segunda-feira, 29 de julho de 2013

A Jornada Mundial da Juventude que a mídia não mostrou

Os dias em que Deus confirmou sua existência para 3,5 milhões de jovens do mundo inteiro

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Quem não pôde participar da Jornada Mundial da Juventude e teve de se contentar com as análises da mídia perdeu aspectos fundamentais desse evento que movimentou o país. É bem verdade que as lentes das câmeras conseguiram alcançar pontos importantes e, muitas vezes, belos da Jornada, mas nenhuma delas foi capaz de atingir o coração da JMJ-Rio 2013. Não obstante o clima de festa ocasionado pelo encontro, o que, de fato, marcou a alma dos jovens foi muito mais que a sensação simplista de uma viagem, mas o toque concreto com todos os artigos da fé que compõem o corpo da Igreja que é o próprio Corpo de Cristo.
A começar pela chegada dos peregrinos ao Rio de Janeiro, o Brasil e as demais partes do planeta puderam experimentar a universalidade da Igreja, desde os alegres cantos africanos à acolhida fraternal do povo carioca. Cada bandeira hasteada na praia de Copacabana revelava a dimensão da Noiva de Cristo que a acolhia e a vigiava de braços abertos de cima do Corcovado. Uma cena que deixou a Cidade Maravilhosa ainda mais... maravilhosa. Dos confins do mundo, aonde chegaram os profetas missionários de outrora, vieram as novas gerações de adoradores do Senhor, cuja única missão, concedida pelo Santo Padre, é ir novamente pelo mundo e anunciar o Evangelho a toda criatura.
O Rio de Janeiro que amargava tristes depredações e padecia sob um clima de guerra civil sem precedentes semanas atrás se convergiu num mar de pessoas que cantava louvores a Deus e pedia a intercessão da Mãe Aparecida. Imagem suficiente para arrancar lágrimas de policiais e sorrisos de bebês que, mesmo sem compreender concretamente o que lá acontecia, sabiam que era algo santo. O ódio dos protestos dos indignados foi afogado pela amor de Cristo. As profanações de meia-dúzia de coitados foram ofuscadas pela sacralidade de 3,5 milhões de batizados. De filhos do Altíssimo. De pessoas que, como pediu o Santo Padre na cerimônia de sua acolhida, botaram fé na verdade, no caminho e na vida que só se encontram em Jesus.
A Jornada Mundial da Juventude apresentou novamente às nações a pujança da Igreja e a sua capacidade de se renovar. Não, a Igreja não está morta. Pelo contrário, vive e se multiplica para além daqueles que profetizaram seu enterro e que, aliás, já estão enterrados. A história se repete e mais uma vez é a Igreja quem sai vitoriosa. Se em Madrid foram dias em que Deus parecia existir, como confessou o jornalista agnóstico Vargas Llosa, no Rio foram dias em que Ele confirmou sua existência. Diferente do que se viu dias atrás, dessa vez os jovens não saíram às ruas para depredar, mas para construir. E construir em cima da Rocha. E por isso gritavam: Esta é a juventude do Papa! Melhor, dos Papas. De Bento e de Francisco, pois a única ruptura proposta por eles é a ruptura com o pecado, não com a fé de dois mil anos como sugerem alguns teólogos mal intencionados por aí.
Os cantos que tomaram as ruas do Rio de Janeiro ainda encontrarão eco em muitos corações. Naquela praia, onde se celebrou a Missa de envio dos peregrinos, novamente exortou Jesus pela boca do Santo Padre: "Ide pelo mundo e fazei discípulos de todas as nações". E neste momento, em que muitos jovens ainda se encontram em ônibus ou aviões voltando para suas casas, também a cruz de Cristo vai com eles para indicar o caminho da Luz da Fé, a única capaz de conduzir o homem para a salvação eterna, onde as portas do inferno não prevalecerão.
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

domingo, 28 de julho de 2013

Conselho da Europa Investiga França por Abuso contra Apoiadores do Casamento

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) A França está sendo investigada por um conselho europeu por seu abuso policial contra pacíficos manifestantes pró-casamento.
O Conselho da Europa está enviando investigadores para a França para investigar a violência governamental contra as pessoas que se opõem a uma nova lei que permite o casamento de mesmo sexo. O Conselho também aprovou uma resolução reafirmando a liberdade de reunião e expressão, citando a violência contra os apoiadores do casamento na França “inclusive o uso de gás lacrimogênio em manifestantes pacíficos.”
O Comitê Monitorador mantém os membros do Conselho da Europa sob prestação de contas, principalmente com relação a direitos humanos. Esse comitê recebeu apenas 7 petições desde que foi estabelecido em 1997. O processo poderia levar a sanções contra a França.
A resolução que foi aprovada em 27 de junho nota que as manifestações pró-casamento em Paris envolveram mais de 2 milhões de pessoas.
Vídeos de policiais batendo em apoiadores do casamento estão circulando na internet. Os críticos acusam a França de prender arbitrariamente as pessoas — até mesmo os transeuntes — para reprimir a liberdade de expressão.
Um documentário mostra um amontoado de policiais dizendo: “Ele está calmo e quieto. Vamos atacá-lo por trás. O idiota nem perceberá o que está acontecendo.” Cinco policiais então partem rapidamente para cima de um jovem e o prendem.
Outro mostra Christine Boutin, ex-ministra de governo sob o ex-presidente francês Nicholas Sarkozy e o atual presidente do Partido Democrático Cristão, derrubada ao chão com gás lacrimogênio.
Nicolas-Bernard Busse, um estudante de 23 anos sentenciado a quatro meses de cadeia, está sendo mantido em confinamento solitário enquanto está aguardando seu recurso.
O presidente Francois Hollande introduziu o projeto de lei de casamento homossexual em outubro. Centenas de manifestações ocorreram desde novembro, com três imensos comícios em Paris. Manifestações improvisadas saúdam Hollande e suas autoridades em suas viagens.
Pequenas vigílias estão também sendo tratadas com respostas desproporcionais, de acordo com um relatório do Centro Europeu de Lei e Justiça (CELJ).
Quando o ministro de estado da França visitou uma faculdade local, quinze manifestantes, principalmente mulheres e crianças, foram confrontados por um grande número de policiais. Policiais derrubaram uma mulher ao chão e bateram nela. Uma mocinha deficiente também foi atacada, deixando-a sem condições de trabalhar por dez dias.
Cerca de 30 pessoas foram feridas em outra manifestação. Um testemunho vivido relatou:
“Um jovem negro é perseguido pela polícia. Em sua corrida, ele está completamente só, e portanto não representa risco nenhum, considerando o grande número de policiais presentes. Ele é apanhado rapidamente. Ele é atirado ao chão com extrema brutalidade e é surrado de forma selvagem. Sua cabeça parece esmagada pelas pernas e joelhos dos policiais que o cercam. Ele sangra. Ele encontra a força para continuar gritando, com uma voz mais e mais fraca: ‘Hollande… Sua lei… não a queremos.’ Só até que a voz dele pare, aparentemente por causa do chute da bota de um policial que esmagou a boca dele. Ele é finalmente arrastado a um carro em que ele é jogado como um pacote qualquer.”
Luca Volonte, ex-membro do Conselho da Europa, e do CELJ, que compilou testemunhos de 100 vítimas, apresentou a evidência ao Conselho. Mais de vinte deputados de diferentes partidos e nacionalidades apresentaram a resolução.
Famílias, idosos e pessoas solteiras compõem todos os protestos, que são animados. Proeminentes líderes incluem homossexuais que frisam que as crianças precisam de uma mãe e de um pai.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-Fam

Arcebispo Tutu: Prefiro ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico”

Julio Severo

O ex-arcebispo da Cidade do Cabo, que é considerado a consciência moral da África do Sul, deu na semana passada palestra no lançamento de uma campanha da ONU na África do Sul para promover direitos gays.
Desmond Tutu
“Eu me recusaria a ir para um céu homofóbico. Sem pedir desculpas, eu preferiria ir para o ‘outro’ lugar,” disse o arcebispo anglicano Tutu, conforme reportagem da BBC, no lançamento da campanha Livres e Iguais na Cidade do Cabo.
“Eu não adoraria um Deus que é homofóbico e é desse jeito que são meus sentimentos mais profundos sobre esse assunto.”
Tutu, que está com 81 anos, é um antigo batalhador da agenda gay e disse à BBC que está apaixonado por essa campanha da ONU contra a “homofobia.”
Tutu não precisaria lutar contra a “homofobia” no céu. Aliás, ele não veria nenhuma “homofobia” no céu, pois não existem homossexuais ali. Na presença de Deus há só pessoas que foram libertas de uma vida passada de pecados, inclusive a homossexualidade.
É claro que se, conforme ensinam os supremacistas gays, a “homofobia” significa criticar a homossexualidade, então Tutu não vai querer ir para céu, que está sob o governo dAquele que é o autor de todas as condenações à homossexualidade na Bíblia.
Além disso, Tutu não ficaria contente de ouvir de Deus que ele era na verdade uma consciência muito imoral para a África do Sul por seu apoio ao que Deus chama de abominação. Em Sua Palavra, esse é o nome que Deus usa para se referir à homossexualidade:
“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é.” (Levítico 18:22 ACF)
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
Deus ama os pecadores homossexuais, mas ele odeia o pecado homossexual.
No entanto, há um lugar para onde Tutu pode ir. No inferno, a campanha de Tutu seria muitíssimo necessária, pois Satanás ama a violência contra os seres humanos — todos os seres humanos — inclusive os homossexuais. No inferno, Tutu poderia lutar contra a “homofobia” de Satanás.
Satanás ama a homossexualidade, mas ele odeia os homossexuais. Na presença de Satanás há pessoas que não foram libertas de uma vida passada de pecados, inclusive a homossexualidade.
Com certeza, Tutu se sentirá a vontade no inferno e na presença de Satanás, o autor de toda violência e perseguição contra o povo de Deus que alerta os pecadores sobre seus pecados, inclusive a homossexualidade, que levam ao inferno. Satanás odeia todos os mandamentos de Deus que condenam a homossexualidade, que ele e suas religiões satânicas acolhem.
As religiões afro-brasileiras, que são semelhantes ao vodu com seus deuses e espíritos africanos, acolhem a homossexualidade e a prostituição. Essas religiões são perfeitas para Tutu e a ONU.
Em vez de ajudar as pessoas a serem libertas de seus pecados que levam ao inferno, Tutu está ajudando a ONU a manter os homossexuais em seus pecados.
Navi Pillay, diretora de direitos humanos da ONU, disse que os gays e as lésbicas na África do Sul receberam alguns dos melhores direitos legais no mundo desde que Nelson Mandela começou a governar em 1994. Hoje a África do Sul, sob o Congresso Nacional Africano de Mandela, se destaca no continente africano por sua dedicação à agenda gay.
Desmond Tutu é o presidente dos “Anciões,” um grupo composto de 12 “apóstolos.” Em conformidade com as metas da ONU, os “Anciões” fazem campanhas para que as mulheres não sejam excluídas da liderança das igrejas. Nessa mesma linha, Tutu trabalha contra a exclusão de homossexuais praticantes da função pastoral. Anos atrás, ele deu apoio à decisão da Igreja Presbiteriana da Escócia de ordenar pastores gays.
O ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso é um dos Anciões e, no Brasil, ele é um dos líderes mais importantes do partido socialista PSDB.
Tutu tem sido uma referência para alguns pastores protestantes no Brasil, inclusive os apóstatas Caio Fábio, Ricardo Gondim e Ed Rene Kivitz, que escreveu o prefácio do livro dele em português. Kivitz tem sido um dos líderes da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. O livro de Tutu em português foi lançado pela Thomas Nelson, que pertence à HarperCollins, editora da Bíblia Satânica.
Nessa esfera, Tutu está entre irmãos.
Outro seguidor de Tutu no Brasil é o Pr. Carlos Bezerra, também líder do PSDB, que recentemente foi exposto por atacar os cristãos que estão nas linhas de frente contra a agenda gay. O argumento dele é que Jesus nunca mencionou a homossexualidade de forma negativa nos Evangelhos. Ele concluiu seu argumento dizendo: “Salve, Desmond Tutu! Com ele, estou alinhado, hoje e sempre.”
A isso, Tutu responderia, “Salve para você também, irmão Bezerra! Nosso lugar Deusofóbico está nos aguardando!”

Famosa atriz pornô se converte e grava testemunho


Famosa atriz pornô se converte e grava testemunhoFamosa atriz pornô se converte e grava testemunho
Em 2010 ela foi eleita uma das maiores estrelas pornô do mundo.  Brittni Ruiz, que usou  durante anos o nome profissional de Jenna Presley, começou a dançar para ganhar um dinheiro extra quando estava no primeiro ano de faculdade, em 2005. Foi quando dois homens que estavam no clube depois de uma de suas apresentações e lhe convidaram para fazer um filme.
Aos 18 anos, ela não sabia o que a esperava. “Eu estava apenas procurando amor em todos os lugares errados”, lembra. Vinda de uma família desestruturada, pela primeira vez diz que sentiu-se valorizada. “Eu me senti tão amada naquele dia, havia uma cabelereira e uma maquiadora. Disseram que eu era bonita e que iria ser uma estrela. Nos primeiros meses, me senti bem.”
Os produtores aproveitaram seu rosto jovial e exploraram sua imagem como uma colegial, visando lucrar com as fantasias depravadas de homens por meninas mais novas. ”Era a perversão completa”, lamenta.  Lembra que chegou a trabalhar por até 60 dias sem ter uma folga, filmando duas ou três cenas de sexo por dia. Foram mais de 100 filmes estrelados por ela.
Durante sete anos viveu nesse mundo sem saber como seria o seu futuro, mas o dinheiro que ganhava a convencia a continuar, embora relutantemente. Até que conheceu Rachel Collins, missionária da XXXChurch.com, um ministério que se dedica a combater o vício da pornografia. Numa dessas convenções eróticas ela ouviu de Collins sobre o amor de Deus e ganhou uma Bíblia cuja capa dizia “Jesus ama as estrelas pornô”.
Nos primeiros anos elas mantiveram contato, mas somente no final de 2012 que Brittni deixou definitivamente a indústria de entretenimento adulto.  A mensagem do Evangelho mostrou a ela onde encontrar o amor que estava procurando durante tanto tempo.
“Eu odiava o que eu estava fazendo, mas eu ficava me perguntando o que iria fazer se saísse”, lembra. Depois de ter tomado a decisão de seguir a Cristo, no início deste ano, ela passou a trabalhar em uma empresa de limusine e ganha um salário bem menor do que estava acostumada, mas está feliz.
“Descobri que existia uma vida depois da pornografia para mim. Onde não há drogas e prostituição”. Também diz que fez algumas tentativas de suicídio, felizmente mal sucedidas. Grande parte do dinheiro que ganhou ela desperdiçou com drogas pesadas, incluindo heroína. Hoje está livre do vício.
Brittni também voltou a contatar seus pais e hoje tem um relacionamento maravilhoso com eles. Através de seu testemunho, toda a sua família vai junta à igreja. ”Minha irmã decidiu se batizar e meu irmão fez a oração de salvação depois de falarem comigo”.
Em um vídeo que fez para a XXXchurch.com, ela dá seu depoimento apelando para que as mulheres se valorizem mais, pois foram criadas por Deus do jeito que são. Também faz um apelo para que as pessoas envolvidas na indústria da pornografia reconheçam que Jesus é o Senhor de suas vidas e quer transformá-los. Com informações The Christian Post.
Assista (em inglês):

Nova lei pode punir quem defende a Bíblia

Nova lei pode punir quem defende a BíbliaNova lei pode punir quem defende a BíbliaO Conselho da Cidade de San Antonio, no Texas está analisando uma proposta que pode criar um precedente político perigoso naquele que já foi “o maior país cristão do mundo”. Esse Conselho, que funciona como as Câmaras de Vereadores do Brasil, estuda uma proposta de lei que pode discriminar e punir quem crê na Bíblia.
Sob o título de ser “contra o preconceito”, a questão principal é a punição daqueles que demonstrarem publicamente qualquer forma de preconceito. Isso incluiria qualquer coisa dita contra os homossexuais, o que seria um problema para quem defende a Bíblia.
Os cristãos da cidade já se mobilizam, pois segundo o teor divulgado da nova lei, qualquer pessoa que for enquadrada nessa legislação não poderá, por exemplo, participar do governo da cidade.
O texto divulgado da lei diz: “Nenhuma pessoa poderá ser nomeado para um cargo ou ter uma ligação contratual, se a prefeitura entender que essa pessoa tiver, antes da nomeação, envolvida em discriminação ou demonstrou preconceito, por palavra ou ação, contra qualquer pessoa, grupo ou organização, seja por causa de raça, cor, religião, nacionalidade, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, condição de saúde, idade ou deficiência”.
Ou seja, se um cristão declarar em um púlpito, numa rádio ou TV ou ainda em mídia impressa que a homossexualidade é pecado ou condenada por Deus poderá responder na justiça. Basta que um gay afirme se sentir ofendido e poderá abrir um processo alegando preconceito de “orientação sexual”. Também impediria que um cristão comprometido possa assumir qualquer cargo público na cidade, seja como conselheiro (vereador), prefeito, juiz, promotor ou algo de menor expressão. Isso incluiria pessoas que fazem negócios ou prestam serviço ao município.
Os opositores do projeto, na sua maioria líderes das Igrejas da cidade, defendem que a proposta viola os direitos de liberdade de religião, liberdade de expressão, além de contrariar a Constituição do Estado do Texas.
O pastor Charles Flowers, da Igreja Faith Outreach, é um dos líderes do movimento que tenta barrar a votação, ele disse ao site OneNewsNow que o conceito de “preconceito” é muito amplo e “pode significar qualquer coisa”. Já o pastor Steve, da Igreja Batista em Village Parkway, diz “os funcionários públicos cristãos da cidade serão muito prejudicados com isso.”
Mesmo com tanta controvérsia, o projeto será votado no mês que vem, segundo divulgou o Conselho da Cidade de San Antonio, em muitos aspectos, essa lei lembra alguns aspectos da PL 122 quetramita no Senado desde 2006.
De autoria da ex-senadora do PT, Marta Suplicy, ela “criminaliza a homofobia” e poderá ser votada ainda este ano, segundo anunciou o presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele declarou recentemente que não esperará pelos senadores da bancada evangélica que tentam barrar a votação. “O processo legislativo caminha mais facilmente pelo acordo, pelo consenso, pelo entendimento. Quando isso não acontece, tem que submeter à votação, à apreciação. É o que vai acontecer em relação ao projeto da homofobia”. Com informações WND. 

Você está preparado? Aumenta a hostilidade anticristã na Europa.


WENDY WRIGHT

Os cristãos da Europa enfrentam prisões, multas, vandalismo e penalidades profissionais devido a uma tendência crescente de intolerância social e restrições governamentais, de acordo com um recente relatório.
relatório liga a discriminação a uma onda de novas leis que de forma seletiva afetam os cristãos.
É aqueles que lutam para viver de acordo com os elevados requisitos éticos do Cristianismo que experimentam um confronto,” não os cristãos nominais que se alinham com as tendências predominantes da sociedade, diz o Dr. Gudrun Kugler.
Kugler dirige o Observatório da Intolerância e Discriminação contra Cristãos, que lançou o relatório numa conferência internacional sobre tolerância e discriminação na Albânia em maio.
Os países europeus se orgulham de estar na vanguarda dos direitos humanos, muitas vezes usando foros como o Conselho de Direitos Humanos da ONU para pressionar outros países. Contudo, o relatório revela uma explosão de novas leis que estigmatizam os cristãos e desafiam os direitos humanos internacionais como a liberdade de consciência, expressão e direitos dos pais.
Na Holanda, apesar de um direito de não participar de procedimentos médicos antiéticos, os abortos são parte do treinamento obrigatório de obstetras e ginecologistas. Um tribunal do Reino Unido (RU) ordenou que duas parteiras católicas supervisionassem outras parteiras cometendo abortos.
A Suécia não permite nenhum direito de consciência para profissionais da saúde, parteiras, estudantes de medicina ou farmacêuticos.
Os escrivães civis da Irlanda podem ser presos por até seis meses se não celebrarem cerimônias de mesmo sexo. Igrejas podem ser multadas por não permitirem que sua propriedade seja usada para celebrações de mesmo sexo.
França proíbe discursos negativos contra a homossexualidade. Os pregadores cristãos de rua, manifestantes pró-vida e um casal cristão numa conversa particular foram acusados de violar uma lei inglesa contra palavras ou conduta “com probabilidade de provocar importunação, susto ou angústia.”
Embora as marchas de orgulho gay sejam permitidas, o direito dos cristãos se associarem é visto com suspeita. Protestos silenciosos, aconselhamento e orações na frente de clínicas de aborto podem resultar em prisões por assédio na Áustria.
Os donos de uma pensão cristã na Inglaterra foram multados por não alugarem um quarto em sua casa, onde eles vivem com seus filhos, para uma dupla homossexual. A Holanda exige que os órgãos governamentais quebrem contratos com entidades particulares que objetam participar de uniões homossexuais.
Um médico cristão na Inglaterra foi demitido por mandar por e-mail uma oração aos colegas. Um juiz deu o veredicto de que os cristãos não têm nenhum direito de se abster do trabalho nos domingos afirmando que não é “um componente essencial” de suas convicções.
Os pais têm o direito universal de educar seus filhos. Entretanto, a educação escolar em casa é criminalizada na Alemanha, enquanto a Áustria ameaça tirar os filhos das famílias. A educação sexual explícita da Suécia é obrigatória para crianças, onde uma menina de 11 anos fez dois abortos sem o consentimento de seus pais.
O relatório pressupõe que essas leis estimulam um clima hostil que permite impunidade aos ataques.
Um artista da Eslovênia colocou fogo numa cruz — o mesmo ato que ele cometeu 10 anos antes, mas foi inocentado no tribunal. Uma livraria católica na França sofreu vandalismo 26 vezes sem nenhuma resposta das autoridades públicas ou meios de comunicação. A Associação Polonesa de Futebol proibiu cruzes e Bíblias como “materiais racistas e xenofóbicos.”
Na França, 84% dos vandalismos em 2010 foram contra lugares cristãos. Uma cidade da Espanhaproibiu um bispo de eventos oficiais da cidade por criticar os estilos de vida homossexuais.
“Os cristãos não estão pedindo tratamento especial,” disse Gary Streeter, membro do Parlamento da Inglaterra, “mas estamos buscando oportunidades iguais, para que convicções sinceras recebam espaço igual em nossas leis e em nossa sociedade.”
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/35534

Bebê com anencefalia é levada ao palco da JMJ Rio 2013 na Missa de Envio

RIO DE JANEIRO, 28 Jul. 13 / 12:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu um bebê com anencefalia durante a Missa de Envio da Jornada Mundial da Juventude. O pai levou a menina nos braços, vestindo uma camiseta que dizia “Pare o aborto”. Sua presença deu uma poderosa mensagem contra o aborto no Brasil.
No sábado, depois de deixar a Catedral São Sebastião, onde celebrou a missa com bispos e sacerdotes, o Papa Francisco encontrou esse casal, que lhe apresentou a filha recém-nascida com anencefalia, uma má formação que envolve parte ou a ausência total do cérebro.
Nos casos de anencefalia os bebês morrem pouco depois de nascer, mas esta recém-nascida segue viva, contra todas as probabilidades.
Em 26 de julho, Carlos Polo, diretor do escritório na América Latina do Population Research Institute (PRI), advertiu sobre o projeto de lei PLC 3/2013, que permitirá a distribuição de uma droga abortiva em todo o sistema de saúde do país. Papa entrar em vigor, o projeto necessita apenas da aprovação da presidente da república, Dilma Rousseff.
Rousseff poderia sancionar a lei assim que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 e a visita do Papa Francisco ao Brasil terminarem.
Polo esclareceu que os grupos abortistas acharam conveniente esperar a ocasião em que os católicos estariam com o Santo Padre e os deputados estariam de férias, até 5 de agosto. “Estamos nos mobilizando nas redes sociais, pedindo aos jovens pró-vida da JMJ que usem uma gravata amarela para expressar que o Brasil defende a vida. A mesma mão que vai apertar a mão do Papa Francisco não deve assinar um projeto de lei que acabaria com a vida de muitas crianças não nascidas”, concluiu.
O pronunciamento completo se encontra em: http://www.lapop.org/#panel-1
Se quiserem aderir ao pronunciamento, envie seu nome, instituição e função para vida.brasil@lapop.org
Para compartilhar e espalhar esta nota através do twitter usem as hashtags:
#DefendeaVidaJMJ #Brasil #PLC3/2013 (Português)
#DefiendeLaVidaJMJ #Brasil #PLC3/2013 (Espanhol)
#StandForLifeWYD #Brasil #PLC3/2013 (Inglês)

sábado, 27 de julho de 2013

Sinal dos Tempos: Mercado faz hóstia virar doce e tratamento com fonoaudiólogo


26.07.2013 -
n/d
Doceria do Rio usa hóstias na receita de cajuzinho
Antes de uso restrito às celebrações católicas, a hóstia deixou de ser um artigo destinado às igrejas e aos mosteiros. O produto hoje é requisitado por doceiras, que exploram o sabor da rodelinha de farinha de trigo e água, e por fonoaudiólogos, que descobriram uma utilidade terapêutica para a massinha que gruda no céu da boca.
No ateliê de doces Ana Foster Chocolates, do Rio de Janeiro (RJ), a dona do negócio, Ana Foster, afirma que são produzidas 2.400 unidades de doces com hóstia por semana. A variedade inclui brigadeiros, cajuzinhos, doce de leite e doce de ovos. O preço para cada um é R$ 1,80.
Em cada doce, são utilizadas duas hóstias, formando uma espécie de "sanduíche". Segundo a empresária, as rodelas de farinha e água ajudam a quebrar o sabor adocicado de suas receitas.
"Um produto menos adocicado também fica menos enjoativo. A maior motivação para utilizarmos hóstias nos doces, no entanto, foi para nos diferenciarmos no mercado."
Segundo Foster, os doces com hóstias representam quase 50% dos ganhos da empresa. A maior parte das vendas é feita para casamentos. "Por mês, chegamos a utilizar 20 mil hóstias em nossos produtos", declara.
Nas celebrações católicas, a hóstia é considerada o corpo de Jesus Cristo e, somente após a bênção do padre, torna-se um alimento sagrado. Foster acredita que, por usar o produto sem a bênção, não está desrespeitando a igreja.
No entanto, para o diretor da faculdade de teologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Valeriano Costa, o uso da hóstia nos doces pode ofender alguns consumidores mais religiosos.
"Não há nenhuma proibição quanto ao uso da hóstia para outros fins. Porém, por conta da simbologia do alimento, o consumo fora da igreja pode ser visto como desrespeito à religião católica", diz.
Produto auxilia em tratamento fonoaudiológico
Na fonoaudiologia, a hóstia é utilizada para o tratamento de dificuldades de fala, mastigação e respiração, segundo a fonoaudióloga Laura Davison Mangilli.
"A hóstia tem a capacidade de grudar no céu da boca e nas bochechas. Essa adesão faz com que o paciente possa realizar os exercícios indicados pelo terapeuta com mais precisão", diz.
Visita do papa aquece venda de hóstias
A vinda do papa Francisco ao Brasil para participar da JMJ (Jornada Mundial da Juventude) aqueceu a venda de hóstias. Na fábrica Nossa Senhora de Fátima, em Ponte Nova (MG), foi encomendado 1,5 milhão de unidades para servir os fiéis na capital fluminense.
Segundo o gerente administrativo da empresa, Ary Brum Júnior, 35, o pedido gerou um aumento de 10% nas vendas. "Já operamos no limite da nossa capacidade, por isso não pudemos aceitar mais encomendas", afirma.
O empresário, que é católico, diz que os organizadores do evento fizeram o primeiro contato com ele em dezembro de 2012. Depois, foi preciso enviar amostras ao Rio de Janeiro para o produto ser aprovado.
"Saber que a nossa hóstia estará nas mãos do papa é uma sensação indescritível. Estamos muito felizes com esta oportunidade", declara.
Segundo Brum Júnior, para começar o negócio, em 1995, foi preciso investir R$ 30 mil, recurso obtido por meio de financiamento bancário. Em 18 anos, a empresa já investiu mais R$ 2 milhões para ampliar a produção.
O fundador da fábrica foi o pai do empresário, Ary Brum, que hoje, aos 85 anos, ainda ajuda na produção fazendo o corte das hóstias.
De acordo com o empresário, a fábrica produz 40 milhões de hóstias por mês. Um pacote com mil unidades de 3,3 cm (usadas nas celebrações católicas) custa R$ 5. O faturamento mensal é de R$ 200 mil.
Hoje, a fábrica tem 1.074 clientes fixos, entre paróquias, dioceses (que distribuem as hóstias para as igrejas da cidade) e fonoaudiólogos –menos de 1% do total.
"Já recebi pedidos de empresas que queriam usar hóstias para fazer doces, mas recusei porque acredito que esse não é o objetivo do meu produto", afirma.
Apesar da alta nas vendas com a visita do papa, Brum Júnior afirma que o mercado de hóstias é muito restrito e com poucas chances de crescimento.
"Hoje, para uma fábrica entrar no mercado, ela precisa oferecer um produto melhor e mais barato do que o existente. Caso contrário, um padre que compra há mais de dez anos do mesmo fornecedor não vai querer mudar", declara.
Além disso, o empresário diz que as variações no preço da farinha de trigo afetam diretamente o caixa da empresa. Atualmente, a Argentina, maior fornecedora do cereal para o mercado brasileiro, enfrenta uma escassez do produto, que se reflete também no Brasil.
"O saco da farinha pode custar R$ 60 hoje e, no mês seguinte, mais de R$ 100. Não posso repassar essa alteração de preço todo mês para meus clientes. Há épocas em que lucramos mais e outras em que fechamos quase no vermelho."
Para a consultora do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e às Pequena Empresa), Beatriz Micheletto, se o empresário modificar constantemente o preço do produto pode perder clientela. "Algumas igrejas têm verba contada para tudo. Se o preço da hóstia subir, elas podem ficar sem condições de comprar ", diz.
Segundo Micheletto, por ser um produto de baixo custo, a hóstia só trará retorno se a empresa tiver uma carteira de clientes numerosa ou, pelo menos, clientes que comprem em quantidade elevada.
"Vender pacotes avulsos não vai manter o negócio. Por isso, é importante estudar o mercado e saber quem vai ter interesse em comprar este tipo de produto."
A consultora do Sebrae-SP afirma, ainda, que o mercado religioso é muito restrito. A maioria das paróquias e dioceses já tem seus fornecedores fixos. A alternativa, neste caso, é buscar espaço em outras áreas.
"O uso de hóstias na gastronomia está crescendo. Pode ser uma boa para as fábricas fornecerem para esse segmento também, e não ficarem limitadas só às igrejas."
Fonte: UOL noticias

Era ateia e budista. Na busca pela VERDADE, encontrei a Igreja Católica.


Encontrou Deus lendo sobre o Genoma
Pablo J. Ginés/ReL – religionenlibertad.com
“Nunca quis ser católica, nem sequer queria ser cristã. Quando meu marido me convenceu de que me somasse em sua busca espiritual há 15 anos, através de religiões grandes e pequenas, o fiz sobretudo por contentá-lo”, explica a norte-americana Misty em seu testemunho de CatholicSistas.
Eu estava vivendo há mais de dez anos como uma atéia declarada, não podia pensar que existisse A Verdade, nem muito menos que se pudesse encontrar. Não podia aceitar que Deus fosse real”, recorda do início de seu itinerário.
Até Deus, lendo sobre o genoma
“Um dia, lendo um artigo sobre o projeto genoma humano -eu escrevia sobre temas técnicos- senti a necessidade de contemplar minha mão. O que antes era uma engenhosa máquina de carne e osso agora se revelava como um puro milagre da criação. Foi exatamente nesse momento: um segundo antes eu era atéia; no seguinte, era crente. Soube com absoluta certeza que só um desenhista inteligente (Deus) podia ter criado algo tão maravilhoso como eu”.
Porém uma coisa é o deus dos deístas (Que ou aquele que crê em Deus sem aceitar religião nem culto….), um relojoeiro que põe em marcha a Criação e se retira, irrelevante na vida, e outra coisa é um Deus pessoal que intervém e se relaciona com suas criaturas.
Misty tinha amigos meramente deístas, mas para ela “era impensável que Deus criasse um universo glorioso, com gente assombrosa, como meu esposo, para depois retirar-se. Dava-me conta de que a beleza que enchia de lágrimas meus olhos inclusive quando era ateia podia interpretar-se só como um cuidado pessoal de um Deus que ama e se deleita com sua criação. Criou a terra majestosa, nos deu a alegria da música e uma mente para apreciá-la, não tinha sentido que o fizesse para dar-lhe as costas”.
A busca pelo Deus Pessoal
“Assim que meu esposo agnóstico e eu começamos a fazer perguntas as pessoas que diziam saber algo de Deus: os crentes. Todos os crentes. Cada vez que encontrávamos uma pessoa de fé, lhe convidávamos a jantar e respeitosamente lhe assediávamos com perguntas. Visitamos suas igrejas e templos, fomos ao seu culto, líamos’ ad nauseam’ sobre o que acreditavam e porque e como vivian suas crenças”.
“O que a princípio mais nos atraía era o budismo, sem dúvida porque celebridades proeminentes de Hollywood faziam dele uma religião ´cool´. Mas em que pese a nossos melhores esforços, não conseguimos aceitar que o budismo fosse verdadeiro”, explica Misty.
Ela e seu marido tinham aceitado a lógica da postura pró-vida poucos anos antes. “Inclusive quando era ateia via que se tratava de um tema de direitos humanos. Então nos perturbou escutar a uma budista que dizia respeitar toda a vida mas nos descreveu como ajudava em abortos”.
Um budismo de moral relativista
O budismo oferecia uma moral relativista: “tal coisa só é má se for má para ti”. “Isto não nos encaixava: ou o aborto é mau em todos os casos porque tira uma vida humana, ou não é mau nunca. A ideia de que a moralidade de uma ação se baseia no que eu quero que seja bom ou mau parecia simplesmente um self-service ridículo. Estremecia-nos imaginar um mundo no qual as pessoas decidissem por si mesmas se matar, roubar ou mentir está bem ou mal”.
Também, no centro budista de seu bairro, quando traziam algum mestre importante, cobravam várias centenas de dólares por um retiro espiritual de poucos dias. “A sabedoria de seus santos viventes vinha no geral com um preço caro na etiqueta”. Para o marido de Misty isto era um argumento eliminatório: a sabedoria, a verdade, também devia ser acessível aos pobres.
Para Misty não lhe convencia o ‘Mais Além budista’. Inclusive se alguém é um budista muito virtuoso e purificado, ao final a recompensa consiste em renunciar a todo “eu” ao entrar no NirvanaPara isso podem ser necessárias muitas reencarnações… onde tampouco se mantém teu “eu”, tua pessoaNo cristianismo, o indivíduo mantém seu “eu”, sua personalidade e individualidade, seu ser Pedro ou Susana, inclusive em união com Deus. No budismo, tudo isso (ou melhor, a pessoa) desaparece. “Pensava nas pessoas que eu amava e me parecia terrível imaginar que o que lhes faz ser quem são -sua alma- desapareceria”. Não era atrativo.
Um mórmon que amava Cristo
Misty, grande amante de café, fazia piadas a respeito do Mormonismo, que proíbe esta substância por criar certo grau de dependência. Mas convidaram uma família mórmon para comer em casa. “Depois dos budistas, era um prazer poder voltar a servir carne”, disse Misty. Atraíam-lhes por seu sentido de comunidade e sua defesa da vida e da família.
O pai daquela família mórmon foi a primeira pessoa que lhes falou de Jesus Cristo com paixão, com um amor palpável por Ele.
“Tinha uma relação pessoal com Jesus. Era como ler sobre Abraham Lincoln toda tua vida e descobrir de repente que está vivo ainda, de verdade, e que pessoas que conheces são seus amigos”, explica Misty. Assim “foi um mórmon que nos fez dar conta de que a chave era Jesus”.
Misty e seu marido, no entanto, tinham lido muito sobre a história de Joseph Smith e a fundação do mormonismo. Não podiam aceitar que Smith fosse de verdade um profeta de Deus.
Católicos tíbios, evangélicos entusiastas
Decidiram buscar entre os amigos de Jesus: os protestantes. E os católicos? Misty tinha uma companheira de trabalho católica que ia à Missa todo domingo mas dizia que “não necessito crer em todas essas coisas sobre Jesus; eu gosto da ideia de que Deus veio para viver conosco mas não me importa se aconteceu de verdade ou não”. Conheciam dois jovens católicos que se eram respeitosos com sua fé, mas muito silenciosos, não falavam disso.
Em troca os evangélicos que conheciam eram entusiastas, lhes convidavam para eventos, lhes acompanhavam e acolhiam enquanto cruzavam a porta de seus locais e antes. Pelo contrário, mesmo decidindo ir várias vezes à Missas católicas, nunca ninguém na Missa lhes recebeu, lhes acolheu nem se apresentou para saudar-lhes. “De fato, uma vez que nos aproximamos de um sacerdote para perguntar se podíamos fazer-lhe perguntas sobre a fé nos disse, entediado: ´chamai a Diocese´”, recorda Misty.
Em Fairfax, Virgínia, viveram pela primeira vez o que era uma Páscoa vibrante, intensa, numa congregação evangélica “ardente” . “Sentias-te como num concerto de rock, era gente alegre por ser cristã”, reconhece.
Cada pastor, uma doutrina diferente
Grande sentido de comunidade, como os mórmons. Mas, e a doutrina? Convidaram para jantar muitos pastores diferentes… e cada um ensinava uma doutrina distinta, mesmo todos dizendo estarem “baseados na Bíblia”. Um pastor episcopal lhes dizia que o aborto nunca é aceitável; outro lhes dizia que às vezes sim. O mesmo com a ordenação de mulheres, o matrimônio de divorciados, etc…
“Quanto mais líamos a História do Cristianismo, mais nos dávamos conta de que as igrejas protestantes tinham mudado ‘A Verdade’ pelo que fosse culturalmente aceitável em sua época. E se ‘A Verdade’ existia, sabíamos intuitivamente que não se decidia por comitê”.
Católicos, como os primeiros cristãos
Assim passaram a estudar a história do catolicismo. “Lemos que os primeiros católicos, apenas 100 o 200 anos depois de Jesus, já acreditavam na Eucaristia como o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus; acreditavam no batismo de crianças. Na confissão, no purgatório, no inferno. Eram contra o aborto e, sim, também contra a anticoncepção. Vimos que o cânon da Bíblia coletou porque os livros apoiavam a tradição oral da Igreja, e não o contrário”.
Essa consistência histórica, o conservar as doutrinas, lhes levou ao catolicismo apesar dos exemplos pouco inspiradores de católicos que conheciam.
Eles estavam dispostos a seguir ‘A Verdade’ onde estivesse: a raspar a cabeça como os budistas ou mudarem-se para Utah com os mórmons. E descobriram que o catolicismo é exigente: “nunca mais mentir, nunca mais fofocar, ir à Missa todo domingo depois de muitos anos de dedicá-los a dormir, renunciar à anticoncepção pela método natural da fertilidade.”
Fizeram-no, convencidos de que para converter-se a Cristo tinham que converter-se aos ensinamentos de Cristo na Igreja.
“Jesus esteve sempre aqui, conduzindo-nos por este caminho, assegurando que tivéssemos a graça para encontrar a verdade, aceitá-la e viver segundo ela”, conclui Misty.
Atualmente ela vive no Alaska cuidando e educando seus cinco filhos.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/35389

“Não se imponha a verdade sem caridade, mas não se sacrifique a verdade em nome da caridade”. (Sto Agostinho)


A verdade e a caridade são duas virtudes fundamentais para a nossa salvação. Uma não pode ser vivida sem a outra, desprezando a outra, pois uma perde o seu valor se não observar a outra.  Sem verdade não há verdadeira caridade e não pode haver salvação.
São Paulo disse que “a caridade é o vínculo da perfeição” (Col 3, 4) “A ciência incha mas a caridade edifica” (1Cor 8,1) “A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei” (Rom 13, 10) “Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade” (1 Cor 16, 14); “Mas, pela prática sincera da caridade, cresçamos em todos os sentidos, naquele que é a cabeça, Cristo.” (Ef 4, 15).
São Paulo mostra a excelência da caridade: “Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.” (1 Cor 13, 2).
Se “Deus é amor”, como disse São João, da mesma foram Ele é a Verdade. “Eu sou a Verdade” (Jo 14,6). O Antigo Testamento atesta: Deus é fonte de toda verdade (Pr 8,7; 2Rs 7,28). Sua Palavra é verdade. Deus é “veraz” (Rm 3,4). Em Jesus Cristo, a verdade de Deus se manifestou plenamente. “Cheio de graça e verdade” (Jo 1,14), Ele é a “luz do mundo” (Jo 8,12). “Para que aquele que crê em mim não permaneça nas trevas” (Jo 12,46).
São Paulo disse a SãoTimóteo que “Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4). Deus quer a salvação de todos pelo conhecimento da verdade. O nosso Catecismo afirma com todas as letras: “A salvação está na verdade. Os que obedecem à moção do Espírito de verdade já estão no caminho da salvação; mas a Igreja, a quem esta verdade foi confiada, deve ir ao encontro do seu anseio levando-lhes a mesma verdade.” (CIC §851)
“A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3,15); Paulo deixa claro para Timóteo. Sem a Igreja o edifício da verdade não para de pé. Por isso recomenda ao seu precioso bispo que  guarde com zelo o bom “depósito da fé”  (fidei depositum). “Guarda o precioso depósito, pela virtude do Espírito Santo que habita em nós.” (II Timóteo 1,14).
O mesmo recomenda ao bispo SãoTito: “… firmemente apegado à doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a sã doutrina e rebater os que a contradizem.” (Tito 1,9).
“O teu ensinamento, porém, seja conforme à sã doutrina.” (Tito 2,1). “… e mostra-te em tudo modelo de bom comportamento: pela integridade na doutrina, gravidade” (Tito 2,7).
Sem esta “sã doutrina” não existe salvação. Quando Jesus terminou o discurso… “a multidão ficou impressionada com a sua doutrina” (Mt 7,28). E ele recomendava: “Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas”. (Mt 11,29)
Os discípulos viviam segundo esta verdade de Deus. “Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações”. (At 2, 42)
Jesus mostrou toda a força da verdade. “Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus.” (Jo 3, 21)
“Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade (Jo 4, 23-24). Por isso a Igreja ensina a “lex credendi, lex orandi” (como se crê se reza). “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,23).
Jesus mostrou o perigo de se desviar da verdade, porque a mentira vem do Mal: “Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.” (Jo 8,44)
Muitos não quiseram ouvir a verdade de Jesus,como hoje: “Mas eu, porque vos digo a verdade, não me credes. Quem de vós me acusará de pecado? Se vos falo a verdade, por que me não credes? (Jo 8,46)
Jesus mostrou aos discípulos na última Ceia, que o Espírito Santo é a fonte da Verdade; e é Ele que conduzirá a Igreja `a “plenitude da verdade” em relação à doutrina.
“É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.’ (Jo 14, 17)
“Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim” (Jo 15, 26). “Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16, 13).
A verdade de Jesus santifica: “Santifica-os pela verdade. A tua palavra é a verdade” (Jo 17,17). “Santifico-me por eles para que também eles sejam santificados pela verdade” (Jo 17,19). Por tudo isso, Jesus veio ao mundo para dar testemunho da verdade: “Perguntou-lhe então Pilatos: És, portanto, rei? Respondeu Jesus: Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a minha voz” (Jo 18,37).
Muitos querem apenas o “Deus que é Amor”, mas se esquecem do Deus que é também a Verdade. Esta é uma “porta estreita ” que muitos não querem entrar, mas é a “porta da vida”. (Mt 7,13). A Igreja é muitas vezes criticada exatamente porque não abre mão da verdade. Não aceita fazer a caridade sem observar a verdade. Paulo VI disse que o mal do mundo é “propor soluções fáceis para problemas difíceis”. São soluções que não resistem a uma análise ética e moral porque não respeitam a verdade revelada.
Santo Agostinho recomendava com sua sabedoria e santidade: “Não se imponha a verdade sem caridade, mas não se sacrifique a verdade em nome da caridade”.
A verdade norteia o bom uso da caridade, para que ela não se desvirtue. Não se pode “fazer o bem através de um fim mal”, ensinava São Tomás de Aquino. Não se pode, por exemplo, usar o narcotráfico para arrecadar fundos para a caridade. Não se pode usar uma “camisinha” para evitar a AIDS ou fazer contracepção, porque o meio é mau. Não se pode promover a justiça através da luta de classes, do desrespeito às leis.  Os fins não justificam os meios. E isto acontece quando a caridade é vivida sem observar a verdade.
Sem a verdade a caridade é falsa, e não pode haver salvação.
Prof. Felipe Aquino

Fotos da profanação na catedral de Santiago de Chile.



















Assista esse vídeo: Esta é a Igreja Católica, bonito demais.


Alô, é da CNBB?

“Não é a criatividade pastoral, não são as reuniões ou planejamentos que garantem os frutos, mas ser fiel a Jesus”.

59992_439283412846378_1072449794_nChamados por Deus. É importante reavivar em nós esta realidade que, frequentemente, damos por descontada em meio a tantas atividades do dia a dia: “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi”, diz-nos Jesus (Jo 15,16).Significa retornar à fonte da nossa chamada.
No início de nosso caminho vocacional, há uma eleição divina. Fomos chamados por Deus, e chamados para permanecer com Jesus (cf. Mc 3, 14), unidos a Ele de um modo tão profundo que nos permite dizer com São Paulo: “Eu vivo, mas não eu, é Cristo que vive em mim” (Gal 2, 20). Este viver em Cristo configura realmente tudo aquilo que somos e fazemos.
E esta “vida em Cristo” é justamente o que garante a nossa eficácia apostólica, a fecundidade do nosso serviço: ‘Eu vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16). Não é a criatividade pastoral, não são as reuniões ou planejamentos que garantem os frutos, mas ser fiel a Jesus, que nos diz com insistência: “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós” (Jo 15, 4).
[...] Chamados a promover a cultura do encontro. Em muitos ambientes, infelizmente, ganhou espaço a cultura da exclusão, a “cultura do descartável”. Não há lugar para o idoso, nem para o filho indesejado; não há tempo para se deter com o pobre caído à margem da estrada. Às vezes parece que, para alguns, as relações humanas sejam regidas por dois “dogmas” modernos: eficiência e pragmatismo. Queridos Bispos, sacerdotes, religiosos e também vocês, seminaristas, que se preparam para o ministério, tenham a coragem de ir contra a corrente.

Manifestantes quebram imagens sacras na Praia de Copacabana.


Grupo protesta contra a Igreja quebrando imagens sacras Foto: Marcelo Tasso / AFP

RIO — Manifestantes que participam da "Marcha das Vadias" na tarde deste sábado quebraram imagens sacras na Praia de Copacabana, onde milhares de peregrinos aguardam o início da vigília da Jornada Mundial de Juventude (JMJ). A ação partiu de um casal que estava pelado, tampando os órgãos sexuais com símbolos religiosos, como um quadro com a pintura de Jesus Cristo. Esculturas de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima foram destruídas. Em um ponto do protesto, eles juntaram cruzes, jogaram camisinhas em cima e começaram pisar nos artigos religiosos. Um dos manifestantes chegou a botar um preservativo na cabeça de Nossa Senhora.
Fonte: O Globo