quinta-feira, 10 de novembro de 2011

“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade


Peter Baklinski

África, 8 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O presidente de Gana está liderando a investida enquanto vários países africanos estão assumindo posturas contra a ameaça da Inglaterra para que eles legalizem os atos homossexuais ou sejam excluídos de receber assistência financeira.
John Evans Atta Mills, presidente de Gana
“Eu, como presidente desta nação, nunca iniciarei nem apoiarei tentativa alguma de legalizar a homossexualidade em Gana”, disse o presidente John Evans Atta Mills numa declaração oficial para o governo da Inglaterra sob o primeiro-ministro David Cameron na quarta-feira passada.
Na Reunião de Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações em Perth, Austrália no final de outubro, na qual o primeiro-ministro Cameron esteve presente, a questão da homossexualidade nos países em desenvolvimento foi levantada num relatório interno que recomendava que todos os países da Comunidade eliminassem as leis que proibiam a atividade homossexual, conforme disse uma reportagem da BBC.
Cameron, falando no programa de televisão The Andrew Marr Show em Perth durante sua estada na Austrália, disse: “A assistência britânica deveria ter mais obrigações específicas”.
“A Inglaterra é agora uma das nações que mais dão assistência no mundo. Queremos ver os países que recebem nossa assistência respeitando direitos humanos específicos, e isso inclui o modo como as pessoas tratam os indivíduos gays e lésbicos”, continuou Cameron.
“Estamos dizendo que esta é uma das coisas que determinarão nossa política de assistência”, disse ele, acrescentando que “esses países [africanos] estão todos num percurso [para superar a discriminação] e cabe a nós ajudá-los ao longo desse percurso”.
Entretanto, o presidente Mills respondeu rapidamente que a Inglaterra não tem o direito de decretar ou anular os valores culturais e morais de Gana.
“Ninguém pode negar ao primeiro-ministro Cameron seu direito de fazer políticas, adotar iniciativas ou fazer declarações que reflitam as normas e ideais de sua sociedade. Mas, ele não tem o direito de dirigir outras nações soberanas quanto ao que devem fazer, principalmente em áreas em que as normas e ideais de suas sociedades são diferentes das normas e ideais que existem na sociedade do primeiro-ministro Cameron”.
“Embora agradeçamos toda a assistência financeira e toda a ajuda que nos foi dada por nossos parceiros de desenvolvimento, não aceitaremos nenhuma assistência que venha acompanhada de ‘imposição de condições’ se essa ajuda não beneficiar nossos interesses, ou se a implementação — ou a utilização — dessa ajuda com condições impostas particularmente piorasse nossa difícil situação como nação, ou destruísse a própria sociedade onde queremos usar o dinheiro para trazer melhorias”.
Malaui
Antes das declarações de Mills, Patricia Kaliati, porta-voz do governo de Malaui, disse que era “deplorável” que a Inglaterra estivesse considerando “condições pró-homossexualismo” para dar assistência, acrescentando que os atos homossexuais são ilegais em Malaui. Ela comentou que tais leis são um legado do governo britânico, conforme disse reportagem do jornal Nyasa Times.
Uganda
Igualmente em 31 de outubro, John Nagenda, conselheiro presidencial de Uganda, fez uma declaração forte para a BBC, dizendo que os ugandenses estavam “cansados desses sermões” e não deveriam ser tratados “como crianças”, acrescentando que a “mentalidade de truculência” de Cameron é “muito errada”.
“Uganda, se você recorda, é um Estado soberano e estamos cansados de pessoas que nos passam esses sermões”.
“Se eles querem levar seu dinheiro, que assim seja”, concluiu ele.
Tanzânia
Depois das declarações de Mill, a Tanzânia se adicionou à crescente lista de países africanos que estão dizendo que não farão concessões com seus valores culturais e morais, ainda que isso signifique perder o apoio financeiro da Inglaterra.
“A Tanzânia jamais aceitará a proposta de Cameron porque temos nossos próprios valores morais. A homossexualidade não é parte da nossa cultura e jamais a legalizaremos”, disse Bernard Membe, ministro das relações exteriores, de acordo com o jornal Guardian da Tanzânia.
“A Tanzânia está pronta para terminar suas relações diplomáticas com a Inglaterra se o governo inglês impuser condições na assistência que dá para pressionar em favor da aceitação de leis que reconhecem a homossexualidade”.
“Somos guiados por nossa tradição. Temos famílias compostas por uma mãe, um pai e filhos. O que Cameron está fazendo pode levar ao colapso da Comunidade Britânica de Nações”.
Zanzibar
Zanzibar, o arquipélago semiautônomo da Tanzânia, também se manifestou publicamente contra a assistência britânica acompanhada de condições impostas.
“Temos uma forte cultura zanzibar e islâmica que detesta as atividades gays e lésbicas, e para qualquer um que nos disser que a assistência de desenvolvimento está ligada à aceitação da homossexualidade, vamos dizer ‘não”, disse Ali Mohamed Shein, presidente do Zanzibar, para jornalistas na última sexta-feira.
“Não podemos fazer concessões desonrosas com relação à nossa cultura profundamente enraizada nem permitir algo que é completamente contra nossa religião. Que eles cortem sua assistência [para nós]”.
Os atos homossexuais são ilegais, em maior ou menor grau, em 40 dos 53 países africanos, de acordo com um levantamento feito pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Símbolos da JMJ continuam peregrinação pelo estado de Minas Gerais


Depois da acolhida dos jovens em Belo Horizonte a Cruz e o ícone das JMJ foi a vez dos jovens de Montes Claros acolherem os símbolos da Jornada Mundial da Juventude em preparação para a próxima edição do evento no Rio em 2013.

Na parte esquerda da igreja matriz da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José , a primeira catedral de Montes Claros (MG), estão disponíveis ao público, desde segunda-feira (07), os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ): a Cruz e Ícone de Nossa Senhora, que vieram de Bocaiuva (MG) após passar pela Arquidiocese de Diamantina (MG).

Segundo relata o porta A12 da Mãe Aparecida, o que se viu nesta última terça-feira foram estudantes, religiosos e leigos se aglomerando em frente aos Símbolos para tocá-los, registrar uma imagem histórica e, claro, fazer um momento de oração.

Sentadas ou mesmo em pé, mais de mil pessoas, a maioria jovens de diversas paróquias da Arquidiocese de Montes Claros, concentravam-se animadas na primeira igreja do município norte-mineiro.

Lideranças do Centro Marista de Juventude (CMJ) e do Setor Juventude Arquidiocesano percorreram os corredores da igreja e balançam as bandeiras com as cores da JMJ: azul, verde, vermelho, amarelo. Lembraram também dos cinco continentes (África, Europa, Ásia, América e Oceania) e da necessidade constante de união e ajuda mútua entre eles.

Logo após o momento de oração com as juventudes, essas mais de mil pessoas tomaram com cuidado os símbolos da JMJ, acompanhadas pelo coordenador arquidiocesano do Setor Juventude e vigário da Paróquia São Sebastião de Montes Claros, padre Gledson Eduardo de Miranda Assis.

A Cruz já tem 28 anos, recordou o sacerdote diocesano na saída para a Via Sacra, na nota de imprensa divulgada pelo Portal A12.

Fonte:ACI

Declaração Final do 2º Congresso Internacional pela vida. Leia e divulgue!




A Human Life International e o comitê organizador do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, realizado na cidade de São Paulo entre os dias 03 e 06 de novembro de 2011, agradece a Deus pela conclusão das jornadas de trabalho deste evento, com a participação de 8 bispos e um grupo de mais de 140 sacerdotes, seminaristas e religiosos de várias partes do Brasil e cerca de 350 leigos.
• Reconhecemos que devemos intensificar nosso trabalho como Igreja, no campo da defesa da vida e da promoção da família segundo o projeto divino e o magistério da Igreja, que insiste nos princípios inegociáveisenunciados pelo Santo Padre Bento XVI, a quem expressamos gratidão e fidelidade.
• Saudamos o trabalho de muitos grupos pró-vida, que desenvolvem ações louváveis de esclarecimento e instauração da cultura da vida.
• Reconhecemos que o nosso povo brasileiro é sensível à defesa da vida, porém constatamos a necessidade de uma melhor formação e mais informações sobre as circunstâncias atuais das práticas perversas de muitos organismos transnacionais que influenciam nossos governos para implantar políticas contrárias à cultura da vida e da família.
• Propomos, para fomentar a unidade e a efetividade das nossas ações, criar uma rede informativa que contribua para uma maior difusão de estratégias e iniciativas a favor da vida e da formação católica do nosso povo.
• Também propomos incluir dentro da formação inicial e permanente do clero os temas relativos à defesa da vida e da família.
• Urgimos que todos os participantes deste encontro exijam dos seus representantes parlamentares que trabalhem efetivamente para a aprovação do Estatuto do Nascituro reconhecendo-o como pessoa desde a fecundação, garantindo-lhe assim todos os seus direitos.
• Repudiamos as ingerências do Supremo Tribunal Federal em decisões que ferem a Carta Magna em matéria de vida e família, extrapolando as suas competências, invadindo a área de atribuições do legislativo.
• Como uma iniciativa imediata, animamos a que todos colaboremos com as ações necessárias para que a Constituição Paulista inclua em seu texto o reconhecimento do nascituro como pessoa desde o momento da fecundação, servindo de exemplo para o resto do Brasil e do mundo.
• Exortamos os grupos pró-vida a continuar trabalhando com ânimo e com fé no Senhor da Vida, sob o patrocínio da Virgem de Guadalupe, imperatriz das Américas, para que seja instaurada a cultura da vida e cesse a cultura de morte.
São Paulo, 06 de novembro de 2011
Human Life International Comissão organizadora

Vaticano investe um milhão de euros em apoio a pesquisas em células tronco ADULTAS



Vatican Insider

“Put your money where your mouth is”, recita um ditado norte-americano. Poderia ser traduzido mais ou menos como “faça o que as suas palavras dizem”. E parece que o Vaticano, em uma questão de fronteira e controversa como a pesquisa com células-tronco adultas, decidiu seguir precisamente essa linha.

O Vaticano organizou,colaborção com a empresa farmacêutica NeoStem, um congresso internacional de três dias sobre os aspectos médicos, filosóficos e culturais da “medicina regenerativa”, baseada em células-tronco derivadas dos tecidos de pessoas adultas.

Mediante a fundação Stoq International, com sede nos EUA, o Conselho Pontifício para a Cultura decidiu financiar com um milhão de euros as atividades da NeoStem e da fundação Stem for Life, organização sem fins lucrativos criada pela empresa para sensibilizar a opinião pública sobre as células-tronco adultas.

Por enquanto, explicou o Pe. Tomasz Trafny, diretor do escritório Ciência e Fé do dicastério vaticano e da Stoq, o dinheiro, pelo menos por enquanto, não vai apoiar a verdadeira atividade de pesquisa com células-tronco, mas sim atividades de caráter cultural, como o congresso que inicia nesta semana em Roma.
“Mas no futuro – acrescentou – não excluímos apoiar nenhuma atividade de pesquisa particular”, sempre tendo em mente que o Vaticano não tem laboratórios e que “a nossa tarefa é formar os sacerdotes e os católicos” sobre temas tão delicados e complexos.
O envolvimento econômico do Vaticano nasce, explicou o Pe. Trafny, do pedido explícito de alguns dos doadores da fundação, que queriam que o seu dinheiro fosse destinado a esse objetivo.

O que o Vaticano está fazendo não é um investimento, e a fundação Stoq Internacional não comprou ações da NeoStem (ela está listada na bolsa de Nova York). Ao contrário, o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, remeteu o financiamento vaticano à “gloriosa tradição” do “mecenatismo”.

O Vaticano, de fato, acredita muito nas potencialidades – não só médicas – das células-tronco adultas. É a oportunidade – para uma Igreja muitas vezes acusada de obscurantismo e de ser “inimiga” da ciência – para se colocar na primeira fila de um setor de vanguarda, mostrando com os fatos como o progresso científico não está em conflito com o respeito daqueles que, para a fé católica, são as insuperáveis “estacas” éticas da atividade humana.
Para fazer isso, o Conselho Pontifício para a Cultura também pôr de lado as dúvidas de quem se perguntava se era o caso de colocar o Vaticano ao lado de uma empresa com fins lucrativos como a NeoStem e se não seria melhor escolher como parceira, por exemplo , uma universidade. “Uma pesquisa deste tipo – explicou o cardeal Ravasi – precisa de fundos ingentes que não podem vir apenas de entidades de caráter social e cultural”.
Ou melhor, ele sugeriu, a partir desse acordo, também pode surgir um incentivo para aItália – país em que, como se sabe, o setor privado investe muito pouco em pesquisa.
Para o Vaticano, não foi fácil encontrar o parceiro certo para um projeto de longo prazo, que fosse além do financiamento ocasional de um evento. Sobretudo porque, ressaltou oPe. Trafny, “o nosso objetivo não é correr atrás da ciência, mas sim analisar o que a ciência poderá fazer amanhã”.
O fato de a Igreja ter entrado em campo tão resolutamente em favor das células-tronco adultas levantou muitas reações no mundo científico. O debate sobre o potencial das células-tronco embrionárias em comparação às adultas está aceso, e há quem olhe com desconfiança para o compromisso vaticano.
Por exemplo, no seu blog, Paul Knoepfler, da Universidade da Califórnia em Davis, se pergunta por que o Vaticano optou por se focar na NeoStem – uma empresa cujo desempenho na bolsa nos últimos tempos foi tudo menos róseo, em parcial tendência contrário em comparação com outras empresas do setor.
“A minha principal preocupação – escreveu – sobre essa conferência e sobre o envolvimento do Vaticano na pesquisa com células-tronco é que isso será usado como plataforma para atacar as células-tronco embrionárias e para ‘lançar’ a pesquisa com as adultas”.
Mas, provavelmente, um dos objetivos do Vaticano é justamente esse, embora o  Conselho Pontifício para a Cultura, explicou o Pe. Trafny, não queira participar de uma guerra cultural, mas sim evitar que ela exploda.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

De pornógrafo da Playboy para pastor evangélico: o testemunho difícil de Donny Pauling


2 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — No mesmo dia em que o pornógrafo Donny Pauling recebeu uma chamada telefônica da revista Playboy e lhe ofereceram 4 mil dólares por dia para produzir um novo reality show lésbico, ele inesperadamente se encontrava num momento de crise.
Donny Pauling
Pauling já havia lucrado milhões com a pornografia durante os oito anos passados, desde o tempo em que ele começou a fazer tomadas de cenas pornográficas sem o conhecimento de sua esposa. Mas 4 mil dólares por dia era algo que ele nunca tinha visto antes, e havia algo acerca da proposta que fez Pauling sentir que se ele a aceitasse, ele estaria fazendo seu compromisso final com a indústria da pornografia, e não haveria volta.
Quando ele estava saindo da reunião na Playboy e voltando para casa dirigindo seu carro, de repente ele parou o carro à beira da estrada, e começou a orar. “Eu estava como que falando com Deus: não importa o que eu faça, abençoa-me”, Pauling disse para LifeSiteNews.com numa entrevista por telefone. “E basicamente eu estava dizendo: ‘Obrigado pelo novo contrato pornográfico’”.
Mas, diz ele, “por maior loucura que isso pareça”, depois dessa oração ele imediatamente sentiu como se tivesse sido “atingido por um raio de eletricidade”. O sentimento foi tão forte, e tão inconfundível, que Pauling diz que ele sabia sem uma sombra de dúvida que era Deus.
Pauling já vinha orando ocasionalmente, depois de encontrar membros da Igreja XXX radicalmente diferentes, uma igreja que tem como missão alcançar os pornógrafos, estrelas pornôs e prostitutas com a mensagem do Evangelho. Mas vários dias depois da experiência no carro, ele diz que finalmente decidiu dar sua vida a Jesus, e deixar a indústria pornográfica. Isso foi em setembro de 2006.
Em 28 de setembro de 2006, Pauling escreveu em seu blog pessoal: “Estou assustado. Estou realmente assustado. Apavorado. Petrificado. Todas essas coisas”. Mas, acrescentou ele, “Sinto uma imensa sensação de alívio e felicidade pela primeira vez num LONGO, LONGO tempo”.

A criação de um produtor de pornografia

Embora Pauling claramente se lembre de seu primeiro encontro com a pornografia — aconteceu na escola, no terceiro ano do ensino fundamental, quando ele achou por acaso uma revista pornográfica — mas ele não atribui a origem de seus problemas subsequentes com a pornografia a essa experiência.
Foi somente depois que ele se casou que o vício surgiu ameaçadoramente. Isso ocorreu nos primeiros dias da internet — e fácil acesso à pornografia. Pauling se achou gastando mais e mais tempo online vendo pornografia, ou quando ele estava no trabalho, ou tarde da noite, quando sua esposa estava dormindo.
Ele ficou tão consumido com o que via que decidiu que queria ele mesmo produzir pornografia. Pauling trabalhava por conta própria em seu próprio escritório particular, de modo que foi fácil para ele começar a recrutar moças e tirar fotos sem o conhecimento de sua esposa.
Foi somente depois que Pauling traiu sua esposa pela segunda vez, três anos após começar a produzir e vender pornografia, que ele finalmente confessou tudo para ela. De onde estava, numa convenção de pornografia, ele ligou para ela e lhe disse acerca de sua vida secreta.
“Ela ficou fora de si”, diz ele, e foi nesse ponto que seu casamento acabou.
Mas agora que a pornografia não mais era seu segredo sujo, Pauling estava livre para se dedicar de tempo integral à produção de obscenidades. Depois que seu casamento se desintegrou, ele se mudou para seu escritório, rapidamente encontrou para si outra namorada e, no próprio primeiro mês de sua produção de tempo integral na pornografia, ele fez 50.350 dólares.
Ele estava viciado.

Como escapar da indústria pornográfica

No final de tudo, Pauling trabalhou como produtor pornográfico durante oito anos. Nesse tempo, ele diz que fez milhões de dólares, viveu um estilo de vida de farras ininterruptas, recrutou centenas de moças na indústria pornográfica e estava uma miséria completa.
Em primeiro lugar, ele não poderia ignorar o fato de que o trabalho de sua vida estava literalmente destruindo vidas, principalmente a vida das modelos que ele recrutava e iniciava no brutal mundo da pornografia. Quando lhe perguntam se ele acha a pornografia fascinante, Pauling responde: “Não há nada de fascinante em ver uma garota encolhida num canto chupando o polegar pelo fato de que a mente dela foi violentamente golpeada com o que ela vem fazendo”.
Mas não foi de ajuda, comenta ele, o fato de que ele era motivado em grande parte por um ódio ardente aos cristãos e ao Cristianismo.
O ex-pornógrafo atribui a origem desse ódio à austera criação que ele recebeu como filho de um pastor pentecostal. Durante essa criação, ele foi ensinado uma definição “legalista” de Deus (“Deus era apenas um conjunto de regras e regulamentos”, diz ele) e testemunhou a hipocrisia desprezível de muitos líderes cristãos que seu pai conheceu.
Depois que ele começou a fazer pornografia, ele tinha prazer em encontrar por acaso seus velhos amigos cristãos, que costumavam perguntar o que ele estava fazendo. “Eu adorava lançar pornografia na cara deles”, diz ele.
Mas as coisas começaram a mudar depois que ele conheceu membros da Igreja XXX, que todo ano costumava armar um estande na convenção de pornografia de Las Vegas, e entregar exemplares da Bíblia adornados com as palavras “Jesus ama as estrelas pornôs”.
“Em vez de ficarem do lado de fora protestando e segurando cartazes dizendo às pessoas que Deus estava enviando-as ao inferno onde queimariam em tormento”, os membros da Igreja XXX “estavam dentro armando estandes, fazendo maquilagem nas moças”, disse Pauling. “E em vez de julgá-las, eles diziam a elas que elas eram belas e que Deus as amava, e que não havia nada que elas pudessem fazer que poderia mudar isso, e que Ele queria mais para elas”.
Ele acabou compreendendo, diz Pauling, que se tivesse de ser cristão, “esse é o tipo de cristão que eu quereria ser, e o tipo de Jesus que eu quereria servir”.
A transformação não aconteceu da noite para o dia — aliás, levou vários anos —, mas ele diz que foi graças à abordagem “baseada em amor” da Igreja XXX que ele foi levado ao ponto em que pôde fazer aquela confusa oração em seu carro, e escutar a resposta.
Depois da experiência mística no carro, “Desisti, e simplesmente me afastei”, diz ele. “Eu sabia que não seria fácil, pois eu tinha muitas contas. Por isso, perdi tudo o que eu possuía. Havia uma execução da hipoteca sobre minha propriedade”. A namorada dele de cinco anos o abandonou em troca de um gerente da Playboy.
“Mas eu nunca senti mais paz, muito embora tivesse sido um tempo tumultuoso”.

Como superar o vício da pornografia

Depois de deixar a indústria pornô, Pauling se matriculou num seminário para se tornar pastor (em grande parte, diz ele, para “reprogramar” seu cérebro — por enquanto, ele realmente não tem nenhum plano de dirigir uma congregação), e lançou uma empresa de marketing por internet. Ele também tem viajado pelo mundo falando para milhões de pessoas sobre a realidade da indústria pornográfica, e sobre como superar o vício.
Ele diz que está convencido de que a mesma abordagem “baseada no amor” que o tirou da indústria pornô é a mesma abordagem necessária para aqueles que são viciados à pornografia, e querem sair.
“Muitas pessoas não pedem ajuda porque estão paradas se sentindo culpadas sobre suas ações, dizendo, ‘aí vou eu, fiz tudo de novo’”, diz ele. “Penso que precisamos compreender que, embora o pecado realmente nos separe de Deus, Ele ainda os ama. Não importa o que eles estão fazendo. O amor dEle não muda. Não é condicional”.
Falando em termos práticos, Pauling exorta aqueles que são viciados à pornografia a serem completamente sinceros com alguém em quem eles possam confiar, e então estabelecer um sistema de prestação de contas — alguém com quem possam conversar regularmente sobre suas lutas com o vício.
A manha, diz ele, é simplesmente nunca desistir. “Já vi pessoas chegando até mim e dizerem que me ouviram falar dois anos atrás, e não olharam pornografia desde então”, diz ele, “mas isso não é realista para todos”.
“Não importa quantas vezes você tenha caído, Ele ainda está ali para apanhar você e colocar você de pé de novo”.
Pauling compara a experiência de vencer o vício à experiência de uma criança que está aprendendo a andar. Só porque a criança cai frequentemente, diz ele, não significa que o pai lhe diga que andar não é para ela.
“Deus que nos ama muito não está procurando uma razão para nos enviar ao Inferno. Ele está procurando todas as razões para nos levar até Ele”, conclui ele. “Por isso, apenas fique de pé de novo. Pare de deixar seu sentimento de culpa abater você”.

Nigéria rejeita ameaças da Inglaterra e apoia o verdadeiro casamento


Adam Cassandra

LAGOS, Nigéria, 7 de novembro de 2011 (HLIWorldWatch.org/Notícias Pró-Família) — Ativistas pró-vida e pró-família na Nigéria estão se mobilizando para dar apoio a um projeto de lei que está no momento sendo considerado no Senado da Nigéria que proibiria o “casamento” de mesmo sexo no país mais populoso da África em meio a ameaças do Reino Unido de cortar assistência se os países não protegerem os “direitos” homossexuais.
“A [organização pró-vida] Vida Humana Internacional da Nigéria está juntando forças com outras organizações pró-vida e nigerianos bem-intencionados para uma mobilização para defender esse projeto de lei”, disse Chizoba Nnagboh, diretor na Nigéria da Vida Humana Internacional (VHI). “Organizações antivida, se disfarçando de organizações de direitos humanos, não estão dando folga, mas estão também seriamente fazendo mobilizações para deter o projeto de lei”.
Um dos principais patrocinadores do projeto, o senador Domingo Obende, recentemente reconheceu que as pressões de um debate mundial sobre o casamento de mesmo sexo estão levando alguns países a legitimar a prática homossexual, enquanto outros estão à beira de fazer isso. Ele frisou que a Nigéria precisa agir muito rápido para que essa tendência não ache um meio de entrar no país. O sr. Nnagboh relatou que o senador Nnagboh exortou o Senado a proibir o casamento de mesmo sexo, que “levará ao colapso da sociedade”.
Uma versão do projeto de lei apareceu diante do Poder Legislativo em 2006, mas nunca foi para votação. O projeto foi reintroduzido em 2008, e passou por duas revisões, mas também nunca foi colocado para votação.
Organizações como Human Rights Watch, Anistia Internacional e a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos estão pressionando o presidente da Nigéria Goodluck Jonathan a vetar o projeto se o Congresso o aprovar. David Cameron, primeiro-ministro da Inglaterra, recentemente ameaçou cortar assistência de países africanos como a Nigéria que buscam proteger a santidade do casamento no nome dos “direitos humanos”.
O primeiro-ministro Cameron disse que aqueles que estão recebendo assistência do Reino Unido têm a obrigação de “respeitar direitos humanos específicos”. Eliminar as leis que cometem “discriminação” contra a homossexualidade foi uma das recomendações de um relatório interno da Reunião dos Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações realizada em Perth, Austrália.
Na semana passada, a VHI da Nigéria enviou uma carta de apoio ao projeto de lei que criminaliza o “casamento” de mesmo sexo no Senado da Nigéria antes de uma audiência pública sobre o projeto em 31 de outubro de 2011.
“A VHI da Nigéria deseja declarar que embora respeite todas as pessoas como elas são, não tem de respeitar tal ataque em massa contra tudo o que é sagrado para nós e contra o bem de nossa sociedade”, a carta declarou.
“O ‘casamento’ de mesmo sexo é uma ofensa aos nossos sentimentos religiosos e culturais” e “é um insulto para a instituição do casamento e família”, a carta, assinada pelo sr. Nnagboh, também disse.
David Mark, presidente do Senado da Nigéria, expressou apoio ao projeto de lei na audiência pública.
“Minha fé como cristão abomina isso. É incompreensível considerar o casamento de mesmo sexo. Não consigo entendê-lo. Não dá para se ter parte nisso”, disse o senador, alertando contra o que ele chamou de “importação de uma cultura estrangeira”.
Há uma “forte determinação entre os nigerianos de continuar a preservar a cultura da vida apesar das influências externas que estão trabalhando para miná-la”, disse o sr. Nnagboh. “Os nigerianos têm uma paixão muito especial por preservar a santidade do casamento e a família tradicional, e esse projeto de lei veio para garantir que o casamento de mesmo sexo, que não só é tabu na cultura nigeriana, mas também ofensivo para os sentimentos religiosos dos nigerianos, não crie nenhuma raiz na Nigéria”.
Este artigo foi publicado com a permissão de HLIWorldWatch.org.

Jornada para a masculinidade: ex-transexual conta seu testemunho


CARLSBAD, Califórnia, EUA, 3 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Walt Heyer era um menininho crescendo na Califórnia em meados da década 1940, interessado em cowboys, carros e violões quando certo dia, a avó dele teve a imaginação estranha de que ele queria ser uma menina. Ela ingenuamente lhe fez um vestido roxo de baile, com fita de enfeite, que ele costumava usar quando a visitava.
De acordo com Walt, usar aquele vestido roxo com fita de enfeite desencadeou algo que o colocou numa longa trajetória de 35 anos que o levou a um vale escuro de “tormento, desilusão, mágoas e tristezas”. Sua confusão com sua identidade sexual o levou ao alcoolismo, vício de drogas e tentativa de suicídio.
No fim, Walt recorreria à “cirurgia de mudança de sexo” com vaginoplastia para fazê-lo se parecer como uma mulher, algo que ele veio a lamentar profundamente e que ele agora aconselha indivíduos com confusão sexual a evitar. “Ele (Deus) havia me criado como homem, do jeito que eu era, e nenhuma faca iria jamais mudar isso”, Walt disse para LifeSiteNews.com numa recente entrevista.

Envergonhado de Ser Homem

Em seu livro de 2006, “Trading my Sorrows” (Negociando minhas Tristezas), Walt relata que o vestido roxo foi apenas a primeira de muitas influências em sua vida que fizeram com que ele sentisse vergonha de ser homem. Houve o abuso sexual que ele sofreu nas mãos de seu tio que ele diz que fez com que ele sentisse vergonha de seus órgãos sexuais. Havia a austera disciplina de seu pai — praticamente indistinguível de abuso físico, diz ele — que fez com que ele se sentisse incapaz de ser o menino que seu pai queria que ele fosse.
Walt se lembra de nunca se sentir bem o suficiente para seus pais, nunca conseguir agradar a eles e nunca receber os elogios que ele muito desejava.
“O que eu desesperadamente queria era elogios dos meus pais pelas coisas que eu fazia muito bem, e encontrar meu próprio lugar ideal onde eu pudesse me expressar, desenvolver meus talentos e fazer algo de que eu gostasse”, explicou Walt em seu livro.
O menininho que não tinha nenhuma autoestima começou a desprezar a si e a seu corpo. Walt começou a se consolar se vestindo como menina e guardando esse segredo de seus pais. Vestir-se como uma menina se tornou seu esconderijo onde ele se sentia a salvo da disciplina e conflitos dolorosos que seu pai e mãe lhe davam.

A Mulher Tirana Interior

Quando passou pela adolescência, Walt diz que a menina que estava dentro de sua cabeça foi ficando mais forte e exigia mais de seu tempo. Apesar do fato de que Walt adorava carros que chamavam a atenção e namorou mocinhas atraentes no colegial, não importava quanto ele se esforçasse, ele não conseguia expulsar a obsessão de se tornar uma mulher. Depois da escola secundária, Walt saiu da casa de seus pais e foi morar em sua própria casa, de modo que ele pudesse usar roupas de mulher na privacidade de seu próprio lar. Nessa altura, ele havia amontoado muitas roupas femininas, mas ainda sentia uma vergonha profunda de seu hábito secreto.
Walt acabou se casando, ficou rico e a partir de todas as aparências exteriores, estava vivendo o sonho americano. Ele continuava suas contínuas escapadas para o mundo de seu segredo de mulher.
Walt diz que estava vivendo três vidas diferentes de “homem de negócios bem-sucedido e beberrão, o quadro perfeito de um pai e marido amoroso e um travesti mulherzinha”. Contudo, por dentro, Walt estava experimentando desastre e desilusão. Tudo na vida dele começou a desmoronar.
Ele recorreu ao álcool como um mecanismo para lidar com seus problemas, mas isso só aumentou seu desejo de se tornar uma mulher. Ele diz que permitiu que a menina que estava dentro de sua cabeça se expressasse mais e mais à medida que ele desesperadamente tentava agarrar momentos de alívio do furioso mar de sofrimento e tristeza que estava sua vida.
No fim, Walt colocou todas as suas esperanças na cirurgia de sexo como a solução que faria seu sofrimento desaparecer permanentemente.

A Cirurgia

Primeiro, vieram os grandes peitos, implantados pela cirurgia plástica. Então, veio o procedimento que Walt mais lamenta, a transformação cirúrgica de seu órgão reprodutor masculino para a aparência de um órgão reprodutor feminino.
Walt Heyer viveu oito anos como Laura (à direita)
Walt havia esperado que o procedimento aliviasse sua “debilitante angústia psicológica” e fizesse cessar, uma vez por todas, o conflito que o havia atormentado desde sua infância. Mas para seu desânimo e grande tristeza, rearranjar seus órgãos sexuais e mudar sua aparência não efetuou a mudança correspondente em seu interior.
Depois da cirurgia, a mente de Walt se tornou um campo de batalha de pensamentos e desejos conflitantes que ele só poderia descrever como “agravantes, desoladores, deprimentes, contraditórios, distorcidos e imprevisíveis”.
Depois da cirurgia, cada dia que passava deixava mais claro para Walt que ele havia cometido um “erro imenso”. Seu vício à cocaína e ao álcool, numa tentativa de entorpecer o sofrimento emocional, só aumentou seu tormento, depressão e solidão.
Walt agora sabia que a faca do cirurgião e a amputação consequente não o haviam transformado de homem para mulher. Ele percebeu que a cirurgia era uma “fraude completa”. Ele sentia que não tinha escolha, senão viver uma vida como uma mulher cirúrgica, um “impostor”.

Tentativa de suicídio

Nesse ponto, ele chegou ao fundo do poço. A cirurgia havia destruído a identidade de Walt, sua família, seu círculo social e sua carreira. Ele estava sentindo que nada mais lhe restava, a não ser morrer. Walt, que estava se passando pelo nome de Laura Jensen, tentou atirar-se de cima de um prédio, mas foi impedido por um transeunte.
Sem ter onde morar e sem um centavo no bolso, o arruinado “transexual” teria terminado vivendo na rua se um bom samaritano não tivesse lhe dado um lugar para dormir numa garagem. Esse novo amigo incentivou Walt a frequentar as reuniões dos Alcoólatras Anônimos onde ele percebeu que precisava se conectar a uma “força mais elevada” se quisesse escapar da bagunça em que havia se metido.
Walt começou a compreender mais e mais que ele era verdadeiramente um homem, mas um homem que estava encoberto num “disfarce de mulher”.
“Eu estava muito consciente de que estava agora na lata de lixo da raça humana, uma vida desperdiçada e jogada fora, pervertida por minhas próprias escolhas. O álcool, as drogas e a cirurgia haviam me deixado inútil para qualquer um. Eu havia fracassado de forma desgraçada como o homem que Deus havia me criado para ser”.

Saindo do Vale da Escuridão

Com a ajuda de alguns amigos cristãos que ele havia descoberto recentemente, Walt começou uma jornada em direção à cura e à descoberta de sua verdadeira identidade como homem. Walt percebeu que a chave para ganhar a batalha que assolava dentro de si era a sobriedade. O lema e constante oração interior dele se tornaram: “Permaneça sóbrio — não importa o que aconteça — permaneça sóbrio”. Ele colocou de lado o álcool e se voltou para Jesus como uma fonte recém-encontrada de força.
Certa vez, durante um tempo de oração com seu psicólogo cristão, Walt diz que sentiu espiritualmente o Senhor, todo vestido de branco, que se aproximou dele com os braços estendidos, abraçou-o completamente e disse: “Agora você está para sempre a salvo comigo”. Foi nesse momento que Walt soube que encontraria a cura e a paz que ele desejava tão intensamente em Jesus.
Walt disse para LifeSiteNews numa entrevista que aqueles que estão passando por lutas com relação à sua identidade como homem ou mulher e acham que a operação de sexo é a solução “precisam ir a um psicólogo ou psiquiatra e iniciar uma terapia e cavar profundo para descobrir o que está provocando esse desejo, pois há alguma questão psicológica ou psiquiátrica obscura que não foi resolvida e que precisa ser investigada — quer seja abuso sexual, quer seja abuso físico ou quer seja uma questão de modelos na vida. Pode levar um ano investigar as questões profundas que estão ocorrendo e então, quando você faz essa investigação, você pode levar a pessoa a um ponto em que ela pode começar a entender seu sexo e começar a aceitar seu sexo e querer viver o sexo que Deus lhe deu”.
Agora, como um homem idoso, Walt crê que se pudesse voltar no tempo e dizer algumas palavras significativas para si como um homem mais jovem, ele orientaria o homem mais jovem a evitar a cirurgia de sexo, e descobrir a causa principal por trás do desejo pela cirurgia.  
Walt acredita que sua vida dá testemunho do poder da esperança, que nunca devemos desistir de alguém, não importa quantas vezes ele ou ela falhe ou quantas reviravoltas haja no caminho para a recuperação. Acima de tudo o mais, diz Walt, nunca devemos “subestimar o poder curador da oração e amor nas mãos do Senhor”.
Para entrar em contato com Walt Heyer
E-mail: waltsbook@yahoo.com

domingo, 6 de novembro de 2011

Antes de ABORTAR SEU FILHO, assista este vídeo!

Cenas chocantes.

Ateus perdem feio nos Estados Unidos: 396 X 9!



Nesta semana o Congresso dos Estados Unidos votou favoravelmente à permanência do lema nacional “In God We Trust” [Em Deus Confiamos] frase garantida como lema desde 1956 e que já foi fixada em várias partições públicas daquele país.
Segundo o jornal The Washington Post esse lema tem resistido às constantes reclamações de grupos ateus que dizem que ele fere a laicidade do Estado e que, portanto, precisa deixar de existir. Mas a votação mostrou o contrário, foram 396 votos a favor e nove contra.
Nas palavras do republicano James Randy Forbes, “Deus continuará presente no Congresso”, ele diz também que os burocratas querem eliminar Deus do domínio público, se referindo a inúmeros recursos que foram abertos por indivíduos e agência governamentais para tirar a menção de Deus do governo.
A frase em questão aparece também nas moedas e notas de dólar desde a Guerra Civil.
Ela também aparece nos edifícios federais da justiça. “A medida que nossa nação enfrenta tempos difíceis, é apropriado que os membros do Congresso e nosso país declarem com decisão nossa confiança em Deus, crendo que será mantida nas gerações vindouras”, disse Forbes.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/27120

Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU




SÃO PAULO, 05 Nov. 11 / 02:50 pm (ACI)

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (...) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém... que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (...). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor".

 "O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas", afirmou também Boff.


Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.