terça-feira, 14 de maio de 2013

Papa condena o aborto em Marcha pela Vida


Na primeira participação de um papa em um evento pró-vida, o Santo Padre condenou o aborto e pediu a "proteção jurídica do embrião"

O Papa Francisco surpreendeu os participantes da Marcha pela Vida em Roma, neste domingo, 12/05, quando sem avisar apareceu no meio da multidão com o papamóvel para saudar os mais de 40 mil manifestantes. É a primeira vez que um papa participa de uma manifestação pró-vida. O evento fazia parte da campanha "One of Us" - Um de nós - que pretende arrecadar um milhão de assinaturas para obrigar o Parlamento Europeu a convocar um debate sobre o assunto. A Marcha pela Vida também recordou os 35 anos da aprovação do aborto na Itália.
Após celebrar a Missa de canonização de duas freiras latino-americanas e 800 italianos mortos no século XV por causa da fé, o Santo Padre pediu na tradicional oração Regina Coeli que "seja garantida a proteção jurídica do embrião", de forma que "o ser humano seja protegido desde o primeiro instante de sua existência". A declaração de Francisco reafirmou seu trabalho enquanto Cardeal Arcebispo de Buenos Aires, Argentina, que na época, orientou os sacerdotes de sua diocese a negarem a comunhão aos defensores públicos do aborto.
O Santo Padre ainda convidou os peregrinos para participarem no Vaticano do "Dia da Evangelium Vitae", que será realizado nos próximos dias 15 e 16 de junho, a fim de recordar a Encíclica do Beato João Paulo II que condenou os métodos contraceptivos, o aborto e a eutanásia."Será um momento especial, principalmente para aqueles que se preocupam com a defesa da santidade da vida humana", ressaltou Francisco.
Os organizadores da Marcha pela Vida em Roma disseram que a presença do Papa Francisco no evento "representou o maior reconhecimento pela iniciativa e a confirmação da sensibilidade do Papa aos princípios não-negociáveis​​, a começar pelo direito à vida". Segundo eles, o número de participantes vêm crescendo a cada ano, o que demonstra a adesão do povo à defesa da vida. Em 2012, 15 mil pessoas estiveram presentes na marcha.

Por que o ateísmo é tão comum nas universidades?




Antes de a pergunta: “por que o ateísmo é tão comum nas universidades” ser respondida é preciso definir qual o significado da palavra “ateísmo”. Muitas pessoas detém-se na definição etimológica dela, ou seja, a-teísmo quer dizer não-deus. O ateu, portanto, é aquela pessoa que diz que Deus não existe.

Todavia, segundo o Catecismo da Igreja Católica, o ateísmo é algo bastante complexo, com inúmeras facetas. Vejamos:

“Muitos de nossos contemporâneos não percebem de modo algum esta união íntima e vital com Deus, ou explicitamente a rejeitam, a ponto de o ateísmo figurar entre os mais graves problemas do nosso tempo.

O termo ateísmo abrange fenômenos muitos diversos. Uma forma frequente é o materialismo prático,de quem limita suas necessidades e suas ambições ao espaço e ao tempo.

O humanismo ateu considera falsamente que o homem é ’seu próprio fim e o único artífice e demiurgo de sua própria história‘.
Outra forma de ateísmo contemporâneo espera a libertação do homem pela via econômica e social, sendo que a ‘religião, por sua própria natureza, impediria esta libertação, na medida em que, ao estimular a esperança do homem numa quimérica vida futura, o desviaria da construção da cidade terrestre.” (2123-2124)

Como se vê, a definição etimológica não é suficiente, pois o sentido da palavra é muito mais amplo. Coligindo os vários tipos de ateísmo é possível perceber que todos eles terminam numa atitude fundamental: o homem declara-se autônomo, ou seja, não depende mais de Deus para nada.

Adotar a atitude de autonomia perante Deus significa tão somente colocar-se no lugar Dele. Portanto, o que existe não é ateísmo, mas idolatria. O homem que se autodiviniza. Seja o homem individual, seja a coletividade do ser humano que passa a determinar o que é certo e o que é errado.

Muitas pessoas creem que Deus é uma realidade irrelevante para vida, que existindo ou não nada muda na vida de cada um. Mas isso não verdadeiro, pois, se existe um Deus, o homem não se pertence. Se existe um Deus, o homem é para ele. Se Ele é criador, o homem é criatura. Ele é o oleiro, o homem o barro, que deve se deixar modelar por Ele. É o homem que deve se adequar ao plano de seu criador. E, sendo assim, a perspectiva do homem muda completamente.

O início da vida acadêmica marca também o início do conhecimento do liberalismo moral. Estatisticamente já foi comprovado que o público acadêmico é muito mais liberal moralmente que as pessoas que não fazem parte desse ambiente.

E é justamenteo liberalismo moral que faz com que os jovens deslizem na direção do ateísmo. Isso se dá porque o jovem começa a pecar, seja frequentando as chamadas “baladas” ou mesmo seja cometendo pecados sexuais, transgressões diversas. Ora, para um jovem com alguma noção religiosa trazida da família, isto traz conflitos internos. Neste momento, o que acontece é que tanto os professores da Universidade quanto os próprios colegas desse jovem oferecem uma solução mágica para o seu drama de consciência: a relativização do certo e do errado e decretação da autonomia do homem (ateísmo).

Assim, a pessoa é introduzida no relativismo moral, quando não existe uma verdade, mas variantes, de acordo com o entendimento de cada um. Sendo assim, todas as opiniões são válidas. Ousar discordar ou afirmar que existe uma só verdade torna o indivíduo um ditador, pois estará querendo impor a sua própria moral. O indivíduo se torna um imperalista moral!

Este fenômeno é o que o Papa Emérito Bento XVI chamava de “ditadura do relativismo”:

“Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos hodiernos. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades.” (Missa pro eligendo Pontífice, 18/04/2005) [1]

Nesse sentido, o homem toma o lugar de Deus e o campus universitário pode ser comparado com o lugar onde o homem colhe o fruto da árvore proibida, da árvore do bem e do mal e torna-se um homem ‘para além do bem e do mal’[2], numa independência total, na qual se pode afirmar: “eu sou Deus, eu determino o que é o bem, eu determino o que é o mal”. A ideia de haver um criador é absurda, pois é o próprio homem quem tudo define e determina.

O filósofo ateu Friedrich Nietzsche, morto no ano de 1900, é o porta-voz dessa mentalidade que se instalou nas universidades. Em seu livro “Assim falava Zaratrusta”, no capítulo chamado “Ilhas Bem-Aventuradas”, ele profere o seguinte aforismo: “Meus irmãos, eu irei abrir-vos claramente a minha consciência: se existissem deuses, como suportaria eu não ser um deus? Logo, os deuses não existem.”

Ora, esse raciocínio de Nietzsche não tem nada de científico, é uma falácia total. É algo que não se sustenta, mas, infelizmente, convence interiormente quem vive o drama de sua consciência. Então, se o jovem sente o peso de sua consciência é muito mais difícil ir a um confessionário e fazer o propósito de emendar-se. Mais fácil é, com uma canetada, tirar Deus da lista e atribuir aqueles sentimentos a uma educação retrógrada, conservadora, ultrapassada. Os tempos são outros, modernos, o pecado é coisa de antigamente, agora, cada geração, cada sociedade determina o que é bem, o que é mal. Melhor ainda, cada pessoa pode fazer a sua própria lei, de acordo com as suas próprias convicções e vontades. Tudo é relativo. Sendo assim, o homem se torna deus, se coloca no lugar de Deus.

É por isso que nas universidades o que se tem não é um crescente ateísmo, mas sim, uma crescente idolatria. Elas são especialistas, em seu ambiente, em amordaçar a voz da consciência, inserindo os jovens na chamada “ditadura do relativismo”. O preço que se paga por isso é muito alto, pois as pessoas, ao se declararem autônomas, independentes de Deus imaginam que se tornam livres. Mas, não é isso que acontece, pelo contrário, elas se tornam escravas da tristeza, do vazio, do pecado. No ambiente universitário não é diferente.

A virtude, por sua vez, não vicia. Jamais se ouvirá dizer que alguém está viciado na generosidade, já na avareza sim. Uma pessoa não é viciada na castidade, mas na luxúria, no sexo desregrado, sim. Outra não pode ser viciada na sobriedade, mas na droga, no álcool, sim. Portanto, o homem, ao querer se libertar de Deus, escraviza-se, descendo abaixo de sua própria natureza.

Deus não dificulta a autonomia humana, pelo contrário, Ele liberta. “A verdade vos libertará”, disse Jesus Cristo. Os ambientes universitários deveriam ser lugares em que se busca a Verdade e ela, ao ser encontrada, deveria transformar a todos em pessoas que se põe a serviço do conhecimento e da ciência. Esta deveria ser a vocação de todo universitário.

Padre Paulo Ricardo

Número de católicos no mundo aumentou 1,5% entre 2010 e 2011, passando de 1,196 bilhões para 1,214 bilhões.



Segundo o Anuário Estatístico da Igreja Católica e o Anuário Pontifício, apresentados hoje ao papa Francisco, o número de católicos no mundo aumentou 1,5% entre 2010 e 2011, passando de 1,196 bilhões para 1,214 bilhões. 

As pesquisas apontaram que o número dos católicos cresceu especialmente na África, com um aumento de 4,3% em relação ao incremento da população africana, de 2,3%. Um acréscimo superior ao da população que aconteceu também na Ásia, com 2,0% contra 1,2%. No continente americano e na Europa, os fieis católicos cresceram no mesmo nível que a população, 0,3%. 

No total, a presença de católicos no mundo ficou inalterada em 17,5%, já que o  crescimento foi levemente maior do que o aumento da população total da Terra, de 1,23%. 

Ao todo, o número de católicos batizados no mundo ficou distribuído da seguinte forma: 16% na África, 48,8% nas Américas, 10,9% na Ásia, 23,5% na Europa e 0,8% na Oceania.

Perito assegura que Bento XVI precisa de um novo escudo


Cardeal Andrea Cordero Lanza di Montezemolo mostra seu desenho. Foto: Emanuele Princi
ROMA, 13 Mai. 13 / 01:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em declarações ao grupoACI em 2 de maio, o Cardeal assinalou que a dúvida atual é se o hoje Bispo emérito de Roma "pode manter o mesmo brasão ou não", disse, "e como uma pessoa que se dedicou a isto, digo ‘não’".
O Cardeal, que foi, entre 1990 e 1998, o primeiro Núncio Apostólico para Israel e Palestina, desenhou o brasão de Bento XVI em 2005.
Sua fascinação com a heráldica eclesial é um interesse de toda sua vida. E isso o levou a desenhar o brasão de muitas instituições católicas, assim como de Bispos e Cardeais.
O Cardeal Cordero Lanza di Montezemolo assinalou que "o brasão precisa ser transformado", pois agora ele é o Bispo emérito de Roma, por isso desenhou um novo, que ele acredita que poderia ser usado por Bento XVI.
Em seu desenho, o Cardeal mudou as chaves grandes de São Pedro de trás do brasão para parte superior, e as fez menores.
"Isso mostra que teve uma posse histórica, mas não uma jurisdição atual", explicou.
O Cardeal também incluiu o lema que Bento usou como cardeal ao pé do escudo, algo que o brasão papal não inclui.
"Mas esta é somente uma proposta, não é oficial", indicou.
"Eu me permiti enviar-lhe uma nota com as sugestões, porque os elementos de jurisdição efetivamente precisam ser removidos", disse.
O Cardeal Andrea Cordero Lanza di Montezemolo revelou que Bento XVI lhe respondeu com uma nota indicando que se sentia "muito inseguro" a respeito, e que ele "não se atreve".
"Mas o verá, porque o tema continua em aberto", disse o perito em heráldica eclesial.
O Cardeal explicou que enquanto o Papa Francisco não solicitou seus serviços, Bento XVI o contatou imediatamente após a sua eleição.
"Telefonou para mim no dia seguinte as oito em ponto da manhã, à casa Santa Marta", recordou.
"Perguntei-lhe o que queria, ele me mostrou o brasão que tinha como Arcebispo de Munique e como Cardeal, e logo me perguntou o que pensava sobre isso", disse.
O Cardeal respondeu que era bom, mas "não muito correto", porque tinha quatro partes com dois elementos repetidos.
"Sugeri que ele ponha os elementos principais em três partes, e ele respondeu que não queria a tiara papal", disse.
"Ele tinha uma ideia muito clara do que queria, assim que propus alguns acertos, e desenhei oito esboços depois de trabalhar todo o dia e a noite".
Ao dia seguinte, o Cardeal retornou à Santa Marta às 8:00 a.m. com os oito modelos e Bento escolheu um "muito decididamente" e o assinou.
"É interessante quão decidido estava em acrescentar e remover certos elementos no desenho", comentou o Cardeal.
"Eu sugeri usar a mitra, o símbolo dos Bispos".
Mas o Papa Bento XVI respondeu que "as pessoas não seriam capazes de ver a diferença entre um brasão de um Bispo e um de um Papa".
O Cardeal adicionou as chaves de São Pedro atrás do brasão. Abaixo acrescentou o pálio, coisa que nunca tinha sido feita por um Papa anteriormente, para mostrar a colegialidade entre o Papa e os Bispos.

Sacerdote culpado de abusos no Chile foi expulso do estado clerical


SANTIAGO, 14 Mai. 13 / 02:02 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Arquidiocese de Santiago do Chile informou que depois do devido processo penal feito ao Padre Héctor Valdés Valdés, acusado de abusos sexuais contra dois menores de idade, o presbítero foi culpado e foi condenado à pena perpétua de demissão do estado clerical e foi, além disso, expulso do instituto religioso ao que pertencia.
Em um comunicado de imprensa divulgado pelo Departamento de Comunicações da Arquidiocese de Santiago, informa-se que em maio de 2012 a Congregação para a Doutrina da Fé encarregou ao Arcebispo de Santiago, Dom Ricardo Ezzati, instruir um processo administrativo penitenciário contra o Padre Valdés.
Logo depois de concluído o processo penal e conforme o Direito Canônico e as normas da Santa Sé sobre os delitos mais graves, o "sacerdote Valdés foi declarado culpado do delito de abusos sexuais de menores de idade contra duas vítimas, e de abuso de ministério".
O texto precisa ademais que "com a autorização da Congregação para a Doutrina da Fé, condenou-se o Padre Valdés à pena perpétua de demissão do estado clerical e de demissão do Instituto religioso ao que pertence. Em consequência, fica retirado por toda a vida do exercício do ministério sacerdotal e da vida religiosa".
Finalmente o texto assinala que o decreto com esta condenação tem data de 19 de abril de 2013 e se indica que o sacerdote poderá apelar da sentença no lapso de 60 dias hábeis contados a partir de 24 de abril, quando se notificou a Valdés.
A decisão da Arquidiocese de Santiago, como em outros casos similares, é consequente com a política de "tolerância zero" alentada pelo Bispo Emérito de Roma, Bento XVI, quem estabeleceu uma série de normas e procedimentos para sancionar os sacerdotes culpados de abusos sexuais.
Esta política foi reafirmada e alentada pelo Papa Francisco. No último dia 5 de abril, a Congregação para a Doutrina da Fé no Vaticano divulgou um comunicado no que se informou que "o Santo Padre recomendou em particular modo que a Congregação, continuando na linha querida por Bento XVI, atue com decisão no que diz respeito aos casos de abusos sexuais".
Além de alentar as conferências episcopais a seguir o devido processo com os culpados de abusos, o Papa assegurou "que em sua atenção e em sua oraçãopelos que sofrem, as vítimas de abusos estão presentes de modo particular".

Satanás é um mal pagador e sempre nos engana, ensina o Papa Francisco


VATICANO, 14 Mai. 13 / 03:36 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco disse hoje, em sua habitual homilia da Missa que preside na Casa Santa Marta no Vaticano, que Satanás é um mal pagador e sempre nos engana; e ante essa realidade temos que rezar pedindo ao Espírito Santo um coração capaz de amar como Jesus, porque o que ama nunca está sozinho e não "perde" suavida mas sim a encontra.
Na Eucaristia concelebrada pelo Arcebispo de Medellín (Colômbia), Dom Ricardo Antonio Tobón Restrepo, e na qual participaram alguns empregados dos Museus Vaticanos, assim como alguns alunos do Pontifício Colégio Português, o Santo Padre disse que se de verdade queremos seguir Jesus, devemos "viver a vida como um dom" para doá-la aos outros, "não como um tesouro que devemos conservar".
O Santo Padre refletiu sobre a oposição entre o caminho do amor e o do egoísmo. Evocando a palavra forte que Jesus nos diz: "Ninguém tem amor maior que este: dar sua vida.", o Pontífice destacou que a liturgia de hoje mostra também a Judas, que tinha precisamente a atitude contrária: "e isso porque Judas nunca compreendeu o que é um dom".
"Pensemos naquele momento, quando Madalena lava os pés de Jesus com o nardo, tão caro: é um momento religioso, um momento de gratidão, um momento de amor. E ele (Judas) se afasta e critica amargamente: ‘Mas … isso poderia ser usado para os pobres!’. Esta é a primeira referência que eu encontrei no Evangelho da pobreza como ideologia. O ideólogo não sabe o que é o amor, porque não sabe doar-se".
Judas estava "isolado em sua solidão", e esta sua atitude de egoísmo foi crescendo "até trair Jesus.", acrescentou o Papa Francisco, ressaltando logo que o que ama "dá sua vida como dom"; enquanto que o egoísta "cuida da sua vida, cresce neste egoísmo e se torna um traidor, mas sempre sozinho".
Entretanto, quem "dá a sua vida por amor, nunca está sozinho: está sempre em comunidade, em família." Além disso, quem "isola a sua consciência no egoísmo," acaba "perdendo-a", reiterou o Papa, ressaltando que foi isso o que aconteceu com Judas, que "era um idólatra, apegado ao dinheiro":
"E João o diz: ‘era um ladrão’. E esta idolatria o levou a isolar-se da comunidade: este é o drama da consciência isolada. Quando um cristão começa a isolar-se, também isola a sua consciência do sentido comunitário, do sentido da Igreja, daquele amor que Jesus nos dá. Ao invés disso, o cristão que doa a sua vida, que a perde, como diz Jesus, a encontra, em sua plenitude. E o que, como Judas, quer conservá-la para si mesmo, ao final a perde. João nos diz que ‘nesse momento, Satanás entrou no coração de Judas’. E, devemos dizê-lo: Satanás é um mal pagador. Sempre nos engana, sempre!"
"Mas Jesus ama sempre e sempre se doa. E este seu dom de amor nos leva a amar para dar fruto. E o fruto permanece", disse o Papa Francisco.
Para concluir o Santo Padre alentou que nestes dias à espera da Festa do Espírito Santo, Pentecostes "peçamos: Vem, Espírito Santo, vem e dê-me um coração aberto, um coração que seja capaz de amar com humildade e com mansidão, mas sempre um coração aberto que seja capaz de amar. Peçamos esta graça ao Espírito Santo. E que nos libere sempre do outro caminho, do caminho do egoísmo, que termina sempre mal. Peçamos esta graça!".

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Importante evento ecumênico no Congresso Nacional reunirá religiosos para tratar da agenda gay com tolerância


Julio Severo

Religião e gayzismo são possíveis? Um evento gay em Brasília dará a resposta. O evento não ocorrerá em nenhuma boate gay ou outra zona de zoadas gays.
Sob patrocínio do Congresso Nacional, militantes homossexualistas realizarão o 10º Seminário LGBT, com o título de “Liberdades, Abram As Asas Sobre Nós — A Liberdade de Crença Em Relação Às Outras Liberdades Individuais.”
Jean Wyllys
Diferente de muitos outros eventos gays, o 10º Seminário LGBT, que será realizado em 14 de maio de 2013 no próprio Congresso Nacional, terá a participação de diversos religiosos.
O workshop da manhã, intitulado “Estado Laico na Prática e na Teoria — Como fica o processo de representação política diante das contradições existentes na Constituição e nas práticas de instituições?”, trará os seguintes preletores:
Débora Diniz, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. Débora, que defende o aborto legalizado, se notabilizou por ter jogado a lei em cima do Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, que a chamou de “abortista.” A justiça brasileira, incrivelmente, concluiu que o padre cometeu crime ao chamar de abortista uma abortista. O padre pró-vida foi condenado.
* Procurador Jefferson Aparecido Dias, da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo. A PRDC, fortalecida pelo PSDB, é considerada uma das máquinas mais sofisticadas de combate à “homofobia.”
André Sidnei Musskopf, professor na Escola Superior de Teologia (EST). Musskopf é autor do livro “Talar Rosa,” que defende a ideologia gay a partir de uma interpretação torcida da Bíblia. A EST de Musskopf é tão liberal que já teve até Luiz Mott como preletor.
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que está interessadíssima na imposição da agenda gay no Brasil.
Padre Beto, que foi excomungado da Igreja Católica por defender o “casamento” gay e muitos outros elementos do supremacismo gay.
Outros militantes que palestrarão são:
Henrique Vieira.
Paulo Victor Leite Lopes, Instituto de Estudos da Religião (ISER).

Bahaísmo e Jean Wyllys em destaque no 10º Seminário LGBT

O workshop da tarde, intitulado “Religião e Diversidades — Como trabalhar as diferenças culturais para garantir um Estado Laico?”, terá como mediador o deputado gayzista Jean Wyllys.
Os preletores serão:
Iradj Roberto Eghrari, Secretário Nacional de Ações com a Sociedade e o Governo do movimento Bahá’í.
Bispo Robson Rodovalho, presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra.
Daniel Sottomaior, Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos.
Hussein Mohamed El Zoghbi, presidente da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras).
Pe. José Antônio Trasferetti, pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo (Campinas), PUC Campinas
Ysani Kalapalo, Movimento Indígenas em Ação
Pai Tata Ngunz’tala, pai-de-santo do Terreiro Tumba Nzo Jimona dia Nzambi.
Lama Padma Samten, fundador do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB).
* Um representante liberal do judaísmo.
* Um representante espírita.

A força bahai

Não dá para estranhar um líder da religião bahai em primeiro lugar entre os preletores do evento da tarde. O bahaísmo, que tem trabalhado intimamente com a Iniciativa das Religiões Unidas (IRU), tem uma mensagem simples: a humanidade é uma única raça, e todos os líderes religiosos estavam realmente proclamando o mesmo Deus mediante vários meios. Jesus, Maomé, Zoroastro, Moisés, Krishna e Buda eram apenas precursores do mensageiro final, Bahaullah, o fundador do bahaísmo.
Bahaullah cria que todas as religiões eram igualmente válidas porque todas tentavam trazer paz e amor ao mundo. Os temas comuns de paz e amor permeiam a religião bahai. Essa paz tem de ser perpetuada por todos os grupos de pessoas. Em outras palavras, todos temos de nos unir em amor. Todos os relacionamentos — entre indivíduos, países, grupos de pessoas e religiões — devem ser guiados por essa necessidade humana. Bahaullah concluiu que essa era a doutrina central de todos os profetas do mundo, e portanto eles foram enviados pelo mesmo Deus. Entre os pontos da doutrina bahai se destacam: a unidade de todas as religiões, a unidade da humanidade, a eliminação do preconceito, a igualdade de homens e mulheres e a fundação de um governo mundial.
A IRU é uma campanha da ONU para unificar todas as religiões debaixo da ideologia homossexualista e abortista da ONU. Portanto, o bahaísmo tem sido a ponte perfeita para a IRU e a ONU cooptarem as religiões mundiais.

Jean Wyllys e os orixás

É natural também que haja um pai-de-santo entre os preletores. Os orixás são muito abertos a todas as práticas homossexuais. Aliás, embora demonstre publicamente sua repugnância contra qualquer menção de Deus na vida de um político cristão, afirmando que tais ligações violam o Estado laico, o supremacista gay Jean Wyllys se gaba publicamente de que os orixás o colocaram na política (ver vídeo: http://youtu.be/f32xNxQUf7w).
 
Os cristãos, de acordo com Wyllys, não podem misturar política com Deus. Mas ele pode com os orixás.
Só estão autorizados a misturar as coisas os cristãos que professam um cristianismo torcido. O Pe. José Antônio Trasferetti foi escolhido como preletor do 10º Seminário LGBT exclusivamente por tal qualidade. Em 1995, ele foi premiado com o troféu Triângulo Rosa, concedido pelo Grupo Gay da Bahia, por ser o mais ativo católico defensor dos direitos homossexuais no Brasil.
Esse é um padre liberal e esquerdista. Não será difícil arrumar um liberal adepto do judaísmo.
Mas me admira o nome do Bispo Robson Rodovalho estar nessa salada babilônica, representando os evangélicos do Brasil. Tempos atrás, ele achou ruim quando denunciei sua postura “morna” no caso Marco Feliciano.
Robson Rodovalho, representante dos evangélicos
Espero que ele não confirme essa mornidão diante de Jean Wyllys e do bahaísmo, que quer ver todos os religiosos falando a mesma língua de paz, amor e tolerância diante do rolo compressor gay.
Com informações, sobre o bahaísmo, de Ed Hindson (2008). The Popular Encyclopedia of Apologetics. Harvest House Publishers. Com informações também da Frente Parlamentar Evangélica.

domingo, 12 de maio de 2013

Padres modernos não querem mais Cristo crucificado na parede central do altar da igreja



12.05.2013 - Nota de www.rainhamaria.com.br  -  por Dilson Kutscher
O sábio Padre Juvan Celestino da Silva, escreveu um artigo com o seguinte título: O Cristo voador, o Cristo sem Cruz nas Igrejas, a nova moda. Falando sobre essa nova moda que muitas paróquias estão implantando nas Igrejas, de um Cristo sem Cruz.
Ele diz o seguinte:
Devemos de antemão nos lembrar que o Mistério de Cristo é inseparável do mistério da Cruz. Após Pedro responder que Jesus é o Messias (Mc 8,29); e para este título não se limitar a um triunfalismo imediato e próprio, Jesus acrescenta:
“O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morto e depois de três dias ressuscitar” (Mc 8,320)
Um mundo sem Cruz sem o sinal da Cruz Salvadora de Jesus cairá facilmente numa idéia distorcida do cristianismo. Tornar –se – á em um cristianismo hedonista, e o Cristo tornar-se-á em um Cristo do prazer, um Cristo fashion.
Quanto a este perigo o Apóstolo Paulo dá uma dura nos cristãos da comunidade de gálatas:
“Ó Gálatas insensatos, quem vos fascinou, a vós ante olhos foi desenhada a imagem de Jesus Cristo crucificado?… sois tão insensatos que, tendo começado pelo espírito, agora acabais na carne?” (Gl 3,1-3)
Substituindo em nossas Igrejas a imagem do Crucificado por um Cristo triunfante, glorioso e sem a Cruz, corremos o risco de cairmos em uma heresia disfarçada que se nega a humanidade do Verbo Encarnado. Uma Igreja sem Cruz é uma Igreja herética, uma Igreja “protestantizada”. Devemos reconhecer com pesar que vivemos uma verdadeira crise na teologia da Cruz.
Saiu no Jornal Diário Catarinense, a noticia que mais uma Paróquia aderiu o Cristo sem Cruz na parede central do altar da igreja;
10.05.2013 - Comunidade festeja pintura em igreja na zona Leste de Joinville
n/d
Seis meses após a emancipação da paróquia São Paulo Apóstolo, no Comasa, a comunidade de São Francisco de Assis, no Espinheiros, celebra a obra sacra do artista Marcílio Soares, que embeleza a parede central do altar da igreja..
José Fernando Manguer, pároco da igreja, conta que a obra foi concluída em oito dias, já que o artista sacro contou com a ajuda de três alunos. Por ser pintada à óleo, a durabilidade da obra pode chegar a 120 anos.
No centro do altar está a imagem de Jesus Cristo misericordioso.
— A imagem representa a paixão e a ressurreição de Jesus. Simboliza o capítulo 19 do evangelho de João, quando Jesus entra em uma sala mesmo com as portas fechadas —, explica.
O padre conta que em uma reunião com os fiéis ficou decidido que não seria pintada a imagem de Jesus crucificado por todo o sofrimento que ela simboliza para os católicos. (fim)
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Com a decisão "mundana" do pároco da Igreja e dos fiéis que (aceitaram) decididiramque não seria pintada a imagem de Jesus crucificado por todo o sofrimento que ela simboliza para os católicos.
Continuaremos com os comentário do sábio Padre Juvan Celestino da Silva, que diz:
Já imaginaram celebrarmos uma Semana Santa sem Cruz? O que faremos na sexta-feira santa? O que apresentaremos ao povo do Cordeiro Imolado?
Pois na sexta-feira santa temos a adoração da Cruz, sim, por mais que nos soe estranho a Igreja diz: “A Adoração da santa Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Cf.: Missal Romano)
Portanto, a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo “é a única Cruz digna de adoração…” 
Na verdade esta imagem, até deve ser apresentada no Domingo da Ressurreição, masnão serve para está no lugar do Cordeiro Imolado. São duas as experiência pelas quaisJesus passa: morte de Cruz e a ressurreição. Uma não existe sem a outra.
A Igreja não deve esconder o crucificado, sem incorrer na acusação de sentir vergonha da Cruz do Senhor, e quem tem vergonha da Cruz de Cristo se torna seu inimigo.
“Pois há muitos dos quais muitas vezes vos disse e agora repito, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3,18)
São Paulo afirma que sem ressurreição “a nossa fé seria vã”, porém, sem a Cruz ela nem existiria. Pois sem a Cruz não haveria nem salvação nem a aurora da ressurreição. O anúncio de uma ressurreição que não passasse pela Cruz seria vazio. O túmulo está vazio, porque antes alguém esteve lá dentro. Sem a Cruz o Senhor não teria vencido a morte, o inferno, o mundo, o pecado e o medo. Portanto, “o Gólgota é a passagem obrigatória rumo à Ressurreição.
Nota final de www.rainhamaria.com.br   -  por Dilson Kutscher
Padre José Fernando Manguer, pároco da Igreja, que não quer a Jesus crucificado por todo o sofrimento que ela simboliza para os católicos, saiba que essa é uma opinião pessoal sua e de mais alguns influenciados pelas modas mundanas.
Vejam as preciosas palavras do Cardeal Juan Luis Cipriani Thorne, arcebispo de Lima, no Peru.
O Cardeal Juan Luis Cipriani Thorne, assegurou que a Cruz "é o lugar de alegria, o sinal de vida, o símbolo de amor e perdão" e por isso "devemos resgatar em nossa mente e obras que a Cruz não é todo o negativo, não é sinal só de castigo".
Depois de indicar que "a Cruz é a escada pela que chegamos ao céu",
Na Missa dominical, o Cardeal assinalou que "Jesus Cristo com sua morte na Cruz a converte em trono de sua realeza, de seu perdão, da alegria, e todos sabemos que na natureza mesma de nossa vida nos acompanha o sofrimento, a penitência, e nos abraçamos, procuramos e beijamos a Cruz".
"Venha até a Cruz, não evite a dor, a penitência, o sacrifício, morra um pouco ao pecado, às paixões. Por esse caminho encontrará luz, alegria, paz e serenidade. Confirmemos a fé nessa Cruz redentora que é luz, paz, fortaleça e caminho de verdadeira alegria", concluiu o Cardeal Cipriani.
Para terminar faço a seguinte observação:
No momento em que estão rejeitando e escondendo Jesus crucificado, o simbolo maior do Amor de Deus pela humanidade, estão deixando de pertencer a Igreja Católica para fundar uma nova seita com alguns atributos católicos.

sábado, 11 de maio de 2013

Antropólogo americano “constata” benefícios da religião na vida concreta das pessoas que creem!



The New York Times e reproduzido pelo Portal Uol
“Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usam menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros”, afirma T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship with God (”Quando Deus responde: Entendendo a relação dos evangélicos norte-americanos com Deus”, em tradução livre)
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Uma das descobertas científicas “mais impressionantes” sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.
O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes.
A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas.
Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.
O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.
Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.
No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica , você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.
Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.
Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.
Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.
Mas nem todos se beneficiam da” cura simbólica”. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e, no entanto, precisam buscar outros cuidados.

O descarte dos embriões humanos congelados. Quem se importa com eles?



Jornal O Globo
Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou uma resolução que garante aos casais homossexuais o direito de recorrer à reprodução assistida para ter filhos. A norma anterior previa que qualquer pessoa poderia ser submetida ao procedimento, mas era vaga e deixava margem para diferentes interpretações. A nova resolução, que será publicada na edição dessa quarta-feira do Diário Oficial da União, explicita, pela primeira vez, o direito dos casais homoafetivos, um marco na luta pelos direitos civis dos homossexuais, embora faça uma ressalva ao estabelecer que será “respeitado o direito da objeção de consciência do médico”.
Entre as novidades estão também a regulamentação do descarte de embriões congelados há mais cinco anos, o estabelecimento de uma idade limite para recorrer às técnicas de fertilização in vitro e a normatização da chamada doação compartilhada, quando os óvulos de uma mulher são usados por ela e por outra para engravidar. Esta é a terceira versão da resolução do conselho. A primeira é de 1992, e havia sido modificada apenas uma vez, em dezembro de 2010.
Nos pares formados por duas mulheres, uma delas poderá ter seu óvulo fecundado e ela mesma continuar a gravidez. Se preferir, o óvulo de uma pode ser introduzido no útero da parceira, para que as duas tenham participação no processo. Nos pares formados por dois homens, eles terão que procurar uma mulher na família para levar adiante a gestação.
A resolução do CFM estabelece que o “útero de substituição” deve vir de uma familiar separada por no máximo quatro graus de parentesco. Isso significa que, caso precisem, tanto um homem como uma mulher podem pedir para a irmã, a mãe, a avó, a tia ou a prima carregarem o bebê. O limite anterior era para parentes de primeiro ou segundo graus, o que excluía tias e primas. O pagamento por uma barriga de aluguel continua proibido.
Já a doação compartilhada permite que uma mulher que não pode produzir óvulos custeie o tratamento de outra que também quer engravidar. Em troca, a doadora cede metade de seus óvulos.
Com isso, duas mulheres que não podiam engravidar — uma por falta de condições financeiras e a outra por não conseguir produzir óvulos viáveis — poderão se tornar mães. Mas a receptora deve estar pronta para assumir o risco de não ser beneficiada, uma vez que a doadora deve ficar com pelo menos quatro óvulos.
Receptora não conhecerá doadora
A doação compartilhada já era praticado nas clínicas, mas ainda não tinha sido regulamentada. Pela resolução, as duas mulheres não se conhecerão. A receptora receberá apenas dados sobre a doadora, como características físicas e escolaridade, mas não saberá de quem se trata. Continua sendo proibido comercializar óvulos e esperma.
— Não é mercantilização, mas solidariedade, porque aqui não está havendo nenhum lucro. Ela não vai ter nenhuma vantagem pecuniária, financeira — afirmou o presidente em exercício do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.
Hoje, quem não tem condições de custear seu tratamento pode recorrer ao sistema público de saúde. Mas apenas seis cidades oferecem esse serviço: São Paulo, Brasília, Recife, Natal, Goiânia e Ribeirão Preto (SP). Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assisitida (SBRA), Adelino Amaral, o tratamento em clínicas particulares custa entre R$ 15 mil e R$ 20 mil, e as chances de dar certo ficam entre 35% e 40%. Amaral diz que de 10% a 15% dos casais brasileiros têm problemas de fertilidade.
A resolução também estabelece uma idade máxima para que a mulher possa se submeter ao tratamento: 50 anos. Segundo o CFM, essa idade foi definida a partir de critérios científicos. Também foi estabelecido em 50 anos a idade máxima para doar esperma e 35 anos para doar óvulos. Uma gravidez tardia e que seja resultado de células reprodutivas de pessoas mais velhas traz maiores riscos à segurança da gestante e da criança.
A resolução também regulamenta o descarte de embriões preservados há mais de cinco anos. Atingido esse prazo, os pais poderão descartá-los, doá-los para pesquisas de células-tronco ou doá-los para outros pacientes. Caso prefiram, podem mantê-los congelados também. No caso de pesquisas com células-tronco, a Lei de Biossegurança permitia o uso de embriões congelados por pelo menos três anos até a data em que foi sancionada, em março de 2005. Mas nada dizia a respeito dos embriões criados depois disso.
“É terreno que não há norma contraditando isso. Então entendemos que isso não é absolutamente antijurídico”, disseVital.
A resolução também deixa mais claro que o número de embriões transferidos ao útero de uma mulher vai depender da idade da doadora do óvulo, e não da receptora. Poderão ser introduzidos até dois embriões, caso eles sejam provenientes de doadoras com até 35 anos, três quando elas têm entre 35 e 40 anos, e quatro quando acima de 40.
“O médico que não cumprir a resolução estará em desvio ético e os conselhos regionais de medicina (CRMs) e o CFM atuarão nesse cidadão”, ressaltou José Hiran Gallo, tesoureiro do CFM e coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM.

A Genética afirma e reafirma: a vida começa na fecundação!!



Fonte: ACI
Os dados da ciência estão aí, o que deveriam fazer é atendê-los”, exortou o Doutor em Ciências Biológicas, Membro do comitê de bioética da Espanha e Consultor do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano, o espanhol Nicolás Jouve de la Barreda, ao afirmar que a vida começa na concepção e é fundamental que os legisladores se baseiem nesta verdade para estabelecer as leis.
O perito ressaltou que “a ciência foi o motor do bem-estar humano, a que impulsionou todas as comodidades que nos rodeiam, na saúde, no transporte –entre outros–e se para todo este bem-estar se teve em conta os avanços científicos e tecnológicos, porque não o ter em conta em algo tão importante e tão necessário como o é o respeito da vida humana”.
Jouve em diálogo com o grupo ACI em 2 de maio, sublinhou que é “chave ter muito claro que a vida começa desde o momento da fecundação”.
Desta maneira se dá a “importância que deve ter o aspecto moral e o aspecto ético onde devem estar os limites do que eu posso fazer com este conhecimento que tenho, para logo a sua vez desenvolver leis que sejam justas”.
Desde que “a fusão dos complementos cromossómicos e genéticos dos dois gametas paterno e materno, desde esse instante se origina uma célula que é o zigoto e essa é a primeira realidade corporal humana. (…) Aí está já o ser humano novo que vive a partir desse instante, é a nova realidade que é diferente ao pai e à mãe, essa é a nova vida”, assinalou o doutor.
O também catedrático de genética que desde 1977 ensina em diferentes universidades da Europa e América Latina enfatizou que a verdade científica reconhece que a “nova combinação genética que constitui a identidade de um novo ser, começa na concepção (…) e o que não há dúvida é que é uma vida, e é um ser humano porque tem genes humanos, tem uma combinação, uma identidade genética humana”.
Ao falar da situação do aborto na Espanha, Jouve indicou que “desgraçadamente se promoveu durante os sete anos que durou o governo anterior até agora, uma espécie de feroz campanha deixando de lado tudo o que podia ser a defesa da vida para substitui-lo em minha opinião incondicionada a uma ideologia de gênero”.
Esta ideologia “sem nenhum tipo de condicionamentos, não respeita a vida do ser nascente, mas concede tudo ao capricho, ou ao desejo da mãe de seguir adiante ou não com a sua gravidez (…) dar direitos à mãe esquecendo-se que também tem direito o nascituro, o ser que está crescendo em seu seio (…)”, expressou Jouve.
Sobre o futuro da defesa da vida no país europeu, o doutor assinalou que “agora há um movimento que durante todo este tempo na Espanha está a favor disto (aborto) e há uma grande esperança e grande expectativa que o governo atual faça logo uma lei que volte atrás em toda esta dimensão que houve contra a vida e que tenha em conta também ao nascituro”.
Jouve falou também da importância de se abrir “caminho a uma cultura da vida que sempre será melhor que esta cultura da morte ao desfazer-se simplesmente (do bebê) por algum desconforto por um momento determinado. Há esperança que se façam novas leis que permitam a adoção para que não haja perdas de vidas humanas”.
Isto fará que não “tenham que optar pelo pior dos caminhos que é eliminar essa vida e tentar esquecer-se, coisa que muitas vezes não acontece porque fica uma sequela psicológica e há muitos estudos já realizados no âmbito da dimensão psiquiátrica e psicológica do que se chama a síndrome pós-aborto”, enfatizou.
“A mãe que aborta não fica tranquila, fica com sequelas que permanecem por anos e às vezes toda uma vida porque realmente é traumático o desfazer-se nada menos que de um filho que leva em seu ventre”.
Por outro lado, Jouve falou da fecundação in vitro e disse que “quando surgiu esta tecnologia no ano 85 tinha a finalidade de solucionar problemas de fertilidade”, mas que o “problema veio depois “ao produzir-se embriões fora do ventre materno, que ficam expostos a sua manipulação e instrumentalização”.
Portanto se geraram um leque de problemas éticos “desde a própria conservação e congelamento que é traumática, muitos destes embriões não sobrevivem ao congelamento ou o que pode ser a prática da redução embrionária, (…) implantam-se vários, mas ao final recomenda-se à mãe que se desfaça de todos menos de um para que a gravidez não seja uma gravidez de risco, uma gravidez múltipla”.
Convertendo-o em “um processo realmente abortivo”. Da mesma maneira estamos vendo consequências “negativas para a saúde destes embriões que nascem em fecundação in vitro onde há uma percentagem mais elevada que a população da fecundação natural de alguns tipos de doenças incluindo câncer infantil e uma série de riscos que vão contra a vida” assinalou Jouve.
“A ciência é simplesmente descobrir coisas e dizer a verdade dos fenômenos naturais –portanto dessa verdade – temos a opção por nossa própria liberdade de utilizar estes conhecimentos por uma vertente positiva ou negativa”, expressou o doutor.

EUA: Caso do jogador de basquete da NBA homossexual rompe o mito do suposto “gene gay”.



Jason Collins na capa da Sports Illustrated

O caso do Jason Collins, jogador famoso do time de basquete americano Boston Celtics, quem admitiu sua homossexualidade na edição da revista Sports Illustrated que sairá à venda em 6 de maio, confirma que não existe o “gene gay”, pois tem um irmão gêmeo que não é homossexual, indicou a psiquiatra peruana Maíta García Trovato.
Depois da revelação, publicada em 29 de abril no site da revista, Collins recebeu a felicitação de diversas personalidades, entre eles o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton, entre outros.
Para a Dra. García Trovato, em um comentário publicado no seu perfil da rede social Facebook, a notícia da homossexualidade do esportista não teria maior importância “salvo por um detalhe que passou despercebido”, embora seja importante: Jason Collins “tem um irmão gêmeo que não é gay”, fazendo referência ao também jogador de basquete Jarron Collins.
“O assunto dos gêmeos univitelinos sempre foi uma problema para o lobby homossexual ansioso por encontrar o ‘gene gay’ que normalize a homossexualidade, pois esta seria assim inata”, assinalou a médico psiquiatra.
Porém, “os gêmeos idênticos invariavelmente defraudaram o ‘gene gay’”.
A doutora assinalou que “por compartilhar sua dotação genética, caso um fosse homossexual, ambos deveriam”, mas evidentemente “não é assim”, tal como evidência o caso do Jason Collins.
García Trovato indicou também que “estudos realizados há muito tempo sobre esse tipo de gêmeos evidenciam que ocorrem casos de homossexualidade em ambos somente quando viveram juntos durante toda sua vida em um mesmo ambiente”.
“Quando por circunstâncias excepcionais os gêmeos monozigóticos foram criados separados, nunca ocorreu a homossexualidade simultânea em ambos”, indicou.
A conclusão a esta evidência, assinalou a psiquiatra, é que ” a pessoa adquire e também pode sair”

Leia esse artigo: Nascidos para morrer



Conheça a história de Angele, a mãe que assistiu à morte do filho que nasceu vivo após uma tentativa de aborto


O bebê Rowan
Nem todo parto termina feliz, ainda mais quando seria possível evitar tragédias como a morte da criança. Praticamente todas as pessoas conhecem um caso de uma mãe que tenha morrido na mesa de operação ou de um filho que tenha nascido morto. Infelizmente, são episódios comuns. Mas, e se você soubesse de uma mãe que fora obrigada a ver seu filho agonizar até a morte, logo após seu nascimento, porque os médicos se recusaram a salvá-lo, o que você faria? Bem, este caso aconteceu e pode acontecer de novo enquanto a cultura da morte estiver vigorando nas leis de muitos países.
Nesta semana, um dos maiores sites pró-vida dos Estados Unidos, o lifesitenews.com, publicou a história de "Angele", uma jovem divorciada e mãe de dois filhos que, ao ver-se grávida do terceiro, conscientemente optou pelo aborto. Sua decisão foi colocada em prática quando encontrou a clínica Women's Center, de Orlando, que prometia "aborto sem dor em três minutos".
Apesar de ter se decidido pelo aborto, deu à criança que estava em seu ventre o nome de Rowan. Além disso, buscou um procedimento que causasse o mínimo sofrimento possível à criança. Assim, em vez da curetagem - método que esquarteja o bebê antes de retirá-lo do útero, por meio de sucção - decidiu-se pela injeção letal. Essa preocupação demonstra a sua consciência sobre o que estava prestes a cometer.
A equipe médica do Women's Center sedou Angele para que pudesse começar os procedimentos do aborto. Antes de injetarem a substância mortal na criança, primeiro os médicos precisaram implantar um objeto típico dessas cirurgias no útero da moça. Esse objeto tinha a finalidade de provocar a dilatação do cérvix. Após essa etapa, o bebê recebeu a injenção letal que, em tese, lhe causaria a morte. Segundo Angele, o médico responsável pela operação estava "muito agitado e parecia um tipo de pessoa hiperativa". Concluída essa fase, Angele foi liberada e pôde voltar ao hotel onde estava hospedada. Ela ainda teria que voltar à clínica para retirar o corpo de Rowan de seu ventre.
O que Angele não esperava era que mesmo após a aplicação da injeção ela continuasse a sentir os movimentos de seu filho. Durante a noite, enquanto o bebê chutava, Angele pensou em ligar para o plantão da clínica, mas acabou desistindo. Preferiu aguardar até a consulta do próximo dia.
Na manhã seguinte, Angele tomou a pílula para provocar a expulsão do bebê do seu corpo. Ela chegou à clínica por volta das 9h da manhã. Porém, como seu médico ainda não havia chegado, teve de esperar num quarto por recomendação de uma enfermeira chamada "Violene". Neste meio tempo, começou a sentir as contrações do "parto". Apesar de pedir ajuda a Violene, a enfermeira respondeu dizendo que ainda não era a hora, deixando-a sozinha na sala. Ao contrário do que disse Violene, Angele deu a luz ao seu filho Rowan naqueles instantes. Mas a surpresa maior ainda estava por vir.
Angele percebeu que a criança estava se mexendo, estava viva. Imediatamente chamou por ajuda médica e pediu para que Violene atendesse Rowan. A enfermeira disse então que iria pedir ajuda ao supervisor, mas longos minutos se passaram e ninguém retornou ao quarto. Visto que o socorro não chegava, Angele pegou seu telefone e discou para uma amiga pedindo para que ela ligasse ao 911 - número de emergência - e pedisse ajuda a uma equipe de paramédicos. Enquanto ninguém aparecia, Angele ficou ao lado de Rowan tentando confortá-lo. Até que, infelizmente, o bebê parou de se mexer e morreu.
Angele ficou profundamente consternada e se arrependeu de sua decisão. Enquanto ela rezava, cheia de remorso, por seu filho, um membro da clínica chegou e pediu o corpo do bebê, mas ela se recusou a entregá-lo. Os empregados da clínica a deixaram sozinha mais uma vez, mas logo retornaram e forçaram-na a entregar o menino. A polícia chegou a aparecer na clínica devido à chamada de emergência, mas foi persuadida por Violene a não dar importância ao caso, pois segundo ela, a situação já estava sob controle. A história completa e com maiores detalhes pode ser lida neste link do lifesitenews.com.
O caso de Angele faz parte de uma série de seis artigos do lifesitenews.com sobre bebês que nasceram vivos após tentativa de aborto, mas que morreram devido a negligência proposital dos médicos. Segundo o site, a prática tem se tornado cada vez mais corriqueira, apesar da crueldade da ação. Ela se justifica, infelizmente, por uma cultura que vem se desenvolvendo sobretudo na literatura acadêmica, aquela que deveria ser a primeira a promover a dignidade do ser humano. Fatos assim comprovam indubitavelmente que esta, sim, é a Idade das Trevas, não a de Santo Tomás de Aquino e de sua Suma Teológica, época da verdadeira Idade da Luz.