terça-feira, 12 de junho de 2012
Para você que gosta de jogar pedras nas pessoas, ouve essa musica.
Igrejas Dinamarca força para celebrar casamento de pessoas do mesmo sexo.
POR BEN JOHNSON
Copenhague, Dinamarca, 7 jun 2012 ( LifeSiteNews.com ) - A nação da Dinamarca votou para forçar as igrejas estabelecidas na Igreja Evangélica Luterana de executar pessoas do mesmo sexo "casamento" cerimônias dentro de seus santuários, embora um terço de todos os sacerdotes dessa denominação dizem que não vão participar de tais rituais.
Parlamento dinamarquês votou por uma margem esmagadora 85-24 para obrigar as igrejas a realizar uniões de casais do mesmo sexo que são idênticas às celebrações matrimoniais heterossexuais.
A lei entra em vigor 15 de junho.
Desde 1997, os homossexuais têm sido capazes de se "casaram" em uma cerimônia de bênção depois do culto normal da igreja .
Sob a nova lei, os sacerdotes podem optar por sair e de realizar o "casamento" de serviço por razões teológicas. No entanto, um bispo deve providenciar um substituto.
Principal patrocinador do projeto de lei - Igreja da Dinamarca ministro Manu Sareen, que é um agnóstico - chamado a votação "histórica".
"Eu acho que é muito importante para dar a todos os membros da igreja a possibilidade de se casar", disse ele.
O Partido Popular Dinamarquês contra a legislação. "O casamento é tão antiga quanto o próprio homem, e você não pode mudar algo tão fundamental", disse Christian Langballe, porta-voz do partido igreja.
O ex-político Stig Elling disse que era "positivo" que "existem tantos sacerdotes e bispos que estão a favor dela."
"Nós avançamos", disse ele. "É 2012."
A Igreja Evangélica Luterana da Dinamarca foi a igreja de Dinamarca oficial do estado desde 1849 .
A aprovação do projeto dinamarquês vem como ativistas pró-família em todo o mundo são alerta de que a agenda homossexual está ameaçando as liberdades fundamentais dos crentes religiosos em todo o Ocidente.
Embora a Primeira Emenda da Constituição dos EUA proíbe o governo de doutrina da Igreja ditando, instituições religiosas já foram submetidos a censura do governo ou ações privadas se recusam a permitir que casais homossexuais para alugar suas instalações para uma cerimônia que profundamente ofende doutrinas da igreja centrais e do casamento e a família.
A cidade de Hutchinson, Kansas, aprovou recentemente uma lei da não-discriminação que exigem casas de culto que alugam as suas instalações ao público para permitir que pessoas do mesmo sexo "casamento" nas instalações.
"Se uma igreja tem um salão paroquial que alugam para o público em geral, eles não podiam discriminar um casal gay que quer alugar o prédio para uma festa", como uma cerimônia do mesmo sexo ou de recepção, de acordo com uma FAQ da cidade sobre a portaria .
Jacksonville, Flórida, está considerando uma lei semelhante .
Em janeiro, o juiz Salomão Metzger governou em New Jersey casa de retiro cristão filiado à Igreja Metodista Unida não poderia se recusar a alugar suas instalações, para um homossexual no "casamento".
Cardeal Herranz assegura que há mais mártires atualmente que em qualquer momento da história
ROMA, 12 Jun. 12 / 03:01 pm (ACI/EWTN Noticias)
Cardeal Julián Herranz Casado.
Em entrevista concedida ao grupo ACI, o Cardeal Herranz explicou que tem muito presente os países onde a Igreja é perseguida, e em especial guarda uma lembrança preciosa da Igreja na China, "pobre e perseguida, mas cheia de vida".
"Já faz 10 anos, escrevi uma carta ao Papa João Paulo II desde China, na qual lhe dizia que estava emocionado em ver uma Igreja pobre e perseguida, mas cheia de vida, uma Igreja na qual a vida de fé se notava continuamente na forma de comportar-se diante dos sofrimentos, das dificuldades, da profissão da própria fé sem nenhum temor, e com uma vida sacramental muito intensa".
Após celebrar a Santa Missa com motivo da Jornada de Oração pela Igreja na China com alguns membros da China Prayer Group –um grupo nascido para seguir o chamado do Papa Bento XVI a orar pela evangelização e a unidade da Igreja do país–, o Cardeal Herranz indicou que esta oração é uma resposta ao chamado do Papa para "pedir pelos cristãos, pelos católicos que estão sendo perseguidos em muitas nações do mundo".
"É um momento no qual estão havendo mais mártires que em qualquer outro momento da história da Igreja, mártires cuja maioria nem sequer são conhecidos, mas que diante do Senhor estão muito pressente, pois eles receberam a coroa da glória no Céu, e sobre tudo estão dando um testemunho de fortaleza na fé", explicou.
O Cardeal Herranz assinalou que é verdade que a Igreja na China está passando por momentos difíceis; "mas quando a Igreja não passou por momentos difíceis de um tipo ou de outro? Pensando na Igreja dos primeiros tempos, quando estava mais acossada por tantas dificuldades, ali o que faziam os cristãos era ser unânimes na oração, na comunhão -participação do corpo do Senhor-, e na doutrina dos apóstolos", animou.
A autoridade vaticano indicou que Bento XVI fundamentalmente deseja ajudar a população chinesa a crescer na fé. "Se Cristo é caminho, verdade e vida, caminho da Igreja na China, a vida, a força da vida missionária e apostólica que tenham os católicos na China depende muito da amizade que tenham com Cristo, quer dizer, como eles crescem por dentro".
Finalmente, o Cardeal considerou que a situação dos católicos na China está melhorando, "tudo o que tem vida, tudo o que cresce e se expande é bom e os católicos estão num momento de grande crescimento por dentro e por fora, por dentro porque há um grande esforço por melhorar a formação na fé, e por fora porque todos têm, e especialmente os leigos –e me dá muita alegria-, um grande ardor leigo e missionário".
China é um país hostil para os católicos, o Estado só permite o culto católico unicamente à Associação Patriótica Católica Chinesa, ajudante do Partido Comunista da China, e em numerosas ocasiões rechaçou a autoridade do Vaticano. A Igreja Católica, fiel ao Papa e clandestina na China, é perseguida permanentemente.
As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano se romperam em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram aos clérigos estrangeiros. Anteriormente, a Igreja Patriótica nomeou alguns bispos sem a permissão do Santo Padre.
No ano 2007, Bento XVI escreveu uma Carta aos bispos, presbíteros, pessoas consagradas y fiéis leigos da Igreja Católica da China. Através dela, animou à unidade, o perdão e a reconciliação, o diálogo respeitoso e construtivo entre os fiéis, e exortou às comunidades eclesiásticas e organismos estatais a viver suas relações "na verdade e na caridade".
"As autoridades civis são muito conscientes de que a Igreja, em seu ensino, convida aos fiéis a ser bons cidadãos, colaboradores respeitosos e ativos do bem comum no seu País, mas também está claro que ela pede ao Estado que garanta aos mesmos cidadãos católicos o pleno exercício da sua fé, no respeito de uma autêntica liberdade religiosa", expressou naquela ocasião.
Famoso exorcista Pe. Fortea: Sacerdotes devem vestir-se como tal
REDAÇÃO CENTRAL, 12 Jun. 12 / 02:30 pm (ACI/EWTN Noticias)
O famoso sacerdote exorcista espanhol José Antonio Fortea remarcou a importância de que os sacerdotes vistam a batina, como um sinal de consagração a Deus e de serviço aos fiéis.
Numa entrevista concedida ao grupo ACI, durante sua visita ao Peru, onde participou da solenidade de Corpus Christi na cidade de Trujillo, na costa norte do país, o Pe. Fortea indicou que "os clérigos devem vestir-se da mesma forma que os sacerdotes mais exemplares se vestem nessas terras, porque ir identificado é um serviço".
Depois de destacar que é obrigação da Conferência Episcopal de cada país determinar qual é o melhor sinal sacerdotal, o Pe. Fortea indicou que "a minha recomendação a respeito deste tema é que o sacerdote se identifique como tal".
Em efeito, o Código de Direito Canônico, no artigo 284 indica que "os clérigos têm que vestir um traje eclesiástico digno, segundo as normas dadas pela Conferência Episcopal e segundo os costumes legítimos do lugar".
Por outra parte, a Congregação para o Clero, no seu "Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros", expressou "que o clérigo não use o traje eclesiástico pode manifestar um escasso sentido da própria identidade de pastor, inteiramente dedicado ao serviço da Igreja".
"Numa sociedade secularizada e tendencialmente materialista, onde tendem a desaparecer inclusive os sinais externos das realidades sagradas e sobrenaturais, sente-se particularmente a necessidade de que o presbítero, homem de Deus, dispensador de Seus mistérios, seja reconhecível aos olhos da comunidade, também pela roupa que leva, como sinal inequívoco da sua dedicação e da identidade de quem desempenha um ministério público", assinala o documento vaticano.
O Pe. Fortea destacou que "não vamos identificados porque gostamos. Pode ser que gostemos ou não. Vamos (identificados) porque é um serviço para os fiéis, é um sinal de consagração, ajuda a nós mesmos".
O presbítero reconheceu a dificuldade de que a um sacerdote a quem desde o seminário não lhe ensinou sobre o valor do hábito de usar a batina, mude depois, entretanto precisou que nos últimos isto anos "foi mudando para melhor".
"É fácil mantê-lo (o hábito), é difícil começá-lo. Mas o sacerdote deve ir identificado", assinalou.
Ao ser consultado se o costume de não usar a batina guarda alguma relação com a Teologia Marxista da Libertação, o Pe. Fortea assinalou que "agora as coisas já mudaram".
"Foi nos anos 70, 80, onde todos estes sacerdotes se viam a si mesmos mais como pessoas que ajudavam à justiça social. Ali não tinha sentido o hábito sacerdotal, o hábito sacerdotal tem sentido como sinal de consagração".
Para o famoso exorcista, "agora já passou isso, mas ficou o costume de não vestir-se como tal e claro, é difícil, eu entendo que é difícil. Mas estas coisas estão mudando pouco a pouco".
Terry Jones enforca boneco de Barack Obama protestando contra apoio ao casamento gay
Depois de chamar atenção da mídia mundial por queimar exemplares do Corão, o pastor Terry Jones volta a ser noticia, mas dessa vez por agir contra o presidente dos Estados Unidos Barack Obama.
Na frente de sua igreja na Flórida o pastor criou uma forca e pendurou um boneco com a cara do presente segurando uma boneca e uma bandeira gay.
O protesto fala contra as recentes declarações do presidente, que está em campanha política, que se mostrou favorável ao aborto e também ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O enforcamento, assim como a queima dos livros sagrados para o Islã, foi à sentença dada pelo pastor considerando o presidente como culpado por suas declarações anti-bíblicas.
Jones chegou a dar entrevista ao jornal Huffington Post e confirmou que seu protesto era contra o apoio dado por Obama a temas tão polêmicos entre os religiosos mais conservadores.
Na fotografia publicada mostra um furgão branco a inscrição “Obama is Killing America” [Obama está matando a América] e ao lado da forca um boneco do famoso Tio San, com a tradicional vestimenta com as cores da bandeira dos Estados Unidos.
Com informações Noticia Cristiana
Justiça russa proíbe a realização da parada gay por 100 anos
Na tentativa de impedir manifestações públicas, a justiça de Moscou resolveu negar a realização da parada gay pelos próximos 100 anos, fazendo com que a comunidade homossexual resolvesse entrar com recurso junto ao Tribunal de Direitos Humanos em Estrasburgo.
A Rússia segue em uma política que tem realizado diversas proibições à manifestações, tanto que na última quarta-feira (6) a Câmara alta do Parlamento russo aprovou uma lei que aumenta em 150 vezes a multa para quem participa de protestos não autorizados.
A resposta da proibição da parada gay foi dada diante de uma apelação apresentada pelo ativista Nikolái Alexéyev que solicitava a realização do evento na cidade nos próximos 100 anos, mas a justiça decidiu o contrário.
“O tempo passa e seguiremos pedindo autorização para novas ações, ainda que nos neguem. Desta vez decidimos recorrer em Estrasburgo contra a proibição de futuras marchas”, disse Alexéyev.
Ao contrário de muitos países, a Rússia segue combatendo as campanhas pró-movimento homossexual. Moscou chegou a negar outros pedidos para a realização da parada gay e também proibiu que ativistas LGBT protestassem contra o projeto de lei que impede propagandas gays.
A população russa também não apoia a ideia, tanto que uma pesquisa realizada pelo Centro Levada apontou que 74% dos russos acreditam que os gays e lésbicas sofrem de problemas mentais.
JOCUM vai à Parada Gay de São Paulo socorrer jovens embriagados
A 16ª Parada Gay da cidade de São Paulo aconteceu no dia 10 de junho, último domingo, na Avenida Paulista. Para ajudar os participantes que passam mal pela quantidade de bebidas alcoólicas ingeridas o JOCUM (Jovens com Uma Missão) enviou cerca de 60 missionários de diversas cidades paulistas.
Esse jovens cristãos se equiparam com luvas cirúrgicas e sempre que encontravam um participante precisando de socorro, o encaminhavam até o atendimento médico mais próximo e depois conversavam com ele para conhecer os motivos da embriaguez.
Para se ter uma ideia da quantidade de pessoas alcoolizadas nesse evento, a Folha de São Paulo divulgou uma nota dizendo que na primeira hora do evento cerca de 20 pessoas precisaram ser socorridas pelo excesso de bebidas.
O JOCUM usou essa mesma estratégia em grandes eventos como a virada do Ano-Novo e a Virada Cultural, aproveitando a quantidade de pessoas e a liberação do uso de bebidas, esses cristãos aproveitam a oportunidade para ajudar esses jovens e falar do amor de Deus.
Assim como no ano passado a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo apreendeu garrafas com vinho adulterado. Dessa vez foram 3.500 garrafas que poderiam conter vinho químico apreendidas pelo sistema de fiscalização montado no evento.
Público abaixo da expectativa
Ainda de acordo com o jornal Folha de São Paulo apenas 270 mil pessoas participaram da Parada Gay de São Paulo. A Data Folha realizou pela primeira vez uma medição de público com caráter científico e comprovou a estimativa da Polícia Militar que falou que o público presente estava abaixo da expectativa dos organizadores do evento.
Nos anos anteriores os organizadores diziam que recebiam cerca de 3 milhões de pessoas, mas esse ano nem meio milhão de participantes compareceram.
Pela Data Folha apenas 65 mil fizeram todo o percurso da passeata.
Fonte: noticias.gospelprime.com.br
O Ministério da Saúde e sua “sanha” para tentar “legalizar” o aborto por vias oblíquas.
Reinaldo AzevedoMinistério da Saúde estuda forma oblíqua de legalizar e patrocinar o aborto. E o faz às escondidas, contra a vontade da sociedade. Dilma precisa saber que democracias não podem ter agenda secreta
Caras e caros, lancem este texto na rede e façam o debate. O Ministério da Saúde discute uma proposta verdadeiramente asquerosa na sua sanha para tentar legalizar o aborto por vias oblíquas. E Eleonora Menicucci, aquela, está no meio…
Se eu tivesse de escolher uma metáfora para a chamada política de redução de danos para os dependentes químicos, por exemplo, seria esta: “Vá lá e flerte com o demônio; você certamente conseguirá domá-lo”. A dita-cuja é considerada uma alternativa moderna e mais humana a um conjunto de ações contra as drogas, que vai da repressão a tráfico e consumo ao tratamento médico propriamente dito. A “redução de danos” consiste em considerar o mal inevitável e em oferecer, então, condições mais seguras para experimentá-lo.
ONGs que lidam com esse conceito, com o patrocínio do poder público, já distribuíram a viciados, por exemplo, kits com seringas para substâncias injetáveis e cachimbinhos para o consumo de crack. Na minha república, estariam todos na cadeia por incitação ao consumo de drogas. Por aqui, estão escrevendo artigos em jornais e integram programas públicos que lidam com viciados… Pois é! Agora, o conceito de “redução de danos”, de flertesupostamente civilizado com o mal, chegou ao aborto.
O Ministério da Saúde, acreditem os senhores, estuda uma forma de organizar na rede pública um atendimento pré-aborto, que se destinaria a orientar a mulher que quer interromper a gravidez sobre os melhores métodos para fazê-lo, preparando-a para a coisa e já agendando o atendimento pós-procedimento.
Dado que o aborto é crime fora das agora três exceções — estupro, risco de morte da mãe e feto com diagnóstico de anencefalia —, o Ministério da Saúde, segundo entendi, está querendo se estruturar para fornecer a expertise necessária à prática de um crime. Como o hospital público não pode fazer o aborto puramente eletivo, estaria atuando como o pré-atendimento dos açougueiros clandestinos de almas. A alternativa, segundo se entende dereportagem de Johanna Nublat na Folha, é a rede pública de saúde se transformar numa central de distribuição de um remédio abortivo. Leiam trechos. Volto em seguida.
“
O Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes. A ideia é polêmica porque pode envolver a indicação de métodos abortivos considerados mais seguros que outros, como o uso de misoprostol – princípio ativo do remédio estomacal Cytotec, amplamente usado em abortos, apesar de ter venda restrita.
“Como essa discussão é nova para nós, não fechamos o que seria um rol de orientação. Queremos estabelecer, até do ponto de vista ético, qual é o limite para orientar as equipes”, diz o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Magalhães. A ideia ainda está em fase de discussão interna, dentro de uma política maior de planejamento reprodutivo e combate à mortalidade materna. O modelo foi adotado pelo governo do Uruguai em 2004, como resposta ao alto número de mortes maternas decorrentes do aborto inseguro.
Tratada com cautela, a proposta foi abordada pela ministra Eleonora Menicucci (Mulheres), na semana passada, em um seminário sobre mortes maternas. Em 2011, morreram de janeiro a setembro 1.038 mulheres no parto e na gestação, número considerado alto. Em 2005, o governo estimava em 1 milhão os abortos induzidos anualmente, mas não há cruzamento com os óbitos. Menicucci e Magalhães dizem, por outro lado, que está mantida a posição de governo de não mexer na legislação que criminaliza o aborto. “Já temos a ideia de que isso não é crime, o crime é o ato em si”, diz o secretário.
(…)
Voltei
É tudo de um cinismo asqueroso. Magalhães, este monstro do pensamento jurídico, já tem “a ideia” de que crime é o ato em si, não a colaboração para a sua execução. Não é o que está no Artigo 29 do Código Penal, a saber:
Art. 29 – Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade.
§ 1º – Se a participação for de menor importância, a pena pode ser diminuída de um sexto a um terço.
§ 2º – Se algum dos concorrentes quis participar de crime menos grave, ser-lhe-á aplicada a pena deste; essa pena será aumentada até metade, na hipótese de ter sido previsível o resultado mais grave.
Atentem para o “de qualquer modo”. A ingestão deliberada do misoprostol é só o método que vai conduzir à morte do feto — que é o crime. Recomendar a sua administração ou ministrar à mulher remédios preventivos, que a tornem mais apta a usar a droga abortiva, parece incidir de maneira cristalina no parágrafo primeiro desse Artigo 29.
É evidente que dona Menicucci — aquela que foi aprender a fazer aborto com as próprias mãos em clínicas clandestinas da Colômbia e que atuava num grupo que ensinava as mulheres a praticar o autoaborto — tinha de estar no debate dessa nojeira homicida. Ninguém precisa acreditar apenas em mim. Se vocês clicarem aqui , encontrarão um texto técnico, em inglês, sobre as condições de uso do Cytotec (misoprotol) e sua efetividade.
Ele só é “recomendado” até a 12ª semana de gravidez. Em 70% dos casos, o aborto ocorre em até 12 horas, mas pode chegar a 72 horas, com contrações, hemorragias etc. Digam-me cá: esse atendimento pré-aborto ficaria devidamente registrado na ficha da mulher? Algo assim: “Recomendou-se nesta data que Fulana de tal ingerisse Cytotec ou introduzisse a droga na vagina…” Atenção! Nem a Organização Mundial da Saúde concluiu um estudo sobre o uso desse remédio com essa finalidade.
Número de mortes
Vocês se lembram que, até havia uns dois meses, afirmava-se em cena aberta que se praticavam no Brasil um milhão de abortos por ano, com a morte de 200 mil mulheres? Em fevereiro, peritos da ONU esfregaram esses números da cara de Dona Menicucci, cobrando providências, e ela os acatou. Nem poderia ser diferente, não é? Abortista e confessadamente aborteira, ela está entre aqueles que ajudaram a produzir essa farsa. Com dados do IBGE, provei que esses números eram estupidamente mentirosos.
O número de mulheres mortas estava sendo multiplicado por, deixem-me ver, 200!!! Vejam lá no texto da Folha. O governo insiste na falácia daquele milhão de abortos, mas o número de mulheres mortas caiu brutalmente, não é? De janeiro a setembro, 1.038 ocorrências na gestação e no parto. Atenção! Mesmo nesse universo, é impossível saber quantas pereceram em razão de abortos provocados.
Os terroristas do abortismo resolveram aposentar um dos números falaciosos (as 200 mil mortes, que nunca ocorreram), mas mantiveram o outro — os supostos 1 milhão de abortos provocados.
Agenda oculta
Vai mal o governo também nessa questão. Não gosto de agendas ocultas. Elas fraudam a democracia. Dilma era favorável à legalização do aborto. Disse isso mais de uma vez. Declarou ter mudado de opinião quando se fez candidata. A máquina de propaganda petista tentou operar o milagre de criminalizar — um escândalo moral!!! — quem dizia a verdade sobre a opinião do partido e da então candidata. O Tribunal Superior Eleitoral cometeu a vergonha de pôr a Polícia Federal no encalço de católicos que distribuíram panfletos sobre o tema, numa agressão arreganhada à liberdade de expressão.
Eleita, Dilma nomeou para o Ministério das Mulheres uma abortista fanática e aborteira confessa e mantém o tema como agenda permanente do governo, embora escolha sempre um caminho oblíquo.
O debate não é vergonhoso só por causa do mérito: o assassinato;
O debate não é vergonhoso só por causa do estelionato eleitoral: Dilma disse que não daria curso a essa questão;
O debate não é vergonhoso só por causa da covardia política: tenta-se a legalização da prática por vias tortas.
O debate também é vergonhoso porque o atendimento à saúde no Brasil é um descalabro. Impor essa agenda a um serviço que larga os miseráveis em macas pelos corredores, em hospitais e postos de atendimento que são verdadeiros pardieiros, é um desses luxos a que só o fanatismo ideológico se consente.
E tudo por quê? Porque os “progressistas” não abrem mão de legalizar os assassinatos virtuosos. Numa democracia convencional — isto é, saudável —, a oposição tomaria a palavra nesta quarta no Congresso e obrigaria o governo a se explicar. A nossa vai ficar em silêncio porque não considera que este seja um tema relevante. A vanguarda da morte está assanhada. Cadê a vanguarda da vida? Se o governo quer legalizar o aborto, que tenha a coragem de fazer o debate às claras.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/30301
Vaticano vence processo contra Benetton por uso sem permissão de foto do Papa.
O Vaticano venceu uma batalha judicial contra o grupo de moda italiano Benetton, que utilizou uma fotomontagem com o papa beijando na boca um imame egípcio e que agora reconheceu o equívoco de usar a imagem de Bento XVI.
O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, informou que a Benetton divulgou um comunicado no qual reconhecia “seu pesar por ter ferido a sensibilidade de Sua Santidade Bento XVI e dos crentes, assegurava que todas as fotos do papa tinham sido retiradas de circuitos comerciais e se comprometia a não usar no futuro uma imagem do papa sem a autorização da Santa Sé”.
Lombardi lembrou que no dia 11 de novembro de 2011, o grupo Benetton surpreendeu com uma campanha publicitária na qual apresentava um fotomontagem “provocadora” com a imagem do papa beijando o imame da mesquita Al-Azhar do Cairo, Ahmed Mohammed el-Tayyip.
O jesuíta assinalou que uma dessas fotos, em tamanho gigante, foi pendurada na ponte do monumental Castel Sant”Angelo de Roma, a poucos passos do Vaticano, e que nesse mesmo dia a Santa Sé publicou “uma dura declaração” e anunciou que estudava empreender medidas legais contra a Benetton para proteger a figura do papa.
Lombardi manifestou que o comunicado da Benetton é fruto de um acordo entre os advogados da Santa Sé, Giorgio Assumna e Marcello Mustilli, e os do grupo Benetton.
“O grupo Benetton reconhece publicamente ter ferido a sensibilidade dos crentes, reconhece que a imagem do papa tem que ser respeitada e só pode ser usada com prévia autorização da Santa Sé”, detalhou Lombardi.
O porta-voz acrescentou que a Santa Sé não pediu compensações econômicas, “mas quis o ressarcimento moral que representa o reconhecimento do abuso cometido e reafirmar sua vontade de defender, inclusive com meios legais, a figura do papa”.
Em vez de um ressarcimento econômico, o Vaticano pediu “e alcançou do grupo Benetton” que este realize um ato de caridade, “limitado, mas efetivo”, com alguma atividade caridosa da Igreja.
“Acaba assim, também do ponto de vista legal, um episódio muito desagradável que não deveria ter ocorrido, mas do qual se espera obter uma lição de devido respeito pela imagem do papa e pela sensibilidade dos fiéis”, ressaltou Lombardi.
A campanha publicitária se chamava “Unhate” (o que poderia ser traduzida como “Contra o ódio”).
O papa Bento XVI não era o único que aparecia nas montagens, estreladas também, entre outros, pelo presidente americano, Barack Obama, beijando o líder venezuelano, Hugo Chávez, e o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, fazendo o mesmo com a chanceler alemã, Angela Merkel.
Bento XVI: Os católicos devem ser fiéis à Igreja e ao Papa
VATICANO, 11 Jun. 12 / 10:19 pm (ACI)
O Papa Bento XVI explicou esta manhã que os católicos, especialmente os sacerdotes que servem diretamente a Santa Sé, devem ser sempre fiéis à Igreja e ao Sucessor do Pedro pois colaboram com ele na sua missão.
Assim indicou na manhã de hoje o Santo Padre diante dos membros da Pontifícia Academia Eclesiástica pouco antes de concluir o curso desta instituição e antes de que os alunos dali partam para as distintas Representações Pontifícias (nunciaturas) espalhadas pelo mundo.
Bento XVI disse que "O Papa conta convosco também, para ser assistido no cumprimento do seu ministério universal. Convido-vos a não ter medo, preparando-vos com diligência e solicitude para a missão que vos espera, confiando na fidelidade d’Aquele que desde sempre vos conhece e chamou à comunhão com o seu Filho Jesus Cristo".
"A fidelidade de Deus é a chave e a fonte da nossa fidelidade. Hoje queria chamar a vossa atenção precisamente para esta virtude, que bem exprime o vínculo muito especial que se cria entre o Papa e os seus colaboradores imediatos, tanto na Cúria Romana como nas Representações Pontifícias: um vínculo que, para muitos, se radica no caráter sacerdotal de que estão investidos e se especifica depois na missão peculiar, que é confiada a cada um, ao serviço do Sucessor de Pedro".
O Papa explicou logo que "no contexto bíblico, a fidelidade é primariamente um atributo divino: Deus dá-Se a conhecer como Aquele que é fiel para sempre à aliança concluída com o seu povo, não obstante a infidelidade deste. Fiel como é, Deus garante que levará a cumprimento o seu desígnio de amor, e por isso Ele é também credível e verdadeiro. Este comportamento divino é que cria no homem a possibilidade de, por sua vez, ser fiel".
"Aplicada ao homem, a virtude da fidelidade está profundamente ligada ao dom sobrenatural da fé, tornando-se expressão daquela solidez própria de quem fundou toda a sua vida em Deus. De fato, a única garantia da nossa estabilidade está na fé (cf. Is 7, 9b), e só a partir dela podemos, por nossa vez, ser verdadeiramente fiéis: primeiro a Deus, depois à sua família, a Igreja, que é mãe e mestra, e nela à nossa vocação, à história na qual o Senhor nos colocou".
"Nesta perspectiva, encorajo-vos, queridos amigos, a viver o vínculo pessoal com o Vigário de Cristo como parte da vossa espiritualidade. Trata-se, sem dúvida, de um elemento próprio de todo o católico, e mais ainda de todo o sacerdote. No entanto, para aqueles que trabalham na Santa Sé, este vínculo assume um carácter particular, já que colocam ao serviço do Sucessor de Pedro boa parte das suas energias, do seu tempo e do seu ministério diário", animou o Papa.
Bento XVI ressaltou que "trata-se de uma grave responsabilidade, mas também de um dom especial, que com o tempo vai desenvolvendo um vínculo afetivo com o Papa, de confiança interior, um idem sentire natural, que se expressa justamente com a palavra ‘fidelidade’".
O Santo Padre afirmou também que essa fidelidade deve dar-se naqueles lugares aonde sejam enviados, já que o trabalho dos representantes pontifícios é "uma preciosa ajuda para o ministério petrino".
“Desta forma, encorajareis e estimulareis também as Igrejas particulares a crescerem na fidelidade ao Romano Pontífice e a encontrarem no princípio da comunhão com a Igreja universal uma orientação segura para a sua peregrinação na história. E, por último mas não menos importante, ajudareis o próprio Sucessor de Pedro a ser fiel à missão recebida de Cristo, permitindo-lhe conhecer mais de perto o rebanho que lhe está confiado e fazer-lhe chegar mais eficazmente a sua palavra, a sua solidariedade, o seu afeto", prosseguiu o Papa.
"Neste momento, penso com gratidão na ajuda que diariamente recebo dos numerosos colaboradores da Cúria Romana e das Representações Pontifícias, bem como no apoio que recebo daoração de inumeráveis irmãos e irmãs de todo o mundo", afirmou aos presentes.
Para concluir o Papa Bento XVI afirmou que "na medida em que fordes fiéis, sereis também credíveis. Aliás, sabemos que a fidelidade que se vive na Igreja e na Santa Sé não é uma lealdade «cega», pois é iluminada pela fé n’Aquele que disse: «Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja»..
"Comprometamo-nos todos neste caminho para, um dia, podermos ouvir dirigidas a nós as palavras da parábola evangélica: «Servo bom e fiel, entra na alegria do teu Senhor»", concluiu o Santo Padre.
O Papa Bento XVI explicou esta manhã que os católicos, especialmente os sacerdotes que servem diretamente a Santa Sé, devem ser sempre fiéis à Igreja e ao Sucessor do Pedro pois colaboram com ele na sua missão.
Assim indicou na manhã de hoje o Santo Padre diante dos membros da Pontifícia Academia Eclesiástica pouco antes de concluir o curso desta instituição e antes de que os alunos dali partam para as distintas Representações Pontifícias (nunciaturas) espalhadas pelo mundo.
Bento XVI disse que "O Papa conta convosco também, para ser assistido no cumprimento do seu ministério universal. Convido-vos a não ter medo, preparando-vos com diligência e solicitude para a missão que vos espera, confiando na fidelidade d’Aquele que desde sempre vos conhece e chamou à comunhão com o seu Filho Jesus Cristo".
"A fidelidade de Deus é a chave e a fonte da nossa fidelidade. Hoje queria chamar a vossa atenção precisamente para esta virtude, que bem exprime o vínculo muito especial que se cria entre o Papa e os seus colaboradores imediatos, tanto na Cúria Romana como nas Representações Pontifícias: um vínculo que, para muitos, se radica no caráter sacerdotal de que estão investidos e se especifica depois na missão peculiar, que é confiada a cada um, ao serviço do Sucessor de Pedro".
O Papa explicou logo que "no contexto bíblico, a fidelidade é primariamente um atributo divino: Deus dá-Se a conhecer como Aquele que é fiel para sempre à aliança concluída com o seu povo, não obstante a infidelidade deste. Fiel como é, Deus garante que levará a cumprimento o seu desígnio de amor, e por isso Ele é também credível e verdadeiro. Este comportamento divino é que cria no homem a possibilidade de, por sua vez, ser fiel".
"Aplicada ao homem, a virtude da fidelidade está profundamente ligada ao dom sobrenatural da fé, tornando-se expressão daquela solidez própria de quem fundou toda a sua vida em Deus. De fato, a única garantia da nossa estabilidade está na fé (cf. Is 7, 9b), e só a partir dela podemos, por nossa vez, ser verdadeiramente fiéis: primeiro a Deus, depois à sua família, a Igreja, que é mãe e mestra, e nela à nossa vocação, à história na qual o Senhor nos colocou".
"Nesta perspectiva, encorajo-vos, queridos amigos, a viver o vínculo pessoal com o Vigário de Cristo como parte da vossa espiritualidade. Trata-se, sem dúvida, de um elemento próprio de todo o católico, e mais ainda de todo o sacerdote. No entanto, para aqueles que trabalham na Santa Sé, este vínculo assume um carácter particular, já que colocam ao serviço do Sucessor de Pedro boa parte das suas energias, do seu tempo e do seu ministério diário", animou o Papa.
Bento XVI ressaltou que "trata-se de uma grave responsabilidade, mas também de um dom especial, que com o tempo vai desenvolvendo um vínculo afetivo com o Papa, de confiança interior, um idem sentire natural, que se expressa justamente com a palavra ‘fidelidade’".
O Santo Padre afirmou também que essa fidelidade deve dar-se naqueles lugares aonde sejam enviados, já que o trabalho dos representantes pontifícios é "uma preciosa ajuda para o ministério petrino".
“Desta forma, encorajareis e estimulareis também as Igrejas particulares a crescerem na fidelidade ao Romano Pontífice e a encontrarem no princípio da comunhão com a Igreja universal uma orientação segura para a sua peregrinação na história. E, por último mas não menos importante, ajudareis o próprio Sucessor de Pedro a ser fiel à missão recebida de Cristo, permitindo-lhe conhecer mais de perto o rebanho que lhe está confiado e fazer-lhe chegar mais eficazmente a sua palavra, a sua solidariedade, o seu afeto", prosseguiu o Papa.
"Neste momento, penso com gratidão na ajuda que diariamente recebo dos numerosos colaboradores da Cúria Romana e das Representações Pontifícias, bem como no apoio que recebo daoração de inumeráveis irmãos e irmãs de todo o mundo", afirmou aos presentes.
Para concluir o Papa Bento XVI afirmou que "na medida em que fordes fiéis, sereis também credíveis. Aliás, sabemos que a fidelidade que se vive na Igreja e na Santa Sé não é uma lealdade «cega», pois é iluminada pela fé n’Aquele que disse: «Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja»..
"Comprometamo-nos todos neste caminho para, um dia, podermos ouvir dirigidas a nós as palavras da parábola evangélica: «Servo bom e fiel, entra na alegria do teu Senhor»", concluiu o Santo Padre.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Novo vídeo do Canal "Buscando o Sentido" fala sobre os jovens e a autenticidade
RIO DE JANEIRO, 06 Jun. 12 / 06:36 pm (ACI)
Depois do êxito do primeiro trabalho do projeto Buscando o Sentido, realizado por jovens católicos da cidade de Aparecida (SP), o recém inaugurado canal lançou hoje o vídeo “Somos sempre autênticos?” que trata sobre autenticidade e a juventude hoje.
Falando sobre este segundo trabalho da equipe, Michell Lima, um dos idealizadores do canal e apresentador dos vídeos partilhou a ACI Digital como deu-se a iniciativa de falar aos jovens sobre a importância de ser autênticos. “Surgiu do meu anseio, e acredito que de todo ser humano, de querer ser autêntico e não estar satisfeito com o aparente, o falso”, afirmou Michell.
“Um risco frequente que corremos quando participamos de um grupo é perdermos a nossa identidade e viver uma vida falsa. Começamos a imitar formas de falar, andar, vestir-se, atuar e acabamos frustrados porque já não sabemos quem somos, porque a máscara uma hora acaba caindo”, disse também o jovem.
Segundo Michell Lima o vídeo quer “transmitir o legal que é sermos autênticos, viver segundo quem somos. Não quero dizer que seja ruim fazer parte de grupos! Eu tenho consciência de que precisamos dos outros para sermos felizes! Também não acho que o problema seja imitar os outros (querer ser bom, virtuoso, generoso, como os outros, é muito bom por exemplo)”.
“O problema é ficar apenas nas aparências, mostrando uma falsa imagem para os outros, para assim esconder os defeitos e talentos que tenho”, refletiu.
Contando um pouco sobre o primeiro vídeo, cujo tema é o uso das redes sociais pelos jovens, Michell sublinhou que “as redes sociais são ótimas em si mesmas, só temos que saber como utilizá-las”.
“Deus colocou no nosso coração o desejo de viver a comunhão com as outras pessoas e isso se expressa também na realidade das redes sociais. Se a usamos para crescer na comunhão com as pessoas, acho ótimo. Além disso, com certeza nos oferecem outras coisas boas, como o entretenimento, espaço de expressão, a aprendizagem, notícias, a possibilidade de estarmos conectados com muita gente de lugares até bem distantes, etc”, disse.
“Penso que as redes sociais podem ser um espaço onde se viva o silêncio e se acolha a Palavra, como propôs o Santo Padre Bento XVI em sua última mensagem pelo dia mundial das Comunicações Sociais”, concluiu Michell Lima.
Para ver o segundo vídeo do Canal Buscando o Sentido visite:
http://www.youtube.com/buscandoosentido
O material também está disponível na seção vídeos da página web da ACI Digital.
Depois do êxito do primeiro trabalho do projeto Buscando o Sentido, realizado por jovens católicos da cidade de Aparecida (SP), o recém inaugurado canal lançou hoje o vídeo “Somos sempre autênticos?” que trata sobre autenticidade e a juventude hoje.
Falando sobre este segundo trabalho da equipe, Michell Lima, um dos idealizadores do canal e apresentador dos vídeos partilhou a ACI Digital como deu-se a iniciativa de falar aos jovens sobre a importância de ser autênticos. “Surgiu do meu anseio, e acredito que de todo ser humano, de querer ser autêntico e não estar satisfeito com o aparente, o falso”, afirmou Michell.
“Um risco frequente que corremos quando participamos de um grupo é perdermos a nossa identidade e viver uma vida falsa. Começamos a imitar formas de falar, andar, vestir-se, atuar e acabamos frustrados porque já não sabemos quem somos, porque a máscara uma hora acaba caindo”, disse também o jovem.
Segundo Michell Lima o vídeo quer “transmitir o legal que é sermos autênticos, viver segundo quem somos. Não quero dizer que seja ruim fazer parte de grupos! Eu tenho consciência de que precisamos dos outros para sermos felizes! Também não acho que o problema seja imitar os outros (querer ser bom, virtuoso, generoso, como os outros, é muito bom por exemplo)”.
“O problema é ficar apenas nas aparências, mostrando uma falsa imagem para os outros, para assim esconder os defeitos e talentos que tenho”, refletiu.
Contando um pouco sobre o primeiro vídeo, cujo tema é o uso das redes sociais pelos jovens, Michell sublinhou que “as redes sociais são ótimas em si mesmas, só temos que saber como utilizá-las”.
“Deus colocou no nosso coração o desejo de viver a comunhão com as outras pessoas e isso se expressa também na realidade das redes sociais. Se a usamos para crescer na comunhão com as pessoas, acho ótimo. Além disso, com certeza nos oferecem outras coisas boas, como o entretenimento, espaço de expressão, a aprendizagem, notícias, a possibilidade de estarmos conectados com muita gente de lugares até bem distantes, etc”, disse.
“Penso que as redes sociais podem ser um espaço onde se viva o silêncio e se acolha a Palavra, como propôs o Santo Padre Bento XVI em sua última mensagem pelo dia mundial das Comunicações Sociais”, concluiu Michell Lima.
Para ver o segundo vídeo do Canal Buscando o Sentido visite:
http://www.youtube.com/buscandoosentido
O material também está disponível na seção vídeos da página web da ACI Digital.
Congresso dissidente no Brasil promove teologia contrária à doutrina católica
BRASILIA, 08 Jun. 12 / 03:26 pm (ACI)
Teólogos e pensadores sancionados pela Igreja por difundir ideias contrárias à doutrina católica participarão de um congresso latino-americano que busca equiparar o Concílio Vaticano II com a teologia marxista da liberação em São Leopoldo (RS). O evento leva o nome de "Congresso Continental de Teologia: Aos 50 anos do Vaticano II e 40 anos da Teologia Latino-americana e Caribenha" e admite ademais promotores da ideologia de gênero.
O evento se realiza entre os dias 7 a 11 de outubro de 2012 na universidade jesuíta Unisinos, com o apoio da Pontifícia Universidade Javeriana da Colômbia (que há poucos dias apoiou a adoção de crianças por casais homossexuais) o grupo de pressão Amerindia e a agência informativa de cunho marxista Adital, que tem entre seus colunistas o frade dominicano brasileiro Carlos Alberto Libânio Christo, mais conhecido como "Frei Betto", que promove a despenalização do aborto.
ACI Digital teve acesso ao programa oficial do evento que contará com a presença de teólogos como o espanhol Andrés Torre Queiruga, cujas obras foram recentemente consideradas incompatíveis com a doutrina da Igreja pela Conferência Episcopal Espanhola.
Outro participante do evento é o conhecido autor e conferencista Leonardo Boff, considerado um dos principais promotores da teologia marxista da liberação, quem na década de 90 abandonou o sacerdócio, casou-se, e se afastou da Igreja Católica para converter-se em "ecoteólogo de matriz católica" dedicado a escrever livros de ecologia e “espiritualidade”.
Jon Sobrino, sacerdote jesuíta e líder entre os teólogos marxistas, também se apresentará no congresso latino-americano apesar da que suas idéias "não estejam conformes com a doutrina da Igreja", como opinou a Congregação para a Doutrina da Fé no ano 2007 através de uma notificação oficial.
O Bispo de Jales (SP), Dom Luiz Demétrio Valentini, conhecido por suas posturas favoráveis à teologia marxista da libertação também comparecerá ao evento da Unisinos. Dom Valentini causou repúdio dos católicos em abril deste ano ao dar uma palestra em uma loja maçônica e anteriormente por ter criticado Dom Luiz Gonzaga Bergozini, bispo emérito de Guarulhos, por ter defendido o direito à vidacontra o aborto durante toda a campanha presidencial de 2010.
A teóloga María del Pilar Aquino, que qualificou o pontificado do hoje Beato Papa João Paulo II como autoritário, centralista, conservador e imperialista, dará uma exposição sobre "Teologia e Espiritualidade libertadora".
O jesuíta espanhol e radicado na Bolívia, Víctor Codina, que em um escrito considerou a Igreja Católica como uma velha míope, surda e com Alzheimer, dará a conferência "As Igrejas no Continente 50 anos depois do Vaticano II: questões pendentes".
Raúl Fornet Betancourt, filósofo que sustenta que para a realização da "opção pelos pobres" difundida pelos teólogos marxistas da libertação é necessária uma opção "por outro mundo, e por outra Igreja e por outro cristianismo", participará do congresso com a exposição "Novos sujeitos e interculturalidade".
Uma conferência aberta será dada pelo sacerdote Gustavo Gutiérrez, teólogo peruano considerado o pai da teologia marxista da liberação, no dia 9 de outubro.
O congresso, apesar de seu suposto caráter religioso, não prevê a celebração de Missa em nenhum dos seus cinco dias, neles apenas serão realizados "momentos de espiritualidade", os quais estão baseados em temáticas como a entronização da Bíblia, o ecumênico e o indígena.
A programação do evento, divulgada sem os nomes dos palestrantes, pode ser vista em: http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/programacao/programa#
Teólogos e pensadores sancionados pela Igreja por difundir ideias contrárias à doutrina católica participarão de um congresso latino-americano que busca equiparar o Concílio Vaticano II com a teologia marxista da liberação em São Leopoldo (RS). O evento leva o nome de "Congresso Continental de Teologia: Aos 50 anos do Vaticano II e 40 anos da Teologia Latino-americana e Caribenha" e admite ademais promotores da ideologia de gênero.
O evento se realiza entre os dias 7 a 11 de outubro de 2012 na universidade jesuíta Unisinos, com o apoio da Pontifícia Universidade Javeriana da Colômbia (que há poucos dias apoiou a adoção de crianças por casais homossexuais) o grupo de pressão Amerindia e a agência informativa de cunho marxista Adital, que tem entre seus colunistas o frade dominicano brasileiro Carlos Alberto Libânio Christo, mais conhecido como "Frei Betto", que promove a despenalização do aborto.
ACI Digital teve acesso ao programa oficial do evento que contará com a presença de teólogos como o espanhol Andrés Torre Queiruga, cujas obras foram recentemente consideradas incompatíveis com a doutrina da Igreja pela Conferência Episcopal Espanhola.
Outro participante do evento é o conhecido autor e conferencista Leonardo Boff, considerado um dos principais promotores da teologia marxista da liberação, quem na década de 90 abandonou o sacerdócio, casou-se, e se afastou da Igreja Católica para converter-se em "ecoteólogo de matriz católica" dedicado a escrever livros de ecologia e “espiritualidade”.
Jon Sobrino, sacerdote jesuíta e líder entre os teólogos marxistas, também se apresentará no congresso latino-americano apesar da que suas idéias "não estejam conformes com a doutrina da Igreja", como opinou a Congregação para a Doutrina da Fé no ano 2007 através de uma notificação oficial.
O Bispo de Jales (SP), Dom Luiz Demétrio Valentini, conhecido por suas posturas favoráveis à teologia marxista da libertação também comparecerá ao evento da Unisinos. Dom Valentini causou repúdio dos católicos em abril deste ano ao dar uma palestra em uma loja maçônica e anteriormente por ter criticado Dom Luiz Gonzaga Bergozini, bispo emérito de Guarulhos, por ter defendido o direito à vidacontra o aborto durante toda a campanha presidencial de 2010.
A teóloga María del Pilar Aquino, que qualificou o pontificado do hoje Beato Papa João Paulo II como autoritário, centralista, conservador e imperialista, dará uma exposição sobre "Teologia e Espiritualidade libertadora".
O jesuíta espanhol e radicado na Bolívia, Víctor Codina, que em um escrito considerou a Igreja Católica como uma velha míope, surda e com Alzheimer, dará a conferência "As Igrejas no Continente 50 anos depois do Vaticano II: questões pendentes".
Raúl Fornet Betancourt, filósofo que sustenta que para a realização da "opção pelos pobres" difundida pelos teólogos marxistas da libertação é necessária uma opção "por outro mundo, e por outra Igreja e por outro cristianismo", participará do congresso com a exposição "Novos sujeitos e interculturalidade".
Uma conferência aberta será dada pelo sacerdote Gustavo Gutiérrez, teólogo peruano considerado o pai da teologia marxista da liberação, no dia 9 de outubro.
O congresso, apesar de seu suposto caráter religioso, não prevê a celebração de Missa em nenhum dos seus cinco dias, neles apenas serão realizados "momentos de espiritualidade", os quais estão baseados em temáticas como a entronização da Bíblia, o ecumênico e o indígena.
A programação do evento, divulgada sem os nomes dos palestrantes, pode ser vista em: http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/programacao/programa#
terça-feira, 5 de junho de 2012
Vaticano tomará medidas legais pela publicação de livro com os “Vatileaks
A Santa Sé anunciou este sábado que tomará medidas legais
pela publicação do livro “Sua Santidade, as cartas secretas de Bento XVI”, que
mostra sem autorização alguma correspondência privada do Vaticano.
O livro foi escrito pelo jornalista Gianluigi Nuzzi, colaborador do jornal italiano Il Corriere della Sera, e já está à venda nas livrarias de toda a Itália.
Através de um comunicado, a Sala de Imprensa do Vaticano denunciou “a nova publicação de documentos da Santa Sé e de documentos privados do Santo Padre”, que “não se apresentam como uma discutível -e objetivamente difamatória-, iniciativa jornalística, mas assume claramente o caráter de um ato criminal”.
O comunicado lamenta que logo depois da filtração destes documentos reservados “o Santo Padre, assim como vários de seus colaboradores e dos remetentes das mensagens dirigidas diretamente a Ele, viram violado seu direito pessoal de reserva e de liberdade de correspondência”.
"A Santa Sé continuará aprofundando nas diferentes solapas destes atos de violação da privacidade e da dignidade do Santo Padre –como pessoa e como suprema autoridade da Igreja e do Estado da Cidade do Vaticano-, e cumprirá os passos oportunos para que os atores do roubo, das interceptações, e da divulgação de notícias secretas, assim como do uso comercial dos documentos privados, conseguidos e reunidos ilegalmente, respondam por seus atos perante a justiça”.
Em caso de necessidade, “será pedido para tal fim a colaboração internacional”, conclui o texto.
O livro foi escrito pelo jornalista Gianluigi Nuzzi, colaborador do jornal italiano Il Corriere della Sera, e já está à venda nas livrarias de toda a Itália.
Através de um comunicado, a Sala de Imprensa do Vaticano denunciou “a nova publicação de documentos da Santa Sé e de documentos privados do Santo Padre”, que “não se apresentam como uma discutível -e objetivamente difamatória-, iniciativa jornalística, mas assume claramente o caráter de um ato criminal”.
O comunicado lamenta que logo depois da filtração destes documentos reservados “o Santo Padre, assim como vários de seus colaboradores e dos remetentes das mensagens dirigidas diretamente a Ele, viram violado seu direito pessoal de reserva e de liberdade de correspondência”.
"A Santa Sé continuará aprofundando nas diferentes solapas destes atos de violação da privacidade e da dignidade do Santo Padre –como pessoa e como suprema autoridade da Igreja e do Estado da Cidade do Vaticano-, e cumprirá os passos oportunos para que os atores do roubo, das interceptações, e da divulgação de notícias secretas, assim como do uso comercial dos documentos privados, conseguidos e reunidos ilegalmente, respondam por seus atos perante a justiça”.
Em caso de necessidade, “será pedido para tal fim a colaboração internacional”, conclui o texto.
EUA: no dia 8 de junho haverá 154 manifestações contra o mandato abortista de Obama
Na sexta-feira 8 de junho milhares de pessoas sairão às ruas nos Estados Unidos para participar de –até agora– 154 manifestações pacíficas de protesto contra o mandato abortista do governo do presidente Barack Obama, que fará que a partir de agosto de 2013 todos os empregadores, incluindo os católicos, paguem planos de saúde que cobrem anticoncepcionais e fármacos abortivos.
A iniciativa leva por título "Stand Up For Religious Freedom" (Ponha-se de pé pela Liberdade Religiosa) e reúne mais de 96 organizações e a da sexta-feira será a segunda ocasião em que esta se realiza. A primeira foi a do dia 23 de março e reuniu em todo o país mais de 64 mil pessoas.
Estes protestos se unem agora aos de 43 organizações católicas em todo o país –representando todos os âmbitos nos quais a Igreja atua– contra o mandato abortista do Departamento de Serviços Humanos e Saúde liderado pela católica e promotora do aborto, Kathleen Sebelius, quem foi governadora do estado de Kansas onde o Bispo de sua diocese a proibiu de comungar devido à sua postura anti-vida.
O diretor de Comunicações da "Stand Up For Religious Freedom", Matt Yonke, assinalou que "até agora há 154 manifestações em todo o país, o que representa mais ou menos 10 a mais das que tivemos na vez passada. Esperamos que mais grupos se unam a nós antes da sexta-feira" quando os eventos tenham início ao meio-dia (hora local).
A iniciativa liderada pelos diretores nacionais Eric Scheidler e Monica Miller.
Pouco depois das manifestações pacíficas de 8 de junho, os católicos se unirão aos bispos em uma "Vigília pela liberdade" a favor da liberdade religiosa.
As manifestações procuram que os processos ante a Corte Suprema dêem a razão às instituições católicas, defendendo a liberdade religiosa e a liberdade de consciencia.
Segundo M. Yonke, os católicos e outros crentes "necessitam um lugar significativo na mesa de debate" já que a Igreja "proporcionou cuidado pela saúde por milhares de anos. E nós definitivamente temos algo a dizer a respeito".
Depois de assinalar que a oposição ao mandato abortista cresce cada vez mais, Yonke disse que estas manifestações um tentativa para deter "ao governo que quer impor-se a si mesmo em nossa fé".
Mais informação (em inglês): http://standupforreligiousfreedom.com/
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