segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vaticano e Bispos da Itália deploram violência e destruição de imagem da Virgem de Lourdes em Roma



O Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, deplorou a violência e a destruição de um crucifixo e uma imagem da Virgem da Lourdes durante a manifestação dos "indignados" em Roma que se uniram ao protesto mundial (15- O, em referência a 15 de outubro) deste movimento surgido na Espanha.

No sábado 15 de outubro um grupo de vândalos em Roma saquearam lojas e bancos, queimaram veículos e enfrentaram as forças da ordem. Faziam parte de uma manifestação que começou na Praça da República e que terminou na Plaza São João do Latrão na Cidade Eterna.

O Pe. Lombardi disse no dia 16 de outubro sobre estes fatos que "a violência ocorrida ontem em Roma é inaceitável e injustificada. Condenamos toda a violência e também aquela contra os símbolos religiosos".

A manifestação do sábado era parte da iniciativa mundial que uniu centenas de cidades como Barcelona, Nova Iorque, Sydney, entre outros, aonde os "indignados" protestaram por "uma mudança global" da situação econômica, política e social.

A cruz e a imagem da Virgem de Lourdes que destruíram os manifestantes em Roma se encontravam na antiga paróquia dos Santos Marcelino e Pedro em Latrão.

O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR) recolhe em sua edição para o dia 18 de outubro as declarações do Presidente da Conferência Episcopal Italiana, Cardeal Angelo Bagnasco, quem afirmou que "não podemos não expressar nosso total rechaço pela violência organizada por facínoras que turvaram a muitos que tentavam manifestar de modo pacífico suas preocupações".

O Vigário do Papa para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, disse à sua vez que "a violência gratuita que profanou imagenssagradas, a agressão a pessoas e a destruição de coisas não podem ser não justificadas".

"Roma, cidade acolhedora, que recebe a cada dia milhares de peregrinos e turistas, ficou agora ferida", acrescentou.

O Arcebispo de Milão, Cardeal Angelo Scola, disse em sua homilia de ontem na festa da dedicação da Catedral dessa cidade que "ofende-nos profundamente como cristãos a destruição da estátua da Virgem e a profanação do crucifixo, mas o episódio, além de nos ofender, entristece-nos muito e nos enche de dor de maneira grave porque expressa uma grave violência do sentido comum do humano".

É necessário, disse o Cardeal, "responder com paz e justiça, reagir no sentido nobre da palavra, construindo boas relações. Não podemos sofrer tudo de modo inelutável".

O LOR conclui ressaltando que nos 82 países onde se deram os protestos, "não se registrou felizmente graves desordens. Em Nova Iorque a polícia prendeu 40 pessoas que não obedeceram a ordem de sair de Times Square. Mas não há rastros de violência, exceto os de Roma".
Fonte:ACIDIGITAL

domingo, 16 de outubro de 2011

Peça teatral blasfema choca católicos na França.




Foto: A secretária geral de Avenir de la Culture, seu advogado e um grupo de 12 habitantes de Toulouse entregam os cartões vermelhos à prefeitura da cidade.
A associação Avenir de la Culture convidou seus aderentes para enviar um cartão vermelho ao Ministro da Cultura e aos prefeitos de Paris e Toulouse, em protesto pelo apoio a uma peça de teatro blasfema onde Nosso Senhor é sujeito a ultrajes dos mais dolorosos.
Foram recolhidos 7.039 cartões.
A secretária geral de Avenir de la Culture, seu advogado e um grupo de 12 habitantes de Toulouse entregam os cartões vermelhos à prefeitura da cidade
De acordo com o comunicado publicado no site da entidade, no Festival de Outono, em Paris, e no teatro Garrone, em Toulouse, serão apresentados a obra teatral intitulada “GOLGOTHA PICNIC” em que Nosso Senhor é “comparado a um terrorista e insultado com grosserias impossíveis de se reproduzir aqui”.
O título já nos mostra a abordagem sarcástica à Paixão de Cristo. As cenas da peça fazem o grotesco pacto entre o ódio ao cristianismo e a obsessão sexual para corromper o que resta de dignidade e moralidade na cultura francesa.
Este “espetáculo”, que une a obscenidade, pornografia e blasfêmia, é patrocinado pelo Ministério da Cultura e pela prefeitura de Paris! “Essa peça teatral revela o nível em que alguns políticos têm colocado nossa cultura, outrora uma das glórias da França”, lamenta o comunicado.
O cartão vermelho solicita o cancelamento dessa obra “vulgar sórdida, imoral e insultuosa à memória de Jesus Cristo”.
O arcebispo de Toulouse, Mons. Robert Jean Louis Le Gall, tomou posição: « o tom da peça, que suscitou fortes reprovações na Espanha, é resolutamente anticristã e blasfema. Eu me solidarizo com a indignação exprimida por numerosas pessoas (…)»
Na semana passada, 5.000 cartões foram entregues à prefeitura de Paris e, no último dia 13 de outubro, com o número aumentado para 7.039 cartões, também enviados à prefeitura de Toulouse.


Fonte: Blog Carmadélio

"Aleteia": uma resposta à Nova Evangelização



Roma (RV) - "Faça perguntas. Obtenha respostas. Participe da conversa". Para responder a este desafio, surge "Aleteia", a primeira comunidade baseada em perguntas e respostas sobre fé, vida e ensinamentos da Igreja, criada por Jesus Colina, ex-diretor editorial da agência de notícias Zenit.

"Aleteia nasce como uma resposta concreta ao desafio lançado pelo Papa Bento XVI de proclamar o Evangelho na nova mídia, em sintonia com o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais e o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização” – informa o novo portal (http://www.aleteia.org), iniciativa privada, independente de movimentos e instituições religiosas.

"Aleteia" (do grego "Aletheia", que significa "Verdade") será apresentado em meados de outubro no Vaticano. Contará com quatro idiomas (espanhol, italiano, espanhol e francês), e terá perfis no YouTube, Facebook e Twitter. No canal espanhol do YouTube

Fonte: Radio Vaticano

O Papa anuncia "Ano da Fé" para 2012


Vaticano, 16 Out. 11 / 12:44 pm (ACI/EWTN Noticias)

Na homilia da Missa que presidiu esta manhã na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVIanunciou para o ano 2012 o "Ano da Fé" que se estenderá até 2013.

O Santo Padre fez o anúncio durante a Eucaristia conclusiva do encontro "Novos evangelizadores para a nova evangelização" realizado este fim de semana no Vaticano no qual participaram, entre outros, o tenor italiano Andrea Bocelli, Luiza Santiago da Canção Nova e a irmã Verônica Berzosa.

O Papa explicou que este Ano da Fé começará no dia 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e concluirá em 24 de novembro de 2013, na Solenidade deCristo Rei do Universo.

O Concílio Vaticano II é um dos eventos mais importantes na história da Igreja. Realizou-se entre 1962 e 1965 congregando bispos de todo o mundo. Produziu um corpo de doutrina que busca promover a fé católica, renovar a vida dos fiéis, adaptar a liturgia e animar a presença dos leigos na vida da Igreja.

Ao anunciar o Ano da Fé, o Papa disse que este tempo procura "dar um renovado impulso à missão de toda a Igreja, para conduzir os homens longe do deserto no qual muito freqüentemente se encontram em suas vidas à amizade com Cristo que nos dá sua vida plenamente".

Este Ano da Fé, disse o Santo Padre, "será um momento de graça e de compromisso por uma cada vez mais plena conversão a Deus, para reforçar nossa fé nele e para anunciá-lo com gozo ao homem de nosso tempo".

Os detalhes deste Ano da Fé serão explicados nos próximos dias por Bento XVI através de uma carta apostólica.

O Papa recordou logo no Ângelus que um de seus predecessores, o Beato Paulo VI, também convocou a um Ano da Fé similar, em 1967, ao cumprir-se 900 anos do martírio de São Pedro e São Paulo.

sábado, 15 de outubro de 2011

Ativistas gays interferem na liberdade dos consumidores comprarem e fazerem doações online

Chuck Colson
3 de outubro de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Imagine que seu notebook acabou morrendo. Você tem várias opções: Você pode ir de carro até a loja e comprar um novo, ou você pode comprar pela internet.
Se escolher comprar pela internet, você tem outra opção: Você pode comprá-lo de um varejista online, ou você pode se conectar a um varejista via um portal. Por quê? Porque alguns portais, como o CGBG, dividem sua parte dos lucros com uma entidade de caridade que você escolher.
É o máximo que fazer compras pode chegar ao “ganho mútuo” em nossa cultura consumista.
É claro: até que alguém faça objeções às entidades de caridade que estão recebendo uma parte dos lucros. E você não ficará surpreso com os autores das objeções.
Entre as entidades de caridade com quem o CGBG reparte seus lucros estão o Conselho de Pesquisa da Família e Focus on the Family. Em julho, uma petição que pedia a Microsoft que parasse de fazer transações comerciais com o CGBG atingiu a internet. O organizador, “Stuart Wilber, um homem gay de 73 anos de Seattle”, nas palavras do jornal New York Times, diz que ficou “pasmo” com o fato de que pessoas pudessem comprar produtos da Microsoft por meio do CGBG.
Preciso lhe dizer o motivo por que ele ficou “pasmo”? Afinal, muitos ativistas e organizações gays consideram Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família como grupos de ódio antigays só porque eles se opõem ao tão chamado “casamento” gay e respeitam os ensinos bíblicos de que o sexo homossexual é pecado.
Pouco importava que Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família fossem apenas dois dos milhares de beneficiários potenciais do CGBG. Pouco importava também todo o bem que os outros grupos fizeram. Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família falavam uma palavra desanimadora sobre a homossexualidade. Por isso, o CGBG estava fora das normas politicamente corretas.
A Microsoft cedeu, e também as lojas Macy’s. Outros, como a Delta, Target e o Wal-Mart, se desligaram do CGBG, mas depois repensaram sua decisão.
Por quê? Porque para a maior parte dos varejistas não há proveito, literalmente, em se distanciar de milhões de potenciais clientes cristãos, principalmente quando a “associação” alegada pelos ativistas gays é tão frágil.
Como um porta-voz da Delta explicou: “Pensávamos que estávamos apenas voando aviões”.
Mas para muitos no movimento homossexual, os varejistas e as empresas aéreas são meros acessórios numa campanha de intimidação. A partir da perspectiva deles, a quantia que Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família podem levantar por meio de sua participação no CGBG (e eles não levantam muito) não vem ao caso.
Não é suficiente que homens gays e lésbicas sejam livres para viver, trabalhar e, em seis estados mais o Distrito de Colúmbia, se casar onde e com quem escolham.
Não importa que, dentro da memória viva de virtualmente todos acima da idade de dezoito, as opiniões que estão sendo expressas por Focus on the Family, pelo Conselho de Pesquisa da Família e pela Declaração de Manhattan eram literalmente compreendidas como naturais.
Não importa que, diferente dos reais “grupos de ódio” aos quais o Conselho de Pesquisa de Família é comparado, ninguém envolvido com o CGBG está ameaçando, muito menos fazendo, violência ou até mesmo incitando discriminação.
Não importa porque, ao que tudo indica, os ativistas homossexuais não se sentirão “livres”, “a salvo”, “aceitos” ou “iguais” a menos que todo comentário discordante, toda palavra desanimadora sobre o estilo de vida deles seja banido da esfera pública.
É bom que os cristãos estejam denunciando publicamente. Por causa disso, algumas empresas já mudaram de ideia. Jamais devemos nos deixar intimidar, permitindo que nos arrastem para uma espiral de silêncio, sobre a qual você me ouvirá falando mais vezes nas próximas semanas.
Publicado com permissão de Breakpoint.org
Artigo relacionado:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Como é possível amar a natureza e não amar o ser humano para o qual Deus criou a natureza?



«Como eu posso defender, por exemplo, a natureza, os ovos das tartarugas, as plantas – e nós devemos fazer isso – e não defender a vida humana? Como eu posso propugnar uma ecologia natural e aceitar aquilo que destrói a vida – a miséria, a injustiça – e o que destrói a vida na sua origem – o aborto? Como é possível amar a natureza e não amar o ser humano para o qual Deus criou a natureza? Nós temos que defender a natureza na sua totalidade, na sua globailidade, em todos os aspectos nos quais ela manifesta a vontade de Deus; que é o Deus da vida, o Deus da existência, o Deus da Verdade, da Justiça e do Amor.
[...]
Irmãos e irmãs, para nós cristãos a verdadeira ecologia representa antes de tudo uma atitude de respeito ao dom que nós recebemos de Deus. A ecologia é para nós cristãos uma questão de fé, porque nós somos chamados a defender aquilo que Deus criou. É inaceitável para quem quer amar a Deus não amar o que saiu das mãos misericordiosas e amorosas de nosso Deus. (…) É preocupante o fato de que frequentemente muitos daqueles grupos sociais e políticos – que de forma admirável estão em harmonia com a maravilha da criação – que eles não dêem tanta atenção para, p.ex., a maravilha do ser humano no útero da sua mãe. Nós queremos a ecologia global, a ecologia completa, que envolva toda a obra da Criação, desde a natureza que Deus fez para que nós pudéssemos desfrutá-la até o ser humano, imagem e semelhança de Deus».
Dom Antonio Rossi Keller,
Bispo de Frederico Westphal


Fonte:  Blog Carmadélio.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cancelam gravação de comercial ofensivo ao Cristo Redentor



Uma agência publicitária deteve a realização de um comercial da companhia aérea uruguaia Pluna que ofendia o Cristo Redentor no Brasil depois da intervenção da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
O spot apresentava o conhecido jogador de futebol uruguaio Sebastián “El Loco” Abreu, que joga no Botafogo do Rio de Janeiro, no qual o craque batia pênaltis contra o Cristo Redentor.
O jogador católico, que não sabia dos planos da agência publicitária, cujo nome não foi divulgado, expressou sua consternação ao saber das repercussões que o spot causou na Arquidiocese carioca.
Ao conhecer os fatos, a Arquidiocese do Rio do Janeiro que é a proprietária dos direitos autorais do Cristo Redentor, entrou em contato com a linha aérea Pluna para exigir o cancelamento do anúncio televisivo, pedido que foi aceito após uma série de conversações.
Em diálogo telefônico com ACI Digital no dia 13 de outubro, o Pe. Marcos William do Vicariato para a Comunicação da Arquidiocese do Rio, explicou que o spot não será exibido.
“Nós já conversamos com a presidência da Pluna e com a agência publicitária. Eles já se retrataram ante a diocese. (...) Então nada será publicado, nada será feito sem que a arquidiocese veja antes”, asseverou.
O sacerdote disse também que “O presidente da Pluna me ligou pessoalmente e conversamos. (...) Ele se sentiu bastante incomodado com a proposta deste comercial e disse que não houve nenhuma intenção de atacar ou denegrir a imagem sagrada e “não há nada mais” sobre o assunto”.
O Pe. William explicou também a ACI Digital que na Arquidiocese “cuidamos que a imagem (do Cristo) seja bem utilizada. O Cristo Redentor é uma imagem que leva consigo a identidade do Brasil e de modo especial a do Rio de Janeiro”.
Depois de precisar que a arquidiocese “não teme os meios de comunicação”, o sacerdote disse que nestes casos tudo deve passar por uma revisão que garanta a integridade da emblemática imagem.
Logo de descartar qualquer tipo de processo legal contra a linha aérea ou contra o jogador Abreu, o Pe. William explicou que o atacante uruguaio “ligou pessoalmente para mim e conversamos muito. O atleta não teve nenhuma intenção de denegrir (a imagem do Cristo), ao contrário. O atleta foi mal dirigido. Ele aceitou uma proposta que não resultou muito boa. Mas o atleta é extremamente católico e de missa dominical com a família toda. Ele estava muito chateado com toda esta situação”.
“Não há nenhum tipo de processo contra o jogador ou a empresa, não há motivo para contenda”, concluiu o sacerdote da arquidiocese carioca.
Segundo a Folha de São Paulo, a Pluna disse que a campanha incluia imagens "insólitas", que buscam mostrar a surpresa de flagrar o atleta em situações inusitadas.
Fonte: ACI

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

“Rock in Rio – Pe. Paulo Ricardo responde às críticas”

Polícia da Nigéria acaba com comércio de sêmen usado em rituais satânicos no país.



Os homens da cidade de Abuja, Nigéria, que se encontraram com prostitutas nos últimos meses podem estar correndo sérios riscos. Não por causa de uma doença sexualmente transmissível ou por questões morais.
A polícia federal do país desbaratou uma quadrilha de “profissionais do sexo” que fazia comércio de preservativos usados que eram parte de práticas espirituais comuns no país.
Embora não tenha dados precisos, as informações divulgadas revelam que trabalhos de feitiçaria eram encomendados para gerar sérios problemas na vida dos homens. Entre as desgraças prometidas estavam à esterilidade, a impotência, crise conjugal, fracasso nos negócios e, em alguns casos, até a morte. Muitos deles tinham de recorrer aos próprios feiticeiros para “desfazer” o mal.
Após uma denúncia, os funcionários da Agência de segurança de Abuja em conjunto com a ONG Associação Contra a Prostituição e o Trabalho Infantil prenderam 104 suspeitas. Um funcionário da Agência, que pediu anonimato, disse que várias prostitutas tinham em mãos preservativos contendo sêmen fresco. Várias delas também estavam em posse de entorpecentes.
Uma delas, identificada como Joy, disse que o sêmen encontrado com algumas de suas colegas eram fonte de lucro. “Não sei por quanto eles vendem porque não estou nessa, mas elas ganham muito dinheiro. Eu não quero usar o sangue de ninguém, não sei o que o juju [feiticeiro] vai fazer com o esperma. Eu só faço programa, Não vendo o esperma.”
Embora nenhuma delas tenha explicado nos depoimentos como o comércio funciona, a polícia sabe que existem alguns rituais de magia amplamente divulgados que pedem que o “juju” use parte do corpo da pessoa que deseja atingir, seja um pouco de cabelo ou de sêmem, Há noticias também de que muitos desses feiticeiros usam as mulheres como escravas sexuais em rituais e inclusive enviam muitas delas para a Europa para trabalharem como prostitutas.
Entre o final de setembro e o início de outubro várias operações foram realizadas e a cada noite o numero de mulheres presas aumentava.
Embora a lei da Nigéria proíba a prostituição, não existe legislação sobre a venda de material humano, por isso nenhuma delas poderá responder a outro crime. As mulheres que não puderam pagar a fiança ficarão presas por até um mês. As que tinham dinheiro ou um advogado foram ouvidas e liberadas.
Grace Adogo, coordenadora da Associação Contra a Prostituição e o Trabalho Infantil diz que existem trabalhos específicos com essas mulheres para que deixem a prática da prostituição. Porém, além da questão financeira, pois muitas sustentam suas famílias com o dinheiro ganho nas ruas, existe ainda a questão cultural/espiritual.
Ela narra que em alguns casos, as mulheres levadas para tratamento dizem que não conseguem ficar sem se prostituir porque “sentem necessidade de estar com muitos homens”.
Gospel Prime

Grupo gay São Elredo no México deixa de ser católico



O presidente do grupo gay São Elredo, Noé Ruiz Malacara, afirmou que sua organização deixou que pertencer à diocese de Saltillo no México, onde o Bispo Raúl Vera López brindou apoio à organização apesar de que esta difunda postulados contrários à doutrina católica.

Ruiz Malacara fez o anúncio em um comunicado no dia 8 de outubro. Entretanto, o Bispo Vera negou os fatos e alegou que Ruiz Malacaradeixou de ser coordenador de São Elredo em agosto e ainda não tem uma substituição oficial.

O comunicado da associação civil São Elredo assinala que após 9 anos de ter sido fundada, sua organização se marca da diocese do Saltillo porque "não queremos entorpecer seu trabalho e pôr em risco a mesma".

"Decidimos fazê-lo de forma voluntária para continuar com nossa luta de alcançar os mesmos direitos que os casais heterossexuais como o contrato matrimonial, a adoção, a segurança social, entre outros que não são do total agrado aos olhos do Vaticano quem não vacila em expressá-lo publicamente em todo mundo", acrescenta o texto.

Ruiz Malacara afirma além disto que "este é o momento conveniente para que nossa comunidade explore e conquiste outros horizontes que a Igreja não nos oferece, entretanto também é nosso desejo continuar com o serviço espiritual que a Igreja tem por obrigação manter para com seus fiéis e que sabemos que apesar de nossa saída da Diocese seguirá nos oferecendo".

Problemas na diocese de Saltillo

Nos primeiros dias de setembro deste ano o Bispo Vera teve que responder a uma série de perguntas do Vaticano por seu apoio ao grupo gay São Elredo que sustenta posturas contrárias à doutrina católica.

Conforme informa a agência ANSA, a Santa Sé exigiu ao Prelado pôr por escrito em uma carta pastoral os princípios nos quais seu proceder se apóia. Sobre este pedido o Bispo Vera disse que "antes do fim deste ano o teremos".

Dom Raúl Vera também abriu um novo frente de controvérsia em agosto ao declarar em uma entrevista concedida ao LifeSiteNews.com que apóia a despenalização do aborto.

O Prelado dirige ademais dois grupos mexicanos que promovem esta prática anti-vida: o Centro de Direitos humanos Frei Bartolomé de las Casas do estado de Chiapas, onde serve há alguns anos como Bispo Coadjutor do defunto Bispo Samuel Ruiz, e o Centro Diocesano para os Direitos humanos Frei Juan de Larios.

Em várias ocasiões o Bispo de Saltillo acusou a agência do grupo ACI em espanhol, a ACI Prensa de mentir e manipular a informação, o qual segundo ele teria gerado a advertência do Vaticano para comparecer o mês passado.

O grupo ACI se limitou a dar a conhecer os fatos nos quais estava envolvido o Bispo em relação ao grupo São Elredo desde março deste ano. A agência tentou contatar o Prelado para conhecer sua versão, mas só encontrou negativas.

Dom Raúl Vera López promoveu em março deste ano o 4º foro de Diversidade Sexual, Familiar e Religioso, iniciativa do grupo gay São Elredo, que promoveu publicamente o ativismo gay, a sexualidade ativa de casais homossexuais e a adoção de crianças por parte destas. O Bispo presidiu a cerimônia de inauguração do evento.
Fonte: ACI

Jovem cantor iraquiano comove a Austrália com história marcada pela caridade católica


 

A audição do jovem iraquiano Emmanuel Kelly em no reality show musical australiano X-factor já chegou às cinco milhões de vistas no Youtube. Sua história de luta e superação comove australianos e estrangeiros mas poucos sabem que atrás dela estão a dedicação de sua mãe adotiva, uma conhecida católica, e as Missionárias da Caridade, fundadas pela Beata Teresa da Calcutá.

Emmanuel não sabe quando nasceu, mas sabe que está vivo graças às feiras que o resgataram junto a seu irmão Ahmed quando era muito pequeno.

"Estávamos em uma caixa de sapatos, em meio de uma zona de guerra", recorda. Os irmãos conservam os rastros da guerra química no Iraque e padecem de sérias deformações nos braços e pernas.

Moira Kelly, uma conhecida católica australiana dedicada às obras humanitárias e que trabalhou por anos com a Madre Teresa de Calcutá, encontrou os irmãos no orfanato da Missionárias da Caridade em Bagdá, adotou-os e os criou na Austrália onde receberam tratamento médico, reabilitação e muito amor.

Kelly decidiu dedicar sua vida à caridade quando era menina após ver um documentário sobre o trabalho da Madre Teresa e hoje dirige a organização humanitária Children First Foundation e recebeu numerosos reconhecimentos por seu trabalho. Há pouco assumiu o desafio de cuidar de umas meninas siamesas de Bangladesh –unidas pela cabeça–, que foram operadas com êxito e hoje se reabilitam com ajuda de sua organização.

Emmanuel assegura que o que mais gosta de fazer é cantar. Sua audição foi a mais aplaudida do concurso e de longe a mais comovedora. Seu irmão Ahmed, que carece das extremidades, é nadador e tem como objetivo chegar às Paraolimpíadas de Londres 2012.

Embora Emmanuel não tenha podido chegar à final do concurso por decisão do jurado –o que causou um ardoroso protesto dos televidentes–, o testemunho de valor, coragem e amor familiar que compartilhou em sua audição está dando a volta ao mundo através das redes sociais.

O vídeo (legendado em português) pode ser visto no youtube em: http://www.youtube.com/watch?v=OQAV9p26QgI
Fonte: ACI

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Bispo rechaça ensinar às crianças que existe um "terceiro sexo"




Dom Rogelio Livieres, Bispo de Ciudad del Este (Paraguai), expressou seu rechaço ao chamado Marco Reitor Pedagógico, que o Ministério de Educação pretende impor nas escolas do país e no qual pretende-se ensinar às crianças que além do sexo masculino e feminino existe um "terceiro sexo".

Conforme explicou Dom Livieres "este Marco Reitor pretende ensinar a partir do pré-escolar ou primeiro grau que não há somente varões e mulheres, mas pessoas que têm o sexo diferente e que é tão legítimo como todos os demais".

"Nós temos que manter que Deus criou o homem, e os criou varão e mulher. Há dois sexos: masculino e feminino. E não há um terceiro sexo", sentenciou o prelado.

O bispo sustentou que "nós queremos dar uma educação sexual correta às crianças e adolescentes. Contamos com material abundante, escrito ao longo de vinte anos por famílias e por movimentos, pela mesma Igreja que fizeram frente em diversos lugares".

Dom Livieres invocou o Presidente da República, Fernando Lugo, para que "tome as verdadeiras bandeiras, que são bandeiras da natureza humana, da dignidade humana e da formação da gerações futuras".

Fonte: ACI

Cardeal Piacenza explica “crise” do sacerdócio católico




O Prefeito da Congregação para o Clero no Vaticano, o Cardeal Mauro Piacenza, explicou em entrevista exclusiva concedida ao grupo ACI a “crise” do sacerdócio católico que os meios seculares pretendem apresentar, assim como o que cada presbítero deve viver para ser fiel à sua vocação.

Pelo seu cargo, o Cardeal Piacenza é o principal encarregado na Santa Sé, depois do Papa, de promover iniciativas para a santidade e a formação do clero: sacerdotes diocesanos e diáconos. Também se encarrega da formação religiosa de todos os fiéis, especialmente da catequese. E tem ademais um trabalho menos conhecido de conservar e administrar os bens temporais da Igreja.

O Cardeal Piacenza nasceu no dia 15 de setembro de 1944 em Gênova na Itália. Foi ordenado sacerdote no dia 21 de dezembro de 1969. Tem um doutorado em direito canônico. Foi designado Presidente da Comissão Pontifícia para os Bens Culturais da Igreja em 13 de outubro de 2003 e recebeu a ordenação episcopal no dia 15 de novembro desse mesmo ano.

Foi nomeado secretário da Congregação para o Clero e elevado à dignidade de Arcebispo no dia 7 de maio de 2007. Em seguida foi nomeado Prefeito da mesma Congregação no dia 7 de outubro de 2010 tendo sido criado Cardeal em 20 de novembro desse mesmo ano.

A seguir publicamos na íntegra a entrevista exclusiva concedida ao grupo ACI na cidade de Los Angeles (Estados Unidos) onde o Cardeal Piacenza realizou diversas atividades, e entre elas, um encontro com os sacerdotes diocesanos desta diocese, a maior do país norte-americano.

Grupo ACI: Uma conjunção de fatos e de sobreexposição na imprensa secular criou uma “crise”, por assim dizê-lo, da imagem do sacerdote católico. Como resgatar esta imagem para o bem da Igreja?

Cardeal Piacenza: Na teologia católica, imagem e realidade jamais se separam. A imagem é curada ao curar a interioridade. Devemos curar sobre tudo “por dentro”. Não devemos preocupar-nos muito por “aparentar por fora”, mas por “ser realmente”. É fácil individualizar as regras que movem ao exterior e os conseguintes interesses entrecruzados; nós não devemos jamais esconder-nos, mas, onde seja necessário, devemos reconhecer com humildade e verdade os erros, com a capacidade de reparar, seja humanamente, seja espiritualmente, confiando mais no Senhor que nas nossas pobres forças humanas.

Assim vem o resgate! Se o sacerdote for aquilo que deve ser: homem de Deus, homem do sagrado, homem de oração e, por isso, totalmente ao serviço dos demais homens, da fé deles, do seu bem autêntico e integral, seja espiritual ou material, e do bem da comunidade como tal.

Grupo ACI: Como fazer que tantos católicos desiludidos que vêem o chamado “escândalo sexual” da Igreja entendam que isto não define em absoluto o sacerdócio ministerial nem a Igreja?

Cardeal Piacenza: É humanamente compreensível, como o Santo Padre referiu na entrevista durante o vôo da sua última viagem apostólica à Alemanha, que alguns possam pensar que não podem reconhecer-se em uma Igreja na qual acontecem certos atos infames. Entretanto, o próprio Bento XVI, naquela ocasião, convidava com claridade a ir ao fundo da natureza da Igreja, que é o Corpo vivente de Cristo ressuscitado, que prolonga no tempo sua existência e ação salvífica.

O horrível pecado de alguns não deslegitima o bom proceder de muitos, nem muda a natureza da Igreja. Certamente debilita enormemente sua credibilidade e, por isso, estamos chamados a obrar incessantemente pela conversão de cada um e por aquela radicalidade evangélica e fidelidade, que sempre devem caracterizar um autêntico Ministro de Cristo. Recordemos que para ser verdadeiramente acreditáveis é necessário crer verdadeiramente.

Grupo ACI: Alguns acreditam que esta “crise” seja ainda um argumento mais para as “reformas exigidas” sobre o modo de viver o sacerdócio. Fala-se, por exemplo, de sacerdotes casados como uma solução tanto para a solidão dos sacerdotes como para a falta de vocações sacerdotais. O que significa verdadeiramente a “reforma do clero” no pensamento e magistério do Santo Padre Bento XVI?

Cardeal Piacenza: Se aqueles que argumentam isto fossem seguidos, criariam um crack inaudito. Os remédios sugeridos agravariam terrivelmente os males e seguiriam a lógica inversa do Evangelho. Fala-se de solidão? Mas por quê? Acaso Cristo é um fantasma? A Igreja é um cadáver ou está viva? Os Santos sacerdotes dos séculos passados foram homens anormais? A santidade é uma utopia, um assunto para poucos predestinados, ou uma vocação universal, como nos recordou o Concílio Vaticano II?

Não se deve baixar e sim elevar o tom: esse é o caminho. Se a subida for árdua devemos tomar vitaminas, devemos reforçar-nos e, fortemente motivados, sobe-se com muita alegria no coração.

Vocação significa “chamada” e Deus segue chamando, mas é necessário poder escutar e, para escutar, é necessário não ter as orelhas tampadas, é necessário fazer silêncio, é necessário poder ver exemplos e sinais, é necessário olhar a Igreja como o Corpo, no qual ocorre sempre o acontecimento do Encontro com Cristo.

Para ser fiéis é necessário estar apaixonados. Obediência, castidade no celibato, dedicação total no serviço pastoral sem limite de calendário ou de horário, se estamos realmente apaixonados, não são percebidos como constrições, mas como exigências do amor que constitutivamente não poderia não doar-se. Não são tantos “nãos” mas um grande “sim” como aquele da Santa Virgem na Anunciação.

A reforma do clero? É o que eu invoco desde que era seminarista e logo um jovem sacerdote (falo dos anos 1968 -1969) e me enche de alegria escutar como o Santo Padre invoca continuamente tal reforma como uma das mais urgentes e necessárias na Igreja. Mas recordemos que a reforma da qual se fala não é “mundana” e sim católica!

Acredito que, em uma extrema síntese, pode-se dizer que o Papa considera muito importante um clero seguro e humildemente orgulhoso da própria identidade, completamente identificado com o dom de graça recebido e pelo qual, conseguintemente, seja clara a distinção entre “Reino de Deus” e mundo. Um clero não secularizado, que não sucumbe às modas passageiras nem aos costumes do mundo.

Um clero que reconheça, viva e proponha a primazia de Deus e, de tal primazia, saiba fazer descender todas as conseqüências. Mais simplesmente a reforma consiste em ser o que devemos ser e procurar cada dia chegar a ser o que somos. Trata-se então de não confiar tanto nas estruturas, nas programações humanas, mas sim e sobre tudo na força do Espírito.

Grupo ACI: Fala-se com freqüência também do “sacerdócio feminino”. De fato existe nos Estados Unidos um movimento que pretende e exige o sacerdócio e a ordenação de bispas mulheres, e que afirmam ter recebido tal mandato dos sucessores dos Apóstolos.

Cardeal Piacenza: A Tradição Apostólica, neste sentido, é de uma claridade absolutamente inequívoca. A grande e ininterrupta Tradição eclesiástica sempre reconheceu que a Igreja não recebeu de Cristo o poder de conferir a ordenação às mulheres.

Qualquer outra reivindicação tem o sabor da auto-justificação e é, histórica e dogmaticamente, infundada. Em qualquer sentido, a Igreja não pode “inovar” simplesmente porque não tem o poder para fazê-lo neste caso. A Igreja não tem um poder superior ao de Cristo!

Onde vemos comunidades não católicas guiadas por mulheres, não devemos nos maravilhar porque onde não é reconhecido o sacerdócio ordenado, a guia obviamente é confiada a um fiel leigo e, em tal caso, que diferença existe se esse fiel for homem ou mulher? A preferência de um sobre outro seria só um dado sociológico e portanto mutável, em evolução. Se fossem apenas homens então seria discriminador. A questão não é entre homens e mulheres mas entre fiéis ordenados e fiéis leigos, e a Igreja é hierárquica porque Jesus Cristo a fundou assim.

O Sacerdócio ordenado, próprio da Igreja Católica e das Igrejas Ortodoxas, está reservado aos homens e isto não é discriminação à mulher mas simplesmente conseqüência da insuperável historicidade do evento da Encarnação e da teologia paulina do corpo místico, no qual cada um tem seu próprio papel e se santifica e produz fruto em coerência com o próprio lugar.

Se logo depois tudo isto for interpretado em chave de poder, então estamos completamente fora do caminho, porque na Igreja só a BeataVirgem Maria é “onipotência suplicante”, como nenhum outro o é, pelo qual uma mulher é bastante mais poderosa que São Pedro. Mas Pedro e a Virgem têm papéis diferentes e ambos essenciais. Eu escutei muito isto também em não poucos ambientes da Comunhão anglicana.

Grupo ACI: Do ponto de vista das cifras e da qualidade, como aparece a Igreja Católica hoje, em comparação com seu passado recente, e como se vê no futuro?

Cardeal Piacenza: Em geral, a Igreja Católica está crescendo no mundo, sobre tudo graças à enorme contribuição dos continentes asiático e africano. Essas jovens Igrejas aportam sua fundamental contribuição em ordem à frescura da fé.

Nas últimas décadas –se me concede a expressão– estivemos jogando rugby com a fé, colidindo, e às vezes machucando-nos muito, e ao final ninguém chegou a lugar nenhum. Houve e há problemas na Igreja, mas é necessário olhar para frente com grande esperança! Nem tanto em nome de um ingênuo ou superficial otimismo, mas em nome da magnífica esperança que é Cristo, concretizada na fé cada um, na santidade de cada um e na perene autêntica reforma da Igreja.

Se o grande evento do Concílio Ecumênico Vaticano II foi um vento do Espírito que entrou pelas janelas da Igreja abertas ao mundo, é necessário reconhecer que, com o Espírito, entrou também não pouco vento mundano, gerou-se uma corrente e as folhas voaram pelos ares. Está tudo, nada se perdeu, entretanto é necessário, com paciência, voltar a pôr ordem.

Ordena-se sobre tudo afirmando com força o primado de Cristo Ressuscitado, presente na Eucaristia. Há uma grande batalha pacífica a ser feita e é a da Adoração eucarística perpétua, para que o mundo inteiro faça parte de uma rede de oração que, unida ao Santo Rosário, vivido como ruminação dos mistérios salvíficos de Cristo, junto a Maria, seja gerado e desenvolvido um movimento de reparação e penetração.

Sonho com um tempo próximo no qual não exista uma só diocese na qual não haja uma igreja ou pelo menos uma capela na qual dia e noite se adore o Amor sacramentado. O Amor deve ser amado! Em cada diocese, e melhor ainda se também em cada cidade e povoado, houvesse mãos elevadas ao céu para implorar uma chuva de misericórdia sobre todos, próximos e longínquos, então tudo mudaria.

Recordam o que acontecia quando Moisés tinha as mãos elevadas e o que acontecia quando as deixava cair? Jesus veio para trazer o fogo e seu desejo é que arda em todo lugar para exista a civilização do amor.

Este é o clima da reforma católica, o clima para a santificação do clero e para o crescimento de santas vocações sacerdotais e religiosas, este é o clima para o crescimento de famílias cristãs verdadeiras igrejas domésticas, eis o clima para a colaboração de fiéis leigos e clérigos.

Sim, porém é preciso acreditar em tudo isto verdadeiramente e nos Estados Unidos sempre houve e ainda há muitos recursos prometedores. Adiante! 

Fonte: ACI

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

SOMÁLIA: Cristão decapitado


3 out 2011 - Após uma extensa busca pelo paradeiro de Juma Naradin Kamil, os cristãos da região de Bakool, sudoeste da Somália, encontraram o corpo decapitado de Kamil. Ele, que fora sequestrado, trazia no corpo marcas de uma execução feita pelo grupo terrorista muçulmano Al-Shabab.
“É comum a Al-Shabab decapitar aqueles que abraçam a fé cristã, ou mesmo de meros simpatizantes dos ideais ocidentais,” disse um cristão local, a agência de notícias Compass Direct News. “Nosso irmão Kamil aceitou a fé cristã há três anos e estava determinado em sua fé em Deus. Sentiremos muito a falta dele.”
O sequestro aconteceu em 21 de agosto quando três homens da Al-Shabab forçaram Kamil a entrar em um carro. Muitos cristãos locais acreditam que os extremistas estavam acompanhando a rotina de Kamil para executarem a tarefa.

A Al-Shabab tem cerca de 7 mil membros. Eles procuram, através de ameaças e atos violentos, impor uma versão estrita da Sharia, lei islâmica, em todo território muçulmano. O principal objetivo de grupo é eliminar o cristianismo da Somália.
No início deste ano, dois extremistas muçulmanos assassinaram um membro de uma comunidade cristã subterrânea na Somália, e também mataram uma mãe de quatro filhos, Asha Salat, por sua fé cristã.
Fonte: Compass Direct New /
http://www.rainhadosapostolos.com

Aluna é proibida de usar rosário em escola americana.



Uma escola pública em Fremont (Nebraska, Estados Unidos) que proibiu uma menina de 12 anos de levar um rosário para a sala de aula provocou uma polêmica sobre a liberdade de culto.
A escola afirmou que a proibição só se aplica a alguns grupos que utilizam o rosário como símbolo de pertinência a uma gangue, mas a principal organização em defesa dos direitos civis no país, a União Americana de Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês) interveio no caso, informou nesta terça-feira a rede de televisão local KETV Omaha.
Segundo a ACLU, esta medida viola os direitos da menina, Elizabeth Carey, em expressar suas crenças religiosas, estabelecidos na primeira emenda da Constituição americana. Elizabeth recebeu uma notificação do distrito escolar de Fremont no qual era advertida que seu uso do rosário como um colar violava o código de vestimenta em sua escola, ao poder ser interpretado como um símbolo de pertinência a uma gangue. “Minha decisão é defender Jesus e farei o que possa para deter isto”, disse a garota.
“Somos conscientes das sérias preocupações sobre as gangues nos colégios, mas as escolas públicas de Fremont devem demonstrar que existe uma conexão concreta com estes grupos antes de limitar a liberdade de expressão dos estudantes e seus direitos religiosos”, disse Amy Miller, diretora da ACLU em Nebraska.
A Igreja também reagiu perante a proibição e o chefe da Arquidiocese Católica de Omaha, o reverendo Joseph Taphorn, opinou que os cristãos não deveriam ter de renunciar a um símbolo porque as gangues fazem um mal uso do mesmo. No entanto, o superintendente das escolas públicas de Fremont, Steve Sexton, alegou que manipularam a medida para fazer dela uma questão religiosa.
“Há aqueles que querem fazer deste tema algo religioso quando só tem como objetivo criar um ambiente seguro para nossos estudantes”, declarou. “Se a ACLU tem outro ponto de vista, escutaremos com prazer, mas o fato é que já há um ano que foram alertados que o uso do rosário como joia implicava uma afiliação a uma gangue”, acrescentou Sexton.
Fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio