domingo, 9 de junho de 2013

A guerra dos Papas contra o diabo

O suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco serviu para reacender na memória das pessoas a existência do diabo

Papa Leão XIII
A expressão de Leão XIII era incomum. Os que o conheciam sabiam que algo acontecera. O olhar de perplexidade e de espanto do Santo Padre, fixado acima da cabeça do celebrante da Missa a qual assistia, denunciava a visão. Tratava-se do Maligno. O episódio ocorreu numa manhã comum, quando o pontífice participava de uma Celebração Eucarística em ação de graças à celebrada por ele anteriormente, como fazia de costume.
Imediatamente após o susto, o Papa se levantou e se dirigiu com pressa ao seu escritório particular. Meia hora depois, pediu para que chamassem o Secretário da Congregação de Ritos. O que pretendia Leão XIII? Ordenar que se rezasse todos os dias ao término da Missa a popular oração de invocação a São Miguel Arcanjo e súplica à Virgem Maria para que Deus precipite Satanás ao inferno. Segundo testemunho do Cardeal Natalli Rocca, em 1946, foi o próprio Leão XIII quem a redigiu.
Padre José Antonio Fortea
A batalha dos Papas contra o inimigo de Deus não é de agora. O assunto voltou à baila nas últimas semanas devido a uma oração feita pelo Papa Francisco a um homem na praça de São Pedro, alegadamente possesso. Para o renomado exorcista Padre Gabriele Amorth, não há dúvida de que fora um "exorcismo". Porém, para a Sala de Imprensa do Vaticano, tudo não passou de uma "oração". A declaração da Santa Sé é corroborada por outro exorcista, padre José Antonio Fortea, e também pelo mesmo sacerdote que acompanhava o senhor no dia da prece do Pontífice, padre Ruan Jivas, LC.
O homem, de 49 anos, que aparece nas imagens que correram o mundo chama-se Angelo V. Casado e pai de dois filhos, há 14 anos ele é vítima de possessões demoníacas. Conforme relato prestado ao jornal espanhol El Mundo, a experiência demoníaca começou em 1999, durante uma viagem de ônibus para casa, no estado mexicano de Michoacán. "Senti que uma energia estranha entrava no ônibus... tive a sensação de que estava abrindo minhas costelas. Pensei que fosse um ataque do coração", explicou. Possuído por quatro demônios, Angelo resolveu romper o silêncio devido ao ceticismo com que as pessoas reagem a esses casos: "há sacerdotes que não creem na possessão diabólica, que consideram um problema psiquiátrico. Há muitos possuídos que terminam em manicômios e morrem sem saber o que se passava".
Padre Gabriel Amorth
Para o padre Gabriele Amorth, exorcista da Diocese de Roma, a possessão de Angelo V. não é comum, mas uma possessão mensagem. Ele teria a obrigação de pedir aos bispos mexicanos que condenem a aprovação do aborto no México, em reparação às mortes e à ofensa à Virgem grávida de Guadalupe. Segundo o padre Juan Rivas, LC, que acompanha Angelo há algum tempo, 30 exorcismos já foram feitos, mas nenhum obteve sucesso. "Os demônios dizem que "a Senhora" não os deixará sair enquanto os bispos não cumprirem a condição, que é o ato de reparação e expiação e a consagração à Maria Imaculada", disse o sacerdote em entrevista ao portal Zenit.
Angelo V. explicou que decidiu se encontrar com o Papa Francisco após um sonho com o Pontífice, no qual ele aparecia com uma casula vermelha, segurando um turíbulo e rodeado por cardeais. A princípio não deu muita atenção ao sonho, até que assistiu a uma Missa do Santo Padre em que ele aparecia exatamente como na visão. "Passou-me pela cabeça: tenho que ir a Roma. Ademais, naquela época estava lendo um livro do Padre Gabriele Amorth no qual ele dizia que Bento XVI e João Paulo II haviam feito exorcismos em possuídos".
Os exorcismos feitos por Bento XVI e João Paulo II também repercutirem na mídia. No caso do Papa polonês, teriam sido três, sendo um deles poucos anos antes de sua morte, em 2005. Apesar do peso dos 80 anos e da doença de Mal de Parkinson, o embate entre o Santo Padre e o demônio teria ocorrido na tarde de 6 de setembro de 2002. A vítima seria uma italiana de 19 anos. Já Bento XVI teria confrontado o ódio do diabo numa das tradicionais Assembleias gerais de quarta-feira. Segundo o relato do Padre Gabriele Amorth, ao perceber a agitação dos endemoniados, o Papa alemão fitou-os e os abençoou. "Para os possessos isso funcionou como um soco em seus corpos por inteiro", conta o exorcista em seu livro "O último exorcista".
O flagelo do diabo imposto a Angelo já lhe causou grandes dramas. "Por sorte, meus filhos nunca me viram em transe, mas sabem que estou doente", lamentou ao El Mundo. Ele confessou que "há momentos em que os demônios parecem que vão sair, mas nunca se vão". Em um mundo cada vez mais dilacerado pelo materialismo, a história de Angelo é uma pedra de tropeço, que revela a existência do Mal e sua antiga batalha contra o Vigário de Cristo. E como ficou claro desde a sua primeira homilia, no que depender de Francisco, essa luta ainda perdurará por muitos anos.
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Oração a São Miguel Arcanjo

"São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate;
sede nosso auxílio contra as maldades
e ciladas do demônio,
instante e humildemente vos pedimos
que Deus sobre ele impere e vós,
Príncipe da milícia celeste,
com esse poder divino
precipitai no inferno a Satanás
e aos outros espíritos malignos
que vagueiam pelo mundo para perdição das almas.
Amém."

Assista esse video e divulgue: Música a favor das mães e pais é atacada por ativistas gays


Dia das Mães agora é menos importante do que a agenda gay

Julio Severo
As escolas municipais de Brusque, Santa Catarina, não puderam comemorar o Dia das Mães neste ano. A proibição ocorreu por imposição da militância gay, que alegou que a comemoração dessa data constrange crianças adotadas por duplas gays. A denúncia foi dada pela Dra. Marisa Lobo.
Dia das Mães hoje
Assim, para eliminar o “preconceito” do Dia das Mães contra essas duplas, todas as crianças foram obrigadas a ficar num limbo, até que o Estado dê um jeito de impor que todas elas vejam um dos membros das duplas gays como “mãe,” muito embora seja dotado de órgão sexual masculino.
A era da loucura, que fazia parte de ficções horripilantes, não é mais imaginação sombria das páginas de livros. A ficção virou realidade.
Nada escapa da Gaystapo: mãe, pai, filhos e, muito menos, as artes. O cantor Juninho Lutero compôs uma excelente música com enfoque especial na importância dos pais e das mães. Para uma sociedade normal, essa música é exemplo de valorização da vida e da família. Sua letra é magnífica.
Embora alguns, como eu, possam não ter preferência por seu estilo musical, a oposição que está música vem sofrendo é por outro motivo: sua letra excelente foi rejeitada pelos militantes gays.
E quando os militantes gays rejeitam, até o bem-estar das crianças fica em último lugar. As escolas de Brusque cederam diante da truculência gayzista. Se nem crianças escapam, o que será de um cantor e sua música?

O vídeo da música está disponibilizado aqui: http://youtu.be/wWrCOLyi9qE
Ser homossexual agora é mais importante do que ser mãe ou pai, doa a quem doer, mesmo que sejam crianças.
Ser praticante de atos homossexuais é hoje mais importante do que promover a importância do pai e da mãe.
Contudo, ser gay nada tem a ver com biologia ou natureza. No passado, sabíamos que um ser humano era homem ou mulher pela obviedade de seus órgãos sexuais característicos, diferenciais e complementares.
Quando os recursos tecnológicos avançaram, a imaginação ultrapassou os limites, utilizando esses recursos para amputar seus órgãos sexuais externos, numa tentativa de se livrar da visível prova de que nasceram homens ou mulheres.
Hoje, qualquer um pode viver suas loucuras. Um homem nos EUA achava que era um tigre, e para viver essa imaginação ele se mutilou de todas as formas possíveis. Seu fim foi o suicídio, que acabou também com sua imaginação.
Independente do que o cérebro dele e vozes estranhas dissessem na cabeça dele, nada mudou na realidade. Cada célula do corpo dele era evidência biológica e científica de que ele havia nascido homem e morrido homem, apesar de sua imaginação de tigre. Não há recursos tecnológicos para se mudar células humanas para células de tigre.
Outros homens também se mutilam cirurgicamente para serem conforme sua imaginação. Enxergam-se mulheres e amputam seus órgãos sexuais masculinos, mas cada célula deles é evidência biológica e científica de que eles nasceram homens e morrerão homens, independente do que o cérebro deles e vozes estranhas digam na cabeça dele. Não há recursos tecnológicos para se mudar as células de homem para células de gay, até porque não existe terceiro sexo.
Não satisfeitos em impor sobre seus corpos violentas desfigurações conforme suas loucas imaginações, querem também impor sobre os outros e sobre a sociedade tais loucuras. Nem crianças de escola escapam.
Não contentes em mutilar e amputar suas características naturais, exigem também a mutilação e amputação de tudo nos outros que esteja fora de suas loucas imaginações.
O Dia das Mães em Brusque caiu, exclusivamente para atender às loucuras e birras de uma minoria insignificante que não aceita o que cada célula deles grita que eles são e querem impor suas loucuras nos outros.
Chegará o dia em que, numa sociedade controlada por loucos, não mais poderemos dizer publicamente que temos uma mãe do sexo feminino?
Modelo de mãe ideal no futuro Dia das Mães?
Chegará o dia em que a mãe especial e privilegiada será a imitação de mulher com órgão sexual masculino entre as pernas?

Estudante desafia proibição do governo, reza o Pai Nosso durante formatura e é ovacionado pelos colegas.


Uma resolução que proíbe estudantes de orarem em ambientes escolares no Estado da Carolina do Sul, Estados Unidos, foi desafiada por um formando durante a cerimônia de colação de grau.
Ray Costner IV era o orador oficial de sua turma, e protestou contra a resolução ao inserir, no meio de seu discurso, a oração do Pai Nosso. A reação do público foi imediata, e os aplausos encobriram sua voz.
A formatura dos alunos do Ensino Médio aconteceu no último dia 01 de junho, e Ray explicou que seu discurso original tinha sido pré-aprovado pelo governo, mas ele não faria conforme o planejado.
“Eu estou tão feliz que meus pais me levaram para o Senhor durante a juventude”, disse o jovem, que complementou: “Eu acho que a maioria de vocês vai entender quando eu digo: ‘Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia e perdoa-nos por nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos tem ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Porque Teu é o reino, o poder e a glória para sempre e sempre. Amém”.
O apoio ao aluno por parte do público desencorajou qualquer tipo de represália por parte dos mestres de cerimônia, que assistiram à corajosa atitude do rapaz impassíveis.
Segundo informações do WND, a resolução do governo proibindo orações em escolas e cerimônias públicas ligadas ao Estado se deu devido a pressões de ativistas ateus. O porta-voz do distrito escolar de Pickens, John Eby, disse que “houveram reclamações da entidade Freedom From Religion Foundation a respeito da existência de manifestações religiosas em reuniões do conselho e algumas outras questões também”.
Perante essa situação, todas as escolas receberam a resolução proibindo orações, permitindo apenas um momento de silêncio para os alunos.
A opção por desafiar as ameaças dos ativistas ateus rendeu diversos elogios nas redes sociais. O porta-voz John Eby afirmou que, como Ray Costner IV agora está formado não há nada que se possa fazer contra ele: “Não vamos punir os estudantes por expressarem suas crenças religiosas. Ele é um graduado agora. Não há nada que possamos fazer sobre isso, mesmo se quiséssemos”.
Fonte: Gospel +

O confessor do Papa prevê o fim da “lua de mel” com Francisco.

HU – Através de um portal croata tomou-se conhecimento, em Buenos Aires, de uma carta que o sacerdote franciscano Frei Berislao Ostojic OFM, confessor na Argentina do então cardeal Jorge Mario Bergoglio, enviou ao seu irmão Mario Marcos, nascido na Argentina, mas que, atualmente, mora em Zagreb, na Croácia. Na carta, o sacerdote dá uma visão particular do Papa Francisco.

A reportagem está publicada no sítio argentino Valores Religiosos, 06-06-2013. A tradução é do Cepat.
Entre outras coisas, frei Berislao disse que a mídia mundial “exalta o novo Papa”, mas que recomenda “evitar entusiasmos ingênuos”, já que “a experiência nos ensina que, com frequência, aqueles que hoje exaltam, amanhã, por razões ideológicas, tranquilamente estarão no lado oposto”. E acrescenta: “Basta pensar no que acontecerá quando o Santo Padre reafirmar o valor de toda vida humana e disser um claro ‘não’ ao aborto, e no que dirão quando ratificar o casamento entre um varão e uma mulher”, e muitos outros temas sensíveis. Então, “muitos entusiastas superficiais mudarão de lado, e o farão sentir o peso da cruz que não se negocia em detrimento da verdade do Evangelho”.
Em outro parágrafo, refere-se ao seu permanente pedido: “Rezem por mim”, e recorda que há pouco pediu: “Rezem por mim, para que me sinta melhor que ninguém”. Nesta simples súplica, disse o padre Ostojic, “está seu conceito de autoridade, que é serviço. E como está com os pés no chão e não vive de ilusões, sabe muito bem que o tentador não dorme e que os tesouros de graça estão em vasos de barro. Isto é puro realismo humano e espiritual”.
Ao escrever de onde vem “a audácia dos gestos e a alegria do serviço”, o frei franciscano explica: “Na minha percepção pessoal, a coisa me parece clara. A coluna vertebral, a partir da qual se articulam os gestos e as palavras, é preciso buscá-la e reconhecê-la na sua atitude orante, na capacidade de estar diante do Sacrário e beber na intimidade com Cristo as riquezas com as quais Jesus enche os corações que se abrem a ele para que os ilumine e os fortaleça”, e relata que na homilia que Bergoglio pronunciou na consagração do bispo de Azul, dom Salaberry, jesuíta, ao referir-se às dificuldades que se apresentariam na vida de bispo, “quando tudo parecer escuro”, o exortava: “Então, aprende a gastar os joelhos diante do Sacrário. Ele, Jesus, jamais defrauda”.

Aos padres: O tribunal último é Deus, não os jornais.

Por Marco Tosatti – Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com - O Prefeito da Congregação para o Clero, o cardeal Mauro Piacenza, está na Eslováquia para uma série de encontro com a Conferência Episcopal, com os sacerdotes, os seminaristas e os responsáveis pela formação seminarística. Desde este ano, com efeito, por um desejo de Bento XVI expresso há anos, também os seminários de todo o mundo estão sob a responsabilidade da Congregação para o Clero. O purpurado fará conferências, seguidas de debates, depois dos quais acontece a celebração da missa. A viagem, por convite da Conferência episcopal, acontece por ocasião da Jornada mundial de santificação para o Clero, juntamente com as celebrações jubilares dos Santos Cirilo e Metódio, os evangelizadores do mundo eslavo e co-padroeiros da Europa.

Cardeal Piacenza
Cardeal Piacenza
Aos sacerdotes, o cardeal falou da importância da comunhão na Igreja e para com a Igreja, também na sua forma hierárquica. Um elemento que a cultura dominante frequentemente tem dificuldade de entender, e que parece contrastar com alguns aspectos da sociedade moderna.
Nesta concepção da comunhão e da consequente obediência, é sempre necessário vigiar sobre o conceito e sobre a práxis concreta, que cada um vive em relação com a cultura dominante e, em particular, com a modernidade. “Ser ‘modernos’ – disse Piacenza –, não significa, em nenhum caso, ferir a comunhão ou viver a obediência de modo arbitrário, mas, ao contrário, o que nos faz ser diferenciais no mundo – e, por isso, proféticos – é a real e profunda unidade com Cristo; da relação com Ele deriva toda fecundidade pastoral”.
E continuou o prefeito da Congregação para o Clero: “Ser padres modernos não significa reinventar a fé em cada homilia, ou imaginar uma igreja diferente, nas suas estruturas essenciais, daquela que foi instituída por Cristo Senhor. Ser modernos significa, ao contrário, ser contemporâneos de Cristo, isto é, viver, cada instante, em sua Presença”.
Segundo o purpurado, não se trata somente de respeito para com as regras da estrutura; mas esta atitude, ao contrário, corresponde à exigência e a necessidade dos fieis: “As nossas comunidades nos pedem. Desde os mais pequenos vilarejos à mais populosa paróquia urbana, os nossos fieis desejam encontrar testemunhas fieis e, por isso, críveis, que sejam, primeiramente estes, sinais reconhecíveis da comunhão divina sobrenatural”.
Mais do que assumir os desafios da modernidade, é necessário “ser capaz, com a força do Evangelho, de nós mesmos desafiarmos a modernidade” graças a uma “radical e permanente pertença a Cristo”. É necessário viver uma liberdade autêntica. “É necessário sermos livres de qualquer condicionamento dos meios de comunicação, que não são o nosso último tribunal! Nosso último tribunal é Deus! Sermos verdadeiramente o diferencial na cultura dominante nos torna extraordinariamente próximos do nosso povo, nos tornará capazes de dialogar com as pessoas de fé e com aquelas que não crêem, sustentará a responsabilidade no trato com as almas a nós confiadas e, justamente na radicalidade de sermos alternativos ao mundo, conquistaremos a profunda estima, sobretudo, dos jovens”.

Católicos unidos na oração jamais serão vencidos.


993526_10201314195955495_419213849_n
379703_424993170932595_510935260_n
Guarulhos, Catedral Nossa Senhora da Conceição, sábado, 8 de junho de 2013: Fiéis — provavelmente vários leitores do Fratres, que se mobilizaram aqui — cercam a Catedral contra protesto fracassado da “Marcha das Vadias”. Informações de Júnior Ferreira: “A ‘marcha das  vadias’ em Guarulhos foi um fiasco. Tinha tanta polícia na frente da Catedral, que achavámos que iam ter pelo menos um número aceitável de pelo menos umas 500 pessoas, mas se tivesse 30 era muito!! Nós não conseguimos ouví-las, pois o terço foi rezado na sacada do coro da Catedral, com caixas de som potentes, e o órgão musical dava mais beleza as nossas ladainhas. Um grupo de pessoas fizeram uma corrente humana nas portas da igreja, caso os desordeiros inventassem de invadir, como fizeram na Bélgica. Uma representação por parte de católicos foi enviada a polícia, que proibiu nudez no protesto. As pessoas que passavam pelo Centro nem davam bola para os manifestantes. Nossa Senhora esteve conosco ! Uma Missa foi rezada após o terço, a os manifestantes cansados, desistiram e foram embora !”

sábado, 8 de junho de 2013

Porque um católico não pode ser maçom?


Ao longo de sua história a Igreja Católica condenou e desaconselhou seus fiéis à pertença a associações que se declaravam atéias e contra a religião, ou que poderiam colocar em perigo a fé. Entre essas associações encontra-se a maçonaria. Atualmente, a legislação se rege pelo Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II em 25 de janeiro de 1983, que em seu cânon 1374, afirma: "Quem ingressa em uma associação que maquina contra a Igreja deve ser castigado com uma pena justa; quem promove ou dirige essa associação deve ser castigado com entredito".
Esta nova redação, entretanto, apresenta duas novidades em relação ao Código de 1917: a pena não é automática e não é mencionado expressamente a maçonaria como associação que conspire contra a Igreja. Prevendo possíveis confusões, um dia antes de entrar em vigor a nova lei eclesiástica no ano de 1983, foi publicada uma declaração assinada pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Nela se apresenta que o critério da Igreja não sofreu variação em relação às anteriores declarações, e a nominação expressa da maçonaria foi omitida para assim incluir outras associações. É indicado, juntamente, que os princípios da maçonaria seguem sendo incompatíveis com a doutrina da Igreja, e que os fiéis que pertençam a associações maçônicas não podem ter aceder à Sagrada Comunhão.
Neste sentido, a Igreja condenou sempre a maçonaria. No século XVIII, os Papas o fizeram com muito mais força, e no XIX persistira nisto. No Código de Direito Canônico de 1917 eram excomungados os católicos que fizessem parte da maçonaria, e no de 1983 o cânon da excomunhão desaparece, junto com a menção explícita da maçonaria, o que pôde criar em alguns a falsa opinião de que a Igreja por pouco aprovaria a maçonaria.
É dificil encontrar um tema - explica Federico R. Aznar Gil, em seu ensaio La pertenencia de los católicos a las agrupaciones masónicas según la legislación canónica actual (1995) - sobre o qual as autoridades da Igreja Católica tenham se pronunciado tão reiteradamente com no caso da maçonaria: desde 1738 a 1980 conservam-se não menos de 371 documentos, aos quais deve-se acrescentar abundantes intervenções dos dicastérios da Cúria romana e, a partir sobretudo do Concílio Vaticano II, as não menos numerosas declarações das Conferencias Episcopais e dos bispos de todo o mundo. Tudo isto está indicando que nos encontramos frente a uma questão vivamente debatida, fortemente sentida e cuja discussão não pode se considerar fechadas.
Quase desde a sua aparição, a maçonaria gerou preocupações na Igreja. Clemente XII, "In eminenti", havia condenado a maçonaria. Mais tarde, Leão XIII, em sua encíclica "Humanum genus", de 20 de abril de 1884, a qualificava de organização secreta, inimigo astuto e calculista, negadora dos princípios fundamentais da doutrina da Igreja. No cânon 2335 do Código de Direito Canônico de 1917 estabelecia-se que "aqueles que dão seu nome à seita maçônica, ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra as potestades civis legítimas, incorrem ipso facto em excomunhão simplesmente reservada à Sede Apostólica".
O delito - segundo Federico R. Aznar Gil - consistia em primeiro lugar em dar o nome ou inscrever-se em determinadas associações. (...) Em segundo lugar, a inscrição devia se realizar em alguma associação que maquinasse contra a Igreja: se entendia por maquinar "aquela sociedade que, em seu próprio fim, exerce uma atividade rebelde e subversiva ou as favorecesse, quer pela própria ação dos membros, quer pela propagação da doutrina subversiva; que de forma oral ou por escrito, atua para destruir a Igreja, isto é, sua doutrina, autoridades em quanto tais, direitos, ou a legítima potestade civil". (...) Em terceiro lugar, as sociedades penalizadas eram a maçonaria e outras do mesmo gênero, com o qual o Código de Direito Canônico estabelecia uma clara distinção: enquanto o ingresso na maçonaria era castigado automaticamente com a pena de excomunhão, a pertença a outras associações tinha que ser explicitamente declarada como delitiva pela autoridade eclesiática em cada caso. Os motivos que argumentava a Igreja católica para sua condenação à maçonaria eram fundamentalmente: o caráter secreto da organização, o juramento que garantia esse caráter oculto de suas atividades e os pertubadores complôs que a maçonaria empreendia contra a Igreja e os legítimos poderes civis. A pena estabelecia diretamente a excomunhão, estabelecendo-se também uma pena especial para os clérigos e os religiosos no cânon 2336.
Também recordavam as condições estabelecidas para proceder à absolvição desta excomunhão, que consistiam no afastamento e a separação da maçonaria, reparação do escândalo do melhor modo possível, e cumprimento da penitência imposta. As conseqüências da excomunhão incluiam, por exemplo, a privação de sepultura eclesiática e de qualquer missa exequial, de ser padrinho de batismo, de confirmação, de não ser admitidos no noviciado, e o conselho - no caso das mulheres - de não contrair matrimônio com maçons, assim como a proibição ao pároco de assistir núpcias sem consultar o Ordinário.
A partir da celebração do Concílio Vaticano II, um incipiente diálogo entre maçons e católicos fez com que a situação começasse a mudar. Alguns Episcopados (França, Países Escandinavos, Inglaterra, Brasil ou Estados Unidos) começaram a revisar a atitude frente a maçonaria; por um lado revendo na história os motivos que levaram a Igreja a adotar essa atitude condenadora, tais como sua moral racionalista maçônica, o sincretismo, as medidas anticlericais promovidas e defendidas pelos maçons; e por outro lado, foi questionado que se pudesse entender a maçonaria como um bloco único, sem levar em conta a cisão entre a maçonaria regular, ortodoxa e tradicional, religiosa e aparentemente apolítica, e a segunda, a irregular, irreligiosa, política, heterodoxa.
Estes motivos e as mais ou menos constantes petições chegadas de várias partes do mundo a Roma, diálogos e debates, fizeram com que, entre 1974 e 1983, a Congregação para a Doutrina da Fé retomasse os estudos sobre a maçonaria e publicasse três documentos que supuseram uma nova interpretação do cânon 2335. Neste ambiente de mudanças, não é de se estranhar que o cardeal J. Krol, arcebispo de Filadélfia, perguntasse à Congregação para a Doutrina da Fé se a excomunhão para os católicos que se afiliavam à maçonaria seguia estando em vigor. A resposta a sua pergunta foi dada por seu Prefeito, em uma carta de 19 de julho de 1974. Nela é explicado que, durante um amplo exame da situação, tinha-se dado uma grande divergência nas opiniões, segundo os países. A Sede Apostólica acreditava oporutno, conseqüentemente, elaborar uma modificação da legislação vigente até que se promulgasse o novo Código de Direito Canônico. Advertia-se, entretanto, na carta, que existiam casos particulares, mas que continuava a mesma pena para aqueles católicos que dessem seu nome a associações que realmente maquinassem contra a Igreja. Enquanto que para os clérigos, religiosos e membros de institutos seculares a proibição seguia sendo expressa para a sua afiliação em qualquer associação maçônica. A novidade nesta carta residia na admissão, por parte da Igreja católica, de que poderiam existir associações maçônicas que não conspirassem em nenhum sentido contra a Igreja nem contra a fé de seus membros.
As dúvidas não tardaram em surgir: qual era o critério para verificar se uma associação maçônica conspirava ou não contra a Igreja?; e que sentido e extensão devia se dar a expressão conspirar contra a Igreja?
O clima generalizado de aproximação entre as teses de alguns católicos e maçons foi quebrado pela declaração de 28 de abril de 1980 Conferência Episcopal Alemã sobre a pertença dos católicos à maçonaria. Como aponta Federico R. Aznar Gil, a declaração explicava que, durante os anos de 1974 e 1980, foram se mantendo numerosos colóquios oficiais entre católicos e maçons; que por parte católica tinham sido examinados os rituais maçônicos dos três primeiros graus; e que os bispos católicos tinham chegado à conclusão de que havia oposições fundamentais e insuperáveis entre ambas as partes: "A maçonaria - diziam os bispos alemães - não mudou em sua essência. A pertença à mesmas questiona os fundamentos da existência cristã. (…) As principais razões alegadas para isso foram as seguintes: a cosmologia ou visão de mundo dos maçons não é unitária, mas relativa, subjetiva, e não pode se armonizar com a fé cristã; o conceito de verdade é, também, relativista, negando a possibilidade de um conhecimento objetivo da verdade, o que não é compatível com o conceito católico;
Também o conceito de religião é relativista (…) e não coincide com a convicção fundamental do cristão, o conceito de Deus simbolizado através do "Grande Arquiteto do Universo" é de tipo deístico e não há nenhum conhecimento objetivo de Deus no sentido do conceito pessoal de Deus do teísmo, e está impregnado de relativismo, o qual mina os fundamentos da concepção de Deus dos católicos (…).
Em 17 de fevereiro de 1981, a Congregação para a Doutrina da Fé publicava uma declaração que afirmava de novo a ex-comunhão para os caltólicos que dessem seu nome à seita maçônica e a outras associações do mesmo gênero, com o qual a atitude da Igreja permanece invariável, e invariável permanece ainda em nossos dias.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Senado vai priorizar aprovação de PLC 122

Renan Calheiros, presidente do Senado, afirma que enviará PLC 122 para votação mesmo sem consenso entre parlamentares

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta terça-feira que uma das futuras prioridades no Senado será a aprovação do PLC 122/06, projeto petista que pune opiniões contrárias ao homossexualismo.
Calheiros disse que o PLC 122 pode ser levado para votação mesmo sem consenso. “Assumi o compromisso de priorizar alguns projetos dessa agenda de direitos humanos. O processo legislativo caminha mais facilmente pelo acordo, pelo consenso. Quando isso não acontece, você tem de submeter a matéria à votação. É o que vai acontecer com relação ao projeto da homofobia”, afirmou o parlamentar.
O PLC 122 está paralisado na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado desde março do ano passado. Ao longo de manobras e debates, uma versão mais maliciosa foi apresentada pela então senadora Marta Suplicy (PT-SP), que propôs a alteração de uma lei de 1989 segundo a qual a punição de crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia ou religião passaria a englobar também, como crime, discriminação de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.
Depois de resistências de evangélicos e católicos, a versão do PLC 122 apresentada por Marta passou a oferecer uma concessão especial: depois de aprovado, o PLC 122 supostamente não seria aplicável para pessoas que manifestam opinião pacífica contra o homossexualismo dentro dos templos religiosos. A lei homossexualista então limitaria a liberdade de consciência, de crença e de religião aos estritos espaços desses templos.

Marcha das Vadias: Formigas de asas, mulheres sem chão

José Maria e Silva
No sábado, 25 de maio, várias cidades brasileiras, como São Paulo, Belo Horizonte e Recife, foram palco da Marcha das Vadias. No mesmo final de semana, outras marchas foram realizadas em Florianó­polis, Fortaleza, São Luís e Aracaju.

Modismo nasceu no Canadá

A Marcha das Vadias nasceu em Toronto, a maior cidade do Canadá, com 2,5 milhões de habitantes. Em 24 de janeiro de 2011, o policial Michael Sanguinetti foi à Osgoode Hall Law School, uma das mais antigas Faculdades de Direito do Canadá, proferir uma palestra sobre segurança pessoal para os estudantes. Apenas dez alunos se interessaram pelo evento, o que deve ter estimulado o policial a falar sobre o tema com mais informalidade. Num dado momento da preleção, referindo-se aos crimes sexuais em Toronto, que apresentavam um número elevado (para os padrões do Canadá), Sanguinetti disse que iria falar sem rodeios e alertou: “Eu não deveria falar sobre isso, mas tenho dito que as mulheres devem evitar se vestir como vadias para não serem vítimas”.
A declaração foi sendo repassada de boca em boca e gerou indignação na universidade. Além de ser enquadrado num programa de capacitação, o policial enviou uma mensagem de correio eletrônico para a universidade, na primeira quinzena de fevereiro, desculpando-se pelo que havia dito. “Fiz um comentário impensado, que não reflete o compromisso do Serviço de Polícia de Toronto com as vítimas de agressões sexuais”, escreveu. O policial disse, ainda, que os crimes violentos, como assaltos sexuais, podem ter um efeito traumatizante sobre as suas vítimas e, diante disso, reiterou que seu comentário fora prejudicial. “Estou envergonhado pelo comentário que fiz e que não deve ser repetido. Peço desculpas por quaisquer maus sentimentos que meu comentário possa ter despertado”, concluiu.
Mas seu pedido de desculpas foi em vão. Valendo-se das redes sociais, especialmente do Facebook, um grupo de estudantes da universidade resolveu protestar contra a declaração do policial, criando uma marcha de protesto intitulada “Slut Walk”, em inglês, ou Marcha das Vadias (ou “putas”, “cadelas”), em português. A marcha canadense arregimentou cerca de 3 mil pessoas e, já nas semanas seguintes, ultrapassou as fronteiras do riquíssimo país norte-americano e se espalhou por várias cidades dos Estados Unidos. Em seguida, o modismo canadense chegou à Argentina, Austrália, Holanda, Nova Zelândia, Suécia e Reino Unido, além do Brasil. Hoje, também é realizada na França, na Alemanha e em vários outros países, sempre com o mesmo objetivo — desafiar o senso comum por meio da adoção subversiva do termo “vadias” pelas próprias mulheres.

Sem ética e sem razão

Diz um antigo provérbio popular, aplicado às mulheres pelos machistas, que “formiga, quando quer se perder, cria asas”. Outro provérbio, de origem bíblica, diz que “é pelos frutos que se conhece a árvore”. Combinando esses dois provérbios, pode-se ter um diagnóstico preciso da Marcha das Vadias, cujos frutos palpáveis são as palavras de ordem de suas militantes nas ruas durante as passeatas. E elas falam por si.
O cartaz mais recorrente nas Marchas das Vadias é o que associa a “santa” com a “puta”. Mas essa associação não obedece a uma lógica. Ela varia conforme a militante. Umas dizem: “Nem santa, nem puta, sou livre”. Outras gritam: “Sou santa, sou puta, sou livre”. Uma flagrante contradição, sem dúvida. Também é comum o cartaz que propõe um enunciado e três opções de resposta: “Um homem sem camisa: 1) está com calor; 2) vai jogar bola; 3) quer ser estuprado, claro”. Para as militantes, a resposta correta, que aparece marcada no cartaz, é a terceira, supostamente ironizando os ma­chistas que alegam que uma mu­lher sem roupa está se oferecendo aos homens. Ora, homem não tem seios e o equivalente masculino de uma mulher sem sutiã seria um homem de cuecas, o que é inadmissível em locais públicos.

Luta vã com a natureza

Aliás, ao contrário do que afirmam as “vadias”, a nudez masculina é até mais proibida pela difamada “sociedade patriarcal” do que a feminina. Além de exibirem fartamente seios e nádegas, as mulheres também são vistas com muita frequência em nu frontal. Já o nu frontal masculino, mesmo nesse cenário de devassidão, continua sendo rigorosamente proibido e as raras fotos de homens com genitais à mostra geralmente são feitas em grupos, com mulheres também nuas, o que dilui o impacto do membro masculino, por sinal, sempre adormecido nessas ocasiões. E por que o nu frontal do homem é proibido? Porque é agressivo, porque põe em risco a integridade física das mulheres, porque um homem nu, ao contrário do que diz o tolo cartaz da marcha, não quer ser estuprado: ele pode estuprar — coisa que as mulheres não podem.
Mas as feministas, que inspiram a Marcha das Vadias, teimam em negar um dado incontornável da natureza — homens e mulheres são fisicamente diferentes, e o homem, para o bem e para o mal, é mais forte. Prova disso é que outros cartazes recorrentes nas marchas ilustram essa igualdade fictícia entre machos e fêmeas. “Sou vadia, mas isso não te dá o direito de me estuprar” — estampa um cartaz. “Pelo direito de expressar minha sexualidade e minha sensualidade sem ser estuprada” — afirma o cartaz de uma mocinha com os seios totalmente nus. “Minha minissaia não é um convite, seu tarado” — reitera outra, com as pernas à mostra.

A utópica igualdade de gênero

Homens e mulheres só podem ser iguais no plano do espírito, da inteligência, da civilidade. Reduzidos ao mero corpo de cada um, o homem vira macho — como o cavalo e o galo — e a mulher vira fêmea — como a égua e a galinha. E basta ver o que os correspondentes do homem nesse reino animal fazem com suas respectivas fêmeas para se ter uma ideia do futuro que aguarda as mulheres num mundo sem os valores judaico-cristãos, com o qual sonham as feministas. Justamente por causa do arrefecimento desses valores — muito mais do que pela mera desigualdade social — é que os índices de violência dos centros urbanos em todo o mundo, especialmente no Brasil, estão atingindo níveis insuportáveis. Quando empunham seus cartazes contra a Igreja e a família tradicional, reclamando dos assassinatos e estupros de que são vítimas, as “vadias” se esquecem que os verdadeiros estupradores e assassinos não se comovem com palavras de ordem, mas têm seus instintos aguçados pela carne que elas expõem.
É fácil para uma jovem estudante universitária — protegida por familiares e amigos — expor os seios em praça pública, dizendo que adora gozar, mas que sua nudez ostensiva, como se fora um bem de uso público, não é um convite ao sexo. Essa atitude chega a ser ofensiva diante da jovem de periferia, que ao voltar tarde da noite do trabalho, esperando ônibus em pontos ermos e ruas escuras, não pode ostentar a mesma autonomia na cara do estuprador de carne e osso — e não simbólico — que atravessa seu caminho. De fato, o policial canadense estava errado: as autointituladas “vadias” não induzem, com sua atitude, o estupro de si mesmas, mas, sem dúvida, contribuem para transformar a mulher em objeto e, ao fazê-lo, reforçam nos machos brutais a convicção de que mulher é mesmo para ser usada. Mas eles não terão acesso às protegidas “vadias” das marchas — suas vítimas serão quase sempre as infelizes mulheres de periferia, que cruzam cotidianamente seu caminho.
A Marcha das Vadias finge dar asas à mulher, mas, na verdade, tira-lhes o próprio chão. 
Editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Assista esse vídeo: A Nova Ordem Mundial e o Controle Mental


03.06.2013 - A Nova 
Ordem Mundial usa a educação para promover o controle mental de indivíduos e da sociedade
Por Carlos Reis
Assista abaixo ao importantíssimo vídeo do médico e mestre em ciência política e história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – POA, sobre a infiltração e implantação da cartilha da NOM através da educação pública em nosso País
ASSISTA:

Ministro da Saúde manda retirar do ar campanha 'Eu sou feliz sendo prostituta'

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recuou e mandou retirar a peça "Eu sou feliz sendo prostituta" da página do Departamento de Doenças Sexuais Transmissíveis (DSTs), Aids e Hepatites Virais. O material integrava uma campanha do ministério nas redes sociais para prevenção da aids e redução do preconceito. Nesta terça-feira (04), no entanto, Padilha afirmou que o material estava em teste. "Enquanto for ministro, uma peça como essa não fará parte de campanha", disse.
Divulgação
Campanha que o ministro da Saúde mandou tirar do ar
A peça exibida na página do departamento trazia o logotipo do ministério e havia sido divulgada no Twitter. Além disso, na página do departamento, havia chamadas com destaque para a campanha. Esta é a terceira vez que o Ministério da Saúde determina a retirada de material com potencial de causar polêmica.
A pasta, por determinação do governo, havia mandado recolher um kit de prevenção de aids dirigido a adolescentes . O material abordava temas como homossexualidade, drogas e gravidez. O ministro da Saúde, assim como fez nesta terça-feira, justificou na época que a distribuição tinha sido feita à revelia dele. Em 2012, um vídeo de carnaval trazendo um casal gay também foi retirado de veiculação. A justificativa foi que o material era de veiculação para públicos específicos.
A peça "Eu sou feliz sendo prostituta" integrava a campanha "Sem vergonha de usar camisinha." O material, que traz ainda vídeos, é fruto da oficina de profissionais do sexo, realizada em março em João Pessoa. As peças da campanha trazem mensagens contra preconceito, sobre necessidade de prevenção contra DST-Aids e a respeito da vontade das prostitutas de serem respeitadas.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.b

    Petistas e outros adversários ofendem Joaquim Barbosa com racismo, ódio e insultos

    Militantes petistas, simpatizantes e outros envolvidos na aversão ao ministro Joaquim Barbosa foram flagrados disseminando ódio, ofensas e racismo nas redes sociais. Ainda que isto não represente toda a parcela de envolvidos no Partido dos Trabalhadores (PT), a ação implicou severas críticas a estas posições.

    Joaquim Barbosa no STF. Imagem: Nelson Jr./SCO/STF
    Tais animosidades devem-se à postura intransigente e vigorosa de Joaquim Barbosa no tratamento do processo a respeito da quadrilha responsável por desvio de dinheiropúblico e compra de votos, no que ficou conhecido como "mensalão".

    Entre as ofensas, destacam-se: "Negro covarde", "Canalha", "tá parecendo aqueles negros que o dono da senzala escolhia para surrar os próprios negros no pelourinho", "salafrário", "animal da pior espécie", "pregador de golpe", comparações com Idi Amin Dada (ditador genocida africano), "golpista posando de moralista", "inútil que deveria estar em porta de cadeia", "capitão do mato da casa-grande que se ilude achando que os coroneis o aceitam como um dos seus", "capitão do mato que se acha popstar", "capitão do mato do Coronel Gilmar Mendes", "vadio que só está lá por causa do Lula", "comprado pela direita", entre outros. Foram feitas screenshots pelo grupo Implicante. Confira abaixo:

















    Assista esse vídeo: A ação de Satanás e o exorcismo explicados por um padre exorcista

    Exorcista descreve o ritual de exorcismo, explica como Satanás age cotidianamente e o que fazer para proteger-se

    Após a cena protagonizada pelo Papa Francisco e um endemoninhado na Praça de São Pedro, na Festa de Pentecostes, reacendeu no mundo o interesse pela figura do “exorcista”, porém, a visão desse ministério está contaminada por resquícios de Hollywood, ou seja, a opinião corrente é que os exorcismo são como aqueles mostrados nos filmes.
    O Padre Duarte Sousa Lara é um sacerdote exorcista e durante muito tempo acompanhou o Pe. Gabriele Amorth, renomado exorcista da diocese de Roma. Neste vídeo, ele fala de como se dá a ação do Satanás e seus demônios na vida das pessoas, como ele age cotidianamente e o que fazer para evitar as suas armadilhas.

    Fonte: http://padrepauloricardo.org