sexta-feira, 19 de abril de 2013

Espiritismo e Fé.


Espiritismo e Fé
Muitos pensam que espiritismo e catolicismo são compatíveis e até complementares. A verdade, entretanto, é bem outra. Neste trecho tirado do livro Espirismo e Fé, D. Boaventura Kloppenburg mostra claramente as discrepâncias entre a doutrina espírita e a doutrina de Cristo.

COMO SURGIU O ESPIRITISMO
A prática da evocação dos falecidos para deles receber conhecimentos, chamada também “necromancia” (do grego nekrósfalecido e manteiaadivinhação), é antiga. Mas o seu aproveitamento sistemático, denominado “espiritismo”, vem do século passado.
Surgiu primeiro nos Estados Unidos, em torno dos estranhos acontecimentos de Hydesville com as irmãs Fox, a partir de 1848 (1). Mas já um ano antes, em 1847, aparecia nos Estados Unidos uma obra mediúnica de Andrew Jackson Davis e outra na França, de Louis Alphonse Cahagnet, do grupo dos “magnetizadores” de Paris, que se serviam de “sonâmbulos” (assim eram então denominados os médiuns) para receber revelações do além-túmulo. Em 1856, o mesmo Cahagnet publicava em ParisRévélations d´outre-tombe, com mensagens ditadas, segundo pretendia, pelos falecidos Galileu, Hipócrates, Franklin e outros.

(1) Certa noite, o pastor protestante John Fox, sua esposa e as duas filhas, Margaret e Katie, estavam a conversar sobre estranhos fenômenos de assombração. Catarina, então, produziu estalos com os dedos; notaram todos que alguém os repetia. Por sua vez, Margarida produziu estalos e encontrou eco. Apavorada, a sra. Fox perguntou: “É homem ou mulher que está batendo?”, mas não obteve resposta. Insistiu então: “É espírito? Se é espírito, bata duas vezes”. Produziram-se duas breves pancadas. Concluiu, assim, que um espírito “desencarnado” estava em comunicação com a família, e as “sessões” de comunicação por esse método continuaram. Mais tarde, os adeptos das irmãs Fox encontraram em Andrew Jackson (1826-1910) um organizador, que estruturou as clássicas sessões com médiuns, a evocação em torno de uma mesa etc. … No entanto, em 1888 Margaret e Katie retrataram-se de maneira repetida, pública e solene, confessando que tinham recorrido a truques e fraudes para produzir as pancadas (veja-se New York Herald de 27.05.1888 e 10.09.1888, e The World de 22.10.1888). As notas deste artigo não aparecem no livro impresso (N. do E.).

Foi neste ambiente interessado no “magnetismo animal” imaginado pelo médico austríaco Franz Anton Mesmer (1733-1815), instalado em Paris desde 1778, que nasceu o “espiritismo”. Esta palavra foi proposta por Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), mais conhecido pelo seu pseudônimo de Allan Kardec, o codificador sistemático de um tipo especial de espiritismo conhecido também como “kardecismo”.

Este é o espiritismo dominante no Brasil.
Allan Kardec (isto é, Denizard Rivail) era de família católica. Com a idade de 10 anos foi enviado a Yverdun, Suíça, ao Instituto de Educação dirigido pelo conhecido pedagogo Pestalozzi, protestante calvinista e liberal, que identificava religião com moralidade. Lá esteve o jovem Rivail até 1822, quando foi a Paris, onde se dedicou então ao ensino e publicou vários livros pedagógicos e didáticos. De boa formação geral e cultural, era metódico, lógico e claro na exposição das suas idéias. Conhecia também o alemão e o inglês e trabalhava como tradutor. Bom matemático, atuou ainda como contabilista. Casou-se em 1826 com Amélie Gabrielle Boudet, nove anos mais velha e de boa situação financeira. Não teve filhos.

Mas Alan Kardec não era particularmente versado em religião e muito menos em teologia. Em maio de 1855, começou a interessar-se pelo fenômeno das “mesas girantes e falantes”, nascido nos Estados Unidos, e aceitou a teoria da presença e atuação de “espíritos” ou almas dos falecidos nos movimentos de mesas, cestas e outros objetos usados pelos “sonâmbulos” dos “magnetizadores”. E já dois anos depois, no dia 18 de abril de 1857, publicou O Livro dos Espíritos. Este dia 18 de abril de 1857 é considerado pelos espíritas como o dia da fundação do espiritismo.

O Livro dos Espíritos é a obra fundamental da codificação da doutrina espírita, com o seguinte subtítulo: “Princípios da doutrina espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade – segundo os ensinos dados por espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns – recebidos e coordenados por Allan Kardec”.

Outra obra básica de Allan Kardec para a prática do espiritismo foi publicada em 1861: O Livro dos Médiuns, com o subtítulo “Guia dos médiuns e dos evocadores”. Note-se aqui a palavra “evocadores”, indicando assim a função determinante da “evocação” para o espiritismo.

Além destes dois livros básicos, Allan Kardec ainda escreveu e publicou O Evangelho segundo o Espiritismo (em 1864), que é a sua obra mais difundida no Brasil, já com cerca de dois milhões de exemplares. Publicou também O Céu e o Inferno (em 1865)e A Gênese (em 1868). Depois da sua morte, em 1869, mais alguns textos inéditos foram publicados como Obras Póstumas. Em 1858, Allan Kardec começou a publicar a sua Revue Spirite (“revista espírita”), que deixou de aparecer com este título em 1976.

O espiritismo codificado por Allan Kardec foi introduzido no Brasil ainda em vida do codificador, a partir de 1865. Em 1884, foi fundada a Federação Espírita Brasileira (FEB), tendo desde então como órgão oficial a revista Reformador, palavra que revela um programa.

CONVERGÊNCIAS E DIVERGÊNCIAS

Há muitas coisas em comum entre catolicismo e espiritismo. Católicos e espíritas concordam em professar que o mundo não é só matéria; que Deus existe e é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom; que Deus criou o universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais; que os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo e os seres imateriais o mundo invisível dos espíritos; que os valores do espírito são superiores aos da matéria; que o ser humano não é só matéria; que temos uma alma de natureza espiritual; que esta alma não morre quando se separa do corpo no momento do desenlace; que depois da morte a nossa alma continua viva e consciente; que a vida depois da morte depende do modo como aproveitamos a vida agora no corpo (2).

(2) O homem se comporia, de acordo com a doutrina espírita, de alma ou espírito, perispírito e corpo. O espírito seria a sede da inteligência, da vontade e da consciência moral. A alma se acharia encarnada num corpo, que viria a ser “o alambique no qual o espírito tem que entrar para se purificar”. E o perispírito seria um “envoltório” fluido, leve e imponderável para a alma, que serviria de intermediário entre o espírito e o corpo. É preciso comentar, a este respeito, que o corpo e a alma formam uma unidade, e que o conceito do corpo como uma espécie de roupagem temporária, embora difundido, é profundamente contrário ao bom senso. A doutrina do perispírito, essencial para a interpretação espírita dos fenômenos mediúnicos (como os “ectoplasmas”, isto é, as representações espaciais de pessoas ou objetos ausentes; a “telecinese”, movimentação de objetos materiais à distância; a “escotografia”, fotografia de imagens de supostos mortos etc.), carece de confirmação seja por parte das grandes tradições filosófica, seja da ciência moderna, e mais vale considerá-la com certa reserva. Mesmo a parapsicologia ainda parece estar em seus primeiros passos, e não parece resolver satisfatoriamente essas questões (N. do E.).

Católicos e espíritas estão de acordo também em afirmar que os falecidos não rompem seus laços com os que ainda vivem nesta terra; que no mundo do além nem todos são iguais; que há espíritos perfeitos que vivem com Deus; que estes espíritos nos podem socorrer e ajudar; que há espíritos imperfeitos e até maus que assim se fizeram por próprio arbítrio; que estes nos podem perturbar e prejudicar.

Católicos e espíritas proclamam e reconhecem a extraordinária figura de Jesus Cristo (3); que Jesus nos ensinou o caminho do bem e da salvação; que as leis morais do Evangelho são excelentes; que Jesus insistiu principalmente na caridade; que fora da caridade não há salvação; que devemos fazer o bem e fugir do mal; que há pecados e vícios que devem ser evitados; que os pecados devem ser expiados; que a virtude será premiada depois da morte.

(3) Para Kardec, porém, Jesus Cristo não passaria de um espírito muito evoluído através das suas sucessivas reencarnações (ver abaixo). Deus teria enviado o espírito de Jesus à terra não já para purificar-se, mas para ensinar aos homens deste planeta pouco evoluído o caminho do bem e do amor. Jesus teria sido “o maior dos enviados de Deus”, e somente nesse sentido poderia ser chamado Deus. Ter-se-ia tornado pela sua missão o “governador espiritual deste planeta”. Os espíritas não podem ser chamados de cristãos, uma vez que não reconhecem a divindade de Cristo (N. do E.).

Católicos e espíritas aceitam outrossim que os espíritos do além podem manifestar-se ou comunicar-se perceptivelmente conosco. Ambos admitem dois tipos de manifestação dos espíritos: as espontâneas e as provocadas. Por manifestações espontâneas entendem as que têm a sua origem ou iniciativa no além, como foi, por exemplo, o caso que nos é narrado pelo Evangelho de São Lucas (1, 26-38): o anjo Gabriel foi enviado por Deus a Maria de Nazaré para comunicar-lhe que ela seria a mãe de Jesus. Por manifestações provocadas entendem as que têm a sua iniciativa no aquém, como foi, por exemplo, o caso que nos é relatado pelo primeiro livro de Samuel (28, 3-25): a pedido do rei Saul, a necromante de Endor evoca a alma do falecido Samuel, que então comunica ao rei os castigos divinos.

Mas é neste ponto que começa uma primeira divergência fundamental entre católicos e espíritas: os católicos admitem de bom grado as manifestações espontâneas que nos são oferecidas por iniciativa da bondade de Deus, mas consideram divinamente proibidas as manifestações provocadas pelo homem mediante o processo da evocação; e os espíritas transformam precisamente esta evocação dos falecidos em meio principal para as suas novas revelações do além.

O espiritismo se especifica, caracteriza e define por sua prática das manifestações provocadas das almas ou espíritos dos falecidos, para deles receber mensagens ou algum tipo de ajuda. A evocação dos falecidos constitui a essência do espiritismo. Sem a evocação não há espiritismo. E a evocação é a fonte principal de seus conhecimentos específicos ou da sua doutrina.

Há ainda uma segunda discordância fundamental entre católicos e espíritas: a questão da reencarnação. Os católicos crêem na unicidade da vida terrestre; e os espíritas anunciam a pluralidade das reencarnações. Este desacordo tem em si tantas conseqüências lógicas, sobretudo no modo de conceber a salvação eterna, que conduz de fato a dois corpos doutrinários frontalmente discrepantes e opostos entre si de modo irreconciliável.
Em resumo: apesar das numerosas convergências entre católicos e espíritas, há duas palavras que marcam a separação e caracterizam o espiritismo: evocação e reencarnação.

A PROIBIÇÃO DIVINA DA EVOCAÇÃO

Vimos que a evocação ou a manifestação provocada das almas dos falecidos, que são os “espíritos” do espiritismo, especifica, caracteriza e define o movimento suscitado por Allan Kardec. Sem evocação não há espiritismo. A evocação é a base da doutrina codificada por Allan Kardec.


Entretanto, a evocação não foi inventada por Allan Kardec. A sua prática já era conhecida nos tempos do Antigo Testamento. As gentes no meio das quais vivia o povo judeu a conheciam e praticavam abundamentemente. Mas o próprio Deus proibiu então severamente a evocação. Os textos são abundantes. Basta ler Êxodo 22, 17; Levítico 19, 31; Levítico 20, 6; Levítico 20, 27; Deuteronômio 18, 10-14; 2 Reis 17, 17; 2 Reis 21, 6; Isaías 8, 19-20 e, de maneira particular, 1 Samuel 28, 3-25.

Vejamos Deuteronômio 18, 10-14: Que em teu meio não se encontre alguém que faça presságios, oráculos, adivinhações ou magia, ou que pratique encantamentos, interrogue espíritos ou adivinhos, ou evoque os mortos; pois quem pratica essas coisas é abominável a Iahweh, e é por causa dessas abominações que Iahweh teu Deus os desalojará em teu favor. Tu serás íntegro para com lahweh teu Deus. Eis que as nações que vais conquistar ouvem os oráculos e adivinhos. Quanto a ti, isso não te é permitido por Iahweh teu Deus.

A proibição divina é clara, repetida, enérgica e severíssima.

Este mandamento divino não foi revogado na Nova Aliança. Basta ler Atos dos Apóstolos 13, 612; 16, 16-18; 19, 11-20. Neste último texto, descreve-se a atividade e a pregação de Paulo em Éfeso, com um resultado surpreendente: Muitos daqueles que haviam crido vinham-se confessar e revelar as suas práticas. Grande número dos que se haviam dado à magia amontoavam os seus livros e os queimavam na presença de todos. E estimaram o valor deles em cinqüenta mil peças de prata. Deviam ser muitos os livros de magia! O fato de eles terem queimado esses livros só se explica se admitirmos que o Apóstolo falou fortemente contra tais práticas.

Na carta aos Gálatas (5, 20-21), declara o mesmo Apóstolo que os que se entregam à magia não herdarão o Reino de Deus. E São João, no Apocalipse, revela que a parte dos magos se encontra no lago de fogo e enxofre (21, 8); e que, na hora do julgamento, eles ficarão de fora da Cidade Eterna (22, 15).

Posteriormente, a Igreja sempre se manteve fiel a esta rigorosa interdição divina de evocar os falecidos. No último Concílio, o Vaticano II, na Constituição Lumen Gentium (1964), temendo que a doutrina sobre a nossa comunicação espiritual com os falecidos pudesse dar azo a interpretações do tipo espiritista, acrescentou ao texto a nota no. 2 “contra qualquer forma de evocação dos espíritos”, coisa que, segundo esclareceu a Comissão teológica responsável pela redação do texto, nada tem a ver com a “sobrenatural comunhão dos santos”.

A Comissão definia então mais claramente o que se proíbe: “A evocação pela qual se pretende provocar, por meios humanos, uma comunicação perceptível com os espíritos ou almas separadas, com o fim de obter mensagens ou outros tipos de auxílio”.

É exatamente isso o que o espiritismo pretende fazer.

O Concílio Vaticano II remete-nos então a vários documentos anteriores da Santa Sé, principalmente à declaração de 4 de setembro de 1856 e à resposta de 24 de abril de 1917. Na declaração de 4 de agosto de 1856, precisamente quando o católico Allan Kardec se iniciava na arte da evocação, era repetida a interdição de “evocar as almas dos mortos e pretender receber as suas respostas”.

No documento de 24 de abril de 1917 também se declarava ilícito “assistir a sessões ou manifestações espiritistas, sejam elas realizadas ou não com o auxílio de um médium, com ou sem hipnotismo, sejam quais forem estas sessões ou manifestações, mesmo que aparentemente simulem honestidade ou piedade; quer interrogando almas ou espíritos, ou ouvindo-lhes as respostas, quer assistindo a elas com o protesto tácito ou expresso de não querer ter qualquer relação com espíritos malignos”.

Esta é a orientação da Igreja.

Mas a Igreja, por seu magistério oficial, nunca se pronunciou nem sobre a verdade histórica ou autenticidade, nem sobre a natureza, nem sobre a causa dos fenômenos mediúnicos ou próprios do espiritismo. Por isso:

a) nenhuma das várias interpretações propostas sobre a natureza ou a causa dos fenômenos mediúnicos – nem mesmo a interpretação espírita – foi censurada, rejeitada ou condenada oficialmente pela Igreja;

b) não corresponde à verdade dizer que a Igreja endossa oficialmente a interpretação que vê nos fenômenos mediúnicos uma intervenção preternatural do diabo;

c) jamais a Igreja proibiu o estudo ou a investigação científica dos fenômenos mediúnicos. O católico não está absolutamente proibido de estudar a metapsíquica ou a parapsicologia.

O que a Igreja faz, fez e continuará a fazer, por ser esta a sua missão específica, é recordar o mandamento divino que proíbe evocar os falecidos ou outros espíritos quaisquer. Esta proibição vem de Deus, não da Igreja, que não tem nem autoridade nem competência para modificar ou revogar uma lei, determinação ou proibição divina

Para resolver a questão moral da prática do Espiritismo, pouco importa saber se os espíritas de fato conseguem ou não evocar espíritos em suas sessões; pois se o conseguem, não há dúvida a respeito da evocação e, por conseguinte, da desobediência; se não o conseguem, é certo que eles têm ao menos a intenção, o propósito ou a vontade deliberada de evocar e, portanto, de transgredir um mandamento divino. E isto basta para um pecado formal.

É necessário observar também a diferença fundamental entre invocação e evocação: esta última sempre pretende uma comunicação perceptível provocada por iniciativa do homem; aquela é apenas uma forma de prece ou súplica. E é evidente que a invocação é um ato bom e cristão, expressão da comunhão dos santos.

A HERESIA DA REENCARNAÇÃO

A suposição da reencarnação ou da pluralidade das existências, chamada também palingenesia, é certamente o ponto central de toda a doutrina espírita. Allan Kardec chega a dizer que é um “dogma” (O Livro dos Espíritos, 171 e 222).

Todo o seu pensamento gira em torno das vidas sucessivas . O progresso contínuo através da reencarnação, da “metensomatose”, como diria Platão, é o seu postulado básico. Se riscarmos de suas obras a reencarnação, sobrarão apenas cacos sem valor. Depois da sua morte, em 1870, seus amigos fizeram gravar no monumental dólmen do cemitério Père-Lachaise, em Paris, o apotema que resume a sua doutrina: “Nascer, morrer, renascer de novo e progredir sem cessar: esta é a lei”.

A palavra “reencarnação”, composta do prefixo re (designativo de repetição) e do verbo encarnar (tomar corpo), significa etimologicamente: tornar a tomar corpo. Designa a ação do ser espiritual (espírito ou alma) que, tendo já animado um corpo no passado, foi posteriormente dele separado pela morte e agora torna a informar ou vivificar um corpo novo.

Escreve Allan Kardec que “o princípio da reencarnação ressalta de muitas passagens das Escrituras, achando-se especialmente formulado, de modo explícito, no Evangelho” (O Livro dos Espíritos, n. 222). Opina mesmo que “sem o princípio da pré-existência da alma e da pluralidade das existências, são ininteligíveis, em sua maioria, as máximas do Evangelho” (O Evangelho segundo o Espiritismo, 39ª ed., p. 72). Contudo, o vocábulo “reencarnação” não ocorre nos Evangelhos.

A doutrina de Kardec acerca da reencarnação, que pode ser compendiada nestas quatro proposições

1ª) Pluralidade das existências: a nossa vida atual não é a primeira nem será a última existência corporal; já vivemos e ainda teremos que viver inúmeras vezes em corpos materiais sempre novos.

2ª) Progresso contínuo para a perfeição: a lei do progresso impele a alma para sempre novas vidas e não permite não só nenhum regresso, mas nem mesmo um estacionamento definitivo a meio caminho, e muito menos comporta um estado definitivo de condenação sem fim (inferno): mais século, menos século, todos chegarão à perfeição final de espírito puro.

3ª) Conquista da meta final por méritos próprios: em cada nova existência, a alma avança e progride na proporção dos seus esforços; todo o mal cometido será reparado com expiações pessoais, sofridas pelo próprio espírito em novas e difíceis encarnações (lei do carma).

4ª) Definitiva independência do corpo: na proporção em que avança na incessante conquista para a perfeição final, a alma, em suas novas encarnações, assumirá um corpo sempre menos material, até chegar ao estado definitivo, em que viverá; para sempre, livre do corpo e independente da matéria (4).

(4) A salvação decorreria, portanto, não da graça de Deus nem dos méritos obtidos por Cristo, mas do esforço pessoal de cada indivíduo que procure purificar-se do “pecado original”, ou seja, dos pecados cometidos em encarnações anteriores. Uma vez livre das reencarnações, o espírito do indivíduo passará a gozar de felicidade no Reino dos Céus. Os espíritas rejeitam peremptoriamente o conceito bíblico de inferno. (N. do E.).

Sem estes quatro princípios, não há reencarnação. Quem proclama a reencarnação também afirma a pluralidade das existências terrestres, sustenta o progresso contínuo para a perfeição, garante a conquista da meta final por méritos próprios e defende uma vida definitiva independente da matéria.

Mas quem nega estes pontos, quem contesta as vidas sucessivas do homem sobre a terra, a marcha irreprimível e certa para o fim supremo, a necessidade de adquirir a perfeição final só por esforços pessoais e a definitiva independência da matéria, recusará também a idéia da reencarnação (5).

(5) A teoria da reencarnação contraria o senso comum, uma vez que não experimentamos o corpo como algo que “temos”, mas algo que “somos”; não conservamos o menor vestígio de lembrança quer da preexistência no mundo dos espíritos, quer das vidas passadas. Ninguém pode dizer que pecados cometeu numa encarnação anterior, e muito menos que deve expiá-los na vida presente; portanto, estaríamos pagando por faltas que ignoramos, o que não é pedagógico. Histórica e logicamente, a teoria da transmigração das almas nasce de uma visão excessivamente materialista e imaginativa do que seja o espírito; e sobretudo é um recurso que permite eludir, ao menos aparentemente, a dura verdade de um castigo eterno para quem se empenha em contrariar a sua consciência. O inferno parece, assim, confortavelmente suprimido por decreto. Mas, sobretudo, o reencarnacionismo contraria a Revelação: todo o Evangelho presume que só há uma vida, e que receberemos o prêmio ou o castigo eternos, na alma e no corpo, pelo que tivermos feito nesta vida. E a Epístola aos Hebreus o afirma expressamente: Está estabelecido que os homens morrem uma só vez, e depois disso vem o juízo (9, 27).
FONTE: ESPIRITISMO E FÉ, EDITORA QUADRANTE, 1990
POR:  | SEX , 05 DE ABRIL DE 2013 |



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Maçonaria da Itália sugere ter participado indiretamente do Conclave que elegeu o Papa Francisco



18.04.2013 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Aproveitem para ler este artigo e comprovar junto as fontes originais, que são os sites da própria Maçonaria, antes que o tirem da internet.
Ou quem sabe "ELES" resolveram mesmo nem esconder mais nada e agora declaram abertamente que os TEMPOS MUDARAM , que as mudanças virão e serão realmente inevitáveis.
QUE MUDANÇAS? SOMENTE O TEMPO PODERÁ DIZER...
Gostaria também de dizer, que caso não vejam nada estranho neste artigo e nos textos que vão ler, ou ainda achem tudo isto perfeitamente normal, talvez até aceitável, numa visão ecumenista moderna, lembro o Código de Direito Canônico, que diz claramente a proibição a todos nós, eclesiásticos ou leigos, ingressar nessas organizações e quem o fizer, está em estado de pecado grave e não pode aproximar-se da Sagrada Comunhão.
"Quem se inscreve em alguma associação que conspira contra a Igreja, seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações, seja punido com interdito". (cânon 1374).
SEMPRE LEMBRANDO: Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros
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Maçonaria da Itália sugere ter participado indiretamente do Conclave que elegeu o Papa Francisco
n/d
(Primeiramente o texto em Italiano)
Tuttavia, non mancano le ombre.
Nell’ambiente di Grande Oriente Democratico possiamo dire sommariamente che esistono al momento tre posizioni rispetto al nuovo vescovo di Roma e pontefice Francesco.
La prima posizione è quella di chi ritiene che sarà un Papa innovativo e progressista.
A sostenere tale tesi sono alcuni Fratelli vicini a GOD che assicurano di aver contribuito in qualche modo, indirettamente, anche dall’interno del conclave tramite amici fraterni, a far eleggere un uomo che sarà in grado di rigenerare la Chiesa Cattolica e di giovare alla società umana planetaria nel suo complesso.
Costoro sottolineano che il Cardinale Bergoglio era stato sponsorizzato, nel conclave del 2005, nientedimeno che dal Cardinale Carlo Maria Martini (sul quale, vedi Adesso che le celebrazioni retoriche e le condoglianze altisonanti hanno lasciato spazio al silenzio e alla metabolizzazione del lutto, Grande Oriente Democratico saluta con affetto il Fratello Carlo Maria Martini, passato all’Oriente Eterno, clicca per leggere).
Tradução do texto italiano selecionado acima:
“…alguns irmãos fraternos do GOD [Grande Oriente Democrático] asseguram que contribuíram de qualquer modo, indiretamente, através de amigos de fraternidade [outros maçons] de dentro do Conclave, para eleger um homem que vai ser capaz de regenerar a Igreja Católica em benefício da sociedade planetária humana como um todo.”

GRÃO-MESTRE MAÇOM DA ITÁLIA DIZ :
“COM O PAPA FRANCISCO, NADA NUNCA MAIS SERÁ O MESMO”
O Papa já foi saudado pelo Grão-Mestre da itália na Missa do inicio de seu Pontificado
n/d

A mensagem original pode ser baixada diretamente do site oficial deles, e está em italiano.
Clique na imagem abaixo para ir a fonte original
n/d

Ainda temos essa imagem, que infelizmente dispensa maiores comentários.
n/d
Papa Francisco, quando ainda Cardeal na Argentina, acende a Menorah, em um evento judaico ocorrido em uma loja maçônica de Buenos Aires

Ainda temos a notícia de que o Papa Francisco é Rotariano Honorário, leia a matéria completa no próprio site afirmando.
O Rotary se alegra: Papa Francisco é Rotariano Honorário do RC Buenos Aires
http://rotary4560.org.br/portal2/?p=6329

n/d
O Rotary é um importante braço filantrópico da maçonaria. Também funciona como um eficiente catalizador de pessoas caridosas e de posses da sociedade para a maçonaria. Muitos se associam com o puro desejo de ajudar e logo são convidados para a maçonaria quando verificado o seu potencial (posses) para a ordem. Lembrando que muitos fazem o caminho inverso, já são maçons e ingressam nos Rotarys, que é o Exemplo de Walter Disney.

É importante deixar claro que nem todos rotarianos são maçons. Entretanto, uma boa parte dos seus membros são da ordem maçônica, já que o Rotary é uma entidade Paramaçônica (patrocinada pela maçonaria).

Fonte
http://realmaconaria.blogspot.com.br/2010/09/para-quem-tem-duvidas-que-o-rotary-e-da.html
Fonte: Blog Libertar    e    www.rainhamaria.com.br

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sinal dos Tempos: No México, Padre que não acredita em Deus nem no Diabo atrai multidões



17.04.2013 - Adolfo Huerta Alemán, da diocese de Saltillo, no México, é um fenômeno de popularidade em seu país. Ele é mais conhecido pelo apelido de “El Gofo” e seu visual pode fazê-lo ser confundido com um músico de uma banda de heavy metal.  O sacerdote disse recentemente qufaz sexo com frequência e que a existência de Deus para ele não importa.
n/d
Por causa de suas declarações e do sucesso que faz especialmente entre os jovens mexicanos, o bispo local decidiu que Gofo deverá responder diante do tribunal eclesiástico diocesano.
Tudo começou com uma entrevista publicada em 22 de março pela revista mexicana Proceso, onde Adolfo, vigário recentemente nomeado da Paróquia Senhor da Misericórdia, disse “se Deus não existe, pouco me importa”. Para ele, disse, a fé é simplesmente “uma motivação para dar sentido à vida”, que o motiva “a encontrar um significado e conseguir melhorar nossos relacionamentos, algo que vai ajudar a me tornar um ser humano melhor.”
Quando perguntado pelo repórter se faz sexo, Gofo admitiu que “frequentemente”, mas observou que não tem compromisso com ninguém porque seu rebanho exige muito de seu tempo.
De acordo com a mesma publicação, o padre usa bótons com as imagens de Che Guevara e personagens da série South Park, desenho animado que constantementeofende a Cristo, a Igreja e o Papa. Gofo pinta seu longo cabelo de azul e vermelho e comumente pinta o rosto com tinta branca para enviar alguma mensagem.
n/d
Alemán também expressou repetidas vezes seu apoio a ideologia dos  ”transgênero” e republicou mensagens na rede social Twitter da organização católica Free Choice, que nos últimos 10 anos tem gastou mais de US $ 13 milhões para promover o aborto na América Latina, especialmente no México.
Em 18 de Fevereiro, publicou na internet uma “carta aberta ao novo Papa” onde pedia que Francisco aceitasse “padres casados”, “sacerdotisas” e “abortistas incompreendidas”. Ordenado há seis anos, padre Gofo tem um forte trabalho social na área de El Toreo, onde predomina a população pobre e é forte a presença do crime organizado.
Embora já que tenha dito não crer que a Bíblia é a palavra de Deus, usa trechos dela nas missas, juntamente com citação de filmes de Hollywood ou canções de rock. Muitas vezes usa seu senso de humor ácido e se defende: “Temos de atualizar o Evangelho à cultura contemporânea.”
Para ele, “A renúncia de Bento reflete o cansaço de uma igreja que está se enfraquecendo. Não irá acabar, mas não causa nenhum impacto nem mudança de mentalidade. Você precisa entender que a fé nada mais é que um compromisso com a minha realidade histórica, de mudar as circunstâncias da Igreja, ter compromisso com as vítimas de tráfico, com os familiares dos desaparecidos, com os transexuais. A Igreja Católica não deveria ser um fardo para a sociedade, mas um alívio”.
n/d
Andando pelas ruas, pergunta às pessoas se querem que ele celebre uma missa em suas casas. A resposta geralmente é sim. Centenas de pessoas, sobretudo jovens, vão ouvi-lo falar nessas cerimonias a céu aberto. Aos 35 anos de idade, ele anda em uma moto de 125 cilindradas, bebe cerveja e ouve a banda de heavy metal Iron Maiden em seu celular.
Publicou um texto que lhe rendeu a acusação de ser pornográfico. Recebeu como punição três meses em um retiro com outros padres.
Gofo se sente discriminado por ser diferente. Por sua aparência, já foi acusado de ser satânico. Mas ele não se importa, afinal não acredita no diabo“Eu acho que o diabo é um personagem, um conceito não me ajuda a crescer como pessoa nem fazer meu trabalho corretamente… Eu acredito que a linguagem da Igreja tem de ser atualizada, precisa evoluir, (…) esse tipo de linguagem não é mais útil, não atende mais às necessidades do nosso povo”, finaliza. Com informações Lagaceta Cristiana e Revista Proceso.
Fonte: Gospel Prime e Agências Internacionais

terça-feira, 16 de abril de 2013

Papa Francisco reafirma o processo de reforma das religiosas nos Estados Unidos


Papa Francisco. Foto: News.va
VATICANO, 16 Abr. 13 / 10:46 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco reafirmou a avaliação do Vaticano sobre a Leadership Conference of Women Religious (LCWR) nos Estados Unidos, em que se encontrou que esta tinha "sérios problemas doutrinais" e precisava ser reformada.
O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Müller, reuniu-se em Roma com a presidente da conferência das religiosas americanas, Irmã Florence Deacon, em 15 de abril. Também esteve presente o Arcebispo de Seattle, Dom Peter Sartain, quem foi designado para realizar a reforma do grupo.
Dom Müller disse à Irmã Deacon que ele "discutiu recentemente a Avaliação Doutrinal com o Papa Francisco, que reafirmou os resultados da Avaliação e o programa de reforma para esta Conferência de Superiores Maiores", de acordo com um comunicado da congregação vaticana publicado em 15 de abril.
"É o desejo da Santa Sé que esta reunião possa ajudar a promover o testemunho integral das mulheres religiosas", assinalou o comunicado, e isto requer "um firme fundamento da fé e o amor cristão, assim como preservá-lo e fortalecê-lo para a riqueza da Igreja e da sociedade, para as gerações futuras".
Como foi a sua primeira reunião com a líder do grupo de religiosas norte-americanas, Dom Müller agradeceu às irmãs por sua "grande contribuição" à Igreja nos Estados Unidos, "como se vê particularmente em muitas escolas, hospitais e instituições de assistência aos pobres", que foram fundadas e mantidas por religiosas.
O Prefeito da congregação vaticana também "enfatizou que uma Conferência de Superiores Maiores, tal como é a LCWR, existe para promover os esforços comuns entre seus institutos membros, assim como a cooperação com a Conferência Episcopal local e com os Bispos individualmente".
"Por esta razão, tais conferências estão constituídas por, e permanecem sob a direção, da Santa Sé", disse, citando os cânones 708-709 do Código de Direito Canônico.
Em 18 de abril de 2012, a Congregação para a Doutrina da Fé revelou os resultados da avaliação doutrinal realizada durante quatro anos pela conferência, em que se encontraram "sérios problemas doutrinais" e a necessidade de uma reforma.
O documento citou cartas de autoridades da LCWR, assim como apresentações patrocinadas pela conferência das religiosas, nas que se exibiam "temas feministas radicais incompatíveis com a fé católica" e oposição ao ensinamento da Igreja em temas que incluíam o sacerdócio sacramental de homens e a homossexualidade.
A avaliação também indicou que enquanto o grupo promove energicamente temas de justiça social, ignora amplamente assuntos de vidamatrimônio e sexualidade, que tiveram um papel importante em recentes debates públicos nos Estados Unidos.
As líderes da conferência das religiosas respondeu em 1º de junho de 2012 à avaliação, descrevendo-a como sustentada em "acusações sem fundamento" e usando "um processo defeituoso falto de transparência".
O Vaticano, quando anunciou o resultado da avaliação, pôs a Dom Sartain encarregado de realizar a reforma do grupo.
O Prelado tem um mandato de cinco anos para ajudar à conferência a revisar seus estatutos e suas conexões com organizações filiadas.
Além disso, Dom Sartain ajudará a criar um novo programa de formação, para oferecer um entendimento profundo do ensinamento da Igreja, e será o responsável por aprovar as futuras apresentações nas assembleias da organização.
Composta por aproximadamente 1.500 membros, a LCWR envolve ao redor de três por cento das 57 mil religiosas nos Estados Unidos. Como seus membros são líderes das suas comunidades religiosas, o grupo assegura que representa 80 por cento das religiosas norte-americanas. A média de idade de seus membros é de 74 anos.

Papa Francisco e o Milagre Eucarístico em Buenos Aires



O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996

Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castanon.

Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada: isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.


A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue

Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-o em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.

Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local Cardeal, Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.


Análises Clínicas

Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo, e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente. 

Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração humano ainda vivo.
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Testes e análises clínicas: "Não há explicação científica"

Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras dos do Tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem.
O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.

Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “Carne e Sangue” humanos. O médico declarou o seguinte:

“O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o Coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado."

Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. "Elas deixariam de existir em questão de minutos", disse o Dr. Zugibe. O médico  foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise.

Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição".

Abaixo, um vídeo com o depoimento do Dr. Castañón e imagens do Milagre.

Dr. Ricardo Castañón Gomez fala sobre o
Milagre Eucarístico ocorrido em Buenos Aires


Tradução da palestra do Dr. Castañón no vídeo para o português

Agora vou entrar em um tema que é muito interessante e que com certeza vou tratar com mais profundidade: eu fui chamado pelo Cardeal de Buenos Aires, - relato isso porque depois de muitos anos de trabalho a Igreja valoriza estas investigações, então me chamam. -  Ocorre que em Buenos Aires existe a "moda" de muitas pessoas receberem a Comunhão nas mãos. O resultado é que deixaram cair a Hóstia Consagrada, e como a Hóstia estava "suja " ninguém a quis recolher. Consagrada!

Então alguém avisa o Sacerdote e ele a recolhe e a guarda em água para que ela se dissolva: é uma norma que eles tem; depois molham as plantas com aquela água. Depois de uns cinco ou seis dias que estava no Tabernáculo, eles vão abrem o Tabernáculo e vêem que em vez de haver se desintegrado existem umas manchas vermelhas. Em diferentes formas vêem que o liquido aumenta nos dias sucessivos. Nesse momento me convidam a pegar algumas amostras e saber do que se trata.

Eu viajo duas vezes e obtenho duas amostras, uma é uma massa gelatinosa. Porque eu tenho contado a vocês sobre uma Hóstia, mas o mesmo ocorreu à outra, tenho duas amostras que devo analisar uma é esta, a outra é uma que exsudou em 1996 e que formou uma crosta seca.

Então eu viajo à América do Norte, a um laboratório na Califórnia, levando essa amostra. Eu não lhes digo que vem de uma Hóstia. O "estudo cego" consiste em apresentar aos senhores laboratoristas a amostra e pedir que a analisem.

Qual é o resultado? "Dr, a amostra que o senhor nos trouxe é músculo do Coração, músculo do miocárdio, do ventrículo esquerdo". Este é o primeiro resultado mais há mais coisas a descobrir. Este estudo estamos realizando desde 1999, mas há alguns meses descobrimos que havia um grande expertem cardiologia em patologia e em bioquímica. É o único professor que escreveu um livro que explica de que foi morta uma pessoa quando o coração foi lesionado. Este professor é o famoso Dr. Frederick Zugibe. Então entregamos a ele as amostras e ele nos disse: "Essa pessoa que tinha esse Coração morreu muito mal-tratada, porque seu coração tem lesões que mostram que foi muito golpeada. Esse homem foi torturado!" - Ele não sabe que é uma Hóstia.

E logo ele disse: "Mas tem uma coisa que eu gostaria que vocês me explicassem: como é possível que quando eu estava estudando esta amostra, a amostra palpitava, pulsava? Então expliquem como vocês tiraram o coração de um morto e o trazem vivo ao meu laboratório em Nova York?"

"Professor Zugibe, não é o que o senhor pensa, isto é uma Hóstia Consagrada que começou a sangrar!"... Imaginem, seus cabelos quase saltaram da sua cabeça! Imaginem dizer a um homem que um pedaço de trigo se tornou Sangue e se coagulou, e agora é uma amostra de músculo de Coração!

Mas não termina por aí, porque ele perguntou como era possível que estevesse vivo ainda? Mas eu estou lhe dizendo que estou estudando desde 1999. São cinco anos que a amostra está comigo. Então eu viajo para o laboratório em Buenos Aires, há poucas semanas e busco os documentos dos primeiros estudos realizados em Buenos Aires; escreveu o laboratorista da primeira análise: "Observam-se alguns líquidos, células vermelhas do sangue, hemoglobina, e o que me chama a atenção é que as células estão se movendo e pulsando!".

As células estão palpitando e pulsando! Alguns dias já haviam se passado! E após 15 minutos as células do sangue morrem, todos os glóbulos brancos e vermelhos se decompõem! Então me interessou muito o tema do Coração e eu me intero que no século VII, em Lanciano, cidade localizada no sul da Itália, um sacerdote celebrava a Missa e duvidava se Cristo estava presente na Eucaristia. Ele duvidou, e no momento de sua dúvida, a Hóstia se transforma em Sangue e se coagula, e se torna um pedaço de Carne, se vocês viajarem a Lanciano poderão vê-la. Eu creio que alguns já tenha feito isso.

O Vinho se transforma em cinco coágulos de Sangue, que são como cinco "algodões" de Sangue. Mas são de distintos tamanhos os cinco e cada um pesa igual ao outro! Isto aconteceu no século VII, mas se conserva, então os italianos, na Conferência Episcopal da Itália, convidam, nos anos 70, o professor Dr. Linolli, que é um expert em bioquímica e patologia para estudar o caso, e este doutor nos disse que "é músculo do Coração igual a amostra que você tem "!

Ou seja, a amostra que eu tenho, que é dos anos 90, de Buenos Aires, é a mesma que esta! Pertence à mesma Pessoa... O que opinam disso?

O restante não lhes conto, porque senão não compram meu livro (risos). Mentira, não tenho um livro que fale sobre este assunto. Aqui estamos falando do que eu creio ser a prova de algo extraordinário. Posso eu comprovar que Jesus Cristo está presente na Eucaristia? Nosso Senhor disse a uma mística: "Eu faço milagres para os cegos e surdo, mas eu não quero fazer milagres porque quero que creiam por Fé".

Eu não sou nada para dizer "esta é a prova", mas eu apenas coloco sobre a mesa os resultados de minha pesquisa para que vocês meditem e para que tirem suas próprias conclusões. Eu não posso explicar porque uma imagem de gesso exsuda... Porque esta parede de gesso não exsuda? Porque só as imagens sagradas? Então eu creio que os senhores devem meditar.

O que Nosso Senhor está tentando nos dizer com esses Sinais? E logo me intero que no século XII havia outra pessoa, outro sacerdote que também duvidou que Cristo estava presente na Eucaristia, isto na Itália também e quando estava duvidando se Cristo estava presente ou não, o corporal que tinha se encheu de Sangue, mas aqui aconteceu algo impressionante, porque o Sangue correu do Altar e o Sangue correu no chão, e se vocês forem ver hoje, poderão ver que o Sangue penetrou no piso de mármore, o sangue corre e entra no mármore! É devido a esta experiência no século XII, que o Papa Urbano IV, que se encontrava perto de Orvieto, viaja ao lugar e para ver este Milagre, e Urbano pede a Santo Tomás de Aquino para celebrar uma Missa e o ritual para estabelecer a celebração de Corpus Christi.

Então, para que todos saibam que a celebração de Corpus Christi nasce de um milagre Eucarístico (fim do conteúdo do vídeo)...


Apelo do Apostolado Voz da Igreja: católicos fiéis, homens e mulheres de fé, parem de comungar do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo nas mãos. Exijam receber a Sagrada Eucaristia na língua, de preferência de joelhos. Este é um direito de todo católico.
Fonte: Voz da Igreja.

Dilma quer seu governo fora da polêmica do “casamento” gay e Marco Feliciano


Estratégia visa não comprometer reeleição presidencial em 2014

Julio Severo
De acordo com matéria publicada no site homossexual A Capa de segunda-feira (15 de abril), a presidente Dilma Rousseff não quer se envolver em polêmicas, como aborto e “casamento” gay, que coloquem em risco seu governo e sua reeleição presidencial em 2014.
Para manter o apoio de lideranças cristãs e da população, a presidente mandou seus ministros ficarem longe da polêmica em torno do “casamento” gay e da permanência do Dep. Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH).
De acordo com o site gay, a ordem do governo do PT é manter uma relação de “união estável” com as denominações evangélicas.
Essa relação de proximidade traz “benefícios” para os aliados. A Igreja Universal do Reino de Deus, fiel apoiadora do governo do PT há mais de uma década, conseguiu que um de seus líderes, Marcelo Crivella, ficasse com o Ministério da Pesca em 2012.
Essa relação de apoio e amizade estava sob risco recentemente, quando ministras de Dilma começaram a atacar Marco Feliciano.
Ao pedir que seu governo pare de atacar Feliciano diretamente, Dilma espera que o aborto e o “casamento” gay não se tornem novamente os temas centrais da campanha pela presidência em 2014, para não colocar em risco o apoio das lideranças evangélicas que são fundamentais para a vitória do PT.
Essa é apenas a repetição de uma velha novela.
Em 2010, depois de quase perder a eleição presidencial por causa do aborto e “casamento” gay, Dilma se comprometeu com vários líderes evangélicos: “Eu não enviarei ao Congresso Nacional nenhuma medida para alterar legislação nenhuma.”
Entretanto, debaixo dos panos a estória é completamente diferente.
No início de 2012, Dilma nomeou Eleonora Menicucci como ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM). Eleonora, além de ativa feminista e militante pró-aborto, era companheira de atividades terroristas comunistas no passado de Dilma. Seu currículo inclui uma viagem à Colômbia em 1995 para aprender a fazer abortos. De terrorismo contra o governo do Brasil, ambas passaram para o terrorismo contra os bebês em gestação. Hoje, Eleonora é membro do Grupo de Estudos sobre Aborto (GEA), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos.
Como pode uma radical militante marxista pró-aborto ser ministra para assuntos das mulheres, como se todas as mulheres do Brasil tivessem como aspiração máxima de suas vidas matar bebês em gestação?
Outra ministra, Maria do Rosário, deixou claro que, como meta do governo petista, ela lutará muito mais do que só pelo “casamento” gay. Ela disse: “Vou me empenhar para criminalizar a ‘homofobia.’” Isto é, no que depender de Rosário, os cristãos que não se prostram diante da repugnância das relações homossexuais merecem cadeia, multas e linchamento social.
Sobre o caso Feliciano, as ministras e ministros de Dilma nem precisam agir diretamente. Ativistas gays que protestam contra Feliciano na Comissão de Direitos Humanos estão distribuindo cópias de um manifesto evangélico contra a permanência de Feliciano na CDH. O manifesto vem assinado por Ariovaldo Ramos, Rev. Antonio Carlos Costa e André Sidnei Musskopf, entre outros tantos líderes, especialmente presbiterianos e luteranos. Uma cópia do manifesto, juntamente com os nomes dos pastores, está neste link: http://po.st/G9Y928
A intenção deles é clara: “Vejam! Até os evangélicos estão atacando o Feliciano!”
Numa de suas reuniões internas, talvez Dilma tenha dito para suas ministras e ministros: “Gente, com tantas vozes, até mesmo evangélicas, contra Feliciano, deixemos que façam o trabalho por nós!”
Sobre o aborto e o homossexualismo, o discurso deles para os líderes evangélicos continuará sendo de cordialidade, compromisso e diplomacia astuta.
Debaixo dos panos, porém, Dilma sabe nomear as criaturas certas para fazerem o trabalho sujo nos escuros e secretos esgotos das políticas governamentais que levarão à legalização de iniquidades no Brasil. Que o digam Maria do Rosário e Eleonora Menicucci!
Com informações do site homossexual A Capa.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Linda historia da Beata Imelda Lambertini



Patrona das Primeiras Comunhões
Imelda Lambertini nasceu na cidade de Bolonha, Itália, no ano de 1322, num ambiente de muita fé e piedade. Desde tenra idade, assimilou com especial afeição a primorosa educação recebida. Seu amor a Deus, sua conduta incomum no dia a dia chamava muito a atenção dos pais. Era de fato, uma menina muito especial. Os jogos infantis não lhe agradavam como a oração. Costumava esconder-se nos locais mas ocultos da casa para aplicar-se a ela. Sua mãe, sempre a encontrava ajoelhada e rezando, quando sentia falta da filha em casa. 

Ao completar 9 anos de idade a menina pede insistentemente para ingressar no Convento das Irmãs dominicanas, porém, a Madre superiora de todas as formas tentou persuadi-la a esperar, pois que a idade ainda não permitia que fosse admitida entre as irmãs do convento.

Como a insitência de Imelda tornou-se constante, a Madre, que conhecia seus pais, indagou se não estava feliz por ter pais maravilhosos e boas condições de vida em casa, tendo ela prontamente respondido que estava sim, muito feliz, que amava sua família, mas que as irmãs tinham algo a mais que lhe atraía muito: "Nosso Senhor". Era a devoção à Santíssima Eucaristia que verdadeiramente lhe encantava e lhe enchia a alma de amor e devoção. Finalmente, a Madre chamou seus pais e lhes pediu permissão para que Imelda fosse admitida, pelo menos à título de experiência, já que o desejo ardente de ingressar no convento era já notório também para seus pais. Apesar de entristecidos, percebiam que Deus reservara algo de extraordinário para a pequena filha. Por isso, acabaram aceitando a proposta da Reverenda e consagraram-na a Deus.

Consumado seu ingresso, tudo lhe era motivo de encanto, os momentos de oração, o hábito das Irmãs, o silêncio. Era muito amada por elas que tentavam privá-la dos serviços e da rigidez da regra, mas nada adiantava, pois queria acompanhar as irmãs em tudo, participando plenamente e auxiliando nos trabalhos monásticos no convento. A Madre pedia que não a acordassem durante as orações noturnas, mas Imelda levantava-se no meio da noite e percorria os grandes salões do convento, caminhando e rezando silenciosamente as matinas.

A visita ao Tabernáculo fazia sua alma transbordar de alegria. Só a pronúncia de qualquer assunto relacionado a Eucaristia, fazia com que seu rosto se transfigurasse instantaneamente. Ela desejava ardentemente receber a Santa Comunhão. Nessa época, as crianças não podiam receber a Primeira Comunhão com idade inferior a 12 anos. Tal qual sua insistência para ingressar no convento, Imelda pede a graça de receber Jesus, mesmo que não tivesse completado a idade. Pedia isso com fervor tão intenso, que as irmãs comoviam-se pelo desejo que a pequenina nutria em receber o Senhor na Eucaristia. Mas isto ainda não lhe era possível, conforme as normas da Igreja.

Assim, aceitou com resignação os argumentos das Irmãs. Porém, à medida que o tempo passava, crescia mais e mais nela o desejo de receber Jesus Sacramentado. No ano de 1333, tinha ela completado 11 anos de idade quando, depois da Santa Missa, a última freira que saiu da capela observou que a pequena Imelda, como de costume, lá permaneceu sozinha rezando mais um pouco. Só que desta vez, a freira percebeu algo extraordinário: uma Hóstia flutuava acima dela e lhe projetava uma luz branca. Rapidamente esta irmã chamou as outras monjas e todas prostraram-se diante deste milagre. A Madre, constatando que tratava-se de manifestação real de Deus para que a menina recebesse a Primeira Comunhão, chamou o pároco. Ao chegar com a patena de ouro nas mãos, o padre admirado, dirigiu-se até à Hóstia. Assim que aproximou-se da menina ajoelhada, a Hóstia pousou sobre a patena!. Assim foi-lhe administrada a Primeira Comunhão. Em seguida, vagarosamente Imelda baixou a cabeça em oração.

Imelda permaneceu assim, diante das irmãs por um tempo demasiadamente longo. Isto fez com que a Madre fosse até ela, que a nada respondia. Tentando levantá-la cuidadosamente pelos ombros, a menina caiu em seus braços, trazendo no rosto uma expressão delicada, de inexplicável alegria. Havia partido para o Céu naquele sublime momento. A alegria de receber Nosso Senhor foi demais para o pequeno coração que ardia pela presença real de Cristo na Eucaristia. Certa vez, Imelda já havia dito às Irmãs: "Eu não sei porque as pessoas que recebem Nosso Senhor não morrem de alegria".

A pequena Imelda Lambertini foi beatificada em 1826 pelo Papa Leão XII, e foi proclamada Patrona das Primeiras Comunhões em 1910 pelo Papa São Pio X. Foi neste ano que foi declarado que as crianças menores de 12 anos poderiam receber a Primeira Comunhão.

Até hoje, seu pequeno corpo se encontra intacto, depois de mais de 670 anos, numa redoma de cristal, na Igreja de São Sigismondo, em Bolonha.


Reflexões:

A meditação da história da pequena Imelda, traduz o pleno conhecimento, o cristalino panorama que uma menina de apenas 11 anos tinha sobre as verdades divinas. Visão tão clara que Imelda não entendia como as pessoas não morriam ao receber Jesus na Eucaristia. São Tomás de Aquino, a respeito desse amor eucarístico, certa vez declarou:

"O Martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece a Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens. Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor".

Amolece, Senhor, o nosso coração petrificado. Aclara, Senhor, nossa visão, obscurecida pelas ilusões mundanas. Abre nossa mente, Senhor, para que possamos compreender a sublimidade da Eucaristia. Tende piedade de nós, Senhor, pela nossa indiferença na fila da Comunhão. Aproxima-nos, Senhor, do sacramento da Penitência, para que possamos Te receber com a casa limpa, livre das imundícies que todos os dias deixamos agregar à alma. Não permitais, jamais, Senhor, que Te recebamos indignamente. Piedade, Senhor, piedade de nós e da humanidade inteira. Te adoramos na Eucaristia e imploramos, por intercessão de Maria, que o Pão do Céu seja para nós SEMPRE: alimento espiritual, remédio para a alma, força na luta contra o mal, consolo nas tribulações e proteção constante na caminhada terrena. Amém!

Igreja substitui Bíblia por tablet



Igreja substitui Bíblia por tabletIgreja substitui Bíblia por tablet
Uma pequena igreja em Mickleover, na região central da Inglaterra, parece ter iniciado uma revolução tecnológica na Igreja Católica. Os participantes das missas na Igreja de Saint John usam aparelhos de última geração conectados por wi-fi para seguir o ritual milenar.
Apostando na familiaridade das pessoas com aparelhos eletrônicos, a pequena paróquia substituiu de vez a Bíblia por tablets, que se mostraram especialmente úteis aos mais idosos, que têm dificuldade em ler no papel.
A pequena igreja acredita que essa migração é uma tendência inevitável. Graças a doação de uma empresa de serviços de wi-fi, cada fiel tem agora seu próprio tablet para acompanhar os hinos e as leituras, quando necessário. Desse modo o templo não precisa desfigurar o altar com telões e projeções.
O padre Alun Rowlands, responsável pela mudança e pela paroquia, comemora: “Estamos muito animados com esse progresso e cheio de expectativa para ver como podemos usar melhor essas tecnologias.”
“O interesse da Igreja pela Internet é uma expressão particular do seu antigo interesse pelas mídias sociais”, diz o Vaticano, em seu manifesto recente sobre “A Igreja e a Internet”. Sem dúvida, as novas formas de comunicação causaram impacto nas práticas e tradições da Igreja Católica.
Joseph Ratzinger, quando era papa, incentivou o uso de redes sociais para evangelização. Seu substituto, o Papa Francisco, herdou a conta oficial do papado (@Pontifex) que usa quase diariamente.Com informações de BBC.

Legalização do aborto aumenta "abortos por coerção", adverte cientista


Dr. Elard Koch
SANTIAGO, 15 Abr. 13 / 10:37 am (ACI/EWTN Noticias).- O Dr. Elard Koch, pesquisador em ciências biomédicas da Universidade do Chile e atual diretor do Instituto MELISA, advertiu que a legalização do aborto aumenta o problema de que milhares de mulheres sejam "obrigadas a abortar legalmente contra sua vontade".
Em um artigo publicado no site ChileB, o Dr. Koch assinalou que "embora a relação pareça independente do status legal do aborto, é um fato que milhares de mulheres são obrigadas a abortar legalmente contra sua vontade, fenômeno conhecido como ‘aborto por coerção’".
"A legalização do aborto aumenta o problema, principalmente devido a uma maior permissividade, facilidade de acesso e incremento essencial das taxas de incidência do aborto eletivo", explicou.
O Dr. Koch assinalou que "nas últimas décadas, vários estudos epidemiológicos indicam que uma proporção significativa de abortos induzidos legais –25% ou inclusive mais– ocorre por coerção do próprio companheiro ou um familiar sobre a mulher ou menina esperando um filho".
Indicou que de fato, entre os fatores de risco mais comuns para que as mulheres sejam forçadas a abortar, ocasionando problemas de saúde mental posteriores, "encontra-se a história de violência doméstica infligida pelo companheiro ou o antecedente de abuso durante a infância".
O cientista chileno indicou que algumas vezes "é a própria mãe, pai ou ambos os que forçam o aborto de uma filha grávida".
"A isto, acrescentam-se casos de abuso reiterado de adolescentes onde se recorre ao aborto legal em caso de gravidez", indicou.
Ao recordar uma reunião recente da Organização das Nações Unidas (ONU), em que delegados dos países membros debateram estratégias para a "eliminação e prevenção de todas as formas de violência contra as mulheres e as meninas", o cientista chileno destacou que "o aborto é outra forma de violência contra a mulher".
"Quando se considera tirar a vida de um filho ou filha em gestação, seja envenenando-o quimicamente ou desmembrando-o cirurgicamente, legal ou não, é lógico concluir que o aborto é por si mesmo um ato violento", disse.
O diretor do Instituto MELISA apontou que estudos realizados na Finlândia "confirmam que o aborto aumenta em dobro o risco de suicídio em mulheres em idade reprodutiva, enquanto a gravidez levada a término o reduz".
Outro estudo recente, realizado em Chicago (Estados Unidos), "mostrou que o aborto aumenta o risco de problemas de casal, incluindo violência doméstica, consumo de drogas e divórcio. Ao mesmo tempo, existe uma forte correlação entre as taxas de aborto e homicídios de mulheres".
O Dr. Koch se referiu também ao caso da China, onde "milhares de mulheres são obrigadas a abortar devido às políticas do filho único. O aborto sexo-seletivo de milhares de meninas é uma crua realidade de discriminação contra a mulher na China que se reproduz culturalmente também na Índia".
No contexto da América Latina, assinalou, "a história de aborto induzido se associa significativamente à ideação suicida em mulheres brasileiras. No México, a violência física contra a mulher grávida aumentou de 5,3% para 9,4".
"Os estudos se multiplicam e estes são só alguns exemplos", disse.
O pesquisador chileno recordou que o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, disse na recente reunião sobre violência contra a mulher que esta "nunca é aceitável, nunca é desculpável, nunca é passível".
Para Koch, "se estas não forem somente palavras de boa criação, a alarmante expansão do aborto legal como forma de violência contra a mulher, não deveria passar inadvertida para nenhuma nação respeitosa dos direitos humanos fundamentais".
"Omitir sua discussão, não é mais que favorecer uma agenda hipócrita: discutamos toda violência contra as mulheres e as meninas, menos o aborto quando é legal", criticou.

Senado da França aprova matrimônio gay com adoção de crianças


PARIS, 15 Abr. 13 / 11:10 am (ACI/EWTN Noticias).- Apesar de aproximadamente um milhão e meio de pessoas terem se manifestado no dia 24 de março a favor da família, o Senado da França aprovou nesta sexta-feira o projeto de lei que legaliza os mal chamados "matrimônios" gay e lhes dá o "direito" de adotar menores.
A aprovação aconteceu após uma semana de debates. Conforme informou nesta sexta-feira a rede CNN, a controversa lei ainda tem que passar uma nova leitura na Assembleia Nacional, e uma leitura final de volta na câmara alta.
Por sua parte, o ministro da Família, Dominique Berinotti, declarou à imprensa internacional que o voto do Senado foi uma "vitória formosa". Como se recorda, o matrimônio gay e a adoção de crianças foi uma das promessas do agora presidente François Hollande.
Em 24 de março, os líderes de La Manif pour Tous (A Marcha para Todos), que com um milhão e meio de pessoas percorreu Paris a favor da verdadeira família, tinham advertido que o projeto do governo socialista atenta contra a realidade histórica da humanidade, e nega o fundamento antropológico das relações humanas.
"Criar uma filiação fictícia é fazer da criança um objeto", denunciaram, citados pela plataforma espanhola HazteOír.
Se o projeto for ratificado, França se converterá no 11º país a legalizar as uniões homossexuais. Na quarta-feira estas uniões foram aprovadas no Uruguai.

Assista esse vídeo: O que a mídia não explica e as escolas não ensinam...

Cuidados Cristãos: 'Irmã Zuleide' é detida em Santos após constranger professora.


DJ utilizava foto de professora de Campinas para satirizar evangélicos.
Perfil da 'Irmã Zuleide' possui 2,1 milhões de fãs em rede social.

'Irmã Zuleide' é detida em Santos após constranger professora (Foto: Reprodução/Facebook)Página utilizava foto de professora de Campinas
(Foto: Reprodução/Facebook)

O DJ Álvaro Oliveira Rodrigues, de 20 anos, responsável pelo famoso perfil 'Irmã Zuleide' nas redes sociais, foi detido durante a madrugada do último domingo (27) emSantos, no litoral de São Paulo. Rodrigues assinou um termo circunstanciado e foi liberado em seguida, mas responderá por constrangimento, injúria e difamação.
Com cerca de 2,1 milhões de seguidores no Facebook, o perfil da Irmã Zuleide, que utiliza um tom cômico para tratar assuntos do cotidiano, é uma febre na internet há quase dois anos. A polícia começou a investigar o DJ porque a foto utilizado no perfil é, na verdade, de uma professora de Campinas, que afirma sofrer vários transtornos com a situação.
Ainda em 2011, a professora, que preferiu não se identificar, não conhecia o perfil que utilizava sua foto, até que uma colega da escola mostrou a página para ela. Assim que soube da situação, a vítima mandou algumas fotos para a polícia com o objetivo de remover todo o conteúdo da internet. Segundo a professora, o constrangimento causado pelo perfil fez com que ela virasse motivo de chacota na cidade onde mora.
Após vários meses de investigação, um advogado da vítima descobriu que o dono da página faria um show em uma casa noturna do Centro de Santos. Sabendo disso, a professora seguiu para a Baixada Santista, acompanhada do advogado, e procurou o 1º Distrito Policial da Cidade, que começou a investigar o caso.
Segundo a polícia, quando os policiais entraram na boate, Rodrigues não estava caracterizado como 'Irmã Zuleide', mas foi encontrado e detido. O DJ é natural do Rio Grande do Norte e confessou ser o autor do personagem. Em depoimento, ele disse que sua intenção era satirizar uma igreja evangélica e ironizar seus seguidores. Segundo ele, a foto da professora foi achada em uma pesquisa aleatória feita por um buscador.

Assista esse vídeo: Entrevista com Dom Claudio Hummes: o que esperar do Papa Francisco?


Infelizmente não temos condições de destacar os pontos mais relevantes da entrevista, o que deixamos a cargo de nossos leitores na caixa de comentários.