quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Estampa de almofada em comercial do Itaú gera discussão


Bebê rasga papel com almofada estampada ao fundo. Foto: Reprodução
Bebê rasga papel com almofada estampada ao fundo
Foto: Reprodução


O anúncio do Itaú Unibanco para TV, que fala sobre o uso da internet para acesso do extrato em vez de recebe-lo em papel, por carta, causou discussão na internet. A peça, que mostra uma criança dando gargalhadas, enquanto uma pessoa (da qual aparecem apenas as mãos) rasga uma folha de papel, deixa à mostra uma almofada cuja estampa tem um desenho similar ao de uma folha de maconha.
O fato gerou comentários no Twitter. Na versão original (o vídeo não foi produzido especificamente para a campanha publicitária, mas foi feita uma adaptação de um da internet), a almofada com a estampa aparece - assim como no vídeo postado pela instituição financeira na internet. Contudo, na propaganda da TV, a estampa da almofada já é outra.
O vídeo orignal na internet já foi visto por cerca de 35 milhões de pessoas e sofreu algumas alterações para ser usado como anúncio do Itaú Unibanco. A cor do macacão usado pela criança foi trocada para o laranja, símbolo da instituição financeira. Já uma toalha verde que aparece em cima da almofada, ficou azul. No entanto, a estampa com a folha da maconha - na versão da internet - permaneceu.
No Twitter, alguns internautas comentaram sobre a intenção ou não de manter a imagem atrás da cena principal. "É como aquele gol esquisito que a gente nunca vai saber se foi intencional", disse o internauta Franklin Costa. Outros afirmavam a intenção do banco em passar uma mensagem subliminar. "O Itaú pegou o vídeo do Youtube, tratou a roupa do bebê para ficar laranja, mas esqueceu de apagar a maconha. Esqueceu?" indagou Fabio Embu. O Itaú Unibanco não comentou se a propaganda na TV foi trocada.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

Aiatolá defende que todas as mulheres cristãs podem ser estupradas


Aiatolá defende que todas as mulheres cristãs podem ser estupradasAiatolá defende que todas as mulheres cristãs podem ser estupradas
Ahmad Al Baghdadi Al Hassani é um grande aiatolá do ramo muçulmano xiita nascido no Iraque. Ele tem um histórico de confrontos com outros aiatolás importantes e atualmente está ligado a uma facção síria.
Recentemente um vídeo onde Al Hassani declara que os cristãos são politeístas e amigos dos sionistas, causou revolta das comunidades cristãs no Oriente Médio.
Durante uma entrevista ao Al Baghdadia, um canal de TVegípcio, Al Hassanim, conhecido defensor da jihad [guerra santa], assegurou que os cristãos do país precisam escolher “o Islã ou a morte”. Ao mesmo tempo, disse que suas mulheres e filhas podiam ser consideradas legitimamente como “esposas de muçulmanos”.
Essa é uma maneira indireta de dizer que toda a mulher cristã  pode ser capturada e estuprada, mesmo que já seja casada, pois para os extremistas do Islã, as mulheres mantidas em cativeiro podem ser estupradas por seus captores.
O Al Baghdadi é um dos veículos de mídia mais radicais da jihad islâmica. Durante sua fala, Al Hassanim deixou claro que é uma questão de tempo até que a minoria cristã no Iraque seja convertida ou exterminada. Na véspera do Natal deste ano ele emitiu uma fatwa [ordem sagrada] contra os cristãos do país justamente quando a catedral de Bagdá foi reaberta ao público. 
Com informações de Front Page Magazine.

Padre quer realizar casamentos pela internet


Dez anos atrás, durante uma viagem ao Vaticano, o padre carmelita Reginaldo Manzotti descobriu que em muitas igrejas ali era proibido acender velas de cera. Elas haviam sido substituídas por velas artificiais, que são como lâmpadas acionadas por moedas.
“Se em Roma é válido eu acender uma vela que não queima ou faz fumaça, por que não criar uma vela pela internet?”, pensou. Hoje em dia, ele é responsável  pelo santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba. Também usa incessantemente  a internet para evangelização.
O padre de 42 anos, usa seu blog,  o Facebook, o Twitter, além de rádio e tevê para transmitir suas mensagens. Em média, seu site recebe mais de 1 milhão de visitas por mês, onde os fieis podem usar os rituais online disponíveis.  Os serviços religiosos digitais estão em ascensão.
Em novembro, No mês passado, mais de 148 mil pessoas acenderam uma vela digital. “É um novo modo de ser religioso”, explica o padre Evaldo César de Souza, 35 anos. Ele é o responsável por outro site católico que oferece novenas, vias-sacras e pedidos de orações virtuais: o portal A12, do Santuário de Nossa Senhora Aparecida.
Segundo Moisés Sbardelotto, autor do livro “E o Verbo Se Fez Bit”– a Comunicação e a Experiência Religiosas na Internet”, o fiel se transformou em coprodutor da própria fé, enquanto a Igreja, em vez de exigir obediência estrita, passou a conceder uma autonomia regulada e permitir, de certa forma, que um membro construa sua própria religiosidade.
A liberdade encontrada na internet tem mudado o comportamento de muitos religiosos.  Fieis se aproveitam da possibilidade de se expressar de forma anônima e confrontam as posições de um líder.  “No geral, uma denominação não fideliza o devoto por meio de rituais religiosos virtuais”, acredita José Rogério Lopes, da pós-graduação em ciências sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, RS. “Mas essas ferramentas são essenciais para a manutenção diária dos rebanhos.”
Segundo uma pesquisa recente encomendada pela empresa de tecnologia Intel, o Brasil é o país onde mais se discute religião por celular e tablet. Trinta e nove por cento dos brasileiros   entrevistados fazem isso. Em seguida vem os australianos, com 8%, os franceses, com 3% e os japoneses com 1%.
No momento em que o papa Bento XVI se rendeu e começou a usar o Twitter, obteve na primeira semana a marca de mais de 1,2 milhão de pessoas.  Mas qual o objetivo desse uso da tecnologia? Segundo o padre Souza, do portal A12, “Não temos a intenção de conquistar fiéis pela internet, mas prolongar a experiência de fé das pessoas. Mas, nesse ambiente de secularismo, se o catolicismo quiser que a religião continue viva em alguém, tem de se fazer presente também no mundo virtual.”
O padre Manzotti revela que constantemente seus seguidores pedem que ele inaugure um canal de confissão online pela webcam. Mas os católicos já foram instruídos  pelo documento “A Igreja e a internet”, emitido pelo Pontifício Conselho das Comunicações Sociais. Para o Vaticano, “a realidade virtual não pode substituir a real presença de Cristo na Eucaristia. Na internet não existem sacramentos.”
Mesmo assim, Manzotti acredita que seria viável fazer um casamento pela internet. “A matéria do matrimônio está nos noivos e não no líder religioso. É possível que se dê a bênção a distância”, explica.
Os estudiosos de religião acreditam que a internet não irá substituir a igreja concreta, mas é inegável que hoje se tornou uma ferramenta  indispensável para o rebanho.
 As informações são da revista Isto É.

Contradição: Ateus criam feriado para substituir o Natal: Dia da “Luz Humana”.



Em dezembro, os cristãos comemoram o Natal, os judeus o Chanucá e os humanistas agora têm uma nova celebração, o “Luz Humana”. A data escolhida é o 23 de dezembro e pode se consolidar como uma oportunidade para os secularistas terem sua própria cerimônia não religiosa de final de ano.
Em 2012, pelo menos 18 grupos ateístas em diferentes Estados norte-americanos, onde tudo começou. O Estado de Indiana inclusive reconheceu oficialmente, pela primeira vez, a existência do Luz Humana.
“A chave para a compreensão do Luz Humana é entender que trata-se de uma celebração focada apenas na humanidade”, disse Patrick Colucci, um dos criadores do evento. “Queremos celebrar e oferecer uma visão positiva do futuro que acreditamos que os seres humanos podem construir juntos, trabalhando por um mundo mais justo, mais pacífico e com uma melhor qualidade de vida para todos.”
A ideia do Luz Humana surgiu no final dos anos 1990, quando membros da rede Humanista de Nova Jersey, a qual Colucci pertence, começaram a se perguntar o que eles poderiam comemorar no mês de dezembro.
“O período de feriados em dezembro é sempre um motivo de discussão para aqueles de nós que não creem em Deus”, explica Colucci. “O que vamos fazer quando nossas famílias pedem para irmos à igreja e celebrarmos o Natal, mesmo quando não queremos fazer isso?, era a dúvida mais comum. Decidimos que precisávamos de um feriado não religioso”.
Isso também envolveu os filhos dos humanistas, que não entendiam porque suas famílias não celebravam o Natal como a maioria das outras. “É por isso que Luz Humana tem seu foco na família e na comunidade criada por humanistas e pessoas não religiosas”, disse Colucci.
Em 2001, o grupo realizou a sua primeira celebração formal, que incluía uma refeição em família e acender velas que representam compaixão, razão e esperança. Uma quarta vela representa o feriado em si.
“Para ajudar a expressar o significado deste feriado, nós acendemos velas… para simbolizar a iluminação do caminho adiante de nós, em direção a um futuro melhor para a humanidade e para todos nós”.
O movimento tomou corpo entre associações humanistas e, embora não existam práticas pré-estabelecidas, muitos grupos que comemoram o Luz Humana passaram a presentear seus amigos e parentes com livros de ciência, fazer leilões beneficentes, incluindo apresentações musicais e de mágicos ou palhaços para as crianças. Já existem cartões alusivos ao dia, bem como ornamentos típicos e até cânticos”.
No Estado do Colorado, um grupo chamado Humanistas Pelo Bem, vai marcar o feriado deste anos distribuindo alimentos e roupas para os moradores de rua.
Embora tenha um início tímido, as comemorações de Luz Humana estão crescendo. O movimento este ano foi apoiado por líderes de várias organizações humanistas, incluindo Roy Speckhardt, diretor-executivo da Associação Humanista Americana. Para ele, o Luz Humana “oferece uma oportunidade única para mostrar aos nossos vizinhos religiosos que os seres humanos não precisam crenças religiosas para que possam viver uma vida boa, ética e significativa.”
Com informações do The Huffington Post.

População brasileira é conservadora, confirma Datafolha.


A maioria dos brasileiros é tolerante com a homossexualidade, mas é contra a liberação do uso de drogas. A maioria acha que a desigualdade social alimenta a pobreza, mas acredita que a maldade das pessoas é a principal causa da criminalidade.

Esse contraste entre posições liberais e conservadoras é uma marca da sociedade brasileira, de acordo com pesquisa nacional feita pelo Datafolha no último dia 13. Foram realizadas 2.588 entrevistas em 160 municípios.
Inspirado por uma metodologia adotada por institutos de pesquisa estrangeiros, o Datafolha submeteu os entrevistados a uma bateria de perguntas sobre assuntos polêmicos para verificar a inclinação das pessoas por valores liberais e conservadores.
Entre os temas explorados pelo levantamento, a questão que menos divide a sociedade brasileira diz respeito à influência da religião na vida das pessoas. Para 86%, crer em Deus torna as pessoas melhores. Só 13% acham que isso não é necessariamente verdadeiro, afirma o Datafolha.
A questão que mais divide os brasileiros, de acordo com a pesquisa, tem a ver com o papel dos sindicatos. Para 49%, eles são importantes para defender os interesses dos trabalhadores.
Mas 46% acham que eles servem mais para fazer política do que para representar seus filiados.
Para 61% dos entrevistados, parte da pobreza brasileira pode ser explicada pela falta de oportunidades iguais para que todos possam subir na vida. Para 37% o problema é a preguiça de pessoas que não querem trabalhar.
A desigualdade é o fator principal na opinião dos mais jovens, e uma explicação menos convincente para os mais velhos. Na região Sul do país, 50% acham que a falta de oportunidades é o problema, e 48% culpam a preguiça.
Fonte: com IMAGEM ABAIXO COMPLETA
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1206138-tendencia-conservadora-e-forte-no-pais-diz-datafolha.shtml

domingo, 23 de dezembro de 2012

Pesquisa mostra que pessoas dos países mais felizes do mundo tem na família e na religião seu diferencial.



Uma pesquisa feita cerca de 150.000 pessoas de todo o mundo descobriu que sete dos 10 países do mundo com as atitudes mais otimistas estão na América Latina. O Brasil está em 16º lugar, segundo o ranking medido pela Gallup World Pool.

O Instituto Gallup perguntou a 1.000 pessoas em cada um dos 148 países pesquisados sobre como via a vida e se tinha sentimentos alegres no dia anterior. Em comparação com a mesma pesquisa realizada em 2010, o índice brasileiro pulou de 6,8 para 7,1.

A conclusão dos estudiosos é que apenas riqueza e saúde não garantem a felicidade de um povo,afinal o país com maior renda per capita do mundo, o Catar, não está sequer entre os 10 mais felizes.

Com sete entre os 10 países mais otimistas, um dos principais fatores de contentamento do povo da América Latina é a religião. Outros aspectos são a relação com família e amigos, apesar de uma realidade econômica na maioria das vezes difícil.

Em primeiro lugar ficou o Panamá, com mais de 85% respondendo positivamente. Depois vieram Paraguai, El Salvador, Venezuela, Trinidad e Tobago, Tailândia, Guatemala, Filipinas, Equador e Costa Rica.

As pessoas com menor índice de emoções positivas vivem na rica ilha-Estado de Cingapura. Outros países ricos também ficaram, surpreendentemente, bem embaixo na lista. Alemanha e França empataram com a Somália em 47º lugar.

A colocação nada tem a ver como Índice de Desenvolvimento Humano elaborado pelas Nações Unidas anualmente, que analisa expectativa de vida, nível de educação e renda per capita. Este é um paradoxo com sérias implicações neste campo relativamente novo e controverso chamado de “economia da felicidade”, que busca analisar o desempenho dos governos neste processo.

Em pelo menos nove países houve surpresas, como Iraque, Iêmen, Afeganistão e Haiti, que vêm convivendo com problemas políticos sérios nos últimos anos. A pesquisa mostra que as nações prósperas também podem ser profundamente infelizes, como a maioria dos Estados europeus, onde a população não parece se contentar apenas com aspectos materiais da vida. Com informações Gallup e Daily Mail.

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay


Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gayPapa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay
Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO, 21 Dez (Reuters) - O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse nesta sexta-feira que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".
O papa fez a sua mais recente denúncia do casamento gay em um discurso de Natal para os funcionários do Vaticano, em que ele misturou religião, filosofia, antropologia e sociologia para ilustrar a posição da Igreja Católica Romana.
Ele colocou todo o peso em um estudo realizado pelo rabino-chefe da França sobre os efeitos que a legalização do casamento gay teria sobre as crianças e a sociedade.
"Não há como negar a crise que ameaça em seus fundamentos --especialmente no mundo ocidental", disse o papa, acrescentando que a família tinha de ser protegida porque é "o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana".
O papa de 85 anos de idade, falando no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, afirmou que a família estava sendo ameaçada por "uma compreensão falsa da liberdade" e um repúdio ao compromisso de toda a vida do casamento heterossexual.
"Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho -- elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos", disse o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo.
O Vaticano partiu para a ofensiva em resposta às vitórias do casamento gay nos Estados Unidos e Europa, utilizando todas as oportunidades possíveis para denunciá-lo através de discursos papais ou editoriais em seu jornal ou na sua rádio.
ALIANÇA RELIGIOSA
Em alguns países, a Igreja Católica uniu forças localmente com judeus, muçulmanos e membros de outras religiões para se opor à legalização do casamento gay, em alguns casos com argumentos baseados em análises jurídicas, sociais e antropológicas, em vez de ensinamentos religiosos.
Significativamente, o papa elogiou especificamente como "profundamente comovente" um estudo feito pelo rabino-chefe da França, Gilles Bernheim, que se tornou tema de acalorado debate no país.
Bernheim, também um filósofo, argumenta que grupos de direitos homossexuais "irão utilizar o casamento gay como um cavalo de Tróia" em uma campanha mais ampla para "negar a identidade sexual e apagar as diferenças sexuais" e "minar os fundamentos heterossexuais da nossa sociedade".
Seu estudo, "Casamento Gay, Paternidade e Adoção: O que muitas vezes esquecemos de dizer", argumenta que os planos de legalizar o casamento gay estão sendo feitos para "o lucro exclusivo de uma pequena minoria" e são muitas vezes apoiados por causa do politicamente correto.
Em seu próprio discurso nesta sexta-feira, o papa repetiu alguns dos conceitos do estudo de Bernheim, incluindo a afirmação de que crianças criadas por casais gays seriam mais "objetos" do que indivíduos.
No mês passado, os eleitores nos Estados norte-americanos de Maryland, Maine e Washington aprovaram o casamento homossexual, na primeira vez em que os direitos do casamento foram estendidos a casais do mesmo sexo pelo voto popular.
Uniões do mesmo sexo foram legalizadas em seis Estados e no Distrito de Columbia pelos legisladores e pelos tribunais.
Também em novembro, a mais alta Corte da Espanha confirmou uma lei do casamento gay, e na França o governo socialista anunciou um projeto de lei que permitiria o casamento gay.
Fonte: http://noticias.uol.com.br

sábado, 22 de dezembro de 2012

Papa defende a família, a Verdade e critica “Ideologia do gênero” onde “o sexo não seria um dado originário da natureza, mas uma função social que cada qual decide autonomamente”.




O Santo Padre, nesta manhã, recebeu a Cúria Romana para felicitações de Natal e, nessa ocasião, proferiu a seguinte saudação:

Senhores Cardeais,
Venerados Irmãos no Episcopado e no Presbiterado,
Queridos irmãos e irmãs!

(…)
O Cardeal Decano recordou-nos uma frase que se repete muitas vezes na liturgia latina destes dias: «Prope este iam Dominus, venite, adoremus! – O Senhor está perto; vinde, adoremos!». Também nós, como uma única família, nos preparamos para adorar, na gruta de Belém, aquele Menino que é Deus em pessoa e tão próximo que Se fez homem como nós. De bom grado retribuo os votos formulados e agradeço de coração a todos, incluindo os Representantes Pontifícios espalhados pelo mundo, pela generosa e qualificada colaboração que cada um presta ao meu ministério.
(…)

A grande alegria, com que se encontraram em Milão famílias vindas de todo o mundo, mostrou que a família, não obstante as múltiplas impressões em contrário, está forte e viva também hoje; mas é incontestável – especialmente no mundo ocidental – a crise que a ameaça até nas suas próprias bases.
Impressionou-me que se tenha repetidamente sublinhado, no Sínodo, a importância da famíliapara a transmissão da fé como lugar autêntico onde se transmitem as formas fundamentais de ser pessoa humana. É vivendo-as e sofrendo-as, juntos, que as mesmas se aprendem. Assim se tornou evidente que, na questão da família, não está em jogo meramente uma determinada forma social, mas o próprio homem: está em questão o que é o homem e o que é preciso fazer para ser justamente homem. Os desafios, neste contexto, são complexos.
Há, antes de mais nada, a questão da capacidade que o homem tem de se vincular ou então da sua falta de vínculos. Pode o homem vincular-se para toda a vida? Isto está de acordo com a sua natureza? Ou não estará porventura em contraste com a sua liberdade e com a auto-realização em toda a sua amplitude? Será que o ser humano se torna-se ele próprio, permanecendo autônomo e entrando em contato com o outro apenas através de relações que pode interromper a qualquer momento? Um vínculo por toda a vida está em contraste com a liberdade? Vale a pena também sofrer por um vínculo? A recusa do vínculo humano, que se vai generalizando cada vez mais por causa duma noção errada de liberdade e de auto-realização e ainda devido à fuga da perspectiva duma paciente suportação do sofrimento, significa que o homem permanece fechado em si mesmo e, em última análise, conserva o próprio «eu» para si mesmo, não o supera verdadeiramente. Mas, só no dom de si é que o homem se alcança a si mesmo, e só abrindo-se ao outro, aos outros, aos filhos, à família, só deixando-se plasmar pelo sofrimento é que ele descobre a grandeza de ser pessoa humana.Com a recusa de tal vínculo, desaparecem também as figuras fundamentais da existência humana: o pai, a mãe, o filho; caem dimensões essenciais da experiência de ser pessoa humana.

Num tratado cuidadosamente documentado e profundamente comovente, o rabino-chefe de França, Gilles Bernheim, mostrou que o ataque à forma autêntica da família (constituída por pai, mãe e filho), ao qual nos encontramos hoje expostos – um verdadeiro atentado –, atinge uma dimensão ainda mais profunda. Se antes tínhamos visto como causa da crise da família um mal-entendido acerca da essência da liberdade humana, agora torna-se claro que aqui está em jogo a visão do próprio ser, do que significa realmente ser homem. Ele cita o célebre aforismo de Simone de Beauvoir: «Não se nasce mulher; fazem-na mulher – On ne naTt pas femme, on le devient». Nestas palavras, manifesta-se o fundamento daquilo que hoje, sob o vocábulo «gender - género», é apresentado como nova filosofia da sexualidade. De acordo com tal filosofia, o sexo já não é um dado originário da natureza que o homem deve aceitar e preencher pessoalmente de significado, mas uma função social que cada qual decide autonomamente, enquanto até agora era a sociedade quem a decidia.
Salta aos olhos a profunda falsidade desta teoria e da revolução antropológica que lhe está subjacente. O homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria.
De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza; agora, é só espírito e vontade. A manipulação da natureza, que hoje deploramos relativamente ao meio ambiente, torna-se aqui a escolha básica do homem a respeito de si mesmo. Agora existe apenas o homem em abstrato, que em seguida escolhe para si, autonomamente, qualquer coisa como sua natureza. Homem e mulher são contestados como exigência, ditada pela criação, de haver formas da pessoa humana que se completam mutuamente. Se, porém, não há a dualidade de homem e mulher como um dado da criação, então deixa de existir também a família como realidade pré-estabelecida pela criação. Mas, em tal caso, também a prole perdeu o lugar que até agora lhe competia, e a dignidade particular que lhe é própria; Bernheim mostra como o filho, de sujeito jurídico que era com direito próprio, passe agora necessariamente a objeto, ao qual se tem direito e que, como objeto de um direito, se pode adquirir.
Onde a liberdade do fazer se torna liberdade de fazer-se por si mesmo, chega-se necessariamente a negar o próprio Criador; e, consequentemente, o próprio homem como criatura de Deus, como imagem de Deus, é degradado na essência do seu ser. Na luta pela família, está em jogo o próprio homem. E torna-se evidente que, onde Deus é negado, dissolve-se também a dignidade do homem. Quem defende Deus, defende o homem.

Dito isto, gostava de chegar ao segundo grande tema que, desde Assis até ao Sínodo sobre a Nova Evangelização, permeou todo o ano que chega ao fim: a questão do diálogo e do anúncio. Comecemos pelo diálogo. No nosso tempo, para a Igreja, vejo principalmente três campos de diálogo, onde ela deve estar presente lutando pelo homem e pelo que significa ser pessoa humana: o diálogo com os Estados, o diálogo com a sociedade – aqui está incluído o diálogo com as culturas e com a ciência – e, finalmente, o diálogo com as religiões. Em todos estes diálogos, a Igreja fala a partir da luz que a fé lhe dá. Ao mesmo tempo, porém, ela encarna a memória da humanidade que, desde os primórdios e através dos tempos, é memória das experiências e dos sofrimentos da humanidade, onde a Igreja aprendeu o que significa ser homem, experimentando o seu limite e grandeza, as suas possibilidades e limitações.
A cultura do humano, de que ela se faz garante, nasceu e desenvolveu-se a partir do encontro entre a revelação de Deus e a existência humana. A Igreja representa a memória do que é ser homem defronte a uma civilização do esquecimento que já só se conhece a si mesma e só reconhece o próprio critério de medição. Mas, assim como uma pessoa sem memória perdeu a sua identidade, assim também uma humanidade sem memória perderia a própria identidade. Aquilo que foi dado ver à Igreja, no encontro entre revelação e experiência humana, ultrapassa sem dúvida o mero âmbito da razão, mas não constitui um mundo particular que seria desprovido de interesse para o não-crente. Se o homem, com o próprio pensamento entra na reflexão e na compreensão daqueles conhecimentos, estes alargam o horizonte da razão e isto diz respeito também àqueles que não conseguem partilhar a fé da Igreja.
No diálogo com o Estado e a sociedade, naturalmente a Igreja não tem soluções prontas para as diversas questões. Mas, unida às outras forças sociais, lutará pelas respostas que melhor correspondam à justa medida do ser humano. Aquilo que ela identificou como valores fundamentais, constitutivos e não negociáveis da existência humana, deve defendê-lo com a máxima clareza. Deve fazer todo o possível por criar uma convicção que possa depois traduzir-se em ação política.

Na situação atual da humanidade, o diálogo das religiões é uma condição necessária para a paz no mundo, constituindo por isso mesmo um dever para os cristãos bem como para as outras crenças religiosas. Este diálogo das religiões possui diversas dimensões. Há-de ser, antes de tudo, simplesmente um diálogo da vida, um diálogo da ação compartilhada. Nele, não se falará dos grandes temas da fé – se Deus é trinitário, ou como se deve entender a inspiração das Escrituras Sagradas, etc. –, mas trata-se dos problemas concretos da convivência e da responsabilidade comum pela sociedade, pelo Estado, pela humanidade.
Aqui é preciso aprender a aceitar o outro na sua forma de ser e pensar de modo diverso. Para isso, é necessário fazer da responsabilidade comum pela justiça e a paz o critério basilar do diálogo. Um diálogo, onde se trate de paz e de justiça indo mais além do que é simplesmente pragmático, torna-se por si mesmo uma luta ética sobre a verdade e sobre o ser humano; um diálogo sobre os valores que são pressupostos em tudo. Assim o diálogo, ao princípio meramente prático, torna-se também uma luta pelo justo modo de ser pessoa humana. Embora as escolhas básicas não estejam enquanto tais em discussão, os esforços à volta duma questão concreta tornam-se um percurso no qual ambas as partes podem encontrar purificação e enriquecimento através da escuta do outro. Assim estes esforços podem ter o significado também de passos comuns rumo à única verdade, sem que as escolhas básicas sejam alteradas. Se ambas as partes se movem a partir duma hermenêutica de justiça e de paz, a diferença básica não desaparecerá, mas crescerá uma proximidade mais profunda entre eles.

Hoje em geral, para a essência do diálogo inter-religioso, consideram fundamentais duas regras:
1ª) O diálogo não tem como alvo a conversão, mas a compreensão. Nisto se distingue da evangelização, da missão.
2ª) De acordo com isso, neste diálogo, ambas as partes permanecem deliberadamente na sua identidade própria, que, no diálogo, não põem em questão nem para si mesmo nem para os outros.
Estas regras são justas; mas penso que assim estejam formuladas demasiado superficialmente. Sim, o diálogo não visa a conversão, mas uma melhor compreensão recíproca: isto é correto. Contudo a busca de conhecimento e compreensão sempre pretende ser também uma aproximação da verdade. Assim, ambas as partes, aproximando-se passo a passo da verdade, avançam e caminham para uma maior partilha, que se funda sobre a unidade da verdade. Quanto a permanecer fiéis à própria identidade, seria demasiado pouco se o cristão, com a sua decisão a favor da própria identidade, interrompesse por assim dizer por vontade própria o caminho para a verdade. Então o seu ser cristão tornar-se-ia algo de arbitrário, uma escolha simplesmente factual. Nesse caso, evidentemente, ele não teria em conta que a religião tem a ver com a verdade. A propósito disto, eu diria que o cristão possui a grande confiança, mais ainda, a certeza basilar de poder tranquilamente fazer-se ao largo no vasto mar da verdade, sem dever temer pela sua identidade de cristão. Sem dúvida, não somos nós que possuímos a verdade, mas é ela que nos possui a nós: Cristo, que é a Verdade, tomou-nos pela mão e, no caminho da nossa busca apaixonada de conhecimento, sabemos que a sua mão nos sustenta firmemente. O fato de sermos interiormente sustentados pela mão de Cristo torna-nos simultaneamente livres e seguros. Livres: se somos sustentados por Ele, podemos, abertamente e sem medo, entrar em qualquer diálogo. Seguros, porque Ele não nos deixa, a não ser que sejamos nós mesmos a desligar-nos d’Ele. Unidos a Ele, estamos na luz da verdade.

Por último, impõe-se ainda uma breve consideração sobre o anúncio, sobre a evangelização, de que, na sequência das propostas dos Padres Sinodais, falará efectiva e amplamente o documento pós-sinodal. Acho que os elementos essenciais do processo de evangelização são visíveis, de forma muito eloquente, na narração de São João sobre a vocação de dois discípulos do Baptista, que se tornam discípulos de Cristo (cf. Jo 1, 35-39). Antes de tudo, há o simples acto do anúncio. João Baptista indica Jesus e diz: «Eis o Cordeiro de Deus!» Pouco depois o evangelista vai narrar um facto parecido; agora é André que diz a Simão, seu irmão: «Encontrámos o Messias!» (1, 41). O primeiro elemento fundamental é o anúncio puro e simples, o kerigma, cuja força deriva da convicção interior do arauto. Na narração dos dois discípulos, temos depois a escuta, o seguir os passos de Jesus; um seguir que não é ainda verdadeiro seguimento, mas antes uma santa curiosidade, um movimento de busca. Na realidade, ambos os discípulos são pessoas à procura; pessoas que, para além do quotidiano, vivem na expectativa de Deus: na expectativa, porque Ele está presente e, portanto, manifestar-Se-á. E a busca, tocada pelo anúncio, torna-se concreta: querem conhecer melhor Aquele que o Baptista designou como o Cordeiro de Deus. Depois vem o terceiro acto que tem início com o facto de Jesus Se voltar para trás, Se voltar para eles e lhes perguntar: «Que pretendeis?» A resposta dos dois é uma nova pergunta que indica a abertura da sua expectativa, a disponibilidade para cumprir novos passos. Perguntam: «Rabi, onde moras?» A resposta de Jesus – «vinde e vereis» – é um convite para O acompanharem e, caminhando com Ele, tornarem-se videntes.

A palavra do anúncio torna-se eficaz quando existe no homem uma dócil disponibilidade para se aproximar de Deus, quando o homem anda interiormente à procura e, deste modo, está a caminho rumo ao Senhor. Então, vendo a solicitude de Jesus sente-se atingido no coração; depois o impacto com o anúncio suscita uma santa curiosidade de conhecer Jesus mais de perto. Este ir com Ele leva ao lugar onde Jesus habita: à comunidade da Igreja, que é o seu Corpo. Significa entrar na comunhão itinerante dos catecúmenos, que é uma comunhão feita de aprofundamento e, ao mesmo tempo, de vida, onde o caminhar com Jesus nos faz tornar videntes.
«Vinde e vereis». Esta palavra dirigida aos dois discípulos à procura, Jesus dirige-a também às pessoas de hoje que estão em busca. No final do ano, queremos pedir ao Senhor para que a Igreja, não obstante as próprias pobrezas, se torne cada vez mais reconhecível como sua morada.
Pedimos-Lhe para que, no caminho rumo à sua casa, nos torne, também a nós, sempre mais videntes a fim de podermos afirmar sempre melhor e de modo cada mais convincente: encontrámos Aquele que todo o mundo espera, ou seja, Jesus Cristo, verdadeiro Filho de Deus e verdadeiro homem. Neste espírito, desejo de coração a todos vós um santo Natal e um feliz Ano Novo. Obrigado!

Fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Papa Bento XVI superou Justin Bieber no recorde mundial de retuítes de seus seguidores, informou o Vaticano .



O papa Bento 16, de 85 anos, grisalho e novo no Twitter, superou Justin Bieber, de 18, e bateu o recorde de retuítes de seus seguidores, informou o Vaticano na quinta-feira (20).
O jornal do Vaticano afirmou que ao meio-dia de quinta-feira no horário da Itália que o papa tinha 2,1 milhões de seguidores no Twitter, oito dias depois de seu primeiro tuíte ter sido enviado.
Embora o cantor canadense Bieber tenha aproximadamente 15 vezes mais seguidores –31,7 milhões–, o jornal do Vaticano disse que Bento 16 superou Bieber nos retweets.
A publicação afirmou que 50% dos seguidores do papa retuitaram seu primeiro tuíte em 12 de dezembro, enquanto apenas 0,7% dos seguidores de Bieber retuitaram um dos tuítes mais populares do cantor em 26 de setembro, quando ele comentou a morte de um fã de 6 anos por câncer.
O Vaticano afirmou que isso era parte de uma tendência mais ampla segundo a qual as pessoas buscam por um conteúdo mais espiritual.
O papa já tem tweets em inglês, alemão, italiano, francês, espanhol, português, polonês e árabe. O jornal disse que ele vai começar a tweetar em latim e chinês em breve.
Fonte: http://www.comshalom.org

Ministra alemã gera polêmica ao falar sobre o sexo de Deus


Ministra alemã gera polêmica ao falar sobre o sexo de DeusMinistra alemã gera polêmica ao falar sobre o sexo de Deus
Uma declaração feita pela ministra alemã da Família, Kristina Schroeder, tem gerado uma grande polêmica na Alemanha. Isso porque durante um encontro ela afirmou que para quem não quer tratar Deus no gênero masculino que escolha a opção de gênero neutro, que é o que melhor se aplica neste caso.
Na língua alemã há três gêneros: feminino, masculino e neutro.
Durante o debate teológico-gramatical um jornalista questionou a ministra dizendo que “é complicando falar de Deus no masculino a sua pequena filha?”.
A resposta de Schoroeder foi o que gerou a discussão: “É simples, cada um deve decidir por si mesmo. O artigo não tem significado”.
As críticas vieram de todos os lados, até mesmo do Partido da União Democrata Cristã, que é o mesmo da chanceler Angela Merkel.
Diante da polêmica instalada, o porta-voz da ministra se pronunciou citando a Bíblia e obras do papa Bento 16. “Evidentemente, Deus não é nem homem, nem mulher. Tenho mais confiança em um especialista [o Papa] do que naqueles que criticam a ministra”. As informações são do G1.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Erupção de vulcão deixa Chile e Argentina em alerta


Estações de monitoramento detectaram aumento da atividade sísmica, o que colocou em alerta os vizinhos do vulcão Copahue, na fronteira entre os dois países



O governo do Chile decretou neste sábado alerta laranja pela erupção do vulcão Copahue, localizado no sul, na zona fronteiriça com a província argentina de Neuquén, cuja atividade está sendo supervisionada pelas autoridades, informou o ministro de Mineração, Hernán de Solminihac.
AFP
Coluna de fumaça negra chegou a atingir altura de 1,5 km
O vulcão começou a liberar gases e cinzas na manhã deste sábado, criando uma coluna de fumaça negra, com uma altura de 1,5 km dirigida para o sudeste, informou em um comunicado o Serviço Nacional de Geologia e Minas (Sernageomin).
As estações de monitoramento detectaram também um aumento da atividade sísmica, o que colocou em alerta os vizinhos da comunidade de Biobío.
O ministro Solminihac explicou ao canal 24 Horas que a atividade vulcânica é bem menor agora, mas que resolveram decretar o alerta laranja para acompanhar a evolução do vulcão.
A província argentina de Neuquén decretou alerta amarelo neste sábado para as cidades andinas vizinhas ao vulcão, informou o prefeito de Caviahue, Oscar Mancegosa.
"A situação está totalmente controlada, não há evacuações no momento, embora todos os mecanismos preventivos estejam ativados" se forem necessários, disse ao canal de TV C5N.
A última vez que o vulcão entrou em erupção foi no ano 2000 em uma atividade que se prolongou entre julho e outubro desse ano.
AFP
Vulcão Copahue é visto da cidade de Caviahue, na Argentina, neste sábado
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

2013 será o ano mais quente da história

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EPA

No próximo ano, a temperatura global será superior à média, preveem meteorologistas britânicos.

“É bem provável que 2013 seja um dos 10 mais quentes desde 1850. Muito possivelmente, ele será mais quente que 2012,” dizem os meteorologistas, explicando que o próximo ano será mais quente do que as taxas médias anuais em 14°C.
Segundo os cientistas, o ano que está terminando, também entrou no top 10 dos mais quentes na história das observações meteorológicas desde 1850, ocupando o nono lugar.
Fonte: Voz da Russia.

Cientistas israelenses inventam maconha inofensiva

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© Flickr.com/Paciarotta/cc-by-nc-sa 3.0

Pesquisadores do grupo de trabalho Tikun Olam, que investigam doenças graves e seus cuidados, conseguiram produzir um tipo de maconha que não produz efeitos alucinógenos.

Depois de uma cuidadosa seleção, os cientistas conseguiram excluir da planta o tetrahidrocanabinol (THC) e, graças a isso, não se produz a ligação entre as células do cérebro e o isômero do canabinol que determina as propriedades psicoativas do cânhamo.
Depois de tomar o medicamento, fabricado com base na nova planta,  pode-se até dirigir um automóvel. Esse remédio poderá ser prescrito tanto a idosos, como a crianças.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Assista esse vídeo: O caminho para a desobediência ao Papa.


Forte tremor de terra assusta moradores em Montes Claros

Marina Pereira e Michelly OdaDo G1 Grande Minas


O telhado de uma casa caiu por causa dos
abalos (Foto: Michelly Oda/G1)


Três tremores de terra assustaram moradores de Montes Claros, Norte de Minas Gerais, na madrugada desta quarta-feira (19). De acordo com a Polícia Militar, o primeiro tremor ocorreu por volta das 2h50 e os seguintes ocorreram em um intervalo de 20 a 30 minutos.

Vários bairros da cidade ficaram sem energia elétrica por meia hora, segundo o Corpo de Bombeiros essa queda de energia pode ter sido causada pelos tremores.

Com medo, moradores sairam para fora de suas casas. Os amigos Moises Souza, de 18 anos, e Lucas Fonseca, de 20 anos, que moram no bairro Santa Rita, foram chamados por uma vizinha no meio da madrugada. "Estavamos em casa, quando a vizinha nos chamou tivemos certeza de que o tremor tinha acontecido mesmo. Foi o maior que já senti aqui em Montes Claros", diz Moises.O Observatório Sismologico de Brasília ainda não informou qual a magnitude deste tremor. O maior registrado em Montes Claros ocorreu no dia 19 de maio, com quatro graus na escala Richter. Até o mês de novembro foram registrados 174 eventos naturais, 60 destes foram registrados por quatro das nove estações sismológicas instaladas no entorno de Montes Claros.

O taxista José Antônio Cardoso trabalha na rodoviária da cidade e estava fora do carro no momento em que o primeiro abalo foi sentido. "Ouvi uma explosão muito forte e entrei no carro, logo em seguida a luz foi embora. Depois tremeu mais forte e eu estava cochilando, senti o chão estremecer", conta.

Moradores com medo saem para fora das casas
(Foto: Michelly Oda/G1)


A ocorrência mais grave registrada pelos bombeiros foi uma queda de uma varanda no Bairro Jardim Brasil, região norte da cidade. No local moram quatro pessoas. "Acordamos com o tremor e logo as telhas caíram, saímos todos assustados, correndo para o lado de fora, apesar de já ter sentido outros tremores, este foi o que mais deu medo", diz o proprietário da casa, Paulo Pereira.

Assustados, os moradores permaneceram do lado de fora das casas e, muitos afirmaram que havia a informação de que novos tremores ocorreriam. Em entrevista ao G1 Grande Minas nesta segunda-feira (17), o especialista da Universidade de São Paulo, Marcelo Assumpção, que realiza estudos na região, disse que os abalos são imprevisíveis, portanto, não há como determinar o horário e o dia em que irão ocorrer.

O gerente de uma loja de conveniências que funciona 24h disse que no momento do primeiro tremor havia 30 clientes no local. Com a queda da energia, todos saíram correndo assustados. Esta não foi a primeira vez que ele sentiu os abalos, mas disse que o pânico foi maior por causa da escuridão repentina.

A Polícia Militar recebeu 350 chamadas e o Corpo de Bombeiros de Montes Claros também registrou mais de 200 ligações. Eles orientam a população a ficar distante da rede elétrica e permanecer em estado de alerta.
Bombeiros em casa que teve o telhado destruído (Foto: Michelly Oda/G1)Bombeiros em casa que teve o telhado destruído no bairro Jardim Brasil(Foto: Michelly Oda/G1
)
Fonte: http://g1.globo.com