quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Depois do beijo na novela, história em quadrinhos juvenil da Luluzinha traz casal gay


05.02.2014 - Não é de hoje que a graphic novel Luluzinha Teen e sua Turma tem, entre seus personagens, um gay.Edgar apareceu no número 49 da revista mensal para integrar a banda e logo se ‘assumiu’.
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Duas edições depois, o garoto apareceu de mãos dadas com Fábio. Na revista que chega agora às bancas, a 57, o casal volta à cena e tem de lidar com a “intolerância” dos pais de Fábio, que aparecem numa festa para brigar com o garoto e levá-lo embora. Com um tom didático e prefessoral, o diretor da escola onde a festa está sendo realizada entra na discussão e pede mais diálogo.
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Personagens gays não são raros em HQ’s, mas talvez esta seja a primeira vez em que a questão é abordada tão abertamente num gibi nacional voltado para o público juvenil. O lançamento ocorre quase uma semana depois que os atores Mateus Solano e Thiago Fragoso protagonizaram o primeiro beijo entre homens numa novela da Globo.
Ao todo, 50 mil exemplares da revista que tem roteiro de Marcel R. Goto e arte de Labareda Design estão à venda nas bancas brasileiras.
Fonte: Jornal  Estadão SP

Perita norte-americana revela: “Homossexualidade não é normal nem benigna”


KathleenMelonakosUma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina na Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador ensaio onde assinala como se veio ocultando, por razões ideológicas, as graves consequências para a saúde individual e pública das condutas homossexuais.
O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, quem revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.
“Trabalhei como enfermeira durante vários anos nos oitenta e noventa no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver algo do dano que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais”, diz o artigo.
“A Coautora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou segura, à luz de minha experiência clínica, e como consequência de ter feito consideráveis estudos sobre isso desde esse momento, que a homossexualidade nem é normal nem benigna; mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’,” escreve Kathleen Melonakos.
“Por isso eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos, que o dos que praticam a homossexualidade. Isto, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser acautelada em muitos casos, ou substancialmente sanada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda”.
Segundo a perita, as enfermidades às que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, -‘enfermidade do intestino gay’-, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); trauma (que tem como consequência incontinência fecal, hemorroidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).
“Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as consequências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. Conduz ou não a uma vida dramaticamente recortada? Os estudos dizem que sim, alguns até o 40%, sendo o estudo Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isto. Tomados juntos, estes estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o tabaco, o alcoolismo ou o vício às drogas”.
Segundo a enfermeira, infelizmente “há um elemento de negação, no sentido psicológico, pelo que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam”.
“Existem razões sem ambiguidade –adiciona a perita– para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram patrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e abuso de drogas, depressão, suicídio), para que a APA discuta que estas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’, estende os limites da plausibilidade. Discutir que a morte durante a juventude não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é absurdo”
Fonte: http://logosapologetica.com/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O crucificado que nos trouxe Deus

Somente na fé católica a crucificação de Cristo tem sentido, pois nela é que se encontra o verdadeiro "Jesus histórico"

Desde que Rudolf Bultmann decretou que não se pode crer na ressurreição depois da lâmpada elétrica, o número de interpretações malucas que surgiram sobre a Pessoa de Cristo é algo que não está no gibi[1]. Imagina-se de tudo: Jesus marxista, Jesus operário, hippie, camarada e tutti quantiNessa brincadeira, só não há espaço para uma única interpretação: a que está no Magistério da Igreja.
Essa tendência mais ou menos crítica de se desconfigurar o rosto tradicional de Jesus acentuou-se, segundo o Papa Bento XVI, a partir dos anos 50. Trata-se de uma cisão entre o "Jesus histórico" e o "Cristo da fé". Haveria um abismo enorme entre um personagem e outro. Cristo seria apenas uma invenção da comunidade primitiva, não tendo nada que ver com a salvação e a remissão dos pecados. Jesus, em tese, seria apenas um revolucionário à sua maneira, um reformador social. Alguém que viera contestar o status quo, abrindo caminho para as futuras revoluções do povo judeu e, por conseguinte, do "Povo de Deus". Todavia, bem observa o Papa Emérito, "quem lê várias destas reconstruções, umas ao lado das outras, pode rapidamente verificar que elas são muito mais fotografias dos autores e dos seus ideais do que reposição de um ícone, entretanto tornado confuso"[2].
Não é de se admirar que vários desses teólogos que propõem uma tal interpretação cristológica padeçam do mesmo complexo antirromano de Lutero. Por fim, quem começa negando a Igreja termina negando Deus. A bem da verdade, são homens que perderam a fé e que, cada vez mais, se submetem ao dogma do mundo moderno, no qual Deus não tem importância nem espaço. Eles se renderam à proposta racionalista, à pompa do criticismo e, em última análise, à sedução do Anticristo que, na expressão de Soloviev, é doutor honoris causa em teologia[3]. Satanás, mais do que ninguém, é o primeiro a usar a bíblia para tentar o Senhor: "Se és o Filho de Deus, ordena que estas pedras se transformem em pão" (Mt 4, 3). Nesse desafio, esconde-se a hipocrisia de quem, querendo assumir o lugar de Deus, põe-se a derrubá-Lo de Seu trono, como uma pedra de tropeço, "um estorvo", "porque os teus pensamentos não são de Deus, mas dos homens" (Cf. Mt 16, 22). Assim, Jesus torna-se uma figura "pouco plausível, remota, obscura e esquisita, alguém que falava numa língua estranha e que morreu há muito tempo"[4], não tendo mais nada a nos dizer ou ensinar.
E é óbvio que uma figura dessa estirpe não merece o nosso culto. O Cristo desenhado por esses teólogos inspira pouquíssima devoção. n’Ele não se encontra a beleza do transcende, mas a máscara das ideologias, que, em última análise, não passam de sistemas derivados de programas destrutivos. Quem olha para este Jesus não olha para o Pai, como atestam as Escrituras. Pelo contrário, é o rosto sombrio da mentira o que se enxerga. E se Cristo deixa de ser divino para ser tão somente político, também o seu culto deixa de ser a participação no seu Sacríficio da Cruz - em que o fiel presta sua adoração, contrição e ação de graças - para se converter num passatempo ou, pior ainda, numa convenção de facções ideológicas.
Com efeito, a crítica que muito se faz à liturgia da Igreja é, na verdade, um ataque ao coração de Deus. Na base de tudo encontra-se um ateísmo politizado que transforma a teologia em um campo de ação: não há motivo para se cultuar Deus, para prestar-lhe nossa devoção; o homem deve ser o seu princípio, meio e fim, o homem deve se autocultuar. Trata-se, então, da mesma repulsa de Pedro diante do mistério da cruz. Não se quer a dor, não se quer o sacrifício, somente o bem-estar, o conforto material. "Se és o Filho de Deus…", repete-se o desafio. Por outro lado, quando lançamos um olhar sincero sobre essa mentalidade, percebemos que tudo se encaminha para muito longe do paraíso: "Ela julgava poder transformar pedras em pão, mas gerou pedras em vez de pão".[5]
Esse progressismo adolescente, ao qual o Papa Francisco já lançou duras condenações, transgride a fidelidade; "essa gente, movida pelo espírito do mundo, negociou a própria identidade, negociou a pertença a um povo, um povo que Deus ama tanto, que Deus quer como seu povo"[6]. Ser fiel ao ministério de Jesus tal como está descrito no Evangelho e, obviamente, no Magistério da Igreja não significa acreditar em "algo mítico, que pode ao mesmo tempo significar tudo e nada"[7]; é precisamente o contrário, é lançar-se com firmeza à única certeza que dá sentido à nossa existência, significa olhar para o crucificado, no qual encontramos "a própria bondade de Deus, que se dá nas nossas mãos, que se entrega a nós e que, por assim dizer, suporta conosco todo o horror da história."[8] Cristo, portanto, mais do que nos dar bem-estar, conforto e paz, veio fazer algo muito maior: Ele veio nos trazer Deus!
"Somente por causa da dureza de nosso coração é que pensamos que isso seja pouco"[9]
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Padre Paulo Ricardo, palestra sobre Jesus histórico e Cristo da Fé. Via YouTube
  2. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 10
  3. 1900 apud RATZINGER, 2007, p. 47
  4. LEWIS, Clive Staples. Cartas de um diabo a seu aprendiz. São Paulo: Martins Fontes, 2011, p. 95
  5. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 45
  6. Papa Francisco. Meditações Matutinas na Santa Missa Celebrada na Capela da Domus Sanctae Marthae (18 de novembro de 2013). Tradução Fratres in unum
  7. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 29
  8. RATZINGER, Joseph. O Sal da Terra: o cristianismo e a Igreja Católica no sécula XXI: um diálogo com Peter Seewald / Joseph Ratzinger. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2005, p. 23
  9. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 54

Femen agride cardeal espanhol idoso aos gritos de “aborto é sagrado”


Cinco ativistas do grupo feminista Femen atacaram na noite deste domingo o arcebispo de Madri, cardeal Antonio María Rouco, de 77 anosaos gritos de “o aborto é sagrado” e jogando sobre ele calcinhas manchadas com tinta vermelha. A agressão ocorre após a apresentação do 
projeto de lei do governo espanhol que deve reverter a lei do aborto no país, tornando-o novamente ilegal.
Segundo jornais espanhóis, como o ABC, as feministas estavam com os seios de fora e levavam o nome do movimento pintado no corpo. Elas atacaram o cardeal idoso no momento em que ele saía do carro para celebrar missa numa paróquia da região. Rouco foi socorrido pelos padres que o aguardavam e a igreja teve de fechar as portas. Mesmo assim, as manifestantes continuaram a gritar “o aborto é sagrado” pelas ruas do local.
Hostilidades grosseiras fazem parte da agenda do Femen por toda a Europa, e suas vítimas, em geral, são vinculadas à Igreja Católica. Segundo o site espanhol Religion em Libertad, especializado em notícias sobre liberdade de credo, as ativistas nem sempre são manifestantes autênticas, vinculadas à alguma causa, mas sim mulheres pagas para realizar ações específicas. A remuneração só ocorre se o ato alcançar a mídia.
No ano passado, o Femen atacou o arcebispo de Bruxelas, na Bélgica, durante uma entrevista, atirando-lhe copos de água, e interrompeu uma missa celebrada pelo arcebispo de Colônia, na Alemanha, onde encenaram um aborto. O motivo ? Nunca fica muito claro. Sempre há berros, ofensas, obscenidades. Nunca argumentos.
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

Rolling Stone ou pedra sólida?



Papa Francisco vem acumulando capas de revista. Nos últimos meses, seu rosto sorridente estampou a capa da Time, como sua Personalidade do Ano. Ele foi destaque também na The New Yorker, na edição italiana da Vanity Fair e até em uma revista de ativismo gay dos EUA, a The Advocate. Agora,Francisco é capa da revista Rolling Stone e protagoniza um artigo de 7.700 palavras intitulado "The Times They Are A-Changin’", em referência a uma famosa canção do cantor pop Bob Dylan [“Os tempos estão mudando”, ndr].
 
papa pop também foi visto nesta semana enfeitando um muro da região romana de Borgo, logo ao lado dos portões do Vaticano. Com uma capa esvoaçante, Francisco foi representado “para o alto e avante”, como um super-herói dos quadrinhos.
 
Eu não gosto de ser desmancha-prazeres, mas, provavelmente, os mestres da cultura pop vão expressar seu “desapontamento” com o Papa Francisco muito em breve. A mudança que eles percebem é principalmente de estilo e de ênfase. Já a mudança que eles querem não é provável que aconteça, porque a mudança que a turma da imprensa mundial deseja é que o Papa Francisco adote a agenda progressista deles.
 
Esta semana, no Huffington Post, já houve rumores de que o Papa Francisco estaria desapontando os gays e as mulheres. Afinal, ele sorri e diz coisas agradáveis ​​como "Quem sou eu para julgar?", mas não permitiu mulheres-padres nem mexeu na doutrina da Igreja sobre a homossexualidade. A decepção (e, com ela, a raiva)já está começando a se revelar.
 
A imprensa popular precisa encarar o seguinte: as mulheres não vão ser ordenadas sacerdotes. Na famosa “entrevista do avião”, em que o papa disse "Quem sou eu para julgar?", ele também afirmou que "a porta está fechada para a ordenação de mulheres". E se ele não condenou duramente os atos homossexuais, também não os aprovou, nem vai aprovar.
 
O que observadores casuais não entendem é que o ensinamento moral católico está intimamente ligado à teologia católica. Os católicos não têm simplesmente um “livro de regras”, como se fosse um manual escolar que o papa pode editar e alterar a seu bel-prazer. A doutrina moral católica sobre a sexualidade humana se vincula ao que os católicos acreditam sobre a pessoa humana, e o que acreditamos sobre a pessoa humana se vincula ao que acreditamos sobre Deus Pai, seu Filho Jesus Cristo e Maria, a Mãe de Deus. No catolicismo, aquilo em que acreditamos e o modo como nos comportamos são uma unidade integrada, como duas mãos que se juntam em oração.
 
As altas expectativas levam muitas vezes a grandes decepções. Os católicos estão encantados com a popularidade do Papa Francisco, mas eu temo os “especialistas” da imprensa popular, que, claramente, têm grandes esperanças de uma mudança radical e serão radicalmente desiludidos. O Papa Francisco mostra a compaixão de Cristo para com os pobres e marginalizados, mas, segundo a sua própria afirmação, ele é um "filho fiel da Igreja", o que significa que a fé católica pode ser praticada com um estilo diferente, mas sem mudança alguma na essência.
 
O título da revista, "Rolling Stone" [“Pedra que Rola”, em tradução livre], é adequado para a cultura pop, já que a cultura pop é mesmo uma pedra que vai rolando, sempre mudando de lugar conforme as inconstantes atitudes e pressões sócio-políticas. Jesus Cristo disse, porém, que iria construir a sua Igreja não sobre uma pedra que rola, mas sobre uma pedra sólida, contra a qual nem os poderes do inferno poderão prevalecer. Esta pedra é Pedro, seu amigo, cujo sucessor é o Papa Francisco.
Fonte: http://www.aleteia.org/

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A ponta do iceberg

Todos fariam um grande favor a si mesmos, às suas famílias e ao Brasil se, na hora da novela, desligassem seus televisores, acendessem uma vela e rezassem o Terço

Recentemente, duas pesquisas científicas comprovaram a ligação direta que existe entre a audiência das novelas da Rede Globo, as crescentes taxas de divórcio e a queda da natalidade nas famílias brasileiras[1]. Aquilo de que já se suspeitava há muito tempo foi confirmado: as telenovelas globais exercem uma grande influência no comportamento das pessoas.
Na semana passada, mais uma telenovela serviu de palco para "forçar limites morais", como escreveu um jornalista, na Folha de São Paulo[2]. Pelos comentários de vários telespectadores nas redes sociais, parece que, infelizmente, a armadilha funcionou, mais uma vez. Após o entusiasmo com a trama de uma dupla de homossexuais que, entre outras coisas, recorreu à inseminação artificial para "produzir" um filho, o pedido para ver um "beijo gay" no final da última novela das oito foi reiterado por inúmeras pessoas. E, mesmo depois de alcançado o seu intento, muitos não se contentaram com o que viram, alegando que o beijo teria sido "morno demais".
Sem dúvida, a melhor forma de filtrar essas coisas está na mão de cada família: chama-se controle remoto. As pessoas são livres para escolher ao que querem ou não assistir na televisão. No entanto, comprovada a relação entre as telenovelas e as mudanças sociais no Brasil, ninguém pode ignorar que aquilo que é exibido nas telas da TV não ficará, simplesmente, na televisão. Aquilo que a Globo exibe para muitas pessoas ou famílias desatentas irá refletir, de algum modo, nas opiniões que elas possuem, nas conversas que elas mantêm e nos ambientes que elas frequentam. E isso afetará toda a sociedade, na qual estão incluídas até mesmo as pessoas que louvavelmente se recusam a dar audiência às novelas globais.
É mesmo preciso dizer o que estava por trás do "beijo gay"? Diante da oposição de boa parte da população brasileira não só ao chamado "casamento homoafetivo" como ao próprio ato homossexual, a novela "Amor à Vida" foi uma tentativa clara de minar essa resistência. Apelando a recursos sentimentais, os produtores da trama – não temendo a condenação do profeta que lamenta "aqueles que ao mal chamam bem" e "tornam doce o que é amargo" (Is 5, 20) – recorreram à mesma estratégia que facilitou a legalização do divórcio no Brasil, há 40 anos: trocar o verdadeiro amor à pessoa humana pela aceitação de uma conduta imoral; transformar a preocupação com o pecador em um perigoso conformismo com o pecado.
A confusão que resulta dessa mentalidade é evidente: quando uma pessoa prefere "rótulos" referentes à sua conduta sexual àquilo que ela realmente é – ser humano, filha de Deus –, a sua verdadeira dignidade é escondida e dá lugar a uma desfiguração:
"A pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, não pode definir-se cabalmente por uma simples e redutiva referência à sua orientação sexual.Toda e qualquer pessoa que vive sobre a face da terra conhece problemas e dificuldades pessoais, mas possui também oportunidades de crescimento, recursos, talentos e dons próprios. A Igreja oferece ao atendimento da pessoa humana aquele contexto de que hoje se sente a exigência extrema, e o faz exatamente quando se recusa a considerar a pessoa meramente como um 'heterossexual' ou um 'homossexual', sublinhando que todos têm uma mesma identidade fundamental: ser criatura e, pela graça, filho de Deus, herdeiro da vida eterna."[3]
É lamentável que muitos católicos, enganados por esse pensamento reducionista, se tenham prestado ao papel patético não só de dar ibope à novela, como de pedir ou aprovar o "beijo gay", ignorando – ou fingindo ignorar – que essa é apenas a ponta de um iceberg. Desse modo, fazem lembrar a condenação do Apóstolo que, reprovando as práticas homossexuais, lamentou a atitude daqueles que "não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem" (Rm 1, 32).
Mas, ainda que "Amor à Vida" não tivesse mostrado nenhum "beijo gay", ainda que não tivesse reforçado a difusão do lobby homossexual: ainda assim, teria sido um tremendo desamor à vida e à família assistir-lhe. As telenovelas estão, a todo momento, "forçando limites morais", especialmente quando exibem, de modo constante, cenas de sexo mais ou menos explícitas. Com isso, elas tiram o sexo da intimidade conjugal dos esposos e dizem às pessoas que é normal ter sexo com qualquer um, a qualquer hora e em qualquer lugar, estimulando, assim, uma lenta, porém eficaz, "pornografização" da sociedade[4].
Voltemos ao controle remoto: todos fariam um grande favor a si mesmos, às suas famílias e ao Brasil se, na hora da novela, apagassem seus televisores, acendessem uma vela e rezassem o Terço em família, rogando a Nossa Senhora Aparecida que tenha misericórdia desta Terra de Santa Cruz.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Cf.Parresía n. 58: As Novelas e a Engenharia Social
  2. Análise: Emissora retoma tradição de forçar limites morais com telenovelas | Folha de S. Paulo
  3. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta aos Bispos sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais, 1º de outubro de 1986, n. 16
  4. Cf. A cultura pornográfica e a banalização da sexualidade

Rio de Janeiro investirá R$ 1 milhão na construção de “macumbódromo”



Rio de Janeiro investirá R$ 1 milhão na construção de “macumbódromo”


      

Para a construção do “macumbódromo” a Secretaria deve investir R$ 1 milhão. O espaço terá 4.500 m² e estará localizado na Curva do S, no Alto da Boa Vista, zona Norte do Rio de Janeiro.

Nesse local serão construídos 15 recantos decorados com totens cada uma com as características dos orixás, também haverá duas entradas com placas orientando o comportamento dos visitantes, além de 2 banheiros públicos.

O secretário da pasta, Carlos Minc, declara que além do “macumbódromo” outras duas áreas do Rio de Janeiro receberão espaços religiosos. “Dessa forma será possível (aos praticantes) fugir de santuários e parques privados que cobram pela entrada para a prática de cultos”, disse ele.

A Curva do S já é usada por seguidores da umbanda e do candomblé para realizar trabalhos, o problema é que no dia seguinte o espaço fica sujo e ecologistas reclamando do impacto negativo que isso causa no meio ambiente.

No projeto da construção do “macumbódromo” a prefeitura irá pavimentar o espaço, para impedir incêndios, e ainda uma central de tratamento de resíduos. As obras começam agora em fevereiro.

A Mãe Fátima Damas, presidente da Congregação Espírita Umbandista do Brasil (CEUB), apoia a ideia. “O reconhecimento de um espaço para a gente por parte das autoridades acaba com aquela ideia distorcida de que estamos fazendo algo irregular”, disse ela à Isto É.

Mas há outros religiosos que estão desconfiados, como é o caso de Dayse Freitas, diretora cultural da Federação Brasileira de Umbanda. “Apoiamos, desde que não encurralem a gente em um canto cercado e pequeno, sem policiamento”, disse ela.

A antropóloga do departamento de ciências sociais da PUC-Rio, Sônia Giacomini, também comentou o assunto dizendo que a criação do “macumbódromo” não deve proibir que esses religiosos façam suas oferendas em outros lugares.

“Essa permissão só não pode significar a impossibilidade de uso de outros espaços públicos para rituais”, afirmou.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Australiano se ‘casa’ com cadela de estimação.

Um jovem de Toowoomba, na Austrália, se casou na terça-feira com sua cadela de estimação em um parque da cidade. A cerimônia uniu Joseph Guiso e sua cadela da raça labrador chamada “Honey”, de cinco anos, segundo reportagem do jornal australiano “The Chronicle”

Trinta amigos íntimos do “casal” participaram da cerimônia. Guiso destacou que a relação não envolve sexo. “É apenas amor”, disse ele, destacando que o animal é seu melhor amigo. Eles pretendem passar a lua-de-mel em um dos parques de Toowoomba.
untitled-6Fonte: G1

Governo socialista francês cria programa de ensino: “ABCD Igualdade” que defende ideologia do gênero. Pais franceses reagem com boicote.

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Alunos de escolas primárias francesas estão boicotando aulas, por iniciativa dos pais, após ‘rumores’ difundidos por veículos de comunicação de que o governo criou um programa de ensino que visaria “negar as diferenças sexuais entre homens e mulheres”.
Uma centena de escolas na França sofrem com um índice elevado de alunos ausentes desde a sexta-feira.
A polêmica surgiu após a criação recente do “ABCD Igualdade”, um programa dos ministérios da educação e dos direitos das mulheres e testado em mais de 600 salas de aula em todo o país, com o objetivo de transmitir às crianças o conceito de igualdade entre homens e mulheres e’ lutar contra os estereótipos’ que envolvem ambos os sexos.
O programa pretende pôr fim a ‘ideias homofóbicas e misóginas’ e mostrar que não existem atividades, inclusive recreativas, específicas para meninos ou meninas ‘- que uma garota pode desejar ser engenheira ou bombeira e um garoto pode querer ser parteiro, por exemplo.
Grupos “conservadores” difundiram na internet de que o governo teria tornado obrigatório nas escolas primárias o suposto ensino da “teoria do gênero”, interpretado por eles como sendo algo que visa eliminar as diferenças biológicas e sociais entre os homens e mulheres e promover a homossexualidade.
Igualdade
Especialistas ressaltam que não existe uma “teoria do gênero” e sim os estudos sobre gênero (gender studies), iniciados nos Estados Unidos nos anos 60 e 70, que analisam a construção social da identidade sexual e a ‘questão das desigualdades entre homens e mulheres’.
O ministro da Educação, Vincent Peillon, declarou que o ministério “rejeita totalmente a teoria do gênero e a instrumentalização feita por pessoas da extrema direita, que estão difundindo uma ideia que causa medo aos pais de alunos”.
“Queremos promover a igualdade entre homens e mulheres”, afirmou Peillon.
Nesta quarta-feira, o ministro pediu a diretores de escolas para convocar os pais que não levaram seus filhos às aulas após o início dos rumores.
Muitos pais receberam mensagens pelo celular pedindo que não levassem seus filhos à escola na sexta-feira passada e também na segunda-feira desta semana para protestar contra o ensino da “teoria do gênero” e publicaram as mensagens nas redes sociais.
“Eles vão ensinar aos nossos filhos que eles não nascem meninos ou meninas, mas sim que eles escolherão seu sexo depois. Isso sem mencionar a educação sexual desde a escola maternal”, diz uma mensagem reproduzida pelo jornal francês Le Monde.
O Instituto Civitas, ligado a católicos, também apoia o boicote às aulas, afirmando que o ministério da Educação estaria difundindo a “ideologia do gênero às escondidas sob pressão de movimentos gays e lésbicos”.
“Nós não falamos nada sobre sexualidade no primário. Na escola, ensinamos a igualdade entre garotos e garotas e não a teoria do gênero”, declarou nesta quarta-feira Najat Vallaud-Belkacem, porta-voz do governo e ministra dos Direitos das Mulheres.
“Falamos que os meninos e meninas podem ter ambições de igualdade em relação às suas escolhas profissionais e aos seus sonhos”, diz a ministra, se referindo ao programa “ABCD Igualdade”.
Boicote organizado
A ideia dos opositores  é lançar um dia de boicote às aulas por mês. Na próxima semana, pedidos para faltar às aulas em algumas escolas já foram lançados..
Em uma escola em Estrasburgo, no leste da França, um terço dos alunos faltou às aulas, sendo quase 90 turcos, ciganos e de origem árabe, segundo o jornal Le Figaro.
Em Meaux, periferia pobre nos arredores de Paris, considerada “zona urbana sensível”, 20% dos alunos faltaram na sexta-feira, segundo a imprensa.
O governo minimiza o impacto dos ‘rumores’, afirmando que apenas uma centena das 48 mil escolas francesas foi afetada. Mas o assunto vem ganhando força no país.
Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio

49 associações de 20 países se unem em apoio a presidente do Equador que denunciou a ideologia do gênero como “perigosíssima ideologia”

Rafael Correa
A associação espanhola “Profesionales por la Ética” promoveu, junto a entidades da sociedade civil de vários países, uma campanha internacional de apoio às “firmes e valentes declarações” do presidente do Equador, Rafael Correa, feitas no dia 28 de dezembro de 2013 sobre a ameaça da ideologia de gênero.
A diretora de Assuntos Internacionais da “Profesionales por la Ética”, Leonor Tamayo, reconhece que, “apesar da sua militância socialista e dos seus posicionamentos questionáveis e controversos em outros temas, Correa demonstrou que o direito de todos à vida, à identidade sexual e à família natural não são questões de direita ou de esquerda, mas de bom senso e de respeito pela realidade das coisas”.
Tamayo destaca que, embora os ataques contra Correa tenham sido muitos e muito agressivos por causa do seu pronunciamento, também houve relevante respaldo às suas declarações por parte de 49 associações de 20 países, que expressaram o sentimento de milhões de pessoas de todo o mundo. “A maior parte da população experimenta na vida e na comunidade o valor e o significado da vida e da família natural”, considera a responsável da “Profesionales por la Ética”.
Há um mês, o presidente equatoriano usou o seu programa semanal de rádio e TV para denunciar a ideologia de gênero. Correa manifestou respeito pelas pessoas que defendem tais teorias, mas reprovou o fato de tentarem “impor as suas crenças a todos”.
Os defensores da ideologia de gênero criticada por Correa dizem “que não existe homem nem mulher natural, que o sexo biológico não determina o homem e a mulher, que são as ‘condições sociais’ que determinam isso. E que cada um tem ‘direito’ à liberdade de escolher até mesmo se é homem ou mulher. Ora, por favor! Isso não resiste à menor análise crítica!”, exclamou o chefe de Estado equatoriano.
“Não são teorias, é pura e simples ideologia, muitas vezes para justificar o modo de vida de quem cria essas ideologias. Nós os respeitamos como pessoas, mas não compartilhamos essas barbaridades”, declarou ele.
Correa alertou contra o que chamou de “perigosíssima ideologia” e denunciou o doutrinamento que está acontecendo em muitas escolas: “Não tentem impor isso ao resto das pessoas, não imponham isso aos jovens, porque existe gente que está ensinando isso aos nossos jovens”. O presidente também se declarou partidário da família natural, mesmo correndo o risco de parecer “cavernícola” e “conservador”: “Eu acredito na família e acho que essa ideologia de gênero destrói a família convencional, que continua sendo e eu acho que continuará sendo a base da nossa sociedade”, enfatizou.
Por último, Rafael Correa declarou que ser esquerdista não implica apoiar o aborto nem ser contra a família tradicional. “Isso é outra ‘invencionice’: essa ideia de que quem não apoia essas coisas não é de esquerda”.
“Que história é essa de que alguém que não seja pró-aborto não é de esquerda?”, perguntou. “Então, se Pinochet é a favor do aborto, ele é de esquerda? E se o Che Guevara era contra o aborto, então ele era de direita?”. E encerrou afirmando que “essas questões são morais, não ideológicas”.
Enquanto o presidente equatoriano já enxergou o perigo da ideologia de gênero, o Parlamento Europeu deve levar a votação nos próximos dias o chamado Relatório Lunacek, assim batizado porque a sua promotora é a eurodeputada austríaca Ulrike Lunacek.
A iniciativa foi apresentada em novembro passado à Comissão de Liberdades Civis, Justiça e Interior da Eurocâmara, que a admitiu para tramitação em 17 de dezembro e a enviou para a Mesa da Câmara.
O texto pretende estabelecer “uma estratégia europeia contra a homofobia e contra a discriminação por razões de orientação sexual e identidade de gênero”, diz a proposta, que advoga também por uma política de “tolerância zero” aos chamados “crimes de ódio”, entre os quais estão incluídos os ataques homofóbicos verbais ou físicos.
Suas principais propostas são o avanço na criação de uma política comum sobre os direitos da comunidade LGTB (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) e o “uso máximo das competências da Comissão” para obrigar os países-membros da União Europeia (UE) a cumprirem a legislação do bloco no tocante à discriminação baseada em orientação sexual.
Ulrike Lunacek chamou de “estúpidos reacionários” as centenas de milhares de europeus que se mobilizaram para pedir que os seus representantes na Eurocâmara votassem “não” ao Relatório Estrela, outra iniciativa, já derrotada, que promovia uma “harmonização legislativa” para estender o aborto livre e implantar nas escolas de toda a União Europeia uma educação que adotasse os princípios da ideologia de gênero.
A derrota daquela proposta abortista irritou especialmente o lobby gay no Parlamento Europeu. Esse grupo de pressão dispõe até mesmo de um “cáucus” próprio, um agrupamento informal de eurodeputados de vários partidos que compartilham o compromisso com a implantação progressiva da agenda gay nas leis dos países-membros da UE.
Ulrike Lunacek, a promotora da moção que está prestes a ser votada no Parlamento Europeu, é uma destacada participante do cáucus gay e militante do feminismo radical.
Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio

É errado pensar que os consagrados são “mais perfeitos” que os leigos, explica cardeal brasileiro

Cardeal João Braz de Aviz (Foto Grupo ACI)
VATICANO, 03 Fev. 14 / 03:00 pm (ACI).- O Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, o cardeal brasileiro João Braz de Aviz, recordou que uma mãe ou um pai de família podem ser tão perfeitos ante os olhos de Deus como um consagrado ou uma consagrada.

“É necessário sair da convicção de que quem se consagra a Deus entra em um estado de perfeição. Não se pode pensar que uma mãe de família nunca será perfeita e, em troca, um consagrado ou uma consagrada sim. Isto é errado. Eu acredito que a mãe de família pode ser muito mais perfeita que um consagrado”, explicou aos jornalistas o Cardeal Braz de Aviz em 31 de janeiro no Escritório de Imprensa da Santa Sé.

O cardeal brasileiro esteve acompanhado por Dom José Rodríguez Carballo, Secretário do mesmo dicastério e membro dos Frades Franciscanos, eles apresentaram o Ano da Vida Consagrada que a Igreja celebrará em 2015 e que se comporá de diversas iniciativas em vistas a revigorar na Igreja a vocação a uma vida consagrada a Deus.

O Ano da Vida Consagrada contará com diversos encontros em Roma entre os jovens religiosos e religiosas, noviços e noviças da Igreja, e também com um Congresso internacional de teologia da vida consagrada sobre o tema “Renovação da vida consagrada à luz do Concílio e prospectivas para futuro”.

Dom Carballo explicou aos jornalistas que na vida consagrada “como em todas as realidades sociais e eclesiais há luzes e sombras e isto faz parte da crise que a sociedade vive. Os consagrados fazemos parte, graças a Deus, desta sociedade e deste mundo”.

Portanto “é triste ver que os consagrados vão embora, da mesma forma que é triste ver muitas famílias sendo destruídas, mas isto faz parte da realidade da graça e do pecado que existem na Igreja e em cada realidade humana”, acrescentou.

Para promover a vocação à vida consagrada, Dom Carballo indicou que seu dicastério se inspira no documento Perfectae Caritatis (A Perfeição da Caridade), o decreto dedicado à renovação da vida religiosa emanado do Concílio Vaticano II, o documento da Igreja Católica que define a realidade da Igreja até nossos dias há mais de 50 anos.

O Perfectae Caritatis “foi um sopro do Espírito e é o ponto de partida para uma profunda renovação da vida consagrada e para que reafirme seu significado evangélico”, concluiu.