sábado, 6 de abril de 2013

Brasil entra na guerra cultural pelo casamento


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abril 6, 2013 por Wagner Moura
Tudo começou com uma foto e uma frase no Instagram (rede social/aplicativo popular de fotos), na quarta-feira (3): “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”. E pronto: o mundo inteiro sabia que a famosa cantora baiana, Daniela Mercury, era lésbica e estava “casada” com uma jornalista.
O assunto é capa da Veja desta semana e, sim, vamos ouvir tudo sobre como o casamento gay é urgente, necessário e quem sabe, até mesmo obrigatório. Só lamento! Respeitar duas mulheres que vivem como se fossem um casal (e não são porque simplesmente é impossível ser casal com o igual…) é um ato ao qual de fato estamos, pela caridade cristã, obrigados! Mas defender essa realidade como algo bom e querido, nunca. Muito menos defender como se casamento fosse… Não é.
Por que isso agora? Realmente não se tem uma causa mais urgente no Brasil de 50 mil homicídios anuais; de aumento da carga tributária e incremento da dívida pública; de péssima qualidade da educação pública; de corrupção; tentações totalitárias da esquerda brasileira; e inflação…
Daniela Mercury está casada com uma mulher? Quanto equívoco! Mas se é isso mesmo que elas querem por livre e espontânea vontade, parabéns. O que temos nós a ver com isso? Por que temos nós que abraçar tal situação como causa humanitária? Ora… Por favor! A gente liga a TV e é informado que casamento é coisa antiga e do passado. Mas aí abrimos a revista e ficamos sabendo que casar é ótimo desde que seja um casamento gay.
E ai de quem duvidar disso. Qualquer espirro agora é homofobia! Ninguém pode dizer mais nada sobre isso que é automaticamente um assassino, uma pessoa violenta e sanguinária que odeia duplas homossexuais.
É uma retórica que está começando a cansar. Provavelmente não vai demorar muito para o Brasil ter suas marchas pelo casamento a exemplo de tantos outros países que veem a agenda do “casamento gay” avançar.
Respeitar as pessoas sempre. Independentemente do que elas estão fazendo com suas vidas… Mas não dá para confundir uma postura sempre favorável à dignidade da pessoa com outra postura, falsamente amorosa e inclusiva, de aceitar sem restrições a agenda de quem quer transformar duplas que se relacionam sexualmente em casamento.
Isso é uma enorme impossibilidade para dizermos o mínimo. Rezemos por Daniela Mercury para que perceba como está sendo instrumentalizada por uma agenda que não favorece, mas combate, a instituição do casamento e consequentemente a família capaz de proteger e formar seres humanos completos.

Peça mostra Virgem Maria como “lésbica convicta”

Peça mostra Virgem Maria como “lésbica convicta”

Anos atrás, o público cristão dos Estados Unidos se mobilizou contra Corpus Christi, uma peça de teatro do circuito de Nova York que mostrava um Jesus gay tendo relações com seus discípulos. Ela ficou em cartaz por algum tempo e depois foi montada em outros lugares, mas nunca fez sucesso.
Na semana passada estreou outra peça que gerou muitos protestos por ser considerada “blasfema” e fazer pouco da Bíblia. Alunos do curso de Artes Cênicas da Escola Pública de Performing Arts Pioneer Valey, que possui 400 alunos,  de ensino Médio em South Hadley, Massachusetts , decidiram interpretar uma comédia de 1998, assinada por Paul Rudnick.
Com o nome de “The Most Fabulous Story Ever Told” [A História Mais Fabulosa Já Contada] , basicamente é uma sátira do livro bíblico de Gênesis, que mostra dois casais homossexuais no Jardim do Éden [Adão e Ivo; Eva e Mabel] além de um rinoceronte que tenta seduzir os homens na Arca, e por fim, Maria, a mãe de Cristo, dizendo que não pode estar grávida, porque era é uma lésbica “convicta”.
A crítica de teatro da revista The Theater Mirror afirmou ser uma comédia hilária que oferece uma “aula sobre como ser gay hoje em dia”. Mas possivelmente não haverá uma segunda apresentação. Cerca de 50 manifestantes se reuniram na porta da escola na noite de abertura. Os protestos uniram alunos, pais e até mesmo o presidente do conselho de administração da escola, que disseram não concordar que alguns alunos desrespeitem o cristianismo, religião da maioria da população.
A Diocese Católica Romana de Massachusetts foi ainda mais direta. Segundo seu porta-voz, o bispo Timothy A . McDonnell questionou: “Eu não sabia que era papel de escolas públicas ensinarem o ódio aos religiosos”. Noreen Beebe, uma mãe de aluno que vive em Northampton, disse se sentir “insultada” em saber que o dinheiro do contribuinte está sendo usado para ridicularizar as Escrituras. ”Dói meu coração ver uma escola pública fazendo troça da Bíblia”, disse ela.
O diretor da peça, no entanto, argumenta que “Não é uma encenação que tenta destruir a religião, mas realmente faz graça de algumas atitudes religiosas… Embora seja repleta de piadas, nossa peça é, na essência, uma investigação cuidadosa do significado de fé e de família”.
O Diretor da Escola, Scott Goldman, afirmou que mesmo após ser “bombardeado” por e-mails e telefonemas classificando a peça como “blasfema e ridícula”, o show iria continuar em cartaz. Ele alega que ceder a essa tentativa de censura “seria ir contra a percepção artística e intelectualmente rigorosa da comunidade de Pioneer Valley”. Embora admita que possa ser difícil que o público mais jovem entenda, acredita ser adequado para os alunos do ensino médio. Com informações WND.

Assista esse vídeo: Por que esperar até o casamento?

Católico não usa isso: Filtro dos sonhos ou espanta-espírito.

Também conhecido como "caçador de sonhos", "apanhador de sonhos" ou "espanta-espírito", o filtro dos sonhos virou tendência há algum tempo, em todas as redes sociais há fotos e até já renderam belas tattoo.

O filtros dos sonhos é uma tradição dos índios norte americanos, e também de alguns da América do Sul. Há muitas lendas e ninguém sabe ao certo onde surgiu e como, mas o que se sabe é sobre o povo Ojibwa, ou Chippewa, índios norte americanos que habitavam a região oeste entre os EUA e o Canadá, em torno do  Lago Superior.
 Enfim, há varias lendas sobre este objeto, uma diz que uma avó da tribo via uma aranha tecer sua teia e quando o neto tentou mata-la a avó a salvou e como agradecimento a aranha ensinou a senhora a tecer teias que essas teias protegeriam as crianças dos maus espíritos dos sonhos.
Já outra lenda diz que a tribo Ojibwa vivia em guerra com outra tribo, e isso trazia maus espíritos que faziam as crianças terem pesadelos, assim, a mãe búfala desceu à terra e pediu para o xamã fazer um arco de salgueiro-chorão e deixar uma aranha tecer sua teia nela, que assim protegeria as crianças. Assim fez, pronto, o arco foi colocado no teto da caba das crianças. Diz a lenda (seja qual for) que quando chega a noite os espíritos bons e maus dos sonhos se levantam mas com esse filtro os maus espíritos ficam presos na teia, enquanto os bons conseguem passar pelo buraco central da teia, e quando os primeiros raios do sol nascem os maus espíritos desaparecem.







Isso não condiz com o primeiro mandamento, amar a Deus acima de todas as coisas, pois Ele é nossa unica e absoluta proteção e salvação. Seguir a moda muitas contradiz toda nossa caminhada, fiquemos atento, pois nem tudo me é permitido.
Marcos A. Inacio

Caso Marco Feliciano: A CNBB não me representa


Dr. Leonardo Bruno
O deputado do PSC e pastor Marcos Feliciano, atual Presidente da Comissão de Direitos humanos da Câmara dos Deputados,revela muitas limitações intelectuais. Por vezes, ele faz declarações errôneas e infelizes no âmbito da religião, da teologia e da política. Entretanto, o pior vício dele não é o seu discurso. Dentro de um país genuinamente democrático, falar bobagens é um direito constitucional. Ser idiota está amparado por lei. Idiotas é que não faltam na Comissão de Direitos Humanos, atochados de petistas, comunistas, socialistas, gayzistas e abortistas. O deputado Jean Wyllys, a senadora Marta Suplicy e o ex-presidente Lula falam asneiras a granel e até agora, para espanto de alguns, ninguém se escandalizou com isso.
Neste ínterim, Marcos Feliciano é até ingênuo e inofensivo. As acusações imputadas contra ele de "racismo" e "homofobia" não se sustentam pelos fatos. O pior vício de Feliciano foi apoiar a presidente Dilma Rousseff e sua ralé no poder. A mesma ralé que exige sua cabeça numa bandeja. As legiões de fanáticos gayzistas e abortistas estão transformando sua vida num inferno. Ele paga o preço de ter sido idiota útil.
O que está em jogo no "affair" Marcos Feliciano não é a sustentabilidade da reputação da "Comissão de direitos humanos", mas sim dos autênticos direitos humanos da liberdade de expressão, de religião e de consciência. Os grupelhos LGBT fanáticos, que outrora controlavam a Comissão, sentiram o gosto de perder a mamata do governo. Os métodos de intimidação e ameaça são reveladores do que pode ocorrer com a ditadura gay que está se consolidando no Brasil. Determinadas entidades, autonomeando-se representantes da sociedade civil, querem banir um deputado eleito pelo povo. Querem criar leis repressivas contra a livre consciência. Querem calar a boca das oposições.
Certos papagaios de facebook e da mídia repetiram um mantra que denuncia sua vocação antidemocrática: "Marcos Feliciano não me representa", como se eles fossem os únicos a serem representados. Quer dizer que os votos dados ao deputado devem ser jogados na lata do lixo? Marcos Feliciano pode não representar os interesses da agenda gay ou dos ditos "movimentos sociais", mas representa os interesses de parte de eleitores reais, que deram seu aval confiando nele. Eleitores cristãos, cidadãos que desprezam toda a cartilha imposta de cima para baixo pela ONU, pelo governo federal e por ongs americanas milionárias, sem qualquer legitimidade na sociedade brasileira. Cidadãos que até o dado momento têm todo o direito de desprezar a conduta politicamente correta rasteira da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Em outras palavras, a política LGBT não representa o povo brasileiro.
Se não bastasse a infamante campanha sistemática de difamação da imprensa e de determinados setores alinhados com o PT contra o deputado, a CNBB, organização representativa da Igreja Católica, entra na briga emitindo uma nota. Ela apóia Marcos Feliciano contra a intimidação LBGT? Que nada! Os católicos de esquerda, entre os quais os bispos de passeata da Teologia da Empulhação, apóiam a agenda homossexual. Apóiam grupos pró-aborto e pró-kit-gay nas escolas. A nota, publicada ano site da CNBB, no dia 22 de março de 2013, foi um tapa na cara dos verdadeiros católicos deste país. Resta-nos saber se a CNBB é realmente uma entidade da Igreja Católica ou dos militantes do PT, já que a sua declaração em nada diverge do governo federal. Não se pode servir a dois senhores. Vejamos:
"A eleição da nova Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) suscitou questionamentos de amplas parcelas da sociedade civil que atuam, historicamente, na defesa e promoção dos direitos humanos e das minorias".
Vamos ver se entendi: colocar doutrinação gay nas escolas, criar legislações contra a liberdade de expressão de cristãos contrários ao homossexualismo e mesmo defender políticas de legalização do aborto são projetos apoiados pelo CNBB? Isso é o que a CNBB defende como "direitos das minorias"?
"A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo vinculado à CNBB, manifesta sua solidariedade a estas mobilizações da sociedade civil, responsável por tornar a CDHM órgão permanente do Legislativo. À CDHM cabe enfrentar as inúmeras violações à dignidade da pessoa humana e estimular os debates e reflexões que favoreçam a criação e efetivação de políticas de Estado em favor da dignidade humana".
A pergunta que não quer calar é: solidariedade a quem? A um pastor que é contra a agenda gay em defesa dos valores cristãos e da família tradicional ou a movimentos que odeiam a Igreja Católica e querem vê-la banida da vida pública?
"Os justos questionamentos à eleição desta Presidência expressam a indignação diante de "acordos políticos" que desconsideraram a essencialidade da CDHM, reduzindo a sua grandeza".
Que grandeza? Defender o aborto irrestrito, retirando os direitos dos nascituros? Doutrinar crianças para o homossexualismo, destruindo a pureza e o senso moral delas, transformando-as em vítimas fáceis da pedofilia? Que "justo questionamento" é esse onde a imposição, a intimidação, a calúnia e a violência são regras?
"O episódio deixa transparecer a frágil e incompreendida pauta dos direitos humanos entre alguns partidos políticos que, ao colocá-la em segundo plano, retrocederam nas suas escolhas e prioridades".
Tadinha da CNBB. A pauta abortista e gayzista dos direitos humanos é "incompreendida". Como devemos compreender uma entidade dita "católica" apoiando tudo aquilo que é contrário à sã doutrina da Igreja?
"A imediata reação contrária à nova Presidência da CDHM reforça a convicção de que a atuação da Comissão no parlamento não pode retroceder e que sua missão transcende os interesses particulares, tendo em vista que os objetivos da CDHM presumem uma interação constante com a sociedade civil".
A CNBB usa uma palavra curiosa: "não retroceder". Não retroceder em relação a o que? O governo federal deve ensinar a "naturalidade" do homossexualismo nas escolas, para crianças de seis a oito anos? Deve legalizar o aborto irrestrito? Deve prender e arrebentar qualquer pastor ou padre que pregue contra o homossexualismo? Essa é a missão que "transcende" os interesses particulares? A nota da CNBB é simplesmente cínica. Ainda mais se acharmos que a CNBB represente realmente os bispos católicos. Se algum clérigo não se escandaliza com tais declarações, infames para a Igreja de Cristo, cretinas de tal ordem que clamam a vingança dos céus; se algum padre ou bispo se sente representado por essa pocilga comunista, lamento dizer: como católico, a CNBB não me representa! Deveria assumir declaradamente seu viés petista e comunista. A CNBB troca a Igreja de Cristo pela voz de Barrabás e trai a família católica brasileira e a fé cristã.
Divulgação: www.juliosevero.com

O Catolicismo e o judaísmo diante do conformismo social da “questão gay”




Ernesto Galli Della Loggia, professor do Instituto Italiano de Ciências Humanas de Florença (SUM), em artigo publicado no jornal Corriere della Sera
***

No século XVIII, na sua batalha contra as religiões oficiais, equiparadas sem tanta cerimônia a muitas outras superstições, o Iluminismo francês, destinado a fazer escola em toda a Europa continental, certamente não teve que lidar somente com o catolicismo. Ao invés. O judaísmo, por exemplo, foi um alvo seu, talvez ainda mais usual: basta pensar nas tantas páginas de Voltaire repletas de insultos contra a religião mosaica.

Depois, entre os anos 1700 e 1800, as coisas mudaram rapidamente. Sobretudo porque o judaísmo mudou. De fato, aconteceu que, na Europa (principalmente ocidental), um grande número de judeus começou a avançar em um percurso de radical emancipação-secularização que os levou a se integrar plenamente com as elites secular-liberais no caminho de tomar o poder em toda a parte: da religião dos pais, conservando ao máximo qualquer vestígio ritual. 

Desde então, a crítica antirreligiosa de ascendência iluminística começou a pôr na mira, no âmbito ocidental, quase que exclusivamente o catolicismo
, quase como se ele fosse a única religião que restou na face da terra. Uma tendência que foi se afirmando cada vez mais, especialmente na Itália, e muitas vezes – é preciso dizer – com o consenso tácito de grande parte da intelligentzia de origem judaica, mais ou menos favorável a valorizar implicitamente a ideia – bizarríssima, mas muito “politicamente correta” – de que, no fim das contas, o judaísmo não é nem uma religião. Ou é, mas tão diferente de todas as outras, tão diferente, que, no fim, não é!

Especialmente na Itália, eu escrevi. E, de fato, quando entre nós [italianos] se falar sobre assuntos que, de algum modo, envolvem a fé religiosa, o judaísmo tende a não ter e/ou não fazer parte alguma. E, portanto, ele tende a não ser mencionado nunca. Basta pensar em toda a discussão sobre a liceidade da engenharia genética, da eutanásia ou do matrimônio entre homossexuais. 

Debatendo-se sobre essas coisas, é como se o judaísmo tivesse descido nas catacumbas, tanto a sua voz é tênue ou ausente. Com o resultado de que a voz da Igreja Católica, ao invés, é facilmente apresentada como a única que, em nome de uma visão religiosa, está empenhada em defender posições.

Ao invés, para nos lembrar de que as coisas não estão assim, de fato, e de que justamente sobre os assuntos que eu citava antes são, vice-versa, muito profundos os laços teológicos e doutrinais entre o judaísmo e o catolicismo (e o cristianismo em geral, eu diria), socorre-nos um recente documento importante de uma autoridade do judaísmo europeu como o Grão-Rabino da FrançaGilles Bernheim, intitulado “Matrimônio homossexual, homoparentalidade e adoção”.

Bernheim inicia com o ponto decisivo, isto é, contestando que tais temas tenham como verdadeira questão em jogo um problema de igualdade de direitos. O que está em jogo, ao invés, escreve ele, é “o risco irreversível de uma confusão das genealogias, dos estatutos e das identidades, em detrimento do interesse geral e em benefício do de uma ínfima minoria”. 

De um modo que me parece compartilhável até do ponto de vista de um não crente, ele desmonta um a um os argumentos habitualmente usados em favor do casamento homossexual: da exigência de proteção jurídica do potencial conjunto, à importância do querer-se bem (”não se pode reconhecer o direito ao matrimônio a todos aqueles que se amam pelo simples fato de que se amam”: por exemplo, a uma mulher que ama dois homens); às razões afetivas que justificariam a adoção de uma criança por parte de um casal homossexual. 

“Todo o afeto do mundo não basta para produzir as estruturas psíquicas basilares que respondem à necessidade da criança de saber de onde vem. A criança não se constrói a não ser diferenciando-se, e isso pressupõe, acima de tudo, que ela saiba a quem se assemelha. Ela precisa saber que é o fruto do amor e da união de um homem, seu pai, e de uma mulher, sua mãe, em virtude da diferença sexual dos seus genitores”. 

E ainda: “O pai e a mãe indicam à criança a sua genealogia. A criança precisa de uma genealogia clara e coerente para se posicionar como indivíduo. Desde sempre e para sempre, o que constitui o humano é uma palavra em um corpo sexuado e em uma genealogia”.

Bernheim não só enfrenta de peito aberto o propósito caro a muitos militantes homossexuais de substituir o conceito sexuado de “pais” por aquele assexuado e vazio de “parentalidade” e de “homoparentalidade”, mas também argumenta que não se pode falar de forma alguma de um direito de ter um filho: “O sofrimento de um casal infértil não é uma razão suficiente para obter o direito à adoção. A criança – ressalta – não é um objeto, mas sim um sujeito de direito. Falar de direito a ter um filho implica uma instrumentalização inaceitável”.

Naturalmente, as páginas mais densas do documento são aquelas em que, opondo-se à ideia cada vez mais difundida de que o sexo, longe de ser um fato natural, representa uma construção cultural, o Grão-Rabino, fortalecido com o relato do Gênesis, afirma, ao invés, “a complementaridade homem-mulher como princípio estruturante do judaísmo”, correspondendo ao plano mais íntimo da criação. 

“A dualidade dos sexos – escreve – pertence à construção antropológica da humanidade” e é desejada por Deus também como “um sinal da nossa finitude”. Nenhum indivíduo pode pretender de ser autossuficiente, representar todo o humano, a partir do momento em que, com toda evidência, “um ser sexuado não é a totalidade das espécies”.

O leitor deve ter notado a forte semelhança de muitas das coisas ditas por Bernheim com as defendidas pelo magistério católico (não por acaso, recentemente, Bento XVI citou calorosamente o documento do Grão-Rabino francês). Na realidade, as vozes conjuntas do judaísmo e do catolicismo, quando evocam o que está efetivamente em jogo nesse caso – isto é, as próprias bases da sociedade em que queremos viver, a existência ontológica de dois sexos distintos, a aliança do homem e da mulher na instituição chamada a regular a sucessão das gerações, além do risco de anular de modo irreversível tal sucessão –, no momento em que fazem isso, parecem confirmar o que foi defendido à época por Jürgen Habermas acerca da importância que tem e deve ter o ponto de vista da religião no discurso público das nossas sociedades. 
Tal ponto de vista, de fato, muitas vezes é precioso para compreender – por todos, crentes e não crentes, de toda pessoa livre – o que essas sociedade hoje têm o poder de fazer. E, portanto, para medir a ruptura que as suas decisões podem representar com relação às raízes mais profundas e vitais da nossa antropologia e da nossa cultura.

Mas do Grão-Rabino Bernheim chega outra lição. Isto é, como é importante que a discussão pública seja conduzida com coragem, desafiando o conformismo que muitas vezes anima a intelectualidade convencional e o mundo da mídia. Como é que é importante que personalidades com autoridade (por exemplo, os psicanalistas) não tenham medo de fazer ouvir a sua opinião: mesmo quando ela não é conforme ao que aparece no mainstream das ideias dominantes. 

É uma lição particularmente essencial. Onde é cada vez mais raro ouvir vozes destoantes e provenientes de bocas insuspeitas, onde é cada vez mais forte a tentação de ter razão colando rótulos a quem discorda, em vez de discutir os seus argumentos, onde estão cada vez mais prontos a libertar impiedosamente os reflexos condicionados dos pertencimentos. 

Onde – especialmente quando se trata de certas questões – não deixa de se fazer ouvir pontualmente o preconceito que tende a fazer do catolicismo o bode expiatório mais adequado para ser apontado para a execração pública pelas vestais do iluminismo e para ver chover sobre si todas
 as culpas (e todas as supostas culpas) do caso.

Assista o vídeo: Veja um belo exemplo de como evangelizar com criatividade!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cientistas japoneses decifram parcialmente conteúdo dos sonhos

sonho, saúde
© Flickr.com/Kaptain Kobold/cc-by-nc-sa 3.0

Uma equipe de cientistas japoneses anunciou ter conseguido decifrar parcialmente o conteúdo dos sonhos, uma experiência intrigante que consideram útil para a análise do estado psíquico, a compreensão das doenças psicológicas e até mesmo o controlo de máquinas através do pensamento.

"Há muito tempo que os humanos se interessam pelos sonhos e os seus significados, mas até agora apenas a pessoa que sonha conhece o conteúdo do seu sonho", explicam os cientistas do laboratório de Yukiyasu Kamitani do Instituto Internacional de Pesquisas de Telecomunicações Avançadas (ATR) de Kyoto.
Para avançar na compreensão científica dos sonhos, os cientistas criaram um dispositivo para decodificar as imagens que uma pessoa observa durante a fase onírica.
Para tal, registaram repetidamente a atividade cerebral de três pessoas durante a fase de sonho. Quando aparecia no monitor de análises um sinal correspondente a uma fase de sonho, os cientistas despertavam os voluntários e perguntavam que imagens tinham acabado de ver. A operação foi repetida mais de 200 vezes por pessoa.
Este exercício permitiu criar uma tabela de correspondências entre a atividade cerebral e objetos ou temas de diversas categorias (alimentos, livros, personalidades, móveis, veículos, etc.) observados nos sonhos: uma espécie de léxico que associa um sinal cerebral a uma imagem.
Ao ter sido criada esta base de dados, a exploração da actividade cerebral através de ressonância magnética permitiu saber que imagens as pessoas viam durante os sonhos, graças ao registro dos mesmos sinais característicos.
Em 60 a 70% dos casos, a predição foi exata.
"Os nossos resultados demonstram que a experiência visual durante o sonho é representada por padrões específicos de actividade cerebral, o que permite decifrar o conteúdo dos sonhos", explicou a equipe do professor Kamitani.
-- Diário Digital

Incêndio na boate: Acidente ou sacrifício?



Incêndio na boate: Acidente ou sacrifício? [Atualizado com mais evidências - Música do Filme de Cazuza na Rede Globo]

Atualização:

E depois da tragédia na Boate Kiss, a Rede Globo Illuminati de Televisão, transmite em sua programação o filme "Cazuza: O Tempo Não Para", onde logo na primeira cena, aparece o personagem cantando a música "Smoke On The Water" da Banda "Deep Purple", com a seguinte letra (veja um trecho):



Were at the best place around
But some stupid with a flare gun
Burned the place to the ground

Smoke on the water, fire in the sky
Smoke on the water

They burned down the gambling house
It died with an awful sound
Funky & Claude was running in and out
Pulling kids out the ground

Tradução:

Estavam lá no melhor lugar
Mas algum estúpido com um sinalizador
Incendiou o local até o chão

Fumaça sobre a água, fogo no céu
Fumaça sobre a água

Eles queimaram totalmente a casa de jogos
A casa ruiu com um som terrível
Funky claude correu pra todo lado
Tirando as crianças do local





Qual foi a intenção deles?

Isso não aumenta a suspeita que tal tragédia foi premeditada?

Tira suas conclusões...

Segue o artigo anterior:




Veja estas "coincidências" sobre a tragédia que houve em uma boate em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O incêndio deixou mais de 230 mortos, além de inúmeros feridos.

Sei que pode soar um pouco impróprio, tratar este evento desta forma, mas como este site aborda temas e assuntos que não estão na mídia comum, acho importante publica-los.

Será que este incêndio foi premeditado?

Lembrando que o dia 27 de janeiro (2+7=9) é o dia Internacional em Memória do Holocausto.

Confira este texto na íntegra, do jeito que foi escrito, que está circulando pela internet. Tire suas conclusões...

[sic] "Todo mundo falando da tragédia que aconteceu, eu vou falar o que eu acho(eu sei que não tem nada a ver com a pagina, mais *).

'EU' não acho que isso foi um acidente ou coisa do tipo, se vocês ligarem as coisas podem perceber isso também.

O cartaz da banda, era uma caveira pegando foco e no fundo varias caveiras dançando pegando fogo também.


Agora começa a coisa mais estranha, a última musica que foi tocada foi Die Young, que traduzindo significa Morrer Jovem.

Na boa, os seguranças fecharam TODAS AS PORTAS, vei, se alguém chegasse e falasse que estava havendo um incêndio é claro que iriam abrir as portas, até porque eles não iriam querer morrer e muito menos serem acusados por serem responsáveis pela morte de mais de 200 pessoas.

Uma coisa estranha também é que uma sobrevivente disse que viu uma mulher de vestido vermelho sorrindo pra todos (isso é bizarro).

Agora, ta vendo esse cara aqui que tirou foto do lado do cartaz da banda?



Foi ele quem jogou o sinalizador que fez começar o "incêndio acidental" (eu não acredito nessa história que foi um acidente).

Além disso tudo que é super estranho,na página da Kiss no facebook foi postado assim "hoje temos a banda gurizada, a kiss VAI PEGAR FOGO" logo depois do incêndio o post foi apagado,estranho não?E uma coisa SUPER estranha foi que o só morreu UM integrante da banda (ele era o mais novo) só porque ele não conseguiu sair da fumaça,o outros mal se feriram, se não fosse por isso, todos os integrantes da banda estavam bem e VIVOS.

Na boa,eu não acho que isso foi um acidente,uma boate não pode pegar fogo do nada e iniciar um incêndio só por causa de um sinalizador gente,eu não acho que 233 pessoas morreram assim nesse incêndio que aconteceu do nada, não concordam"? [sic]



Fonte: http://forum.jogos.uol.com.br/esse-incendio-foi-premeditado_t_2366872

Leia mais: http://www.libertar.in/2013/01/polemica-incendio-em-boate-em-santa.html#ixzz2PeIiuVIf

Um quarto dos americanos acredita que Obama seja o Anticristo


Um quarto dos americanos acredita que Obama seja o AnticristoUm quarto dos americanos acredita que Obama seja o Anticristo
Uma pesquisa do Public Policy Polling indica que cerca de 13% dos norte-americanos acreditam que Barack Obama realmente é o Anticristo, a encarnação do mal que a Bíblia explica que virá para enganar as pessoas durante o Fim dos Tempos. Outros 13% acreditam que ele “pode ser” o Anticristo. Somados, 26% da população acredita que o presidente esteja ligado a esse personagem bíblico.
A pesquisa foi feita mês passado com 1.247 americanos adultos, todos votantes e tem uma margem de erro de 2,8% para mais ou para menos. Curiosamente, 5% das pessoas que responderam a pesquisa disseram que votaram em Obama mesmo acreditando que ele possa ser o Anticristo.
Embora os americanos sejam conhecidos por acreditarem e divulgarem um grande número das chamadas “teorias da conspiração”, não é a primeira vez que esse tipo de pesquisa é realizada. Desde sua primeira eleição, em 2009, líderes religiosos vem fazendo esse tipo de afirmação e voltaram a fazê-lo quando Obama foi reeleito.
Mesmo tendo declarado publicamente que “Jesus Cristo é o Senhor” ao ser chamado de Anticristo, outer pedido pela ajuda de Deus quando assumiu seu segundo mandato no início deste ano, muitos americanos acreditam que ele, na verdade, é muçulmano.
A nova pesquisa pode ter sido influenciada por um episódio recente, sobre o qual a Casa Branca não se pronunciou.  Durante a exibição de um episódio recente da minissérie “A Bíblia”, o personagem que vivia Satanás tinha uma grande semelhança com o presidente Obama. O assunto chegou a ser um dos mais comentados no Twitter, embora os produtores da série neguem que a escolha do ator Mehdi Ouzaani para o papel foi por isso. Com informações de WND.

Estudo revela que mentir faz mal para saúde


Que mentir é pecado todo cristão já sabe, mas que faz mal à saúde nem todos sabiam. Uma pesquisa realizada por psicólogos afirmam que o ato de mentir causa problemas físicos e psicológicos em curto prazo.
Para chegar a essa conclusão os pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, analisaram por dez semanas os efeitos da honestidade em uma pessoa.
Foram cem indivíduos analisados com idades entre 18 e 71 anos, os psicólogos dividiram em dois grupos, sendo que metade deles foram instruídos a evitar perguntas que pudessem acarretar em mentiras e a outra metade liberada para enganar.
Semanalmente os responsáveis pelo estudo examinavam os pacientes através de polígrafos e chegaram à conclusão de que o grupo honesto apresentou uma saúde melhor que os mentirosos apresentando em média quatro vezes menos queixas ligadas à saúde mental e três vezes menos reclamações de dores físicas.
A psicóloga que liderou o estudo, Anita Kelly, explicou que a intenção da pesquisa era saber se viver honestamente pode melhorar a saúde já que nos Estados Unidos a média é que cada pessoa minta 11 vezes por semana.
Kelly percebeu que os participantes da equipe honesta conseguiram reduzir o número de mentiras em torno da quinta semana de prática, uma mudança no comportamento que resultou na melhora das relações mais próximas.
Para não mentir muitas pessoas conseguiram contornar perguntas complicadas fazendo outras perguntas e trocando de assunto, em outras condições falar a verdade foi a escolha que fez com que muitos dos participantes evitassem inventar desculpas.

Pais serão obrigados por lei a matricular filhos de 4 anos na pré-escola


Julio Severo
Pais de crianças de 4 anos serão agora obrigados a matricular seus filhos na pré-escola. A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje (5 de abril) lei, aprovada por seu antecessor Lula, que efetua mudanças radicais nas diretrizes e bases do ensino (LDB), ao determinar que a educação básica agora é obrigatória dos 4 aos 17 anos. Com isso, todos os pais deverão matricular mais cedo seus filhos na escola.
Em 2009, uma emenda constitucional defendida pelo PT deu ao governo poderes para obrigar os pais a colocar os filhos em instituição escolar a partir dos 4 anos de idade, garantindo que as crianças sejam doutrinadas o mais cedo possível.
Pela lei, os pais que não matricularem os filhos de 4 anos estarão sujeitos às ações e intrusões dos agentes do Conselho Tutelar.
O controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.
Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:
* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.
* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.
* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.
* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".
* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.
Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle estatal sobre as crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a Folha de S. Paulo, na época em que o governo Lula aprovou sua lei de escravidão educacional para crianças de 4 anos (sancionada hoje pela dama vermelha Dilma), o governo e a China haviam anunciado a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.
O que fazer agora? Os cristãos da antiga Roma assassina se protegiam nas catacumbas para ensinar de Cristo e a Bíblia. Hoje o governo socialista do Brasil obriga os pais cristãos a voltar às catacumbas.
O único modo de proteger nossos filhos de 4 anos da voracidade do monstro estatal é confiando em Cristo e recorrendo à educação escolar em casa. Para mais informações, visite o Blog Escola Em Casa: http://escolaemcasa.blogspot.com/
Com informações do G1 da Globo e outras agências de notícias.

Marca “Coca-Cola” é mais conhecida que Jesus Cristo, indica pesquisa mundial.


Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Interbrand, mostrou que a Coca-Cola era a marca mais conhecida do mundo de 2012. Criada em 1886, a multinacional produz cerca de 3.500 produtos, está presente em todos os 200 países do globo e investe por ano aproximadamente dois bilhões de dólares em publicidade.

Alguns dados sobre a produção e a influência do refrigerante são surpreendentes. Ao redor do planeta, 94% das pessoas reconhecem o nome e o logotipo da Coca-Cola, mas apenas 54% da população identificam a cruz como símbolo do Cristianismo e sua associação com Jesus Cristo.
O Instituto de Consultoria de Marketing Sri Sharada estudou as estratégias de promoção da Coca-Cola e afirma : “A pesquisa garante que essa marca é reconhecida por mais de 94% da população do mundo. Há muitos fatores que contribuem para o sucesso da Coca-Cola, no entanto, os principais fatores de seu sucesso são inovação, marketing, e globalização”.
Segundo o site Unfinished Task [Tarefa inacabada], que acompanha o crescimento da população e o número total de cristãos, estima que dos quase 7 bilhões de habitantes do planeta, 3.6 bilhões de pessoas “não tem oportunidade de ouvir e compreender o Evangelho.”
The Christian Post.
Confira um infográfico (em inglês):

Revista TIME: Ascensão dos imigrantes pentecostais de origem latina pode mudar cenário religioso dos EUA.



Mesmo em tempos de internet, a revista Time ainda é considerada uma das mais influentes do mundo. Na semana passada, sua matéria de capa foi sobre o julgamento de legitimidade do casamento gay na Suprema Corte. Esta semana, abordou a grande influência das igrejas evangélicas latinas no cenário atual.
“The Latino Reformation”, diz a manchete em letras amarelas, o subtítulo anuncia: “por dentro das igrejas hispânicas que estão transformando a religião na América”. De maneira direta, a publicação reconhece que existe uma mudança no cenário religioso dos Estados Unidos, que poderá influenciar todo o mundo no futuro.
A ascensão da influência latina já foi reconhecida politicamente nas últimas eleições presidenciais. Os estudiosos já apontavam anos atrás que, enquanto a maioria dos brancos estão cada vez menos religiosos, a “Reforma Latina” faz com que igrejas frequentadas pelos latino-americanos ou seus descendentes dobrem de tamanho em poucos anos.
Assim como em seus países de origem, muitos desses fiéis eram católicos, mas acabaram sendo atraídos pelos cultos pentecostais, sua música alegre e promessa de milagres e prosperidade. Em especial para os imigrantes de primeira geração, as igrejas tornaram-se uma espécie de refúgio, quase uma nova família longe de casa.
Com os recentes debates no Congresso americano sobre leis de imigração, milhares desses evangélicos latinos poderão ficar de vez nos Estados Unidos, o que certamente influenciará as próximas gerações. Afinal, os evangélicos latinos são o segmento que mais cresce na igreja da América. Segundo o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, mais de dois terços dos 52 milhões de latinos que vivem nos EUA são católicos.
Um dos sinais claros desta crescente influência é a consolidação de megaigrejas hispânicas, com cultos em espanhol. Não mais como um ministério dentro das igrejas cuja maioria dos membros é nascido nos EUA e só fala inglês.
O Pastor Wilfredo De Jesús, por exemplo, lidera a Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, em Chicago, com 17.000 mil membros. Em 2000, eram apenas 100 pessoas por culto. Essa é, hoje, a maior igreja das Assembleias de Deus de todos os Estados Unidos. E o processo se inverteu, são as igrejas latinas que hoje tem um ministério em inglês para alcançar as gerações mais jovens, que não domina ou não quer falar espanhol.  Além disso, tornou-se mais fácil enviar e sustentar missionários para países latinos onde os evangélicos ainda são minoria, mas o dólar continua forte.
A ascensão dos evangélicos latinos cada vez mais se torna um desafio, tanto para a Igreja Católica quanto para a Convenção Batista do Sul (SBC), a maior denominação evangélica dos EUA. Richard Land, ex-presidente da Comissão de Ética da SBC e da Comissão da Liberdade Religiosa, desafiou os pastores batistas há quatro anos a investir na evangelização dos latinos. Ele estima que 40% dos Batistas do Sul são imigrantes em situação irregular no país. Rick Warren, pastor da Igreja Saddleback, na Califórnia, admite ”O maior crescimento de todos ocorre nas igrejas pentecostais”, disse. ”É uma história que não pode ser mais ignorada”.

Papa Francisco: não são os magos que nos salvam, nem os tarôs ou nós mesmos, somente Jesus salva



Cidade do Vaticano (RV) - Somente no nome de Jesus há salvação: foi o que disse o Papa na manhã desta sexta-feira na breve homilia da missa presidida na capelinha da Casa Santa Marta, no Vaticano. Participaram da celebração alguns sediários pontifícios e um grupo de funcionários da Farmácia vaticana.

Comentando as leituras desta Sexta-feira da Oitava de Páscoa, o Santo Padre recordou com São Pedro que somente no nome de Jesus somos salvos: "Em nenhum outro há salvação".

Pedro, que havia renegado Jesus, agora com coragem, na prisão, dá o seu testemunho diante dos chefes judeus, explicando que é graças à invocação do nome de Jesus que um paralítico é curado. É "aquele nome que nos salva". Pedro não pronuncia aquele nome sozinho, mas "repleto do Espírito Santo".

De fato – explicou Francisco –, "nós não podemos confessar Jesus, não podemos falar sobre Jesus, não podemos dizer algo sobre Jesus sem o Espírito Santo. É o Espírito que nos impele a confessar Jesus ou a falar sobre Jesus ou a ter confiança em Jesus. Jesus que está no nosso caminho da vida, sempre".

Francisco contou um fato: "na Cúria de Buenos Aires trabalha um homem humilde, trabalha há 30 anos; pai de oito filhos. Antes de sair, antes de fazer as coisas, sempre diz: 'Jesus!' E eu, uma vez, perguntei-lhe: 'Por que você sempre diz 'Jesus'?' Quando eu digo 'Jesus' – disse-me este homem humilde – me sinto forte, sinto poder trabalhar, e sei que Ele está a meu lado, que Ele me protege'".

"Este homem – observou – não estudou Teologia, tem somente a graça do Batismo e a força do Espírito. E esse testemunho – afirmou o Papa Francisco – me fez um grande bem": porque nos recorda que "neste mundo que nos oferece tantos salvadores" somente o nome de Jesus salva.

Para resolver seus problemas, muitos recorrem aos magos ou aos tarôs – ressaltou. Mas somente Jesus salva "e devemos dar testemunho disso! Ele é o único".

Por fim, fez um convite a ter Maria como companheira: "Nossa Senhora nos conduz sempre a Jesus", como fez em Caná quando disse: "Fazei aquilo que Ele vos disser!" Assim, confiemo-nos ao nome de Jesus, invoquemos o nome de Jesus, deixando que o Espírito Santo nos impulsione "a fazer esta oração confiante no nome de Jesus – concluiu Francisco – ... nos fará bem!". (RL)