sexta-feira, 6 de setembro de 2013

* ” As vítimas de estupro são bem acolhidas com uma condição: que estejam dispostas a abortar”.


aborto3
(“eu tive mais problemas com o governo do que com quem me violentou”)
Nos governos Lula e Dilma as mulheres tem sido vistas tão somente como instrumentos para a promoção do aborto. As vítimas de estupro são bem acolhidas, mas com uma condição: que estejam dispostas a abortar.Este não foi o caso de Regiane Marques de Souza, violentada em Maricá (RJ) em dezembro de 2010.
Regiane, após ser violentada, foi acolhida pelo Núcleo de Apoio à Mulher e encaminhada para o Hospital Fernando Magalhães (Rio de Janeiro), a fim de fazer o aborto. Em 23 de fevereiro de 2011, Regiane já estava no hospital, pronta para o “procedimento”, quando mudou de ideia e resolveu aceitar a criança. A partir de então, a acolhida desapareceu. Em 24 de agosto de 2011, Regiane deu à luz uma linda menina, a quem deu o nome de Maria Vitória. No entanto, seja durante a gravidez, seja após o parto, ela nunca recebeu um único auxílio dos órgãos do governo encarregados de defender “a mulher”.
Em seu comovente depoimento de 5 de junho de 2013, Regiane afirma: “a Secretaria de Políticas para as Mulheres não faz nada para as mulheres que decidem não fazer aborto”. Aos seis meses de gravidez ela voltou ao CEDIM (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher) do Rio de Janeiro pedindo apoio e recebeu esta resposta: “o problema é seu; você não precisava estar passando por isso”. Grávida e desempregada, ela apenas ouviu as feministas do governo dizerem que o problema era dela[1]. Inutilmente Regiane procurou a Secretaria de Políticas para as Mulheres pedindo um auxílio para suas crianças, uma vez que onde ela mora não há creche. Nada foi feito.
Eis como ela relata o descaso do governo:
“CRAS[2], CREAS[3], Plantão Social, todo tipo de órgão que tem do governo, eles falam que entendem a minha situação, mas também nunca me fizeram uma visita, nunca ligaram para mim para saber nem como eu estou sustentando minhas três crianças”.
Mas em momento algum Regiane se arrepende de não ter abortado.
“Eu optei por não abortar, mas foi por livre e espontânea vontade, não tenho receio. É minha filha, estou satisfeita, o problema eu tenho é com o governo, que não me apoia. Não quer saber de minha necessidade, não quer saber de como estou vivendo com os meus filhos…”
Termina de maneira enfática comparando o governo com o autor do estupro:
“Eu tive mais problemas com o governo do que com a própria pessoa que me violentou. Porque ele foi preso, e o governo… eu peço ajuda e ninguém faz nada”[4].
Dilma sanciona lei de expansão do aborto
Contrariando pedidos insistentes de grupos pró-vida, a presidente Dilma Rousseff, logo após o término da estadia do Papa Francisco no Brasil, sancionou, sem nenhum veto, a Lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”.
A lei tem por objetivo expandir a prática do aborto em caso de gravidez resultante de estupro. Esse aborto, embora constitua crime, há anos vem sendo financiado pelo governo[5]. No entanto, a palavra “aborto” não aparece nem no texto nem no título da lei.
A estratégia não é nova. Em novembro de 1989, o então Ministro da Saúde José Serra editou uma norma técnica intitulada “Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes” cujo objetivo central era instruir os hospitais a praticarem aborto em crianças de até cinco meses de gestação quando concebidas em um (suposto) estupro. A palavra “aborto”, porém, não aparecia no título da norma. Para “provar” que havia sido violentada, bastava que a mulher apresentasse um boletim de ocorrência policial (o que não prova coisa alguma). Não se exigia o laudo do Instituto Médico Legal nem o Registro de Atendimento Médico à época da violência sofrida.
Em 2005, sob o governo Lula, essa Norma Técnica do Aborto foi reeditada pelo Ministro da Saúde Humberto Costa[6] com um agravante: nem sequer se exigia o boletim de ocorrência para que a gestante “provasse” que foi violentada. Bastava a palavra da mulher junto ao hospital. O Ministério da Saúde teve inclusive o cuidado de elaborar um formulário a ser preenchido pela suposta vítima, facilitando o trabalho da gestante não violentada de inventar uma história de violência a fim de obter o “direito” ao aborto[7].
Essa Norma Técnica, porém, por horrenda que seja, não tem força de lei. Ela ensina a praticar o aborto, ensina com detalhe cada procedimento abortivo, mas não obriga os hospitais a praticá-lo. Na prática, somente os grandes hospitais, com uma equipe médica treinada para o aborto, têm seguido essa Norma. Faltava uma lei que obrigasse todos os hospitais do SUS a encaminhar as (supostas) vítimas de violência para os centros de aborto. Essa lacuna foi preenchida pela lei 12.845/2013, recém-sancionada pela Presidente Dilma. A nova lei fala de “atendimento imediato, obrigatório em todos os hospitaisintegrantes da rede do SUS” (art. 3º, caput) e não apenas nos “hospitais públicos que tenham Pronto Socorro e Serviço de Ginecologia”, como previa o projeto original[8]. Esse “atendimento” inclui o aborto precoce (“pílula do dia seguinte”) mascarado sob o nome de “profilaxia da gravidez” (art. 3º, IV). O cerne da lei, porém, está no inciso VII do artigo 3º que fala do “fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis”. Todos os hospitais do SUS terão, portanto, o dever de informar as (supostas) vítimas de violência sobre o (falso) direito que elas têm de abortar seus filhos e quais hospitais estão disponíveis para executar esse “serviço”. A extensão da lei é reconhecida pelos defensores do falso direito ao aborto, financiados por fundações estrangeiras, quando, em linhas gerais, dizem: “Erra quem pensa que esse será um ajuste simples nos serviços: é preciso treinar equipes, organizar redes de garantia de direitos, estabelecer parcerias sensíveis entre a saúde e a segurança pública”.
Portanto, a menos que a lei seja logo revogada, é de se esperar uma verdadeira explosão do número de abortos na rede hospitalar pública.


[2] Centro de Referência de Assistência Social
[3] Centro de Referência Especializado de Assistência Social
[5] Um estudo disso encontra-se em CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. Aborto na rede hospitalar pública: o Estado financiando o crime. Anápolis: Múltipla, 2007.
[7] Eis um trecho do formulário contido no Anexo I da Portaria 1508, de 1º de setembro de 2005: “Declaro ainda, que fui agredida e violentada sexualmente por _______ homem(s) de aproximadamente ______ anos, raça/cor ______________cabelos ______________, trajando (calça, camisa, camisetas, tênis e outros), outras informações (alcoolizado, drogado, condutor do veículo/tipo ________ etc.). O crime foi presenciado por (se houver testemunha) ________________________________________”.
[8] Cf. PL 60/1999, art. 4º, caput, versão original, da deputada Iara Bernardi (PT/SP).

Mídia sobre a suposta imprecisão reabilitação da Teologia da Libertação

O aparecimento de um livro na Itália, cujo argumento é a teologia da libertação ("Dalla dei poveri parte. Della Liberazione Teologia"), levou a algumas manchetes bastante enganosas por certa parte da imprensa que Igreja aborda questões (por exemplo, La Repubblica e La Stampa da Itália).
Dois fatores têm contribuído para a reabilitação de uma suposta imprecisão ou caminho claro para a teologia da libertação por parte do Vaticano: 1) o nome dos autores de assinatura (o atual prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e do padre dominicano e "pai" da Teologia da Libertação, Gustavo Gutierrez) e 2) apresentar uma ampla revisão publicado no jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano . Tudo isso no contexto de um papa papado latino-americano em que, de acordo com a mesma análise, "a teologia da libertação não poderia ficar por muito tempo na sombra." Na realidade, no entanto, é bastante diferente.

A resenha do livro foi originalmente publicado em 2004, em alemão, quando o arcebispo Gerhard Müller Ludwin ainda não havia sido nomeado prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé (foi nomeada a 02 de julho de 2012, ou seja, oito anos depois a aparência do texto). O autor da resenha publicada no L'Osservatore Romano apresenta-a como um livro a "quatro mãos" entre Müller e Gutierrez. A realidade por trás das palavras, o que poderia ter sido mais feliz, não significa, porém, que um autor assumir idéias uns dos outros. Na verdade, a mesma distribuição do livro observa como as idéias expressas (que estar pessoal não são necessariamente as idéias do magistério da Igreja, mas também parecem ser oposição) são bastante opiniões a respeito de um tópico de algum interesse entre alguns teólogos das 183 páginas do livro, 117 são por Gutierrez e 76 do então Bispo de Regensburg, na Alemanha. Ou, em outras palavras, que cada um procurou o argumento central de seu próprio pensamento.

Compreensível também o cuidado com que o autor da resenha apresenta o trabalho em italiano: é o diretor de Il Messaggero di Santo Antônio , Ugo Sartorio, publicação ligada à editora Edizioni Messaggero Padova , que é, pela Editrice Missionaria italiano , co-editor da tradução da obra que agora se apresenta, na Itália.

Sobre o tema central do trabalho amplamente dissertações pode-se dizer que é sobre o estatuto epistemológico da "teologia da libertação", um suposto acordo com o pensamento da Igreja e alguns dados históricos. Neste contexto, por vezes, apresenta e se refere a pronunciamentos papais que mostram o "lado bom" ea justificativa para a existência da teologia da libertação. Mas é possível que a teologia da libertação autenticamente católica?

O Magistério da Igreja tem sido muito clara em ambos os pronunciamentos oficiais emitidas a este respeito: a " Instrução Libertatis Nuntius sobre alguns aspectos da teologia da libertação "(Congregação para a Doutrina da Fé, 06 de agosto de 1984 ) e " Instrução Liberdade e Libertação em liberdade e libertação cristã "(Congregação para a Doutrina da Fé, 22 de março de 1986) e são obrigatórias para um católico.

Praticamente pode-se dizer que, mesmo nesses documentos efetivamente apresenta uma visão católica da teologia da libertação: que entende a liberdade humana como político e, portanto, não abraçar a ideologia marxista, a luta de classes, e torna-se fé na política, mas entende a liberdade humana como a liberdade de maior mal, o pecado, e Cristo como libertador. Ou, nas palavras do documento 86: "A libertação no seu significado principal é soteriológica, é estendida desta forma tarefa libertadora e exigência ética. Neste contexto, existe a doutrina social da Igreja ilumina a prática no nível da sociedade. "

Talvez reler a novidade o suficiente, em 1984 e 1986 foi responsável por não apresentação de tais documentos como algo que era novo para quase 30 anos.

A Eutanásia de recém-nascidos na Holanda abre nova fase na luta contra o aborto


n/d
 “A legalização do aborto representou o rompimento de um dique que nos conduz de uma catástrofe moral a outra”.
O dom sagrado da vida sendo relativizado, todo o resto vem em efeito cascata..Não é possível negociar a vida em nenhuma circunstância.
A Holanda sempre se colocou como uma nação “avançada nos costumes” e , infelizmente, neste aspecto, é vista como modelo e tende a se espalhar suas  leis de morte para a Europa e de lá para o mundo. Antes era o “não nascido”, agora são os  nascidos, mas “com defeitos”, como se fossem pequenas máquinas.
As palavras são pobres para expressar a indignação por essa monstruosidade.
__________________________________________________________________________________________
Mathias von Gersdorff
Sem dúvida foi chocante e indignante a notícia sobre a planejada legalização da matança de recém-nascidos doentes na Holanda. A introdução da eutanásia para neonatos está abrindo uma fase completamente nova na luta pelo direito à vida.
A partir de agora será possível matar recém-nascidos, evidentemente sem a sua anuência.
A matança de neonatos não é nenhuma invenção dos tempos modernos. Já era praticada entre os povos pagãos. Somente com o advento do Cristianismo é que houve uma mudança de consciência e cessou essa prática tão inumana, injusta e cruel como o aborto.
Assim, a introdução legal da eutanásia para recém-nascidos documenta não apenas a decrescente influência que o cristianismo exerce em nossos dias, mas também para onde se dirige a nossa sociedade em razão do desaparecimento da influência cristã. Ela está voltando, em sua decadência, à barbárie e ao paganismo.
Essa notícia, por mais assustadora que seja, não surgiu de modo inesperado. Como já foi largamente descrito, o diagnóstico pré-natal (DPN) — isto é, a investigação médica da criança no útero materno — calcula a possibilidade da ocorrência de doenças genéticas ou outras quaisquer no nascituro.
Na prática, trata-se de verificar principalmente se existe no feto a ocorrência de trisonomia 13, 18 ou 21 (síndrome de Down ou mongolismo), portanto as derivações genéticas mais frequentes. Cerca de 90% das crianças com a síndrome de Down são abortadas depois de tais controles médicos.
Em via de regra o crime do aborto é a perspectiva mais iminente num diagnóstico pré-natal, uma vez que apenas numa parte cada vez menor dos casos é possível fazer operações ou empregar terapias efetivas. Assim, via de regra, o objetivo visado pelo diagnóstico pré-natal e pelos testes genéticos é claramente a seleção de crianças com defeitos físicos.
É importante saber que os diferentes processos de diagnósticos pré-natais (DPN) só podem fornecer uma probabilidade sobre a existência de doenças e de modo algum uma certeza absoluta. Deste modo são mortas até mesmo crianças sadias (e doentes sobrevivem).
Posto que muitos desses abortos são feitos tardiamente — sendo por isso chamados de abortos tardios —, muita gente apela pura e simplesmente para o infanticídio: “De fato seria melhor deixar que a criança viesse ao mundo de modo natural para então matá-la, se ela estiver realmente doente. Neste caso se teria absoluta segurança sobre o estado de sua saúde e os médicos evitariam o risco de serem responsabilizados”.
Do aborto à eutanásia de recém-nascidos
Na Alemanha, por ocasião da revisão do parágrafo 218 do Código Penal — que tratava da penalidade aplicável a uma mulher que praticasse o aborto — no início dos anos 90, sob o nome de “indicação embriopática”, foi introduzida na legislação a respeito do aborto a “indicação eugênica” (§ 218 a do Código Penal), que desembocou depois na indicação “medicinal” ampliada. Essa indicação médica permite abortos até pouco antes do nascimento caso haja perigo para a saúde da mãe. Porém, isso é mera teoria.
Na prática, o simples risco de nascer uma criança seriamente defeituosa (os testes genéticos e o diagnóstico pré-natal não dão uma certeza de 100%) já é considerado como um peso psíquico de tal maneira grande para a mãe, que não se pode impedi-la de abortar. Isso, por sua vez, é o pressuposto legal que alimenta o grande desenvolvimento do diagnóstico pré-natal e dos testes genéticos. A medicina pré-natal é hoje em dia um segmento econômico com forte crescimento. A esse ponto chegamos!
Essas considerações não são novas. Iberto Giubilini e Francesca Minerva, dois acadêmicos que exercem suas atividades em Melbourne (Austrália), argumentam na revista especializada de medicina Journal of Medical Ethics que do ponto de vista lógico deveria ser permitido matar recém-nascidos cujo estado de saúde corporal ou mental justificasse um aborto do ponto de vista legal. É um reconhecimento de que aborto e infanticídio se equivalem.
Esta colaboração científica de ambos no Journal of Medical Ethics sobre a valoração moral do assassinato de crianças, tal como se faz com o feto no aborto, provocou uma onda de indignação no mundo inteiro. Os autores colocam no mesmo nível o “status” moral do assassinato de um recém-nascido e o de um feto. A ambos — ao feto e ao recém-nascido — faltariam, segundo Giubilini e Minerva, as capacidades que justificam o reconhecimento de um direito à vida.
Nossa preocupação não deve restringir-se à situação na Holanda, pois na Alemanha já foram também estabelecidas as condições prévias para a prática da eutanásia em recém-nascidos…
Também na Alemanha vai se colocar a pergunta: Para que fazer testes caríssimos e extremamente estressantes para a futura mãe? Se a criança pode ser morta um minuto antes de seu nascimento natural, por que então não poderia alguns minutos depois do nascimento, quando se pode constatar claramente seu estado de saúde?
Aqui fica evidente uma coisa: a legalização do aborto representou o rompimento de um dique que nos conduz de uma catástrofe moral a outra. As soluções de compromisso não conseguem sustar este processo. A propósito da vida é preciso manter o que o cristianismo ensinou desde o início: Não é possível fazer compromissos!
A completa proibição do aborto deve continuar a ser o objetivo da luta em prol do direito à vida.
Fonte: blog.comshalom.org/carmadelio

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Exorcista Amorth: "Os que querem a guerra na Síria são instrumentos do diabo"

Padre Gabriele Amorth. Foto: Grupo ACI
ROMA, 05 Set. 13 / 10:43 am (ACI).- O famoso sacerdote exorcista da Diocese de Roma e do Vaticano, Gabriele Amorth, assegurou que aqueles que apoiam a intervenção militar contra a Síria, estão sendo instrumentos do Diabo para semear o mal no mundo.
"Estes que querem a guerra na Síria são instrumentos do diabo", assinalou o Pe. Amorth em 4 de setembro em declarações ao blog Stanze Vaticano, do canal de televisão italiano Tgcom24.
"O Senhor é um Deus de paz, quer a paz, quer o amor entre os homens, quer a solidariedade e a ajuda, de modo que o rico ajude o pobre. E Satanás é quem quer a morte e a guerra", afirmou.
Em relação ao dia de jejum e oração assim como à vigília convocadas pelo Papa Francisco para pedir a paz na Síria e no mundo no próximo sábado 7 de setembro, o exorcista disse que sem dúvida "incomodará o diabo, e não só a ele". "Prefiro não dar nomes", acrescentou.
"O Papa tem o objetivo de influir. De que modo? Como um Papa, orando pela ajuda de Deus, este é o modo de atuar dos cristãos. Não com bombas para rebater outras bombas, mas com a oração para rebater as bombas", disse.
O sacerdote, de 88 anos de idade, explicou que a intervenção armada na Síria que algumas potências mundiais defendem, não solucionaria a ameaça do uso de armas químicas no país, imerso em uma guerra civil há mais de dois anos.
Até o momento o regime de Bashar Al Assad e os insurgentes não chegaram a nenhum acordo de paz e, além disso, os jornais especializados no tema assinalam que entre os insurretos haveria participação de movimentos extremistas islâmicos pagos por petroleiras no Qatar e Arábia Saudita.
A intervenção armada "não está justificada, porque tenho presente a frase que disse o Papa Pio XII para evitar a segunda guerra mundial: ‘Tudo está perdido com a guerra, tudo se pode salvar com a paz’. Todos os sistemas violentos deveriam ser condenados", concluiu o Pe. Amorth.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Católicos, desliguem a TV

Os meios de comunicação social modernos exercem um novo tipo de apostolado na sociedade, o apostolado da perversão

São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei, pedia a seus filhos espirituais que promovessem o "apostolado da diversão". O santo enxergava a necessidade de renovar os costumes populares, afastando-os das ocasiões de pecado, da maledicência da língua e da concupiscência da carne. Dizia que era preciso pessoas dispostas a trabalhar nesta tarefa urgente: "recristianizar as festas… evitar que os espetáculos públicos se vejam nesta disjuntiva: ou piegas ou pagãos"(Caminho, n. 917)
Considerando o mau gosto dos entretenimentos de hoje em dia - incentivados de todos os modos pelos meios de comunicação -, percebe-se que São Josemaria estava certo. O culto à feiúra está na moda. E no que depender da grande mídia ainda vai perdurar por muito tempo. Os espetáculos de bizarrices, o apelo ao erótico, a defesa intransigente de contravalores, a ridicularização do bem e a exaltação do mal denotam a putrefação da sociedade, quer na periferia, quer nas áreas nobres. Cláudio Abramo, renomado jornalista, escrevia a seus leitores:"O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter." Que diria agora se visse o que fazem seus colegas?
A produção midiática se transformou no exercício diário da malandragem. Publicam-se mentiras, promovem-se imoralidades, a inocência das crianças é corrompida e elas são expostas, desde a tenra idade, a publicações abjetas, que fariam qualquer pessoa equilibrada corar o rosto de vergonha. Mas vergonha? Que vergonha? A lama que cobre seus corpos se tornou motivo de orgulho, direitos humanos, liberdade, amor… essa palavra tão banalizada e mal compreendida. Há um apostolado, sim, praticado pela imprensa: o apostolado da perversão!
Todavia, esse apostolado não teria frutos se não contasse com a anuência dos próprios cristãos. Bento XVI, quando esteve no Brasil, exortou a Igreja a "dizer não àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento."01 Foi como jogar pérolas aos porcos - e a audiência das novelas está aí para provar. Para a mídia então, foi motivo de piada. E com a tola justificativa de sempre: "somos uma emissora laica, com uma visão de cultura e mesmo de comportamento social e moral que não segue preceitos religiosos."02
Ora, não é preciso seguir preceitos religiosos para discernir sobre o direito inalienável à vida (desde a concepção até a morte natural), à educação dos filhos e ao matrimônio entre um homem e uma mulher; "não são valores exclusivamente cristãos, mas apenas a manifestação evidente de valores humanos"03. Quando se nega esses valores, ou pior, faz-se lobby contra eles, é o próprio corpo da sociedade que ameaça ruir. Por isso o Concílio Vaticano II ressaltou que "para o reto uso destes meios (os meios de comunicação), é absolutamente necessário que todos os que servem deles conheçam e ponham fielmente em prática, neste campo, as normas da ordem moral."04
Com efeito, é preciso, sim, que mais pessoas estejam dispostas a recristianizar o lazer, a cultura, a diversão, como propunha São Josemaria. Se há um apostolado da perversão praticado pelos meios de comunicação social, a sua existência se deve à covardia e à indiferença dos bons. Cabe aos cristãos a nobre tarefa de trazer luz a esses terrenos tão sombrios da vida cotidiana. Elevá-los à condição de filhos de Deus, porque é este o sentido de toda e qualquer atividade missionária: a filiação divina!
"Reconhece, cristão, a tua dignidade… foste transferido para a luz e para o Reino de Deus» (São Leão Magno, Sermão I sobre o Natal, 3, 2: CCL 138, 88).
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Amar como Jesus amou

A palavra amor encontra-se tão deturpada que, em muitos casos, já não é possível descobrir seu significado

A estratégia do movimento revolucionário em curso segue muito mais pela via da semântica que das armas. Cooptar a linguagem e modificá-la de tal maneira que já não seja possível saber do que se fala, tem sido o carro-chefe da revolução há pelo menos meio século. E mesmo dentro da Igreja é possível perceber essa discrepância entre a letra e a hermenêutica. Reino de Deus, por exemplo, pode representar desde o paraíso celeste ao mundo melhor desejado pelos socialistas.
A palavra amor também não foge à regra. Usá-la para justificar todo tipo de barbaridade, quer na esfera pública, quer na eclesiástica, tornou-se algo corriqueiro. Com efeito, aquilo que para os católicos deveria estar no centro de sua fé, ou seja, a crença no amor de Deus e as exigências que dele decorrem, se converte em pura superficialidade e experiências sentimentalistas. Daí a reação ignara de certos meios à qualquer tipo de repreensão ou correção. Afinal de contas, diriam, o que importa é o amor.
Todavia, uma tal forma de pensamento não é somente absurda, mas nociva. E os seus frutos provam isso a cada vez que uma criança se rebela contra a autoridade de seus pais. Ora, "uma característica de quem ama de verdade é não querer que o Amado seja ofendido"01, logo, acusar de farisaismo quem, preocupado com a verdade de Cristo, se propõe a defendê-la abertamente é uma atitude, no mínimo, desonesta. Não se trata aqui de endossar contendas e comportamentos afetados de quem está mais interessado em destruir, que converter, mas de entregar-se sobremaneira à missão de Cristo de ir pelo mundo e fazer discípulos entre todas as nações.
Assim, instrui São Paulo, "prega a palavra, insiste oportuna e inoportunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir." (Cf. II Tim 4, 2) "Se, porém" - questiona São João Crisóstomo - "eles pelas obras profanam a fé e não se escondem, cobertos de vergonha, debaixo da terra, por que se irritam contra nós, que condenamos com palavras o que eles manifestam com ações?" Não existe verdadeiro amor pelo bem sem um ódio mortal por aquilo que é mal. O amor só é verdadeiro se estiver intimamente associado à verdade e à justiça, e por isso ele é, não raras vezes, motivo de verdadeiro escândalo. E por isso quando o amor se fez carne o homem o matou numa cruz. O preço do amor de São João Batista foi sua cabeça servida em uma bandeja.
A palavra amor é banalizada, sobretudo, quando, em nome dela, se opta por uma vida de pecado desregrado e de mentira. Isso não é amor, é falta de caráter. O coração do que ama verdadeiramente é impelido a dizer palavras como as de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão: "tirai-me antes a vida que ofender o vosso bendito Filho, meu Senhor." Toda ação missionária da Igreja é norteada por essas mesmas palavras do santo brasileiro. Uma missionariedade que, apesar das oposições, preocupa-se, sim, com a conversão dos pecadores, uma vez que foi o próprio Cristo a exortá-los a serem santos como o Pai é santo.
Dom Eugênio Sales costumava dizer que o problema da Igreja é de alfaiataria: "tem saia de mais e calça de menos". O falecido cardeal se referia à pusilanimidade, à síndrome de Poliana que acredita que tudo é belo, tudo é bom, tudo é lindo e sem pecado. Uma presunção que arrasta a Igreja à covardia e à frouxidão, por isso, diametralmente oposta à virtude do amor. O verdadeiro cristão, contudo, não se alicerça na covardia, mas na fortaleza, na virilidade, na radicalidade do amor, com a qual o Papa Pio XI afirmava: "Quando se tratar de salvar alguma alma, sentiremos a coragem de tratar com o diabo em pessoa".
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

L’Osservatore Romano reabilita a Teologia da Libertação.

No jornal, amplo espaço dedicado aos escritos do padre Gustavo Gutierrez, dominicano, considerado o fundador da “corrente”. 

Por Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com -  ”Com um Papa latino-americano, a teologia da libertação não podia permanecer muito tempo nas sombras às quais foi relegada por alguns anos, ao menos na Europa”.
Dom Müller e seu amigo, o guru-mor da Teologia da Libertação, Gustavo Gutierrez.
Dom Müller e seu amigo, o guru-mor da Teologia da Libertação, Gustavo Gutierrez.
Essas palavras do Padre Ugo Sartorio enfatizam a iniciativa do Osservatore Romano de dar amplo espaço, na edição de amanhã, a escritos do teólogo peruano padre Gustavo Gutierrez, dominicano, considerado o fundador da teologia da libertação.
O jornal da Santa Sé, que “reabilita”, assim, uma corrente teológica há muito marginalizada pelos casos em que se mesclou com a ideologia marxista, publicará excertos do livro de Gutierrez «Dalla parte dei poveri. Teologia della liberazione, teologia della Chiesa» (Editrice Missionaria Italiana) ["Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja"], dedicados aos pobres como “preferidos de Deus” e contra o “neoliberalismo econômico” e a “desumanização da economia”.
“A contribuição de Gustavo Gutierrez tornou evidente uma coisa para nós aqui na Europa — sublinha Dom Gerhard Ludwig Mueller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e admirador do teólogo peruano –, a saber: a injustiça no mundo é um fator que permanece e que somente pode ser superado com a disponibilidade de todos os homens de voltar o olhar para Cristo”.

"O aborto é hoje a primeira causa de morte no mundo", denuncia perito

Alejandro Navas
SANTIAGO, 04 Set. 13 / 01:59 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao oferecer a conferência "A Pobreza do Aborto" no Chile, o doutor em Filosofia e acadêmico da Faculdade de Comunicações da Universidade de Navarra, Alejandro Navas, denunciou que "o aborto é hoje a primeira causa de morte no mundo".
O evento se celebrou em 22 de agosto no auditório da Galeria de Patricia Ready em Santiago do Chile e foi organizado pela instituição Foro Republicano.
Entre os participantes, estiveram diversas personalidades e acadêmicos.
Em sua conferência, Navas desenvolveu o conceito do aborto como a principal manifestação de pobreza da sociedade atual, principalmente na realidade europeia.
"A pobreza é carência, privação, escassez do desejado, necessário e imprescindível. Do que o aborto nos priva? Em primeiro lugar nos priva da vidahumana. O aborto é hoje a primeira causa de morte no mundo. É por isso que hoje se fala do chamado inverno demográfico na Europa", afirmou.
"Além disso, o aborto empobrece o estado de direito, quer dizer, da segurança e da paz, que o Estado se compromete a resguardar. O aborto equivale ao falecimento do estado de direito, já que impõe a violência e o homicídio, determinando que a criança no ventre, o ser mais débil da sociedade, seja eliminada", assegurou Navas.
O acadêmico, autor do livro "O aborto nos meios de comunicação", explicou que os atuais grupos abortistas procuram fazer uma reengenharia da sociedade; tanto no âmbito antropológico e jurídico, como no biológico, onde se utilizam jogos verbais ou eufemismos. "O aborto não passa sem sequelas, deixa indeléveis feridas na sociedade", comentou.
Finalmente, assinalou que não basta somente procurar evitar o aborto, mas como sociedade, temos a tarefa de prestar ajuda e segurança aos pais que respeitaram o direito à vida de seus filhos e que hoje em dia se veem angustiados pela falta de recursos materiais, mas, sobretudo, de recursos espirituais.
"Não é conveniente ter uma postura simplesmente reativa ante o tema; é importante ajudar às mulheres, e pessoas que optaram pela vida para logo comunicar essas histórias e testemunhos de vida. Isto é muito mais eficaz para mudar o clima de opinião sobre o aborto na sociedade", concluiu.

Religiosas ‘cantoras’ atingem o primeiro lugar nos EUA.

view
Através do seu novo álbum, Mater Eucharistiae, as Irmãs Dominicanas de Maria, Mãe da Eucaristia, conquistaram nesta semana o primeiro lugar nas vendas de Música Clássica Geral e Tradicional.
O fato deixou as religiosas surpresas e felizes pelo fato de estarem trilhando o caminho da evangelização através da música. A Irmã Joseph Andrew manifestou os sentimentos do grupo: “Estamos maravilhadas e gratas a Deus! Entramos neste caminho para agradá-lo com a nossa música e estamos realmente tocadas pela onda de comentários e reações de pessoas que se sentiram confortadas e cheias de esperança ouvindo o Mater Eucharistiae”.
As religiosas dominicanas não são as primeiras a alcançarem o topo das listas. Recentemente outro grupo de freiras, as Beneditinas de Maria, ocuparam o primeiro lugar no Classical Traditional Chart da Billboard, batendo recorde. Nesta semana, as Dominicanas de Maria, do Michigan, chegaram ao topo da classificação. Suas colegas beneditinas estão no “top five” em Música Clássica Tradicional.
matereucharistiae
“Um fato grandioso está acontecendo no mundo de hoje: as Irmãs Dominicanas de Maria, Mãe da Eucaristia, ocupam o primeiro lugar no ranking de Música Clássica Geral, bem como em vários outros da Billboard. Desde o nascimento das suas comunidades, essas irmãs ofereceram generosamente os seus talentos, e este álbum é mais um presente oferecido por elas ao mundo. Através das suas músicas, um pedaço do paraíso é trazido a todos nós”, explicou Kevin Fitzgibbons, co-fundador de uma gravadora norte-americana. (EPC)
Fonte: Gaudium Press

Banda metaleira “Ghost” e seu “Papa” macabro. Nossa resposta? A Evangelização!

ghost_papa2 (1)
OpinoDe uma forma ou de outra a Igreja sempre chama a atenção do “mundo”, nem que seja dessa forma.
Essa busca da Igreja, nem que seja em seu aspecto simbólico e emblemáticosem nenhuma preocupação com a verdade em si, no fundo confirma como o nosso tempo está CLAMANDO por evangelização!
Os tempos são difíceis sim, mas sabemos a resposta para esse homem ferido: Jesus Cristo, a verdade!
***
G1
Os integrantes do Ghost ainda não são conhecidos no Brasil. E nunca serão. É o que garante um dos guitarristas da banda americana de metal, escalada para o dia 19 de setembro no Rock in Rio. Os membros do grupo não dizem seus nomes, não mostram os rostos e não possuem perfis em redes sociais. “Quanto menos informações vocês têm de nós, mais medo vocês têm”, justifica o músico, em entrevista por telefone ao G1.
A banda tem integrantes que são “bestas sem nome” e um vocalista que se denomina Papa Emeritus, um tanto macabro. Para o guitarrista do Ghost, o Papa cantor e o Papa Francisco “têm muito em comum”. “Só os chapéus são diferentes”, brinca.
Por que vocês nunca dizem quem é o entrevistado?
Ghost - Quando formamos a banda, percebemos que somos uma banda de ‘outsiders’. Fazemos um show de rock de horrores e é importante não ter nome. Quanto menos informações vocês têm de nós, mais medo vocês têm.
No Rock in Rio 2011, o Slipknot foi a banda que se destacou e não era artista principal. Agora, vocês são a aposta do metal. Sente-se bem com esse rótulo?
Ghost - Seria legal e divertido surpreender a todos. A gente tem que esperar e ver o que vai acontecer. Somos diferentes das outras bandas. Posso garantir que não somos como os outros.
Papa Francisco foi recentemente ao Rio e vocês têm um Papa na banda. O que eles têm em comum?
Ghost - Eles são parecidos, o visual é parecido. Eles têm sex appeal. E são bons no que fazem. Só são diferentes em um detalhe ou outro. (risos) Só os chapéus são diferentes. Mas não sei muito sobre aquele papa argentino…

Coca-Cola na Espanha: “Deus nos livre” dos cristãos.


foto_invitado_1_001
No que foi considerado um ataque direto contra os cristãos, o Presidente da Coca Cola Espanha, Marcos de Quinto (foto) , respondeu ridicularizando os defensores da vida e da família a uma campanha que a organização cidadã Hazte Oír lançou para frear um programa televisivo que denigre a mulher.
“Deus nos livre de grupos como ‘Os Guardiões da fé’, que nos dizem qual programa de TV temos que assistir, que livro e jornal ler, e em que partido votar”, escreveu em sua conta do Twitter @MarcosdeQuinto para justificarpor que Coca Cola é a única grande empresa que se negou a retirar seu patrocínio ao polêmico reality show “Acampamento de Verão”, da rede de TV Telecinco ( Espanha)
No programa em questão uma das participantes foi obrigada a ficar em roupa íntima, foi banhada em chocolate contra sua vontade, enquanto o apresentador convidava o resto dos participantes a lamber o seu corpo para retirar o chocolate.
Hazte Oír (Plataforma católica espanhola) lançou uma campanha cívica que conseguiu que anunciadores como: McDonalds, Burger King, Orange, ING Direct e Minute Maid (que é uma marca registrada da Coca Cola) retirem suas publicidades. Entretanto, o CEO da Coca Cola Espanha manteve os anúncios da popular bebida.
Para justificar o apoio, De Quinto usou a sua conta do Twitter para atacar a organização cidadã que defende a vida, a família e a liberdade religiosa na Espanha.
“Se o preço que tenho que pagar para que você não deixe de beber Coca-cola é que eu tenha que pensar como você, prefiro que não beba. Sério (…) Minhas desculpas se não ter cedido a suas pretensões te magoou. Uma saudação muita cordial”, escreveu o diretor dirigindo-se na rede social a Ignacio Arsuaga, presidente de Hazte Oír.
“Provavelmente a missão de Arsuaga seja salvar as nossas almas da pérfida Telecinco e não seja tanto ocupar-se de nosso corpo. Concede logo o seu perdão cristão a Tele5 (que já se desculpou) e deixem de ameaçar com os orçamentos de terceiros”, adicionou De Quinto ridicularizando.
De Quinto atacou a organização cidadã –que dá voz a milhões de espanhóis pró-vida e família– acusando-a de hipócrita e pede que ela esclareça a sua posição sobre o aborto e sobre o matrimônio homossexual. Inclusive ameaçou com que “uma equipe jurídica estude as responsabilidades penais daqueles que alentam o ataque contra objetivos concretos”, em referência ao trabalho da organização.
Enquanto no Twitter o diretor da Coca Cola Espanha se dedica a atacar os crentes, a empresa fechou um acordo comercial milionário com o Mediaset Espanha, o grupo de comunicações ao que pertence a rede Telecinco, para associar os valores de sua marca Coca Cola a suas próximas produções.
Na sexta-feira 30 de agosto, o Bispo de São Sebastião, Dom José Ignacio Munilla, lamentou a atitude do diretor e declarou à Rede Cope que tomou a “decisão pessoal de beber água pura e cristalina em vez de Coca Cola até que o horizonte se esclareça um pouco mais, porque me parece que o presidente da Coca Cola Espanha cometeu um erro muito grande e deveria retificar-se”.
As expressões do diretor suscitaram numerosas reações nas redes sociais de usuários, inclusive fora da Espanha, que prometem deixar de consumir a bebida até que De Quinto se retifique.