domingo, 6 de maio de 2012

Chen fez uma descoberta horripilante: governo de Obama é apenas outro membro da máfia do controle populacional.


Matthew Cullinan Hoffman
3 de maio de 2012 (LifeSiteNews.com) — O dissidente chinês Chen Guangcheng, que sofreu anos de prisão e surras por fazer objeção às esterilizações e abortos forçados em sua pátria, pensava que poderia encontrar um abrigo e amizade na embaixada dos Estados Unidos depois de sua recente fuga da prisão domiciliar. Ele está agora aprendendo, do jeito difícil, que o governo pró-aborto de Obama, que ajuda a financiar a mesma “política de único filho” que Chen combate, preferiria vê-lo desaparecer.
Chen Guangcheng
A presença de Chen na embaixada durante a semana passada foi pouco mais que um incômodo perigoso para o Departamento de Estado de Hillary Clinton. A principal meta do Departamento de Estado dos EUA é há muito tempo a promoção e proteção dos interesses comerciais americanos no exterior, e os “direitos humanos” muitas vezes fornecem o pretexto útil para criticar governos que se rebelam contra as pressões econômicas dos EUA. Contudo, o caso de Chen apenas ameaça um relacionamento amigável e extremamente lucrativo entre os EUA e a China, e não apresenta nenhuma “vantagem” para a balança final americana.
Pior para Chen é sua oposição desconfortável e embaraçosa à agenda de controle populacional da China, uma política apoiada pelo governo de Obama e em especial pelo Departamento de Estado, que está gastando dezenas de bilhões de dólares em tais programas no mundo inteiro. Embora se oponha, apenas da boca para fora, às esterilizações e abortos forçados, o governo americano está simultaneamente ajudando a financiar a máquina de controle populacional da China com dezenas de milhões de dólares em subsídios para o Fundo de População da ONU (FNUAP), que ajuda a administrar a brutal política de filho único da China.
Talvez seja por isso que, de acordo com Chen, seus “anfitriões” americanos começaram a se parecer mais com membros da máfia internacional do controle populacional que está matando seu país, do que defensores deslumbrados de “direitos humanos”.
Chen, que diz que se sentiu pressionado a deixar a embaixada, acrescenta que finalmente decidiu deixar quando as autoridades americanas lhe informaram que se ele não saísse, sua esposa seria surrada por vingativas autoridades chinesas. Os funcionários da embaixada negam essa declaração, embora admitam que informaram Chen que sua esposa seria levada de volta para a residência em que o casal havia sido surrado muitas vezes.
Até mesmo a organização pró-aborto de direitos humanos “Human Rights Watch” admite, nas palavras de seu diretor, que os “EUA dizem que não transmitiram nenhuma ameaça de prejudicar a família de Chen, mas realmente disseram que eles seriam devolvidos ao lugar onde sofrerem maus-tratos. É a mesma coisa”.
A versão siciliana da máfia italiana poderia ter utilizado uma linguagem como esta: “Você tem uma bela esposa, sr. Chen… seria uma pena se alguém quebrasse as pernas dela…”
A embaixada americana foi tão amistosa quanto um chefão de máfia que quer um favor de você — nesse caso, ir embora. Eles deram muitos “abraços” em Chen, e prometeram lhe dar uma carona legal para um hospital chinês, onde eles permaneceriam com ele, diz ele. Em vez disso, eles abandonaram a ele e sua esposa no hospital. Suas ligações desesperadas para a embaixada não eram atendidas. De repente, Chen era persona non grata na “terra dos livres”.
“A embaixada me disse que providenciariam alguém para me acompanhar o tempo todo”, Chen disse aos jornalistas. “Mas hoje quando cheguei à ala do hospital, vi que não havia uma única autoridade de embaixada ali, de modo que fiquei muito insatisfeito. Senti que eles não me disseram a verdade sobre essa questão”.
Depois que Chen estava de forma segura fora dos muros do complexo da embaixada, o governo dos EUA informou a ele que ele não precisava se incomodar de voltar. “Esse foi um caso fora do comum envolvendo uma circunstância excepcional, não antecipamos que se repetirá”, uma autoridade anônima do governo de Obama disse aos jornalistas.
E caso Chen se sentisse tentado a se queixar sobre o tratamento que recebeu, havia outra mensagem para ele da parte de seu “amigo” Jerome Cohen, assessor da entidade de controle populacional Conselho de Relações Externas, que mantem um relacionamento muito estreito com o Departamento de Estado.
Cohen, que ganhou a confiança de Chen quando ele lhe deu ajuda em suas conversas com o governo chinês em 2005, falou sombriamente das consequências para Chen se ele desagradasse ao governo de Obama.
“Penso que o resultado mais triste seria se acontecessem casos agora que colocassem Chen em guerra com o governo dos EUA que representa seu único apoio seguro”, Cohen disse para a revista Time. “Isso poderia facilmente acontecer por meio de confusão, por meio de confusão sendo semeada que criaria desconfiança entre ele e os EUA, e então ele ficaria aí fora sozinho e isso seria muito, muito infeliz”.
Muito infeliz mesmo. Entende o recado, sr. Chen? Dane-se… e não nos retruque.

sexta-feira, 4 de maio de 2012


Australiano pai de 7 filhos condenado a 8 meses de prisão por proteger bebês em gestação

Jason Rushton, correspondente na Austrália
SYDNEY, Austrália, 28 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um pai de sete filhos irá passar 8 meses na cadeia, com início no dia 2 de maio (quarta-feira), devido aos seus esforços para proteger crianças no ventre.
É a maior pena já imposta a um ativista pró-vida australiano. 
Graham Preston, sua esposa e filhos
Graham Preston, de 56 anos, foi convocado pela polícia na semana passada para combinar o horário da sua prisão. Ele negociou o adiamento da sua vinda das 8h para as 9h da manha na última quarta-feira, para ter tempo de deixar seus filhos na escola. 
Preston irá passar 232 dias na cadeia, sendo solto em tempo para o Natal, por se recusar a pagar cerca de 8.000 dólares em multas que acumulou após dez anos de ações não violentas de bloqueio às entradas de quatro clínicas de aborto na cidade de Brisbane. 
Desde que começou suas ações diretas pacíficas com o grupo Protect Life, há quase exatamente dez anos (16 de abril de 2002), Preston já enfrentou mais de dez meses na cadeia em cinco diferentes condenações, a maioria delas na prisão de segurança máxima de Brisbane, o Centro Correcional Arthur Gorrie.
O mandado de prisão de Preston chegou depois que recebeu uma carta da Secretaria de Justiça do Estado de Queensland dizendo-lhe que ele tinha até o dia 6 de abril (coincidentemente, na Sexta-Feira da Paixão) para pagar as multas ou ir para a cadeia. 
Preston se recusa a pagar as multas por uma questão de princípios, argumentando que tentar salvar a integridade de inocentes não deveria ser considerado um comportamento criminoso. 
Uma carta similar foi enviada a Preston em 2010, embora naquela época não tenham dado prosseguimento.
“Graham é incrivelmente humilde. Ele não se gaba ou tenta chamar atenção para o seu comprometimento”, afirma Anne Rampa, uma colega ativista e mãe de sete filhos, a qual também já foi presa mais de vinte vezes ao longo dos últimos vinte anos por protestar em frente a clínicas de aborto. “Uma coisa que ele provavelmente não lhe disse é que ele frequentemente se encontra com as pessoas que conheceu na cadeia, oferecendo-lhes hospedagem e até assistência jurídica quando pode”.
A esposa de Preston, Liz, disse para LifeSiteNews.com que estava extremamente orgulhosa de seu marido: “Tenho um imenso respeito por Graham. Ele é uma pessoa muito corajosa, que tem meu total apoio nessas ações. Lidar com a perspectiva de ver Graham na cadeia por oito meses é assombroso, mas sempre nos demos conta de que enfrentar a cultura do aborto seria custoso, e tentamos não deixar que esse potencial custo nos impeça de fazer o que acreditamos ser certo”.
Frances, filha de Graham de 18 anos, afirma: “Tenho muito respeito por meu pai e pela forma como ele leva suas convicções a sério. Espero poder viver uma vida tão coerente quanto a dele. É claro, vou sentir saudades, e vou visitá-lo sempre que puder”.
A filha de 8 anos, Suzannah, diz: “Vou sentir saudades todos os dias até quando ele voltar para casa em dezembro, cinco dias antes do Natal. Vou orar por ele todas as noites”.
Quando as multas de Preston chegaram a 12.000 dólares em 2004, o governador de Queensland, Quentin Bryce, perdoou metade delas (foram perdoadas as multas por desobedecer ordens policiais de deixar o local, mas não as de dificultar o trabalho da polícia. Preston recorreu da decisão, uma vez que ambas as acusações foram dadas por diferentes policiais na mesma ação. O recurso foi indeferido em 2009). 
Geralmente, em Queensland, os cidadãos cumprem um dia de prisão por cada 100 dólares australianos em multas não pagas. Para impedir Preston de “reincidência”, na maioria das multas ele irá receber três dias de prisão por cada cem dólares.
Dois anos atrás, Preston escreveu em seu website: “Ir para a cadeia, é claro, não é algo desejável, tanto para quem vai quanto para a sua família, que pode ser bastante afetada diretamente. Mas as nossas convicções são que isso é provavelmente algo inevitável se quisermos ver o valor de todas as vidas humanas recebendo o devido reconhecimento. Quando alguém paga um preço muito alto por algo, isso faz com que todos façam a pergunta: será que vale a pena? É isso que queremos, que a nossa sociedade pergunte: quanto vale os bebês em gestação? Queremos dizer que as vidas dos bebês valem a liberdade de uma pessoa, ou mesmo de muitas”.
Warwick Marsh, coordenador nacional da Declaração de Canberra, afirma: “Graham é um dos maiores heróis da Austrália, colocando verdadeiramente as crianças da Austrália em primeiro lugar: Ele está sendo preso injustamente por seus protestos pacíficos, enquanto que assassinos e estupradores saem livremente dos nossos sistemas judiciário e carcerário”.
Envie seu protesto para o governo da Austrália:
Embaixada da Austrália
SES QD 801 CONJ. K LOTE 07
BRASÍLIA - DF 70200-010

E-mail: embaustr@dfat.gov.au

Tel.: 61 3226 3111 begin_of_the_skype_highlighting            61 3226 3111      end_of_the_skype_highlighting begin_of_the_skype_highlighting            61 3226 3111      end_of_the_skype_highlighting
Fax: 61 3226 1112 (chancery)
Consulado Geral da Austrália - Austrade Office
Alameda Santos 700
Ed. Trianon Corporate - 9º Andar  Conj.92
Cerqueira Cesar
São Paulo - SP - 01418-100

E-mail: consular.saopaulo@austrade.gov.au
Tel.: 11 2112 6200 begin_of_the_skype_highlighting            11 2112 6200      end_of_the_skype_highlighting
Fax: 11 3171 2889
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Australian father of seven to spend 8 months in jail for protecting unborn

A castidade seria antinatural e iria contra a natureza do homem?



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São Luís Gonzaga
o Santo da pureza
Algumas correntes científicas consideram a castidade ou o celibato contra a natureza do homem, argumentando a contrariedade com exigências físicas, psicológicas e afetivas legítimas, cuja realização é necessária para completar e madurar a personalidade humana. Se Deus deu esse instinto ao homem, por que a Igreja ordena uma lei contraria ao instinto, ainda mais impedindo que se aproveite juventude?
Pode-se responder tal objeção sob vários pontos de vista. Para argumentar em um plano meramente natural, é preciso considerar a opinião de alguns cientistas que sob a orientação do Doutor James Paget, da Universidade de Londres, que após extensivas pesquisas puderam concluir: “A castidade não é nociva nem ao corpo, nem à alma. Sua disciplina é preferível a qualquer outra… Nada é mais funesto à longevidade, nem diminui tão certamente o vigor da vida, nem favorece tanto o esgotamento como a falta de castidade na juventude”. (APUD NYSTEN, 1978, p. 342)
O que é corroborado pelo Doutor Lionel Beale, emérito professor de anatomia patológica da Universidade de Londres, ao afirmar: “Não é demais sempre repetir que a abstinência e a pureza mais absolutas são perfeitamente compatíveis com as leis fisiológicas e morais e que a satisfação de certas inclinações não encontra a sua justificativa nem na fisiologia, nem na psicologia, como também nem na moral e nem na religião”. (APUD FONSECA, 1929, p. 15)
Conforme o Doutor Abel Pacheco (AZEVEDO PIRES, 1950, p. 48) “Afirmar à juventude que a função sexual é de necessidade fisiológica, constitui mentira ignóbil em face da ciência”. Assim pois, com o beneplácito da ciência os Papas manifestam a antiga, atual e eterna posição da Igreja, tomada da experiência dos antigos e aplicada nos costumes da Igreja primitiva. Esta é a razão pela qual o Papa PAULO VI (1967, n. 53) afirma: “O homem, criado a imagem e semelhança de Deus, não é somente carne, nem o instinto sexual é o seu todo; o homem é também, e, sobretudo, inteligência, vontade, liberdade; Graças a essas faculdades ele se deve ter como superior ao universo; essas faculdades o fazem dominador dos próprios apetites físicos, psicológicos e afetivos”.
PIO XII (1954, n.34) ainda é mais incisivo: “Apartam-se do senso comum, a que a Igreja sempre atendeu, aqueles que vêem no instinto sexual a mais importante e a mais profunda, das tendências humanas, e concluem daí que o homem não pode coibir durante toda a sua vida sem perigo para o organismo e sem prejuízo do equilíbrio da sua personalidade”.
O Concílio Vaticano II condenou como falsa a doutrina segundo a qual a continência perfeita é impossível ou é nociva ao desenvolvimento humano Pois, segundo Dom José CARDOSO SOBRINHO (2004, p. 36): “Se o exercício da atividade sexual fosse necessário para a saúde corporal ou psíquica, Deus não prescreveria a continência perfeita a todos aqueles que, por qualquer motivo e mesmo independentemente da própria vontade, vivem fora do matrimônio. Não pode haver contradição entre as leis divinas e o autentico bem-estar do ser humano. O Homem pode e deve orientar e dominar suas tendências físicas, psicológicas e afetivas”.
Igual é a opinião do Doutor Moreira da FONSECA (1929, p. 12) que inteiramente conforme a Doutrina Católica afirma: “A castidade se impõe ao gênero humano como uma lei natural, visto como Deus não poderia exigir de sua criatura o cumprimento de um dever que fosse contrário à sua natureza”.
Ainda há aqueles que ousam dizer que a felicidade esta na luxúria. Logo, o celibatário não é feliz pela continência que deve exercer sobre seus apetites físicos. Pode-se então, responder com São Paulo Apóstolo (1Cor 7, 28-40):
“A respeito das pessoas virgens, não tenho mandamento do Senhor; porém, dou o meu conselho, como homem que recebeu da misericórdia do Senhor a graça de ser digno de confiança. Julgo, pois, em razão das dificuldades presentes, ser conveniente ao homem ficar assim como é. Estás casado? Não procures desligar-te. Não estás casado? Não procures mulher. Mas, se queres casar-te, não pecas; assim como a jovem que se casa não peca. Todavia, padecerão a tribulação da carne; e eu quisera poupar-vos. Mas eis o que vos digo, irmãos: o tempo é breve. O que importa é que os que têm mulher vivam como se a não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; os que usam deste mundo, como se dele não usassem. Porque a figura deste mundo passa. Quisera ver-vos livres de toda preocupação. O solteiro cuida das coisas que são do Senhor, de como agradar ao Senhor. O casado preocupa-se com as coisas do mundo, procurando agradar à sua esposa. A mesma diferença existe com a mulher solteira ou a virgem. Aquela que não é casada cuida das coisas do Senhor, para ser santa no corpo e no espírito; mas a casada cuida das coisas do mundo, procurando agradar ao marido. Digo isto para vosso proveito, não para vos estender um laço, mas para vos ensinar o que melhor convém, o que vos poderá unir ao Senhor sem partilha. Se alguém julga que é inconveniente para a sua filha ultrapassar a idade de casar-se e que é seu dever casá-la, faça-o como quiser: não há falta alguma em fazê-la casar-se. Mas aquele que, sem nenhum constrangimento e com perfeita liberdade de escolha, tiver tomado no seu coração a decisão de guardar a sua filha virgem, procede bem. Em suma, aquele que casa a sua filha faz bem; e aquele que não a casa, faz ainda melhor. A mulher está ligada ao marido enquanto ele viver. Mas, se morrer o marido, ela fica livre e poderá casar-se com quem quiser, contanto que seja no Senhor. Contudo, em minha opinião, ela será mais feliz se permanecer como está. E creio que também eu tenho o Espírito de Deus”.
Neste texto de São Paulo ressalta sob o ponto de vista escatológico a utilidade da virgindade e do casamento recomendando que geralmente a escolha do estado de vida é facultativa, porém, se tal estado por causa “das tribulações da carne” põe dificuldades relevantes à vida espiritual e a salvação eterna, o mesmo Apóstolo ressalta como o bom cristão sem receio deve escolher o estado que mais convenha à salvação de sua alma. O Apóstolo dos Gentios também recorda que a felicidade se alcança somente quando o homem procura sua finalidade, nesta busca da “união com Deus sem partilha” e não nos prazeres terrenos como os da carne, pois, conforme afirma São Tomás de AQUINO (2004, V, p. 90): “Nunca um bem criado pode saciar o desejo humano de felicidade. Somente Deus o pode saciar e o faz infinitamente”.
Essa felicidade de situação do indivíduo casto reflete-se inteiramente no semblante, na vida e na personalidade daquele que optou pela castidade. Como Doutor Moreira FONSECA (1929, p. 8 ) observa: “Na fisionomia do jovem casto reina uma santa alegria, o seu olhar tem algo de mais nobre, a sua consciência goza de agradável paz e o seu ideal não rasteja pela terra nem mergulha no lodaçal do vício, mas sim paira em regiões mais elevadas e alcança a esfera dos anjos”.
Ainda sobre o semblante do casto, o Evangelho (Mt 6, 21-23) ressalta como a concupiscência dos olhos escurece ou empana o brilho da fisionomia: “O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado. Se teu olho estiver em mau estado, todo o teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas!”
Como escreveu Goethe (TOTH, 1965, p. 79): “É justiça na terra que o espírito se manifeste no semblante”. Poder-se-ia dizer que tal observação é subjetiva, porém, irrefutavelmente, até mesmo os que impugnam o celibato admitem a superioridade de caráter do celibatário como Donald COZZENS (2008, p. 19) em seu opúsculo Liberar o Celibato:
Os celibatários sãos e vigorosos são atraentes; pode ser que não sejam fisicamente atraentes, mas são dotados de uma atração irresistível que nasce do centro contemplativo da alma, único lugar em que as pessoas se sentem bem consigo mesmas. Com notáveis exceções, os celibatários parecem ser menos absorvidos em si mesmos do que a maioria, e muitos parecem verdadeiramente interessados nos outros. Muitas vezes eles projetam uma aura espiritual que demonstra ser seguro aproximar-se e seguro revelar.
Dizer que a realização das funções genésicas é necessária para completar e madurar a personalidade humana também seria exagero, pois senão, muitos dos grandes filósofos da antiguidade e mesmo cientistas tempos modernos, como também Maria Santíssima, os Santos e Santas, não teriam possuído uma personalidade humana completa e madura por serem celibatários. Por sua vez, a própria humanidade de Nosso Senhor Jesus Cristo seria em algo incompleta e não-madura; dizer isso seria, no mínimo, blasfemo. Pois, foram celibatários o maior numero de sábios da antiguidade, fato que faz CHATEAUBRIAND (1860, p. 48) afirmar: “A continência no sábio, transforma-se em estudo; e em meditação no solitário. Não há aí homem que lhe não desfrute as vantagens em trabalhos de espírito, por isso que ela é caráter essencial da alma, e força intelectiva”.
Para o Cardeal Cláudio HUMMES (2007) comentando a Encíclica Sacerdotalis Caelibatus, “o celibato aumenta a idoneidade do sacerdote para a escuta da palavra de Deus e para a oração, e o capacita para depositar sobre o altar toda sua vida, que leva os sinais do sacrifício”. Portanto, afirmar que o celibato contraria o desenvolvimento da maturidade da personalidade humana não concorda com a Ciência, com a História e com a Teologia.
Por Padre Eduardo Frizzarini, EP.

Avó de 70 anos agora é religiosa contemplativa na Espanha

VALENCIA, 03 Mai. 12 / 07:01 pm (ACI)
Nova religiosa contemplativa de 70 anos em cerimônia (foto: AVAN).
Uma viúva de 70 anos, mãe de 3 filhos e avó de 5 netos, professou seus votos solenes como religiosa contemplativa na ordem das Franciscanas Clarissas na localidade de Canals, na Espanha.

Célia de Jesus, foi o nome eleito pela nova religiosa nascida em Valência, que professou seus votos perpétuos no mosteiro de Santa Clara, onde colaborava com seu esposo antes de ficar viúva em 2004, e depois disto esteve recebendo formação para esta consagração, indicaram à agência AVAN fontes da ordem religiosa.

"Antes de ingressar no mosteiro, Irmã Célia de Jesus colaborava com Ação Católica Geral de Valência e na atenção dos doentes, uma vez que faleceu seu marido decidiu entregar-se completamente ao Senhor como religiosa", assinalaram.

A cerimônia, à qual compareceram os filhos e os netos da religiosa, foi presidida pelo Pe. Miguel Albiñana e concelebrada por uma dezena de presbíteros vinculados à localidade ou ao mosteiro.

A ordem das Clarissas foi fundada em 1212 pela Santa Clara de Assis, a primeira mulher a receber a aprovação da Igreja para uma regra religiosa. Estabeleceu-se na Espanha em 1228, ao fundar o primeiro mosteiro da ordem em Pamplona. Foi canonizada pelo Papa Alejandro IV no ano 1255.

Mãe com câncer terminal comove o Papa com sua história

                                                          
        Roma, 04 Mai. 12 / 07:30 am (ACI/EWTN Noticias)

Chiara, uma jovem mãe romana comoveu com sua história o Papa Bento XVI. Doente de câncer preferiu não submeter-se ao tratamento para não afetar a saúde do seu terceiro filho Francesco, cujos dois irmãos morreram há pouco: Maria, que sofria de anencefalia e viveu apenas 30 minutos; e David, que nasceu sem pernas e com problemas nos órgãos internos o que lhe causou a morte horas depois do parto.

Chiara, de 28 anos de idade, chegou a cumprimentar o Santo Padre ao final da audiência geral desta quarta-feira, acompanhada de seu marido Enrico de 33. No caso dos dois primeiros filhos já falecidos, rechaçaram a possibilidade de abortá-los logo depois de saber, pelas análise pré-natais realizadas, de suas graves enfermidades.

Conforme assinala o jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR), os esposos chegaram a ver Bento XVI "sorrindo, com serenidade". "O Papa, visivelmente comovido, acariciou-os afavelmente", assinala LOR.

Este casal de esposos afirma ser parte da chamada "Geração Wojtyla", tendo transcorrido seus primeiros anos da fé em uma paróquia sob a espiritualidade franciscana.

Chiara foi diagnosticada com um carcinoma enquanto estava grávida do pequeno Francesco. Por isso recusou seguir o tratamento para não afetar o seu pequeno, e iniciá-lo uma vez que desse à luz. Mas, já era muito tarde.  O avançou com uma violência tal que agora já não há lugar para a esperança de cura, assinala o LOR.

O projeto da família é exposto por Chiara dirigindo-se a Enrico: "quando eu já não estiver aqui me ocuparei de Maria e David, você que fica, cuide bem do Francesco".

Ambos afirmam ter como mestre de vida no sofrimento o Papa João Paulo II
"O Papa de sua infância e adolescência (…) Sob sua escola, explicam, confiam-se cotidianamente à consagração a Maria, com a espiritualidade do Totus tuus e rezam o Rosário todas as quintas-feiras com outras famílias amigas", conclui o jornal vaticano.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Globo e a reportagem cheia de erros sobre os documentos “secretos” do Vaticano apresentados no JN.



Por Fernando Nascimento

A jornalista Ilse Scamparine, da Rede Globo, em pleno sábado de Aleluia, no Jornal Nacional do dia 7/4/2012, resolveu mais uma vez com suas desinformações, agredir a Igreja Católica num dia santo, isso direto de Roma, valendo-se das desonestas mentiras estratégicas protestantes (lendas negras), que tanto apregoa vez por outra as vendendo como “informação”.

A jornalista apresentava a exposição “Lux in arcana” que reúne documentos valiosos da Igreja, que está acontecendo nos museus do Capitólio, em Roma, como sendo uma “exposição de documentos secretos do Vaticano”.

A exposição “Lux in arcana” de antigos documentos valiosos da Igreja, está em cartaz desde 29 de fevereiro e vai até 9 de setembro, mas a desonesta e espírita Rede Globo escolheu coincidentemente o sábado de Aleluia, para com suas distorções criminosas vender mais uma vez a Igreja como vilã.

Eis o trecho do Jornal Nacional onde a Globo caluniava sobre os documentos:

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Refutando as mentiras da Globo:

1- O processo de Galileu – A jornalista afirmava em forçado tom melancólico, que Galileu (trêmulo) foi condenado por sustentar que a terra era o centro do universo. Para isso a jornalista foi astuta o bastante ao tirar proveito da decoração ambiental do museu, que simbolizava o fogo luz da era medieval (era dos documentos), para fazer uso maldoso das chamas associando-as à inquisição das anti-católicas lendas negras protestantes.
Ela afirmou que “muitos” morreram na fogueira, mas não citou nome algum e ainda culpou o Tribunal católico por isso. – Uma mentira vergonhosa, forjada pelo protestante Casidoro Reina que se escondia atrás do pseudônimo de “Montanus”!

Erroneamente ou por má fé, muitos que se aventuram a falar sobre o modo de justiça dos tempos medievais, atribuem as sentenças de morte simplesmente à “Inquisição”, contabilizando isto à Igreja Católica, o que é uma injustiça.
Na verdade existiam três Tribunais distintos:

1- o Tribunal civil dos reis (que matava na fogueira e queimou os Templários e muitas bruxas);
2- o Tribunal protestante dos protestantes que usurparam países católicos (que matava na fogueira e queimou Miguel Servet e 20 mil bruxas só na confissão de Benedict Carpzov);
3- e o Tribunal católico (que era o mais indulgente e possuía proibição papal de se atentar contra a saúde ou vida do acusado. Daí Galileu, Casanova, Lutero, Casidoro Reina e muitos outros terem morrido na velhice de causas naturais, pois as sentenças do Tribunal católico eram a absolvição, ou a excomunhão, e estava limitado a julgar apenas católicos, e somente católicos, que promoviam heresia contra a fé).

Geralmente omitem essas regras do Tribunal católico, e também que a Igreja proibiu o livro proposto que recomendava torturas aos acusados, ou mesmo que foi a Igreja Católica que contribuiu decisivamente para o fim das mortes em outros tribunais.

A Verdade: Galileu foi processado em 1633 por ter violado uma disposição que lhe foi feita em 1616. A disposição de 1616, que Galileu não cumpriu, proibia-o de ensinar o heliocentrismo, que foi descoberto décadas antes pelo padre Copérnico e financiado pelo Papa Paulo III, e que ainda não havia sido confirmado unanimemente pela ciência. Sem uma física como a de Newton, sem uma prova ótica como o movimento da terra, a coisa não se podia explicar.

O próprio Galileu diante de outros cientistas em seu julgamento não foi capaz de provar cientificamente o heliocentrismo, ou seja, a teoria que dizia que o sol está no centro e a terra se move ao redor dele.Só mais tarde com novos instrumentos e estudos isso pode ser provado.
Não só isto, Galileu havia conseguido fraudulentamente o imprimatur, enganou a quem o concedeu dizendo que era uma exposição imparcial, mas não era nada imparcial. Por este motivo foi acusado e, portanto, submetido a processos, ou seja, submetido a um processo disciplinar.

Outro aspecto importante a levar em conta é que, ainda que às críticas de Galileu, a posição tradicional estava fundamentada, nem Galileu nem ninguém possuíam naquele tempo argumentos para demonstrar que a Terra se movia ao redor do Sol. Galileu tentou prová-lo citando o movimento das marés, desde então, como sabemos, o argumento das marés estava errado. Só para bem situar as pessoas, antes disso tudo, Galileu havia “provado” matematicamente a existência do fictício inferno de Dante Alighieri. (1)

Galileu nunca foi condenado como herege, nem tampouco o heliocentrismo foi declarado como herético. Foi-lhe imposta uma penitência saudável, que consistia em prisão domiciliar, onde trabalhava normalmente, e recitar uma vez na semana os sete salmos penitenciais. Sua filha se ofereceu para fazê-lo no lugar dele. Não esteve na prisão nem um só momento, em atenção à sua fama, à sua idade e à consideração que tinha; foi tratado sempre com grande admiração.

Ao contrário do que a jornalista tenta passar, Galileu amava a Igreja, e diz, exagerando (Galileu) como faz sempre, em uma carta a um nobre francês: “Outros podem ter falado mais piamente e mais doutamente, mas nenhum mais cheio de zelo pela honra e a reputação da Santa Mãe Igreja do que escrevi eu”. É exagerado, mas, em todo caso, demonstra que é verdade. Como dizia João Paulo II, a verdade histórica dos fatos está muito longe da imagem que se criou posteriormente em torno de Galileu.

Galileu morreu na velhice, e sempre foi católico até o último dia de sua vida, e repousa até hoje dentro de uma Igreja católica.

A maior injustiça neste caso é os caluniadores sempre omitirem que foi o padre Copérnico, o verdadeiro descobridor do heliocentrismo, décadas antes de Galileu o defender cegamente. Por mais que a atitude dos que condenaram Galileu pareça exagerada, na realidade responde a uma lógica. (2)

Hoje sabemos que a Igreja fez muito bem, defendendo prudentemente as Escrituras quando Galileu a questionou. As Escrituras afirmam que “o sol se deteve … quase um dia inteiro” (Josué 10,13), demonstrando um excepcional milagre divino, onde quase não houve noite no fim do dia. Não há contradição aí, a menos que alguém queira discutir com Max Planck e Albert Einstein (da Teoria da Relatividade):

“Se tomarmos, por exemplo, um sistema de referências fixamente ligado com a nossa Terra, teremos de afirmar que o Sol se move no céu; se, inversamente, deslocarmos o sistema de referência para uma estrela fixa, o Sol encontra-se em repouso. Na oposição entre estas duas formulações não existe contradição nem obscuridade: trata-se somente de duas maneiras diferentes de considerar as coisas. Segundo a teoria física da relatividade, que atualmente pode ser considerada como aquisição científica assegurada, ambos os sistemas de referência e os modos de consideração que lhes correspondem são igualmente corretos e igualmente justificados, e é fundamentalmente impossível, sem arbitrariedade, decidir entre eles através de quaisquer medições ou cálculos“. (Max Planck, in Vorträge und Erinnerungen, Stuttgart, 1949, p. 311).

Isto claramente prova que a Igreja, não estava “errada”, como pregam certos indoutos linguareiros, para rapinar na ignorância. Além do que no texto da sentença a Galileu não aparece em nenhum momento citado o Papa; portanto, esse documento não pode ser considerado como um ato de magistério pontifício, e menos ainda como um ato de magistério infalível nem definitivo. (3)
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2- A confissão dos Templários – A jornalista afirma que um pergaminho de 60 metros contém o processo contra a Ordem dos Templários da França, acusada de heresia pelo Papa Clemente V. – Uma mentira vergonhosa!

A Verdade: o pergaminho não contém nenhuma acusação ou condenação do Papa aos Templários, mas a confissão dos templários diante de três cardeais enviados pelo Papa ao castelo de Chinon. Quem condenou os templários e os sacrificou na fogueira foram os corruptos reis da época, valendo-se de falsas acusações e torturas, para se apoderarem dos bens da Ordem.

A publicação desse documento caluniado pela jornalista, dissipa e deixa claro todas as dúvidas que por interesse se verteram durante esses séculos sobre a Ordem do Templo e que tanto dano causaram à imagem da Ordem, deixando claro que:

1. O Papa Clemente V nunca esteve convencido da culpabilidade da Ordem do Templo.
2. A Ordem do Templo, seu Grão Mestre Jacques de Molay e os demais templários presos, muitos deles justiçados posteriormente, foram absolvidos pelo Santo Padre.
3. O Templo nunca foi dissolvido, senão suspenso.
4. O Papa Clemente V nunca acreditou nas acusações de heresia e por isso permitiu aos templários justiçados receber os Santos Sacramentos.
5. Clemente V nega as acusações de traição, heresia e sodomia pelas quais o Rei da França acusou o Templo.
6. O processo e martírio de templários foi um “sacrifício” para evitar um cisma na Igreja Católica, que não compartilhava em sua grande maioria das acusações do Rei da França, e muito especialmente da Igreja francesa.
7. As acusações foram falsas e as confissões conseguidas sob torturas.
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3- O Papa Pio XII – Em tom pilhérico, a  jornalista afirma que na exposição não há nada sobre o Papa Pio XII, segundo ela “acusado de se omitir diante da matança de judeus pelos nazistas.” – Uma mentira vergonhosa!

A verdade: Há sim, muito na exposição que contradiz a jornalista , sobre a inocência e bravura do Papa Pio XII. A jornalista apenas omitiu e preferiu fazer eco a uma caduca difamação maquinada e já refutada pelo jornalista Olavo de Carvalho, que começou com a caluniosa peça teatral “O Vigário” (1963), do protestante Rolf Hochhuth, e culminou no fantasioso livro do desonesto John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999), sendo de cabo a rabo essa farsa, uma criação da KGB. Confira tudo aqui:http://www.olavodecarvalho.org/semana/070201jb.html
O Papa jamais silenciou diante do massacre dos judeus, repetem essa mentira para vê-la tornar-se verdade. Os meios de comunicação da época são testemunhas letais contra os caluniadores.
Veja os Editoriais do New York Times nos anos da guerra sobre Pio XII:
“A voz de Pio XII é uma voz solitária no silêncio e na escuridão envolvendo a Europa neste Natal. O Papa reitera o que antes já havia dito. De modo geral, ele repete, ainda que mais claramente, o plano de cinco diretrizes que ele primeiro enunciara em sua mensagem de Natal no início da guerra, em 1939. (…)”
Em janeiro de 1940, por exemplo, o Papa deu instruções à Rádio Vaticana de que revelasse as “horríveis crueldades da selvagem tirania” que os nazistas estavam infligindo aos judeus e aos católicos poloneses. Dando notícia da transmissão uma semana depois, o Defensor Público dos judeus de Boston reconheceu-a por aquilo que era: “Uma denúncia explícita das atrocidades perpetradas pelos alemães na Polônia ocupada pelos nazistas, declarando abertamente que são uma afronta à consciência moral de toda a humanidade”. O New York Times escreveu em seu editorial: “Hoje o Vaticano falou, com uma autoridade que não pode ser posta em discussão, e confirmou os piores presságios de terror que emergem das trevas da Polônia”. Na Inglaterra, o Manchester Guardian elogiou o Vaticano como “o mais enérgico defensor da Polônia torturada”. http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/opapajusto.html
Ao contrário do que afirmava a omissa e desonesta jornalista, ao dizer que não havia nada ali sobre o Papa Pio XII, há sim documentos que defendem a atitude do papa Pio XII, entre eles, está um relatório do núncio Francesco Borgongini-Duca que visitou sete campos de concentração na Itália, em 1941, e uma carta de agradecimentos de pessoas detidas nos campos, endereçada ao papa.
Filmes revelam ajuda de Pio XII aos judeus na SGM
Foram descobertos filmes que mostram a enorme atividade de ajuda que o Papa  Pio XII desenvolveu durante a Segunda Guerra Mundial a favor de todas as vítimas, independentemente de sua religião.http://www.2guerra.com.br/novosite/index.php?option=com_content&view=article&id=738:filmes-revelam-ajuda-de-pio-xii-aos-judeus-na-sgm&catid=94:artigos&Itemid=32
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4- A Carta indígena – A desonesta e omissa jornalista mostrou uma carta indígena escrita em 1887, “feita com o tronco de uma árvore” e enviada ao Papa Leão XIII, mas “inteligentemente” omitiu que o chefe da tribo indígena Ojibwa na carta, chama Leão XIII  de “grande mestre das preces que cumpre as funções de Jesus”.
Por que será que a jornalista fez questão de comentar caluniando o conteúdo dos outros documentos e omitiu o conteúdo desta carta? Certamente faltou uma lenda negra protestante para este caso.
O povo católicos não merece o mau-caratismo da espírita Rede Globo, nem a ma fé e falta de profissionalismo da senhora Ilze Scanparini, em Roma, num sábado de Aleluia.
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Notas:
(1) Scientifc Blunders: A Brief History of How Wrong Scientists Cam Sometimes Be,
Roberts yuongson, Carrol & Graf Publishers, 1998.
(2) Mariano Artigas e Melchor Sánchez de Toca, Galileo y el Vaticano. Historia de la Comisión Pontificia de Estudio del Caso Galileo (1981-1992) (Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 2008).)
(3) Por Mariano Artigas, professor de Filosofia da Ciência na Universidade de Navarra (Espanha), co-autor do livro “ Galileo en Roma. Crónica de 500 días” e autor do livro “Filosofia da Natureza”.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Forte terremoto atinge a costa do México.


Um terremoto de 6,3 graus de magnitude momento ocorreu nesta terça-feira na costa do Pacífico mexicana, perto da fronteira com a Guatemala, informaram autoridades do estado de Chiapas (sul).

O Serviço Sismológico Nacional do México registrou o epicentro do terremoto a 126 km a sudoeste de Ciudad Hidalgo, na fronteira entre Chiapas e Guatemala, a uma profundidade de 40 km.

"Foram registradas réplicas, mas sem vítimas", salvo algumas crises de pânico, informou o serviço de proteção civil de Chiapas.


A assessoria de imprensa do Instituto de Proteção Civil para o Controle Integral de Riscos de Desastres informou que imediatamente após o tremor - calculado pelo Instituto Geofísico dos EUA em 6,3 graus de magnitude momento e o SSN em 6,1 na escala Richter - foi registrada uma réplica de 4,7 graus Richter.

O Sistema Estadual de Proteção Civil de Chiapas informou outros seis tremores na região, que é de alta sismicidade já que nela confluem três placas tectônicas, a de Cocos, a do Caribe e a da América do Norte, mas apenas o de Ciudad Hidalgo foi sentido pela população.

Também nesta terça-feira foi detectado um terremoto no centro do país, a cerca de 200 km a sudoeste da Cidade do México. Não houve informação de vítimas ou danos.

Esse foi o quarto terremoto a atingir a capital em pouco mais de um mês, desde que um tremor deixou dois mortos e uma dezena de feridos no último 20 de março.                   


Fonte: Reuters e Painel Global

Padre espanhol gera polêmica ao divulgar a cura de gays.

+ Bispo  Reig Pla

Na cidade espanhola de Alcalá de Henares um padre tem chamado à atenção e criado polêmica por divulgar no site da Igreja Católica cartas com depoimentos de pessoas que foram curadas da “AMS” (sigla para “atração sexual pelo mesmo sexo”) através de terapias apropriadas.

O portal da instituição diz que o monsenhor Juan Antonio Reig Pla tem como objetivo mostrar que muitas pessoas que possuíam “o estilo de vida gay” conseguiram se libertar perseguindo “os itinerários de liberdade e esperança”. Esses “itinerários” de acordo com artigos publicados pela Opus Dei seria condições fisiológicas humanas reversíveis, conforme explicado no site do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de Navarra.

O padre divulgou 20 cartas no total com relatos de ex-gays, dessas quatro foram entregues pessoalmente ao religioso sendo uma delas uma carta de uma jovem universitária de 22 anos que afirma que foi “tormentoso cair na homossexualidade” e que depois disso sua vida se tornar “infernal”.

Em outra carta um homem de 29 anos testemunha que se “liberou do inferno da vida gay” através da “defesa incondicional e valente”. Mas os testemunhos são muitos, e foram publicados justamente para dar resposta a uma declaração da autoridade máxima da Igreja Católica naquela cidade que durante a Semana Santa declarou que é possível se curar a homossexualidade.

“Desde pequenos, há pessoas que não são bem orientadas na sexualidade humana e têm atração pelo mesmo sexo”, discursou Reig Pla durante o Feriado de Páscoa. Para um jovem de 18 anos a intenção do padre é visível: “que se conheça a mentira gay, que se saiba que é possível mudar e que há esperança para todos que não querem uma vida de sofrimento”.

De fato o religioso realmente acredita que a homossexualidade pode ser “curada” através de terapias. “O problema pode ser solucionado com terapias apropriadas especialmente se a prática de atos homossexuais não se enraizaram”, disse ele ao ser consultado pela imprensa local.

Com informações Opera Mundi

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Filme que apresenta um Jesus gay gera protestos.

Filme que apresenta um Jesus gay gera protestos

Um documentário que mostra a produção de uma peça onde Jesus Cristo é visto como um homem gay atraiu a ira de grupos cristãos na cidade de San Francisco. Porém, os defensores do movimento LGBT estão exigindo que o filme seja exibido neste final de semana no Teatro Castro.

O senador Mark Leno, além de políticos e teólogos favoráveis aos gays dizem que planejam defender os direitos dos cineastas mostrarem seu trabalho.

“Eu não sou teólogo nem historiador da religião, e eu não sou cristão”, disse o vereador Wiener. “Mas pelo que entendi, Jesus significa muitas coisas para um monte de pessoas diferentes… ninguém tem o monopólio sobre o significado de uma religião em particular”.

Um grupo católico da Pensilvânia, que defende o ativismo e prega sobre as aparições da Virgem Maria pensa diferente. De acordo com seu website, o grupo “América precisa de Fátima” reuniu mais de 13.500 assinaturas em uma petição formal. Eles desejam proibir a exibição do que classificam como uma “brincadeira b homossexual blasfema” e exige um “pedido de desculpas público a Nosso Senhor Jesus Cristo e todos os americanos tementes a Deus.”

O grupo não aceita ver Jesus na peça “supostamente” tendo “relações sexuais” com seus apóstolos. O documentário, intitulado “Corpus Christi: Brincando com a redenção”, registrou atores e produtores que montaram a primeira versão teatral do texto de Terrence McNally, de 1998. “Corpus Christi”, mostra Jesus vivendo na década de 1950 no Estado americano do Texas. Não há cenas de relações sexuais explícitas, mas os diálogos deixam claro que há uma relação homossexual sendo retratada.

Um porta-voz dos que defendem a exibição do filme, diz que os atores já foram vítimas de “ameaças” de bomba, e-mails ofensivos, comentários discriminatórios no YouTube e inclusive assédio moral da mãe do diretor. Em um comunicado, os produtores disseram que agradecem o apoio daqueles que defendes a diversidade.

“Não temos dúvida que a mensagem do amor inclusivo de Deus pelas pessoas LGBT revelada em “Corpus Christi” vai abafar as expressões de ódio daqueles que atacam a peça e o filme sem nunca o terem visto”, disse o diretor Nic Arnzen.

O senador Leno disse que o assunto “não é fácil”, mas que “na mesma medida que é difícil, também é importante.” Sobre as ameaças de bomba feitas ao teatro, disse que “Preciso colocar isso na mesma categoria dos extremistas muçulmanos. Este é um aspecto infeliz da religião, e digo isso como uma pessoa de fé.”

A exibição de domingo do documentário será complementada por apresentações da peça em diferentes lugares de San Francisco. A cidade testemunhou na última Páscoa um concurso para escolher o sósia gay de Jesus mais “gostosão”.

Traduzido e adaptado de SF Examiner

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Ativista faz discurso anticristão em conferência nacional



O escritor e ativista Dan Savage ficou famoso por uma série de vídeos postados no Youtube. Durante uma conferência recente, cerca de 100 estudantes de uma escola de ensino médio abandonaram o auditório quando ele começou a fazer ataques à Bíblia e ofendeu aqueles que se recusaram a ouvir o seu discurso “anti-bullying”.

O fato ocorreu em Seattle, durante a “National High School Journalism Conference” [Conferência Nacional de jornalismo de escolas de ensino médio] patrocinada pela Associação de Educação do Jornalismo e a Associação Nacional de Imprensa Escolar.

O evento, que deveria ser uma manifestação contra o bullying nas escolas, tornou-se uma coleção de ataques ao cristianismo e aos cristãos presentes. Diante dos estudantes aspirantes a jornalistas, ele atacou o argumento número 1 usado para justificar o bullying contra os gays: “está na Bíblia”.

Seu argumento é que de fato existem passagens bíblicas que condenam a homossexualidade, como existem proibições do consumo de alimentos como camarões e lagostas ou justificam que uma mulher seja apedrejada se não se casar virgem. Sem falar nos vários versículos que defendem a escravidão.

Para Savage, se a Bíblia falhou nesta questão moral, porque não falharia num assunto tão complexo quanto a sexualidade? Os alunos cristãos não gostaram e começaram a sair do auditório assim que o ativista citou as Escrituras. A resposta inusitada de Savage foi chamá-los de “maricas”. E acrescentou que é preciso combater todas as “besteiras” que estão contidas no texto sagrado dos cristãos.

Rick Tuttle, professor e assessor de imprensa da Escola de Ensino Médio Sutter Union, da Califórnia, era uma das centenas de pessoas presentes. Ele escreveu diz que o discurso deveria ser sobre uma coisa, mas que acabou sendo sobre outra. “Pensei que o tópico do discurso seria o anti-bulllying mas o que ocorreu foi um ataque direto às crenças cristãs”, escreveu ele no seu blog.

Tuttle disse que um número expressivo de estudantes ofendeu-se com as observações de Savage e decidiu abandonar o auditório, incluindo alguns de seus alunos. O ambiente tornou-se hostil. ”Eles sentiram-se atacados… um ataque direto e muito aguçado a um determinado grupo de alunos. É surpreendente que nós saímos para ouvir um discurso anti-bullying e um grupo de estudantes é particularmente ofendido, com uma linguagem profana. ”

Rapidamente a internet passou a debater o assunto, com uma série de argumentos pró e contra o discurso de Savage. Ele se defendeu em um post no seu blog, escrito domingo, Toda essa polêmica sobre seu discurso ser “um ataque ao cristianismo. É baboseira… é falso. Eu não estava atacando a fé em que fui criado. Eu estava atacando o argumento de que os homossexuais devem ser discriminados. E programas anti-bullying que abordam assédio moral ‘motivado pela fé’ contra os gays devem repensar seus argumentos, pois ninguém pode sofrer assédio moral somente porque alguém diz que “lá na Bíblia diz que ser gay é errado”.

A grande repercussão sobre o caso é o fato de o presidente Obama tem permitido que Savage criasse com o apoio da Casa Branca, uma campanha contra o bullying de estudantes LGBT que estavam cometendo suicídio para escapar do assédio moral. O projeto foi uma série de vídeos chamados “It Gets better” [Vai ficar melhor] onde celebridades, esportistas e políticos tentavam confortar adolescentes gays que acreditavam ser vítimas de perseguição na escola por causa de sua preferência sexual.

Traduzido e adaptado de Washington Examiner e CNN

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Encontrados no Santo Sudário restos de ungüentos de 2 mil anos atrás





                                                                                                    VALENCIA, 01 Mai. 12 / 04:46 pm (ACI/Europa Press)


A investigadora italiana Marzia Boi assegurou nesta segunda-feira, 30 de abril, em Valência que os restos de pólen encontrados no Santo Sudário de Turim não só correspondem com os que foram se depositando fortuitamente no tecido ao longo da história, mas também guardam uma correspondência “com os dos ungüentos e flores que se utilizavam para ritos funerários há 2.000 anos", informou a Arquidiocese de Valência em um comunicado.

A investigadora italiana Marzia Boi assegurou nesta segunda-feira, 30 de abril, em Valência que os restos de pólen encontrados no Santo Sudário de Turim não só correspondem com os que foram se depositando fortuitamente no tecido ao longo da história, como se acreditava até agora, mas também guardam também uma correspondência “com os dos ungüentos e flores que se utilizavam para ritos funerários há 2.000 anos", informou a Arquidiocese de Valência em um comunicado.

O trabalho da pesquisadora, exposto no Congresso Internacional sobre o Santo Sudário que se celebra em Valência, se acrescenta a outros estudos apresentados neste simpósio que mostram a compatibilidade entre o corpo envolvido com a Síndone e o de Jesus Cristo.

Em sua exposição, Marzia Boi, que trabalha no laboratório de Botânica do departamento de Biologia da Universidade das Ilhas Balear, argumentou também que no Evangelho se descreve que a sepultura de Jesus foi realizada com honras de reis, "o que implicava a preparação do cadáver com bálsamos e óleos". 

Ao analisar no microscópio as fotos dos polens extraídos em anteriores investigações sobre o Santo Sudário, a investigadora identificou tipos de plantas que "conforme está documentado desde antigo", eram usualmente utilizadas para os enterros.

Entre elas, no Santo Sudário há polens principalmente de Helichrysum, segundo sua observação, assim como láudano, terebinto, gálbano aromático ou lentisco.

A identificação dessas plantas supõe, segundo a Dra. Boi, "um dado adicional que confirma que o homem do Sudário poderia ser Jesus”.

A investigadora indicou que a revisão por parte de especialistas paleólogos de todos os "polens do sudário ajudaria a identificá-los melhor". Do mesmo modo, ela reparou em que os óleos e ungüentos presentes no manto o conservaram por conterem potentes elementos repelentes de insetos e fungos.