terça-feira, 9 de abril de 2013

EUA: Novo Terremoto no Parque de Yellowstone onde está localizado Supervulcão



09.04.2013 -
n/d
Um novo tremor de 3.1 graus,  atingiu o parque nacional de Yellowstone, em Idaho, nos EUA, onde está localizado o supervulcão de mesmo nome.
O supervulcão de Yellowstone tem uma cratera com 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.
Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, a sua erupção duraria aproximadamente cinco dias. Cerca de três meses após o evento uma nuvem de poeira vulcânica cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30ºC. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50°C.
Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°C espalhar-se-ia incinerando tudo num raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam espalhar-se ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.
O tremor de terra resultante da erupção atingiria o grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria espalhar-se até o oceano, causando um enorme tsunami com ondas de 55 metros, que iriam devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.
A última erupção de um supervulcão na Terra foi em Toba, no norte de Sumatra, 74 mil anos atrás. Ninguém sabe sua extensão; sabe-se apenas que foi colossal. Acredita-se que o evento possa ter deixados os seres humanos à beira da extinção, reduzindo a população global a nada mais do que alguns milhares de indivíduos.
Fontes: http://www.painelglobal.com.br    e    www.rainhamaria.com.br
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Nota de  www.rainhamaria.com.br
Profecia de Nossa Senhora de La Salette, aparição na França em 1846, reconhecida pela Igreja em 1851.
"As estações serão mudadas, a terra não produzirá senão maus frutos, os astros perderão os seus movimentos regulares, a lua não refletirá senão uma luz avermelhada; a água e o fogo causarão ao globo terrestre movimentos convulsivos e horríveis terremotos, que farão tragar montanhas, cidades...
Chegou o tempo. O sol se escurece; somente a fé viverá".

Aparente apoio da CNBB ao homossexualismo.


Excelentíssimos e Reverendíssimos Senhores
Dom Raymundo Damasceno Assis
Dom José Belisário da Silva
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Digníssimos membros da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
Acabei de navegar no sítio da CNBB e encontrei (http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/11641-nota-da-cbjp-sobre-a-eleicao-da-presidencia-da-comissao-de-direitos-humanos-e-minorias-da-camara-dos-deputados) uma nota assinada por Pedro Gontijo, Secretário Executivo da Comissão Brasileira Justiça e Paz, repudiando a nomeação do deputado Marco Feliciano para presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
O signatário se apresenta como representante de um organismo “vinculado à CNBB”, dando a entender que Conferência está de acordo com sua posição.
Ocorre que o deputado Marco Feliciano é um dos poucos parlamentares no Congresso Nacional que têm levado a sério a causa da defesa da vida e da família. É de autoria dele, por exemplo, o Projeto de Decreto Legislativo 565/2012 que pretende sustar a decisão do STF que liberou o aborto de crianças anencéfalas. Ele é uma das poucas vozes que se manifestam contra a chamada “cultura gay”, à concessão de direitos ao vício contra a natureza e ao reconhecimento das uniões homossexuais.
É natural que os militantes pró-homossexualismo vociferem contra a presença dele numa Comissão onde tradicionalmente os vícios são tratados como direitos e os princípios morais são submetidos à ditadura do relativismo.
O que causa espanto é que o secretário executivo da Comissão Justiça e Paz faça coro com os fautores da “ideologia de gênero” e emita uma nota pública contra o referido deputado.
É possível que Vossas Excelências Reverendíssimas não tenham tomado conhecimento da matéria que foi publicada comprometendo o nome da Conferência. Por isso, achei por bem comunicar-lhes o lamentável fato e pedir que a referida nota seja retirada do sítio da CNBB.
Subscrevo-me pedindo-lhes a bênção.
Em Jesus e Maria,
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
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Nota do Fratres: Parabenizamos ao corajoso sacerdote de Anápolis pelo excelente trabalho em defesa da vida e da família. Sua carta aos bispos da CNBB é um exemplo de lucidez, coragem e justa indignação. Pouquíssimos são os sacerdotes brasileiros que ousam falar alto e em bom som o ensinamento da Igreja sobre a prática homossexual. Contudo, poderíamos também sugerir que, além de tirar a referida nota do sítio da CNBB, os senhores bispos fizessem algo mais concreto para combater a terrível cultura gayzista que avança a passos largos na sociedade e até mesmo nos meios eclesiais. Então, por que não conclamar em suas respectivas dioceses Marchas pela Verdadeira Família Cristã, constituída somente entre 1 homem e 1 mulher? Na França quase 1 milhão e meio de cristãos foram as ruas com seus pastores munidos de faixas, cartazes e Terços para protestar contra o infame “casamento gay” e adoção de crianças por pares gays. Teriam os senhores bispos brasileiros a santa coragem de conclamar seus fiéis para um tal evento, mostrando claramente ao mundo que a vida dos católicos brasileiros não consiste apenas de “ações culturais” ou “eventos em prol da paz”, mas especialmente da defesa e promoção da verdadeira Fé e Moral Católica?

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Papa anima movimentos eclesiais a “irem às ruas e anunciarem Jesus Cristo”


Papa Francisco. Foto: News.va
Vaticano, 07 Abr. 13 / 04:27 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao concluir o Regina Coeli, junto aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Papa Francisco exortou os movimentos e associações da Igreja a “irem à rua e pregar ao Jesus Cristo, nosso Salvador”.

O Santo Padre também pediu aos católicos que evangelizem com “doçura e respeito”.

O Papa saudou os integrantes de movimentos e associações que participaram da oração do Regina Coeli, especialmente “as comunidades neocatecumenais de Roma, que começam hoje uma missão especial nas ruas da cidade”.

Papa Francisco: Não tenhamos medo de ser cristãos nem de viver como cristãos


Papa Francisco. Foto: News.va
Vaticano, 07 Abr. 13 / 06:46 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à oração do Regina Coeli, diante das milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para participar da oração Mariana, o Papa Francisco exortou os fiéis a não terem medo “de serem cristãos e de viverem como cristãos”.

O Santo Padre assinalou que “o Espírito de Cristo Ressuscitado expulsa o medo do coração dos Apóstolos e os impulsiona a sair do Cenáculo para levar o Evangelho”.

“Tenhamos também nós mais coragem para testemunhar a fé em Cristo Ressuscitado! Não devemos ter medo de ser cristãos e de viver como cristãos!”, exclamou.

Os cristãos, assinalou, “devemos ter esta coragem de ir e anunciar Cristo Ressuscitado. Porque Ele é nossa paz. Ele fez a paz com seu amor, com seu perdão, com seu sangue, com sua misericórdia”.

“A Igreja é enviada por Cristo ressuscitado a transmitir aos homens a remissão dos pecados, e assim fazer crescer o Reino do amor, semear a paz nos corações, para que se afirme também nas relações, nas sociedades, nas instituições”.

O Santo Padre além disso sublinhou que “a verdadeira paz, essa paz profunda, vem de experimentar a misericórdia de Deus”.

O Papa recordou que hoje se celebra o domingo da Divina Misericórdia, “por vontade do Beato João Paulo II, que fechou seus olhos a este mundo precisamente na vigília desta celebração”.

“O evangelho de João nos refere que Jesus apareceu duas vezes aos Apóstolos encerrados no Cenáculo: a primeira, na mesma tarde a Ressurreição, e aquela vez não estava Tomás, quem disse: se não ver e não toco, não acredito. A segunda vez, oito dias depois, estava também Tomás. E Jesus de dirigiu precisamente a ele, convidou-o a olhar as feridas, às tocar; e Tomás exclamou: ‘meu senhor e Deus meu!’”, recordou o Santo Padre.

“Então Jesus disse: ‘Porque me viu acreditaste. Benditos os que não viram e creram!’”.

O Papa assinalou que quem tinha acreditado sem ver foram “outros discípulos, outros homens e mulheres de Jerusalém que, mesmo tendo encontrado Jesus ressuscitado, acreditaram pelo testemunho dos Apóstolos e das mulheres”.

“Esta é uma palavra muito importante sobre a fé, podemos chamada a bem-aventurança da fé. Bem-aventurados os que acreditaram sem ter visto”.

Francisco assinalou que “em todo tempo e em todo lugar são bem-aventurados aqueles que, através da Palavra de Deus, proclamada na Igreja e testemunhada pelos cristãos, acreditam que Jesus Cristo é o amor de Deus encarnado, a Misericórdia encarnada. E isto vale para cada um de nós!”.

O Papa recordou que na mesma tarde celebraria a Eucaristia na Basílica de São João de Latrão, onde tomou posse como Bispo de Roma, pediu que “rezemos juntos à Virgem Maria, para que nos ajude, Bispo e Povo, a caminhar na fé e na caridade”.

“Confiados sempre na Misericórdia do Senhor. Ele sempre nos espera. Ama-nos. Perdoou-nos com seu sangue e nos perdoa cada vez que vamos a Ele a pedir-lhe perdão. Tenhamos confiança em sua Misericórdia”, concluiu.

Malaki nos ensina a enfrentar nossos medos. Bravo!!

O pequeno Malaki Paul cantando no Britains Got Talent surpreendeu e emocionou a todos que estavam naquele lugar, pois ele realmente cantou com todo o seu coração. Na primeira tentativa, não conseguiu segurar a emoção de estar realizando seu sonho que é de cantar.

Ao começar o refrão da música “Listen” da cantora Beyoncé, Malakai não segurou as lagrimas. Ao perceber que seu filho estava chorando, sua mãe que estava nos bastidores logo correu até o palco e o abraçou, uma das juradas também muito emocionada, subiu ao palco para apoiá-lo e dizer que ele podia começar a música novamente. Quando soltou a voz pela segunda vês realmente emocionou a todos!


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/34033-malaki-nos-ensina-a-enfrentar-nossos-medos-bravo



Jovens, fãs de séries “religiosas” como ‘crepúsculo’ e ‘Senhor dos anéis’ estão à procura de respostas JÁ emitidas pela fé católica.



A série de Stephenie Meyer “Crepúsculo” e outras histórias sobrenaturais podem dar aos adolescentes não-religiosos informações importantes sobre como lidar com as grandes questões da vida, afirma um pesquisador dinamarquês.
Na Dinamarca, onde a religião não possui mais uma grande importância para a maior parte da população, os adolescentes dizem que usam a mídia para formar seus conceitos sobre questões como o bem e o mal, vida após a morte e o destino.
Line Nybro Petersen, da Universidade de Cinema de Copenhagem e do Departamento de Estudos Sobre Mídia tem comprovado que, para os fãs mais fervorosos, sua dedicação à série os livros e filmes lembra as das comunidades religiosas.
“Ser fã de ‘Crepúsculo’ permite que os adolescentes se envolvam em muitas experiências emocionais intensas”, disse Petersen ao site LiveScience. “Você quase tem a sensação de que estas são emoções transcendentais, um sentimento que é parte de algo maior que você mesmo, de uma forma semi-religiosa”.
Os vampiros podem parecer um ícone estranho para se ter experiências espirituais, mas “Crepúsculo” e a saga “True Blood” são parte de um processo preparado pelo cinema e a TV que reciclaram velhas idéias, transformando-as em novas histórias. Os estudiosos de mídia chamam esse processo de “midiatização”.
Por exemplo, os símbolos religiosos como a cruz e a água benta aparecem frequentemente na série de TV “Buffy, a caça vampiros”, sucesso na década de 1990, mas em grande parte eles não possuíam qualquer ligação o cristianismo. Tratavam-se simplesmente de armas contra vampiros com uma “pitada de teologia”.
Os vampiros passaram por uma transformação semelhante em “Crepúsculo”. Em vez de virarem pó em contato com o sol, por exemplo, eles brilham.
Como parte de sua tese de doutorado, Petersen pesquisou e entrevistou adolescentes dinamarqueses que gostam de programas de TV ou de filmes sobrenaturais, como “Sobrenatural”, “Vampire Diaries” ou “Ghost Whisperer”, onde o fantástico se torna cotidiano. Ela descobriu que, embora muitos desses adolescentes rejeitem a religião organizada, ainda se debatem com as grandes questões da vida.
“Você não tem uma resposta clara sobre o que acontece quando você morre, então talvez quando lê ou assiste filmes sobre isso, aprende alguma coisa”, explica Katja, uma “fãpira”, como são chamados os adolescentes fãs de vampiros.
Os fãs mais dedicados, além de ler e reler os livros ou assistir várias vezes os mesmo episódios, passam grande parte de seu tempo falando sobre isso na Internet, em fóruns especializados ou nas redes sociais.
Como resultado, explica Petersen, os livros e filmes ajudam a formar grande parte da identidade dos adolescentes. A pesquisadora disse perceber uma atmosfera positiva e de cumplicidade entre os jovens que descobrem que possuem esse aspecto em comum.
O aspecto semi-religioso pode ser ligeiramente diferente em países mais religiosos, ressalta Petersen. O mais comum, segundo ele, é que esses elementos sobrenaturais se encaixam perfeitamente com sua “visão cristã do mundo”, que receberam dos pais.
A estudiosa dinamarquesa afirma que a questão deve ser levada a sério. “É algo que eles podem gostar muito por um breve período de tempo, mas que acabam substituindo para seguir em frente”.
Petersen diz que muitos jovens que assistiam/liam a saga de Harry Potter, passaram a acompanhar “Crepúsculo” ou “O Senhor dos Anéis”, e agora mudaram para trilogia “Jogos Vorazes” ou outras histórias sobrenaturais. Em outras palavras, os adolescentes continuam procurando histórias que lhes ajude a entender o mundo.
Traduzido e adaptado de Live Science

Ativistas gays têm mais coragem do que os cristãos, diz Marco Feliciano em culto na BA


Julio Severo
Em sua pregação no 20º Congresso do Poder do Impacto do Espírito Santo, o Pr. Marco Feliciano destacou a coragem dos ativistas gays, que não têm medo algum de expor publicamente suas crenças, até mesmo quando envolvem obscenidades e atos nojentos no meio da rua. Sua pregação foi dada na Igreja Batista do Avivamento Profético, em Salvador, na Bahia, na quinta-feira passada, 4 de abril.
Feliciano deu como exemplo uma reunião de cinco mil evangélicos da qual ele participou. Quando ele começou a dirigir sua palavra a esse público, quatro ativistas gays se levantaram no meio da multidão, com cartazes e palavras de ordem contra ele. Qual é o cristão, indicou ele, que teria coragem semelhante?
Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia
Enquanto estava dando esse exemplo, ele não chegou a ver cenas de protestos realizadas, na frente da Igreja Batista do Avivamento Profético, por ativistas gays ligados ao Grupo Gay da Bahia (GGB), fundado por Luiz Mott, que tem sido há anos acusado de defender a pedofilia. Com cartazes, os militantes do GGB acusavam Feliciano de “homofobia.”
 
Na pregação, cujo conteúdo vale a pena assistir e está registrado neste link http://youtu.be/34XCUV0xY1M, Feliciano mencionou as pressões que vem sofrendo para renunciar à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. “Deixem falar, deixem criticar, logo seremos exaltados, aqueles que debocham verão a nossa vitória,” afirmou Feliciano, tendo esperança nas promessas da Palavra de Deus para aqueles que sofrem perseguição por amor a Jesus Cristo.
Por sua atuação pró-vida, o Dep. Marco Feliciano sempre contou com o apoio de lideranças pró-vida, especialmente católicas. Na foto, Feliciano com várias dessas lideranças, inclusive o falecido bispo Dom Luiz Bergonzini.
Com informações do Estadão.

domingo, 7 de abril de 2013

Isso é democracia, diz Joaquim Barbosa sobre o caso Feliciano


Isso é democracia, diz Joaquim Barbosa sobre o caso FelicianoIsso é democracia, diz Joaquim Barbosa sobre o caso Feliciano
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse durante sua participação em um evento na Universidade de Brasília (UnB) que a eleição do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria é legítima e que as manifestações contra ele fazem parte da democracia.
O presidente do STF foi questionado por uma aluna da UnB sobre a polêmica que já dura mais de 20 dias e disse que a tal pergunta o colocava em uma “saia justa” já que o assunto divide opiniões em todo o país.
Mesmo assim Barbosa deu sua opinião: “O deputado Marco Feliciano foi eleito pelos seus pares para assumir um determinado cargo dentro do Congresso Nacional, na Câmara. Os deputados assim o fizeram porque está prevista regimentalmente essa possibilidade”.
O ministro também comentou sobre os protestos dizendo que “a sociedade tem também o direito de se exprimir, como vem se exprimindo, contrariamente à presença dele neste cargo”. Para Joaquim Barbosa essas ações fazem do Estado Democrático de Direito. “Isso é democracia”, disse ele. Com informações da VEJA.

sábado, 6 de abril de 2013

Brasil entra na guerra cultural pelo casamento


Imagem
abril 6, 2013 por Wagner Moura
Tudo começou com uma foto e uma frase no Instagram (rede social/aplicativo popular de fotos), na quarta-feira (3): “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”. E pronto: o mundo inteiro sabia que a famosa cantora baiana, Daniela Mercury, era lésbica e estava “casada” com uma jornalista.
O assunto é capa da Veja desta semana e, sim, vamos ouvir tudo sobre como o casamento gay é urgente, necessário e quem sabe, até mesmo obrigatório. Só lamento! Respeitar duas mulheres que vivem como se fossem um casal (e não são porque simplesmente é impossível ser casal com o igual…) é um ato ao qual de fato estamos, pela caridade cristã, obrigados! Mas defender essa realidade como algo bom e querido, nunca. Muito menos defender como se casamento fosse… Não é.
Por que isso agora? Realmente não se tem uma causa mais urgente no Brasil de 50 mil homicídios anuais; de aumento da carga tributária e incremento da dívida pública; de péssima qualidade da educação pública; de corrupção; tentações totalitárias da esquerda brasileira; e inflação…
Daniela Mercury está casada com uma mulher? Quanto equívoco! Mas se é isso mesmo que elas querem por livre e espontânea vontade, parabéns. O que temos nós a ver com isso? Por que temos nós que abraçar tal situação como causa humanitária? Ora… Por favor! A gente liga a TV e é informado que casamento é coisa antiga e do passado. Mas aí abrimos a revista e ficamos sabendo que casar é ótimo desde que seja um casamento gay.
E ai de quem duvidar disso. Qualquer espirro agora é homofobia! Ninguém pode dizer mais nada sobre isso que é automaticamente um assassino, uma pessoa violenta e sanguinária que odeia duplas homossexuais.
É uma retórica que está começando a cansar. Provavelmente não vai demorar muito para o Brasil ter suas marchas pelo casamento a exemplo de tantos outros países que veem a agenda do “casamento gay” avançar.
Respeitar as pessoas sempre. Independentemente do que elas estão fazendo com suas vidas… Mas não dá para confundir uma postura sempre favorável à dignidade da pessoa com outra postura, falsamente amorosa e inclusiva, de aceitar sem restrições a agenda de quem quer transformar duplas que se relacionam sexualmente em casamento.
Isso é uma enorme impossibilidade para dizermos o mínimo. Rezemos por Daniela Mercury para que perceba como está sendo instrumentalizada por uma agenda que não favorece, mas combate, a instituição do casamento e consequentemente a família capaz de proteger e formar seres humanos completos.

Peça mostra Virgem Maria como “lésbica convicta”

Peça mostra Virgem Maria como “lésbica convicta”

Anos atrás, o público cristão dos Estados Unidos se mobilizou contra Corpus Christi, uma peça de teatro do circuito de Nova York que mostrava um Jesus gay tendo relações com seus discípulos. Ela ficou em cartaz por algum tempo e depois foi montada em outros lugares, mas nunca fez sucesso.
Na semana passada estreou outra peça que gerou muitos protestos por ser considerada “blasfema” e fazer pouco da Bíblia. Alunos do curso de Artes Cênicas da Escola Pública de Performing Arts Pioneer Valey, que possui 400 alunos,  de ensino Médio em South Hadley, Massachusetts , decidiram interpretar uma comédia de 1998, assinada por Paul Rudnick.
Com o nome de “The Most Fabulous Story Ever Told” [A História Mais Fabulosa Já Contada] , basicamente é uma sátira do livro bíblico de Gênesis, que mostra dois casais homossexuais no Jardim do Éden [Adão e Ivo; Eva e Mabel] além de um rinoceronte que tenta seduzir os homens na Arca, e por fim, Maria, a mãe de Cristo, dizendo que não pode estar grávida, porque era é uma lésbica “convicta”.
A crítica de teatro da revista The Theater Mirror afirmou ser uma comédia hilária que oferece uma “aula sobre como ser gay hoje em dia”. Mas possivelmente não haverá uma segunda apresentação. Cerca de 50 manifestantes se reuniram na porta da escola na noite de abertura. Os protestos uniram alunos, pais e até mesmo o presidente do conselho de administração da escola, que disseram não concordar que alguns alunos desrespeitem o cristianismo, religião da maioria da população.
A Diocese Católica Romana de Massachusetts foi ainda mais direta. Segundo seu porta-voz, o bispo Timothy A . McDonnell questionou: “Eu não sabia que era papel de escolas públicas ensinarem o ódio aos religiosos”. Noreen Beebe, uma mãe de aluno que vive em Northampton, disse se sentir “insultada” em saber que o dinheiro do contribuinte está sendo usado para ridicularizar as Escrituras. ”Dói meu coração ver uma escola pública fazendo troça da Bíblia”, disse ela.
O diretor da peça, no entanto, argumenta que “Não é uma encenação que tenta destruir a religião, mas realmente faz graça de algumas atitudes religiosas… Embora seja repleta de piadas, nossa peça é, na essência, uma investigação cuidadosa do significado de fé e de família”.
O Diretor da Escola, Scott Goldman, afirmou que mesmo após ser “bombardeado” por e-mails e telefonemas classificando a peça como “blasfema e ridícula”, o show iria continuar em cartaz. Ele alega que ceder a essa tentativa de censura “seria ir contra a percepção artística e intelectualmente rigorosa da comunidade de Pioneer Valley”. Embora admita que possa ser difícil que o público mais jovem entenda, acredita ser adequado para os alunos do ensino médio. Com informações WND.

Assista esse vídeo: Por que esperar até o casamento?

Católico não usa isso: Filtro dos sonhos ou espanta-espírito.

Também conhecido como "caçador de sonhos", "apanhador de sonhos" ou "espanta-espírito", o filtro dos sonhos virou tendência há algum tempo, em todas as redes sociais há fotos e até já renderam belas tattoo.

O filtros dos sonhos é uma tradição dos índios norte americanos, e também de alguns da América do Sul. Há muitas lendas e ninguém sabe ao certo onde surgiu e como, mas o que se sabe é sobre o povo Ojibwa, ou Chippewa, índios norte americanos que habitavam a região oeste entre os EUA e o Canadá, em torno do  Lago Superior.
 Enfim, há varias lendas sobre este objeto, uma diz que uma avó da tribo via uma aranha tecer sua teia e quando o neto tentou mata-la a avó a salvou e como agradecimento a aranha ensinou a senhora a tecer teias que essas teias protegeriam as crianças dos maus espíritos dos sonhos.
Já outra lenda diz que a tribo Ojibwa vivia em guerra com outra tribo, e isso trazia maus espíritos que faziam as crianças terem pesadelos, assim, a mãe búfala desceu à terra e pediu para o xamã fazer um arco de salgueiro-chorão e deixar uma aranha tecer sua teia nela, que assim protegeria as crianças. Assim fez, pronto, o arco foi colocado no teto da caba das crianças. Diz a lenda (seja qual for) que quando chega a noite os espíritos bons e maus dos sonhos se levantam mas com esse filtro os maus espíritos ficam presos na teia, enquanto os bons conseguem passar pelo buraco central da teia, e quando os primeiros raios do sol nascem os maus espíritos desaparecem.







Isso não condiz com o primeiro mandamento, amar a Deus acima de todas as coisas, pois Ele é nossa unica e absoluta proteção e salvação. Seguir a moda muitas contradiz toda nossa caminhada, fiquemos atento, pois nem tudo me é permitido.
Marcos A. Inacio

Caso Marco Feliciano: A CNBB não me representa


Dr. Leonardo Bruno
O deputado do PSC e pastor Marcos Feliciano, atual Presidente da Comissão de Direitos humanos da Câmara dos Deputados,revela muitas limitações intelectuais. Por vezes, ele faz declarações errôneas e infelizes no âmbito da religião, da teologia e da política. Entretanto, o pior vício dele não é o seu discurso. Dentro de um país genuinamente democrático, falar bobagens é um direito constitucional. Ser idiota está amparado por lei. Idiotas é que não faltam na Comissão de Direitos Humanos, atochados de petistas, comunistas, socialistas, gayzistas e abortistas. O deputado Jean Wyllys, a senadora Marta Suplicy e o ex-presidente Lula falam asneiras a granel e até agora, para espanto de alguns, ninguém se escandalizou com isso.
Neste ínterim, Marcos Feliciano é até ingênuo e inofensivo. As acusações imputadas contra ele de "racismo" e "homofobia" não se sustentam pelos fatos. O pior vício de Feliciano foi apoiar a presidente Dilma Rousseff e sua ralé no poder. A mesma ralé que exige sua cabeça numa bandeja. As legiões de fanáticos gayzistas e abortistas estão transformando sua vida num inferno. Ele paga o preço de ter sido idiota útil.
O que está em jogo no "affair" Marcos Feliciano não é a sustentabilidade da reputação da "Comissão de direitos humanos", mas sim dos autênticos direitos humanos da liberdade de expressão, de religião e de consciência. Os grupelhos LGBT fanáticos, que outrora controlavam a Comissão, sentiram o gosto de perder a mamata do governo. Os métodos de intimidação e ameaça são reveladores do que pode ocorrer com a ditadura gay que está se consolidando no Brasil. Determinadas entidades, autonomeando-se representantes da sociedade civil, querem banir um deputado eleito pelo povo. Querem criar leis repressivas contra a livre consciência. Querem calar a boca das oposições.
Certos papagaios de facebook e da mídia repetiram um mantra que denuncia sua vocação antidemocrática: "Marcos Feliciano não me representa", como se eles fossem os únicos a serem representados. Quer dizer que os votos dados ao deputado devem ser jogados na lata do lixo? Marcos Feliciano pode não representar os interesses da agenda gay ou dos ditos "movimentos sociais", mas representa os interesses de parte de eleitores reais, que deram seu aval confiando nele. Eleitores cristãos, cidadãos que desprezam toda a cartilha imposta de cima para baixo pela ONU, pelo governo federal e por ongs americanas milionárias, sem qualquer legitimidade na sociedade brasileira. Cidadãos que até o dado momento têm todo o direito de desprezar a conduta politicamente correta rasteira da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Em outras palavras, a política LGBT não representa o povo brasileiro.
Se não bastasse a infamante campanha sistemática de difamação da imprensa e de determinados setores alinhados com o PT contra o deputado, a CNBB, organização representativa da Igreja Católica, entra na briga emitindo uma nota. Ela apóia Marcos Feliciano contra a intimidação LBGT? Que nada! Os católicos de esquerda, entre os quais os bispos de passeata da Teologia da Empulhação, apóiam a agenda homossexual. Apóiam grupos pró-aborto e pró-kit-gay nas escolas. A nota, publicada ano site da CNBB, no dia 22 de março de 2013, foi um tapa na cara dos verdadeiros católicos deste país. Resta-nos saber se a CNBB é realmente uma entidade da Igreja Católica ou dos militantes do PT, já que a sua declaração em nada diverge do governo federal. Não se pode servir a dois senhores. Vejamos:
"A eleição da nova Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) suscitou questionamentos de amplas parcelas da sociedade civil que atuam, historicamente, na defesa e promoção dos direitos humanos e das minorias".
Vamos ver se entendi: colocar doutrinação gay nas escolas, criar legislações contra a liberdade de expressão de cristãos contrários ao homossexualismo e mesmo defender políticas de legalização do aborto são projetos apoiados pelo CNBB? Isso é o que a CNBB defende como "direitos das minorias"?
"A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo vinculado à CNBB, manifesta sua solidariedade a estas mobilizações da sociedade civil, responsável por tornar a CDHM órgão permanente do Legislativo. À CDHM cabe enfrentar as inúmeras violações à dignidade da pessoa humana e estimular os debates e reflexões que favoreçam a criação e efetivação de políticas de Estado em favor da dignidade humana".
A pergunta que não quer calar é: solidariedade a quem? A um pastor que é contra a agenda gay em defesa dos valores cristãos e da família tradicional ou a movimentos que odeiam a Igreja Católica e querem vê-la banida da vida pública?
"Os justos questionamentos à eleição desta Presidência expressam a indignação diante de "acordos políticos" que desconsideraram a essencialidade da CDHM, reduzindo a sua grandeza".
Que grandeza? Defender o aborto irrestrito, retirando os direitos dos nascituros? Doutrinar crianças para o homossexualismo, destruindo a pureza e o senso moral delas, transformando-as em vítimas fáceis da pedofilia? Que "justo questionamento" é esse onde a imposição, a intimidação, a calúnia e a violência são regras?
"O episódio deixa transparecer a frágil e incompreendida pauta dos direitos humanos entre alguns partidos políticos que, ao colocá-la em segundo plano, retrocederam nas suas escolhas e prioridades".
Tadinha da CNBB. A pauta abortista e gayzista dos direitos humanos é "incompreendida". Como devemos compreender uma entidade dita "católica" apoiando tudo aquilo que é contrário à sã doutrina da Igreja?
"A imediata reação contrária à nova Presidência da CDHM reforça a convicção de que a atuação da Comissão no parlamento não pode retroceder e que sua missão transcende os interesses particulares, tendo em vista que os objetivos da CDHM presumem uma interação constante com a sociedade civil".
A CNBB usa uma palavra curiosa: "não retroceder". Não retroceder em relação a o que? O governo federal deve ensinar a "naturalidade" do homossexualismo nas escolas, para crianças de seis a oito anos? Deve legalizar o aborto irrestrito? Deve prender e arrebentar qualquer pastor ou padre que pregue contra o homossexualismo? Essa é a missão que "transcende" os interesses particulares? A nota da CNBB é simplesmente cínica. Ainda mais se acharmos que a CNBB represente realmente os bispos católicos. Se algum clérigo não se escandaliza com tais declarações, infames para a Igreja de Cristo, cretinas de tal ordem que clamam a vingança dos céus; se algum padre ou bispo se sente representado por essa pocilga comunista, lamento dizer: como católico, a CNBB não me representa! Deveria assumir declaradamente seu viés petista e comunista. A CNBB troca a Igreja de Cristo pela voz de Barrabás e trai a família católica brasileira e a fé cristã.
Divulgação: www.juliosevero.com

O Catolicismo e o judaísmo diante do conformismo social da “questão gay”




Ernesto Galli Della Loggia, professor do Instituto Italiano de Ciências Humanas de Florença (SUM), em artigo publicado no jornal Corriere della Sera
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No século XVIII, na sua batalha contra as religiões oficiais, equiparadas sem tanta cerimônia a muitas outras superstições, o Iluminismo francês, destinado a fazer escola em toda a Europa continental, certamente não teve que lidar somente com o catolicismo. Ao invés. O judaísmo, por exemplo, foi um alvo seu, talvez ainda mais usual: basta pensar nas tantas páginas de Voltaire repletas de insultos contra a religião mosaica.

Depois, entre os anos 1700 e 1800, as coisas mudaram rapidamente. Sobretudo porque o judaísmo mudou. De fato, aconteceu que, na Europa (principalmente ocidental), um grande número de judeus começou a avançar em um percurso de radical emancipação-secularização que os levou a se integrar plenamente com as elites secular-liberais no caminho de tomar o poder em toda a parte: da religião dos pais, conservando ao máximo qualquer vestígio ritual. 

Desde então, a crítica antirreligiosa de ascendência iluminística começou a pôr na mira, no âmbito ocidental, quase que exclusivamente o catolicismo
, quase como se ele fosse a única religião que restou na face da terra. Uma tendência que foi se afirmando cada vez mais, especialmente na Itália, e muitas vezes – é preciso dizer – com o consenso tácito de grande parte da intelligentzia de origem judaica, mais ou menos favorável a valorizar implicitamente a ideia – bizarríssima, mas muito “politicamente correta” – de que, no fim das contas, o judaísmo não é nem uma religião. Ou é, mas tão diferente de todas as outras, tão diferente, que, no fim, não é!

Especialmente na Itália, eu escrevi. E, de fato, quando entre nós [italianos] se falar sobre assuntos que, de algum modo, envolvem a fé religiosa, o judaísmo tende a não ter e/ou não fazer parte alguma. E, portanto, ele tende a não ser mencionado nunca. Basta pensar em toda a discussão sobre a liceidade da engenharia genética, da eutanásia ou do matrimônio entre homossexuais. 

Debatendo-se sobre essas coisas, é como se o judaísmo tivesse descido nas catacumbas, tanto a sua voz é tênue ou ausente. Com o resultado de que a voz da Igreja Católica, ao invés, é facilmente apresentada como a única que, em nome de uma visão religiosa, está empenhada em defender posições.

Ao invés, para nos lembrar de que as coisas não estão assim, de fato, e de que justamente sobre os assuntos que eu citava antes são, vice-versa, muito profundos os laços teológicos e doutrinais entre o judaísmo e o catolicismo (e o cristianismo em geral, eu diria), socorre-nos um recente documento importante de uma autoridade do judaísmo europeu como o Grão-Rabino da FrançaGilles Bernheim, intitulado “Matrimônio homossexual, homoparentalidade e adoção”.

Bernheim inicia com o ponto decisivo, isto é, contestando que tais temas tenham como verdadeira questão em jogo um problema de igualdade de direitos. O que está em jogo, ao invés, escreve ele, é “o risco irreversível de uma confusão das genealogias, dos estatutos e das identidades, em detrimento do interesse geral e em benefício do de uma ínfima minoria”. 

De um modo que me parece compartilhável até do ponto de vista de um não crente, ele desmonta um a um os argumentos habitualmente usados em favor do casamento homossexual: da exigência de proteção jurídica do potencial conjunto, à importância do querer-se bem (”não se pode reconhecer o direito ao matrimônio a todos aqueles que se amam pelo simples fato de que se amam”: por exemplo, a uma mulher que ama dois homens); às razões afetivas que justificariam a adoção de uma criança por parte de um casal homossexual. 

“Todo o afeto do mundo não basta para produzir as estruturas psíquicas basilares que respondem à necessidade da criança de saber de onde vem. A criança não se constrói a não ser diferenciando-se, e isso pressupõe, acima de tudo, que ela saiba a quem se assemelha. Ela precisa saber que é o fruto do amor e da união de um homem, seu pai, e de uma mulher, sua mãe, em virtude da diferença sexual dos seus genitores”. 

E ainda: “O pai e a mãe indicam à criança a sua genealogia. A criança precisa de uma genealogia clara e coerente para se posicionar como indivíduo. Desde sempre e para sempre, o que constitui o humano é uma palavra em um corpo sexuado e em uma genealogia”.

Bernheim não só enfrenta de peito aberto o propósito caro a muitos militantes homossexuais de substituir o conceito sexuado de “pais” por aquele assexuado e vazio de “parentalidade” e de “homoparentalidade”, mas também argumenta que não se pode falar de forma alguma de um direito de ter um filho: “O sofrimento de um casal infértil não é uma razão suficiente para obter o direito à adoção. A criança – ressalta – não é um objeto, mas sim um sujeito de direito. Falar de direito a ter um filho implica uma instrumentalização inaceitável”.

Naturalmente, as páginas mais densas do documento são aquelas em que, opondo-se à ideia cada vez mais difundida de que o sexo, longe de ser um fato natural, representa uma construção cultural, o Grão-Rabino, fortalecido com o relato do Gênesis, afirma, ao invés, “a complementaridade homem-mulher como princípio estruturante do judaísmo”, correspondendo ao plano mais íntimo da criação. 

“A dualidade dos sexos – escreve – pertence à construção antropológica da humanidade” e é desejada por Deus também como “um sinal da nossa finitude”. Nenhum indivíduo pode pretender de ser autossuficiente, representar todo o humano, a partir do momento em que, com toda evidência, “um ser sexuado não é a totalidade das espécies”.

O leitor deve ter notado a forte semelhança de muitas das coisas ditas por Bernheim com as defendidas pelo magistério católico (não por acaso, recentemente, Bento XVI citou calorosamente o documento do Grão-Rabino francês). Na realidade, as vozes conjuntas do judaísmo e do catolicismo, quando evocam o que está efetivamente em jogo nesse caso – isto é, as próprias bases da sociedade em que queremos viver, a existência ontológica de dois sexos distintos, a aliança do homem e da mulher na instituição chamada a regular a sucessão das gerações, além do risco de anular de modo irreversível tal sucessão –, no momento em que fazem isso, parecem confirmar o que foi defendido à época por Jürgen Habermas acerca da importância que tem e deve ter o ponto de vista da religião no discurso público das nossas sociedades. 
Tal ponto de vista, de fato, muitas vezes é precioso para compreender – por todos, crentes e não crentes, de toda pessoa livre – o que essas sociedade hoje têm o poder de fazer. E, portanto, para medir a ruptura que as suas decisões podem representar com relação às raízes mais profundas e vitais da nossa antropologia e da nossa cultura.

Mas do Grão-Rabino Bernheim chega outra lição. Isto é, como é importante que a discussão pública seja conduzida com coragem, desafiando o conformismo que muitas vezes anima a intelectualidade convencional e o mundo da mídia. Como é que é importante que personalidades com autoridade (por exemplo, os psicanalistas) não tenham medo de fazer ouvir a sua opinião: mesmo quando ela não é conforme ao que aparece no mainstream das ideias dominantes. 

É uma lição particularmente essencial. Onde é cada vez mais raro ouvir vozes destoantes e provenientes de bocas insuspeitas, onde é cada vez mais forte a tentação de ter razão colando rótulos a quem discorda, em vez de discutir os seus argumentos, onde estão cada vez mais prontos a libertar impiedosamente os reflexos condicionados dos pertencimentos. 

Onde – especialmente quando se trata de certas questões – não deixa de se fazer ouvir pontualmente o preconceito que tende a fazer do catolicismo o bode expiatório mais adequado para ser apontado para a execração pública pelas vestais do iluminismo e para ver chover sobre si todas
 as culpas (e todas as supostas culpas) do caso.

Assista o vídeo: Veja um belo exemplo de como evangelizar com criatividade!