quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O segredo de Napoleão: sua profunda fé católica

"Uma inteligência superior não pode deixar de ser pelo menos provocada pela busca da verdade." Nem Napoleão Bonaparte, militar e político genial, deixou de pensar nos grandes interrogantes da existência humana, e foi assim que chegou a Deus.

Durante os seis anos de exílio na ilha de Santa Helena, Napoleão releu sua própria existência e, em longas conversas com os oficiais que o acompanhavam, ele acabou se abrindo e falando da própria fé, da necessidade da Missa, da Confissão e de Deus, afirmando que "tudo proclama sua existência".

"A sede do homem é tão grande, que só pode ser saciada pelo mistério maravilhoso do cristianismo", disse (Il Sole 24 Ore, 17 de novembro).

As conversas em Santa Helena foram publicadas na França, em 1840, escritas por Robert-Antoine de Beauterne, que havia trabalhado em documentos e declarações de testemunhas. Sua obra, intitulada “Sentiment de Napoléon sur le cristianisme” ("Sentimentos deNapoleão sobre o cristianismo"), teve um êxito imediato e foi reimpressa várias vezes. As páginas foram publicadas recentemente na Itália, em um só volume, com prólogo do cardeal Giacomo Biffi.

Os diálogos com o cético general Bertrand demonstram que, depois de uma vida repleta de enfrentamentos com a Igreja, com "centralismo estatal e burocrático, códigos civis 'leigos', depredações", Napoleão morreu na religião católica apostólica romana, "perfeitamente consciente de sua escolha", "com os sacramentos e devidamente confessado" (La Nuova Bussola Quotidiana, 26 de novembro).

Chama a atenção a lucidez dos seus pensamentos, dos quais surge um inesperado conhecimento de todas as demais religiões, incluindo as antigas.

A um Bertrand que se surpreendia diante da sua religiosidade e que, como bom positivista, lhe propinava "a habitual ladainha de Cristo como 'grande homem', comparável a Alexandre Magno, César e Maomé", Napoleão respondia: "Eu conheço os homens e posso lhe dizer que Cristo não era um homem."

"Os espíritos superficiais veem uma semelhança entre Cristo e os fundadores de impérios, conquistadores e a divindades de outras religiões. Esta semelhança não existe: entre o cristianismo e qualquer outra religião há uma distância infinita", disse Napoleão.

"Você, general Bertrand, fala de Confúcio, Zoroastro, Júpiter e Maomé. No entanto, a diferença entre eles e Cristo é que tudo o que tem a ver com Cristo mostra a natureza divina, enquanto tudo o que tem a ver com todos os outros mostra a natureza terrena", acrescentou.

"Os povos passam, os tronos são derrubados, mas a Igrejapermanece. Então, qual é a força que mantém em pé essa Igrejaatacada pelo oceano furioso da cólera e do desprezo do mundo?", perguntava Napoleão.

"Não existe um caminho intermediário: ou Cristo é um impostor, ou é Deus", concluiu.
Fonte: http://www.aleteia.org

Relíquias:Os santos ossos do primeiro Santo Padre.

Que religião manteria guardados os ossos de pessoas mortas, colocando-os em exposição e esperando que as pessoas viessem beijá-los? Notícias recentes demonstram que a veneração de relíquias ainda é uma parte muito importante da fé católica. Como um ápice apropriado para o Ano da Fé, o Papa Francisco colocou em exposição pela primeira vez os ossos de São Pedro, o primeiro Papa.

As notícias sofre o fato foram sensacionalistas, muitas vezes deixando de lado os aspectos essenciais. O que são as relíquias e por que são tão importantes para os católicos? Eles realmente acreditam na autenticidade destas relíquias? Os ossos seriam realmente do apóstolo Pedro?

Uma relíquia é algo associado a uma pessoa que foi canonizada, sendo portanto santa, ou beatificada. Existem três categorias de relíquias: uma relíquia de primeira classe é um pedaço dos restos mortais da pessoa. Pode ser um fragmento de osso, cabelo, pele ou sangue. A relíquia é extraída quando o corpo do santo é exumado como parte do processo de canonização.

Uma relíquia de segunda classe é algum objeto ou parte de um objeto que foi regularmente usado pelo santo durante sua vida terrena. Há muitas relíquias de segunda classe. Podem ser pertences do santo, como roupas, móveis... Relíquias de segunda classe do Papa João Paulo II, por exemplo, incluem pedaços de suas roupas ou de seus pertences.

Uma relíquia de terceira classe é um pedaço de pano que tocou umarelíquia de primeira classe. Relíquias de terceira classe são normalmente incluídas como partes de cartões de oração produzidos em massa e itens de devoção. Um pano toca a relíquia de primeira classe, em seguida, retiram-se em vários pedaços para que um grande número de pessoas possa ter contato físico com o santo.

Uma relíquia é venerada quando seu relicário é beijado pelo devoto ou quando ele beija os dedos e toca a urna. Isso é feito como parte dos serviços religiosos em honra do santo. Os católicos acreditam que o mundo físico é importante. Quando uma pessoa se torna santa, tudo relacionado a ela é tocado por essa santidade. A santidade permeia até mesmo o mundo físico.

A veneração dos santos começou na Igreja primitiva. Quando os cristãos eram martirizados, seus restos mortais eram recolhidos e honrados. No ano 156 dC, os cristãos na cidade de Esmirna registraram o que eles fizeram com os restos de seu amado bispo Policarpo, que tinha sido morto: "Nós recolhemos os seus ossos, que são mais valiosos do que pedras preciosas e mais finos do que ouro refinado, e os colocamos em um local adequado, onde o Senhor nos permitirá reunir-nos, na satisfação e na alegria, para comemorar o aniversário de seu martírio".

O costume de honrar os mortos em santidade começou com a celebração do seu aniversário de falecimento. Desde os primeiros dias da fé, os católicos têm honrado os mortos em santidade por meio da veneração dos seus restos mortais.

Os católicos são ingênuos por acreditar em relíquias? Não. Nós avaliamos a autenticidade das relíquias como faríamos com qualquer objeto histórico. Algumas relíquias são falsas, outras são definitivamente verdadeiras. A veracidade de outras ainda permanece incerta. Para uma relíquia ser venerada em público, o proprietário deve ter a documentação oficial considerando-a "autêntica". O selo de autenticidade é dado pelo bispo quando as relíquias são produzidas. A autenticidade pode ser verificada por especialistas para garantir que ela é genuína.

O que falar sobre as relíquias de São Pedro que foram expostas pelo Papa Francisco na missa de encerramento do Ano da Fé? A história de sua descoberta é uma peça fascinante do trabalho de detetive. Sabemos que a grande Basílica de São Pedro fica no que antes era a lateral da colina do Vaticano. No primeiro século, aquela colina foi o local de um cemitério. Em meados do século IV, o imperador Constantino ordenou que seus engenheiros criassem uma plataforma de nível para se construir uma igreja, a qual estaria centrada em túmulo particular do cemitério da colina do Vaticano. Durante três séculos, aquele túmulo tinha sido venerado por cristãos romanos como o túmulo de São Pedro.

Vários séculos mais tarde, quando os arqueólogos começaram a escavar sob a Basílica de São Pedro, na década de 1940, eles descobriram o cemitério. Então, logo embaixo do altar-mor, eles descobriram um monumento do século II, que tinha sido construído sobre um pobre túmulo do primeiro século. Dentro dele, foram encontrados alguns ossos embrulhados em um pano de seda roxo. Ao lado do monumento estavam esculpidas as palavras: "aqui está Pedro". O exame dos ossos revelou que eles eram de um homem que morreu na casa dos 60 anos - a idade aproximada do apóstolo quando ele morreu nas perseguições de Nero, no ano 65. O esqueleto estava incompleto - não tinha os pés. As histórias antigas dizem que Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Os historiadores supõem que seus seguidores possam ter removido o corpo da cruz apressadamente, cortando os pés.

Os ossos expostos pelo Papa Francisco seriam mesmo os de São Pedro? Nunca saberemos ao certo, porque não podemos realizar um teste de DNA em seus parentes. O debate continua, e o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, permanece cauteloso. Ele disse que venerar as relíquias era "um modo de se sentir espiritualmente próximo da história do túmulo e do apóstolo”. Mas ele reconhece que existe a “possibilidade séria de que sejam os ossos de São Pedro”. Com todas as evidências reunidas, podemos afirmar com grande probabilidade que os ossos de um homem baixo e forte em seus sessenta anos, encontrados na sepultura embaixo do altar-mor da Basílica de São Pedro, são restos mortais de 2 mil anos de idade do homem que Jesus Cristo chamou a deixar suas redes e ser pescador de homens.

O fato de que a maior igreja do catolicismo erga-se majestosamente sobre o túmulo de São Pedro é um lembrete impressionante de que Jesus não só chamou Pedro para ser pescador de homens, mas também declarou que Pedro era a rocha sobre a qual ele iria construir a sua Igreja.
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Assista esse vídeo: Nós católicos brasileiros estamos preparados para isso?


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Oração Antes de usar a Internet

Jesus,
Você fez todas as coisas boas
e você nos deu liberdade
Para que seu uso pode ser a prova de nossa decisão de segui-lo.
Ajuda e me mostrar como usar a internet
como um apóstolo que te ama:
Que o meu tempo gasto pode dar-lhe glória;
Que Podem meus olhos sempre ver o que você vê;
Que eu nunca esquecer as almas redimidas por trás de cada tela;
Que o meu trato com as pessoas através da internet, você pode para que outros podem refletir conhecer e amar mais.
Iluminai e moldar as minhas palavras como eu determinar, comentar e aconselhar,
de um tal modo que eu possa sempre deixar em seus corações
Eu sinto falta da tranquilidade da sua presença.
Quando eu terminar de usar a internet
Posso ficar com nada no meu coração ou pensamentos
Poderia me separar de você.
Por fim, Jesus, peço-lhe para dar meu coração e mente
Que a profunda convicção sem você
é impossível dar fruto que permaneça;
Que tudo o que eu faço ou dar o seu você e seu Reino
-No entanto, grande ou pequena,
no final, é você quem agir em silêncio,
abençoando o nosso apostolado.
Amem.


[Traduzido do Espanhol: Eric Gilhooly, LC]

Meteorito cai no centro do Canadá e causa medo nas milhares de testemunhas


02.12.2013 -
n/d
Toronto-.As autoridades canadenses estão investigando se um meteorito causou uma explosão no centro de Canadá, que foi ouvido na noite passada por moradores de muitas comunidades próximas Ottawa e Montreal.
A explosão foi seguida por um forte brilho no céu que foi visto por muitas pessoas, tanto no Canadá e norte dos Estados Unidos recorreram ao Twitter para comentar sobre o evento.
Mídia canadense disse que os astrônomos do país começaram a olhar para a evidência de que a explosão foi causada por um meteoro entrando na atmosfera da Terra.
Polícia Québec disse que recebeu inúmeras chamadas logo após a explosão, mas há relatos de danos.
Um estudo divulgado no início de novembro, disse que a ameaça de queda de meteoritos na Terra é cinco vezes maior do que se pensava anteriormente.
O estudo foi realizado pela agência espacial dos EUA a NASA após o incidente no dia 15 de fevereiro, na cidade russa de Chelyabinsk, onde um meteorito de 19 metros de largura causou semelhantes 40 bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima durante a explosão atmosférica Segunda Guerra Mundial.
A explosão do meteorito causou 1.600 acidentes, principalmente como resultado de cacos de vidro que caiu de edifícios na cidade.
Pulsoslp  e  Correio de Deus

Francisco e a “desolação da abominação”.

L’Osservatore Romano – A proibição de adorar a Deus é o sinal de uma «apostasia geral», é a grande tentação que procura  convencer os cristãos a empreender «um caminho mais racional e tranquilo», obedecendo «às ordens dos poderes mundanos» que pretendem reduzir «a religião a um facto particular». Não querem sobretudo que Deus seja adorado «com confiança e fidelidade». Foi precisamente contra esta tentação que o Papa Francisco advertiu na missa celebrada na quinta-feira 28 de Novembro, na capela de Santa Marta.

Como de costume, o Pontífice inspirou-se na liturgia da Palavra que «nos faz pensar nos últimos dias, no tempo final, no fim do mundo, no tempo da vinda final de nosso Senhor Jesus Cristo». De facto, explicou, «na nossa vida, a vida de cada um de nós, temos tentações. Muitas. O demónio impele-nos a não ser fiéis ao Senhor. Às vezes fortemente». Como quando Jesus disse a Pedro: «o demónio queria joeirá-lo como o trigo. Muitas vezes tivemos esta tentação e, como pecadores, caímos». Mas na liturgia, disse o Papa, hoje «fala-se da tentação universal, da provação universal, do momento no qual toda a criação do Senhor estará diante desta tentação entre Deus e o mal, entre Deus e o príncipe deste mundo».
De resto, prosseguiu, «com Jesus o demónio começou a fazer esta experiência no início da sua vida, no deserto, procurando convencê-lo a empreender outro caminho, mais racional e tranquilo, e menos perigoso. No fim fê-lo ver a sua intenção: se tu me adorares dar-te-ei isto! Procurava ser o deus de Jesus».  E o próprio Jesus, afirmou o Papa, depois «teve muitas provações na sua vida pública: insultos, calúnias» ou quando se apresentaram diante dele de modo hipócrita «para o pôr à prova». Também «no final da sua vida foi posto à prova  na cruz pelo príncipe deste mundo: “mas se és o Filho de Deus desce e  acreditaremos!”». Eis que, continuou o Pontífice, Jesus se depara «outra vez com a prova de optar por outra via de salvação». Mas, a ressurreição de Jesus chegou através da via «que o Pai queria e não por aquela que o princípe deste mundo desejava».
Na liturgia de hoje, disse o Papa,  «a Igreja faz-nos pensar no fim deste mundo, porque ele acabará. A fachada deste mundo desaparecerá». E há uma palavra no Evangelho «que nos impressiona bastante: todas estas coisas acontecerão».  Mas até quando devemos esperar? A resposta que o Evangelho de Lucas (20, 21-28) nos dá é: «enquanto os tempos dos pagãos não se realizarem». E de facto, disse o Papa, «também os pagãos têm um tempo de plenitude»: o kairós dos pagãos. «Eles – repetiu – têm um kairós que será este, o triunfo final: Jerusalém espezinhada» e, lê-se no Evangelho, «haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas, e na terra angústia dos povos em ansiedade pelo fragor do mar e das ondas, enquanto os homens morreram por causa do medo e pela expectativa do que acontecerá na terra. Os poderes dos céus de facto estarão invertidos».
Praticamente «é a calamidade», frisou o Papa. «Mas quando Jesus fala desta calamidade noutro trecho,diz-nos que será uma profanação do templo, da fé e do povo. Será a abominação, a desolação da abominação (Daniel 9, 27). O que significa? Será como o triunfo do príncipe deste mundo, a derrota de Deus. Parece que ele, naquele momento final de calamidade, apoderar-se-á deste mundo», tornando-se assim o «dono do mundo».
A palavra de Deus recorda-nos, prosseguiu o Papa, como «os cristãos que sofrem tempos de perseguições, de proibição de adoração, são uma profecia daquilo que acontecerá a todos». Mas precisamente em  momentos como este, isto é quando os tempos dos pagãos se  realizarem, «erguei-vos e levantai a cabeça, porque a vossa libertação  está próxima». Com efeito, explicou o bispo de Roma «o triunfo, a vitória de Jesus Cristo é levar a criação ao Pai no final dos tempos».
Mas não devemos temer. O Papa repetiu a promessa de Deus  que «nos pede fidelidade e paciência. Fidelidade como Daniel, que foi fiel ao seu Deus e adorou a Deus até ao fim. E paciência, porque os cabelos da nossa cabeça não cairão, assim prometeu o Senhor». E concluiu exortando a reflectir, sobretudo esta semana, sobre «esta apostasia geral que se chama proibição de adoração». E a  perguntarmo-nos: «Eu adoro o Senhor? Adoro Jesus   Cristo o Senhor? Ou faço o jogo do príncipe deste mundo e adoro a meias? Adorar até ao fim com confiança e fidelidade é a graça que devemos pedir».

Bósnia: Misteriosa cratera que já engoliu lago cresce sem parar


02.12.2013 - Em uma cidade do noroeste da Bósnia, um enorme buraco que ja podemos o chamar de cratera cresce sem parar há duas semanas e já tem dimensões de 50 metros de largura e 30 de profundidade engoliu uma lagoa de 20 metros de diâmetro em uma cidade do noroeste da Bósnia.
O site de notícias locais “cazin.net” informou que ao longo da noite de 16 de novembro, um buraco se abriu e sugou um pequeno lago de 20 metros e arrastou dois salgueiros de 13 metros de altura e rompeu a principal linha de abastecimento de água da cidade de Sanica.
n/d
Os moradores estão assustados com o buraco, ele cresce cerca de três a quatro metros por dia, especialistas da Faculdade de Mineração em Tuzla irão até o local para dar uma explicação sobre o caso.
Muitos especialistas sobre o assunto têm a hipótese que a depressão cresce devido à atividade das águas subterrâneas e as mudanças tectônicas no subsolo, que causam a abertura de crateras na superfície.
A cidade é situado em uma região de terreno cárstico e rico em águas, e este é o terceiro buraco de grandes dimensões que surge desde 2008 na cidade.
O desaparecimento da lagoa não é único, embora não seja algo que acontece com frequência explico o diretor do Instituto Federal de Geologia, Hazim Hrvatovic, explicou em entrevista à imprensa do país.
“Isso é característico de terrenos formados de caliça e gesso e sabe-se que esta área é assim”, disse Hrvatovic.
Enquanto os cientistas debatem sobre a origem da cratera, Os moradores de Sanica falam de diferentes histórias para explicar o surgimento deste “abez“, uma velha palavra que em bósnio significa buraco na terra.
Entre as velhas histórias, lendas, que explicam o surgimento do buraco, uma delas fala de uma homem que morreu no mês passado, responsável pela manutenção da lagoa disse pouco antes de morrer que o lago morreria junto com ele.
Explicações à parte, a cratera causa sérios problemas aos moradores que vivem nas proximidades, que viram seus porões começarem a inundar e foram invadidos por lama.
Além disso, a queda contínua das paredes do buraco já começou a destruir campos adjacentes.
Devido à chuva e neve que caíram nos últimos dois dias, o nível de água na cratera cresceu cerca de dois metros e na superfície flutuam peixes mortos.
Fonte: Verdade Oculta

sábado, 30 de novembro de 2013

Preferir a morte para entrar na vida

Na batalha diária para fazer a vontade de Deus, os cristãos são chamados a imitar o testemunho dos mártires e trilhar o caminho do Céu

Uma sentença do século III, de Orígenes, diz que "diante de uma tentação, um cristão sai mártir ou idólatra".
Todos os dias os homens são confrontados pela tentação demoníaca que oferece um caminho mais fácil, mais prazeroso. E não é diferente com os seguidores de Jesus: é-lhes comumente apresentada a sedutora proposta de abandonar a Deus e o caminho da Cruz, de adorar a criatura no lugar do Criador, de procurar a felicidade onde ela não se encontra: no dinheiro, na bebida, no sexo, na fama e em tantas outras coisas. Por outro lado, rejeitar essas criaturas que se arrogam o direito de tomar o lugar de Deus implica numa espécie de morte, de martírio.
Para fortalecer a coragem cristã, poucas coisas são tão importantes quanto a leitura e a meditação assídua do Evangelho e da vida dos santos. "A santidade na Igreja representa uma hermenêutica da Escritura da qual ninguém pode prescindir", indicava o Papa Bento XVI. "O Espírito Santo que inspirou os autores sagrados é o mesmo que anima os Santos a darem a vida pelo Evangelho. Entrar na sua escola constitui um caminho seguro para efetuar uma hermenêutica viva e eficaz da Palavra de Deus"01.
Pode acontecer que as pessoas, ao se debruçar sobre a riqueza misteriosa das Escrituras, imaginem a santidade como algo muito distante, seja no tempo, seja na própria dimensão das possibilidades de vida humana. Ao ler a vida dos santos, no entanto, o cristão depara-se com o Verbo que novamente se encarna na história. A santidade deixa de ser uma realidade "do século I", grafada em letras arcaicas ou "mortas": é uma verdade palpável, que toca também os homens dos nossos dias. É especialmente no esbarrar-se com aqueles que viveram verdadeiramente a Palavra de Deus que o ser humano se encontra com a "Beleza tão antiga e tão nova" da qual fala Santo Agostinho em suas Confissões.
A mensagem de Cristo nunca é velha, atrasada ou "inadequada" para os tempos modernos, como muitas leituras anticlericais sugerem; ao contrário, ela se rejuvenesce a cada testemunho vigoroso de amor, a cada mártir que se recusa a trair sua fé.
Neste contexto, um relato forte retirado da Bíblia, embora aborde uma perseguição ocorrida aos judeus, ajuda os cristãos a inflamar em si mesmos o espírito de fortaleza e de coragem. O trecho em questão narra o destemor de uma mãe e de seus sete filhos, todos mortos pelo rei Antíoco IV Epifânio, durante uma perseguição violenta ocorrida em Jerusalém, no século II a. C.
O Segundo Livro dos Macabeus afirma que os infantes "foram um dia presos com sua mãe" e instados a comer carne de porco, "por meio de golpes de azorrague e de nervos de boi" (7, 1). Um azorrague era uma espécie de açoite feito com tiras de couro e que possuía, em cada ponta, um instrumento cortante ou pedaços de articulações de carneiro. O espírito daquela família, no entanto, era resoluto. Nenhum dos terríveis golpes de azorrague diminuiu-lhes o fervor em cumprir a vontade de Deus: "Estamos prontos a morrer, antes de violar as leis de nossos pais" (v. 2), disse um deles, sem medo.
As torturas se seguiam, como em um conto de terror. "O rei (...) ordenou que aquecessem até a brasa assadeiras e caldeirões (...) [e] que cortassem a língua do que falara por todos e, depois, que lhe arrancassem a pele da cabeça e lhe cortassem também as extremidades, tudo isso à vista de seus irmãos e de sua mãe" (v. 3-4).
O que fizeram, então, aqueles rapazes, vendo seu irmão ser cruelmente torturado até o suplício? Não renunciavam a seu propósito, nem titubeavam, mas "exortavam-se mutuamente a morrer com coragem" (v. 6). Animados pela esperança na ressurreição dos mortos, eles entregavam bravamente sua vida a Deus, um por um.
Chegando o momento de infligir a morte ao filho mais novo, Antíoco recuou, por um instante. Ele insistia com ele, "prometendo-lhe com juramente torná-lo rico e feliz, se abandonasse as tradições de seus antepassados, tratá-lo como amigo e confiar-lhe cargos" (v. 24). Mas, nem assim o jovem cedia. Então, o rei tentou conversar com sua mãe. Narra o autor sagrado que ele "mandou que a mãe se aproximasse e o exortasse (...) para que o adolescente salvasse sua vida" (v. 25).
E o que fez aquela mulher, que tinha visto os outros seis filhos serem torturados e mortos diante de si? O que fez aquela mãe, cuja alma se encontrava dilacerada, à semelhança de Nossa Senhora, no Calvário? A Escritura diz que "ela consentiu em persuadir o filho" (v. 26), mas que, em seguida, exortou-lhe, falando na língua materna: "Meu filho, (...) não temas (...) este algoz, mas sê digno de teus irmãos e aceita a morte, para que no dia da misericórdia eu te encontre no meio deles" (v. 27.29).
Esta santa mulher, mesmo acabrunhada pela dor de perder todos os seus filhos, estava consciente de que havia algo muito pior que a morte do corpo: a perdição da alma. "Seguindo as pegadas de todos os seus filhos, a mãe pereceu por último" (v. 41). Naquele dia, uma família inteira entregava-se em sacrifício a Deus. Eles preferiram morrer a violar as leis de seus pais, a abandonar as tradições de seus antepassados.
Olhando para a história da Igreja, não é difícil encontrar dramas muito parecidos com este contado pelo Espírito Santo. De São Pedro a São Maximiliano Kolbe, de São Josafá aos mártires deste tempo, inúmeros são os exemplos de homens e mulheres que ofereceram a sua vida em holocausto, preferindo a morte a ofender a Deus. No dia a dia, todos os cristãos são chamados a testemunhar a mesma coragem destes grandes servos da fé, senão pelo sangue, pelo sacrifício quotidiano e pela prática da penitência. Este é o único caminho possível para o Céu. O outro é a idolatria – que, por sua vez, conduz à morte eterna.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Sacrifício, o real significado do Matrimônio

Quem se une em matrimônio deve amar o outro “como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela”.

Sacrifício, o verdadeiro significado do Matrimônio
O motivo de muitos casamentos não "funcionarem", por assim dizer, reside na esperança que os esposos não poucas vezes depositam no lugar errado. Muitas pessoas têm se unido com a finalidade de satisfazer a si mesmas. Assim, quando surgem as primeiras dificuldades, os primeiros desarranjos, o casal entra em crise e quer se separar. Trata-se, sem dúvida, de um problema de fé. A pessoa crê firmemente que se casou para "ser feliz". Assim, se o seu cônjuge não passa de um obstáculo no caminho rumo a esta "felicidade egoísta", nada resta senão descartar de modo definitivo esta pessoa – como se descarta um objeto mesmo.
Neste conflito, sequer os filhos constituem um empecilho para que os pais se divorciem. Afinal, se o que importa é a felicidade deles, o importante são eles, nada mais. Não é que os pais que se divorciam não se preocupem com seus filhos. É que eles estão muito preocupados consigo mesmos para pensar em outra coisa que não seja... eles mesmos.
O verdadeiro amor é totalmente o contrário deste anseio desordenado de autossatisfação. Ensina São Josemaría Escrivá:
"Às vezes, fala-se do amor como se fosse um impulso para a satisfação própria, ou um simples recurso para completarmos em moldes egoístas a nossa personalidade. E não é assim: amor verdadeiro é sair de si mesmo, entregar-se. O amor traz consigo a alegria, mas é uma alegria com as raízes em forma de cruz. Enquanto estivermos na terra e não tivermos chegado à plenitude da vida futura, não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do sacrifício, da dor. Uma dor que se saboreia, que é amável, que é fonte de íntima alegria, mas que é dor real, porque supõe vencer o egoísmo e tomar o amor como regra de todas e cada uma de nossas ações."01
Uma das passagens divinamente inspiradas mais belas é aquela em que São Paulo compara o vínculo conjugal ao amor de Cristo pela Igreja. "As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o salvador" (Ef 5, 22-23), diz o Apóstolo. "Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela" (5, 25).
"Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela". E como Cristo amou a Igreja? "Tendo amado os seus que estavam no mundo", diz São João, "amou-os até o fim" (Jo 13, 1): não só até o fim de sua vida, mas "até o cume de toda a possibilidade de amor (...), até à extrema exigência imposta pelo amor"02. No altar do Calvário, consuma-se o sacrifício de uma vida inteira doada por amor: a entrega de Jesus pelos Seus, pela Igreja. É, sem dúvida, um amor alegre, mas revela-se "em forma de cruz".
No altar do leito conjugal e da convivência diária, do mesmo modo, consuma-se outro sacrifício de amor: a entrega matrimonial. Esta também é uma bela oferta, que "traz consigo a alegria", mas, sem dúvida, não é fácil de ser feita. Assim como foi difícil para Jesus encarar o sofrimento da Cruz, nesta vida, os filhos de Deus que se unem em matrimônio também são chamados a entrar no Getsêmani. No horto das Oliveiras, há quase dois mil anos, Jesus "entrou em agonia (...) e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra" (Lc 22, 44). No vale de lágrimas que é o mundo, hoje, os casais são chamados a doar as suas vidas, renunciando a si mesmos em prol do outro e dos seus filhos.
O matrimônio não foi feito para que um indivíduo se faça feliz. Ele foi concebido para que o homem e a mulher, fazendo-se instrumentos do amor divino, daquele amor com que Cristo amou a Sua Igreja, façam-se felizes, um ao outro. O casamento cristão não foi instituído para o egoísmo, mas para a formação da família, pela qual os pais devem se gastar, dia após dia, como Jesus se gastou pelos Seus.
Que os casais não percam de mente estas palavras, que devem moldar a verdadeira paternidade:"Não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do sacrifício".
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Paquistão: Lei respalda onda de ataques contra cristãos

ROMA, 29 Nov. 13 / 09:22 am (ACI/EWTN Noticias).- A agência vaticana Fides informou que no Paquistão quatro cristãos foram acusados de blasfêmia em apenas um mês e já preocupa a tendência de inventar injúrias contra o Alcorão para atacar esta minoria religiosa.
Como se sabe, a aplicação da Lei da Blasfêmia pode supor o julgamento imediato e uma condenação à morte ou prisão para quem ofenda o credo muçulmano.
Conforme informaram sacerdotes e ativistas da zona, a incidência é quatro vezes mais alta que a média mensal registrada nos últimos dois anos e documentado pelo relatório da Comissão "Justiça e Paz" dos BisposCatólicos do país.
A Lei da Blasfêmia agrupa várias normas contidas no Código Penal do Paquistão para sancionar qualquer ofensa de palavra ou obra contra Alá, Maomé ou contra o Alcorão, que seja denunciada por um muçulmano sem necessidade de testemunhas ou provas adicionais.
Além disso, as acusações seriam claramente falsas e isto confirmaria que a blasfêmia é utilizada como um "instrumento de vingança" em controvérsias pessoais, inclusive para atingir as minorias religiosas.
Um dos casos é o registrado no final de outubro em Wazirabad, Punjab, onde Tariq e Arif Masih, donos de uma loja de fogos de artifício, foram denunciados por blasfêmia por um grupo de muçulmanos. Os acusadores queriam vingar-se porque um conjunto de fogos vendidos por eles não havia se acendido.
Uns dias antes, em Faisabad, dois estudantes muçulmanos denunciaram uma mulher cristã de 50 anos por ter queimado páginas do Alcorão, quando na realidade tratava-se de um livro de texto em árabe.
Em 8 de outubro, o pastor cristão protestante Adnan e dois fiéis, Arfan e Mushtaq Masih, residentes de Lahore, foram denunciados formalmente por "blasfêmia". Segundo a acusação, os três teriam escrito e pronunciado comentários negativos sobre o Islã e o livro "Porque nos convertemos em muçulmanos", escrito por um líder extremista muçulmano.
Outro caso se registrou contra o cristão Asif Parvaiz em Lahore no último dia 25 de setembro. Segundo o relatório policial, Asif teria enviado uma mensagem de texto a um conhecido insultando o Islã, o Alcorão, os muçulmanos e o Profeta Maomé.
Poucos dias antes, dia 23 de setembro, na metrópole de Karachi, incitados por uma suposta "blasfêmia", milhares de muçulmanos saquearam o bairro cristão "Michael Town". As casas de mais de 300 famílias cristãs foram devastadas e queimadas.
No Paquistão, os cristãos e católicos constituem a classe social mais baixa em um país onde 98 por cento de população é islâmica.

Pró-vidas advertem consequências da legalização da eutanásia para menores na Bélgica

Imagem referencial. Foto: Sandra Gracioso (DC BY-NC-ND 2.0)
MADRI, 29 Nov. 13 / 03:22 pm (ACI/EWTN Noticias).- Profissionais pela Ética (PPE) enviou um comunicado advertindo o grande perigo que supõe a legalização da eutanásia para menores de idade, aprovada em 27 de novembro na Comissão de Justiça do Senado da Bélgica por treze votos contra quatro.
O projeto de lei pretende estender aos menores de idade a Lei de 2002 que despenaliza a eutanásia. Para entrar em vigor, o projeto deve submeter-se à votação no pleno do Senado, e logo ser revisado e aprovado pelo parlamento belga, para o que ainda não há data definitiva.
Carlos Álvarez, porta-voz de Vida Digna, advertiu que "na Bélgica está pendente tramitar-se a eutanásia também para os doentes de Alzheimer e outros transtornos. Na Bélgica em 2012 se registraram 1.432 declarações de eutanásia, 25 por cento mais em comparação com o ano anterior. O número oficial se duplica a cada quatro anos, mas a eutanásia clandestina continua sendo numerosa".
Álvarez participou em 13 de novembro no 'Grande Debate', um encontro celebrado em Bruxelas com motivo da constituição da Coalizão de Prevenção da Eutanásia Europa (EPC-E).
Neste evento, Alex Schadenberg, diretor executivo do EPC-E, denunciou que, embora a eutanásia tenha sido despenalizada na Bélgica em 2002 em determinadas condições, a realidade é que 32 por cento das mortes assistidas se realizam sem solicitação e 47 por cento não se notificam.
Schadenberg também disse que as enfermeiras aplicam a eutanásia aos pacientes, apesar de que a lei estabelece especificamente que só os médicos podem fazê-lo. Alex Schadenberg assegurou que a maior parte das vítimas da eutanásia tem mais de 80 anos, são pessoas vulneráveis às que, infelizmente, acusa-se de serem "bloqueadoras de camas".
Nesse sentido, o porta-voz de Vida Digna advertiu que "agora esta terrível realidade de legalizar a morte dos mais fracos vai se estender aos menores, acabando com o mito de que a eutanásia é resultado de uma decisão voluntária e livre".
Anunciou que "a Coalizão de Prevenção da Eutanásia Europa se oporá a esta iniciativa, que ainda tem que aprovar-se definitivamente", especialmente porque "entre nossos fins está promover a melhor atenção e apoio às pessoas vulneráveis, especialmente doentes, crianças, idosos e deficientes".
Vida Digna é um grupo interdisciplinar promovido por Profissionais pela Ética, tem como fim trabalhar para proteger a vida dos mais débeis, especialmente no processo final de sua existência. É membro fundador de Coalizão de Prevenção da Eutanásia Europa.

Fins do tempo: Imagem da Virgem Maria defecando provoca indignação na Espanha.

Uma figura de Nossa Senhora defecando está provocando protestos de católicos na Espanha.
A região da Catalunha tem uma tradição de produzir estatuetas defecando, os chamados "caganers". As figuras de cerâmica são vendidas desde o século XVIII, para serem colocadas nos presépios na época do Natal.
Inicialmente, elas retratavam agricultores, mas nos últimos tempos passaram a representar celebridades, inclusive brasileiras, como Neymar e a presidente Dilma Rousseff. Acredita-se que elas atraem boa sorte para a colheita e em geral.
Mas, neste ano, alguns católicos se sentiram ultrajados quando a Virgem Negra de Monserrat, uma representação de Maria com o Menino Jesus, foi retratada como "caganer".
A estátua original da Madona fica na abadia de Santa Maria de Montserrat, próximo a Barcelona. Um dos ícones religiosos mais famosos da Catalunha, ela é conhecida popularmente como "La Morenita", por conta de sua cor.
"Usar a imagem da Virgem de Montserrat para este boneco grotesco nos parece um sinal de insensibilidade e falta de respeito a muitas pessoas que podem sentir que sua crença está sendo ferida", disse o prior da abadia, Ignassi Fossas.
Uma organização católica, os "e-Cristianos", disse à France Presse que planeja processar os fabricantes por "atacar o respeito e a dignidade de símbolos religiosos".
A empresa disse que não teve intenção de ofender ninguém. "Fizemos com boas intenções e afeição pela personagem, que é tão catalã", disse Marc Alos, da empresa familiar Alos y Pla, que faz os caganers.
G1 

Sexualização nas escolas

ESCRITO POR CAMILA HOCHMÜLLER ABADIE | 26 NOVEMBRO 2013 
A exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia.

Na última edição do programa Encontrando Alegria, que teve como a sexualização nas escolas, nossa entrevistada, a psicóloga e psicanalista Rejane Soares, relatou o episódio vivido por suas duas filhas em uma das mais renomadas escolas católicas de Belo Horizonte - MG. As meninas foram submetidas a uma aula de educação sexual perturbadora, para dizer o mínimo.
Abaixo, complementando a entrevista, publico algumas das fotos que Rejane mo enviou antes de gravarmos a entrevista, para que eu visse sobre o que ela se referia. ADVIRTO: AFASTEM AS CRIANÇAS DE PERTO DO COMPUTADOR. As imagens são "fofinhas" porque o estilo é infantil, mas o conteúdo não é.
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Canto inferior esquerdo: os pais como tolos, assustados, inseguros.
A professora na imagem principal como a pessoa certa
para responder as questões e ensinar sobre sexo.

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A identidade sexual como algo a ser construído.
"Não é beeeem assim essa coisa de ser menino e ser menina."

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Pais idiotas e indiferentes.

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Subversão total da autoridade: os pais na cadeira dos réus,
as crianças julgando e a professora dando a sentença.

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Sério: quem, tendo vivido uma infância sem abusos e superexposições,
é capaz de colocar-se tais questões aos 10 anos de idade?!

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Sutil, não?

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Jogando querosene na imaginação das crianças.
Mais explícito que isso só num filme pornô.

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Riscando o fósforo.
Descrição detalhada.

Restam dúvidas sobre as intenções do governo com tais cartilhas?
Repito aqui o que disse no programa (e vou um pouco além): a exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia. Ou seja, pretende-se forçar um despertamento sexual cada vez mais cedo para que, quando a pauta pedófila prevalecer, as crianças já não tenham mais a menor chance de proteção e defesa: nem da lei, nem da cultura, nem dos pais, nem mesmo dos seus próprios sentimentos de estranhamento e rejeição, pois já terão sido expostas a um conteúdo com o qual não possuem condições psíquicas de lidar e diante do qual não conseguem resistir.
Meu recado aos pais que têm filhos na escola: fiquem de olho! E demonstrem aos professores e coordenação que estão de olho! Conversem com os outros pais, troquem informações, convivam, tomem iniciativas juntos. Peçam as listas de livros que serão adotados no ano seguinte, pesquisem antes, intervenham, façam outras propostas quando as que a escola oferecer não forem boas. Enfim, não deixem a coisa correr à revelia! Cheguem junto! E se a coisa piorar e não houver chance de mudança da situação, exijam que as crianças sejam dispensadas da aula. E se nada disso resolver, o homeschooling está aí para isso.

Camila Hochmüller Abadie é mãe, esposa e mestre em filosofia. Edita o blog Encontrando Alegria, e apresenta o programa 'Encontrando Alegria' na Rádio Vox.

Fins do Tempo:Padre católico abençoa ventre de primeiro transexual grávido da Argentina


O padre católico Raúl Benedetti abençoou o ventre de Alexis Taborda, nascido mulher e atualmente grávido de Karen Bruselario, nascida homem e também transexual, que realizarão nesta sexta-feira o casamento civil na cidade de Victoria, na província de Entre Ríos.
"Todos os dias 15 do mês é dada a benção às grávidas. Uma vez eu os convidei e eles vieram", disse nesta sexta-feira à Agência Efe o pároco da igreja Nuestra Señora de Aranzazu, da cidade do casal.
Karen Bruselario, que nasceu homem, mas modificou seu documento de identidade conforme seu novo gênero, se casará hoje com seu namorado, Alexis Taborda, nascido mulher, mas que se transformou em homem e está grávido de oito meses
O padre explicou que não pode casar a dupla pela Igreja, já que eles "têm o sexo modificado e estão atuando como a natureza os dotou, a que escolheu ser mulher está sendo homem e o que escolheu ser homem está gestando um filho".
"Há uma contradição entre o documento e a pessoa. Se eles se quisessem casar com o nome de batismo e aceitar que o papai é o homem e a mamãe é a mulher, não há nenhum problema", afirmou o sacerdote.
O padre disse que "não há problema com a gravidez" e decidiu benzer o casal porque "é uma coisa normal e comum como tantos outros" casos.
O casal transexual se conheceu em uma viagem de ônibus depois de participar de uma manifestação, em 9 de maio de 2012, em apoio à Lei de Identidade de Gênero, aprovada pelo Congresso.
Apesar de terem mudado de identidade, ambos conservaram os aparelhos reprodutores com os quais nasceram, por isso Alexis gesta em seu útero Génesis, menina que concebeu com Karen. A previsão é de de que o bebê nasça no fim de dezembro.

Fonte: Terra.