sábado, 11 de maio de 2013

A apologia ao infanticídio nos meios universitários


Apesar de chocante, muitas universidades estão apoiando pesquisas pró-infanticídio nos últimos anos

O caso do Dr. Kermit Gosnell - que segue sob julgamento nos Estados Unidos - chocou a opinião pública no mês passado por tamanha crueldade dos crimes. O médico responde à acusação de pelo menos oito homicídios, sendo sete de crianças recém nascidas, após tentativas frustradas de aborto. Kermit Gosnell era dono de uma clínica de abortos na Filadélfia e seus métodos de abortamento espantaram até mesmo os defensores da causa. As crianças nascidas vivas tinham o pescoço perfurado pelo médico. Segundo depoimentos de testemunhas que trabalharam com o acusado, o número de assassinatos de bebês ultrapassa a casa dos 100.
Bebês assassinados na clínica do médico da morte Kermit Gosnell
Por outro lado, se os crimes de Gosnell podem provocar indignação, não faltam aqueles que tentam justificá-lo, mesmo no campo da "bioética". Em março de 2012, uma dupla de "especialistas" publicou um artigo no periódico britânico "Journal of Medical Ethics", intitulado "Aborto pós-natal: por que o bebê deveria viver?". O paper de Alberto Giublini e Francesca Minerva defendia abusivamente o direito dos pais, sobretudo das mães, de tirarem as vidas de seus filhos logo após o parto, caso considerassem ser esta a melhor solução para algum tipo de sofrimento psicológico. Após a repercussão negativa do trabalho na imprensa mundial, Giublini e Minerva - ambos filósofos da Universidade de Melbourne, Austrália - fizeram um pedido de desculpas público e disseram que a discussão deveria ter sido mantida no âmbito acadêmico.
A afirmação é no mínimo reveladora. Ao declararem que a discussão deveria ter ficado restrita ao público familiarizado com o tema, Giublini e Minerva trouxeram à tona um dado que talvez passasse despercebido por muita gente: o estudo para legitimação do infanticídio dentro das universidades. Na época da controvérsia, o editor-chefe do “Journal of Medical Ethics”, Julian Savulescu, chegou a defender os dois especialistas, argumentando por meio de um editorial que cerca de 100 artigos já haviam sido publicados sobre o assunto, alguns a favor e outros contra. Além disso, Savulescu afirmou que o debate está ativo há pelo menos 40 anos. Ou seja, existe dentro das universidades uma linha de estudo incisivo sobre a questão ética da prática do infanticídio. Essa linha, de acordo com Alberto Giublini e Francesca Minerva, parte do conceito de pessoa ligado à tese do doutor Michael Tooley, filósofo da Universidade de Princeton e professor na universidade de Colorado, nos Estados Unidos.
Os apologistas do infanticídio: Francesa Minerva e Alberto Giublini
Neste prisma, a sentença de Hugo von Hofmannsthal de que"nada está na realidade política de um país se não estiver primeiro na sua literatura" é de uma verdade acachapante. Se leis iníquas estão em curso nas Câmaras dos Deputados, Senados e Supremas Cortes é porque antes um grupo de "estudiosos" - muitas vezes financiados por fundações filantrópicas - preparou o terreno para que elas fossem semeadas no debate público. Foi assim que o comunismo e o nazismo subiram ao poder e será assim com outros regimes totalitários e políticas ditatoriais.
Ora, se matar crianças nos ventres de suas mães é permitido, por que não o seria logo depois do parto? Apesar de essa lógica ser perversa, é ela justamente o carro chefe da legalização do infanticídio que se propõe dentro das universidades, esses lugares que deveriam ser o âmbito da promoção da vida e da verdade. Assim, vê-se na prática o resultado dessas pseudo-ciências:casos abomináveis como o do Dr. Kermit Gosnell e a tolerância escandalosa do governo brasileiro à prática de infanticídio em tribos indígenas, algo que já foi fruto de denúncias inclusive de um jornalista australiano, Paul Raffaele, numa audiência pública na Comissão de Direitos Humanos em novembro do ano passado.
É vergonhoso, por conseguinte, perceber a instrumentalização da ciência para fins contrários à dignidade humana, mesmo após catástrofes semelhantes como as de Auschwitz e Camboja. As universidades, que na Idade Média - "Idade das Trevas" na língua dos inimigos da Igreja - produziam um Hugo de São Vítor, um Santo Tomás de Aquino, hoje se transformaram em fábricas de Pol Pots, Mao Tsé Tungs e Hitlers. É claro que não se pode generalizar, nem é essa a intenção, mas fatos como esses servem, sim, para se perguntar qual é realmente a Idade das Trevas, a da Suma teológica ou a das teses em defesa do infanticídio?

Chuva de dinheiro para os ativistas gays de São Paulo


Julio Severo
A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a ser realizada em 2 de junho na Av. Paulista, está com sua sorte garantida: A prefeitura petista sob Fernando Haddad vai dar R$ 1,6 milhão para o evento, o dobro do que o PSDB deu no ano passado.
A prefeitura petista também prometeu patrocínio financeiro para a Feira Cultural LGBT no Vale do Anhangabaú, a Caminhada Lésbica na Avenida Paulista e show de encerramento.
A Caixa Econômica Federal, a Petrobras e o Sindicato dos Comerciários de São Paulo também patrocinam o evento, garantindo um apoio de R$ 280 mil.
Os ativistas gays de São Paulo não poderiam estar mais felizes. Se o PSDB na prefeitura lhes dava um monte de dinheiro, o PT lhes dá dois montes!
O sucesso financeiro deles está garantido, graças ao PT e a custa dos cidadãos que pagam impostos.
São Paulo sofre com enchentes e outros problemas que exigem investimentos, mas o PT envergonha a cidade e seus cidadãos investindo pesadamente nas inúteis e anti-higiênicas farras anais de uma minoria anarquista e sem moral.
E se o cidadão que paga a conta disso abre a boca para se queixar da imoralidade de tantos gastos e dos eventos, a lei de São Paulo, feita pelo PSDB para punir a chamada “homofobia,” cai em cima dos inocentes.
Meu blog é exemplo disso.
Em 2006, se sentindo ofendida, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo recorreu ao Ministério Público Federal contra meu blog, porque meus textos sobre homossexualismo deixam claro que a prática homossexual — seja por base bíblica ou médica — não é normal. O principal motivo de acusação foi este artigo “Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?”.
Com informações do site homossexual A Capa.

Ajuda à Igreja que Sofre premia aeromoça despedida por usar um crucifixo no pescoço


MADRI, 09 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/Europa Press).- A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) reconhecerá nesta sexta-feira com o Prêmio à Defesa da Liberdade Religiosa no Mundo à empregada da British Airways Nadia Eweida que foi despedida por usar um crucifixo no pescoço e a que o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a razão.
O prêmio, que reconhece a sua "luta contra a discriminação religiosa no mundo ocidental", será entregado no marco da III Jornada sobre Liberdade Religiosa que a AIS organiza e acontecerá nesta sexta-feira às 4:00 p.m. na Universidade CEU San Pablo de Madri.
O caso de Nadia Eweida, cristã copta do Reino Unido, repercutiu nos meios quando em 14 de janeiro de 2013 o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a sentença a seu favor no processo feito contra a British Airways por tê-la demitido por usar uma cruz no pescoço. A empresa alegava que usar um crucifixo prejudicava o conceito de marca da empresa.
A Corte sustentou que "os tribunais não respeitaram o equilíbrio entre o desejo da demandante de manifestar sua crença religiosa e o desejo de seu empregador de projetar uma imagem corporativa determinada". Do mesmo modo, a sentença sublinha que "outros empregados da linha aérea britânica tinham sido autorizados a usar objetos religiosos como turbantes ou hiyab, sem nenhum impacto negativo sobre a imagem da British Airways".
A linha aérea ofereceu a Eweida um trabalho como administradora onde "não teria que usar uniforme nem teria contato com clientes", ao que ela se negou. Finalmente, a demandante voltou para a sua função em fevereiro de 2007 quando a companhia mudou sua política para permitir a exibição de símbolos religiosos.
Arcebispo de Bukavu defende os direitos humanos e a paz
Na Jornada também participará o Arcebispo de Bukavu (R.D. do Congo), Dom François-Xavier Maroy, que foi um dos principais defensores da paz e dos Direitos humanos na região dos Grandes Lagos da África Oriental. Maroy teve que fazer frente a várias guerras civis que assolaram a zona leste do Congo, com "graves represálias" para a Igreja, conforme informa AIS.
Atualmente, o Prelado continua denunciando a violência e lutando contra a pobreza, a AIDS e outras doenças, assegurando que "a Igreja é a única organização politicamente neutra que pode ajudar todos a ter um futuro melhor".
A apresentação do ato está a cargo da presidente da AIS Espanha, Pilar Gutiérrez Corada, e a seguir, acontecerá a conferência 'Testemunhos de perdão e reconciliação dos mártires da perseguição religiosa espanhola (1931-1939)', dada pelo sacerdote Jorge López Teulón, postulador da Causa dos Servos de Deus da Província Eclesial de Toledo e da Diocese de Ávila.
Depois de um breve colóquio, o bispo de Getafe, Joaquín María López de Andújar, fará a sua exposição sobre 'A liberdade religiosa à luz da revelação e da Doutrina Social da Igreja'.
Depois da entrega do II Prêmio pela Liberdade Religiosa no Mundo, Dom Maroy Rusengo falará sobre 'Os católicos do Congo: necessidades, sofrimentos e esperanças'. Depois desta palestra haverá um testemunho sobre a dificuldade de viver a fé cristã na China.
Para fechar a sessão, intervirá a doutora Soha Abboud Haggar, professora titular Universidade Complutense de Madri, que falará sobre a 'Situação atual dos cristãos no Egito, Síria e Líbano'. A Jornada encerrará com uma Via Lucis pelos cristãos perseguidos.

Ajuda à Igreja que Sofre premia aeromoça despedida por usar um crucifixo no pescoço


MADRI, 09 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/Europa Press).- A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) reconhecerá nesta sexta-feira com o Prêmio à Defesa da Liberdade Religiosa no Mundo à empregada da British Airways Nadia Eweida que foi despedida por usar um crucifixo no pescoço e a que o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a razão.
O prêmio, que reconhece a sua "luta contra a discriminação religiosa no mundo ocidental", será entregado no marco da III Jornada sobre Liberdade Religiosa que a AIS organiza e acontecerá nesta sexta-feira às 4:00 p.m. na Universidade CEU San Pablo de Madri.
O caso de Nadia Eweida, cristã copta do Reino Unido, repercutiu nos meios quando em 14 de janeiro de 2013 o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a sentença a seu favor no processo feito contra a British Airways por tê-la demitido por usar uma cruz no pescoço. A empresa alegava que usar um crucifixo prejudicava o conceito de marca da empresa.
A Corte sustentou que "os tribunais não respeitaram o equilíbrio entre o desejo da demandante de manifestar sua crença religiosa e o desejo de seu empregador de projetar uma imagem corporativa determinada". Do mesmo modo, a sentença sublinha que "outros empregados da linha aérea britânica tinham sido autorizados a usar objetos religiosos como turbantes ou hiyab, sem nenhum impacto negativo sobre a imagem da British Airways".
A linha aérea ofereceu a Eweida um trabalho como administradora onde "não teria que usar uniforme nem teria contato com clientes", ao que ela se negou. Finalmente, a demandante voltou para a sua função em fevereiro de 2007 quando a companhia mudou sua política para permitir a exibição de símbolos religiosos.
Arcebispo de Bukavu defende os direitos humanos e a paz
Na Jornada também participará o Arcebispo de Bukavu (R.D. do Congo), Dom François-Xavier Maroy, que foi um dos principais defensores da paz e dos Direitos humanos na região dos Grandes Lagos da África Oriental. Maroy teve que fazer frente a várias guerras civis que assolaram a zona leste do Congo, com "graves represálias" para a Igreja, conforme informa AIS.
Atualmente, o Prelado continua denunciando a violência e lutando contra a pobreza, a AIDS e outras doenças, assegurando que "a Igreja é a única organização politicamente neutra que pode ajudar todos a ter um futuro melhor".
A apresentação do ato está a cargo da presidente da AIS Espanha, Pilar Gutiérrez Corada, e a seguir, acontecerá a conferência 'Testemunhos de perdão e reconciliação dos mártires da perseguição religiosa espanhola (1931-1939)', dada pelo sacerdote Jorge López Teulón, postulador da Causa dos Servos de Deus da Província Eclesial de Toledo e da Diocese de Ávila.
Depois de um breve colóquio, o bispo de Getafe, Joaquín María López de Andújar, fará a sua exposição sobre 'A liberdade religiosa à luz da revelação e da Doutrina Social da Igreja'.
Depois da entrega do II Prêmio pela Liberdade Religiosa no Mundo, Dom Maroy Rusengo falará sobre 'Os católicos do Congo: necessidades, sofrimentos e esperanças'. Depois desta palestra haverá um testemunho sobre a dificuldade de viver a fé cristã na China.
Para fechar a sessão, intervirá a doutora Soha Abboud Haggar, professora titular Universidade Complutense de Madri, que falará sobre a 'Situação atual dos cristãos no Egito, Síria e Líbano'. A Jornada encerrará com uma Via Lucis pelos cristãos perseguidos.

Ajuda à Igreja que Sofre premia aeromoça despedida por usar um crucifixo no pescoço


MADRI, 09 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/Europa Press).- A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) reconhecerá nesta sexta-feira com o Prêmio à Defesa da Liberdade Religiosa no Mundo à empregada da British Airways Nadia Eweida que foi despedida por usar um crucifixo no pescoço e a que o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a razão.
O prêmio, que reconhece a sua "luta contra a discriminação religiosa no mundo ocidental", será entregado no marco da III Jornada sobre Liberdade Religiosa que a AIS organiza e acontecerá nesta sexta-feira às 4:00 p.m. na Universidade CEU San Pablo de Madri.
O caso de Nadia Eweida, cristã copta do Reino Unido, repercutiu nos meios quando em 14 de janeiro de 2013 o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a sentença a seu favor no processo feito contra a British Airways por tê-la demitido por usar uma cruz no pescoço. A empresa alegava que usar um crucifixo prejudicava o conceito de marca da empresa.
A Corte sustentou que "os tribunais não respeitaram o equilíbrio entre o desejo da demandante de manifestar sua crença religiosa e o desejo de seu empregador de projetar uma imagem corporativa determinada". Do mesmo modo, a sentença sublinha que "outros empregados da linha aérea britânica tinham sido autorizados a usar objetos religiosos como turbantes ou hiyab, sem nenhum impacto negativo sobre a imagem da British Airways".
A linha aérea ofereceu a Eweida um trabalho como administradora onde "não teria que usar uniforme nem teria contato com clientes", ao que ela se negou. Finalmente, a demandante voltou para a sua função em fevereiro de 2007 quando a companhia mudou sua política para permitir a exibição de símbolos religiosos.
Arcebispo de Bukavu defende os direitos humanos e a paz
Na Jornada também participará o Arcebispo de Bukavu (R.D. do Congo), Dom François-Xavier Maroy, que foi um dos principais defensores da paz e dos Direitos humanos na região dos Grandes Lagos da África Oriental. Maroy teve que fazer frente a várias guerras civis que assolaram a zona leste do Congo, com "graves represálias" para a Igreja, conforme informa AIS.
Atualmente, o Prelado continua denunciando a violência e lutando contra a pobreza, a AIDS e outras doenças, assegurando que "a Igreja é a única organização politicamente neutra que pode ajudar todos a ter um futuro melhor".
A apresentação do ato está a cargo da presidente da AIS Espanha, Pilar Gutiérrez Corada, e a seguir, acontecerá a conferência 'Testemunhos de perdão e reconciliação dos mártires da perseguição religiosa espanhola (1931-1939)', dada pelo sacerdote Jorge López Teulón, postulador da Causa dos Servos de Deus da Província Eclesial de Toledo e da Diocese de Ávila.
Depois de um breve colóquio, o bispo de Getafe, Joaquín María López de Andújar, fará a sua exposição sobre 'A liberdade religiosa à luz da revelação e da Doutrina Social da Igreja'.
Depois da entrega do II Prêmio pela Liberdade Religiosa no Mundo, Dom Maroy Rusengo falará sobre 'Os católicos do Congo: necessidades, sofrimentos e esperanças'. Depois desta palestra haverá um testemunho sobre a dificuldade de viver a fé cristã na China.
Para fechar a sessão, intervirá a doutora Soha Abboud Haggar, professora titular Universidade Complutense de Madri, que falará sobre a 'Situação atual dos cristãos no Egito, Síria e Líbano'. A Jornada encerrará com uma Via Lucis pelos cristãos perseguidos.

Ajuda à Igreja que Sofre premia aeromoça despedida por usar um crucifixo no pescoço


MADRI, 09 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/Europa Press).- A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) reconhecerá nesta sexta-feira com o Prêmio à Defesa da Liberdade Religiosa no Mundo à empregada da British Airways Nadia Eweida que foi despedida por usar um crucifixo no pescoço e a que o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a razão.
O prêmio, que reconhece a sua "luta contra a discriminação religiosa no mundo ocidental", será entregado no marco da III Jornada sobre Liberdade Religiosa que a AIS organiza e acontecerá nesta sexta-feira às 4:00 p.m. na Universidade CEU San Pablo de Madri.
O caso de Nadia Eweida, cristã copta do Reino Unido, repercutiu nos meios quando em 14 de janeiro de 2013 o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a sentença a seu favor no processo feito contra a British Airways por tê-la demitido por usar uma cruz no pescoço. A empresa alegava que usar um crucifixo prejudicava o conceito de marca da empresa.
A Corte sustentou que "os tribunais não respeitaram o equilíbrio entre o desejo da demandante de manifestar sua crença religiosa e o desejo de seu empregador de projetar uma imagem corporativa determinada". Do mesmo modo, a sentença sublinha que "outros empregados da linha aérea britânica tinham sido autorizados a usar objetos religiosos como turbantes ou hiyab, sem nenhum impacto negativo sobre a imagem da British Airways".
A linha aérea ofereceu a Eweida um trabalho como administradora onde "não teria que usar uniforme nem teria contato com clientes", ao que ela se negou. Finalmente, a demandante voltou para a sua função em fevereiro de 2007 quando a companhia mudou sua política para permitir a exibição de símbolos religiosos.
Arcebispo de Bukavu defende os direitos humanos e a paz
Na Jornada também participará o Arcebispo de Bukavu (R.D. do Congo), Dom François-Xavier Maroy, que foi um dos principais defensores da paz e dos Direitos humanos na região dos Grandes Lagos da África Oriental. Maroy teve que fazer frente a várias guerras civis que assolaram a zona leste do Congo, com "graves represálias" para a Igreja, conforme informa AIS.
Atualmente, o Prelado continua denunciando a violência e lutando contra a pobreza, a AIDS e outras doenças, assegurando que "a Igreja é a única organização politicamente neutra que pode ajudar todos a ter um futuro melhor".
A apresentação do ato está a cargo da presidente da AIS Espanha, Pilar Gutiérrez Corada, e a seguir, acontecerá a conferência 'Testemunhos de perdão e reconciliação dos mártires da perseguição religiosa espanhola (1931-1939)', dada pelo sacerdote Jorge López Teulón, postulador da Causa dos Servos de Deus da Província Eclesial de Toledo e da Diocese de Ávila.
Depois de um breve colóquio, o bispo de Getafe, Joaquín María López de Andújar, fará a sua exposição sobre 'A liberdade religiosa à luz da revelação e da Doutrina Social da Igreja'.
Depois da entrega do II Prêmio pela Liberdade Religiosa no Mundo, Dom Maroy Rusengo falará sobre 'Os católicos do Congo: necessidades, sofrimentos e esperanças'. Depois desta palestra haverá um testemunho sobre a dificuldade de viver a fé cristã na China.
Para fechar a sessão, intervirá a doutora Soha Abboud Haggar, professora titular Universidade Complutense de Madri, que falará sobre a 'Situação atual dos cristãos no Egito, Síria e Líbano'. A Jornada encerrará com uma Via Lucis pelos cristãos perseguidos.

Ajuda à Igreja que Sofre premia aeromoça despedida por usar um crucifixo no pescoço


MADRI, 09 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/Europa Press).- A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) reconhecerá nesta sexta-feira com o Prêmio à Defesa da Liberdade Religiosa no Mundo à empregada da British Airways Nadia Eweida que foi despedida por usar um crucifixo no pescoço e a que o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a razão.
O prêmio, que reconhece a sua "luta contra a discriminação religiosa no mundo ocidental", será entregado no marco da III Jornada sobre Liberdade Religiosa que a AIS organiza e acontecerá nesta sexta-feira às 4:00 p.m. na Universidade CEU San Pablo de Madri.
O caso de Nadia Eweida, cristã copta do Reino Unido, repercutiu nos meios quando em 14 de janeiro de 2013 o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a sentença a seu favor no processo feito contra a British Airways por tê-la demitido por usar uma cruz no pescoço. A empresa alegava que usar um crucifixo prejudicava o conceito de marca da empresa.
A Corte sustentou que "os tribunais não respeitaram o equilíbrio entre o desejo da demandante de manifestar sua crença religiosa e o desejo de seu empregador de projetar uma imagem corporativa determinada". Do mesmo modo, a sentença sublinha que "outros empregados da linha aérea britânica tinham sido autorizados a usar objetos religiosos como turbantes ou hiyab, sem nenhum impacto negativo sobre a imagem da British Airways".
A linha aérea ofereceu a Eweida um trabalho como administradora onde "não teria que usar uniforme nem teria contato com clientes", ao que ela se negou. Finalmente, a demandante voltou para a sua função em fevereiro de 2007 quando a companhia mudou sua política para permitir a exibição de símbolos religiosos.
Arcebispo de Bukavu defende os direitos humanos e a paz
Na Jornada também participará o Arcebispo de Bukavu (R.D. do Congo), Dom François-Xavier Maroy, que foi um dos principais defensores da paz e dos Direitos humanos na região dos Grandes Lagos da África Oriental. Maroy teve que fazer frente a várias guerras civis que assolaram a zona leste do Congo, com "graves represálias" para a Igreja, conforme informa AIS.
Atualmente, o Prelado continua denunciando a violência e lutando contra a pobreza, a AIDS e outras doenças, assegurando que "a Igreja é a única organização politicamente neutra que pode ajudar todos a ter um futuro melhor".
A apresentação do ato está a cargo da presidente da AIS Espanha, Pilar Gutiérrez Corada, e a seguir, acontecerá a conferência 'Testemunhos de perdão e reconciliação dos mártires da perseguição religiosa espanhola (1931-1939)', dada pelo sacerdote Jorge López Teulón, postulador da Causa dos Servos de Deus da Província Eclesial de Toledo e da Diocese de Ávila.
Depois de um breve colóquio, o bispo de Getafe, Joaquín María López de Andújar, fará a sua exposição sobre 'A liberdade religiosa à luz da revelação e da Doutrina Social da Igreja'.
Depois da entrega do II Prêmio pela Liberdade Religiosa no Mundo, Dom Maroy Rusengo falará sobre 'Os católicos do Congo: necessidades, sofrimentos e esperanças'. Depois desta palestra haverá um testemunho sobre a dificuldade de viver a fé cristã na China.
Para fechar a sessão, intervirá a doutora Soha Abboud Haggar, professora titular Universidade Complutense de Madri, que falará sobre a 'Situação atual dos cristãos no Egito, Síria e Líbano'. A Jornada encerrará com uma Via Lucis pelos cristãos perseguidos.

Ajuda à Igreja que Sofre premia aeromoça despedida por usar um crucifixo no pescoço


MADRI, 09 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/Europa Press).- A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) reconhecerá nesta sexta-feira com o Prêmio à Defesa da Liberdade Religiosa no Mundo à empregada da British Airways Nadia Eweida que foi despedida por usar um crucifixo no pescoço e a que o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a razão.
O prêmio, que reconhece a sua "luta contra a discriminação religiosa no mundo ocidental", será entregado no marco da III Jornada sobre Liberdade Religiosa que a AIS organiza e acontecerá nesta sexta-feira às 4:00 p.m. na Universidade CEU San Pablo de Madri.
O caso de Nadia Eweida, cristã copta do Reino Unido, repercutiu nos meios quando em 14 de janeiro de 2013 o Tribunal Europeu de Estrasburgo deu a sentença a seu favor no processo feito contra a British Airways por tê-la demitido por usar uma cruz no pescoço. A empresa alegava que usar um crucifixo prejudicava o conceito de marca da empresa.
A Corte sustentou que "os tribunais não respeitaram o equilíbrio entre o desejo da demandante de manifestar sua crença religiosa e o desejo de seu empregador de projetar uma imagem corporativa determinada". Do mesmo modo, a sentença sublinha que "outros empregados da linha aérea britânica tinham sido autorizados a usar objetos religiosos como turbantes ou hiyab, sem nenhum impacto negativo sobre a imagem da British Airways".
A linha aérea ofereceu a Eweida um trabalho como administradora onde "não teria que usar uniforme nem teria contato com clientes", ao que ela se negou. Finalmente, a demandante voltou para a sua função em fevereiro de 2007 quando a companhia mudou sua política para permitir a exibição de símbolos religiosos.
Arcebispo de Bukavu defende os direitos humanos e a paz
Na Jornada também participará o Arcebispo de Bukavu (R.D. do Congo), Dom François-Xavier Maroy, que foi um dos principais defensores da paz e dos Direitos humanos na região dos Grandes Lagos da África Oriental. Maroy teve que fazer frente a várias guerras civis que assolaram a zona leste do Congo, com "graves represálias" para a Igreja, conforme informa AIS.
Atualmente, o Prelado continua denunciando a violência e lutando contra a pobreza, a AIDS e outras doenças, assegurando que "a Igreja é a única organização politicamente neutra que pode ajudar todos a ter um futuro melhor".
A apresentação do ato está a cargo da presidente da AIS Espanha, Pilar Gutiérrez Corada, e a seguir, acontecerá a conferência 'Testemunhos de perdão e reconciliação dos mártires da perseguição religiosa espanhola (1931-1939)', dada pelo sacerdote Jorge López Teulón, postulador da Causa dos Servos de Deus da Província Eclesial de Toledo e da Diocese de Ávila.
Depois de um breve colóquio, o bispo de Getafe, Joaquín María López de Andújar, fará a sua exposição sobre 'A liberdade religiosa à luz da revelação e da Doutrina Social da Igreja'.
Depois da entrega do II Prêmio pela Liberdade Religiosa no Mundo, Dom Maroy Rusengo falará sobre 'Os católicos do Congo: necessidades, sofrimentos e esperanças'. Depois desta palestra haverá um testemunho sobre a dificuldade de viver a fé cristã na China.
Para fechar a sessão, intervirá a doutora Soha Abboud Haggar, professora titular Universidade Complutense de Madri, que falará sobre a 'Situação atual dos cristãos no Egito, Síria e Líbano'. A Jornada encerrará com uma Via Lucis pelos cristãos perseguidos.

Viver a felicidade para mudar a cara "emburrada" de cristãos melancólicos, exortou o Papa


VATICANO, 10 Mai. 13 / 02:03 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na habitual homilia da Missa que celebra na Casa Santa Marta, o Papa Francisco disse hoje que a felicidade é um dom do cristão que o sacia interiormente e que não deve ficar parada, mas deve avançar; para poder assim pregar e anunciar Jesus aos demais.
À Missa, concelebrada pelo Arcebispo de Mérida (Venezuela), Dom Baltazar Cardozo, e pelo abade primado dos beneditinos Notker Wolf, estiveram presentes alguns grupos de empregados da Rádio Vaticano, acompanhados pelo seu diretor geral, Padre Federico Lombardi.
Em sua homilia, o Papa remarcou a atitude gozosa dos discípulos, no tempo entre a Ascensão e Pentecostes: "os cristãos são homens e mulheres felizes, como nos ensina Jesus e a Igreja especialmente neste tempo. Mas o que é essa felicidade? É a alegria? Não: não é o mesmo. Alegrar-se é bom, mas a felicidade é algo mais, é outra coisa. É uma coisa que não provêm de razões momentâneas: é uma coisa mais profunda. É um dom".
"A alegria, se queremos vivê-la em todo momento, no fim se transforma em superficialidade e nos faz sentir um pouco ingênuos, tolos, sem a sabedoria cristã (...). A felicidade é outra coisa. A felicidade é um dom do Senhor, é como uma unção do Espírito; é a certeza de que Jesus está conosco e com o Pai".
O homem feliz, prosseguiu, é um homem seguro. Certo de que "Jesus está conosco, que Jesus está com o Pai". Mas esta felicidade, perguntou-se o Papa, "podemos engarrafá-lo um pouco, para tê-la sempre conosco?".
"Não, porque quando queremos ter essa felicidade só para nós ao final adoece e nosso coração se encolhe um pouco, e nossa cara não transmite felicidade, mas só melancolia, o que não é saudável".
"Algumas vezes estes cristãos melancólicos têm a cara de "pimenta com vinagre" daqueles que não tem a vida bonita. A felicidade não pode ficar parada: deve avançar. É uma virtude peregrina. É um dom que caminha pelo itinerário das nossas vidas, caminha com Jesus: rezar, anunciar Jesus e a felicidade alonga e alarga o caminho".
O Papa explicou que a felicidade "é propriamente uma virtude dos grandes, daqueles grandes que estão acima das pequenezas humanas, que não se deixam envolver em picuinhas da comunidade e da Igreja, pois olham sempre ao horizonte".
A felicidade é "peregrina", ressaltou o Santo Padre. "O cristão canta com felicidade, caminha e leva esta felicidade".
A felicidade, disse logo o Papa, "é o dom que nos leva à virtude da magnanimidade. O cristão é magnânimo, não pode ser covarde: é magnânimo. E justamente a magnanimidade é a virtude do respiro, é a virtude de ir sempre adiante, mas com aquele espírito cheio do Espírito Santo. A felicidade é uma graça que devemos pedir ao Senhor".
"Nestes dias de maneira especial, porque a Igreja se convida, a Igreja nos convida a pedir a felicidade e também o desejo: aquilo que leva para frente a vida do cristão é o desejo. Quanto maior for o desejo, maior será a felicidade. O cristão é um homem, é uma mulher de desejo: desejar cada vez mais no caminho da vida. Peçamos ao Senhor esta graça, este dom do Espírito: a felicidade cristã. longe da tristeza, longe da simples alegria… que é outra coisa. É uma graça que devemos pedir".
Hoje, concluiu o Papa Francisco, há um belo motivo para a felicidade pela presença em Roma de Tawadros II, Patriarca de Alexandria. É um motivo de gozo, sublinhou, "porque é um irmão que vem ao encontro da Igreja de Roma para falar", para fazermos juntos "um trecho do caminho".

Viver a felicidade para mudar a cara "emburrada" de cristãos melancólicos, exortou o Papa


VATICANO, 10 Mai. 13 / 02:03 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na habitual homilia da Missa que celebra na Casa Santa Marta, o Papa Francisco disse hoje que a felicidade é um dom do cristão que o sacia interiormente e que não deve ficar parada, mas deve avançar; para poder assim pregar e anunciar Jesus aos demais.
À Missa, concelebrada pelo Arcebispo de Mérida (Venezuela), Dom Baltazar Cardozo, e pelo abade primado dos beneditinos Notker Wolf, estiveram presentes alguns grupos de empregados da Rádio Vaticano, acompanhados pelo seu diretor geral, Padre Federico Lombardi.
Em sua homilia, o Papa remarcou a atitude gozosa dos discípulos, no tempo entre a Ascensão e Pentecostes: "os cristãos são homens e mulheres felizes, como nos ensina Jesus e a Igreja especialmente neste tempo. Mas o que é essa felicidade? É a alegria? Não: não é o mesmo. Alegrar-se é bom, mas a felicidade é algo mais, é outra coisa. É uma coisa que não provêm de razões momentâneas: é uma coisa mais profunda. É um dom".
"A alegria, se queremos vivê-la em todo momento, no fim se transforma em superficialidade e nos faz sentir um pouco ingênuos, tolos, sem a sabedoria cristã (...). A felicidade é outra coisa. A felicidade é um dom do Senhor, é como uma unção do Espírito; é a certeza de que Jesus está conosco e com o Pai".
O homem feliz, prosseguiu, é um homem seguro. Certo de que "Jesus está conosco, que Jesus está com o Pai". Mas esta felicidade, perguntou-se o Papa, "podemos engarrafá-lo um pouco, para tê-la sempre conosco?".
"Não, porque quando queremos ter essa felicidade só para nós ao final adoece e nosso coração se encolhe um pouco, e nossa cara não transmite felicidade, mas só melancolia, o que não é saudável".
"Algumas vezes estes cristãos melancólicos têm a cara de "pimenta com vinagre" daqueles que não tem a vida bonita. A felicidade não pode ficar parada: deve avançar. É uma virtude peregrina. É um dom que caminha pelo itinerário das nossas vidas, caminha com Jesus: rezar, anunciar Jesus e a felicidade alonga e alarga o caminho".
O Papa explicou que a felicidade "é propriamente uma virtude dos grandes, daqueles grandes que estão acima das pequenezas humanas, que não se deixam envolver em picuinhas da comunidade e da Igreja, pois olham sempre ao horizonte".
A felicidade é "peregrina", ressaltou o Santo Padre. "O cristão canta com felicidade, caminha e leva esta felicidade".
A felicidade, disse logo o Papa, "é o dom que nos leva à virtude da magnanimidade. O cristão é magnânimo, não pode ser covarde: é magnânimo. E justamente a magnanimidade é a virtude do respiro, é a virtude de ir sempre adiante, mas com aquele espírito cheio do Espírito Santo. A felicidade é uma graça que devemos pedir ao Senhor".
"Nestes dias de maneira especial, porque a Igreja se convida, a Igreja nos convida a pedir a felicidade e também o desejo: aquilo que leva para frente a vida do cristão é o desejo. Quanto maior for o desejo, maior será a felicidade. O cristão é um homem, é uma mulher de desejo: desejar cada vez mais no caminho da vida. Peçamos ao Senhor esta graça, este dom do Espírito: a felicidade cristã. longe da tristeza, longe da simples alegria… que é outra coisa. É uma graça que devemos pedir".
Hoje, concluiu o Papa Francisco, há um belo motivo para a felicidade pela presença em Roma de Tawadros II, Patriarca de Alexandria. É um motivo de gozo, sublinhou, "porque é um irmão que vem ao encontro da Igreja de Roma para falar", para fazermos juntos "um trecho do caminho".

Monge arquiteto ensina como melhorar o lar para favorecer o encontro com Deus


Padre Eduardo López Tello
Roma, 08 Mai. 13 / 09:25 am (ACI/EWTN Noticias).- O sacerdote e monge beneditino Eduardo López Tello, perito em arquitetura e arte litúrgica, assegura que bastam alguns detalhes para que qualquer casa possa aproximar-nos do encontro com Deus.
Em uma entrevista concedida ao grupo ACI em 3 de maio, o Pe. Tello assinalou que objetos como a Bíblia, um crucifixo ou imagens dos santos, podem ajudar a criar um lugar especial para a oração no lar.
"Estruturalmente todas as casas são iguais, o que não quer dizer que a casa de um cristão não possa transmitir ou mostrar a presença de Deus. Eu sempre ponho como exemplo as celas monásticas ou as dos monges do deserto, que reserva uma parte do quarto para o mistério de Deus, um âmbito especial onde está presente Deus graças à decoração, aos ícones, à Bíblia, e a elementos decorativos que podem fazer-nos recordar que esse lugar da casa transmite a presença de Deus", explicou.
"O crucifixo é o sinal mais eminente da nossa fé, posto que é o lugar onde se realiza o encontro de Deus com o homem, mas também é bom usar imagens sagradas. Em particular dos mistérios da redenção e da salvação, como podem ser o NatalPáscoa ou Pentecostes. Esses mistérios de alguma maneira transformam nosso interior", referiu.
O perito explicou que é importante ter imagens de santos, porque "são modelos que viveram o evangelho de maneira excepcional". E entre eles "destaca, é óbvio, a mãe de Deus, quem tem um papel especial em todas as casas".
Outro elemento essencial na casa de um cristão deve ser a Bíblia, porque "é o livro que nos transmite a mensagem de como Deus chega a nós em cada momento da nossa vida, e acho que em cada casa, em todo lugar de oração, a Bíblia deve ter um lugar privilegiado e excepcional".
O Pe. Tello é monge da Abadia de Santa Otilia Baviera, Alemanha, e também professor do Pontifício Instituto Litúrgico da Universidade de São Anselmo, onde ensina cursos em um Mestrado de Arquitetura e Arte para a Liturgia.
"Nós –indicou-, propomos em nossa fé a visibilidade do invisível, Deus que se fez homem, e desde esse instante, todo o visível nos pode mostrar a presença de Deus. Isso é o que tentamos mostrar. Como com os elementos visíveis, formais e estruturais, pode-se ter a experiência de Deus".
Segundo o sacerdote espanhol, diversas construções podem aproximar de Deus, mas não há uma arquitetura mais completa para entrar em comunhão com Cristo que a "igreja".
Neste sentido "o âmbito da igreja é um lugar privilegiado para o cristão, porque é o âmbito do Sacramento, é o âmbito onde encontramos em si a presença do mistério de Deus", por isso é tão importante que o arquiteto "conheça bem a fé na hora de desenhar tanto os seus elementos estruturais como os de celebração", assinalou.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O gol contra do Estatuto do Nascituro


versão atual do projeto pode reforçar a doutrina do aborto “legal”

Pe. Luiz Carlos Lodi da CruzPresidente do Pró-Vida de Anápolis
O Estatuto do Nascituro (Projeto de Lei 478/2007) foi elaborado com a intenção de proteger a criança por nascer (o nascituro) e afastar definitivamente de nosso país o fantasma do aborto. O texto original, apresentado pelo Pró-Vida de Anápolis em 2004, sofreu um grande empobrecimento:
a) Foi excluída a proteção penal prevista para o nascituro.
b) Foi excluída também a importantíssima afirmação de que o nascituro é pessoa, conforme estabelecido no Pacto de São José da Costa Rica. Sem o reconhecimento explícito da personalidade do nascituro, os direitos a ele atribuídos serão interpretados como meras “expectativas de direitos”, como hoje fazem tantos doutrinadores.
c) Mas o pior de tudo é que a atual versão é capaz de fortalecer a opinião (falsa) de que no Brasil o aborto é “legal” quando a gravidez resulta de estupro (art. 128, II, CP).
A tragédia ocorreu em 19/05/2010, quando o PL 478/2007 estava em votação na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados. O que estava em votação era a versão — já bastante empobrecida — do substitutivo apresentado pela relatora deputada Solange Almeida (PMDB/RJ). Os abortistas argumentaram que o artigo 13 do substitutivo, ao oferecer proteção e assistência ao nascituro concebido em um estupro, iria extinguir o (suposto) “aborto legal” (art. 128, II, CP) no país.
Seria de se esperar que os deputados pró-vida replicassem que no Brasil não existe “aborto legal” a ser extinto. Se estivessem juridicamente preparados para o debate, eles explicariam aos adversários que o Código Penal não “permite” (nem poderia permitir) o aborto em caso algum; apenas deixa de aplicar a pena ao criminoso se o crime já foi consumado[1]. O despreparo dos pró-vida, porém, era completo. Foi desolador presenciar como eles concordaram que o aborto legal existe (!) e afirmaram veementemente que o Estatuto do Nascituro não revogaria esse “direito” de abortar.
Nessa partida de futebol em que todos chutavam para todos os lados, acabou ocorrendo um gol, mas um “gol contra”. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), com a intenção de acalmar a discussão, sugeriu à relatora que fizesse uma “complementação de voto” a fim de assegurar que o Estatuto do Nascituro não revogaria o suposto aborto “legal” contido no artigo 128, II do Código Penal. Solange Almeida (PMDB/RJ) aceitou a proposta. Fez uma complementação de voto a fim de assegurar — pasmem! — que os direitos do nascituro concebido em um estupro (art. 13 da proposta) não extinguiriam o suposto direito de o médico matá-lo! Os direitos do bebê foram mantidos, porém, “ressalvados (sic) o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro”. Esse deplorável enxerto, tremendo gol contra feito pelos pró-vida, foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família naquela sessão.
A proposta está agora para ser votada na Comissão de Finanças e Tributação, tendo como relator o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O relator deu parecer favorável ao projeto, com uma pequena emenda para adequação financeira: “Esta lei entra em vigor na data de sua publicação e surtirá efeitos financeiros a partir do primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação”. E quanto ao texto inserido na última hora pela antiga relatora Solange Almeida? Permanece como estava. E agora?

A propaganda do gol contra

Por estranho que pareça, o Movimento Brasil Sem Aborto vem-se mobilizando para aprovar o Estatuto do Nascituro sem mostrar nenhuma preocupação quanto ao enxerto nele introduzido. Ao contrário, em uma mensagem divulgada pelo Movimento, parece até que ele faz propaganda do gol contra. A fim de que o projeto seja aprovado, pede-se aos cidadãos que digam aos deputados que
... o Substitutivo deste Projeto de Lei em análise na Comissão de Finanças e Tributação NÃO MODIFICA o Código Penal Brasileiro no que se refere à EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE quando a gravidez resultante de violência sexual (estupro). Em relação a esta questão o Estatuto do Nascituro não revoga, portanto, o que está disposto no artº 128 do Código Penal Brasileiro [2].
No texto acima, o enorme destaque tipográfico é do original.
Tem-se a impressão de que o Movimento Brasil Sem Aborto faz do gol contra uma glória da versão atual do Estatuto do Nascituro.

O que pode acontecer

Se o Estatuto do Nascituro for aprovado como está — com o apoio de passeatas e coletas de assinaturas — a criança por nascer poderá sofrer um terrível golpe. É verdade que, o artigo 128, CP, citado na complementação de voto da deputada Solange Almeida, não fala de uma permissão para aborto. No entanto, é necessário observar três coisas:
A primeira é que, quando a deputada fez sua complementação de voto, estava convencida de que o aborto “legal” existia e desejava conservar esse suposto “direito” de matar a fim de aquietar os abortistas.
A segunda é que os todos os deputados pró-vida presentes naquela sessão acompanharam e aprovaram esse entendimento errôneo da relatora.
A terceira é que, se esse enxerto for mantido (Deus não o permita!), ele servirá para reforçar a tese de que existe o aborto “legal” no país. Com efeito, ao ler o texto do artigo 13 (“O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro”), os doutrinadores perguntarão a si mesmos: por que essa ressalva? E poderão concluir: tal ressalva seria desnecessária se o artigo 128 do Código Penal não permitisse o aborto. Logo, dirão eles que, com base no Estatuto do Nascituro (!), o aborto é permitido quando a gravidez resulta de estupro.

Por que não outros projetos?

É lamentável que o Movimento Brasil Sem Aborto esteja concentrando todas as suas forças em aprovar uma versão distorcida do Estatuto do Nascituro. Infelizmente não é verdade o que está escrito no convite para a 6ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida (de 04/06/2013): “aprovar o Estatuto do Nascituro é impedir, definitivamente, que o aborto seja legalizado em nosso país”[3].
Por que o Movimento Brasil Sem Aborto não se mobiliza pela aprovação de outros projetos — estes sim de efeito imediato na proteção do nascituro? Eis dois exemplos:
1) A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n.º 164, de 2012, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que pretende inserir no artigo 5º de nossa Constituição as sagradas palavras “desde a concepção” após “a inviolabilidade do direito à vida”. Até hoje essa PEC está parada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) aguardando a designação de um relator.
2) O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) n.º 565, de 2012, de autoria do deputado Marco Feliciano (PSC/SP), que pretende sustar a decisão do STF que declarou não ser crime o aborto de crianças anencéfalas. Até hoje o projeto aguarda o julgamento de um recurso (REC 148/2012) contra a decisão do então presidente da Câmara, Marco Maia (PT/RS), que o considerou “inconstitucional”.
Um detalhe importante: ambas as proposições acima — a PEC 164/2012 e o PDC 565/2012 — não passarão pela mesa da Presidente da República! O Congresso poderá promulgá-las sem interferência de Dilma Rousseff. Ao contrário, o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), mesmo que seja corrigido e só depois aprovado, poderá ser vetado, total ou parcialmente, pela nossa Presidente. E a derrubada de um veto presidencial pelo Congresso é praticamente impossível, pois requer a maioria absoluta dos deputados e senadores (art. 66, §4º, CF).

Conclusão

No Movimento Brasil Sem Aborto há grandes amigos meus, verdadeiros pró-vida, que desejam extirpar o aborto do Brasil e não poupam esforços para esse fim.
É preocupante, porém, que o Movimento não tenha entendido o perigo da aprovação irrestrita e incondicional da atual versão do Estatuto do Nascituro. Os milhares de cidadãos que colocam seus nomes no abaixo-assinado não estão sendo advertidos sobre isso.
É lamentável ainda que esse Movimento, ao contrário dos outros grupos pró-vida, evite sistematicamente levantar a bandeira da defesa da família. Evita-se falar contra a exaltação do homossexualismo e a união de pessoas do mesmo sexo.
Enfim, esse Movimento tem sempre procurado poupar o Partido dos Trabalhadores (PT). Nas eleições presidenciais de 2006, não encontrei no portal do “Brasil Sem Aborto” nenhuma referência ao programa de governo do candidato Lula, do PT, que previa, em seu segundo mandato, a legalização do aborto. No entanto, lembro-me de o portal ter exibido “45 razões para não votar em Geraldo Alckmin”, adversário do candidato petista...
[1] Em Direito Penal, isso se chama “escusa absolutória”. O crime permanece, mas o agente não recebe aplicação da pena, por razões de política criminal.
Divulgação: www.juliosevero.com

Pentágono Poderá Submeter à Corte Marcial Militares Cristãos Que Revelarem Sua Fé


Ken Klukowski
O Pentágono divulgou uma nota confirmando que soldados poderão ser submetidos à corte marcial por promover sua fé: “Proselitismo religioso não é permitido dentro do Departamento de Defesa… Cortes marciais e punições extrajudiciais serão decididas caso a caso...” 
A declaração, divulgada para a Fox News, surge logo após reportagem da Breitbart News sobre uma reunião de nomeados ao Pentágono com o extremista anticristão Mikey Weinstein para desenvolver procedimentos de corte marcial para punir cristãos nas forças armadas que expressarem ou partilharem sua fé. 
(De reportagem anterior: Weinstein é chefe da Fundação pela Liberdade Religiosa nas Forças Armadas, e afirma que cristãos, inclusive capelães, que divulgarem o evangelho de Jesus Cristo nas forças armadas são culpados de “traição” e de cometerem um ato de “estupro espiritual”, tão sério quanto o crime de "estupro sexual”. Ele também declarou que cristãos que partilharem sua fé nas forças armadas são “inimigos da Constituição”.)
Ser condenado em uma corte marcial significa que o soldado cometeu um crime com base na legislação militar federal. A punição para uma corte marcial pode incluir prisão e afastamento desonroso das forças armadas. 
Ou seja, os civis nomeados pelo presidente Barack Obama que chefiam o Pentágono estão confirmando que as forças armadas acusarão de crime (possivelmente sujeito à prisão) qualquer indivíduo de farda que expuser sua fé. Isso iria incluir capelães, oficiais militares ordenados sacerdotes de sua fé (em sua maioria cristãos pastores ou padres, ou judeus rabinos), cuja função desde a fundação das forças armadas americanas sob o comando de George Washington era ensinar sua fé e ministrar às necessidades espirituais de soldados que os procuravam para aconselhamento, instrução e conforto.
Esse regulamento iria limitar severamente expressões de fé nas forças armadas, mesmo no âmbito individual entre dois amigos. Isso também poderia efetivamente abolir a posição de capelão nas forças armadas, uma vez que não permitiria a eles (ou a qualquer membro do serviço militar) dizer o que quer que fosse sobre sua fé que alguém pudesse considerar um estímulo para tornar a fé parte de sua vida. É difícil imaginar como um membro do clero daria aconselhamento espiritual sem dizer nada que pudesse ser percebido dessa forma.
Em resposta aos planos do Pentágono, o general Jerry Boykin, que agora é vice-presidente executivo do Conselho de Pesquisas Familiares (Family Research Council, conhecido pela sigla FRC), disse à Fox & Friends na manhã da última quarta-feira:
“É uma questão do que eles querem dizer com ‘proselitismo’ ...Penso que as definições deles estão um pouco confusas. Falar de coerção é uma coisa, mas se você estiver falando do livre exercício da sua fé como soldados do exército, da marinha ou da aeronáutica, principalmente os capelães, então penso que a pior coisa que podemos fazer é suspender a capacidade de um soldado de exercer sua fé".
O FRC lançou uma petição aqui, que já coletou mais de 60.000 assinaturas, pedindo ao secretário Hagel que pare de trabalhar com Weinstein e sua organização anticristã para desenvolver políticas militares relativas a fé religiosa.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Breitbart: Pentagon May Court Martial Soldiers Who Share Christian Faith

Sinal dos Tempos: Mãe mata o filho de 2 anos a machadadas em Minas Gerais



9.05.2013 -
n/d
Uma mulher de 45 anos foi presa em flagrante na tarde de quarta-feira em Turmalina, a 480 quilômetros de Belo Horizonte (MG), após matar o próprio filho, de 6 anos, a machadadas.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, a mulher já havia tentado matar a criança por enforcamento há dois anos. Na ocasião, ela foi presa e indiciada e, desde então, a guarda provisória da criança estava com um casal que morava ao lado da agressora.
Mesmo com a agressão sofrida há dois anos, a criança continuava convivendo com a mãe, "porque gostava muito dela e pedia para visitá-la com frequência", segundo a Polícia Civil. Na última quarta-feira, após voltar da escola, o menino disse à mãe adotiva que queria dar um presente à mãe biológica: um desenho feito durante uma das atividades escolares.
Diante dos apelos do menino, a vizinha permitiu que ele fosse ao encontro da mãe. Porém, ao se aproximar da casa da mãe - que, segundo relatos, sofre de distúrbios psiquiátricos -, foi recebido a golpes de machado, morrendo ainda no local.
Acionada, a Polícia Militar prendeu a mulher em flagrante. Segundo o relato do delegado Felipe Pontual, ela afirmou em depoimento que estava apenas "brincando" com a criança. Com sintomas de surto psicótico, a mãe foi medicada e encaminhada à Cadeia Pública de Capelinha, onde está em observação.
Fonte: Terra noticias