Uma mulher canadense que foi criado em um lar homossexual agora é dedicado a ajudar outras pessoas passando pela mesma situação e para pedir aos governos mundiais proteger o casamento entre homem e mulher. Segundo relatos ForumLibertas.org, Amanhecer Stefanowicz vive em Ontário, Canadá, com o marido de uma vida e seus dois filhos, que foram educados em casa. Atualmente trabalhando em sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no website (em Inglês) http://www.dawnstefanowicz.com/: presta assistência a outras pessoas que gostam dele cresceu um pai homossexual e foram expostos a este estilo de vida. site Stefanowicz explica "como em sua infância ele foi exposto a troca de casais gays, praias de nudismo e falta de afirmação em sua feminilidade, o que ele feriu o estilo de vida que ele cresceu, e oferece ajuda, conselhos e informações para outras pessoas que cresceram feridas em uma 'família' gay, um estilo de 'família' que ela não deseja para ninguém e acredita que as leis devem apoiar. " Seu testemunho: Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a doença grave de sua mãe deve estar sob os cuidados do pai homossexual quando ela era uma criança. "Eu fui exposta a um alto risco de doenças sexualmente transmissíveis devido ao abuso sexual, comportamentos de alto risco de meu pai e muitos casais", diz ele. "Mesmo quando meu pai estava no que parecia relações monogâmicas, continuou a fazer" cruzeiro 'procurando sexo anônimo. Eu vim para se preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão para com o meu pai. Ele compartilhou comigo que a vida lamentou. Infelizmente, sendo os jovens adultos sobre abusada sexualmente e fisicamente. Devido a isso, ele viveu com depressão, problemas de controle, explosões de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentando satisfazer sua necessidade de afeto de seu pai para a sua declaração e atenção, com as relações transitórias e promíscuo. Os parceiros (ex) do meu pai, que eu tentei e eu vim a apreciar com sentimentos profundos, tiveram suas vidas drasticamente encurtado por AIDS e suicídio.Infelizmente, meu pai morreu de AIDS em 1991 ", lembra ele. Segundo Stefanowicz o "pessoal, profissional e social, com o meu pai me ensinou a respeito da moralidade, autoridade, o casamento ou o amor dos pais. Senti medo silenciou porque o meu pai não me deixava falar sobre ele, seus colegas de casa, seu estilo de vida e seus encontros em que subcultura. Enquanto vivia em casa, eu tinha que viver de acordo com suas regras. " "Sim, eu amava meu pai. Mas eu me senti abandonado e desprezado, porque o meu pai deixou-me muitas vezes para ficar vários dias com seus pares. Seus parceiros realmente não está interessado em mim. I foi danificado por violência doméstica homossexual, sexo com menores tentativas e perda de parceiros sexuais, como se as pessoas fossem apenas coisas para usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em vários namorados desde os 12 anos ", diz ele. Stefanowicz lembra que "em tenra idade, eu estava exposta a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, GLBT subculturas e locais de férias gays .Sexo livre parecia como uma criança. Ele me exposto às expressões da sexualidade de todos os tipos, incluindo balneários sexo, travestismo, sodomia, pornografia, nudez gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo.Ele aludiu ao sadomasoquismo e mostrou alguns aspectos. Drogas e álcool, muitas vezes contribuíram para inibições mais baixos nas relações de meu pai. " "Meu pai valorizada unisex vestir, o gênero neutro, e troca de roupa quando eu tinha 8 anos. Eu não vi o valor de diferenças biológicas complementares entre homens e mulheres. Não pensando em casamento. Eu jurei para nunca mais ter filhos, porque eles cresceram em um ambiente familiar seguro, sacrificial, centrado na criança ", diz ele. Conseqüências: "Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me insegurança, depressão, pensamentos causados suicídio, medo, ansiedade, baixa auto-estima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificados. Eu testemunhei que todos os outros membros da família também sofreu ", disse Stefanowicz. Ela garante que só depois de tomar as decisões mais importantes de sua vida, ele começou a perceber o quão afetada la crescer nesse ambiente. "My cura olhar envolvido na realidade, aceitar a longo prazo e oferecer o perdão. Você pode imaginar o que está sendo forçado a aceitar relacionamentos instáveis e diversas práticas sexuais em uma idade adiantada e como isso afetou meu desenvolvimento?.Infelizmente, até o meu pai, seus parceiros sexuais e sua mãe morreu, eu não podia falar publicamente sobre as minhas experiências ", explica ele. "No final, as crianças são as vítimas reais e os perdedores de casamento do mesmo sexo legal. O que eu posso oferecer espero crianças inocentes sem voz? Os governos e os tribunais devem defender o casamento entre homem e mulher e para excluir todos os outros, para o bem de nossos filhos ".Fonte: http://www.taringa.net/posts/taringa/6221757/Testimonio-Mujer-criada-por-homosexuales-pide-al-gobierno.html
sábado, 27 de abril de 2013
Reino Unido: Aumenta o número de ordenações sacerdotais.
Zenit
Cresce o número de homens e mulheres nas congregações religiosas, bem como as ordenações sacerdotais nas dioceses da Inglaterra e Gales.
A estatística foi citada pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano, de 24 de abril, que regularmente publica diversos estudos, enfatizando que a informação compensa algumas fases de diminuição das vocações que marcaram o passado.
O aumento de religiosos, religiosas e presbíteros, foi registrado nos últimos três anos. Em 2010, foram admitidos vinte e nove homens e mulheres nas diversas congregações, número que cresceu para trinta e seis em 2011, e cinquenta e três no ano de 2012.
Em relação as ordenações sacerdotais diocesanas (excluindo dos religiosos e ex anglicanos), foram vinte em 2011, trinta em 2012 e estão previstas quarenta para o decorrer deste ano. O crescimento das ordenações sacerdotais aumenta, sobretudo, em relação aos cinquenta anos do século passado; após um período de declínio nas ordenações registrado entre o final dos anos noventa e o inicio do século XXI.
Novas vocações
Em 2012, a Conferencia Episcopal da Inglaterra e Gales colocou em ação um plano para promover vocações entre os jovens. O Plano Nacional de Vocações, conforme explicado, tem como objetivo dar aos jovens que desejam, a oportunidade de participar de um grupo de discernimento e ter na paróquia, um diretor espiritual que os ajudem a encontrar a vocação.
As vocações presbiterais na Inglaterra e Gales crescem. Em setembro de 2012, por exemplo, houve o maior número de ingresso nos seminários católicos desde a década passada. Cinquenta e seis jovens começaram um caminho para presbiterato.
A fim de despertar vocações são distribuídos nas escolas, diversos materiais com informações sobre o trabalho na Igreja; enquanto isso, os agentes pastorais continuam desenvolvendo novos métodos e instrumentos para levar o evangelho, de modo concreto, à vida das pessoas.
O aumento de religiosos, religiosas e presbíteros, foi registrado nos últimos três anos. Em 2010, foram admitidos vinte e nove homens e mulheres nas diversas congregações, número que cresceu para trinta e seis em 2011, e cinquenta e três no ano de 2012.
Em relação as ordenações sacerdotais diocesanas (excluindo dos religiosos e ex anglicanos), foram vinte em 2011, trinta em 2012 e estão previstas quarenta para o decorrer deste ano. O crescimento das ordenações sacerdotais aumenta, sobretudo, em relação aos cinquenta anos do século passado; após um período de declínio nas ordenações registrado entre o final dos anos noventa e o inicio do século XXI.
Novas vocações
Em 2012, a Conferencia Episcopal da Inglaterra e Gales colocou em ação um plano para promover vocações entre os jovens. O Plano Nacional de Vocações, conforme explicado, tem como objetivo dar aos jovens que desejam, a oportunidade de participar de um grupo de discernimento e ter na paróquia, um diretor espiritual que os ajudem a encontrar a vocação.
As vocações presbiterais na Inglaterra e Gales crescem. Em setembro de 2012, por exemplo, houve o maior número de ingresso nos seminários católicos desde a década passada. Cinquenta e seis jovens começaram um caminho para presbiterato.
A fim de despertar vocações são distribuídos nas escolas, diversos materiais com informações sobre o trabalho na Igreja; enquanto isso, os agentes pastorais continuam desenvolvendo novos métodos e instrumentos para levar o evangelho, de modo concreto, à vida das pessoas.
Caminho da fé não é alienação, mas uma preparação para a beleza do Céu, diz o Papa
VATICANO, 26 Abr. 13 / 01:40 pm (ACI/EWTN Noticias).- O caminho da fé não é alienação, mas uma preparação cotidiana para a beleza do céu que é o destino definitivo ao que toda pessoa está convidada, explicou o Papa Francisco nesta manhã na homilia da Missa que celebrou na Casa Santa Marta.
Ante alguns empregados da Tipografia Vaticano, do Escritório de Trabalho da Sé Apostólica (ULSA) e membros do Corpo de Guardas presentes naEucaristia, Francisco comentou a frase que Jesus diz a seus discípulos no Evangelho de hoje: "Não se perturbe o vosso coração".
"São palavras muito belas. Em um momento de despedida, Jesus fala com o coração na mão. Sabe que seus discípulos estão tristes e começa a falar para eles daquele que será seu destino definitivo, o céu. Diz-lhes ‘Tenham fé em Deus e também em mim’... como se fosse um engenheiro ou um arquiteto diz o que vai fazer: ‘vou preparar um lugar, na casa de meu Pai há muitas moradas’. E Jesus vai preparar-nos um lugar".
O Santo Padre explicou depois que preparar um lugar "é preparar nossa capacidade de desfrutar da possibilidade –nossa possibilidade– de ver, sentir, entender a beleza do que está por vir, dessa pátria para a qual caminhamos".
"Toda a vida cristã é um trabalho de Jesus e do Espírito Santo para nos preparar um lugar, preparar nossos olhos para ver… Os nossos olhos, os olhos de nossa alma, precisam ser preparados para verem o rosto maravilhoso de Jesus. É necessário preparar o nosso ouvido para ouvir as coisas e as palavras bonitas. Mas, principalmente, é preciso preparar o coração para amar, amar ainda mais".
No caminho da vida o Senhor prepara os corações "com provações, consolações, tribulações, com as coisas boas... Toda a viagem da vida é um caminho de preparação".
"Às vezes o Senhor tem que fazê-lo rapidamente, como fez com o bom ladrão: tinha só uns poucos minutos para prepará-lo e o fez. Mas na vida normal é de outra forma não é? É ir preparando-se para chegar a essa pátria, que é a nossa".
Mas alguns podem pensar "que todos estes pensamentos são uma alienação... que a vida é esta, o concreto, e mais para frente não se sabe o que há… Jesus nos diz que não é assim: ‘Tenham fé em Deus e também em mim’, diz. O que te digo é a verdade: eu não faço armadilhas, não te engano".
Finalmente o Papa assegurou que "preparar-se para o céu é começar a saudá-lo de longe. Isto não constitui uma alienação, mas uma verdade, é deixar que Jesus prepare o coração e os olhos para tamanha beleza, para o caminho de retorno à pátria. Que Deus conceda esperança, valor e humildade para deixar que o Senhor nos prepare um lugar!"
Sinal dos Tempos: Bebê queimado até a morte na fogueira no Chile por seita
26.04.2013 -
Um bebê de três dias de idade, foi jogado em uma fogueira e queimado até a morte em um ritual horrível porque um líder de seita tinha decidido que era o anticristo e que o fim do mundo estava próximo.
A polícia do Chile prendeu quatro pessoas acusadas de participar do ritual em que o bebê foi colocado em uma placa com sua boca gravada antes de ser jogado nas chamas.
O bebê foi levado para uma colina na cidade de Colliguay perto do porto chileno de Valparaíso em 21 de novembro, onde o ritual ocorreu.
O bebê foi levado para uma colina na cidade de Colliguay perto do porto chileno de Valparaíso em 21 de novembro, onde o ritual ocorreu.
A mãe do bebê, de 25 anos de idade, Natalia Guerra, supostamente aprovou o sacrifício.
Miguel Ampuero, da Unidade de investigação da Polícia, o equivalente do Chile do FBI, disse: "O bebê estava nu.
"Eles prenderam fita em torno de sua boca para impedi-la de gritar. Então eles colocaram ela em uma placa.
'Depois de chamar os espíritos e jogou na fogueira vivo.
Miguel Ampuero, da Unidade de investigação da Polícia, o equivalente do Chile do FBI, disse: "O bebê estava nu.
"Eles prenderam fita em torno de sua boca para impedi-la de gritar. Então eles colocaram ela em uma placa.
'Depois de chamar os espíritos e jogou na fogueira vivo.
Pesquisar: polícia chilena coletar amostras de terra na fazenda usada pela seita que teria queimado um bebê vivo
As autoridades disseram que a seita de 12 membros foi formada em 2005 e foi liderada por Ramon Gustavo Castillo Gaete, 36 anos, que continua foragido.
"Todos nesta seita era um profissional", disse Ampuero. "Temos alguém que era um veterinário e que trabalhou como assistente de vôo, temos um cineasta, desenhista. 'Todo mundo tem um diploma universitário.
A polícia disse Castillo Gaete, o líder, foi visto pela última vez viajando para o Peru para comprar ayahuasca, uma planta bebida alucinógena que ele usou para controlar os membros do rito.
"Todos nesta seita era um profissional", disse Ampuero. "Temos alguém que era um veterinário e que trabalhou como assistente de vôo, temos um cineasta, desenhista. 'Todo mundo tem um diploma universitário.
A polícia disse Castillo Gaete, o líder, foi visto pela última vez viajando para o Peru para comprar ayahuasca, uma planta bebida alucinógena que ele usou para controlar os membros do rito.
Fonte: Blog Um Novo Despertar e Mail online
Moderno Padre Beto não obedece ao seu Bispo e abandona ministério sacerdotal
Declaração de Padre Beto em seu perfil no Facebook:
A partir do momento em que a Diocese de Bauru tornou pública a determinação de me retratar, declaro a todos através desta mensagem a minha decisão:
Não irei retirar nenhum material postado por minha autoria nas redes sociais, no meu site ou em qualquer espaço da internet. Tudo que procuro realizar e todas as minhas declarações são bem refletidas e possuem simplesmente a intenção de evangelizar e fazer com que as pessoas se aproximem mais da vivência do AMOR pregado pelo Cristo nos Evangelhos. A Igreja precisa ser um espaço dialogal para que as pessoas possam transcender de fato e se tornarem verdadeiros filhos de Deus em nosso universo contemporâneo.
Se refletir e’ um pecado, eu sempre fui e sempre serei um Pecador!
Se refletir e’ um pecado, eu sempre fui e sempre serei um Pecador!
Diante da determinação feita por vossa Excelência Reverendíssima Dom Caetano Ferrari de me retratar confessando humildemente que errei, pensei muito bem, refleti sobre minha existência, sobre o significado de ser um sacerdote no mundo atual e cheguei à seguinte atitude:
A partir da data de 29 de abril de 2013 me desligo do exercício dos ministérios sacerdotais na Igreja Católica Apostólica Romana e portanto na Diocese de Bauru.
Para minha pessoa se torna impossível viver o Evangelho em uma Instituição, na qual, no momento, a liberdade de reflexão e liberdade de expressão não são respeitas.
Mesmo com esta minha decisão, não deixo de ser padre (já que uma vez sacerdote sempre serei sacerdote). Vou continuar minha vida procurando através de minhas reflexões contribuir para a construção de uma sociedade mais humana e dialogal.
Espero de coração sincero que a Igreja volte a ser, como foi nas décadas de 60 à 80, uma Igreja, na qual todos os seus membros tenham o direito de se expressar e refletir livremente criando verdadeira comunhão na fé em Cristo. Espero também que a Igreja se abra ao desenvolvimento da ciência e às novas realidades que vivemos em nossa sociedade contemporânea para que ela (a Igreja) não cometa injustiças e não seja um obstáculo para a felicidade do ser humano.
Quero agradecer a todos os amigos e amigas que rezaram por mim, por todos que demonstraram sua solidariedade, enfim, todos que acompanharam os meus passos até agora. Desejo também dizer que continuaremos juntos na amizade e na vontade de transformação.
Um grande abraço a todos e que Deus os abençoe,
Padre Beto
http://fratresinunum.com/
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Por que a Igreja diz SIM às células-tronco adultas e NÃO às embrionárias?
Por que a Igreja insiste em participar de um debate estritamente científico como este, condenando a pesquisa com células-tronco embrionárias?
As células-tronco adultas salvam vidas, as embrionárias não. A Igreja está aberta ao uso de células-tronco adultas, dada a sua comprovada eficácia no âmbito da medicina preventiva e em muitas terapias para salvar vidas, além do fato de não apresentarem problemas éticos. Pelo contrário, não existem – nem sequer em fase de experimentação clínica – terapias que usem células-tronco embrionárias, porque estas são ingovernáveis e muitas vezes causam tumores. Além disso, a Igreja as rejeita porque levam sempre à destruição de vidas humanas nos primeiros estágios do seu desenvolvimento.
Atualmente, as únicas perspectivas realistas de terapia celular no ser humano procedem de linhas de pesquisa com células-tronco adultas, que têm se desenvolvido em muitos hospitais do mundo e que não envolvem questões éticas.
As células dos tecidos do corpo humano envelhecem e se deterioram continuamente, e isso muitas vezes provoca doenças degenerativas. A natureza possui um mecanismo para combater esta deterioração, mediante um tipo de células “somáticas”, conhecidas também como células “tronco” adultas, capazes de proliferar de forma indefinida e de gerar células diferenciadas de tecidos concretos: hemáticas, epiteliais, ósseas etc.
Estas células-tronco adultas procedem do tecido embrionário primitivo, desenvolvem-se nos indivíduos no final da gravidez e foram descobertas no sangue do cordão umbilical, na placenta, na medula espinhal dos adultos, no cérebro e no mesênquima de alguns órgãos. Têm um grande potencial para reparar tecidos e órgãos danificados.
A Igreja sempre se mostrou a favor do uso das células-tronco adultas, porque com elas foram obtidos resultados promissores na cura de numerosas doenças degenerativas, ou até no caso de queimaduras muito extensas, com uma cura completa. Também porque não apresentam nenhum problema ético.
São inúmeros os fatores positivos ligados às células-tronco adultas: em primeiro lugar, ao ser replicadas in vitro a partir de células do próprio paciente e serem, portanto, geneticamente compatíveis, não são rejeitadas por ele. Além disso, sua extração não comporta nenhum risco para a integridade física ou para a vida dessa pessoa. Tampouco há rejeição, ainda que o doador seja diferente.
Concretamente, as células-tronco da medula são a base de mais de 80 aplicações terapêuticas (regeneração do miocárdio, do músculo estriado, correção de alterações do sistema nervoso central etc.) e de aproximadamente 300 experimentos clínicos.
As mais utilizadas são as células-tronco do cordão umbilical, especialmente para as doenças do sangue em crianças. Um dos problemas existentes é que são escassas e sua obtenção e conservação poderia ser objeto de especulação comercial. Uma forma de solucionar isso é criar bancos públicos sem fins lucrativos.
As células-tronco embrionárias, no entanto, até agora não produziram resultados terapêuticos significativos, nem sequer em animais. Além disso, sua obtenção exige o sacrifício consciente e pré-meditado de embriões humanos, a quem a razão e a ciência reconhecem uma dignidade.
As células-tronco embrionárias têm mais “plasticidade” que as adultas e são capazes de diferenciar-se espontaneamente em tipos diversos, pois a sua função é criar um indivíduo completo.
Para obtê-las, é preciso produzir embriões ou utilizar embriões supranumerários, ou seja, sobrantes da fecundação in vitro (FIV); é necessário deixar que se desenvolvam até a etapa de blastócito (entre 80 e 160 células), e nesse momento extrair cerca de 30-40 células, operação que necessariamente leva à destruição do embrião. Estas células extraídas são cultivadas para formar “linhagens celulares”, capazes de multiplicar-se indefinidamente durante meses, inclusive anos.
As primeiras células embrionárias de coelho foram obtidas em 1961. Mas até hoje não se conseguiu nenhuma aplicação terapêutica com elas. Apesar dos anos transcorridos, da grande quantidade de fundos investidos e das muitas linhas de pesquisa abertas por grandes empresas farmacêuticas, neste campo anda não se superou a fase de experimentação com animais.
Seu uso tem demonstrado ser muito perigoso. Em experimentos com ratos portadores do Mal de Parkinson, por exemplo, observou-se que, poucas semanas depois, estas células se reproduziam de forma incontrolada, formando tumores. Além disso, estas células embrionárias são normalmente rejeitadas pelo receptor, ao não serem identificadas pelo sistema imunológico.
Estes problemas aumentam ainda mais quando são considerados os altos riscos de defeitos e alterações no desenvolvimento dos embriões humanos produzidos em laboratório, pois já se documentou um alto índice de instabilidades e alterações genéticas com relação aos embriões fecundados de forma natural. O embrião, em sua etapa de blastócito, se tiver anomalias, já as terá desenvolvido.
Além disso, o uso de células embrionárias apresenta muitos problemas de cunho prático: são necessários muitos embriões supranumerários e muitos óvulos para poder realizar a clonagem – e garantir assim a reserva embrionária. Outro problema é o que fazer com os embriões que não foram utilizados na pesquisa. Este problema não tem uma solução fácil e há quem aposte na adoção; outros optam por descongelá-los e deixá-los morrer, ou inclusive conservá-los por tempo indeterminado.
Estes aspectos éticos têm a ver com o estatuto do embrião humano a partir do momento da concepção. Até o presente momento, os biólogos do desenvolvimento são quase unânimes em afirmar que, desde o momento da fusão dos dois gametas, já se origina um novo indivíduo, que tem inscrito em si um novo projeto de vida bem definido e que, desde os primeiros instantes e de maneira autônoma, passo a passo e sem descontinuidade, desenvolve-se segundo o plano contido em seu genoma.
Portanto, trata-se de um indivíduo humano, a quem devem ser reconhecidos os direitos fundamentais de que goza todo ser humano, entre eles o direito à vida, à integridade física, aos cuidados, à intimidade. Finalmente, o uso dos embriões para a pesquisa exigiria o consentimento informado de quem se submete ao experimento. Mas, neste caso, quem seria o sujeito que deve consentir?
No entanto, a extração de células-tronco embrionárias de embriões mortos naturalmente, ou inclusive daqueles produzidos pela FIV que morrem antes de ser implantados, não suscita problemas morais, como recorda o ponto 32 da instrução Dignitas Personae, da Congregação para a Doutrina da Fé. A única objeção seria a obrigação de excluir que esse embrião tenha sido abandonado à morte para que se pudessem extrair dele tais células.
Neste compromisso a favor das células-tronco adultas, a Igreja, portanto, não parte de dogmas de fé, mas do interesse em proteger a vida mais frágil e de acompanhar o caminho do progresso tecnológico para realizar o verdadeiro bem-estar do homem.
A postura que a Igreja Católica sempre assumiu frente à pesquisa que aceita a produção e destruição de embriões humanos não é, portanto, uma questão de dogmas de fé, segundo esclarece a Donum Vitae, mas sua intervenção “está inspirada no amor que a Igreja deve ao homem, ajudando-o a reconhecer e respeitar seus direitos e deveres”.
Para a Igreja, os embriões não podem ser relegados a material de laboratório, em uma lógica utilitarista, que considera o ser humano em suas primeiras fases como um simples punhado de células; por isso, subordina as exigências da pesquisa científica à dignidade absoluta e incondicional de todo ser humano.
A Academia Pontifícia para a Vida, em sua “Declaração sobre a produção e o uso científico e terapêutico das células estaminais embrionárias humanas”, afirma que o embrião humano vivo resultante da união dos gametas é um ser humano com uma identidade própria, que tem direito à vida. Nenhuma finalidade, por melhor que for, pode justificar sua destruição.
Bento XVI, na audiência concedida em novembro de 2011 aos participantes de uma conferência internacional sobre “Células estaminais adultas: a ciência e o futuro o homem e da cultura”, quis alertar sobre alguns perigos: “A mentalidade pragmática que muitas vezes influencia a tomada de decisões no mundo de hoje está sempre pronta para aprovar qualquer instrumento disponível para alcançar o objetivo desejado, apesar das amplas evidências das consequências desastrosas desta maneira de pensar.
Quando o objetivo estabelecido é tanto desejável quanto a descoberta de uma cura para as doenças degenerativas, os cientistas e os políticos sentem-se tentados a ignorar todas as objecções éticas e a prosseguir com qualquer pesquisa que ofereça a perspectiva de sucesso”.
No entanto, afirmou, a liberdade da ciência não pode ser absoluta e, por isso, “o diálogo entre ciência e ética é de grande importância para garantir que os progressos médicos nunca sejam realizados pagando um preço humano inaceitável”.
Referências:
Consultados: Angelo Vescovi, cientista internacionalmente reconhecido, que realiza pesquisas com células-tronco há mais de 30 anos; Carlo Petrini, responsável pela Unidade de Bioética do Istituto Superiore di Sanità italiano.
O texto foi revisado por Carlo Ventura, professor de Biologia Molecular da Universidade de Bolonha, e pelo Pe. Maurizio Faggioni, professor de Bioética na Accademia Alfonsiana de Roma e consultor de vários dicastérios vaticanos.
A “Biblioteca Ratzinger” e sua valiosa contribuição para a Igreja.
A intensa atividade intelectual de Joseph Ratzinger, antes e durante o pontificado, se reflete na publicação de inúmeros artigos, discursos e livros – nem todos traduzidos para o português – que transmitem uma visão espiritual da vida cristã, enaltecendo a importância de vivenciá-la em atos, gestos e palavras cotidianas.
Em geral, pode-se fazer uma distinção entre as obras do pensador Joseph Ratzinger e as do papa Bento XVI. Como cardeal, Ratzinger tenta esclarecer questões relacionadas à fé e ao seu impacto na vida das pessoas e da sociedade.
No período, a obra apontada como uma das mais significativas é Introdução ao Cristianismo: preleções ao símbolo católico, série de conferências ministradas por Ratzinger durante um curso de verão em 1967, em Tubinga (Alemanha). “Segundo o teólogo Ratzinger– e, como papa, ele sempre reiterou esse aspecto –, o Cristianismo não é o encontro com uma ideia ou uma verdade abstrata ou conceitual, mas é o encontro com uma pessoa, que confere sentido à existência”.
A partir de 2005, quando assume o pontificado, as obras de Bento XVI adotam uma postura mais universal, tentando superar eventuais idiossincrasias acadêmicas. As três encíclicas, além das catequeses e alguns documentos, como a exortação Verbum Domini, sobre a palavra de Deus na vida e missão da Igreja, são exemplos representativos do período.
Outra forma de conhecer o pensamento de Bento XVI é se basear nos livros escritos sobre ele. O papa já foi retratado em diversas obras – algumas nem sempre condizentes com a realidade –, mas é o próprio Ratzinger quem oferece o retrato mais fiel de sua vida na autobiografia parcial” Lembranças da minha vida”, lançada no Brasil em 2006 e que cobre sua vida até 1977, quando se tornou arcebispo.
As entrevistas ao jornalista Peter Seewald, apresentadas nos livros O Sal da Terra e Luz do Mundo, também são uma boa fonte para conhecer um pouco mais da riqueza intelectual e da vida de Joseph Ratzinger.
Biblioteca Ratzinger
• Introdução ao Cristianismo: Preleções sobre o Símbolo dos Apóstolos (Loyola).
O livro analisa o problema da fé e do ateísmo, discutindo a fé em Deus, na Santíssima Trindade e na Igreja Católica. É definido pela escritora australiana Tracey Rowland, autora de Ratzinger’s Faith, como “o primeiro best-seller internacional” de Bento XVI.
• Introdução ao Espírito da Liturgia (Paulinas Portugal).
Apresenta a centralidade da ação litúrgica como fonte da vida eclesial, manifesta nos sacramentos em geral, principalmente na eucaristia.
• Sal da Terra (Imago) e Luz do mundo – O papa, a Igreja e os sinais dos tempos (Paulinas).
Dois livros-entrevista – o primeiro, ainda antes da eleição de Bento XVI; o segundo, já durante o pontificado – em que o papa responde a perguntas feitas pelo jornalista alemão Peter Seewald.
• Lembranças da minha vida (Paulinas).
Autobiografia parcial, que cobre os primeiros 50 anos da vida de Ratzinger. Recomendada pelo historiador Alex Catharino como “uma fonte mais confiável do que qualquer texto escrito por terceiros” sobre a vida pessoal de Bento XVI.
• Trilogia Jesus de Nazaré (Planeta).
Nos livros da série, Bento XVI conta a vida de Jesus a partir do Evangelho, desmontando muitas especulações sobre a figura de Cristo.
• Encíclicas Deus caritas est, Spe salvi e Caritas in veritate (várias editoras), também disponíveis no site do vaticano no endereço http://bit.ly/enciclicas
• Outras obras
Via-Sacra no Coliseu – Meditações e orações de Bento XVI (Paulinas)
Palavras do papa Bento XVI no Brasil (Paulinas)
Os apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo (Planeta)
A segunda primavera (Quadrante)
Breve introdução ao catecismo da Igreja Católica (Santuário)
Os amigos de Jesus (Thomas Nelson Brasil) – livro ilustrado para crianças
Natureza e missão da teologia (Vozes)
Perguntas e respostas (Pensamento)
Deus Existe? (Planeta) – debate entre Ratzinger e o filósofo ateu Paolo Flores d’Arcais
Dogma e anúncio (Loyola)
E o Verbo se fez carne – reflexões sobre o mistério do Natal (Ecclesiae)
São Paulo – catequeses paulinas (Ecclesiae)
Dialética da secularização – sobre razão e religião (Ideia e Letras) – debate entre Ratzinger e o filósofo Jürgen Habermas
Fé, verdade, tolerância (Raimundo Lulio)
Vocação para a comunhão (Vozes)
A porta da fé (Paulus)
No princípio Deus criou o céu e a terra (Principia)
Os Padres da Igreja I: de Clemente Romano a Agostinho (Ecclesiae)
Os Padres da Igreja II – de São Leão Magno a São Bernardo de Claraval (Ecclesiae)
Abri as portas a Cristo – Meditações sobre João Paulo II (Lucerna)
Os movimentos da Igreja (Principia)
Paulo – Os seus colaboradores e as suas comunidades (Paulus)
Pensamentos espirituais (Lucerna)
Fé e futuro (Principia)
A fé em crise? (EPU) – entrevista dada pelo cardeal Ratzinger ao jornalista italiano Vittorio Messori
Palavras do papa Bento XVI no Brasil (Paulinas)
Os apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo (Planeta)
A segunda primavera (Quadrante)
Breve introdução ao catecismo da Igreja Católica (Santuário)
Os amigos de Jesus (Thomas Nelson Brasil) – livro ilustrado para crianças
Natureza e missão da teologia (Vozes)
Perguntas e respostas (Pensamento)
Deus Existe? (Planeta) – debate entre Ratzinger e o filósofo ateu Paolo Flores d’Arcais
Dogma e anúncio (Loyola)
E o Verbo se fez carne – reflexões sobre o mistério do Natal (Ecclesiae)
São Paulo – catequeses paulinas (Ecclesiae)
Dialética da secularização – sobre razão e religião (Ideia e Letras) – debate entre Ratzinger e o filósofo Jürgen Habermas
Fé, verdade, tolerância (Raimundo Lulio)
Vocação para a comunhão (Vozes)
A porta da fé (Paulus)
No princípio Deus criou o céu e a terra (Principia)
Os Padres da Igreja I: de Clemente Romano a Agostinho (Ecclesiae)
Os Padres da Igreja II – de São Leão Magno a São Bernardo de Claraval (Ecclesiae)
Abri as portas a Cristo – Meditações sobre João Paulo II (Lucerna)
Os movimentos da Igreja (Principia)
Paulo – Os seus colaboradores e as suas comunidades (Paulus)
Pensamentos espirituais (Lucerna)
Fé e futuro (Principia)
A fé em crise? (EPU) – entrevista dada pelo cardeal Ratzinger ao jornalista italiano Vittorio Messori
Livros sobre Bento XVI
• Joseph Ratzinger – Uma biografia (Quadrante), de Pablo Blanco.
• Meu irmão, o papa (Principia), de Georg Ratzinger.
• Chico e Bento: a vida de Bento XVI contada por um gato (Principia), de Jeanne Perego. Livro infantil que conta o cotidiano de Bento XVI a partir de seu gato de estimação
Encontro ecumênico no Congresso Nacional reúne gays, socialistas e protestantes tradicionais
Julio Severo
Na quarta-feira (24 de abril) a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos (FPDDH), criada para fazer oposição à Comissão de Direitos Humanos e Minorias sob a presidência do Dep. Marco Feliciano (PSC-SP), se reuniu com líderes de igrejas apóstatas para tratar pretensamente da situação de “direitos humanos,” cujo centro, na visão deles, são os direitos homossexuais.
Entre os militantes da FPDDH estão os deputados Jean Wyllys e Chico Alencar (PSOL-RJ), Domingos Dutra (MA) e Erika Kokay (DF), ambos do PT, entre outros socialistas.
| Jean Wyllys |
O CONIC já se manifestou publicamente contra a permanência de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos.
Aparentemente, a reunião com as igrejas apóstatas e Jean Wyllys e seus aliados teve como objetivo mostrar ao público brasileiro que o Cristianismo de Marco Feliciano não representa os evangélicos do Brasil.
A pergunta que podemos fazer é: qual é a espécie de cristianismo do CONIC, CMI e IECLB?
O CONIC é presidido pelo Rev. Walter Altmann. O discurso de Altmann, que tratou de ecumenismo e do papel das igrejas católicas e evangélicas tradicionais contra o governo militar no Brasil, foi elogiado por Wyllys.
![]() |
| Walter Altmann |
O CMI, além de suas habituais atividades pró-socialismo, é conhecido por um amplo ecumenismo, que envolve até mesmo ativistas gays e adeptos das religiões afro-brasileiras, conforme imagem que mostra representantes dessas religiões e militantes homossexuais do grupo Harpazo, numa foto tirada na reunião de fevereiro de 2006 do CMI em Porto Alegre. Ao fundo, imagem da LBV.
![]() |
| Reunião ecumênica do CMI em Porto Alegre em 2006 |
Em 2006, Luiz Mott, considerado o líder do movimento homossexual do Brasil, deu um discurso na EST atacando o conservadorismo evangélico, bem debaixo do nariz dos reverendos luteranos esquerdistas, que o aplaudiram.
Pelos padrões da Bíblia, essas igrejas e grupos seriam considerados apóstatas. E ativistas gays como Jean Wyllys sabem que os apóstatas são a melhor arma para confundir os cristãos do Brasil que se opõem à agenda gay.
Tempos atrás, Wyllys havia dito que os calvinistas são aliados do movimento gay. Agora, outros aliados se uniram a ele: CONIC, CMI e IECLB.
Se todas as esquerdas estão contra Marco Feliciano, Altmann jamais poderia ficar de fora. A presença dele numa reunião de Wyllys contra Feliciano mostra que, mais do que nunca, o líder luterano está determinado a combater o conservadorismo cristão. Se nas décadas de 1960 e 1970 ele recebia dinheiro soviético para ajudar os comunistas do Brasil, hoje ele recebe dinheiro não se sabe de quem para continuar suas atividades socialistas.
Infelizmente, grandes mídias evangélicas do Brasil, como GospelPrime e GospelMais, em vez de tratarem essas igrejas como apóstatas, as apresentam simplesmente como “igrejas cristãs”, como se de fato seguissem a Cristo.
Na minha opinião, ao fazerem tal apresentação equivocada, essas mídias violam um dos Dez Mandamentos, que ordena: “Não darás falso testemunho.”
Com informações do GospelPrime e GospelMais.
Fonte: www.juliosevero.com
Empresa pioneira de alimentos orgânicos processa o mandato abortista de Obama nos EUA
Barack Obama
MICHIGAN, 25 Abr. 13 / 02:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- Eden Foods, a empresa pioneira em alimentos naturais e orgânicos dos Estados Unidos com sede em Michigan, apresentou um processo contra o mandato abortista do Presidente Barack Obama que obriga às empresas a oferecer planos de saúde que incluam esterilizações, anticoncepcionais e fármacos abortivos.
O presidente da Eden Foods, Michael Potter, disse que o processo contra o Departamento de Serviços de Saúde e Humanos (HHS) tem como propósito "proteger a liberdade religiosa e de frear o governo de obrigar os cidadãos a violar sua consciência" enfatizando que "estamos contra o mandato", conforme publicou a EWTN Notícias em 24 de abril.
Com este processo já são mais de 150 pessoas, grupos e empresas que se opõem à norma porque viola o direito à liberdade religiosa garantido pela Constituição do país e à lei de Restauração da Liberdade Religiosa e outras áreas da lei federal.
Eden foods enfoca seu trabalho de alimentos naturais "na prática ética em seus negócios, e na promoção humana e do planeta", assinalou Potter em uma declaração de 17 de abril.
O empresário católico que está no negócio de alimentos faz meio século e que ao final dos anos 60´s co-fundou a companhia, indicou que a norma vai contra seus princípios por ter "práticas imorais e contra natura" e sublinhou que a regra da contracepção "ataca e profana um princípio importante na Igreja Católica".
Conforme informou Detroit Free Press, os partidários a favor do mandato da HHS, pretenderam boicotar a companhia, reconhecida e galardoada por sua responsabilidade social e ambiental pela Melhor Guia Mundial de Compras em 2009, e zombaram da fé religiosa de Potter etiquetando o processo como "um golpe contra as mulheres".
Ademais, através do correio eletrônico a companhia recebeu centenas de mensagens que criticam sua oposição ao mandato, assim como também mensagens de apoio ao processo contra a mesma.
Potter lamentou as "grotescas caracterizações errôneas" que o rodeiam, e pediu desculpas pela "não desejada consternação" que o seu processo causou e afirmou que acredita "no direito da mulher a decidir, e ter acesso a todos os aspectos do cuidado de sua saúde e a gestão da reprodução".
Entretanto, as mulheres devem ter o direito de comprar seus próprios "medicamentos segundo seu estilo de vida", dando a entender que a empresa não tem porque ver-se obrigada a ir contra seus princípios e políticas contrárias aos anticoncepcionais, e também ser obrigada a pagar fármacos como o viagra, medicamentos para a infertilidade e para emagrecer.
Celebridades Mundiais estão aderindo a culto satânico
25.04.2013 -
Embora a Cientologia, que tem entre seus mais famosos adeptos os atores Tom Cruise e John Travolta, tenta se consolidar coma a religião das celebridades, segundo o jornal Daily Mail ela está perdendo terreno para a OTO.
A sigla é uma abreviação de Ordo Templi Orientis [Ordem do Templo Oriental], uma seita fundada no fim século 19, na Alemanha ou na Áustria. Seu fundador é um mistério, mas os mais prováveis seriam o empresário austríaco Carl Kellner, ou Franz Hartmann e Henry Klein. Ela se tornou mais conhecida pelos escritos por Aleister Crowley. Entre as práticas religiosas de seus seguidores estão rituais sexuais sadomasoquistas com homens e mulheres e uso de drogas pesadas, como ópio, cocaína, heroína e mescalina.
Jimmy Page, guitarrista da banda Led Zeppelin, o rapper Jay-Z e socialite Peaches Geldof, seriam as celebridades que seguem esse culto satânico. Page participaria habitualmente de rituais de magia negra e chegou a comprar a casa onde Crowley viveu, às margens do Lago Ness, na Escócia. Jay-Z estaria usando símbolos da OTO em sua linha de roupas, Rocawear, usadas por Rihanna, por exemplo. E a socialite Peaches, exibe agora no antebraço direito uma tatuagem com as iniciais OTO dentro de um coração. Pelo Twitter, milhares de seus seguidores ficaram sabendo que ela é uma seguidora e recomendou que eles lessem o material de Crowley.
O profeta Crowley, como ficou conhecido, nasceu em uma rica família inglesa em 1875. Ele denominou-se como “a Grande Besta do 666″. Por ocasião de sua morte, em 1947, foi chamado de “o pior homem do mundo”. Seu lema (e da OTO) é “Faze o que tu queres”, frase muito similar ao lema de Anthony LaVey, que escreveu a Bíblia Satânica em 1969.
Se a maioria das pessoas disserem que nunca ouviram falar da OTO, esse é justamente um dos objetivos da seita, que prefere ficar restrita. Muitos de seus símbolos e nomenclaturas são parecidas com os usados pela maçonaria. O líder do grupo no Reino Unido é John Bonner, de 62 anos. Ele disse ao Daily Mail que a OTO não deseja ter apelo popular. Disse apenas: “No Reino Unido somos centenas. No mundo, milhares
Ted Gundersen, um ex-agente do FBI que investigou grupos satânicos em Los Angeles, descobriu que os ensinamentos de Crowley sobre invocação de demônios necessitavam de sacrifício humano, de preferência de jovens.
Bonner nega os excessos, ressaltando que a sua é a única religião que estimula as pessoas a serem quem são, fazerem o que bem quiser, sem regras. Possivelmente esse seja um grande atrativo para as celebridades, que vivem vigiadas pela mídia.
Segundo a página da OTO no Brasil, também chamada de Ordem dos Templários Orientais, seu objetivo é “o engrandecimento do Ser Humano e à consagração de sua Liberdade, através do seu avanço em Luz, Sabedoria, Entendimento, Conhecimento e Poder. A O.T.O. trabalha dentro dos princípios da Lei de Thelema, como consta na revelação do Livro da Lei, a fim de fundar as bases de uma Irmandade Universal por meio da Beleza, Coragem e Inteligência”. Com informações Daily Mail e OTO BR.
Fonte: Gospel Prime
Maior templo gay da América Latina será aberto em São Paulo
25.04.2013 -
Neste sábado (27), São Paulo receberá a primeira sede da Igreja Cristã Contemporânea. Conhecida por apoiar a causa gay, a igreja vai inaugurar um templo com 700 metros quadrados no Tatuapé, na zona leste.
Fundada em 2006 no Rio de Janeiro pelo casal Fábio Inácio de Souza, 33, e Marcos Gladstone, 37, a igreja tem atualmente seis templos no Rio de Janeiro e um em Minas Gerais, que atuam com o slogan "Levando o amor de Deus a todos, sem preconceitos".
Segundo Inácio, aqui, a igreja terá cultos todos os domingos, às 19h. "Já vinhamos realizando cultos em um salão na Santa Cecília [região central] com, em média, 120 pessoas", diz ele, que é ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus.
De acordo com os seus fundadores, a Igreja Cristã Contemporânea conta hoje com cerca de 1.800 membros em todo o país e o que a difere de outras congregações é aceitar a homossexualidade.
No Rio de Janeiro, a Igreja Cristã Contemporânea já enfrentou episódios como ter outdoors que defendiam o casamento gay vandalizados.
"De vez em quando tem isso, algumas pessoas que não gostam e que não consideram a gente uma igreja evangélica por conta da questão da homossexualidade", afirma Inácio. "Existe uma vertente que aceita e outra que não."
Na programação da sede paulistana devem constar eventos como a balada gospel, na qual bebidas alcoólicas são proibidas, encontros de solteiros, encontros de casais e grupos de apoio à adoção. "A gente apoia a questão da família, de adoção. Eu e o meu companheiro temos dois filhos, um de nove e um de dez anos", conta Inácio.
Fonte> Folha SP
Assista esse vídeo: Bispo de Bauru sobre reclamações contra Padre Beto: “Agora veio do mundo inteiro. Há quatro anos que recebo queixas. Mas a maioria das reações é tudo gente de bom senso”.
Vídeo: Diocese de Bauru.
Caso Padre Beto: repercussão.
Do portal de notícias G1:
A divulgação de uma nota oficial no site Diocese de Bauru (SP) na terça-feira (23) causou uma tensão entre os fieis da Igreja Católica e o Padre Roberto Francisco Daniel, o Padre Beto, bastante conhecido na região por suas opiniões controversas e postura diferenciada dos sacerdotes convencionais. [...] A decisão da Diocese foi tomada após divulgações de vídeos de entrevistas com o Padre, que teriam provocado tumulto junto aos fieis de Bauru e outras cidades do Brasil.Padre Beto.Em entrevista ao G1, o padre Beto, que também trabalha como professor de Ética em univesidades e comunicador em rádios da cidade, afirmou que suas publicações têm como objetivo apenas promover a reflexão. “As pessoas devem refletir e promover uma discussão de conhecimento e busca pela felicidade. Fazer uma reflexão da estrutura da Igreja ajuda com que o fiel entenda e busque se sentir melhor na instituição”, explica. Sobre a solicitação da Diocese, Padre Beto diz ainda que vai pensar sobre a decisão que irá tomar após o fim de semana. “Ainda estou analisando o que farei a respeito dessa retratação que eles me pedem. Retirar o que publico das redes sociais é como negar o meu ser e o modo em que eu me relaciono com Deus, além de negligenciar o meu papel como padre”, complementa. O G1 procurou o bispo Dom Frei Caetano Ferrari e foi informado, pela assessoria de imprensa da Diocese, que ele não está em Bauru e só deve se manifestar sobre o assunto novamente após o posicionamento do Padre Beto em relação ao pedido de retratação e retirada do conteúdo da internet. A Diocese deu prazo até segunda-feira (29) para o padre se pronunciar. [...] A discussão sobre as opiniões do padre não só partiram de Bauru, mas também de fieis de outras partes do Brasil e, ainda de acordo com a assessoria da Diocese, foi um dos motivos que levou a decisão de pedir a retratação.
Da rádio 94FM:
Consultado pela reportagem da 94 , o Padre Beto (que preferiu não gravar entrevista) disse que o bispo de Bauru não aceita a sua postura reflexiva. Por essa razão, determinou que o padre retirasse das redes sociais na internet todas as suas declarações, inclusive fotos. O padre Beto explicou ainda que suas declarações ou pronunciamentos, sobre determinados assuntos, visam fazer com que as pessoas reflitam, inclusive sobre as normas da igreja. Questionado sobre se irá ou não retirar seus conteúdos da internet e pedir perdão, o padre respondeu que não. Mas, garantiu que até o dia 29, prazo estipulado pelo Bispo, vai analisar que medida deverá tomar em relação as determinações do bispo diocesano.
De acordo com o Padre Beto, ele recebeu a nota em forma de carta durante uma reunião presencial com o bispo ainda na terça-feira. Segundo ele, durante a conversa não ficou especificado qual conteúdo exatamente haveria causado a reação. Ele diz que ainda não tomou sua decisão e está pensando com calma sobre sua próxima ação.
Do site do Jornal da Cidade:
Padre Beto disse ontem ao JC que é muito cedo para tomar uma atitude e ainda está pensando. “Não tenho nada resolvido por enquanto, mas o problema é que existem pessoas dentro da igreja que acham que um padre não pode refletir e, com isso, nem as pessoas”, enfatiza, reforçando que não vê problemas de desrespeito às normas da Igreja em suas afirmações. “Segundo comentários do próprio vídeo, estas atitudes e desrespeito a normas acabam denegrindo a imagem da Igreja Católica bauruense e da religião em si”, afirma uma fonte ligada ao comando da Igreja Católica em Bauru. Padre Beto já vinha questionando o conservadorismo da Igreja e alguns princípios católicos, mas nenhum que levasse a um pronunciamento da Diocese. Recentemente, ele também se envolveu em campanhas políticas, pronunciando-se a favor de alguns candidatos, entre eles o líder umbandista Ricardo Barreira.
Dois sites espanhóis abordam também o caso: “Un obispo con coraje” é o artigo do prestigioso jornalista Francisco José Fernández de la Cigoña, e “El ejemplo del obispo franciscano brasileño y el cura heterodoxo” é o título da matéria do portal Infocatólica.
Fonte: http://fratresinunum.com/
terça-feira, 23 de abril de 2013
Absurdo amar Jesus sem a Igreja
Na data de seu onomástico, Papa Francisco recorda São Jorge e condena atitudes de fiéis que fazem a separação entre Cristo e a Igreja.

O Papa Francisco voltou a condenar a tendência de se separar a fé em Jesus Cristo da pertença à Igreja. Numa época marcada pela indiferença religiosa, as palavras do Santo Padre soaram como um duro golpe no slogan moderno "Jesus sim, Igreja não". Para Francisco, isso "é uma dicotomia absurda". As palavras do Papa foram proferidas nesta manhã, durante a homilia da Missa que celebrou na Capela Paulina, por ocasião de seu onomástico, São Jorge.
Apesar do alerta de Francisco, é comum encontrar pessoas que pensam dessa maneira. Já o Papa Pio XII denunciava essa recusa à Igreja como algo diabólico. O Santo Padre elencava os três "nãos" do diabo: o primeiro era à Igreja, o segundo a Cristo e o terceiro ao próprio Deus. Uma verdade que salta aos olhos, sobretudo quando se analisa as tantas e tantas teologias que se afastaram do Magistério dos Santos Padres: acabaram inventando um Jesus muito distante daquele do Evangelho.
A Igreja é, por excelência, o lugar comum e legítimo para profissão da fé. Tanto é verdade que o Papa Paulo VI se expressou desta forma na Encíclica Evangelii Nuntiandi: "é ela (a Igreja) que tem a tarefa de evangelizar. E essa tarefa não se realiza sem ela e, menos ainda, contra ela". Ora, se a Igreja é o Corpo de Cristo, de que maneira se pode amar a Cristo e não o seu Corpo? Por conseguinte, Paulo VI se recordava das Palavras do próprio Senhor para lamentar por aqueles que renunciam a Igreja, a pretexto de uma fé "independente": "Quem vos rejeita é a mim que rejeita".
E de fato, aqueles que renunciaram aos ensinamentos da Igreja acabaram por renunciar ao próprio Deus. Pensa-se em um Cristo histórico de várias faces: o hippie, o comunista, o revolucionário, o reformador, o moralista. Mas em nenhum se encontra a face real do Bom Pastor. Não são o Cristo do Evangelho, mas o Cristo feito à imagem e semelhança de seus ideólogos. Um Cristo sem fé, sem cruz e, portanto, sem redenção. Não é por menos que o Papa Francisco abominou as interpretações ideológicas do Evangelho, tachando-as de "falsificações":
"Toda interpretação ideológica, de qualquer parte vier, é uma falsificação do Evangelho. E esses ideólogos – como vimos na história da Igreja – acabam por se tornar intelectuais sem talento, moralistas sem bondade. Nem falemos de beleza, porque disso eles não entendem nada".
Assim como ensinou o Papa Francisco, não pode existir fé em Cristo se não existir fé na Igreja. Não se trata de imperialismo religioso ou dogmatismo, mas simples fidelidade e coerência com a vontade de Deus. Aqueles que não reconhecem isso, não são capazes de reconhecer mais nada. E não é de se impressionar. Para isso, bastam as palavras de G.K. Chesterton: "Não me intimido com um jovem cavalheiro dizer que ele não pode submeter seu intelecto ao dogma, pois duvido que ele alguma vez tenha usado seu intelecto o suficiente para definir o que seja um dogma."
Neste sentido, a missão do católico é resgatar "o dom da força cristã, o mesmo que teve São Jorge quando deixou o uniforme militar para vestir o uniforme da fé", disse o Santo Padre recordando seu onomástico. Assim, o site padrepauloricardo.org, além de celebrar com toda Igreja essa data especial para o Papa Francisco, gostaria de reforçar esse convite do Pontífice para que o fiel católico tenha a coragem de vivenciar a sua fé em total comunhão com a Igreja, ou seja, com o Sucessor de São Pedro.
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere
Católicos e evangélicos juntos a favor da vida, contra o Aborto, na Câmara.
Embora divirjam na teologia, parece que deputados evangélicos e católicos conseguem andar unidos quando se faz necessário. A Chamada Bancada Religiosa da Câmara pediu nesta semana a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre aborto. Além disso, querem aprovar o chamado “Estatuto do Nascituro”, que legisla sobre os direitos do feto desde sua concepção.
O deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, explica que essas duas propostas são uma resposta às mudanças sugeridas pelo Senado durante os estudos para a reforma do Código Penal. “Nós queremos apurar com essa CPI, o financiamento do aborto no Brasil, tanto por instituições internacionais, quanto pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Além disso, vamos investigar o comércio de produtos abortivos e as clínicas que fazem aborto”, justificou.
Com a assinatura de mais de 200 deputados, o pedido de CPI já foi entregue ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Hoje, terça (23), os evangélicos terão uma reunião com Alves para debater os dois assuntos.
O Estatuto do Nascituro foi apresentado na legislatura passada por Luiz Bassuma (PV-BA), que é espírita. Como ele não foi reeleito, a proposta foi arquivada. Retomado pelos religiosos, o projeto atualmente está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, que deve analisar se a proposta é viável do ponto de vista financeiro.
Em seguida, segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, para o Plenário da Câmara. “Para nós e para os católicos, a vida começa na concepção e por isso vamos lutar juntos por esse direito”, explica o deputado Campos, comemorando que recebeu o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.
Evangélicos e católicos também se uniram na tentativa de garantir às igrejas a competência de contestar a constitucionalidade de leis junto ao Supremo Tribunal Federal.
“Acredito que o legislador, por distração, não incluiu as representações religiosas nessa lista de entidades e por isso queremos corrigir esse erro para que as igrejas também possam entrar com Adins (Arguição de inconstitucionalidade) no Supremo. Essa também é nossa prioridade”, explica Campos.
A luta contra o aborto já uniu todos os deputados cristãos antes. Ano passado o líder católico, deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP), trabalhou com João Campos e Roberto de Lucena (PV-SP) pastor da igreja O Brasil para Cristo, na tentativa de barrar os efeitos da decisão do STF que permite o aborto de crianças anencéfalas.
Zimbaldi já se manifestou contrário ao casamento entre homossexuais e os projetos que criminalizam a homofobia. Ele apresentou, juntamente com vários outros deputados religiosos, um projeto de lei que garante às igrejas o “exercício de atos litúrgicos em estrita conformidade com os respectivos ordenamentos religiosos”.
Fonte: G prime
Assinar:
Postagens (Atom)

