quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Estátua do Menino Jesus chora lágrimas de sangue.




Queridos irmãos, queridas irmãs, que a paz de Jesus e a ternura de Maria e a proteção de São José estejam com cada um.

Como mensagem de Natal, envio-lhes este relato, feito por Irmã Emanuel, aquela mesma irmã que sempre nos mantém informados sobre as últimas ocorrências em Medjugorje.

Esta estátua do Menino Jesus tem uma história pouco comum. Um franciscano de Cava de’ Tirreni (perto de Salerno) foi a Israel em Outubro de 2010 e, ao ver esta imagem, logo a comprou. De volta à Itália, deixou o embrulho numa sala do convento e foi deitar-se. Na manhã seguinte, uma voz muito doce o acordou: “Abre-me, estou sufocando!”. Assustado, pensou que fosse a voz de sua mãe falecida. Depois, abriu o embrulho que trouxera de Israel . E eis que a estátua tinha chorado lágrimas de sangue! Chamou o seu Bispo que, justamente naquele dia, estava no convento. Também ele constatou as lágrimas ainda frescas ao longo do rosto de Jesus.

Foram logo chamadas as autoridades, peritos, etc. Depois de cuidadosas análises, o fato foi declarado autêntico. O sangue é verdadeiro sangue humano, e tem as mesmas características que o do Sudário de Turim. Um ano mais tarde, a 24 de outubro de 2011, a imagem é exposta à veneração dos fieis. 

O Natal está chegando e nós já preparamos a manjedoura. O Menino Jesus será colocado nela e reuniremos nossa família para venerá-lo, adorá-lo e nos maravilharmos por sua vinda entre nós. E, no entanto, há dois anos este menino chorava lágrimas de sangue! O que Ele quer dizer com isso? Que mensagem deseja transmitir-nos? Por que estava sufocando dentro da sua caixa?

Jesus disse: “O que fizestes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes”. Então, o que fizemos? O que deixamos de fazer?

Nós embelezamos a história de Natal, acrescentamos grinaldas no estábulo e colocamos pequenas lâmpadas (não havia nenhuma luz no estábulo), nós tornamos tudo muito agradável de ver. Mas podemos interrogar-nos: “Menino Jesus, Tu, se nos falasses hoje, o que nos dirias? Por que choras? Que nova angústia mortal Te faz derramar lágrimas de sangue? Em que novo Getsêmani está mergulhado o Teu coraçãozinho, que é só amor? 

Cada um dará a sua resposta. Mas estas lágrimas não devem passar-nos despercebidas, elas nos sacodem! Sim, o que deixamos de fazer? Porque, mais do que nunca, temos ocasião de enxugar as lágrimas do rosto deste Menino! Todos nós podemos secar ao menos uma dessas lágrimas de Sangue. E isso por meio de uma simples oração feita com o coração, pelo abandono de um pecado grave, pela firme decisão de perdoar a alguém, por um jejum oferecido por uma mãe que planeja o aborto, por uma visita a um vizinho que vive na solidão, por uma ajuda discreta a uma mãe de família em dificuldade... O Menino Jesus é tão humilde que aceita tudo, mesmo o mais pequenino sinal de afeto! 25 de Dezembro não é, porventura, o dia do Seu aniversário? Ele não tem direito ao 1º lugar nas nossas celebrações e aos mais belos presentes sob a nossa árvore de Natal?

Pequeno Menino Jesus, pela Tua inocência, vem curar os nossos corações sufocados pelas vãs preocupações do mundo! Nós não queremos deixar-Te gemer na Tua caixa fechada enquanto nos “divertimos” longe de Ti. Ao contrário, Te abrimos as nossas portas! Queremos ter-Te conosco em todo o tempo e lugar, levar-Te no nosso coração ferido como o filho predileto do qual nos orgulhamos! Porque “Tu és o mais belo dos filhos dos homens! Expande-se a graça em Teus lábios” (Sl 44,3). Não tenhas medo, Menino Jesus, não Te faremos mais nenhum mal, fica conosco; sem Ti estamos perdidos! Tu és a nossa alegria e a nossa glória!
Fonte: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com

Nossa Senhora das Flores, você a conhece?





29 de Dezembro 
A tradição secular conta que na periferia da cidade de Bra, em Cuneo, nordeste da Itália, na estrada que hoje conduz à Turim, existiam duas trilhas campestres que se uniam num só caminho, conduzindo ao centro habitado. Nele havia um muro de pedra, circundado por olmos, plátano e arbustos de ameixas silvestres, com um nicho contendo uma singela imagem de Nossa Senhora, pintada por mãos inábeis. 

No frio anoitecer de 29 de dezembro de 1336, uma jovem esposa de nome Egídia Mathis, quase no final da gravidez, voltava para casa por esse caminho, quando foi assediada por dois soldados mal intencionados. Desesperada, não sabendo como se defender de ambos, Egídia correu até cair de joelhos diante da imagem de Nossa Senhora invocando seu auxílio. Uma luz muito forte saiu do nicho e atingiu os dois soldados que fugiram apavorados. 

A moça, cansada da exaustiva corrida, teve antecipado as dores do parto e deu a luz a um menino entre os arbustos das ameixeiras silvestres, ressequidos pelo rigoroso inverno. Ao lado dela esteve todo o tempo Nossa Senhora que a confortava com doces palavras e envolveu a inocente criatura uma cândida mantinha. Logo depois, Egídia recobrou as forças, agradeceu a bela Senhora, e com o bebê nos braços foi rápido para casa. 

Os parentes, sabendo da prodigiosa aparição, espalharam a notícia enquanto se dirigiam ao local, mas lá não encontram nada, a não ser as ameixeiras silvestres maravilhosamente floridas, apesar da rígida estação. A surpresa maior foi notar que as que estavam mais distantes do referido muro, continuavam sem flores. Desde então, a cada inverno se repete o misterioso e excepcional desabrochar das flores brancas de Nossa Senhora, com antecipação de três meses. 

Assim surgiu em Bra a devoção à Nossa Senhora das Flores, que teve logo sua primeira capela, no local da aparição à Egídia. Em 1626 ela deu lugar à um Santuário e foi erguida uma alta coluna para a estátua da Virgem, no meio das ameixeiras. 

Fonte: www.paulinas.org.br

Meu bebê de cabeça para baixo: Mãe gasta 10 semanas, 24 horas por dia, em uma cama inclinada para evitar aborto


Por ANDY DOLAN


    Depois de sofrer dois abortos Donna Kelly estava desesperadamente preocupada que seu próxima gravidez iria acabar da mesma maneira.
Então, quando os médicos disseram a seus cinco meses de gravidez que ela estava em alto risco de perder outro bebê, ela prontamente concordou com a sua solução radical.
Por 10 semanas, 24 horas por dia, ela estava "de cabeça para baixo" em uma cama de hospital, até que ela deu à luz uma filha saudável, Amelia.
Desafiando a gravidade: Donna Kelly demonstra como ela passou três meses deitado com os pés acima de sua cabeça durante a gravidez
Desafiando a gravidade: Donna Kelly demonstra como ela passou três meses deitado com os pés acima de sua cabeça durante a gravidez.
A ultra-sonografia mostrou que o dano no pescoço do seu ventre, ou colo, significava que o bebê havia caído muito baixo.
Para alterar a força da gravidade no colo do útero, ela ficou em uma cama inclinada em um ângulo de 45 graus com os pés apontando para cima.
Ela tinha que comer, ler e ver televisão na cama do Hospital Universitário de Coventry, ficando apenas de fora para ir ao banheiro.
 Sra. Kelly, que desistiu de trabalhar como enfermeira de ginecologia após o nascimento de seu filho Joshua, há quatro anos, disse: "Fiquei surpreso quando ela me disse para deitar na cama à uma inclinação, mas eu estava pronto para dar nada tentar.
"Isso me fez sentir mal no começo, mas depois de alguns dias meu corpo ajustado e eu logo me acostumei.
"Apoiei-me até com travesseiros e vice-barreira da cama me impediu de cair fora.
"Eu ainda tenho que ficar na cama para comer rolando ao meu lado, mas eu sempre ter um braço morto até o final. Poderia ser chato às vezes mas eu sabia que não seria tão doloroso como perder o meu bebê. "
Próspera: Mrs Kelly com sua filha Amelia agora com 17 semanas
Próspera: Mrs Kelly com sua filha Amelia agora com 17 semanas
Os médicos disseram Sra. Kelly e seu marido Mark, 32, um engenheiro Sky instalação de televisão, que o nascimento natural de Josué pode ter permanentemente enfraquecida colo do útero. Eles pensam que esta fez com que ela abortasse, em janeiro de 2009 às 23 semanas e novamente em maio de 2010 às 19 semanas.
Desta vez, Sra. Kelly foi dada creme contendo o hormônio progesterona para ajudar a fortalecer o colo do útero e prevenir a infecção.
Ela também foi submetido a um ponto do colo do útero com 14 semanas para fortalecer o colo do útero, mas por 23 semanas o colo do útero tinha reaberto.
Professor Siobhan Quenby, um especialista em abortos recorrentes, disse o casal a única chance de prevenir outro aborto era reduzir a pressão sobre o colo do útero Sra. Kelly, fazendo-a deitar em uma inclinação.
Enquanto sua mãe estava no hospital, Josué foi para a creche, mas visitá-la todas as noites com seu pai. Sra. Kelly deu à luz a  Amelia por cesariana de emergência em agosto, após suas águas quebrou seis semanas mais cedo.
Amelia passou duas semanas em uma incubadora na UTI antes de o casal foi autorizado a levá-la para sua casa Coventry, onde ela está agora florescendo.
Sra. Kelly acrescentou: "Outro dia me disse Josué,". Mamãe, eu amo ser um big brother " Para mim que faz tudo valer a pena. "
Professor Quenby disse que há várias causas de fraqueza cervical, incluindo danos causados ​​por partos anteriores e abortos, citologias e tratamento de células pré-cancerosas. "Fraqueza cervical Donna era mau como você pode obter", acrescentou. "É o mais fraco que eu já tratadas.
"O conceito de manter uma mulher em uma inclinação é relativamente simples - é física básica -. E embora possa parecer estranho, é muito eficaz"
Professor Quenby disse que custa cerca de £ 300 por dia para manter um paciente em hospital, mas o custo de cuidar de um bebê prematuro no hospital é de cerca de £ 2.000 por dia.
Fonte: Mailonline

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A gravidade da traição no namoro


Sinal de imaturidade e de falta de responsabilidade

Embora no namoro não exista o compromisso definitivo como no casamento, e não seja um sacramento, a traição realizada nesse relacionamento não deixa de ser uma falta grave, especialmente se envolveu um relacionamento sexual com outra pessoa. Neste caso, além da falta da traição, há o grave pecado de fornicação, sexo antes ou fora do casamento vivido por duas pessoas que não são casadas. Não custa lembrar o que disse São Paulo sobre a gravidade desse pecado: “Nem nos entreguemos à fornicação, como alguns deles se entregaram, de modo a perecerem [...]” (1 Cor 10,8).
Mas, mesmo que não tenha havido fornicação e a traição tenha sido de outra forma, por exemplo, começar a namorar outra pessoa sem terminar o primeiro namoro, a falta é grave, pois trair alguém é ferir profundamente a pessoa que lhe confiou a intimidade e de certa forma a vida. Toda traição, por menor que seja, deixa marcas e traumas no coração da pessoa enganada.
Muitos jovens têm medo de partir para um novo namoro porque experimentaram a dor de uma traição e temem ser novamente traídos e enganados e sofrem muito por isso. “Será que eu não serei decepcionado (a) novamente?”.
É preciso dizer a essas pessoas que foram duramente machucadas, que lutem contra esse sentimento de medo e de derrota e que enfrentem um novo relacionamento com coragem e sensatez. Não é porque você foi traído uma vez que obrigatoriamente o será novamente; não; as pessoas são diferentes. Aproveite a experiência que você acumulou com essa traição; sabemos que mesmo do pior mal Deus sabe tirar algum bem para os que O amam.
O namoro é um tempo de conhecimento e de escolha, no qual cada um precisa se revelar ao outro e mostrar de certa forma o seu interior. Mas isso há que ser feito num ambiente de fidelidade para que possa acontecer com sinceridade e transparência. O compromisso de namoro pode ser rompido de comum acordo ou mesmo somente por apenas uma das partes, pois não é uma aliança definitiva.
Penso, contudo, que, como todo pecado, a traição também possa ser perdoada se, de fato, o culpado se arrepender sinceramente e der provas disso, mas precisa saber que “o vaso de cristal foi trincado”; a confiança do outro não será mais a mesma porque a marca ficou gravada no coração. Sempre poderá surgir no pensamento da pessoa traída a pergunta: “Será que ele (a) não me trairá novamente?”
Então, se desejamos um namoro belo e íntegro, neste deve haver fidelidade; não pode ser comprometido com sinalizações afetivas para com outra pessoa, mesmo de maneira disfarçada. Ninguém é obrigado a namorar, mas todo (a) namorado (a) é obrigado (a) moralmente a ser fiel ao outro, sob pena de se diminuir diante de si mesmo; é uma questão de caráter, algo que infelizmente hoje não é muito cultivado.
Quem trai no namoro é alguém que não sabe ainda a importância desse relacionamento e que, por isso, faz dele apenas um meio de diversão ou de busca de prazer ou outras aventuras. Traição é sinal de imaturidade e de falta de responsabilidade. É prova de que não se sabe amar; é sinal de egoísmo que aceita destruir o sentimento do outro para viver uma nova aventura amorosa.
Se alguém acha que não está satisfeito com o namoro, então, este pode romper com o compromisso, sem problemas, mesmo que a outra parte queira continuar o relacionamento. Mas o que não deve acontecer é a traição.
Prof. Felipe Aquino

Como enfrentar as provações?


Sofrer, com paciência, é sabedoria, pois assim se vive com paz

As provações nos fortalecem para o combate espiritual; por isso, os Apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá-las com coragem. São Pedro diz: “Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo…” (1 Pd 4,12). Ensinando-nos que essas dificuldades nos levarão à perfeição: “O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará” (1 Pd 5,10).
O mesmo Apóstolo ensina-nos que a provação nos “aperfeiçoará” e nos tornará “inabaláveis”. É importante não se deixar perturbar no fogo da provação. Não se exasperar, não perder a paz e a calma, pois é exatamente isso que o tentador deseja. Uma alma agitada fica a seu bel-prazer. Não consegue rezar, fica irritada, mal-humorada, triste, indelicada com os outros e acaba deprimida.
O antídoto contra tudo isso é a humilde aceitação da vontade de Deus no exato momento em que algo desagradável nos ocorre, dando, de imediato, glória a Deus, como São Paulo ensina:
“Em todas as circunstâncias dai graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus” (1 Ts 5,16).
É preciso fazer esse grande e difícil exercício de dar glória a Deus na adversidade. Nesses momentos gosto de glorificar a Deus, rezar muitas vezes o “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo…” até que minha alma se acalme e se abandone aos cuidados do Senhor.
Essa atitude muito agrada ao Senhor, pois é a expressão da fé pura de quem se abandona aos Seus cuidados. É como a fé de Maria e de Abraão que “esperaram contra toda a esperança” (cf. Hb 11,17-19), e assim, agradaram a Deus sobremaneira.
Da mesma forma, Jó agradou muito ao Todo-poderoso porque no meio de todas as provações, tendo perdido todos os seus bens e todos os seus filhos, ainda assim soube dizer com fé:
“Nu saí do ventre da minha mãe, nu voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jo 1,21).  Afirmam os santos que vale mais um “Bendito seja Deus!”, pronunciado com o coração, no meio do fogo da provação, do que mil atos de ação de graças quando tudo vai bem.
O Jardineiro Divino da nossa alma sabe os métodos que deve empregar para limpar cada alma. Não se assuste com as podas que Ele fizer no jardim de sua alma.
Santa Teresa diz que ouviu Jesus dizer-lhe: “Fica sabendo que as pessoas mais queridas de meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos”. E por isso afirmava que não trocaria os seus sofrimentos por todos os tesouros do mundo. Tinha a certeza de que Deus a santificava pelas provações. A grande santa da Igreja chegou a dizer que “quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma cruz”.
Para nós, essas palavras parecem um absurdo, mas não para os santos, que conheceram todo o poder salvífico e santificador do sofrimento.
“As nossas tribulações de momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (2 Cor 4,17).
Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que o Senhor tivesse se esquecido dele. São João Crisóstomo, doutor da Igreja, diz que “é melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.
As ofensas, as injúrias, os desprezos, os cinismos irritantes, as doenças, as dores, as lágrimas, as tentações, a humilhação do pecado próprio, etc., nos são necessários, pois nos dão a oportunidade de lutar contra as nossas misérias.
Isso tudo, repito mais uma vez, não quer dizer que Deus seja o autor do mal ou que Ele se alegre com o nosso sofrimento, não. O que o Senhor faz, de maneira até amável, é transformar o sofrimento, que é o salário do próprio pecado do homem, em matéria-prima de nossa própria salvação, dando assim, um sentido à nossa dor.
A partir daí, sob a luz da fé, podemos sofrer com esperança. É o enorme abismo que nos separa dos ateus, para quem a dor e a morte continuam a ser o mais terrível dos absurdos da vida humana.
A provação produz a perseverança, e por ela, passo a passo, chegaremos à perfeição, como nos ensina São Tiago.
“Nós nos gloriamos também nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a perseverança…” (Rm 5,3-5).
Sofrer com paciência é sabedoria, pois assim se vive com paz. Quem sofre sem paciência e sem fé, revolta-se, desespera-se, sofre em dobro, além de fazer os outros sofrerem também.
Santo Afonso disse que “neste vale de lágrimas não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele “essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado”.
Prof. Felipe Aquino

Santa Sé: situação econômica na Europa pode piorar



Genebra (RV) - Na oitava sessão da conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio, realizada em Genebra, o observador permanente da Santa Sé se disse particularmente preocupado pela situação econômica na Europa.

“A crise da dívida está forçando vários países europeus a implementar duras políticas fiscais, com o risco de piorar o ciclo econômico” - disse Dom Silvano M. Tomasi num discurso divulgado nesta segunda-feira.

Na sessão encerrada sábado, o arcebispo italiano sublinhou que “nestes casos, os mais fracos são os mais penalizados, de modo particular os jovens adultos, neste período em que os índices de desemprego são os mais elevados em décadas”.

O diplomata da Santa Sé se referiu também aos “pobres” que enfrentam um “forte crescimento da desigualdade em todos os países”. Em seu pronunciamento, D. Silvano Tomasi afirmou que “a família humana não foi criada para servir o mercado, mas o mercado para servir a família humana”.

“Quando este princípio é respeitado, mesmo nos tempos mais difíceis, o medo dá lugar à esperança” - concluiu.
(CM)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Colômbia: Procuradoria impugnará adoção por parte de jornalista gay



A Procuradoria Geral da Nação (PGN), impugnará a adoção de dois menores de 9 e 13 anos por parte do jornalista americano Chandler Ellis Burr pelo fato de que este tenha ocultado sua condição de homossexual e assim não permitiu que fosse avaliada convenientemente sua idoneidade para converter-se em pai das duas crianças.

Em um comunicado de 13 de dezembro, a PGN informou que suas objeções se devem ao fato que na Ata de Valoração das crianças, solicitada pela Defensoria da Família, a psicóloga recomendou a adoção "apesar de que persistiam dúvidas sobre o conhecimento e manejo de sua orientação sexual".

Do mesmo modo, no Relatório de Avaliação Clínica-psicológica de Chandler Burr, colunista do jornal americano New York Times, "evidencia-se contradições em relação à vigência de suas relações de casal com pessoas do mesmo sexo".

Além de anunciar a impugnação do processo, a PGN pediu ao Instituto Colombiano de Bem-estar Familiar (ICBF) realizar "um seguimento mensal mais minucioso a este caso" e "revisar o trâmite outorgado às solicitudes de adoção provenientes de famílias monoparentais e solicitantes solteiros".

Parte do lobby gay

Uma fonte consultada pelo grupo ACI assegurou que este caso é parte "do lobby gay internacional, que fez que os meios de comunicação, o Departamento de Estado dos Estados Unidos, a embaixada americana na Colômbia, o Governo Colombiano e, posteriormente, o ICBF terminasse dando em adoção dois menores de idade, com certo atraso mental e uma situação de pobreza, educação, etc. muito difícil".

A fonte advertiu deste modo que isto abre "assim a porta à adoção gay na Colômbia, constituindo o antecedente perfeito para a decisão que está pendente na Corte Constitucional desde o início do ano, de um casal de lésbicas que querem que a lésbica não-mãe adote a filha de sua companheira".

"Não é o caso ideal"

Por sua parte, o Secretário Geral da Conferência Episcopal Colombiana (CEC), Dom Juan Vicente Córdoba, pediu ao ICBF tomar com mais cuidado estas solicitudes porque dar à adoção uma pessoa com tendência homossexual "não é o caso ideal".

O bispo recordou que antes de aprovar uma adoção deve-se estudar as condições que brindam os postulantes, como o quadro familiar, o afeto paterno e materno, a segurança e garantia dos menores adotados, além das condições psicológicas, emocionais e afetivas e inclusive espirituais.
Fonte: ACIDIGITAL

Outdoor provocativo que mostra Maria com teste de gravidez é cortado parcialmente em protesto.


 

O outdoor provocativo da igreja Saint Matthew-in-the-City gerou ira em cerca de 100 católicos. Eles se ajoelharam e rezaram diante da imagem que mostra a Virgem Maria segurando um teste de gravidez com resultado positivo.
A igreja que fica no centro de Auckland, Nova Zelândia, foi cortado com uma tesoura por membros do movimento Ação Católica.

Arthur Skinner, porta-voz do grupo, assumiu a responsabilidade e garantiu que destruirá o outdoor novamente se ele foi substituído.
“Isto é uma coisa satânica. Este é o ataque satânico final, quando Lúcifer ataca seu pior inimigo, a Santíssima Virgem. Esta igreja é administrada por gays e feministas. Eles afirmam ser cristãos e mesmo assim colocam uma imagem blasfema da Virgem, atacando a sua virgindade e o fato de ela serve a mãe de Cristo, o Deus-Homem.”.
O reverendo Glynn Cardy, responsável pela igreja Saint Matthew, disse o Sr. Skinner deixou uma mensagem ameaçadora na secretária eletrônica da igreja. Ele se diz decepcionado por não haver mais tolerância a opiniões divergentes na sociedade.
“Eles são bem-vindos para protestar, se quiserem. Tudo bem, eles obviamente se sentiram ofendidos com isso. Eu só estou desapontado que esse sentimento os levou ao vandalismo.”
A motivação para o outdoor foi fazer as pessoas pensarem nas circunstâncias sociais que Maria enfrentou quando descobriu que teria um filho, explica o pastor. “Ela foi acusada de ter um filho ilegítimo. Era uma mulher pobre e jovem. Era uma mulher de enorme coragem e fé, não uma espécie de ícone plastificado, alguém que não tem sentimentos humanos.”
Não é a primeira vez que a igreja gera revolta com seus outdoors.
Dois anos atrás, perto do Natal exibiu uma imagem mostrando Maria e José na cama com a frase: “Pobre José, Deus é um rival difícil de vencer”.
O cartaz provocou tanta raiva na população que foi destruído e recolocado diversas vezes.
Cardy disse que o cartaz não foi criado para irritar as pessoas. “Eles são projetados para fazer as pessoas conversarem sobre uma mensagem, e as pessoas estão falando sobre isso. Nossa página de Facebook teve 21,5 milhões de acessos e os comentários por lá são bastante equilibrados… há realmente alguns debates muito bons no site”.
Lyndsay Freer, porta-voz da Igreja Católica da Nova Zelândia, afirma que o grupo Ação Católica não tem “absolutamente nada” a ver com a Igreja Católica do país. “Eu faço críticas ao cartaz, mas a última coisa que gostaríamos de fazer seria algo destrutivo”, disse ela.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/27828

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Aborto se converteu em "vírus" social, afirma ex-abortista conversa à causa pró-vida





MADRI, 15 Dez. 11 / 10:09 am (ACI/EWTN Noticias)

A ex-diretora de uma clínica especializada em abortos no Texas (EUA) e autora do livro "UnPLANNED” (“Sem Planejar"), Abby Johnson, advertiu que o aborto se converteu em um "vírus" que se infiltrou na sociedade e animou os que financiam ou trabalham em centros que praticam abortos provocados a perceberem a "humanidade" da criança "destruída".

Johnson, que se submeteu a dois abortos e que trabalhou durante anos em uma clínica que os realizava, recorda na obra o momento em que soube que não devia seguir com seu emprego.

A autora conta que um dia foi solicitada para praticar um aborto com ecografia e que, enquanto sujeitava a sonda e via o perfil do feto de 13 semanas, desejou não estar ali.

"Não podia imaginar até que ponto esses dez minutos sacudiriam a base sobre a qual se assentavam meus valores e terminariam mudando minha vida", assegura no livro. Assim, relata como o médico introduziu a cânula e quando o feto a sentiu, este começou a dar chutes. Depois, conforme afirma, ligaram o modo sucção e viu "um corpo minúsculo retorcer-se violentamente".

Johnson espera que suas lembranças toquem a consciência dos que ainda seguem trabalhando, embora advirta de que esses empregados "não são o inimigo" pois, segundo ela, são "boas pessoas que foram mal informadas" e que, na realidade, procuram o mesmo que os que opõem o aborto, quer dizer, ajudar a mulher, mas não da"melhor" forma.

"Os trabalhadores e voluntários de ambas as partes têm como objetivo ajudar a mulher e sua família e oferecer-lhe a melhor atenção", assegurou, ao mesmo tempo que concretizou que a diferença está em que "os que apóiam o aborto a ajudam no preciso momento da crise enquanto que os pró-vida o fazem em longo prazo, olhando para o que é melhor para a mulher".

"Dor pelo resto da vida"

Além disso, explicou que, normalmente, o aborto deixa a mulher com seqüelas de "dor, culpa e sobrecarga emocional" que, em muitos casos, podem durar "pelo resto da vida". Do mesmo modo, assinalou que "não só a mulher sai ferida, mas junto com ela toda a família e as pessoas próximas provocando um "efeito dominó".

Conforme indicou, antes ela mesma era defensora do lema "meu corpo, minha eleição", mas afirma que agora percebe o efeito que seus dois abortos tiveram em sua família e lamenta que seus pais poderiam ser avós de outros dois netos se ela não tivesse escolhido abortar.

O livro traduzido ao espanhol será apresentado na Universidade CEU San Pablo de Madrid no próximo 20 de dezembro às 19:30h. 

Na Espanha foram publicadas esta terça-feira as cifras dos abortos realizados durante o ano 2010. Em total, foram registrados 113.031 abortos, uma cifra que supõe 1,3 por cento a mais do que em 2009, quando mulheres 111.482 abortaram, conforme informou o Ministério de Saúde espanhol. Em cifras absolutas, o aumento foi de 1.550 abortos. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Papa exorta a rezar confiando na vontade amorosa de Deus





Vaticano, 14 Dez. 11 / 10:38 am (ACI/EWTN Noticias)

Na catequese de hoje o Papa Bento XVI animou os católicos a rezarem confiando sempre na vontade amorosa de Deus que sempre escuta as orações de seus filhos embora às vezes "pareça" o contrário. Assim indicou o Santo Padre na audiência geral desta quarta-feira na Sala Paulo VI no Vaticano.

Diante de milhares de fiéis provenientes de diversas nações do mundo, o Santo Padre meditou sobre a oração de Jesus na que Ele pede a cura das doenças. Para isso se centrou nos episódios do surdo-mudo e na ressurreição de seu amigo Lázaro.

O Papa disse que a cura do surdo-mudo nos mostra que "a ação curadora de Jesus está conectada com a sua intensa relação, tanto com o próximo – o doente – quanto com o Pai. (...) Com um gesto, o Senhor toca as orelhas e a língua do doente, ou seja, os locais específicos da sua enfermidade. A intensidade da atenção de Jesus manifesta-se ainda nos traços peculiares da cura: Ele usa os próprios dedos e, até mesmo, a própria saliva. Também o fato de que o Evangelista reporte a palavra original utilizada pelo Senhor – "Éfata", ou seja, "Abre-te" – evidencia o caráter singular da cena.

"O conjunto da narração, portanto, mostra que o envolvimento humano com o doente leva Jesus à oração. Mais uma vez ressurge a sua relação única com o Pai, a sua identidade de Filho Unigênito. N'Ele, através de Sua Pessoa, torna-se presente o agir curador e benéfico de Deus".

Na ressurreição de Lázaro, prosseguiu o Papa, também se entrelaçam a relação de Jesus com um amigo e seu sofrimento, e a relação filial com o Pai: "o afeto sincero pelo amigo é evidenciado também pelas irmãs de Lázaro, bem como pelos Judeus, e manifesta-se na comoção profunda de Jesus frente à dor de Marta e Maria e de todos os amigos de Lázaro, ao ponto de romper em prantos – tão profundamente humano – ao aproximar-se da sepultura".

Bento XVI disse logo que Cristo interpreta a morte do amigo "em relação com a própria identidade e missão e com a glorificação que Lhe espera. À notícia da doença de Lázaro, de fato, Ele comenta: "Esta enfermidade não causará a morte, mas tem por finalidade a glória de Deus. Por ela será glorificado o Filho de Deus".

Assim, "o momento da oração explícita de Jesus ao Pai em frente à sepultura é o começo natural de todo o acontecimento". Narra o evangelista João: "Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: 'Pai, rendo-te graças, porque me ouviste’: é uma Eucaristia".

Esta frase, afirmou o Papa Bento XVI, "a frase revela que Jesus não deixou nem sequer por um instante a oração de súplica pela vida de Lázaro. Essa oração contínua, mais ainda, reforçou os laços com o amigo e, ao mesmo tempo, confirmou a decisão de Jesus de permanecer em comunhão com a vontade do Pai, com o seu plano de amor, no qual a doença e a morte de Lázaro são consideradas como um lugar em que se manifesta a glória de Deus".

O Pontífice disse logo que este relato nos faz compreender que "na oração de súplica ao Senhor, não devemos esperar um cumprimento imediato daquilo que nós pedimos, da nossa vontade, mas confiar-nos antes de mais nada à vontade do Pai, lendo cada evento na perspectiva da sua glória, do seu plano de amor, muitas vezes misterioso aos nossos olhos".

"Por isso, na nossa oração, súplica, louvor e agradecimento deveriam fundir-se, também quando nos parece que Deus não responde às nossas expectativas concretas. O abandonar-se ao amor de Deus, que nos precede e acompanha sempre, é uma das atitudes de fundo do nosso diálogo com Ele".

"Também para nós, portanto, muito além daquilo que Deus nos dá quando O invocamos, o maior dom que pode nos dar é a Sua amizade, a Sua presença, o Seu amor. Ele é o tesouro precioso a se pedir e proteger sempre".

O Santo Padre indicou além que " Com a sua oração, Jesus quer conduzir à fé, à confiança total em Deus e na Sua vontade, e quer mostrar que este Deus que tanto amou o homem e o mundo a ponto de mandar Seu Filho unigênito (cf. Jo 3,16) é o Deus da vida, que leva esperança e é capaz de derrubar as situações humanamente impossíveis. A oração confiante de um crente, portanto, é um testemunho vivo dessa presença de Deus no mundo, do seu interessar-se pelo homem, do seu agir para realizar o seu plano de salvação ".

"Em Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, a atenção pelo outro, especialmente se necessitado e sofredor, o comover-se frente à dor de uma família amiga, levam-nO a dirigir-se ao Pai, naquela relação fundamental que guia toda a sua vida. Mas também vice-versa: a comunhão com o Pai, o diálogo constante com Ele, impele Jesus a estar atento de modo único às situações concretas do homem, para levar a ele a consolação e o amor de Deus".

“Queridos irmãos e irmãs, nossa oração abre a porta a Deus, que nos ensina a sair constantemente de nós mesmos para sermos capazes de nos fazer próximos dos outros, especialmente nos momentos de provação, para levar a eles consolação, esperança e luz”. 

“O Senhor nos conceda sermos capazes de uma oração sempre mais intensa, para reforçar nossa relação pessoal com Deus Pai, alargar nosso coração à necessidade dos que nos são próximos e sentirmos a beleza de ser "filhos no Filho", unidos com tantos irmãos”, concluiu o Papa.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Hillary Clinton: Objeções religiosas à homossexualidade são como apoiar assassinatos de honra e queimar viúvas


Ben Johnson

WASHINGTON, D.C., EUA, 8 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num discurso designado para convencer o mundo de que os “direitos gays são direitos humanos, e de que direitos humanos são direitos gays”, a secretária de Estado Hillary Clinton disse que as objeções religiosas à homossexualidade não devem servir de obstáculo para as ações enérgicas da ONU para promover a agenda homossexual.
Hillary Clinton
Na terça-feira, Clinton disse que a promoção da aceitação mundial de “gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros” é um “dos últimos desafios de direitos humanos de nossa época”, comparando com as campanhas para acabar com a discriminação racial, sexual ou religiosa.
Ela comentou que talvez a “questão mais desafiante surge quando as pessoas citam valores religiosos ou culturais como motivo para violar ou não proteger os direitos humanos de cidadãos LGBT”. Essas objeções, disse ela, “não são diferentes da justificativa oferecida para práticas violentas para com mulheres como assassinatos de honra, queimar viúvas ou mutilação genital feminina”.
Ela declarou que as “opiniões mundiais estão ainda em fase de evolução” acerca da homossexualidade assim como ocorreu com a questão da escravidão, e “o que outrora era justificado como sancionado por Deus é agora corretamente vilipendiado como violação irracional dos direitos humanos”.
“Em cada um desses casos, acabamos aprendendo que nenhuma prática ou tradição [religiosa] é mais importante do que os direitos humanos que pertencem a todos nós”, disse ela.
Ela insistiu em que a ONU tem a obrigação de se opor a todas as formas de violações de direitos humanos contra os homossexuais e transgêneros, desde a execução e desterro até a criminalização da “condição ou conduta” LGBT, negando-lhes livre acesso aos “espaços públicos”, ou o “bullying e exclusão” que ocorre nos Estados Unidos. “Falo desse assunto sabendo que o histórico do meu próprio país na questão de direitos humanos para os gays está longe da perfeição”, disse Clinton.
Clinton disse que as noções de que “os gays são pedófilos, de que a homossexualidade é uma doença que se pode apanhar ou curar, ou de que os gays recrutam outros para se tornarem gays” são “simplesmente mentiras”.
A secretária de Estado acrescentou que todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria dos cidadãos de um país. “Liderança, por definição, significa assumir posturas diante de seu povo quando necessário”, disse Clinton. “Cada um de nós é livre para crer no que escolher… Mas o progresso só vem quando as leis são mudadas”.
O discurso apresentou cinco argumentos de que os direitos LGBT não são diferentes dos direitos humanos, de que a homossexualidade não é exclusivamente ocidental, de que a religião não é uma defesa válida, de que não existe nenhum argumento sério contra a conduta sexual pública e de que todos os seres humanos têm de fazer sua parte para avançar direitos para os indivíduos LGBT.
discurso de Clinton, dado em Genebra na terça-feira para celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos, ressaltou o fato de que o governo de Obama fez da aceitação mundial do homossexualismo o aspecto central de sua política externa na ONU e no mundo inteiro. O discurso dela ocorreu no mesmo dia em que o presidente Obamaanunciou um plano para remodelar a política externa dos EUA para promover a aceitação mundial da homossexualidade. O plano instrui todos os funcionários das embaixadas e órgãos externos dos EUA a “combater a discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT” e estabelece um “Fundo de Igualdade Global” de 3 milhões de dólares para financiar ativistas homossexuais do mundo inteiro.
A nova iniciativa é apenas a mais recente de uma série de medidas que o governo de Obama vem adotando para promover, com pressões, os direitos homossexuais em outros países. No relatório (o primeiro desse tipo na história americana) sobre direitos humanos dos EUA para o Conselho de Direitos Humanos da ONU no ano passado, o governo de Obama comentou: “O debate prossegue por causa dos direitos iguais de casamento para americanos LGBT nos níveis federais e estaduais”.
Os representantes dos EUA na ONU avançaram uma medida se opondo à criminalização da homossexualidade no Conselho de Direitos Humanos da ONU em março que ganhou o apoio de 85 nações. Em julho de 2010, o governo de Obama ajudou a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos (CIDHGL) a ganhar a condição de ONG na ONU sem a aprovação do Comitê de ONG da ONU e passando por cima de uma votação apoiada pela maioria dos membros da ONU, inclusive Rússia, China e Egito.
Buster Wilson, apresentador do programa “AFA Today”, da Rede de Rádio da Família Americana, disse: “Hillary Clinton está agora… levando para as linhas de frente a luta em favor dos indivíduos LGBT em prol do governo de Obama”. Ele disse que a noção dela de que “as convicções religiosas profundas são um obstáculo para os direitos humanos dos indivíduos LGBT” é simplesmente “inacreditável”.
Wilson citou comentários dela como um de vários exemplos que convenceu alguns observadores de que o governo de Obama está travando uma “guerra contra a religião”.

Recentes acusações de pedofilia em Hollywood são apenas a ponta do iceberg: confissões de ex-atores mirins


Kathleen Gilbert

6 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois que uma série de revelações de abuso sexual de crianças atingiu Hollywood no mês passado, especialistas e pessoas que foram atores quando eram crianças dizem que as ofensivas policiais só arranham a superfície do que há muito tempo tem sido o segredo mais sombrio da indústria do entretenimento.
Reportagem da Fox News de segunda-feira disse que pessoas que foram estrelas quando eram crianças, abrangendo várias décadas — uma delas que está com mais de 60 anos —, reagiram com prudência e preocupação ao verem acusações de abuso sexual sendo feitas ou descobertas contra três funcionários de Hollywood: Martin Weiss, um homem de 47 que trabalhava como agente empresarial em Hollywood representando atores mirins; Fernando Rivas, de 59 anos, um compositor premiado do programa educativo infantil “Vila Sésamo”; e o criminoso sexual registrado Jason James Murphy, de 35 anos, um agente de distribuição de papéis que frequentemente trabalhava com atores crianças.
Em agosto, Corey Feldman, que foi ator infantil na década de 1980, disse para o programa “Nightline” da ABC que os pedófilos faziam cerco às crianças atores em Hollywood “como abutres”.
“Posso lhe dizer que o problema número 1 de Hollywood era, e é, e sempre será a pedofilia”, disse Feldman. “Havia um círculo de homens mais velhos que ficava ao redor desse grupo de crianças, e eles tinham seu próprio poder ou conexões de grande poder na indústria do entretenimento”.
Alison Arngrim, atriz que quando criança trabalhou em “Little House on the Prairie” (Os Pioneiros), recentemente concordou.
lison Arngrim, na época em que atuava em 
“Os Pioneiros”
“Esse problema vem ocorrendo há um longo tempo”, Alison disse para a Fox News. “Havia boatos anos atrás, na década de 1980. As pessoas diziam: ‘Oh, sim, os Coreys, todo mundo ficou com eles’. As pessoas falavam sobre isso como se não fosse importante”. Alison se referia a Feldman e outro ator que trabalhava com ele em “The Lost Boys” (Os Garotos Perdidos), Corey Haim, um viciado em drogas que morreu no ano passado, uma morte que Feldman culpou no sofrimento psicológico provocado pelo abuso sexual.
“Eu ouvi literalmente que eles eram ‘passados de mão em mão’”, Alison disse. “O boato era que eles eram drogados e estavam sendo usados para sexo. Foi horrendo — eles eram crianças, não tinham ainda 18 anos. Havia todos os tipos de boatos acerca de todos, desde ‘os que guardavam os locais das filmagens’ até outros funcionários em posições menos elevadas de que essas duas crianças vinham sendo abusadas sexualmente e estavam sendo totalmente corrompidas de todas as formas possíveis”.
Alison faz agora parte da diretoria e é a porta-voz nacional de Protect.org, uma organização que defende as crianças.
Paul Peterson, de 66 anos, ator do programa “The Donna Reed Show”, um seriado cômico de TV muito popular nas décadas de 1950 e 60, e presidente de A Minor Consideration, disse que até mesmo numa época aparentemente mais inocente, Hollywood já era uma grave ameaça às crianças.
“Quando assisti à entrevista, uma séria inteira de nomes e faces da minha memória foi aparecendo em minha cabeça”, disse Peterson, se referindo aos comentários de Feldman.
A Dra. Jenn Berman, psicoterapeuta que tem consultório em Beverly Hills, disse que Hollywood atrai os pedófilos “porque as crianças ali podem ser vulneráveis e menos supervisionadas”. “As crianças naturalmente gostam de muita atenção, e quando colocamos uma criança num local de filmagem que não tem supervisão e elas recebem atenção de alguém que tem muito poder, isso cria uma vulnerabilidade para uma situação muito perigosa”.
Alison disse que o problema é extremamente difícil de expor graças à natureza lucrativa de Hollywood. “Ninguém quer parar o trem da alegria”, diz Alison. “Se um ator mirim está sendo abusado sexualmente por alguém do programa de TV, a família, os empresários ou agentes — as pessoas que estão ganhando dinheiro com isso — vão dizer ‘Sim, vamos levar esse caso à polícia’? Não, porque isso vai dar uma parada no programa inteiro, fazendo cessar todos os pagamentos. Por isso, existe uma pressão ali para todo mundo não abrir a boca”.
Peterson elogiou Feldman por romper o silêncio na entrevista histórica, uma decisão que ele chamou de “muito corajosa”.
“Seria realmente maravilhoso se suas declarações atravessassem as camadas protetoras e identificassem as pessoas reais que são parte de uma rede mundial de pornografia infantil, pois é imensa e não respeita fronteiras, assim como não respeita a idade das crianças envolvidas”, disse ele.
Leia o artigo da Fox News aqui.