segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Jovem, leia essa palavra do Papa para você!



Publicamos a seguir a mensagem do Papa Bento XVI para a XXVIII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em julho de 2013.
«Ide e fazei discípulos entre as nações!» (cf. Mt 28,19)
Queridos jovens,
Desejo fazer chegar a todos vós minha saudação cheia de alegria e afeto. Tenho a certeza que muitos de vós regressastes a casa da Jornada Mundial da Juventude em Madri mais «enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé» (cf. Col 2,7). Este ano, inspirados pelo tema: «Alegrai-vos sempre no Senhor» (Fil 4,4) celebramos a alegria de ser cristãos nas várias Dioceses. E agora estamo-nos preparando para a próxima Jornada Mundial, que será celebrada no Rio de Janeiro, Brasil, em julho de 2013.
Desejo, em primeiro lugar, renovar a vós o convite para participardes nesse importante evento. A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre àquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele! Vivei essa experiência de encontro com Cristo, junto com tantos outros jovens que se reunirão no Rio para o próximo encontro mundial! Deixai-vos amar por Ele e sereis as testemunhas de que o mundo precisa.
Convido a vos preparardes para a Jornada Mundial do Rio de Janeiro, meditando desde já sobre o tema do encontro: «Ide e fazei discípulos entre as nações» (cf. Mt 28,19). Trata-se da grande exortação missionária que Cristo deixou para toda a Igreja e que permanece atual ainda hoje, dois mil anos depois. Agora este mandato deve ressoar fortemente em vosso coração. O ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da fé , no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à «nova evangelização para a transmissão da fé cristã». Por isso me alegro que também vós, queridos jovens, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.
1. Uma chamada urgente
A história mostra-nos muitos jovens que, através do dom generoso de si mesmos, contribuíram grandemente para o Reino de Deus e para o desenvolvimento deste mundo, anunciando o Evangelho. Com grande entusiasmo, levaram a Boa Nova do Amor de Deus manifestado em Cristo, com meios e possibilidades muito inferiores àqueles de que dispomos hoje em dia. Penso, por exemplo, no Beato José de Anchieta, jovem jesuíta espanhol do século XVI, que partiu em missão para o Brasil quando tinha menos de vinte anos e se tornou um grande apóstolo do Novo Mundo. Mas penso também em tantos de vós que se dedicam generosamente à missão da Igreja: disto mesmo tive um testemunho surpreendente na Jornada Mundial de Madri, em particular na reunião com os voluntários.
Hoje, não poucos jovens duvidam profundamente que a vida seja um bem, e não veem com clareza o próprio caminho. De um modo geral, diante das dificuldades do mundo contemporâneo, muitos se perguntam: E eu, que posso fazer? A luz da fé ilumina esta escuridão, nos fazendo compreender que toda existência tem um valor inestimável, porque é fruto do amor de Deus. Ele ama mesmo quem se distanciou ou esqueceu d’Ele: tem paciência e espera; mais que isso, deu o seu Filho, morto e ressuscitado, para nos libertar radicalmente do mal. E Cristo enviou os seus discípulos para levar a todos os povos este alegre anúncio de salvação e de vida nova.
A Igreja, para continuar esta missão de evangelização, conta também convosco. Queridos jovens, vós sois os primeiros missionários no meio dos jovens da vossa idade! No final doConcílio Ecumênico Vaticano II, cujo cinquentenário celebramos neste ano, o Servo de Deus Paulo VI entregou aos jovens e às jovens do mundo inteiro uma Mensagem que começava com estas palavras: «É a vós, rapazes e moças de todo o mundo, que o Concílio quer dirigir a sua última mensagem, pois sereis vós a recolher o facho das mãos dos vossos antepassados e a viver no mundo no momento das mais gigantescas transformações da sua história, sois vós quem, recolhendo o melhor do exemplo e do ensinamento dos vossos pais e mestres, ides constituir a sociedade de amanhã: salvar-vos-eis ou perecereis com ela». E concluía com um apelo: «Construí com entusiasmo um mundo melhor que o dos vossos antepassados!» (Mensagem aos jovens, 8 de dezembro de 1965).
Queridos amigos, este convite é extremamente atual. Estamos passando por um período histórico muito particular: o progresso técnico nos deu oportunidades inéditas de interação entre os homens e entre os povos, mas a globalização destas relações só será positiva e fará crescer o mundo em humanidade se estiver fundada não sobre o materialismo mas sobre o amor, a única realidade capaz de encher o coração de cada um e unir as pessoas. Deus é amor. O homem que esquece Deus fica sem esperança e se torna incapaz de amar seu semelhante. Por isso é urgente testemunhar a presença de Deus para que todos possam experimentá-la: está em jogo a salvação da humanidade, a salvação de cada um de nós. Qualquer pessoa que entenda essa necessidade, não poderá deixar de exclamar com São Paulo: «Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho» (1 Cor 9,16).
2. Tornai-vos discípulos de Cristo
Esta chamada missionária vos é dirigida também por outro motivo: é necessário para o nosso caminho de fé pessoal. O Beato João Paulo II escrevia: «É dando a fé que ela se fortalece» (Encíclica Redemptoris missio, 2). Ao anunciar o Evangelho, vós mesmos cresceis em um enraizamento cada vez mais profundo em Cristo, vos tornais cristãos maduros. O compromisso missionário é uma dimensão essencial da fé: não se crê verdadeiramente, se não se evangeliza. E o anúncio do Evangelho não pode ser senão consequência da alegria de ter encontrado Cristo e ter descoberto n’Ele a rocha sobre a qual construir a própria existência. Comprometendo-vos no serviço aos demais e no anúncio do Evangelho, a vossa vida, muitas vezes fragmentada entre tantas atividades diversas, encontrará no Senhor a sua unidade; construir-vos-eis também a vós mesmos; crescereis e amadurecereis em humanidade.
Mas, que significa ser missionário? Significa acima de tudo ser discípulo de Cristo e ouvir sem cessar o convite a segui-Lo, o convite a fixar o olhar n’Ele: «Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração» (Mt 11,29). O discípulo, de fato, é uma pessoa que se põe à escuta da Palavra de Jesus (cf. Lc10,39), a quem reconhece como o Mestre que nos amou até o dom de sua vida. Trata-se, portanto, de cada um de vós deixar-se plasmar diariamente pela Palavra de Deus: ela vos transformará em amigos do Senhor Jesus, capazes de fazer outros jovens entrar nesta mesma amizade com Ele.
Aconselho-vos a guardar na memória os dons recebidos de Deus, para poder transmiti-los ao vosso redor. Aprendei a reler a vossa história pessoal, tomai consciência também do maravilhoso legado recebido das gerações que vos precederam: tantos cristãos nos transmitiram a fé com coragem, enfrentando obstáculos e incompreensões. Não o esqueçamos jamais! Fazemos parte de uma longa cadeia de homens e mulheres que nos transmitiram a verdade da fé e contam conosco para que outros a recebam. Ser missionário pressupõe o conhecimento deste patrimônio recebido que é a fé da Igreja: é necessário conhecer aquilo em que se crê, para podê-lo anunciar. Como escrevi na introdução do YouCat, o Catecismo para jovens que vos entreguei no Encontro Mundial de Madri, «tendes de conhecer a vossa fé como um especialista em informática domina o sistema operacional de um computador. Tendes de compreendê-la como um bom músico entende uma partitura. Sim, tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo com força e determinação» (Prefácio).
3. Ide!
Jesus enviou os seus discípulos em missão com este mandato: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo» (Mc 16,15-16). Evangelizar significa levar aos outros a Boa Nova da salvação, e esta Boa Nova é uma pessoa: Jesus Cristo. Quando O encontro, quando descubro até que ponto sou amado por Deus e salvo por Ele, nasce em mim não apenas o desejo, mas a necessidade de fazê-lo conhecido pelos demais. No início do Evangelho de João, vemos como André, depois de ter encontrado Jesus, se apressa em conduzir a Ele seu irmão Simão (cf. 1,40-42). A evangelização sempre parte do encontro com o Senhor Jesus: quem se aproximou d’Ele e experimentou o seu amor, quer logo partilhar a beleza desse encontro e a alegria que nasce dessa amizade. Quanto mais conhecemos a Cristo, tanto mais queremos anunciá-lo. Quanto mais falamos com Ele, tanto mais queremos falar d’Ele. Quanto mais somos conquistados por Ele, tanto mais desejamos levar outras pessoas para Ele.
Pelo Batismo, que nos gera para a vida nova, o Espírito Santo vem habitar em nós e inflama a nossa mente e o nosso coração: é Ele que nos guia para conhecer a Deus e entrar em uma amizade sempre mais profunda com Cristo. É o Espírito que nos impulsiona a fazer o bem, servindo os outros com o dom de nós mesmos. Depois, através do sacramento da Confirmação, somos fortalecidos pelos seus dons, para testemunhar de modo sempre mais maduro o Evangelho. Assim, o Espírito de amor é a alma da missão: Ele nos impele a sair de nós mesmos para «ir» e evangelizar. Queridos jovens, deixai-vos conduzir pela força do amor de Deus, deixai que este amor vença a tendência de fechar-se no próprio mundo, nos próprios problemas, nos próprios hábitos; tende a coragem de «sair» de vós mesmos para «ir» ao encontro dos outros e guiá-los ao encontro de Deus.
4. Alcançai todos os povos
Cristo ressuscitado enviou os seus discípulos para dar testemunho de sua presença salvífica a todos os povos, porque Deus, no seu amor superabundante, quer que todos sejam salvos e ninguém se perca. Com o sacrifício de amor na Cruz, Jesus abriu o caminho para que todo homem e toda mulher possa conhecer a Deus e entrar em comunhão de amor com Ele. E constituiu uma comunidade de discípulos para levar o anúncio salvífico do Evangelho até os confins da terra, a fim de alcançar os homens e as mulheres de todos os lugares e de todos os tempos. Façamos nosso esse desejo de Deus!
Queridos amigos, estendei o olhar e vede ao vosso redor: tantos jovens perderam o sentido da sua existência. Ide! Cristo precisa de também de vós. Deixai-vos envolver pelo seu amor, sede instrumentos desse amor imenso, para que alcance a todos, especialmente aos «afastados». Alguns encontram-se geograficamente distantes, enquanto outros estão longe porque a sua cultura não dá espaço para Deus; alguns ainda não acolheram o Evangelho pessoalmente, enquanto outros, apesar de o terem recebido, vivem como se Deus não existisse. A todos abramos a porta do nosso coração; procuremos entrar em diálogo com simplicidade e respeito: este diálogo, se vivido com uma amizade verdadeira, dará seus frutos. Os «povos», aos quais somos enviados, não são apenas os outros Países do mundo, mas também os diversos âmbitos de vida: as famílias, os bairros, os ambientes de estudo ou de trabalho, os grupos de amigos e os locais de lazer. O jubiloso anúncio do Evangelho se destina a todos os âmbitos da nossa vida, sem exceção.
Gostaria de destacar dois campos, nos quais deve fazer-se ainda mais solícito o vosso empenho missionário. O primeiro é o das comunicações sociais, em particular o mundo da internet. Como tive já oportunidade de dizer-vos, queridos jovens, «senti-vos comprometidos a introduzir na cultura deste novo ambiente comunicador e informativo os valores sobre os quais assenta a vossa vida! [...] A vós, jovens, que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação, compete de modo particular a tarefa da evangelização deste “continente digital”» (Mensagem para o XLIII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24 de maio de 2009). Aprendei, portanto, a usar com sabedoria este meio, levando em conta também os perigos que ele traz consigo, particularmente o risco da dependência, de confundir o mundo real com o virtual, de substituir o encontro e o diálogo direto com as pessoas por contatos na rede.
O segundo campo é o da mobilidade. Hoje são sempre mais numerosos os jovens que viajam, seja por motivos de estudo ou de trabalho, seja por diversão. Mas penso também em todos os movimentos migratórios, que levam milhões de pessoas, frequentemente jovens, a se transferir e mudar de Região ou País, por razões econômicas ou sociais. Também estes fenômenos podem se tornar ocasiões providenciais para a difusão do Evangelho. Queridos jovens, não tenhais medo de testemunhar a vossa fé também nesses contextos: para aqueles com quem vos deparareis, é um dom precioso a comunicação da alegria do encontro com Cristo.
5. Fazei discípulos!
Penso que já várias vezes experimentastes a dificuldade de envolver os jovens da vossa idade na experiência da fé. Frequentemente tereis constatado que em muitos deles, especialmente em certas fases do caminho da vida, existe o desejo de conhecer a Cristo e viver os valores do Evangelho, mas tal desejo é acompanhado pela sensação de ser inadequados e incapazes. Que fazer? Em primeiro lugar, a vossa solicitude e a simplicidade do vosso testemunho serão um canal através do qual Deus poderá tocar seu coração. O anúncio de Cristo não passa somente através das palavras, mas deve envolver toda a vida e traduzir-se em gestos de amor. A ação de evangelizar nasce do amor que Cristo infundiu em nós; por isso, o nosso amor deve conformar-se sempre mais ao d’Ele. Como o bom Samaritano, devemos manter-nos solidários com quem encontramos, sabendo escutar, compreender e ajudar, para conduzir, quem procura a verdade e o sentido da vida, à casa de Deus que é a Igreja, onde há esperança e salvação (cf. Lc 10,29-37). Queridos amigos, nunca esqueçais que o primeiro ato de amor que podeis fazer ao próximo é partilhar a fonte da nossa esperança: quem não dá Deus, dá muito pouco. Aos seus apóstolos, Jesus ordena: «Fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei» (Mt 28,19-20). Os meios que temos para «fazer discípulos» são principalmente o Batismo e a catequese. Isto significa que devemos conduzir as pessoas que estamos evangelizando ao encontro com Cristo vivo, particularmente na sua Palavra e nos Sacramentos: assim poderão crer n’Ele, conhecerão a Deus e viverão da sua graça. Gostaria que cada um de vós se perguntasse: Alguma vez tive a coragem de propor o Batismo a jovens que ainda não o receberam? Convidei alguém a seguir um caminho de descoberta da fé cristã? Queridos amigos, não tenhais medo de propor aos jovens da vossa idade o encontro com Cristo. Invocai o Espírito Santo: Ele vos guiará para entrardes sempre mais no conhecimento e no amor de Cristo, e vos tornará criativos na transmissão do Evangelho.
6. Firmes na fé
Diante das dificuldades na missão de evangelizar, às vezes sereis tentados a dizer como o profeta Jeremias: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, sou muito novo». Mas, também a vós, Deus responde: «Não digas que és muito novo; a todos a quem eu te enviar, irás» (Jr 1,6-7). Quando vos sentirdes inadequados, incapazes e frágeis para anunciar e testemunhar a fé, não tenhais medo. A evangelização não é uma iniciativa nossa nem depende primariamente dos nossos talentos, mas é uma resposta confiante e obediente à chamada de Deus, e portanto não se baseia sobre a nossaforça, mas na d’Ele. Isso mesmo experimentou o apóstolo Paulo: «Trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós» (2 Cor 4,7).
Por isso convido-vos a enraizar-vos na oração e nos sacramentos. A evangelização autêntica nasce sempre da oração e é sustentada por esta: para poder falar de Deus, devemos primeiro falar com Deus. E, na oração, confiamos ao Senhor as pessoas às quais somos enviados, suplicando-Lhe que toque o seu coração; pedimos ao Espírito Santo que nos torne seus instrumentos para a salvação dessas pessoas; pedimos a Cristo que coloque as palavras nos nossos lábios e faça de nós sinais do seu amor. E, de modo mais geral, rezamos pela missão de toda a Igreja, de acordo com a ordem explícita de Jesus: «Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!» (Mt 9,38). Sabei encontrar na Eucaristia a fonte da vossa vida de fé e do vosso testemunho cristão, participando com fidelidade na Missa ao domingo e sempre que possível também durante a semana. Recorrei frequentemente ao sacramento da Reconciliação: é um encontro precioso com a misericórdia de Deus que nos acolhe, perdoa e renova os nossos corações na caridade. E, se ainda não o recebestes, não hesiteis em receber o sacramento da Confirmação ou Crisma preparando-vos com cuidado e solicitude. Junto com a Eucaristia, esse é o sacramento da missão, porque nos dá a força e o amor do Espírito Santo para professar sem medo a fé. Encorajo-vos ainda à prática da adoração eucarística: permanecer à escuta e em diálogo com Jesus presente no Santíssimo Sacramento, torna-se ponto de partida para um renovado impulso missionário.
Se seguirdes este caminho, o próprio Cristo vos dará a capacidade de ser plenamente fiéis à sua Palavra e de testemunhá-Lo com lealdade e coragem. Algumas vezes sereis chamados a dar provas de perseverança, particularmente quando a Palavra de Deus suscitar reservas ou oposições. Em certas regiões do mundo, alguns de vós sofrem por não poder testemunhar publicamente a fé em Cristo, por falta de liberdade religiosa. E há quem já tenha pagado com a vida o preço da própria pertença à Igreja. Encorajo-vos a permanecer firmes na fé, certos de que Cristo está ao vosso lado em todas as provas. Ele vos repete: «Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus» (Mt 5,11-12).
7. Com toda a Igreja
Queridos jovens, para permanecer firmes na confissão da fé cristã nos vários lugares onde sois enviados, precisais da Igreja. Ninguém pode ser testemunha do Evangelho sozinho. Jesus enviou em missão os seus discípulos juntos: o mandato «fazei discípulos» é formulado no plural. Assim, é sempre como membros da comunidade cristã que prestamos o nosso testemunho, e a nossa missão torna-se fecunda pela comunhão que vivemos na Igreja: seremos reconhecidos como discípulos de Cristo pela unidade e o amor que tivermos uns com os outros (cf. Jo 13,35). Agradeço ao Senhor pela preciosa obra de evangelização que realizam as nossas comunidades cristãs, as nossas paróquias, os nossos movimentos eclesiais. Os frutos desta evangelização pertencem a toda a Igreja: «um é o que semeia e outro o que colhe», dizia Jesus (Jo 4,37).
A propósito, não posso deixar de dar graças pelo grande dom dos missionários, que dedicam toda a sua vida ao anúncio do Evangelho até os confins da terra. Do mesmo modo bendigo o Senhor pelos sacerdotes e os consagrados, que ofertam inteiramente as suas vidas para que Jesus Cristo seja anunciado e amado. Desejo aqui encorajar os jovens chamados por Deus a alguma dessas vocações, para que se comprometam com entusiasmo: «Há mais alegria em dar do que em receber!» (At 20,35). Àqueles que deixam tudo para segui-Lo, Jesus prometeu o cêntuplo e a vida eterna (cf. Mt 19,29).
Dou graças também por todos os fiéis leigos que se empenham por viver o seu dia-a-dia como missão, nos diversos lugares onde se encontram, tanto em família como no trabalho, para que Cristo seja amado e cresça o Reino de Deus. Penso particularmente em quantos atuam no campo da educação, da saúde, do mundo empresarial, da política e da economia, e em tantos outros âmbitos do apostolado dos leigos. Cristo precisa do vosso empenho e do vosso testemunho. Que nada – nem as dificuldades, nem as incompreensões – vos faça renunciar a levar o Evangelho de Cristo aos lugares onde vos encontrais: cada um de vós é precioso no grande mosaico da evangelização!
8. «Aqui estou, Senhor!»
Em suma, queridos jovens, queria vos convidar a escutar no íntimo de vós mesmos a chamada de Jesus para anunciar o seu Evangelho. Como mostra a grande estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o seu coração está aberto para amar a todos sem distinção, e seus braços estendidos para alcançar a cada um. Sede vós o coração e os braços de Jesus. Ide testemunhar o seu amor, sede os novos missionários animados pelo seu amor e acolhimento. Segui o exemplo dos grandes missionários da Igreja, como São Francisco Xavier e muitos outros.
No final da Jornada Mundial da Juventude em Madri , dei a bênção a alguns jovens de diferentes continentes que partiam em missão. Representavam a multidão de jovens que, fazendo eco às palavras do profeta Isaías, diziam ao Senhor: «Aqui estou! Envia-me» (Is 6,8). A Igreja tem confiança em vós e vos está profundamente grata pela alegria e o dinamismo que trazeis: usai os vossos talentos generosamente ao serviço do anúncio do Evangelho. Sabemos que o Espírito Santo se dá a quantos, com humildade de coração, se tornam disponíveis para tal anúncio. E não tenhais medo! Jesus, Salvador do mundo, está conosco todos os dias, até o fim dos tempos (cf. Mt28,20).
Dirigido aos jovens de toda a terra, este apelo assume uma importância particular para vós, queridos jovens da América Latina. De fato, na V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em Aparecida, no ano de 2007, os bispos lançaram uma «missão continental». E os jovens, que constituem a maioria da população naquele continente, representam uma força importante e preciosa para a Igreja e para a sociedade. Por isso sede vós os primeiros missionários. Agora que a Jornada Mundial da Juventude retorna à América Latina, exorto todos os jovens do continente: transmiti aos vossos coetâneos do mundo inteiro o entusiasmo da vossa fé.
A Virgem Maria, Estrela da Nova Evangelização, também invocada sob os títulos de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Guadalupe, acompanhe cada um de vós em vossa missão de testemunhas do amor de Deus. A todos, com especial carinho, concedo a minha Bênção Apostólica.
Vaticano, 18 de outubro de 2012.
BENEDICTUS PP XVI

Fonte: Via http://www.comshalom.org

Movimento pró-Israel condena governador do PT



Movimento pró-Israel condena governador do PTMovimento pró-Israel condena governador do PT
Enquanto Israel e os palestinos travam outro acirrado combate e cresce a expectativa de guerra declarada na região, em Porto Alegre outra “guerra” acontece no campo das ideias.
Desde que anunciou a realização do Fórum Social Mundial Palestina Livre, o governo do Estado dório Grande do Sul vem sendo criticado pelos movimentos pró-Israel e, por outro, apoiado por vários movimentos políticos de esquerda, que pedem o reconhecimento da Palestina como um Estado independente e a divisão de Jerusalém em duas, servindo de capital dos dois países.
Mas representantes da comunidade judaica do Rio Grande do Sul estão pressionando autoridades do governo do Estado, da prefeitura de Porto Alegre e da Assembleia Legislativa para não cederem espaços públicos nem dar nenhum outro tipo de suporte a realização do encontro.
Tarso Genro (PT) divulgou nota oficial do Executivo sobre o evento.  Nela, o governador assegurou que “eventuais posições que possam ser manifestadas neste evento só serão apoiados pelo governo do Rio Grande do Sul se estiverem norteadas pela posição do governo brasileiro sobre o conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio”.
Para ele, “o apoio ao evento foi aprovado por se tratar de uma atividade vinculada ao Fórum Social Mundial, sem compromisso com as posições políticas que ali serão sustentadas pelos diversos integrantes do fórum”.
A proposta mais polêmica é o “Reconhecimento do direito do povo palestino de estruturar seu Estado soberano e reconhecimento do direito à existência do Estado de Israel”, questão que divide as Nações Unidas há mais de 50 anos.
Humberto Carvalho, coordenador do Comitê Gaúcho de Solidariedade à Luta do Povo palestino, defende a realização do Fórum e explica “Temos uma grande colônia palestina em nosso Estado que em muito contribui para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e um Poder do Estado não deveria se posicionar contra os interesses gerais desses cidadãos”.  Ele acrescenta ainda que  as tentativas de cancelar o evento “não é só lamentável, mas um deplorável esse gesto… porque fere princípios humanitários agasalhados na consciência universal e também na dos gaúchos”.
Insatisfeitos, grupos religiosos judeus e cristãos convocaram uma caminhada pacífica em prol da paz no Oriente Médio, em apoio ao Estado de Israel e contra a realização do “Fórum Social Mundial Palestina Livre”. Ela ocorrerá dia 25 de novembro em Porto Alegre. Partindo do Monumento ao Expedicionário no Parque Farroupilha, irá até o Palácio Piratini, se de governo estadual. As pessoas que participarem são convidadas a usar branco ou azul, cores da bandeira de Israel.
Um dos argumentos mais usados pelos críticos é que o Fórum conta com o apoio do Governador do PT e com a utilização de verba pública, “ferindo os direitos constitucionais de todos os cidadãos, promovendo a discórdia, num momento difícil em que o grupo terrorista palestino Hamas, enfrenta severamente, com bombardeios diários o Estado de Israel”.
Nas redes sociais o assunto tem gerado acalorados debates, sendo que o governador é chamado de antissemita, apesar de Tarso ter origem judaica, pois sua mãe era judia. Muitos já pedem o impeachment do governador e ex-Ministro da Justiça por estar indo contra as leis soberanas do país.
O colunista da Veja, Reinaldo Azevedo se manifestou sobre o encontro “O senhor Tarso Genro, ao financiar o fórum anti-Israel, está desrespeitando a Constituição da República Federativa do Brasil. E deveria ser levado à barra dos tribunais por isso”.

Atores de peça com Jesus gay são julgados por blasfêmia



Atores de peça com Jesus gay são julgados por blasfêmiaAtores de peça com Jesus gay são julgados por blasfêmia
A peça teatral “Corpus Christi”, escrita por Terrence McNally foi lançada em 1998 em Nova York. Ela mostra Jesus e os apóstolos como homossexuais moradores do Texas na década de 1950. Não há cenas de relações sexuais explícitas, mas os diálogos deixam claro que há uma relação homossexual sendo retratada.
Desde o início ela causou controvérsia e houve, inclusive, uma campanha de boicote a um filme que seria feito com o mesmo roteiro. Ela já foi encenada em alguns países, mas sempre cercada de polêmicas e protestos.
Quando a peça chegou à Grécia, cristãos ultraortodoxos realizaram diversos protestos. As manifestações foram bastante violentas e aconteceram na frente do teatro onde seria encenada.
Representando o parlamento grego estavam alguns deputados do partido que usaram sua influência para impedir que as portas do teatro se abrissem.
Após três semanas de constantes pressões de religiosos e alguns casos de agressões ao público diante do teatro, a exibição foi suspensa.  Mas o caso teve repercussões. Os atores e produtores da peça agora serão julgados por “blasfêmia” e podem ser condenados a dois anos de prisão.
A Justiça aceitou a denúncia de um bispo contra a companhia teatral dirigida pelo diretor greco-albanês Laertis Vasiliu. Durante entrevistas recentes, Vasiliu negou as acusações de “insulto à religião” e “blasfêmia mal-intencionada”.
“O que eu vejo é que aqui há gente que roubou e não estão na prisão enquanto a procuradoria se volta contra a arte”, protestou. Ao mesmo tempo, boa parte da imprensa grega chamaram a atenção para o fato de  as autoridades não terem investigado as agressões sofridas pelos espectadores da peça.
A Grécia ainda é um Estado confessional, onde a Igreja Ortodoxa tem um papel proeminente. Está prevista na Constituição e no Código Penal do país a pena de até dois anos de prisão por “qualquer ofensa mal-intencionada a Deus” e “qualquer ofensa à Igreja Ortodoxa de Cristo ou outra religião tolerada” no país. Com informações Terra e Charisma News.

Procurador é ameaçado após pedido para retirar “Deus seja louvado” do real



Procurador é ameaçado após pedido para retirar “Deus seja louvado” do realProcurador é ameaçado após pedido para retirar “Deus seja louvado” do real
Em entrevista ao portal Terra o procurador Jefferson Aparecido Dias afirma que tem sido ameaçado por cristãos que não concordam com o pedido que ele fez para que o Banco Central deixe de emitir notas com a frase “Deus seja louvado”.
Através de e-mails o diretor da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), que se declara católico, vem recebendo ameaças de morte. “Eu estou sendo ameaçado por causa dessa ação, por cristãos. Recebi alguns emails com ameaças, em nome de Deus”, diz.
“Acho um pouco de hipocrisia do religioso que usa um discurso, mas não usa uma prática condizente. Eu tenho uma religiosidade, a minha, mas acho que o Estado não pode ter religiosidade. Cada cidadão tem direito de optar pela sua”.
Nessa entrevista Jefferson Dias comenta que o pedido foi feito por ateu e ele como diretor do PRDC precisa investigar todos os casos que lhe são repassados e a partir daí tomar as devidas providências.
A pessoa entrou com ação dizendo que a frase “Deus seja louvado” afetava sua liberdade religiosa, como explica o procurador que assumiu o caso: “Ela relata que se sentia afetada na sua liberdade religiosa pelo fato dela não crer em Deus e ter que conviver com a manifestação estatal de predileção por uma religião.”
Apesar das críticas que ele tem recebido até mesmo do presidente do Senado, José Sarney, que solicitou a inclusão da frase na nota em 1986 quando era presidente da República, Jefferson Dias tem recebido muitos elogios pela iniciativa e enaltece outros trabalhos da PRDC para responder a frase do ex-presidente que disse que a ação “era falta do que fazer”.
“Nós conseguimos obrigar o governo federal a fornecer remédios para o AVC (acidente vascular cerebral), em abril desse ano. Temos uma ação contra a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para que ela obrigue as empresas aéreas a transportar cadeiras de rodas sem custo, porque ela cobra”, cita o procurador.

Conferência Episcopal do Paraguai condena maçonaria e seitas


17.11.2012 - Assunção (RV) – A Conferência Episcopal Paraguaia (CEP) criticou nesta sexta-feira as lojas maçônicas do país e advertiu sobre o perigo que as seitas representam para o trabalho da Igreja Católica.
Em coletiva de imprensa na conclusão da Assembleia Plenária do Episcopado, o Presidente da Conferência, Dom Claudio Giménez Medina, leu uma carta pastoral elaborada no encontro em que assinala a maçonaria e as seitas como “obstáculos externos” à atividade de evangelização.
“A maçonaria não reconhece a divindade de Jesus Cristo, oferece enganosamente um atrativo de filosofia mesclada com uma filantropia que contradiz a fé cristã” – diz o bispo de Caacupé.
Existem no Paraguai várias lojas maçônicas. As mais conhecidas são a “Gran Loja Simbólica do Paraguai” e a “Loja Pitágoras Número 17”. Estes dois grupos foram duramente criticados por representantes da Igreja Católica, depois da recente inauguração, na periferia da capital, de um monumento com o símbolo característico da maçonaria, um compasso e um esquadro.
A CEP também alertou, em sua carta pastoral, sobre as seitas, que segundo os bispos, aumentam cada vez mais e “são um perigo” para a fé católica: “Alguns pais católicos enviam seus filhos a escolas de Igrejas separadas ou de seitas, expondo-os à perda da fé católica”, opinam os bispos, exortando os fiéis a participarem ativamente de sua comunidade católica e não das seitas.
Outro tema da Plenária foi o reduzido número de seminaristas no Paraguai: “a falta de sacerdotes é alarmante, pois não cobre as necessidades do país” [ndr: destoa deste cenário a diocese de Ciudad del Este, onde há justamente um ensino mais tradicional]. Também se constatou a diminuição de pessoas nas missas, embora tenha aumentado a porcentagem de jovens.
Fonte:http://fratresinunum.com via http://www.rainhamaria.com.br
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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Professor obrigou alunos a tratar candomblé como “cultura”, mas 13 alunos evangélicos resistiram à imposição.


Julio Severo

Um grupo de 13 alunos evangélicos do ensino médio da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima em Manaus (AM) iniciou, na semana passada, protesto depois de serem obrigados a fazer um trabalho defendendo as contribuições do candomblé para a sociedade brasileira.
O professor havia exigido que toda a classe escrevesse sobre o candomblé, mas ao se sentirem agredidos pela imposição, os estudantes evangélicos optaram por uma alternativa.
“Exijo de vocês um trabalho sobre candomblé como ‘cultura’!”
Com a orientação de seus pais, eles fizeram um trabalho muito inteligente sobre as missões evangélicas na África, mas a escola se recusou a aceitar. Por causa da intolerância das autoridades escolares, os alunos acamparam na frente da escola, protestando contra a atitude de forçá-los a aceitar uma cultura religiosa que viola seus valores e liberdade religiosa.
Os alunos aproveitaram e também protestaram contra a atitude dos professores de obrigá-los a usar livros que mencionam favoravelmente o homossexualismo.
Uma das alunas desabafou: “O que tem de errado no projeto são as outras religiões, principalmente o candomblé e o espiritismo, e o homossexualismo, que está nas obras literárias. Nós fizemos um projeto baseado na Bíblia”.
Ao tomar conhecimento do caso, a mídia esquerdista colocou as autoridades escolares na posição de heróis e os alunos, que são adolescentes, na posição de criaturas que precisam passar por um processo de “desinfecção” de preconceitos.
Aproveitando a hostilidade da mídia esquerdista contra a liberdade religiosa dos alunos, representantes do Fórum Especial de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do Amazonas (FELGBTA), da secção do Amazonas da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público do Amazonas foram à escola para defender publicamente a obrigação dos alunos evangélicos obedeceram à ordem do professor.
Para a lésbica Rosaly Pinheiro, do FELGBTA, o problema dos alunos evangélicos é na realidade racismo e intolerância à “diversidade” — termo que abrange praticantes do homossexualismo. “Nós temos dados de que 39% dos professores e alunos das escolas são homofóbicos”, disse a lésbica. Essa foi uma mentira descarada. De acordo compesquisa de um instituto ligado ao PT, 99% da população brasileira demonstram aversão ao homossexualismo.
Para a representante do Ministério Público, Carmem Arruda, a situação também deve ser encarada como uma oportunidade para criar políticas de diversidade, de modo que os alunos vejam com naturalidade o candomblé, a homossexualidade e outras práticas consideradas ofensivas por crianças cristãs nas escolas.
Com a pressão dos grupos gays, do Ministério Público e da mídia esquerdista, a Secretaria de Educação do Estado, na pessoa de Edson Melo, disse na segunda-feira, 12 de novembro, que os alunos evangélicos não “podem passar uma borracha da história brasileira, e a cultural afro-brasileira está inclusa nela”. Ele reforçou que eles terão de apresentar um trabalho defendendo o candomblé como cultura, sob pena de tirarem zero.
Melo afirmou que desde 2003 existe a lei 10.635, que trata da obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas escolas. “Essa lei existe e é aplicada em todas as escolas brasileiras”, afirmou ele.
Os 13 alunos, se sentindo desamparados, prometeram encaminhar à Presidência da República um ato de repúdio, revelando que sofreram bullying de grupos gays, da direção da escola e das autoridades, e que estão tirando a liberdade religiosa deles só por serem evangélicos.
Pobres adolescentes! Não sei se adiantaria entrarem em contato com Dilma Rousseff, que aproveitaria para recomendar maiores políticas de “diversidade cultural” nas escolas, o que basicamente significa que todos devem acolher com carinho o candomblé e o homossexualismo.
Não há nenhuma autoridade evangélica em Manaus para ajudar esses adolescentes contra o bullying e intolerância que estão sofrendo?
Esse caso é simplesmente absurdo. O professor impõe um trabalho sobre candomblé, e a mídia esquerdista trata como intolerantes os adolescentes evangélicos.
Meses atrás, uma professora evangélica foi quase linchada pela mídia esquerdista e pela Secretaria de Educação de São Paulo, porque a educadora fazia uma reflexão voluntária sobre a Bíblia em suas aulas, sem forçar nada em ninguém. Mas nesse caso, a mídia disse que a intolerante ela era.
Seguindo a insanidade da mídia, será que se a professora forçasse todos os alunos a fazerem trabalhos sobre a Bíblia e sobre Cristo, as autoridades e jornalistas acusariam os alunos de intolerantes se protestassem contra a imposição?
A professora evangélica não impôs nada, e foi ameaçada, punida, difamada e quase fuzilada como intolerante. Mas quando um professor de Manaus OBRIGA alunos evangélicos a defender o candomblé em trabalho escolar, o intolerante não é o exigente, mas os adolescentes, que são covardemente sobrecarregados de ameaças.
Pobres adolescentes! Se fossem filhos de adeptos do candomblé e recusassem fazer trabalhos sobre a esmagadora herança cristã do Brasil, a imprensa esquerdista inteira sairia em defesa da liberdade religiosa delas. Mas como esses adolescentes são evangélicos, a ditadura esquerdista é implacável: submissão ou bullying.
Precisamos denunciar o bullying que esses adolescentes estão sofrendo do professor, grupos gays e Ministério Público. Se não aprendermos a defender nossos direitos desses brutamontes politicamente corretos, a opressão vai piorar sobre os nossos filhos.
Precisamos defender a liberdade de expressão e religião desses adolescentes evangélicos, pois se não o fizermos, a Globo, a Record, o governo do PT, os grupos gays e os grupos de candomblé não o farão.
Apelo, pois, para que todo o povo de Manaus socorra esse grupo de 13 alunos, que agiu certo. Se ninguém ajudá-los, a mídia, a Secretaria de Educação, grupos gays e o Ministério Público obrigarão os alunos a escrever sobre as contribuições do candomblé para a sociedade brasileira.
Nesse caso, eu falaria a verdade. O candomblé — que de acordo com os ensinos da Bíblia se enquadra na categoria de bruxaria — realmente fez grande contribuições. O problema é que nenhuma delas foi positiva e boa. Será que os alunos terão liberdade de falar a verdade?
Na prova, não havia alternativa. As respostas tinham de vir de acordo com a teoria de Darwin, e responder de acordo com essas mentiras violaria minha consciência. Tirei zero, assim como eu tiraria zero se tivesse de responder a insanas perguntas na Alemanha nazista ou União Soviética, que impunham absurdos sobre as crianças nas escolas.
Feliz é o aluno que não se submete às insanidades do Estado na escola.
Parabéns aos 13 alunos da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima em Manaus!
Com informações de A Crítica e D24AM.

Série de TV “Os Borgia” se apóia em lenda negra, esclarece perita do Vaticano.


Vaticano, 13 Nov. 12 / 11:32 am (ACI/EWTN Noticias).- Barbara Fralle, oficial do Arquivo Secreto do Vaticano e perita nos documentos originais do Papa Alejandro VI, assegura que tudo o que mostra a série de televisão Os Borgia sobre sexo, corrupção, e violência se apóia em lendas negras sem fundamento da realidade histórica.

Em uma entrevista concedida ao grupo ACI no dia 6 de novembro, Fralle explicou que há muitas lendas negras sobre o Papa Alejandro VI, e considerou que este polêmico personagem foi pivotal na defesa da dignidade dos indígenas quando Colombo descobriu as Américas e foi mecenas de grande parte do legado artístico do Renascimento que possui hoje a Itália.

A perita nos documentos custodiados no arquivo e na biblioteca apostólica do Vaticano sobre  a dinastia dos Borgia, explicou que a figura de Alejandro VI foi tergiversada pela lenda negra, escura, tenebrosa, que tem sua base em uma pequena parte de verdade, porque seus personagens e o contexto histórico que os rodeia se prestam, efetivamente, ao romance.

Ao referir-se à série de televisão, indicou que “quem escreve estas ficções condimenta a verdade com uma dose abundante de intrigas escandalosas, de amor, e adultério, para dar este gosto picante que atrai o público. Mas é necessário recordar que se trata de ficção”.

A série Os Borgia do Tom Fontana conseguiu uma alta sintonia em 85 países do mundo, tem milhões de visitas em Internet e anunciou sua terceira temporada para o ano 2013.

A série apresenta uma época de corrupção e depravação em que Rodrigo Borgia –o Papa Alejandro VI-, exerce de intermediário entre os conflitos dos reinos e os impérios do mundo.

Fralle assinala que como em todos os casos de obras cinematográficas “há algo de verdade, e muita lenda. Mas por outro lado, se a história fosse apresentada no cinema ou na televisão com suas conotações reais, isto não atrairia tantas pessoas”.

Nnaquele tempo “Roma era uma cidade corrupta, quer dizer, cheia de costumes imorais, e delitos de estado…Estamos nos anos que precedem o sisma de Lutero, que precisamente nasce como uma reação aos costumes morais da Igreja católica, mas não era apenas a Igreja Católica que estava corrompida, mas havia um estilo de vida absolutamente libertino e lascivo na sociedade”.

 “A má sorte de Alejandro VI se deve aos delitos de seu filho Cesar Borgia, que foi um personagem realmente tenebroso de uma ambição desmesurada, chegando ao ponto de matar seu irmão Juan por pura inveja”, recordou a perita.

Fralle indicou que no Arquivo Segredo Vaticano se conserva ainda a Bula chamada Inter Caetera, de Alejandro VI, pela qual foi consagrado que os habitantes da América deveriam ser tratados como filhos de Deus, e que o território pertencia à Coroa Espanhola.

Segundo estas indicações “foi a própria Isabel de Castilla, quem escreveu dando ordens muito exatas a Colombo e a outros sobre o fato de que estes indígenas, não deviam ser explorados. Deviam ser empregados nos trabalhos, por exemplo do campo, mas em troca de uma recompensa justa”.

“Portanto, tanto na mente do Papa, como da Rainha da Espanha, nunca esteve a idéia da escravidão”, afirmou a historiadora.

A escravidão “foi também usada por outros estados, como os portugueses ou os franceses, que em suas colônias, permitiram o tráfico de escravos e todos os horrores que conhecemos, mas em nossa documentação, está demonstrado que a Rainha de Castilla pensava em uma colônia habitada por súditos que trabalhassem em troca de uma recompensa e de um salário”, concluiu.

Em declarações ao grupo ACI, Mario Dal Bello, outro perito na história dafamília Borgia, e autor do livro “Os Borgia: A lenda negra”, explicou que Alejandro VI também foi quem instaurou “o ritual da Porta Santa”, que marca o início do Ano Santo, que é a cerimônia pela qual, os católicos dão começo a um ano jubilar, como visto recentemente no grande Jubileu do Ano 2000.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vaticano promete “guerra ao casamento gay”


Vaticano promete “guerra ao casamento gay”Vaticano promete “guerra ao casamento gay”
O jornal L’Osservatore Romano, principal publicação do Vaticano, publicou como matéria de capa os esforços que serão adotados pela Santa Sé para lutar, mesmo que sozinha, contra as iniciativas de conceder o reconhecimento legal de casais do mesmo sexo.
O ensinamento católico é que os homossexuais devem ser respeitados e tratados com dignidade, mas que seus atos são “intrinsecamente desordenados”. “Pode-se dizer que a igreja, pelo menos nesta frente de batalha, foi derrotada”, diz o L’Osservatore.
Em um comunicado paralelo, feito pelo porta-voz do Papa, à Rádio Vaticano, Federico Lombardi perguntou sarcasticamente por que os defensores do casamento entre homossexuais não pedem também o reconhecimento legal de casais poligâmicos. “Fica claro que, nos países ocidentais, existe uma tendência disseminada de modificar a visão histórica do casamento entre um homem e uma mulher. Ou mesmo de renunciar a ela, eliminando seu reconhecimento legal específico e privilegiado na comparação com outras formas de união”, disse o padre Lombardi.
O editorial de Lombardi na Rádio oficial da ICAR, transmitida para o mundo todo em cerca de 30 línguas, classificou as decisões como “míopes”, afirmando que “essa lógica não pode ter uma percepção de longo prazo visando o bem comum”.
As palavras de Lombardi tem muita força, considerando que além de porta-voz do Vaticano, é diretor da Rádio Vaticano e da Televisão do Vaticano. Ele afirmou ainda ser de “conhecimento público” que o “casamento monogâmico entre homem e mulher é uma conquista da civilização”.
A forte reação dos católicos é resultado das “conquistas” do movimento em diferentes partes do mundo. Três estados dos EUA aprovaram o casamento homossexual em referendos realizados junto com a eleição presidencial. Reeleito, Barack Obama já se disse favorável a esse reconhecimento que em breve deve ser legalizado em outros Estados americanos. Embora tenha parabenizado Obama pela reeleição, o Papa Bento XVI disse estar rezando para que os ideais de liberdade e justiça continuem a ser acolhidos no mundo.
Na mesma semana, a Espanha manteve a lei do casamento gay, e a França avançou com a legislação que promete legalizar o casamento gay no início do próximo ano. Contudo, no ambiente europeu cada vez mais liberal, não houve manifestações contrárias de vulto.
A reação da mídia do Vaticano deve ter repercussões imediatas dentro da Igreja Católica Romana. Ao que parece, a fortes reações indicam que seus líderes, prometeram “nunca parar de lutar contra as tentativas de “eliminar” o casamento heterossexual.
A Mídia do Vaticano insiste ainda que os católicos devem se esforçar nessa “luta corajosa para defender a doutrina da Igreja em face de ideologias politicamente corretas que tentam invadir todas as culturas do mundo”. “A Igreja é chamada a apresentar-se como o crítico solitário da modernidade”, disse Lombardi, ao enfatizar que os governos deveriam respeitar os valores essenciais defendidos pelo Vaticano, isso inclui a liberdade religiosa e a oposição ao aborto, eutanásia e outras questões classificadas como “pró-vida”. Traduzido do jornal The Australian.

Bento XVI: Os idosos são riqueza para a sociedade e escola de vida para os jovens.


O Papa cumprimenta Enrichetta Vitali na casa
Vaticano, 12 Nov. 12 / 01:42 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIassinalou hoje que é belo ser idoso e portanto em seus rostos não deve estar nunca a tristeza, já que são uma riqueza para a sociedade e uma escola devida para as jovens gerações.

Em seu discurso aos hóspedes e voluntários da casa "Viva os idosos" dirigida pela comunidade de Santo Egidio em Roma, o Santo Padre ressaltou que "os idosos são um valor para a sociedade, sobre tudo para os jovens".

"Não pode haver verdadeiro crescimento humano e educação sem um contato fecundo com os idosos, porque sua própria existência é como um livro aberto no qual as jovens gerações podem encontrar preciosas orientações para o caminho da vida".

" Queridos amigos, na nossa idade fazermos a própria experiência da necessidade de ajuda dos outros; e isto vem também para o Papa. No Evangelho lemos que Jesus disse ao apóstolo Pedro: “Quando eras mais moço, cingias-te e andavas aonde querias. Mas, quando fordes velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres”. O Senhor se referia ao modo com o qual o Apóstolo tinha testemunhado a sua fé até o martírio, mas esta frase nos faz refletir sobre o fato de que a necessidade de ajuda é uma condição do ancião”, disse o Papa durante sua visita.

“Gostaria de convidá-los a ver também nisso um dom do Senhor, porque é uma graça ser apoiado e acompanhado, sentir o afeto dos outros! Isto é importante em cada fase da vida: ninguém pode viver sozinho e sem ajuda; o ser humano é relacional. E nesta casa vejo, com prazer, que quantos ajudam e quantos são ajudados formam uma única família, que tem como seiva vital o amor".
O Santo Padre disse ainda aos presentes: “venho entre os senhores como Bispo de Roma, mas também como ancião em visita aos seus pares. Conheço bem as dificuldades, os problemas e os limites desta idade, e sei que estas dificuldades, para muitos, são agravadas pela crise econômica. Por vezes, a uma certa idade, acontece de voltar-se ao passado, lamentando quando se era jovem, apreciava-se uma energia nova, fazia-se projetos para o futuro. Assim o olhar, às vezes, é velado com tristeza, considerando esta fase da vida como o tempo do por do sol.

“Esta manhã, dirigindo-me idealmente a todos os anciãos, embora na consciência das dificuldades que a nossa idade comporta, gostaria de dizer-vos com profunda convicção: é belo ser idoso! Cada idade precisa saber descobrir a presença e a benção do Senhor e as riquezas que essa contém. Não precisa nunca aprisionar-se na tristeza! Recebemos o dom de uma vida longa. Viver é belo também na nossa idade, apesar de alguma “doença” ou de alguma limitação. Na nossa face há sempre a alegria de sentir-nos amados por Deus, nunca a tristeza”, assinalou.

Na Bíblia, continuou o Pontífice, "a longevidade é considerada uma benção de Deus; hoje esta benção se espalhou e deve ser vista como um dom para apreciar e valorizar. No entanto, a sociedade muitas vezes, dominada pela lógica da eficiência e do lucro, não o acolhe como tal; de fato, muitas vezes o rejeita, considerando os idosos como não produtivos, inúteis. Tantas vezes se sente o sofrimento de quem é marginalizado, vive longe da própria casa ou está na solidão”

“Penso que se deveria operar com maior empenho, iniciando pela família e pelas instituições públicas, para fazer com que os anciãos possam permanecer nas próprias casas. A sabedoria de vida da qual nós somos portadores é uma grande riqueza. A qualidade de uma sociedade, gostaria de dizer de uma civilização, é julgada também pelo modo como os idosos são tratados e pelo lugar reservado a eles no viver comum”.

“Quem abre espaço para os idosos abre espaço à vida! Quem acolhe os anciãos acolhe a vida!”, enfatizou.

Na parte final de seu discurso, Bento XVI recordou que " O exemplo do beatoJoão Paulo II foi e ainda é esclarecedor para todos. Não esqueçam que entre os recursos preciosos que vocês têm, tem aquele que é essencial da oração: tornar-se intercessores junto a Deus, rezando com fé e com constância. Rezem pela Igreja, também por mim, pelas necessidades do mundo, pelos pobres, para que no mundo não tenha mais violência. A oração dos idosos pode proteger o mundo, ajudando-o, talvez, de modo mais incisivo que a labuta de muitos”.

“Gostaria de confiar hoje à vossa oração o bem da Igreja e a paz do mundo. O Papa vos ama e conta com todos vocês! Sintam-se amados por Deus e saibam levar nesta nossa sociedade, muitas vezes tão individualista e tecnicista, um raio do amor de Deus. E Deus estará sempre com vocês e com quantos vos apoiam com o seu afeto e com a sua ajuda".

“Confio todos vós à materna intercessão da Virgem Maria, que acompanha sempre o nosso caminho com o seu amor materno, e de bom grado concedo a cada um a minha Benção Apostólica”, concluiu o Papa Ratzinger que em abril deste ano cumpriu 85 anos de idade e 7 como Sucessor de Pedro.

Liberdade de expressão de cristãos ameaçada na Europa.




A liberdade de expressão dos cristãos está em perigo em toda a Europa. É o que alertou nesta sexta-feira o Observatório da Intolerância e Discriminação contra os cristãos (OIDAC), durante a conferência internacional da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) que se realizada em Viena, sobre o tema da liberdade de reunião e de associação. 

Os relatórios do Observatório revelam que nos últimos seis anos, foram constatados mais de 800 casos na Europa em que a liberdade dos cristãos de expressar sua fé publicamente foi violada. “Muitos desses casos – explica o sociólogo Massimo Introvigne, chefe do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália, patrocinado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, -dizem respeito a proibições e a restrições impostas aos cristãos que desejam expressar publicamente a sua oposição ao casamento do mesmo sexo ou aborto”. 

“Em particular, é muito preocupante que muitos países estão criando o assim chamado “banning mille”, que seria uma milha quadrada ao redor dos hospitais ou clínicas onde os abortos são praticados, ou salas onde celebram casamento do mesmo sexo, onde é proibido qualquer protesto ou distribuição de folhetos críticos”.

“É claro – precisa Introvigne – que quando as autoridades proíbem o manifestações anti-aborto ou contra o casamento gay que usam violência ou ameaças contra as pessoas, simplesmente estão cumprindo com o seu papel”.
No entanto, cada vez mais vem sendo proibidas também manifestações pacíficas. E neste segundo caso, se trata de violação da liberdade dos cristãos em falar sobre assuntos que para eles é fundamental e não negociáveis “. 

O sociólogo conclui advertindo que também existe o risco de adotar dois pesos e duas medidas, e questiona: “Por que deveria haver uma “proibição milhas” em torno das clínicas onde se praticam abortos e não em áreas ao redor das igrejas cristãs, teatro de protestos muitas vezes vulgares e ofensivo? ” (JE)

Horror na Síria: cristãos sendo executados


soldadosperseguição
“Eles estão se sentindo muito fortalecidos depois do que viram no Egito, Líbia e Tunísia. Eles sentem que agora é a chance deles. Eles desprezam os cristãos que vivem na Síria e adorariam convertê-los ou matá-los.”


Relatos prov
enientes da Síria indicam que membros do Exército Sírio Livre começaram a executar cristãosenquanto estão afirmando que estão atirando em soldados sírios.
Um vídeo de um ataque em 1 de novembro em que rebeldes sírios vestidos de preto teriam matado 28 homens foi postado no YouTube. Uma reportagem da Agência France-Presse sobre o ataque identificou as vítimas como soldados sírios.
Mas William Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que duas das vítimas tinham ligações oficiais com sua organização na Síria. Sua organização distribui assistência.
As vítimas não eram soldados, disse ele, mas civis da mesma vizinhança, “de modo que todos os 28 homens eram provavelmente cristãos”.
Ele argumentou que até mesmo um rápido exame das fotos do ataque indica que as vítimas eram civis.
“Eles não estavam armados e nunca haviam sido combatentes”, disse Murray.
Um ativista de direitos humanos que trabalha na Síria cujo nome foi mantido em sigilo por razões de segurança disse que dois dos homens eram cristãos.
“Dois dos homens tenho certeza de que eram cristãos e foram primeiramente raptados de sua vizinhança, então levados para o campo e mortos a tiros”, disse o ativista.
Brigitte Gabriel, fundadora e presidente da organização Act for America, disse que todos sabem muito bem que os rebeldes sírios estão executando cristãos.
“Os sírios estão sem dúvida executando cristãos. Eles são notórios por aplicarem tortura tática em seus inimigos”, disse Brigitte.
“Os homens que estão se levantando contra Assad e estão sendo esmagados são todos da Irmandade Muçulmana, os quais Hafez Assad, pai de Assad, esmagou 30 anos atrás em Hama”, disse Brigitte.
Brigitte acrescentou que os rebeldes se sentem muito fortalecidos, o que só estimula seu ódio aos cristãos.
“Eles estão se sentindo muito fortalecidos depois do que viram no Egito, Líbia e Tunísia. Eles sentem que agora é a chance deles. Eles desprezam os cristãos que vivem na Síria e adorariam convertê-los ou matá-los”, disse Brigitte.
Murray disse que as próprias execuções provam que são os rebeldes que estão desencadeando as matanças.
“Quando toma prisioneiros, o Exército Sírio os fotograva e mostra as fotos”, disse Murray.
“As matanças ocorreram enquanto Ayman al-Zawahiri, líder da Al-Qaeda, disse numa mensagem de rádio para animar os combatentes al-Shabaab, filial na Somália, que os ataques contra as instalações dos EUA no Cairo e Benghazi eram “derrotas para os EUA”.
“Eles foram derrotados no Iraque e estão saindo do Afeganistão, e o embaixador deles em Benghazi foi morto e as bandeiras de suas embaixadas foram baixadas no Cairo e em Sana, e no lugar delas foram levantadas as bandeiras de tawhid (monoteísmo) e jihad”, o líder da Al-Qaeda disse, conforme reportagem de Thomas Joscelyn, jornalista e especialista em terrorismo.
Murray disse que se alguma evidência a mais da natureza equivocada da política fosse necessária, dá para achá-la na edição mais recente dos relatórios do Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (cuja sigla em inglês é MEMRI).
O MEMRI relata que os rebeldes sírios afirmam que a derrubada de Assad é só o primeiro passo. Os rebeldes querem impor a lei islâmica na Síria.
Murray disse que as intenções dos rebeldes são óbvias porque eles hasteiam a bandeira negra dos jihadistas.
“Os combatentes usam lenços negros com a inscrição da declaração islâmica de fé. Eles hasteiam a bandeira da jihad e da Al-Qaeda”, disse Murray.
“Se fosse uma genuína rebelião pela democracia, não haveria a intensa exibição de símbolos religiosos”, disse Murray.
Murray acrescentou que mais uma vez as evidências mostram que o governo dos EUA está sem vontade de encarar a realidade.
“Isso prova de novo que estamos combatendo uma entidade que realmente não compreendemos”, disse Murray.
Murray acrescentou que as execuções junto com a reportagem do MEMRI e a mensagem de al-Zawahiri apontam para o curso perigoso que os Estados Unidos estão adotando na Síria ao designar o embaixador Christopher Stevens para operar o suprimento e distribuição de armas da Líbia para a Síria por intermédio da Turquia.
Recentemente, o WND relatou que o propósito de Stevens na Líbia era enviar armas para os rebeldes da Síria.
O envolvimento de Stevens na Líbia vinha desde um ano atrás, quando analistas de inteligências relataram que ele havia sido inicialmente nomeado como o representante oficial dos EUA para o exército rebelde.
Ele foi elevado a embaixador depois da derrubada do ditador líbio Muamar Kadafi.
Na Líbia, a grande missão de Stevens era suprir armamento, até mesmo pesado, para os rebeldes da Síria.
WND relatou na mesma reportagem que a missão de Stevens o colocou em contato direto com a al-Qaida e outros grupos jihadists.
Clare Lopez, membro do Centro de Política de Segurança, disse que Stevens e altas autoridades do governo dos EUA sabiam que o movimento oposicionista da Líbia era formado por elementos de vários grupos jihadistas radicais, inclusive a al-Qaida, Ansar al-Shariah e o Grupo de Combate Islâmico Líbio (GCIL).
O guerrilheiro Abdelhakim Belhadj organizou o GCIL em 1990 depois de voltar para casa do Afeganistão, onde ele havia lutado junto com os combatentes afegãos contra os soviéticos.
Lopez diz que Belhadj organizou o GCIL por um motivo — derrubar Kadafi.
O grupo de Belhadj foi assimilado pela Al-Qaeda em 2007, mas Lopez acrescentou que em algum ponto do caminho, Belhadj foi interceptado pela CIA e enviado de volta à Líbia onde Kadafi o jogou na prisão.

"Aparição" de Nossa Senhora atrai centenas de cristãos na Malásia


EFE/EPA/AZHAR RAHIM / Centenas de cristãos qualificam como milagre a Centenas de cristãos qualificam como milagre a "aparição" em hospital da Malásia
A "aparição" da virgem Maria na janela de um hospital da Malásia atraiu nos últimos dias centenas de cristãos, movidos pela imagem que qualificam como milagre, informa hoje a imprensa local.
A silhueta cinza similar ao ícone de Nossa Senhora apareceu há dias em uma janela do hospital Sime Darby, situado a cerca de 25 quilômetros de Kuala Lumpur, e a difusão de sua fotografia no Facebook criou uma avalanche de crentes.
Com rosários, velas e câmeras, os cristãos rezam e cantam hinos religiosos com fervor em frente ao hospital, cujas ruas próximas estão entupidas de carros com crentes e curiosos.
"A imagem se tornou mais clara e visível desde ontem. Definitivamente é diferente", disse Kyle Lim+, de 21 anos, ao jornal "The Star".
O diretor do Instituto Pastoral de Malacca-Johor, Sherman Kuek, comemorou o fato de a imagem ter aumentado a fé entre os católicos, embora tenha dito que isso não indica que se trata de um milagre.

Igreja questiona pedido para retirar "Deus seja louvado" das notas de real


O cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, questionou nesta segunda-feira (12) a ação do Ministério Público Federal que pede que as novas cédulas de real sejam produzidas sem a expressão "Deus seja louvado".
"Questiono por que se deveria tirar a referência a Deus nas notas de real. Qual seria o problema se as notas continuassem com essa alusão a Deus?", afirmou, em nota.
"Para quem não crê em Deus, ter ou não ter essa referência não deveria fazer diferença. E, para quem crê em Deus, isso significa algo. E os que creem em Deus também pagam impostos e são a maior parte da população brasileira", segue a nota.
Reprodução
Cédula de real com a inscrição "Deus seja louvado"
Cédula de real com a inscrição "Deus seja louvado"
No pedido, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão diz que a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa.
A manutenção da expressão 'Deus seja louvado' [...] configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias.
"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: 'Alá seja louvado', 'Buda seja louvado', 'Salve Oxossi', 'Salve Lord Ganesha', 'Deus não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto.
O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica", é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.
"O Estado, por não ser ateu, anticlerical ou antirreligioso, pode legitimamente fazer referência à existência de uma entidade superior, de uma divindade, desde que, assim agindo, não faça alusão a uma específica doutrina religiosa", diz o parecer do BC.
O texto do BC cita ainda posicionamento do especialista Ives Gandra Martins, em que afirma que a " Constituição foi promulgada, como consta do seu preâmbulo, 'sob a proteção de Deus', o que significa que o Estado que se organiza e estrutura mediante sua lei maior reconhece um fundamento metafísico anterior e superior ao direito positivo".
Segundo o texto do BC, a expressão apareceu pela primeira vez na moeda nacional em 1986, nas cédulas de cruzados, por orientação do então presidente, José Sarney, e foi mantida nas notas de real por determinação de Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda.
O responsável pelas características das cédulas é o Conselho Monetário Nacional, que tem entre seus membros o presidente do BC.
A Procuradoria pede que a União comece a imprimir as cédulas sem a frase em até 120 dias. Pede ainda que haja uma multa simbólica de R$ 1 por dia de descumprimento.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br