quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A difícil formação dos bons hábitos em nossos filhos. É trabalhoso, mas vale a pena!

educação-dos-filhos
Educar é chato, você sabe. A gente fala, repete, volta a falar a mesmíssima coisa vinte vezes num dia só. Haja. E ainda saímos da história com fama de chatos. Chatos! Nós? Pais são uns incompreendidos. Mas o que nos redime é o lado nobre dessa missão de interesse público: criar pessoas ajustadas, cidadãos de bem, seres felizes. Além do quê, volta e meia dá um orgulho danado. A visita te olha com aquela cara de espanto porque a pequena de 2 anos pediu licença para sair da mesa e obrigada depois. Licença!? Ora, ora…E você bota uma cara de simplicidade para esconder o show pirotécnico no seu coração. Eita baixinha…resolveu mostrar rudimentos de etiqueta social.
Por isso tento ser incansável. Tenho fé que, num futuro não muito distante, nós quatro permaneceremos à mesa comendo, civilizadamente, sem que eu e meu marido tenhamos que nos revezar para limpar cocô nem arrastar ninguém de volta para a cadeira. Estaremos realmente interessados em trocar impressões sobre a vida e gastando tempo para se conhecer melhor. Porque se tem um hábito que anda me dando arrepios é o olhar das pessoas grudado num celular, num ipad, num Ipod, ou num gadget qualquer, diante de outro ser humano hipnotizado pela tela brilhante. A cena está se tornando um déjà-vu da vida moderna. Famílias sentadas à mesa em restaurantes, silenciosamente entretidas com seus objetos de uso pessoal eletrônicos. Não falam. Não se comunicam entre si. Às vezes, sequer se olham. Não piscam! Desperdiçam tempo de se conhecer. Sabe como isso começa? Lá atrás, nas tentativas de manter crianças pequenas comportadas num restaurante.
É um desafio, eu sei. Dependendo da energia contida, elas querem andar, falar, brincar, desenhar ou simplesmente sair do lugar. Aff. E não adianta nem falar que criança muito pequena não combina com restaurante, melhor não comer fora, ué, esqueça. Essa ideia de jerico fecharia vários estabelecimentos, geraria desemprego e uma onda de desdobramentos econômicos e psicológicos, porque todo mundo gosta de passear. Pais saem com crianças pequenas, desde que o mundo é uma cidade grande com ofertas de entretenimento, inclusive para restaurantes. Aí tem que encarar.
Mas voltemos ao início da minha tese. O que está por trás do vício em joguinhos eletrônicos? Em Ipad? Em Ipod? Em celular? O que fazer para meu filho não chegar lá dessa forma cega? Qual o limite do saudável? Quando elas poderão ser apresentadas a esses joguinhos? São mesmo inevitáveis? Eu me pergunto isso. É da natureza da criança certa inquietude. E nós queremos paz. Inevitável recorrer a brincadeiras, brinquedos. Nós costumamos inventar histórias em pedaços. Um começa e o seguinte completa. Damos várias voltas na mesa até a história ficar sem pé nem cabeça, porque, toda vez que volta para a pequena de dois anos, ela recomeça tudo dizendo “ela uma vez, há muito, muiiiiito tempo…”, sob protesto da outra. “Ah nãooooo….”. Eu também lanço mão de papéis e giz de cera (que bela invenção). Desenhos podem ser muito relaxantes para toda a família, além de abrir uma brecha para eu e meu marido conversarmos. Porque tem hora que precisamos pedir chance para falar. Dá a vez?
Mas há algo de inofensivo num desenho, porque desenho a criança mostra. Ela pede opinião enquanto cria. Há um mínimo de interação. Não há a ansiedade de “passar para a próxima etapa”. Ela pode olhar ao redor e se inspirar em algo presente para criar. A gente sempre dá pitacos, pede para ver, diz “huuummmm”. Há algo a partilhar. Jogos eletrônicos, para mim, aprofundam o isolamento do adolescente que já tende a achar pai e mãe chatos. Posso estar implicando demais, gente, mas peguei horror. Prontofalei.
As pessoas se acostumam a silenciar os filhos, desde cedo, porque barulho incomoda, bagunça incomoda, e incomoda também os outros num lugar público. Minha utopia é canalizar essa energia para uma troca saudável, chamá-las para a brincadeira e não prendê-las numa camisa-de-força eletrônica. Quando a gente deixa a criança falar, revelações surpreendentes surgem. Você fica sabendo de coisas que aconteceram na escola e das quais talvez nunca soubesse. Nem tudo os filhos estão prontos para nos contar se não dermos várias chances seguidas porque às vezes eles têm vergonha até de repetir o que o outro fez. Me chamou de feio, disse que sou burro ou gordo. Não é fácil para uma criança se apropriar do discurso que lhe ofendeu, mesmo que seja apenas para passar adiante a história. Repetir é um sofrimento e é preciso estar muito relaxado e confiante da atenção dos pais para deixar a alma vazar. Mas o joguinho eletrônico faz a gente esquecer essas coisas…pra quê falar?
Lá em casa, a batalha é diária. A gente chama para perto, por mais trabalho que isso dê. Senta aqui, está na hora do café da manhã. Já me irritei muito com o desassossego delas e até me arrependi de ter saído para restaurantes. Mas a coisa evolui aos poucos porque, vocês sabem, educar dá trabalho, é repetitivo e chato. Hoje, apesar de a menorzinha tomar sua vitamina no copo antes de todo mundo (mas não tão antes assim), conseguimos arrastá-las para a mesa. A pequena reclama. “Quelo café e pão!”, com a xícara na mão. Não come nada, mas a intenção lhe basta. A filha mais velha já entendeu que é o momento família e que há um propósito em estarmos juntos e disponíveis uns para os outros. Percebo que, aos poucos, nossa insistência surte efeito. Nem sempre a contento, nem sempre como queremos, mas sinto uma evolução.
Eu não quero dispensá-las do convívio enquanto são barulhentas e desorganizadas porque poderá ser tarde demais tentar recuperá-las de volta depois. Eu quero que elas gostem de uma boa conversa. Faz parte do processo de educação ensiná-las também a participar, a ouvir e a falar. Como a natureza humana é capaz de tudo, inclusive de milagres, e nós, pais, não somos os únicos elementos determinando o caráter dessas pessoas que geramos, pode ser também que não haja lógica nenhuma no que estou falando, e que, de uma hora para outra, a criança falante e feliz se torne um adolescente fechado, que sequer dá bom dia aos pais. E que a criança criada na base do Ipad esteja genuinamente interessada nas reuniões com primos, por exemplo. Tudo é possível… Mas, parodiando a música dos mal encarados frequentadores de um pub do filme Enrolados, eu tenho siiim…um sonho siiimmm…que minhas filhas digam sempre algo pra mim!!!
Autor: Isabel Clemente

Católicos conservadores dos EUA se sentem excluídos do abraço do papa.

The New York Times – Quando o papa Francisco foi eleito em março, Bridget Kurt recebeu um pequeno santinho de oração com a imagem dele na igreja dela e o colocou em seu refrigerador em casa, ao lado das fotos de seus amigos e imagens de seus santos favoritos.

Ela vai regularmente à missa, participa há muito tempo do movimento antiaborto e acredita que todas as doutrinas de sua igreja são verdadeiras, belas e devem ser obedecidas. Ela gostava muito dos dois últimos papas e mantém um livro de recortes com lembranças de sua viagem a Denver, em 1993, para ver o papa João Paulo 2º no Dia Mundial da Juventude.
Mas Kurt removeu recentemente o santinho do papa Francisco e o jogou fora.
“Parece que ele está se concentrando em trazer de volta a esquerda que tinha perdido espaço. Mas e quanto aos conservadores?” disse Kurt, uma educadora. “Mesmo quando era desencorajador trabalhar no pró-vida, você sempre sentia que a madre Teresa estava ao seu lado e que os papas estavam encorajando você. Agora me sinto jogada debaixo do ônibus.”
Nos oito meses desde que se tornou papa, Francisco conquistou afeição mundial por sua humildade e toque comum. Seus índices de aprovação estão nas alturas. Até mesmo ateus estão aplaudindo.
Mas nem todo mundo está tão encantado. Alguns católicos da ala conservadora da igreja nos Estados Unidos dizem que Francisco os deixou se sentindo abandonados e profundamente perturbados. Pela internet e em conversas entre eles, eles se desesperam que, após 35 anos nos quais os papas anteriores –João Paulo 2º e Bento 16– traçaram fronteiras claras entre certo e errado, Francisco está turvando a doutrina católica para ter apelo ao público mais amplo possível.
Eles ficaram particularmente alarmados quando ele disse a um proeminente ateísta italiano, em uma entrevista publicada em outubro e traduzida para o inglês, que “todo mundo tem sua própria ideia de bem e mal”, de modo que todo mundo deveria “seguir o bem e combater o mal como os percebe” –um comentário que muitos conservadores interpretaram como parecendo apoiar o relativismo. Ele chamou o proselitismo de “uma bobagem solene”.
Eles ficaram chocados quando viram que Francisco disse em uma entrevista que “os mais sérios dos males” atuais são “os jovens desempregados e a solidão dos idosos”. E o desgosto aumentou depois que ele disse em uma entrevista anterior que intencionalmente “não fala muito” sobre aborto, casamento de mesmo sexo ou contracepção porque a igreja não pode ficar “obcecada com a transmissão de um conjunto desarticulado de doutrinas”.
Steve Skojec, vice-presidente de uma imobiliária na Virgínia e um blogueiro que escreve para vários sites católicos conservadores, escreveu sobre as declarações de Francisco: “Elas são explicitamente hereges? Não. Estão perigosamente perto? Certamente. Que tipo de cristão diz a um ateísta que não tem intenção de convertê-lo? Isso por si só deveria perturbar os católicos em toda parte”.
Em uma entrevista recente, Skojec disse ter ficado impressionado com a resposta positiva ao seu blog por pessoas que disseram pensar o mesmo que ele, mas que não queriam dizê-lo em público. Ele disse que passou a suspeitar que Francisco é um “pretenso revolucionário” que deseja mudar a igreja fundamentalmente.
“Existiram papas ruins na história da igreja”, disse Skojec, “papas que assassinaram, papas que tinham amantes; eu não estou dizendo que o papa Francisco é terrível, mas não há proteção divina que o impeça de ser o tipo de sujeito que mina sutilmente os ensinamentos da igreja para promover uma visão diferente”.
Mas a maioria dos católicos americanos não compartilha as objeções dele. Uma pesquisa realizada após uma entrevista pela Universidade Quinnipiac apontou que 2 entre 3 concordam que a igreja está “obcecada” demais com algumas poucas questões.
Analisando as declarações de Francisco nas últimas semanas, outros conservadores católicos estão concluindo que ele não disse nada que contradiga o catecismo católico, com parte de sua linguagem até mesmo lembrando a de Bento 16. Mas, em entrevistas, as palavras que os conservadores usam com mais frequência para caracterizar Francisco foram “ingênuo” e “imprudente”, porque ele está dizendo coisas de forma que a mídia e os “inimigos” da igreja podem distorcer, e há consequências.
Alguns apontaram para a votação do casamento gay na semana passada em Illinois. Dois legisladores estaduais católicos que votaram pela aprovação do casamento de mesmo sexo citaram as palavras do papa Francisco: “Quem sou eu para julgar”.
O papa disse essas palavras em resposta a uma pergunta sobre os gays durante uma longa entrevista informal em um avião, em julho. Mas Francisco não mudou o ensinamento católico, que defende que o casamento é apenas entre um homem e uma mulher, e que o sexo gay é errado, mas que os gays são dignos de piedade e respeito.
Matt C. Abbott, um colunista católico de Chicago do “Renew America”, um site politicamente conservador, disse em uma entrevista na sexta-feira: “Eu preferiria que ele tivesse escolhido palavras diferentes, se expressado de um modo diferente, que não pudesse ser tão facilmente tirado de contexto”.
Abbott disse: “Para os católicos ortodoxos e conservadores, os últimos meses foram como um passeio em montanha-russa”. E acrescentou, por e-mail: “Eu não sou um grande fã de montanhas-russas”.
Alguns conservadores católicos estão compartilhando online profecias que falam das tribulações da igreja. Em uma, uma mulher irlandesa previu que Bento seria mantido como refém. Outras citam a mística alemã Anne Catherine Emmerich, que escreveu sobre uma “relação entre dois papas”, um que “vive em um palácio diferente do anterior”, que alguns agora veem como uma referência a Bento 16, que renunciou como papa neste ano, mas ainda vive na Cidade do Vaticano. Durante esse período surgiria uma “falsa igreja das trevas”.
Mas alguns católicos inicialmente alarmados com os comentários de Francisco agora estão tentando acalmar os outros.
Judi Brown, presidente e cofundadora da American Life League, um grupo católico antiaborto, disse: “Os membros do pró-vida estão incomodados por sentirem que o papa está traindo o movimento. Mas isso não é verdade. Se você ler tudo o que ele está dizendo, especialmente nos seus sermões de quarta-feira, não há dúvida de que ele permanece consistente com o que a igreja vem ensinando”.
Na Pregnancy Aid Clinic, de Hapeville, Geórgia, um centro católico sem fins lucrativos onde as mulheres que buscam exames de gravidez são orientadas contra o aborto, os funcionários se reuniram em torno da mesa da cozinha na semana passada e disseram cautelosamente que estão tentando assimilar a mensagem do papa.
Alexandra P. Shattuck, diretora da clínica, disse que estudou a primeira entrevista publicada do papa na aula de estudos da Bíblia em sua paróquia e concluiu que a mídia tirou de contexto o alerta de Francisco sobre a obsessão com o aborto. Ela disse que Francisco estava realmente tentando ensinar sobre misericórdia.
“Eu acho que ele está completamente certo”, acrescentou Katie Stacy, coordenadora de desenvolvimento da clínica, que se formou recentemente na faculdade. “O foco não deve ser apenas no amor e na misericórdia, mas em tratar as mulheres nessas situações de crise com amor e misericórdia.”
A sala estava lotada de cestas com embalagens vazias de alimentos para bebês, que seriam distribuídas pelas paróquias de Atlanta para serem enchidas com notas e moedas de doações. Os funcionários disseram que a maioria dos padres está longe de obcecada com o aborto e contracepção, pregando contra apenas durante o “Domingo de Respeito à Vida”.
“Quando o papa faz uma declaração de improviso ou em uma entrevista, ela não é uma declaração infalível”, disse Chris Baran, o presidente do conselho diretor da clínica. “O que ele diz em uma declaração não muda nenhum ensinamento da igreja existente há mais de 2.000 anos.”
Tradutor: George El Khouri Andolfato

Ateísmo começa a ser ensinado como disciplina curricular em escolas públicas.

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Os alunos do ensino primário na Irlanda, pela primeira vez, irão aprender os princípios básicos do ateísmo como parte do currículo.
Segundo a revista Time, seriam cerca de 16 mil alunos a ouvir sobre os sistemas de crenças seculares ainda este ano. O novo currículo, que falará sobre humanismo e agnosticismo, é um projeto da ONG ateísta Educar Juntos. Fundada a 5 anos, seu site afirma que são um grupo dedicada a “promover o ateísmo, a razão, a ética e um Estado laico”.
As primeiras versões do material contemplam o ensino de crianças dos 4 até os 13 anos. São dez lições, uma por aula, entre 30 e 40 minutos de duração. Além disso, haverá aplicativos para smartphones e atividades interativas no seu site.
Na Irlanda, 90% dos alunos estudam em escolas pertencestes à Igreja Católica. 
Para o co-fundador da Atheist Ireland, Michael Nugent, o fim deste monopólio religioso na educação é necessário. “Se os pais dessas crianças em idade escolar e sob o controle da igreja desejarem, poderão usar o nosso curso como uma alternativa para os seus filhos”.
O grupo lançou uma campanha online para arrecadar os 50 mil euros que acreditam serem necessários para fornecer o material para as escolas e dar treinamento aos professores. Por enquanto, menos da metade do alvo foi alcançado, mas segundo a ONG o dinheiro está vindo de diferentes partes do mundo, o que indica um crescente interesse pelo projeto que poderá se estender a todas as nações interessadas.
Embora em muitos países seja proibido o ensino religioso nas escolas públicas, esta é a primeira vez que ocorrem aulas sobre ateísmo de maneira programática. Contudo, é crescente o número de instituições de ensino superior na Europa e nos EUA que oferecem aulas sobre o pensamento ateísta.
Fonte: Catolicidade

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sinal dos Tempos: 10 vulcões em erupção ativa e a mídia não fala nada


26.11.2013 -
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1- Monte Sinabung, na Indonésia: erupção por oito vezes em apenas algumas horas, "chuva de pedras" sobre uma grande área forçou milhares de pessoas a fugir de suas casas. Ele está em erupção de forma intermitente desde setembro, mas entrou na ultrapassagem na tarde de sábado e manhã de domingo, atirando repetidamente cinzas quentes vermelho e rochas até oito quilômetros no ar.
2 -Vulcão Colima, no México: Na noite de segunda-feira e terça-feira manhã, o vulcão de Colima expeliu lava para baixo suas encostas e cinzas para o céu, atingindo várias aldeias. Desde domingo passado, o Fuego de Colima foi reativado após várias semanas de calma aparente até terça-feira foi gravado entre 30 e 35 jatos por dia, cuspindo lava para baixo suas encostas e cinzas atingindo vários povoados.
3- Sakurajima no Japão: Após uma breve fase de atividade mais fraca, o vulcão se tornou mais violento com uma série de explosões poderosas enviou nuvens de cinzas até 4.5 km. Emissões de cinzas quase constante têm sido realizadas desde a Showa cratera. 
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4- Fuego, na Guatemala: Dois fluxos de lava são ativos nas encostas superiores do vulcão, no momento, o Taniluya (sul) e Ash Canyon (SE). A atividade efusiva começou em 11 de novembro e 18 de Novembro aumentou, atingindo um comprimento de 600 mts. Avalanches constantes emergir das frentes de fluxo. Ao mesmo tempo, a atividade explosiva na cratera manteve-se em níveis baixos a moderados, com explosões estrombolianas produzindo colunas de cinzas até 800 mts. altos e incandescentes jatos visíveis à distância.
5- Santa Maria / Santiaguito em Guatemala: uma nuvem de cinzas finas de 3,2 km de altitude (700 m . acima do domo de lava)  
6-Yaser em Vanuatu: o vulcão continua a produzir emissões de cinzas quase contínuas, enquanto explosões são relativamente fracas. Esta fase de emissões de cinzas começou em 3 de novembro e é provável que continue nos próximos dias e semanas.
7- Popocatepetl, no México: vulcão Popocatepetl parecia neve durante toda a manhã e ao meio-dia, a partir da cidade de Puebla, foram observadas colunas geradas por exalações de média intensidade
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8- Monte Marapi na Indonésia: vulcão mais ativo da Indonésia, entrou em erupção no início segunda-feira, enviando uma nuvem de cinzas negras cerca de 2.000 metros de altura, disseram autoridades.
9- Kliuchevskoi em Kamchatka, na Rússia: Uma boa parte da ação foi capturada pelas câmeras apontando para o vulcão ou satélite. 
10 - Vulcão submarino Japão - Tóquio Guarda Costeira do Japão verificou o nascimento da ilha ao redor do arquipélago de Ogasawara.
Créditos para Alisson David.  Fonte: Blog Um Novo Despertar
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Nota de  www.rainhamaria.com.br
Profecia de Nossa Senhora de La Salette, aparição na França em 1846, reconhecida pela Igreja em 1851.
"As estações serão mudadas, a terra não produzirá senão maus frutos, os astros perderão os seus movimentos regulares, a lua não refletirá senão uma luz avermelhada; a água e o fogo causarão ao globo terrestre movimentos convulsivos e horríveis terremotos, que farão tragar montanhas, cidades...
Chegou o tempo. O sol se escurece; somente a fé viverá".
Diz na Sagrada Escritura:
"Quando os homens disserem: Paz e segurança!, então repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão". (1Ts 5,3)

sábado, 23 de novembro de 2013

Assista o vídeo: Padre Duarte Lara Homilia da Santa Missa Acampamento de Cura e Libertação 2013


Assista esse vídeo muito lindo!

Reagiu com um abraço tocar gêmeos bebês um banho praticados lhes uma enfermeira em um hospital na França, as imagens que foram capturadas em um vídeo.

Solenidade de Cristo Rei do Universo



A Igreja chega, enfim, ao término de mais um ano litúrgico. Neste domingo, Solenidade de Cristo Rei do Universo, os fiéis são chamados a reconhecer o reinado de Deus sobre todos os povos e nações. A data também coincide com o encerramento do Ano da fé convocado por Bento XVI, a fim de recordar os 50 anos do Concílio Vaticano II e os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica.

A Solenidade de Cristo Rei do Universo é relativamente recente. Foi Pio XI, na primeira encíclica de seu pontificado, quem a estabeleceu, em 1925. Na Quas Primas, o Santo Padre almejava recordar o senhorio de Jesus sobre todos os reinados, governos e instituições. Via isso como tarefa urgente, dada a crescente rejeição dos ensinamentos da Igreja por parte dos homens, retirando Jesus Cristo e sua lei sacrossanta tanto da vida particular quanto da vida pública."Baldado era esperar paz duradoura entre os povos - ditava o Papa -, enquanto os indivíduos e as nações se recusassem a reconhecer e proclamar a Soberania de Nosso Senhor Jesus Cristo"01.

Já naquela época, o Santo Padre enxergava com preocupação o avanço do pensamento laicista, que, reivindicando uma pretensa neutralidade do Estado em assuntos religiosos, joga para escanteio os ensinamentos do Sagrado Magistério, sobretudo no que diz respeito à moral e à dignidade da pessoa humana. Essa realidade, infelizmente, é ainda hoje observável em uma centena de ações contrárias à fé cristã, quer no âmbito público, quer no âmbito privado.

O princípio laicista se resume na ideia de que a religião seria um assunto da esfera privada, não sendo, portanto, possível respaldá-la nos debates públicos. Com efeito, as discussões concernentes a temas como aborto, casamento gay, eutanásia e etc não deveriam levar em conta a moral cristã; a razão seria o suficiente para o discernimento dessas questões.

Ocorre que, no decorrer da história, comprovou-se cabalmente que a neutralidade do Estado em assuntos religiosos é não somente absurda como também impraticável. Quando governos renegam a lei natural de Deus, assumindo o princípio da maioria como juízo universal dos costumes, o Estado acaba por se constituir em uma nova divindade. Isso aconteceu todas as vezes em que as autoridades quiseram banir a religião do coração dos povos.

Não por acaso essa confusão entre o que é de César e o que é de Deus foi causa de perseguições aos cristãos desde o princípio, quando estes se recusavam a prestar culto à pessoa do imperador. O cristianismo nunca aceitou servir de plataforma para estratégias políticas. E por isso mesmo viu-se constrangido por dezenas de autoridades, ao longo desses dois mil anos de história, que desejavam instrumentalizá-lo em seus programas de governo.

O Papa Pio XII, a fim de dirimir a inquietação suscitada pela Solenidade de Cristo Rei do Universo, esclareceu, em 1958, que a "legítima e sadia laicidade do Estado" é "um dos princípios da doutrina católica" e que, sendo assim, tributar a Cristo os seus direitos de realeza não fere, de forma alguma, essa laicidade, já que o Estado não está isento de suas obrigações para com Deus quando se trata da lei natural02. Até porque a mistura entre o sagrado e o profano torna-se realidade justamente quando essas autoridades se afastam da Igreja.

A Igreja procurou aprofundar esse ensinamento de Pio XII sobre a "legítima e sadia laicidade do Estado" durante a confecção da Constituição Pastoral Gaudium et Spes, do Concílio Vaticano II. Nela, os Padres Conciliares afirmam que "se por autonomia das realidades terrenas se entende que as coisas criadas e as próprias sociedades têm leis e valores próprios, que o homem irá gradualmente descobrindo, utilizando e organizando, é perfeitamente legítimo exigir tal autonomia"03. Porém, adverte o Concílio, "se com as palavras «autonomia das realidades temporais» se entende que as criaturas não dependem de Deus e que o homem pode usar delas sem as ordenar ao Criador, ninguém que acredite em Deus deixa de ver a falsidade de tais assertos".

Refletindo sobre essas palavras do Concílio juntamente com um grupo de juristas italianos, Bento XVI ressaltou que "compete a todos os fiéis, de forma especial aos crentes em Cristo, contribuir para elaborar um conceito de laicidade que, por um lado, reconheça a Deus e à sua lei moral, a Cristo e à sua Igreja o lugar que lhes cabe na vida humana individual e social e, por outro, afirme e respeite a "legítima autonomia das realidades terrestres"04 tal qual define o Magistério Conciliar. Reconhecer Cristo como Rei do Universo, por conseguinte, é também a única maneira de assegurar a autonomia da esfera pública, aplicando a máxima do "dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus".

E no que consiste esse reinado de Cristo sobre os povos? É o que vem nos recordar o Evangelho deste domingo. Ao contrário dos governos que assumem o lugar de Deus, banindo a religião da sociedade e constituindo-se em verdadeiros ditadores, a realeza de Cristo se apresenta sob a forma de serviço. Ele reina do alto da Cruz. Não subjuga a humanidade debaixo de sua coroa, mas a torna livre pelo sacrifício no madeiro. O Reinado Social de Cristo consiste, dessa maneira, na atitude do crucificado: dar-se inteiramente; amar até as últimas consequências.

Que nesta Solenidade possamos olhar para Cristo e, a exemplo do bom ladrão, reconhecê-lo em sua realeza e dizer: "Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado". (Cf. Lc 23, 42)

Não existe “reencarnação” depois da morte

Ao invés de sair à procura de um consolo aparente, os católicos devem estudar mais a sua fé. Só ela oferece um fundamento sólido de esperança.
A celebração dos fiéis defuntos, ao começo deste mês, trouxe aos cristãos uma verdade importante: "memento mori – lembra-te que vais morrer". Quando o homem nasce, ninguém pode dizer com certeza o que ele virá a ser: se será rico ou pobre, se seguirá uma ou outra carreira, sequer a duração de sua vida pode ser determinada. Uma coisa, no entanto, é certa para todas as pessoas: um dia, inevitavelmente, morrerão. Não há homem, por mais rico e poderoso, que possa se livrar de sua morte. "Ninguém se livra de sua morte por dinheiro, nem a Deus pode pagar o seu resgate", canta o salmista. "A isenção da própria morte não tem preço; não há riqueza que a possa adquirir, nem (...) garantir-lhe uma existência imortal" (Sl 48, 8-10).
Por este motivo, a Igreja não pode permanecer calada diante deste que é, segundo a constituição Gaudium et Spes, do Concílio Vaticano II, o ponto mais alto do enigma da condição humana. "Não é só a dor e a progressiva dissolução do corpo que atormentam o homem, mas também, e ainda mais, o temor de que tudo acabe para sempre"01, escreveram os padres conciliares.
Diante deste temor, os homens podem caminhar para a estrada ilusória do materialismo, chegando à tenacidade de negar não só a existência da alma e das realidades eternas, mas o próprio sentido da vida humana. Afinal, se é só para esta vida repleta de sofrimentos e injustiças que o homem nasceu, então, definitivamente, toda a existência não passa de uma grande piada – e de muito mau gosto.
Outra atitude de fuga diante da morte consiste em lançar mão de supostas "revelações" de espíritos que, no fim das contas, não passam de um embuste para enganar as pessoas e fazê-las recuar ao trabalho difícil de buscar a salvação. Geralmente, é o drama da perda de um ente querido que se transforma em ocasião para o indivíduo se aventurar em um terreno perigoso e contaminador.
Em resposta ao espiritismo e à crença recorrente da reencarnação, a Sagrada Escritura é bem clara: "Está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo"(Hb 9, 27). E o Catecismo da Igreja Católica confirma: "Quando tiver terminado o único curso de nossa vida terrestre, não voltaremos mais a outras vidas terrestres. (...) Não existe 'reencarnação' depois da morte" (§ 1013).
Ao invés de sair à procura de um consolo apenas aparente – esperando que um familiar emita supostas "mensagens do além" ou que "se reencarne" no corpo de outro ser humano –, os católicos devem estudar melhor a sua fé e, alegrando-se por terem recebido a verdade de Jesus e de Sua Igreja, perceber que ela oferece um fundamento sólido de esperança. Ao fim desta existência terrena, espera pelo cristão uma outra muito mais elevada e nobre do que esta. Com a morte, ele se reunirá diante "da montanha de Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial, das miríades de anjos, da assembleia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição, enfim, de Jesus, o mediador da Nova Aliança, e do sangue da aspersão, que fala com mais eloquência que o sangue de Abel" (Hb 12, 22-24).
Como deveria exultar a alma cristã ao ler estas palavras da Carta aos Hebreus! Ao fim de uma vida servindo quotidiana e persistentemente a Deus, espera-a uma eternidade não só ao lado daqueles familiares e amigos que morreram na fé, mas ao lado do próprio Senhor, de Sua Mãe Santíssima e de todos os santos e anjos do Céu! Quanta confiança não deveria brotar no coração humano, ao ler São Paulo dizer que "o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu" (1 Cor 2, 9)!
À luz do mistério da Ressurreição, o cristão crê firmemente que a morte não tem a última palavra. Olhando para Cristo, ele sabe que todas as pelejas e batalhas desta vida, embora passem pela morte, não culminam nela. Afinal, Jesus subiu o monte Calvário, mas, três dias depois, voltou à vida – àquela vida que todos os bem-aventurados um dia gozarão, ao Seu lado, no Céu.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O encontro de uma Feminista da Nova Era com o Papa João Paulo II em uma pizzaria.

topic (1)
Durante uma década, perambulei por um deserto espiritual tentando encontrar Deus; busquei-o em todos os lugares, exceto no cristianismo. Busquei-o nas práticas ocultistas da Nova Era, no budismo, e em diversas religiões não cristãs organizadas no mundo.
 
Um dia, morando na BibleBet (extensa região dos EUA na qual o cristianismo evangélico tem um profundo arraigo social, N. da R.), recebei um “Chicktract” (breves frases evangélicas criadas pelo pregador norte-americano Jack T. Chick, fortemente anticatólicos, N. da R.), que insistia em que os católicos eram satânicos que adoravam algo que ele chamava de “bolacha morta”.
 
O “tract” era tão chocantemente desagradável, que me senti indignada pelos católicos. Em uma tentativa de refutar as selvagens acusações de Jack Chick, me surpreendi comigo mesma pesquisando sobre o catolicismo pela primeira vez. Foi assim que comecei a saber algo da Eucaristia, sobre o ensinamento de que o próprio Deus vem aos fiéis com um pedaço de pão; e então toda a minha visão de mundo mudou.
 
Este ensinamento era tão radical, tão bizarramente absurdo, que não podia ser verdade. Mas o pensamento continuava na minha cabeça: e se for verdade? E se o Deus que eu estava buscando estivesse justamente ali, esperando-me, paciente e humildemente, sob a aparência de pão?
 
Respondi tentando escapar, tapando os ouvidos, fechando os olhos e dizendo a Deus: “Não consigo te ver, não consigo te ouvir”. O que aconteceu depois foi a sua resposta.
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De repente, o mundo inteiro parecia não se interessar em outra coisa a não ser temas católicos. Em algum lugar da Flórida, uma mulher chamada Terri Schiavo estava morrendo. Falava-se disso no rádio o dia todo. Meu seguro mundo secular falava de morrer com dignidade, dos últimos pedidos e a autoridade dos familiares, que era tudo bom e estava bem. Mas havia todos esses bispos católicos que não queriam se calar sobre a santidade da vida humana, sobre como esta vida supostamente deveria ser considerada como tal da concepção até a morte, e de como o marido de Terri Schiavo estava defendendo um assassinato.
 
Eu queria que a Terri Schiavo fosse embora, porque ela tinha trazido o tema dos bispos à tona, E cada vez que eu ouvia um bispo falar, começava a pensar nas ideias católicas da sucessão apostólica e em suas afirmações sobre uma linha sem rupturas até São Pedro e os apóstolos, sua continuidade, unidade e plenitude da verdade, a Eucaristia… Sempre voltávamos à Eucaristia.
 
Então, tragicamente, Terri Schiavo se foi, assassinada pelas pessoas com as quais ela deveria ter podido contar, e eu, de maneira egoísta, pensei que poderíamos voltar à nossa vida cotidiana livres de bispos, como de costume. Mas estava equivocada, muito equivocada: alguns dias depois, o mundo se concentrou nos últimos dias do Papa João Paulo II. Pensei que o problema católico tinha sido ruim com o caso Schiavo, mas ele chegou a níveis intoleráveis durante os últimos dias do Papa.
 
Todos os dias, a igreja católica do meu bairro ficava com o estacionamento lotado. Enquanto eu manobrava com irritação entre os carros estacionados na rua, lançava olhares assassinos àquele edifício de teto cor turquesa: a igreja católica da Rainha da Paz. Com um teto assim, seu ridículo nome católico e toda essa gente dentro dele, unida na dor e na oração pelos últimos dias de certo homem velho em Roma, esse edifício acabou sendo o motivo do meu desespero.
 
O sábado, 2 de abril de 2005, amanheceu lindo e claro. Meu esposo, minha filha de dois anos e eu fomos fazer compras para o futuro bebê, que deveria chegar em algum momento dos próximos dois meses. Paramos para almoçar em uma pizzaria local, que tinha telões, um buffet de pizzas de todo tipo e um ambiente tão barulhento, que nossa pequena não precisaria ficar quieta para não incomodar os outros clientes.
 
Nós nos sentamos e, enquanto meu marido levava minha filha ao buffet, meus olhos se dirigiram a um telão brilhante, e então vi a notícia. A televisão estava sem som, então, a única forma de entender o sentido das imagens era ler as manchetes que apareciam na tela: o Papa João Paulo II, depois de uma dura luta pública contra o Parkinson, acabava de morrer. Eu li aquilo e, de repente, comecei a chorar. Ali, em meio a uma imensidade de pizzas, chorando. Por um homem que eu não conhecia, que era líder de uma igreja na qual eu não queria pensar. Mas eu continuava chorando.
 
Corri até o banheiro antes de que minha família pudesse voltar à mesa e me perguntar o que estava acontecendo. No banheiro, milagrosamente vazio, comecei a soluçar de tanto chorar. Sentia que o meu coração estava destruído pela perda. E não conseguia entender o que estava ocorrendo; pensei que poderiam ser os hormônios da gravidez ou uma espécie de crise nervosa. Apesar de eu não me considerar parte do clube anticatólico dos “Chicktract”, tampouco sentia amor pela Igreja. Uma das minhas frases favoritas, quando se falava de algo católico, era: “A Igreja vai cair pelo seu próprio peso inflado. Se tivermos sorte, veremos isso nesta geração”.
 
Esta era a mulher que viu a si mesma soluçando no banheiro de uma pizzaria pela morte do Papa. Mas, ao invés de ficar no meu possível colapso mental, recuperei a calma, lavei o rosto e voltei para a mesa, sentando-me de costas para a televisão.
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Um ano depois da morte de João Paulo II, meu marido e eu entramos na Igreja. Duas semanas depois, batizamos nossos filhos. E, ainda que a conversão radical de uma feminista da Nova Era a uma mãe católica de seus filhos não seja um dos milagres oficiais reconhecidos para a sua canonização, tenho certeza de que foram as orações e a intercessão do Beato (em breve, santo) João Paulo II que me ajudaram a voltar à Santa Mãe Igreja.
 
(Trecho do meu livro “Pope awesome and other stories: how I found God, had kids and lived to tell the tale“)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Conheça Vinicio, o homem desfigurado pela neurofibromatose que emocionou o mundo inteiro. “O Papa não teve medo de me abraçar”.

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“O Papa não teve medo de me abraçar. Enquanto ele me acariciava, eu só sentia seu amor”: este é o testemunho de Vinicio, o homem desfigurado a quem o Papa Francisco abraçou na semana passada e cujas fotos circularam pelo mundo inteiro.
 
Entrevistado pelo jornal italiano “Panorama“, Vinicio, de 53 anos, falou com muita emoção sobre o carinho que recebeu do Papa na Praça de São Pedro, há alguns dias.
 
“Primeiro, eu segurei a mão dele e, enquanto isso, com a outra mão, ele acariciou minha cabeça e minhas feridas. Depois, ele me deu um abraço bem forte, abraçou minha cabeça. Eu apoiei minha cabeça no peito dele e seus braços me envolveram. Ele me apertou forte, forte, como se quisesse me mimar, e não soltava. Tentei falar, dizer-lhe alguma coisa, mas não consegui: a emoção era forte demais. Isso durou pouco mais de um minuto, mas pareceu uma eternidade.”
 
Nascido em Isola, uma pequena cidade da província de Vicenza (Itália), ele mora com sua irmã menor, Morena, com sua tia, Caterina, que cuida dos dois sobrinhos. Como sua irmã (que apresenta uma forma menos severa), ele sofre de neurofibromatose tipo 1 (também conhecida como doença de Recklinghausen) desde os 15 anos. Esta doença provoca dolorosos tumores em todo o corpo. Ainda não existe cura para este mal.
 
“Os primeiros sinais apareceram depois dos meus 15 anos. Disseram-me que, aos 30, já estaria morto. Mas ainda estou aqui”, declarou, antes de voltar do emocionante encontro.
 
“As mãos do Papa são muito ternas. Ternas e bonitas. Seu sorriso é claro e aberto. Mas o que mais me impressionou foi o fato de ele não pensar duas vezes antes de me abraçar. Eu não tenho uma doença contagiosa, mas ele não sabia disso. Ele simplesmente foi lá e fez: acariciou todo o meu rosto e, enquanto fazia isso, eu só sentia seu amor.”
 
Nem é preciso dizer que as pessoas com neurofibromatose muitas vezes são marginalizadas devido à sua aparência. “Vinicio, de alguma maneira, teve sorte: sua tia o ama profundamente e o abraça todo dia”, explicou a jornalista.
 
Nos casos mais severos, a neurofibromatose deforma tanto a pessoa, que até os médicos mantêm distância. “Uma vez, no hospital, eu estava trocando de roupa quando um médico africano entrou na sala. Ele olhou para mim e ficou imóvel – explicou Vinicio. Um pouco mais tarde, ele foi me pedir desculpas. Contou-me que, na África, ele tinha visto doenças terríveis, mas nunca tinha se deparado com algo tão devastador. Suas palavras me impressionaram muito.”
 
Em Isola, Vinicio é aceito por quase todo mundo. Ele tem seu grupo de amigos, com quem sai para comer pizza e ver partidas de futebol. E corteja todas as enfermeiras, gastando com flores parte dos 130 euros que ganha por mês trabalhando em um asilo.

Na luta contra a impureza, vence quem foge

Em matéria de castidade, não existem fortes nem fracos. Diante de uma tentação impura, vence quem recorre imediatamente a Deus, sem negociatas.

Se há um mandamento que as pessoas reclamam ser difícil de cumprir, este é, sem dúvida, o sexto mandamento. O escritor C. S. Lewis reconhecia que "a castidade é a menos popular das virtudes cristãs". Enquanto os de fora – e, não raro, os de dentro – inflam-se para falar da pobreza evangélica, das virtudes da paciência e da humildade, ergue-se, muitas vezes, em torno da moral sexual cristã, uma barreira de silêncio ou mesmo de desobediência. "Porém, escreve Lewis, não existe escapatória. A regra cristã é clara: 'Ou o casamento, com fidelidade completa ao cônjuge, ou a abstinência total'."01
Para aqueles que não descobriram a centralidade do amor de Deus na religião cristã, fica realmente muito difícil entender o porquê de "não pecar contra a castidade" ou a ratio de todas as demais normas morais católicas. O Papa Bento XVI, certa vez, alertou para o perigo de deixarmos o Cristianismo transparecer mais como um "código de conduta" que como um encontro real e profundo com Jesus Cristo:
"Não deveríamos permitir que a nossa fé seja vanificada pelos demasiados debates sobre múltiplos pormenores menos importantes mas, ao contrário, ter sempre à vista em primeiro lugar a sua grandeza. Recordo-me quando, nos anos 80-90, eu ia à Alemanha e me pediam que concedesse entrevistas: eu conhecia sempre antecipadamente as perguntas. Tratava-se da ordenação das mulheres, da contracepção, do aborto e de outros problemas como estes que voltam a apresentar-se continuamente. Se nos deixarmos absorver por estes debates, então a Igreja identifica-se com alguns mandamentos ou proibições, e nós passamos por moralistas com algumas convicções um pouco fora de moda, enquanto não sobressai minimamente a verdadeira grandeza da fé."02
Olhando para Cristo – e só olhando para Cristo –, é possível viver a castidade. Sem contar com o auxílio indispensável da graça, ninguém pode ser casto. C. S. Lewis reconhecia que "a castidade perfeita – como a caridade perfeita – não será alcançada pelo mero esforço humano". "Você tem de pedir a ajuda de Deus", escrevia. E Santo Afonso de Ligório também fazia notar que "nós, revestidos de carne, não podemos por própria força guardar a castidade; só Deus, em sua imensa bondade, nos poderá dar força para tanto".
E, todavia, como a própria salvação humana é obra conjunta de Deus e dos homens, da mesma forma a castidade exige do ser humano que ele se crucifique para si mesmo. Isto se manifesta de modo eminente por uma coisa que os grandes santos chamavam de "fuga da ocasião do pecado""Um sem-número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado", diz Santo Afonso. Na luta contra a impureza, vence quem foge. Diante de uma tentação, ao invés de encarar a investida maligna de frente, é preciso recorrer imediatamente ao auxílio de Jesus e Maria.
É este o parecer comum dos santos da Igreja e não há motivos para procurar outra senda. Adverte São Francisco de Sales: "Logo que notes uma tentação, imita as criancinhas que, vendo um lobo ou um urso, se lançam ao seio do pai e da mãe ou ao menos os chamam em seu socorro"03. O autor sagrado alerta que "quem ama o perigo nele perecerá" (Eclo 3, 27). Se uma pessoa tem o firme propósito de guardar a sua pureza, mas não evita os ambientes, as pessoas ou as coisas que o levam ao pecado, então, este propósito tem pouco ou nenhum valor. Santo Tomás de Aquino explica que a razão disso é que Deus nos abandona ao perigo quando a ele nos expomos deliberadamente ou dele não nos afastamos.
Pode parecer difícil, a partir destas considerações, a vivência da castidade. Afinal, são tantas as ocasiões em que o mundo oferece uma proposta tentadora de felicidade nos lugares errados! A verdade é que Jesus nunca disse que a luta seria fácil. "No mundo haveis de ter aflições" (Jo 16, 33). Não é possível viver a castidade sem passar pela experiência da Cruz. Vivida com amor, no entanto, esta verdadeira via crucis adquire um belo significado. Como escreve São Josemaría Escrivá, "quando te decidires com firmeza a ter vida limpa, a castidade não será para ti um fardo; será coroa triunfal"04.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Sete Vulcões em seis Países diferentes, todos entrando em erupção


21.11.2013 -A nova ilha apareceu no Pacífico. A erupção submarina ao largo da Ilha Nishino -Shima  Japão entrou em erupção pela primeira vez em 40 anos. A Marinha japonesa notou as explosões de lava fervente encontrando água do mar dando origem a nuvens de vapor e cinzas.
n/d
Quase 7.000 quilômetros de distância no México, o vulcão Colima explodiu e  é superior após um período de relativa calma . A nuvem de cinzas e vapor subiu duas milhas para o céu e os estrondos da montanha podiam ser ouvidos em cidades a poucos quilômetros de distância.
Na Guatemala, a " montanha de fogo " expeliu lava para fora e enviou uma nuvem de cinzas moderado causando uma queda de cinzas sobre cidades próximas. As ondas de choque que ocorrem no vulcão explosões e pode ser sentida pelos moradores com mais de 6 quilômetros de distância. Portas e janelas são relatados para ser ótimo , mas não houve nenhum dano até o momento.
n/d
Em Vanuatu o  vulcão Yasur está dando algum motivo para preocupação. Embora as explosões são bastante fracas a cinza contínua que vem da montanha está começando a invadir em terras agrícolas .
Sobre a Itália o Monte Etna está ficando cada vez mais evidente . A erupção atual começou há alguns dias e foi ficando mais forte conforme o tempo vem passando . Uma erupção maciça iluminou o céu e os moradores perturbados ontem. A nuvem de cinzas foi alta o suficiente para ver vôos cancelados . O fluxo de lava foi a maior em anos, e da cidade de Zafferana que estava em seu caminho viu algum dano. Desviadores de lava foram postas em prática , e a   maior parte da cidade escapou ileso.
Na Indonésia, com quatro milhas de altas nuvens de cinzas está tornando a vida difícil para os residentes. Monte Sinabung voltou à vida em 2010, após a dormência de centenas de anos. Ocasionalmente, voltando à vida depois de 2010 é o despertar, o estrondo do vulcão levou a evacuação de mais de 6.000 pessoas como os cientistas temiam uma grande erupção. Não tem havido até agora correntes de lava, mas a nuvem de cinzas está a crescer.
n/d
Monte Sinabung  com nuvem de cinzas
Ainda na Indonésia, mas , na ilha de Java neste momento Monte Merapi explodiu ontem. centenas de pessoas foram mortas quando última erupção em 2010. Não há notícias de vítimas neste momento.
Então, nós temos erupções grandes o suficiente para evacuações rápidas . Voos são cancelados e uma nova ilha aparece na costa do Japão . Eu teria chamado que me interesse jornalístico , mas , obviamente, eu estou errado. Se eu estava certo que teria sido de conhecimento comum certo? Os relatórios podem ter ficado à margem da notícia?
Assim, muitos vulcões jogando gás tanto , cinzas e partículas no ar podem ter um efeito sobre o clima, isso é um fato científico. Eu não estou dizendo que estes vulcões anunciam o início de uma nova era do gelo , mas o planeta certamente parece estar ficando um pouco mais ativa nos últimos tempos.
Grandes erupções contínuas colocar uma enorme quantidade de material particulado na atmosfera, e essas partículas refletem a luz solar longe da terra e quando há um número suficiente deles ti as temperaturas podem cair .
n/d
A erupção do Monte Pinatubo reduziu as temperaturas em cerca de 0,5 * C em todo o hemisfério norte.
Considerando que estamos em um período de reflexão de qualquer maneira ter tantos vulcões saindo ao mesmo tempo não é bom. Além dos efeitos devastadores da lava e cinzas pode ter sobre as vidas daqueles que vivem perto deles , os impactos globais pode ser enorme.
Culturas perdidas devido à queda de cinzas e temperaturas mais baixas pode levar à fome e à fome , como aconteceu após a erupção do Tambora em 1815.
Perdas econômicas devido a colheitas perdidas e vôos cancelados é executado em milhões de dólares por dia , como acontece com a erupção da Islândia de Eyjafjallojkull (pronuncia-se : aya fiat la u rumina la) em 2010.
Os espasmos da terra vêm sem aviso, mas ao mesmo tempo os espasmos deve ser um alerta para todos nós que a mudança pode acontecer num piscar de olhos.
É melhor estar preparado para isso .
Fontes:
http://www.newscientist.com/article/dn24602#.Uo33TaU0H8t
http://voiceofrussia.com/news/2013_11_19/photo-Etna-volcano-shoots-ash-into-sky-in-spectacular-nightime-show-0497/
http://www.volcanodiscovery.com/vanuatu/yasur/news/38906/Yasur-volcano-Tanna-Island-Vanuatu-activity-update-ash-emissions-weak-strombolian-explosions.html
http://www.volcanodiscovery.com/fuego/news/38911/Fuego-volcano-Guatemala-increasing-lava-flows.html
http://www.volcano.si.edu/volcano.cfm?vn=264040
Delivered by The Daily Sheeple
Contributed by Chris Carrington of The Daily Sheeple.
Chris Carrington is a writer, researcher and lecturer with a background in science, technology and environmental studies. Chris is an editor for The Daily Sheeple. Wake the flock up!
Fonte: http://www.thedailysheeple.com/seven-volcanoes-in-six-different-countries-all-start-erupting-within-hours-of-each-other_112013
Blog Um Novo Despertar

Itália - A Erupção do Etna ( 17 de novembro 2013 )

Nota de  www.rainhamaria.com.br
Profecia de Nossa Senhora de La Salette, aparição na França em 1846, reconhecida pela Igreja em 1851.
"As estações serão mudadas, a terra não produzirá senão maus frutos, os astros perderão os seus movimentos regulares, a lua não refletirá senão uma luz avermelhada; a água e o fogo causarão ao globo terrestre movimentos convulsivos e horríveis terremotos, que farão tragar montanhas, cidades...
Chegou o tempo. O sol se escurece; somente a fé viverá".
Diz na Sagrada Escritura:
"Quando os homens disserem: Paz e segurança!, então repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão". (1Ts 5,3)