sexta-feira, 19 de abril de 2013

Também quero ser discriminado


Fábio Blanco

Todo mundo agora quer direitos. Não são suficientes aqueles - e não poucos - já previstos no arcabouço jurídico nacional*; exigem direitos específicos. Basta haver algum traço distintivo em algum grupo qualquer, que este grupo acredita que merece proteção especial. São leis para os gays, para religiosos, para os negros e tantas mais diferenciações possíveis nesta diversidade infinita que é a natureza humana.
Ocorre que uma lei com direitos especiais, para ser eficaz, precisa conceder privilégios. Os beneficiados de leis especiais devem ter direitos que as pessoas, em geral, não têm. E isso por um reconhecimento de suas fragilidades. Se não fizer isso, é inócua; será apenas uma repetição do que já existe. Assim, uma lei com direitos especiais é a afirmação de que determinados tipos de pessoas merecem ser vistas de uma maneira diferente pela sociedade, com mais compaixão, mais piedade.
Por isso, uma lei com direitos especiais já é um tipo de discriminação. Ela já pressupõe que o tipo de pessoa protegida é diferente da coletividade. Não necessariamente uma distinção negativa, mas é, sim, uma distinção. É um reconhecimento, no mínimo, de que ela merece cuidado diferenciado.
O problema é definir quem são essas pessoas, quem merece tratamento distinto que corrobore a feitura de leis protetivas especiais.
E, claramente, está havendo um abuso na busca desses direitos. Qualquer distinção, ainda que não torne o indivíduo mais fragilizado que as outras pessoas, tem servido de pretexto para o requerimento de lei especial. Somos todos, assim, potenciais discriminados, que clamam por uma justiça feita aos berros.
Você é negro, clame por seus direitos! É mulher, grite mais alto! Gay, solte a franga e mostre ao mundo o quanto você merece proteção. Por que não, vocês, gordos, discriminados ininterruptamente? Loiras, tidas como uma espécie intelectualmente inferior? Crentes, sempre vistos como ignorantes? Baixinhos, relegados como menos aptos? Não há limites para quem pode reclamar pelo aconchego do colo estatal.
Apenas não esqueçam de um detalhe: enquanto a lei lhes protege, ao mesmo tempo afirma a inferioridade de vocês. Quando defende uma raça, pressupõe sua inferioridade social; quando protege a mulher, reconhece sua inferioridade física; ao criar mecanismos em favor dos deficientes físicos, sua óbvia inferioridade motora é realçada; quando toma a defesa dos doentes mentais, o faz por causa de sua inferioridade intelectual mesma.
Dessa forma, parece óbvio que se alguém deseja privilégios discrimina-se a si mesmo. Proclama que necessita de cuidados. Reconhece que, de alguma forma, por alguma circunstância, encontra dificuldades que precisam ser compensadas. Em suma, os grupos que buscam as benesses especiais da lei, consciente ou inconscientemente, declaram-se fragilizados.
Por tudo isso, quem quiser direitos, faça o seguinte: afirme-se um fraco, um inútil, alguém sem força para defender-se, que não produz, que não cresce, que não pode trabalhar. Com isso, se encaixará perfeitamente no perfil do excluído e, assim, receberá os olhares benevolentes do Estado. Ainda que, na prática, seus pares estejam colocados nos melhores postos da nação, dominando os meios de comunicação, as artes, a literatura, envolvidos em todas as atividades relevantes da sociedade. Ainda que, para defender esses mesmos direitos dos mais fracos, agridam, gritem e recebam milhões e milhões de reais, as mãos públicas sempre estarão estendidas para eles.
Por outro lado, se você for independente, auto-suficiente, alguém que produz, que emprega, que gera renda, que não onera o país, que não reclama por proteção aí, sim, aquele mesmo Estado lhe terá como uma potencial ameaça para a segurança da nação.
Fonte: Fábio Blanco
Divulgação: www.juliosevero.com

Sacerdote que defendeu “casamento” homossexual é excomungado pelo Vaticano



Sacerdote que defendeu casamento homossexual é excomungado pelo VaticanoO relatório da Arquidiocese com a decisão de afastar o Pe. Jose Nicolas Alessio foi emitido em 6 de fevereiro, em que o sacerdote é “excluído de todo exercício do ministério sagrado, conforme as normas que obrigam os padres que foram suspensos.”

“Esta demissão não está sujeita a qualquer recurso,” a arquidiocese acrescentou.

O Arcebispo de Córdoba Carlos, Jose Nanez, iniciou um processo canônico contra Alessio em 2010 com suspensão temporaria de suas funções, isto se deu quando a mídia publicou declarações atribuídas a ele em favor do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.

As afirmações do padre foram feitas durante um debate nacional sobre a questão que levou à aprovação de tais “casamentos” por parte do governo argentino.

O jornal argentino El Nuevo Diario relata que, de acordo com um oficial da arquidiocese, Alessio também foi acusado de ter presidido a cerimônias de “casamento” homossexuais, bem como “casamentos” entre divorciadas, os quais são considerados sacramentalmente inválidos pela Igreja Católica Romana.

Alessio desafiou todas as vezes em que os processos foram iniciados contra ele, chamando o Arcebispo Nanez de “fascista, retrógrado e incapaz de entender a diversidade”, e reclamando que “eles estão me penalizando por pensar de forma diferente.”

Quando a decisão foi divulgada pública em 10 de abril, o padre lamentou que “mais de 30 anos a serviço do povo de Deus não tem significado para a Igreja Católica.”

Segundo o jornal La Prensa da Argentina, Alessio insistiu ao Papa Francisco para acabar com dois mil anos dos ensinamentos da Igreja Católica sobre o mal de atos homossexuais quando o pontífice foi eleito em março.

O jornal relata que o padre escreveu ao Papa Francisco uma carta insistindo-o a criar “uma comissão de especialistas nas ciências humanas e sociais para a promulgação rápida de um documento que se distancia da homofobia, que rejeita claramente a teoria que considera a homossexualidade como uma ‘túmulo desordem “, que valoriza a ideologia de gênero como uma ajuda indispensável para o respeito à diversidade, e que abre a discussão sobre toda a moral sexual da Igreja.”

O pontos de vista de Alessio sobre questões de moralidade sexual diferem muito daqueles do Papa Francisco, que, como o Arcebispo de Buenos Aires chamou o “casamento” homossexual de uma “maquinação do Pai da Mentira, que procura confundir e enganar os filhos de Deus.”

O referido Pe. Alessio já deveria ter sido afastado faz tempo. Que o mesmo aconteça no Brasil em relação a certos clérigos desobedientes a Igreja Romana.(Grifos Meu)
POR:  | SEX , 19 DE ABRIL DE 2013

Tradução: Ana Paula Linvigston
Fonte:HTTP://WWW.LIFESITENEWS.COM/NEWS/PRIEST-WHO-DEFENDED-HOMOSEXUAL-MARRIAGE-TRANSGENDERISM-DEFROCKED-BY-VATICAN

Assista esse video: Governo Sombrio - Bem vindos a Nova Ordem Mundial



09.04.2013 - Nota de  www.rainhamaria.com.br
A introdução deste video é uma pequena animação.  Não vá achar que o video é todo um desenho animado, somente no inicio, depois você verá como a Nova Ordem Mundial nos controla em tudo.
Poderemos escapar deste grande BIG BROTHER REAL?

Fonte: http://horizontenews.blogspot.com.br

EUA: Cientistas descobrem que vulcão de Yellowstone é maior do que se pensava



19.04.2013 -
n/d
Encanamento subterrâneo vulcânico de Yellowstone é maior e melhor conectado do que os cientistas pensavam, os pesquisadores relataram no (17 de abril) na Sociedade Sismológica da reunião anual da América. “"Estamos recebendo uma melhor compreensão do sistema vulcânica de Yellowstone", disse Jamie Farrell, um estudante de sismologia da Universidade de Utah. “"O reservatório de magma é de pelo menos 50 por cento maior do que previamente impressa."
Conhecendo o volume de magma fundido sob Yellowstone é importante para estimar o tamanho das futuras erupções, Farrell disse OurAmazingPlanet. Os geólogos acreditam Yellowstone fica mais de um hotspot, uma nuvem de rocha superaquecida passando de manto da Terra.Como a América do Norte lentamente flutuou sobre o hotspot, a pluma de Yellowstone perfurado a crosta do continente, deixando uma migalha de pão-como rastro de caldeiras criados por enormes erupções vulcânicas ao longo do rio Snake Plain de Idaho, levando direto para o Yellowstone. Erupções menores ocorreu no meio e depois as grandes explosões, mais recentemente, cerca de 70.000 anos atrás. A câmara de magma visto no novo estudo alimenta estas erupções menores e é a fonte de incríveis fontes hidrotermais e gêiseres do parque.  Ele também cria a elevação da superfície visto no parque, disse Bob Smith, um sismólogo da Universidade de Utah e autor de um estudo relacionado apresentado na reunião. .
A pluma vulcânica de rocha parcialmente derretida que alimenta o supervulcão de Yellowstone. Amarelo e vermelho indicam maior condutividade, verde e azul indicam menor condutividade. Feito pela Universidade de Utah geofísicos e cientistas da computação, esta é a primeira imagem de grande escala 'geoelétrica "do Yellowstone hotspot.  "Este corpo magma crustal é uma covinha que cria a elevação", disse Smith."É como colocar o dedo em uma membrana de borracha e empurrando-o para cima e dos lados se expandir." Uma imagem mais clara da câmara magmática rasa de Yellowstone emergiu terremotos, cujas ondas alterar a velocidade quando viajam através de rocha fundida ou sólido.Farrell analisados ​​terremotos próximas para construir uma imagem da câmara de magma.
O magma subterrâneo se assemelha a uma banana mutante, com um nodoso, final bulboso cutucando-se em direção ao canto nordeste do Parque Nacional de Yellowstone, e no resto do fruto tubular dobrando sudoeste superficialmente.É uma única câmara ligada, cerca de 37 milhas (60 km) de comprimento, 18 milhas (30 km) de largura e 3 a 7 milhas (5 a 12 quilômetros) de profundidade.Anteriormente, os pesquisadores pensavam que a magma sob Yellowstone estava em bolhas separadas, e não um bolso contínua. O magma raso, no nordeste, também combina com mais intensa atividade hidrotermal do parque, disse Farrell. O novo estudo é a melhor vista ainda desta zona, que fica do lado de fora o mais novo rim caldeira. Rocha fundida adicional, não trabalhada neste estudo, também existe mais profundo sob Yellowstone, os cientistas pensam. 
Fonte: Blog Um Novo Despertar

200 mil já se inscreveram para a JMJ, número deve subir para 600 mil até junho.




Cerca de 200 mil jovens já se inscreveram para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá no Rio de Janeiro de 23 a 28 de julho e, conforme estimativa da organização do evento, esse número deverá subir para 600 mil até o fim de junho. Do total de inscritos, 59% são brasileiros e 23% virão de países latino-americanos. As mulheres são até agora mais numerosas, com 67 mil inscrições, contra 54 mil homens.
O Comitê Organizador Local (COL) dispõe de 250 vagas para hospedar os participantes vindos de fora – de outras cidades do Brasil e de 165 países dos cinco continentes.
O arcebispo do Rio, d. Orani João Tempesta, informou nesta quarta-feira, 17, ao plenário da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), que o número de inscrições deverá disparar nos próximos dois meses porque a maioria dos interessados só confirma presença na última hora. Pelas estimativas do COL, os participantes chegarão a 2,5 milhões, contando-se aqueles que não se inscreverão como peregrinos mas assistirão às principais celebrações da JMJ.
O papa Francisco participará da reunião de 25 a 28 de julho, em quatro atos religiosos – a cerimônia de acolhida no dia 25 e a Via-Sacra no dia 27 em Copacabana e, na noite de 27, a Vigília no Campus Fidei (Campo da Fé) em Guaratiba, onde no dia 28 será celebrada a Missa do Envio, na qual os jovens serão convidados a evangelizar o mundo, de volta às suas cidades. Paralelamente, Francisco cumprirá outros programas, como uma audiência protocolar com a presidente Dilma Rousseff, a visita a uma favela e um encontro com jovens internos numa casa de reclusão para viciados em drogas.
O coordenador geral do COL, monsenhor Joel Portella Amado, fez uma exposição para o episcopado sobre a logística da participação dos bispos na JMJ. Haverá orientação e facilidades nos pontos de desembarque para quem chegar de ônibus ou de avião e transporte, em comboio, para os locais de hospedagem. São cinco as opções: hotéis de livre escolha, hotéis reservados pela JMJ, hotéis de trânsito das Forças Armadas, casas de família e conventos religiosos. Os hotéis serão pagos pelos bispos, mas nas casas de família e nos conventos a hospedagem será de graça.
Os bispos brasileiros foram alertados para a necessidade de passarem por uma revista dos agentes de segurança, antes dos atos que tiverem a presença do papa. “Todas as pessoas que forem chegar a 150 metros do papa Francisco terão de ser revistados”, adiantou monsenhor Joel, advertindo que algumas poderão ser barradas, o que, acredita, não deverá ocorrer com os bispos. O coordenador aconselhou a todos locomover-se em comboios da JMJ no Rio, para evitar transtornos no transporte.
Fonte; Revista Exame

Justiça polonesa condena partido que queria tirar crucifixo do Parlamento.





O Tribunal Distrital de Varsóvia pronunciou-se contra um partido polonês que abriu um processo exigindo a remoção de um crucifixo da sala de debates do Parlamento nacional, informou a agência Reuters.
O processo foi mais uma tentativa cristofóbica para banir a influência do catolicismo na vida dos poloneses.

O Tribunal argüiu que esse crucifixo nunca motivou protestos, que foi sempre aceito pelos poloneses, e que não violava os seus direitos.


O crucifixo foi instalado na câmara em 1997

O tribunal também condenou o denunciante – o ex-magnata da vodca Janusz Palikot, líder de um partido anticlerical –, apontando a insinceridade de sua denúncia, pretensamente baseada na “tolerância”, mas de fato intolerante com os símbolos religiosos.

“O Tribunal fracassou na hora de mostrar objetividade”, redargüiu Andrzej Rozenek, um dos deputados do partido condenado.

Ele acenou que apelaria à Corte Europeia dos Direitos Humanos em Estrasburgo.
Porém, a maioria dos deputados elogiou a decisão da Justiça, por representar o sentimento da maioria dos poloneses.
“Este caso parece uma grotesca piada”, disse o deputado da oposição Andrzej Jaworski.

O partido anti-crucifixo de Palikot – que trabalha pela agenda homossexual (a qual inclui a legalização do “casamento” homossexual) e pela legalização da maconha – já conta com o primeiro deputado trans-sexual.
Fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/34134-34134

Espiritismo e Fé.


Espiritismo e Fé
Muitos pensam que espiritismo e catolicismo são compatíveis e até complementares. A verdade, entretanto, é bem outra. Neste trecho tirado do livro Espirismo e Fé, D. Boaventura Kloppenburg mostra claramente as discrepâncias entre a doutrina espírita e a doutrina de Cristo.

COMO SURGIU O ESPIRITISMO
A prática da evocação dos falecidos para deles receber conhecimentos, chamada também “necromancia” (do grego nekrósfalecido e manteiaadivinhação), é antiga. Mas o seu aproveitamento sistemático, denominado “espiritismo”, vem do século passado.
Surgiu primeiro nos Estados Unidos, em torno dos estranhos acontecimentos de Hydesville com as irmãs Fox, a partir de 1848 (1). Mas já um ano antes, em 1847, aparecia nos Estados Unidos uma obra mediúnica de Andrew Jackson Davis e outra na França, de Louis Alphonse Cahagnet, do grupo dos “magnetizadores” de Paris, que se serviam de “sonâmbulos” (assim eram então denominados os médiuns) para receber revelações do além-túmulo. Em 1856, o mesmo Cahagnet publicava em ParisRévélations d´outre-tombe, com mensagens ditadas, segundo pretendia, pelos falecidos Galileu, Hipócrates, Franklin e outros.

(1) Certa noite, o pastor protestante John Fox, sua esposa e as duas filhas, Margaret e Katie, estavam a conversar sobre estranhos fenômenos de assombração. Catarina, então, produziu estalos com os dedos; notaram todos que alguém os repetia. Por sua vez, Margarida produziu estalos e encontrou eco. Apavorada, a sra. Fox perguntou: “É homem ou mulher que está batendo?”, mas não obteve resposta. Insistiu então: “É espírito? Se é espírito, bata duas vezes”. Produziram-se duas breves pancadas. Concluiu, assim, que um espírito “desencarnado” estava em comunicação com a família, e as “sessões” de comunicação por esse método continuaram. Mais tarde, os adeptos das irmãs Fox encontraram em Andrew Jackson (1826-1910) um organizador, que estruturou as clássicas sessões com médiuns, a evocação em torno de uma mesa etc. … No entanto, em 1888 Margaret e Katie retrataram-se de maneira repetida, pública e solene, confessando que tinham recorrido a truques e fraudes para produzir as pancadas (veja-se New York Herald de 27.05.1888 e 10.09.1888, e The World de 22.10.1888). As notas deste artigo não aparecem no livro impresso (N. do E.).

Foi neste ambiente interessado no “magnetismo animal” imaginado pelo médico austríaco Franz Anton Mesmer (1733-1815), instalado em Paris desde 1778, que nasceu o “espiritismo”. Esta palavra foi proposta por Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), mais conhecido pelo seu pseudônimo de Allan Kardec, o codificador sistemático de um tipo especial de espiritismo conhecido também como “kardecismo”.

Este é o espiritismo dominante no Brasil.
Allan Kardec (isto é, Denizard Rivail) era de família católica. Com a idade de 10 anos foi enviado a Yverdun, Suíça, ao Instituto de Educação dirigido pelo conhecido pedagogo Pestalozzi, protestante calvinista e liberal, que identificava religião com moralidade. Lá esteve o jovem Rivail até 1822, quando foi a Paris, onde se dedicou então ao ensino e publicou vários livros pedagógicos e didáticos. De boa formação geral e cultural, era metódico, lógico e claro na exposição das suas idéias. Conhecia também o alemão e o inglês e trabalhava como tradutor. Bom matemático, atuou ainda como contabilista. Casou-se em 1826 com Amélie Gabrielle Boudet, nove anos mais velha e de boa situação financeira. Não teve filhos.

Mas Alan Kardec não era particularmente versado em religião e muito menos em teologia. Em maio de 1855, começou a interessar-se pelo fenômeno das “mesas girantes e falantes”, nascido nos Estados Unidos, e aceitou a teoria da presença e atuação de “espíritos” ou almas dos falecidos nos movimentos de mesas, cestas e outros objetos usados pelos “sonâmbulos” dos “magnetizadores”. E já dois anos depois, no dia 18 de abril de 1857, publicou O Livro dos Espíritos. Este dia 18 de abril de 1857 é considerado pelos espíritas como o dia da fundação do espiritismo.

O Livro dos Espíritos é a obra fundamental da codificação da doutrina espírita, com o seguinte subtítulo: “Princípios da doutrina espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade – segundo os ensinos dados por espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns – recebidos e coordenados por Allan Kardec”.

Outra obra básica de Allan Kardec para a prática do espiritismo foi publicada em 1861: O Livro dos Médiuns, com o subtítulo “Guia dos médiuns e dos evocadores”. Note-se aqui a palavra “evocadores”, indicando assim a função determinante da “evocação” para o espiritismo.

Além destes dois livros básicos, Allan Kardec ainda escreveu e publicou O Evangelho segundo o Espiritismo (em 1864), que é a sua obra mais difundida no Brasil, já com cerca de dois milhões de exemplares. Publicou também O Céu e o Inferno (em 1865)e A Gênese (em 1868). Depois da sua morte, em 1869, mais alguns textos inéditos foram publicados como Obras Póstumas. Em 1858, Allan Kardec começou a publicar a sua Revue Spirite (“revista espírita”), que deixou de aparecer com este título em 1976.

O espiritismo codificado por Allan Kardec foi introduzido no Brasil ainda em vida do codificador, a partir de 1865. Em 1884, foi fundada a Federação Espírita Brasileira (FEB), tendo desde então como órgão oficial a revista Reformador, palavra que revela um programa.

CONVERGÊNCIAS E DIVERGÊNCIAS

Há muitas coisas em comum entre catolicismo e espiritismo. Católicos e espíritas concordam em professar que o mundo não é só matéria; que Deus existe e é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom; que Deus criou o universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais; que os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo e os seres imateriais o mundo invisível dos espíritos; que os valores do espírito são superiores aos da matéria; que o ser humano não é só matéria; que temos uma alma de natureza espiritual; que esta alma não morre quando se separa do corpo no momento do desenlace; que depois da morte a nossa alma continua viva e consciente; que a vida depois da morte depende do modo como aproveitamos a vida agora no corpo (2).

(2) O homem se comporia, de acordo com a doutrina espírita, de alma ou espírito, perispírito e corpo. O espírito seria a sede da inteligência, da vontade e da consciência moral. A alma se acharia encarnada num corpo, que viria a ser “o alambique no qual o espírito tem que entrar para se purificar”. E o perispírito seria um “envoltório” fluido, leve e imponderável para a alma, que serviria de intermediário entre o espírito e o corpo. É preciso comentar, a este respeito, que o corpo e a alma formam uma unidade, e que o conceito do corpo como uma espécie de roupagem temporária, embora difundido, é profundamente contrário ao bom senso. A doutrina do perispírito, essencial para a interpretação espírita dos fenômenos mediúnicos (como os “ectoplasmas”, isto é, as representações espaciais de pessoas ou objetos ausentes; a “telecinese”, movimentação de objetos materiais à distância; a “escotografia”, fotografia de imagens de supostos mortos etc.), carece de confirmação seja por parte das grandes tradições filosófica, seja da ciência moderna, e mais vale considerá-la com certa reserva. Mesmo a parapsicologia ainda parece estar em seus primeiros passos, e não parece resolver satisfatoriamente essas questões (N. do E.).

Católicos e espíritas estão de acordo também em afirmar que os falecidos não rompem seus laços com os que ainda vivem nesta terra; que no mundo do além nem todos são iguais; que há espíritos perfeitos que vivem com Deus; que estes espíritos nos podem socorrer e ajudar; que há espíritos imperfeitos e até maus que assim se fizeram por próprio arbítrio; que estes nos podem perturbar e prejudicar.

Católicos e espíritas proclamam e reconhecem a extraordinária figura de Jesus Cristo (3); que Jesus nos ensinou o caminho do bem e da salvação; que as leis morais do Evangelho são excelentes; que Jesus insistiu principalmente na caridade; que fora da caridade não há salvação; que devemos fazer o bem e fugir do mal; que há pecados e vícios que devem ser evitados; que os pecados devem ser expiados; que a virtude será premiada depois da morte.

(3) Para Kardec, porém, Jesus Cristo não passaria de um espírito muito evoluído através das suas sucessivas reencarnações (ver abaixo). Deus teria enviado o espírito de Jesus à terra não já para purificar-se, mas para ensinar aos homens deste planeta pouco evoluído o caminho do bem e do amor. Jesus teria sido “o maior dos enviados de Deus”, e somente nesse sentido poderia ser chamado Deus. Ter-se-ia tornado pela sua missão o “governador espiritual deste planeta”. Os espíritas não podem ser chamados de cristãos, uma vez que não reconhecem a divindade de Cristo (N. do E.).

Católicos e espíritas aceitam outrossim que os espíritos do além podem manifestar-se ou comunicar-se perceptivelmente conosco. Ambos admitem dois tipos de manifestação dos espíritos: as espontâneas e as provocadas. Por manifestações espontâneas entendem as que têm a sua origem ou iniciativa no além, como foi, por exemplo, o caso que nos é narrado pelo Evangelho de São Lucas (1, 26-38): o anjo Gabriel foi enviado por Deus a Maria de Nazaré para comunicar-lhe que ela seria a mãe de Jesus. Por manifestações provocadas entendem as que têm a sua iniciativa no aquém, como foi, por exemplo, o caso que nos é relatado pelo primeiro livro de Samuel (28, 3-25): a pedido do rei Saul, a necromante de Endor evoca a alma do falecido Samuel, que então comunica ao rei os castigos divinos.

Mas é neste ponto que começa uma primeira divergência fundamental entre católicos e espíritas: os católicos admitem de bom grado as manifestações espontâneas que nos são oferecidas por iniciativa da bondade de Deus, mas consideram divinamente proibidas as manifestações provocadas pelo homem mediante o processo da evocação; e os espíritas transformam precisamente esta evocação dos falecidos em meio principal para as suas novas revelações do além.

O espiritismo se especifica, caracteriza e define por sua prática das manifestações provocadas das almas ou espíritos dos falecidos, para deles receber mensagens ou algum tipo de ajuda. A evocação dos falecidos constitui a essência do espiritismo. Sem a evocação não há espiritismo. E a evocação é a fonte principal de seus conhecimentos específicos ou da sua doutrina.

Há ainda uma segunda discordância fundamental entre católicos e espíritas: a questão da reencarnação. Os católicos crêem na unicidade da vida terrestre; e os espíritas anunciam a pluralidade das reencarnações. Este desacordo tem em si tantas conseqüências lógicas, sobretudo no modo de conceber a salvação eterna, que conduz de fato a dois corpos doutrinários frontalmente discrepantes e opostos entre si de modo irreconciliável.
Em resumo: apesar das numerosas convergências entre católicos e espíritas, há duas palavras que marcam a separação e caracterizam o espiritismo: evocação e reencarnação.

A PROIBIÇÃO DIVINA DA EVOCAÇÃO

Vimos que a evocação ou a manifestação provocada das almas dos falecidos, que são os “espíritos” do espiritismo, especifica, caracteriza e define o movimento suscitado por Allan Kardec. Sem evocação não há espiritismo. A evocação é a base da doutrina codificada por Allan Kardec.


Entretanto, a evocação não foi inventada por Allan Kardec. A sua prática já era conhecida nos tempos do Antigo Testamento. As gentes no meio das quais vivia o povo judeu a conheciam e praticavam abundamentemente. Mas o próprio Deus proibiu então severamente a evocação. Os textos são abundantes. Basta ler Êxodo 22, 17; Levítico 19, 31; Levítico 20, 6; Levítico 20, 27; Deuteronômio 18, 10-14; 2 Reis 17, 17; 2 Reis 21, 6; Isaías 8, 19-20 e, de maneira particular, 1 Samuel 28, 3-25.

Vejamos Deuteronômio 18, 10-14: Que em teu meio não se encontre alguém que faça presságios, oráculos, adivinhações ou magia, ou que pratique encantamentos, interrogue espíritos ou adivinhos, ou evoque os mortos; pois quem pratica essas coisas é abominável a Iahweh, e é por causa dessas abominações que Iahweh teu Deus os desalojará em teu favor. Tu serás íntegro para com lahweh teu Deus. Eis que as nações que vais conquistar ouvem os oráculos e adivinhos. Quanto a ti, isso não te é permitido por Iahweh teu Deus.

A proibição divina é clara, repetida, enérgica e severíssima.

Este mandamento divino não foi revogado na Nova Aliança. Basta ler Atos dos Apóstolos 13, 612; 16, 16-18; 19, 11-20. Neste último texto, descreve-se a atividade e a pregação de Paulo em Éfeso, com um resultado surpreendente: Muitos daqueles que haviam crido vinham-se confessar e revelar as suas práticas. Grande número dos que se haviam dado à magia amontoavam os seus livros e os queimavam na presença de todos. E estimaram o valor deles em cinqüenta mil peças de prata. Deviam ser muitos os livros de magia! O fato de eles terem queimado esses livros só se explica se admitirmos que o Apóstolo falou fortemente contra tais práticas.

Na carta aos Gálatas (5, 20-21), declara o mesmo Apóstolo que os que se entregam à magia não herdarão o Reino de Deus. E São João, no Apocalipse, revela que a parte dos magos se encontra no lago de fogo e enxofre (21, 8); e que, na hora do julgamento, eles ficarão de fora da Cidade Eterna (22, 15).

Posteriormente, a Igreja sempre se manteve fiel a esta rigorosa interdição divina de evocar os falecidos. No último Concílio, o Vaticano II, na Constituição Lumen Gentium (1964), temendo que a doutrina sobre a nossa comunicação espiritual com os falecidos pudesse dar azo a interpretações do tipo espiritista, acrescentou ao texto a nota no. 2 “contra qualquer forma de evocação dos espíritos”, coisa que, segundo esclareceu a Comissão teológica responsável pela redação do texto, nada tem a ver com a “sobrenatural comunhão dos santos”.

A Comissão definia então mais claramente o que se proíbe: “A evocação pela qual se pretende provocar, por meios humanos, uma comunicação perceptível com os espíritos ou almas separadas, com o fim de obter mensagens ou outros tipos de auxílio”.

É exatamente isso o que o espiritismo pretende fazer.

O Concílio Vaticano II remete-nos então a vários documentos anteriores da Santa Sé, principalmente à declaração de 4 de setembro de 1856 e à resposta de 24 de abril de 1917. Na declaração de 4 de agosto de 1856, precisamente quando o católico Allan Kardec se iniciava na arte da evocação, era repetida a interdição de “evocar as almas dos mortos e pretender receber as suas respostas”.

No documento de 24 de abril de 1917 também se declarava ilícito “assistir a sessões ou manifestações espiritistas, sejam elas realizadas ou não com o auxílio de um médium, com ou sem hipnotismo, sejam quais forem estas sessões ou manifestações, mesmo que aparentemente simulem honestidade ou piedade; quer interrogando almas ou espíritos, ou ouvindo-lhes as respostas, quer assistindo a elas com o protesto tácito ou expresso de não querer ter qualquer relação com espíritos malignos”.

Esta é a orientação da Igreja.

Mas a Igreja, por seu magistério oficial, nunca se pronunciou nem sobre a verdade histórica ou autenticidade, nem sobre a natureza, nem sobre a causa dos fenômenos mediúnicos ou próprios do espiritismo. Por isso:

a) nenhuma das várias interpretações propostas sobre a natureza ou a causa dos fenômenos mediúnicos – nem mesmo a interpretação espírita – foi censurada, rejeitada ou condenada oficialmente pela Igreja;

b) não corresponde à verdade dizer que a Igreja endossa oficialmente a interpretação que vê nos fenômenos mediúnicos uma intervenção preternatural do diabo;

c) jamais a Igreja proibiu o estudo ou a investigação científica dos fenômenos mediúnicos. O católico não está absolutamente proibido de estudar a metapsíquica ou a parapsicologia.

O que a Igreja faz, fez e continuará a fazer, por ser esta a sua missão específica, é recordar o mandamento divino que proíbe evocar os falecidos ou outros espíritos quaisquer. Esta proibição vem de Deus, não da Igreja, que não tem nem autoridade nem competência para modificar ou revogar uma lei, determinação ou proibição divina

Para resolver a questão moral da prática do Espiritismo, pouco importa saber se os espíritas de fato conseguem ou não evocar espíritos em suas sessões; pois se o conseguem, não há dúvida a respeito da evocação e, por conseguinte, da desobediência; se não o conseguem, é certo que eles têm ao menos a intenção, o propósito ou a vontade deliberada de evocar e, portanto, de transgredir um mandamento divino. E isto basta para um pecado formal.

É necessário observar também a diferença fundamental entre invocação e evocação: esta última sempre pretende uma comunicação perceptível provocada por iniciativa do homem; aquela é apenas uma forma de prece ou súplica. E é evidente que a invocação é um ato bom e cristão, expressão da comunhão dos santos.

A HERESIA DA REENCARNAÇÃO

A suposição da reencarnação ou da pluralidade das existências, chamada também palingenesia, é certamente o ponto central de toda a doutrina espírita. Allan Kardec chega a dizer que é um “dogma” (O Livro dos Espíritos, 171 e 222).

Todo o seu pensamento gira em torno das vidas sucessivas . O progresso contínuo através da reencarnação, da “metensomatose”, como diria Platão, é o seu postulado básico. Se riscarmos de suas obras a reencarnação, sobrarão apenas cacos sem valor. Depois da sua morte, em 1870, seus amigos fizeram gravar no monumental dólmen do cemitério Père-Lachaise, em Paris, o apotema que resume a sua doutrina: “Nascer, morrer, renascer de novo e progredir sem cessar: esta é a lei”.

A palavra “reencarnação”, composta do prefixo re (designativo de repetição) e do verbo encarnar (tomar corpo), significa etimologicamente: tornar a tomar corpo. Designa a ação do ser espiritual (espírito ou alma) que, tendo já animado um corpo no passado, foi posteriormente dele separado pela morte e agora torna a informar ou vivificar um corpo novo.

Escreve Allan Kardec que “o princípio da reencarnação ressalta de muitas passagens das Escrituras, achando-se especialmente formulado, de modo explícito, no Evangelho” (O Livro dos Espíritos, n. 222). Opina mesmo que “sem o princípio da pré-existência da alma e da pluralidade das existências, são ininteligíveis, em sua maioria, as máximas do Evangelho” (O Evangelho segundo o Espiritismo, 39ª ed., p. 72). Contudo, o vocábulo “reencarnação” não ocorre nos Evangelhos.

A doutrina de Kardec acerca da reencarnação, que pode ser compendiada nestas quatro proposições

1ª) Pluralidade das existências: a nossa vida atual não é a primeira nem será a última existência corporal; já vivemos e ainda teremos que viver inúmeras vezes em corpos materiais sempre novos.

2ª) Progresso contínuo para a perfeição: a lei do progresso impele a alma para sempre novas vidas e não permite não só nenhum regresso, mas nem mesmo um estacionamento definitivo a meio caminho, e muito menos comporta um estado definitivo de condenação sem fim (inferno): mais século, menos século, todos chegarão à perfeição final de espírito puro.

3ª) Conquista da meta final por méritos próprios: em cada nova existência, a alma avança e progride na proporção dos seus esforços; todo o mal cometido será reparado com expiações pessoais, sofridas pelo próprio espírito em novas e difíceis encarnações (lei do carma).

4ª) Definitiva independência do corpo: na proporção em que avança na incessante conquista para a perfeição final, a alma, em suas novas encarnações, assumirá um corpo sempre menos material, até chegar ao estado definitivo, em que viverá; para sempre, livre do corpo e independente da matéria (4).

(4) A salvação decorreria, portanto, não da graça de Deus nem dos méritos obtidos por Cristo, mas do esforço pessoal de cada indivíduo que procure purificar-se do “pecado original”, ou seja, dos pecados cometidos em encarnações anteriores. Uma vez livre das reencarnações, o espírito do indivíduo passará a gozar de felicidade no Reino dos Céus. Os espíritas rejeitam peremptoriamente o conceito bíblico de inferno. (N. do E.).

Sem estes quatro princípios, não há reencarnação. Quem proclama a reencarnação também afirma a pluralidade das existências terrestres, sustenta o progresso contínuo para a perfeição, garante a conquista da meta final por méritos próprios e defende uma vida definitiva independente da matéria.

Mas quem nega estes pontos, quem contesta as vidas sucessivas do homem sobre a terra, a marcha irreprimível e certa para o fim supremo, a necessidade de adquirir a perfeição final só por esforços pessoais e a definitiva independência da matéria, recusará também a idéia da reencarnação (5).

(5) A teoria da reencarnação contraria o senso comum, uma vez que não experimentamos o corpo como algo que “temos”, mas algo que “somos”; não conservamos o menor vestígio de lembrança quer da preexistência no mundo dos espíritos, quer das vidas passadas. Ninguém pode dizer que pecados cometeu numa encarnação anterior, e muito menos que deve expiá-los na vida presente; portanto, estaríamos pagando por faltas que ignoramos, o que não é pedagógico. Histórica e logicamente, a teoria da transmigração das almas nasce de uma visão excessivamente materialista e imaginativa do que seja o espírito; e sobretudo é um recurso que permite eludir, ao menos aparentemente, a dura verdade de um castigo eterno para quem se empenha em contrariar a sua consciência. O inferno parece, assim, confortavelmente suprimido por decreto. Mas, sobretudo, o reencarnacionismo contraria a Revelação: todo o Evangelho presume que só há uma vida, e que receberemos o prêmio ou o castigo eternos, na alma e no corpo, pelo que tivermos feito nesta vida. E a Epístola aos Hebreus o afirma expressamente: Está estabelecido que os homens morrem uma só vez, e depois disso vem o juízo (9, 27).
FONTE: ESPIRITISMO E FÉ, EDITORA QUADRANTE, 1990
POR:  | SEX , 05 DE ABRIL DE 2013 |



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Maçonaria da Itália sugere ter participado indiretamente do Conclave que elegeu o Papa Francisco



18.04.2013 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Aproveitem para ler este artigo e comprovar junto as fontes originais, que são os sites da própria Maçonaria, antes que o tirem da internet.
Ou quem sabe "ELES" resolveram mesmo nem esconder mais nada e agora declaram abertamente que os TEMPOS MUDARAM , que as mudanças virão e serão realmente inevitáveis.
QUE MUDANÇAS? SOMENTE O TEMPO PODERÁ DIZER...
Gostaria também de dizer, que caso não vejam nada estranho neste artigo e nos textos que vão ler, ou ainda achem tudo isto perfeitamente normal, talvez até aceitável, numa visão ecumenista moderna, lembro o Código de Direito Canônico, que diz claramente a proibição a todos nós, eclesiásticos ou leigos, ingressar nessas organizações e quem o fizer, está em estado de pecado grave e não pode aproximar-se da Sagrada Comunhão.
"Quem se inscreve em alguma associação que conspira contra a Igreja, seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações, seja punido com interdito". (cânon 1374).
SEMPRE LEMBRANDO: Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros
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Maçonaria da Itália sugere ter participado indiretamente do Conclave que elegeu o Papa Francisco
n/d
(Primeiramente o texto em Italiano)
Tuttavia, non mancano le ombre.
Nell’ambiente di Grande Oriente Democratico possiamo dire sommariamente che esistono al momento tre posizioni rispetto al nuovo vescovo di Roma e pontefice Francesco.
La prima posizione è quella di chi ritiene che sarà un Papa innovativo e progressista.
A sostenere tale tesi sono alcuni Fratelli vicini a GOD che assicurano di aver contribuito in qualche modo, indirettamente, anche dall’interno del conclave tramite amici fraterni, a far eleggere un uomo che sarà in grado di rigenerare la Chiesa Cattolica e di giovare alla società umana planetaria nel suo complesso.
Costoro sottolineano che il Cardinale Bergoglio era stato sponsorizzato, nel conclave del 2005, nientedimeno che dal Cardinale Carlo Maria Martini (sul quale, vedi Adesso che le celebrazioni retoriche e le condoglianze altisonanti hanno lasciato spazio al silenzio e alla metabolizzazione del lutto, Grande Oriente Democratico saluta con affetto il Fratello Carlo Maria Martini, passato all’Oriente Eterno, clicca per leggere).
Tradução do texto italiano selecionado acima:
“…alguns irmãos fraternos do GOD [Grande Oriente Democrático] asseguram que contribuíram de qualquer modo, indiretamente, através de amigos de fraternidade [outros maçons] de dentro do Conclave, para eleger um homem que vai ser capaz de regenerar a Igreja Católica em benefício da sociedade planetária humana como um todo.”

GRÃO-MESTRE MAÇOM DA ITÁLIA DIZ :
“COM O PAPA FRANCISCO, NADA NUNCA MAIS SERÁ O MESMO”
O Papa já foi saudado pelo Grão-Mestre da itália na Missa do inicio de seu Pontificado
n/d

A mensagem original pode ser baixada diretamente do site oficial deles, e está em italiano.
Clique na imagem abaixo para ir a fonte original
n/d

Ainda temos essa imagem, que infelizmente dispensa maiores comentários.
n/d
Papa Francisco, quando ainda Cardeal na Argentina, acende a Menorah, em um evento judaico ocorrido em uma loja maçônica de Buenos Aires

Ainda temos a notícia de que o Papa Francisco é Rotariano Honorário, leia a matéria completa no próprio site afirmando.
O Rotary se alegra: Papa Francisco é Rotariano Honorário do RC Buenos Aires
http://rotary4560.org.br/portal2/?p=6329

n/d
O Rotary é um importante braço filantrópico da maçonaria. Também funciona como um eficiente catalizador de pessoas caridosas e de posses da sociedade para a maçonaria. Muitos se associam com o puro desejo de ajudar e logo são convidados para a maçonaria quando verificado o seu potencial (posses) para a ordem. Lembrando que muitos fazem o caminho inverso, já são maçons e ingressam nos Rotarys, que é o Exemplo de Walter Disney.

É importante deixar claro que nem todos rotarianos são maçons. Entretanto, uma boa parte dos seus membros são da ordem maçônica, já que o Rotary é uma entidade Paramaçônica (patrocinada pela maçonaria).

Fonte
http://realmaconaria.blogspot.com.br/2010/09/para-quem-tem-duvidas-que-o-rotary-e-da.html
Fonte: Blog Libertar    e    www.rainhamaria.com.br

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sinal dos Tempos: No México, Padre que não acredita em Deus nem no Diabo atrai multidões



17.04.2013 - Adolfo Huerta Alemán, da diocese de Saltillo, no México, é um fenômeno de popularidade em seu país. Ele é mais conhecido pelo apelido de “El Gofo” e seu visual pode fazê-lo ser confundido com um músico de uma banda de heavy metal.  O sacerdote disse recentemente qufaz sexo com frequência e que a existência de Deus para ele não importa.
n/d
Por causa de suas declarações e do sucesso que faz especialmente entre os jovens mexicanos, o bispo local decidiu que Gofo deverá responder diante do tribunal eclesiástico diocesano.
Tudo começou com uma entrevista publicada em 22 de março pela revista mexicana Proceso, onde Adolfo, vigário recentemente nomeado da Paróquia Senhor da Misericórdia, disse “se Deus não existe, pouco me importa”. Para ele, disse, a fé é simplesmente “uma motivação para dar sentido à vida”, que o motiva “a encontrar um significado e conseguir melhorar nossos relacionamentos, algo que vai ajudar a me tornar um ser humano melhor.”
Quando perguntado pelo repórter se faz sexo, Gofo admitiu que “frequentemente”, mas observou que não tem compromisso com ninguém porque seu rebanho exige muito de seu tempo.
De acordo com a mesma publicação, o padre usa bótons com as imagens de Che Guevara e personagens da série South Park, desenho animado que constantementeofende a Cristo, a Igreja e o Papa. Gofo pinta seu longo cabelo de azul e vermelho e comumente pinta o rosto com tinta branca para enviar alguma mensagem.
n/d
Alemán também expressou repetidas vezes seu apoio a ideologia dos  ”transgênero” e republicou mensagens na rede social Twitter da organização católica Free Choice, que nos últimos 10 anos tem gastou mais de US $ 13 milhões para promover o aborto na América Latina, especialmente no México.
Em 18 de Fevereiro, publicou na internet uma “carta aberta ao novo Papa” onde pedia que Francisco aceitasse “padres casados”, “sacerdotisas” e “abortistas incompreendidas”. Ordenado há seis anos, padre Gofo tem um forte trabalho social na área de El Toreo, onde predomina a população pobre e é forte a presença do crime organizado.
Embora já que tenha dito não crer que a Bíblia é a palavra de Deus, usa trechos dela nas missas, juntamente com citação de filmes de Hollywood ou canções de rock. Muitas vezes usa seu senso de humor ácido e se defende: “Temos de atualizar o Evangelho à cultura contemporânea.”
Para ele, “A renúncia de Bento reflete o cansaço de uma igreja que está se enfraquecendo. Não irá acabar, mas não causa nenhum impacto nem mudança de mentalidade. Você precisa entender que a fé nada mais é que um compromisso com a minha realidade histórica, de mudar as circunstâncias da Igreja, ter compromisso com as vítimas de tráfico, com os familiares dos desaparecidos, com os transexuais. A Igreja Católica não deveria ser um fardo para a sociedade, mas um alívio”.
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Andando pelas ruas, pergunta às pessoas se querem que ele celebre uma missa em suas casas. A resposta geralmente é sim. Centenas de pessoas, sobretudo jovens, vão ouvi-lo falar nessas cerimonias a céu aberto. Aos 35 anos de idade, ele anda em uma moto de 125 cilindradas, bebe cerveja e ouve a banda de heavy metal Iron Maiden em seu celular.
Publicou um texto que lhe rendeu a acusação de ser pornográfico. Recebeu como punição três meses em um retiro com outros padres.
Gofo se sente discriminado por ser diferente. Por sua aparência, já foi acusado de ser satânico. Mas ele não se importa, afinal não acredita no diabo“Eu acho que o diabo é um personagem, um conceito não me ajuda a crescer como pessoa nem fazer meu trabalho corretamente… Eu acredito que a linguagem da Igreja tem de ser atualizada, precisa evoluir, (…) esse tipo de linguagem não é mais útil, não atende mais às necessidades do nosso povo”, finaliza. Com informações Lagaceta Cristiana e Revista Proceso.
Fonte: Gospel Prime e Agências Internacionais

terça-feira, 16 de abril de 2013

Papa Francisco reafirma o processo de reforma das religiosas nos Estados Unidos


Papa Francisco. Foto: News.va
VATICANO, 16 Abr. 13 / 10:46 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco reafirmou a avaliação do Vaticano sobre a Leadership Conference of Women Religious (LCWR) nos Estados Unidos, em que se encontrou que esta tinha "sérios problemas doutrinais" e precisava ser reformada.
O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Müller, reuniu-se em Roma com a presidente da conferência das religiosas americanas, Irmã Florence Deacon, em 15 de abril. Também esteve presente o Arcebispo de Seattle, Dom Peter Sartain, quem foi designado para realizar a reforma do grupo.
Dom Müller disse à Irmã Deacon que ele "discutiu recentemente a Avaliação Doutrinal com o Papa Francisco, que reafirmou os resultados da Avaliação e o programa de reforma para esta Conferência de Superiores Maiores", de acordo com um comunicado da congregação vaticana publicado em 15 de abril.
"É o desejo da Santa Sé que esta reunião possa ajudar a promover o testemunho integral das mulheres religiosas", assinalou o comunicado, e isto requer "um firme fundamento da fé e o amor cristão, assim como preservá-lo e fortalecê-lo para a riqueza da Igreja e da sociedade, para as gerações futuras".
Como foi a sua primeira reunião com a líder do grupo de religiosas norte-americanas, Dom Müller agradeceu às irmãs por sua "grande contribuição" à Igreja nos Estados Unidos, "como se vê particularmente em muitas escolas, hospitais e instituições de assistência aos pobres", que foram fundadas e mantidas por religiosas.
O Prefeito da congregação vaticana também "enfatizou que uma Conferência de Superiores Maiores, tal como é a LCWR, existe para promover os esforços comuns entre seus institutos membros, assim como a cooperação com a Conferência Episcopal local e com os Bispos individualmente".
"Por esta razão, tais conferências estão constituídas por, e permanecem sob a direção, da Santa Sé", disse, citando os cânones 708-709 do Código de Direito Canônico.
Em 18 de abril de 2012, a Congregação para a Doutrina da Fé revelou os resultados da avaliação doutrinal realizada durante quatro anos pela conferência, em que se encontraram "sérios problemas doutrinais" e a necessidade de uma reforma.
O documento citou cartas de autoridades da LCWR, assim como apresentações patrocinadas pela conferência das religiosas, nas que se exibiam "temas feministas radicais incompatíveis com a fé católica" e oposição ao ensinamento da Igreja em temas que incluíam o sacerdócio sacramental de homens e a homossexualidade.
A avaliação também indicou que enquanto o grupo promove energicamente temas de justiça social, ignora amplamente assuntos de vidamatrimônio e sexualidade, que tiveram um papel importante em recentes debates públicos nos Estados Unidos.
As líderes da conferência das religiosas respondeu em 1º de junho de 2012 à avaliação, descrevendo-a como sustentada em "acusações sem fundamento" e usando "um processo defeituoso falto de transparência".
O Vaticano, quando anunciou o resultado da avaliação, pôs a Dom Sartain encarregado de realizar a reforma do grupo.
O Prelado tem um mandato de cinco anos para ajudar à conferência a revisar seus estatutos e suas conexões com organizações filiadas.
Além disso, Dom Sartain ajudará a criar um novo programa de formação, para oferecer um entendimento profundo do ensinamento da Igreja, e será o responsável por aprovar as futuras apresentações nas assembleias da organização.
Composta por aproximadamente 1.500 membros, a LCWR envolve ao redor de três por cento das 57 mil religiosas nos Estados Unidos. Como seus membros são líderes das suas comunidades religiosas, o grupo assegura que representa 80 por cento das religiosas norte-americanas. A média de idade de seus membros é de 74 anos.

Papa Francisco e o Milagre Eucarístico em Buenos Aires



O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996

Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castanon.

Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada: isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.


A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue

Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-o em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.

Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local Cardeal, Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.


Análises Clínicas

Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo, e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente. 

Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração humano ainda vivo.
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Testes e análises clínicas: "Não há explicação científica"

Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras dos do Tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem.
O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.

Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “Carne e Sangue” humanos. O médico declarou o seguinte:

“O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o Coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado."

Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. "Elas deixariam de existir em questão de minutos", disse o Dr. Zugibe. O médico  foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise.

Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição".

Abaixo, um vídeo com o depoimento do Dr. Castañón e imagens do Milagre.

Dr. Ricardo Castañón Gomez fala sobre o
Milagre Eucarístico ocorrido em Buenos Aires


Tradução da palestra do Dr. Castañón no vídeo para o português

Agora vou entrar em um tema que é muito interessante e que com certeza vou tratar com mais profundidade: eu fui chamado pelo Cardeal de Buenos Aires, - relato isso porque depois de muitos anos de trabalho a Igreja valoriza estas investigações, então me chamam. -  Ocorre que em Buenos Aires existe a "moda" de muitas pessoas receberem a Comunhão nas mãos. O resultado é que deixaram cair a Hóstia Consagrada, e como a Hóstia estava "suja " ninguém a quis recolher. Consagrada!

Então alguém avisa o Sacerdote e ele a recolhe e a guarda em água para que ela se dissolva: é uma norma que eles tem; depois molham as plantas com aquela água. Depois de uns cinco ou seis dias que estava no Tabernáculo, eles vão abrem o Tabernáculo e vêem que em vez de haver se desintegrado existem umas manchas vermelhas. Em diferentes formas vêem que o liquido aumenta nos dias sucessivos. Nesse momento me convidam a pegar algumas amostras e saber do que se trata.

Eu viajo duas vezes e obtenho duas amostras, uma é uma massa gelatinosa. Porque eu tenho contado a vocês sobre uma Hóstia, mas o mesmo ocorreu à outra, tenho duas amostras que devo analisar uma é esta, a outra é uma que exsudou em 1996 e que formou uma crosta seca.

Então eu viajo à América do Norte, a um laboratório na Califórnia, levando essa amostra. Eu não lhes digo que vem de uma Hóstia. O "estudo cego" consiste em apresentar aos senhores laboratoristas a amostra e pedir que a analisem.

Qual é o resultado? "Dr, a amostra que o senhor nos trouxe é músculo do Coração, músculo do miocárdio, do ventrículo esquerdo". Este é o primeiro resultado mais há mais coisas a descobrir. Este estudo estamos realizando desde 1999, mas há alguns meses descobrimos que havia um grande expertem cardiologia em patologia e em bioquímica. É o único professor que escreveu um livro que explica de que foi morta uma pessoa quando o coração foi lesionado. Este professor é o famoso Dr. Frederick Zugibe. Então entregamos a ele as amostras e ele nos disse: "Essa pessoa que tinha esse Coração morreu muito mal-tratada, porque seu coração tem lesões que mostram que foi muito golpeada. Esse homem foi torturado!" - Ele não sabe que é uma Hóstia.

E logo ele disse: "Mas tem uma coisa que eu gostaria que vocês me explicassem: como é possível que quando eu estava estudando esta amostra, a amostra palpitava, pulsava? Então expliquem como vocês tiraram o coração de um morto e o trazem vivo ao meu laboratório em Nova York?"

"Professor Zugibe, não é o que o senhor pensa, isto é uma Hóstia Consagrada que começou a sangrar!"... Imaginem, seus cabelos quase saltaram da sua cabeça! Imaginem dizer a um homem que um pedaço de trigo se tornou Sangue e se coagulou, e agora é uma amostra de músculo de Coração!

Mas não termina por aí, porque ele perguntou como era possível que estevesse vivo ainda? Mas eu estou lhe dizendo que estou estudando desde 1999. São cinco anos que a amostra está comigo. Então eu viajo para o laboratório em Buenos Aires, há poucas semanas e busco os documentos dos primeiros estudos realizados em Buenos Aires; escreveu o laboratorista da primeira análise: "Observam-se alguns líquidos, células vermelhas do sangue, hemoglobina, e o que me chama a atenção é que as células estão se movendo e pulsando!".

As células estão palpitando e pulsando! Alguns dias já haviam se passado! E após 15 minutos as células do sangue morrem, todos os glóbulos brancos e vermelhos se decompõem! Então me interessou muito o tema do Coração e eu me intero que no século VII, em Lanciano, cidade localizada no sul da Itália, um sacerdote celebrava a Missa e duvidava se Cristo estava presente na Eucaristia. Ele duvidou, e no momento de sua dúvida, a Hóstia se transforma em Sangue e se coagula, e se torna um pedaço de Carne, se vocês viajarem a Lanciano poderão vê-la. Eu creio que alguns já tenha feito isso.

O Vinho se transforma em cinco coágulos de Sangue, que são como cinco "algodões" de Sangue. Mas são de distintos tamanhos os cinco e cada um pesa igual ao outro! Isto aconteceu no século VII, mas se conserva, então os italianos, na Conferência Episcopal da Itália, convidam, nos anos 70, o professor Dr. Linolli, que é um expert em bioquímica e patologia para estudar o caso, e este doutor nos disse que "é músculo do Coração igual a amostra que você tem "!

Ou seja, a amostra que eu tenho, que é dos anos 90, de Buenos Aires, é a mesma que esta! Pertence à mesma Pessoa... O que opinam disso?

O restante não lhes conto, porque senão não compram meu livro (risos). Mentira, não tenho um livro que fale sobre este assunto. Aqui estamos falando do que eu creio ser a prova de algo extraordinário. Posso eu comprovar que Jesus Cristo está presente na Eucaristia? Nosso Senhor disse a uma mística: "Eu faço milagres para os cegos e surdo, mas eu não quero fazer milagres porque quero que creiam por Fé".

Eu não sou nada para dizer "esta é a prova", mas eu apenas coloco sobre a mesa os resultados de minha pesquisa para que vocês meditem e para que tirem suas próprias conclusões. Eu não posso explicar porque uma imagem de gesso exsuda... Porque esta parede de gesso não exsuda? Porque só as imagens sagradas? Então eu creio que os senhores devem meditar.

O que Nosso Senhor está tentando nos dizer com esses Sinais? E logo me intero que no século XII havia outra pessoa, outro sacerdote que também duvidou que Cristo estava presente na Eucaristia, isto na Itália também e quando estava duvidando se Cristo estava presente ou não, o corporal que tinha se encheu de Sangue, mas aqui aconteceu algo impressionante, porque o Sangue correu do Altar e o Sangue correu no chão, e se vocês forem ver hoje, poderão ver que o Sangue penetrou no piso de mármore, o sangue corre e entra no mármore! É devido a esta experiência no século XII, que o Papa Urbano IV, que se encontrava perto de Orvieto, viaja ao lugar e para ver este Milagre, e Urbano pede a Santo Tomás de Aquino para celebrar uma Missa e o ritual para estabelecer a celebração de Corpus Christi.

Então, para que todos saibam que a celebração de Corpus Christi nasce de um milagre Eucarístico (fim do conteúdo do vídeo)...


Apelo do Apostolado Voz da Igreja: católicos fiéis, homens e mulheres de fé, parem de comungar do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo nas mãos. Exijam receber a Sagrada Eucaristia na língua, de preferência de joelhos. Este é um direito de todo católico.
Fonte: Voz da Igreja.