sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Elba Ramalho fala de sua conversão em Medjugorje

Devota de Nossa Senhora, cantora participa da JMJ e presenteará o pontífice com um kit da ONG Pró-Vida, que luta contra o aborto.

Luciana Tecidiodo EGO, no Rio
Elba Ramalho posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Elba Ramalho mostra o santuário que construiu em sua casa, no Rio (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Durante a Jornada Mundial da Juventude, que acontece no Rio até o dia 28 de julho, Elba Ramalho terá uma participação ativa. Após se apresentar no show “‘Vida in concert“, na noite desata segunda, 22, ela faz uma homenagem a Nossa Senhora Aparecida no dia 23 e, no dia seguinte, 24, participa de uma missa com o Papa Francisco, ambas no Santuário de Aparecida, em São Paulo.
Voluntária do movimento Pró-Vida – que luta contra o aborto – a cantora prepara uma surpresa para o encontro com o pontífice.
“Irei presenteá-lo com um terço e um livro do movimento Pró-Vida. O terço é formado por gotas que reproduzem fetos. Sei que Francisco sabe de tudo, mas gostaria de presenteá-lo para ele ficar ciente do movimento que vem acontecendo aqui no Brasil na luta contra o aborto e em prol da vida. Além de fazermos as meninas desistirem de abortar, também damos assistência a elas durante a gestação”, explica.
O santuário
Católica atuante, Elba durante muitos anos se afastou de sua religiosidade. “Mas nunca da fé. Muitas vezes me ajoelhei e chorei à Virgem”. Há dez anos, no entanto, ela se transformou numa católica atuante. Vai à missa diariamente, comunga e se confessa. No quintal de sua casa, no bairro do Joá, na Zona Sul do Rio, ela construiu um santuário onde diariamente leva as três filhas adotivas – Maria Esperança, 9 anos, Maria Paula, 6, e Maria Clara, 10 -  para rezar diante da imagem da Virgem, que veio da Alemanha.
Elba Ramalho posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Elba com as três filhas em seu santuário
(Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
“Minha história com Maria vem desde criança. Ela já me deu muitas graças. A imagem que tenho no meu santuário já chorou mel seis vezes”, garante ela.
Voto de castidade
O amor à Maria e a dedicação às causas voluntárias são hoje uma prioridade em sua vida. Elba traz no braço direito uma corrente que representa a Consagração à Nossa Senhora. “Em minha vida não cabem mais romances terrenos, nem paixões devastadoras. Tenho desejos, mas não tenho mais a disponibilidade para relacionamentos. Essa pulseira simboliza minha escravidão por amor a Deus”, revela, sobre o voto de castidade.
Elba Ramalho posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Essa pulseira simboliza minha escravidão por amor
a Deus’, diz Elba sobre o voto de castidade
(Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Para Elba, a fé precisa ser ativa. Além de atuar na Pró-Vida, ela também ajuda 40 idosos do centro kardecista Lar de Frei Luiz, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, e é vice-presidente da Amicca (Amigos da Infância com Câncer). “Conheço o céu e o inferno e para chegar ao céu, tenho que construir a minha ponte”, diz ela.
Militância envolta em misticismo
Recentemente, Elba parou seu carro em um estacionamento do Centro do Rio de Janeiro e caminhou até uma lanchonete, onde uma jovem, grávida de quatro meses, a aguardava. A moça era mãe solteira e pensava em fazer um aborto. Elba deu a mão à moça e a levou a um local tranquilo onde, através de uma conversa doce e carinhosa, tentou fazê-la desistir de abortar o filho que esperava. E conseguiu. Esse é o trabalho que a cantora paraibana de 61 anos vem fazendo há seis anos como voluntária da ONG católica Pró-Vida, que orienta mulheres de todas as idades a desistirem do aborto.
Em minha vida não cabem mais romances terrenos nem paixões devastadoras.”
Elba
A militância de Elba é envolta em misticismo e surgiu por acaso. Ela tomou conhecimento da Pró-Vida há seis anos, durante um show que fez em Brasília. Voluntários da ONG se apresentaram a ela por conhecerem sua posição contrária à prática abortiva. Na época, Elba achou interessante o movimento, mas não prestou muita atenção.
No entanto, meses depois, durante uma viagem que fez à região de Medjugorje, localizada entre a Bósnia e a Herzegovina, ela obteve a certeza do caminho a seguir. O lugar atrai devotos do mundo inteiro que acreditam ver aparições da Virgem Maria.
Naquela época, a cantora – que é devota de Nossa Senhora – sofria com o fim de um relacionamento e buscava consolo. Depois de se confessar com um padre que falava espanhol, ela ouviu a mensagem redentora do clérigo. “Ele disse que a resposta para todas as minhas dores e a solução dos meus problemas viria logo. Quando acabou minha confissão, segui pela rua e um padre polonês, que mal falava o português, me parou. Ele disse que estava no show que fiz em Brasília e que pertencia à ONG Pró-Vida da Europa. Me deu um terço de presente que simboliza fetos e um livrinho do movimento”, lembra ela.
As coincidências não pararam por aí. De Medjugorje, Elba seguiu para Roma e, sozinha, após comer uma pizza na Fontana di Trevi, seguiu para a famosa fonte onde turistas despejam moedinhas e fazem seus pedidos. Reconhecida, foi cercada por um grupo de 40 brasileiros vestindo a camisa da Pró-Vida. “Na mesma hora gravei um vídeo para eles apoiando a ONG e ali virei voluntária. Era o caminho que deveria seguir”.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A Maçonaria segundo um ex-maçom.

Entrevista concedida por ocasião da excomunhão do Pe. Pascal Venzin (França), que se descobriu ser maçom. Maurice Cailet, ex-membro do Grande Oriente da França recorda…tudo o que separa a Maçonaria do Cristianismo

Por Religión en Libertad * | O testemunho de Maurice Cailet, “Eu Fui Maçon”, já deu a volta ao mundo em dez idiomas.
Médico agnóstico, foi iniciado no Grande Oriente da França, desfrutou os privilégios da fraternidade e da ajuda mútua entre seus membros até que comprovou que esta fraternidade estava acima da justiça e depois começou a se tornar incômodo para a sociedade secreta. No fim do caminho, lhe esperava a Santíssima Virgem em Lourdes.
Pedimos a Cailet uma avaliação sobre aquilo que, nos diz, é um “escândalo” na Igreja Francesa: a pertença à Maçonaria do pároco de Megève (diocese de Annecy, em Alta Saboya, próximo da Suíça). O Pe. Pascal Venzin teve que ser afastado de suas funções e ser excomungado, diante de sua negativa de abandonar a organização. Jose Gulino, Grande Mestre do Grande Oriente da França e porta-voz dos sentimentos do padre (“ele não entende”) considera “um retorno ao obscurantismo que já não tem razão de ser na república. Desejo que a Igreja evolua. É possível ser sacerdote e maçom. Não compreender isto, supõe voltar à Idade Média”.
Porém, Cailet opina de outra forma:
“Como ex-francomaçom do Grande Oriente da França por 15 anos e depois convertido repentinamente em Lourdes, estou surpreendido e indignado que um sacerdote católico pôde vir a aderir à mesma obediência que eu”.
Por que esta indignação?
“É uma prova de desobediência porque ele não podia ignorar a decisão da Congregação para a Doutrina da Fé de Nov/1983, que priva da Santa Comunhão os católicos que aderem à Maçonaria“.
Se trata apenas de uma questão disciplinar?
“Particularmente é absurdo e filosoficamente contraditório conciliar a Fé católica e a filosofia maçônica.”
O que as separa?
“O Cristianismo anuncia a Verdade, Jesus, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, morto e resuscitado por nosso pecados, A Maçonaria especulativa, fundada em 1717 a mando do herege Newton, repousa sobre mitos e fábulas como a de Hiram, nega todo fenômeno sobrenatural e prega o relativismo”.
Porém não se apresenta assim…
“Suas doutrinas são secretas e reservadas aos iniciados, que se situam a si mesmos orgulhosamente acima dos profanos. Pretendem revelar aos iniciados uma sedizente ‘Tradição Primordial’ anterior ao Cristianismo, para levar-lhes “a Luz”. É, portanto, uma organização elitista, enquanto Jesus se dirige a todos, principalmente aos humildes e aos pequenos”.
Os maçons crêem em Deus?
“Alguns maçons, de algumas obediências admitem a existência de um Grande Arquiteto do Universo, criador impessoal do cosmos, porém não reconhecem a Jesus como Deus.”
E na vida após a morte?
“Os maçons acreditam que após a morte vão ao Oriente Eterno, porém não tem nenhuma esperança no Paraíso. Nem levam em conta a Graça de Deus nem esperam nada de Deus.”
Por que combatem a Igreja?
“Oficialmente exibem uma tolerância a todas as religiões, mas, na realidade, perseguem a destruição do Papado e a abolição dos princípios da moral judaico-cristã.”
Em todas essas batalhas atuais são vistos em posição contrária a Igreja Católica…
“Pregam o hedonismo, isto é, a satisfação de todos os desejos e todos os prazeres. Por isto estão na origem de Leis sobre a anticoncepção, o aborto, o divórcio, o casamento homossexual, a eutanásia, a despenalização das drogas chamadas brandas“…
E seu lema: liberdade, igualdade, fraternidade?
“Todos seus princípios são desviados na verdade: é a liberdade sem limites, a desigualdade entre iniciados e profanos e entre os 33 graus bem diferenciados [na hierarquia maçônica], e a fraternidade… apenas entre maçons! inclusive com risco para suas vidas.”
Existe culto demoníaco?
“Nos graus mais altos se rende culto a Lúcifer. Porém, desdo os primeiros graus, um católico -e com maior razão um sacerdote- deveria reconhecer as paródias da religião e a prática de ritos animistas.
Como explicar então o caso do Pe. Pascal Vensin e outros?
“Somente a ingenuidade ou a ambição podem cegar aqueles que entram no círculo fechado dos iniciados. O único benefício é a ajuda incondicional entre “irmãos” e ter à sua disposição uma boa agenda de endereços. Porém, em troca… se perde a alma.
* Nosso agradecimento ao leitor João por fornecer sua tradução

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pastor recusa batismo a filho de lésbicas e é afastado da igreja


Pastor recusa batismo a filho de lésbicas e é afastado da igrejaPastor recusa batismo a filho de lésbicas e é afastado da igreja
Nesta terça-feira (6) uma polêmica envolveu o reverendo George Gebauer, pastor da Igreja da Inglaterra [anglicana] em Hook e Warshash, que recusou-se a realizar o batismo de uma criança. O motivo é que o menino era filho de um casal de lésbicas. Aimi Leggett, 25, e sua parceira civil Victoria, 22, queriam que o filho Alfie fosse recebido na igreja com um batismo tradicional.
Como ambas queriam ser chamadas de “mãe”, o pastor disse que não faria o batismo. Declarou que “sentia muito” pelos gays e lésbicas, pois eles são mentalmente desequilibrados e que poderia ser “ilegal” fazer o que elas estavam pedindo.
As duas ouviram isso durante uma conversa com o pastor que deveria discutir os detalhes da cerimônia. No final, ele sugeriu que Victoria poderia, no máximo, ser a madrinha, pois a certidão de batismo só tem espaço para o nome de uma mãe e um pai. Como Aimi gestou a criança poderia ser vista como “mãe solteira”. “A alma da criança é mais importante que tudo, mas temos um impasse aqui”, concluiu.
“Você quer que Alfie tenha vergonha de sua família? Ele não é gay, nós somos, o que fazemos é problema nosso”, foi a resposta das duas. O caso repercutiu na imprensa inglesa como “preconceito” e “homofobia”. Gebauer que tem 87 anos acabou afastado da igreja, o Arquidiácono Gavin Collins, do distrito de Meon, interveio e o menino foi batizado na igreja por outro pastor, como as mães queriam.Com informações Daily Mail.

ONG católica é suspeita de desviar R$ 18 milhões


ONG católica é suspeita de desviar R$ 18 milhõesONG católica é suspeita de desviar R$ 18 milhões
A Polícia Federal está investigando a ONG Centro de Atendimento ao Trabalhador (Ceat) que teria desviado R$ 18 milhões dos R$ 47,5 milhões que recebeu de convênios firmados com o Ministério do Trabalho.
A organização não governamental tem origem na Igreja Católica e, procurada, a Arquidiocese de São Paulo disse estar “surpresa” com a investigação do caso.
Em nota a representante da igreja afirma que deseja que a polícia encontre os culpados para que “as responsabilidades sejam assumidas por quem as deve assumir”.
No último dia 3 as investigações levaram a PF a prender um assessor do Ministério do Trabalho, Gleide Santos Costa, e outros sete gestores da ONG. Eles teriam usado contratos fraudulentos com oito empresas para poder desviar os valores.
O padre Lício de Araújo Vale também foi preso na operação batizada de “Operação Pronto Emprego” e a Cúria afirma que não vai poder adotar nenhuma providência contra ele. “Do ponto de vista civil, padre Lício deverá responder por si, inclusive com amplo direito à defesa. Do ponto de vista canônico, ele pertence à Diocese de São Miguel Paulista”, afirma a Arquidiocese.
O padre é diretor administrativo da ONG e foi preso sob suspeitas de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e peculato. Por ter gestão e responsabilidades próprias, o Ceat não trará punições para a Igreja. Com informações Estadão.

Aborto: Política do filho único na China é "verdadeira guerra contra as mulheres"

WASHINGTON DC, 10 Set. 13 / 01:44 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Presidente de Direitos da Mulher Sem Fronteiras, Reggie Littlejohn, denunciou que o total de abortos realizados na China pela política do filho único "é maior que toda a população dos Estados Unidos", e muitos deles "são forçados, inclusive estando no nono mês de gravidez" assim como o são as esterilizações e o controle restritivo da natalidade. "Esta é uma verdadeira guerra contra as mulheres", afirmou.
Littlejohn, em diálogo com o grupo ACI, assinalou que os efeitos negativos desta política estão generalizados na sociedade e prejudicam principalmente às mulheres e têm um impacto severo na sua saúde, assim como na saúde mental do país.
"Alguns abortos forçados são tão violentos que as próprias mulheres morrem (…) junto com seus bebês", e as esterilizações forçadas "causam complicações de saúde para toda a vida".
Explicou que o aborto seletivo por sexo dá lugar a "aproximadamente 37 milhões de homens chineses que nunca se casarão porque suas futuras esposas foram eliminadas de forma seletiva, e este desequilíbrio na demografia promove de maneira poderosa o tráfico de mulheres e a escravidão sexual" em todo o sudeste da Ásia.
Inclusive o Departamento de Estado dos Estados Unidos reconhece que "a tradicional preferência pelos filhos homens, (e) as políticas de redução de natalidade" são alguns dos principais fatores para que a China tenha "a taxa mais alta de suicídio feminino de qualquer país do mundo, aproximadamente 590 mulheres ao dia", indicou.
"O aborto forçado destroça as mulheres psicologicamente", expressou Littlejohn e pediu que "aqueles que se opõem à política ajudem as mulheres no país a resistir às pessoas que as obrigam a abortar ou abandonar suas filhas".
Na China há "119 meninos nascidos por cada 100 meninas", além disso, as baixas taxas de fertilidade, entre "1.5 a 1.7 filhos por mulher - muito abaixo do nível de substituição de 2,1", são a criação de uma sociedade que "está envelhecendo antes de fazer-se rica".
A organização que Littlejohn preside, traduziu um artigo de uma mulher da província de Guangdong no sul da China, Lili Zeng, que foi publicado recentemente no site de notícias chinês Tianya, onde relata que "dois dias antes de nascer o meu bebê, sete funcionários de planejamento familiar me seguraram e me forçaram a abortá-lo por meio de uma injeção, porque não tinha uma permissão de nascimento".
Zeng assinalou que mesmo eles tendo tentado abortar o seu bebê, seu filho nasceu com vida, mas morreu logo depois. Narrou que um oficial de planejamento da família lhe disse: "Eu sou apenas um executor da política. Se eu não estivesse aqui, haveria outra pessoa que teria feito a mesma coisa que eu e seu destino teria sido o mesmo".
Posteriormente o funcionário expressou que "se você quer culpar alguém, culpe a política (do filho único)".
Relatos como estes, onde as mulheres chinesas podem contar seu drama ao mundo, nos últimos meses são cada vez mais numerosos nas redes sociais.
No ano passado, o ativista cego pró-vida Chen Guangcheng foi notícia internacional por escapar da prisão domiciliar na China e pedir para ser levado aos Estados Unidos.
Guangcheng trabalhou para documentar os "horríveis" casos de violações dos direitos humanos em relação à política do filho único na China, falando contra esterilizações e abortos forçados, assim como outros "sofrimentos dos que não se fala" que a política ocasiona nas mulheres, explicou Littlejohn naquela oportunidade.

Vaticano reafirma seu compromisso de investigar o ex-núncio na República Dominicana acusado de abusos

Arcebispo Joseph Wesolowski, Ex-núncio no Rep. Dominicana
VATICANO, 10 Set. 13 / 02:44 pm (ACI).- O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, o Padre Federico Lombardi, reafirmou o compromisso do Vaticano para prosseguir com as investigações no caso do ex-núncio na Rep. Dominicana, o Arcebispo Joseph Wesolowski.
O sacerdote fez estas declarações logo depois da difusão no fim de semana de uma reportagem onde um adolescente narrou uma série de detalhes dos abusos que ele e outro menino sofreram por parte do Arcebispo Wesolowski.
Em declarações hoje ao grupo ACI sobre o revelado na reportagem transmitida no sábado e também ontem nos meios locais da República Dominicana, o Padre Lombardi explicou hoje que "a Santa Sé já entrou em contato com o Núncio (Wesolowski) que foi afastado de seu cargo e atualmente as investigações seguem seu curso. Não tenho mais nada para dizer".
O ex-núncio foi destituído de seu cargo no último dia 21 de agosto, depois das acusações que pesavam sobre ele e que levaram o Vaticano e a procuradoria da República Dominicana a iniciarem uma investigação sobre o caso.
Em 4 de setembro o procurador Francisco Domínguez disse que a investigação está em sua etapa inicial e que designou um funcionário para acompanhar a investigação fazendo as coordenações necessárias com o Vaticano.
Em 5 de setembro os bispos dominicanos convocaram uma conferência de imprensa em que expressaram seu total respaldo às investigações que as autoridades locais estão realizando sobre este caso.
Nesse dia também pediram perdão pelo caso do ex-núncio e de outros sacerdotes. Em um texto assinado pelo Arcebispo de Santo Domingo e Presidente do Episcopado Dominicano, Cardeal Nicolás de Jesus López Rodríguez, alentaram a "purificar a Igreja, tirando do ministério aqueles que o exercem indignamente e não merecem ser chamados sacerdotes".
Esta purificação, indica o texto, deve dar-se com "a colaboração dos autênticos sacerdotes, que são a maioria, e da comunidade eclesial".
O Cardeal solicitou também à justiça dominicana atuar com "firmeza" e "claridade" ao investigar as denúncias.

Assassinato "por diversão" de jovem australiano nos EUA revela a crise da humanidade

Christopher Lane
WASHINGTON DC, 10 Set. 13 / 01:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- A sociedade parece "ter esquecido por completo a definição completa de dignidade humana", expressou a Diretora Internacional de Operações da Aliança Mundial da Juventude, Leah Bromberg, depois do assassinato de um jovem australiano cometido por três adolescentes que queriam "divertir-se" em Oklahoma (Estados Unidos).
Esta "emoção por matar", disse Bromberg ao grupo ACI, revela uma "evidente falta de respeito à dignidade da vida humana que está presente na cultura ocidental moderna".
O universitário e jogador de beisebol natural de Melbourne (Austrália), Christopher Lane (22), que assistia à Universidade de Oklahoma, foi assassinado a tiros enquanto corria por uma zona de classe alta de Duncan por três americanos de 15,16 e 17 anos de idade.
Em suas declarações à polícia, os jovens que serão julgados como adultos e que poderiam enfrentar a pena de morte, assinalaram que escolheram a sua vítima "ao azar" e que o mataram por que estavam entediados, ao vê-lo passar, um dos menores disse: "aí está nosso alvo".
Leah Bromberg explicou que este assassinato "por diversão" demonstra "que a juventude no Ocidente está cada vez mais motivada por uma busca de prazer e uma mentalidade centrada em si mesmo".
Para reconstruir uma cultura que respeite a vida humana, explicou Bromberg, "a educação é um fator importante" já que "os adultos em todos os aspectos da vida -mas especialmente em casa e na família- necessitam realmente reeducar os jovens e no que realmente significa a dignidade humana (…) e deve ser ensinada bem".
Recordou que toda pessoa nasce com esta dignidade e "se a pessoa for consciente de que a outra pessoa a tem e que é inviolável e intrínseca", portanto reconhece que "deve ser respeitada" e não cometer atrocidades como o assassinato sem sentido e outras violações à vida humana que acontecem diariamente em todo mundo.
Segundo algumas cifras publicadas pelo Escritório contra a droga e delitos das Nações Unidas (ONU), a maioria dos assassinatos nos Estados Unidos é cometido por armas de fogo.
O anterior Primeiro Ministro da Austrália, Tim Fischer, assinalou ao jornal australiano The Day que está "profundamente chateado por isso, devido à atitude insensível dos três adolescentes [mas] é um claro sinal da proliferação das armas em terreno norte-americano".

Movimento radical feminista ‘ Femen’ foi criado por um homem que chama as suas ativistas de “cadelas”.

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Kitty Green, diretora do documentário Ukraine is not a Brothel (Ucrânia não é um bordel), revelou que a mente mestre que está por trás do grupo feminista radical.
Femen não é uma mulher e sim um homem identificado:, um polêmico personagem que trata as ativistas de uma forma horrível chegando a insultá-las chamando-as de “cadelas”.
As ativistas radicais Femen se definem como “sextremistas”, e costumam protestar com o peito de fora, e já atacaram violentamente a membros da Igreja Católica.
Em entrevista ao jornal britânico The Independent, Green indicou que embora Svyatski seja considerado formalmente como um “assessor” do Femen, “uma vez que eu estava dentro do círculo interno, é impossível não conhecê-lo. Ele é Femen”.
“Era um tema moral importante para mim, porque me dava conta como esta organização era dirigida. Ele (Svyatski) era bastante horrível com as garotas. Ele lhes gritava e as chamava cadelas”.
“É o seu movimento e ele escolhe as participantes a dedo. Ele escolheu a dedo as garotas mais bonitas, porque as garotas mais bonitas vendem mais jornais. As garotas mais bonitas que aparecem na capa… que se converteu em sua imagem, que se converteu na forma em que venderam a marca”, assinalou a diretora do documentário.
Quando Green finalmente conseguiu entrevistar a Victor Svyatski, ele reconheceu ser um tipo de “patriarca” à frente do Femen, assegurando que “estas garotas são frágeis”.
“Elas não têm a força de caráter -diz Svyatski no documentário-. Elas não têm sequer o desejo de serem fortes. Em lugar disso, mostram-se submissas, faltas de caráter, carentes de pontualidade, e muitos outros fatores que não lhes permitem converter-se em ativistas políticas. Estas são qualidades que são essenciais que devo ensinar-lhes”.
Quando foi perguntado se criou Femen para “conseguir mulheres”, Svyatski admitiu que “provavelmente sim, em alguma parte do meu profundo subconsciente”.
Uma das ativistas entrevistadas pelo Green reconheceu um tipo de síndrome de Estocolmo, como uma simpatia dos sequestrados pelo seu sequestrador, na relação das mulheres ativistas com o fundador do Femen.
“Somos psicologicamente dependentes dele, mesmo sabendo e entendendo que poderíamos fazer isto por conta própria, sem sua ajuda, é dependência psicológica”, reconheceu.

Assista esse vídeo: Convidada denuncia os Bilderbergs e o sistema de dominação global em debate na TV

10.09.2013 - Como deixar um canal de TV desesperado?
Simples... denuncie seus patrões...
A convidada do programa Canal Livre, deste último domingo (09/09), rasgou o verbo e denunciou os falsos rebeldes mercenários, que não são sírios... Denunciou os Bilderbergs...
O velho Boris sionista quase teve um infarte...
Abaixo, depois do texto, assista o vídeo...
Pra quem perdeu o programa Canal Livre de ontem, 09/09/2013, o debate foi sobre os conflitos na Síria.
Os convidados são a psicanalista libanesa Claude Fahd Hajjar, pesquisadora de temas árabes e autora do livro “Imigração Árabe – Cem Anos de Reflexão”, e Jaime Spitzcovsky, que já foi editor internacional e correspondente em Moscou e Pequim.
Hoje ele escreve para a revista Morashá e ocupa o cargo de diretor de relações institucionais da Confederação Israelita do Brasil.
Ainda no primeiro bloco a pesquisadora Claude falou claramente que os conflitos na Siria envolvem o Grupo Bilderbeg e os planos de dominação mundial (por volta dos 10 minutos).
Por possuir família na Síria os relatos são relevantes pra entendermos a real situação do país. Temos também opiniões divergentes de jornalistas da Band que , de certa forma, apoiam os EUA. Certamente Assad não é um santo mas vários fatos que a mídia oculta foram alertados pela Claude Fahd.
Abaixo o vídeo, tirem suas conclusões.
Fonte: Blog Libertar

A conselheira do Papa que falava demais no Twitter.

Francesca Chaoqui criticava o secretário de Estado Bertone. Agora é um dos sábios de Francisco e é alvo de polémica.

Público – Na comissão de oito sábios nomeada em Julho pelo Papa Francisco para limpar a estrutura económica e administrativa do Vaticano há apenas um italiano. Na verdade, uma italiana, uma jovem leiga de 30 anos, especialista em relações públicas e ligada à Opus Dei, bonita e, surpreendentemente, com um historial de declarações bombásticas no Twitter sobre a política do Vaticano, até sobre o próprio secretário de Estado, que estão a causar escândalo na Santa Sé.
Francesca Chaouqui, numa imagem tirada do Facebook.
Francesca Chaouqui, numa imagem tirada do Facebook.
Quando foi nomeada, Francesca Immacolata Chaouqui expressou a sua alegria no Twitter: “O meu coração, a minha fé, o meu empenho, o meu profissionalismo estão ao serviço da Igreja e do Santo Padre, sempre”. Esta calabresa de origem marroquina, que trabalha na Ernst & Young e está bem colocada na chamada “Roma que conta” — tem ligações ao Vedró, o think tanka que pertencem o primeiro-ministro Enrico Letta e seis outros ministros.
Mas tem pelo menos um ano e meio de intervenções no Twitter sobre a política do Vaticano no mínimo polémicos e que os jornalistas italianos logo trataram de espreitar. A sua conta no Twitter foi entretanto encerrada, mas oCorriere della Sera guardou alguns comentários.
A 1 de Março de 2012 não hesitava em chamar “corrupto” ao cardeal Tarcisio Bertone, o secretário de Estado do Vaticano. Aliás, Bertone é um tema recorrente. “Creio na Igreja: una, santa, católica e apostólica. Talvez alguém devesse recordá-lo a Bertone”, escreveu. Quando o Papa abdicou, a 11 de Março deste ano, comentou: “Ganhou Bertone. Estava certa de que não o faria, mas deitou a toalha ao chão. Como crente estou simplesmente decepcionada.” Sobre Bento XVI, pouco tempo antes, dissera que tinha leucemia.
A 29 de Fevereiro de 2012, Chaouqui afirmou ainda que Giullio Tremonti, ex-ministro das Finanças, era gay — algo que, segundo o Corriere della Sera, lhe pode vir a custar um processo judicial, embora ela diga que não foi a autora daquelas palavras, que outras pessoas tinham acesso à sua conta de Twitter.
Outro comentário problemático face à sua actual posição é o que fez sobre Gianluigi Nuzzi, o jornalista que publicou em livro os documentos roubados a Bento XVI pelo seu mordomo Paolo Gabriele. “Ainda bem que existes. Bravo, isto é o que se chama fazer boa informação. Orgulhosa de ti”, escreveu quando ele lançou o livro Sua Santidade.
Visto isto, terá sido sensato da parte do Papa Francisco nomear esta conselheira? Uma sondagem online do Corriere sobre os comentários de Francesca Chaouqui revela que 50% dos leitores se sentem “indignados” com as suas palavras.
Mas na verdade o mais provável é que o Papa argentino não soubesse dostweets desabridos desta leiga, diz Sandro Magister, analista da Santa Sé que revelou na revista L’Espresso que monsenhor Battista Ricca, escolhido por Francisco para o representar no banco do Vaticano, manteve relações homossexuais quando era núncio papal em Montevidéu. “O Papa negou saber disso. Disse que no dossier que lhe deram sobre Ricca não estavam essas informações. Mas não as desmentiu. É um exemplo de manual sobre como actuam os lobbies do Vaticano: ocultam informações para pôr em xeque os do lado oposto”, comentou Magister ao El País.
Nuzzi, o jornalista que publicou os documentos desviados pelo mordomo de Bento XVI, defendeu a mesma ideia no Sunday Times: “Os próximos de Bertone estão a usar Francesca como ferramenta para defender os seus próprios interesses. A cúria está a ver que o Papa a exclui da tomada de decisões e não está a gostar.”

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Igreja conclama os jovens a usar a internet com discernimento e atenção.

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Não faz muito tempo que encontrei o documento “A Igreja e a Internet”, publicado pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais nada menos que em 2002! Eu o considero um documento imprescindível para se entender a postura da Igreja diante da realidade da rede mundial de computadores e das redes sociais. Depois, é verdade, o papa Bento XVI e agora Francisco deram uma continuidade intensa a este assunto.
Não vou focar em muitos dos pontos do documento. Há muito ali que vale a pena! Mas quero dedicar hoje algumas linhas à sua parte final, às recomendações aos dirigentes eclesiais, aos agentes pastorais, aos catequistas e educadores, aos pais e, finalmente, aos jovens e crianças. É nestes últimos que eu quero concentrar a minha atenção.
A Igreja é muito clara com os jovens e com os seus formadores quanto à internet e às redes sociais: “A internet põe ao alcance dos jovens, numa idade inusualmente precoce, uma imensa capacidade de fazer o bem ou o mal, a si mesmos e aos outros”.
A Igreja conclama os jovens a usar a internet adequadamente, a se enriquecerem com ela e a enriquecer a vida de outros, a se prepararem com responsabilidade para o seu futuro e a usá-la como meio privilegiado para fazer o bem. Não só isso: a Igreja chama os jovens a irem contra a corrente, a exercerem a contracultura e a se prepararem para ser perseguidos por defender o que é verdadeiro e bom também nesse meio de comunicação. A abordagem é forte.
O que a Igreja pede não é automático. Precisa de discernimento, educação, formação e também da força do Espírito. Este último requisito só pode ser pedido incessantemente na oração e na prática de uma vida cristã plena, em comunidade e participando-se dos sacramentos. Os demais requisitos requerem apenas determinação e mãos à obra.
Discernimento: nossos jovens devem saber discernir o que é bom e o que é mau, o que lhes convém e o que não convém. Discernir quais fotos compartilhar, que mensagens publicar. Discernir o que retuitar e a quem seguir. Discernir que sites visitar. Discernir quando falar e quando calar. Discernir a sua tarefa concreta como cristãos na rede, seu chamado particular, sua missão. Discernir o que Jesus Cristo faria em cada situação que surge. Essa tarefa exige aprendizagem, escuta e silêncio. Para discernir, é preciso ter aprendido previamente a fazê-lo. Por isso é necessária a nossa ajuda. Educadores, pais e catequistas precisam acompanhar os jovens, viver perto deles o ato de “estar” na internet e nas redes sociais, além de ajudá-los a fazer o mesmo fora da internet e a transformar o discernimento em uma constante na vida.
Educação: antes, nossos pais nos ensinavam como nos comportar e agir na rua, no colégio, em casa… Não falar com estranhos, que situações evitar, como respeitar os mais velhos, a autoridade… Agora, tudo isto continua sendo feito (quando é feito), mas ainda não encaramos devidamente a questão da rede. Quem educa para estar na rede? Quem explica aos jovens e às crianças com quem relacionar-se? Quem fala da amizade nas redes e conhece os amigos dos nossos jovens nas redes? Quem ensina a eles como agir em caso de ataque, como defender o mais frágil, como levantar a mão quando necessário? Há uma lacuna a ser preenchida de forma urgente. E é imprescindível, para isso, que pais, educadores e catequistas se portem na rede com soltura, entendendo os seus recursos.
Formação: a internet é um “lugar” com uma potencialidade enorme. É preciso conhecê-lo. Não basta estar: é preciso conhecer o seu funcionamento, suas regras, as leis que a regulam, as implicações de um deslize, os detalhes da privacidade, as marcas que são deixadas quando se navega pelos seus labirintos… Nossos jovens só serão boas testemunhas do evangelho se forem prudentes como serpentes e simples como as pombas. Não basta apenas a boa vontade, a ingenuidade. Quando um jovem quer dirigir, ele recorre à autoescola. Quando queremos trabalhar, passamos pela formação profissional. Não pode ser diferente aqui. E já que esta formação para a rede, por enquanto, não é abordada nos programas normais de estudo, é necessário sermos audazes e fazermos propostas criativas para formar os nossos.
A internet é uma tarefa e uma missão para todos. A Igreja nos pede presença, e presença como católicos. Não basta compartilhar frases bonitas no Facebook ou tuitar versículos do salmo do dia. Não basta querer estar. Se não se sabe discernir e não se está formado, não se é um cristão útil. A rede nos devorará.
Não podemos abandonar os jovens neste caminho difícil. Abandoná-los seria claudicar e não seguir as diretrizes da Igreja. Como disse um dia o papa Paulo VI, cada um deverá responder diante de Deus pelas suas ações também nos meios de comunicação. Sejamos valentes. Não temos desculpas.
* Autor: Santiago Casanova Miralles é leigo esculápio e membro da equipe iMissão.

Sinal dos Tempos: Unicef afirma que crianças têm direito a serviços Sexuais confidenciais


n/d
O UNICEF diz que as nações são obrigadas pelo direito internacional a reconhecer o direito de crianças a informações e serviços relativos a sexo sem o conhecimento de seus pais.
O mais recente relatório do UNICEF revelou que interpreta dois tratados de direitos humanos da ONU — sobre deficiência e direitos das crianças — como incluindo o direito de uma criança “a informações e serviços confidenciais de saúde sexual e reprodutiva durante a adolescência e no início da vida adulta.” O UNICEF define a adolescência como entre 10 e 19 anos de idade.
Nem um dos dois tratados menciona tal direito, mas em 2009 o comitê que monitora o tratado das crianças começou a interpretar que as crianças devem ter acesso “sem consentimento dos pais” a “informações ou serviços de saúde reprodutiva,” um termo muitas vezes usado pelos funcionários da ONU para incluir o aborto. Em 2010 o Vaticano censurou o comitê que monitora o tratado por interpretá-lo de forma incorreta.
A atitude de passar por cima dos pais em assuntos sexuais é um contraste forte com o resto do relatório que frisa o papel prioritário da família na proteção de crianças deficientes. O relatório recomenda remover crianças de instituições que diz são “substitutos inferiores para um lar que nutre a vida,” e pede uma moratória imediata para novas internações e promoção de serviços que apoiam assistência com base na família.
Só na família as crianças deficientes mais novas recebem o “amor, estímulo dos sentidos, assistência de saúde e inclusão social” que previnem importantes implicações sociais e econômicas, diz o relatório, que recomenda subsídios para compensar o custo elevado de criar uma criança deficiente, tal como auxílios financeiros que “respeitem os direitos de decisões de pais e filhos.” O relatório comenta o “papel fundamental” das organizações de pais para garantir que as crianças com deficiências sejam “valorizadas, amadas e apoiadas” por suas famílias e comunidades.
Embora o relatório censure nações que não ratificaram os dois tratados, admite que o direito internacional “não é suficiente” para ajudar a criança deficiente, e a maior parte do relatório apoia sua descoberta principal — que a assistência básica de saúde e a nutrição são o melhor jeito de prevenir deficiências.
Mais de um milhão de crianças de menos de 5 anos morreram em 2008 de pneumonia, diarreia e gripe, enquanto outras 165 milhões permanecem raquíticas ou cronicamente desnutridas e mais de 100 milhões estão abaixo do peso.
Entre 250 mil e 500 mil crianças estão em risco de se tornarem cegas anualmente da deficiência da vitamina A, evitável por um tratamento que custa apenas alguns centavos por criança, diz o relatório.
Uma das causas mais frequentes de deficiência no mundo é a anemia evitável, que aflige 42% das mulheres grávidas e mais da metade das crianças em idade escolar nos países em desenvolvimento.
A desnutrição em mães que amamentam coloca os bebês em risco maior de doenças que provocam deficiências, assim como fazem os obstáculos à água limpa e saneamento que fazem com que as crianças evitem a escola e comam e bebam menos para evitar pedir assistência em instalações de acesso.
No passado, a missão do UNICEF de promover a sobrevivência de crianças permitia que a agência priorizasse tais questões, mas quando adotou uma metodologia com base em direitos em 1986, teve efetivamente de frisar igualmente todos os direitos contidos na Convenção das Crianças bem como na Convenção das Mulheres. A mudança causou polêmica no passado, tal como quando o UNICEF se uniu a outras agências da ONU em 2006 para exortar o Legislativo da Nicarágua a manter o aborto legal.
Do C-Fam e http://www.midiasemmascara.org  e  Blog Libertar
Tradução: www.juliosevero.com

Como é possível que 2 cérebros e 2 corações sejam "uma só carne"?



Como construir um projeto comum entre esposos com 4 olhos, 2 corações, 2 cérebros, mas "uma só alma e uma só carne"? Pode parecer que estamos diante de um impossível ou que, pelo menos, o que o Senhor propõe na Sagrada Escritura é somente utopia, como costuma parecer, para muitos, tudo o vem dele.
 
E não é fácil entender isso, sobretudo quando ignoramos que o amornão é um processo de aniquilamento do próprio ser, como muitos apaixonados pensam, nem uma anulação da individualidade ou da identidade para cair em uma perigosa fusão de pessoas que, muitas vezes, como nos elementos da química, costuma ocasionar uma reação explosiva na qual acabam se destruindo.
 
Dessa maneira, o que começou como uma fusão inapropriada de almas acaba como uma cisão de caracteres à qual posteriormente darão o nome de "incompatibilidade".
 
É possível, então, ser "uma só alma e uma só carne" com 4 olhos e 2 cérebros? Sem dúvida que sim. Aqui é necessário reconhecer que Deus nunca propõe coisas impossíveis para o ser humano. O "tornar-se um" bíblico não é um convite à amalgamação, que despoja o ser humano da sua própria identidade, nem da sua capacidade de pensar, decidir, optar, fazer; e menos ainda a que cada um se torne um fantoche nas mãos da outra pessoa.
 
"Tornar-se um" não pretende desconhecer o que cada pessoa é, fazendo-a perder sua essência, com a premissa de construir uma nova, porque se corre o enorme perigo de acabar sem saber quem se é.
 
A unidade querida por Deus não anula, mas permite entender de uma nova maneira a vida, a liberdade, aidentidade; é um ato de oblação pessoal de doação total do próprio ser, sobre o qual se tem consciência, para poder compartilhá-lo com a pessoa a quem se ama.
 
Não podemos negar que isso exige certas similitudes, certa empatia espiritual, temperamental, de caráter. Não podemos continuar nos enganando com a famosa frase "os opostos se atraem"; ela vale para os ímãs, mas não para os humanos.
 
O fato de que exista certa química fisiológica não garante que dois temperamentos extremamente opostos consigam conviver. Este é precisamente um dos temas debatidos nos tribunais na hora de pedir um divórcio: incompatibilidade de caracteres.
 
Mas, além disso, é necessário saber que um projeto de dois cérebros e uma só carne só pode ser realizado quando se entende e se aceita o plano de Deus, que é a felicidade do ser humano, e que leva a pedir compromissos no tempo e no espaço, com algo e com alguém.
 
Tal projeto não desconhece o que cada um é, mas leva – e isso é totalmente diferente – a renunciar (atenção: é diferente de anular) a tudo aquilo que se torna um obstáculo para o alcance de uma meta que deixa de ser personalizada para tornar-se comum.
 
Também é necessário que cada um compartilhe com o outro sua própria riqueza humana, não com sentimentos competitivos, mas para complementar-se mutuamente, para aprender a olhar com maior amplitude o que se quer, o que se busca.
 
Dois cérebros, quatro olhos, dois corações, "uma só carne" ajudam a somar, não dividir. E a unidade requerida para o sucesso no amor exige que os cérebros não se confrontem, mas se complementem; que os olhares não se dirijam a lados diferentes, mas que aprendam juntos a mirar o mesmo fim; que os corações não busquem somente seu próprio bem-estar, mas o bem-estar de todos.
 
Deus é infinitamente sábio; Ele sabe por que fez esta proposta de unidade a pessoas que se deixam levar fortemente pelos seus próprios desejos; Ele sabe que, na medida em que alcancem esta meta, poderão realizar juntos o que é mais difícil alcançar sozinhos.
 
Há projetos que uma pessoa nunca poderá realizar sem a ajuda do seu cônjuge; é por isso que Deus colocou o humano como ajuda do humano. E só o amor permite a unidade indissolúvel de dois corações egoístas.
Fonte: http://www.aleteia.org

A beata Chaui, da Diocese de São Miguel Paulista, SP.

A “filósofa” da USP Marilena Chaui, uma das históricas mentoras, se é que isso é possível, do petismo, encontrou o seu lugar na “igreja libertária” travestida de católica: a diocese de São Miguel Paulista — a quem não sabe, esta diocese foi criada em 1989 pelo Papa João Paulo II com o propósito de dividir a Arquidiocese de São Paulo e, assim, diminuir a área de destruição atuação do então arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns.

Além de piedosamente comungar por conta própria, Chaui recebeu a homenagem do reverendíssimo presbítero com suas bailarinas:
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Eis a descrição do vídeo no Youtube: “Homenagem feita à Marilena Chauí pela Juventude da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Itaquera, por ocasião de sua participação no último dia da semana de oração na festa de Nossa Senhora do Carmo. A ilustre convidada fez uma reflexão sobre o tema “Sociedade em crise: ausência de filosofia?”. Música: Coração Cívil, Milton Nascimento”.
A diocese de São Miguel Paulista é, de fato, a casa da mãe Joana da Teologia da Libertação: neste ano, já passou por lá, em um Santuário diocesano, o nobre herege Leonardo Boff, com direito a autógrafo em livro para criança — escancarado crime de corrupção de menores:
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Igualmente, o mesmo Santuário Nossa Senhora da Paz, cujo reitor é o reverendíssimo Pe. Dimas Martins de Carvalho, se ufana de divulgar em sua página do Facebook aberrações como a que segue:
santuario
Parabéns, Dom Manuel Parrado Carral, bispo diocesano! O objetivo de destruir a Fé Católica na zona leste de São Paulo, curiosamente, a mais pobre e onde os protestantes mais fazem estragos, está sendo atingido com sucesso!