quinta-feira, 18 de julho de 2013

EUA: Bispo retira título de “católico” a hospital ante o risco de práticas anti-vida

Hospital Saint Vincent
WASHINGTON DC, 18 Jul. 13 / 07:21 am (ACI).- Ante a mudança de administração no Hospital Saint Vincent, na Pensilvânia (Estados Unidos), com a qual não poderá assegurar nenhuma garantia de que não se "promova ou condene práticas anticoncepcionais ou esterilizações diretas", o Bispo de Erie, Dom Lawrence Persico decidiu que este centro médico não será mais considerado como "uma instituição católica".
O hospital Saint Vincent, até agora administrado pelas Irmãs de São José do Noroeste da Pensilvânia, passará ao poder da empresa Highmark Inc. Entretanto, as religiosas continuarão realizando seu trabalho pastoral no centro médico.
Em um comunicado publicado no site da diocese, Dom Persico assinalou que "com esta mudança de propriedade, não há mais nenhuma garantia de que todos os aspectos das Diretivas Éticas e Religiosas para os Serviços do Cuidado da Saúde Católicos, publicado pela Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, serão seguidos como o foram no passado".
"As diretivas estipulam que as instituições e hospitais católicos não podem promover ou consentir práticas anticoncepcionais ou a esterilização direta de homens ou mulheres", indicou o Prelado.
"Não temos uma garantia de que estes procedimentos não serão consentidos ou realizados".
Dom Persico assinalou que "por conseguinte, as Irmãs de São José e seus superiores entendem e sabem que não posso mais chamar como instituição católica ao Sistema de Saúde Saint Vincent".
"Como bispo da diocese, tenho a responsabilidade, como pastor, mestre e sacerdote, de informar aos fiéis desta decisão".
O Bispo também agradeceu às Irmãs de São José do Noroeste da Pensilvânia pelo "longo e reconhecido ministério de serviço que ofereceram ao noroeste da Pensilvânia desde 1875".
"Seu trabalho foi heroico, provendo cuidado da saúde aos pobres, doentes e moribundos, e sempre estaremos agradecidos por seu cuidado à semelhança de Cristo", indicou.
Dom Lawrence Persico sublinhou que "isto não significa que os católicos não possam fazer uso dos serviços do Sistema de Saúde Saint Vincent; mas com esta mudança de propriedade, já não pode ser considerado um hospital católico, de acordo às Diretivas Éticas e Religiosas para os Serviços do Cuidado da Saúde Católicos".
Em declarações para o Grupo ACI, o Presidente da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (FIAMC), José María Simón Castellví, comentou que a decisão do Bispo norte-americano é "uma decisão valente".
Consultado sobre se existiria um parecido entre o hospital americano e o Hospital San Pablo, em Barcelona (Espanha), onde se realizariam abortos apesar da presença do Arcebispado Barcelona na direção do centro médico, o também membro do Pontifício Conselho para os Agentes Sanitários (Pastoral da Saúde) precisou que o caso do hospital espanhol é "distinto", já que não é propriamente "um hospital católico".
"O conselho da catedral tem a terceira parte", explicou, embora, assinalou que "é certo que há uns compromissos assinados de respeitar a maneira de fazer da Igreja" no hospital San Pablo.
O Arcebispo de Barcelona, Cardeal Lluís Martínez Sistach assegurou repetidamente que no Hospital San Pablo não se realizam abortos, o que levou a que o Dr. Simón Castellví assinalasse em janeiro deste ano que "provavelmente tenham enganado ao senhor Cardeal de Barcelona".
"Dizem ao Cardeal que os do (hospital) San Pablo são abortos terapêuticos, que a boa medicina hoje afirma que nunca existem, nem na África Subsaariana, ou que são abortos indiretos, quer dizer, que não se desejam, mas acontecem", indicou nessa ocasião.
Por sua parte, o Pe. Custodio Ballester, pároco da Imaculada Concepção do Hospitalet de Llobregat em Barcelona, e um dos primeiros em denunciar as práticas anti-vida no Hospital San Pablo e outros centros médicos de Barcelona com presença da Igreja, assinalou ao Grupo ACI que "os testemunhos sobre os abortos e a experimentação com embriões são contínuos no hospital".
Se a Igreja "faz parte da sua direção, não pode haver nele abortos. Se houver abortos neste hospital, a Igreja não pode fazer parte de seus mais altos órgãos diretores", assinalou.

Bebê com síndrome de Down se salva do aborto graças a usuários do Facebook

O pedido publicado no Facebook para salvar o bebê
WASHINGTON DC, 18 Jul. 13 / 12:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao ficar sabendo que um casal planejava abortar seu bebê que nasceria com síndrome de Down, a paróquia católica da Santa Trindade em Gainesville, estado da Virginia (Estados Unidos) apressou-se para procurar na rede social Facebook quem poderia adotá-lo, obtendo às poucas horas mais de mil casais dispostos a fazê-lo.
Se não encontravam um casal disposto a adotar o bebê, nesse mesmo dia seria abortado, indicou o Pe. Thomas Vander Woude, pároco da Santa Trindade.
Entretanto, às poucas horas de realizada a publicação no Facebook, centenas de casais de diversas partes do mundo contataram à igreja para oferecer-se como pais adotivos.
"É realmente bonito" assegurou o sacerdote, pois "tínhamos este bebê não nascido com deficiência e todas estas pessoas se ofereceram a cuidá-lo quase imediatamente. É realmente um testemunho da bondade das pessoas".
A paróquia inclusive teve que procurar pessoal adicional para atender as ligações de países como Holanda, Porto Rico e Canadá.
Ao dia seguinte da publicação, uma agência local de adoções apresentou ao casal três famílias candidatas para adotar seu bebê.
Em declarações recolhidas pela CNN, Martha Drennan, diretora de Formação da Fé em Adultos e Liturgia da paróquia, assinalou que "deve haver mais de 1000 casais interessados em adotar o bebê", e assegurou que a paróquia recebeu mais de 600 correios eletrônicos sobre a adoção da criança com síndrome de Down.
Geraldine Erikson, que publicou a mensagem no Facebook, remetendo os interessados ao correio do Pe. Vander Woude, assegurou que "foi muito emocionante ver todas essas pessoas oferecendo-se para dar voz a esse bebê, para dar-lhe uma vida".
O presidente da Sociedade Nacional para a Síndrome de Down dos Estados Unidos, Jon Coleman, destacou que "ver que há tantas famílias que valorizam a uma criança que tem síndrome de Down como a qualquer outra criança e que o querem criar como próprio é uma chamada de atenção para nossa sociedade".
"As pessoas que tem síndrome de Down estão conseguindo grandes avanços para viver mais independentemente, para assistir à universidade e trabalhar. Com o apoio adequado, podem fazer muito", assegurou.

Assista esse vídeo: Will Smith é chamado de ‘homofóbico’ por rejeitar beijo na boca de um homem, forçado.

Estudos confirmam benefícios para a sociedade do Matrimônio e sua diferença – nos resultados sociais- da “coabitação”


Casamento e compromisso: a diferença que uma aliança faz

Estudos confirmam que a coabitação não é proveitosa para a sociedade
Por John Flynn, LC

O aumento do número de casais coabitando nos últimos anos pode levar à conclusão de que casar não faz diferença: esta suposição, porém, não é corroborada por alguns estudos recentes sobre casais.No mês passado, a Rand Corporation lançou um estudo intitulado “Intensidade da Coabitação e do Casamento: Consolidação, Intimidade e Compromisso”, de Michael Pollard e Kathleen M. Harris.
Os dois pesquisadores estudaram várias fontes de dados sobre os casais unidos em matrimônio e aqueles que coabitam sem estar casados.
No tocante à consolidação, o estudo revela que apenas 16,1% das mulheres que coabitam afirmam ter contas bancárias conjuntas com o parceiro, em contraste com 68,5% das mulheres que coabitaram antes de se casar e com 72,1% das mulheres casadas que não coabitaram antes do casamento.
Apenas 40,1% das mulheres que coabitam afirmam ter adquirido em conjunto com o parceiro bens ou serviços superiores a 500 dólares, contra mais de 80% das mulheres casadas (com ou sem coabitação precedente).
No âmbito da intimidade, o relatório encontra resultados semelhantes: os parceiros que coabitam relatam níveis significativamente mais baixos de intimidade em comparação com os casais unidos em matrimônio.
No tocante ao compromisso, os parceiros que coabitam também atingem níveis mais baixos que os casados. Nas uniões livres, há muito menos certeza sobre a duração do relacionamento e, portanto, o nível de compromisso é menor, em particular por parte dos homens.
“Vistos em conjunto, os resultados indicam uma nítida diferença de intensidade da relação entre a coabitação e o casamento”, conclui o estudo.
A Fundação Inglesa do Casamento (England’s Marriage Foundation) também observa uma diferença substancial entre os parceiros casados e os que apenas coabitam.
Em “O Mito das Relações Estáveis ​​de Longo Prazo Fora do Casamento”, estudo de Harry Benson publicado em 22 de maio, a fundação britânica demonstra que os parceiros não casados raramente conseguem garantir um lar sólido e estável para os filhos.
O relatório afirma que 45% dos adolescentes entre 13 e 15 anos não vivem com ambos os pais. Dos adolescentes que ainda vivem numa família unida, 93% têm os pais casados.
“De acordo com o que é mostrado pelo relatório, o governo tem ignorado a forte correlação entre o estado marital e a ruptura familiar. O governo prioriza as ‘relações estáveis ​​e duradouras’ ao desenvolver documentos de política familiar”, declara a fundação, em comunicado de imprensa.
A desagregação da família custa mais que o orçamento de Defesa inteiro, além de causar um dano social imensurável. Deveria ser claramente do interesse do governo e de quem paga impostos fazer um esforço para reduzir esta tendência devastadora”, ressalta o autor do estudo, Harry Benson.
A remoção do casamento dos documentos do programa de governo é incompatível com as evidências, diz o relatório. “Um grande número de fatores mostra que os pais casados ​​tendem a ser mais estáveis ​​que os pais solteiros”, prossegue o estudo.
Um relatório posterior, divulgado em 24 de junho pela mesma fundação, aponta que os índices de divórcio não são condicionados pela situação econômica.
Alguns analistas argumentam que há mais rupturas matrimoniais durante as crises econômicas, devido às pressões financeiras. Outros, observa o relatório, afirmam que a crise econômica provoca menos divórcios, porque os casais evitam os custos de separar-se e ter que comprar uma segunda casa.
De acordo com a pesquisa “Não É Questão de Economia: Outro Mito sobre o Divórcio Cai por Terra”, nenhuma das duas posições é confirmada pelos acontecimentos dos últimos anos.
Desde os anos 1970, os índices de divórcio sempre giraram em torno de 10% do padrão dos anos anteriores. Em três períodos de crise econômica, desde 1979, os números do divórcio aumentaram em dois casos e diminuíram no outro, diz o estudo, permitindo crer que o casamento é mais forte que o dinheiro.
“O primeiro ambiente em que a fé ilumina a cidade humana é a família”, sublinha o papa Francisco em sua primeira encíclica, a Lumen Fidei (52).
“Penso, em primeiro lugar, na união estável entre homem e mulher no casamento. Ela nasce do amor, sinal e presença do amor de Deus, do reconhecimento e da aceitação da bondade da diferença sexual, por meio da qual os cônjuges podem se unir em uma só carne (cf. Gn 2, 24) e gerar uma nova vida, manifestação da bondade do Criador, da sua sabedoria e do seu desígnio de amor”, diz a encíclica.
A credibilidade deste sábio e amoroso plano está se tornando cada vez mais evidente, à medida que são documentas as consequências do enfraquecimento do matrimônio.
“Prometer um amor que dure para sempre só é possível quando se descobre um desígnio maior dos próprios projetos, que nos sustenta e nos permite doar todo o futuro à pessoa amada”, diz ainda a encíclica, ressaltando claramente que o compromisso do casamento faz mesmo diferença.

Relatório Rand:
http://www.rand.org/content/dam/rand/pubs/working_papers/WR1000/WR1001/RAND_WR1001.pdf
Marriage Foundation: http://www.marriagefoundation.org.uk/Web/

Fonte: 
http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/35328

Fotos mostram manifestantes sem roupa na Câmara de Vereadores de Porto Alegre

Circulam pelas redes sociais fotos de manifestantes sem roupa dentro da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, que estava ocupada desde o dia 10 de julho. Postadas na noite desta quarta-feira em um perfil do Facebook, as imagens mostram jovens completamente nus, de rosto coberto, posando em frente à Galeria dos Ex-Presidentes da casa, ao lado da entrada do Plenário Otávio Rocha. Dentro do plenário, onde normalmente se realizam as sessões plenárias, eles aparecem seminus.
Leia mais:
Manifestantes deixam a Câmara de Vereadores
"Foto simbólica da ocupação!", lia-se na descrição de um álbum com quatro fotos. "Muito bom, quero ainda fazer um protesto assim, tô tomando coragem, rsrsrs, assim não tem armas, não tem vinagre e as polícia (sic) não podem fazer nada", dizia um dos comentários. A usuária retirou o conteúdo de sua página depois que as fotos já tinham se espalhado pelas redes sociais. 

Em um dos registros, os ocupantes dançam abraçados. Em outro, 23 homens e mulheres acenam para as câmaras de telefones celulares de colegas que captam a cena. De cueca, um manifestante, deitado no chão, segura um quadro com o retrato da ex-vereadora e hoje deputada federal Manuela D'Ávila (PC do B). 

Na parede, as fotos do ex-vereador e atual prefeito da Capital, José Fortunati (PDT), e dos vereadores e ex-vereadores Sebastião Melo (PMDB), Margarete Moraes (PT), Guilherme Villela (PP) e João Dib (PP) estão de cabeça para baixo.

   FOTO: Reprodução/FacebookC

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O PLC 03/2013 deve ser parcialmente vetado?

Faça essa pergunta a uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial

Adrienne Germain, uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial
Provavelmente você jamais ouviu falar de Adrienne Germain. Ela é o tipo de mulher discreta e genial, que trabalha no silêncio e com muita eficiência. Adrienne está para o sucesso da agenda abortista nos últimos 25 anos como Steve Jobs esteve para o da Apple ou Bill Gates para o da Microsoft. E pode estar certo de que não se trata de nenhum exagero.
Antes dela, a questão do planejamento familiar, no qual o aborto estava incluído, era tratada de forma estritamente médica: oferta de anticoncepcionais, inserção de DIUs, criação de centros de planejamento familiar, realização de laqueaduras, disseminação de aparelhos de aborto, treinamento de médicos, financiamento de clínicas clandestinas em países onde o aborto fosse ilegal etc.
Quando Adrienne, socióloga e mulher, começou a trabalhar com o planejamento familiar, um campo dominado por homens, discordou profundamente do modo como a questão populacional era abordada. Em uma única conversa com John Rockefeller III, graças à sua capacidade singular e entusiasmo contagiante, convenceu-o de que o sucesso verdadeiro do controle demográfico dependia de se colocar a mulher, e não os médicos, no centro da discussão.
Em 1990, já trabalhando para a Fundação Ford, ela idealiza e incentiva a elaboração do documento "Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia Para os Anos 90". Tal documento forneceu bases sólidas para que durante as Conferências do Cairo em 1994 e de Pequim em 1995, a ONU assumisse "a Saúde e os Direitos Sexuais e Reprodutivos" como uma estratégia para não somente legalizar o aborto em todo o mundo, mas promovê-lo.
Adrienne lança em dezembro de 1998 um manual de estratégias para obter a legalização do aborto nos países com legislação mais restritiva. Em um dos trechos do manual ela refere que se deve:
"Assegurar ao máximo a prestação de serviços previstos pelas leis existentes que permitem o aborto em certas circunstâncias possibilita abrir caminho para um acesso cada vez mais amplo...Deste modo os provedores de aborto poderão fazer uso de uma definição mais ampla do que constitui um perigo para a vida da mulher e também poderão considerar o estupro conjugal como uma razão justificável para interromper uma gravidez dentro da exceção referente ao estupro" (Germain, A & Kim, T. Incrementando el acceso al aborto seguro: estratégias para la acción. New York: International Women’s Health Coalition; 1998. p. 8)
Uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial indica que, nos países com legislação restritiva (como o Brasil, onde o aborto é crime mas não é punido quando a gravidez resultar de estupro), os promotores do aborto devem dilatar o conceito de estupro de tal modo que ele abarque um número muito maior de possibilidades de aborto "legal".
Enquadremos agora, por alguns momentos, a discussão que tem deixado muitos brasileiros bastante confusos da seguinte maneira: se o PLC 03/2013 deve ser vetado parcial ou totalmente.
Diante do que foi exposto, podemos supor que se a Presidente Dilma vetá-lo apenas parcialmente, Adrienne Germain e seus colaboradores terão muito o que comemorar nesse mês de julho. Ela terá finalmente conseguido abrir a brecha necessária, a infiltração pela qual "fica assegurada ao máximo a prestação de serviços previstos pelas leis existentes", ainda que erroneamente interpretadas. Em vez de 64 centros, todos os hospitais do SUS, inclusive os religiosos e confessionais, passarão a integrar a rede de serviços de abortos "legais". Passam-se alguns anos, surgem novas polêmicas, regulamentam-se novas leis, publicam-se normas e portarias, criam-se novas jurisprudências e o cenário estará maduro para a completa legalização oficial do aborto no Brasil. Foi exatamente o que aconteceu no Uruguai, com a diferença de que lá a estratégia usada não foi alargar o conceito de estupro, mas o de "risco de vida" para a mulher.
O PLC 03/2013, evitando a palavra estupro e usando a definição vaga "qualquer relação sexual não consentida", introduz um verdadeiro Cavalo de Tróia nos muros jurídicos do Brasil. Quem impedirá uma mulher que está querendo abortar de dizer que engravidou porque teve relação sexual com um homem em um dia que não estava com vontade? Quem impedirá a própria esposa de dizer, para usar a linguagem de Adrienne Germain, que foi vítima de "estupro conjugal"?
Para concluir. A Holanda é um país que se encontra abaixo do nível do mar. Há séculos a população é protegida por diques que impedem que o Mar do Norte invada suas terras. Não poderia haver maior ameaça para o povo holandês do que a infiltração silenciosa e sorrateira da água do mar através de seus diques. Infiltrações não sanadas causariam uma fragilização cada vez maior e incontrolável das barragens e, no fim, a morte e destruição de todo o país. De um modo similar, o "Mar do Norte" do movimento abortista mundial pretende se infiltrar nos "diques" brasileiros para, silenciosamente, provocar a morte e a destruição de milhões de vidas inocentes. Um holandês jamais deixaria uma infiltração ser "parcialmente vetada". Seríamos nós, brasileiros, menos prudentes que eles?
Por: Marina Salgueiro | Zenit

Dom Celso Marchiori, de Apucarana, PR: Outro bispo rompe o silêncio contra “chaga horrorosa que é o aborto”.


NĂO MATARÁS O INOCENTE …” – Ex 23,7
Bispo diocesano de Apucarana, PR
Enquanto a população saía às ruas para pedir o fim da corrupção na política e melhores condições de vida, no Congresso Nacional era votada a ‘toque de caixa’ a proposta da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que trata do atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual.
O projeto de lei aprovado e que está nas mãos da presidente Dilma Rousseff para sanção, tem como pano de fundo a legalização do aborto no Brasil. Por mais que se queira dizer o contrário, o próprio texto da lei deixa clara a possibilidade de por fim a vida do feto em qualquer hospital credenciado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O texto fala em “profilaxia” da gravidez. O sinônimo de profilaxia é prevenção, ou seja, ato ou efeito de prevenir. Outro ponto indicativo da legalização do aborto é considerar “violência sexual qualquer forma de atividade sexual não consentida”. Não é sequer necessária a realização de exames para constatar a suposta violência sexual. Isto significa que a mulher, ao descobrir uma gravidez indesejada, pode procurar um hospital e pedir a profilaxia da gravidez e terá que ser atendida.
Não seria esta a prática do aborto? Não seria esta uma ação de por fim a uma vida, no caso do feto ainda em formação?
Não se deve esquecer o posicionamento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) contra o aborto: “O drama vivido pela mulher por causa de uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução”.
É preciso lembrar que a lei maior do País, a Constituição Federal, em seu artigo 1º, afirma que a República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito à vida. O inalienável direito à vida de todo o indivíduo humano inocente é um elemento constitutivo da sociedade civil e a toda a sociedade.
A atitude do Governo Federal e dos parlamentares que lhe dão sustentação no Parlamento é criminosa e caminha em direção oposta a defesa da vida. Tenho comigo que a legalização do aborto, mesmo que não às claras, é uma saída mais barata, pois a defesa da vida envolve investimentos na saúde da mulher e da criança.
Faço minha as palavras de Dom Antônio Carlos Rossi Keller, bispo da Diocese de Frederico Westphalen: “O aparente respeito à legalidade que tal encaminhamento deste iníquo projeto de lei possa estar seguindo tropeça em uma única e definitiva verdade, como nos diz o bem aventurado Papa João Paulo II, na Evangelium Vitae: “Reivindicar o direito ao aborto, ao infanticídio, à eutanásia, e reconhecê-lo legalmente, equivale a atribuir à liberdade humana um significado perverso e iníquo: o significado de um poder absoluto sobre os outros e contra os outros. Mas isto é a morte da verdadeira liberdade”.
Vejam que a Igreja – e nela atuo como pastor na Diocese de Apucarana – tem posição clara e indiscutível em defesa da vida. Tenho a lembrar que a vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, ao ser humano devem ser reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente á vida. (Cf. Catecismo da Igreja Católica, 2270).
Desde o Século I a Igreja condena o aborto. Esta prática é gravemente contrária à lei moral, obra da Sabedoria Divina: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido”. Assim, sob a ótica da Lei Moral, a cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave, incorrendo em excomunhão em sentença já promulgada (Cf. Catecismo da Igreja Católica, 2272).
A sociedade, como dito acima, é defensora da vida e em favor dela (vida) deve se erguer. O silêncio diante da decisão do Parlamento e que está nas mãos da Presidente da República deve ser quebrado.
É preciso lembrar que a presidente Dilma Rousseff assumiu um compromisso com o povo brasileiro, durante as eleições de 2010, de que não legalizaria o aborto no país. Necessário agora, mais do que nunca, que a população cobre do Governo a defesa da vida e vete todos os artigos desse projeto falacioso e mal intencionado.
Não se deve silenciar diante de tal situação, pois pelo egocentrismo de alguns está-se legalizando o aborto. Mas é preciso defender a vida, como especifica o documento Donum vitae: “No momento em que uma lei positiva priva uma categoria de seres humanos da proteção que a legislação civil lhes deve dar, o Estado nega a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não coloca sua força a serviço dos direitos de todos os cidadãos, particularmente dos mais fracos, os próprios fundamentos de um estado de direito estão ameaçados …”.
Esta é uma situação real e precisa ser rechaçada por todos os cidadãos, independente de credos religiosos.
Por outro lado, nós, católicos, tendo Deus como Senhor da vida e como ponto de convergência de tudo, não devemos nos esquecer que entre os direitos fundamentais da pessoa estão o direito à vida e à integridade física de todo o ser humano, desde a concepção até a morte.
Reafirmo que na defesa da vida – desde a concepção até a morte – precisamos entender que a legalização do aborto é uma saída menos custosa ao Governo, pois garantir a vida – da mulher e da criança – requer investimentos em profissionais de saúde, clínicas, hospitais, medicamentos, assistência social. Ao aprovar o aborto – não de forma explicita na lei – o parlamento e o Governo, através do Ministério da Saúde, pretende evitar mais despesas para o já combalido orçamento público.
É inegável que a legalização da prática criminosa do aborto (mesmo estando implícito na proposta da deputada Iara Bernardi), contraria os preceitos da Igreja. Arrancar o feto do útero da mulher é um crime. Um ser indefeso é assassinado, sob a tênue luz de uma suposta legalidade. Este feto, com poucas semanas de gestação, é filho de Deus e sua concepção é abençoada. Na leitura de Jeremias (1–5), vemos que “antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado”.
Negar a este ser indefeso o direito a vida, sob pretexto de uma profilaxia da gravidez, é caminhar em contrário ao que prega Jesus, especificamente no quinto mandamento – “Não matarás o inocente nem o justo, porque não absolverei o culpado” (Ex 23,7). Nele é nítido que o assassino e os que cooperam voluntariamente com o assassinato do inocente cometem um pecado que clama ao céu por vingança. Este mesmo mandamento proíbe que se faça algo com a intenção de provocar indiretamente a morte de uma pessoa.
A Congregação para a Doutrina da Fé publicou em 1987 o documento Donum vitae, uma Instrução sobre o respeito à vida humana nascente e a dignidade da procriação. Estabelece o documento que os direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina. Reafirmo que entre estes direitos fundamentais é preciso citar o direito à vida e à integridade física de todo ser humano, desde a concepção até a morte.
Pode parecer redundante repisar estas questões – concepção e morte. Mas este é o cerne da questão. É inaceitável que o poder público, através dos parlamentares e da presidente Dilma Rousseff, sinta-se no direito de legislar sobre tão fundamental direito, que é a vida. É legitimar o genocídio, é assegurar o assassinato de um indefeso, no caso o feto, com poucas semanas de vida.
A lei aprovada, caríssimos, é nefasta e merece ser rejeitada por todos os que creem em um Deus misericordioso, que ama seus filhos e quer todos sob seu abrigo. Deus que quer o direito a vida respeitado pela sociedade.
Assim sendo, clamo aos católicos e todos os irmãos e irmãs de outras comunidades cristãs e religiosas, contrários ao aborto no Brasil, que se dediquem a oração, suplicando ao Senhor da Vida e Vida em Plenitude, que afaste de nós, seus filhos, esta chaga horrorosa que é o aborto.

A CNBB mais uma vez decepciona os CATÓLICOS, são lobos vestidos de cordeiros!!!

Carta do Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, aos bispos do Brasil sobre o PLC 3/2013.

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[Atualização: 17 de julho de 2013, às 15:55 - A arquidiocese retirou do ar a matéria a respeito da carta. No entanto, o link com o arquivo em PDF que citamos acima continua ativo. Uma imagem das páginas já foi gravada por Fratres in Unum.]

Advogado pró-vida exige o veto total ao projeto de lei do aborto no Brasil

SÃO PAULO, 16 Jul. 13 / 12:10 am (ACI/EWTN Noticias).- Paulo Fernando Melo da Costa, advogado brasileiro perito em direito constitucional, pediu à Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), "em nome do povo brasileiro, em especial os católicos desta grande nação", que se pronunciem a favor do veto ao projeto de lei PLC 3/2013, que procura abrir as portas aoaborto no país.
A poucos dias da chegada do Papa Francisco ao Brasil, com a ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, as duas câmaras do Congresso do Brasil passaram, como trâmite urgente, o projeto de lei PLC 3/2013, que aprova com eufemismos o aborto, escondendo-o atrás da desculpa de "atenção às vítimas de violência sexual".
O texto foi aprovado em 4 de julho e está à espera de ser aprovado pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
Em uma carta aberta dirigida aos Bispos, Paulo Fernando Melo da Costa advertiu que "o PLC 3/2013 utiliza o pretexto de serviços meritórios às mulheres vítimas de violência para abrir as portas ao aborto".
"O Partido dos Trabalhadores (PT) por fim está a ponto de conseguir, da forma mais traiçoeira possível, legalizar o aborto no Brasil", denunciou, advertindo que a possível assinatura de Dilma Rouseff ao projeto de lei aprovado pelo Congresso coroará "um esforço de décadas a favor da eliminação de seres humanos indefesos e inocentes".
O advogado assinalou que embora "a primeira vista, trata-se de um projeto que se ocupa da atenção às vítimas da violência sexual (o que é meritório)", depois de "encaixar muito bem as peças" se descobrem "os objetivos ocultos".
Dentro do projeto de lei aprovado, indicou o perito, inclui-se a "prevenção da gravidez" e "o fornecimento de informação às vítimas sobre os direitos legais".
Isto, advertiu o advogado pró-vida brasileiro, inclui "a administração da pílula do dia seguinte e o aborto".
"Na prática, qualquer mulher que chegue a um hospital alegando ter tido uma relação sexual não consentida (a definição de ‘violência sexual’ que figura no PLC 3/2013) ganha assim o direito de ser levada a um serviço de ‘aborto legal’", assinalou.
O perito indicou que com esta normativa bastaria "que uma mulher interessada em abortar se dirija a qualquer hospital e diga que ficou grávida depois de uma relação sexual não consentida, para aproveitar o vazio legal que não pena um aborto cometido em caso de gravidez por abuso sexual".
O advogado advertiu também que este projeto de lei "não inclui a possibilidade da objeção de consciência", por isso "instituições religiosas, por exemplo, estariam obrigadas a remeter à mulher grávida a um ‘aborto legal’, independentemente de seus princípios".
Assinalou também que é "evidente" a participação do governante Partido dos Trabalhadores (PT) na "aprovação do PLC 3/2013", e assinalou os membros do PT que colaboraram no caminho do projeto de lei abortista, como Alexandre Padilha, Iara Bernardi, José Guimarães e André Vargas.
A "tramitação relâmpago" que levou à aprovação do projeto de lei abortista nas duas câmaras do Congresso brasileiro, indicou, tiveram como objetivo "impedir leituras mais atentas do projeto, e que desmascarassem as intenções de seus autores".
"Temos que recordar o óbvio", escreveu o advogado pró-vida, "o aborto é a eliminação deliberada de um ser humano inocente e indefeso. Uma sociedade que tolera tal tratamento provoca sua própria degradação".
Entretanto, ele remarcou que este "não é o caso do Brasil, onde a maioria da população condena o aborto".
"Assim, o PT, ao promover de forma trapaceira a ampliação do acesso ao aborto ofende não só a dignidade humana, mas também o sentimento geral do povo brasileiro".
Depois de expor seus argumentos, o líder pró-vida, "na condição de cidadão, advogado e católico, militante do movimento pró-vida, rogo a Vossas?Reverendíssimas?que não sejam omissos nesta hora, pois a história haverá de cobrar, e mais, ainda o juízo de Deus, da decisão que tomarem".
"Vossas Excelências Reverendíssimas são chamadas hoje a se posicionar em defesa da vida – pelo?VETO TOTAL ao PLC 03/2013. Assim quer expressar a  maioria do povo brasileiro que é contra o aborto, assim exige o catecismo daIgreja católica e muitos documentos pontifícios, de modo especial a Evangelium Vitae".
Paulo Melo da Costa concluiu sua carta aberta expressando sua confiança em que os Bispos brasileiros tomarão "a decisão correta".

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Assista esse vídeo: Raridade na TV: ‘Wolverine’ é evangelizado e torna-se cristão em Desenho.

Papa Francisco, sobre Bento XVI: “Não imaginas a humildade e a sabedoria deste homem”

Em diálogo com ex-aluno, o Pontífice revela sua admiração por Bento XVI e conta como tomou o antecessor por conselheiro

"Não imaginas a humildade e a sabedoria deste homem... Nunca renunciaria ao conselho de uma pessoa deste tipo, seria uma loucura de minha parte!". São palavras do Santo Padre, o Papa Francisco, sobre seu antecessor, Bento XVI. Em uma espécie de crônica publicada em um blog italiano, Jorge Milia, jornalista e ex-aluno de Bergoglio, expõe o teor de uma bela conversa que teve com o Sumo Pontífice.
"Disse-lhe que comecei a ler a encíclica Lumen Fidei e ele rejeitou qualquer mérito pessoal. Ele comentou que Bento XVI tinha feito a maior parte do trabalho". De fato, foi o próprio Francisco quem reconheceu a contribuição de seu predecessor na produção da encíclica. Na introdução da carta, ele esclarece: "Estas considerações sobre a fé (...) pretendem juntar-se a tudo aquilo que Bento XVI escreveu nas cartas encíclicas sobre a caridade e a esperança. Ele já tinha quase concluído um primeiro esboço desta carta encíclica sobre a fé. Estou-lhe profundamente agradecido e, na fraternidade de Cristo, assumo o seu precioso trabalho, limitando-me a acrescentar ao texto qualquer nova contribuição."
Francisco teria dito ainda que, para ele, era um prazer intercambiar ideias com Ratzinger, e que ele "era um pensador sublime, desconhecido ou que a maior parte das pessoas não entende". Realmente, há muito a conhecer na riquíssima teologia de Joseph Ratzinger, mas também, infelizmente, muitos estigmas têm sido impostos a seus livros, pelo simples fato de ele ter pensado e escrito de maneira católica, pelo simples fato de ele ter submetido toda a sua obra – e sua vida – ao Magistério da Igreja.
Há um trecho da encíclica Lumen Fidei que alude justamente a esta realidade da vida de Bento XVI. Diz: "É claro que a teologia é impossível sem a fé e pertence ao próprio movimento da fé, que procura a compreensão mais profunda da auto-revelação de Deus, culminada no Mistério de Cristo". E mais: "A teologia não considera o magistério do Papa e dos Bispos em comunhão com ele como algo de extrínseco, um limite à sua liberdade, mas, pelo contrário, como um dos seus momentos internos constitutivos, enquanto o magistério assegura o contato com a fonte originária, oferecendo assim a certeza de beber na Palavra de Cristo em toda a sua integridade". Estas valiosas considerações permanecem atuais, especialmente para tantos teólogos e estudiosos da religião que encaram a fé como algo imanente, olham para a Igreja – que chamam com desprezo de "casta meretriz" – fora do olhar da fé. A teologia, recorda Bento e corrobora Francisco, é impossível sem a fé!
Jorge Milia também conversou com Francisco sobre a reforma na Cúria Romana. Ele "comentou que cada uma das mudanças que introduziu lhe custou esforços (e, suponho, inimigos). Entre estes esforços, a coisa mais difícil foi a de não aceitar que se apropriassem de sua agenda. Por isso não quis viver no palácio, porque muitos Papas terminaram convertendo-se em 'prisioneiros' de seus secretários".
"Sou eu que decido quem vou ver – disse a seu ex-aluno -, não meus secretários... Às vezes não posso ver quem quero, porque devo ver quem quer me ver".
O jornalista se disse surpreendido com a afirmação do Papa, e concluiu: "Eu, que não sou Papa e que não tenho seu poder, sinto que o coração acelera quando espero um querido amigo e não sei se poderia dar a precedência a outro em seu lugar. Ele, ao contrário, se priva do encontro que queria para estar com quem o pede. Disse-me que (...) o lugar do Pastor é com suas ovelhas...".
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Vatican Insider

Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro gerará 250 milhões de dólares e 20 mil empregos

RIO DE JANEIRO, 15 Jul. 13 / 09:08 am (ACI/EWTN Noticias).- O Comitê Organizador Local da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 entregou a esta agência um relatório sobre o impacto econômico que gerará a visita do Santo Padre a terras cariocas, e que o terá entre os jovens de todas as partes do mundo entre o 23 e 28 de julho.
Conforme estimam os organizadores, a JMJ gerará mais de 20 mil empregos relacionados com o acontecimento e se estima um impacto econômico de mais de 500 milhões de reais (220 milhões de dólares).
As fontes de financiamento da JMJ variam desde patrocínios privados até doações de pessoas físicas. O custo total da organização ainda está sendo definido e a variável dependerá do número final de participantes e inscritos. Calcula-se que a JMJ custará entre 320 e 350 milhões de reais (140 milhões de dólares).
Do mesmo modo, consignaram que aproximadamente 70 por cento desse custo será viabilizado pelas contribuições dos peregrinos, que variam entre os 109 e os 608 reais, dependendo do kit de peregrino contratado e suas prestações (comida, transporte, hospedagem, atos culturais, atos com o Papa, etc.).
O custo da JMJ também é resolvido através de doações espontâneas e produtos de marketing que geram ganhos para o encontro.
Os patrocinadores colaboram de distintas maneiras: investindo dinheiro, emprestando serviços e doando produtos para o encontro. Até o momento, perto de 20 milhões de reais foram contribuídos por estes patrocínios e por atos promovidos pela JMJ; entre eles, uma feijoada, coletas e venda de artigos diversos.
A participação do poder público na JMJ será em questões que lhe competem por tratar-se de uma visita de um chefe de Estado, além de questões gerais da realização dos diversos atos, como logística, mobilidade urbana, segurança pública, transporte, comunicação e assistência ao peregrino. Também colaborará com a cessão de espaços para acolher os visitantes.
Na Espanha, o último país em acolher uma Jornada Mundial da Juventude, ao final do evento se calculou em 476 milhões de dólares os ganhos e se geraram 5 000 postos de trabalho.

domingo, 14 de julho de 2013

NÃO à ‘Ideologia do Gênero’: Existe base biológica para as predileções dos brinquedos dos meninos e meninas, SIM!


HÉLIO SCHWARTSMAN

Hoje eu peço licença para discordar da geralmente ótima Rosely Sayão. Há fortes evidências a sugerir que as preferências de meninos e meninas por brinquedos específicos para cada gênero envolvem mais do que preconceitos, estereótipos e a irresponsabilidade social de fabricantes. Ao que tudo indica, existe uma base biológica para as distintas predileções.
Para começar, brincadeiras típicas de machos e fêmeas não são uma exclusividade humana. Em 2010, o primatologista Richard Wrangham, de Harvard, ganhou manchetes ao publicar um estudo descrevendo como fêmeas jovens de chimpanzés brincavam com pedaços de pau como se fossem bonecas. Elas chegavam a construir ninhos na floresta para acomodar os gravetos à noite. Machos da mesma idade por vezes topavam brincar de casinha com elas, mas o uso preferencial que davam aos galhos era o de armas simuladas.
Aparentemente, os níveis de exposição do feto a hormônios respondem ao menos em parte pela predisposição. Em 2009, Bonnie Auyeung e colaboradores mostraram que meninas que estiveram expostas a mais testosterona durante a gravidez tendiam na infância a engajar-se mais em brincadeiras típicas de garotos. No caso de animais não humanos, cientistas foram capazes de mudar o comportamento de jovens manipulando os hormônios fetais.
E quanto às cores? O rosa para meninas e o azul para meninos. Isso pelo menos é um capricho, uma arbitrariedade cultural que impomos a nossos filhos, certo? Talvez não.
Estudos com mamíferos revelam que fêmeas preferem cores mais quentes como vermelho e rosa. Em machos não há uma predileção clara. No caso de humanos, esse padrão aparece mesmo quando lidamos com culturas bem distintas, como norte-americanos e chineses.
A biologia talvez não explique todas as diferenças, mas revela que não somos uma tábula rasa de gênero.

Lobby gay pretendia impor aos países europeus a promoção ativa da homossexualidade.


Zenit

A liberdade de todos saiu fortalecida da última reunião de representantes da Assembleia Parlamentar da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação Europeia), depois da votação contrária à implantação dos princípios da Conferência de Yogyakarta por 24 votos contra 3
Para entender a transcendência desta votação, é preciso recordar a Conferência de Yogyakarta, Indonésia, ocorrida em 2006, na qual a ONU aceitou um documento com 29 princípios relacionados com a orientação sexual e com a identidade de gênero. A agenda do lobby gay pretendia que esses princípios fossem aplicados na legislação sobre direitos humanos.
O documento, ou “guia”, como foi chamado pelos seus autores, queria obrigar os países-membros da União Europeia a promover ativamente a homossexualidade, além de cercear direitos fundamentais como a liberdade religiosa e a liberdade de pensamento.
Estes princípios não são vinculantes até serem aceitos e negociados com os países- membros. A discussão a respeito do “guia” esteve na pauta da última votação da Assembleia Parlamentar da OSCE, cuja maioria de representantes votou contra o reconhecimento de “novos direitos humanos” que favoreceriam um grupo minoritário e limitariam os direitos humanos primordiais e universais.
Leonor Tamayo, responsável pela Área Internacional da associação Profesionales por la Ética, explica que “a implantação dos princípios de Yogyakarta não só limita âmbitos fundamentais para a liberdade, como é o caso da liberdade religiosa e de expressão, mas também cria uma ‘casta privilegiada’ e uma forma prioritária de concepção da sexualidade que seria beneficiada em detrimento de outras, através de políticas de fomento desse coletivo.
No caso da educação, é evidente que envolve um apoio fundamental a políticas educativas de temas sexuais e ético-morais, que priorizam e incentivam a ideologia de gênero e a homossexualidade, indo contra o direito fundamental dos pais de educar seus filhos de acordo com as suas próprias concepções.
Sem dúvida, teria sido um golpe violento contra a luta em prol da liberdade, que os pais europeus têm travado contra o totalitarismo educativo e contra a imposição do ensino de valores controversos. Por isto, consideramos esta votação da OSCE uma vitória para a liberdade de todos os cidadãos europeus”.

“Nunca faremos um país de liberdade com a Igreja Católica” afirma socialista Ministro da Educação da França




O Ministro da Educação francês prega uma nova religião laica


O governo do socialista François Hollande está dando uma grande enfase às mudanças na Educação Nacional, propondo uma profunda reforma. Por isto escolheu como Ministro da Educação ao socialista Vincent Peillon.
Mais qual seria o papel da educação na República, segundo o pensamento de Peillon? E o que pensa ele do catolicismo?
Abaixo as incríveis palavras do próprio Peillon:

“Fizemos, essencialmente, a revolução política (referindo-se a Revolução Francesa), mas não a revolução moral e espiritual. E deixamos a [questão] moral e espiritual a [cargo da] Igreja Católica. Assim, deve-se substituir isto.[...] Nós nunca poderemos construir um país de liberdade com a Religião Católica. Como não se pode mais aclimatar o protestantismo na França, como foi feito em outras democracias [que curioso!] é preciso inventar uma religião republicana. Essa religião republicana, que deve acompanhar a revolução material, mas que é a revolução espiritual, é a laicidade. E é por isso, aliás, que no início do século XX se pode falar de fé laica, de religião laica, e que a laicidade queria ser a criação de um espírito público, de uma moral laica e portanto de adesão a um certo número de valores. [...] 


A Revolução Francesa é a irrupção no tempo de alguma coisa que não está no tempo, é um começo absoluto, é a presença e a encarnação de um sentido, de uma regeneração e de uma expiação do povo francês. 1789, o ano inigualável, é o ano da geração, por um salto brusco na História, de um homem novo. A Revolução é um acontecimento meta-histórico, isto é, um acontecimento religioso. A Revolução implica no esquecimento total do que precede a revolução. E portanto, a escola tem um papel fundamental, uma vez que a escola deve retirar da criança todos os seus laços pré-republicanos, educá-la para se tornar um cidadão. É um novo nascimento, uma transubstanciação que opera na escola e pela escola, uma nova igreja com seu novo clero, uma nova liturgia e suas novas tábuas da lei.[...]

O ponto de partida da laicidade é o respeito absoluto da liberdade de consciência. Para dar a liberdade de escolha, é preciso ser capaz de arrancar o aluno de todo determinismo: familiar, étnico, social, intelectual …

[Ou seja, só tem liberdade de escolher - as idéias deles! - quem for espoliado de todas as ideias próprias. Sinistras ameaças...]


Fonte: Gloria TV
Tradução Montfort