelou uma por uma as razões pelas quais eu tinha atração por pessoas do mesmo sexo. Assim, comecei na terapia a tocar nesses pontos e recebi a aprovação e o afeto de homens heterossexuais. De forma natural, meus impulsos homossexuais desapareceram. Pedi que Deus me inspirasse o que queria de mim e discerni que me solicitava que retornasse à universidade, cursasse Psicologia, e passasse a ajudar outros que tivessem uma atração não desejada pelo mesmo sexo e apoiasse as suas famílias. Isso faz 27 anos. Assim, nos últimos anos, como terapeuta, ajudei milhares de pessoas que tinham uma atração não desejada pelo seu mesmo gênero a se converterem em heterossexuais.

--O senhor sofre perseguição de grupos homossexuais?

O movimento homossexual é como um edifício fixado em dois pilares. Em um dizem: “nós nascemos homossexuais”; e no outro dizem: “portanto, não podemos mudar”. E então apareço eu, ex-homossexual, casado, com três filhos, que atuo como terapeuta há 25 anos – nos quais ajudei muita gente – e afirmo que, cientificamente, não se pode demonstrar que uma pessoa nasça homossexual. Portanto, a mudança é possível, e assim eu destruo o edifício deles. E eles me odeiam.

--Explique brevemente em que consiste a sua terapia.

Há três passos para resolver a atração não desejada pelo mesmo sexo. O primeiro é revelar, identificar e compreender as raízes profundas dessa tendência. O segundo, resolver, sanar, abraçar cada uma dessas causas. A terceira é que homens homossexuais têm que ser curados por heterossexuais. Isto é, sentir-se queridos, que os aceitem como são; e igualmente no caso das mulheres homossexuais, que devem perceber que as apreciam incondicionalmente. Quando se realiza esse percurso, os sentimentos homossexuais vão diminuindo e os heterossexuais vão aparecendo.

A atração pelo mesmo sexo é o resultado de questões familiares, do entorno e do temperamento. Ninguém decide ter atração pelo mesmo sexo: são resultado de feridas e da necessidade de ser amado. As pessoas têm de ter esperança, para passar da atração pelo mesmo sexo a se converterem em heterossexuais, porque a mudança é possível. Esta é a liberdade de decisão: continuar por esse caminho ou explorar o caminho da possibilidade de mudança. Depende de cada um.

O poder do Sangue de Cristo



O mês de julho é dedicado pela Igreja ao preciosíssimo Sangue de Cristo, derramado pelo perdão dos nossos pecados.

Fomos resgatados pelo Sangue do Cordeiro de Deus. “Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.  Portanto, muito mais agora, que estamos justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Rm 5,8-9).

“Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo.” (1Pe1,19)

O Catecismo da Igreja ensina que mesmo que o mais santo dos homens tivesse morrido na cruz, seria o seu sacrifício insuficiente para resgatar a humanidade das garras do demônio; era preciso um sacrifício humano, mas de valor infinito. Só Deus poderia oferecer este sacrifício; então, o Verbo divino, dignou-se assumir a nossa natureza humana, para oferecer a Deus um sacrifício de valor infinito. A majestade de Deus é infinita; e foi ofendida pelos pecados dos homens. Logo, só um sacrifício de valor infinito poderia restabelecer a paz entre a humanidade e Deus.

Sangue de Cristo representa a Sua Vida humana e divina, de valor infinito, oferecida à Justiça divina para o perdão dos pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares. Quem for batizado e crer, como disse Jesus, será salvo (Mc 16,16) pelo Sangue de Cristo.

É este Sangue de Cristo que nos purifica de todo pecado:

“Se, porém, andamos na luz como ele mesmo está na luz, temos comunhão recíproca uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo 1,7).

Hoje esse Sangue redentor de Cristo está à nossa disposição de muitas maneiras. O Sangue de Cristo perdoa os nossos pecados na Confissão e cura as nossas enfermidades espirituais e psicológicas.

Este Sangue está presente na Eucaristia: Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus. Na Comunhão podemos ser lavados e inebriados pelo Sangue redentor do Cordeiro sem mancha que veio tirar o pecado de nossa alma. Mas é preciso parar para adorá-lo no Seu Corpo dado a nós. Infelizmente muitos ainda comungam mal, com pressa, sem Ação de Graças, sem permitir que o Sangue Real e divino lave a alma pecadora e doente.
Oração ao Preciosíssimo Sangue de Cristo

Senhor Jesus Cristo, em nome, e com o poder de vosso Sangue Precioso, selamos cada pessoa, fato ou acontecimento através dos quais o inimigo nos queira prejudicar.

Com o poder do Sangue de Jesus, selamos toda potência destruidora no ar, na terra, na água, no fogo, abaixo da terra, nos abismos do inferno e no mundo no qual hoje nos moveremos.

Com o poder do Sangue de Jesus, rompemos toda interferência e ação do Maligno. Pedimos-vos, Senhor, que envieis aos nossos lares e locais de trabalho a Santíssima Virgem Maria, acompanhada de São Miguel, São Gabriel, São Rafael e toda sua corte de santos anjos.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nossa casa, todos os que a habitam (nomear a cada um), as pessoas que o senhor a nós enviará, assim como todos os alimentos e os bens que generosamente nos concede para nosso sustento.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos terra, portas, janelas, objetos, paredes e pisos, o ar que respiramos e na fé colocamos um círculo de seu Sangue ao redor de toda nossa família.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos os lugares onde vamos estar neste dia e as pessoas, empresas e instituições com quem vamos tratar.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nosso trabalho material e espiritual, os negócios de nossa família, os veículos, as estradas, os ares, as ruas e qualquer meio de transporte que haveremos de utilizar.

Com o vosso Preciosíssimo Sangue, lacramos os atos, as mentes e os corações de nossa Pátria afim de que vossa paz e vosso Coração ao fim nela possam reinar.

Nós vos agradecemos Senhor, por vosso Preciosíssimo Sangue, pelo qual nós fomos salvos e preservados de todo mal.”

Amém.

(Cléofas)

Santa Sé reconhece Associação Internacional de Exorcistas

Cidade do Vaticano (RV) – A Congregação para o Clero reconheceu juridicamente, em 13 de junho de 2014, a Associação Internacional de Exorcistas (AIE). A partir de agora, a organização de exorcistas tem um estatuto próprio reconhecido, como informou o L’Osservatore Romano.

Com base no cânon 322 § 1 do Codex iuris canonici, a Congregação para o Clero aprovou os estatutos, conferindo à AIE personalidade jurídica privada como “associação privada internacional de fiéis”, segundo o cânon 116 § 2, com todos os direitos e as obrigações estabelecidas pelo Código.

A idéia de reunir os exorcistas numa associação – recorda o L’Osservatore - surgiu com o sacerdote paulino italiano Gabriele Amorth, nos anos 80. De fato, naquele período, estavam em plena expansão práticas de ocultismo, o que levava um crescente número de fiéis a buscar a ajuda de sacerdotes exorcistas. Desta forma, amadureceu a idéia de reunir os exorcistas para uma troca de experiências e reflexões, de modo a oferecer uma ajuda sempre mais concreta e eficaz a quem a eles se dirigisse. Nasce assim, em 4 de setembro de 1991, a Associação Italiana de Exorcistas.

Em 1993, Padre Amorth e outros exorcistas italianos participam de um simpósio organizado pelo exorcista francês René Chenessau e pelo teólogo René Laurentin. A experiência positiva foi repetida, sucessivamente em Ariccia, em 1994, onde se decidiu dar continuidade aos encontros internacionais, a cada dois anos. Foi eleito então o presidente e escrito um esboço de estatuto de uma associação internacional.

“A aprovação da AIE por parte da Santa Sé – declarou ao L’Osservatore Romano o Padre Francesco Bamonte, exorcista da Diocese de Roma – é motivo de alegria não somente para nós associados, mas para toda a Igreja”, na qual “Deus chama alguns sacerdotes para este precioso ministério do exorcismo e da libertação, com a missão de acompanhar com humildade, fé e caridade” estas pessoas necessitadas de uma específica atenção espiritual e pastoral, para apoiá-las encorajá-las no caminho da libertação e para reavivar nelas a esperança”.

Atualmente, a Associação conta com cerca 250 exorcistas de 30 países. (JE)



terça-feira, 1 de julho de 2014

Demônio e Espírito Santo podem estar na mesma pessoa?



Por Stefano Stimamiglio

Padre Gabriel Amorth, ouvimos falar que o demônio, como o resto dos anjos, sendo um ser espiritual, não tem formas definidas. Mas quando está numa pessoa, ele encontra maneiras e formas de se manifestar. O demônio pode se localizar em uma parte específica do corpo humano?

Não. Os demônios não têm uma localização específica, quando se encontram numa pessoa estão em toda ela. Quando a pessoa possessa entra em um momento de manifestação, o demônio, de alguma forma, “assume o comando”. Geralmente a pessoa fala em várias línguas, faz movimentos incontroláveis, blasfema e perde o controle de si mesma.

Neste caso, a possessão diabólica excluiria a presença do Espírito Santo?

Em se tratando dos espíritos não podemos raciocinar de maneira humana. O “espaço” representado por um corpo humano não é “preenchível”, como por exemplo, a água enche o espaço da piscina. Trata-se, no caso do demônio e do Espírito Santo, de dois espíritos rivais que podem conviver na mesma pessoa. Por outro lado, nota-se que diversos santos foram possuídos por espíritos maus, mesmo se, evidentemente, eram plenos do Espírito Santo. Como se explica isso sem admitir que é verdade o que eu disse?

Mas o Espírito Santo não pode expulsar o demônio?

Sim, mas o faz com a ajuda imprescindível das nossas orações, que representam o espaço da liberdade nas nossas escolhas. No Evangelho de Mt 9, 29 diz-se que certo tipo de demônio “não é possível expulsar senão pela oração e pelo jejum”. O demônio se camufla, esconde, porque sabe que no momento em que se revela com sinais marcantes, começa o seu fim. Começarão as orações, os exorcismos, as orações de libertação, intensificar-se-ão as missas. E ele não pode resistir à força da oração e do jejum. 

Quem deve rezar e jejuar?

Todos, a partir da pessoa que sofre com o espírito mau. Muito eficazes são também as orações dos familiares mais próximos, que com suas colaborações podem dar uma contribuição fundamental para criar um clima positivo na casa. A estas pessoas adiciono o exorcista, o pároco e outros que ajudam no trabalho de libertação dos oprimidos. 
Fonte: http://www.aleteia.org/

Que tipo de “ferro” nós somos?


Meu filho, não desprezes a educação do Senhor, não desanimes quando Ele te corrige; pois o Senhor educa a quem ama… é para a vossa educação que sofreis”. (Hb 12,6-7)

Existia na cidade um ferreiro que depois de uma juventude cheia de erros, de farras, até de roubos, encontrou Deus e mudou de vida, não quis mais fazer coisas erradas. Durante muitos anos trabalhou com capricho, praticou a caridade, ajudou muita gente, mas apesar de tudo isso parecia que nada dava certo na sua vida. Estava com muitas dívidas e outros problemas na sua família.

Uma bela tarde, um amigo que o visitou – e que tinha dó dele com os seus problemas, disse para ele: “É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem de Deus, sua vida começou a piorar. Eu não quero enfraquecer sua , mas apesar de toda a sua crença em Deus, nada tem melhorado para você; será que não é melhor esquecer esse Deus?”

O ferreiro não respondeu. Ele já havia pensado nisso, sem entender o que acontecia em sua vida. Até que encontrou a resposta. E disse para o amigo sem fé em Deus: “Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas, ferraduras, foices, enxadas, etc.. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da mudança de temperatura”.

Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente. O ferreiro fez uma longa pausa, e continuou: “Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria”. Mais uma pausa e o ferreiro concluiu: “Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceitado as marteladas que a vida me deu, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: “Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, e pelo tempo que quiser – mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas”.

(Blog do Prof. Felipe Aquino)

Assista o vídeo: A lição de um pai e um filho: o “Time Hoyt”


Rick Hoyt, que tem paralisia cerebral, pediu ao seu pai Dick que o ajudasse a participar de uma maratona. Nos 30 anos seguintes, pai e filho participaram de numerosos Ironmans e diferentes competições esportivas; e encerraram sua grande aventura na maratona que os viu nascer: a de Boston.
 
Tudo começou em um dia de abril de 1984, e terminou em um dia de abril de 2014. Já se passaram 30 anos desde que Dick Hoyt se inscreveu para a Maratona de Boston, na qual conseguiu terminar a corrida arrastando o carro no qual estava seu filho Rick.
 
Alguns meses antes disso, Rick, que sofre de paralisia cerebral desde o nascimento, após um dia de passeio no qual ele corria na cadeira de rodas, empurrado pelo pai, disse que havia se sentido vivo depois de muitos anos. Motivado também por uma atividade beneficente para arrecadar dinheiro para um amigo de Rick, que havia sofrido um acidente, seu pai aceitou este desafio e decidiu participar de uma maratona. E conseguiu terminá-la!
 
Depois vieram os triathlons curtos e provas Ironman. Os Hoyt se tornaram uma fonte de inspiração mundial.
 
Em 2014, após 30 anos participando, pai e filho decidiram colocar um ponto final em sua relação de amor a esta lendária maratona.
 
A prova decidiu dedicar-lhes uma estátua, simbolizando o agradecimento da cidade ao seu esforço e sua ajuda para motivar milhares de pessoas no mundo inteiro.
 
Agora, com 74 e 52 anos, respectivamente, pai e filho decidiram que já era hora de “para o ritmo”, mas quiseram fechar este ciclo com broche de ouro, prestando uma homenagem à Maratona de Boston, que, em 2013, viveu uma experiência trágica, no brutal atentado ocorrido na linha de chegada.
 
Na hora do atentado, os Hoyt estavam no quilômetro 23 e tentavam chegar até o final, mas a polícia os impediu. De fato, Rick ficou sem sua cadeira de rodas e teve de ficar no colo do seu pai durante horas.
 
No entanto, Boston sempre foi a prova favorita de Rick, e seu pai e ele acreditam que ter corrido pela última vez em 2014 era uma dívida que tinham com este evento que lhes proporcionou tantas vivências maravilhosas nestes 30 anos.
 
(Artigo original publicado pelo Fórum Libertas)

Ele despertou após 15 anos em coma



Entre os riscos da legalização da chamada “morte digna”, cabe destacar aqueles corridos por pessoas que, tendo entrado em coma durante um longo período, podem ser desconectadas dos aparelhos que as mantêm com vida – em muitos casos por decisão dos próprios familiares, aconselhados pelos médicos.
 
Um exemplo disso é o caso de Mathew Taylor, um homem britânico que despertou ao ouvir a voz da sua namorada, após um ano em coma.
 
Recentemente, foi divulgado um caso ainda mais espetacular: Miguel Parrondo, que entrou em coma após sofrer um acidente de carro em 1987, despertou em 2002, graças à constância, amor e fé dos seus familiares.
 
Seu pai, médico dermatologista no mesmo hospital, se negou completamente a “desligar” seu filho, seis meses após o acidente.
 
De fato, quando Miguel chegou ao Hospital Juan Canalejo de A Coruña, nenhum médico tinha esperanças de que ele pudesse sair adiante. Nem sequer seu próprio pai, que, quando viu o estado em que seu filho chegou, pediu ao sacerdote do hospital que lhe desse a unção dos enfermos.
 
Estes fatos ocorreram em 1987, quando Miguel, aos 32 anos, voltava de uma noite de festa em companhia de duas amigas. Ele perdeu o controle da direção em uma curva e acabou colidindo com um muro, em seu Renault 5 GT Turbo. De repente, sua vida se tornou escuridão durante os 15 anos em que passou na UTI.
 
“Só Deus pode tirar a vida”
 
Durante esses 15 anos na UTI, sua mãe, seu pai e sua filha Almudena, com dedicação exclusiva, não saíram do seu lado. O principal motor dessa verdadeira maratona foi sua fé. Eles passaram mais de uma década da sua vida vendo Miguel através de um vidro.
 
Foram meses e anos de lágrimas, de esgotamento e de momentos muito duros, como quando os médicos lhes sugeriram que avaliassem a possibilidade de “desligar” Miguel.
 
“Queriam me desconectar, então meu pai reuniu seus colegas do hospital e lhes disse: ‘Só Deus pode tirar a vida’. Se não fosse por isso, eu não estaria aqui, porque não davam nada por mim. Meu pai teve fé”, contou Miguel.
 
Ele despertou em uma manhã de 2002. Sem saber como, abriu os olhos e a primeira coisa que viu, atrás da janela de vidro da UTI, foi sua mãe e sua filha. “Eu não sabia nada. Abri os olhos e vi minha mãe junto a uma menina. Olhei para a minha filha e perguntei: ‘Almudena?’ Porque eu me lembrava de que tinha uma filha com esse nome. E ela me respondeu: ‘Sim!’. Então eu disse: ‘Eu sou seu pai!’. Minha mãe chorava como uma criança e meu pai não conseguia acreditar.”
 
De fato, não há explicação médica alguma para o seu caso. Miguel havia acordado de um sonho de 15 anos e começava uma vida nova. Entrou em coma aos 32 anos e saiu aos 47.
 
“Foi como se eu tivesse dormido e acordado no dia seguinte. Quando vi minha filha, me assustei. Ela já estava formada e eu já era avô. Hoje ela tem 38 anos.”
 
A volta à vida
 
Após despertar, sua própria família lhe contou os detalhes de como foram todos aqueles anos. “Imagine como eu cheguei ao hospital, para que meu pai, médico, pedisse a um padre que me desse a extrema unção”, recordou.
 
“Depois, quando despertei, ele não acreditava, e me levou à Universidade de Santiago para que me vissem. Disseram-nos que o meu caso era único. Ou seja, sou um bicho estranho. E a minha mãe (que já faleceu) passava todos os dias na UTI vendo-me através do vidro; comia lá, dormia lá, não se separava de mim”, agradeceu.
 
Retornar à vida não foi fácil, foi um choque para Miguel. Ele teve sequelas físicas, dezenas de cirurgias e um mundo totalmente novo, que havia mudado a uma velocidade difícil de assimilar.
 
“Eu pareço um mapa rodoviário. Tiraram meu baço, uso uma prótese no ombro, lesões cranioencefálicas severas que provocaram uma hemiparesia (doença que diminui a força motora e paralisa parcialmente uma parte do corpo), devido às cicatrizes do cérebro. Estive mais morto que vivo.”