sábado, 29 de dezembro de 2012

Entre os ateus ingleses, 10% são evangélicos e 1% é “católico”.



O Centro de Estudos Cristãos Theos, da Inglaterra, publicou os resultados de um estudo realizado pela empresa ComRes.Foram entrevistadas 3.000 pessoas.
Embora a maioria das pessoas do Reino Unido mostre ter alguma forma de crença religiosa, surpreende o fato de que mesmo os ateus e pessoas que nunca frequentam cultos religiosos também se identificam como cristãos.
Pouco mais de 9% das pessoas que afirmam ser ateus continuam ligados à Igreja oficial da Inglaterra, a Episcopal Anglicana, principal denominação evangélica do país. Cerca de 1% entre as que disseram não acreditar em Deus se consideram católicas. Curiosamente, 6% dos ateus dizem fazer uma oração pelo menos uma vez por ano e 17% dizem ler a Bíblia. A maioria dos ateus (46%) afirma acreditar que “Os seres humanos são como outros animais, mas são particularmente complexos e essa complexidade dá valor e sentido à vida humana”.
A Igreja da Inglaterra tem vivido uma crise nos últimos anos por conta do crescimento do movimento neoateista no país, liderado por Richard Dawkins, e, ao mesmo tempo, vê o crescimento sem precedentes do islamismo no país.
The Tablet e Theos Think Tank.

“Erro” médico SALVA a vida de bebê prematuro de 382 gramas na Grã Bretanha.



Os britânicos Kate e Renato Douse ficaram extremamente preocupados quando tiveram suas primeiras filhas, Maddalena e Isabella, gêmeas que nasceram com apenas 23 semanas. O medo veio por conta de um código ético seguido pelos hospitais do Reino Unido que diz que os médicos não devem se esforçar para manter vivos esses bebês prematuros, já que eles são muito frágeis e têm raríssimas chances de sobrevivência. Um erro do hospital, porém, fez com que uma das meninas fosse salva. 

Isabella não aguentou e morreu poucas semanas após o nascimento. Mas Maddalena sobreviveu, e, quando foi pesada, a balança marcou 1 libra (aproximadamente 453 gramas), número considerado razoável que fez com que os médicos decidissem agir para mantê-la viva. Acontece que a bebê pesava, na verdade, apenas 382 gramas, e uma tesoura esquecida em cima da balança havia aumentado seu peso. Se não fosse por isso, provavelmente eles teriam seguido o código e deixado os esforços de lado. 
Agora, seis meses depois, a menina finalmente recebeu alta do hospital. “Nunca imaginamos que poderíamos trazer Maddalena para casa. Ela está pesando quase 2,5 kg e fica mais forte a cada dia. É nosso pequeno milagre e estamos muito felizes de tê-la em casa em época de Natal”, disse Kate ao “The Sun”
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Jornalista denuncia: Brasil tem o maior escândalo de direitos humanos do mundo


Após produzir documentário ganhador de prêmio na TV, repórter e escritor retorna ao Brasil em defesa da vida dos índios de tribos isoladas.

O jornalista australiano Paul Raffaele presente na audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no dia 29 de novembro, na quinta-feira. Ele manifestou repúdio com o que chama de tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos isoladas.
Paul Raffaele
Por duas semanas o jornalista e escritor premiado esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.
Há 50 anos Raffaele visita tribos isoladas em dezenas de países, mas enfatiza que ainda não havia se deparado com nada parecido com o que encontrou no Brasil. Ele discorda da política da FUNAI – Fundação Nacional de Assistência ao Índio - e do governo brasileiro em manter as tribos indígenas isoladas da civilização. Dessa forma, ele entende que o Brasil concorda e aprova essa, que é uma das piores violações dos direitos humanos do mundo.
Paul também aponta que a FUNAI e governantes negam que exista infanticídio nos dias de hoje; informação que ele contesta com veemência, uma vez que testemunhou esse costume sendo aceito, incentivado e praticado especialmente entre os Suruwahá.
O senador Magno Malta, quem requereu a audiência, apóia o princípio que a cultura é sempre menor que a vida, e que toda defesa à morte é injustificável.
Membros do ministério público, do Conselho Nacional de Justiça e parlamentares vendo a grandeza e gravidade do assunto afirmaram que, debates irão acontecer dentro de seus respectivos órgãos, para o desenvolvimento de projetos e politicas que possam levar cidadania a tribos indígenas isoladas.
Nós da redação lembramos que artigos publicados na internet e revistas impressas fizeram, tempos atrás declarações difamatórias e desqualificativas do trabalho da JOCUM, chegando até mesmo a classificar a presença nas tribos indígenas dos missionários de “nefasta”. E ainda, o absurdo de associar o infanticídio entre os Suruwahá e a missão JOCUM, conhecida e respeitada há décadas no Brasil e internacionalmente por seus esforços voluntários na esfera da evangelização urbana e transcultural. É sabido que a prática em abandonar na floresta, enterrar vivas ou envenenar as crianças nascidas deficientes, gêmeas e mesmo filhas de mães solteiras, faz parte da tradição cultural não só da tribo Suruwahá, mas de várias outras etnias.
A JOCUM esteve entre os índios justamente pra combater essa violação, mas acabou sendo proibida de atuar sob a alegação de interferência cultural indevida. Os mesmos veículos de notícia, tempo após a verdadeira expulsão dos missionários divulgaram tendenciosamente que com a saída da JOCUM (Jovens com Uma Missão), suicídio e mortes haviam cessado. Para quem conhece o trabalho desta missão e o contexto real da atuação da FUNAI na causa indígena, sabe que só pode existir interesses políticos por esse desserviço. Paul Raffaele, ouvido com exclusividade por nossa reportagem declarou que, “os índios gostam e pedem a volta dos missionários, para que ouçam mais sobre o amor de Deus e o evangelho, mas os funcionários da FUNAI, dizem que não, que eles (missionários) devem sair. Paul concluiu perguntando: -” Afinal, quem são os verdadeiros caciques; os índios ou funcionários da FUNAI?
Confira no vídeo abaixo a declaração completa de Raffaele.
 
Divulgação: www.juliosevero.com

Apresentador da CNN Piers Morgan diz que Bíblia é “falha” e precisa de emenda para incluir “casamento” gay


Piers Morgan, apresentador da CNN, disse que acredita que a Bíblia e a Constituição dos EUA têm “falhas inerentes” e que a Bíblia precisa de uma emenda para mudar a postura dela sobre “casamento” homossexual.
Piers Morgan e Rick Warren
As declarações ousadas ocorreram dias depois que o jornalista britânico dividiu os EUA com sua postura estrita defendendo leis de desarmamento da população depois do massacre de Sandy Hook, estimulando até petições online para deportá-lo.
Enquanto estava entrevistando o Pr. Rick Warren em seu programa de TV, ele disse: “A Bíblia e a Constituição tinham boas intenções, mas têm falhas fundamentais e inerentes. Daí, a necessidade de introduzir uma emenda na Bíblia”.
Warren, que é contra o “casamento” homossexual, respondeu: “Sem chance. O que acredito que é falho são as opiniões humanas, pois mudam constantemente”.
“Mas você e eu sabemos que a Bíblia é, em muitas partes, um documento com falhas”, continuou Morgan. “O que quero lhe dizer sobre direitos gays, por exemplo, é: É hora de introduzir uma emenda na Bíblia. Temos de escrever uma nova Bíblia”.
Quando Warren respondeu que acredita que a Bíblia revela a verdade — e que a verdade nunca está fora de moda —, Morgan disse com sarcasmo: “Vamos concordar em discordar nesse ponto”.
Os comentários dele provocaram indignação entre conservadores, inclusive Paul Kengor, o diretor-executivo do Centro para Visão e Valores na Faculdade Grove City.
“É impressionante observar esquerdistas seculares como Piers Morgan assumirem para si a autoridade extraordinária de adivinhar o que é verdade ou não na Bíblia, as falhas que a Bíblia tem ou não e onde certas ‘emendas’ precisam supostamente ser introduzidas”, ele disse para a Fox News.
Essa opinião direta de Morgan é a mais recente a receber os holofotes depois que ele ofendeu milhares de americanos quando fez comentários contra o uso de armas para defesa.
Depois do massacre de Sandy Hook, ele exigiu leis mais rígidas nos EUA para desarmar as pessoas e na semana passada, no programa de TV Piers Morgan Tonight, ele entrevistou um defensor de armas para defesa e o chamou de um “homem incrivelmente estúpido”.
Em 21 de dezembro, um homem no Texas lançou uma petição no site de petições eletrônicas da Casa Branca exigindo que Morgan seja deportado imediatamente por “tirar vantagem de sua posição como apresentador de uma rede nacional de televisão para lançar ataques aos direitos dos cidadãos americanos”.
A petição acusa Morgan de se envolver num “ataque hostil à Constituição dos EUA” ao mirar a Segunda Emenda — que garante o direito de todos os cidadãos portarem armas.
A petição já coletou mais de 84.000 assinaturas — ultrapassando de longe o limite mínimo de 25.000 assinaturas que se exige para se obter uma resposta da Casa Branca.
Mas Morgan parece não ter ficado abalado com a campanha para expulsá-lo dos EUA.
Numa série de mensagens de Twitter, ele incentivou seus seguidores a assinar a petição e em resposta a um artigo sobre a petição ele chegou a dizer: “Apresentem-na”.
Ele escreveu: “Se chegarem a me deportar dos EUA por querer menos assassinatos com armas, há algum outro país que me receberá?”
Mas uma segunda petição no mesmo site agora insiste em que ele tem de permanecer nos EUA, não só porque ele tem um direito constitucional à liberdade de expressão, mas também — e “o mais importante” — porque “ninguém na Inglaterra o quer de volta”.
Centenas já assinaram a petição “Mantenham Piers Morgan nos EUA” depois que foi proposta por Janusz Jasinski, um web designer da cidade de Birmingham.
Para humilhar ainda mais o ex-editor de jornal inglês, uma terceira petição está pedindo que Theresa May, a ministra de Segurança Nacional da Inglaterra, o impeça de retornar à Inglaterra.
Aparecendo no site americano Change.org, a petição até agora atraiu mais de 100 assinaturas e declara: “Nós ingleses nos livramos dele uma vez e por que motivo deveríamos ter de sofrer de novo? Os americanos o queriam. Então, eles têm de aguentá-lo”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo do DailyMail: Now Piers Morgan says the Bible is 'flawed' and should be amended to include gay marriage

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Qual é a origem do celibato sacerdotal?


Acusado de queimar Alcorão é queimado vivo no Paquistão


Acusado de queimar Alcorão é queimado vivo no PaquistãoAcusado de queimar Alcorão é queimado vivo no Paquistão
No último sábado (22) um homem foi queimado vivo no Paquistão depois que uma multidão se revoltou ao saber que ele supostamente teria queimado exemplares do livro sagrado do islamismo.
Por esta acusação o homem teria sido levado até a delegacia, mas os muçulmanos revoltados com a queima do Corão tiraram-no de dentro da delegacia e atearam fogo.
A vítima foi Usman Memon, ele teria dormido uma noite na mesquita do povoado, no dia seguinte os fiéis encontraram exemplares queimados do Alcorão e, suspeitando dele, o levaram para a delegacia para que ele fosse preso pelo crime de blasfêmia.
Segundo informações do site do jornal Express, mais de 200 moradores da cidade de Seeta, na província de Sindh, atacaram o homem e foram acusadas de assassinato e obstrução ao trabalho da justiça. Dez policias também foram acusados de permitir que o assassinato acontecesse e por este motivo foram suspensos por “negligência”.
A lei da blasfêmia é muito rígida no Paquistão, este ano uma adolescente com problemas mentais chegou a ser presa sob uma falsa acusação de ter queimado o Corão e foi presa correndo o risco de ser punida com prisão perpétua. O caso foi solucionado depois que testemunhas acusaram o imã local de plantar provas para espantar os cristãos da vila.
Os imãs, que são líderes muçulmanos, são os principais acusadores em casos de blasfêmias. Muita das vezes eles agem com a intenção de amedrontar minorias religiosas. As informações são do portal Terra.

“Decapitando o Papa na PUC”.


 PEÇA” teatral em protesto na PUC, onde o Papa “Benta” é vilipendiado e desrespeitado.

Assistamos e não caiamos na tentação de pagar o mal com o mal.
Alguns monólogos são agressivos e baixos, se quiser, veja só as imagens sem o som.
Jorge Ferraz comenta:
“Se a história toda provoca desconcerto, este vídeo a ilustra com uma expressividade macabra e assustadora. Diante de um sujeito com feições monstruosas que, apoteoticamente, saca uma motosserra (!) de verdade para decapitar um boneco gigante de um bispo (!!) – ou, disseram alguns, do Papa… -, ato ao qual se segue uma chuva de aplausos (!!!) dos presentes e uma animada dança Gangnam Style (!!!!) por sobre os “restos mortais” do defunto… o que se pode dizer?
Sinceramente, parece-me impossível conversar com alguém que não consiga perceber que não se deve dançar sobre um corpo decapitado. Parece-me evidente que uma peça que se resume a um líder religioso sendo decapitado – com profusão de detalhes – sob os aplausos da multidão é um claro espécimen de discurso de ódio danoso à vida em sociedade. Aqui, as palavras são até supérfluas. Contra o ódio tão vividamente pintado não há o que contra-argumentar”
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

F

Qual a diferença entre ‘Igreja’ e ‘Estado Vaticano’? Entenda.



O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, concedeu uma entrevista ao mensal italiano “Dom Orione Hoje”, explicando o ‘relacionamento’ a Igreja universal e o Estado Vaticano.
Pe. Lombardi adianta que “a Igreja respeita completamente a autonomia do Parlamento e os leigos cristãos oferecem sua contribuição política e civil de acordo com suas responsabilidades”. “A Igreja se limita a fornecer indicações para que seus fiéis vivam tais responsabilidades de modo correto, sempre de acordo com a doutrina social da Igreja” – frisou.
“Às vezes, quando estão em questão valores importantes para a dignidade da pessoa, a justiça e a paz, a Igreja local, ou até o Papa, fazem avaliações ou expressam publicamente sua preocupação” – completou.
Em relação ao exterior, o Diretor da Sala de Imprensa afirma que a Santa Sé mantém embaixadores – núncios – junto a governos de todo o mundo. “Através deles, o Papa intervém na tutela dos direitos da Igreja, indicando os caminhos morais a seguir para o bem da pessoa humana, do ponto de vista cristão, no papel de ‘autoridade moral internacional’”.
Sobre a diferença entre a Igreja ‘comunidade de fiéis’ e a Igreja ‘Estado’, Padre Lombardi explica que “o essencial é entender que Jesus continua a existir no tempo graças à fundação da Igreja, ou seja, da comunidade que vive de fé, de esperança e de caridade, encontrando na figura de Cristo o caminho para encontrar o Senhor”. “Tal comunidade – acrescenta – é liderada pelo Santo Padre, sucessor de Pedro, e pelos bispos, sucessores dos Apóstolos”.
“O que mais conta – conclui – é a ‘comunidade da Igreja’. O fato que o Papa seja o chefe de um Estado certamente ajuda, mas poderia tranquilamente não o ser. A existência do Estado Pontifício não é uma condição ‘sine qua non’”.
(CM)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Estampa de almofada em comercial do Itaú gera discussão


Bebê rasga papel com almofada estampada ao fundo. Foto: Reprodução
Bebê rasga papel com almofada estampada ao fundo
Foto: Reprodução


O anúncio do Itaú Unibanco para TV, que fala sobre o uso da internet para acesso do extrato em vez de recebe-lo em papel, por carta, causou discussão na internet. A peça, que mostra uma criança dando gargalhadas, enquanto uma pessoa (da qual aparecem apenas as mãos) rasga uma folha de papel, deixa à mostra uma almofada cuja estampa tem um desenho similar ao de uma folha de maconha.
O fato gerou comentários no Twitter. Na versão original (o vídeo não foi produzido especificamente para a campanha publicitária, mas foi feita uma adaptação de um da internet), a almofada com a estampa aparece - assim como no vídeo postado pela instituição financeira na internet. Contudo, na propaganda da TV, a estampa da almofada já é outra.
O vídeo orignal na internet já foi visto por cerca de 35 milhões de pessoas e sofreu algumas alterações para ser usado como anúncio do Itaú Unibanco. A cor do macacão usado pela criança foi trocada para o laranja, símbolo da instituição financeira. Já uma toalha verde que aparece em cima da almofada, ficou azul. No entanto, a estampa com a folha da maconha - na versão da internet - permaneceu.
No Twitter, alguns internautas comentaram sobre a intenção ou não de manter a imagem atrás da cena principal. "É como aquele gol esquisito que a gente nunca vai saber se foi intencional", disse o internauta Franklin Costa. Outros afirmavam a intenção do banco em passar uma mensagem subliminar. "O Itaú pegou o vídeo do Youtube, tratou a roupa do bebê para ficar laranja, mas esqueceu de apagar a maconha. Esqueceu?" indagou Fabio Embu. O Itaú Unibanco não comentou se a propaganda na TV foi trocada.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

Aiatolá defende que todas as mulheres cristãs podem ser estupradas


Aiatolá defende que todas as mulheres cristãs podem ser estupradasAiatolá defende que todas as mulheres cristãs podem ser estupradas
Ahmad Al Baghdadi Al Hassani é um grande aiatolá do ramo muçulmano xiita nascido no Iraque. Ele tem um histórico de confrontos com outros aiatolás importantes e atualmente está ligado a uma facção síria.
Recentemente um vídeo onde Al Hassani declara que os cristãos são politeístas e amigos dos sionistas, causou revolta das comunidades cristãs no Oriente Médio.
Durante uma entrevista ao Al Baghdadia, um canal de TVegípcio, Al Hassanim, conhecido defensor da jihad [guerra santa], assegurou que os cristãos do país precisam escolher “o Islã ou a morte”. Ao mesmo tempo, disse que suas mulheres e filhas podiam ser consideradas legitimamente como “esposas de muçulmanos”.
Essa é uma maneira indireta de dizer que toda a mulher cristã  pode ser capturada e estuprada, mesmo que já seja casada, pois para os extremistas do Islã, as mulheres mantidas em cativeiro podem ser estupradas por seus captores.
O Al Baghdadi é um dos veículos de mídia mais radicais da jihad islâmica. Durante sua fala, Al Hassanim deixou claro que é uma questão de tempo até que a minoria cristã no Iraque seja convertida ou exterminada. Na véspera do Natal deste ano ele emitiu uma fatwa [ordem sagrada] contra os cristãos do país justamente quando a catedral de Bagdá foi reaberta ao público. 
Com informações de Front Page Magazine.

Padre quer realizar casamentos pela internet


Dez anos atrás, durante uma viagem ao Vaticano, o padre carmelita Reginaldo Manzotti descobriu que em muitas igrejas ali era proibido acender velas de cera. Elas haviam sido substituídas por velas artificiais, que são como lâmpadas acionadas por moedas.
“Se em Roma é válido eu acender uma vela que não queima ou faz fumaça, por que não criar uma vela pela internet?”, pensou. Hoje em dia, ele é responsável  pelo santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba. Também usa incessantemente  a internet para evangelização.
O padre de 42 anos, usa seu blog,  o Facebook, o Twitter, além de rádio e tevê para transmitir suas mensagens. Em média, seu site recebe mais de 1 milhão de visitas por mês, onde os fieis podem usar os rituais online disponíveis.  Os serviços religiosos digitais estão em ascensão.
Em novembro, No mês passado, mais de 148 mil pessoas acenderam uma vela digital. “É um novo modo de ser religioso”, explica o padre Evaldo César de Souza, 35 anos. Ele é o responsável por outro site católico que oferece novenas, vias-sacras e pedidos de orações virtuais: o portal A12, do Santuário de Nossa Senhora Aparecida.
Segundo Moisés Sbardelotto, autor do livro “E o Verbo Se Fez Bit”– a Comunicação e a Experiência Religiosas na Internet”, o fiel se transformou em coprodutor da própria fé, enquanto a Igreja, em vez de exigir obediência estrita, passou a conceder uma autonomia regulada e permitir, de certa forma, que um membro construa sua própria religiosidade.
A liberdade encontrada na internet tem mudado o comportamento de muitos religiosos.  Fieis se aproveitam da possibilidade de se expressar de forma anônima e confrontam as posições de um líder.  “No geral, uma denominação não fideliza o devoto por meio de rituais religiosos virtuais”, acredita José Rogério Lopes, da pós-graduação em ciências sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, RS. “Mas essas ferramentas são essenciais para a manutenção diária dos rebanhos.”
Segundo uma pesquisa recente encomendada pela empresa de tecnologia Intel, o Brasil é o país onde mais se discute religião por celular e tablet. Trinta e nove por cento dos brasileiros   entrevistados fazem isso. Em seguida vem os australianos, com 8%, os franceses, com 3% e os japoneses com 1%.
No momento em que o papa Bento XVI se rendeu e começou a usar o Twitter, obteve na primeira semana a marca de mais de 1,2 milhão de pessoas.  Mas qual o objetivo desse uso da tecnologia? Segundo o padre Souza, do portal A12, “Não temos a intenção de conquistar fiéis pela internet, mas prolongar a experiência de fé das pessoas. Mas, nesse ambiente de secularismo, se o catolicismo quiser que a religião continue viva em alguém, tem de se fazer presente também no mundo virtual.”
O padre Manzotti revela que constantemente seus seguidores pedem que ele inaugure um canal de confissão online pela webcam. Mas os católicos já foram instruídos  pelo documento “A Igreja e a internet”, emitido pelo Pontifício Conselho das Comunicações Sociais. Para o Vaticano, “a realidade virtual não pode substituir a real presença de Cristo na Eucaristia. Na internet não existem sacramentos.”
Mesmo assim, Manzotti acredita que seria viável fazer um casamento pela internet. “A matéria do matrimônio está nos noivos e não no líder religioso. É possível que se dê a bênção a distância”, explica.
Os estudiosos de religião acreditam que a internet não irá substituir a igreja concreta, mas é inegável que hoje se tornou uma ferramenta  indispensável para o rebanho.
 As informações são da revista Isto É.

Contradição: Ateus criam feriado para substituir o Natal: Dia da “Luz Humana”.



Em dezembro, os cristãos comemoram o Natal, os judeus o Chanucá e os humanistas agora têm uma nova celebração, o “Luz Humana”. A data escolhida é o 23 de dezembro e pode se consolidar como uma oportunidade para os secularistas terem sua própria cerimônia não religiosa de final de ano.
Em 2012, pelo menos 18 grupos ateístas em diferentes Estados norte-americanos, onde tudo começou. O Estado de Indiana inclusive reconheceu oficialmente, pela primeira vez, a existência do Luz Humana.
“A chave para a compreensão do Luz Humana é entender que trata-se de uma celebração focada apenas na humanidade”, disse Patrick Colucci, um dos criadores do evento. “Queremos celebrar e oferecer uma visão positiva do futuro que acreditamos que os seres humanos podem construir juntos, trabalhando por um mundo mais justo, mais pacífico e com uma melhor qualidade de vida para todos.”
A ideia do Luz Humana surgiu no final dos anos 1990, quando membros da rede Humanista de Nova Jersey, a qual Colucci pertence, começaram a se perguntar o que eles poderiam comemorar no mês de dezembro.
“O período de feriados em dezembro é sempre um motivo de discussão para aqueles de nós que não creem em Deus”, explica Colucci. “O que vamos fazer quando nossas famílias pedem para irmos à igreja e celebrarmos o Natal, mesmo quando não queremos fazer isso?, era a dúvida mais comum. Decidimos que precisávamos de um feriado não religioso”.
Isso também envolveu os filhos dos humanistas, que não entendiam porque suas famílias não celebravam o Natal como a maioria das outras. “É por isso que Luz Humana tem seu foco na família e na comunidade criada por humanistas e pessoas não religiosas”, disse Colucci.
Em 2001, o grupo realizou a sua primeira celebração formal, que incluía uma refeição em família e acender velas que representam compaixão, razão e esperança. Uma quarta vela representa o feriado em si.
“Para ajudar a expressar o significado deste feriado, nós acendemos velas… para simbolizar a iluminação do caminho adiante de nós, em direção a um futuro melhor para a humanidade e para todos nós”.
O movimento tomou corpo entre associações humanistas e, embora não existam práticas pré-estabelecidas, muitos grupos que comemoram o Luz Humana passaram a presentear seus amigos e parentes com livros de ciência, fazer leilões beneficentes, incluindo apresentações musicais e de mágicos ou palhaços para as crianças. Já existem cartões alusivos ao dia, bem como ornamentos típicos e até cânticos”.
No Estado do Colorado, um grupo chamado Humanistas Pelo Bem, vai marcar o feriado deste anos distribuindo alimentos e roupas para os moradores de rua.
Embora tenha um início tímido, as comemorações de Luz Humana estão crescendo. O movimento este ano foi apoiado por líderes de várias organizações humanistas, incluindo Roy Speckhardt, diretor-executivo da Associação Humanista Americana. Para ele, o Luz Humana “oferece uma oportunidade única para mostrar aos nossos vizinhos religiosos que os seres humanos não precisam crenças religiosas para que possam viver uma vida boa, ética e significativa.”
Com informações do The Huffington Post.

População brasileira é conservadora, confirma Datafolha.


A maioria dos brasileiros é tolerante com a homossexualidade, mas é contra a liberação do uso de drogas. A maioria acha que a desigualdade social alimenta a pobreza, mas acredita que a maldade das pessoas é a principal causa da criminalidade.

Esse contraste entre posições liberais e conservadoras é uma marca da sociedade brasileira, de acordo com pesquisa nacional feita pelo Datafolha no último dia 13. Foram realizadas 2.588 entrevistas em 160 municípios.
Inspirado por uma metodologia adotada por institutos de pesquisa estrangeiros, o Datafolha submeteu os entrevistados a uma bateria de perguntas sobre assuntos polêmicos para verificar a inclinação das pessoas por valores liberais e conservadores.
Entre os temas explorados pelo levantamento, a questão que menos divide a sociedade brasileira diz respeito à influência da religião na vida das pessoas. Para 86%, crer em Deus torna as pessoas melhores. Só 13% acham que isso não é necessariamente verdadeiro, afirma o Datafolha.
A questão que mais divide os brasileiros, de acordo com a pesquisa, tem a ver com o papel dos sindicatos. Para 49%, eles são importantes para defender os interesses dos trabalhadores.
Mas 46% acham que eles servem mais para fazer política do que para representar seus filiados.
Para 61% dos entrevistados, parte da pobreza brasileira pode ser explicada pela falta de oportunidades iguais para que todos possam subir na vida. Para 37% o problema é a preguiça de pessoas que não querem trabalhar.
A desigualdade é o fator principal na opinião dos mais jovens, e uma explicação menos convincente para os mais velhos. Na região Sul do país, 50% acham que a falta de oportunidades é o problema, e 48% culpam a preguiça.
Fonte: com IMAGEM ABAIXO COMPLETA
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1206138-tendencia-conservadora-e-forte-no-pais-diz-datafolha.shtml

domingo, 23 de dezembro de 2012

Pesquisa mostra que pessoas dos países mais felizes do mundo tem na família e na religião seu diferencial.



Uma pesquisa feita cerca de 150.000 pessoas de todo o mundo descobriu que sete dos 10 países do mundo com as atitudes mais otimistas estão na América Latina. O Brasil está em 16º lugar, segundo o ranking medido pela Gallup World Pool.

O Instituto Gallup perguntou a 1.000 pessoas em cada um dos 148 países pesquisados sobre como via a vida e se tinha sentimentos alegres no dia anterior. Em comparação com a mesma pesquisa realizada em 2010, o índice brasileiro pulou de 6,8 para 7,1.

A conclusão dos estudiosos é que apenas riqueza e saúde não garantem a felicidade de um povo,afinal o país com maior renda per capita do mundo, o Catar, não está sequer entre os 10 mais felizes.

Com sete entre os 10 países mais otimistas, um dos principais fatores de contentamento do povo da América Latina é a religião. Outros aspectos são a relação com família e amigos, apesar de uma realidade econômica na maioria das vezes difícil.

Em primeiro lugar ficou o Panamá, com mais de 85% respondendo positivamente. Depois vieram Paraguai, El Salvador, Venezuela, Trinidad e Tobago, Tailândia, Guatemala, Filipinas, Equador e Costa Rica.

As pessoas com menor índice de emoções positivas vivem na rica ilha-Estado de Cingapura. Outros países ricos também ficaram, surpreendentemente, bem embaixo na lista. Alemanha e França empataram com a Somália em 47º lugar.

A colocação nada tem a ver como Índice de Desenvolvimento Humano elaborado pelas Nações Unidas anualmente, que analisa expectativa de vida, nível de educação e renda per capita. Este é um paradoxo com sérias implicações neste campo relativamente novo e controverso chamado de “economia da felicidade”, que busca analisar o desempenho dos governos neste processo.

Em pelo menos nove países houve surpresas, como Iraque, Iêmen, Afeganistão e Haiti, que vêm convivendo com problemas políticos sérios nos últimos anos. A pesquisa mostra que as nações prósperas também podem ser profundamente infelizes, como a maioria dos Estados europeus, onde a população não parece se contentar apenas com aspectos materiais da vida. Com informações Gallup e Daily Mail.

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay


Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gayPapa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay
Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO, 21 Dez (Reuters) - O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse nesta sexta-feira que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".
O papa fez a sua mais recente denúncia do casamento gay em um discurso de Natal para os funcionários do Vaticano, em que ele misturou religião, filosofia, antropologia e sociologia para ilustrar a posição da Igreja Católica Romana.
Ele colocou todo o peso em um estudo realizado pelo rabino-chefe da França sobre os efeitos que a legalização do casamento gay teria sobre as crianças e a sociedade.
"Não há como negar a crise que ameaça em seus fundamentos --especialmente no mundo ocidental", disse o papa, acrescentando que a família tinha de ser protegida porque é "o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana".
O papa de 85 anos de idade, falando no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, afirmou que a família estava sendo ameaçada por "uma compreensão falsa da liberdade" e um repúdio ao compromisso de toda a vida do casamento heterossexual.
"Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho -- elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos", disse o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo.
O Vaticano partiu para a ofensiva em resposta às vitórias do casamento gay nos Estados Unidos e Europa, utilizando todas as oportunidades possíveis para denunciá-lo através de discursos papais ou editoriais em seu jornal ou na sua rádio.
ALIANÇA RELIGIOSA
Em alguns países, a Igreja Católica uniu forças localmente com judeus, muçulmanos e membros de outras religiões para se opor à legalização do casamento gay, em alguns casos com argumentos baseados em análises jurídicas, sociais e antropológicas, em vez de ensinamentos religiosos.
Significativamente, o papa elogiou especificamente como "profundamente comovente" um estudo feito pelo rabino-chefe da França, Gilles Bernheim, que se tornou tema de acalorado debate no país.
Bernheim, também um filósofo, argumenta que grupos de direitos homossexuais "irão utilizar o casamento gay como um cavalo de Tróia" em uma campanha mais ampla para "negar a identidade sexual e apagar as diferenças sexuais" e "minar os fundamentos heterossexuais da nossa sociedade".
Seu estudo, "Casamento Gay, Paternidade e Adoção: O que muitas vezes esquecemos de dizer", argumenta que os planos de legalizar o casamento gay estão sendo feitos para "o lucro exclusivo de uma pequena minoria" e são muitas vezes apoiados por causa do politicamente correto.
Em seu próprio discurso nesta sexta-feira, o papa repetiu alguns dos conceitos do estudo de Bernheim, incluindo a afirmação de que crianças criadas por casais gays seriam mais "objetos" do que indivíduos.
No mês passado, os eleitores nos Estados norte-americanos de Maryland, Maine e Washington aprovaram o casamento homossexual, na primeira vez em que os direitos do casamento foram estendidos a casais do mesmo sexo pelo voto popular.
Uniões do mesmo sexo foram legalizadas em seis Estados e no Distrito de Columbia pelos legisladores e pelos tribunais.
Também em novembro, a mais alta Corte da Espanha confirmou uma lei do casamento gay, e na França o governo socialista anunciou um projeto de lei que permitiria o casamento gay.
Fonte: http://noticias.uol.com.br