quinta-feira, 6 de outubro de 2011

07 de outubro festa de Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.

A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.

A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.

Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: "Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério".

Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas - por isso Rosário - é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.


Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

Três coisas que aprendemos com a viagem do Papa Bento XVI à Alemanha. Imperdível!



John L. Allen Jr-National Catholic Reporter
O Papa Bento XVI terminou, recentemente, uma viagem de quatro dias a Alemanha, que, dependendo de que palavras você usar, gerou uma “aclamação generalizada” (segundo o comentarista italiano Sandro Magister) ou um bocejo nacional (a manchete do jornal diário Sueddeutsche Zeitung, de Munique, foi: “Ele veio, falou, desapontou”).
Essa foi a terceira viagem à terra natal do papa alemão, embora tenha sido a sua primeira visita de Estado e a 21ª viagem ao exterior do seu papado.
Em um nível, é tentador dizer que as coisas foram muito costumeiras. Como de costume, as expectativas de protesto em massa não tiveram êxito. Enquanto alguns milhares de manifestantes tomaram as ruas de Berlim (exibindo cartazes com a frase “Doe um preservativo para o papa”), a maioria dos oponentes de Bento XVI simplesmente não prestaram atenção a ele, enquanto o papa atraiu 320 mil pessoas ao longo dos quatro dias.
Também como de costume, intrépidos repórteres italianos criaram notícias quando o papa não as forneceu. Relatos muito exagerados de uma pistola de ar que foi disparada antes de uma missa papal em Erfurt correram ao longo do sábado, enquanto o domingo foi dedicado para espalhar, e depois desmentir, um boato de que o papa renunciaria aos 85 anos de idade.
Houve poucas surpresas preciosas, embora tenhamos nos lembrado de que Bento XVItem um senso de humor. Durante um discurso ao Parlamento federal, o papa fez referência a um intelectual alemão (Hans Kelsen,) que mudou de ideia com relação a alguma coisa aos seus 80 anos e acrescentou: “Eu acho reconfortante que o pensamento racional ainda seja possível, evidentemente, aos 84 anos de idade”.
Apesar do sabor familiar, em geral, da viagem, houve algumas pepitas ao longo do caminho sobre o papado de Bento XVI e a direção da Igreja sob a sua vigilância. Com isso, então, três coisas que aprendemos com a viagem do papa à Alemanha.
1) Uma sensação como crítico cultural
Pergunta: o que o Collège des Bernardins, em Paris, o Westminster Hall, emLondres, e agora o prédio do Reichstag de Berlim têm em comum? A resposta, em termos papais, é que eles foram os ambientes para os momentos indiscutivelmente mais triunfantes do papado de Bento XVI – ocasiões em que o pontífice cerebral deslumbrou públicos seculares com uma brilhante oratória sobre fé, razão e os fundamentos da sociedade democrática.
Independentemente da opinião pessoal sobre Bento XVI como líder religioso, ele é uma sensação como crítico cultural. Fiel à forma, o seu discurso do dia 22 de setembro ao Bundestag, o parlamento nacional, rapidamente se tornou o candidato mais recente para o “melhor discurso do seu pontificado”.
Dirigindo-se aos legisladores alemães, mas falando na verdade à cultura ocidental em geral, Bento XVI abordou o positivismo lógico – a visão de que só a ciência empírica conta como conhecimento real, e que todas as reivindicações morais são subjetivas. É uma convicção generalizada, disse o papa, mas inadequada como base para uma sociedade justa. Sem a crença em algum tipo de lei natural, argumentou, não há fundamento para os direitos humanos universais. Isso significa que “a humanidade está ameaçada”, porque a única coisa que resta como base para o direito e a política é o desejo selvagem pelo poder.
O passado nazista da Alemanha, disse Bento XVI, oferece uma lembrança angustiante do que acontece quando “o poder se divorcia do direito”.
O papel dos grupos religiosos em uma democracia, sugeriu o papa, não é “propor uma lei revelada ao Estado e à sociedade”, mas sim manter “natureza e razão” como fontes confiáveis para fazer escolhas morais sobre a ordem social – incluindo, frisou, o respeito ao pluralismo e à diversidade.
Nesse campo, Bento XVI pode ser surpreendente, e até mesmo lírico. Perante o Bundestag, a surpresa veio em seu louvor ao movimento ambientalista, que, segundo ele, representa “um grito por ar fresco”,uma percepção de que a natureza contém de fato uma bússola moral (ironicamente, diversos Verdes estavam entre 70 políticos que boicotaram o discurso). A veia poética de Bento XVI, entretanto, se revelou na comparação do positivismo a um “bunker de concreto sem janelas”, que impede a entrada da luz natural da verdade moral e espiritual.
Os meios de comunicação seculares, mesmo aqueles que eram críticos, elogiaram o discurso. A revista Der Spiegel chamou-o de “corajoso” e “brilhante”, enquanto o Bildcitou um proeminente parlamentar que o saudava como uma “obra-prima”. Até mesmo oDie Welt assumiu a contragosto que ele “não era alguém completamente sem astúcia” (em mais uma indicação de que Bento XVI conseguiu se superar, o esquerdista londrinoThe Guardian publicou um longo comentário sobre o discurso, incentivando os ambientalistas seculares a ver além dos seus estereótipos do papa como “um professor alemão puritano e repressor”).
Nesses âmbitos, Bento também ganhou pontos pelo estilo. Ele surge como alguém gracioso e pensativo, um contraste aos ideólogos petulantes que dominam a vida pública. Como George Weigel recentemente afirmou, ele parece ser o “principal adulto do mundo”.
Tudo isso sugere uma nota de encorajamento para os mobilizadores católicos de todas as partes. A controvérsia ronda em torno da Igreja nos dias de hoje, um ponto que Bento XVI reconheceu em outro lugar da Alemanha, dizendo que, às vezes, os escândalos da crise dos abusos sexuais obscureceram o “escândalo” da fé, ou seja, a morte de Cristo na Cruz, sua ressurreição e a vida eterna. No entanto, apesar disso, quando um líder católico tem algo incisivo a dizer e encontra uma forma de dizê-lo que seja oportuna e eficaz, ainda é possível fazer com que as pessoas pensem.
2) O futuro ecumênico: Colaboração, mas não comunhão
O retorno de Bento XVI à terra de Lurero sempre foi destinada a ser examinada pelo seu impacto sobre as relações ecumênicas, especialmente com as Igrejas protestantes da Reforma. Com relação a isso, para dizê-lo de forma polida, Bento XVI recebeu avaliações mistas.
O papa assinalou claramente o seu compromisso ecumênico, presidindo uma celebração com uma bispa luterana no mosteiro de Erfurt, onde Lutero foi ordenado monge agostiniano. O pontífice expressou admiração pela busca apaixonada de Lutero de compreender a misericórdia de Deus, e o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Alemã, chegou a dizer que Bento XVI pediu-lhe para encontrar uma forma para que a Igreja Católica participe nas celebrações do 500º aniversário da Reforma Protestante em 2017 – em todos os sentidos, um toque extremamente irônico de um pontífice romano.
No entanto, Bento XVI não ofereceu qualquer avanço, nem mesmo sinais de flexibilidade, com relação aos pontos contenciosos nas relações católico-luteranas, tais como a intercomunhão ou os casamentos mistos. Para aqueles que acreditam que tais reformas são um pré-requisito para o progresso, portanto, o desempenho deixou muito a desejar.
O erudito Klaus Krämer, por exemplo, escreveu que Bento XVI ainda define “a Igreja Católica como o ‘navio de cruzeiro’, enquanto a Igreja protestante é, na melhor das hipóteses, um ‘navio de carga’, que deve seguir o curso do Vaticano”. O Frankfurter Rundschau foi ainda mais acerbo, chamando a viagem de um “desastre ecumênico” e a abordagem de Bento XVI aos protestantes de “espetacularmente sem inspiração, paternalista e insensível”.
Em um discurso a líderes protestantes em Erfurt, Bento identificou duas prioridades para as relações ecumênicas no século XXI:
  • A “nova geografia do Cristianismo”, pela qual o papa pareceu se referir ao dramático crescimento do cristianismo pentecostal e evangélico em todo o mundo, especialmente no hemisfério Sul. Ele chamou-o de “um cristianismo de baixa densidade institucional, com pouca bagagem racional e ainda menos bagagem dogmática e também com pouca estabilidade” – o que implica que, independentemente das suas diferenças, católicos e luteranos ainda têm mais em comum um com o outro do que, digamos, uma igreja pentecostal brasileira.
  • O secularismo no Ocidente, em que “Deus está sendo cada vez mais expulso da nossa sociedade” e a história da revelação relatada na Escritura é “relegada a um passado que se afasta cada vez mais”. O secularismo põe todos os cristãos no mesmo barco, disse o papa, assim como eles já enfrentaram uma ameaça comum dos nazistas – e, assim como o testemunho dos mártires deram origem ao movimento ecumênico do século XX, disse ele, hoje uma fé comum vivida no mundo secular é “a força ecumênica mais forte que nos recongrega”.
O que pareceu claro da viagem a Alemanha é que Bento XVI considera a colaboração na resposta a esses desafios externos como o futuro de curto prazo do movimento ecumênico – e não, portanto, a unidade estrutural que poderia levar à intercomunhão. A agenda ecumênica em sua visão, em outras palavras, é mais “ad extra” do que “ad intra”.
3) Campo comum em torno da Reforma?
Embora Bento XVI provavelmente não precise disso, sua viagem ofereceu lembretes de que não são só os protestantes que estão reclamando. Inúmeros católicos alemães também estão descontentes. Por exemplo, o presidente do país, um católico divorciado e casado novamente no civil chamado Christian Wulff, disse especificamente ao papa na sexta-feira: “Muitos se perguntam quão misericordiosamente a Igreja trata as pessoas que sofreram rupturas em suas vidas”, e aconselhou a Igreja a se “manter próxima do povo e não se voltar para dentro de si mesma”.
Em Friburgo, dezenas de milhares de jovens católicos realizaram uma vigília durante a noite de sábado, aguardando a missa pontifícia final. Como parte do ato de aquecimento, os organizadores, em um momento, repassaram bastões infláveis verdes e vermelhos e pediram aos jovens para usá-los para responder a uma pesquisa informal, erguendo o bastão verde para dizer “sim” e o vermelho para “não”.
Em resposta à afirmação “Eu moldo a minha vida de acordo com padrões estabelecidos emRoma”, uma vasta onda vermelha se desenrolou entre a multidão. Para “A confissão não tem um grande papel na minha vida”, no entanto, assim como para “As mulheres têm muito pouca responsabilidade na Igreja”, a cor dominante foi verde. O vermelho voltou fortemente quando a questão foi: “A prática da homossexualidade é um pecado?”.
Contra esse pano de fundo, o discurso do dia 25 de setembro de Bento XVI na Freiburg Concert House, falando perante o que foi descrito como um conjunto transversal de católicos “envolvidos na Igreja e na sociedade”, era bastante único nos anais da retórica papal.
De um lado, o papa não mediu palavras sobre as realidades sociais: “Há algumas décadas, experimentamos um declínio na prática religiosa e vimos um número substancial de batizados se afastando da vida da Igreja”, disse ele. Ele, então, fez precisamente a questão que muitos reformadores se fazem: “A Igreja não deve adaptar seus escritórios e estruturas aos dias de hoje, a fim de chegar às pessoas de hoje em dúvida e em busca?”.
Como resposta, Bento XVI disse que mexer nas estruturas eclesiais não é a resposta.
A reforma real, explicou, é interior e espiritual, e não externa e estrutural. Ele citou a Madre Teresa, que uma fez foi perguntada sobre qual seria a primeira coisa a mudar na Igreja. Sua famosa resposta foi: “Você e eu”.
Essa é uma nota familiar, e poderia parecer sugerir um abismo intransponível entre dois modelos de reforma: estrutural e espiritual (o próprio Bento fez alusão à divisão, sugerindo que um agnóstico sincero é preferível a um fiel morno, que vê a Igreja meramente em termos institucionais).
Apesar desse aparente impasse, houve uma reviravolta na visão de renovação de Bento XVI, uma visão que aponta para uma possível interseção entre a reforma espiritual e estrutural: seu entusiasmo para a redução do poder e do privilégio da Igreja.
No discurso na Freiburg Concert House, Bento XVI pediu que a Igreja abrace “a pobreza mundana”, para que o seu “testemunho missionário brilhe com mais intensidade”. Ele chegou até a sugerir que, historicamente, a secularização tem sido um agente de reforma , porque libertou a Igreja de “fardos e privilégios materiais e políticos”.
Como Sandro Magister observou, “nunca antes [Bento] deu tanto destaque ao ideal de uma Igreja pobre em estruturas, em posses, em poder”.
A viagem à Alemanha, em outras palavras, pode ter descoberto uma surpreendente zona de campo comum entre o papa e as forças de reforma – a pressão por uma Igreja humilde, que fale ao mundo mais a partir da pobreza do que do poder.



Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/26740

Rock in Rio e o orgulho dos porcos”


A miséria do neo-paganismo e a cultura da morte triunfante no Rock in Rio é o tema do Parresía desta semana.


Na Venezuela um milhão de crianças rezam o Rosário pela paz




No marco do mês do Rosário na Venezuela se realiza pelo sétimo ano consecutivo este 18 de outubro a campanha "um milhão de criançasrezando o Rosário pela união e a paz", organizada pelo Conselho Nacional de Leigos da Venezuela (CNL).

"Oremos juntos por um mundo melhor" é o lema da campanha deste ano, que convida todas as crianças e jovens a rezar e refletir sobre como o mundo pode ser bom se cada um cumprir com seus deveres e fomenta os valores da união e a paz para enriquecer a convivência.

O objetivo da campanha é incentivar nas crianças e jovens a oração do Terço e assim acrescentar sua devoção e proximidade à Virgem Maria; além de promover a solidariedade mediante a oração pelos que a necessitam.

Atualmente esta iniciativa venezuelana foi acolhida por milhares de voluntários em países dos cinco continentes, que se unem a rezar o Rosário com as crianças e jovens no dia 18 de outubro de cada ano, formando uma grande liga de oração mundial.

Este ano os organizadores designaram duas datas adicionais para a oração Mariana: no sábado 15 a oração nas paróquias e no domingo 16 em família; além do tradicional 18 de outubro que nesta ocasião se convida aos colégios a unir-se a esta jornada de oração de união e paz pelas crianças.
CARACAS, 06 Out. 11 / 02:52 pm (ACI)

Polêmica por lésbicas que iniciaram tratamento de "mudança de sexo" para filho adotado



Aos 8 anos de idade uma criança não pode consumir álcool nem dirigir um automóvel, mas para um casal de lésbicas da Califórnia, Estados Unidos, ela pode optar por uma mudança de sexo.

A cadeia CNN desatou uma intensa polêmica nos Estados Unidos ao difundir o caso de Thomas Lobel, um menino de 11 anos a quem suas mães adotivas submetem a um tratamento hormonal de "mudança de sexo" desde que fez 8 anos e agora quer ser chamado de Tammy.

O casal assegura que Thomas tem um "transtorno de identidade sexual". O menino foi adotado aos dois anos de idade e aos quatro anos teve uma tentativa de automutilação.

As mulheres admitem que sempre quiseram que Thomas fosse uma menina mas sustentam que nunca o pressionaram para que se convertesse em mulher. Segundo o casal, uma das primeiras coisas que disse Thomas foi: "sou uma menina" e o fez na linguagem de sinais porque sofre uma dificuldade na fala.

Para a médica psiquiatra Maíta García Trovato, o caso de Thomas Lobel é o de "um menino seriamente perturbado que merece mais que um tratamento hormonal, assistência psiquiátrica. Para ele e para suas duas mães".

"Que capacidade de decisão pode ter um menino de 11 anos?", questionou García Trovato.

A perita explicou ao grupo ACI que "aos 8 anos, em uma família normal, os pais ensinam à criança a comer o que deve (não necessariamente o que quer), fixam horários e a educam para a normalidade. Certamente, não existe capacidade legal para dirigir um automóvel, tomar álcool, dispor de bens patrimoniais, etc. Entretanto, estão facilitando a este pobre menino que decida sobre o mais importante que o acompanhará toda a vida: sua identidade sexual".

"Este é um caso significativo do risco que pode correr uma criança ao ser dada em adoção para satisfazer os desejos de um casal homossexual. Somam-se aqui, a ausência de um progenitor de identificação e outro de complementaridade; a falta de compromisso real para confrontar a criação do filho de forma responsável procurando para ele as melhores oportunidades de uma vida plena e a falta de critério das pessoas a quem foi entregue e que optam pelo que lhes parece mais fácil sem questionar o papel que elas estão desempenhando na formação da incipiente personalidade do menino", acrescentou.

Além disso, precisou que o caso "expõe questionamentos éticos e morais para a equipe médica que aceitou intervir na mudança de sexo de um pré-púbere".

"São os adotados e não os adotantes que ostentam o direito de adoção. A adoção deve ir a favor do adotado e sendo especialmente cuidadosos com seu bem-estar, independentemente das aspirações dos adotantes".

Desde aí, prosseguiu a perita, "que, normalmente, as adoções vão precedidas de um estudo minucioso da capacidade física, psicológica e moral das pessoas aos quais vai se confiar o destino de um menor. Ele já tem bastante desventura por ser órfão como para introduzi-lo em situações desfuncionais e em experiências de qualquer índole".

Do mesmo modo, advertiu que as mães de Thomas argumentam que admitiram o tratamento "porque existem histórias de transexuais que se suicidaram ao redor dos 20 anos".

Entretanto, García Trovato recordou a história do canadense David Reimer (1966-2004) , que quando menino perdeu suas genitálias por uma má prática médica, sofreu uma re-assignação sexual e terminou suicidando-se, ao não poder recuperar seu sexo de nascimento.


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Importante estudo revela: é possível mudar a orientação sexual


WHEATON, Illinois, EUA, 29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Terapeutas que favorecem a normalização da homossexualidade dizem que é impossível mudar a orientação sexual, e que a tentativa de mudar é inerentemente prejudicial. Contudo, os resultados finais de um estudo de longo período publicado na Revista de Terapia Sexual e Conjugal (revisada por outros especialistas) se juntou às centenas de outros estudos ao concluir que tal terapia é tanto possível quanto potencialmente bem indicada para muitas pessoas.
Os psicólogos Stanton L. Jones, da Faculdade Wheaton, e Mark A. Yarhouse, da Universidade Regent, são os autores do estudo longitudinal, que rastreou pessoas que buscaram mudança de orientação sexual por meio do envolvimento com uma variedade de ministérios cristãos ligados ao Exodus International.
Os autores notam que o estudo vence uma crítica principal dos dados de terapia de atração do mesmo sexo (AMS) — que os resultados não são adequadamente documentados durante um período de tempo — ao avaliar seus 98 candidatos por um período de seis a sete anos depois que a terapia terminou.
Os resultados de Jones e Yarhouse mostram que a maioria dos candidatos teve êxito em sua meta de mudar a orientação sexual, e que a tentativa não foi prejudicial em média.
Dos 98 pacientes originais que participaram do estudo, 61 foram com êxito categorizados para resultado geral na última avaliação. Cinquenta e três por cento foram categorizados como resultados bem-sucedidos; especificamente, 23 por cento relataram sucesso na forma de uma mudança essencial para a orientação e funcionamento heterossexual, enquanto um número adicional de 30 por cento relatou que não mais se identificava como homossexual enquanto mantinha uma castidade comportamental estável. Na marca dos seis anos, 20 por cento relataram plenamente adotando uma auto-identificação gay.
Enquanto isso, os autores dizem que a medida do sofrimento psicológico não refletiu, em média, aumentos de sofrimento psicológico ligados à tentativa de mudar.
“Os resultados não provam que a mudança categórica na orientação sexual seja possível para toda e qualquer pessoa, mas em vez disso que mudanças significativas ao longo de uma sequência contínua que constituem reais mudanças parecem ser possíveis para alguns”, declara uma nota à imprensa que anunciou o estudo. A nota também frisa: “os resultados não provam que ninguém foi prejudicado pela tentativa de mudar, mas em vez disso que a tentativa não parece ser prejudicial em média ou inerentemente prejudicial”.
O Dr. Jones disse para LifeSiteNews.com que o estudo provavelmente foi inclinado para gerar otimismo para com a terapia, já que não teve condições de fazer uma contagem dos candidatos que caíram fora no inicio. Contudo, o estudo ainda sobressai em meio a outros pelo seu valor como uma avaliação de período prolongado da viabilidade da terapia da atração de mesmo sexo.
“O ‘padrão de prata’ [dos estudos da terapia de AMS] é um estudo longitudinal que segue pessoas regularmente durante muitos anos e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o início da mudança. Até onde sabemos, o nosso é o primeiro estudo desse tipo”, escreveu Jones num e-mail na quinta-feira.
“O ‘padrão de ouro’ seria uma estudo longitudinal e completamente experimental que também ao acaso designaria os participantes para diferentes grupos de tratamento com tratamentos com definições elevadas; cremos que tal estudo realmente seria impossível de realizar”.
Uma meta-análise equivalente a mais de 100 anos de pesquisas em terapias para a atração indesejada de mesmo sexo publicada em junho de 2009 concluiu que a homossexualidade não era imutável, e que os indivíduos que buscavam mudança não conseguiam se beneficiar da terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu 600 relatórios de clínicos, pesquisadores e ex-clientes publicados principalmente em revistas profissionais avaliadas por outros especialistas.
Embora a Associação Americana de Psicologia desestimule os profissionais de saúde mental de oferecer terapia de reorientação sexual, a posição oficial da organização sobre tal terapia declara que há “evidência insuficiente” para aprovar ou desacreditar a prática.
A homossexualidade foi retirada da lista de desordens mentais em 1973 do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM), o padrão universal para a classificação de doenças mentais, depois de anos de pressões de alto nível por parte de ativistas gays. A mudança provocou uma guinada nas normas em outras importantes associações profissionais, que agora uniformemente se opõem à terapia de AMS.
O Dr. Robert Spitzer, que estava encarregado da mudança no MDEDM, reverteu sua posição acerca da terapia para atração indesejada de mesmo sexo 30 anos mais tarde para apoiar tal terapia com base em sua própria pesquisa.

Jornal vaticano critica a BBC por "apagar Cristo da história"


Roma, 04 Out. 11 / 02:55 pm (ACI/EWTN Noticias)

O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR) criticou a decisão da cadeia televisiva britânica BBC de eliminar a referência histórica de "Antes e depois de Cristo", para começar a utilizar o término "era comum", com o objetivo de não "ofender" aos não-crentes, e qualificou a medida como "uma hipocrisia historicamente insensata".

A BBC propôs começar a utilizar marcadores históricos como "era comum" e "antes da era comum", o que foi fortemente criticado não só por alguns apresentadores da mesma BBC que hão dito que não vão aceitar a disposição, mas também por políticos como o prefeito de Londres, Boris Johnson, quem qualificou a postura como absurda.

No artigo publicado na edição de 5 de outubro do LOR, a jornalista Luceta Scaraffia comenta que vários porta-vozes não cristãos também expressaram que "não se sentiam de nenhuma forma ofendidos pela datação tradicional".

Scaraffia assinala que "é bem claro que o respeito pelas outras religiões é apenas um pretexto, porque quem quer cancelar qualquer rastro de cristianismo da cultura ocidental são apenas alguns laicistas ocidentais".

A jornalista recorda logo que não é a primeira vez que alguém quer mudar a datação tradicional. Já aconteceu com dois eventos historicamente anti-cristãos: a Revolução Francesa em 1789 e o golpe de estado do Lenin na Rússia em 1917. Em ambos os casos o calendário tinha esses anos como novos inícios da história.

Depois de qualificar estas tentativas como "péssimos antecedentes", o artigo assinala que com a mudança que propõe a BBC "não se pode negar que realizou um gesto hipócrita. A hipocrisia de quem parece não saber por que se começa desde certo momento a contar os anos".

"Negar a função historicamente revolucionária da vinda de Cristo sobre a terra, aceita também por quem não o reconhece como Filho de Deus, é um enorme disparate. E desde o ponto de vista histórico, sabem tanto os judeus como os muçulmanos", afirma.

O artigo de Scaraffia recorda logo que com a vinda de Cristo o homem aprende que todos os seres humanos têm a mesma dignidade e que sobre essa base se "fundam os direitos humanos, em base aos quais se julgam os povos e governantes. Princípio que até este momento nenhum havia sustentado, e sobre o qual se apóia a tradição cristã".

A partir de Cristo o mundo mudou, prossegue, e com o conhecimento de um Deus que transcende a natureza "nasceu a possibilidade para os povos europeus de descobrir o mundo e para os cientistas de iniciar o estudo experimental da natureza que levou a nascimento da ciência moderna".

"Por que então negar as dívidas culturais que a civilização tem com o cristianismo? –conclui–. Não há nada mais anti-histórico e insensato, como os judeus e os muçulmanos compreenderam claramente. Não é um assunto de fé, mas de razão. Desta vez também".

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

10 anos de pesquisa e cria-se escultura detalhada e fiel do corpo de Cristo segundo o Santo Sudário.



O escultor espanhol e catedrático da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro estudou durante dez anos o Santo Sudário de Turim.
Como resultado esculpiu um Crucificado que, segundo o artista, seria uma reprodução científica do estado físico de Nosso Senhor Jesus Cristo depois de sua morte.
O autor não visava provar a existência de Jesus de Nazaré, mas destacar os impressionantes acertos anatômicos constatados no estudo científico do Santo Sudário.
O professor Miñarro disse à BBC Brasil que, embora tenha privilegiado a “exatidão matemática”, “essa imagem só pode ser compreendida com olhos de quem tem fé”.
“A princípio, ela pode chocar pelo realismo, mas ela reproduz com fidelidade a cena do Calvário”, completou. Miñarro levou mais de dois anos para concluir sua obra.
O escultor não trabalhou só. Ele presidiu o trabalho de um grupo de cientistas que levaram adiante uma investigação multidisciplinar do Sudário de Turim.
O crucificado é o único “sindônico” no mundo, pois reflete até nos mais mínimos detalhes os múltiplos traumatismos do corpo estampado no Santo Sudário.
A imagem representa um corpo de 1,80 metros de altura, de acordo com os estudos no Sudário feitos pelas Universidades de Bolonha e Pavia. Os braços e a Cruz formam um ângulo de 65 graus.
A Coroa de Espinhos tinha forma de casco, cobrindo toda a cabeça, e foi feita com jujuba“ziziphus jujuba”, uma espécie de espinheiro cujas agulhas não se dobram.
A pele apresenta exatamente o aspecto de uma pessoa morta há uma hora. O ventre aparece inchado por causa da crucifixão.
O braço direito aparece desconjuntado pelo fato do crucificado se apoiar nele à procura de ar durante a asfixia sofrida na Cruz.
O polegar das mãos está virado para dentro, reação do nervo quando um objeto atravessa a munheca.
A escultura reflete também a presença de dois tipos de sangue: o vertido antes da morte e o derramado post mortem. Também aparece o plasma da ferida do costado, de que fala o Evangelho.
A elaboração destes pormenores foi supervisionada por hematologistas. A pele dos joelhos está aberta pelas quedas e pelas torturas.
Há grãos de terra incrustados na carne que foram trazidos de Jerusalém.
As feridas são típicas das produzidas pelos látegos romanos, que incluíam bolas de metal com pontas recurvadas para rasgar a carne.
Não há zonas vitais do corpo atingidas pelos látegos porque os verdugos poupavam essas partes para que o réu não morresse na tortura.
A maçã do rosto do lado direito está inchada e avermelhada pela ruptura do osso malar.
A língua e os dedos do pé apresentam um tom azulado, característicos da parada cardíaca.
Por fim, embaixo da frase em hebraico “Jesus Nazareno, rei dos judeus”, a tradução em grego e em latim está escrita da direita para a esquerda, erro habitual naquela época e naquela região.
A escultura esteve exposta na igreja de São Pedro de Alcântara, Córdoba, Espanha, e saiu em procissão pelas ruas da cidade durante a Semana Santa.
Com os mesmos critérios e técnicas, Miñarro está criando outras imagens que representam a Nosso Senhor em diferentes momentos de sua dolorosa Paixão.
Fonte: Blog Carmadélio

Rede Record promove campanha PRÓ- ABORTO

Rede Record (propriedade do bispo Edir Macedo) promove o ABORTO.



" Missão às avessas"

Os missionários do mundo moderno, com empenho e destemor, atuam como agentes infiltrados dentro da Igreja querendo minar os verdadeiros católicos com os seus falsos discursos. Desejam conduzir o católico fiel e autêntico para a relativização da Revelação Divina e à traição da Verdade.




domingo, 2 de outubro de 2011

* Os “Princípios” editoriais de alguns “jornalistas” atuais quando cobrem o Papa e a Igreja.IMPERDÍVEL.


OS PRINCÍPIOS EDITORIAIS SEGUIDOS POR TANTOS JORNALISTAS

1) Prepare escrupulosa e antecipadamente cada visita ou viagem apostólica de Bento XVI:
a) crie uma bela polêmica sobre os custos da viagem;
b) selecione acuradamente as possíveis temáticas (padres pedófilos, declínio de fiéis, desobediência dos bispos [exceto no Brasil, onde isto não existe!]; eventuais contrastes com Protestantes, Judeus e Muçulmanos);
c) faça de forma que a viagem seja precedida de uma crescente escalada de polêmicas. Eventualmente e no último minuto, finja estar chocado com o comportamento da mídia [se você quiser parecer “independente” e imparcial];
d) apresente a viagem como “a mais difícil do Pontificado”;
e) dê a máxima ressonância às manifestações de protesto que estão sendo organizadas. Inflacione as cifras que os organizadores lhe fornecem e insinue que os manifestantes serão mais numerosos que os fiéis;
f) avise aos seus leitores que as Missas e as Vigílias presididas pelo Papa Bento ficarão certamente desertas;
g) evidencie o fato de que o Papa Bento não conhece a realidade dos vários países que visita porque vive fechado no Vaticano (acariciando gatinhos, escrevendo livros e tocando piano);
h) entreviste sempre Hans Küng [no Brasil serve Leonardo Boff], uma verdadeira garantia;
i) pergunte sempre ao Padre Lombardi se, durante a viagem, o Papa encontrará vítimas de padres pedófilos;
j) no dia do embarque do Papa, escreva um artigo absolutamente negativo sobre a viagem em que fique claro que ninguém está esperando o Papa e que ele será acolhido com a frieza do gelo siberiano;
k) se por acaso o Papa visita a Alemanha, não se esqueça de citar a famosa frase “Nemo propheta in patria”.
2) Quando você percebe, durante a viagem, que a realidade é bem diferente daquela que descreveu ou está descrevendo:
a) não desanime;
b) se você é um jornalista televisivo, entreviste sempre que lhe diz que preferia João Paulo II ou que está ali por curiosidade e não para ver Bento XVI. Entreviste preferivelmente padres e seminaristas;
c) mostre as imagens dos manifestantes contrários mesmo se são “quatro gatos pingados”. Particularmente: use a metade dos poucos segundos que o seu telejornal lhe dá para falar das manifestações e não daquilo que faz ou diz o Papa;
d) se você é um jornalista da mídia impressa, procure não evidenciar que nas manifestações antipapais havia “quatro gatos pingados” e entreviste o porta-voz dos manifestantes, o qual inflacionará o número se necessário;
e) jamais chame a atenção dos leitores para o fato de que nas manifestações não havia as multidões esperadas;
f) jamais evidencie o número de fiéis que, por contraste, acorrem para ouvir o Papa Bento;
g) recorde-se que cada manifestante seja contado em dobro e que cada fiel vale a metade;
h) se, durante a visita, ocorre um episódio sem qualquer importância (falso atentado, falsas ameaças…), evidencie isso e não a atividade do Papa!
i) se o Papa diz: “defendamos a família”, você escreve: “Anátema do Papa contra os casais de fato”;
j) procure simplificar ao máximo e, se possível, faça o Papa dizer aquilo que não disse e/ou aquilo que você pensa ter sido o único a perceber;
k) se o Papa encontra as vítimas dos padres pedófilos, você tem duas alternativas: faça com que o encontro se torne a única razão da viagem ou (a tendência que prevalece desde 2011) ignore o evento e prossiga;
l) não se esqueça, porém, de avisar a seus leitores que o Papa não falou explicitamente de padres pedófilos;
m) se o Papa, porém, falar disto, finja não ter ouvido;
n) entreviste  Hans Küng ;
o) se o Papa o surpreende, não lhe dê muita satisfação. Você sempre poderá dizer que este Pontífice tem uma linguagem complexa que não chega ao homem comum;
p) se você tem duas cifras disponíveis sobre a presença dos fiéis, indique sempre a mais baixa;
q) evidencie ao máximo que havia sim muitos fiéis mas que provavelmente estavam lá por curiosidade ou por acaso;
r) jamais escreva que estranhamente os fiéis são movidos pela curiosidade apenas quando o Papa Bento está medido no meio;
s) se puder, ignore totalmente o restante da viagem.
3) Quando a viagem foi concluída e você se dá conta de haver cometido, como sempre, uma quantidade exagerada de erros:
a) procure esquecer o mais depressa possível a viagem e não fale mais dela;
b) entreviste Hans Küng  para que ilumine os leitores com sua palavra.
4) Lembre-se sempre de que o tema “pedofilia na Igreja” é o assunto mais popular dos últimos anos:
a) aproveite cada ocasião que se apresentar;
b) fique tranqüilo: geralmente a Santa Sé jamais intervém em defesa do Papa, sobretudo em relação a este assunto. Siga adiante seguro da impunidade;
c) quando se difundir notícias sobre novas acusações contra o Papa (por exemplo, uma denúncia à Haia), finja não saber que Ratzinger é o homem que mais fez nas últimas décadas para combater a praga dos padres pedófilos;
d) nunca cite as medidas e o exemplo do Papa Ratzinger;
e) comporte-se como se fosse a primeira vez que o Papa é acusado de algo;
f) ataque o Papa na primeira página, preferivelmente com uma foto de costas;
g) cite, de passagem, o caso do Padre X., mesmo que já tenha sido abundantemente explicado;
h) cite também o irmão do Papa mesmo que nada tenha a ver com os casos de pedofilia verificados no coro de Ratisbona;
i) É FUNDAMENTAL que você jamais destaque que os casos de pedofilia de que se trata, se deram há décadas;
j) faça de forma que os leitores pensem que o escândalo de pedofilia tenha surgido no Pontificado ratzingeriano;
k) jamais cite outros Pontificados;
l) nunca aponte para o fato de que Ratzinger é o único Papa que se encontrou ao menos seis vezes com as vítimas dos pedófilos;
m) entreviste Hans Küng ;
n) quando as coisas se tornam sérias para a Igreja, jogue toda a responsabilidade sobre Ratzinger, mas se você percebe que o vento muda, escreva que os méritos não são apenas de Bento XVI;
o) jamais e por nenhum razão no mundo deverá escrever ou pronunciar o nome de Maciel;
p) continue a bater na tecla da abertura dos arquivos, fingindo ignorar o bem feito nestes últimos anos;
q) entreviste o porta-voz das associações de vítimas que mais atacam o Vaticano;
r) sirva de megafone para os advogados das vítimas e não conceda jamais à outra parte o benefício da dúvida;
s) quando o Vaticano se cala (isto é, sempre) mas comentaristas e editorialistas autorizados fazem notar que é um absurdo culpar Ratzinger, o Papa que mais fez contra os pedófilos, dê marcha-ré imediatamente e não fale mais de denúncia à Haia;
t) insinue que Bento XVI poderia fazer muito mais ou então que é muito duro e pouco misericordioso com os culpados. Em suma, faça de modo que tenha sempre a culpa!
u) omita recordar que desde 1988 Ratzinger pede maior severidade na punição dos culpados;
v) sempre finja ignorar que a Congregação para a Doutrina da Fé é competente nos casos de pedofilia no clero apenas a partir de 2001;
w) lembre-se de que, em relação a este assunto, há nomes que podem ser citados e outros que, embora vivos e com saúde, jamais devem ser envolvidos.
5) Quando o Papa faz um importante discurso:
a) regra de ouro: ignore-o!
b) finja que o Papa não tenha falado, exceto para lamentar o fato de que o Papa não se expressou sobre um determinado assunto;
c) distorça o pensamento do papa quando ele diz algo que não agrada a você ou a seu editor;
d) force alguns conceitos se as frases do Papa possam ser interpretadas a favor de sua ideologia política ou da de seu editor;
e) o “sim” à vida deve tornar-se o “não à pílula do dia seguinte”, o “sim” à família deve tornar-se o “não aos casais de fato e, em particular, aos gays”;
f) se o Papa “repreende” os bispos de um certo país, tome sempre a defesa dos prelados em nome da colegialidade!
g) cite sempre o Concílio e insinue que o Papa quer anular todos os documentos conciliares;
h) entreviste Hans Küng para que recorde mais uma vez ter sido perito conciliar
i) lembre-se sempre de evidenciar que Bento XVI não faz nada e não diz nada que não tenha já dito ou feito o seu predecessor;
j) se o Papa diz algo que vai contra a sua fé política ou a de seu editor, vá correndo para a praça pública e grite: “Ingerência!”;
k) se o Papa, porém, disser algo contra a ideologia do partido que não agrada a você ou a seu editor, postule a advertência papal, o anátema ou a eventual excomunhão. Recorde que o Santo Padre e a Igreja não podem se calar. Cante “Hosanas” quando Bento XVI se exprime como agrada a você e a seu editor;
l) destaque que Bento XVI não é um Papa político mas, se fala de ética, faça com que as pessoas percebem que ele comete grave ingerência nos negócios políticos de um outro país;
m) a tal propósito cita o otto per mille [uma espécie de imposto italiano voluntário destinado às confissões religiosas], omitindo que ele vai para a CEI [conferência dos bispos italianos] e não para o Vaticano.
6) Quando se fala de Bento XVI na televisão:
a) evidencie sempre que é diferente de seu predecessor;
b) insinue que tem menos carisma ou que sequer tem algum;
c) entreviste pessoas que declaram preferir outros Papas;
d) se se está falando do Papa Bento, faça de modo que o discurso termine nos outros;
e) convide padres, bispos e cardeais muito hábeis em não falar do Papa Bento;
f) se é mesmo obrigado a fazer um programa sobre Ratzinger, o ponha no ar de manhã bem cedo ou à noite bem tarde;
g) faça transmissões ao vivo do Papa somente quando é necessário;
h) se possível grave os eventos e os transmita tarde da noite;
i) finja maravilhar-se se o Papa faz algo de inesperado;
j) recorde aos telespectadores que quando foi eleito lhe parecia frio por ser alemão;
k) destaque que é um professor como se fosse um título de demérito;
l) procure fazer de forma que na mesma rede, na mesma semana (melhor ainda se no mesmo dia), o Papa Bento seja posto na berlinda enquanto o seu predecessor seja recordado com afeto;
m) quer, por acaso, deixar de entrevistar Hans Küng ?
7) Se vêem à tona fatos ocorridos antes de 19 de abril de 2005:
a) faça de forma que seja questionado o Papa Ratzinger;
b) recolha apelos a fim de que o Papa intervenha em primeira pessoa, abrindo arquivos ou fazendo ele próprio apelos também sobre fatos de que não possa ter conhecimento;
c) entreviste Hans Küng .
8) Quando se fala da relação entre Bento XVI e as outras religiões ou confissões cristãs:
a) ponha-se sempre, e em qualquer circunstância, do lado dos Protestantes;
b) quando se trata dos amigos judeus, não deixe de citar o fato de que o Papa é alemão, que revogou as excomunhões dos bispos lefebvrianos, em particular de Williamson, e que publicou a Summorum Pontificum;
c) evite como a peste recordar que a oração da Sexta-feira Santa jamais foi modificada nem por Paulo VI, nem por João Paulo II, e que Bento XVI a mudou para ir ao encontro dos judeus;
d) defenda sem reservas a tese do silêncio de Pio XII e recorde que Bento XVI declarou venerável o Papa Pacelli, mas omita observar que o processo de beatificação foi aberto em 1967;
e) quando se trata dos amigos muçulmanos, cite sempre o discurso de Ratisbona como pedra de tropeço;
f) faça sempre referência à aula de Ratisbona chamando-a “gafe”, “lapso”, “incidente”, como preferir;
g) por nada no mundo você deverá citar os progressos no diálogo entre católicos e muçulmanos ocorridos depois do discurso de Ratisbona;
h) não nomeie jamais os irmãos ortodoxos;
i) se os citar, jamais mencione a reaproximação entre católicos e ortodoxos, atribuindo o mérito ao Papa Bento XVI;
j) entreviste Hans Küng
9) Se há um aniversário particular que diz respeito ao Papa Bento:
a) regra de platina: ignore-o!
b) aja exatamente como se fez em 29 de junho de 2011 (60º aniversário de ordenação): finja que seja um dia qualquer para a Igreja;
c) esteja atento: comece já a pensar em 16 de abril de 2012, dia em que Bento XVI completará 85 anos;
d) de modo algum deverá se tornar uma ocasião para celebrar o Papa ou para constatar sua jovialidade mental e sua resistência física;
e) prepare-se desde já para o evento insistindo sobre a possibilidade de demissão;
f) a tal propósito não deixar de ouvir o parecer de Hans Küng
10) No que diz respeito às multidões que assistem aos eventos presididos por Bento XVI:
a) regra de diamante: ignore-as!
b) finja não ver os fiéis que participam do Ângelus e das audiências gerais;
c) se se apresenta um fiel a menos do que o previsto, faça disto a manchete e conte com o ábaco;
d) se porém as presenças superarem as expectativas, finja não ser nada, olhe para o outro lado e não fale mais disso;
e) insinua que os fiéis acorrem por causa da novidade, mas omita recordar que Bento é Papa há seis anos e meio;
f) para reforçar a tese conceda o devido espaço a Hans Küng
Fonte: Obaltvs

O Papa pede novos caminhos de evangelização para as novas gerações

Vaticano, 01 Out. 11 / 02:04 pm (ACI/EWTN Noticias)

Em uma mensagem enviada aos bispos participantes da assembléia do Conselho de Conferências Episcopais da Europa (CCEE), o Papa Bento XVI alentou os Prelados a procurarem "com audácia missionária novos caminhos de evangelização especialmente ao serviço das novas gerações".

Assim indicou o Santo Padre em uma mensagem assinada pelo Secretário de estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, enviado aos bispos europeus reunidos em Tirana (Albânia) e que refletem sobre o tema da nova evangelização até este domingo 2 de outubro.

No texto Bento XVI alenta aos prelados a "prosseguirem a obra desta preciosa estrutura de relação entre os episcopados europeus que há 40 anos promove uma profícua colaboração em atividades pastorais e ecumênicas".

A mensagem do Papa foi lida na quinta-feira pelo Núncio Apostólico na Albânia, Dom Ramiro Moliner, na abertura dos trabalhos da assembléia plenária do CCEE, que reelegeu como seu presidente o Cardeal Peter Erdo, Arcebispo de Esztergom-Budapest (Hungria).

Segundo informa a nota da Rádio Vaticano, em sua intervenção durante a assembléia, o Cardeal Erdo ressaltou o serviço do CCEE no Velho Continente e a necessidade de seguir sustentando as Igrejas "que no último século sofreram muito sob a ditadura dos regimes ateus".

Para sair da atual crise econômica, explicou, "é fundamental abrir a razão e o coração a Deus e assim ter também outra perspectiva davida social determinada pela solidariedade e a gratuidade".

sábado, 1 de outubro de 2011

BENTO XVI: CRESÇA NO POVO DE DEUS PAIXÃO PELA EVANGELIZAÇÃO E APOIO À ATIVIDADE MISSIONÁRIA




Cidade do Vaticano, 1º out (RV) - "Para que a celebração do Dia Mundial das Missões", de 23 deste mês de outubro, "faça crescer no Povo de Deus a paixão pela evangelização e o apoio à atividade missionária com a oração e a ajuda econômica às Igrejas mais pobres." Essa é a intenção missionária de Bento XVI para o mês de outubro. Trata-se de um tema – o da evangelização – ao qual o Papa dedicou numerosos pronunciamentos.

O anúncio do Evangelho "é o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade": é o que escreve o Papa na mensagem para o próximo Dia Mundial das Missões. O Pontífice ressalta que a evangelização vivifica a Igreja e o seu espírito apostólico.

Por outro lado, o Santo Padre sempre fez questão de precisar que "se não é animada pelo amor", a missão se reduz a atividade filantrópica. Para os cristãos vale, ao invés, a exortação do Apóstolo Paulo: "O amor de Cristo nos impele":

"Todo batizado pode assim cooperar para a missão de Jesus, que se resume nisto: levar a toda pessoa a boa notícia que "Deus é amor" e, justamente por isso, quer salvar o mundo." (Angelus, 22 de outubro de 2006)

Ademais, o Santo Padre observa a urgência da evangelização para os homens do nosso tempo: que nenhum povo – são seus votos – seja privado da luz de Cristo. E isso – prossegue –, mesmo se na obra missionária se encontram mil dificuldades, até a disponibilidade "a dar a própria vida pelo nome de Cristo e por amor aos homens":

"Quem participa da missão de Cristo deve inevitavelmente enfrentar tribulações, contrastes e sofrimentos, porque se depara com as resistências e os poderes deste mundo. E nós, como o Apóstolo Paulo, não temos como armas nada mais que a Palavra de Cristo e a sua Cruz." (Discurso às Pontifícias Obras Missionárias, 21 de maio de 2010)

O Papa recorda, ainda, que todos os cristãos, não somente os missionários, existem "para mostrar Deus aos homens. E somente onde se vê Deus, a vida começa verdadeiramente". "Não há nada mais bonito" – dissera na missa de início do Pontificado – do que conhecer Cristo e "comunicar aos outros a amizade com Ele":

"A evangelização precisa de cristãos com os braços elevados a Deus no gesto da oração, de cristãos movidos pela consciência de que a conversão do mundo a Cristo não é produzida por nós, mas nos é concedida." (Discurso às Pontifícias Obras Missionárias, 21 de maio de 2010)

"Tudo na Igreja está a serviço da evangelização" – reitera – e "todo cristão deveria assumir como algo pessoal a urgência de trabalhar pela edificação do Reino de Deus". Mas sobre quais bases fundar a missão? O Papa indica na Palavra de Deus e nos Sacramentos os fundamentos sólidos da evangelização:

"Somente profundamente radicados em Cristo e em sua Palavra se é capaz de não ceder à tentação de reduzir a evangelização a um projeto somente humano, social, ocultando ou silenciando a dimensão transcendental da salvação oferecida por Deus em Cristo. É uma Palavra que deve ser testemunhada e proclamada explicitamente, porque sem um testemunho coerente ela se torna menos compreensível e crível." (Discurso às Pontifícias Obras Missionárias, 14 de maio de 2011) (RL)

Sequestrar e vender crianças: outro método socialista contra a natalidade




Luis Dufaur
Os agentes de controle de natalidade chineses geram pânico em pais e avós de Longhui, no sul da China, informou longa reportagem do The New York Times”.
Os insensíveis funcionários aplicam a política socialista de controle da natalidade e sequestram as crianças, que desapareceram para sempre.
Em 2005, Yuan Xinquan segurava sua filhinha de menos de dois meses no colo, num ponto de ônibus, quando seis homens desceram de uma van oficial e lhe exigiram a certidão de casamento. Ele não tinha, e tampouco podia pagar a “multa” de cerca de US$ 745 para ficar com a filha.
Yuan só ficou com um saco plástico contendo as roupas do bebê e uma pomada. “Eles são piratas”, disse o jovem pai. Seu bebê foi uma das pelo menos 16 crianças sequestradas pelos agentes de controle de natalidade entre 1999 e 2006, em Longhui.
Os agentes alimentam um sinistro e lucrativo mercado negro de bebês. Em apenas uma semana, a polícia resgatou 89 crianças de traficantes, e o vice-diretor do Ministério de Segurança Pública denunciou a “compra e venda de bebês”.
Porém, o povo em Longhui diz que é o governo socialista local que vende os bebês no país ou para estrangeiros. Outros depoimentos ainda mais sinistros falam da utilização dos bebês abortados ou sequestrados para a elaboração de cosméticos, posteriormente exportados ao Ocidente.

Vídeo em homenagem ao nosso Santo Padre Papa Bento XVI, o nosso HERÓI!


Este vídeo amador é uma simples homenagem dos pequeninos do reino - obra missionaria ao nosso Santo Padre Papa Bento XVI pela sua determinação e obediência, amor a Cristo e à Santa Igreja.
No qual devemos segui-lo no seu exemplo de FÉ e dedicação por Cristo e sua Igreja.
E essa decisão é AGORA!
Assim em 2013 na Jornada Mundial da Juventude vamos acolhe-lo como filhos fieis.
Coragem Papa Bento XVI.