quarta-feira, 17 de julho de 2013

Dom Celso Marchiori, de Apucarana, PR: Outro bispo rompe o silêncio contra “chaga horrorosa que é o aborto”.


NĂO MATARÁS O INOCENTE …” – Ex 23,7
Bispo diocesano de Apucarana, PR
Enquanto a população saía às ruas para pedir o fim da corrupção na política e melhores condições de vida, no Congresso Nacional era votada a ‘toque de caixa’ a proposta da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que trata do atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual.
O projeto de lei aprovado e que está nas mãos da presidente Dilma Rousseff para sanção, tem como pano de fundo a legalização do aborto no Brasil. Por mais que se queira dizer o contrário, o próprio texto da lei deixa clara a possibilidade de por fim a vida do feto em qualquer hospital credenciado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O texto fala em “profilaxia” da gravidez. O sinônimo de profilaxia é prevenção, ou seja, ato ou efeito de prevenir. Outro ponto indicativo da legalização do aborto é considerar “violência sexual qualquer forma de atividade sexual não consentida”. Não é sequer necessária a realização de exames para constatar a suposta violência sexual. Isto significa que a mulher, ao descobrir uma gravidez indesejada, pode procurar um hospital e pedir a profilaxia da gravidez e terá que ser atendida.
Não seria esta a prática do aborto? Não seria esta uma ação de por fim a uma vida, no caso do feto ainda em formação?
Não se deve esquecer o posicionamento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) contra o aborto: “O drama vivido pela mulher por causa de uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução”.
É preciso lembrar que a lei maior do País, a Constituição Federal, em seu artigo 1º, afirma que a República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito à vida. O inalienável direito à vida de todo o indivíduo humano inocente é um elemento constitutivo da sociedade civil e a toda a sociedade.
A atitude do Governo Federal e dos parlamentares que lhe dão sustentação no Parlamento é criminosa e caminha em direção oposta a defesa da vida. Tenho comigo que a legalização do aborto, mesmo que não às claras, é uma saída mais barata, pois a defesa da vida envolve investimentos na saúde da mulher e da criança.
Faço minha as palavras de Dom Antônio Carlos Rossi Keller, bispo da Diocese de Frederico Westphalen: “O aparente respeito à legalidade que tal encaminhamento deste iníquo projeto de lei possa estar seguindo tropeça em uma única e definitiva verdade, como nos diz o bem aventurado Papa João Paulo II, na Evangelium Vitae: “Reivindicar o direito ao aborto, ao infanticídio, à eutanásia, e reconhecê-lo legalmente, equivale a atribuir à liberdade humana um significado perverso e iníquo: o significado de um poder absoluto sobre os outros e contra os outros. Mas isto é a morte da verdadeira liberdade”.
Vejam que a Igreja – e nela atuo como pastor na Diocese de Apucarana – tem posição clara e indiscutível em defesa da vida. Tenho a lembrar que a vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, ao ser humano devem ser reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente á vida. (Cf. Catecismo da Igreja Católica, 2270).
Desde o Século I a Igreja condena o aborto. Esta prática é gravemente contrária à lei moral, obra da Sabedoria Divina: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido”. Assim, sob a ótica da Lei Moral, a cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave, incorrendo em excomunhão em sentença já promulgada (Cf. Catecismo da Igreja Católica, 2272).
A sociedade, como dito acima, é defensora da vida e em favor dela (vida) deve se erguer. O silêncio diante da decisão do Parlamento e que está nas mãos da Presidente da República deve ser quebrado.
É preciso lembrar que a presidente Dilma Rousseff assumiu um compromisso com o povo brasileiro, durante as eleições de 2010, de que não legalizaria o aborto no país. Necessário agora, mais do que nunca, que a população cobre do Governo a defesa da vida e vete todos os artigos desse projeto falacioso e mal intencionado.
Não se deve silenciar diante de tal situação, pois pelo egocentrismo de alguns está-se legalizando o aborto. Mas é preciso defender a vida, como especifica o documento Donum vitae: “No momento em que uma lei positiva priva uma categoria de seres humanos da proteção que a legislação civil lhes deve dar, o Estado nega a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não coloca sua força a serviço dos direitos de todos os cidadãos, particularmente dos mais fracos, os próprios fundamentos de um estado de direito estão ameaçados …”.
Esta é uma situação real e precisa ser rechaçada por todos os cidadãos, independente de credos religiosos.
Por outro lado, nós, católicos, tendo Deus como Senhor da vida e como ponto de convergência de tudo, não devemos nos esquecer que entre os direitos fundamentais da pessoa estão o direito à vida e à integridade física de todo o ser humano, desde a concepção até a morte.
Reafirmo que na defesa da vida – desde a concepção até a morte – precisamos entender que a legalização do aborto é uma saída menos custosa ao Governo, pois garantir a vida – da mulher e da criança – requer investimentos em profissionais de saúde, clínicas, hospitais, medicamentos, assistência social. Ao aprovar o aborto – não de forma explicita na lei – o parlamento e o Governo, através do Ministério da Saúde, pretende evitar mais despesas para o já combalido orçamento público.
É inegável que a legalização da prática criminosa do aborto (mesmo estando implícito na proposta da deputada Iara Bernardi), contraria os preceitos da Igreja. Arrancar o feto do útero da mulher é um crime. Um ser indefeso é assassinado, sob a tênue luz de uma suposta legalidade. Este feto, com poucas semanas de gestação, é filho de Deus e sua concepção é abençoada. Na leitura de Jeremias (1–5), vemos que “antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado”.
Negar a este ser indefeso o direito a vida, sob pretexto de uma profilaxia da gravidez, é caminhar em contrário ao que prega Jesus, especificamente no quinto mandamento – “Não matarás o inocente nem o justo, porque não absolverei o culpado” (Ex 23,7). Nele é nítido que o assassino e os que cooperam voluntariamente com o assassinato do inocente cometem um pecado que clama ao céu por vingança. Este mesmo mandamento proíbe que se faça algo com a intenção de provocar indiretamente a morte de uma pessoa.
A Congregação para a Doutrina da Fé publicou em 1987 o documento Donum vitae, uma Instrução sobre o respeito à vida humana nascente e a dignidade da procriação. Estabelece o documento que os direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina. Reafirmo que entre estes direitos fundamentais é preciso citar o direito à vida e à integridade física de todo ser humano, desde a concepção até a morte.
Pode parecer redundante repisar estas questões – concepção e morte. Mas este é o cerne da questão. É inaceitável que o poder público, através dos parlamentares e da presidente Dilma Rousseff, sinta-se no direito de legislar sobre tão fundamental direito, que é a vida. É legitimar o genocídio, é assegurar o assassinato de um indefeso, no caso o feto, com poucas semanas de vida.
A lei aprovada, caríssimos, é nefasta e merece ser rejeitada por todos os que creem em um Deus misericordioso, que ama seus filhos e quer todos sob seu abrigo. Deus que quer o direito a vida respeitado pela sociedade.
Assim sendo, clamo aos católicos e todos os irmãos e irmãs de outras comunidades cristãs e religiosas, contrários ao aborto no Brasil, que se dediquem a oração, suplicando ao Senhor da Vida e Vida em Plenitude, que afaste de nós, seus filhos, esta chaga horrorosa que é o aborto.

A CNBB mais uma vez decepciona os CATÓLICOS, são lobos vestidos de cordeiros!!!

Carta do Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, aos bispos do Brasil sobre o PLC 3/2013.

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[Atualização: 17 de julho de 2013, às 15:55 - A arquidiocese retirou do ar a matéria a respeito da carta. No entanto, o link com o arquivo em PDF que citamos acima continua ativo. Uma imagem das páginas já foi gravada por Fratres in Unum.]

Advogado pró-vida exige o veto total ao projeto de lei do aborto no Brasil

SÃO PAULO, 16 Jul. 13 / 12:10 am (ACI/EWTN Noticias).- Paulo Fernando Melo da Costa, advogado brasileiro perito em direito constitucional, pediu à Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), "em nome do povo brasileiro, em especial os católicos desta grande nação", que se pronunciem a favor do veto ao projeto de lei PLC 3/2013, que procura abrir as portas aoaborto no país.
A poucos dias da chegada do Papa Francisco ao Brasil, com a ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, as duas câmaras do Congresso do Brasil passaram, como trâmite urgente, o projeto de lei PLC 3/2013, que aprova com eufemismos o aborto, escondendo-o atrás da desculpa de "atenção às vítimas de violência sexual".
O texto foi aprovado em 4 de julho e está à espera de ser aprovado pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
Em uma carta aberta dirigida aos Bispos, Paulo Fernando Melo da Costa advertiu que "o PLC 3/2013 utiliza o pretexto de serviços meritórios às mulheres vítimas de violência para abrir as portas ao aborto".
"O Partido dos Trabalhadores (PT) por fim está a ponto de conseguir, da forma mais traiçoeira possível, legalizar o aborto no Brasil", denunciou, advertindo que a possível assinatura de Dilma Rouseff ao projeto de lei aprovado pelo Congresso coroará "um esforço de décadas a favor da eliminação de seres humanos indefesos e inocentes".
O advogado assinalou que embora "a primeira vista, trata-se de um projeto que se ocupa da atenção às vítimas da violência sexual (o que é meritório)", depois de "encaixar muito bem as peças" se descobrem "os objetivos ocultos".
Dentro do projeto de lei aprovado, indicou o perito, inclui-se a "prevenção da gravidez" e "o fornecimento de informação às vítimas sobre os direitos legais".
Isto, advertiu o advogado pró-vida brasileiro, inclui "a administração da pílula do dia seguinte e o aborto".
"Na prática, qualquer mulher que chegue a um hospital alegando ter tido uma relação sexual não consentida (a definição de ‘violência sexual’ que figura no PLC 3/2013) ganha assim o direito de ser levada a um serviço de ‘aborto legal’", assinalou.
O perito indicou que com esta normativa bastaria "que uma mulher interessada em abortar se dirija a qualquer hospital e diga que ficou grávida depois de uma relação sexual não consentida, para aproveitar o vazio legal que não pena um aborto cometido em caso de gravidez por abuso sexual".
O advogado advertiu também que este projeto de lei "não inclui a possibilidade da objeção de consciência", por isso "instituições religiosas, por exemplo, estariam obrigadas a remeter à mulher grávida a um ‘aborto legal’, independentemente de seus princípios".
Assinalou também que é "evidente" a participação do governante Partido dos Trabalhadores (PT) na "aprovação do PLC 3/2013", e assinalou os membros do PT que colaboraram no caminho do projeto de lei abortista, como Alexandre Padilha, Iara Bernardi, José Guimarães e André Vargas.
A "tramitação relâmpago" que levou à aprovação do projeto de lei abortista nas duas câmaras do Congresso brasileiro, indicou, tiveram como objetivo "impedir leituras mais atentas do projeto, e que desmascarassem as intenções de seus autores".
"Temos que recordar o óbvio", escreveu o advogado pró-vida, "o aborto é a eliminação deliberada de um ser humano inocente e indefeso. Uma sociedade que tolera tal tratamento provoca sua própria degradação".
Entretanto, ele remarcou que este "não é o caso do Brasil, onde a maioria da população condena o aborto".
"Assim, o PT, ao promover de forma trapaceira a ampliação do acesso ao aborto ofende não só a dignidade humana, mas também o sentimento geral do povo brasileiro".
Depois de expor seus argumentos, o líder pró-vida, "na condição de cidadão, advogado e católico, militante do movimento pró-vida, rogo a Vossas?Reverendíssimas?que não sejam omissos nesta hora, pois a história haverá de cobrar, e mais, ainda o juízo de Deus, da decisão que tomarem".
"Vossas Excelências Reverendíssimas são chamadas hoje a se posicionar em defesa da vida – pelo?VETO TOTAL ao PLC 03/2013. Assim quer expressar a  maioria do povo brasileiro que é contra o aborto, assim exige o catecismo daIgreja católica e muitos documentos pontifícios, de modo especial a Evangelium Vitae".
Paulo Melo da Costa concluiu sua carta aberta expressando sua confiança em que os Bispos brasileiros tomarão "a decisão correta".

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Assista esse vídeo: Raridade na TV: ‘Wolverine’ é evangelizado e torna-se cristão em Desenho.

Papa Francisco, sobre Bento XVI: “Não imaginas a humildade e a sabedoria deste homem”

Em diálogo com ex-aluno, o Pontífice revela sua admiração por Bento XVI e conta como tomou o antecessor por conselheiro

"Não imaginas a humildade e a sabedoria deste homem... Nunca renunciaria ao conselho de uma pessoa deste tipo, seria uma loucura de minha parte!". São palavras do Santo Padre, o Papa Francisco, sobre seu antecessor, Bento XVI. Em uma espécie de crônica publicada em um blog italiano, Jorge Milia, jornalista e ex-aluno de Bergoglio, expõe o teor de uma bela conversa que teve com o Sumo Pontífice.
"Disse-lhe que comecei a ler a encíclica Lumen Fidei e ele rejeitou qualquer mérito pessoal. Ele comentou que Bento XVI tinha feito a maior parte do trabalho". De fato, foi o próprio Francisco quem reconheceu a contribuição de seu predecessor na produção da encíclica. Na introdução da carta, ele esclarece: "Estas considerações sobre a fé (...) pretendem juntar-se a tudo aquilo que Bento XVI escreveu nas cartas encíclicas sobre a caridade e a esperança. Ele já tinha quase concluído um primeiro esboço desta carta encíclica sobre a fé. Estou-lhe profundamente agradecido e, na fraternidade de Cristo, assumo o seu precioso trabalho, limitando-me a acrescentar ao texto qualquer nova contribuição."
Francisco teria dito ainda que, para ele, era um prazer intercambiar ideias com Ratzinger, e que ele "era um pensador sublime, desconhecido ou que a maior parte das pessoas não entende". Realmente, há muito a conhecer na riquíssima teologia de Joseph Ratzinger, mas também, infelizmente, muitos estigmas têm sido impostos a seus livros, pelo simples fato de ele ter pensado e escrito de maneira católica, pelo simples fato de ele ter submetido toda a sua obra – e sua vida – ao Magistério da Igreja.
Há um trecho da encíclica Lumen Fidei que alude justamente a esta realidade da vida de Bento XVI. Diz: "É claro que a teologia é impossível sem a fé e pertence ao próprio movimento da fé, que procura a compreensão mais profunda da auto-revelação de Deus, culminada no Mistério de Cristo". E mais: "A teologia não considera o magistério do Papa e dos Bispos em comunhão com ele como algo de extrínseco, um limite à sua liberdade, mas, pelo contrário, como um dos seus momentos internos constitutivos, enquanto o magistério assegura o contato com a fonte originária, oferecendo assim a certeza de beber na Palavra de Cristo em toda a sua integridade". Estas valiosas considerações permanecem atuais, especialmente para tantos teólogos e estudiosos da religião que encaram a fé como algo imanente, olham para a Igreja – que chamam com desprezo de "casta meretriz" – fora do olhar da fé. A teologia, recorda Bento e corrobora Francisco, é impossível sem a fé!
Jorge Milia também conversou com Francisco sobre a reforma na Cúria Romana. Ele "comentou que cada uma das mudanças que introduziu lhe custou esforços (e, suponho, inimigos). Entre estes esforços, a coisa mais difícil foi a de não aceitar que se apropriassem de sua agenda. Por isso não quis viver no palácio, porque muitos Papas terminaram convertendo-se em 'prisioneiros' de seus secretários".
"Sou eu que decido quem vou ver – disse a seu ex-aluno -, não meus secretários... Às vezes não posso ver quem quero, porque devo ver quem quer me ver".
O jornalista se disse surpreendido com a afirmação do Papa, e concluiu: "Eu, que não sou Papa e que não tenho seu poder, sinto que o coração acelera quando espero um querido amigo e não sei se poderia dar a precedência a outro em seu lugar. Ele, ao contrário, se priva do encontro que queria para estar com quem o pede. Disse-me que (...) o lugar do Pastor é com suas ovelhas...".
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Vatican Insider

Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro gerará 250 milhões de dólares e 20 mil empregos

RIO DE JANEIRO, 15 Jul. 13 / 09:08 am (ACI/EWTN Noticias).- O Comitê Organizador Local da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 entregou a esta agência um relatório sobre o impacto econômico que gerará a visita do Santo Padre a terras cariocas, e que o terá entre os jovens de todas as partes do mundo entre o 23 e 28 de julho.
Conforme estimam os organizadores, a JMJ gerará mais de 20 mil empregos relacionados com o acontecimento e se estima um impacto econômico de mais de 500 milhões de reais (220 milhões de dólares).
As fontes de financiamento da JMJ variam desde patrocínios privados até doações de pessoas físicas. O custo total da organização ainda está sendo definido e a variável dependerá do número final de participantes e inscritos. Calcula-se que a JMJ custará entre 320 e 350 milhões de reais (140 milhões de dólares).
Do mesmo modo, consignaram que aproximadamente 70 por cento desse custo será viabilizado pelas contribuições dos peregrinos, que variam entre os 109 e os 608 reais, dependendo do kit de peregrino contratado e suas prestações (comida, transporte, hospedagem, atos culturais, atos com o Papa, etc.).
O custo da JMJ também é resolvido através de doações espontâneas e produtos de marketing que geram ganhos para o encontro.
Os patrocinadores colaboram de distintas maneiras: investindo dinheiro, emprestando serviços e doando produtos para o encontro. Até o momento, perto de 20 milhões de reais foram contribuídos por estes patrocínios e por atos promovidos pela JMJ; entre eles, uma feijoada, coletas e venda de artigos diversos.
A participação do poder público na JMJ será em questões que lhe competem por tratar-se de uma visita de um chefe de Estado, além de questões gerais da realização dos diversos atos, como logística, mobilidade urbana, segurança pública, transporte, comunicação e assistência ao peregrino. Também colaborará com a cessão de espaços para acolher os visitantes.
Na Espanha, o último país em acolher uma Jornada Mundial da Juventude, ao final do evento se calculou em 476 milhões de dólares os ganhos e se geraram 5 000 postos de trabalho.

domingo, 14 de julho de 2013

NÃO à ‘Ideologia do Gênero’: Existe base biológica para as predileções dos brinquedos dos meninos e meninas, SIM!


HÉLIO SCHWARTSMAN

Hoje eu peço licença para discordar da geralmente ótima Rosely Sayão. Há fortes evidências a sugerir que as preferências de meninos e meninas por brinquedos específicos para cada gênero envolvem mais do que preconceitos, estereótipos e a irresponsabilidade social de fabricantes. Ao que tudo indica, existe uma base biológica para as distintas predileções.
Para começar, brincadeiras típicas de machos e fêmeas não são uma exclusividade humana. Em 2010, o primatologista Richard Wrangham, de Harvard, ganhou manchetes ao publicar um estudo descrevendo como fêmeas jovens de chimpanzés brincavam com pedaços de pau como se fossem bonecas. Elas chegavam a construir ninhos na floresta para acomodar os gravetos à noite. Machos da mesma idade por vezes topavam brincar de casinha com elas, mas o uso preferencial que davam aos galhos era o de armas simuladas.
Aparentemente, os níveis de exposição do feto a hormônios respondem ao menos em parte pela predisposição. Em 2009, Bonnie Auyeung e colaboradores mostraram que meninas que estiveram expostas a mais testosterona durante a gravidez tendiam na infância a engajar-se mais em brincadeiras típicas de garotos. No caso de animais não humanos, cientistas foram capazes de mudar o comportamento de jovens manipulando os hormônios fetais.
E quanto às cores? O rosa para meninas e o azul para meninos. Isso pelo menos é um capricho, uma arbitrariedade cultural que impomos a nossos filhos, certo? Talvez não.
Estudos com mamíferos revelam que fêmeas preferem cores mais quentes como vermelho e rosa. Em machos não há uma predileção clara. No caso de humanos, esse padrão aparece mesmo quando lidamos com culturas bem distintas, como norte-americanos e chineses.
A biologia talvez não explique todas as diferenças, mas revela que não somos uma tábula rasa de gênero.

Lobby gay pretendia impor aos países europeus a promoção ativa da homossexualidade.


Zenit

A liberdade de todos saiu fortalecida da última reunião de representantes da Assembleia Parlamentar da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação Europeia), depois da votação contrária à implantação dos princípios da Conferência de Yogyakarta por 24 votos contra 3
Para entender a transcendência desta votação, é preciso recordar a Conferência de Yogyakarta, Indonésia, ocorrida em 2006, na qual a ONU aceitou um documento com 29 princípios relacionados com a orientação sexual e com a identidade de gênero. A agenda do lobby gay pretendia que esses princípios fossem aplicados na legislação sobre direitos humanos.
O documento, ou “guia”, como foi chamado pelos seus autores, queria obrigar os países-membros da União Europeia a promover ativamente a homossexualidade, além de cercear direitos fundamentais como a liberdade religiosa e a liberdade de pensamento.
Estes princípios não são vinculantes até serem aceitos e negociados com os países- membros. A discussão a respeito do “guia” esteve na pauta da última votação da Assembleia Parlamentar da OSCE, cuja maioria de representantes votou contra o reconhecimento de “novos direitos humanos” que favoreceriam um grupo minoritário e limitariam os direitos humanos primordiais e universais.
Leonor Tamayo, responsável pela Área Internacional da associação Profesionales por la Ética, explica que “a implantação dos princípios de Yogyakarta não só limita âmbitos fundamentais para a liberdade, como é o caso da liberdade religiosa e de expressão, mas também cria uma ‘casta privilegiada’ e uma forma prioritária de concepção da sexualidade que seria beneficiada em detrimento de outras, através de políticas de fomento desse coletivo.
No caso da educação, é evidente que envolve um apoio fundamental a políticas educativas de temas sexuais e ético-morais, que priorizam e incentivam a ideologia de gênero e a homossexualidade, indo contra o direito fundamental dos pais de educar seus filhos de acordo com as suas próprias concepções.
Sem dúvida, teria sido um golpe violento contra a luta em prol da liberdade, que os pais europeus têm travado contra o totalitarismo educativo e contra a imposição do ensino de valores controversos. Por isto, consideramos esta votação da OSCE uma vitória para a liberdade de todos os cidadãos europeus”.

“Nunca faremos um país de liberdade com a Igreja Católica” afirma socialista Ministro da Educação da França




O Ministro da Educação francês prega uma nova religião laica


O governo do socialista François Hollande está dando uma grande enfase às mudanças na Educação Nacional, propondo uma profunda reforma. Por isto escolheu como Ministro da Educação ao socialista Vincent Peillon.
Mais qual seria o papel da educação na República, segundo o pensamento de Peillon? E o que pensa ele do catolicismo?
Abaixo as incríveis palavras do próprio Peillon:

“Fizemos, essencialmente, a revolução política (referindo-se a Revolução Francesa), mas não a revolução moral e espiritual. E deixamos a [questão] moral e espiritual a [cargo da] Igreja Católica. Assim, deve-se substituir isto.[...] Nós nunca poderemos construir um país de liberdade com a Religião Católica. Como não se pode mais aclimatar o protestantismo na França, como foi feito em outras democracias [que curioso!] é preciso inventar uma religião republicana. Essa religião republicana, que deve acompanhar a revolução material, mas que é a revolução espiritual, é a laicidade. E é por isso, aliás, que no início do século XX se pode falar de fé laica, de religião laica, e que a laicidade queria ser a criação de um espírito público, de uma moral laica e portanto de adesão a um certo número de valores. [...] 


A Revolução Francesa é a irrupção no tempo de alguma coisa que não está no tempo, é um começo absoluto, é a presença e a encarnação de um sentido, de uma regeneração e de uma expiação do povo francês. 1789, o ano inigualável, é o ano da geração, por um salto brusco na História, de um homem novo. A Revolução é um acontecimento meta-histórico, isto é, um acontecimento religioso. A Revolução implica no esquecimento total do que precede a revolução. E portanto, a escola tem um papel fundamental, uma vez que a escola deve retirar da criança todos os seus laços pré-republicanos, educá-la para se tornar um cidadão. É um novo nascimento, uma transubstanciação que opera na escola e pela escola, uma nova igreja com seu novo clero, uma nova liturgia e suas novas tábuas da lei.[...]

O ponto de partida da laicidade é o respeito absoluto da liberdade de consciência. Para dar a liberdade de escolha, é preciso ser capaz de arrancar o aluno de todo determinismo: familiar, étnico, social, intelectual …

[Ou seja, só tem liberdade de escolher - as idéias deles! - quem for espoliado de todas as ideias próprias. Sinistras ameaças...]


Fonte: Gloria TV
Tradução Montfort

sábado, 13 de julho de 2013

Primeiro transexual reconhecido no Peru quer voltar a ser homem

María Elena BelaúndeCNN
Lima, Peru (CNN em espanhol) — O primeiro transexual reconhecido pelo Peru na década de 1980 está pedindo que as autoridades de seu país lhe devolvam legalmente o nome e o sexo com que nasceu.
Fernando Ñaupari: ontem e hoje
Fernando Ñaupari já conseguiu isso na França, onde se estabeleceu por mais de dez anos e onde ele tinha um contrato matrimonial como mulher.
Divorciado e com nacionalidade francesa, os documentos desse país o identificavam como homem, mas no Peru ele continua sendo Carmen Claudia Ñaupari.
Agora ele se dedica a pregar a Palavra de Deus, que, de acordo com ele, operou um milagre na vida dele.
Fernando Ñaupari: ontem
As inúmeras operações cirúrgicas que transformaram Fernando em Carmen Claudia, uma “mulher” bela, não lhe deram a felicidade. Pelo menos, assim diz agora Fernando Ñaupari, 28 anos depois de haver vivido com um corpo de mulher.
“De um ou outro jeito, eu buscava me parecer com uma mulher. Eu não gostava do que eu tinha entre as pernas,” contou ele em entrevista a CNN em espanhol.
Quase toda a sua vida como Carmen Claudia transcorreu na França, e estava ligada ao mundo da prostituição e drogas. Ele não saiu desse mundo nem mesmo quando se casou com um francês que lhe ofereceu uma vida repleta de conforto.
“Vim desta vez ao Peru para me batizar, para poder amar meus irmãos como deve ser,” disse ele.
Sua vida mudou quando visitou Lima para ser batizada numa igreja cristã.
“No ano de 2000 eu nunca disse: vou vestir roupas de homem. Não, quando clamei a Deus, não pedi para ser homem. Eu pedi que Deus me desse transformação: deixar a vida das discotecas, as farras… ser uma mulher decente, viver bem com meu marido.”
Fernando Ñaupari: ontem
Ele disse que ao escutar a mensagem da Bíblia, caiu desmaiado. Ao acordar, não reconheceu o corpo de mulher que estava construído nele.
“Começaram a ler para mim em 1 Coríntios 6:9 que nenhum homossexual irá ao céu e que toda lésbica irá para o inferno, e isso foi duro para mim. Quando me disseram: você é homem… Imagine a audácia de dizer a um homossexual: ‘Você é homem.’ Você é capaz de ir para cima do cara… Por isso, entendo todos os homossexuais, pois são dissolutos. Entendo porque passei por isso,” acrescentou ele.
Na França, ele foi avaliado por psicólogos e psiquiatras, que lhe deram sinal verde para sua nova mudança de sexo. Depois de passar por cirurgias para desfazer os implantes e voltar a ter um aspecto masculino, só lhe faltava ser reconhecido como homem nas leis peruanas.
Uma visita ao Congresso do Peru para reivindicar seu direito à identidade sexual deu resultado e as autoridades do registro civil, desconcertadas diante do primeiro pedido de um transexual para voltar ao seu sexo, lhe ofereceram usar o documento francês como base para a mudança de sexo no Peru.
Fernando Ñaupari: hoje
“Agora sou um homem consagrado ao ministério. Sou um pregador do ministério que viajo pelo mundo e agora venho ao Peru para ter minha carteira de identidade pensando que é fácil, e já estou nessa batalha há mais de um ano.”
A pregação dele é dirigida aos pais que buscam orientar, na Palavra de Deus, seus filhos que têm tendências homossexuais.
“Vivi 28 anos envolvido nos círculos homossexuais. Vi os homossexuais na sua solidão e quando choravam em meio ao álcool. Por isso, sempre digo: não existe homossexual feliz.”
Traduzido por Julio Severo do artigo em espanhol: Primer transexual reconocido en Perú quiere volver a ser hombre

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Evangélicos e católicos se unem contra grupo satanista


Diferentes grupos cristãos católicos e evangélicos no estado de Nagaland, nordeste da Índia, estão se unindo para combater o rápido crescimento do satanismo.  Nos últimos meses foi divulgado que milhares de adolescentes estavam abandonando as igrejas e declarado que passaram a adorar o diabo.
A agência de notícias do Fides, do Vaticano, informou recentemente que mais de 3.000 jovens  católicos seriam agora “adoradores de Satanás” somente em Kohima,  capital do Estado de Nagaland.
A “explosão” do número de novos seguidores de Satanás teria começado em um movimento nas redes sociais, acredita o pastor Wati Longkumer, diretor do Movimento Missionário de Nagaland, um grupo que reúne cerca de 1.300 igrejas de confissão batista.
“Alguns dos jovens cristãos que conseguimos resgatar desse culto a Satanás nos contaram que eram convidados para reuniões após a meia-noite nos cemitérios da região. Eles recebiam novos nomes e sempre usavam roupas pretas nos encontros”, explica Longkumer. A maioria das pessoas ao receberem os convites pela primeira vez não sabiam que estariam fazendo parte da rituais de adoração ao diabo, mas depois tinham dificuldade em sair.
O pastor Ben Dang Toshi Longkumer, representante da Associação Evangélica da Índia, disse que os pais da região têm expressado preocupações com seus filhos depois que as denúncias começaram a ser divulgadas.
“A participação no culto a Satanás mudou consideravelmente o comportamento e a visão de mundo desses jovens, embora nenhuma atividade criminosa tenha sido comprovada até agora”.
Mais de 90% dos 2 milhões de habitantes de Nagaland são cristãos, sendo que 75% deles são evangélicos. O pastor Zotuo Kiewhuo acredita que a mudança drástica no comportamento da juventude do estado pode ser fruto de conflitos étnicos e seguidas denúncias de corrupção e escândalos nas igrejas, o que geraria uma grande insatisfação nos mais jovens.
Desde abril grupos de igrejas cristãs do estado estão organizando campanhas de oração para resgatar os jovens do satanismo. A Igreja Católica Romana em Nagaland já disse que está trabalhando em conjunto com grupos evangélicos para trazer os jovens de volta ao cristianismo. Com informações Religion News.

Prisão do jovem Nicolas Bernard na França desperta perplexidade e reações em todo o mundo.



Zenit
A equiparação das uniões homossexuais com a família natural despertou na França uma forte reação contrária da população, com manifestações que levaram mais de um milhão de pessoas às ruas.
O movimento Manif pour Tous (Manifestação a Favor de Todos) organizou diversos protestos na França contra a lei Taubria, que aprova as uniões homossexuais e a possibilidade de adoção de menores por casais gays.
Participaram dos protestos pessoas de diversos credos, tendências políticas e até mesmo alguns membros de movimentos homossexuais contrários à adoção de menores por famílias não tradicionais.
O governo do presidente socialista François Hollande respondeu com uma onda de prisões e de repressão policial violenta e inaudita.
O caso do jovem estudante Nicolas Bernard-Busse (foto) tornou-se emblemático: ele foi detido e, com celeridade inédita, condenado a quatro meses de prisão em um dos maiores presídios da Europa, o Fleury-Mérogis, onde está trancafiado em uma cela isolada “para a sua própria segurança”, em palavras das autoridades. Seu “delito” foi o de manifestar-se em defesa do matrimônio tradicional.
O bispo Marc Aillet deu apoio publicamente a Nicolas e, em comunicado, recorda que a condenação do jovem universitário por ser contra a ley Taubria “parece surreal e a pena é desproporcional aos fatos”.
A prisão de Nicolas está despertando perplexidade e reações em todo o mundo. Para o dia 14 de julho, data nacional da França, famosa pelo lema “Liberdade, igualdade, fraternidade”, estão sendo organizadas manifestações pacíficas de protesto.
Na Espanha, está programada uma manifestação pacífica e em família, autorizada pelo governo. A manifestação seguirá o modelo de resistência silenciosa, iniciado pelos franceses, e coincidirá com uma recepção, na Embaixada da França, para os cidadãos franceses que moram em Madri.
“A sociedade francesa soube responder com contundência à imposição totalitária dos caprichos de uma minoria que não conduz a nada além da destruição da família e à vulneração do direito dos menores de ter um pai e uma mãe”, afirma a responsável pela área internacional da associação espanhola Profesionales por la Ética, Leonor Tamayo, que acrescenta: “Vamos exigir o fim da repressão policial injusta, arbitrária e desproporcional, pedir a imediata libertação de Nicolas e dizer ao governo francês que temos vergonha da covardia da sua resposta na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo”.

Bebê considerado morto é achado com vida em capela de hospital.

‘É um milagre. Não há explicação médica’, diz enfermeira que fez o parto. Criança respira com a ajuda de aparelhos em Joaquim Távora, norte do PR.

Bebê estava no altar da capela quando voltou a respirar (Foto: Luiz Guilherme Bannwart/Tanosite.com)
Bebê estava no altar da capela quando voltou a respirar (Foto: Luiz Guilherme Bannwart/Tanosite.com)
G1 – Um bebê considerado morto após o parto em um hospital de Joaquim Távora, a 180 quilômetros de Londrina, no norte do Paraná, foi encontrado com vida na capela do hospital, três horas depois. A menina, nascida na segunda-feira (8), está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Sagrada Família, em Londrina.
De acordo com a enfermeira do Hospital Lincoln Graça de Joaquim Távora Ana Cláudia Oliveira, responsável pelo parto, o bebê nasceu vivo, mas a equipe médica constatou que ele não respirava. Um médico foi chamado para assistir a equipe, que, após diversas tentativas de reanimar a criança, percebeu que não havia nenhum sinal vital. “Eu posso garantir: a criança estava morta. As pupilas não respondiam mais à luz. Todos os sinais comprovavam que não havia mais vida”, afirma a enfermeira.
Ana Cláudia conta que, por ser uma criança, solicitou que o corpo fosse encaminhado à capela interna do hospital. “É um anjinho, uma criança. Não queria que fosse para o necrotério”, explicou. Segundo ela, uma auxiliar de enfermagem limpou a criança e a vestiu com as roupas com as quais a recém-nascida seria enterrada. “Eu vi. Ela estava roxinha, completamente morta”, relembra a enfermeira.
No entanto, três horas depois da morte constatada, a avó da criança, Eliza Cabral Silva, a dona da funerária contratada pela família, Rosiles Ferro, e a própria Ana Cláudia notaram que a menina passou a mexer as pernas enquanto estava envolta em um cobertor sobre o altar.
“Quando eu vi, não sabia se ficava feliz ou triste. Fiquei sem reação”, diz a avó do bebê. “Não acreditava no que estava vendo. Foi Deus”, garante. A enfermeira também diz acreditar que a bebê voltou a respitar por intervenção divina. “Não há explicação médica. Eu, pessoalmente, só posso acreditar que foi um milagre”, afirma a funcionária do hospital.
A dona da funerária que atendeu à família diz não acreditar no que presenciou na capela do hospital. “A avó me ligou para buscar o corpo e eu fui. Chegando lá, encontrei o corpo da menina em cima do altar da capela. De repente, vimos que ela ergueu a perninha. Nós nem acreditamos. Ela estava respirando. Nos abraçamos e começamos gritar: ‘Ela está viva, ela está viva!’”, relata a dona da funerária, Rosiles Ferro.
Segundo a administração do Hospital Infantil Sagrada Família, a criança, que respira com a ajuda de aparelhos, ainda não tem diagnóstico confirmado. Ela deve passar por uma bateria de exames nesta quarta-feira (10). A mãe do bebê já está em casa, ainda conforme o hospital.

Disney vai apresentar dupla homossexual em série para crianças

Produtora pretende aproximar o público infantil de modelos homossexuais de “família”

José Maria Pinheiro
O Disney Channel vai apresentar um casal de lésbicas, com filhos, num episódio da série "Boa Sorte, Charlie". O programa deverá ir para o ar em 2014, ano em que a popular sitcom infantil chegará ao fim.
O casal protagonista, Amy e Bob Duncan (Leigh-Allyn Baker e Eric Allan Kramer), vão orgnaizar uma tarde de jogos infantis para a filha Charlie (Mia Talerico) brincar com os seus novos amigos. E será aí que os pais da personagem titular irão descobrir que uma das crianças tem duas mães.
"Esta storyline foi escrita sob a supervisão de uma consultora de desenvolvimento infantil", revelou fonte oficial do canal. "Tal como grande parte da programação do Disney Channel, esta narrativa foi desenvolvida no sentido de ser relevante para as famílias de todo o mundo, reflectindo temas de diversidade e inclusão social."
A antiga estrela de Hannah Montana, Miley Cyrus, elogiou publicamente a decisão do canal do rato Mickey no Twitter: "Isto é verdade?! Só posso defender a Disney ao dar este passo. Eles controlam muito o que as crianças pensam… Isto é inspirador."
"Boa sorte, Charlie" estreou no Disney Channel norte-americano a 4 de Abril de 2010, tornando-se um sucesso instantâneo de audiências. As aventuras de Charlie e da sua família disfuncional chegaram a ultrapassar a famosa "regra dos 65 episódios" do canal: a maior parte dos programas de ficção da Disney chega ao fim no 65.º episódio. "Boa sorte, Charlie" quebrou esta tradição e vai terminar com quase 100 episódios exibidos.
Fonte: Público
Divulgação: www.juliosevero.com

Comentários sobre Instrução do Arcebispo de Cuiabá que proíbe a recepção da Sagrada Comunhão de joelhos.


Por Padre Cristóvão e Padre Williams 
Fratres in Unum.com – Abaixo, divulgamos a Instrução que o Exmo. e Revmo. Sr. D. Milton Antônio Santos, Arcebispo Metropolitano de Cuiabá, escreveu aos seus fiéis, “unificando” (sic!) o modo de receber a Santa Comunhão.
Antes de analisarmos a questão sob o ponto de vista litúrgico-jurídico, analisemos quatro aspectos doutrinais da carta do Exmo. Bispo.
Primeiramente, em toda a Carta, Sua Excelência não menciona em nenhum momento que a Santíssima Eucaristia é o verdadeiro Corpo do Verbo Encarnado, Jesus Cristo Deus. Mesmo na citação que selecionou, escolheu uma frase que, apresentada isoladamente, induz a uma alteração do sentido original dado pelo Magistério da Igreja no documento em questão (que cita, por diversas vezes, a Presença Real), como se o Sacramento da Comunhão fosse apenas um sinal da comunhão dos comungantes, e não da Presença Real de Cristo, a ser adorado nas espécies eucarísticas. Crê, o Sr. Arcebispo, que Cristo está presente real e substancialmente na Eucaristia? Fica o suspense!
Estaria Dom Milton em comunhão com os Papas?
Estaria Dom Milton em comunhão com os Papas?
Em segundo lugar, ele sugere que o modo de receber a Sagrada Comunhão (a atitude, como ele chama) é decisivo para que haja comunhão eclesial. Como assim? Quem quisesse comungar de joelhos quando todos comungam em pé está ferindo a comunhão eclesial? A posição corporal é o que há de mais significativo para que haja comunhão entre os fiéis na Igreja? Então, o Sr. Arcebispo, distribuindo a Santa Comunhão exclusivamente aos comungantes em pé estaria em comunhão com o Papa, que a dá estando os comungantes ajoelhados?
Em terceiro lugar, o Sr. Arcebispo se fixa sobre a atitude exterior. Como os tempos estão mudados! E a atitude interior, espiritual, onde fica? Por que não exorta os fieis a se confessarem, caso tenham cometido pecado grave, antes de se aproximarem deste Augusto Sacramento? E as pessoas imodestamente vestidas, ou melhor, bem despidas? E o tema do jejum eucarístico? Será que o Sr. Arcebispo ainda se lembra do Catecismo?
Em quarto lugar, estamos no ano da fé. E a fé na Eucaristia como Presença Real de Cristo, onde fica? Quer dizer que uma pessoa que se aproximasse da Comunhão em pé, processionalmente, mas sem fé, incredulamente, estaria em comunhão com a Igreja? Talvez com o arcebispo de Cuiabá, sim; mas com a Igreja Católica, não!
A própria disciplina atual da Igreja demonstra que o Bispo de Cuiabá está errado. E isto veremos na análise litúrgico-jurídica da questão.
Para respaldar-se, Dom Milton cita a Instrução Eucharisticum Mysterium, da então Sagrada Congregação para os Ritos (hoje, Congregação para o Culto Divino), publicada em 1967. Pois é! Mas, desde aqueles tempos, “muita água passou debaixo da ponte”.  Naquela ida década otimista, na qual o relógio de muitos bispos parece ter parado, por exemplo, Paulo VI, com a esmagadora maioria do episcopado, reafirmava a disciplina tradicional sobre a Comunhão administrada exclusivamente na boca, rechaçando a Comunhão na mão. Dom Milton recuperará também esta disciplina em sua arquidiocese?
De fato, o Sr. Arcebispo parece ignorar alguns documentos bem posteriores das autoridades competentes, isto é, não provenientes de Dom Milton, que esclareceram a “atitude na comunhão eucarística”. Por exemplo, a Instrução Geral do Missal Romano, que diz: “os fiéis comungam ajoelhados ou de pé, conforme for estabelecido pela Conferência dos Bispos. Se, no entanto, comungarem de pé, recomenda-se que, antes de receberem o Sacramento, façam devida reverência, a ser estabelecida pelas mesmas normas” (n. 90). Este “conforme for estabelecido pela Conferência dos Bispos” se explica melhor no documento que citamos a seguir.
A Instrução Redemptionis Sacramentum, da mesma Congregação, publicada em 2002,  reza: “na distribuição da sagrada Comunhão se deve recordar que ‘os ministros sagrados não podem negar os sacramentos a quem os pedem de modo oportuno, e estejam bem dispostos e que não lhes seja proibido o direito de receber’ [por exemplo, um excomungado ou pecador público, ndr.]. Por conseguinte, qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser admitido à sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé”  (nn. 91s).
Carta da Congregação para o Culto Divino de 2002 - clique para ampliar.
Carta da Congregação para o Culto Divino de 2002 – clique para ampliar.
Esse mesmo conteúdo já era comunicado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em carta a um bispo diocesano, sob o protocolo nº 1322/02/L, datada de 1º de julho de 2002, cuja íntegra nossos leitores podem ler ao lado. Nela se diz: “Esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos recebeu recentemente, da parte de fiéis leigos da sua diocese, informação comunicando que se tem recusado a Sagrada Comunhão aos fiéis que, para recebê-la, se põem de joelhos em vez de permanecer em pé.  Os informantes dizem que tal procedimento pode estar mais difundido na diocese [...] Esta Congregação está realmente preocupada com o grande número de queixas recebidas de várias partes nos últimos meses.  Ela considera que a recusa da Comunhão a um fiel que esteja ajoelhado é grave violação de um dos direitos básicos dos fiéis cristãos. [...] Mesmo naqueles países em que esta Congregação adotou a legislação local que reconhece o permanecer em pé como postura normal para receber a Sagrada Comunhão… ela o fez com a condição de que aos comungantes desejosos de se ajoelhar não seria recusada a Sagrada Eucaristia“. Recordaremos esta carta mais adiante.
Pois bem, os documentos mais atuais, que dão a reta interpretação aos anteriores, são claros. É o fiel quem escolhe o modo como vai receber a comunhão, e pastores devem respeitar este direito.
No entanto, D. Milton Antônio, citando o magistério, alega que “não é permitido a ninguém, nem mesmo ao sacerdote, salvo a suprema autoridade da Igreja, ou conforme o Direito, o bispo e as Conferências dos Bispos, por conta própria, acrescentar, tirar ou mudar qualquer coisa na Liturgia” (Concílio Vaticano II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 22, §3)” e, ainda,  “por isso, os presbíteros tomem a peito presidir a celebração da Eucaristia de tal forma que os fiéis percebam que não participam de um rito de autoridade particular, mas de um culto público da Igreja, cuja organização foi confiada pelo próprio Cristo aos Apóstolos e seus sucessores” (Ibidem, 45), como se ele mesmo não estivesse debaixo desta norma e não devesse cuidar de que seus sacerdotes a cumpram
"Esclarecimento" divulgado na página oficial da Arquidiocese de Cuiabá.
“Esclarecimento” divulgado na página oficial da Arquidiocese de Cuiabá.
De fato, o bispo, em sua diocese, deve ser garante do dever dos fieis e, ademais, da reta disciplina universal da Igreja. “Com efeito, ‘ao Bispo diocesano, na Igreja a ele confiada e dentro dos limites de sua competência, corresponde-lhe dar normas obrigatórias para todos, sobre a matéria litúrgica’. Sem dúvida, o Bispo deve ter sempre presente que não se impeça a liberdade prevista nas normas dos livros litúrgicos, adaptando a celebração, de modo inteligente, seja à igreja, seja ao grupo de fiéis, seja às circunstâncias pastorais, para que todo o rito sagrado universal esteja verdadeiramente acomodado ao caráter dos fiéis” (Congregação para o Culto Divino, Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 21).
Portanto, quanto à comunhão de joelhos e na boca, é bem claro, pelo teor dos textos litúrgicos, pelas normas do direito vigentes na Igreja e pela prática dos últimos pontífices, que este é o modo ordinário de  comungar; quanto a ser em pé, na boca ou na mão, trata-se de uma concessão (Cf. Redemptionis Sacramentum, 92) que só é vigente por uma confirmação da Sé apostólica e, mesmo assim, condicionada à ausência de algum perigo de profanação. Esta possibilidade é dada como uma faculdade aos fiéis, que sempre têm o direito de usarem a prática mais tradicional e ordinária durante séculos na Igreja. E o bispo deveria vigiar para que este direito fosse mantido.
Note-se, ainda, que esta faculdade a Santa Sé concede aos fiéis graças a uma dispensa dada a pedido da Conferência Episcopal. No entanto, caso o bispo diocesano não queira tal dispensa, por exemplo, como prevenção de eventuais sacrilégios, tem o direito de conservar a prática ordinária, ou seja, a comunhão de joelhos e na boca. Mas o contrário, evidentemente, não se pode fazer, transformando-se, assim, um indulto, uma concessão, em lei.
Em suma, o bispo não cria a liturgia, é liturgo enquanto garante da unidade da Igreja. Por isso, a Igreja afirma que “a ordenação da sagrada Liturgia é da competência exclusiva da autoridade eclesiástica; esta reside na Sé apostólica e, na medida que determine a lei, no Bispo” (Concílio Vaticano II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 22 § 1; Código de Direito Canônico, c. 838 § 1; Congregação para o Culto Divino, Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 14). Vale enfatizar: a lei da Igreja não outorga ao bispo, enquanto moderador da vida litúrgica na diocese, poderes específicos para alterar a disciplina sobre a forma de administrar a Sagrada Comunhão.
Dom Milton: missas regadas a siriri, berrante e violas, em que o Arcebispo, durante a celebração, tira fotos com seu Iphone.
Dom Milton: missas regadas a siriri, berrante e violas, em que o Arcebispo, durante a celebração, tira fotos com seu Iphone.
Portanto, resta perguntar ao Exmo. Arcebispo de Cuiabá se está realmente vigiando para que a liturgia seja obedecida em sua Diocese, quanto, por exemplo, à obrigatoriedade do uso da casula para os padres (Cf. Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 123), da bandeja de comunhão (cf. Ibidem, n. 93), da não alteração das leituras bíblicas e da letra do salmo responsorial (cf. Ibidem, n. 62),  à sobriedade no rito da paz (cf. Ibidem, n. 72), quanto à proibição de se alterar a letra do Glória a Deus nas alturas (cf. IGMR, n. 53)… Enquanto muitos abusos se cometem diariamente (por exemplo, com missas regadas a siriri, berrante e violas, cuja aclamação ao Evangelho se dá com cantos como: “Não há ó gente ó não/ Lugar como este pro sermão”, e em que o Arcebispo, durante a celebração, tira fotos com seu Iphone…), alguns pastores se concentram sobre as justas manifestações de devoção do povo, contrariando o bom senso e o legítimo zelo pela unidade da Igreja.
Por fim, voltamos à carta da Congregação para o Culto Divino de 2002, que na ocasião exortava o bispo destinatário sobre os sacerdotes de seu clero: “Dada a importância deste assunto, esta Congregação pede que V. Ex. investigue se tal sacerdote recusa habitualmente a Sagrada Comunhão a algum fiel nas circunstâncias atrás descritas e, se tal é fato real, a Congregação pede também que V. Ex. lhe ordene firmemente que se abstenha de assim proceder no futuro; o mesmo seja feito em relação a qualquer outro sacerdote que haja praticado a mesma falha. Os sacerdotes devem entender que a Congregação considerará qualquer queixa desse tipo com muita seriedade, e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar de acordo com a gravidade do abuso pastoral”.
Resta-nos encorajar aos fiéis de Cuiabá a escrever às autoridades competentes, de preferência por carta ou fax, tendo em conta a firme disposição da Sagrada Congregação para o Culto Divino em sanar tais irregularidades: Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos - Palazzo delle Congregazioni -Piazza Pio XII, 10 -00120 -Città del Vaticano -Santa Sede -Fax: 06-6969-3499 -e-mail’s: cultidiv@ccdds.va e  vpr-sacramenti@ccdds.vaNunciatura Apostólica no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello – Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 -Brasília -DF -CEP 70359-916 -Fax: (61) 3224 – 9365 e–mail: nunapost@solar.com.br.
O bispo é pastor, não tirano, que impõe sua própria preferência sobre os demais!
esclarecimento1