domingo, 6 de novembro de 2011

Antes de ABORTAR SEU FILHO, assista este vídeo!

Cenas chocantes.

Ateus perdem feio nos Estados Unidos: 396 X 9!



Nesta semana o Congresso dos Estados Unidos votou favoravelmente à permanência do lema nacional “In God We Trust” [Em Deus Confiamos] frase garantida como lema desde 1956 e que já foi fixada em várias partições públicas daquele país.
Segundo o jornal The Washington Post esse lema tem resistido às constantes reclamações de grupos ateus que dizem que ele fere a laicidade do Estado e que, portanto, precisa deixar de existir. Mas a votação mostrou o contrário, foram 396 votos a favor e nove contra.
Nas palavras do republicano James Randy Forbes, “Deus continuará presente no Congresso”, ele diz também que os burocratas querem eliminar Deus do domínio público, se referindo a inúmeros recursos que foram abertos por indivíduos e agência governamentais para tirar a menção de Deus do governo.
A frase em questão aparece também nas moedas e notas de dólar desde a Guerra Civil.
Ela também aparece nos edifícios federais da justiça. “A medida que nossa nação enfrenta tempos difíceis, é apropriado que os membros do Congresso e nosso país declarem com decisão nossa confiança em Deus, crendo que será mantida nas gerações vindouras”, disse Forbes.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/27120

Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU




SÃO PAULO, 05 Nov. 11 / 02:50 pm (ACI)

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (...) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém... que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (...). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor".

 "O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas", afirmou também Boff.


Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Resposta do Bispo Dom Luiz G. Bergonzini, A IVONE GEBARA, a mulher de muitos deuses


Para conhecimento e divulgação
Não poderíamos deixar passar em branco uma agressão tão grave ao Papa Bento XVI, aos Bispos, entre os quais eu me incluo, e à Igreja Católica. A senhora Ivone Gebara, fundamentada em ideologia política, ataca a todos, como se estivesse querendo se vingar de algum ato praticado contra ela pela Igreja Católica, tal a agressividade de suas palavras.

No dia 21 de agosto de 2011, ela publicou um artigo com o título“Dois pesos e duas medidas: o Papa perdoa o aborto em Madri”, para atacar o Papa Bento XVI, os Bispos e a Igreja Católica. No texto, ela tenta colocar todos os católicos e, principalmente, todas as mulheres católicas contra a Igreja, por causa da absolvição do pecado concedida às mulheres que se confessaram, se arrependeram e se comprometeram a não mais praticar o aborto, em Madri.

A senhora Ivone Gebara, que se diz adepta de muitos deuses, portanto não é católica, declara que é formada em Filosofia pela Universidade Católica de São Paulo e em Ciências Religiosas pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica.

É bastante conhecido o provérbio “o dia do benefício é o da véspera da ingratidão.” Significa que, muitas vezes, recebemos benefícios e, já no dia seguinte, demonstramos nossa ingratidão. Muitas pessoas receberam e recebem muitos benefícios da Igreja Católica, mas retribuem com a ingratidão. A gratidão é difícil de ser praticada. Jesus curou dez leprosos, mas somente o estrangeiro, o samaritano, voltou para agradecer: “Então Jesus lhe perguntou: “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?” E disse a ele: “Levante-se e vá. Sua fé o salvou.” (Lucas 17: 17-19)

Além da ingratidão, a inimizade também pode brotar dentro de nossa própria casa. No Evangelho de São Mateus também está escrito: "Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa". (Mt 10:36). Os mal agradecidos e os inimigos que se formam dentro de nossa própria casa, começam a nos atacar. Ainda se o fizessem com a verdade, para corrigir possíveis falhas humanas, estariam dando uma contribuição. Mas não! No caso da Igreja Católica, os mal agradecidos e inimigos espalham informações distorcidas para criar animosidade e enganar pessoas com o propósito de afastá-las da Igreja Católica.

Vamos responder aos questionamentos dela, abaixo. Preambularmente, devemos esclarecer que:

a) Teologia ( do Grego, Theos -Deus+ logos-palavra, estudo) é o estudo de Deus. O texto da autora não é teológico, mas de pura ideologia política. Se fosse um texto teológico poderia questionar porque Jesus Cristo pode ou não perdoar o pecado do aborto através do Papa Bento XVI, dos Bispos e dos padres.

b) Jesus Cristo foi o primeiro a defender, proteger e perdoar as mulheres. Duas passagens bíblicas, para relembrar os atos de Jesus Cristo e o compromisso da Igreja Católica com todas as pessoas humanas.

Mulher adúltera (Jo 8: 3-10) Chegaram os doutores da Lei e os fariseus trazendo uma mulher, que tinha sido pega cometendo adultério. Eles colocaram a mulher no meio e disseram a Jesus: “Mestre, essa mulher foi pega em flagrante cometendo adultério. A Lei de Moisés manda que mulheres desse tipo devem ser apedrejadas. E tu, o que dizes?” Eles diziam isso para por Jesus à prova e ter um motivo para acusá-lo. Então Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo. Os doutores da Lei e os fariseus continuaram insistindo na pergunta. Então Jesus se levantou e disse: “Quem de vocês não tiver pecado, atire nela a primeira pedra.” E, inclinando-se de novo, continuou a escrever no chão. Ouvindo isso, eles foram saindo um a um, começando pelos mais velhos. E Jesus ficou sozinho . Ora, a mulher continuava ali no meio. Jesus então se levantou e perguntou: “ Mulher, onde estão os outros? Ninguém condenou você?” Ela respondeu: “Ninguém, senhor.” Então Jesus disse: “Eu também não a condeno. Pode ir, e não peque mais.”

Mulher curada ao sábado (Lc 10:17) - Um dia de sábado, ensinava Jesus numa sinagoga. Estava lá certa mulher doente por causa de um espírito, há dezoito anos: andava curvada e não podia endireitar-se completamente. Ao vê-la, Jesus chamou-a e disse-lhe: «Mulher, estás livre da tua enfermidade.» E impôs-lhe as mãos. No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar glória a Deus. Mas o chefe da sinagoga, indignado por ver que Jesus fazia uma cura ao sábado, disse à multidão: «Seis dias há, durante os quais se deve trabalhar. Vinde, pois, nesses dias, para serdes curados e não em dia de sábado.» Replicou-lhe o Senhor: «Hipócritas, não solta cada um de vós, ao sábado, o seu boi ou o seu jumento da manjedoura e o leva a beber? E esta mulher, que é filha de Abraão, presa por Satanás há dezoito anos, não devia libertar-se desse laço, a um sábado?» Dizendo isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e a multidão alegrava-se com todas as maravilhas que Ele realizava.

Somente essas duas passagens bíblicas são suficientes para demonstrar que não há nada de errado, nenhuma incoerência no perdão concedido às mulheres que abortaram, se confessaram, se arrependeram e prometeram não pecar mais.

c) Na Primeira Carta de São João 1: 9, está escrito: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. E no número 986 do Catecismo: “Pela vontade de Cristo, a Igreja possui o poder de perdoar os pecados dos batizados e o exerce por meio dos Bispos e dos presbíteros de maneira habitual no sacramento da Penitência. “Na remissão dos pecados, os presbíteros e os sacramentos são meros instrumentos dos quais Nosso Senhor Jesus Cristo, único autor e dispensador de nossa salvação, se apraz em se servir para apagar nossas iniqüidades e dar-nos a graça da justificação.”

Como assentado no Evangelho e no Catecismo, para obtenção do perdão, de qualquer pecado, há necessidade da confissão e é Jesus Cristo quem perdoa os pecados, através dos Bispos e padres, que são meros instrumentos do Poder Divino.

d) a autora do texto se diz adepta de muitos deuses, conforme último parágrafo: “Somos essa mistura, expressão de nosso eu, de nossos deuses, dos espinhos em nossa carne convidando-nos e convocando-nos a viver para além das fachadas atrás das quais gostamos de nos esconder”

Sendo ela adepta de muitos deuses, ela não é católica. A incoerência é dela que, através de ideologia política, ao questionar a Igreja Católica sobre o perdão, está questionando diretamente nosso Senhor Jesus Cristo, que a instituiu e é quem perdoa os pecados.

e) Jesus Cristo deixou a missão evangelizadora aos seus seguidores: Disse Nosso Senhor: "Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês. Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo.” (Mt 28: 19-20).

Portanto, uma pessoa que foi batizada na Igreja Católica, que fez Teologia em Universidade Católica, poderia ser uma missionária evangelizadora, segundo os preceitos de Jesus Cristo, e não pregar contra Ele. Uma pessoa que fala contra o Papa Bento XVI, sucessor de Pedro,, está claramente se opondo contra o ensinamento de Jesus Cristo. A autora do texto, adepta de muitos deuses, está pregando contra Jesus Cristo.

Feitas essas observações importantes, vamos aos comentários sobre o indigitado artigo.

1) ARTIGO: É com muito constrangimento que muitas mulheres católicas leram a notícia publicada em vários jornais nesse último final de semana de que a Arquidiocese de Madri com a aprovação papal autorizou a concessão do perdão e indulgência plenária às mulheres que confessarem o aborto por ocasião da visita do papa. A impressão que tivemos é que o papa, o Vaticano e alguns bispos gostam de brincadeiras de mau gosto com as mulheres. Não sabemos em que mundo esses homens vivem, quem pensam que são e quem pensam que somos!
RESPOSTA: Constrangimento e brincadeira de mau gosto é ler um artigo como esse, embasado em ideologia política, com intenção subliminar de propagar o aborto e tornar as mulheres assassinas de seus próprios filhos, pregando contra Jesus Cristo e Sua Igreja.
2) ARTIGO: Primeiro, concedem o perdão a quem pode viajar para assistir a missa do papa e passar pelo “confessionódromo” ou pelo conjunto de duzentos confessionários brancos instalados numa grande praça pública de Madri chamada “Parque do Retiro”. O perdão deste “pecado” tem local, dia e hora marcada.
RESPOSTA: É de absoluta má-fé dizer que o perdão do pecado somente pode ser concedido a quem viajar e assistir à missa celebrada pelo Papa Bento XVI. O perdão dos pecados é dado por Jesus Cristo e não tem dia e hora marcada, como quer a autora do texto. Não é correto dizer que o perdão do pecado de aborto só é concedido pelo Papa. Todo Bispo Diocesano (que esteja à frente de uma Diocese, investido do tríplice poder, inclusive o judiciário) tem o poder de absolver o pecado e crime de aborto àquelas que tenham cometido o pecado e crime, desde que haja arrependimento sincero de ter cometido essa prática e com a disposição de não reincidir no mesmo pecado e crime. O Bispo pode delegar aos padres a faculdade de absolver esse pecado. Na Diocese de Guarulhos, delegamos aos padres essa faculdade, quando de sua nomeação. Basta aos católicos comparecerem perante um padre, realizarem a confissão, se arrependerem e receberem o perdão.
3) ARTIGO: Custa apenas uma viagem a Madri para estar diante do papa! Quem não faria o esforço para tão grande privilégio? Basta ter dinheiro para viajar e pagar a estadia em algum hotel de Madri que o perdão poderá ser alcançado. Por isso nos perguntamos: que alianças a prática do perdão na Igreja tem com o capitalismo atual? Como se pode viver tal reducionismo teológico e existencial? Quem está tirando benefícios com esse comportamento?
RESPOSTA: A autora do texto tenta misturar a Igreja, por realizar a Jornada Mundial da Juventude em Madri, com ideologia política. Se ela fala contra o capitalismo, presume-se que defenda o marxismo, comunismo ou socialismo. As ditaduras baseadas em ideologias políticas comunistas ou socialistas – Stalin, Pol Pot, Fidel Castro - mataram mais de 100 milhões de pessoas e os não comunistas mataram outras tantas. (AQUI) O partido é uma parte de pessoas unidas contra todas as outras partes contrárias. Os regimes autoritários e totalitários defendem somente os interesses do partido e de seus filiados. A Igreja Católica defende o Bem Comum e não de uma parte das pessoas. O Papa Bento XVI marcou a Jornada Mundial da Juventude, em 2013, no Rio de Janeiro. Há a possibilidade de, em 2013, a autora produzir outro texto atacando a Igreja Católica, porque o evento é no Brasil.
4) ARTIGO: Segundo, têm o desplante de afirmar que o perdão deste “crime hediondo” como eles costumam afirmar, é dado apenas por ocasião da visita do papa que nessa mesma ocasião as fieis pecadoras obtenham “os frutos da divina graça” confessando o seu pecado. Como entender que uma falta é perdoada apenas quando a autoridade máxima está presente? Não estariam reforçando o velho e decadente modelo imperial do papado? Quando o Imperador está presente tudo é possível até mesmo a expressão da contradição em seu sistema penal.
RESPOSTA: O aborto é um crime hediondo, porque é um homicídio de uma pessoa. Esse crime pode absorver todas as agravantes do artigo 121 do Código Penal, “matar alguém”:
Agravante do §2º., inc. I: mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe; II: por motivo fútil;
· Matar uma criança no útero, sob alegação de que não tem condições financeiras para cuidar dela é um motivo torpe ou fútil. Além da possibilidade de adoção, hoje, o Estado fornece leite, bolsa-família, remédios, auxílio maternidade e há os alimentos gravídicos (Lei 11.804/2008). Não há mais motivos para assassinar uma criança que está por nascer. Vejam-se os casos de Steve Jobs, o gênio da informática (AQUI), e da Deputada Fátima Pelaes. (AQUI)
Agravante do §2º. Inc. III: com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou que possa resultar perigo comum;
· O assassinato de crianças no útero da mãe é realizado por meios cruéis ( a criança tem as pernas e os braços cortados com tesoura e a cabeça esmagada, para que esse pedaços possam ser “sugados” pela cânula utilizada no assassinato; ou, é utilizado veneno líquido, para asfixiá-la e dissolvê-la, para facilitar a sucção para fora do útero.
Agravante do §2º. Inc. IV: à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido:
- A criança que está no útero é absolutamente indefesa. Ela é surpreendida por uma tesoura ou pelo veneno, que lhe causa grande sofrimento.
Agravante do §2º. Inc. V: para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime.
- Se existe um crime de estupro, ele precisa ser apurado. Se o aborto é realizado sem a denúncia, o objetivo é ocultar e proteger o criminoso, para que ele fique impune.
Portanto, o aborto é um assassinato de um ser humano e pode ser classificado como crime hediondo. O Código Penal mostra isso. Não são eles que “tem o desplante de afirmar” que o aborto é um crime hediondo. É a realidade do assassinato.
(AQUI ESTUPRO E ABORTO)
5) ARTIGO: Não quero retomar os argumentos que muitas de nós mulheres sensíveis às nossas próprias dores temos repetido ao longo de muitos anos numa breve reflexão como esta. Mas esse acontecimento papal madrilenho, infelizmente, só mostra mais uma vez, um lado ainda bastante vivo no Vaticano, ou seja, o lado das querelas medievais em questões que estão absolutamente sem peso na vida humana eram discutidas. E mais, demonstra desconhecer as dores femininas, desconhecer os dramas que situações de violência provocam em nossos corpos e corações.
RESPOSTA: Jesus Cristo foi crucificado pelas dores de toda a humanidade. A Igreja Católica conhece e sofre as dores da humanidade – 105 mil cristãos são assassinados por ano (AQUI) -, não só as das mulheres. Todas as pessoas tem dores, físicas ou psicológicas. Ao que parece, o ponto colocado subliminarmente neste trecho é o aborto. A autora defende a liberação do aborto, “as situações de violência...em nossos corpos e corações”. A Igreja Católica e nós somos absolutamente contra o aborto, em qualquer situação, por ser assassinato de uma criança inocente. Existe uma vida, dádiva Divina, no útero da mulher. Também entendemos que devem ser tomadas providências para que não aconteçam estupros, contra nenhuma pessoa.
6) ARTIGO: Ao conhecer o perdão ao “crime” do aborto na linguagem que sempre usaram, de forma elitista revelam o rosto ambíguo da instituição religiosa capaz de ceder ao aparato triunfalista quando sua credibilidade está em jogo. Podem abençoar tropas para matar inocentes, enviar sacerdotes como capelães militares em guerras sempre sujas, fazer afirmações públicas em defesa da instituição condenando pobres e oprimidas, abrir exceções à regra de seus comportamentos para atrair jovens alienados dos grandes problemas do muito ao rebanho do Papa. A lista dos usos e costumes transgressores de suas próprias leis é enorme...
RESPOSTA: Acima está demonstrado que o aborto é um crime e não é uma linguagem elitista. É a linguagem do Código Penal. Quanto à questão de abençoar pessoas e indicar capelães militares, deve-se lembrar que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, para que fosse do bem. A mãe e o pai de quatro filhos, por exemplo, tem para si que todos eles serão bons, solidários e honestos. No entanto, dois podem ter as características que os pais pensaram para eles e dois podem ser invejosos, desonestos e assassinos, podendo, inclusive, matar seus próprios irmãos, como aconteceu com Abel e Caim. A Igreja Católica não tem como proibir, nem como impedir, as guerras provocadas pelos homens. “Deus deixou o homem nas mãos de sua própria decisão (Eclo 15,14), para que pudesse livremente aderir a seu Criador e chegar, assim, à feliz perfeição.”(Cat.1743) O homem, por seu orgulho, sua vaidade, seu egoísmo, sua ambição, provoca guerras, por suas próprias decisões. E Jesus Cristo não abandona ninguém e não pode abandonar os homens nas situações mais difíceis. Se agisse da maneira como prega a autora do texto , a Igreja teria que negar Jesus Cristo e abandonar os criminosos, os assassinos, os prisioneiros, porque eles cometeram ou poderão cometer crimes.
7) ARTIGO: Por que reduzir a vida cristã a pão e circo? Por que dar espetáculo de magnanimidade em meio a corrupção de costumes? Por que criar ilusões sobre o perdão quando o dia a dia das mulheres é cheio de perseguições e proibições às suas escolhas e competências?
RESPOSTA: A Vida Cristã, felizmente, não está reduzida a pão e circo. Está fundada em Doutrina sólida e indiscutível. A magnanimidade está em viver Jesus Cristo. Somente a Igreja Católica e uma parte dos cristãos estão combatendo a secularização, a relativização e a corrupção dos costumes. Os valores morais começaram a ser debatidos novamente, graças a Deus, a partir das eleições presidenciais de 2010, no Brasil. A Igreja Católica, os cristãos e os brasileiros do bem lutarão, com todas as suas forças do bem, contra a corrupção moral e as iniquidades propostas por ideologias políticas.
8) ARTIGO: Somos convidadas a pensar no aspecto nefasto da posição do papa e dos bispos que se aliaram a ele. O papa não concedeu perdão e indulgência total e plena “urbi et orbi”, isto é, para todas as mulheres que fizeram aborto, mas apenas àquelas que se confessaram naquele momento preciso e por ocasião da visita do papa à Espanha. Não é mais uma vez a utilização das consciências especialmente das mulheres para fins de expansionismo de seu modelo perverso de bondade? Não é mais uma vez abrir concessões obedecendo a uma lógica autoritária que quer restaurar os antigos privilégios da Igreja em alguns países europeus? Não é uma forma de querer comprar as mulheres confundindo-as diante da pretensa magnanimidade dos hierarcas?
RESPOSTA: Nós, católicos, somos convidados a pensar no aspecto nefasto que essas “opiniões teológicas” podem causar nas pessoas que as lêem e não percebem que o texto não está de acordo com a Doutrina Cristã. O Papa Bento XVI, os Bispos e os padres não poderiam conceder o perdão para as mulheres que, conscientes desses crimes, não se confessassem, não se arrependessem e não se comprometessem a não pecar mais. Sem o arrependimento sincero e a confissão auricular, não há possibilidade de perdão.
9) ARTIGO: Será que as autoridades constituídas na Igreja Católica e de outras Igrejas são ainda cristãs? São ainda seguidoras dos valores éticos humanistas que norteiam o respeito a todas as vidas e em especial à vida das mulheres?
RESPOSTA: A Igreja Católica Apostólica Romana é Cristã, seguidora de Jesus Cristo, que a instituiu. Sua Doutrina está escrita, é acessível a todos, é clara e não muda. Os valores pregados por Jesus Cristo respeitam todas as vidas, igualmente, sem dividir as pessoas em categorias ou classes sociais, como quer a autora do texto.
10) ARTIGO: Creio que mais uma vez somos convocadas a expressar publicamente nosso sentimento de repúdio à utilização da vida de tantas mulheres como pretexto de magnanimidade do coração papal. Somos convidadas a tornar pública a corrupção dos costumes em todas as nossas instituições inclusive naquelas que representam publicamente nossas crenças religiosas. Somos convidadas a ser o corpo visível de nossas crenças e opções.
RESPOSTA: A Igreja Católica não engana ninguém e a magnanimidade é de Jesus Cristo. Jesus Cristo é invisível, mas está sempre presente e convida todas as pessoas para que o sigam. Não há imposição para ninguém ser católico. Deus deu o livre arbítrio a todas as pessoas. Para ser católica, a pessoa precisa ser batizada, professar sua fé num único Deus, Jesus Cristo, e seguir seus preceitos. Não há nenhuma corrupção na concessão do perdão de Deus às mulheres que se confessaram em Madri.
11) ARTIGO: Fazendo isso, não somos melhores do que ninguém. Somos todas pecadoras e pecadores capazes de ferir uns aos outros, capazes de hipocrisia e mentira, de crueldade e crueldade refinada. Mas, também somos capazes de dividir nosso pão, da acolher a abandonada, de cobrir o nu, de visitar o prisioneiro, de chamar Herodes de raposa. Somos essa mistura, expressão de nosso eu, de nossos deuses, dos espinhos em nossa carne convidando-nos e convocando-nos a viver para além das fachadas atrás das quais gostamos de nos esconder”
RESPOSTA: A Igreja Católica está fundamentada na Doutrina e no Evangelho e não se esconde “atrás de fachadas”. A Igreja Católica não é só o Papa e os Bispos. São freiras, frades, monges, Irmã Dulce, Madre Tereza de Calcutá, Santo Inácio de Loyola e todos os outros Santos, Beato João Paulo II, padres, outros religiosos e religiosas, os leigos e leigas, hospitais, maternidades, santas casas, escolas, universidades, casas de aidéticos, casas de recuperação de viciados, Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral Social e tantos outros movimentos, uma multidão trabalhando pela PAZ e pelo BEM COMUM. (AQUI) Todos os membros da Igreja Católica são diferentes da autora, pois são fiéis única e exclusivamente a JESUS CRISTO, VERDADEIRO DEUS E VERDADEIRO HOMEM.

Concluindo, não somente os que participaram do Encontro Mundial de Jovens em Madri foram beneficiados pelo perdão, desde que tenham tido o arrependimento sincero e a firme disposição de não reincidir nesse crime, como a Sra. Gebara afirmou. O que o Papa fez foi incentivar a condenação desse crime, estimulando a juventude a, em hipótese alguma, cometê-lo. Dizer que só o Papa e só em Madri os sujeitos desse crime poderiam ser absolvidos, é uma grande falsidade, denotando que a autora do texto, apesar das faculdades (Universidades) por ela cursadas, demonstra desconhecimento da Teologia Moral.

Para encerrar, devemos repetir e seguir o que Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim” (Jo: 14,6).

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos

Cardeal denuncia sermões insossos e cansativos


Os sermões feitos por padres católicos tornaram-se "incolores, inodoros e sem sabor", denunciou nesta sexta-feira o cardeal Gianfranco Ravasi, ministro da Cultura do Vaticano, pedindo a eles que não temam dizer palavras que perturbem, questionem e causem preocupação. O cardeal falou sobre o assunto durante um ciclo de conferências organizado em Roma pelo Instituto francês - Centro São Luís, aberto na quinta-feira na Universidade dos Jesuítas, a Gregoriana. A prédica nas Igrejas está quase se tornando insignificante", lamentou.
O cardeal italiano convidou os sacerdotes a levarem em conta as novas linguagens para atrair a atenção dos fiéis, além de não temerem o "escândalo" causado pelas palavras da Bíblia. "Devemos reencontrar esta dimensão da Palavra que ofende, que inquieta, que julga", afirmou o prelado. É preciso notar que a Bíblia pode "preocupar e, às vezes, desconcerta" o que, segundo ele, é "indispensável".
O cardeal também convidou os padres a acompanharem a "revolução na comunicação". "A informação transmitida pela televisão e a informática, explicou o ministro da Cultura do Vaticano, demanda ser incisivo, recorrer ao essencial, à cor, à narração".
A comunicação pode passar também pelo Twitter, o que "obriga a transmitir alguma coisa fulgurante, essencial", recomendou o prelado que envia ele mesmo mensagens diárias no Twitter.
As críticas de Monsenhor Ravasi a homilias ''mornas" dos padres e a vontade de encontrar uma linguagem adaptada ao mundo moderno representam uma preocupação do Papa Bento XVI de revitalizar a mensagem do cristianismo, numa época de descristinização em massa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Marcha feminista na Argentina agride católicos e catedral.Veja!




Arruaça, vandalismo, violência e pichações são a marca tradicional do Encontro Nacional de Mulheres que se realiza todos os anos na Argentina.
Em 2011, nos dias 8, 9 e 10 de outubro, foi a vez da cidade de San Carlos de Bariloche sofrer as depredações que ocorrem com a marcha que finaliza o encontro feminista.
A Comissão Organizadora solicitou que a marcha não passasse em frente à catedral, mas formalidades só possuem efeitos em pessoas civilizadas, e às 19h as manifestantes tomaram o rumo da igreja, no momento em que o Bispo local, Mons. Fernando Maletti, estava celebrando uma missa.
As portas foram fechadas e várias pessoas se colocaram em frente à catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja que, ainda assim, teve suas paredes laterais pichadas com frases como “Deus no” e outras de teor blasfemo referentes a Jesus Cristo, Nossa Senhora e a Igreja.
Veja fotos e depois um vídeo.



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Investigadores afirmam que às 17 semanas feto já experimenta sentimentos




Foto: INS News Agency
LONDRES, 31 Out. 11 / 12:44 pm (ACI/EWTN Noticias)

Um grupo de investigadores na Grã-Bretanha demonstrou com uma exploração 4-D, que um feto de 17 semanas de gestação pode experimentar sentimentos como a felicidade e a dor.

Conforme informou recentemente o Daily Mail, o professor Stuart Campbell tomou uma imagem 3-D, e mediante a equipe de exploração em 4-D, manifestou que as imagens mostram o bebê de 17 semanas de gestação revelando sentimentos.

Entretanto, o professor Eric Jauniaux, do University College, disse que nesta etapa o feto não pode demonstrar sentimentos porque ainda está em um período de inconsciência. Disse que "a evidência da dor e o sentimento se percebe em 24 ou 28 semanas. Às 17 semanas, a conexão entre o cérebro e o resto do corpo tende a ser limitada".

Entretanto, Campbell assinalou que o observado na imagem se converte em uma expressão de alegria e humanidade. "pude ser capaz de apreciar um feto chorando ao redor da 18 ou 19 semana, mas até agora nada como um sorriso agradável. Esta é a primeira perseverança. É incrível", expressou.

Embora o professor seja perito em temas ginecológicos e obstetras, disse que não sabia o que causou o sorriso, e o atribuiu a uma seqüência que inclui o bocejo, alguns movimentos respiratórios e a abertura de suas pálpebras.

Autoridade vaticana explica as chaves da nova evangelização


SANTIAGO, 31 Out. 11 / 01:40 pm (ACI/EWTN Noticias)

O Secretário do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização no Vaticano, Arcebispo Octavio Ruiz Arenas, assinalou em uma recente conferencia as chaves deste processo animado pelo Beato Papa João Paulo II e agora pelo Bento XVI, especialmente com este novo dicastério do qual faz parte o Prelado.

Em uma exposição feita neste último 21 de outubro em Santiago no Chile para um grupo de jovens missionários da Universidad Catolica chilena, o também Arcebispo Emérito de Villavicencio (Colômbia) recordou que "a missão fundamental da Igreja é a evangelização, que tem como fim último o anúncio claro de Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem".

Este anúncio, disse o Prelado, "deve levar a uma adesão de coração, a um seguimento do Senhor Jesus, para que acolhendo essa Palavra de vida, a pessoa se converta em alguém que dá testemunho e anuncia, em outras palavras: quem foi evangelizado deve evangelizar também"

Esta tarefa é especialmente importante ante uma série de desafios como o fato de que "em muitos países de antiga tradição cristã, foi-se perdendo a fé e se deixaram envolver por um ambiente secularista, no qual querem excluir Deus da vida das pessoas, marginar a Igreja da atividade pública e viver em uma grande indiferença religiosa".

"Trata-se, em concreto, de países e nações nos quais o bem-estar econômico e o consumismo –embora misturado com espantosas situações de pobreza e miséria– inspiram e sustentam uma existência vivida ‘como se não houvesse Deus’", advertiu.

O conceito de Nova Evangelização, explicou o Arcebispo, surgiu "como tal durante a III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano realizada em Puebla (México)". Com este novo critério, a tarefa da Igreja também é forjar "uma evangelização da cultura e de maneira especial uma nova qualidade de evangelização, que comece no setor das pessoas, da família e da paróquia, para confrontar o amplo fenômeno da secularização"

O Arcebispo precisou também que a nova evangelização "não se trata de uma mensagem nova, distinta à de sempre, pois pregamos o mesmo Jesus Cristo de ontem, hoje e sempre. A novidade por tanto está no coração de quem anuncia o Evangelho".

"Tem que ser uma pessoa inteiramente apaixonada por Senhor, de alguém que saciou sua sede, com a Palavra de Cristo, como o fez a mulher samaritana. A sede do homem só se calma, em Jesus. Ele é o Mendigo sedento que sai ao encontro da mulher samaritana".

Depois de pôr como exemplo Santa Teresa de Jesus, a primeira Santa chilena que faleceu aos 20 anos de idade, o Prelado disse que para a nova evangelização é importante que esta seja nova em seu ardor, nova em seus métodos e nova em sua expressão.

Os "requisitos" para a nova evangelização

Dom Ruiz Arenas enumerou logo uma série de requisitos para empreender esta tarefa, entre os quais está primeiro "dar primazia à graça", como dizia João Paulo II: "quer dizer devemos ser conscientes que é o Espírito Santo quem obra na Igreja. Não podemos cair na tentação de pensar que são nossas obras e nossos programas os que produzem os resultados, a conversão".

Um segundo requisito é "viver como autêntico discípulo missionário. O discipulado é uma realidade que não se pode viver de maneira isolada, individual, mas deve ser vivida em comunidade. O Senhor foi escolhendo e chamando os seus discípulos. Hoje também chama cada um de nós e nos dá uma missão. Devemos viver o gozo de sentir-nos chamados e amados pelo Senhor".

O terceiro é ter uma grande generosidade, enquanto que o quarto consiste em que "toda a atividade da Igreja deve ser uma expressão de amor e de serviço, que deve procurar o bem integral do ser humano. Mais ainda, em muitas circunstâncias esse amor fala por si só e se constitui em uma forma de evangelizar, pois através de sua atuação –assim como por seu falar, seu silêncio, seu exemplo- fazemos acreditável o que anunciamos e o que celebramos".

Um quinto requisito fundamental é a oração: "é importante que o que nos proponhamos, com a ajuda de Deus, esteja baseado na contemplação e na oração. Vivemos com grande agitação e contínuo movimento, o qual desemboca no ativismo, com o risco fácil do ‘fazer por fazer’".

Um sexto ponto a ter em conta é a centralidade da Eucaristia, que "encerra em si mesma o núcleo do mistério da Igreja e constitui a fonte e cume de toda a vida cristã. Nela se celebra com gozo o mistério da fé, já que faz presente o acontecimento central de nossa salvação e realiza a obra de nossa redenção, atualizando sempre no tempo o sacrifício redentor de Cristo".

Um sétimo requisito é a leitura constante da Palavra de Deus: "é urgente ter uma confiança e familiaridade com a Sagrada Escritura, para que seja como uma bússola que indica a via a seguir, com a ajuda de testemunhas e professores, que caminhem com eles e os levem a amar e a comunicar à sua vez o Evangelho, especialmente a seus coetâneos, convertendo-se eles mesmos em autênticos e acreditáveis anunciadores. Neste sentido é bom familiarizar-nos com o método de leitura orante da Sagrada Escritura, por meio da lectio divina".

Finalmente o Prelado recordou aos jovens o chamado do João Paulo II de "remar mar dentro" para ser "evangelizadores de outros: de sua família, de seus amigos e companheiros e de todos aqueles cuja fé é fraca ou têm medo de entregar-se ao Senhor. Hoje são vocês, os Apóstolos da Nova Evangelização".

O Pontifício Conselho para a Nova Evangelização foi criado pelo Papa Bento XVI em junho de 2010 para animar este processo especialmente na Europa e Estados Unidos, lugares de antiga tradição cristã aonde agora se vive um processo de profunda secularização.

Entre as tarefas que tem o dicastério, presidido pelo Arcebispo Rino Fisichella, estão a promoção e divulgação do Catecismo da Igreja Católica que no próximo ano cumpre 20 anos de sua publicação durante o pontificado de João Paulo II.

A criação deste novo dicastério está em sintonia com a realização do Sínodo dos Bispos para a Nova Evangelização que se celebrará no Vaticano em outubro de 2012.

domingo, 30 de outubro de 2011

Persegui Jesus Cristo é persegui os Cristãos. DIGA NÃO A CRISTÃOFOBIA!




A DECISÃO É SUA! DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?






PAPA DENUNCIA MORTES ASSOCIADAS À FEITIÇARIA


PAPA DENUNCIA MORTES ASSOCIADAS À FEITIÇARIA




O papa Bento XVI denunciou hoje as mortes de crianças e idosos associadas à feitiçaria em determinadas regiões de África durante a três semanas da sua segunda viagem aquele continente.

"O coração dos baptizados está por vezes dividido entre o cristianismo e as tradições africanas", disse Bento XVI a bispos de Angola e de S. Tomé e Príncipe durante a visita "ad limina", a tradicional visita que os bispos de determinado país efetuam cada cinco anos ao Vaticano.

"Aflitos com os problemas da vida, não hesitamos em recorrer a práticas que são incompatíveis com o caminho de Cristo. Os abomináveis efeitos são a marginalização e mesmo a morte de crianças e de idosos condenados pelas falsas percepções da feitiçaria", acrescentou num discurso divulgado pela assessoria de imprensa da Santa Sé.

"Lembrando que a vida humana é sagrada em todas a fases e situações, continuai caros bispos a elevar a voz a favor das vítimas da feitiçaria", prosseguiu o papa, exprimindo-se em português.

"Atendendo a que se trata de um problema regional, um esforço conjunto das comunidades religiosas contra esta calamidade será oportuno, procurando compreender o significado profundo destas práticas bem como os seus riscos pastorais e sociais para elaborar um métodos que permita a sua erradicação definitiva, em colaboração com os governos e a sociedade civil", estimou.

O papa criticou também as uniões conjugais fora do matrimônio nos dois países lusófonos.


sábado, 29 de outubro de 2011

A ditadura da tolerância. Imperdível!



Em 2010, durante o VII Congresso Conservador realizado em Cracóvia, o pesquisador chileno José Antonio Ureta, um dos conferencistas daquele evento, tratou sobre um assunto de grande atualidade: a “Ditadura da Tolerância”.
***
- O que podemos entender por “Ditadura da Tolerância”? Não são palavras contraditórias?
José Antonio Ureta - Em teoria, são contraditórias; na prática, não. É uma outra maneira de exprimir aquilo o que o Papa Bento XVI denuncia como a “ditadura do relativismo”.
Se por tolerância se entende que não há verdade nem êrro, nem bem nem mal, e que cada um pode pensar, querer e agir como bem entende, então deixa de haver valores absolutos e limites objetivos que se impõem a todos.
O resultado é que a maioria (ou até uma minoria que se julga “esclarecida”) pode impor ditatorialmente aos demais aberrações contrarias à ordem natural.
Por exemplo, obrigar os médicos a praticar o aborto ou aos pais de família a aceitarem babás homossexuais para seus filhos.
- Essa “Ditadura da Tolerância” é uma manobra de perseguição religiosa?
José Antonio Ureta – Quando os maus são minoria, eles pedem liberdade para o mal. Mas, quando passam a ser maioria, ou a manipular a maioria, então eles negam aos bons o direito de fazer o bem.
Para eles, a definição de liberdade é o contrário do que disse o presidente-mártir do Equador, Gabriel García Moreno: “Liberdade para todos e para tudo; exceto para o mal e para os maus”. O lema deles poderia bem ser: “liberdade para todos e para tudo; exceto para o bem e para os bons”.
O slogan de que se servem foi enunciado pelo jacobino Saint-Just, que chegou a ser chamado o “Anjo do Terror”, durante a Revolução Francesa: “Nenhuma liberdade para os inimigos da liberdade”.
É por esse tortuoso caminho que o liberalismo desemboca no totalitarismo e na perseguição dos opositores por motivos ideológicos. Como toda ideologia tem um fundo religioso, acaba dando numa perseguição religiosa.
- Como o Sr. vê o emprego desta palavra “tolerância” pela mídia? E qual o papel da mídia nessa “Ditadura da Tolerância”?
José Antonio Ureta – Segundo a doutrina católica, a tolerância é uma licença negativa do mal. O mal deve ser normalmente combatido, mas por vezes é preciso tolerá-lo para evitar um mal ainda maior ou para não prejudicar um bem maior. É a aplicação da parábola do joio e o trigo à vida socialMas essa tolerância bem entendida não confere ao mal tolerado nenhum direito. Logo que as condições objetivas permitem erradicá-lo, esse mal pode ser eliminado.
O conceito relativista de tolerância, pelo contrário, afirma que todas as doutrinas e todos os comportamentos são equivalentes e devem coexistir. O que é uma utopia.
A mídia tem um grande papel em favorecer essa mentalidade relativista, apresentando como modelo as personalidades “abertas” (por exemplo, os artistas e políticos favoráveis à liberalização da maconha) e desacreditando os defensores de princípios absolutos como “autoritários”, “fechados”, “obscurantistas”.
- A mídia de massa usa correntemente certos termos como “homofobia” e até “islamofobia”, mas parece que a mesma mídia se nega a utilizar o termo “cristianofobia” para caracterizar o assassinato e a perseguição aos cristãos. Isso não seria um indício de que a “Ditadura da Tolerância” visa apenas perseguir os cristãos?
José Antonio Ureta – Homofobia foi um termo inventado por um psiquiátra americano para estigmatizar aqueles que se opõem à homossexualidade, pressupondo que o fazem por desordens temperamentais e não por princípios. É uma maneira cômoda de amordaçar os opositores sem ter que responder a seus argumentos.
Vendo o sucesso da manobra, os líderes muçulmanos cunharam o termo de “islamofobia” para silenciar, no Ocidente, aqueles que denunciam as falsidades do Corão ou as injustiças nos países muçulmanos ou a invasão massiva de islamitas nos países desenvolvidos.
A mídia usa e abusa desses termos. Mas, como você diz, quando se trata de denunciar as perseguições aos cristãos nos países muçulmanos ou os ataques ao Cristianismo no Ocidente, a mídia cala a boca, ou é conivente com os ataques em nome da liberdade de expressão.
- Na Europa, há leis ou projetos de lei que vão na linha dessa “Ditadura da Tolerância”?
José Antonio Ureta – Claro que há. Por exemplo, os farmacêuticos católicos são obrigados a vender a pílula abortiva do dia seguinte e os anticoncepcionais, sob pretexto que são “medicamentos”. Como quase todos os médicos jovens invocam a cláusula de objeção de consciência para recusar-se a praticar abortos, as feministas querem impor a prática dizendo que o aborto é um tratamento de saúde.
Em matéria de homossexualidade é parecido. As agências católicas inglesas de adoção de crianças tiveram que fechar porque não podiam “discriminar” os casais homossexuais. As paróquias não podem mais alugar o salão paroquial para casamentos (o que era frequente, porque era mais fácil fazer a festa logo após a cerimônia), porque não podem mais discriminar os homossexuais.
Nesta semana, na Inglaterra, o gerente de uma companhia pública que cuida de alojamentos foi sancionado por ter colocado no seu Facebook – num espaço que somente seus amigos têm acesso- a opinião de que permitir a celebração de “casamentos” entre homossexuais nas igrejas seria uma “igualdade excessiva” !
- O Sr. poderia dizer como nós aqui no Brasil poderíamos combater de modo inteligente e eficaz a implantação dessa “Ditadura da Tolerância”?
José Antonio Ureta – Acho que o melhor método é tornar pública a perseguição que está acontecendo em outros países e dizer que, se não há reação, o mesmo vai acontecer ai.
E, sobretudo, lembrar que “é preciso obedecer a Deus antes que aos homens”, como disse S. Pedro quando foi conduzido diante do tribunal por pregar o Evangelho.
É melhor reagir agora do que depois ter que morrer como mártir ou, pior ainda, viver vergonhosamente como “cidadão de segunda classe”.