sábado, 22 de março de 2014

A mídia começa a perguntar: Você está pronto para a Tatuagem Eletrônica?


22.03.2014 -
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n/dO Google, no processo de venda da Motorola à empresa chinesa Lenovo, não incluiu uma importante área de pesquisa existente na Motorola, mais concretamente a ATAP (Advanced Technology and Projects), uma área visionária de pesquisa e projectos inovadores.
Esse grupo está identificado em relatórios recentes, como sendo responsável pelos mais populares e “inovadores” projectos que a Google apresentou recentemente. Um desses exemplos é o Projecto ARA. Mas há mais, por exemplo o comprimido que gera uma palavra-passe quando é engolido pelo utilizador, a que eles chamam de “Vitamin authentication pill”… é rebuscado, sim, mas é interessante o conceito. E que mais haverá?
Existem muitos outros projectos fantásticos pois este departamento da Motorola é uma incubadora de grandes ideias. Outro exemplo fantástico são as Tatuagens electrónicas. Não se espante, é mesmo isso que leu, pode ter a certeza que tatuar irá ter um “meio” electrónico para comunicar.
Este assunto pode ser um tanto futurista, para lá do viável, mas faz sentido. A pessoa pode transportar consigo o acesso ao tal “código” pessoal e intransmissível. Provavelmente é um assunto que em breve será abordado de forma muito séria como sendo a alternativa a tudo o que conhecemos, para termos sempre a chave de segurança. É um facto que estaremos a pouco mais que 5 anos desta realidade.
Tatuagens electrónicas com componentes flexíveis e duradouros.
Mas o que são as Tatuagens electrónicas?
Antes de mais vamos separar as águas. Não se trata de uma tatuagem tal como as conhecemos: não há agulhas, não há tinta ou um qualquer piercing na nossa pele. A razão pela qual lhe deram o nome de “tatuagem” é que a aplicação que criaram se assemelha àquelas tatuagens falsas que colocávamos em criança que normalmente vinham nas pastilhas elásticas… lembram-se?
Isto porque essas tatuagens vinham numa película de plástico e colocando as mesmas na pele, pressionando, era transferida para a pele a imagem, uma tinta de borracha que estava sobre a nossa pele, as mais modernas eram pequenos fios de silicone.
O conceito por detrás das tatuagens electrónicas é simples. A ideia é criar um dispositivo electrónico, usualmente envolvendo sensores, que seja fino como uma folha de papel e flexível como um penso-rápido que se cole à nossa pele. O segredo deste dispositivo são os componentes electrónicos flexíveis e o cerne da questão é esta inovação passar a fazer parte do nosso corpo de uma forma não invasiva, indolor e barata.
A nanotecnologia permite um sem número de sensores flexíveis.
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Adicionalmente aos sensores, o pacote electrónico terá a capacidade de transmitir sem-fios, o que permite não só uma interacção directa com o sensor mas também o controlo remoto de smartphones ou de computadores.
Mas porque aparecem agora as Tatuagens electrónicas?
Quase todos os grandes saltos tecnológicos são antecedidos pelo aparecimento de materiais revolucionários. Por exemplo, a revolução nos computadores deveu-se à revolução dos semicondutores, incluindo o silício, que vieram substituir as válvulas termiónicas o que trouxe a este mundo a existência da Lei de Moore, definindo que o número de transístores em circuitos integrados duplica a cada dois anos.
Novos componentes permitem um desenvolvimento rápido de alta tecnologia.
A revolução da tatuagem electrónica está a chegar porque o desenvolvimento de dispositivos electrónicos está numa escala nano e altamente flexível. De facto, o desenvolvimento da electrónica flexível está a acontecer há décadas. Grande parte dos consumíveis electrónicos, desde telefones às câmaras digitais, contêm circuitos que são flexíveis permitindo que se possam dobrar e arrumar para ocuparem pouco espaço. Mas, nestes últimos anos, apareceram circuitos que se podem dobrar, enrolar, esticar e mais importante que possam ser repetidamente dobrados sem que avariem.
Para que servem as tatuagens electrónicas?
O cientista John Rogers e a sua empresa MC10, desenvolveram circuitos electrónicos flexíveis que se fixam directamente sobre a pele como tatuagens temporárias para monitorizar a saúde de um utente. Chamaram-lhe Biostamp e são constituídos por uma “malha electrónica fina” que, tal como vimos anteriormente, se fixa à pele e mede a temperatura, hidratação e tensão arterial.
Rogers sugere que os seus dispositivos “epidérmicos electrónicos” poderiam ser desenvolvidos em grande massa para uso na saúde, permitindo uma monitorização dos pacientes sem os ter amarrados a “grandes máquinas”. Não só seria mais barato como a taxa de sucesso seria altamente favorável.
Este tipo de tecnologia serviria de monitorização constante de sinais vitais de um bebé, por exemplo.
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Mas há muitas outras aplicações desta tecnologia como, por exemplo, no campo no âmbito atlético e desportivo. Esta tecnologia poderia dizer quando um atleta estava a precisar de se hidratar para uma melhor performance física, detectar a fadiga muscular, entre tantos outros itens que podem ser recolhidos em tempo real. Mesmo ao nível “pessoal” do dia-a-dia, estes dispositivos poderiam ter muita utilidade, como avisá-lo quando estivesse ao sol e necessitasse de um protector solar, até ao ponto de servir de monitorização dos sinais vitais das pessoas mais idosas ou mesmo de um bebé. Tudo com a facilidade de comunicação, preço e importância à vida humana.
A Google, por exemplo, tem patentes específicas para uma tatuagem electrónica que funciona como um detector de mentiras. Há também uma tatuagem no pescoço que transmite sons da garganta para um smartphone ou para outro dispositivo ao qual esteja ligado. A ideia pode ser útil e servir como microfone para falar em um ambientes barulhentos.
Estas são algumas ideias já em prática e que, em breve, poderão fazer parte do seu dia-a-dia. São tecnologias emergentes nas mãos de grandes empresas que pretendem em breve criar necessidades para justificar estas inovações. Há uma fome constante por tecnologia revolucionária… o futuro já começou, estará pronto para o usar?
Fonte: http://pplware.sapo.pt/high-tech/estara-pronto-para-a-tatuagem-electronica/
e Blog Libertar

sexta-feira, 21 de março de 2014

Especialistas alertam que o próximo evento solar pode mergulhar-nos de volta para a Idade das Trevas


21.03.2014 -
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A maioria das pessoas não tem absolutamente nenhuma idéia de que a Terra por pouco não foi frita por uma enorme explosão EMP do sol em 2012, em 2013 e apenas no mês passado. Se qualquer uma dessas tempestades teria nos atingido diretamente, o resultado teria sido catastrófico.
Transformadores elétricos irão explodir em chamas, redes de energia entrarão em colapso e grande parte da nossa tecnologia estará frita. Em essência, a vida como a conhecemos pode deixar de  existir - pelo menos por um tempo.  Esses tipos de tempestades solares atingiram por  muitas vezes antes a Terra, e os especialistas dizem que é inevitável que isso vai acontecer novamente.  O mais famoso aconteceu em 1859 , e era conhecido como o Evento Carrington. Mas diferente do que o telégrafo, a humanidade tinha muito pouca dependência da tecnologia na época.
Se outro Evento Carrington  acontece hoje, será um pesadelo total e absoluto.  Um estudo realizado por Lloyd de Londres concluiu que terá que levar um pedaço $ 2.600.000.000.000  da economia global, e que levaria até uma década para reparar o dano. Infelizmente, os cientistas insistem que vai acontecer em algum momento. A única questão é quando.
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Ainda esta semana, o quase acidente de 2012,   de repente voltou e a fazer manchetes em todo o mundo.  O seguinte é de um recente relatório Reuters ...
    Explosões solares ferozes que poderiam ter muito danificado  redes elétricas e satélites com deficiência no espaço e quase atingiu a Terra em 2012, disseram pesquisadores dos EUA na quarta-feira.
    As rajadas teria causado estragos no campo magnético da Terra, combinando com a gravidade do evento 1859 Carrington, a maior tempestade magnética solar já informada sobre o planeta. Essa explosão nocauteou o sistema de telégrafo nos Estados Unidos, de acordo com a Universidade da Califórnia, Berkeley físico de pesquisa Janet Luhmann.
As duas explosões que o artigo da Reuters está se referindo aconteceu muito perto uma da outra, e os cientistas que estudam estas coisas dizem que ele poderia ter tomado uma década para se recuperar de uma tal catástrofe ...
      "Se [a mais recente tempestade] atingiu a Terra, ele provavelmente teria sido como um dos grandes em 1859, mas o efeito de hoje, com as nossas tecnologias modernas, teria sido enorme", disse Janet Luhmann, que faz parte do STEREO (Solar Observatório Terrestre), a equipe e com base no Laboratório de Ciências Espaciais da Universidade de Berkeley.
    Luhmann e  o físico Ying Liu da China do  Key Laboratório de Clima Espacial liderou uma equipe para analisar a tempestade magnética, que foi detectado pela STEREO da NASA. Uma nave espacial e publicaram seus resultados na revista Nature Communications.
    "Um extremo tempestade clima espacial - uma supertempestade solar - é uma baixa probabilidade, evento de alta conseqüência que suscita graves ameaças infra-estruturas críticas da sociedade moderna", advertiu Liu.
    "O custo de um evento extremo clima espacial, se ela atinge a Terra, poderia chegar a trilhões de dólares com um tempo de recuperação potencial de 4-10 anos.  Portanto, é fundamental para a segurança eo interesse econômico da sociedade moderna para entender supertempestades solares. "
Mas esta não é a única falta próxima que temos tido nos últimos anos.
Na verdade, houve uma outra falta próxima angustiante em 2013 ...
    A terra por pouco não tomou  um soco na cara e   nos dentes de uma energia solar maciça  há duas semanas, um "pulso eletromagnético" tão grandioso que ele poderia ter arrancado toda a  energia, desligar carros e iPhones no mundo.
    Dois especialistas em  EMP contam segredos que o EMP passou pela órbita típica da Terra em torno do Sol  a cerca de duas semanas antes que o planeta chegasse lá.
    "O mundo escapou de uma EMP catástrófica", disse Henry Cooper, que liderou as negociações estratégicas de armas com a União Soviética sob o presidente Reagan, e que agora dirige High Frontier, um grupo empurrando para a defesa de mísseis.
 "Houve um quase acidente cerca de duas semanas atrás, uma ejeção de massa coronal de classe Carrington cruzou a órbita da Terra e, basicamente, só nos faltou", disse Peter Vincent Pry, que atuou sobre a Ameaça Comissão Congressional EMP 2001-2008.
E muito poucas pessoas ouviram falar dele, mas nós tivemos um outro apenas no mês passado ...
    Uma enorme filamento magnético fora lançado  do sol segunda-feira, enviando ondas de choque de corrida de 1,7 milhões de quilómetros por hora e um breve rugido de estática através de rádios de ondas curtas em todo o planeta. E com uma tempestade geomagnética causando Northern Lights para dançar em toda a fronteira do Canadá e na América do Norte, o sol está claramente agindo.
    De acordo com um relatório sobre Spaceweather.com, enorme explosão de segunda-feira disparada pelo sol ao espaço, longe de nosso planeta, por isso não tem o mesmo efeito sobre os sinais de rádio, redes de energia e satélites de comunicação que uma erupção virado para a Terra possa ter.
 Então, o que vai acontecer quando uma dessas coisas finalmente nos atinge?
Bem, basicamente, será um Armageddon tecnológica. O que se segue é um breve trecho de um dos meus artigos anteriores ...
 Um pulso eletromagnético pode variar de um pequeno inconveniente para um evento que pode exterminar uma civilização.  Depende apenas de como ele é poderoso. Mas, na pior das hipóteses, poderemos estar diante de uma situação por um fio em nossas redes elétricas a serem fritas, não há calor para os nossos lares, nossos computadores não funcionarão mais, a Internet não funcionará, os nossos telefones celulares não funcionam, há há mais registros bancários, ninguém poderá usar cartões de crédito mais, os hospitais serão incapazes de funcionar, ninguém conseguirá bombear o gás, e os supermercados não podem funcionar, porque não há força e ficará sem refrigeração.Basicamente, nós testemunharemos o colapso total e completa da economia.  De acordo com uma comissão do governo que monitora  essas coisas, cerca de dois terços da população dos EUA poderá morrer de fome, doença e caos social dentro de um ano após um maciço ataque EMP. Seria um desastre diferente de tudo que já vimos antes na história dos EUA.
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A seguir, um trecho de um artigo por Mac Slavo que explica algumas das coisas que seriam susceptíveis de ver no rescaldo de um evento como esse ...
      As primeiras 24 - 48 horas após tal ocorrência levará a confusão entre a população em geral como fonte de aquisição de notícias tradicionais, como redes de televisão, rádio e telefone celular será não-funcional.
    Em questão de dias, uma vez que as pessoas percebem o poder pode não voltar em prateleiras de supermercado e começar a esvaziar, todo o sistema vai começar a mergulhar no caos.
    Dentro de 30 dias uma massa morrem terá começado como suprimentos de comida diminuir, saqueadores e gangues transformar a extremos de violência, a medicina não pode ser reabastecido e estações de bombeamento de água falhar.
Hoje, nossas vidas têm sido feitas muito confortável pela tecnologia.
Mas essa tecnologia poderia ser arrancada de nós em um único momento.
  Devemos ser gratos pelas coisas boas que temos, e não devemos tomar por certo que vamos sempre tê-los.
Tudo o que levaria é uma explosão gigante do sol, e tudo mudaria.
 Fonte: Michael Snyder  - The Truth  e   Blog Um Novo Despertar

Assista esse vídeo: Coração de Mãe, Coração de Maria, o Poder de DEUS, Força do Altíssimo

Fonte e nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Caminhando, viu Jesus um cego de nascença.
Os seus discípulos indagaram dele: Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais, para que nascesse cego?
Jesus respondeu: Nem este pecou nem seus pais, mas é necessário que nele se manifestem as obras de Deus". (São João 9, 1-3)
"O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará". (I São Pedro 5, 10)

quinta-feira, 20 de março de 2014

Humoristas brasileiros fazem piada da Sagrada Escritura e do Espírito Santo

Por Dilson Kutscher
NOVAMENTE DIREI:
Assistimos, já há algum tempo, pelos meios de comunicação, certamente, o momento mais trágico da história da humanidade. Em conseqüência do esfriamento e até mesmo da perda total da fé, em grande parte das pessoas, alastra-se nas consciências de uma maioria (que se diz cristã??) silenciosa, uma concordância tácita com uma minoria atéia, barulhenta e escandalosa. (minoria que vai se tornando maioria neste Fim dos Tempos)
Para lembrar, diz na Sagrada Escritura:
"Mas o Filho do Homem, quando vier, será que vai encontrar fé sobre a Terra?" (Lc 18, 8)
“Se não se abreviassem aqueles dias, não se salvaria pessoa alguma; porém, serão abreviados aqueles dias em atenção aos escolhidos. (Mt. 24, 22).
Jesus fala que a crise de Fé e de Moral serão tão grandes, mas tão grandes, que se não se “abreviassem”, pessoa alguma se "salvaria", como que indicando a extensão da onda de crimes e pecados que destruirão a sociedade do final dos tempos. (ou seja: a apostasia mundial)
Portanto, o pecado, ou o “esquecimento” de Deus (Oséias, 4), será geral, atingirá todos os povos, e quase todas as pessoas ofenderão a Deus. Para que “pessoa alguma” não se salve, é preciso que elas estejam em estado de pecado mortal. Portanto, o fim dos tempos será o tempo da apostasia, dos pecados carnais, da impiedade, da corrupção, da sensualidade, e da rejeição a Deus e sua Igreja.
Isto quer dizer que no final dos tempos a Fé e a Virtude serão coisas raras, um privilégio e responsabilidade de poucos!.
Você será um destes poucos a defender a verdadeira Fé?
Se ter o máximo de zelo por DEUS, Seus Mandamentos, Sua Palavra (a Bíblia- o Evangelho), Sua Igreja, os Sacramentos, a Doutrina Católica de 2000 anos, Nossa Senhora, os Santos, os Anjos, é ser tachado pelos mundanos como fanáticos, ultrapassados e conservadores, tudo bem, sejamos tudo isso...
Pois preferimos todos os adjetivos que possam exprimir que somos extremados e exagerados em cuidados com tudo o que diz respeito a DEUS, do que ser chamado, e sentir no íntimo da consciência ser um APÓSTATA.
Apóstata, que também quer dizer enfraquecido na fé, sem zelo, descuidado, indolente e relaxado com os assuntos de DEUS e de Sua Igreja.
"JESUS disse-lhes: "Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Em vão, pois Me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos (Is. 29,13). Deixando o mandamento de DEUS, vos apegais à tradição dos homens." E JESUS acrescentou: "Na realidade, invalidais o mandamento de DEUS para estabelecer a vossa tradição." (Mc. 7, 6-9)

No video abaixo, novamente o grupo Porta dos Fundos,  que tem desrespeitado completamente o cristianismo, desta vez, debocha da Sagrada Escritura, fazendo piada da Anunciação do Anjo Gabriel a Nossa Senhora,, portanto, também faz sarcasmo com o ESPÍRITO SANTO e com DEUS.
Diz na Sagrada Escritura:
"Por isso, eu vos digo: todo pecado e toda blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não lhes será perdoada.
Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro". (São Mateus 12, 31-32)
(Peço desculpas por qualquer linguagem vulgar deste video, mas é necessário VER PARA CRER)
"Sabei antes de tudo o seguinte: nos últimos tempos virão escarnecedores cheios de zombaria, que viverão segundo as suas próprias concupiscências". (2Pd 3,3)
Eis os homens da nova SODOMA Moderna, os escarnecedores cheios de zombaria, conforme foi Profetizado.
"Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição" (II Ts 2, 1-3)
Devo novamente lembrar as Palavras Proféticas do REI Jesus, que disse:
"Por isso te digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Sodoma do que para ti"! (Mt 11, 20-24)
AVISO FINAL DO JUSTO JUIZ, SENHOR DOS EXÉRCITOS, do DEUS três vezes SANTO!
Diz na SAGRADA ESCRITURA:
"Uma vez que recusastes o meu chamado e ninguém prestou atenção quando estendi a mão, uma vez que negligenciastes todos os meus conselhos e não destes ouvidos às minhas admoestações, também eu me rirei do vosso infortúnio e zombarei, quando vos sobrevier um terror, quando vier sobre vós um pânico, como furacão; quando se abater sobre vós a calamidade, como a tempestade; e quando caírem sobre vós tribulação e angústia. Então me chamarão, mas não responderei; procurar-me-ão, mas não atenderei.
Porque detestam a ciência sem lhe antepor o temor do Senhor, porque repelem meus conselhos com desprezo às minhas exortações; comerão do fruto dos seus erros e se saciarão com seus planos, porque a apostasia dos tolos os mata e o desleixo dos insensatos os perde.
Aquele que me escuta, porém, habitará com segurança, viverá tranqüilo, sem recear dano algum". (Pr 1, 24 - 33)
www.rainhamaria.com.br

terça-feira, 18 de março de 2014

24 horas para o Senhor: Igrejas abertas para a confissão em todo mundo

Foto ReinaCani_(CC-BY-NC-ND-2.0)
Vaticano, 18 Mar. 14 / 02:34 pm (ACI).- Igrejas de diversas dioceses do mundo abertas durante 24 horas com a presença de sacerdotes para que os fiéis possam confessar-se: Essa é a proposta "24 horas para o Senhor" que lançou o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, enviada às dioceses de todo o mundo.

Segundo a carta, assinada pelo presidente do Pontifício Conselho, Dom Rino Fisichella, "a proposta dirige-se a toda a Igreja, com a intenção de ser capaz de criar uma tradição que se repita anualmente no quarto domingo deQuaresma".

A ideia é que, a partir das 17h de 28 de março, durante 24 horas, pelo menos uma igreja em cada diocese permaneça aberta para permitir a todos os que queiram que possam aproximar-se da confissão e da adoração eucarística.

"A Nova Evangelização tem entre suas tarefas, que se torna cada vez mais central, o sacramento da reconciliação. Por esta razão, propõe-se fazer a maior parte da quaresma como particularmente adaptada a viver a experiência de evangelização à luz da confissão", escreveu o Arcebispo Fisichella.

E como não podia ser de outra maneira, também em Roma se viverá esta jornada. Na sexta-feira 28 de março às 17h, o Santo Padre presidirá a solene liturgia penitencial na basílica de São Pedro, durante a qual ele mesmo confessará algumas pessoas.

As Igrejas de Santa Maria em Trastevere, Santa Inês e a dos Santíssimos Estigmas estarão abertas até altas horas da noite para a adoração eucarística e para celebrar o sacramento da reconciliação. Do mesmo modo, no sábado, 29 de março a partir das 10h até 16h, a Igreja de Santa Inês estará aberta para a adoração eucarística e para as confissões.

São três Igrejas que se encontram nas zonas mais frequentadas pelos jovens pelas noites. Assim, nestes três pontos da cidade haverá alguns jovens pertencentes a distintas realidades convidando outros jovens a entrarem nas Igrejas.

Finalmente, às 17h acontecerá a celebração conclusiva de ação de graças com as vésperas do IV domingo de quaresma presididas por Dom Rino Fisichella na Igreja do Santo Espírito em Sassia.

A iniciativa nasce, explica o Prelado em uma entrevista realizada pelo jornal italiano Avvenire, porque "por um lado está a preciosa contribuição do Sínodo sobre a nova evangelização, durante o qual muitos padres sinodais recordaram a importância da reconciliação, sacramento ‘irmão’ do batismo.

Por outro, "está a constante mensagem de misericórdia que o Papa Francisco quase cotidianamente dirige à Igreja". Por isso, assinala, "pensamos que talvez seja útil no período de quaresma oferecer um momento para a reconciliação com Deus e consigo mesmo".

Amor: matar ou morrer?

A identidade do amor autêntico está estampada na Cruz: quando se ama, não se mata, mas, verdadeiramente, se morre

O amor entre o homem e a mulher, firmado desde o princípio como união indissolúvel[1] e antes de ser elevado por Cristo à dignidade de sacramento, foi, de algum modo, perturbado pelo pecado original. As consequências da desobediência do homem afetaram profundamente a comunhão conjugal. "Multiplicarei os sofrimentos de teu parto; darás à luz com dores, teus desejos te impelirão para o teu marido e tu estarás sob o seu domínio"[2], diz Deus à primeira mulher. Assim, "sua atração mútua, dom do próprio Criador, transforma-se em relações de dominação e cobiça"[3] e aquele projeto primeiro do Criador, ainda subsistente, encontrou um inimigo na própria carne, deformada pelo mal.
A simples observação da realidade faz notar que as desordens entre homem e mulher "parecem ter um caráter universal"[4]. A literatura bíblica oferece o exemplo de Susana, que, coagida por dois anciãos, foi vítima de falso testemunho e quase morreu injustamente. O escritor sagrado diz que "os dois anciãos, que a observavam (...), puseram-se a desejá-la", "perverteram assim a sua mente e desviaram seus próprios olhos, de modo a não olharem para o Céu e não se lembrarem dos seus justos julgamentos"[5].
Na peça "Titus Andronicus", de William Shakespeare, os corações de outros dois homens – Demetrius e Chiron – também são corrompidos pelo desejo de dominação. Ao revelar o seu plano de possuir Lavínia, Demetrius diz os seguintes versos: " She is a woman, therefore may be woo’d; / She is a woman, therefore may be won; / She is Lavinia, therefore must be loved. – Ela é mulher, deve ser cortejada; / Ela é mulher, deve ser conquistada; / Ela é Lavínia, e deve ser amada"[6]. A verdade de que a mulher deve ser "cortejada, conquistada, amada" serve, aqui, de pretexto para a defesa de um amor egoísta e cruel, como se vê ao longo da tragédia. Após estuprar Lavínia, os dois godos cortam-lhe a língua e as mãos, mostrando que "a aparente exaltação do corpo pode bem depressa converter-se em ódio à corporeidade", como indica o Papa Bento XVI:
"O eros degradado a puro ‘sexo’ torna-se mercadoria, torna-se simplesmente uma ‘coisa’ que se pode comprar e vender; antes, o próprio homem torna-se mercadoria. Na realidade, para o homem, isto não constitui propriamente uma grande afirmação do seu corpo. Pelo contrário, agora considera o corpo e a sexualidade como a parte meramente material de si mesmo a usar e explorar com proveito. Uma parte, aliás, que ele não vê como um âmbito da sua liberdade, mas antes como algo que, a seu modo, procura tornar simultaneamente agradável e inócuo. Na verdade, encontramo-nos diante duma degradação do corpo humano, que deixa de estar integrado no conjunto da liberdade da nossa existência, deixa de ser expressão viva da totalidade do nosso ser, acabando como que relegado para o campo puramente biológico."[7]
Ao contrário do que sucedeu a Lavínia – e quase aconteceu a Susana –, a mulher não deve ser subjugada, mas verdadeiramente amada, em sua integridade e liberdade. O esposo do Cântico dos Cânticos, por exemplo, refere-se à sua esposa como a um "jardim fechado", uma "fonte lacrada"[8]. O bem-aventurado João Paulo II, ao comentar esse trecho das Escrituras, escreve que essas metáforas indicam que o homem está disposto a receber sua mulher como "dona de seu próprio mistério"[9]. "Se o amante quer entrar nesse ‘jardim’ e participar do mistério da mulher, não pode invadi-lo à força ou tentar arrombar a porta"[10], como fizeram os dois anciãos do livro de Daniel[11], mas, esperar o "sim", imagem do consentimento matrimonial, dado livremente pela mulher: "Eu sou do meu amado"[12].
O amor que Deus tem pelo homem, respeitando a sua liberdade, esperando com paciência o seu "sim", é a imagem da comunhão que deve existir entre o homem e a mulher. A partir da redenção de Cristo, este amor chega ao grande sacrifício da Cruz, no qual está estampada a identidade do autêntico "amor livre": quando se ama, não se mata, mas, verdadeiramente, se morre.
Os relatos trágicos de "amores" humanos advindos de uma liberdade mutilada demonstram até onde o homem pode chegar, fechando-se em si mesmo; ao contrário, o retrato de até onde ele pode chegar, com Deus, não se encontra frequentemente na literatura comum, senão na vida dos santos. É no exemplo de suas vidas que se manifesta o excelso modelo do matrimônio: o amor esponsal de Cristo por Sua Igreja.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Cf. Gn 2, 24
  2. Gn 3, 16
  3. Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 1608
  4. Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 1606
  5. Dn 13, 8-9
  6. Original disponível na íntegra, Act II, Scene I. Cf. SHAKESPEARE, William. Tragédias e comédias sombrias. Trad.: Barbara Heliodora. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006. p. 46
  7. Papa Bento XVI, Carta encíclica Deus caritas est, 25 de dezembro de 2005, n. 5
  8. Ct 4, 12
  9. Papa João Paulo II, Audiencia General, 30 de maio de 1984, n. 4
  10. Christopher West. Teologia do corpo para principiantes (Trad. Cláudio A. Casasola). Porto Alegre: Editora Myrian, 2008. p. 110
  11. Cf. Dn 13, 16
  12. Ct 6, 3

Médica ateia pesquisa nos arquivos da Igreja 1.400 milagres. Veja o que ela descobriu!

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Médica confere 1.400 milagres e diz: “​sim, ​ eles existem”! ​​ “os milagres acontecem e com maior frequência do que acreditamos”. (Dra. Jacalyn Duffin, médica hematologista, ateia, ​historiadora, tendo presidido a Associação Americana de História da Medicina e a Sociedade Canadense de História da Medicina. Além de ser catedrática dessa disciplina na Queen’s University de Kingston/Canadá)
 A hematologista canadense Jacalyn Duffin estava observando no microscópio “uma célula letal de leucemia”. Olhando para a data do exame, concluiu: “fiquei persuadida de que o paciente cujo sangue estava examinando tinha que ter morrido”, Entretanto, o paciente estava bem vivo.
A hematologista não sabia: ela havia sido solicitada para participar na investigação de um milagre.
Ela escreveu sua incrível história pessoal ​ em ​um ​artigo para a BBC.
A amostra de medula fora tirada de uma jovem de 30 anos ainda viva. Estudava-se a veracidade do milagre no contexto do processo de canonização da primeira santa canadense, Maria Margarida d’Youville (1701-1771), fundadora das irmãs da Caridade, elevada à honra dos altares 14 anos depois.
Existia a possibilidade de a cura ser atribuída à quimioterapia. Porém, “os especialistas em Roma aceitaram reconsiderar a decisão se uma testemunha ‘cega’ (sem saber do quê nem de quem se tratava) reexaminasse as amostras”, narrou a Dra. Jacalyn.
Ela lavrou um laudo sem saber para o quê. “Nunca tinha ouvido falar do processo de canonização e não podia saber que a decisão requeria tanta deliberação científica”, disse ela.
Pois a hematologista é ateia e não se interessava pela religião, nem pela do marido que é judeu.
Até que um dia ela foi convidada a testemunhar diante de um tribunal eclesiástico. Posteriormente, como seu laudo foi decisivo, convidaram-na para assistir à cerimonia na Praça de São Pedro.
“De início eu duvidei em ir, eu não queria ofender as religiosas, porque eu sou ateia e meu marido é judeu.
“Mas acabamos indo, vendo que elas estavam felizes de nos incluir na cerimônia
“Tampouco podíamos renunciar ao privilegio de testemunhar o reconhecimento do primeiro santo de nosso país”.
Ela ganhou também um exemplar da Positio, documento decisivo de cada processo de canonização. E ali viu que estavam incluídos seus trabalhos e observações.
Jacalyn teve uma surpresa: “subitamente compreendi entusiasmada que meu trabalho médico estava nos arquivos vaticanos, e a historiadora que há em mim começou a querer saber de outros milagres incluídos em canonizações do passado”.
E foi assim que acabou estudando 1.400 milagres apresentados para a canonização de centenas de santos nos últimos quatro séculos.
Ela publicou um primeiro livro com suas conclusões: “Medical Miracles” [Milagres médicos].
Depois escreveu um segundo livro sobre dois santos mártires do século IV cuja devoção cresce notavelmente nos EUA e no Canadá:
“Medical Saints. Cosmas and Damian in a Postmodern World” [Santos médicos: São Cosme e São Damião no mundo pós-moderno], publicado em 2013 pela Universidade de Oxford.
A Dra. Jacalyn ainda é ateia, mas escreveu: “os ateus honestos devem admitir que acontecem fatos cientificamente inexplicáveis” e “a hostilidade de certos jornalistas periodistas procede de seu próprio sistema de crenças: como para eles Deus não existe, logo não pode existir nada sobrenatural.
Um de seus livros: Ss Cosme e Damião, santos que foram médicos (abaixo)
Jacalyn_Duffin_05_escreveu_livro_sobre_Santos_M_dicos
“Mas, se os doentes atribuem sua cura a Deus pela mediação dos santos, por que é que deve prevalecer outro sistema de crenças (o incrédulo) sobre o dos doentes? “
Essa pretensão revela o abismo, socialmente admitido, entre acreditar na ciência e maravilhar-se diante do inexplicável”.
E acrescentou: ​​ “os milagres acontecem e com maior frequência do que acreditamos”.
O testemunho da Dra. Jacalyn, independente de suas convicções pessoais, é um tributo ao rigor da Igreja na hora de examinar as curas sobrenaturais.
Dos 1.400 milagres analisados, ela concluiu que “as doenças que acabam sendo curadas por milagres foram diferentes segundo a época, mas, em todas as ocasiões, tratava-se das que mais desafiavam a ciência médica”.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/religion/0/24660240

“Eu era adepto do satanismo”.

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Aos 16 anos, influenciado por alguns colegas, comecei a frequentar grupos de metal, punk, rock etc. Naquela época, eu mudava meu look a cada mês! Depois comecei a usar um crucifixo de cabeça para baixo. Além disso, pesquisava tudo sobre o satanismo na internet. E de tanto ver filmes de terror com meus amigos, me lancei ao espiritismo também. Nós buscávamos gerar medo por todos os meios possíveis.
 
Foi assim que, em um espaço de 6 meses, passei de “bom menino” a adepto do satanismo. A morte da minha bisavó, a quem eu amava muito e por cuja cura eu havia rezado, reforçou esta atitude em mim. Deus havia me defraudado? Bem, eu queria mostrar-lhe que, se não prestasse atenção em mim, eu iria para o outro lado.
 
Aos 18 anos, logo depois da formatura, decidi sair de casa. Aceitei um emprego em um centro para pessoas com deficiência motora e mental e esta experiência começou a abrir meus olhos. Ao lado dessas pessoas frágeis, aprendi a me doar e a amar os outros.
 
Às tardes, eu estudava engenharia de telecomunicações. Graças a esta formação, consegui um emprego muito bem pago. Mas esta vida fácil demais me levou novamente ao caos. Cada dia eu levava uma garota diferente para a minha casa. Mas, depois de dois anos, este estilo de vida me pareceu completamente vão.
 
Decidi partir pelas estradas da França, oferecendo meus serviços em troca de cama e comida. Certa tarde, em Touraine, fiquei sem hospedagem. Aconselharam-me procurar na casa paroquial. Lá, uma família encarregada da acolhida me perguntou se eu poderia permanecer com eles por um tempo, para fazer alguns trabalhos.
 
Sua filha mais velha chegou de um encontro cristão e resplandecia de felicidade. Sua alegria despertou em mim perguntas existenciais. Alguns dias depois, percebendo minha busca interior, um dos seus amigos, que era padre, convidou-me para uma peregrinação a um lugar próximo dali.
 
Durante a peregrinação, senti a necessidade de me confessar. Era a primeira vez na vida que eu recebia este sacramento. Pude colocar toda a minha vida nas mãos de Deus e receber o seu perdão. Uma verdadeira libertação!
 
Voltei à estrada decidido a manter o rumo. Comecei a ir à Missa e a orar. Meu caminho me levou a Rocamadour, onde permaneci por seis meses.
 
Lá, o sacerdote me disse que eu poderia desafiar Deus com estas palavras: “Senhor, estou completamente perdido, não sei o que fazer com a minha vida. Se queres, dá-me uma resposta!”.
 
Abri a Bíblia e meus olhos repousaram em uma passagem do Salmo 71: “Tu és minha rocha, minha fortaleza”. Receber esta Palavra em Rocamadour, uma cidade construída sobre uma rocha, deixou algo claro para mim: Deus podia me falar por meio da Bíblia.
 
Depois disso, tive muitas e longas conversas com o padre do santuário.
 
Alguns meses depois, enquanto eu estava de passagem pela Bélgica, meu irmão mais velho se suicidou. Durante esta provação, minha fé, tão fresca, foi o que me sustentou. Também me permitiu reconfortar meus familiares.
 
Hoje, posso dizer que encontrei a verdadeira felicidade. A cada dia descubro uma nova faceta do amor de Deus e do próximo. Atualmente, trabalho em Bourgogne, em Paray-le-Monial, onde Jesus apareceu para revelar aos homens seu coração transbordante de amor.
 
Minha fé se torna cada vez mais sólida. E tenho muitos projetos em mente!
 
(Artigo publicado originalmente em L’1visibile)
Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio

Patriarca ortodoxo na Síria denuncia que os cristãos são mortos como animais

Arcebispo Antonio Chedraui. Foto: iglesiaortodoxa.org
LIMA, 18 Mar. 14 / 11:12 am (ACI).- O Arcebispo metropolitano da igrejaapostólica ortodoxa de Antioquia, Antonio Chedraui Tannous, denunciou que os cristãos na Síria são assassinados como se fossem animais, e diante disso a comunidade internacional “tapou os ouvidos e não quer escutar”.

Em declarações a José Gálvez Krüger, diretor da Enciclopédia Católica que faz parte do grupo ACI, Antonio Chedraui denunciou que “sem dúvida a igreja ortodoxa de Antioquia vive um martírio interminável: sequestro de doisarcebispos e alguns sacerdotes, matança de sacerdotes e de fiéis inocentes que não têm nada a ver com o que está acontecendo. Perseguições, destruição de Igrejas, assassinatos, etc… E o bárbaro é que matam os cristãos como se mata o animal, e tudo isso, em nome de Deus”.

“Pergunto-me: o que isso tem a ver com a luta pela democracia ou pela liberdade na Síria? Os criminosos, em sua maioria, são estrangeiros que vêm da Arábia Saudita, Chechênia, Turquia e outros países”.

O Arcebispo advertiu também que “o motivo do levantamento de alguns grupos na Síria não é contra o governo ou a favor da democracia”.

De acordo ao prelado ortodoxo, existe um “plano norte-americano e da União Europeia de evacuar todo o Oriente Médio dos cristãos. Em 1973, queriam começar com o Líbano e se armou uma guerra civil dois anos depois, e quando não tiveram a sorte de cumprir este objetivo, o ex-presidente dos Estados Unidos George Bush invadiu o Iraque”.

“E assim, de quatro milhões de cristãos iraquianos, ficaram no país de 400 a 500 mil no máximo. E estes só não saíram por razões financeiras: se tivessem tido dinheiro, teriam saído anos atrás”.

O Arcebispo Chedraui assinalou que se os rebeldes lutassem pela democracia “seriam Sírios e não mercenários estrangeiros”.

O Ocidente, com os Estados Unidos à cabeça junto à França, criticou, “tapou-se os ouvidos e não quer escutar. Falam do direito de ‘autodeterminação dos povos’, mas não aceitam que se façam eleições ou que se faça plesbicito como é o caso da Ucrânia. Na Síria, não deixam a população escolher o regime constitucional conveniente”.

“Eu acho que se o Ocidente e outros países como a Arábia Saudita e Turquia não tivessem intervindo mandando dinheiro e armas, não teríamos o que temos hoje no Oriente Médio; e isso que às Nações Unidas, recebendo ordens dos Estados Unidos, pouco lhes interessa os direitos humanos e muito menos os dos cristãos do Oriente Médio”.

Antonio Chedraui assinalou que “há sessenta anos a política dos Estados Unidos foi injusta com os países do Meio Oriente e, particularmente, com os cristãos desta região. Por isso o Senhor Obama- da mesma forma que o seu antecessor o Sr. Bush- tem uma grande responsabilidade com sociedade humana”.

“Todo mundo acreditava que o Sr. Obama ia mudar a política agressiva e torta do Sr. Bush, mas, infelizmente, o presidente Obama se saiu pior que o anterior, está indo exterminar os cristãos do Meio Oriente pelo maldito petróleo: se não fosse pelo ouro negro, não teríamos nenhuma das desgraças que temos agora”.

O prelado precisou que “não posso dizer que o Islã, em si mesmo, seja uma religião de ódio. Do contrário, o profeta Mohamed não teria pedido ao seu povo que respeitasse os seguidores da Bíblia”.

“Mas do Islã saíram uns fanáticos”, criticou, que “não têm nada a ver com o amor, a religião, ou a fé. A religião é fonte de amor e, pelo contrário, o fanatismo é fonte de ódio”.

“A convivência com os fanáticos me parece impossível; porém, entre os muçulmanos moderados e cristãos, é possível e agradável”, assegurou.

Ao ser consultado se o Patriarca da Igreja ortodoxa de Antioquia, Sua Beatitude João X, se reunirá com o Papa Francisco na viagem que este realizará à Terra Santa, o Arcebispo Chedraui indicou que embora “muitas razões políticas e eclesiais” impeçam a sua assistência, tratar-se-á de “uma decisão dele, vamos ver o que decidirá no Santo Sínodo Antioquenho”.

O prelado ortodoxo recordou também que “o Santo Sínodo de Antioquia se expressou a favor da aproximação e a união de todos, e graças a Deus no Líbano e nas Américas têm as melhores relações com a nossa Igreja irmã, a Igreja Católica Romana e sempre rezamos pela nossa verdadeira união”.

“Eu pessoalmente, tenho uma admiração especial por Sua Santidade e sempre recordado o Papa João XXIII que, apesar de tudo, rompeu o muro de ódio que separou a Igreja Católica Romana da Igreja Ortodoxa; e obviamente, não posso esquecer de Sua toda Santidade e sempre recordado, o Patriarca Atenágoras, Patriarca de Constantinopla, que lutou muito (junto) com o Papa João XXIII e seu sucessor o Papa Paulo VI, e jamais esquecerei o encontro histórico em Jerusalém”.

Em sua opinião, disse o Arcebispo, “já deve terminar o período dos gestos e protocolos. As duas Igrejas têm que tirar tudo o que impede a verdadeira aproximação entre elas começando a buscar a união, já que há uns tremendos perigos que ameaçam a todos e a cada um de nós”.

“Está o exemplo na Síria: o fanatismo não distingue entre sacerdotes ortodoxos e romanos já que mataram a ambos”.

“Todos juntos temos que nos mover com amor para enterrar o ódio porque o cristianismo, é uma mensagem de amor e paz”, remarcou.

Arcebispo admite casos de pedofilia na Bahia e prega fim do sincretismo

Em entrevista ao CORREIO, o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil Dom Murilo Krieger admite pedofilia na Bahia, defende o acolhimento dos gays na Igreja, mas condena a naturalização da homossexualidade.

Rafael Rodrigues
Dom Murilo diz que acolher os gays não significa que a Igreja aceita a homossexualidade como natural. Arcebispo admite pedofilia na Bahia
Pelo diálogo e pela tolerância, mas também pelo fim do sincretismo. O arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, está na capital baiana há três anos, tempo em que maturou sua avaliação de que o sincretismo, traço cultural baiano símbolo da resistência histórica da repressão contra religiões de matrizes africanas, deve ficar no passado. “Eu não aceito, acho o sincretismo prejudicial para os dois lados”, disse. 

Em entrevista na sua casa, em luxuoso condomínio na Federação, o arcebispo admitiu a existência de casos de pedofilia na igreja baiana, comentou o beijo gay na novela Amor à Vida e deixou clara que a posição do papa Francisco sobre a necessidade de a Igreja acolher os homossexuais não flexibiliza dogma que condena os gays. O líder religioso revelou que a Igreja Católica tem como meta seguir o que fizeram os evangélicos, e comprar tempo na TV para atingir a população que não vai aos cultos.

A Campanha da Fraternidade este ano fala do tráfico humano. Por que este tema?É um problema mundial, uma das grandes fontes de recursos ilícitos, depois das drogas e das armas, e o Brasil infelizmente não está fora disso. Ouvimos continuamente sobre pessoas aprisionadas trabalhando como escravos, jovens aliciadas para o exterior com grandes promessas e acabam se submetendo à prostituição. A campanha quer acordar o Brasil de que existe um problema grave. Nós temos que conclamar a sociedade, porque se não houver uma consciência geral, o problema continuará.

Os católicos são 64% da população no Brasil, mas teve queda de 12% em 10 anos, enquanto os evangélicos chegaram a 22%, mas há 30 anos eram apenas 5%. Como voltar a crescer ?
É um dado histórico: uma terça parte de quem é batizado como católico não pratica a fé. Tem uma terça parte que é praticante, e outra terça parte que são os católicos ocasionais. O terço que foi batizado, mas nunca participou de nada fica presa fácil de qualquer proposta. O grande desafio é como atingir a parcela que não está sendo atingida. Levamos muito tempo para descobrir a importância dos meios de comunicação. Hoje, no mundo globalizado, você não atinge mais no contato direto todo mundo. É ilusão que tivemos durante muito tempo. Nossas igrejas cheias, o padre com uma palavra de autoridade julgava que tinha todo mundo nas mãos. E  nossos irmãos de outras igrejas foram percebendo a força da comunicação. Uma grande alavanca para essas igrejas foram programas de TV, depois foram comprando emissoras porque é uma evangelização 24 horas. Então a Igreja procurou correr atrás do prejuízo. Temos que ficar atentos para não ficar cuidando das ovelhas gordinhas, que participam, que vivem, mas olhar a ovelha que, como Jesus disse, se extraviou, saiu do rebanho.

A igreja tem esse objetivo  de disputar tempo em TV?

E internet. Essa é essencial. Porque é o mundo de hoje. As pessoas tendem a se fechar cada vez mais em prédios e condomínios. Não é mais possível o contato individual, ir lá, bater, oferecer alguma coisa, é muito difícil.  Com uma rádio, uma TV, a internet, você entra em lugares onde não entraria.

O senhor chegou em Salvador há três anos. Há alguma peculiaridade na missão da igreja aqui?Vejo dois grandes desafios. A cidade não cresceu, ela implodiu de repente. Em todos os problemas sociais não será fácil achar uma solução. Há falta de terrenos para construir uma igreja. Nas áreas pobres, você não consegue uma área legalizada. Não tem espaço para encontrar e acolher o povo. Outro grande desafio, eu diria que é a situação de pobreza e miséria. Salvador precisa descobrir que sua vocação é de serviço, turismo, culinária. O caminho é fazer com que o soteropolitano usufrua de tudo isso. 

É difícil falar de valores, quando a mensagem que o jovens recebem mais facilmente vem das sexualizadas letras de pagode?
Tenho alertado para isso. A doutrina de Cristo é muito clara  para o corpo humano. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, o corpo é um sacrário de Deus, um santuário. Infelizmente, a gente vê aqui o corpo  como objeto de prazer, há uma idolatria do corpo, uma sensualidade incentivada. Mas quando o cristianismo começou, há 2 mil anos, não era diferente, o paganismo dominava. E os cristãos pregaram, anunciavam. É aquilo que Paulo  escreve a Timóteo, que ele pregue a palavra, insista, oportuna ou inoportunamente. Temos que nos apresentar, quem aceitar, graças a Deus. Os que não aceitam um dia verão que perderam a oportunidade de se elevar como pessoas.

A canonização de Irmã Dulce ajudaria a aproximar o  baiano da Igreja Católica?
O maior tributo da canonização vai ser ter o foco sobre uma pessoa que dedicou a vida pelo outro, pelos mais necessitados. Isso faz falta. Se você olhar, todos esses grupos que dependem de voluntários, que trabalham com crianças abandonadas, com adolescentes envolvidos com drogas, com idosos que não têm para onde ir,  verá que cada vez diminuem mais os voluntários. Há pessoas que contribuem economicamente, mas nem sempre voluntariamente. Irmã Dulce era uma pessoa que não tinha grandes estudos, não era uma intelectual, de fazer palestras, nem tinha poder econômico. No entanto, o impacto da obra dela é gigante. 

O papa Francisco pediu que temas polêmicos, como o aborto e casamento gay não fossem o foco das discussões católicas. Qual o objetivo?
Há pessoas que pegam um tema e fazem dele o objetivo de todas suas colocações. O papa quer dizer o seguinte: a Igreja tem 2 mil anos, tem um corpo doutrinário bem articulado, fundamentado na palavra de Deus. Todo mundo conhece a posição da Igreja sobre o aborto, não precisa ficar falando. Não é que não queira que se fale disso, mas também de outros valores que estão esquecidos. Por exemplo, vou falar todo dia que não se deve matar? Todo mundo já sabe que não se deve matar. Então, ele quer  é mostrar a doutrina da Igreja de forma global, não pegar só um tema. Senão, parece que se resume a só isso. 

O papa também disse que se deve sempre receber com amor os gays dentro da igreja. Como lidar com o dogma que condena usando a palavra do amor?
Existe na Igreja a doutrina e existem pessoas. Jesus esteve com ladrões, com Zaqueu, que depois se confessou ladrão, e Jesus ordenou que ele devolvesse quatro vezes o que roubou; e esteve com prostitutas, mas nunca passou a mão na cabeça e disse para elas ‘continue assim, está tudo bem’. Ao contrário. Quando encontrou a adúltera que tinha sido condenada ao apedrejamento, Jesus disse a famosa frase ‘quem não tiver pecado que atire a primeira pedra’. Todo mundo foi embora. Ele disse: ‘Nem eu te condeno, vai e não tornes a pecar’. Não disse ‘continue sua vida e está tudo bem’. Deu a ela possibilidade de fazer uma experiência da misericórdia de Jesus e começar uma nova vida. Se alguém que tem uma vida errada se apresentar diante de mim – errada digo do ponto de vista evangélico, dos mandamentos – eu não vou dizer para ela que está tudo bem. Vou acolher e dizer: ‘Meu filho, esse não é o caminho de Deus’. A Igreja não vai mudar de doutrina. Não haverá uma pastoral para homossexuais onde ‘está tudo bem’, seria falso, estaria traindo o evangelho. Digo a verdade para ajudar a libertá-los.

O combate à homofobia ganhou espaço, inclusive com representatividade em novelas, teve o beijo gay. Como a igreja católica se posiciona neste contexto contemporâneo?
Estamos em um mundo pluralista, em que há de tudo. Educar no passado era mais fácil porque a família formava 70% da cabeça do filho, e 30% era escola, amigos, algum meio de comunicação. Hoje, se a família conseguir formar 30% da cabeça, é um milagre. Então penso que temos que seguir   a orientação de Paulo, “examinai tudo e guardai se for bom”. Não significa aceitar tudo. O pai tem uma missão mais difícil, porque essa não é a única coisa que vai contra os princípios católicos.

Com tem sido o diálogo com as religiões de matriz africana?
Uma coisa é o diálogo, que é sempre bom, porque é escutar o outro, suas razões e motivações, por que ele acredita nisso, por que ele segue tal ritual. Esse diálogo acontece geralmente de forma informal. Eu não aceito, acho prejudicial para os dois lados, o sincretismo. No português claro, é colocar várias doutrinas dentro do liquidificador e aquela massa disforme e inodora que sair vai ser usada por todos. Candomblé e as outras religiões de matrizes africanas têm sua doutrina, seus ensinamentos, seus ritos que nós pedimos ao católico que respeite, como queremos ser respeitados em nossas doutrinas, nossos valores. Nesse respeito mútuo, todo mundo enriquece. O que temos que combater é a violência por questão religiosa, de raça e outras coisas. Mas respeito não significa que é tudo uma coisa só, porque aí, quando um grupo perde sua identidade, perde aquilo que tem de mais importante.

Como explicar ao católico essa dualidade, a necessidade de ter suas compreensões com base nos dogmas católicos, mas saber respeitar o diferente? 
A intolerância religiosa é muito negativa. Só pode dialogar com outro aquele que conhece bem a sua fé. Quando uma pessoa não conhece bem a sua fé, tende a se fechar nos seus dogmatismos e combate o outro. Só conseguem dialogar pessoas maduras, adultas, que estão conscientes de seus valores.  Olhando a sociedade, especialmente aqui na Bahia, eu não sei se tem outro grupo religioso que seja tão tolerante quanto os católicos. Às vezes há casos isolados. O mal é quando se quer fazer uma mistura, que volto a dizer, é prejudicial. 

Qual seu julgamento no caso da freira que recebeu a benção do candomblé no adro da Igreja do Bonfim, no dia do cortejo, e virou capa do CORREIO?
Não sei quem é essa freira, mas eu acho que aí... a própria igreja tem a sua benção, da santíssima trindade. No candomblé tem sua benção, de seus deuses. Eu não sei o que levou aquela religiosa buscar lá (a benção), eu não aconselharia a fazer. É aquilo que eu falo, a mistura é prejudicial.
Havia uma expectativa na nomeação do senhor como cardeal, por Salvador ser uma sede cardinalícias (em que os arcebispos tradicionalmente tornam-se cardeais), mas não veio a acontecer. Foi uma surpresa?
O papa está mudando muitos parâmetros na Igreja. Era tradição que algumas sedes fossem cardinalícias, mas não existe nenhum documento,  é só uma tradição. E ele mudou, usou outro critério: pegou bispo do interior do Haiti, outro de um país africano, ele demonstrou que quer uma representabilidade mais universal. No fundo, o cardeal é um assessor mais direto dele. Se pede e se espera muito mais de quem é cardeal, e graças a Deus ele escolheu pessoas que tem condições de ajudar o papa melhor do que eu. 

O papa falou da “vergonha” com a pedofilia dentro da igreja. O senhor já recebeu alguma denúncia aqui no Estado?

Há casos isolados. Não houve aquilo como aconteceu em países da Europa, em que havia quase uma cultura (da pedofilia). Aqui existe porque as pessoas que nós acolhemos no seminário são pessoas que vêm da sociedade, e trazendo todas as coisas boas, mas trazendo à vezes limitações. Então há a necessidade, e o papa tem insistido com nós, bispos, de cuidarmos muito do discernimento, para saber se tal pessoa tem condições. Mas tem pessoas que conseguem camuflar, tem outras que têm tendências que são escondidas, que se manifestam mais tarde. O que isso  mostra é que temos que valorizar mais as família. Porque grande parte de pessoas assim trazem traumas que depois se revelam em comportamento. São pessoas que trazem graves deficiências de formação, da vida familiar. Temos que trabalhar pela santidade, pela qualidade de nossas famílias. Quanto melhor a família, melhores serão os padres, políticos, industriais, professores.

Os casos daqui foram investigados? Como se procedeu?
Hoje as pessoas têm menos medo de ir procurar a Justiça, e tem caso de padres que foram presos. No julgamento, o juiz é até mais severo, porque há o agravante: quem é padre está exercendo um ministério que desperta confiança, então é um abuso maior da confiança. E a Igreja pode ate ajudar no sentido de colocar um advogado, porque se alguém não colocar o próprio Estado se sente na obrigação de colocar, mas não no sentido de pedir para o juiz não condenar. Depois, existe também um denuncismo. O mundo das fofocas é muito forte, se espalha rápido. Há uma necessidade de ter muito cuidado e não acreditar na primeira notícia, porque infelizmente o coração humano é vingativo e às vezes as pessoas não se preocupam em roubar do outro o que cada um tem de mais precioso, que é o bom nome. Quando há denúncia, temos que ir atrás, averiguar. Se for comprovado, temos que ser os primeiros a denunciar em termos de Igreja e essa pessoa perde o estado clerical. 

Sabe quantos casos houve na Bahia?
Não. Muitas vezes corre em segredo de Justiça não pelo padre, mas pela criança. Eu, aqui em Salvador, não tive, sei que houve no passado aqui, mas não saberia dizer números.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/