domingo, 5 de maio de 2013

Antes de assistir o fantástico leia e divulgue essa matéria:“Pedófilos não são excomungados, mas eu fui!”. O que pensar dessa afirmação de padre Beto feita na Mídia?



Blogueiro Jorge Ferraz
É bem pouco provável que o padre Beto realmente não entenda o porquê das coisas serem assim; o mais verossímil é que ele esteja fazendo uma chantagem emocional barata, para posar de coitadinho ao mesmo tempo em que lança sobre a Igreja a pecha de intransigente e contraditória. (…)  Exponhamos o discurso do óbvio e expliquemos ao reverendo sacerdote por que sua situação é diferente da dos ditos “padres pedófilos”.
Convém ter em mente, antes de qualquer coisa, que a excomunhão não é um passaporte irrevogável para o inferno.Trata-se de uma pena eclesiástica, em última instância orientada – como aliás todas as penas eclesiásticas – para a salvação das almas.De que maneira?
Ora, os pecados não se dividem em leves, graves e “excomungantes”. Há somente os leves (ou veniais) e graves (ou mortais), e só. Os primeiros são os que mantém a alma em estado de graça e, os últimos, são os que fazem perder a graça santificante; aqueles permitem que se vá ao Céu passando pelo Purgatório e, estes, conduzem ao Inferno. Não há na alma de um assassino (ou adúltero ou ladrão) mais graça santificante do que na de um médico punido com excomunhão, e nem vai menos para o Inferno um católico impenitente do que um herege excomungado.Excomunhão não é, portanto, simples qualificador agravante de condutas pecaminosas. Que coisa é ela, então?
A excomunhão é uma espécie de censura eclesiástica ao mesmo tempo grave e branda. Grave, porque rompe no foro externo a comunhão com o Corpo Místico de Cristo que é a Igreja; branda, porque para ser retirada exige somente um pedido de perdão do excomungado. E os pecados punidos com excomunhão têm geralmente também essa curiosa antinomia: são, ao mesmo tempo, graves em si mesmos e negligenciados por quem os comete. Vejamos alguns exemplos.
Quem é este excomungado? Henrique VIII da Inglaterra. Que crime cometeu? O de separar a igreja anglicana da Igreja Católica. Que importância lhe deu? Nenhuma. Como se sentia?Julgava-se vítima das absurdas pretensões papais sobre o seu casamento, sobre o futuro da família real inglesa.
Quem são estes excomungados? Dom Marcel Lefebvre, Dom Antônio de Castro Mayer e os quatro bispos por eles sagrados sem mandato pontifício . Que importância deram à sagração episcopal ilícita? Nenhuma, pois se julgavam vítimas da Roma Modernista.
Quem é este excomungado? O pe. Roy Bourgeois. O que ele fez? Participou de uma tentativa de “ordenação feminina” . Que importância deu ao fato? Nenhuma, pois se julgava vítima da misoginia da hierarquia católica, do secular machismo eclesiástico.
Quem são estes excomungados? Os médicos que realizaram um aborto numa menina de nove anos no Recife . Como se sentiam? Heróis injustiçados que salvaram uma criança dos obtusos e medievais dogmas da Igreja Católica.
Quem, por fim, é este excomungado? O padre Beto, que falsificou a doutrina da Igreja, corrompeu a juventude e, agora, adota um discurso vitimista, nem por instante se arrependendo do escândalo que suas atitudes provocaram e continuam provocando entre católicos e não-católicos.
O que todas essas coisas  têm em comum? São pecados graves, em primeiro lugar; cometidos não por impulso, mas friamente pensados e executados, insistidos mesmo após as admoestações e súplicas da Igreja,em segundo; e, em terceiro, considerados de pouca importância (às vezes nem percebidos como pecados!) por aqueles que os cometem e pelos que lhes são próximos.Em geral, são estas características e não outras as que a Igreja observa quando decide excomungar alguém.
A excomunhão é, assim, uma espada brandida pela Igreja com fins duplamente pedagógicos.Primeiro, para que se arrependa o excomungado, uma vez que os pecados punidos com excomunhão costumam ser de tal natureza que repelem o arrependimento e debilitam a vontade de se reconciliar com a Igreja; e, segundo, para que as outras pessoas percebam-lhes a gravidade (geralmente escondida sob a aparência de heroísmo, martírio, louvável resistência ou coisa análoga) e não se deixem seduzir por eles. E esta finalidade pedagógica da excomunhão se vê com clareza quando se considera que ela encontra o seu término no Tribunal do Sacramento da Penitência, ao qual o excomungado pode acorrer sempre que desejar.
A excomunhão, assim,só persiste enquanto o excomungado não se volta para a Igreja. Aliás, pode-se dizer que ela existe precisamente para constranger quem a recebe a voltar-se para a Igreja. Voltemos, enfim, ao caso atual. Foi excomungado o padre Beto? Mas, ora, se ele quiser, pode perfeitamente ter a sua pena remitida hoje mesmo, bastando para isso correr ao seu bispo e dizer-lhe que aceita, sim, integralmente, a Doutrina da Igreja Católica. No entanto, ele não o faz. Prefere continuar aferrado às suas próprias “reflexões” a se render à clareza da Verdade que refulge no ensino da Esposa de Cristo. Está excomungado porque quer ser excomungado, essa é a grande verdade que convém não ser esquecida aqui.
Coisa totalmente diversa ocorre com o padre que viola o sagrado celibato.Primeiro porque o abuso sexual de crianças é em si mesmo coisa horrenda e repulsiva, sem que haja ninguém que o justifique ou defenda. Segundo, porque jamais se teve notícia de algum padre pedófilo que tivesse anunciado “é, eu sou pedófilo mesmo, a pedofilia é uma coisa boa e a Igreja devia refletir melhor sobre isso, porque os tempos mudaram e a gente tem mais é que ser pedófilo mesmo,etc.” – se o fizesse, é certíssimo que seria excomungado tão rapidamente quanto o padre Beto o foi, e pela mesmíssima razão. Querer no entanto equiparar um crime oculto e infame a um pecado glamouroso cometido pública e impenitentemente não passa de um sofisma grosseiro.Não se sabe a quem o padre Beto quer enganar com esse espantalho ridículo; mas o recurso a tal expediente desonesto por parte de um homem presumivelmente inteligente já diz muito sobre o seu caráter.
Como os padres pedófilos não saem por aí alardeando em público a sua pedofilia da mesma maneira que o padre Beto parece ter um prazer depravado em confessar-se publicamente herege, é impossível que ambas as coisas sejam punidas igualmente. Os pedófilos, portanto, só podem ser punidos ao final de um processo canônico próprio. E eles o são: as normae de gravioribus delictis da Santa Sé prevêem que os padres que pecam contra a castidade com menores de dezoito anos ou que recorrem a material pornográfico de menores de catorze anos «seja[m] punido[s] segundo a gravidade do crime, não excluída a demissão ou a deposição». E a demissão [do estado clerical] é mais dura do que a excomunhão, uma vez que esta é retirada pelo simples pedido de perdão do condenado e, aquela, não. Ou seja: o padre Beto pode levantar a sua excomunhão hoje mesmo, mas um padre pedófilo demitido do estado clerical “não pode ser reintegrado entre os clérigos a não ser por rescrito da Sé Apostólica” [CIC 293]! Para o padre Beto voltar a exercer as suas funções basta-lhe confessar-se com o seu bispo (coisa que, repito, ele pode fazer agora mesmo), enquanto que um padre que cometeu pedofilia só volta ao sacerdócio com autorização explícita da Santa Sé.
A excomunhão não é meramente um indicador de gravidade dos pecados, e sim a censura dos orgulhosos. Existe não para dizer que aquele monstro vermelho e chifrudo é o diabo, mas para desmascarar Satanás travestido de anjo de luz. É empregada não para coroar a maldade dos pecados que já são abjetos por natureza, mas para revelar a malícia escondida sob aqueles que parecem inofensivos ou mesmo virtuosos.

Plataforma Espanhola de afirmação do “matrimônio natural” lança vídeo no Youtube.

Sinal dos Tempos: Maçonaria saindo das sombras e se abrindo a sociedade



05.05.2013
 - Nota de www.rainhamaria.com.br  -  por Dilson Kutscher
Primeiramente antes do video que vão assistir, algumas considerações aos católicos sobre a maçonaria:
Disse o Monsenhor Ascânio Brandão:
Ninguém se iluda. A Maçonaria é uma seita secreta condenada reiteradas vezes pela Igreja Católica, e não é possível a nenhum católico ser a um tempo maçom e filho da Santa Igreja. Há uma incompatibilidade radical entre a Maçonaria e a Igreja Católica.
Por mais que os maçons procurem iludir os fiéis dizendo se tratar apenas de uma sociedade beneficente e de fins altruísticos, não é possível conciliação alguma entre as duas ideologias. Não se pode ser católico e maçom. Ficam pois assim prevenidos todos quantos estejam para se filiar à Maçonaria que incorrem na pena de excomunhão.
Se, por desgraça, algum dos meus paroquianos se fizer maçom, julgue-se excluído do seio da Igreja. É um excomungado na legítima expressão do termo. E como tal não pode receber os Sacramentos, a não ser que renuncie a Maçonaria e abjure o erro. Não pode ter funerais na Igreja após a morte, nem Missa de sétimo ou trigésimo dia, etc.  O maçon não se apresente como padrinho de batismo ou de crisma, nem tome parte alguma em festas de Igreja ou em qualquer atividade religiosa.
Disse Dom Estevão, de reconhecida seriedade e competência, teólogo renomado; afirma:
´A Maçonaria professa a concepção de Deus dita ´deista´, ou seja, a que a razão natural pode atingir; ´ admite ´a religião na qual todos os homens estão de acordo, deixando a cada qual as suas opiniões particulares´. Esta noção de Deus e de Religião é vaga e não condiz com o pensamente cristão, que reconhece Jesus Cristo e as grandes verdades por Ele reveladas´.
Vamos refletir no seguinte:
- A Maçonaria: Salvação sem Jesus Cristo -
A Loja Maçônica afirma ser uma organização fraternal e nega que a Maçonaria seja uma religião. Todavia, ensina um plano de salvação que não requer fé em Jesus Cristo. Se você é um mestre maçom, sabe que isso é verdade, pois participou de rituais maçônicos que ensinam salvação sem Jesus e provavelmente já assistiu outros serem conduzidos pelos mesmos rituais.
A Maçonaria ensina que os Mestres Maçons, como um grupo, podem morrer na esperança de uma gloriosa imortalidade, que representam aqueles ressuscitados do túmulo da iniqüidade e que foram redimidos da morte do pecado. A Maçonaria está ensinando que os Mestres Maçons têm a salvação!
O grupo de homens conhecidos como Mestres Maçons inclui hindus, muçulmanos, budistas, homens que professam serem cristãos e homens que não tem outra religião além da Maçonaria. Os hindus, muçulmanos, e budistas todos rejeitam a divindade de Jesus Cristo e o rejeitam como Salvador e Redentor de toda a humanidade. Como a Maçonaria está ensinando que os Mestres Maçons, como um grupo, podem morrer na esperança de uma gloriosa imortalidade, que representam aqueles ressuscitados do túmulo da iniqüidade e que foram redimidos da morte do pecado, está ensinando um evangelho de salvação que não requer a fé em Jesus Cristo.
Jesus Cristo é o único caminho para a salvação: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." [João 14,6]
São Paulo, um dos apóstolos de Jesus Cristo, disse: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema." [Gálatas 1,8]
A Loja Maçônica está promovendo a fé em outro evangelho que condenará os homens (seus seguidores) a uma eternidade no infernoEles acreditam que possam receber a salvação por meio da Maçonaria. Eles não vêem necessidade de ter Jesus Cristo como seu Salvador e REI.
A Maçonaria oferece um plano de salvação sem Jesus Cristo. Portanto, é uma religião não-cristã. As Escrituras são bem claras sobre o assunto da participação do cristão no paganismo. O cristão simplesmente não pode participar no paganismo. Se você consegue participar no paganismo da Maçonaria após ter essas questões levadas ao seu conhecimento, então é óbvio que não tem a intenção de seguir a Cristo.
"Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãs sutilezas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo." (Colossenses 2, 8)
Veja agora como a Maçonaria vai saindo das sombras e se abrindo a sociedade.
MAIS UM SINAL DO FIM DOS TEMPOS...
Notem que estão fazendo um convite abertamente para todos.

Não se engane por citarem a DEUS na parte da "mensagem de luz", pois
"O que não é de espantar. Pois, se o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz". (II Coríntios, 11, 14)
Diz também na Sagrada Escritura:
"Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir.
Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério." (II Timóteo 4, 1-5)
"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más." (2 João 9-11)
www.rainhamaria.com.br

sábado, 4 de maio de 2013

Pedras que andam e deixam rastro intrigam turistas e cientistas em vale dos EUA



04.05.2013 -
n/d
Um fenômeno misterioso atrai turistas a um parque na Califórnia, nos EUA. Na Racetrack Playa, em Death Valley, diversas pedras se movimentam e deixam um claro rastro no solo.
Uma vez no leito seco do lago, elas se movem – algumas “viajaram” por até 450 metros. Há também aquelas que se movimentam em pares, deixando dois rastros tão sincronizados que parecem ter sido feitos por um carro.
Segundo a Nasa (agência espacial americana), ninguém viu as pedras se movendo de fato, mas a mudança de posição e as trilhas que elas deixam têm intrigado cientistas desde os anos 1940.
“As explicações mais óbvias – ação de animais, gravidade ou tremores de terra—foram descartadas, deixando espaço para várias especulações ao longo dos anos”, afirma a agência em seu site.
Uma das teorias mais aceitas sugere que uma rara combinação de condições de chuva e vento é responsável pelo fenômeno. Segundo uma pesquisa, a chuva molha a superfície do solo, deixando-o firme, mas escorregadio, enquanto ventos fortes empurram as pedras.
Fonte: G1

Curitiba: Mãe aborta bebê no mato e tenta mata-lo enterrando numa toca de tatu



04.05.2013 - Nota de www.rainhamaria.com.br  -  por Dilson Kutscher
A noticia abaixo já tem alguns anos, mesmo assim, nos leva a uma reflexão profunda, sobre o valor da vida humana em nossa atual sociedade, que se diz tão evoluida e moderna, mas na verdade parece ser uma "sociedade de bárbaros".
Se fatos grotescos como estes já aconteciam há anos atrás, imaginem agora!!!
Mães enterrando seus filhos ainda vivos em tocas de tatu.
Se isto não é o FIM DOS TEMPOS...!!!
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Bebê recém-nascido com uma forte vontade de viver, sobrevive ao ser enterrado vivo.
Mãe aborta criança no mato e tenta mata-la enterrando numa toca de tatu.
n/d
O resgate bebê recém-nascido do buraco de tatu.
Nós já vimos esse tipo de vontade inabalável de viver que se manifesta por um bebê recém-nascido .
O Garotinho nestas fotos nasceu de Lucinda Ferreira Guimarães, 40 anos em Curitiba, capital do estado do Paraná, Brasil. Ela não deve ter tido um “nascimento muito dolorido” por causa que ela foi observada por seu vizinho  deixando a casa as cerca de 4:30 com a barriga grande, mas, em seguida, o vizinho viu o seu regresso em torno de seis horas com a barriga muito menor e roupas manchadas de sangue.
Em uma hora e meia Lucinda conseguiu encontrar um local tranquilo no mato para dar à luz o bebê, em seguida, encontrou uma toca de tatu que ela usou como um túmulo para a criança não desejada, ela jogou-o lá e o enterrou vivo, retornando casa sem sem ser notada, pensava ela.
Vizinho suspeito algo  e foi olhar em torno da área para ver se ele iria achar o que ele pensava que tinha acontecido, mas ficou escureceu, ele rapidamente parou de procurar. Ele, então, voltou na tarde seguinte e como ele procurou por todo o mato, encontrou uma cabeça do bebê saindo de um buraco de tatu, cheio de lama que o cobriu pela chuva que caiu na região durante a noite.
O bebê não se moveu nem mostrou qualquer sinal de estar vivo, o vizinho achava que estava morto e chamou a polícia. Policiais puxaram o bebê para fora de seu túmulo, 24 horas depois de ter sido enterrado, e o bebê começou a chorar. Todo mundo pensou que eles tinham testemunhado um milagre e, na verdade, e foi.
n/d
Milagrosamente, o bebê sobreviveu após ser enterrado por 24 horas
Os médicos que examinaram o bebê explicaram que, como o cordão umbilical não foi totlmente cortado, a perda de sangue foi pouca e que ajudou a criança a sobreviver. Além disso, a criança ainda tinha todos os nutrientes da mãe guardado no seu corpo, portanto, não morreria imediatamente de fome.
Lucinda teria sido enviado para a prisão e que a criança foi dada ao seu pai biológico. Não se sabe onde ele estava enquanto Lucinda estava grávida, isso  a levou querer se livrar da criança, logo que ele nasceu. Não há muito para  o garoto comemorar em relação ao pai que não cuidou da mulher que deu à luz o seu filho enquanto esteve grávida.
n/d
O bebê sendo lavado
Penso que Deus tem um plano neste vida.
Que Deus abençoe esta criança, seus pais tenham juízo e não descartem um bebê como se fosse lixo. Do garotinho fica a forte lição de vida, que ainda pequeno lutou e venceu por causa de sua inquebrantável vontade de viver.
Fonte: Apocalink.

Grupo protesta em frente a Catedral contra excomunhão de padre em Bauru SP



04.05.2013 -
n/d
Cerca de 300 pessoas participaram de um protesto durante a manhã deste sábado em Bauru, a 339 km de São Paulo, em apoio ao padre Roberto Francisco Daniel, o padre Beto, excomungado pela Igreja Católica na última segunda-feira. O religioso foi punido pela cúpula da igreja depois de opinar na internet sobre assuntos considerados polêmicos pela instituição, tais como homossexualidade e infidelidade no casamento. A manifestação foi organizada pelo Facebook.
O grupo se reuniu em frente Catedral do Divino Espírito Santo, na praça Rui Barbosa, centro da cidade. No local os manifestantes ocuparam a escadaria do prédio onde rezaram e disseram frases de protesto como “abaixo a hipocrisia”. Alguns gritavam que “aconteça o que acontecer, estamos com padre Beto”
De lá o grupo seguiu pelo calçadão da rua Batista de Carvalho – principal corredor comercial da cidade - até a praça Machado de Mello. Católicos, espíritas, pessoas sem religião, além de representantes do movimento LGBT participaram da caminhada. Durante o trajeto os manifestantes rezaram e cantaram canções da Igreja Católica. Muitos seguiam com cartazes e agitando lenços brancos. Pessoas que passavam pelo local e funcionários das lojas do calçadão pararam para observar o protesto.
n/d
O professor Reginaldo Tech, um dos organizadores da manifestação, revela não ter religião, mas se diz desrespeitado com a atitude da Diocese. “É um desrespeito não só com o padre, mas com todos nós. Ele só tem uma visão mais moderna sobre alguns assuntos”, avalia. Segundo ele, assim que a Diocese tornou público o pedido de retratação, um grupo de pessoas favoráveis ao padre montou o grupo de discussão “Eu apoio o padre Beto” na mesma página de relacionamentos.
Em apenas três dias, de acordo com Reginaldo, mais de 400 pessoas demonstravam apoio. O número subiu para 2,5 mil depois da excomunhão. E lá surgiu a ideia da manifestação. “Gente de todo o Brasil participa. Quem não pode estar aqui hoje vai postar mensagens de apoio, como uma ‘passeata’ virtual”, explica.
A aposentada Maria Cristina Queiróz se diz desiludida com a Igreja após a excomunhão do padre. Apesar de a família ser católica, ela relata que ficou afastada da igreja por muitos anos. “Eu não concordava com a postura conservadora dos padres. Foi por causa do padre Beto que eu voltei a frequentar as missas. Ele desmistificou muitos assuntos e trouxe a palavra de Deus para os dias de hoje. Não vou mais à igreja, sinto vergonha do que aconteceu”, revela.
Opinião compartilhada pela autônoma Maria Inês Faneco, que é homossexual. Ela diz que sempre se sentiu acolhida pelo religioso. “É uma injustiça muito grande porque ele não feriu nenhum dogma. Ele era o único padre que sempre abriu as portas da igreja para todos nós. Para mim a Igreja Católica acabou”, comenta.
Para o vereador Marcos Antonio de Souza, o Markinho da Diversidade, que também é militante e um dos fundadores da Associação Bauru pela Diversidade (ABD), a igreja deveria se preocupar em excomungar padres pedófilos. “Com essa atitude todos saímos perdendo, principalmente a igreja que perde fiéis
Fonte: Terra noticias

Padre Beto excomungado já admite namorar e fundar talvez uma nova igreja



04.05.2013 -
n/d
Religioso, que sofre processo de excomunhão, revela seus planos agora que está fora do mundo católico
Padre Roberto Daniel, o padre Beto, de Bauru, a 350 km de São Paulo, disse nesta sexta-feira, em entrevista ao portal do DIÁRIO, que não descarta se relacionar com mulheres, agora que está fora da Igreja Católica — o religioso sofre processo de excomunhão, após declarações polêmicas que questionam os dogmas da religião.
“Não entrei virgem no seminário, mas estou bem sozinho desde o início. Agora, fora da Igreja, penso sim em me envolver, por que não?”, disse o presbítero, de 47 anos.
Sobre fundar uma nova igreja, o bauruense também não descarta a possibilidade, embora não pense nisso agora. “Mas se me chamarem para abençoar um casamento entre gays, estou à disposição”, sacramentou.
Beto reafirmou suas posições, as quais levaram a diocese de Bauru a aplicar o pior castigo possível a um católico. “Sou a favor da união de casais homossexuais e bissexuais. Espero que o Brasil não seja o último país a legalizar isso, assim como foi o último a acabar com a escravidão.”
Professor universitário, radialista, além de colunista do jornal BOM DIA Bauru, Beto quer seguir trabalhando e aproveitando os espaços que a sociedade lhe oferece. “Eu quero é levar as pessoas à reflexão. Não descarto entrar para o cenário político, mas se não me enquadrei na Igreja, que dirá em uma estrutura político-partidária como o Congresso Nacional”, destacou.  Com Daniel Pires
Homossexualidade
Para o padre Beto, a Igreja Católica é hipócrita quando diz que aceita a pessoa, mas não   sua condição sexual. “Isso é castração”, rebate.
Fonte: http://www.redebomdia.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Os EUA aprovam a venda da pílula do dia seguinte para menores de 15 anos de idade sem receita médica


WASHINGTON DC, 03 Mai. 13 / 01:54 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em 30 de abril, a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA por suas siglas em inglês) aprovou a venda livre, sem receita médica, da pílula abortiva do dia seguinte Plan B One-Step a "mulheres de 15 anos ou menores".
Plan B One-Step é o nome de um medicamento fabricado exclusivamente pela Teva Women's Health, Inc., que atua teoricamente como um anticoncepcional de emergência.
O site promocional do medicamento diz que este em primeira instância funciona prevenindo a liberação de um óvulo do ovário, reduzindo a possibilidade da gravidez, se é tomado dentro de três dias depois das relações sexuais.
Entretanto, a companhia admite que se um óvulo já foi liberado, é possível que o medicamento possa atuar evitando a implantação no útero, acabando assim com a vida de um novo embrião humano.
No último dia 5 de abril, Edward Korman, juiz federal do Brooklyn (Estados Unidos), ordenou a FDA que permita a venda sem receita médica do Plan B a mulheres de todas as idades, e/ou fazer que Plan B One-Step esteja disponível sem restrição de idade.
A FDA disse que a aprovação do Plan B One-Step é independente da sentença do Korman, que causou protestos dos grupos pró-vida e católicos dos Estados Unidos, devido à preocupação pela saúde das jovens.
A Dra. Charmaine Yoest, do Americans United for Life, chamou à decisão do juiz Korman uma oportunidade para "a grande indústria do aborto para pôr em jogo a saúde das jovens" e a Conferência Católica de Nova Iorque chamou à sentença uma "receita para o desastre".
Kristan Hawkins, presidente de Estudantes pela Vida, disse em 30 de abril que "mais uma vez, a saúde das mulheres jovens está sendo sacrificada no altar da ‘eleição’".
"Meninas que nem sequer são o suficientemente maiores para dirigir um carro até a farmácia, agora têm acesso livre a uma pílula qualificada como cancerígena do Grupo I, segundo a Organização Mundial da Saúde", criticou.
Hawkins também advertiu que o medicamento está associado com coágulos de sangue, ataques cardíacos, acidentes cerebrovasculares, e triplica o risco de gravidezes ectópicas.
Por sua parte, a diretora do Centro para a Dignidade Humana do Conselho de Investigação para a Família, Anna Higgins, assinalou que a decisão da FDA "mostra uma alarmante falta de preocupação pela segurança das jovens, pelos direitos fundamentais dos pais e pelas preocupações da comunidade médica".
Higgins advertiu que a fácil disponibilidade do medicamento significa que as mulheres expostas a maior risco de abuso sexual e infecções de transmissão sexual terão menos probabilidades de supervisão e análise médica.
A norma da FDA cita um estudo da companhia fabricante do medicamento abortivo, Teva, no que se assegura que as mulheres de 15 anos são capazes de entender que este medicamento não é para um uso rotineiro e não protege contra as infecções transmitidas sexualmente.
Entretanto, Higgins assinalou que a venda sem prescrição médica poderia alentar seu uso repetitivo sem segurança.
"Não há uma boa razão para acreditar que as jovens entendam que este medicamento está feito para ser usado somente uma vez ao mês, e que não é um substituto para a anticoncepção oral", disse.
Além disso, esta decisão da FDA atenta contra o direito dos pais de ajudar seus filhos menores a tomarem decisões médicas, indicou Higgins.
Higgins remarcou que "os pais têm todo o direito de estar envolvidos em qualquer decisão que afete seus filhos. Nenhum pai quer que seu filho ou sua filha esteja exposto a um medicamento potencialmente perigoso, sem seu consentimento".

A Igreja deve ter coragem e não deve ser de mornos, diz o Papa


Vaticano, 03 Mai. 13 / 04:30 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir a habitualMissa na manhã de hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que a Igreja deve ter coragem, a coragem da oração para poder anunciar o Evangelho; e não deve ser de cristãos mornos já que isto "faz tanto mal à Igreja".
Na Eucaristia que concelebrou o Arcebispo Claudio María Celli, Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, esteve presente a Guarda Suíça Pontifícia com seu comandante Daniel Rudolf Anrig.
O Santo Padre disse que "quando a Igreja perde a coragem, entra nela uma atmosfera morna. Cristãos mornos, sem coragem... Isso prejudica a Igreja, começam os problemas entre nós: não temos horizonte, não temos coragem, nem a coragem da oração para o céu nem a coragem de anunciar o Evangelho. Somos mornos".
"E devemos ter a coragem de enfrentar nossas pequenas coisas, nossos ciúmes, nossas invejas, o carreirismo, de avançar egoisticamente… Em todas estas coisas porque isto não faz bem à Igreja: A Igreja deve ser corajosa! Todos nós devemos ser corajosos na oração, confiando em Jesus!"
O Papa disse que todos os cristãos, os que receberam a fé "devemos transmiti-la, devemos proclamá-la com a nossa vida, com a nossa palavra" para que mais pessoas conheçam a "fé em Jesus Ressuscitado, em Jesus que perdoou os pecados com sua morte e nos reconciliou com o Pai".
"E transmitir isto nos pede ser corajosos: a coragem de transmitir a fé. Uma coragem, algumas vezes, simples. Lembro-me–me desculpem– de uma história pessoal: quando ainda era menino, minha avó toda Sexta-feira Santa nos levava para a procissão das velas e ao final da procissão chegava o Cristo e minha avó nos fazia ajoelhar e dizia às crianças: ‘Vejam que está morto, mas amanhã estará ressuscitado! A fé entra assim: a fé em Cristo morto e ressuscitado. Na história da Igreja foram tantos os que quiseram nublar esta certeza forte e falam de uma ressurreição espiritual. Não, Cristo está vivo!
"Cristo está vivo e está vivo entre nós", disse o Papa depois de reiterar sua exortação a termos a coragem de anunciar sua Ressurreição, a Boa Notícia.
"Jesus –por dizê-lo um pouco fortemente– nos desafia na oração e nos diz assim. ‘E tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Qualquer coisa que me pedirdes em meu nome, vo-lo farei.’ … Que forte é isto! (…) Temos esta coragem na oração?".

As diaconisas “não são mais um tabu”.





Por Rorate Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com -  O chefe da Igreja Católica na Alemanha defendeu que as mulheres tenham  permissão para se tornarem diaconisas, o que lhes permitiria realizar batismos e casamentos fora da missa – uma novidade para as mulheres católicas.
O Arcebispo de Friburgo, Dom Robert Zollitsch, que preside a Conferência Episcopal Alemã, convocou a mudança ao final de uma assembleia de quatro dias para discutir possíveis reformas.
A conferência, a primeira do tipo, convidou 300 peritos católicos romanos para proporem reformas. Os comentários de Zollitsch ecoam reivindicações de anos por parte do Comitê Central de Católicos Alemães para permitir que as mulheres se tornem diaconisas. No domingo, Zollitsch disse que o objetivo não era mais um 'tabu.'
Zollitsch disse que a Igreja Católica somente poderia recuperar credibilidade e pujança comprometendo-se com a reforma. Ele descreveu uma "atmosfera de abertura e liberdade" na conferência.
Outra proposta que surgiu da conferência foi estender os direitos de divorciados casados para ocupar órgãos eclesiais, como, por exemplo, conselhos paroquiais. Os membros da Conferência discutiram também a possibilidade de conceder–lhes o direito de receber a Sagrada Comunhão e se confessarem.
A posição dos divorciados permanece altamente polêmica dentro da Igreja. A Conferência também abordou a questão da dificuldade, particularmente na Alemanha oriental, de recrutar pessoas para trabalhar em instituições católicas, como, por exemplo, hospitais e jardins de infância. No momento a Igreja somente pode empregar católicos romanos. Entretanto, Zollitsch reivindicou que as licenças de trabalho sejam estendidas a não católicos e àqueles com "estilos de vida diferentes." Isso se aplicaria tecnicamente a pessoas homossexuais também. Todavia, é improvável que ocorram reformas trabalhistas na Igreja nos próximos três anos.
* * *
Nota do Fratres: Zollitsch é o mesmo que, há 4 anos, negou o caráter expiatório da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Líderes religiosos exigem a libertação dos bispos sírios sequestrados.


Por Charisma News | Tradução: Fratres in Unum.com – Dois bispos sírios sequestrados por milicianos islâmicos no dia 22 de abril continuam desaparecidos. Mar Yohanna Ibrahim (Metropolita Siríaco-Ortodoxo) e Dom Boulos Yazigi (Metropolita Greco-Ortodoxo) foram capturados nas proximidades da cidade de Aleppo, centro comercial e industrial da Síria, hoje devastada pela guerra civil.

Yohanna Ibrahim (esquerda) e Boulos Yazigi (direita): os dois bispos sírios sequestrados continuam desaparecidos.
Yohanna Ibrahim (esquerda) e Boulos Yazigi (direita): os dois bispos sírios sequestrados continuam desaparecidos.
Líderes religiosos de todo o mundo uniram vozes pelo pronto retorno de ambos.
Os raptores, ainda não identificados, abduziram aos religiosos enquanto os mesmos empreendiam ações humanitárias em favor da minoria cristã síria, de acordo com o relato de expatriados sírios que vivem nos EUA. Seu motorista [um diácono] foi morto no ataque.
Desde 2011, mais e 70 mil sírios morreram devido à guerra civil entre as forças leais ao presidente Bashar El-Assad e os rebeldes islâmicos que querem depô-lo.
Em comunicado emitido no final de semana passado (27-28 de abril de 2013), a Organização de Cooperação Islâmica conclamou a ‘imediata e incondicional’ libertação dos bispos, afirmando que este ato de sequestro violento contradiz os princípios islâmicos, assim como a alta estima tida para com clérigos cristãos (sic!).
[NOTA DO TRADUTOR: Esta conclamação a princípio soa como justa. Mas é em verdade contraditória, pois os rebeldes do conflito na Síria são radicais islamitas patrocinados pela Arábia Saudita, pelo califado de Omã e pela Turquia. Porém, isso é plenamente plausível dentro do conceito da ‘Takkyia’, a qual basicamente é uma dissimulação, ensinada e preconizada, da doutrina islâmica de sua ‘verdade essencial’, em favor de ganho da confiança e boa vontade de outrem. Em Fevereiro de 2013, dois padres, um armênio católico (Michel Kayyal) e um greco-ortodoxo (Isaac Mahfud) foram sequestrados. Ainda não há notícias sob seus paradeiros.
Abaixo, uma mostra do respeito islâmico à Cristandade, seja ela Católica ou Ortodoxa.
Homem posa com paramentos litúrgicos.
Homem posa com paramentos litúrgicos. Foto: RT.com
Igreja destruída. Foto: RT.com
Igreja destruída. Foto: RT.com
Esta conclamação veio após apelos feitos pelas igrejas Grega, Siríaca e Melquita, e também do apelo feito por Sua Santidade, o Papa Francisco, para que os bispos fossem rapidamente devolvidos às suas comunidades.
Em Nova York, Sua Eminência Timothy Cardeal Dolan, presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos afirmou que o sequestro dos bispos e o assassinato do motorista “pesam gravemente nos corações das pessoas de boa vontade”. E acrescentou “que o sequestro de dois homens de paz constitui sinal de terrível violência, a qual destrói a matriz da sociedade síria”. Por fim, assegurou que a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos “trabalhará insistentemente junto a todos os canais disponíveis – a Santa Sé, os organismos internacionais, a comunidade diplomática” para garantir a libertação dos bispos e o fim das hostilidades na Síria.
O bispo Greco-Melquita de Aleppo, Dom Jean-Clement Jeanbart, disse à agência AsiaNews que as igrejas católica e ortodoxa “fazem seu melhor” para trazerem de volta os bispos, mas não entrou em detalhes a respeito. Segundo Dom Jeanbart, “no momento, ninguém entende a motivação para este ato e quem está por detrás destes criminosos”.
Dom Jeanbart ainda disse que a luta em Aleppo se intensificou nesta semana e que uma das regiões cristãs da cidade foi bombardeada com granadas de morteiro. Por isso, quatro pessoas morreram e diversas casas foram destruídas.
“A situação é terrível, ninguém está seguro, nem mesmo os cristãos”, os quais vêm tentando manterem-se neutros neste conflito.
O sobrinho do bispo siríaco-ortodoxo, Jamil Diarbakerli, que representa a Organização Democrática Assíria, disse ao World Watch Monitor (grupo de vigilância de direitos humanos) que os bispos cristãos escolheram permanecer na Síria, apesar dos perigos.
[NOTA DO TRADUTOR: isso é verdade e consonante com as palavras de Dom Gregorios III Laham, Patriarca Greco-Melquita Católico, que enérgica e publicamente afirmou “Não emigraremos!”.
O berço é local onde se conhece uma criança, onde ela, após ter nascido, se desenvolve e floresce para a vida. A Síria é o berço da Cristandade. Em Antioquia foi fundada a primeira sede apostólica, por São Pedro, Príncipe dos Apóstolos. Em Antioquia, os seguidores de Nosso Senhor foram pela primeira vez reconhecidos como cristãos. A caminho de Damasco, Saulo se converteu e tornou-se São Paulo de Tarso.
Da mesma forma, como há muito tempo é na China e no Vietnam, no Iraque e no Líbano, a Síria tem em si a Igreja que sofre. Este fato é agravado pelo legado que a Igreja tem neste país.
A Síria nos deu santos como Santo Ignácio de Antioquia, São João Damasceno, São João Crisóstomo, Santo Efrém e São Maron. Soframos juntos com eles e tomemos um pouco de sua cruz, por amor a Nosso Senhor, que pisou aquela terra. A quem for possível, que ofereçam a Sagrada Eucaristia recebida em intenção à Igreja que sofre na Síria.]
* * *
O Fratres agradece imensamente a um caro amigo, filho da Igreja do Oriente, pela tradução e comentários.

“Ex-gays existem e precisam ser respeitados”, defende psicóloga que motivou projeto que oferece opção para homens saírem da homossexualidade


Marisa Lobo está elaborando um relatório com cem casos de reversão da homossexualidade para apresentar na Organização das Nações Unidas
Marisa Lobo
O projeto “cura gay”, proposto em 2011 pelo deputado federal tucano João Campos (PSDB-GO), teve como pivô a psicóloga paranaense Marisa Lobo. Há dois anos, ela responde processo ético frente ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) por discordar publicamente da resolução que impede os profissionais da área de sugerir aos pacientes tratamentos que busquem a cura da homossexualidade.
Com o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, a bancada evangélica encontrou espaço para desengavetar o projeto, que tinha esbarrado na resistência da frente parlamentar LGBT.
Em entrevista, por telefone, à Zero Hora, Marisa fala sobre o projeto e o que pensa a respeito da reversão do homossexualismo. Confira os principais trechos:
ZH — Qual sua opinião sobre a resolução do Conselho Federal de Piscologia?
Marisa Lobo — Estou respondendo processo ético há quase dois anos, acusada de curar gays. Eles afirmam que eu digo nas redes sociais que gays têm cura. Na verdade, não é isso que eu falo. Eu sou contra a resolução porque ela cerceia mesmo a atuação dos psicólogos, porque é o meu paciente que manda na minha terapia. É isso que eu comecei a divulgar. Eu tive coragem de dizer, como psicóloga, que quem manda na terapia é o paciente e que deve estar em primeiro lugar o desejo dele. Se o desejo dele é de mudar sua condição, opção ou orientação, não sendo doença, o que eu sei que não é e não trato como tal, trato como uma condição humana, eu vou ajudá-lo a mudar. E está uma confusão tão grande que a própria resolução diz que tenho que atender o desejo do paciente, ainda que seja para mudar sua condição, orientação ou opção. Eles estão deixando claro que se o paciente quiser mudar sua opção, eu tenho que atendê-lo.
ZH — Você acha, então, que a resolução é contraditória?
Marisa — É totalmente contraditória, é uma usurpação de poder, cerceamento de direito, ela interfere no processo terapêutico. Ao mesmo tempo que ela diz que é para dar dignidade ao homossexual ela está tirando a dignidade do sujeito que não quer mais ser homossexual. O ser humano pode mudar sua condição, se for do desejo dele. A resolução nos impede de fazer isso. A resolução diz que não posso atender procedimentos não solicitados, então, se a pessoa solicitar, eu posso. Como que eu posso, se ela diz que é 100% certeza que a pessoa nasce gay? O que está acontecendo é que a psicologia é militante da LGBT, e ela não poderia. Quem fiscaliza o Conselho? Ninguém. Então, o Congresso vai fiscalizar.
ZH — O resgate desse projeto tem a ver com o fato de Marco Feliciano ter assumido a presidência do Conselho de Direitos Humanos?
Marisa — Quando a gente viu a possibilidade do Marco Feliciano assumir a presidência, todo mundo já esperava que fosse para votação. Acho até que nem era o momento do Marco Feliciano apresentar esse projeto, porque isso tudo vai virar motivo religioso, perseguição de gays. E não é perseguição, o projeto estava lá desde o ano passado, e esbarrou no preconceito, por causa da militância da LGBT, porque eles não admitem que existem ex-gays. Estou fazendo um relatório provando a existência de ex-gays, tudo registrado em cartório. Tenho quase cem casos, quando chegar em cem, eu vou levar para a ONU, que está me esperando. Vou exigir que essas pessoas sejam reconhecidas, porque assim como os gays têm seus direitos e devem ser respeitados, os ex-gays também existem, estamos cometendo uma ijustiça. Se ele deixou de ser gay, é um direito humano dele.
Fonte: Zero Hora
Divulgação: www.juliosevero.com

Padre Marcelo Rossi à Folha de São Paulo: “Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”.



O perigo é esquecer a oração e cair na política
Sacerdote critica incentivo da igreja às comunidades eclesiais de base e diz que Feliciano quer criar ‘guerrilha’
Folha de São Paulo - Sacerdote católico mais famoso do país, o padre Marcelo Rossi, 45, vai de encontro à indicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de que o incentivo às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) pode ajudar a igreja a recuperar o espaço perdido para os evangélicos.
Para padre Marcelo, as CEBs –que tiveram seu auge nos anos 1980 combinando princípios cristãos a uma visão social de esquerda– apresentam o risco de estimular a “tentação à política”.
“O PT surgiu da CEB. Então, que não se politize”, diz o padre, que defende que a igreja construa grandes espaços como seu Santuário Mãe de Deus, aberto, ainda incompleto, em novembro passado.
Ele pretende concluir a obra, com capacidade para 100 mil fiéis, com as vendas de “Kairós” (ed. Globo), seu segundo livro, que será lançado amanhã em São Paulo.
Folha – Qual sua expectativa em relação ao papa Francisco?
É uma expectativa muito grande, a começar pelo rompimento dos protocolos. Espero muito da renovação da igreja, da opção pelos pobres. Espero em julho estar com ele na Jornada Mundial da Juventude e entregar o [livro] “Kairós”. Meu amigo padre Fábio de Melo, padre Reginaldo Manzotti e eu estaremos lá, cantando para ele.
Em 2007, o senhor foi impedido de cantar para o papa Bento 16 no Brasil e acusou a Arquidiocese de São Paulo de boicotá-lo. Temeu que o arcebispo dom Odilo Scherer virasse papa?
Não, pelo contrário. Dom Odilo pôde me conhecer de perto. Percebeu que eu não era um artista. Hoje tenho uma admiração e um carinho enorme por ele. Não vou dizer que [o responsável pelo boicote] foi dom Odilo. Foi o comitê organizador. É muito fácil culpar. Às vezes, a pessoa nem está sabendo.
Ainda em 2007 ele disse que seu trabalho era “insuficiente” e que “o padre não é um showman”. O que mudou?
Ele entendeu que eu não faço show. Celebro missa. Toda missa que faço, mesmo na TV, quem está à frente é o meu bispo [dom Fernando Figueiredo, bispo de Santo Amaro]. Estou lá animando. Minha função é animar as pessoas.
O último Censo apontou um aumento do número de evangélicos e a diminuição do número de católicos. Como recuperar o terreno?
O número de católicos é enorme e o de padres, em relação aos fiéis, mínimo. Para formar um sacerdote são no mínimo sete anos. Um pastor se faz em três meses. A formação é mínima. E precisa ter acolhida. A pessoa vai à igreja, ela está fechada. Os [templos] evangélicos estão sempre abertos. E o uso da mídia. Você liga a TV, sempre tem coisa evangélica, pessoas que invadem horários e horários. É até exagerado.
Na assembleia da CNBB, neste mês, a igreja indicou que quer incentivar as Comunidades Eclesiais de Base para recuperar espaço em áreas pobres. Deve ser esse o caminho?
Aí eu questiono. Acho as CEBs importantes, mas hoje nosso povo precisa de grandes espaços. Vejo nas missas do Santuário. Uma vela ilumina? E dez? E 20 mil? O Palmeiras estava sem 13 titulares, mas a torcida foi e eles se classificaram na Libertadores. Faz diferença. Os evangélicos erguem grandes locais, porque reúnem as pessoas. Se ficar fechado na CEB, esquecer a oração, ficar só na política… Se olhar os que estão no governo, a maioria surgiu da CEB.
A CEB está na origem do PT.
O PT surgiu da CEB. Então, que não politize. O perigo é este: cair na política.
O senhor é criticado por atrair o público, mas adotar um discurso conservador e distante dos problemas sociais.
Temos trabalhos com recuperação de drogados, arrecadação de alimentos. Nas CEBs, acaba se tornando mais política do que social. É mais perigoso a pessoa ter a tentação à política na CEB.
Acha que a igreja serviu de trampolim para integrantes do governo ou do PT?
Não poderia julgar. A Igreja Católica é apartidária, pelo menos deve ser. Os evangélicos, às vezes, determinam em quem votar. Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja.
Mas na campanha do ano passado houve episódios polêmicos envolvendo a Igreja Católica, como a declaração de dom Odilo contra a campanha de Celso Russomanno.
E dom Fernando depois se manifestou [disse que Russomanno era católico]. Russomanno saiu de encontro de casais. Fiz o casamento dele, batizei os filhos. Ele é católico. É fácil hoje você destruir uma pessoa. Veja o [deputado Gabriel] Chalita [acusado de receber favores de empresas quando era secretário estadual da Educação].
Como avalia as denúncias contra ele, que é seu amigo?
Fico perplexo. Estou esperando ele se manifestar. Nossa função é ficar quietinho, porque é um amigo que me ajudou muito. Quero ver o que vai ser provado. Se algo está errado, você vai falar [denunciar] depois de dez anos? É para destruir a pessoa.
Conversou com Chalita?
Até agora não, acredita? Estou esperando um posicionamento mais claro. Ainda dizia, quando ele falou que iria entrar na política: “Não faça isso”. Eu o aconselhei várias vezes. Conselho é bom, né, mas você só pode dar.
Espera um posicionamento público ou que ele fale pessoalmente com o senhor?
Pessoalmente eu não prefiro. Tenho certeza de que ele vai falar que está tudo OK. Mas quero ver um posicionamento provando isso.
Acredita na inocência dele?
Parto do princípio da confiança. Mas não sou cego. Se eu vejo alguma coisa que está errada… Por isso estou esperando que ele se coloque.
Qual sua opinião a respeito do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara?
Ele tentou até me provocar [disse, em uma entrevista, que "padre Marcelo pede dinheiro e nunca se falou nada"]. Eu nunca pedi dinheiro. Pelo contrário. O jogo deles é criar guerrilha. A melhor coisa é ficar quieto. A Justiça do mundo pode tardar, mas chega. E credibilidade não se compra. Em 2010, a Folha fez uma pesquisa sobre em quem o brasileiro mais confiava, com 27 personalidades. Estava o Edir Macedo, que ficou lá em 20º [foi o 26º]. Fiquei em terceiro lugar. Eram Lula, William Bonner e eu.
Ele deveria renunciar?
Ele nem deveria estar lá, na minha opinião. A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político. Acho importante ter uma bancada católica, como existe a evangélica. Mas não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem, porque aí estou transformando um púlpito num palanque.
Qual sua opinião sobre o casamento gay?
A palavra de Deus é clara: Deus criou o homem e a mulher. A igreja acolhe o pecador, mas não o pecado. Não vai poder legitimar o casamento entre homossexuais. Mas acolhe com carinho.
E sobre a adoção por casais homossexuais?
[Ele é contra] Por causa da formação. O que vai ficar na cabeça [da criança]? Você quebra o sentido do que é família, que é o homem e a mulher, o pai e a mãe. São princípios bíblicos. Não sou eu que vou contrariar a palavra de Deus. Seja evangélico ou católico, a partir do momento em que você é cristão, não dá.